INDICADORES DE CONJUNTURA 1|2015 Lisboa, 2015 • www.bportugal.pt INDICADORES DE CONJUNTURA • 1 | 2015 • Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71 | 1150-012 Lisboa • www.bportugal.pt • Edição Departamento de Estudos Económicos • Design Departamento de Serviços de Apoio | Serviço de Edições e Publicações • ISSN 2182-0325 (online) Janeiro 2015 ENQUADRAMENTO DA ECONOMIA PORTUGUESA As taxas de juro do mercado monetário do cento face ao nível verificado no final do mês euro desceram marginalmente em dezembro. de novembro (redução de 29,0 por cento em No dia 12 de janeiro, as taxas de juro Euribor euros). situavam-se em 0,01 por cento no prazo de 1 mês, 0,07 por cento nos 3 meses, 0,17 por cento nos 6 meses e 0,32 por cento nos 12 meses, o que corresponde a uma redução de 1 ponto base (p.b.) em todas as maturidades face ao final do mês de novembro. A taxa de câmbio efetiva nominal do euro depreciou 2,3 por cento entre o final de novembro e o dia 12 de janeiro. Esta evolução refletiu depreciações de 5,4 por cento face ao dólar, 4,8 por cento em relação ao iene, 2,0 por cento face à libra esterlina e 0,1 por cento face ao franco suíço. De acordo com a estimativa preliminar do Eurostat, a taxa de variação homóloga do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) da área do euro foi de -0,2 por cento em dezembro, após 0,3 por cento em novembro. Esta evolução refletiu uma diminuição expressiva dos preços da energia (-6,3 por cento em termos homólogos, que compara com uma taxa de -2,6 por cento em novembro), ao passo que o preço dos bens alimentares e dos bens industriais não-energéticos registaram taxas de variação de 0,0 por cento (após 0,5 e -0,1 por cento, respetivamente). Por seu lado, O preço internacional do petróleo voltou a o crescimento dos preços dos serviços mante- descer acentuadamente em dezembro. No ve-se em 1,2 por cento. Excluindo os bens ali- dia 12 de janeiro, o preço do barril de Brent mentares e os energéticos, o IHPC da área do situava-se em 49,9 dólares (42,3 euros), o euro subiu 0,1 pontos percentuais (p.p.) para que representa uma redução de 32,9 por 0,8 por cento. ECONOMIA PORTUGUESA Em dezembro de 2014, o indicador coinci- Relativamente ao consumo privado, no tri- dente mensal para a evolução homóloga mestre terminado em novembro de 2014, o tendencial da atividade económica, calcula- índice de volume de negócios no comércio a do pelo Banco de Portugal, estabilizou face ao retalho2, divulgado pelo INE, registou uma taxa mês anterior. No mesmo período, o indicador de variação homóloga de 1,0 por cento em ter- coincidente mensal para a evolução homólo- mos reais, após o aumento de 1,4 por cento ga tendencial do consumo privado, calculado no terceiro trimestre do ano. No quarto tri- pelo Banco de Portugal, registou uma diminui- mestre de 2014, as vendas de veículos ligeiros ção face ao mês anterior . de passageiros, incluindo veículos todo-o-ter- De acordo com os Inquéritos de Opinião da reno, aumentaram 33,5 por cento, em termos 1 Comissão Europeia, no quarto trimestre de homólogos, após uma variação de 29,8 por 2014, o indicador de sentimento económico cento no terceiro trimestre do ano. registou um aumento relativamente ao ter- Relativamente à formação bruta de capital ceiro trimestre do ano. Esta evolução refletiu fixo, no quarto trimestre de 2014, as ven- melhorias nos indicadores de confiança dos das de veículos comerciais ligeiros aumenta- consumidores e na construção, registando-se ram 19,8 por cento, em termos homólogos uma relativa estabilização dos indicadores de (59,5 por cento no terceiro trimestre), enquan- confiança nos setores da indústria transforma- to as vendas de veículos comerciais pesados dora, dos serviços e do comércio a retalho. registaram um aumento de 10,7 por cento 3 4 BANCO DE PORTUGAL • Indicadores de Conjuntura (41,9 por cento no terceiro trimestre). No mesmo período, as vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno diminuíram 7,9 por cento, em termos homólogos, após uma queda de 8,9 por cento no terceiro trimestre do ano. No trimestre terminado em novembro de 2014, as importações nominais de bens de equipamento excluindo material de transporte aumentaram 8,5 por cento, após um crescimento homólogo de 7,9 por cento no terceiro trimestre de 2014. Segundo a informação relativa ao comércio internacional de bens, divulgada pelo INE, em novembro de 2014 as exportações nominais diminuíram 0,4 por cento em termos homólogos, enquanto as importações aumentaram 2,8 por cento. No mesmo período, as exportações excluindo combustíveis diminuíram 0,1 por cento enquanto as importações cresceram 5,4 por cento. Em termos acumulados desde o início do ano, as exportações registaram um crescimento de 1,7 por cento face a igual período do ano anterior e as importações aumentaram 3,3 por cento. No mesmo período, e excluindo combustíveis, as exportações e as importações aumentaram 4,1 e 6,7 por cento, respetivamente. Relativamente ao comércio internacional de serviços, em outubro de 2014 as exportações e as importações aumentaram 8,7 e 11,0 por cento em termos homólogos, respetivamente. Em termos acumulados desde o início do ano, as exportações de serviços registaram um aumento de 6,1 por cento face a igual período do ano anterior, enquanto as importações aumentaram 9,4 por cento. Em dezembro de 2014, o IHPC registou uma variação homóloga de -0,3 por cento, diminuindo 0,4 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior. A taxa de variação anual diminuiu 0,1 p.p., situando-se em -0,2 por cento. A variação homóloga refletiu uma queda dos preços dos bens, que mais do que compen- No período de janeiro a outubro de 2014, o excedente conjunto das balanças corrente e de capital ascendeu a 3397,1 milhões de euros, o que representa um aumento de 561,8 milhões de euros face ao registado no mesmo período de 2013. Esta evolução refletiu um aumento de 824,6 milhões de euros do excedente da balança corrente, que mais do que compensou a diminuição de 262,7 milhões de euros do excedente da balança de capital. O aumento do excedente da balança corrente resultou da melhoria dos saldos das balanças de serviços e de rendimentos primário e secundário, que mais do que compensou o aumento do défice da balança de bens face ao período homólogo. A 23 de dezembro, o INE publicou as Contas Nacionais trimestrais do setor das administrações públicas referentes ao terceiro trimestre de 2014. Segundo a informação divulgada, o défice das administrações públicas situou-se em 4,9 por cento do PIB nos primeiros nove meses de 20143. Contudo, excluindo os efeitos pontuais resultantes das operações de financiamento do Estado à Carris e à STCP e da assunção de perdas associadas ao BPN Crédito, o défice neste período foi de 3,9 por cento, o que compara com um défice de 4,4 por cento registado no período homólogo de 2013, igualmente excluindo os efeitos pontuais, neste caso associados à reclassificação do aumento de capital no Banif. Em termos homólogos, a receita total das administrações públicas em contabilidade nacional registou um aumento de 3,3 por cento, refletindo essencialmente a evolução da receita dos impostos sobre a produção e importação (+7,4 por cento) e dos impostos sobre o rendimento e património (+5,8 por cento). A despesa corrente primária também registou um aumento, embora bastante mais moderado (+1,2 por cento), fundamentalmente em resultado do crescimento das despesas com pessoal (+1,0 por cento) e com prestações sociais (+1,9 por cento). mesmo período, o IPC apresentou uma varia- De acordo com a Síntese da Execução Orçamental da Direção Geral do Orçamento de novembro de 2014, o défice das adminis- ção homóloga de -0,4 por cento, enquanto a trações públicas em contabilidade pública até taxa de variação anual diminuiu 0,1 p.p., para novembro ascendeu a 6420 milhões de euros, -0,3 por cento. continuando a situar-se significativamente sou o aumento dos preços dos serviços. No Janeiro 2015 abaixo do observado no período homólogo de cento). De destacar, em particular, a despesa 2013 (9186 milhões de euros). com remunerações certas e permanentes A receita fiscal do Estado aumentou 6,2 por que apresentou uma redução de 2,8 por cento entre janeiro e novembro de 2014 face a igual período do ano anterior (6,6 por cento corrigindo do efeito base associado ao montante do perdão fiscal registado em novembro de 2013). Esta evolução representa uma desaceleração face ao crescimento verificado até outubro (6,8 por cento), em virtude da evolução da receita dos impostos diretos, que aumentou 6,4 por cento (7,9 por cento 4 até outubro). Em igual período, o crescimento da receita de impostos indiretos foi de 6,0 por cento, um valor próximo do observado até outubro. O crescimento da coleta dos impostos diretos reflete a evolução da receita do IRS, que apresentou um crescimento de 9,0 por cento em termos homólogos nos primeiros 11 meses de 20145, enquanto a cobrança do IRC diminuiu 5,0 por cento. No que respeita aos impostos indiretos, a coleta do IVA apresentou até novembro uma taxa de crescimento elevada (7,0 por cento), mantendo-se a tendência de forte queda dos reembolsos evidenciada até outubro. Adicionalmente, a cobrança da generalidade dos restantes impostos indiretos continuou a apresentar cento, invertendo o crescimento observado até ao mês anterior. Esta evolução advém, designadamente, do diferente perfil de pagamento do subsídio de férias aos trabalhadores das administrações públicas em 2013 e 2014. Relativamente à despesa com aquisição de bens e serviços e ao investimento, observaram-se, até novembro, reduções de 3,5 e 31,5 por cento, respetivamente. A despesa com pensões do Regime Geral da Segurança Social aumentou 2,8 por cento, mantendo-se a tendência de desaceleração observada nos três meses anteriores, enquanto a despesa com a generalidade das restantes prestações sociais continuou a decrescer, com destaque para a despesa com o pagamento de subsídios de desemprego e apoio ao emprego, que recuou 17,8 por cento até novembro. Finalmente, a despesa com pensões e abonos da responsabilidade da Caixa Geral de Aposentações aumentou até novembro 1,5 por cento, tendo desacelerado fortemente em comparação com a execução até outubro (8,3 por cento), em virtude do efeito base associado ao pagamento de parte dos subsídios de férias aos pensionis- taxas de crescimento elevadas, com destaque tas deste subsistema, em novembro de 2013. para os impostos sobre veículos e sobre o Em novembro, a taxa de variação anual do tabaco que aumentaram 33,7 e 7,7 por cen- crédito total ao setor privado não financeiro to, respetivamente, no período em análise. residente concedido por entidades residentes De destacar que a receita do imposto sobre e não residentes manteve-se inalterada em produtos petrolíferos e energéticos apresen- -4,2 por cento7,8. Esta evolução tem subjacente tou um ligeiro aumento até novembro e que uma estabilização da taxa de variação anual do a contração na receita do imposto de selo crédito total a sociedades não financeiras (em neste período (-3,2 por cento) foi bastante -3,7 por cento) e uma diminuição marginal da menos expressiva do que até outubro (-6,7 taxa de variação anual do crédito total a parti- por cento). Relativamente à receita das con- culares (de -4,8 para -4,9 por cento). tribuições para o Regime Geral da Segurança Relativamente ao crédito a sociedades não Social observou-se uma ligeira desaceleração face ao verificado até outubro (de 3,3 para 3,1 por cento). financeiras, observou-se uma estabilização da taxa de variação anual do crédito total a sociedades não financeiras privadas (em -3,1 por Entre janeiro e novembro de 2014, a despe- cento) e um aumento da taxa de variação sa primária das administrações públicas6 anual do crédito total a sociedades não finan- diminuiu 2,4 por cento face a igual período ceiras públicas que não consolidam nas admi- do ano anterior, intensificando a tendência nistrações públicas (de -18,1 para -17,6 por de queda verificada até outubro (-0,9 por cento)9,10. No que se refere ao crédito a 5 6 BANCO DE PORTUGAL • Indicadores de Conjuntura particulares, observou-se uma estabilização prazo até 2 anos diminuiu 5 p.b., para 1,61 por da taxa de variação anual do crédito total para cento, enquanto a taxa relativa aos depósitos aquisição de habitação (em -3,8 por cento) e com prazo superior a 2 anos diminuiu 7 p.b., uma diminuição da taxa de variação anual do para 2,67 por cento. crédito total para consumo e outros fins (de Em novembro, a taxa de juro média sobre -6,8 para -7,1 por cento). novas operações de empréstimos a socieda- Em novembro, a taxa de variação anual dos des não financeiras diminuiu face ao observa- empréstimos concedidos ao setor não do em outubro (de 4,76 para 4,63 por cento). monetário residente (excluindo administra- No que diz respeito à taxa de juro média sobre ções públicas) por bancos residentes dimi- novas operações de empréstimos a particula- nuiu de -4,4 para -4,6 por cento . Esta evolu- res para aquisição de habitação registou-se ção resulta de uma diminuição, quer da taxa uma estabilização (em 3,01 por cento). Por de variação anual dos empréstimos a institui- seu turno, a taxa de juro de empréstimos a ções financeiras não monetárias (de -3,6 para particulares para consumo e outros fins regis- -5,4 por cento), quer da taxa de variação anual tou um aumento (de 6,90 para 7,21 por cen- dos empréstimos ao setor privado não finan- to). Relativamente à taxa de juro sobre novos ceiro (de -4,4 para -4,6 por cento). Por seu depósitos a prazo de sociedades não finan- 11 turno, esta evolução reflete uma diminuição ceiras e particulares, observou-se um ligeiro da taxa de variação anual dos empréstimos aumento, passando de 1,02 para 1,05 por a sociedades não financeiras (de -5,1 para cento. -5,6 por cento) e um aumento marginal da taxa Em dezembro, a taxa de rendibilidade das de variação anual dos empréstimos a particulares (de -4,0 para -3,9 por cento). A taxa de variação dos empréstimos a particulares para aquisição de habitação manteve-se inalterada em -3,9 por cento, enquanto a taxa de variação anual dos empréstimos para consumo e outros fins aumentou de -4,6 para -3,9 por cento. obrigações do Tesouro com maturidade residual de 10 anos diminuiu 16 p.b. face ao nível observado no final do mês anterior, situando-se em 2,69 por cento. No mesmo período, o diferencial face à taxa de rendibilidade das obrigações alemãs de maturidade comparável permaneceu inalterada em 215 p.b.. No decurso de janeiro, a taxa de rendibilidade da Em novembro, a taxa de variação em termos dívida pública portuguesa diminuiu, situando- homólogos dos depósitos bancários do setor -se em 2,60 por cento no dia 12 deste mês. privado não monetário em bancos diminuiu O diferencial face à taxa de rendibilidade das de 2,8 para 2,4 por cento . No mesmo senti- obrigações alemãs diminuiu para 213 p.b. no do, a taxa de variação homóloga dos depósitos mesmo período. de particulares diminuiu de 1,0 para 0,5 por Em dezembro, o índice PSI Geral registou, em 12 cento. valores de fim de período, uma desvalorização Em novembro, observou-se uma diminui- de 7,0 por cento relativamente ao mês ante- ção da taxa de juro média sobre saldos de rior, tendo acumulado uma desvalorização de empréstimos a sociedades não financeiras, de 21,2 por cento em termos homólogos. O índi- 4,01 para 3,96 por cento. No que se refere aos ce Dow Jones Euro Stoxx registou uma desvalo- empréstimos a particulares, observou-se uma rização de 2,7 por cento face ao mês anterior, ligeira diminuição da taxa de juro de emprésti- tendo acumulado uma valorização de 1,4 por mos para aquisição de habitação (de 1,46 para cento em termos homólogos. Entre o final de 1,43 por cento) e uma estabilização virtual nos dezembro e o dia 12 de janeiro, o índice bolsis- empréstimos para consumo e outros fins (de ta português registou uma desvalorização de 8,18 para 8,17 por cento)13. No que diz respei- 1,9 por cento. to às operações passivas, a taxa de juro média sobre saldos de depósitos e equiparados com Janeiro 2015 Notas 1. As metodologias destes indicadores podem ser consultadas em “Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa”, Boletim Económico Junho 2004 e “Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal”, Boletim Económico Outono 2005. Importa salientar que os indicadores coincidentes mensais calculados pelo Banco de Portugal, por definição, não têm componente irregular pelo que apresentam um perfil alisado e portanto não se destinam a captar em cada momento do tempo a evolução da taxa de variação homóloga da respetiva variável de referência. 2. Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos. 3. O comunicado do INE clarifica que o défice agora apurado não inclui qualquer impacto da recapitalização do Novo Banco. 4. Note-se que a evolução da receita da tributação direta do Estado em 2014 se encontra influenciada por duas alterações contabilísticas. Por um lado, a receita de IRS do Estado passou a incluir, em 2014, o valor da transferência para os municípios. Por outro lado, passou a estar registado nesta rubrica o montante correspondente à cobrança da Contribuição sobre o Setor Bancário, que em 2013 se encontrava inscrito nas “outras receitas correntes”. Até novembro, o aumento homólogo da receita de impostos diretos corrigida destes efeitos cifra-se em 3,2 por cento. 5. A taxa de crescimento da receita de IRS corrigida do efeito do diferente tratamento da transferência para os municípios situou-se em 6,1 por cento até novembro. 6. Em termos consolidados, i.e., excluindo transferências correntes e de capital para outros subsetores. 7. A informação relativa à evolução do crédito total a sociedades não financeiras públicas que não consolidam nas administrações públicas, encontram-se fortemente afetadas pelas alterações introduzidas pelo SEC 2010. 8. Taxas de variação anual dos saldos em fim de período, numa ótica consolidada, i.e,. excluindo operações entre entidades do mesmo setor institucional. São incluídos empréstimos concedidos, títulos emitidos e créditos comerciais. As séries encontram-se ajustadas de operações de titularização, reclassificações, abatimentos ao ativo e reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são adicionalmente ajustados do efeito de vendas de carteiras de crédito. 9. As sociedades não financeiras públicas que não consolidam nas administrações públicas estão incluídas no agregado estatístico das sociedades não financeiras e, por conseguinte, no agregado estatístico do setor privado não financeiro. 10. A evolução das taxas de variação de alguns destes agregados de crédito está significativamente afetada pela amortização de uma parcela significativa de empréstimos bancários por parte de algumas empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (CP, Carris e STCP) realizada em abril de 2014. 11. As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos a residentes concedidos por bancos residentes, em fim de mês, ajustados de operações de titularização e transações mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de abatimentos ao ativo e reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são adicionalmente ajustados do efeito de vendas de carteiras de crédito. 12. Inclui depósitos de residentes e de não residentes e exclui depósitos e equiparados com prazo acordado superior a 2 anos de outros intermediários financeiros e auxiliares financeiros residentes. 13. As taxas de juro são calculadas como médias de taxas de juro de empréstimos e depósitos de instituições financeiras monetárias (IFM) denominados em euros, face a residentes da área do euro, para cada setor e/ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderadas pelos respetivos montantes em dívida em final de mês. 7 8 Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura Enquadramento da economia portuguesa | Indicadores de atividade, mercado de trabalho e inflação Produto interno bruto • Taxa de variação homóloga Taxa de desemprego 14 13 12 12 11 China 8 6 Em percentagem - v.c.s. Japão 4 EUA 2 0 -2 Área do euro Reino Unido -4 -6 8 Reino Unido * 7 6 5 Japão 4 2 1 -10 2009 2010 2011 2012 2013 0 2014 Fontes: Eurostat e Thomson Reuters. 2009 2010 2011 Fontes: Eurostat e Thomson Reuters. Nota: * Média móvel de 3 meses. 2012 2013 3 7 6 China 12 PIB 2 5 8 1 4 Em percentagem Reino Unido 3 Área do euro * 2 1 EUA 0 -1 Japão -2 -3 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Produto interno bruto e produção industrial na área do euro • Taxa de variação homóloga Preços no consumidor • Taxa de variação homóloga Em percentagem EUA 9 3 -8 4 0 0 IPI (esc. direita) -1 -4 -2 -8 -3 -12 -4 -16 -5 -20 -6 2014 Fontes: Eurostat e Thomson Reuters. Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1. -24 2009 Fonte: Eurostat. 2010 2011 2012 2013 2014 Índice harmonizado de preços no consumidor na área do euro • Taxa de variação homóloga Indicadores de confiança na área do euro 3,5 15 10 3,0 Serviços 5 Total 2,5 0 Indústria -5 Em percentagem Saldos de respostas extremas - v.c.s. Área do euro 10 Média móvel 3 meses, em percentagem Em percentagem 10 -10 -15 -20 Consumidores -25 2,0 1,5 Total excluindo bens alimentares não transformados e energéticos 1,0 0,5 0,0 -30 -0,5 -35 -1,0 -40 2009 Fonte: Comissão Europeia. 2010 2011 2012 2013 2014 2009 2010 Fonte: Eurostat. Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1. 2011 2012 2013 2014 Janeiro 2015 9 Enquadramento da economia portuguesa | Indicadores monetários e financeiros Taxas de juro de intervenção do BCE Evolução dos empréstimos na área do euro 2,5 Em percentagem 1,5 1,0 0,5 2,0 7 Jul. Operações principais de 7 Abr. 3 Nov. refinanciamento 4 Dez. 5 Jul. 2 Mai. Facilidade de depósito 7 Nov. 0,0 5 Jun. 4 Set. Fonte: BCE. Nota: Data de anúncio da alteração. Curva de rendimentos do mercado monetário na área do euro Setor privado não monetário* -1,0 -2,0 Sociedades não financeiras Taxa de juro de longo prazo na área do euro 5,0 4,5 0,35 4,0 0,30 3,5 0,25 Em percentagem Em percentagem 0,0 -4,0 Jan.10 Jul.10 Jan.11 Jul.11 Jan.12 Jul.12 Jan.13 Jul.13 Jan.14 Jul.14 Fonte: BCE. Nota: * Ver nota (3) do Quadro 2. 0,40 28-Nov-2014 0,20 31-Dez-2014 0,15 0,10 3,0 2,5 2,0 Taxa de rendibilidade das obrigações da dívida pública a 10 anos 1,5 1,0 0,05 0,5 0,00 1 mês Fonte: Thomson Reuters. 3 meses 6 meses 12 meses Taxa de câmbio nominal efetiva do euro e taxas de câmbio face ao dólar e ao iene • Índice, 4 janeiro 2010=100 0,0 jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14 Fonte: Thomson Reuters. Nota: Valores diários. Índices de cotações de ações • Índice, 4 janeiro 2010=100 190 115 105 1,0 -3,0 -0,5 jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14 110 Famílias 3,0 Em percentagem 2,0 4,0 Facilidade de cedência de liquidez 180 Taxa de câmbio nominal efetiva 170 Dólar Iene 100 95 90 85 80 75 70 jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14 Fonte: BCE. Nota: Valores diários. 160 150 140 130 S&P 500 120 110 100 90 Nikkei 225 Dow Jones EURO STOXX 80 70 jan.10 jul.10 jan.11 jul.11 jan.12 jul.12 jan.13 jul.13 jan.14 jul.14 Fonte: Bloomberg. Nota: Valores diários. Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura 10 Portugal | Indicadores de atividade, mercado de trabalho e inflação Indicadores coincidentes da atividade e do consumo privado • Taxa de variação homóloga Indicadores de confiança 7 6 0 -10 4 -30 -40 -50 2 1 0 -1 -2 -3 -4 Consumidores -60 -5 -6 -7 -70 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 86 2014 Fonte: Comissão Europeia. 18 17 4,0 2 0 2,5 -1 -2 -3 Em percentagem 3,0 96 98 00 02 04 06 08 10 12 14 -4 Taxa de desemprego -5 -6 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 -0,5 Taxa de variação média -1,0 -1,5 -2,0 2009 Fonte: INE. 2010 2011 2012 2013 2014 Preços dos bens e dos serviços (IHPC) • Taxa de variação homóloga 6 5 Bens 5 Portugal 4 4 3 Serviços Área do Euro Em percentagem 3 Diferencial (p.p.) 2 1 0 -1 0 -2 -1 Diferencial (p.p.) -3 -2 2009 Fonte: Eurostat. 94 Taxa de variação homóloga 3,5 1 Em percentagem Emprego (esc. direita) Índice harmonizado de preços no consumidor • Taxa de variação homóloga 1 92 4,5 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 Fonte: INE. Nota: O INE introduziu uma nova metodologia no Inquérito ao Emprego no primeiro trimestre de 2011. Os resultados não são comparáveis com os obtidos com a anterior metodologia. 2 90 Índice harmonizado de preços no consumidor 3 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 88 Fonte: Cálculos do Banco de Portugal. Nota: Ver notas (3) e (4) do Quadro 4. Emprego (taxa de variação homóloga) e taxa de desemprego Em percentagem Consumo 3 -20 Em percentagem Atividade 5 Indústria Em percentagem Saldos de respostas extremas - v.c.s. 10 2010 2011 2012 2013 2014 -4 2009 Fonte: Eurostat. 2010 2011 2012 2013 2014 11 Janeiro 2015 Quadro 1 • Área do Euro | Indicadores de atividade, mercado de trabalho e inflação Até 2013 2014 ao v.a. mês CONTAS NACIONAIS Produto Interno Bruto (PIB) (t.v.h.) Consumo Privado Consumo Público Formação Bruta de Capital Fixo Exportações(2) Importações(2) Contributos para a t.v.h. do PIB (p.p.) Procura Interna (excluindo variação de existências) Variação de Existências Procura Externa Líquida INDICADORES DE ATIVIDADE Índice de Produção Industrial (t.v.h.)(1) Total (exclui construção) Bens Intermédios Bens de Consumo Bens de Investimento Energia Indústria Transformadora Vendas a Retalho (volume) (t.v.h.)(1) Indicadores de Confiança (v.c.s.) Indicador de Sentimento Económico (índice 1990-2012=100) Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.) Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.) Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.) Indicador de Confiança no Comércio a Retalho (s.r.e.) Indicador de Confiança nos Serviços (s.r.e.) MERCADO DE TRABALHO Emprego (t.v.h.) Taxa de desemprego (%) (v.c.s.) Número de desempregados (t.v.h.) INFLAÇÃO Índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) – Total(3) Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Taxa de variação média Principais agregados do IHPC (t.v.h.)(3) Bens Alimentares Não transformados Transformados Industriais Não energéticos Energéticos Serviços Total excluindo bens alimentares não transformados e energéticos Índice de preços no produtor – Indústria (exclui construção) (t.v.h.) Trimestre terminado em 2013 2014 IV I II III -0,4 -0,6 0,2 -2,4 2,1 1,2 0,4 0,2 0,6 -0,4 3,6 3,2 1,1 0,5 0,8 2,3 3,6 3,6 0,8 0,7 0,9 0,9 3,2 3,5 0,8 1,1 1,1 0,1 3,3 3,1 -0,8 -0,1 0,4 0,1 0,0 0,2 0,9 0,0 0,2 0,8 0,0 0,0 0,9 -0,3 0,2 IV 2014 2013 2014 Set. Out. Nov. Dez. Dez. Jan. 1,6 3,3 0,2 2,1 -2,2 2,1 0,3 2,1 3,2 0,7 5,4 -4,4 3,2 0,7 1,9 3,6 3,9 4,0 -8,5 3,6 1,2 0,4 2,5 2,5 2,4 -11,0 2,4 1,2 100,4 -14 -3 -26 -5 0 101,0 -12 -4 -30 -4 2 101,2 -13 -4 -29 -3 3 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. 1,6 3,5 5,8 1,2 -8,2 3,1 1,4 0,8 0,4 3,1 1,7 -4,1 1,5 0,5 0,0 0,3 1,6 0,2 -4,0 0,6 2,0 1,6 1,5 2,0 4,1 -4,9 2,6 0,7 -0,6 -0,1 2,2 -1,9 -3,0 -0,1 1,5 0,1 -0,4 0,7 1,4 -3,5 0,6 0,7 0,7 -0,5 3,2 1,5 -2,5 1,3 1,7 1,3 102,5 -9 -3 -29 -3 5 102,0 -9 -4 -30 -3 4 102,6 -7 -3 -30 -3 4 102,1 -8 -4 -32 -2 4 102,2 -8 -4 -28 -2 4 100,6 -10 -5 -28 -5 3 99,9 -11 -6 -28 -7 3 100,7 -11 -5 -25 -6 4 100,7 -12 -4 -26 -6 4 (1) -0,7 -1,0 -0,4 -0,6 -0,9 -0,7 -0,9 0,9 1,4 2,6 2,0 -5,5 1,9 1,2 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Nov. 1,5 2,6 0,5 2,5 -1,6 1,9 0,4 1,5 3,1 2,3 3,9 -8,0 3,0 1,0 0,8 1,4 3,5 1,0 -5,5 1,7 1,3 0,4 0,3 1,7 1,2 -3,8 1,0 1,0 93,8 -19 -9 -30 -12 -6 101,4 -10 -4 -28 -4 4 Dez. Dez. Dez. Dez. Dez. Dez. 99,1 -14 -4 -29 -7 -1 101,6 -11 -4 -29 -3 3 102,2 -8 -4 -31 -2 4 100,9 -10 -5 -28 -5 3 -0,8 12,0 5,7 11,6 -3,1 Nov. Nov. -0,4 11,9 0,9 0,0 11,8 -1,8 0,4 11,6 -3,6 0,5 Nov. 0,8 0,7 -0,1 0,5 -0,8 1,3 -0,4 0,1 -1,5 1,2 0,9 -1,4 Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. 0,5 1,8 1,3 2,1 -0,1 0,3 -0,9 1,2 1,0 -1,1 0,3 1,4 0,7 1,8 -0,3 0,3 -1,9 1,2 1,0 -1,6 1,4 1,3 2,7 3,5 2,2 0,6 0,6 0,6 1,4 1,3 -0,2 0,4 0,3 1,7 1,2 -3,8 1,0 1,0 0,1 -0,3 2,0 0,3 -3,0 0,6 1,3 1,2 100,9 -10 -5 -28 -5 3 100,4 -11 -5 -27 -6 4 100,4 -11 -5 -26 -7 4 0,6 11,5 -4,0 11,5 -4,0 11,5 -3,8 11,5 -3,3 11,8 -0,2 11,8 -1,3 11,8 -1,8 11,7 -2,3 11,6 -3,2 11,6 -3,5 11,5 -4,1 11,6 -3,5 11,5 -4,2 11,5 -4,1 11,5 -3,1 11,5 -2,8 0,6 0,4 0,4 0,4 0,3 0,3 0,8 1,4 -1,1 0,8 1,3 0,3 0,7 1,2 0,9 0,5 1,1 0,2 0,7 1,0 -0,1 0,5 0,9 0,1 0,5 0,8 -0,7 0,4 0,7 0,1 0,4 0,7 0,4 0,3 0,6 -0,1 0,4 0,6 -0,2 0,3 0,5 0,0 0,2 -1,8 1,5 -0,1 0,0 -0,4 1,3 0,9 -1,1 -0,3 -0,1 -2,0 1,0 -0,4 0,1 -1,8 1,2 0,9 -1,4 -0,3 -0,1 -2,0 1,0 -0,4 0,1 -1,8 1,2 0,9 -1,4 -0,3 0,2 -1,1 0,9 -0,5 0,1 -2,1 1,2 0,8 -1,4 -0,3 0,4 -0,2 0,8 -0,7 0,0 -2,3 1,2 0,7 -1,5 0,7 1,8 1,5 2,0 0,2 0,3 0,0 1,0 0,9 -0,7 0,5 1,7 1,3 2,0 -0,2 0,2 -1,2 1,2 1,0 -1,3 0,3 1,5 0,9 1,8 -0,4 0,4 -2,3 1,3 1,1 -1,7 0,0 1,0 -0,1 1,7 -0,5 0,2 -2,1 1,1 0,9 -1,7 0,1 0,7 -0,7 1,6 -0,3 0,1 -1,2 1,6 1,1 -1,3 0,0 0,1 -2,1 1,5 0,0 0,0 0,0 1,1 0,8 -1,1 -0,1 -0,2 -2,8 1,4 0,0 -0,1 0,1 1,3 0,8 -0,9 -0,3 -0,3 -2,6 1,1 -0,3 0,0 -1,0 1,3 0,8 -1,3 -0,3 -0,3 -2,4 1,0 -0,4 0,3 -2,0 1,3 0,9 -1,5 -0,3 0,3 -0,9 1,0 -0,6 0,2 -2,3 1,1 0,8 -1,5 -0,2 0,5 0,0 0,8 -0,6 -0,1 -2,0 1,2 0,7 -1,3 -0,4 0,5 0,2 0,6 -0,8 -0,1 -2,6 1,2 0,7 -1,6 100,7 -11 -5 -25 -6 5 100,7 -11 -5 -25 -6 5 100,7 -11 -5 -26 -5 6 Fontes: Comissão Europeia, Eurostat e cálculos do Banco de Portugal. Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; p.p. – pontos percentuais; v.c.s. – valores corrigidos de sazonalidade; s.r.e. – saldos de respostas extremas. (1) Corrigido de variações no número de dias úteis. (2) Inclui o comércio entre países participantes na área do euro. (3) Inclui os países pertencentes à área do euro em cada momento do tempo. Em janeiro de 2011, o Eurostat introduziu uma nova metodologia para o tratamento de bens sazonais no cálculo do IHPC. O impacto no IHPC total da área do euro não é significativo mas pode ser em alguns agregados, nomeadamente nos alimentares não transformados e nos industriais não energéticos. 12 Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura Quadro 2 • Área do Euro | Principais indicadores monetários e financeiros Unidades Taxas de câmbio do euro Dólar Iene Índice de taxa de câmbio nominal efetiva(1) 2012 2013 Dez. Mar. 2014 Jun. Set. Dez. Mar. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. dólares, valores médios 1,312 1,296 1,319 1,335 1,370 1,382 1,359 1,354 1,332 1,290 1,267 1,247 1,233 dólares, fim de período 1,319 1,281 1,308 1,351 1,379 1,379 1,366 1,338 1,319 1,258 1,252 1,248 1,214 ienes, valores médios 109,7 123,0 128,4 132,4 141,7 141,5 138,7 137,7 137,1 138,4 136,9 145,0 147,1 ienes, fim de período 113,6 120,9 129,4 131,8 144,7 142,4 138,4 137,7 137,1 138,1 140,2 147,7 145,2 1999-T1=100, valores médios 98,7 100,2 101,6 102,0 103,9 104,6 103,0 102,6 101,9 100,4 99,6 99,5 99,6 1999-T1=100, fim de período 99,2 99,4 101,6 102,2 104,1 104,5 103,1 102,1 101,3 99,0 99,3 99,9 98,8 Taxas de juro Taxas de intervenção do Eurosistema Operações principais de refinanciamento em %, fim de período 0,75 0,75 0,50 0,50 0,25 0,25 0,15 0,15 0,15 0,05 0,05 0,05 0,05 Facilidade permanente de cedência de liquidez em %, fim de período 1,50 1,50 1,00 1,00 0,75 0,75 0,40 0,40 0,40 0,30 0,30 0,30 0,30 Facilidade permanente de depósito em %, fim de período 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -0,10 -0,10 -0,10 -0,20 -0,20 -0,20 -0,20 Taxas de rendibilidade das obrigações de dívida pública 10 anos em %, valores médios 2,67 2,68 2,75 2,94 2,78 2,34 1,97 1,84 1,64 1,53 1,44 1,35 1,14 em %, fim de período 2,62 2,66 2,87 2,83 2,84 2,28 1,89 1,77 1,48 1,47 1,40 1,19 1,04 Mercados bolsistas e de matérias primas Índice Dow Jones Euro Stoxx Índice S&P 500 Brent em pontos, valores médios 259,9 270,6 268,3 290,6 305,3 317,0 331,5 322,3 311,3 324,0 304,2 315,7 320,3 em pontos, fim de período 260,8 266,1 263,1 292,9 314,3 323,4 326,1 314,7 319,6 322,0 313,3 327,6 319,7 em pontos, valores médios 1422,3 1550,8 1618,8 1687,2 1807,8 1863,5 1947,1 1973,1 1961,5 1993,2 1937,3 2044,6 2054,3 em pontos, fim de período 1426,2 1569,2 1606,3 1681,6 1848,4 1872,3 1960,2 1930,7 2003,4 1972,3 2018,1 2067,6 2058,9 em dólares, valores médios 109,3 109,7 103,3 111,7 110,7 107,9 111,9 108,4 103,2 98,9 88,5 80,5 64,0 em dólares, fim de período 110,6 109,5 102,6 109,0 111,6 108,0 113,5 107,1 102,4 96,5 86,3 74,4 57,3 Agregados monetários e de crédito(2) M3 em %, t.v.h. 3,5 2,5 2,4 2,0 1,0 1,0 1,6 1,8 2,0 2,5 2,5 3,1 Empréstimos ao setor privado não monetário(3) em %, t.v.h. -0,1 -0,3 -1,1 -1,6 -2,0 -2,0 -1,1 -1,0 -0,9 -0,6 -0,5 -0,2 Empréstimos às sociedades não financeiras(3) em %, t.v.h. -1,3 -1,3 -2,4 -2,8 -2,8 -3,1 -2,1 -2,2 -2,0 -1,8 -1,6 -1,3 Empréstimos às famílias(3) em %, t.v.h. 0,7 0,3 0,3 0,4 0,3 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,7 em %, t.v.h. 1,3 1,3 0,9 0,8 0,7 0,6 -0,4 -0,1 0,0 -0,2 -0,2 -0,2 Crédito à habitação Crédito ao consumo em %, t.v.h. -2,8 -3,5 -3,6 -2,3 -3,0 -1,9 -1,4 -1,6 -1,6 -1,1 0,1 0,1 Outro crédito em %, t.v.h. -0,6 -0,9 -1,2 -1,0 -1,6 -1,8 -1,4 -1,4 -1,7 -1,7 -1,8 -1,4 Fontes: BCE, Bloomberg e Thomson Reuters. Os dados têm subjacente a composição variável da área do euro, exceto para o índice de taxa de câmbio nominal efetiva. Notas: t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) ITCE-21. Cálculo do BCE. Uma variação positiva representa uma apreciação. (2) As taxas de crescimento dos agregados monetários e de crédito são calculadas com base no índice de stocks ajustado, utilizando fluxos mensais corrigidos de sazonalidade e de efeitos de calendário do fim do mês. (3) Corrigidos do desreconhecimento de empréstimos no balanço das IFM devido à sua venda ou titularização. Janeiro 2015 Quadro 3 • Área do Euro | Operações de política monetária do Eurosistema colocadas através de leilões(1), milhões de euros Data da colocação Tipo de operação Propostas (montantes) Colocação (montantes) Leilões de taxa de juro fixa (%) Prazo (dias) 08/07/2014 Principal 94 150 94 150 0,15 7 15/07/2014 Principal 99 908 99 908 0,15 7 22/07/2014 Principal 97 887 97 887 0,15 7 29/07/2014 Principal 133 304 133 304 0,15 30/07/2014 Prazo alargado 6786 6786 05/08/2014 Principal 107 922 107 922 0,15 7 12/08/2014 Principal 108 203 108 203 0,15 7 19/08/2014 Principal 107 612 107 612 0,15 7 26/08/2014 Principal 131 762 131 762 0,15 27/08/2014 Prazo alargado 7244 7244 02/09/2014 Principal 111 199 111 199 0,15 7 09/09/2014 Principal 110 702 110 702 0,05 7 16/09/2014 Principal 105 689 105 689 0,05 7 18/09/2014 Prazo alargado direccionadas 82 602 82 602 0,15 1463 0,05 23/09/2014 Principal 90 307 90 307 24/09/2014 Prazo alargado 10 971 10 971 7 91 7 91 7 84 30/09/2014 Principal 89 075 89 075 0,05 7 07/10/2014 Principal 84 212 84 212 0,05 7 14/10/2014 Principal 82 518 82 518 0,05 7 21/10/2014 Principal 92 918 92 918 0,05 7 28/10/2014 Principal 118 152 118 152 0,05 29/10/2014 Prazo alargado 10 161 10 161 7 91 04/11/2014 Principal 98 189 98 189 0,05 7 11/11/2014 Principal 98 421 98 421 0,05 7 18/11/2014 Principal 102 588 102 588 0,05 7 25/11/2014 Principal 114 304 114 304 0,05 26/11/2014 Prazo alargado 18 348 18 348 7 91 02/12/2014 Principal 98 046 98 046 0,05 09/12/2014 Principal 105 221 105 221 0,05 7 7 11/12/2014 Prazo alargado direccionadas 129 840 129 840 0,15 1379 0,05 16/12/2014 Principal 99 027 99 027 17/12/2014 Prazo alargado 22 349 22 349 22/12/2014 Principal 119 162 119 162 0,05 7 30/12/2014 Principal 156 129 156 129 0,05 7 Fonte: BCE. Notas: (1) Consideram-se apenas operações denominadas em euros. 6 98 13 14 Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura Quadro 4 • Portugal | Contas nacionais, indicadores de atividade, consumo e investimento Até 2013 2014 ao v.a. mês CONTAS NACIONAIS Taxa de variação homóloga em volume Produto Interno Bruto Consumo Privado Consumo Público Formação Bruta de Capital Fixo Exportações Importações Contributos para a taxa de variação homóloga em volume do PIB (p.p.) Procura interna (excluindo variação de existências) Variação de existências(1) Procura externa líquida INDICADORES DE CONFIANÇA (v.c.s.)(2) Indicador de Sentimento Económico (índice 1990-2012=100) Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.) Indicador de Confiança no Comércio a Retalho (s.r.e.) Indicador de Confiança nos Serviços (s.r.e.) Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.) Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.) ATIVIDADE Indicador Coincidente da Atividade Económica (t.v.h.)(3) Índice de Produção Industrial na Indústria transformadora (t.v.h.) Índice de Volume de Negócios na Indústria (t.v.h.) Total Mercado nacional Mercado externo Taxa de utilização da capacidade produtiva na indústria transformadora (%) (v.c.s.) Índice de Volume de Negócios – Serviços (t.v.h.) Dormidas em estabelecimentos hoteleiros nacionais (t.v.h.) Total Residentes no estrangeiro CONSUMO Indicador Coincidente do Consumo Privado (t.v.h.)(4) Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho Deflacionado (t.v.h.)(5) Total Bens Duradouros Bens Alimentares Bens não Alimentares Vendas de automóveis ligeiros de passageiros (t.v.h.) Caixas Automáticos e Terminais de Pagamento Automático (t.v.h.)(6) INVESTIMENTO Índice de Produção Industrial – Bens de investimento (t.v.h.) Índice de Volume de Negócios na Indústria – Bens de Investimento (t.v.h.) Vendas de veículos comerciais (t.v.h.) Ligeiros Pesados Vendas de cimento (t.v.h.)(7) Trimestre terminado em 2013 2014 IV I II III -1,4 -1,4 -1,9 -6,3 6,4 3,6 1,6 1,3 -0,2 0,6 8,8 6,0 1,0 2,1 -0,3 0,6 3,1 8,7 0,9 1,8 -0,3 3,3 2,0 4,0 1,1 2,7 -0,1 3,7 2,9 5,3 -2,3 0,0 1,0 0,9 -0,4 1,0 1,4 1,7 -2,1 1,6 0,1 -0,8 2,3 -0,2 -1,0 IV 2014 2013 2014 Set. Out. Nov. Dez. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. 87,8 -15 -13 -23 -49 -59 101,3 -7 2 -1 -26 -44 Dez. Dez. Dez. Dez. Dez. Dez. 95,1 -10 -4 -12 -39 -49 99,5 -7 1 -5 -31 -46 101,7 -7 3 -1 -27 -44 101,5 -7 2 2 -25 -45 102,6 -6 1 1 -20 -42 101,5 -7 2 2 -25 -45 101,7 -7 1 2 -24 -43 102,3 -6 2 1 -21 -42 102,6 -6 1 1 -20 -42 98,1 -7 1 -9 -36 -49 99,6 -7 -2 -6 -32 -45 98,6 -8 1 -7 -30 -45 100,4 -6 4 -3 -31 -47 100,6 -6 3 -4 -30 -45 102,1 -6 5 0 -25 -44 102,3 -7 2 3 -26 -43 102,4 -8 2 4 -24 -44 100,5 -7 1 3 -28 -46 101,6 -7 2 0 -24 -45 103,1 -6 1 3 -20 -39 102,3 -6 2 -1 -19 -43 102,4 -5 1 1 -22 -43 -0,9 0,8 0,1 1,2 Dez. Nov. 0,9 4,2 1,0 1,0 0,6 3,3 -0,2 1,5 -0,9 -0,2 1,5 -0,5 -0,3 -0,7 -2,2 -0,9 1,0 4,6 1,0 2,7 1,0 3,6 0,9 -2,9 0,8 6,0 0,6 2,5 0,4 1,5 0,1 4,5 -0,2 3,2 -0,5 -2,9 -0,8 -0,5 -0,9 -3,0 -0,9 -0,5 -2,9 2,9 73 -4,0 -1,3 -0,7 -2,1 76 -2,2 Nov. Nov. Nov. Out Nov. 2,3 -0,3 6,1 73 -1,5 -0,8 0,0 -1,9 76 -1,6 -1,4 -0,6 -2,4 75 -0,9 -1,4 -1,4 -1,3 76 -3,3 -1,4 -1,4 -1,3 -0,6 -0,4 -0,8 -1,1 -0,8 -1,4 3,3 3,3 3,4 -1,9 -2,3 -1,4 0,2 1,0 -0,8 -0,8 1,5 -3,6 -2,5 -1,3 -4,0 -5,9 -4,7 -7,4 4,6 4,6 4,7 -0,8 -0,2 -1,5 -4,4 -4,1 -4,8 0,6 -0,3 1,7 1,4 2,7 -0,2 -5,2 -4,9 -5,5 -3,3 -3,1 -2,9 0,1 -1,5 -1,5 -1,8 -0,8 -2,2 0,2 -2,5 -4,9 -2,5 -2,1 -4,3 4,8 7,7 10,8 9,9 Out. Out. 6,5 8,1 4,9 6,2 14,5 13,1 9,8 7,8 9,8 7,8 11,2 10,4 8,6 11,7 11,7 11,6 6,7 8,6 -0,1 1,7 26,9 23,2 11,9 9,9 8,2 8,9 8,6 5,5 10,6 8,2 9,9 9,7 13,9 14,4 -1,7 1,8 Dez. 0,5 1,6 2,1 2,0 1,5 2,0 1,9 1,5 1,0 1,4 1,7 1,9 2,0 2,1 2,1 2,1 2,0 1,9 1,7 1,5 -1,5 -6,5 0,2 -2,1 11,1 1,4 0,9 1,1 -0,2 2,1 34,8 4,3 Nov. Out. Nov. Out. Dez. Dez. 1,4 -0,4 1,9 1,3 27,1 4,3 0,6 -0,1 -0,1 1,3 40,6 2,5 1,0 0,5 0,5 1,6 35,5 4,7 1,4 2,0 -0,8 3,4 29,8 5,9 1,4 2,4 -0,4 2,8 29,4 6,0 31,5 4,9 33,5 3,9 -0,3 -2,6 -0,3 0,1 35,8 3,2 2,2 -0,7 3,5 1,6 31,9 3,0 1,7 1,3 1,2 2,4 40,3 3,5 -2,0 -0,6 -4,2 0,0 47,0 1,4 2,1 0,5 1,5 2,9 53,1 5,8 1,1 -0,9 2,3 0,3 36,6 4,4 -0,1 1,8 -2,2 1,6 23,6 3,9 1,2 1,8 -1,4 3,4 30,7 6,0 1,0 -0,3 -0,4 2,6 26,1 5,3 2,2 4,7 -0,8 4,4 31,7 6,5 0,9 2,8 0,0 1,4 29,7 6,2 -0,1 33,5 3,9 1,4 2,0 -0,8 3,4 29,8 5,9 33,0 2,0 -3,0 -4,2 5,1 4,6 Nov. Nov. 4,6 2,8 7,7 8,4 4,9 3,1 4,9 1,7 4,9 1,7 4,1 7,7 3,7 6,6 11,9 11,3 3,9 -3,0 12,5 11,2 6,7 16,1 10,7 5,2 2,9 -3,5 1,5 8,5 6,1 -0,5 0,7 -5,1 6,4 8,3 4,1 14,7 0,8 -2,6 13,7 22,1 -22,8 43,9 30,4 -9,5 Dez. Dez. Dez. 40,4 88,6 -10,9 66,1 46,2 -11,3 54,9 49,4 -9,9 59,5 41,9 -8,9 59,5 41,9 -8,9 53,7 32,4 -7,5 41,8 51,4 -9,8 54,6 268,8 -1,5 28,9 51,1 -15,6 75,8 23,3 -20,3 86,6 61,7 2,9 65,4 24,0 -13,6 42,5 46,0 -15,1 58,8 92,0 -0,2 59,2 16,6 -7,8 72,6 11,0 -12,2 51,0 95,5 -6,9 45,9 8,7 -3,7 32,2 78,6 -19,2 76 19,8 10,7 -7,9 1,7 1,0 -0,7 19,8 10,7 -7,9 1,2 -1,2 37,9 3,6 1,5 -19,8 1,0 Fontes: ACAP, Cimpor, Comissão Europeia, INE, Secil, SIBS e Banco de Portugal. Notas: v.a. – valores acumulados; p.p. – pontos percentuais; v.c.s. – valores corrigidos de sazonalidade; s.r.e. – saldos de respostas extremas; t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) Inclui aquisições líquidas de cessões de objetos de valor (ACOV). (2) Fonte: Comissão Europeia. (3) Ver metodologia em Rua (2004), “Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa”, Banco de Portugal, Boletim Económico – Junho. (4) Ver metodologia em Rua (2005), “Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal”, Banco de Portugal, Boletim Económico – Outono. (5) Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos. (6) Esta série inclui levantamentos em caixa automático, transações em terminais de pagamento automático, pagamento de serviços, carregamento de telemóveis e pagamentos de montantes reduzidos. (7) Vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno excluindo importações de cimento. 15 Janeiro 2015 Quadro 5 • Portugal | Comércio internacional de bens Pesos Até em 2013 2014 ao v.a. 2013 (%) mês Exportações (t.v.h.) Total Classificação por grandes categorias económicas(1) Bens de consumo Bens intermédios Bens de equipamento Combustíveis Outros Por memória: Total excluindo combustíveis Classificação por áreas geográficas Intra-comunitário(2) do qual: Alemanha Espanha França Itália Reino Unido Extra-comunitário(2) do qual: Angola Brasil China Estados Unidos Importações (t.v.h.) Total Classificação por grandes categorias económicas(1) Bens de consumo Bens intermédios Bens de equipamento Combustíveis Outros Por memória: Total excluindo combustíveis Classificação por áreas geográficas Intra-comunitário(2) do qual: Alemanha Espanha França Itália Reino Unido Extra-comunitário(2) do qual: Angola Brasil China Estados Unidos Trimestre terminado em 2013 III 2014 IV 2014 I II III Ago. Set. Out. Nov. 2013 2014 Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. 100,0 4,5 1,7 Nov. 5,9 6,7 2,2 -0,6 1,5 2,6 1,5 4,1 4,2 6,2 9,6 3,2 4,5 -0,8 -4,7 -3,6 6,8 2,3 -2,0 3,7 9,1 -0,4 32,5 34,3 23,0 10,1 0,1 3,7 1,3 1,3 32,8 3,7 8,5 1,6 1,6 -20,1 38,6 Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. 4,4 3,1 3,5 29,9 50,1 6,8 1,3 4,4 41,0 -22,5 10,1 4,6 2,5 -31,2 6,1 8,3 -1,2 2,2 -30,9 -9,1 7,9 0,4 -0,6 -11,3 158,7 8,7 0,1 -0,7 -2,6 212,1 7,9 0,4 -0,6 -11,3 158,7 9,8 2,7 2,1 -5,3 -16,1 7,4 3,3 2,7 -0,8 -21,1 5,7 0,7 -0,1 63,2 16,2 9,2 7,7 7,9 22,9 47,3 4,8 2,6 -1,6 11,8 21,7 14,8 6,4 6,7 -42,0 -4,7 10,8 4,7 2,6 -56,6 5,2 9,1 -2,6 6,5 -63,9 -17,3 6,7 -2,9 -2,7 -40,1 -14,0 9,2 2,1 3,2 24,9 9,8 9,4 0,8 -1,3 -13,3 690,1 7,1 -3,2 -5,1 -15,3 -32,3 6,8 3,0 3,7 -3,8 -40,9 14,3 7,2 5,8 5,1 31,3 1,2 -0,4 -1,5 -3,6 -38,0 89,9 2,1 4,1 Nov. 3,7 4,1 6,0 2,9 3,0 3,2 3,0 5,1 4,7 2,4 8,3 2,3 9,5 6,3 3,6 0,4 4,9 3,9 0,0 4,5 9,5 -0,1 70,3 3,5 2,5 Nov. 6,2 6,7 3,7 1,5 2,3 3,4 2,3 3,1 3,1 6,2 9,4 4,9 4,4 2,0 -1,1 -1,5 7,2 3,1 -1,0 4,2 5,2 0,0 11,6 23,6 11,6 3,3 5,5 29,7 -1,7 10,1 2,7 -6,2 9,0 7,2 2,1 1,0 3,0 -0,8 12,9 -0,4 Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. 1,9 15,1 6,9 -7,1 18,9 5,3 3,4 12,4 6,0 -14,3 12,6 6,8 2,7 5,8 8,2 -14,0 17,2 -1,5 3,2 -0,4 2,1 1,8 13,5 -5,5 4,3 -1,4 -1,3 4,3 10,4 -0,3 2,4 0,4 3,8 9,7 13,8 0,7 4,3 -1,4 -1,3 4,3 10,4 -0,3 1,6 -1,5 2,3 10,9 10,1 6,2 -0,3 0,6 1,8 7,6 10,7 6,8 5,3 10,9 3,5 -4,7 4,8 6,2 1,9 15,4 15,6 -28,3 14,6 10,1 -3,0 9,1 14,8 -12,0 11,6 -1,3 9,9 5,4 6,9 -9,4 17,0 5,0 1,2 3,0 2,8 -19,9 23,4 -7,2 4,6 -3,5 -2,1 -3,8 5,7 -12,9 5,0 -4,4 -5,1 -6,5 13,8 -8,2 0,2 6,9 14,4 17,7 21,8 5,7 8,9 -0,4 -3,9 -2,4 17,0 0,3 -4,6 -6,3 2,0 18,1 1,3 -4,0 5,7 1,4 -0,8 2,6 11,3 2,7 2,1 -0,4 5,3 14,4 15,4 18,1 -8,0 0,8 0,6 5,7 5,4 -1,4 6,6 1,6 1,4 4,2 4,2 8,5 -15,5 7,1 1,9 -13,6 25,4 6,5 Nov. Nov. Nov. Nov. -1,9 10,3 -9,4 -6,5 3,5 5,8 4,1 27,4 7,8 -17,5 49,2 -8,1 -3,6 4,1 7,6 10,7 -0,4 -27,0 7,5 17,9 -2,0 -29,1 17,3 25,3 -0,4 -27,0 7,5 17,9 4,7 -14,5 56,8 20,3 6,1 -1,0 33,6 5,9 -5,4 6,8 -3,1 80,4 10,6 39,4 102,0 16,6 3,8 -21,4 7,4 -4,0 14,3 4,4 80,4 5,9 5,7 -31,0 64,4 -21,5 -3,4 5,3 13,3 -23,5 -10,6 -2,0 -12,0 57,4 4,2 9,3 23,8 20,5 -1,2 -42,8 -17,5 32,1 -8,7 -35,9 80,3 22,6 8,8 5,0 -4,6 2,0 11,5 -11,8 108,5 38,7 -2,5 6,5 2,9 -15,0 100,0 0,9 3,3 Nov. 3,5 5,0 6,4 1,7 2,8 3,8 2,8 2,1 3,6 3,3 6,6 10,2 5,9 3,2 -6,5 2,4 9,5 3,7 -2,4 6,4 1,6 2,8 27,8 31,9 21,1 19,2 0,0 3,4 0,4 3,1 -3,7 -10,4 9,0 2,4 10,3 -10,4 -20,1 Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. 8,1 1,1 0,6 4,0 57,3 6,2 3,0 16,1 -5,8 49,4 12,5 4,2 11,8 -4,0 -34,2 8,6 -0,2 7,9 -11,3 -10,3 6,0 4,3 11,4 -11,3 -15,9 5,6 3,3 11,7 -5,3 -9,2 6,0 4,3 11,4 -11,3 -15,9 7,8 2,4 13,1 -16,2 8,2 9,6 2,3 11,1 -12,0 -12,3 4,9 -0,3 14,2 -6,2 130,0 11,9 8,5 33,1 -30,3 71,4 9,1 4,8 6,3 25,4 -59,3 11,8 -1,6 12,3 3,9 60,5 16,5 9,3 16,9 -38,4 -49,8 6,7 -2,0 3,9 -42,2 -44,1 9,8 -0,4 6,2 -6,7 -5,3 9,4 1,8 14,0 18,7 16,9 4,8 5,5 10,3 -6,6 -39,5 2,6 2,3 10,6 -23,6 12,4 10,3 4,6 13,2 -3,3 -0,5 9,8 0,4 14,8 -20,3 14,2 8,7 2,0 5,9 -10,6 -32,2 80,8 2,1 6,7 Nov. 3,4 7,5 8,9 4,8 6,7 6,2 6,7 7,0 7,2 5,3 16,1 6,6 6,3 13,6 2,4 4,7 7,5 6,5 4,4 8,8 7,4 5,4 72,0 1,6 8,1 Nov. 6,0 7,8 14,1 5,8 6,8 4,8 6,8 8,0 7,7 6,2 16,2 10,9 14,8 16,5 5,5 5,6 6,4 4,3 3,3 12,3 7,6 3,4 11,4 32,2 6,7 5,1 2,9 28,0 1,2 2,2 2,9 -0,5 -0,6 -0,8 14,7 4,8 9,7 7,4 7,1 -8,6 Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. Nov. 2,4 9,8 5,9 -2,5 15,0 -1,8 10,4 6,8 4,2 7,2 6,3 -2,8 19,8 9,2 22,3 11,7 12,3 -11,8 12,7 3,7 0,9 6,1 4,6 -8,4 11,9 3,2 8,4 7,7 8,3 -6,5 12,5 2,3 3,5 7,2 -1,9 1,4 11,9 3,2 8,4 7,7 8,3 -6,5 15,3 4,6 11,0 4,2 10,7 -12,0 15,0 4,4 9,2 4,0 15,5 -7,6 7,1 2,6 8,8 2,5 5,9 -5,1 44,8 15,2 -0,2 23,2 -6,5 -19,2 12,4 5,9 21,9 12,7 0,2 8,6 32,2 6,7 18,9 9,4 2,1 -15,1 15,9 14,9 25,8 13,0 35,8 -28,3 9,5 2,9 4,7 5,1 0,7 -33,9 10,2 3,3 0,1 9,2 -0,7 -5,3 18,6 5,0 -2,0 4,1 15,0 18,2 11,4 0,0 5,0 11,6 -4,2 2,2 5,9 2,3 8,7 4,7 -15,2 -14,3 16,8 7,4 11,8 5,3 45,7 -8,1 20,4 3,8 11,9 3,1 3,0 -13,5 8,5 2,1 3,6 4,0 1,9 0,8 4,6 1,5 2,4 1,5 47,8 -39,2 -1,5 -12,4 -45,0 -3,3 16,9 9,9 Nov. Nov. Nov. Nov. -2,3 -26,2 1,7 -13,4 37,2 -55,0 1,2 -12,3 -34,5 -59,0 10,9 7,0 -61,3 97,0 15,4 41,0 -36,5 -19,4 22,1 -5,5 -67,9 45,5 27,5 -0,9 -36,5 -19,4 22,1 -5,5 -58,7 -54,5 16,0 -17,5 -17,2 -51,0 18,5 0,4 ++ -68,6 -17,5 18,8 -99,8 -53,7 16,8 -14,6 -34,3 -41,5 7,8 -16,3 32,2 -72,7 10,9 41,0 -76,2 -57,9 14,9 7,7 -76,9 -47,6 13,4 83,6 -34,5 206,5 3,1 3,8 -66,9 182,7 31,6 26,6 -35,0 40,3 30,6 -9,4 -99,9 -40,6 20,4 -26,1 123,8 -70,2 16,1 26,2 -81,2 -20,7 11,7 -33,5 30,5 -3,8 30,5 26,0 Fonte: INE. Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; ++ – taxas de variação homóloga de valor superior a 1000 %. (1) A Classificação por Grandes Categorias Económicas (CGCE) não inclui os produtos “Ouro para uso monetário” e “Moedas, incluídas as moedas com curso legal”. Adicionalmente, o somatório das várias categorias da CGCE não corresponde necessariamente ao total do comércio, por questões de confidencialidade. De forma a garantir que o total é sempre respeitado, a rubrica “Outros” é obtida por diferença, incluindo todos os registos sujeitos ao regime de confidencialidade. (2) Em consequência da integração da Croácia na União Europeia em 1 de julho de 2013, a partir desta data, a informação relativa ao comércio internacional extra-comunitário deixou de incluir o comércio com a Croácia, passando o mesmo a estar contido nas estatísticas do comércio intra-comunitário. As taxas de variação foram calculadas com base em universos comparáveis. 16 Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura Quadro 6 • Portugal | Comércio internacional de serviços – exportações Total (t.v.h.) Viagens e turismo Transportes Serviços técnicos e relacionados com a empresa n.i.n.r. Serviços de consultoria em gestão e outras áreas técnicas Construção Serviços de manutenção e reparação n.i.n.r. Serviços informáticos Serviços de telecomunicações Serviços de transformação de recursos pertencentes a terceiros Serviços pessoais, culturais e recreativos Serviços financeiros Bens e serviços das administrações públicas n.i.n.r. Serviços de seguros e pensões Serviços de investigação e desenvolvimento Direitos cobrados pela utilização de propriedade intelectual n.i.n.r. Serviços de informação Por áreas geográficas Intra-comunitário do qual: Alemanha Espanha França Itália Países Baixos Reino Unido Extra-comunitário do qual: Brasil Estados Unidos Suíça Exportações portuguesas de turismo por áreas geográficas Intra-comunitário do qual: Alemanha Espanha França Itália Países Baixos Reino Unido Extra-comunitário do qual: Brasil Estados Unidos Suíça Trimestre terminado em Pesos em 2014 Até ao 2013 2013 v.a. mês (%) 2013 100,0 42,1 25,2 12,4 4,1 3,1 2,5 2,3 2,1 1,6 1,4 1,1 1,1 0,4 0,4 0,2 0,0 10,2 7,5 7,6 25,6 19,2 17,3 28,1 11,9 -3,2 -0,1 8,7 -13,8 10,2 -7,9 99,9 -17,5 -16,1 6,1 12,3 2,5 8,5 0,1 -20,9 -39,5 12,0 5,8 -2,9 -28,0 52,1 -25,4 21,6 43,0 95,6 188,5 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. 67,2 8,9 6,4 9,3 11,8 13,7 2,7 4,1 14,2 32,8 9,7 6,5 11,2 -1,1 11,8 8,4 12,9 5,1 5,5 3,5 Set. Out. 2013 2014 Out. Nov. Dez. Jan. IV I II III Jul. Ago. 7,8 6,4 5,7 12,1 20,9 14,7 25,0 11,7 -0,7 -8,7 21,3 -2,8 19,9 7,4 112,7 -16,8 -35,3 15,9 8,0 12,5 82,2 31,8 16,0 23,4 16,2 -19,3 -21,6 0,2 -16,5 -23,5 -6,8 98,0 7,2 -54,9 5,5 5,9 8,0 11,7 4,5 -12,6 -21,1 8,2 18,4 -37,5 -26,3 20,4 -25,0 41,0 189,3 109,9 346,3 4,9 13,4 0,8 7,2 2,6 -22,9 -46,4 12,3 -9,3 26,0 -33,9 58,2 -44,7 31,2 -18,1 72,2 82,1 6,9 13,7 1,3 4,9 -7,2 -25,4 -47,8 13,1 2,9 9,7 -21,9 63,2 -9,6 -6,6 40,9 108,9 208,8 3,2 10,9 0,9 1,6 -2,7 -29,0 -53,9 0,8 -1,5 13,3 -32,6 80,4 -37,6 -3,6 2,7 65,6 69,9 3,1 11,5 2,4 -13,3 -4,8 -31,4 -43,2 6,6 9,9 -4,0 -29,4 75,1 -47,7 -10,0 57,6 90,1 280,9 6,9 13,7 1,3 4,9 -7,2 -25,4 -47,8 13,1 2,9 9,7 -21,9 63,2 -9,6 -6,6 40,9 108,9 208,8 8,9 15,6 -0,1 7,9 -1,0 -21,5 -37,9 25,4 18,3 25,6 -22,7 68,8 -7,7 16,8 73,3 124,7 336,0 2,8 5,8 8,9 -13,2 1,3 5,8 26,2 43,5 -14,0 -36,7 3,1 -34,7 -37,5 -0,9 73,0 121,0 -89,9 19,0 6,9 13,5 90,7 46,6 26,0 37,0 18,0 -23,7 -15,8 38,3 -17,3 7,4 14,7 170,7 -55,8 36,8 29,1 11,8 15,5 216,3 53,6 18,1 9,7 -4,0 -21,5 -6,2 -18,0 6,7 -26,0 -29,6 55,1 90,9 -33,5 Out. 7,5 10,7 5,4 7,0 6,7 4,7 5,7 6,7 8,6 5,3 14,3 5,0 9,4 3,5 4,7 1,1 4,4 5,6 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. 7,5 6,4 9,1 -19,2 10,7 6,8 8,4 13,3 6,8 15,8 0,0 15,5 8,5 27,2 2,7 -1,3 2,8 5,4 2,6 4,6 5,6 3,6 17,1 6,8 1,8 -4,7 6,2 0,9 7,6 12,1 2,0 4,8 1,9 4,2 7,3 -0,5 15,7 1,6 4,7 -7,8 4,6 0,3 2,0 10,9 1,8 -3,3 -3,0 5,2 -2,4 7,6 12,1 2,0 4,8 1,9 4,2 7,3 12,6 10,3 4,5 9,0 9,1 3,0 9,7 6,8 0,4 12,3 -13,7 5,1 5,3 -2,6 1,4 13,9 10,0 -8,8 -7,0 20,9 Out. Out. Out. -4,9 25,0 -6,9 -5,7 13,7 36,9 -4,0 -11,8 12,0 -18,6 -8,1 31,4 -7,1 -4,6 25,7 -19,4 -6,5 23,3 -17,8 -12,1 23,6 -7,1 -4,6 25,7 2,3 -5,0 14,1 73,9 6,2 13,5 Out. 5,1 6,6 6,3 15,6 14,7 12,6 13,6 14,7 10,4 12,3 18,0 1,8 3,9 16,3 26,1 10,3 2,6 8,6 -2,8 4,1 4,2 11,3 12,4 11,6 11,4 7,0 17,3 15,8 8,9 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. 11,9 2,6 4,5 -5,7 4,9 2,9 10,9 6,0 4,4 16,8 -2,6 -2,3 2,0 11,9 7,7 -1,9 6,0 -2,7 12,6 12,6 4,8 9,2 22,4 13,2 -4,0 12,2 18,6 7,5 15,4 11,7 12,3 12,6 16,9 16,7 10,4 4,2 17,2 10,5 2,8 -1,8 20,2 6,5 9,7 12,4 10,6 6,3 10,0 17,7 4,4 4,4 5,4 2,5 1,2 21,0 11,8 -17,1 -7,2 13,3 Out. Out. Out. 4,4 24,7 12,8 0,7 4,6 11,0 0,1 -24,9 8,6 -23,8 -15,6 20,7 -28,1 2,4 12,4 -39,1 -9,7 10,2 -48,7 -14,6 15,1 Fonte: Banco de Portugal. Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; n.i.n.r. – não incluídos noutra rubrica. III 2014 2014 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. 6,8 10,6 11,0 7,8 6,6 2,4 -30,1 0,7 -3,2 -43,6 -24,3 37,8 -31,4 -1,0 191,9 206,6 365,4 7,1 7,6 15,3 -6,9 12,7 -24,8 -2,6 40,0 2,7 -32,5 -8,2 9,5 5,0 89,7 148,5 78,9 444,2 2,8 0,6 -0,8 41,3 -6,6 -15,1 -29,5 -4,5 57,9 -35,8 -46,2 15,5 -37,1 47,4 248,6 13,1 241,2 8,1 17,3 0,6 29,5 -1,1 -10,2 -42,7 24,7 -28,4 21,7 -35,8 22,3 -35,8 64,2 -3,0 37,7 202,3 6,0 12,3 -4,2 26,8 11,0 -26,2 -52,8 16,3 -16,8 41,5 -13,4 90,9 -28,3 27,7 -72,7 160,0 -31,5 0,9 11,2 6,3 -18,1 -2,6 -29,2 -42,9 -3,1 31,1 7,6 -52,8 70,6 -64,4 11,6 144,2 56,1 388,9 2,7 9,8 0,9 6,0 -13,4 -31,7 -64,6 -9,2 -8,4 -6,3 -31,9 80,7 -8,4 -51,3 54,9 24,8 139,4 5,1 13,0 0,4 -20,6 5,5 -33,2 -15,4 48,2 14,1 -12,8 -7,7 73,6 -58,6 16,4 8,8 206,5 316,5 14,1 4,4 8,2 4,1 6,5 6,0 8,8 0,6 8,2 11,8 5,8 15,7 12,6 24,5 -11,9 25,5 7,9 29,2 19,9 8,7 12,9 33,4 18,7 14,2 60,5 5,8 2,1 11,7 -6,5 5,1 -11,0 11,6 3,1 9,3 -3,5 -2,1 -6,9 18,1 5,0 -0,4 -12,3 0,1 26,8 9,3 8,8 0,1 1,1 15,1 6,4 -10,7 4,1 9,0 11,7 2,5 22,3 5,5 24,4 -8,7 2,9 6,1 7,2 13,5 8,6 -9,7 -7,8 7,1 -11,7 -9,3 12,2 -5,7 -0,9 -7,2 4,0 7,6 9,6 7,8 3,7 0,0 5,8 4,7 -2,8 23,2 17,2 8,3 17,6 9,7 3,7 18,8 5,1 6,5 2,3 12,0 12,6 0,4 15,7 -10,9 19,4 7,3 -11,3 9,8 42,9 8,1 11,4 66,4 2,9 -3,6 2,5 -15,6 -2,1 32,1 -0,2 -25,4 5,0 -15,7 -3,5 62,3 -15,9 1,6 20,5 -24,1 -22,1 12,7 -18,5 -1,0 32,4 -9,5 -15,9 21,7 8,7 4,5 20,8 7,4 -1,3 0,0 16,8 4,3 4,6 11,6 7,0 6,8 5,4 16,6 13,0 17,5 9,0 15,2 20,6 15,2 15,4 11,7 12,3 12,6 16,9 16,7 10,4 23,6 12,5 14,1 20,5 35,4 12,0 11,3 6,2 -2,5 15,1 -4,5 -3,2 3,5 10,6 6,1 2,8 15,9 1,7 -4,9 -2,1 13,0 5,6 13,1 18,8 -3,9 1,7 3,6 12,4 16,4 4,8 6,8 -7,6 -7,5 4,5 18,3 4,1 6,2 2,5 9,0 -1,0 17,7 9,6 4,6 -12,7 8,2 -6,7 39,2 15,4 -11,2 4,6 20,5 10,0 -19,0 44,4 23,3 19,3 7,4 27,6 13,7 10,3 1,1 13,3 10,3 15,5 18,6 16,1 -5,3 0,5 20,2 -5,5 -6,8 9,7 5,4 2,9 -4,8 25,8 11,7 22,2 11,7 11,6 14,4 36,8 8,9 3,4 30,4 14,1 24,2 21,6 27,4 16,5 15,7 17,6 11,9 10,9 31,8 43,4 10,5 15,5 -28,1 2,4 12,4 -10,0 4,8 15,4 -2,4 8,3 6,5 -0,2 -5,4 11,5 6,5 10,0 16,5 19,0 -39,6 23,8 -28,6 1,0 11,2 5,6 -32,5 -4,5 10,2 -4,1 26,6 -7,9 9,0 16,7 -56,1 -45,6 19,0 -46,9 4,4 3,2 -41,7 -6,6 29,3 10,6 8,4 8,2 -0,7 14,6 7,3 13,9 8,7 19,4 15,3 2,6 -3,0 37,9 16,9 -10,3 2,2 -8,5 -20,0 -55,4 -37,0 16,5 17,9 5,4 33,9 59,2 26,4 -29,1 -33,8 39,8 99,9 64,7 -2,5 24,4 10,6 34,4 146,8 111,7 71,6 205,0 1026,4 17 Janeiro 2015 Quadro 7 • Portugal | Comércio internacional de serviços – importações Total (t.v.h.) Viagens e turismo Transportes Serviços técnicos e relacionados com a empresa n.i.n.r. Serviços financeiros Serviços pessoais, culturais e recreativos Serviços informáticos Serviços de telecomunicações Serviços de consultoria em gestão e outras áreas técnicas Direitos cobrados pela utilização de propriedade intelectual n.i.n.r. Serviços de seguros e pensões Serviços de manutenção e reparação n.i.n.r. Construção Serviços de investigação e desenvolvimento Bens e serviços das administrações públicas n.i.n.r. Serviços de transformação de recursos pertencentes a terceiros Serviços de informação Por áreas geográficas Intra-comunitário do qual: Alemanha Espanha França Itália Países Baixos Reino Unido Extra-comunitário do qual: Brasil Estados Unidos Suíça Importações portuguesas de turismo por áreas geográficas Intra-comunitário do qual: Alemanha Espanha França Itália Países Baixos Reino Unido Extra-comunitário do qual: Brasil Estados Unidos Suíça Trimestre terminado em Pesos em 2014 Até ao 2013 2013 v.a. mês (%) 2013 100,0 28,8 27,6 11,8 5,1 3,8 3,8 3,7 3,6 3,5 2,7 2,2 1,3 1,0 0,6 0,4 0,2 1,8 5,9 -0,7 4,2 -17,2 -10,3 18,9 -0,1 -1,0 -4,0 1,6 7,0 37,9 94,9 -16,8 38,9 -9,5 9,4 6,1 10,3 20,7 -2,6 -48,3 18,4 20,7 34,2 6,5 12,0 31,5 -11,0 65,4 41,2 -34,4 15,8 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. 63,3 4,8 10,7 7,7 18,0 9,2 2,1 3,6 11,1 36,7 6,8 4,6 11,7 1,6 -7,3 3,9 -2,9 3,6 7,4 3,3 2014 2013 2014 Jan. IV I II III Jul. Ago. Set. Out. Out. Nov. Dez. 6,3 7,0 3,1 15,0 -22,0 17,3 5,8 -0,6 -3,1 6,3 1,7 2,3 94,5 218,4 8,1 84,4 32,5 1,7 6,3 -5,6 10,0 -5,2 -25,7 43,7 1,5 -11,5 -18,7 -1,0 43,5 35,7 144,6 -38,7 33,7 18,5 8,3 4,3 5,3 15,9 -9,8 -45,3 1,5 16,2 56,1 25,5 27,8 12,1 0,9 441,2 -18,4 -63,7 9,4 8,1 7,2 8,4 0,8 2,5 -46,0 19,5 17,0 17,5 6,8 10,1 55,8 26,6 71,6 78,4 -1,1 56,7 11,3 6,0 14,7 43,6 0,0 -55,0 29,4 27,0 27,3 2,5 1,0 29,5 -34,7 -8,3 55,9 -33,2 -2,5 12,7 4,6 19,8 13,7 -2,9 -47,1 44,8 32,7 20,3 17,6 7,4 46,2 -6,1 75,4 76,8 -5,1 34,5 11,2 5,0 18,7 31,9 -8,2 -59,5 38,4 14,6 17,2 25,6 6,2 42,7 -17,1 -4,6 108,8 -10,9 2,6 11,3 6,0 14,7 43,6 0,0 -55,0 29,4 27,0 27,3 2,5 1,0 29,5 -34,7 -8,3 55,9 -33,2 -2,5 9,4 6,9 11,7 37,7 -2,1 -53,5 24,5 28,5 27,4 -21,6 8,1 20,7 -35,1 -8,1 88,1 -45,8 6,3 5,7 6,9 9,6 24,3 -20,0 -5,4 30,3 6,6 -39,3 13,4 12,9 1,8 57,0 -58,1 -4,0 51,9 0,6 2,3 5,7 -13,8 5,2 24,2 -6,5 16,3 -21,9 -11,2 -32,3 -8,6 103,1 12,5 689,9 -10,4 40,4 -43,4 -3,2 6,2 -14,4 4,0 -21,0 -45,5 85,3 32,9 42,7 -50,2 -7,1 29,7 37,4 54,1 -57,7 2,8 109,5 Out. 11,0 4,9 11,7 8,0 11,3 10,7 9,3 11,3 11,3 6,7 5,7 2,2 20,0 13,7 6,5 9,0 6,4 15,4 8,2 7,4 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. 11,0 14,6 20,9 19,7 5,0 -5,5 -1,1 17,5 3,4 0,8 2,9 4,3 8,5 -3,6 15,9 8,1 14,8 -2,4 14,5 9,6 2,7 7,3 1,7 10,5 10,0 20,1 1,3 8,2 16,1 8,3 5,2 15,2 12,3 6,9 11,2 13,2 5,0 8,1 10,0 19,5 -1,2 16,0 8,9 6,3 -1,0 5,9 11,5 3,4 14,7 16,1 8,3 5,2 15,2 12,3 6,9 11,2 15,4 10,0 3,7 9,5 9,2 18,4 6,1 3,9 0,7 14,8 37,9 0,9 0,0 4,1 36,8 -1,1 2,6 29,5 14,1 -7,5 -2,9 12,9 11,8 -13,0 -42,1 -1,4 37,7 -12,6 -18,5 7,6 0,8 1,4 7,2 4,2 Out. Out. Out. -20,3 6,0 22,4 -25,0 16,2 -0,7 -19,2 -0,6 13,3 21,4 3,2 14,5 0,9 16,8 -14,8 46,3 5,7 -0,8 28,9 14,3 -9,6 0,9 16,8 -14,8 -10,7 12,6 -1,5 -8,7 -3,6 2,5 -39,1 62,9 -9,2 75,0 6,8 5,5 Out. 8,4 7,7 5,7 6,0 3,3 3,0 4,8 3,3 6,8 7,0 6,3 28,1 14,1 3,0 2,2 11,2 25,0 5,9 4,7 9,9 8,4 7,4 5,0 3,3 5,6 1,2 5,7 8,4 0,5 11,0 7,9 Out. Out. Out. Out. Out. Out. Out. 5,9 8,2 8,1 12,1 15,2 6,6 2,5 7,6 5,5 11,1 9,3 -6,0 5,1 2,2 10,0 -0,1 7,4 6,3 8,5 9,7 0,5 -1,1 1,9 7,8 18,5 -5,8 6,9 10,6 11,0 0,0 1,4 4,1 -0,5 5,7 14,7 3,8 2,1 0,1 6,4 -7,4 3,6 9,5 4,9 3,7 3,5 2,9 -3,6 8,1 5,8 11,0 0,0 1,4 4,1 -0,5 5,7 14,7 6,7 1,9 6,8 3,8 0,2 19,7 7,3 4,6 6,8 2,3 -11,8 39,0 7,6 -16,2 -10,2 -11,7 Out. Out. Out. -17,0 48,0 6,1 -14,0 36,5 15,1 -18,6 -6,2 -10,3 -5,3 -29,5 5,5 -26,6 1,0 -38,3 -8,1 -19,7 -9,9 -23,7 -18,4 -31,6 -26,6 1,0 -38,3 -27,0 -8,3 -19,0 Fonte: Banco de Portugal. Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga; n.i.n.r. – não incluídos noutra rubrica. III 2014 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. 2,0 2,2 -5,1 -6,1 -2,7 -44,1 35,2 5,1 45,9 15,4 57,7 31,6 -30,2 67,6 -19,9 -44,8 -53,3 3,1 12,9 -8,7 5,7 21,7 -41,5 -13,6 -10,6 33,5 16,4 -8,9 98,1 31,3 9,4 -13,6 -17,0 13,7 9,8 4,2 8,3 -1,2 6,9 -38,6 50,1 64,0 15,6 -4,2 7,2 20,3 30,1 108,8 75,0 21,2 144,8 11,8 4,4 28,4 -2,0 -14,5 -57,2 40,4 17,2 3,3 11,3 33,7 67,2 19,5 130,1 158,9 -10,1 48,5 16,2 5,3 23,1 43,6 0,9 -45,4 42,9 22,7 39,5 49,4 -15,0 59,8 -37,1 15,1 0,0 -22,1 -21,4 5,3 5,4 4,5 54,6 -9,9 -72,9 31,0 0,4 5,0 4,9 3,4 7,4 -15,2 -18,9 172,4 14,2 -6,5 12,1 7,5 15,5 33,1 9,5 -34,9 13,7 79,8 34,9 -30,1 17,1 23,3 -45,9 16,2 7,3 -70,5 60,4 11,0 8,0 14,7 26,8 -5,2 -36,2 29,1 25,7 40,4 -25,2 4,6 29,6 -38,8 65,8 102,2 -52,1 7,6 8,9 6,3 5,9 12,1 6,0 13,7 7,7 12,7 13,8 12,8 0,2 36,6 -5,9 47,6 24,0 9,5 46,7 18,3 8,3 8,7 -6,7 -6,5 3,3 -5,6 7,1 3,6 -8,8 1,1 13,0 -5,1 2,7 -2,9 13,1 6,9 23,7 5,5 -1,3 17,9 4,5 11,6 31,2 31,8 -3,4 5,8 0,4 3,4 6,8 -7,7 2,6 1,5 22,5 21,3 6,7 6,0 7,1 21,7 -1,4 20,4 5,5 8,6 -13,0 18,0 9,3 10,9 0,8 23,7 10,0 30,3 21,4 5,3 12,6 11,1 19,7 11,3 1,5 -7,7 13,0 30,9 6,3 -24,4 -2,9 4,6 1,2 -4,9 9,3 -20,9 20,0 15,3 -34,9 -13,4 18,7 -20,5 16,5 11,4 23,9 -5,6 15,3 98,1 -1,4 18,1 34,6 23,4 -21,3 -21,1 21,7 -12,8 -12,3 4,5 -7,5 4,3 11,8 14,0 8,3 8,0 7,3 8,5 2,1 9,1 4,0 5,0 0,1 9,0 0,3 10,5 4,7 5,6 9,6 10,6 -0,7 0,7 6,5 8,8 4,0 14,5 12,4 -4,9 3,8 -0,7 9,9 7,1 9,6 3,9 -12,5 11,0 1,0 11,3 -0,2 9,3 14,1 28,4 11,4 -1,8 15,2 3,4 8,1 13,6 10,9 11,6 0,2 4,6 -2,7 5,1 -4,8 -9,7 6,8 2,7 -2,8 -1,0 13,8 34,2 3,3 9,5 24,1 2,0 6,7 5,0 15,3 -19,9 -6,4 4,6 -2,8 0,3 4,4 5,9 0,6 22,4 2,5 12,6 -0,2 -8,9 -1,2 2,4 -0,1 23,0 5,3 9,9 14,8 4,4 -11,9 4,3 -6,2 14,8 -12,7 -2,2 9,5 9,7 12,7 29,7 1,2 6,1 7,0 -2,4 3,5 42,1 0,3 -21,8 44,5 25,7 -15,5 54,2 12,1 -5,3 8,0 8,1 -7,5 -5,1 -7,3 0,6 -6,7 -0,1 -43,2 -6,8 -20,8 -1,2 14,2 0,8 -13,8 -6,1 4,0 3,3 -66,7 16,4 -7,6 30,5 -46,1 -45,8 -0,6 -46,6 -13,1 -32,7 -21,6 -15,8 8,8 16,1 15,7 6,9 4,9 6,4 21,5 -1,0 33,6 20,6 -29,1 4,1 -48,9 -41,7 -2,7 -19,4 17,6 25,9 50,2 72,0 96,3 -36,7 15,4 12,1 15,0 -9,6 28,7 14,0 528,5 2132,9 -29,3 15,1 -65,8 -78,6 209,1 75,3 18 Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura Quadro 8 • Portugal | Mercado de trabalho Até 2013 2014 ao v.a. mês Trimestre terminado em 2013 2014 IV I II III IV 2014 2015 2014 Out. Nov. Dez. Jan. Jan. 2015 Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Jan. Remunerações médias implícitas na Reg. Coletiva Trabalho Total excluíndo administrações públicas (t.v.h.)(1) Número de trabalhadores (em milhares) 1,0 1,0 Set. 1,1 0,8 1,2 1,2 0,9 0,4 1,1 0,6 1,4 0,7 0,9 1,3 0,5 1,3 0,9 0,4 182,7 195,9 Set. 79,9 75,1 40,9 39,9 12,3 17,7 79,4 0,0 0,5 55,4 6,0 13,7 1,0 27,6 12,3 17,7 2944 2993 Nov. 2924 2926 2933 2943 2954 2965 2975 2981 2986 2991 2993 1,3 0,1 Nov. -0,2 -0,1 0,5 0,5 0,5 0,4 0,4 0,1 16,2 14,0 Set. 15,3 15,1 13,9 13,1 2,3 -15,6 Set. -9,8 -15,0 -15,9 -16,0 66,9 Variação das Remunerações declaradas à Segurança Social(2) Número médio de beneficiários com remuneração (em milhares) Taxa de variação homóloga das remunerações médias declaradas Emprego e Desemprego Taxa de desemprego (%) População desempregada (t.v.h.) Desemprego de longa duração (% do desemprego total) 62,1 65,9 Set. 63,6 63,6 67,4 Emprego total (t.v.h.) -2,6 1,9 Set. 0,7 1,7 2,0 2,1 Emprego por conta de outrem (t.v.h.) -2,4 4,5 Set. 1,9 3,2 4,4 6,0 -3,5 4,6 Set. 0,6 3,5 4,9 5,4 Contrato sem termo (t.v.h.) Contrato com termo (t.v.h.) 2,0 5,5 Set. 9,0 4,8 2,4 9,2 73,0 73,3 Set. 73,4 73,0 73,3 73,5 Novos desempregados inscritos 63,9 60,6 Nov. 68,5 63,0 51,0 62,9 68,2 71,0 74,2 58,8 56,1 52,6 49,7 50,6 57,5 54,4 76,7 73,4 62,8 Ofertas de emprego 11,7 14,1 Nov. 12,8 14,4 14,5 13,6 14,0 14,7 14,4 13,5 15,2 14,1 15,6 13,7 14,1 10,4 16,3 15,3 12,6 690,5 598,1 Nov. 690,5 689,8 615,0 616,6 605,5 598,1 705,3 701,0 689,8 668,0 636,4 615,0 611,7 624,2 616,6 605,5 598,1 17,4 20,1 Nov. 17,4 20,3 22,3 23,6 21,2 20,1 17,1 18,8 20,3 20,5 21,0 22,3 22,2 22,1 23,6 21,2 20,1 Taxa de atividade 15-64 anos (%) Desemprego registado e ofertas de emprego – Centros de Emprego Movimento ao longo do período (em milhares)(3) Situação no final do período (em milhares) Desemprego registado Ofertas de emprego Fontes: INE, Instituto de Informática do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, Instituto do Emprego e Formação Profissional, Ministério da Economia e do Emprego e Banco de Portugal. Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) Em cada coluna, foram considerados os contratos que entraram em vigor no respetivo período. (2) Para cada mês, a informação apresentada corresponde aos valores médios acumulados desde o início do ano. (3) Os valores para os trimestres e anos correspondem aos respetivos valores médios mensais. 19 Janeiro 2015 Quadro 9 • Portugal | Indicadores de Inflação Até 2013 2014 ao v.a. mês Trimestre terminado em 2013 2014 IV I II III -0,1 -0,2 -0,3 IV 2014 2013 2014 Set. Out. Nov. Dez. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC) Total Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Taxa de variação média Dez. 0,4 0,1 0,0 -0,3 0,0 0,1 0,0 -0,2 0,3 -1,4 -0,3 1,4 0,3 0,1 0,1 -0,6 -0,1 0,5 0,0 -0,4 0,0 0,2 0,1 -0,1 -0,4 -0,1 -0,3 -0,2 -0,7 -0,1 0,0 0,1 0,1 -0,3 0,4 0,4 0,4 0,3 0,3 0,2 0,0 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,1 -0,2 -0,7 Agregados (t.v.h.) Bens Alimentares Não transformados Transformados Industriais 0,0 -1,1 Nov. -0,3 -0,7 -1,1 -1,6 -1,6 -1,1 -0,9 0,0 -0,5 -0,8 -0,8 -1,0 -1,2 -1,1 -2,1 -1,6 -1,2 -0,7 2,3 -0,7 Nov. 1,1 0,4 -1,3 -1,9 -1,9 -1,2 -0,4 1,2 0,8 0,5 0,0 -0,4 -1,6 -1,7 -2,1 -2,2 -1,3 -0,1 0,0 2,6 -2,2 Nov. 0,5 0,0 -3,3 -4,5 -4,5 -2,9 -1,3 0,9 0,3 0,1 -0,5 -1,4 -4,2 -4,3 -5,0 -5,1 -3,3 -0,3 -0,4 2,0 0,4 Nov. 1,6 0,8 0,4 0,2 0,2 0,2 0,3 1,4 1,2 0,8 0,3 0,3 0,4 0,4 0,2 0,2 0,3 0,1 0,3 -1,5 -1,3 Nov. -1,1 -1,6 -1,0 -1,5 -1,5 -1,2 -1,2 -0,8 -1,5 -1,9 -1,3 -1,3 -0,9 -0,7 -2,2 -1,3 -1,1 -1,1 -1,2 Não energéticos -1,5 -1,4 Nov. -0,8 -1,5 -1,3 -1,7 -1,7 -1,1 -1,0 -0,8 -1,7 -1,8 -1,1 -1,6 -1,3 -1,0 -2,8 -1,3 -1,0 -1,1 -0,8 Energéticos -0,7 -1,0 Nov. -1,9 -1,5 0,1 -0,9 -0,9 -1,3 -1,7 -0,7 -0,6 -2,1 -1,9 -0,6 0,4 0,5 -0,1 -1,1 -1,4 -1,3 -2,6 1,1 1,1 Nov. 0,6 0,6 1,0 1,6 1,6 1,6 1,3 0,4 0,8 0,9 0,2 1,1 1,0 0,9 1,2 2,0 1,5 1,3 1,1 -0,5 Serviços Classes (t.v.h.) Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas 1,9 Dez. 0,5 -0,1 -1,9 -2,8 -0,5 -2,8 -2,0 -1,1 -0,5 0,6 0,2 0,0 -0,4 -0,9 -2,3 -2,5 -3,0 -3,1 -2,2 -0,6 Bebidas alcoólicas e tabaco 4,0 Dez. 4,3 3,4 2,4 3,3 3,0 3,3 3,3 3,2 3,0 4,2 4,2 3,7 2,2 2,3 2,1 2,8 3,0 3,3 3,6 3,1 3,1 -3,3 Dez. -2,8 -1,9 -1,7 -3,1 -1,9 -3,1 -1,3 -1,6 -1,9 -2,7 -2,6 -2,2 -1,0 -1,8 -1,7 -1,5 -7,4 -0,7 -1,0 -2,2 -1,6 Vestuário e calçado 2,2 Dez. 1,1 2,2 2,2 2,2 2,3 2,2 2,4 2,4 2,3 0,9 2,1 2,3 2,1 2,1 2,1 2,3 2,2 2,2 2,3 2,6 2,4 Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação Saúde Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis -0,5 Dez. -1,0 -1,0 -0,9 -0,6 1,0 -0,6 -0,1 0,4 1,0 -1,1 -1,2 -1,0 -0,9 -0,9 -0,8 -1,0 -0,8 -0,3 -0,6 0,7 1,1 1,6 Dez. 3,1 1,1 0,4 0,8 0,4 0,8 0,7 0,6 0,4 3,1 1,4 1,0 0,8 0,2 0,3 0,8 0,8 0,7 0,8 0,4 0,5 Transportes -1,6 Dez. -2,0 -2,3 -0,1 -0,1 -2,6 -0,1 -0,6 -1,5 -2,6 -0,5 -1,5 -2,0 -3,2 0,3 -0,6 0,2 0,2 0,7 -1,1 -1,5 -1,9 Comunicações 0,5 Dez. 1,5 2,8 1,3 0,3 0,5 0,3 0,4 0,4 0,5 1,7 3,5 2,6 2,1 1,7 1,7 0,5 0,5 0,5 0,0 0,8 0,3 Lazer, recreação e cultura 0,6 Dez. -0,6 -1,3 -1,6 -2,1 -2,1 -2,1 -2,0 -2,5 -2,1 -1,1 -1,4 -0,9 -1,5 -1,4 -1,4 -2,0 -2,2 -1,2 -2,9 -2,0 -2,5 Educação 1,2 Dez. 0,3 0,3 0,4 0,4 0,6 0,4 0,4 0,5 0,6 0,3 0,3 0,4 0,4 0,5 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,6 0,6 Restaurantes e hotéis 1,8 Dez. 0,7 0,4 1,3 3,0 2,4 3,0 3,2 3,0 2,4 0,3 0,6 0,6 0,1 0,3 1,8 1,7 1,9 2,9 4,1 2,6 2,1 -0,6 Dez. -0,9 -0,5 -0,7 -0,2 -0,5 -0,2 -0,5 -0,6 -0,5 -0,8 -0,5 -0,4 -0,5 -0,7 -0,8 -0,7 0,2 -0,3 -0,7 -0,7 -0,4 0,4 -1,4 -0,3 1,4 0,2 -0,1 0,1 -0,7 -0,2 0,6 0,3 -0,2 0,0 Dez. -0,1 -0,1 -0,3 -0,5 -0,1 -0,5 -0,2 -0,1 -0,1 0,2 0,1 -0,1 -0,4 -0,1 -0,4 -0,4 -0,9 -0,4 -0,4 0,0 0,0 -0,4 0,3 0,3 0,3 0,2 0,2 0,1 0,0 -0,2 -0,2 -0,3 -0,2 -0,2 -0,3 -0,1 0,0 0,1 -0,1 -0,2 -0,1 0,0 -0,2 0,0 0,0 0,3 0,4 0,2 Bens e serviços diversos ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) (1) Total Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Taxa de variação média Indicador de Tendência – Média aparada(2) 0,3 -0,3 0,2 0,0 Dez. -0,2 0,0 -0,1 -0,1 0,3 -0,1 0,1 0,2 0,3 Fontes: Eurostat, INE e Banco de Portugal. Notas: v.a. – valores acumulados; t.v.h. – taxa de variação homóloga. (1) A partir de janeiro de 2013, a série do IPC corresponde ao índice com base 100 em 2012. (2) Média aparada a 10 por cento, o que significa que são apenas consideradas 80 por cento das observações centrais da t.v.h. do IPC. Excluindo os itens correspondentes às observações extremas, o IPC foi recalculado, a partir do qual se obtiveram as respetivas taxas de variação homóloga. 20 Banco de Portugal • Indicadores de Conjuntura Quadro 10 • Portugal | Balança de pagamentos – principais componentes, valores líquidos, milhões de euros Balança Corrente Bens f.o.b. Serviços Rendimento primário Rendimento secundário Administrações públicas Outros sectores Balança de Capital Balança Financeira Investimento Direto De Portugal no exterior Do exterior em Portugal Investimento de Carteira Ativos Participações de capital e de fundos de investimento Títulos de dívida de longo prazo Títulos de dívida de curto prazo Passivos Participações de capital e de fundos de investimento Títulos de dívida de longo prazo Títulos de dívida de curto prazo Derivados financeiros (que não reservas) e opções sobre ações concedidas a empregados Outro investimento Ativos dos quais: Banco Central Outras instituições financeiras monetárias Administrações públicas Instituições financeiras não monetárias exceto SSFP Sociedades não financeiras Passivos dos quais: Banco Central Outras instituições financeiras monetárias Administrações públicas Instituições financeiras não monetárias exceto SSFP Sociedades não financeiras Ativos de reserva Erros e Omissões Por memória: Balança Corrente + Balança de Capital 2011P 2012P 2013P -10 903,8 -14 240,3 8017,9 -5260,7 579,2 -1461,2 2040,4 2733,5 -8301,3 6489,0 12 728,6 6239,6 2194,5 -24 108,0 -3870,3 -23 809,6 3571,8 -26 302,5 -7007,1 -14 477,5 -4817,9 -3477,2 -9056,0 9286,3 -4791,7 1084,2 -1492,7 2577,0 3587,0 586,9 -13 978,7 -7308,0 6670,7 29 316,2 -10 320,4 -601,9 -7324,9 -2393,5 -39 636,6 -6782,3 -26 560,6 -6293,6 1183,2 -7463,7 11 118,9 -3725,9 1253,9 -1673,4 2927,2 2751,9 3461,2 -427,3 1510,3 1937,6 -645,3 -844,1 2217,4 -1489,2 -1572,3 -198,8 576,1 540,1 -1315,0 2012P 2013P 2014P 2012P 2013P 2014P Jan.-Out. Jan.-Out. Jan.-Out. Out. Out. Out. -3464,9 -7535,3 8104,6 -4588,9 554,8 -1376,1 1930,9 3213,9 271,7 -5574,4 40,2 5614,7 24 226,3 -8889,3 -1229,7 -6236,4 -1423,2 -33 115,5 -6819,9 -26 872,4 576,8 576,5 -6131,1 9224,1 -3337,8 821,3 -1486,0 2307,3 2258,7 2197,5 642,5 1781,4 1138,9 3616,3 1843,9 1632,4 1092,4 -880,9 -1772,3 181,0 -1310,7 -642,6 1401,1 -7042,5 9487,9 -2319,6 1275,3 -1246,3 2521,6 1996,0 2909,3 646,1 6699,3 6053,2 -7581,8 8774,4 2289,4 7797,1 -1312,0 16 356,2 1937,1 11 147,7 3271,5 -237,2 -927,0 916,3 -294,3 67,8 -98,5 166,3 1021,3 1144,8 72,1 -17,7 -89,8 -10,3 499,3 -104,9 135,5 468,7 509,6 118,7 393,6 -2,7 185,2 -837,5 915,0 -61,6 169,3 -46,1 215,4 549,0 311,5 319,2 539,6 220,4 1586,9 1891,6 139,7 1005,5 746,4 304,7 64,9 -155,2 395,1 505,7 -697,2 971,7 -124,8 355,9 103,5 252,3 194,1 647,7 786,5 30,3 -756,2 5492,2 -602,4 -385,8 85,5 -302,2 -6094,6 -241,3 -5907,0 53,7 -450,7 - 64,7 1017,1 320,6 918,8 1457,7 96,8 126,0 38,4 -15 323,3 -1432,9 -14 855,5 2956,9 3080,3 -11 722,7 -18 885,8 1894,8 -3481,7 -13 001,1 7314,5 6384,1 975,0 -368,1 -1637,7 164,0 -5703,2 254,9 1488,7 -2536,9 2277,2 -3116,3 151,8 13 890,3 3271,1 412,2 -343,8 2563,3 -1735,0 17 812,5 2702,6 -15 317,1 26,3 601,5 -324,3 -14 803,0 3159,8 3304,4 -869,5 -867,6 -1662,7 20 780,6 2307,1 -15 805,2 54,2 402,7 -831,3 -9519,4 3183,0 2304,8 321,4 -681,8 1364,0 -930,4 620,5 31,0 849,0 -915,8 -940,2 -1343,1 665,3 -190,6 403,6 126,4 -673,7 1801,7 427,3 -746,9 -21,0 -41,6 683,6 5958,1 2644,6 -24 687,8 35 291,9 561,6 56,8 -1210,9 -131,0 7548,2 -15 525,8 26 614,1 -644,3 -175,9 169,5 477,1 -4960,0 -18 728,3 9822,0 - 93,4 -1064,0 436,4 -473,8 10 910,1 -13 583,9 24 476,9 -648,9 -363,4 185,0 522,7 4488,5 -18 531,4 4697,0 -72,9 -341,7 501,7 -637,7 1468,0 -6341,5 5072,2 -53,2 -1137,8 1072,9 -487,7 -1974,9 -154,3 1460,7 21,6 -695,4 11,1 360,7 1491,7 866,3 -517,0 9,2 -28,9 -82,9 -422,6 5617,7 425,8 -308,3 -50,3 268,8 33,8 -52,1 -8170,3 109,8 3935,1 -251,0 2835,2 3397,1 784,1 734,1 699,8 Fonte: Banco de Portugal. Notas: f.o.b. – free on board; SSFP – Sociedades de Seguros e Fundos de Pensões; P – Provisório. Janeiro 2015 21 Quadro 11 • Portugal | Principais indicadores monetários e financeiros Unidades 2012 2013 2014 Dez. Jun. Set. Dez. Mar. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Taxas de juro Taxas de juro sobre saldos de IFM(1) Empréstimos a sociedades não financeiras em %, valores médios, fim de período 4,39 4,45 4,40 4,37 4,33 4,28 4,22 4,18 4,10 4,05 4,01 3,96 n.d. Empréstimos a particulares para habitação em %, valores médios, fim de período 1,59 1,46 1,47 1,47 1,52 1,55 1,56 1,55 1,53 1,50 1,46 1,43 n.d. Empréstimos a particulares para consumo e outros fins em %, valores médios, fim de período 8,08 8,32 8,33 8,29 8,39 8,41 8,39 8,21 8,20 8,20 8,18 8,17 n.d. Depósitos e equiparados até 2 anos(2) em %, valores médios, fim de período 2,87 2,46 2,30 2,19 2,08 1,99 1,94 1,88 1,81 1,72 1,66 1,61 n.d. Depósitos e equiparados a mais de 2 anos(2) em %, valores médios, fim de período 3,04 3,11 3,10 3,13 3,10 3,02 2,98 2,91 2,84 2,83 2,74 2,67 n.d. em %, valores médios 7,25 6,30 7,06 6,04 4,43 3,66 3,50 3,69 3,47 3,18 3,21 3,13 2.81 em %, em fim de período 7,16 6,44 6,83 6,04 4,07 3,63 3,65 3,62 3,21 3,16 3,22 2,85 2.69 31/12/1992=3000, média mensal 5576 5708 5989 6483 7467 7164 7147 6399 5666 5871 5256 5211 4955 em fim de período 5655 5557 5954 6559 7608 7113 6802 5979 5943 5740 5222 5176 4799 5/01/1988=1000, média mensal 2295 2484 2557 2679 3016 3012 3069 2784 2514 2614 2361 2306 2195 em fim de período 2334 2434 2542 2698 3100 3044 2940 2632 2645 2561 2348 2286 2128 variação em termos homólogos , em %, fim de período -3,4 -1,0 -0,2 2,0 0,3 0,6 1,8 2,4 3,1 2,7 2,8 2,4 n.d. variação em termos homólogos , em %, fim de período 0,0 -0,1 1,0 1,3 0,3 -0,4 0,0 0,9 1,3 1,3 1,0 0,5 n.d. Taxa de rendibilidade – OT a 10 anos(3) Índice de cotações de ações PSI-20 PSI Geral Agregados de depósitos em bancos residentes Depósitos do setor privado não monetário(4) Depósitos de particulares (inclui emigrantes) Agregados de empréstimos a residentes concedidos por bancos residentes(5) Empréstimos ao setor não monetário, exceto administrações públicas variação anual, em %, fim de período -5,9 -5,4 -6,1 -5,3 -5,3 -5,5 -5,5 -5,2 -5,0 -4,4 -4,4 -4,6 n.d. Empréstimos a instituições financeiras não monetárias variação anual, em %, fim de período -12,9 -15,1 -19,7 -18,1 -12,6 -10,5 -7,1 -7,5 -4,8 -2,6 -3,6 -5,4 n.d. Empréstimos ao setor privado não financeiro variação anual, em %, fim de período -5,6 -5,0 -5,6 -4,8 -5,0 -5,4 -5,5 -5,1 -5,1 -4,5 -4,4 -4,6 n.d. Empréstimos a sociedades não financeiras variação anual, em %, fim de período -7,0 -5,4 -7,1 -5,2 -5,9 -7,1 -7,3 -6,5 -6,3 -5,2 -5,1 -5,6 n.d. Empréstimos a particulares (inclui emigrantes) variação anual, em %, fim de período -4,6 -4,7 -4,6 -4,6 -4,5 -4,2 -4,3 -4,2 -4,2 -4,0 -4,0 -3,9 n.d. Empréstimos a particulares para habitação variação anual, em %, fim de período -3,7 -3,8 -3,9 -3,9 -3,9 -3,8 -3,9 -3,8 -3,8 -3,8 -3,9 -3,9 n.d. Empréstimos a particulares para consumo e outros fins variação anual, em %, fim de período -8,8 -8,6 -7,8 -8,0 -7,1 -5,8 -6,1 -6,0 -6,0 -4,8 -4,6 -3,9 n.d. Crédito ao setor privado não financeiro variação anual, em %, fim de período -1,1 -0,6 -1,1 -0,2 -1,9 -3,5 -3,9 -3,4 -3,8 -3,8 -4,2 -4,2 n.d. Crédito a sociedades não financeiras variação anual, em %, fim de período 0,7 1,1 0,4 0,8 -0,7 -3,6 -4,0 -2,8 -3,5 -3,3 -3,7 -3,7 n.d. variação anual, em %, fim de período 0,3 1,8 1,0 1,4 -0,6 -3,0 -3,4 -2,1 -2,9 -2,7 -3,1 -3,1 n.d. variação anual, em %, fim de período -6,9 -6,4 -8,3 -6,3 -6,1 -6,4 -6,6 -5,9 -5,6 -4,4 -4,3 -4,9 n.d. Agregados de crédito total a residentes concedidos por entidades residentes e não residentes(6) Crédito a sociedades não financeiras privadas Do qual: Empréstimos concedidos por bancos residentes Crédito a sociedades não financeiras públicas que não consolidam nas administrações públicas(7) Do qual: Empréstimos concedidos por bancos residentes Crédito a particulares Crédito a particulares para aquisição de habitação Crédito a particulares para consumo e outros fins Financiamento das administrações públicas variação anual, em %, fim de período 5,8 -11,7 -10,4 -9,6 -2,8 -18,4 -17,9 -18,5 -17,8 -18,1 -18,1 -17,6 n.d. variação anual, em %, fim de período -8,8 24,0 29,1 27,9 -0,3 -29,1 -27,4 -26,4 -26,2 -26,8 -27,3 -24,1 n.d. variação anual, em %, fim de período -3,3 -2,7 -3,0 -1,5 -3,4 -3,3 -3,8 -4,2 -4,3 -4,5 -4,8 -4,9 n.d. variação anual, em %, fim de período -3,4 -3,8 -4,0 -3,8 -3,8 -3,7 -3,7 -3,6 -3,6 -3,6 -3,8 -3,8 n.d. variação anual, em %, fim de período -1,5 0,9 0,2 5,7 -2,0 -1,9 -2,8 -4,6 -5,1 -6,1 -6,8 -7,1 n.d. 5015 3436 3543 5323 1232 3777 6411 9870 9128 8422 9700 n.d. n.d. 106Euros, val. acumulados Fontes: NYSE Euronext, Thomson Reuters e Banco de Portugal. Notas: (1) Calculadas como médias de taxas de juro sobre saldos de empréstimos e depósitos de IFM, denominados em euros, face a residentes da área do euro, para cada setor e / ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderadas pelos respetivos montantes em dívida em final de mês. (2) Exclui responsabilidades à vista, depósitos com pré-aviso e acordos de recompra. (3) Valores retirados da Thomson Reuters (hora de fecho). (4) Inclui depósitos de residentes e de não residentes e exclui depósitos e equiparados com prazo acordado superior a 2 anos de outros intermediários financeiros e auxiliares financeiros residentes. (5) As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos a residentes concedidos por bancos residentes, em fim de mês, ajustados de operações de titularização e transações mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de abatimentos ao ativo e de reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são adicionalmente ajustados do efeito de vendas de carteiras de crédito. A evolução das taxas de variação de alguns agregados de crédito foi significativamente afetada no mês de abril pela amortização de uma parcela significativa de empréstimos bancários por parte de algumas empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (CP, Carris e STCP). (6) Taxas de variação anual dos saldos em fim de período, numa ótica consolidada, i.e., excluindo operações entre entidades do mesmo setor institucional. São incluídos empréstimos concedidos, títulos emitidos e créditos comerciais. As séries encontram-se ajustadas de operações de titularização, reclassificações, abatimentos ao ativo e reavaliações cambiais e de preço. Quando relevante, os valores são ajustados do efeito de vendas de carteiras de crédito. A evolução das taxas de variação de alguns agregados de crédito foi significativamente afetada no mês de abril pela amortização de uma parcela significativa de empréstimos bancários por parte de algumas empresas públicas que não consolidam nas administrações públicas (CP, Carris e STCP). (7) As sociedades não financeiras públicas que não consolidam nas administrações públicas estão incluídas no agregado estatístico das sociedades não financeiras e, por conseguinte, no agregado estatístico do setor privado não financeiro.