INDICADORES
DE CONJUNTURA
1|2015
Lisboa, 2015 • www.bportugal.pt
INDICADORES DE CONJUNTURA • 1 | 2015 • Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 | 1150-012 Lisboa • www.bportugal.pt •
Edição Departamento de Estudos Económicos • Design Departamento de Serviços de Apoio | Serviço de Edições e Publicações • ISSN 2182-0325 (online)
Janeiro 2015
ENQUADRAMENTO DA ECONOMIA
PORTUGUESA
As taxas de juro do mercado monetário do
cento face ao nível verificado no final do mês
euro desceram marginalmente em dezembro.
de novembro (redução de 29,0 por cento em
No dia 12 de janeiro, as taxas de juro Euribor
euros).
situavam-se em 0,01 por cento no prazo de
1 mês, 0,07 por cento nos 3 meses, 0,17 por
cento nos 6 meses e 0,32 por cento nos
12 meses, o que corresponde a uma redução
de 1 ponto base (p.b.) em todas as maturidades face ao final do mês de novembro.
A taxa de câmbio efetiva nominal do euro
depreciou 2,3 por cento entre o final de
novembro e o dia 12 de janeiro. Esta evolução
refletiu depreciações de 5,4 por cento face
ao dólar, 4,8 por cento em relação ao iene,
2,0 por cento face à libra esterlina e 0,1 por
cento face ao franco suíço.
De acordo com a estimativa preliminar do
Eurostat, a taxa de variação homóloga do Índice
Harmonizado de Preços no Consumidor
(IHPC) da área do euro foi de -0,2 por cento em
dezembro, após 0,3 por cento em novembro.
Esta evolução refletiu uma diminuição expressiva dos preços da energia (-6,3 por cento em
termos homólogos, que compara com uma
taxa de -2,6 por cento em novembro), ao passo que o preço dos bens alimentares e dos
bens industriais não-energéticos registaram
taxas de variação de 0,0 por cento (após 0,5 e
-0,1 por cento, respetivamente). Por seu lado,
O preço internacional do petróleo voltou a
o crescimento dos preços dos serviços mante-
descer acentuadamente em dezembro. No
ve-se em 1,2 por cento. Excluindo os bens ali-
dia 12 de janeiro, o preço do barril de Brent
mentares e os energéticos, o IHPC da área do
situava-se em 49,9 dólares (42,3 euros), o
euro subiu 0,1 pontos percentuais (p.p.) para
que representa uma redução de 32,9 por
0,8 por cento.
ECONOMIA PORTUGUESA
Em dezembro de 2014, o indicador coinci-
Relativamente ao consumo privado, no tri-
dente mensal para a evolução homóloga
mestre terminado em novembro de 2014, o
tendencial da atividade económica, calcula-
índice de volume de negócios no comércio a
do pelo Banco de Portugal, estabilizou face ao
retalho2, divulgado pelo INE, registou uma taxa
mês anterior. No mesmo período, o indicador
de variação homóloga de 1,0 por cento em ter-
coincidente mensal para a evolução homólo-
mos reais, após o aumento de 1,4 por cento
ga tendencial do consumo privado, calculado
no terceiro trimestre do ano. No quarto tri-
pelo Banco de Portugal, registou uma diminui-
mestre de 2014, as vendas de veículos ligeiros
ção face ao mês anterior .
de passageiros, incluindo veículos todo-o-ter-
De acordo com os Inquéritos de Opinião da
reno, aumentaram 33,5 por cento, em termos
1
Comissão Europeia, no quarto trimestre de
homólogos, após uma variação de 29,8 por
2014, o indicador de sentimento económico
cento no terceiro trimestre do ano.
registou um aumento relativamente ao ter-
Relativamente à formação bruta de capital
ceiro trimestre do ano. Esta evolução refletiu
fixo, no quarto trimestre de 2014, as ven-
melhorias nos indicadores de confiança dos
das de veículos comerciais ligeiros aumenta-
consumidores e na construção, registando-se
ram 19,8 por cento, em termos homólogos
uma relativa estabilização dos indicadores de
(59,5 por cento no terceiro trimestre), enquan-
confiança nos setores da indústria transforma-
to as vendas de veículos comerciais pesados
dora, dos serviços e do comércio a retalho.
registaram um aumento de 10,7 por cento
3
4
BANCO DE PORTUGAL • Indicadores de Conjuntura
(41,9 por cento no terceiro trimestre). No mesmo período, as vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno diminuíram 7,9 por cento, em termos homólogos,
após uma queda de 8,9 por cento no terceiro
trimestre do ano. No trimestre terminado em
novembro de 2014, as importações nominais
de bens de equipamento excluindo material
de transporte aumentaram 8,5 por cento,
após um crescimento homólogo de 7,9 por
cento no terceiro trimestre de 2014.
Segundo a informação relativa ao comércio
internacional de bens, divulgada pelo INE, em
novembro de 2014 as exportações nominais
diminuíram 0,4 por cento em termos homólogos, enquanto as importações aumentaram
2,8 por cento. No mesmo período, as exportações excluindo combustíveis diminuíram
0,1 por cento enquanto as importações cresceram 5,4 por cento. Em termos acumulados
desde o início do ano, as exportações registaram um crescimento de 1,7 por cento face a
igual período do ano anterior e as importações
aumentaram 3,3 por cento. No mesmo período, e excluindo combustíveis, as exportações
e as importações aumentaram 4,1 e 6,7 por
cento, respetivamente.
Relativamente ao comércio internacional de
serviços, em outubro de 2014 as exportações
e as importações aumentaram 8,7 e 11,0 por
cento em termos homólogos, respetivamente.
Em termos acumulados desde o início do ano,
as exportações de serviços registaram um
aumento de 6,1 por cento face a igual período do ano anterior, enquanto as importações
aumentaram 9,4 por cento.
Em dezembro de 2014, o IHPC registou uma
variação homóloga de -0,3 por cento, diminuindo 0,4 pontos percentuais (p.p.) face ao
mês anterior. A taxa de variação anual diminuiu 0,1 p.p., situando-se em -0,2 por cento.
A variação homóloga refletiu uma queda dos
preços dos bens, que mais do que compen-
No período de janeiro a outubro de 2014, o
excedente conjunto das balanças corrente e de capital ascendeu a 3397,1 milhões
de euros, o que representa um aumento de
561,8 milhões de euros face ao registado no
mesmo período de 2013. Esta evolução refletiu um aumento de 824,6 milhões de euros do
excedente da balança corrente, que mais do
que compensou a diminuição de 262,7 milhões
de euros do excedente da balança de capital.
O aumento do excedente da balança corrente
resultou da melhoria dos saldos das balanças de serviços e de rendimentos primário e
secundário, que mais do que compensou o
aumento do défice da balança de bens face ao
período homólogo.
A 23 de dezembro, o INE publicou as Contas
Nacionais trimestrais do setor das administrações públicas referentes ao terceiro trimestre de 2014. Segundo a informação divulgada,
o défice das administrações públicas situou-se
em 4,9 por cento do PIB nos primeiros nove
meses de 20143. Contudo, excluindo os efeitos pontuais resultantes das operações de
financiamento do Estado à Carris e à STCP e
da assunção de perdas associadas ao BPN
Crédito, o défice neste período foi de 3,9 por
cento, o que compara com um défice de
4,4 por cento registado no período homólogo de 2013, igualmente excluindo os efeitos
pontuais, neste caso associados à reclassificação do aumento de capital no Banif. Em
termos homólogos, a receita total das administrações públicas em contabilidade nacional
registou um aumento de 3,3 por cento, refletindo essencialmente a evolução da receita
dos impostos sobre a produção e importação
(+7,4 por cento) e dos impostos sobre o rendimento e património (+5,8 por cento). A despesa corrente primária também registou um
aumento, embora bastante mais moderado
(+1,2 por cento), fundamentalmente em resultado do crescimento das despesas com pessoal (+1,0 por cento) e com prestações sociais
(+1,9 por cento).
mesmo período, o IPC apresentou uma varia-
De acordo com a Síntese da Execução Orçamental da Direção Geral do Orçamento de
novembro de 2014, o défice das adminis-
ção homóloga de -0,4 por cento, enquanto a
trações públicas em contabilidade pública até
taxa de variação anual diminuiu 0,1 p.p., para
novembro ascendeu a 6420 milhões de euros,
-0,3 por cento.
continuando a situar-se significativamente
sou o aumento dos preços dos serviços. No
Janeiro 2015
abaixo do observado no período homólogo de
cento). De destacar, em particular, a despesa
2013 (9186 milhões de euros).
com remunerações certas e permanentes
A receita fiscal do Estado aumentou 6,2 por
que apresentou uma redução de 2,8 por
cento entre janeiro e novembro de 2014 face
a igual período do ano anterior (6,6 por cento
corrigindo do efeito base associado ao montante do perdão fiscal registado em novembro de 2013). Esta evolução representa uma
desaceleração face ao crescimento verificado até outubro (6,8 por cento), em virtude
da evolução da receita dos impostos diretos,
que aumentou 6,4 por cento (7,9 por cento
4
até outubro). Em igual período, o crescimento
da receita de impostos indiretos foi de 6,0 por
cento, um valor próximo do observado até
outubro. O crescimento da coleta dos impostos diretos reflete a evolução da receita do IRS,
que apresentou um crescimento de 9,0 por
cento em termos homólogos nos primeiros
11 meses de 20145, enquanto a cobrança do
IRC diminuiu 5,0 por cento. No que respeita
aos impostos indiretos, a coleta do IVA apresentou até novembro uma taxa de crescimento elevada (7,0 por cento), mantendo-se
a tendência de forte queda dos reembolsos
evidenciada até outubro. Adicionalmente,
a cobrança da generalidade dos restantes
impostos indiretos continuou a apresentar
cento, invertendo o crescimento observado
até ao mês anterior. Esta evolução advém, designadamente, do diferente perfil de pagamento
do subsídio de férias aos trabalhadores das
administrações públicas em 2013 e 2014.
Relativamente à despesa com aquisição de
bens e serviços e ao investimento, observaram-se, até novembro, reduções de 3,5 e 31,5 por
cento, respetivamente. A despesa com pensões do Regime Geral da Segurança Social
aumentou 2,8 por cento, mantendo-se a tendência de desaceleração observada nos três
meses anteriores, enquanto a despesa com a
generalidade das restantes prestações sociais
continuou a decrescer, com destaque para a
despesa com o pagamento de subsídios de
desemprego e apoio ao emprego, que recuou
17,8 por cento até novembro. Finalmente, a
despesa com pensões e abonos da responsabilidade da Caixa Geral de Aposentações
aumentou até novembro 1,5 por cento, tendo
desacelerado fortemente em comparação com
a execução até outubro (8,3 por cento), em virtude do efeito base associado ao pagamento
de parte dos subsídios de férias aos pensionis-
taxas de crescimento elevadas, com destaque
tas deste subsistema, em novembro de 2013.
para os impostos sobre veículos e sobre o
Em novembro, a taxa de variação anual do
tabaco que aumentaram 33,7 e 7,7 por cen-
crédito total ao setor privado não financeiro
to, respetivamente, no período em análise.
residente concedido por entidades residentes
De destacar que a receita do imposto sobre
e não residentes manteve-se inalterada em
produtos petrolíferos e energéticos apresen-
-4,2 por cento7,8. Esta evolução tem subjacente
tou um ligeiro aumento até novembro e que
uma estabilização da taxa de variação anual do
a contração na receita do imposto de selo
crédito total a sociedades não financeiras (em
neste período (-3,2 por cento) foi bastante
-3,7 por cento) e uma diminuição marginal da
menos expressiva do que até outubro (-6,7
taxa de variação anual do crédito total a parti-
por cento). Relativamente à receita das con-
culares (de -4,8 para -4,9 por cento).
tribuições para o Regime Geral da Segurança
Relativamente ao crédito a sociedades não
Social observou-se uma ligeira desaceleração
face ao verificado até outubro (de 3,3 para 3,1
por cento).
financeiras, observou-se uma estabilização da
taxa de variação anual do crédito total a sociedades não financeiras privadas (em -3,1 por
Entre janeiro e novembro de 2014, a despe-
cento) e um aumento da taxa de variação
sa primária das administrações públicas6
anual do crédito total a sociedades não finan-
diminuiu 2,4 por cento face a igual período
ceiras públicas que não consolidam nas admi-
do ano anterior, intensificando a tendência
nistrações públicas (de -18,1 para -17,6 por
de queda verificada até outubro (-0,9 por
cento)9,10. No que se refere ao crédito a
5
6
BANCO DE PORTUGAL • Indicadores de Conjuntura
particulares, observou-se uma estabilização
prazo até 2 anos diminuiu 5 p.b., para 1,61 por
da taxa de variação anual do crédito total para
cento, enquanto a taxa relativa aos depósitos
aquisição de habitação (em -3,8 por cento) e
com prazo superior a 2 anos diminuiu 7 p.b.,
uma diminuição da taxa de variação anual do
para 2,67 por cento.
crédito total para consumo e outros fins (de
Em novembro, a taxa de juro média sobre
-6,8 para -7,1 por cento).
novas operações de empréstimos a socieda-
Em novembro, a taxa de variação anual dos
des não financeiras diminuiu face ao observa-
empréstimos concedidos ao setor não
do em outubro (de 4,76 para 4,63 por cento).
monetário residente (excluindo administra-
No que diz respeito à taxa de juro média sobre
ções públicas) por bancos residentes dimi-
novas operações de empréstimos a particula-
nuiu de -4,4 para -4,6 por cento . Esta evolu-
res para aquisição de habitação registou-se
ção resulta de uma diminuição, quer da taxa
uma estabilização (em 3,01 por cento). Por
de variação anual dos empréstimos a institui-
seu turno, a taxa de juro de empréstimos a
ções financeiras não monetárias (de -3,6 para
particulares para consumo e outros fins regis-
-5,4 por cento), quer da taxa de variação anual
tou um aumento (de 6,90 para 7,21 por cen-
dos empréstimos ao setor privado não finan-
to). Relativamente à taxa de juro sobre novos
ceiro (de -4,4 para -4,6 por cento). Por seu
depósitos a prazo de sociedades não finan-
11
turno, esta evolução reflete uma diminuição
ceiras e particulares, observou-se um ligeiro
da taxa de variação anual dos empréstimos
aumento, passando de 1,02 para 1,05 por
a sociedades não financeiras (de -5,1 para
cento.
-5,6 por cento) e um aumento marginal da taxa
Em dezembro, a taxa de rendibilidade das
de variação anual dos empréstimos a particulares (de -4,0 para -3,9 por cento). A taxa de
variação dos empréstimos a particulares para
aquisição de habitação manteve-se inalterada
em -3,9 por cento, enquanto a taxa de variação anual dos empréstimos para consumo e
outros fins aumentou de -4,6 para -3,9 por
cento.
obrigações do Tesouro com maturidade residual de 10 anos diminuiu 16 p.b. face ao nível
observado no final do mês anterior, situando-se em 2,69 por cento. No mesmo período,
o diferencial face à taxa de rendibilidade das
obrigações alemãs de maturidade comparável permaneceu inalterada em 215 p.b.. No
decurso de janeiro, a taxa de rendibilidade da
Em novembro, a taxa de variação em termos
dívida pública portuguesa diminuiu, situando-
homólogos dos depósitos bancários do setor
-se em 2,60 por cento no dia 12 deste mês.
privado não monetário em bancos diminuiu
O diferencial face à taxa de rendibilidade das
de 2,8 para 2,4 por cento . No mesmo senti-
obrigações alemãs diminuiu para 213 p.b. no
do, a taxa de variação homóloga dos depósitos
mesmo período.
de particulares diminuiu de 1,0 para 0,5 por
Em dezembro, o índice PSI Geral registou, em
12
cento.
valores de fim de período, uma desvalorização
Em novembro, observou-se uma diminui-
de 7,0 por cento relativamente ao mês ante-
ção da taxa de juro média sobre saldos de
rior, tendo acumulado uma desvalorização de
empréstimos a sociedades não financeiras, de
21,2 por cento em termos homólogos. O índi-
4,01 para 3,96 por cento. No que se refere aos
ce Dow Jones Euro Stoxx registou uma desvalo-
empréstimos a particulares, observou-se uma
rização de 2,7 por cento face ao mês anterior,
ligeira diminuição da taxa de juro de emprésti-
tendo acumulado uma valorização de 1,4 por
mos para aquisição de habitação (de 1,46 para
cento em termos homólogos. Entre o final de
1,43 por cento) e uma estabilização virtual nos
dezembro e o dia 12 de janeiro, o índice bolsis-
empréstimos para consumo e outros fins (de
ta português registou uma desvalorização de
8,18 para 8,17 por cento)13. No que diz respei-
1,9 por cento.
to às operações passivas, a taxa de juro média
sobre saldos de depósitos e equiparados com
Janeiro 2015
Notas
1. As metodologias destes indicadores podem ser consultadas em “Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa”, Boletim Económico
Junho 2004 e “Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal”, Boletim Económico Outono 2005. Importa salientar que os indicadores coincidentes mensais calculados pelo Banco de Portugal, por definição, não têm componente irregular pelo que apresentam um perfil alisado e
portanto não se destinam a captar em cada momento do tempo a evolução da taxa de variação homóloga da respetiva variável de referência.
2. Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos.
3. O comunicado do INE clarifica que o défice agora apurado não inclui qualquer impacto da recapitalização do Novo Banco.
4. Note-se que a evolução da receita da tributação direta do Estado em 2014 se encontra influenciada por duas alterações contabilísticas. Por um lado,
a receita de IRS do Estado passou a incluir, em 2014, o valor da transferência para os municípios. Por outro lado, passou a estar registado nesta rubrica
o montante correspondente à cobrança da Contribuição sobre o Setor Bancário, que em 2013 se encontrava inscrito nas “outras receitas correntes”. Até
novembro, o aumento homólogo da receita de impostos diretos corrigida destes efeitos cifra-se em 3,2 por cento.
5. A taxa de crescimento da receita de IRS corrigida do efeito do diferente tratamento da transferência para os municípios situou-se em 6,1 por cento
até novembro.
6. Em termos consolidados, i.e., excluindo transferências correntes e de capital para outros subsetores.
7. A informação relativa à evolução do crédito total a sociedades não financeiras públicas que não consolidam nas administrações públicas, encontram-se fortemente afetadas pelas alterações introduzidas pelo SEC 2010.
8. Taxas de variação anual dos saldos em fim de período, numa ótica consolidada, i.e,. excluindo operações entre entidades do mesmo setor institucional. São incluídos empréstimos concedidos, títulos emitidos e créditos comerciais. As séries encontram-se ajustadas de operações de titularização,
reclassificações, abatimentos ao ativo e reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são adicionalmente ajustados do efeito de vendas
de carteiras de crédito.
9. As sociedades não financeiras públicas que não consolidam nas administrações públicas estão incluídas no agregado estatístico das sociedades não
financeiras e, por conseguinte, no agregado estatístico do setor privado não financeiro.
10. A evolução das taxas de variação de alguns destes agregados de crédito está significativamente afetada pela amortização de uma parcela significativa
de empréstimos bancários por parte de algumas empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (CP, Carris e STCP) realizada em
abril de 2014.
11. As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos a residentes concedidos por bancos residentes, em
fim de mês, ajustados de operações de titularização e transações mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de
abatimentos ao ativo e reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são adicionalmente ajustados do efeito de vendas de carteiras
de crédito.
12. Inclui depósitos de residentes e de não residentes e exclui depósitos e equiparados com prazo acordado superior a 2 anos de outros intermediários
financeiros e auxiliares financeiros residentes.
13. As taxas de juro são calculadas como médias de taxas de juro de empréstimos e depósitos de instituições financeiras monetárias (IFM) denominados
em euros, face a residentes da área do euro, para cada setor e/ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderadas pelos respetivos montantes
em dívida em final de mês.
7
8
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
Enquadramento da economia portuguesa | Indicadores de atividade, mercado de trabalho e inflação
Produto interno bruto • Taxa de variação homóloga
Taxa de desemprego
14
13
12
12
11
China
8
6
Em percentagem - v.c.s.
Japão
4
EUA
2
0
-2
Área do euro
Reino
Unido
-4
-6
8
Reino Unido *
7
6
5
Japão
4
2
1
-10
2009
2010
2011
2012
2013
0
2014
Fontes: Eurostat e Thomson Reuters.
2009
2010
2011
Fontes: Eurostat e Thomson Reuters.
Nota: * Média móvel de 3 meses.
2012
2013
3
7
6
China
12
PIB
2
5
8
1
4
Em percentagem
Reino
Unido
3
Área do
euro *
2
1
EUA
0
-1
Japão
-2
-3
2009
2010
2011
2012
2013
2014
Produto interno bruto e produção industrial na área do euro
• Taxa de variação homóloga
Preços no consumidor • Taxa de variação homóloga
Em percentagem
EUA
9
3
-8
4
0
0
IPI (esc. direita)
-1
-4
-2
-8
-3
-12
-4
-16
-5
-20
-6
2014
Fontes: Eurostat e Thomson Reuters.
Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1.
-24
2009
Fonte: Eurostat.
2010
2011
2012
2013
2014
Índice harmonizado de preços no consumidor na área do euro
• Taxa de variação homóloga
Indicadores de confiança na área do euro
3,5
15
10
3,0
Serviços
5
Total
2,5
0
Indústria
-5
Em percentagem
Saldos de respostas extremas - v.c.s.
Área do euro
10
Média móvel 3 meses, em percentagem
Em percentagem
10
-10
-15
-20
Consumidores
-25
2,0
1,5
Total excluindo bens
alimentares não
transformados e
energéticos
1,0
0,5
0,0
-30
-0,5
-35
-1,0
-40
2009
Fonte: Comissão Europeia.
2010
2011
2012
2013
2014
2009
2010
Fonte: Eurostat.
Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1.
2011
2012
2013
2014
Janeiro 2015
9
Enquadramento da economia portuguesa | Indicadores monetários e financeiros
Taxas de juro de intervenção do BCE
Evolução dos empréstimos na área do euro
2,5
Em percentagem
1,5
1,0
0,5
2,0
7 Jul.
Operações
principais de 7 Abr. 3 Nov.
refinanciamento
4 Dez.
5 Jul.
2 Mai.
Facilidade de
depósito
7 Nov.
0,0
5 Jun.
4 Set.
Fonte: BCE.
Nota: Data de anúncio da alteração.
Curva de rendimentos do mercado monetário na área do euro
Setor privado não
monetário*
-1,0
-2,0
Sociedades não
financeiras
Taxa de juro de longo prazo na área do euro
5,0
4,5
0,35
4,0
0,30
3,5
0,25
Em percentagem
Em percentagem
0,0
-4,0
Jan.10 Jul.10 Jan.11 Jul.11 Jan.12 Jul.12 Jan.13 Jul.13 Jan.14 Jul.14
Fonte: BCE.
Nota: * Ver nota (3) do Quadro 2.
0,40
28-Nov-2014
0,20
31-Dez-2014
0,15
0,10
3,0
2,5
2,0
Taxa de rendibilidade das
obrigações da dívida
pública a 10 anos
1,5
1,0
0,05
0,5
0,00
1 mês
Fonte: Thomson Reuters.
3 meses
6 meses
12 meses
Taxa de câmbio nominal efetiva do euro e taxas de câmbio
face ao dólar e ao iene • Índice, 4 janeiro 2010=100
0,0
jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14
Fonte: Thomson Reuters.
Nota: Valores diários.
Índices de cotações de ações • Índice, 4 janeiro 2010=100
190
115
105
1,0
-3,0
-0,5
jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14
110
Famílias
3,0
Em percentagem
2,0
4,0
Facilidade de
cedência de
liquidez
180
Taxa de câmbio
nominal efetiva
170
Dólar
Iene
100
95
90
85
80
75
70
jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14
Fonte: BCE.
Nota: Valores diários.
160
150
140
130
S&P 500
120
110
100
90
Nikkei 225
Dow Jones
EURO STOXX
80
70
jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14
Fonte: Bloomberg.
Nota: Valores diários.
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
10
Portugal | Indicadores de atividade, mercado de trabalho e inflação
Indicadores coincidentes da atividade e do consumo privado
• Taxa de variação homóloga
Indicadores de confiança
7
6
0
-10
4
-30
-40
-50
2
1
0
-1
-2
-3
-4
Consumidores
-60
-5
-6
-7
-70
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
86
2014
Fonte: Comissão Europeia.
18
17
4,0
2
0
2,5
-1
-2
-3
Em percentagem
3,0
96
98
00
02
04
06
08
10
12
14
-4
Taxa de desemprego
-5
-6
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
-0,5
Taxa de variação
média
-1,0
-1,5
-2,0
2009
Fonte: INE.
2010
2011
2012
2013
2014
Preços dos bens e dos serviços (IHPC) • Taxa de variação
homóloga
6
5
Bens
5
Portugal
4
4
3
Serviços
Área do
Euro
Em percentagem
3
Diferencial (p.p.)
2
1
0
-1
0
-2
-1
Diferencial (p.p.)
-3
-2
2009
Fonte: Eurostat.
94
Taxa de
variação
homóloga
3,5
1
Em percentagem
Emprego (esc. direita)
Índice harmonizado de preços no consumidor
• Taxa de variação homóloga
1
92
4,5
03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14
Fonte: INE.
Nota: O INE introduziu uma nova metodologia no Inquérito ao Emprego no primeiro trimestre de 2011.
Os resultados não são comparáveis com os obtidos com a anterior metodologia.
2
90
Índice harmonizado de preços no consumidor
3
16
15
14
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
88
Fonte: Cálculos do Banco de Portugal.
Nota: Ver notas (3) e (4) do Quadro 4.
Emprego (taxa de variação homóloga) e taxa de desemprego
Em percentagem
Consumo
3
-20
Em percentagem
Atividade
5
Indústria
Em percentagem
Saldos de respostas extremas - v.c.s.
10
2010
2011
2012
2013
2014
-4
2009
Fonte: Eurostat.
2010
2011
2012
2013
2014
11
Janeiro 2015
Quadro 1 • Área do Euro | Indicadores de atividade, mercado de trabalho e inflação
Até
2013 2014
ao
v.a. mês
CONTAS NACIONAIS
Produto Interno Bruto (PIB) (t.v.h.)
Consumo Privado
Consumo Público
Formação Bruta de Capital Fixo
Exportações(2)
Importações(2)
Contributos para a t.v.h. do PIB (p.p.)
Procura Interna (excluindo variação de existências)
Variação de Existências
Procura Externa Líquida
INDICADORES DE ATIVIDADE
Índice de Produção Industrial (t.v.h.)(1)
Total (exclui construção)
Bens Intermédios
Bens de Consumo
Bens de Investimento
Energia
Indústria Transformadora
Vendas a Retalho (volume) (t.v.h.)(1)
Indicadores de Confiança (v.c.s.)
Indicador de Sentimento Económico (índice 1990-2012=100)
Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.)
Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.)
Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.)
Indicador de Confiança no Comércio a Retalho (s.r.e.)
Indicador de Confiança nos Serviços (s.r.e.)
MERCADO DE TRABALHO
Emprego (t.v.h.)
Taxa de desemprego (%) (v.c.s.)
Número de desempregados (t.v.h.)
INFLAÇÃO
Índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) – Total(3)
Taxa de variação em cadeia
Taxa de variação homóloga
Taxa de variação média
Principais agregados do IHPC (t.v.h.)(3)
Bens
Alimentares
Não transformados
Transformados
Industriais
Não energéticos
Energéticos
Serviços
Total excluindo bens alimentares não transformados e energéticos
Índice de preços no produtor – Indústria (exclui construção) (t.v.h.)
Trimestre terminado
em
2013 2014
IV
I
II
III
-0,4
-0,6
0,2
-2,4
2,1
1,2
0,4
0,2
0,6
-0,4
3,6
3,2
1,1
0,5
0,8
2,3
3,6
3,6
0,8
0,7
0,9
0,9
3,2
3,5
0,8
1,1
1,1
0,1
3,3
3,1
-0,8
-0,1
0,4
0,1
0,0
0,2
0,9
0,0
0,2
0,8
0,0
0,0
0,9
-0,3
0,2
IV
2014
2013 2014
Set. Out. Nov. Dez.
Dez.
Jan.
1,6
3,3
0,2
2,1
-2,2
2,1
0,3
2,1
3,2
0,7
5,4
-4,4
3,2
0,7
1,9
3,6
3,9
4,0
-8,5
3,6
1,2
0,4
2,5
2,5
2,4
-11,0
2,4
1,2
100,4
-14
-3
-26
-5
0
101,0
-12
-4
-30
-4
2
101,2
-13
-4
-29
-3
3
Fev. Mar. Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out. Nov. Dez.
1,6
3,5
5,8
1,2
-8,2
3,1
1,4
0,8
0,4
3,1
1,7
-4,1
1,5
0,5
0,0
0,3
1,6
0,2
-4,0
0,6
2,0
1,6
1,5
2,0
4,1
-4,9
2,6
0,7
-0,6
-0,1
2,2
-1,9
-3,0
-0,1
1,5
0,1
-0,4
0,7
1,4
-3,5
0,6
0,7
0,7
-0,5
3,2
1,5
-2,5
1,3
1,7
1,3
102,5
-9
-3
-29
-3
5
102,0
-9
-4
-30
-3
4
102,6
-7
-3
-30
-3
4
102,1
-8
-4
-32
-2
4
102,2
-8
-4
-28
-2
4
100,6
-10
-5
-28
-5
3
99,9
-11
-6
-28
-7
3
100,7
-11
-5
-25
-6
4
100,7
-12
-4
-26
-6
4
(1)
-0,7
-1,0
-0,4
-0,6
-0,9
-0,7
-0,9
0,9
1,4
2,6
2,0
-5,5
1,9
1,2
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Nov.
1,5
2,6
0,5
2,5
-1,6
1,9
0,4
1,5
3,1
2,3
3,9
-8,0
3,0
1,0
0,8
1,4
3,5
1,0
-5,5
1,7
1,3
0,4
0,3
1,7
1,2
-3,8
1,0
1,0
93,8
-19
-9
-30
-12
-6
101,4
-10
-4
-28
-4
4
Dez.
Dez.
Dez.
Dez.
Dez.
Dez.
99,1
-14
-4
-29
-7
-1
101,6
-11
-4
-29
-3
3
102,2
-8
-4
-31
-2
4
100,9
-10
-5
-28
-5
3
-0,8
12,0
5,7
11,6
-3,1
Nov.
Nov.
-0,4
11,9
0,9
0,0
11,8
-1,8
0,4
11,6
-3,6
0,5
Nov.
0,8
0,7
-0,1
0,5
-0,8
1,3
-0,4
0,1
-1,5
1,2
0,9
-1,4
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
0,5
1,8
1,3
2,1
-0,1
0,3
-0,9
1,2
1,0
-1,1
0,3
1,4
0,7
1,8
-0,3
0,3
-1,9
1,2
1,0
-1,6
1,4
1,3
2,7
3,5
2,2
0,6
0,6
0,6
1,4
1,3
-0,2
0,4
0,3
1,7
1,2
-3,8
1,0
1,0
0,1
-0,3
2,0
0,3
-3,0
0,6
1,3
1,2
100,9
-10
-5
-28
-5
3
100,4
-11
-5
-27
-6
4
100,4
-11
-5
-26
-7
4
0,6
11,5
-4,0
11,5
-4,0
11,5
-3,8
11,5
-3,3
11,8
-0,2
11,8
-1,3
11,8
-1,8
11,7
-2,3
11,6
-3,2
11,6
-3,5
11,5
-4,1
11,6
-3,5
11,5
-4,2
11,5
-4,1
11,5
-3,1
11,5
-2,8
0,6
0,4
0,4
0,4
0,3
0,3
0,8
1,4
-1,1
0,8
1,3
0,3
0,7
1,2
0,9
0,5
1,1
0,2
0,7
1,0
-0,1
0,5
0,9
0,1
0,5
0,8
-0,7
0,4
0,7
0,1
0,4
0,7
0,4
0,3
0,6
-0,1
0,4
0,6
-0,2
0,3
0,5
0,0
0,2
-1,8
1,5
-0,1
0,0
-0,4
1,3
0,9
-1,1
-0,3
-0,1
-2,0
1,0
-0,4
0,1
-1,8
1,2
0,9
-1,4
-0,3
-0,1
-2,0
1,0
-0,4
0,1
-1,8
1,2
0,9
-1,4
-0,3
0,2
-1,1
0,9
-0,5
0,1
-2,1
1,2
0,8
-1,4
-0,3
0,4
-0,2
0,8
-0,7
0,0
-2,3
1,2
0,7
-1,5
0,7
1,8
1,5
2,0
0,2
0,3
0,0
1,0
0,9
-0,7
0,5
1,7
1,3
2,0
-0,2
0,2
-1,2
1,2
1,0
-1,3
0,3
1,5
0,9
1,8
-0,4
0,4
-2,3
1,3
1,1
-1,7
0,0
1,0
-0,1
1,7
-0,5
0,2
-2,1
1,1
0,9
-1,7
0,1
0,7
-0,7
1,6
-0,3
0,1
-1,2
1,6
1,1
-1,3
0,0
0,1
-2,1
1,5
0,0
0,0
0,0
1,1
0,8
-1,1
-0,1
-0,2
-2,8
1,4
0,0
-0,1
0,1
1,3
0,8
-0,9
-0,3
-0,3
-2,6
1,1
-0,3
0,0
-1,0
1,3
0,8
-1,3
-0,3
-0,3
-2,4
1,0
-0,4
0,3
-2,0
1,3
0,9
-1,5
-0,3
0,3
-0,9
1,0
-0,6
0,2
-2,3
1,1
0,8
-1,5
-0,2
0,5
0,0
0,8
-0,6
-0,1
-2,0
1,2
0,7
-1,3
-0,4
0,5
0,2
0,6
-0,8
-0,1
-2,6
1,2
0,7
-1,6
100,7
-11
-5
-25
-6
5
100,7
-11
-5
-25
-6
5
100,7
-11
-5
-26
-5
6
Fontes: Comissão Europeia, Eurostat e cálculos do Banco de Portugal.
Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; p.p. – pontos percentuais; v.c.s. – valores corrigidos de sazonalidade; s.r.e. – saldos de respostas extremas. (1) Corrigido de variações no número de dias úteis. (2) Inclui o comércio entre países participantes na área do euro. (3) Inclui
os países pertencentes à área do euro em cada momento do tempo. Em janeiro de 2011, o Eurostat introduziu uma nova metodologia para o tratamento de bens sazonais no cálculo do IHPC. O impacto no IHPC total da área do euro não é significativo mas pode ser em alguns agregados, nomeadamente nos
alimentares não transformados e nos industriais não energéticos.
12
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
Quadro 2 • Área do Euro | Principais indicadores monetários e financeiros
Unidades
Taxas de câmbio do euro
Dólar
Iene
Índice de taxa de câmbio nominal efetiva(1)
2012
2013
Dez.
Mar.
2014
Jun.
Set.
Dez.
Mar.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
Nov.
Dez.
dólares, valores médios
1,312
1,296
1,319
1,335
1,370
1,382
1,359
1,354
1,332
1,290
1,267
1,247
1,233
dólares, fim de período
1,319
1,281
1,308
1,351
1,379
1,379
1,366
1,338
1,319
1,258
1,252
1,248
1,214
ienes, valores médios
109,7
123,0
128,4
132,4
141,7
141,5
138,7
137,7
137,1
138,4
136,9
145,0
147,1
ienes, fim de período
113,6
120,9
129,4
131,8
144,7
142,4
138,4
137,7
137,1
138,1
140,2
147,7
145,2
1999-T1=100, valores médios
98,7
100,2
101,6
102,0
103,9
104,6
103,0
102,6
101,9
100,4
99,6
99,5
99,6
1999-T1=100, fim de período
99,2
99,4
101,6
102,2
104,1
104,5
103,1
102,1
101,3
99,0
99,3
99,9
98,8
Taxas de juro
Taxas de intervenção do Eurosistema
Operações principais de refinanciamento
em %, fim de período
0,75
0,75
0,50
0,50
0,25
0,25
0,15
0,15
0,15
0,05
0,05
0,05
0,05
Facilidade permanente de cedência de liquidez
em %, fim de período
1,50
1,50
1,00
1,00
0,75
0,75
0,40
0,40
0,40
0,30
0,30
0,30
0,30
Facilidade permanente de depósito
em %, fim de período
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
-0,10
-0,10
-0,10
-0,20
-0,20
-0,20
-0,20
Taxas de rendibilidade das obrigações de dívida pública
10 anos
em %, valores médios
2,67
2,68
2,75
2,94
2,78
2,34
1,97
1,84
1,64
1,53
1,44
1,35
1,14
em %, fim de período
2,62
2,66
2,87
2,83
2,84
2,28
1,89
1,77
1,48
1,47
1,40
1,19
1,04
Mercados bolsistas e de matérias primas
Índice Dow Jones Euro Stoxx
Índice S&P 500
Brent
em pontos, valores médios
259,9
270,6
268,3
290,6
305,3
317,0
331,5
322,3
311,3
324,0
304,2
315,7
320,3
em pontos, fim de período
260,8
266,1
263,1
292,9
314,3
323,4
326,1
314,7
319,6
322,0
313,3
327,6
319,7
em pontos, valores médios
1422,3
1550,8
1618,8
1687,2
1807,8
1863,5
1947,1
1973,1
1961,5
1993,2
1937,3
2044,6
2054,3
em pontos, fim de período
1426,2
1569,2
1606,3
1681,6
1848,4
1872,3
1960,2
1930,7
2003,4
1972,3
2018,1
2067,6
2058,9
em dólares, valores médios
109,3
109,7
103,3
111,7
110,7
107,9
111,9
108,4
103,2
98,9
88,5
80,5
64,0
em dólares, fim de período
110,6
109,5
102,6
109,0
111,6
108,0
113,5
107,1
102,4
96,5
86,3
74,4
57,3
Agregados monetários e de crédito(2)
M3
em %, t.v.h.
3,5
2,5
2,4
2,0
1,0
1,0
1,6
1,8
2,0
2,5
2,5
3,1
Empréstimos ao setor privado não monetário(3)
em %, t.v.h.
-0,1
-0,3
-1,1
-1,6
-2,0
-2,0
-1,1
-1,0
-0,9
-0,6
-0,5
-0,2
Empréstimos às sociedades não financeiras(3)
em %, t.v.h.
-1,3
-1,3
-2,4
-2,8
-2,8
-3,1
-2,1
-2,2
-2,0
-1,8
-1,6
-1,3
Empréstimos às famílias(3)
em %, t.v.h.
0,7
0,3
0,3
0,4
0,3
0,4
0,5
0,5
0,5
0,5
0,6
0,7
em %, t.v.h.
1,3
1,3
0,9
0,8
0,7
0,6
-0,4
-0,1
0,0
-0,2
-0,2
-0,2
Crédito à habitação
Crédito ao consumo
em %, t.v.h.
-2,8
-3,5
-3,6
-2,3
-3,0
-1,9
-1,4
-1,6
-1,6
-1,1
0,1
0,1
Outro crédito
em %, t.v.h.
-0,6
-0,9
-1,2
-1,0
-1,6
-1,8
-1,4
-1,4
-1,7
-1,7
-1,8
-1,4
Fontes: BCE, Bloomberg e Thomson Reuters. Os dados têm subjacente a composição variável da área do euro, exceto para o índice de taxa de câmbio nominal efetiva.
Notas: t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) ITCE-21. Cálculo do BCE. Uma variação positiva representa uma apreciação. (2) As taxas de crescimento dos agregados monetários e de crédito são calculadas com base no índice de stocks ajustado, utilizando fluxos mensais corrigidos de sazonalidade
e de efeitos de calendário do fim do mês. (3) Corrigidos do desreconhecimento de empréstimos no balanço das IFM devido à sua venda ou titularização.
Janeiro 2015
Quadro 3 • Área do Euro | Operações de política monetária do Eurosistema colocadas através de leilões(1), milhões de euros
Data da colocação
Tipo de operação
Propostas
(montantes)
Colocação
(montantes)
Leilões de taxa
de juro fixa (%)
Prazo
(dias)
08/07/2014
Principal
94 150
94 150
0,15
7
15/07/2014
Principal
99 908
99 908
0,15
7
22/07/2014
Principal
97 887
97 887
0,15
7
29/07/2014
Principal
133 304
133 304
0,15
30/07/2014
Prazo alargado
6786
6786
05/08/2014
Principal
107 922
107 922
0,15
7
12/08/2014
Principal
108 203
108 203
0,15
7
19/08/2014
Principal
107 612
107 612
0,15
7
26/08/2014
Principal
131 762
131 762
0,15
27/08/2014
Prazo alargado
7244
7244
02/09/2014
Principal
111 199
111 199
0,15
7
09/09/2014
Principal
110 702
110 702
0,05
7
16/09/2014
Principal
105 689
105 689
0,05
7
18/09/2014
Prazo alargado direccionadas
82 602
82 602
0,15
1463
0,05
23/09/2014
Principal
90 307
90 307
24/09/2014
Prazo alargado
10 971
10 971
7
91
7
91
7
84
30/09/2014
Principal
89 075
89 075
0,05
7
07/10/2014
Principal
84 212
84 212
0,05
7
14/10/2014
Principal
82 518
82 518
0,05
7
21/10/2014
Principal
92 918
92 918
0,05
7
28/10/2014
Principal
118 152
118 152
0,05
29/10/2014
Prazo alargado
10 161
10 161
7
91
04/11/2014
Principal
98 189
98 189
0,05
7
11/11/2014
Principal
98 421
98 421
0,05
7
18/11/2014
Principal
102 588
102 588
0,05
7
25/11/2014
Principal
114 304
114 304
0,05
26/11/2014
Prazo alargado
18 348
18 348
7
91
02/12/2014
Principal
98 046
98 046
0,05
09/12/2014
Principal
105 221
105 221
0,05
7
7
11/12/2014
Prazo alargado direccionadas
129 840
129 840
0,15
1379
0,05
16/12/2014
Principal
99 027
99 027
17/12/2014
Prazo alargado
22 349
22 349
22/12/2014
Principal
119 162
119 162
0,05
7
30/12/2014
Principal
156 129
156 129
0,05
7
Fonte: BCE.
Notas: (1) Consideram-se apenas operações denominadas em euros.
6
98
13
14
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
Quadro 4 • Portugal | Contas nacionais, indicadores de atividade, consumo e investimento
Até
2013 2014
ao
v.a. mês
CONTAS NACIONAIS
Taxa de variação homóloga em volume
Produto Interno Bruto
Consumo Privado
Consumo Público
Formação Bruta de Capital Fixo
Exportações
Importações
Contributos para a taxa de variação homóloga em volume do PIB (p.p.)
Procura interna (excluindo variação de existências)
Variação de existências(1)
Procura externa líquida
INDICADORES DE CONFIANÇA (v.c.s.)(2)
Indicador de Sentimento Económico (índice 1990-2012=100)
Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.)
Indicador de Confiança no Comércio a Retalho (s.r.e.)
Indicador de Confiança nos Serviços (s.r.e.)
Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.)
Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.)
ATIVIDADE
Indicador Coincidente da Atividade Económica (t.v.h.)(3)
Índice de Produção Industrial na Indústria transformadora (t.v.h.)
Índice de Volume de Negócios na Indústria (t.v.h.)
Total
Mercado nacional
Mercado externo
Taxa de utilização da capacidade produtiva na indústria transformadora (%) (v.c.s.)
Índice de Volume de Negócios – Serviços (t.v.h.)
Dormidas em estabelecimentos hoteleiros nacionais (t.v.h.)
Total
Residentes no estrangeiro
CONSUMO
Indicador Coincidente do Consumo Privado (t.v.h.)(4)
Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho Deflacionado (t.v.h.)(5)
Total
Bens Duradouros
Bens Alimentares
Bens não Alimentares
Vendas de automóveis ligeiros de passageiros (t.v.h.)
Caixas Automáticos e Terminais de Pagamento Automático (t.v.h.)(6)
INVESTIMENTO
Índice de Produção Industrial – Bens de investimento (t.v.h.)
Índice de Volume de Negócios na Indústria – Bens de Investimento (t.v.h.)
Vendas de veículos comerciais (t.v.h.)
Ligeiros
Pesados
Vendas de cimento (t.v.h.)(7)
Trimestre terminado em
2013 2014
IV
I
II
III
-1,4
-1,4
-1,9
-6,3
6,4
3,6
1,6
1,3
-0,2
0,6
8,8
6,0
1,0
2,1
-0,3
0,6
3,1
8,7
0,9
1,8
-0,3
3,3
2,0
4,0
1,1
2,7
-0,1
3,7
2,9
5,3
-2,3
0,0
1,0
0,9
-0,4
1,0
1,4
1,7
-2,1
1,6
0,1
-0,8
2,3
-0,2
-1,0
IV
2014
2013 2014
Set. Out. Nov. Dez.
Dez.
Jan.
Fev. Mar. Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out. Nov. Dez.
87,8
-15
-13
-23
-49
-59
101,3
-7
2
-1
-26
-44
Dez.
Dez.
Dez.
Dez.
Dez.
Dez.
95,1
-10
-4
-12
-39
-49
99,5
-7
1
-5
-31
-46
101,7
-7
3
-1
-27
-44
101,5
-7
2
2
-25
-45
102,6
-6
1
1
-20
-42
101,5
-7
2
2
-25
-45
101,7
-7
1
2
-24
-43
102,3
-6
2
1
-21
-42
102,6
-6
1
1
-20
-42
98,1
-7
1
-9
-36
-49
99,6
-7
-2
-6
-32
-45
98,6
-8
1
-7
-30
-45
100,4
-6
4
-3
-31
-47
100,6
-6
3
-4
-30
-45
102,1
-6
5
0
-25
-44
102,3
-7
2
3
-26
-43
102,4
-8
2
4
-24
-44
100,5
-7
1
3
-28
-46
101,6
-7
2
0
-24
-45
103,1
-6
1
3
-20
-39
102,3
-6
2
-1
-19
-43
102,4
-5
1
1
-22
-43
-0,9
0,8
0,1
1,2
Dez.
Nov.
0,9
4,2
1,0
1,0
0,6
3,3
-0,2
1,5
-0,9
-0,2
1,5
-0,5
-0,3
-0,7
-2,2
-0,9
1,0
4,6
1,0
2,7
1,0
3,6
0,9
-2,9
0,8
6,0
0,6
2,5
0,4
1,5
0,1
4,5
-0,2
3,2
-0,5
-2,9
-0,8
-0,5
-0,9
-3,0
-0,9
-0,5
-2,9
2,9
73
-4,0
-1,3
-0,7
-2,1
76
-2,2
Nov.
Nov.
Nov.
Out
Nov.
2,3
-0,3
6,1
73
-1,5
-0,8
0,0
-1,9
76
-1,6
-1,4
-0,6
-2,4
75
-0,9
-1,4
-1,4
-1,3
76
-3,3
-1,4
-1,4
-1,3
-0,6
-0,4
-0,8
-1,1
-0,8
-1,4
3,3
3,3
3,4
-1,9
-2,3
-1,4
0,2
1,0
-0,8
-0,8
1,5
-3,6
-2,5
-1,3
-4,0
-5,9
-4,7
-7,4
4,6
4,6
4,7
-0,8
-0,2
-1,5
-4,4
-4,1
-4,8
0,6
-0,3
1,7
1,4
2,7
-0,2
-5,2
-4,9
-5,5
-3,3
-3,1
-2,9
0,1
-1,5
-1,5
-1,8
-0,8
-2,2
0,2
-2,5
-4,9
-2,5
-2,1
-4,3
4,8
7,7
10,8
9,9
Out.
Out.
6,5
8,1
4,9
6,2
14,5
13,1
9,8
7,8
9,8
7,8
11,2
10,4
8,6
11,7
11,7
11,6
6,7
8,6
-0,1
1,7
26,9
23,2
11,9
9,9
8,2
8,9
8,6
5,5
10,6
8,2
9,9
9,7
13,9
14,4
-1,7
1,8
Dez.
0,5
1,6
2,1
2,0
1,5
2,0
1,9
1,5
1,0
1,4
1,7
1,9
2,0
2,1
2,1
2,1
2,0
1,9
1,7
1,5
-1,5
-6,5
0,2
-2,1
11,1
1,4
0,9
1,1
-0,2
2,1
34,8
4,3
Nov.
Out.
Nov.
Out.
Dez.
Dez.
1,4
-0,4
1,9
1,3
27,1
4,3
0,6
-0,1
-0,1
1,3
40,6
2,5
1,0
0,5
0,5
1,6
35,5
4,7
1,4
2,0
-0,8
3,4
29,8
5,9
1,4
2,4
-0,4
2,8
29,4
6,0
31,5
4,9
33,5
3,9
-0,3
-2,6
-0,3
0,1
35,8
3,2
2,2
-0,7
3,5
1,6
31,9
3,0
1,7
1,3
1,2
2,4
40,3
3,5
-2,0
-0,6
-4,2
0,0
47,0
1,4
2,1
0,5
1,5
2,9
53,1
5,8
1,1
-0,9
2,3
0,3
36,6
4,4
-0,1
1,8
-2,2
1,6
23,6
3,9
1,2
1,8
-1,4
3,4
30,7
6,0
1,0
-0,3
-0,4
2,6
26,1
5,3
2,2
4,7
-0,8
4,4
31,7
6,5
0,9
2,8
0,0
1,4
29,7
6,2
-0,1
33,5
3,9
1,4
2,0
-0,8
3,4
29,8
5,9
33,0
2,0
-3,0
-4,2
5,1
4,6
Nov.
Nov.
4,6
2,8
7,7
8,4
4,9
3,1
4,9
1,7
4,9
1,7
4,1
7,7
3,7
6,6
11,9
11,3
3,9
-3,0
12,5
11,2
6,7
16,1
10,7
5,2
2,9
-3,5
1,5
8,5
6,1
-0,5
0,7
-5,1
6,4
8,3
4,1
14,7
0,8
-2,6
13,7
22,1
-22,8
43,9
30,4
-9,5
Dez.
Dez.
Dez.
40,4
88,6
-10,9
66,1
46,2
-11,3
54,9
49,4
-9,9
59,5
41,9
-8,9
59,5
41,9
-8,9
53,7
32,4
-7,5
41,8
51,4
-9,8
54,6
268,8
-1,5
28,9
51,1
-15,6
75,8
23,3
-20,3
86,6
61,7
2,9
65,4
24,0
-13,6
42,5
46,0
-15,1
58,8
92,0
-0,2
59,2
16,6
-7,8
72,6
11,0
-12,2
51,0
95,5
-6,9
45,9
8,7
-3,7
32,2
78,6
-19,2
76
19,8
10,7
-7,9
1,7
1,0
-0,7
19,8
10,7
-7,9
1,2
-1,2
37,9
3,6
1,5
-19,8
1,0
Fontes: ACAP, Cimpor, Comissão Europeia, INE, Secil, SIBS e Banco de Portugal.
Notas: v.a. – valores acumulados; p.p. – pontos percentuais; v.c.s. – valores corrigidos de sazonalidade; s.r.e. – saldos de respostas extremas; t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) Inclui aquisições líquidas de cessões de objetos de valor (ACOV). (2) Fonte: Comissão Europeia. (3) Ver metodologia em Rua (2004),
“Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa”, Banco de Portugal, Boletim Económico – Junho. (4) Ver metodologia em Rua (2005), “Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal”, Banco de Portugal, Boletim Económico – Outono. (5) Não considera as vendas de veículos automóveis e
motociclos. (6) Esta série inclui levantamentos em caixa automático, transações em terminais de pagamento automático, pagamento de serviços, carregamento de telemóveis e pagamentos de montantes reduzidos. (7) Vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno excluindo importações de cimento.
15
Janeiro 2015
Quadro 5 • Portugal | Comércio internacional de bens
Pesos
Até
em
2013 2014
ao
v.a.
2013 (%)
mês
Exportações (t.v.h.)
Total
Classificação por grandes categorias económicas(1)
Bens de consumo
Bens intermédios
Bens de equipamento
Combustíveis
Outros
Por memória:
Total excluindo combustíveis
Classificação por áreas geográficas
Intra-comunitário(2)
do qual:
Alemanha
Espanha
França
Itália
Reino Unido
Extra-comunitário(2)
do qual:
Angola
Brasil
China
Estados Unidos
Importações (t.v.h.)
Total
Classificação por grandes categorias económicas(1)
Bens de consumo
Bens intermédios
Bens de equipamento
Combustíveis
Outros
Por memória:
Total excluindo combustíveis
Classificação por áreas geográficas
Intra-comunitário(2)
do qual:
Alemanha
Espanha
França
Itália
Reino Unido
Extra-comunitário(2)
do qual:
Angola
Brasil
China
Estados Unidos
Trimestre terminado em
2013
III
2014
IV
2014
I
II
III
Ago. Set.
Out. Nov.
2013
2014
Nov. Dez.
Jan.
Fev.
Mar.
Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out. Nov.
100,0
4,5
1,7
Nov.
5,9
6,7
2,2
-0,6
1,5
2,6
1,5
4,1
4,2
6,2
9,6
3,2
4,5
-0,8
-4,7
-3,6
6,8
2,3
-2,0
3,7
9,1
-0,4
32,5
34,3
23,0
10,1
0,1
3,7
1,3
1,3
32,8
3,7
8,5
1,6
1,6
-20,1
38,6
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
4,4
3,1
3,5
29,9
50,1
6,8
1,3
4,4
41,0
-22,5
10,1
4,6
2,5
-31,2
6,1
8,3
-1,2
2,2
-30,9
-9,1
7,9
0,4
-0,6
-11,3
158,7
8,7
0,1
-0,7
-2,6
212,1
7,9
0,4
-0,6
-11,3
158,7
9,8
2,7
2,1
-5,3
-16,1
7,4
3,3
2,7
-0,8
-21,1
5,7
0,7
-0,1
63,2
16,2
9,2
7,7
7,9
22,9
47,3
4,8
2,6
-1,6
11,8
21,7
14,8
6,4
6,7
-42,0
-4,7
10,8
4,7
2,6
-56,6
5,2
9,1
-2,6
6,5
-63,9
-17,3
6,7
-2,9
-2,7
-40,1
-14,0
9,2
2,1
3,2
24,9
9,8
9,4
0,8
-1,3
-13,3
690,1
7,1
-3,2
-5,1
-15,3
-32,3
6,8
3,0
3,7
-3,8
-40,9
14,3
7,2
5,8
5,1
31,3
1,2
-0,4
-1,5
-3,6
-38,0
89,9
2,1
4,1
Nov.
3,7
4,1
6,0
2,9
3,0
3,2
3,0
5,1
4,7
2,4
8,3
2,3
9,5
6,3
3,6
0,4
4,9
3,9
0,0
4,5
9,5
-0,1
70,3
3,5
2,5
Nov.
6,2
6,7
3,7
1,5
2,3
3,4
2,3
3,1
3,1
6,2
9,4
4,9
4,4
2,0
-1,1
-1,5
7,2
3,1
-1,0
4,2
5,2
0,0
11,6
23,6
11,6
3,3
5,5
29,7
-1,7
10,1
2,7
-6,2
9,0
7,2
2,1
1,0
3,0
-0,8
12,9
-0,4
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
1,9
15,1
6,9
-7,1
18,9
5,3
3,4
12,4
6,0
-14,3
12,6
6,8
2,7
5,8
8,2
-14,0
17,2
-1,5
3,2
-0,4
2,1
1,8
13,5
-5,5
4,3
-1,4
-1,3
4,3
10,4
-0,3
2,4
0,4
3,8
9,7
13,8
0,7
4,3
-1,4
-1,3
4,3
10,4
-0,3
1,6
-1,5
2,3
10,9
10,1
6,2
-0,3
0,6
1,8
7,6
10,7
6,8
5,3
10,9
3,5
-4,7
4,8
6,2
1,9
15,4
15,6
-28,3
14,6
10,1
-3,0
9,1
14,8
-12,0
11,6
-1,3
9,9
5,4
6,9
-9,4
17,0
5,0
1,2
3,0
2,8
-19,9
23,4
-7,2
4,6
-3,5
-2,1
-3,8
5,7
-12,9
5,0
-4,4
-5,1
-6,5
13,8
-8,2
0,2
6,9
14,4
17,7
21,8
5,7
8,9
-0,4
-3,9
-2,4
17,0
0,3
-4,6
-6,3
2,0
18,1
1,3
-4,0
5,7
1,4
-0,8
2,6
11,3
2,7
2,1
-0,4
5,3
14,4
15,4
18,1
-8,0
0,8
0,6
5,7
5,4
-1,4
6,6
1,6
1,4
4,2
4,2
8,5
-15,5
7,1
1,9
-13,6
25,4
6,5
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
-1,9
10,3
-9,4
-6,5
3,5
5,8
4,1
27,4
7,8
-17,5
49,2
-8,1
-3,6
4,1
7,6
10,7
-0,4
-27,0
7,5
17,9
-2,0
-29,1
17,3
25,3
-0,4
-27,0
7,5
17,9
4,7
-14,5
56,8
20,3
6,1
-1,0
33,6
5,9
-5,4
6,8
-3,1
80,4
10,6
39,4
102,0
16,6
3,8
-21,4
7,4
-4,0
14,3
4,4
80,4
5,9
5,7
-31,0
64,4
-21,5
-3,4
5,3
13,3
-23,5
-10,6
-2,0
-12,0
57,4
4,2
9,3
23,8
20,5
-1,2
-42,8
-17,5
32,1
-8,7
-35,9
80,3
22,6
8,8
5,0
-4,6
2,0
11,5
-11,8
108,5
38,7
-2,5
6,5
2,9
-15,0
100,0
0,9
3,3
Nov.
3,5
5,0
6,4
1,7
2,8
3,8
2,8
2,1
3,6
3,3
6,6
10,2
5,9
3,2
-6,5
2,4
9,5
3,7
-2,4
6,4
1,6
2,8
27,8
31,9
21,1
19,2
0,0
3,4
0,4
3,1
-3,7
-10,4
9,0
2,4
10,3
-10,4
-20,1
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
8,1
1,1
0,6
4,0
57,3
6,2
3,0
16,1
-5,8
49,4
12,5
4,2
11,8
-4,0
-34,2
8,6
-0,2
7,9
-11,3
-10,3
6,0
4,3
11,4
-11,3
-15,9
5,6
3,3
11,7
-5,3
-9,2
6,0
4,3
11,4
-11,3
-15,9
7,8
2,4
13,1
-16,2
8,2
9,6
2,3
11,1
-12,0
-12,3
4,9
-0,3
14,2
-6,2
130,0
11,9
8,5
33,1
-30,3
71,4
9,1
4,8
6,3
25,4
-59,3
11,8
-1,6
12,3
3,9
60,5
16,5
9,3
16,9
-38,4
-49,8
6,7
-2,0
3,9
-42,2
-44,1
9,8
-0,4
6,2
-6,7
-5,3
9,4
1,8
14,0
18,7
16,9
4,8
5,5
10,3
-6,6
-39,5
2,6
2,3
10,6
-23,6
12,4
10,3
4,6
13,2
-3,3
-0,5
9,8
0,4
14,8
-20,3
14,2
8,7
2,0
5,9
-10,6
-32,2
80,8
2,1
6,7
Nov.
3,4
7,5
8,9
4,8
6,7
6,2
6,7
7,0
7,2
5,3
16,1
6,6
6,3
13,6
2,4
4,7
7,5
6,5
4,4
8,8
7,4
5,4
72,0
1,6
8,1
Nov.
6,0
7,8
14,1
5,8
6,8
4,8
6,8
8,0
7,7
6,2
16,2
10,9
14,8
16,5
5,5
5,6
6,4
4,3
3,3
12,3
7,6
3,4
11,4
32,2
6,7
5,1
2,9
28,0
1,2
2,2
2,9
-0,5
-0,6
-0,8
14,7
4,8
9,7
7,4
7,1
-8,6
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
2,4
9,8
5,9
-2,5
15,0
-1,8
10,4
6,8
4,2
7,2
6,3
-2,8
19,8
9,2
22,3
11,7
12,3
-11,8
12,7
3,7
0,9
6,1
4,6
-8,4
11,9
3,2
8,4
7,7
8,3
-6,5
12,5
2,3
3,5
7,2
-1,9
1,4
11,9
3,2
8,4
7,7
8,3
-6,5
15,3
4,6
11,0
4,2
10,7
-12,0
15,0
4,4
9,2
4,0
15,5
-7,6
7,1
2,6
8,8
2,5
5,9
-5,1
44,8
15,2
-0,2
23,2
-6,5
-19,2
12,4
5,9
21,9
12,7
0,2
8,6
32,2
6,7
18,9
9,4
2,1
-15,1
15,9
14,9
25,8
13,0
35,8
-28,3
9,5
2,9
4,7
5,1
0,7
-33,9
10,2
3,3
0,1
9,2
-0,7
-5,3
18,6
5,0
-2,0
4,1
15,0
18,2
11,4
0,0
5,0
11,6
-4,2
2,2
5,9
2,3
8,7
4,7
-15,2
-14,3
16,8
7,4
11,8
5,3
45,7
-8,1
20,4
3,8
11,9
3,1
3,0
-13,5
8,5
2,1
3,6
4,0
1,9
0,8
4,6
1,5
2,4
1,5
47,8
-39,2
-1,5
-12,4
-45,0
-3,3
16,9
9,9
Nov.
Nov.
Nov.
Nov.
-2,3
-26,2
1,7
-13,4
37,2
-55,0
1,2
-12,3
-34,5
-59,0
10,9
7,0
-61,3
97,0
15,4
41,0
-36,5
-19,4
22,1
-5,5
-67,9
45,5
27,5
-0,9
-36,5
-19,4
22,1
-5,5
-58,7
-54,5
16,0
-17,5
-17,2
-51,0
18,5
0,4
++
-68,6
-17,5
18,8
-99,8
-53,7
16,8
-14,6
-34,3
-41,5
7,8
-16,3
32,2
-72,7
10,9
41,0
-76,2
-57,9
14,9
7,7
-76,9
-47,6
13,4
83,6
-34,5
206,5
3,1
3,8
-66,9
182,7
31,6
26,6
-35,0
40,3
30,6
-9,4
-99,9
-40,6
20,4
-26,1
123,8
-70,2
16,1
26,2
-81,2
-20,7
11,7
-33,5
30,5
-3,8
30,5
26,0
Fonte: INE.
Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; ++ – taxas de variação homóloga de valor superior a 1000 %. (1) A Classificação por Grandes Categorias Económicas (CGCE) não inclui os produtos “Ouro para uso monetário” e “Moedas, incluídas as moedas com curso legal”. Adicionalmente, o somatório das várias categorias da CGCE não corresponde necessariamente ao total do comércio, por questões de confidencialidade. De forma a garantir que o total é sempre respeitado, a rubrica “Outros” é obtida por diferença, incluindo todos os registos sujeitos ao regime de confidencialidade.
(2) Em consequência da integração da Croácia na União Europeia em 1 de julho de 2013, a partir desta data, a informação relativa ao comércio internacional extra-comunitário deixou de incluir o comércio com a Croácia, passando o mesmo a estar contido nas estatísticas do comércio intra-comunitário.
As taxas de variação foram calculadas com base em universos comparáveis.
16
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
Quadro 6 • Portugal | Comércio internacional de serviços – exportações
Total (t.v.h.)
Viagens e turismo
Transportes
Serviços técnicos e relacionados com a empresa n.i.n.r.
Serviços de consultoria em gestão e outras áreas técnicas
Construção
Serviços de manutenção e reparação n.i.n.r.
Serviços informáticos
Serviços de telecomunicações
Serviços de transformação de recursos pertencentes a terceiros
Serviços pessoais, culturais e recreativos
Serviços financeiros
Bens e serviços das administrações públicas n.i.n.r.
Serviços de seguros e pensões
Serviços de investigação e desenvolvimento
Direitos cobrados pela utilização de propriedade intelectual n.i.n.r.
Serviços de informação
Por áreas geográficas
Intra-comunitário
do qual:
Alemanha
Espanha
França
Itália
Países Baixos
Reino Unido
Extra-comunitário
do qual:
Brasil
Estados Unidos
Suíça
Exportações portuguesas de turismo por áreas geográficas
Intra-comunitário
do qual:
Alemanha
Espanha
França
Itália
Países Baixos
Reino Unido
Extra-comunitário
do qual:
Brasil
Estados Unidos
Suíça
Trimestre terminado em
Pesos
em
2014 Até
ao
2013 2013 v.a. mês
(%)
2013
100,0
42,1
25,2
12,4
4,1
3,1
2,5
2,3
2,1
1,6
1,4
1,1
1,1
0,4
0,4
0,2
0,0
10,2
7,5
7,6
25,6
19,2
17,3
28,1
11,9
-3,2
-0,1
8,7
-13,8
10,2
-7,9
99,9
-17,5
-16,1
6,1
12,3
2,5
8,5
0,1
-20,9
-39,5
12,0
5,8
-2,9
-28,0
52,1
-25,4
21,6
43,0
95,6
188,5
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
67,2
8,9
6,4
9,3
11,8
13,7
2,7
4,1
14,2
32,8
9,7
6,5
11,2
-1,1
11,8
8,4
12,9
5,1
5,5
3,5
Set. Out.
2013
2014
Out. Nov. Dez.
Jan.
IV
I
II
III
Jul.
Ago.
7,8
6,4
5,7
12,1
20,9
14,7
25,0
11,7
-0,7
-8,7
21,3
-2,8
19,9
7,4
112,7
-16,8
-35,3
15,9
8,0
12,5
82,2
31,8
16,0
23,4
16,2
-19,3
-21,6
0,2
-16,5
-23,5
-6,8
98,0
7,2
-54,9
5,5
5,9
8,0
11,7
4,5
-12,6
-21,1
8,2
18,4
-37,5
-26,3
20,4
-25,0
41,0
189,3
109,9
346,3
4,9
13,4
0,8
7,2
2,6
-22,9
-46,4
12,3
-9,3
26,0
-33,9
58,2
-44,7
31,2
-18,1
72,2
82,1
6,9
13,7
1,3
4,9
-7,2
-25,4
-47,8
13,1
2,9
9,7
-21,9
63,2
-9,6
-6,6
40,9
108,9
208,8
3,2
10,9
0,9
1,6
-2,7
-29,0
-53,9
0,8
-1,5
13,3
-32,6
80,4
-37,6
-3,6
2,7
65,6
69,9
3,1
11,5
2,4
-13,3
-4,8
-31,4
-43,2
6,6
9,9
-4,0
-29,4
75,1
-47,7
-10,0
57,6
90,1
280,9
6,9
13,7
1,3
4,9
-7,2
-25,4
-47,8
13,1
2,9
9,7
-21,9
63,2
-9,6
-6,6
40,9
108,9
208,8
8,9
15,6
-0,1
7,9
-1,0
-21,5
-37,9
25,4
18,3
25,6
-22,7
68,8
-7,7
16,8
73,3
124,7
336,0
2,8
5,8
8,9
-13,2
1,3
5,8
26,2
43,5
-14,0
-36,7
3,1
-34,7
-37,5
-0,9
73,0
121,0
-89,9
19,0
6,9
13,5
90,7
46,6
26,0
37,0
18,0
-23,7
-15,8
38,3
-17,3
7,4
14,7
170,7
-55,8
36,8
29,1
11,8
15,5
216,3
53,6
18,1
9,7
-4,0
-21,5
-6,2
-18,0
6,7
-26,0
-29,6
55,1
90,9
-33,5
Out.
7,5
10,7
5,4
7,0
6,7
4,7
5,7
6,7
8,6
5,3
14,3
5,0
9,4
3,5
4,7
1,1
4,4
5,6
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
7,5
6,4
9,1
-19,2
10,7
6,8
8,4
13,3
6,8
15,8
0,0
15,5
8,5
27,2
2,7
-1,3
2,8
5,4
2,6
4,6
5,6
3,6
17,1
6,8
1,8
-4,7
6,2
0,9
7,6
12,1
2,0
4,8
1,9
4,2
7,3
-0,5
15,7
1,6
4,7
-7,8
4,6
0,3
2,0
10,9
1,8
-3,3
-3,0
5,2
-2,4
7,6
12,1
2,0
4,8
1,9
4,2
7,3
12,6
10,3
4,5
9,0
9,1
3,0
9,7
6,8
0,4
12,3
-13,7
5,1
5,3
-2,6
1,4
13,9
10,0
-8,8
-7,0
20,9
Out.
Out.
Out.
-4,9
25,0
-6,9
-5,7
13,7
36,9
-4,0
-11,8
12,0
-18,6
-8,1
31,4
-7,1
-4,6
25,7
-19,4
-6,5
23,3
-17,8
-12,1
23,6
-7,1
-4,6
25,7
2,3
-5,0
14,1
73,9
6,2
13,5
Out.
5,1
6,6
6,3
15,6
14,7
12,6
13,6
14,7
10,4
12,3
18,0
1,8
3,9
16,3
26,1
10,3
2,6
8,6
-2,8
4,1
4,2
11,3
12,4
11,6
11,4
7,0
17,3
15,8
8,9
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
11,9
2,6
4,5
-5,7
4,9
2,9
10,9
6,0
4,4
16,8
-2,6
-2,3
2,0
11,9
7,7
-1,9
6,0
-2,7
12,6
12,6
4,8
9,2
22,4
13,2
-4,0
12,2
18,6
7,5
15,4
11,7
12,3
12,6
16,9
16,7
10,4
4,2
17,2
10,5
2,8
-1,8
20,2
6,5
9,7
12,4
10,6
6,3
10,0
17,7
4,4
4,4
5,4
2,5
1,2
21,0
11,8
-17,1
-7,2
13,3
Out.
Out.
Out.
4,4
24,7
12,8
0,7
4,6
11,0
0,1
-24,9
8,6
-23,8
-15,6
20,7
-28,1
2,4
12,4
-39,1
-9,7
10,2
-48,7
-14,6
15,1
Fonte: Banco de Portugal.
Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; n.i.n.r. – não incluídos noutra rubrica.
III
2014
2014
Fev. Mar. Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
6,8
10,6
11,0
7,8
6,6
2,4
-30,1
0,7
-3,2
-43,6
-24,3
37,8
-31,4
-1,0
191,9
206,6
365,4
7,1
7,6
15,3
-6,9
12,7
-24,8
-2,6
40,0
2,7
-32,5
-8,2
9,5
5,0
89,7
148,5
78,9
444,2
2,8
0,6
-0,8
41,3
-6,6
-15,1
-29,5
-4,5
57,9
-35,8
-46,2
15,5
-37,1
47,4
248,6
13,1
241,2
8,1
17,3
0,6
29,5
-1,1
-10,2
-42,7
24,7
-28,4
21,7
-35,8
22,3
-35,8
64,2
-3,0
37,7
202,3
6,0
12,3
-4,2
26,8
11,0
-26,2
-52,8
16,3
-16,8
41,5
-13,4
90,9
-28,3
27,7
-72,7
160,0
-31,5
0,9
11,2
6,3
-18,1
-2,6
-29,2
-42,9
-3,1
31,1
7,6
-52,8
70,6
-64,4
11,6
144,2
56,1
388,9
2,7
9,8
0,9
6,0
-13,4
-31,7
-64,6
-9,2
-8,4
-6,3
-31,9
80,7
-8,4
-51,3
54,9
24,8
139,4
5,1
13,0
0,4
-20,6
5,5
-33,2
-15,4
48,2
14,1
-12,8
-7,7
73,6
-58,6
16,4
8,8
206,5
316,5
14,1
4,4
8,2
4,1
6,5
6,0
8,8
0,6
8,2
11,8
5,8
15,7
12,6
24,5
-11,9
25,5
7,9
29,2
19,9
8,7
12,9
33,4
18,7
14,2
60,5
5,8
2,1
11,7
-6,5
5,1
-11,0
11,6
3,1
9,3
-3,5
-2,1
-6,9
18,1
5,0
-0,4
-12,3
0,1
26,8
9,3
8,8
0,1
1,1
15,1
6,4
-10,7
4,1
9,0
11,7
2,5
22,3
5,5
24,4
-8,7
2,9
6,1
7,2
13,5
8,6
-9,7
-7,8
7,1
-11,7
-9,3
12,2
-5,7
-0,9
-7,2
4,0
7,6
9,6
7,8
3,7
0,0
5,8
4,7
-2,8
23,2
17,2
8,3
17,6
9,7
3,7
18,8
5,1
6,5
2,3
12,0
12,6
0,4
15,7
-10,9
19,4
7,3
-11,3
9,8
42,9
8,1
11,4
66,4
2,9
-3,6
2,5
-15,6
-2,1
32,1
-0,2
-25,4
5,0
-15,7
-3,5
62,3
-15,9
1,6
20,5
-24,1
-22,1
12,7
-18,5
-1,0
32,4
-9,5
-15,9
21,7
8,7
4,5
20,8
7,4
-1,3
0,0
16,8
4,3
4,6
11,6
7,0
6,8
5,4
16,6
13,0
17,5
9,0
15,2
20,6
15,2
15,4
11,7
12,3
12,6
16,9
16,7
10,4
23,6
12,5
14,1
20,5
35,4
12,0
11,3
6,2
-2,5
15,1
-4,5
-3,2
3,5
10,6
6,1
2,8
15,9
1,7
-4,9
-2,1
13,0
5,6
13,1
18,8
-3,9
1,7
3,6
12,4
16,4
4,8
6,8
-7,6
-7,5
4,5
18,3
4,1
6,2
2,5
9,0
-1,0
17,7
9,6
4,6
-12,7
8,2
-6,7
39,2
15,4
-11,2
4,6
20,5
10,0
-19,0
44,4
23,3
19,3
7,4
27,6
13,7
10,3
1,1
13,3
10,3
15,5
18,6
16,1
-5,3
0,5
20,2
-5,5
-6,8
9,7
5,4
2,9
-4,8
25,8
11,7
22,2
11,7
11,6
14,4
36,8
8,9
3,4
30,4
14,1
24,2
21,6
27,4
16,5
15,7
17,6
11,9
10,9
31,8
43,4
10,5
15,5
-28,1
2,4
12,4
-10,0
4,8
15,4
-2,4
8,3
6,5
-0,2
-5,4
11,5
6,5
10,0
16,5
19,0
-39,6
23,8
-28,6
1,0
11,2
5,6
-32,5
-4,5
10,2
-4,1
26,6
-7,9
9,0
16,7
-56,1
-45,6
19,0
-46,9
4,4
3,2
-41,7
-6,6
29,3
10,6
8,4
8,2
-0,7
14,6
7,3
13,9
8,7
19,4
15,3
2,6
-3,0
37,9
16,9
-10,3
2,2
-8,5
-20,0
-55,4
-37,0
16,5
17,9
5,4
33,9
59,2
26,4
-29,1
-33,8
39,8
99,9
64,7
-2,5
24,4
10,6
34,4 146,8
111,7
71,6
205,0 1026,4
17
Janeiro 2015
Quadro 7 • Portugal | Comércio internacional de serviços – importações
Total (t.v.h.)
Viagens e turismo
Transportes
Serviços técnicos e relacionados com a empresa n.i.n.r.
Serviços financeiros
Serviços pessoais, culturais e recreativos
Serviços informáticos
Serviços de telecomunicações
Serviços de consultoria em gestão e outras áreas técnicas
Direitos cobrados pela utilização de propriedade intelectual n.i.n.r.
Serviços de seguros e pensões
Serviços de manutenção e reparação n.i.n.r.
Construção
Serviços de investigação e desenvolvimento
Bens e serviços das administrações públicas n.i.n.r.
Serviços de transformação de recursos pertencentes a terceiros
Serviços de informação
Por áreas geográficas
Intra-comunitário
do qual:
Alemanha
Espanha
França
Itália
Países Baixos
Reino Unido
Extra-comunitário
do qual:
Brasil
Estados Unidos
Suíça
Importações portuguesas de turismo por áreas geográficas
Intra-comunitário
do qual:
Alemanha
Espanha
França
Itália
Países Baixos
Reino Unido
Extra-comunitário
do qual:
Brasil
Estados Unidos
Suíça
Trimestre terminado em
Pesos
em
2014 Até
ao
2013 2013 v.a. mês
(%)
2013
100,0
28,8
27,6
11,8
5,1
3,8
3,8
3,7
3,6
3,5
2,7
2,2
1,3
1,0
0,6
0,4
0,2
1,8
5,9
-0,7
4,2
-17,2
-10,3
18,9
-0,1
-1,0
-4,0
1,6
7,0
37,9
94,9
-16,8
38,9
-9,5
9,4
6,1
10,3
20,7
-2,6
-48,3
18,4
20,7
34,2
6,5
12,0
31,5
-11,0
65,4
41,2
-34,4
15,8
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
63,3
4,8
10,7
7,7
18,0
9,2
2,1
3,6
11,1
36,7
6,8
4,6
11,7
1,6
-7,3
3,9
-2,9
3,6
7,4
3,3
2014
2013
2014
Jan.
IV
I
II
III
Jul.
Ago.
Set. Out.
Out. Nov. Dez.
6,3
7,0
3,1
15,0
-22,0
17,3
5,8
-0,6
-3,1
6,3
1,7
2,3
94,5
218,4
8,1
84,4
32,5
1,7
6,3
-5,6
10,0
-5,2
-25,7
43,7
1,5
-11,5
-18,7
-1,0
43,5
35,7
144,6
-38,7
33,7
18,5
8,3
4,3
5,3
15,9
-9,8
-45,3
1,5
16,2
56,1
25,5
27,8
12,1
0,9
441,2
-18,4
-63,7
9,4
8,1
7,2
8,4
0,8
2,5
-46,0
19,5
17,0
17,5
6,8
10,1
55,8
26,6
71,6
78,4
-1,1
56,7
11,3
6,0
14,7
43,6
0,0
-55,0
29,4
27,0
27,3
2,5
1,0
29,5
-34,7
-8,3
55,9
-33,2
-2,5
12,7
4,6
19,8
13,7
-2,9
-47,1
44,8
32,7
20,3
17,6
7,4
46,2
-6,1
75,4
76,8
-5,1
34,5
11,2
5,0
18,7
31,9
-8,2
-59,5
38,4
14,6
17,2
25,6
6,2
42,7
-17,1
-4,6
108,8
-10,9
2,6
11,3
6,0
14,7
43,6
0,0
-55,0
29,4
27,0
27,3
2,5
1,0
29,5
-34,7
-8,3
55,9
-33,2
-2,5
9,4
6,9
11,7
37,7
-2,1
-53,5
24,5
28,5
27,4
-21,6
8,1
20,7
-35,1
-8,1
88,1
-45,8
6,3
5,7
6,9
9,6
24,3
-20,0
-5,4
30,3
6,6
-39,3
13,4
12,9
1,8
57,0
-58,1
-4,0
51,9
0,6
2,3
5,7
-13,8
5,2
24,2
-6,5
16,3
-21,9
-11,2
-32,3
-8,6
103,1
12,5
689,9
-10,4
40,4
-43,4
-3,2
6,2
-14,4
4,0
-21,0
-45,5
85,3
32,9
42,7
-50,2
-7,1
29,7
37,4
54,1
-57,7
2,8
109,5
Out.
11,0
4,9
11,7
8,0
11,3
10,7
9,3
11,3
11,3
6,7
5,7
2,2
20,0
13,7
6,5
9,0
6,4
15,4
8,2
7,4
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
11,0
14,6
20,9
19,7
5,0
-5,5
-1,1
17,5
3,4
0,8
2,9
4,3
8,5
-3,6
15,9
8,1
14,8
-2,4
14,5
9,6
2,7
7,3
1,7
10,5
10,0
20,1
1,3
8,2
16,1
8,3
5,2
15,2
12,3
6,9
11,2
13,2
5,0
8,1
10,0
19,5
-1,2
16,0
8,9
6,3
-1,0
5,9
11,5
3,4
14,7
16,1
8,3
5,2
15,2
12,3
6,9
11,2
15,4
10,0
3,7
9,5
9,2
18,4
6,1
3,9
0,7
14,8
37,9
0,9
0,0
4,1
36,8
-1,1
2,6
29,5
14,1
-7,5
-2,9
12,9
11,8
-13,0
-42,1
-1,4
37,7
-12,6
-18,5
7,6
0,8
1,4
7,2
4,2
Out.
Out.
Out.
-20,3
6,0
22,4
-25,0
16,2
-0,7
-19,2
-0,6
13,3
21,4
3,2
14,5
0,9
16,8
-14,8
46,3
5,7
-0,8
28,9
14,3
-9,6
0,9
16,8
-14,8
-10,7
12,6
-1,5
-8,7
-3,6
2,5
-39,1
62,9
-9,2
75,0
6,8
5,5
Out.
8,4
7,7
5,7
6,0
3,3
3,0
4,8
3,3
6,8
7,0
6,3
28,1
14,1
3,0
2,2
11,2
25,0
5,9
4,7
9,9
8,4
7,4
5,0
3,3
5,6
1,2
5,7
8,4
0,5
11,0
7,9
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
Out.
5,9
8,2
8,1
12,1
15,2
6,6
2,5
7,6
5,5
11,1
9,3
-6,0
5,1
2,2
10,0
-0,1
7,4
6,3
8,5
9,7
0,5
-1,1
1,9
7,8
18,5
-5,8
6,9
10,6
11,0
0,0
1,4
4,1
-0,5
5,7
14,7
3,8
2,1
0,1
6,4
-7,4
3,6
9,5
4,9
3,7
3,5
2,9
-3,6
8,1
5,8
11,0
0,0
1,4
4,1
-0,5
5,7
14,7
6,7
1,9
6,8
3,8
0,2
19,7
7,3
4,6
6,8
2,3
-11,8
39,0
7,6
-16,2
-10,2
-11,7
Out.
Out.
Out.
-17,0
48,0
6,1
-14,0
36,5
15,1
-18,6
-6,2
-10,3
-5,3
-29,5
5,5
-26,6
1,0
-38,3
-8,1
-19,7
-9,9
-23,7
-18,4
-31,6
-26,6
1,0
-38,3
-27,0
-8,3
-19,0
Fonte: Banco de Portugal.
Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; n.i.n.r. – não incluídos noutra rubrica.
III
2014
Fev.
Mar. Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
2,0
2,2
-5,1
-6,1
-2,7
-44,1
35,2
5,1
45,9
15,4
57,7
31,6
-30,2
67,6
-19,9
-44,8
-53,3
3,1
12,9
-8,7
5,7
21,7
-41,5
-13,6
-10,6
33,5
16,4
-8,9
98,1
31,3
9,4
-13,6
-17,0
13,7
9,8
4,2
8,3
-1,2
6,9
-38,6
50,1
64,0
15,6
-4,2
7,2
20,3
30,1
108,8
75,0
21,2
144,8
11,8
4,4
28,4
-2,0
-14,5
-57,2
40,4
17,2
3,3
11,3
33,7
67,2
19,5
130,1
158,9
-10,1
48,5
16,2
5,3
23,1
43,6
0,9
-45,4
42,9
22,7
39,5
49,4
-15,0
59,8
-37,1
15,1
0,0
-22,1
-21,4
5,3
5,4
4,5
54,6
-9,9
-72,9
31,0
0,4
5,0
4,9
3,4
7,4
-15,2
-18,9
172,4
14,2
-6,5
12,1
7,5
15,5
33,1
9,5
-34,9
13,7
79,8
34,9
-30,1
17,1
23,3
-45,9
16,2
7,3
-70,5
60,4
11,0
8,0
14,7
26,8
-5,2
-36,2
29,1
25,7
40,4
-25,2
4,6
29,6
-38,8
65,8
102,2
-52,1
7,6
8,9
6,3
5,9
12,1
6,0
13,7
7,7
12,7
13,8
12,8
0,2
36,6
-5,9
47,6
24,0
9,5
46,7
18,3
8,3
8,7
-6,7
-6,5
3,3
-5,6
7,1
3,6
-8,8
1,1
13,0
-5,1
2,7
-2,9
13,1
6,9
23,7
5,5
-1,3
17,9
4,5
11,6
31,2
31,8
-3,4
5,8
0,4
3,4
6,8
-7,7
2,6
1,5
22,5
21,3
6,7
6,0
7,1
21,7
-1,4
20,4
5,5
8,6
-13,0
18,0
9,3
10,9
0,8
23,7
10,0
30,3
21,4
5,3
12,6
11,1
19,7
11,3
1,5
-7,7
13,0
30,9
6,3
-24,4
-2,9
4,6
1,2
-4,9
9,3
-20,9
20,0
15,3
-34,9
-13,4
18,7
-20,5
16,5
11,4
23,9
-5,6
15,3
98,1
-1,4
18,1
34,6
23,4
-21,3
-21,1
21,7
-12,8
-12,3
4,5
-7,5
4,3
11,8
14,0
8,3
8,0
7,3
8,5
2,1
9,1
4,0
5,0
0,1
9,0
0,3
10,5
4,7
5,6
9,6
10,6
-0,7
0,7
6,5
8,8
4,0
14,5
12,4
-4,9
3,8
-0,7
9,9
7,1
9,6
3,9
-12,5
11,0
1,0
11,3
-0,2
9,3
14,1
28,4
11,4
-1,8
15,2
3,4
8,1
13,6
10,9
11,6
0,2
4,6
-2,7
5,1
-4,8
-9,7
6,8
2,7
-2,8
-1,0
13,8
34,2
3,3
9,5
24,1
2,0
6,7
5,0
15,3
-19,9
-6,4
4,6
-2,8
0,3
4,4
5,9
0,6
22,4
2,5
12,6
-0,2
-8,9
-1,2
2,4
-0,1
23,0
5,3
9,9
14,8
4,4
-11,9
4,3
-6,2
14,8
-12,7
-2,2
9,5
9,7
12,7
29,7
1,2
6,1
7,0
-2,4
3,5
42,1
0,3
-21,8
44,5
25,7
-15,5
54,2
12,1
-5,3
8,0
8,1
-7,5
-5,1
-7,3
0,6
-6,7
-0,1
-43,2
-6,8
-20,8
-1,2
14,2
0,8
-13,8
-6,1
4,0
3,3
-66,7
16,4
-7,6
30,5
-46,1
-45,8
-0,6
-46,6
-13,1
-32,7
-21,6
-15,8
8,8
16,1
15,7
6,9
4,9
6,4
21,5
-1,0
33,6
20,6
-29,1
4,1
-48,9
-41,7
-2,7
-19,4
17,6
25,9
50,2
72,0
96,3
-36,7
15,4
12,1
15,0
-9,6
28,7
14,0
528,5 2132,9
-29,3
15,1
-65,8
-78,6
209,1
75,3
18
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
Quadro 8 • Portugal | Mercado de trabalho
Até
2013 2014
ao
v.a. mês
Trimestre terminado em
2013 2014
IV
I
II
III
IV
2014
2015
2014
Out. Nov. Dez.
Jan.
Jan.
2015
Fev. Mar. Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out. Nov. Dez.
Jan.
Remunerações médias implícitas na Reg. Coletiva Trabalho
Total excluíndo administrações públicas (t.v.h.)(1)
Número de trabalhadores (em milhares)
1,0
1,0
Set.
1,1
0,8
1,2
1,2
0,9
0,4
1,1
0,6
1,4
0,7
0,9
1,3
0,5
1,3
0,9
0,4
182,7
195,9
Set.
79,9
75,1
40,9
39,9
12,3
17,7
79,4
0,0
0,5
55,4
6,0
13,7
1,0
27,6
12,3
17,7
2944
2993
Nov.
2924
2926
2933
2943
2954
2965
2975
2981
2986
2991
2993
1,3
0,1
Nov.
-0,2
-0,1
0,5
0,5
0,5
0,4
0,4
0,1
16,2
14,0
Set.
15,3
15,1
13,9
13,1
2,3
-15,6
Set.
-9,8
-15,0
-15,9
-16,0
66,9
Variação das Remunerações declaradas à Segurança Social(2)
Número médio de beneficiários com remuneração (em milhares)
Taxa de variação homóloga das remunerações médias declaradas
Emprego e Desemprego
Taxa de desemprego (%)
População desempregada (t.v.h.)
Desemprego de longa duração (% do desemprego total)
62,1
65,9
Set.
63,6
63,6
67,4
Emprego total (t.v.h.)
-2,6
1,9
Set.
0,7
1,7
2,0
2,1
Emprego por conta de outrem (t.v.h.)
-2,4
4,5
Set.
1,9
3,2
4,4
6,0
-3,5
4,6
Set.
0,6
3,5
4,9
5,4
Contrato sem termo (t.v.h.)
Contrato com termo (t.v.h.)
2,0
5,5
Set.
9,0
4,8
2,4
9,2
73,0
73,3
Set.
73,4
73,0
73,3
73,5
Novos desempregados inscritos
63,9
60,6
Nov.
68,5
63,0
51,0
62,9
68,2
71,0
74,2
58,8
56,1
52,6
49,7
50,6
57,5
54,4
76,7
73,4
62,8
Ofertas de emprego
11,7
14,1
Nov.
12,8
14,4
14,5
13,6
14,0
14,7
14,4
13,5
15,2
14,1
15,6
13,7
14,1
10,4
16,3
15,3
12,6
690,5
598,1
Nov.
690,5
689,8
615,0
616,6
605,5
598,1
705,3
701,0
689,8
668,0
636,4
615,0
611,7
624,2
616,6
605,5
598,1
17,4
20,1
Nov.
17,4
20,3
22,3
23,6
21,2
20,1
17,1
18,8
20,3
20,5
21,0
22,3
22,2
22,1
23,6
21,2
20,1
Taxa de atividade 15-64 anos (%)
Desemprego registado e ofertas de emprego – Centros de Emprego
Movimento ao longo do período (em milhares)(3)
Situação no final do período (em milhares)
Desemprego registado
Ofertas de emprego
Fontes: INE, Instituto de Informática do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, Instituto do Emprego e Formação Profissional, Ministério da Economia e do Emprego e Banco de Portugal.
Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) Em cada coluna, foram considerados os contratos que entraram em vigor no respetivo período. (2) Para cada mês, a informação apresentada corresponde aos valores médios acumulados desde o início do ano. (3) Os valores para
os trimestres e anos correspondem aos respetivos valores médios mensais.
19
Janeiro 2015
Quadro 9 • Portugal | Indicadores de Inflação
Até
2013 2014
ao
v.a. mês
Trimestre terminado em
2013 2014
IV
I
II
III
-0,1
-0,2
-0,3
IV
2014
2013 2014
Set. Out. Nov. Dez.
Dez.
Jan.
Fev. Mar. Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out. Nov. Dez.
ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC)
Total
Taxa de variação em cadeia
Taxa de variação homóloga
Taxa de variação média
Dez.
0,4
0,1
0,0
-0,3
0,0
0,1
0,0
-0,2
0,3
-1,4
-0,3
1,4
0,3
0,1
0,1
-0,6
-0,1
0,5
0,0
-0,4
0,0
0,2
0,1
-0,1
-0,4
-0,1
-0,3
-0,2
-0,7
-0,1
0,0
0,1
0,1
-0,3
0,4
0,4
0,4
0,3
0,3
0,2
0,0
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,1
-0,2
-0,7
Agregados (t.v.h.)
Bens
Alimentares
Não transformados
Transformados
Industriais
0,0
-1,1
Nov.
-0,3
-0,7
-1,1
-1,6
-1,6
-1,1
-0,9
0,0
-0,5
-0,8
-0,8
-1,0
-1,2
-1,1
-2,1
-1,6
-1,2
-0,7
2,3
-0,7
Nov.
1,1
0,4
-1,3
-1,9
-1,9
-1,2
-0,4
1,2
0,8
0,5
0,0
-0,4
-1,6
-1,7
-2,1
-2,2
-1,3
-0,1
0,0
2,6
-2,2
Nov.
0,5
0,0
-3,3
-4,5
-4,5
-2,9
-1,3
0,9
0,3
0,1
-0,5
-1,4
-4,2
-4,3
-5,0
-5,1
-3,3
-0,3
-0,4
2,0
0,4
Nov.
1,6
0,8
0,4
0,2
0,2
0,2
0,3
1,4
1,2
0,8
0,3
0,3
0,4
0,4
0,2
0,2
0,3
0,1
0,3
-1,5
-1,3
Nov.
-1,1
-1,6
-1,0
-1,5
-1,5
-1,2
-1,2
-0,8
-1,5
-1,9
-1,3
-1,3
-0,9
-0,7
-2,2
-1,3
-1,1
-1,1
-1,2
Não energéticos
-1,5
-1,4
Nov.
-0,8
-1,5
-1,3
-1,7
-1,7
-1,1
-1,0
-0,8
-1,7
-1,8
-1,1
-1,6
-1,3
-1,0
-2,8
-1,3
-1,0
-1,1
-0,8
Energéticos
-0,7
-1,0
Nov.
-1,9
-1,5
0,1
-0,9
-0,9
-1,3
-1,7
-0,7
-0,6
-2,1
-1,9
-0,6
0,4
0,5
-0,1
-1,1
-1,4
-1,3
-2,6
1,1
1,1
Nov.
0,6
0,6
1,0
1,6
1,6
1,6
1,3
0,4
0,8
0,9
0,2
1,1
1,0
0,9
1,2
2,0
1,5
1,3
1,1
-0,5
Serviços
Classes (t.v.h.)
Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas
1,9
Dez.
0,5
-0,1
-1,9
-2,8
-0,5
-2,8
-2,0
-1,1
-0,5
0,6
0,2
0,0
-0,4
-0,9
-2,3
-2,5
-3,0
-3,1
-2,2
-0,6
Bebidas alcoólicas e tabaco
4,0
Dez.
4,3
3,4
2,4
3,3
3,0
3,3
3,3
3,2
3,0
4,2
4,2
3,7
2,2
2,3
2,1
2,8
3,0
3,3
3,6
3,1
3,1
-3,3
Dez.
-2,8
-1,9
-1,7
-3,1
-1,9
-3,1
-1,3
-1,6
-1,9
-2,7
-2,6
-2,2
-1,0
-1,8
-1,7
-1,5
-7,4
-0,7
-1,0
-2,2
-1,6
Vestuário e calçado
2,2
Dez.
1,1
2,2
2,2
2,2
2,3
2,2
2,4
2,4
2,3
0,9
2,1
2,3
2,1
2,1
2,1
2,3
2,2
2,2
2,3
2,6
2,4
Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente
da habitação
Saúde
Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis
-0,5
Dez.
-1,0
-1,0
-0,9
-0,6
1,0
-0,6
-0,1
0,4
1,0
-1,1
-1,2
-1,0
-0,9
-0,9
-0,8
-1,0
-0,8
-0,3
-0,6
0,7
1,1
1,6
Dez.
3,1
1,1
0,4
0,8
0,4
0,8
0,7
0,6
0,4
3,1
1,4
1,0
0,8
0,2
0,3
0,8
0,8
0,7
0,8
0,4
0,5
Transportes
-1,6
Dez.
-2,0
-2,3
-0,1
-0,1
-2,6
-0,1
-0,6
-1,5
-2,6
-0,5
-1,5
-2,0
-3,2
0,3
-0,6
0,2
0,2
0,7
-1,1
-1,5
-1,9
Comunicações
0,5
Dez.
1,5
2,8
1,3
0,3
0,5
0,3
0,4
0,4
0,5
1,7
3,5
2,6
2,1
1,7
1,7
0,5
0,5
0,5
0,0
0,8
0,3
Lazer, recreação e cultura
0,6
Dez.
-0,6
-1,3
-1,6
-2,1
-2,1
-2,1
-2,0
-2,5
-2,1
-1,1
-1,4
-0,9
-1,5
-1,4
-1,4
-2,0
-2,2
-1,2
-2,9
-2,0
-2,5
Educação
1,2
Dez.
0,3
0,3
0,4
0,4
0,6
0,4
0,4
0,5
0,6
0,3
0,3
0,4
0,4
0,5
0,4
0,4
0,4
0,4
0,4
0,6
0,6
Restaurantes e hotéis
1,8
Dez.
0,7
0,4
1,3
3,0
2,4
3,0
3,2
3,0
2,4
0,3
0,6
0,6
0,1
0,3
1,8
1,7
1,9
2,9
4,1
2,6
2,1
-0,6
Dez.
-0,9
-0,5
-0,7
-0,2
-0,5
-0,2
-0,5
-0,6
-0,5
-0,8
-0,5
-0,4
-0,5
-0,7
-0,8
-0,7
0,2
-0,3
-0,7
-0,7
-0,4
0,4
-1,4
-0,3
1,4
0,2
-0,1
0,1
-0,7
-0,2
0,6
0,3
-0,2
0,0
Dez.
-0,1
-0,1
-0,3
-0,5
-0,1
-0,5
-0,2
-0,1
-0,1
0,2
0,1
-0,1
-0,4
-0,1
-0,4
-0,4
-0,9
-0,4
-0,4
0,0
0,0
-0,4
0,3
0,3
0,3
0,2
0,2
0,1
0,0
-0,2
-0,2
-0,3
-0,2
-0,2
-0,3
-0,1
0,0
0,1
-0,1
-0,2
-0,1
0,0
-0,2
0,0
0,0
0,3
0,4
0,2
Bens e serviços diversos
ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) (1)
Total
Taxa de variação em cadeia
Taxa de variação homóloga
Taxa de variação média
Indicador de Tendência – Média aparada(2)
0,3
-0,3
0,2
0,0
Dez.
-0,2
0,0
-0,1
-0,1
0,3
-0,1
0,1
0,2
0,3
Fontes: Eurostat, INE e Banco de Portugal.
Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) A partir de janeiro de 2013, a série do IPC corresponde ao índice com base 100 em 2012. (2) Média aparada a 10 por cento, o que significa que são apenas consideradas 80 por cento das observações centrais da t.v.h. do IPC. Excluindo
os itens correspondentes às observações extremas, o IPC foi recalculado, a partir do qual se obtiveram as respetivas taxas de variação homóloga.
20
Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura
Quadro 10 • Portugal | Balança de pagamentos – principais componentes, valores líquidos, milhões de euros
Balança Corrente
Bens f.o.b.
Serviços
Rendimento primário
Rendimento secundário
Administrações públicas
Outros sectores
Balança de Capital
Balança Financeira
Investimento Direto
De Portugal no exterior
Do exterior em Portugal
Investimento de Carteira
Ativos
Participações de capital e de fundos de investimento
Títulos de dívida de longo prazo
Títulos de dívida de curto prazo
Passivos
Participações de capital e de fundos de investimento
Títulos de dívida de longo prazo
Títulos de dívida de curto prazo
Derivados financeiros (que não reservas)
e opções sobre ações concedidas a empregados
Outro investimento
Ativos
dos quais:
Banco Central
Outras instituições financeiras monetárias
Administrações públicas
Instituições financeiras não monetárias exceto SSFP
Sociedades não financeiras
Passivos
dos quais:
Banco Central
Outras instituições financeiras monetárias
Administrações públicas
Instituições financeiras não monetárias exceto SSFP
Sociedades não financeiras
Ativos de reserva
Erros e Omissões
Por memória:
Balança Corrente + Balança de Capital
2011P
2012P
2013P
-10 903,8
-14 240,3
8017,9
-5260,7
579,2
-1461,2
2040,4
2733,5
-8301,3
6489,0
12 728,6
6239,6
2194,5
-24 108,0
-3870,3
-23 809,6
3571,8
-26 302,5
-7007,1
-14 477,5
-4817,9
-3477,2
-9056,0
9286,3
-4791,7
1084,2
-1492,7
2577,0
3587,0
586,9
-13 978,7
-7308,0
6670,7
29 316,2
-10 320,4
-601,9
-7324,9
-2393,5
-39 636,6
-6782,3
-26 560,6
-6293,6
1183,2
-7463,7
11 118,9
-3725,9
1253,9
-1673,4
2927,2
2751,9
3461,2
-427,3
1510,3
1937,6
-645,3
-844,1
2217,4
-1489,2
-1572,3
-198,8
576,1
540,1
-1315,0
2012P
2013P
2014P
2012P
2013P
2014P
Jan.-Out.
Jan.-Out.
Jan.-Out.
Out.
Out.
Out.
-3464,9
-7535,3
8104,6
-4588,9
554,8
-1376,1
1930,9
3213,9
271,7
-5574,4
40,2
5614,7
24 226,3
-8889,3
-1229,7
-6236,4
-1423,2
-33 115,5
-6819,9
-26 872,4
576,8
576,5
-6131,1
9224,1
-3337,8
821,3
-1486,0
2307,3
2258,7
2197,5
642,5
1781,4
1138,9
3616,3
1843,9
1632,4
1092,4
-880,9
-1772,3
181,0
-1310,7
-642,6
1401,1
-7042,5
9487,9
-2319,6
1275,3
-1246,3
2521,6
1996,0
2909,3
646,1
6699,3
6053,2
-7581,8
8774,4
2289,4
7797,1
-1312,0
16 356,2
1937,1
11 147,7
3271,5
-237,2
-927,0
916,3
-294,3
67,8
-98,5
166,3
1021,3
1144,8
72,1
-17,7
-89,8
-10,3
499,3
-104,9
135,5
468,7
509,6
118,7
393,6
-2,7
185,2
-837,5
915,0
-61,6
169,3
-46,1
215,4
549,0
311,5
319,2
539,6
220,4
1586,9
1891,6
139,7
1005,5
746,4
304,7
64,9
-155,2
395,1
505,7
-697,2
971,7
-124,8
355,9
103,5
252,3
194,1
647,7
786,5
30,3
-756,2
5492,2
-602,4
-385,8
85,5
-302,2
-6094,6
-241,3
-5907,0
53,7
-450,7
- 64,7
1017,1
320,6
918,8
1457,7
96,8
126,0
38,4
-15 323,3
-1432,9
-14 855,5
2956,9
3080,3
-11 722,7
-18 885,8
1894,8
-3481,7
-13 001,1
7314,5
6384,1
975,0
-368,1
-1637,7
164,0
-5703,2
254,9
1488,7
-2536,9
2277,2
-3116,3
151,8
13 890,3
3271,1
412,2
-343,8
2563,3
-1735,0
17 812,5
2702,6
-15 317,1
26,3
601,5
-324,3
-14 803,0
3159,8
3304,4
-869,5
-867,6
-1662,7
20 780,6
2307,1
-15 805,2
54,2
402,7
-831,3
-9519,4
3183,0
2304,8
321,4
-681,8
1364,0
-930,4
620,5
31,0
849,0
-915,8
-940,2
-1343,1
665,3
-190,6
403,6
126,4
-673,7
1801,7
427,3
-746,9
-21,0
-41,6
683,6
5958,1
2644,6
-24 687,8
35 291,9
561,6
56,8
-1210,9
-131,0
7548,2
-15 525,8
26 614,1
-644,3
-175,9
169,5
477,1
-4960,0
-18 728,3
9822,0
- 93,4
-1064,0
436,4
-473,8
10 910,1
-13 583,9
24 476,9
-648,9
-363,4
185,0
522,7
4488,5
-18 531,4
4697,0
-72,9
-341,7
501,7
-637,7
1468,0
-6341,5
5072,2
-53,2
-1137,8
1072,9
-487,7
-1974,9
-154,3
1460,7
21,6
-695,4
11,1
360,7
1491,7
866,3
-517,0
9,2
-28,9
-82,9
-422,6
5617,7
425,8
-308,3
-50,3
268,8
33,8
-52,1
-8170,3
109,8
3935,1
-251,0
2835,2
3397,1
784,1
734,1
699,8
Fonte: Banco de Portugal.
Notas: f.o.b. – free on board; SSFP – Sociedades de Seguros e Fundos de Pensões; P – Provisório.
Janeiro 2015
21
Quadro 11 • Portugal | Principais indicadores monetários e financeiros
Unidades
2012
2013
2014
Dez.
Jun.
Set.
Dez.
Mar.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
Nov.
Dez.
Taxas de juro
Taxas de juro sobre saldos de IFM(1)
Empréstimos a sociedades não financeiras
em %, valores médios, fim de período
4,39
4,45
4,40
4,37
4,33
4,28
4,22
4,18
4,10
4,05
4,01
3,96
n.d.
Empréstimos a particulares para habitação
em %, valores médios, fim de período
1,59
1,46
1,47
1,47
1,52
1,55
1,56
1,55
1,53
1,50
1,46
1,43
n.d.
Empréstimos a particulares para consumo e outros fins
em %, valores médios, fim de período
8,08
8,32
8,33
8,29
8,39
8,41
8,39
8,21
8,20
8,20
8,18
8,17
n.d.
Depósitos e equiparados até 2 anos(2)
em %, valores médios, fim de período
2,87
2,46
2,30
2,19
2,08
1,99
1,94
1,88
1,81
1,72
1,66
1,61
n.d.
Depósitos e equiparados a mais de 2 anos(2)
em %, valores médios, fim de período
3,04
3,11
3,10
3,13
3,10
3,02
2,98
2,91
2,84
2,83
2,74
2,67
n.d.
em %, valores médios
7,25
6,30
7,06
6,04
4,43
3,66
3,50
3,69
3,47
3,18
3,21
3,13
2.81
em %, em fim de período
7,16
6,44
6,83
6,04
4,07
3,63
3,65
3,62
3,21
3,16
3,22
2,85
2.69
31/12/1992=3000, média mensal
5576
5708
5989
6483
7467
7164
7147
6399
5666
5871
5256
5211
4955
em fim de período
5655
5557
5954
6559
7608
7113
6802
5979
5943
5740
5222
5176
4799
5/01/1988=1000, média mensal
2295
2484
2557
2679
3016
3012
3069
2784
2514
2614
2361
2306
2195
em fim de período
2334
2434
2542
2698
3100
3044
2940
2632
2645
2561
2348
2286
2128
variação em termos homólogos , em %, fim de período
-3,4
-1,0
-0,2
2,0
0,3
0,6
1,8
2,4
3,1
2,7
2,8
2,4
n.d.
variação em termos homólogos , em %, fim de período
0,0
-0,1
1,0
1,3
0,3
-0,4
0,0
0,9
1,3
1,3
1,0
0,5
n.d.
Taxa de rendibilidade – OT a 10 anos(3)
Índice de cotações de ações
PSI-20
PSI Geral
Agregados de depósitos em bancos residentes
Depósitos do setor privado não monetário(4)
Depósitos de particulares (inclui emigrantes)
Agregados de empréstimos a residentes concedidos por bancos
residentes(5)
Empréstimos ao setor não monetário, exceto administrações públicas
variação anual, em %, fim de período
-5,9
-5,4
-6,1
-5,3
-5,3
-5,5
-5,5
-5,2
-5,0
-4,4
-4,4
-4,6
n.d.
Empréstimos a instituições financeiras não monetárias
variação anual, em %, fim de período
-12,9
-15,1
-19,7
-18,1
-12,6
-10,5
-7,1
-7,5
-4,8
-2,6
-3,6
-5,4
n.d.
Empréstimos ao setor privado não financeiro
variação anual, em %, fim de período
-5,6
-5,0
-5,6
-4,8
-5,0
-5,4
-5,5
-5,1
-5,1
-4,5
-4,4
-4,6
n.d.
Empréstimos a sociedades não financeiras
variação anual, em %, fim de período
-7,0
-5,4
-7,1
-5,2
-5,9
-7,1
-7,3
-6,5
-6,3
-5,2
-5,1
-5,6
n.d.
Empréstimos a particulares (inclui emigrantes)
variação anual, em %, fim de período
-4,6
-4,7
-4,6
-4,6
-4,5
-4,2
-4,3
-4,2
-4,2
-4,0
-4,0
-3,9
n.d.
Empréstimos a particulares para habitação
variação anual, em %, fim de período
-3,7
-3,8
-3,9
-3,9
-3,9
-3,8
-3,9
-3,8
-3,8
-3,8
-3,9
-3,9
n.d.
Empréstimos a particulares para consumo e outros fins
variação anual, em %, fim de período
-8,8
-8,6
-7,8
-8,0
-7,1
-5,8
-6,1
-6,0
-6,0
-4,8
-4,6
-3,9
n.d.
Crédito ao setor privado não financeiro
variação anual, em %, fim de período
-1,1
-0,6
-1,1
-0,2
-1,9
-3,5
-3,9
-3,4
-3,8
-3,8
-4,2
-4,2
n.d.
Crédito a sociedades não financeiras
variação anual, em %, fim de período
0,7
1,1
0,4
0,8
-0,7
-3,6
-4,0
-2,8
-3,5
-3,3
-3,7
-3,7
n.d.
variação anual, em %, fim de período
0,3
1,8
1,0
1,4
-0,6
-3,0
-3,4
-2,1
-2,9
-2,7
-3,1
-3,1
n.d.
variação anual, em %, fim de período
-6,9
-6,4
-8,3
-6,3
-6,1
-6,4
-6,6
-5,9
-5,6
-4,4
-4,3
-4,9
n.d.
Agregados de crédito total a residentes concedidos por entidades
residentes e não residentes(6)
Crédito a sociedades não financeiras privadas
Do qual: Empréstimos concedidos por bancos residentes
Crédito a sociedades não financeiras públicas que não consolidam
nas administrações públicas(7)
Do qual: Empréstimos concedidos por bancos residentes
Crédito a particulares
Crédito a particulares para aquisição de habitação
Crédito a particulares para consumo e outros fins
Financiamento das administrações públicas
variação anual, em %, fim de período
5,8
-11,7
-10,4
-9,6
-2,8
-18,4
-17,9
-18,5
-17,8
-18,1
-18,1
-17,6
n.d.
variação anual, em %, fim de período
-8,8
24,0
29,1
27,9
-0,3
-29,1
-27,4
-26,4
-26,2
-26,8
-27,3
-24,1
n.d.
variação anual, em %, fim de período
-3,3
-2,7
-3,0
-1,5
-3,4
-3,3
-3,8
-4,2
-4,3
-4,5
-4,8
-4,9
n.d.
variação anual, em %, fim de período
-3,4
-3,8
-4,0
-3,8
-3,8
-3,7
-3,7
-3,6
-3,6
-3,6
-3,8
-3,8
n.d.
variação anual, em %, fim de período
-1,5
0,9
0,2
5,7
-2,0
-1,9
-2,8
-4,6
-5,1
-6,1
-6,8
-7,1
n.d.
5015
3436
3543
5323
1232
3777
6411
9870
9128
8422
9700
n.d.
n.d.
106Euros, val. acumulados
Fontes: NYSE Euronext, Thomson Reuters e Banco de Portugal.
Notas: (1) Calculadas como médias de taxas de juro sobre saldos de empréstimos e depósitos de IFM, denominados em euros, face a residentes da área do euro, para cada setor e / ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderadas pelos respetivos montantes em dívida em final de mês.
(2) Exclui responsabilidades à vista, depósitos com pré-aviso e acordos de recompra. (3) Valores retirados da Thomson Reuters (hora de fecho). (4) Inclui depósitos de residentes e de não residentes e exclui depósitos e equiparados com prazo acordado superior a 2 anos de outros intermediários financeiros e auxiliares
financeiros residentes. (5) As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos a residentes concedidos por bancos residentes, em fim de mês, ajustados de operações de titularização e transações mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações,
de abatimentos ao ativo e de reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são adicionalmente ajustados do efeito de vendas de carteiras de crédito. A evolução das taxas de variação de alguns agregados de crédito foi significativamente afetada no mês de abril pela amortização de uma parcela
significativa de empréstimos bancários por parte de algumas empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (CP, Carris e STCP). (6) Taxas de variação anual dos saldos em fim de período, numa ótica consolidada, i.e., excluindo operações entre entidades do mesmo setor institucional. São
incluídos empréstimos concedidos, títulos emitidos e créditos comerciais. As séries encontram-se ajustadas de operações de titularização, reclassificações, abatimentos ao ativo e reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são ajustados do efeito de vendas de carteiras de crédito. A evolução das
taxas de variação de alguns agregados de crédito foi significativamente afetada no mês de abril pela amortização de uma parcela significativa de empréstimos bancários por parte de algumas empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (CP, Carris e STCP). (7) As sociedades não financeiras
públicas que não consolidam nas administrações públicas estão incluídas no agregado estatístico das sociedades não financeiras e, por conseguinte, no agregado estatístico do setor privado não financeiro.
Download

Indicadores de Conjuntura - Janeiro 2015