1 LEVANTAMENTO DOS ENSAIOS REALIZADOS POR LABORATÓRIOS PRESTADORES DE SERVIÇOS NA ÁREA DE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS Pesquisa elaborada pela Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública - GGLAS Coordenação: Galdino Guttmann Bicho Elaboração: Silvânia Vaz de Melo Mattos Colaboração: Gisélia Ferreira Pesquisa de Laboratórios Fitoterápicos Setembro/2003 Pesquisa de Laboratórios Fitoterápicos Revisão n.º 0 Aprovado em: Diretor-Presidente Claudio Maierovitch Pessanha Henriques Diretores Luiz Carlos Wanderley Lima Ricardo Oliva Gerente-Geral de Laboratórios de Saúde Pública Galdino Guttmann Bicho Elaboração Silvânia Vaz de Melo Mattos Colaboração Gisélia Ferreira Lay-Out de Apresentação e Digitação José Lúcio dos Santos Costa Página 2 de 2 Pesquisa de Laboratórios Fitoterápicos Revisão n.º 0 Aprovado em: Agradecemos aos laboratórios fitoterápicos que, gentilmente, se interessaram em participar deste levantamento, e colaboraram para a sua realização, na produção do material que serviu de base para a análise dos dados. Página 3 de 3 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 6 2 OBJETIVO 7 3 METODOLOGIA UTILIZADA 7 4 RESULTADOS OBTIDOS 8 5 CONCLUSÕES 18 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1 Participação dos laboratórios, segundo o tipo de organização e o estado da federação 08 Figura 2 Distribuição percentual dos laboratórios por região 15 Figura 3 Distribuição percentual dos laboratórios por estado da federação 15 Figura 4 Situação consolidada do sistema de qualidade nos laboratórios (em %) 17 Figura 5 Distribuição dos ensaios realizados, de acordo com o estado da federação 17 Figura 6 Distribuição dos ensaios realizados, por região geográfica 18 Figura 7 Distribuição de freqüência/ Número de laboratórios por faixa de número de ensaios executados 18 Figura 8 Participação dos laboratórios em relação ao número de ensaios realizados 19 Figura 9 Número de laboratórios que executam cada ensaio microbiológico 20 Figura 10 Laboratórios que analisam a maioria dos ensaios microbiológicos 20 Figura 11 Relação de laboratórios que realizam ensaios físico-químicos 24 Figura 12 Número de laboratórios que realizam cada ensaio 24 Figura 13 Número de laboratórios que executam cada ensaio físico 26 Figura 14 Principais laboratórios na área dos ensaios físicos 26 Figura 15 Número de laboratórios que executam cada ensaio biológico 28 Figura 16 Laboratórios mais atuantes nas análises biológicas 28 Figura 17 Comparativo dos laboratórios, por área de atuação 29 Figura 18 Paralelo entre o total de ensaios realizados e os preconizados na legislação, por laboratório 30 Figura 19 Laboratórios mais atuantes na área de ensaios Físico-Químicos 30 Figura 20 Laboratórios mais atuantes na área de ensaios físicos 31 Figura 21 Laboratórios mais atuantes na área de ensaios biológicos 31 Figura 22 Laboratórios que informaram terceirizar ensaios 32 ÍNDICE DE QUADROS Quadro I Número de laboratórios segundo o tipo de organização 08 Quadro II Relação Alfabética dos LABORATÓRIOS PARTICIPANTES 09 Quadro III Relação dos laboratórios, por região e estado da federação 13 Quadro IV Situação de Qualidade nos Laboratórios 16 Quadro V 33 Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes Página 4 de 4 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1 Médias de ensaios realizados por estado da federação 18 Tabela 2 Percentuais de laboratórios que executam cada ensaio 19 Tabela 3 Percentuais de laboratórios que executam cada ensaio 21 Tabela 4 Percentuais de laboratórios que analisam cada ensaio 25 Tabela 5 Percentuais de laboratórios que executam cada ensaio 26 Página 5 de 5 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: 1 – INTRODUÇÃO A utilização de plantas, e seus derivados como medicamento é tão antiga, quanto a própria existência das antigas civilizações. A Fitoterapia, apesar de ser considerada por muitos uma terapia alternativa, se enquadra dentro da chamada medicina alopática. É considerado medicamento fitoterápico toda preparação farmacêutica que utiliza, como matéria prima, partes de plantas, como folhas, caules, raízes, sementes, componentes ativos exclusivamente de origem vegetal, e que deve apresentar comprovação de eficácia, segurança e qualidade. O mercado mundial de fitoterápicos movimenta cerca de US$ 14 bilhões de dólares anuais, cerca de US$ 3 bilhões somente na Alemanha, país que possui a mais desenvolvida indústria farmacêutica à base de vegetais, seguido pela França e Itália. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, o consumo de medicamentos à base de plantas é comum em cerca de 80% da população mundial. Com o advento da produção industrial e o consumo massificado de produtos fitoterápicos, qualquer problema de baixa qualidade não atinge somente o indivíduo, mas centenas de pessoas por lote, considerado como "alterado, adulterado ou impróprio para o uso", conforme classifica o art. 62 da Lei Federal 6360 (Brasil, 1976). O potencial da flora brasileira é indiscutível. O Brasil abriga 55 mil espécies de plantas catalogadas de um total estimado entre 350 e 550.0000 (Dias, 1996, apud Guerra e Nodari, 2001), aproximadamente um quarto de todas as espécies conhecidas. O mercado fitoterápico brasileiro começou a se expandir recentemente, e movimenta cerca de 500 milhões de dólares por ano, segundo estimativas da Associação Brasileira da Indústria de Fitoterápicos (Abifito). Entretanto, este setor ainda vem buscando um padrão de qualidade, segurança e eficiência confiáveis, reformulando aquela remota associação entre fitoterapia e curandeirismo. Dentro dessa preocupação, a Agência nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), elaborou a Portaria No. 116, de 8/08/1996 e, posteriormente, publicou a RDC 17, de 24/02/2000, e, mais recentemente, a RDC 134, de 29/05/2003, visando normatizar o registro e a adequação dos medicamentos fitoterápicos no país. Para melhor conhecer os laboratórios que analisam os produtos fitoterápicos, e traçar um perfil da situação atual encontrada, foi promovida a presente pesquisa pela gerência geral de laboratórios de saúde/Rede Brasileira de Laboratórios de Saúde (GGLAS/REBLAS), da ANVISA, com participação voluntária de diversas organizações do setor no país. Ora, este trabalho está sendo disponibilizado ao público interessado, esperando-se assim estar contribuindo para o seu desenvolvimento. 2- OBJETIVO Este trabalho foi concebido com o objetivo principal de identificar em todo o país os laboratórios que prestam serviços analíticos na área dos Medicamentos Fitoterápicos, bem como as metodologias utilizadas na determinação de parâmetros exigidos pela legislação sanitária em vigor, ou propostos na literatura. Pretende ainda fazer uma avaliação preliminar da capacitação técnica de laboratórios com potencial para serem prestadores de serviços na área de Fitoterápicos e passíveis de habilitação na Reblas, a Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde, visando atender uma demanda do setor de Registro de Medicamentos Fitoterápicos da ANVISA. 3- METODOLOGIA UTILIZADA O comunicado do lançamento desta pesquisa da ANVISA foi encaminhado por meio eletrônico e por via postal a todas as universidades, laboratórios oficiais e privados conhecidos, às sociedades afins e laboratórios habilitados na Reblas, entre os meses de março a maio de 2003. A notícia ficou disponibilizada também na internet, na página da Anvisa, em http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2003/240303.htm, para possibilitar o amplo acesso dos usuários e interessados em participar. Para participação na pesquisa foi solicitado o preenchimento dos arquivos padrão, disponibilizados na página da Anvisa no formato PDF, e o envio dos mesmos pelos laboratórios interessados se deu na forma eletrônica e postal. O prazo final para a entrega da documentação foi fixado em 26/05/2003. Página 6 de 6 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Basicamente, a documentação requerida constituiu-se de uma ficha cadastral, um questionário sobre o Sistema de Qualidade e uma relação de ensaios realizados ou terceirizados pelo laboratório, conforme modelo em Anexo I. A ficha cadastral constitui-se dos dados de identificação da Organização e, dos contatos dos responsáveis pela empresa e pelo Sistema de Qualidade. O segundo questionário abrangeu apenas questões básicas sobre o Sistema de Qualidade, e também uma relação dos principais equipamentos utilizados nos ensaios. A relação de ensaios se baseou na legislação vigente, farmacopéias e textos científicos sobre o assunto. Eles foram agrupados de acordo com o tipo de análise, em quatro sub-grupos: I – Ensaios Microbiológicos, com 13 determinações; II – Ensaios Físico-Químicos, com 101 determinações; III – Ensaios Físicos, com 18 determinações, e IV – Ensaios Biológicos, com 28 determinações, totalizando 160 ensaios. Em todos os grupos foi acrescentado o item “Outros”, para possibilitar ao laboratório participante a liberdade de inclusão de ensaios não relacionados. Primeiramente, procedeu-se uma reorganização da lista enviada, tendo em vista algumas inclusões feitas pelos laboratórios participantes, e a redução de alguns itens, que causavam certa duplicidade. Foram solicitadas também informações sobre a metodologia empregada nas análises, se executadas em matéria prima ou produto acabado, e se são terceirizadas ou não. O Anexo I, ao final deste trabalho, contém um modelo para eventuais consultas. A documentação recebida foi cadastrada em formulário interno, de onde se procedeu ao tratamento dos dados obtidos, que é apresentado no próximo item. Todos laboratórios receberam uma codificação, conforme a chegada da documentação, para facilitar o desenvolvimento dos trabalhos. Cabe ressaltar que, alguns laboratórios, pertencentes à mesma Organização, por apresentarem endereços e características analíticas distintas, foram considerados em separado, como se fossem organismos diferentes. Por outro lado, há casos de agrupamento de vários laboratórios de uma mesma organização em um único item, por apresentarem características semelhantes, e se entender que compõem uma estrutura única. Cabe lembrar que, a participação nesta pesquisa não implica na habilitação do laboratório pela Reblas/ANVISA. A habilitação se dará após o preenchimento do formulário de solicitação de habilitação e da avaliação in loco. Todos os requisitos necessários e instruções gerais para a habilitação encontram-se no seguinte endereço: http://www.anvisa.gov.br/reblas/index.htm. Este trabalho prevê uma atualização anual. Os laboratórios que não participaram desta rodada e tiverem interesse, poderão se cadastrar para a próxima etapa. A figura acima apresenta os laboratórios distribuídos por regiões geográficas, sendo que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste não participaram da pesquisa. A região Sudeste participou com 20 laboratórios e a região Sul com 3 Laboratórios. 4- RESULTADOS OBTIDOS Participaram deste levantamento 50 laboratórios, procedentes de 42 Organizações diferentes, sendo, 33 pertencentes a universidades ou escolas de segundo grau, e 17 laboratórios de prestação de serviços, particulares ou não. Embora, na maioria, tenham participado deste estudo laboratórios relacionados com atividades de ensino, acredita-se que o número de laboratórios particulares possa ser bem superior, entretanto, estes, talvez, não tenham tido acesso a este estudo, ou não se interessaram. Das 42 organizações participantes nessa pesquisa, a maioria se localiza nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Apenas no Paraná, o número de laboratórios particulares é superior aos oriundos de universidades/escolas. A proporção de laboratórios, segundo o tipo de organização, e, de acordo com a unidade federativa, é mostrada no quadro I e na figura 1, abaixo: Página 7 de 7 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro I - Número de laboratórios segundo o tipo de organização UF Universidade/ Escola Particular Total CE 1 0 1 DF 1 1 2 GO 1 0 1 MG 5 0 5 MT 2 0 2 PA 1 0 1 PE 2 1 3 PR 2 3 5 RJ 3 1 4 RS 6 3 9 SC 1 0 1 SP 8 8 16 Total 33 17 50 8 8 8 Univ/Esc. Partic. 7 6 6 5 5 4 3 3 2 2 1 1 3 3 1 1 2 2 1 1 1 1 1 0 DF SP MG RJ PA PE GO MT PR RS SC CE Figura 1 – Participação dos laboratórios, segundo o tipo de organização e o estado da federação Página 8 de 8 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: O quadro II, apresenta a relação completa dos laboratórios participantes, e seus respectivos códigos. Quadro II: Relação Alfabética dos Laboratórios Participantes Ordem Código Nome Lab Endereço completo CEP Estado 1 027 Bioagri Laboratórios Ltda Rod. SP - km 24 - Bairro Guamium 13412-000 Piracicaba/SP 2 028 Bioagri Laboratórios Ltda Divisão de Toxicologia Animal Fazenda Lagoa Bonita, Chácara 13, Caixa Postal 08287 73301-790 Planaltina/DF 3 032 Bioensaios Análises e Consultoria Ambiental S/C Ltda Rua Palermo, 257 - Santa Isabel 94480-775 Viamão/RS 4 040 Centro Regional de Tecnologia de Alimentos Lab. Microbiológico Senai/Certa Rodovia BR 407 km 08 s/n João de Deus 56314-520 Petrolina/PE 5 024 Cooperflora Brasil Av. Brasil, 4312 Ed. Cooperativa de Especialistas Transamérica - sala 9 em Plantas Medicinais térreo 87013-000 Maringá/PR 6 034 Escola Senai "Eurycledes de Av. Saudade, 125 Jesus Zerbini" - Laboratório de Bromatologia, Microbiologia e Avaliação da Qualidade 13041-670 Campinas/SP 7 036 Escola Senai "Mario Amato" Av. José Odorizzi, 1555 - Laboratório de Ensaios Físico-Químicos em Alimentos 09861-000 São Bernardo do Campo/SP 8 029 Extracta Moléculas Naturais Avenida 24 S/N, Cidade SA - Laboratório de Análises Universitária - Ilha do Fundão 21941-590 Rio de Janeiro/RJ 9 030 Fundação de Ciência e Tecnologia - Cientec Laboratórios de Química Orgânica, Microscopia e Microbiologia Rua Washington Luiz, 675 90010-460 Porto Alegre/RS 10 033-A Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Departamento de Ciências Básicas em Saúde/ Farmacologia de Produtos Naturais Av. Fernando Correa da Costa S/N - Coxipó da Ponte 78060-900 Cuiabá/MT 11 033-B Fundação Universidade Federal de Mato Grosso Departamento de Química/ Central Analítica Av. Fernando Correa da Costa S/N - Coxipó da Ponte 78060-900 Cuiabá/MT 12 022 Fundação Universidade Rua Eng. Alfredo Huch, 475 Federal do Rio Grande Departamento de Ciências Fisiológicas - Laboratório de Produtos Naturais 96201-900 Rio Grande/RS 13 045 Grupo Centroflora-Anidro do Rod.Eduardo Zuccari, km 18.603-970 Botucatu/SP Página 9 de 9 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Ordem Código Aprovado em: Nome Lab Endereço completo Brasil 21,5 - CP 254 CEP Estado 14 020 Herbarium Laboratório Botânico Ltda. Av. Santos Dumont, 1111 83.403-500 Colombo/PR 15 007 INFAN Indústria Química e Farmacêutica Nacional Rodovia BR 232 KM 136 Distrito Industrial 55034-640 Caruaru/PE 16 025 Laboratório de Controle de Rua Comendador Roseira, Qualidade e Pesquisa Ltda - 342 - Prado Velho LCQPq 80215-210 Curitiba/PR 17 016 MedLab Produtos Rua Octávio T. Mendes, 35 Diagnósticos Ltda Laboratório de Fitoterápicos 043076-070 São Paulo/SP 18 013 Nautillus Assessoria Clínica Ltda Av. Orosimbo Maia, 570 - sl 51 13023-001 Campinas/SP 19 002 Oswaldo Cruz Lab Service S/C Ltda R. Brigadeiro Galvão, 540 2o. And. 01151-000 São Paulo/SP 20 021 PharmaControl Laboratório de Controle de Qualidade Ltda Rua Dr. Eduardo Chartier, 559 - Bairro Passo D'Areia 90520-100 Porto Alegre/RS 21 011 Quimer Comercial Ltda. Rua Anadaraí, 789/799/821 Vila Maria 22 010 Rede Mineira de Ensaios Rodovia MG 179, km 0 Toxicológicos e Caixa Postal 23 Farmacológicos de Produtos Terapêuticos da Universidade de Alfenas e Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Fitofármacos (Unifenas) e Centro de Biologia e Reprodução (UFJF) 37130-000 Alfenas/MG 23 005 Scientia Serviços e Tecnologia Rua Líbia, 28 13207-370 Jundiaí/SP 24 008 T & E Comércio e Análises Químicas Ltda Rua Santo Antônio Claret, 193 13073-450 Campinas/SP 25 044 Universidade de Brasília Instituto de Química Laboratório de Química Analítica Ambiental Caixa Postal 4394 70919-970 Brasília/DF 26 031 Universidade de Ribeirão Preto - Laboratórios Integrados da UNAERP Av. Costábile Romano, 2201 14096-380 Ribeirão Preto/SP 27 006 Universidade de São Paulo - Av. Padua Dias, 11 Caixa Escola Superior de Postal 9 Agricultura "Luiz de Queiroz" - Departamento de Entomologia e Zoologia Agrícola - Setor de Defensivos - ESALQ-USP 13418-900 Piracicaba/SP 28 001 Universidade Estadual de Cidade Universitária Prof. Campinas - Centro Zeferino Vaz - CP 6171 Pluridisciplinar de Pesquisas 13.081-970 Campinas/SP Página 10 de 10 021017-001 São Paulo/SP Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Ordem Código Aprovado em: Nome Lab Endereço completo CEP Estado Químicas, Biológicas e Agrícolas - Unicamp/CPQBA 29 035 Universidade Estadual de Avenida General Carlos Ponta Grossa - Laboratório Cavalcante, 4748 - Bloco M Industrial de Medicamentos - Uvaranas (UEPG/LIMED) 84030-900 Ponta Grossa/PR 30 039 Universidade Estadual Via de acesso Paulo Donato Paulista - Campus de Castellane, s/no. Jaboticabal - Departamento de Tecnologia - Laboratório de Bioquímica de Microorganismos e Plantas 14.884-900 Jaboticabal/SP 31 019 Universidade Federal de Goiás - Faculdade de Farmácia - Laboratório de Farmacognosia e Pesquisa em Produtos Naturais 74605-220 Goiânia/GO Pça. Universitária esquina c/ 1a. Av., s/n - St. Universitário 32 038-A Universidade Federal de Av. Antônio Carlos, 6627 Minas Gerais - Escola de Veterinária - Laboratório de Nutrição Animal 31270-901 Belo Horizonte/MG 33 038-B Universidade Federal de Av. Antônio Carlos, 6627 Minas Gerais - Escola de Veterinária - Laboratórios de Toxicologia Veterinária 31270-901 Belo Horizonte/MG 34 012 Universidade Federal de Av. Olégário Maciel, 2360 Minas Gerais - Faculdade de Lourdes Farmácia - Laboratório de Farmacognosia e Fitoquímica 30.180-112 Belo Horizonte/MG 35 037 Universidade Federal de Rua Costa Sena, 171 Ouro Preto - Escola de Farmácia - Laboratórios de Farmacognosia/Fitoquímica, Controle de Qualidade e Farmacologia Experimental 35400-000 Ouro Preto/MG 36 042 Universidade Federal de Pernambuco - Laboratório de Farmacologia e Toxicologia Pré-Clínica de Compostos Bioativos Av. Prof. Moraes Rego S/N 50670-901 Recife/PE 37 026 Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Ciências Farmacêuticas Laboratórios de Farmacognosia e de Controle de Qualidade de Produtos Farmacêuticos CIF/CCS, UFSC, Campus Universitário - Trindade 88040-900 Florianópolis/SC 38 018 Universidade Federal de Prédio 44 3o. Andar Ala Santa Maria - Laboratório de Norte DMPV CCR - UFSM Estudo de Fitoterápicos e de Laboratório de Análises 97119-900 Santa Maria/RS Página 11 de 11 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Ordem Código Aprovado em: Nome Lab Endereço completo CEP Estado 97105-900 Santa Maria/RS Micotoxicológicas 39 018-B Universidade Federal de Santa Maria - Unidade de Estudo de Fitoterápicos UFSM 40 015 Universidade Federal de São Rua Botucatu, 862 – 1º Paulo - Departamento de andar – Ed. Ciências Psicobiologia - Centro de Biomédicas Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) UNIFESP 04023-062 São Paulo/SP 41 023 Universidade Federal de São Rua 3 de maio, 100 Paulo - Escola Paulista de Medicina - Setor de Produtos Naturais 04044-020 São Paulo/SP 42 043 Universidade Federal do Ceará - Laboratório de Farmacognosia 60431-327 Fortaleza/CE 43 003 Universidade Federal do Campus Universitário do Pará - Laboratório de Guamá Fitoquímica e Cromatografia Líquida de Alta Eficiência 66075-000 Belém/PA 44 041 Universidade Federal do Paraná - Laboratório de Controle de Qualidade 80.210-170 Curitiba/PR 45 014 Universidade Federal do Rio Centro de Ciências da de Janeiro - Instituto de Saúde Bl. 1 Cidade Microbiologia - Laboratório Universitária de Análises Microbiológicas de Produtos - UFRJ 21941-590 Rio de Janeiro/RJ Rua Capitão Francisco Pedro, 1210 Av. Pref. Lothario Meisnner, 3400 46 009-B Universidade Federal do Rio Av. Bento Gonçalves, 9500 Grande do Sul - Centro de prédio 43411 Ecologia - Laboratórios Geral, de Bioindicação Vegetal, de Absorção Atômica e de Cromatografia 91501-970 Porto Alegre/RS 47 009-C Universidade Federal do Rio Rua Prof. Sarmento Leite, Grande do Sul - Instituto de 500 sala 202 Ciências Básicas da Saúde Laboratório de Etnofarmacologia 90046-900 Porto Alegre/RS 48 009-A Universidade Federal do Rio Rua Prof. Sarmento Leite, Grande do Sul - Instituto de 500 sala 200 Ciências Básicas da Saúde Laboratório de Farmacologia 90046-900 Porto Alegre/RS 49 017 Universidade Federal Fluminense - Laboratório Analítico I e II Rua Marquês de Paraná, 303 - Centro 2o. Andar Prédio da Emergência 24.030-900 Niterói/RJ 50 004 Universidade Federal Fluminense - Laboratório Universitário Rodolpho Albino - UFF Rua Mário Viana, 523 Santa Rosa 24241-002 Niterói/RJ Página 12 de 12 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: A classificação deles, de acordo com a distribuição geográfica, está apresentada abaixo, no Quadro III, e nas figuras 2 e 3. Apenas 12 estados participaram deste levantamento. Os estados do Ceará, Goiás, Pará e Santa Catarina foram representados por apenas um laboratório cada. O Distrito Federal e o estado de Mato Grosso apresentaram dois laboratórios cada, Pernambuco apresentou três, Rio de Janeiro apresentou quatro, Minas Gerais e Paraná cinco, Rio Grande do Sul enviou nove representantes, e São Paulo dezesseis. Quadro III – Relação dos laboratórios, por região e estado da federação Região Centro-Oeste (5 laboratórios) Código 028 Nome do Laboratório Bioagri Laboratórios Ltda. – Divisão de Toxicologia Animal 033-A Universidade Federal de Mato Grosso – Faculdade de Ciências Médicas Departamento de Ciências Básicas em Saúde - Farmacologia de Produtos Naturais 033-B Universidade Federal de Mato Grosso - Departamento de Química - Central Analítica Cidade/UF Planaltina/DF Cuiabá/MT Cuiabá/MT 044 Universidade de Brasília - Instituto de Química - Laboratório de Química Analítica Ambiental Brasília/DF 019 Universidade Federal de Goiás - Faculdade de Farmácia - Laboratório de Farmacognosia e Pesquisa em Produtos Naturais Goiânia/GO Região Norte (1 laboratório) Código 003 Nome do Laboratório Universidade Federal do Pará - Laboratório de Fitoquímica e Cromatografia Líquida de Alta Eficiência Cidade/UF Belém/PA Região Nordeste (4 laboratórios) Código Nome do Laboratório Cidade/UF 040 Centro Regional de Tecnologia de Alimentos - Lab. Microbiológico - Senai/Certa Petrolina/PE 007 INFAN Indústria Química e Farmacêutica Nacional Caruaru/PE 042 Universidade Federal de Pernambuco - Laboratório de Farmacologia e Toxicologia Pré-Clínica de Compostos Bioativos 043 Universidade Federal do Ceará - Laboratório de Farmacognosia Recife/PE Fortaleza/CE Região Sul (15 laboratórios) Código Nome do Laboratório Cidade/UF 032 Bioensaios Análises e Consultoria Ambiental S/C Ltda 024 Cooperflora Brasil - Cooperativa de Especialistas em Plantas Medicinais 030 Fundação de Ciência e Tecnologia - Cientec - Laboratórios de Química Orgânica, Microscopia e Microbiologia 022 Fundação Universidade Federal do Rio Grande - Departamento de Ciências Fisiológicas - Laboratório de Produtos Naturais 020 Herbarium Laboratório Botânico Ltda. Colombo/PR 025 Laboratório de Controle de Qualidade e Pesquisa Ltda - LCQPq Curitiba/PR 021 PharmaControl Laboratório de Controle de Qualidade Ltda Porto Alegre/RS 035 Universidade Estadual de Ponta Grossa - Laboratório Industrial de Medicamentos (UEPG/LIMED) Ponta Grossa/PR Página 13 de 13 Viamão/RS Maringá/PR Porto Alegre/RS Rio Grande/RS Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Região Sul (15 laboratórios) Código Nome do Laboratório Cidade/UF 026 Universidade Federal de Santa Catarina - Departamento de Ciências Farmacêuticas - Laboratórios de Farmacognosia e de Controle de Qualidade de Produtos Farmacêuticos Florianópolis/SC 018-A e Universidade Federal de Santa Maria - Laboratório de Análises B Micotoxicológicas e Unidade de Estudo de Fitoterápicos 041 Universidade Federal do Paraná - Laboratório de Controle de Qualidade Santa Maria/RS Curitiba/PR 009-A Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Instituto de Ciências Básicas da Saúde - Laboratório de Farmacologia Porto Alegre/RS 009-B Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Centro de Ecologia - Laboratórios Geral, de Bioindicação Vegetal, de Absorção Atômica e de Cromatografia Porto Alegre/RS 009-C Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Laboratório de Etnofarmacologia Porto Alegre/RS Região Sudeste (25 laboratórios) Código Nome do Laboratório Cidade/UF 027 Bioagri Laboratórios Ltda Piracicaba/SP 034 Escola Senai "Eurycledes de Jesus Zerbini" - Laboratório de Bromatologia, Microbiologia e Avaliação da Qualidade Campinas/SP 036 Escola Senai "Mario Amato" - Laboratório de Ensaios Físico-Químicos em Alimentos São Bernardo do Campo/SP 029 Extracta Moléculas Naturais SA - Laboratório de Análises Rio de Janeiro/RJ 045 Grupo Centroflora-Anidro do Brasil Botucatu/SP 016 MedLab Produtos Diagnósticos Ltda - Laboratório de Fitoterápicos São Paulo/SP 013 Nautillus Assessoria Clínica Ltda Campinas/SP 002 Oswaldo Cruz Lab Service S/C Ltda São Paulo/SP 011 Quimer Comercial Ltda. São Paulo/SP 010 Rede Mineira de Ensaios Toxicológicos e Farmacológicos de Produtos Terapêuticos da Universidade de Alfenas e Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Fitofármacos (Unifenas) e Centro de Biologia e Reprodução (UFJF) 005 Scientia Serviços e Tecnologia 008 T & E Comércio e Análises Químicas Ltda 031 Universidade de Ribeirão Preto - Laboratórios Integrados da UNAERP 006 Universidade de São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Departamento de Entomologia e Zoologia Agrícola - Setor de Defensivos ESALQ-USP Piracicaba/SP 001 Universidade Estadual de Campinas - Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas - Unicamp/CPQBA Campinas/SP 039 Universidade Estadual Paulista - Campus de Jaboticabal - Departamento de Tecnologia - Laboratório de Bioquímica de Microorganismos e Plantas Alfenas/MG Jundiaí/SP Campinas/SP Ribeirão Preto/SP Jaboticabal/SP 038-A Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinária - Laboratório de Nutrição Animal Belo Horizonte/MG 038-B Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinária - Laboratório de Toxicologia Veterinária Belo Horizonte/MG 012 Universidade Federal de Minas Gerais - Faculdade de Farmácia - Laboratório de Belo Horizonte/MG Farmacognosia e Fitoquímica 037 Universidade Federal de Ouro Preto - Escola de Farmácia - Laboratórios de Farmacognosia/Fitoquímica, Controle de Qualidade e Farmacologia Página 14 de 14 Ouro Preto/MG Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Região Sudeste (25 laboratórios) Código Nome do Laboratório Cidade/UF 015 Universidade Federal de São Paulo - Departamento de Psicobiologia - UNIFESP São Paulo/SP 023 Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina - Setor de Produtos Naturais São Paulo/SP 014 Universidade Federal do Rio de Janeiro - Instituto de Microbiologia Laboratório de Análises Microbiológicas de Produtos - UFRJ 017 Universidade Federal Fluminense - Laboratório Analítico I e II Niterói/RJ 004 Universidade Federal Fluminense - Laboratório Universitário Rodolpho Albino Niterói/RJ Experimental Rio de Janeiro/RJ Sudeste 50% Sul 30% Centro Oeste 10% Norte 2% Nordeste 8% Figura 2 – Distribuição percentual dos laboratórios por região RS 18% CE 2% SC 2% DF 4% SP 32% PR 10% MT 4% GO 2% PE 6% PA 2% RJ 8% MG 10% Figura 3 – Distribuição percentual dos laboratórios por estado da federação Página 15 de 15 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Com relação ao Sistema de Qualidade implantado nos laboratórios, em resumo, a situação geral encontrada foi a seguinte: Do total, apenas dois laboratórios responderam afirmativamente a todas as seis perguntas do questionário sobre sistema de qualidade, e quatro negaram apenas uma delas, em geral, a que se refere aos ensaios de proficiência do exterior. Embora alguns laboratórios afirmem que participam destes ensaios, em geral, acredita-se que seja para análises inespecíficas para a área de fitoterápicos. Dos onze laboratórios que responderam “NÃO” a duas perguntas, estas, em geral, se referiam aos ensaios de proficiência nacionais e internacionais. Desses, apenas dois, ainda não realizaram nenhum tipo de análise crítica do sistema de qualidade, mas participam de avaliações de proficiência no país. Em geral, dos doze laboratórios que responderam “SIM” a três perguntas, afirmaram ter implantado, pelo menos, o manual de qualidade, os POPs escritos e a realização de auditorias internas. Um deles, talvez por equívoco, afirmou possuir o manual de qualidade, mas ainda não tem os POPs escritos. Pelas respostas obtidas, observa-se que a maior dificuldade dos laboratórios participantes para implantar o sistema de qualidade, se diz respeito aos ensaios de proficiência em geral, e à análise crítica interna. A relação dos laboratórios, segundo o número de afirmativas feitas ao questionário sobre o sistema de qualidade, é mostrada no Quadro IV. Quadro IV – Situação de Qualidade nos Laboratórios Resumo do Questionário Quantidade de Laboratórios Códigos Laboratórios que responderam às SEIS perguntas 2 018 A e 027 Laboratórios que responderam CINCO afirmativas “SIM” 4 008, 009 B, 036, 044 Laboratórios que responderam QUATRO afirmativas “SIM” 11 001, 002, 003, 009 C, 010, 017, 021, 028, 032, 040 e 045 Laboratórios que responderam TRÊS afirmativas “SIM” 12 005, 007, 011, 013, 016, 020, 022, 023, 024, 030A, B e C, 035 e 039 Laboratórios que responderam DOIS afirmativas “SIM” 10 004, 015, 018B, 025, 026, 029, 031, 038A 038 B e 041 Laboratórios que responderam apenas a uma afirmativa “SIM” 6 006, 014, 019, 033 A, 042 e 043 Laboratórios que responderam “NÃO” a todas afirmativas 5 009 A, 012, 033 B, 034, 037 Total 50 Tomando-se como parâmetro as seis perguntas do questionário sobre o sistema de qualidade, e atribuindo-se um ponto a cada resposta positiva, a média obtida entre os laboratórios de escolas/universidades e os particulares é de 2,4 e 3,5, respectivamente. A situação consolidada dos laboratórios participantes nesse estudo, em relação à implantação do sistema de qualidade, é a seguinte: 41 têm os POPs escritos, 36 têm o manual de qualidade, 31 já passaram por auditorias internas, 19 fizeram algum tipo de análise crítica, 7 participam de ensaios de proficiência nacionais e 4 de ensaios de proficiência internacionais. Cinco laboratórios, (10 %), ainda não implantaram nenhum tipo de requisito para o sistema de qualidade. A figura 4 representa estas observações. Página 16 de 16 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Teste Profic. Exterior 8,0 14,0 Teste Profic. Nac. 38,0 Análise crítica 62,0 Auditorias Internas 72,0 Manual Qualidade 82,0 POP escrito 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 Percentual de Laboratórios Figura 4 – Situação consolidada do sistema de qualidade nos laboratórios (em %) Foi informada a participação nos seguintes ensaios de proficiência nacionais: Dosagem cromatográfica Aroclor - INMETRO, Fepam, IAL, IPT, Rede Metrológica RS, PEP/SENAI/CETIND, MAPA, Rede Metrológica/RS, Cientec/RS/PEP/SC, CETESB, IBAMA, Rede Metrológica/RS, CETESB/SP, Senai-CETIND/BA, Senai-CTAL/BA, CDT-IBAMA/DF, Pep - SENAI e Cientec. Para a verificação de proficiência internacional, foram informados o FAPAS e a Universidade Católica de Louvain (Bélgica). No entanto, não se sabe quais os parâmetros avaliados, se específicos para fitoterápicos, ou não. Em relação aos equipamentos utilizados nas análises, em geral, os laboratórios estão bem equipados. Embora, como não foi perguntado, não se tem maior informação sobre a situação de calibração, conservação, nem manutenção dos mesmos. Alguns laboratórios não responderam esta questão. Quanto aos ensaios analíticos realizados pelos laboratórios participantes, foi informado um total de 2044 testes, distribuídos geograficamente de acordo com a figura 5 e 6. A média obtida para o número de ensaios realizados por estado da federação, considerando a quantidade de laboratórios em cada um, foi de 40,9 ensaios, vide tabela 1. SC 2% RS 12% CE 3% DF 2% PR 11% 800 SP 37% 600 400 MT 5% 200 GO 2% PE 5% PA 1% RJ 6% MG 14% 0 CE DF GO MG MT PA PE PR RJ RS SC SP Figura 5 - Distribuição dos ensaios realizados, de acordo com o estado da federação. Página 17 de 17 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Tabela 1 – Médias de ensaios realizados por estado da federação UF DF SP MG RJ PA PE GO MT PR RS SC CE Total No. Ensaios No. Labs. Média 47 749 291 123 22 99 49 105 219 245 36 59 2044 2 16 5 4 1 3 1 2 5 9 1 1 50 23,5 46,8 58,2 30,8 22,0 33,0 49,0 52,5 43,8 27,2 36,0 59,0 40,9 Sudeste 57% Sul 24% Centro Oeste 10% Norte 1% Nordeste 8% Figura 6 - Distribuição dos ensaios realizados, por região geográfica. É interessante observar que, embora o estado de SP tenha um número muito mais elevado de laboratórios fitoterápicos, esta tendência não acompanha, em relação ao número de ensaios realizados. As maiores médias foram obtidas para os estados de MG e CE, sendo este último, representado por um único laboratório. Número de Ensaios Segundo as informações prestadas, o maior número de ensaios executados por laboratório é 107, e a distribuição da freqüência do número de ensaios realizados por laboratório, é apresentada na figura 7. 91 + de 90 81 a 0 8 71 a 0 7 61 a 60 51 a 0 5 41 a 0 4 a 31 30 21 a 20 11 a 0 1a1 0 4 4 4 4 0 6 5 7 7 7 7 10 Número de Laboratórios Figura 7 – Distribuição de freqüência/ Número de laboratórios por faixa de número de ensaios executados Pelos dados obtidos, notamos que a maioria dos laboratórios fitoterápicos, cerca de 92 %, realiza menos de 80 ensaios (50 %) dos propostos na lista. Apenas vinte e dois deles (44 %), realizam mais de 40 ensaios, média considerada de ensaios por laboratório. Quatro laboratórios, 8,3 %, abrangem de 57 a 67 % dos ensaios propostos. São eles: o 010, o 008, o 001 e o 027, que executam, respectivamente, 107, 103, 92 e 91 ensaios, tendo sido, portanto, considerados os maiores na área das análises de Fitoterápicos, participantes deste estudo. A figura 8, abaixo, representa a relação proporcional dos laboratórios, em relação ao número de ensaios executados. Página 18 de 18 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: 030 021 044 035 038B 042 009B 023 009A 034 015 009C 022 038A 028 003 029 041 006 040 036 018A 024 026 039 013 014 010 008 033B 001 005 020 027 017 004 007 019 025 011 037 031 002 043 032 045 016 012 018B 033A Figura 8 – Participação dos laboratórios em relação ao número de ensaios realizados Passando-se para uma análise mais detalhada, podemos fazer algumas observações interessantes sobre as informações obtidas para os quatro grupos de ensaios. Cabe esclarecer, que foram feitos alguns cortes em itens propostos inicialmente, e posteriormente considerados repetitivos. Por outro lado, nem todos os ensaios informados pelos laboratórios na categoria “Outros” foram acatados, por não serem considerados relevantes para produtos fitoterápicos, ou inseridos em item específico, já existente. Da relação de Ensaios Microbiológicos, aos 13 ensaios propostos inicialmente, foram acrescentados mais quatro ensaios, no item “Outros”. Foram eles: teste de endotoxina "in vitro", pesquisa de outras enterobactérias e atividade bacteriostática. Todos os ensaios propostos são realizados em, pelo menos, seis laboratórios diferentes, e nenhum deles deixou de ser mencionado. Os ensaios mais executados são: contagem de bactérias aeróbicas, Escherichia coli (coliformes), contagem de bolores e leveduras, Staphylococcus aureus e Salmonella. A tabela 2 e a figura 9, apresentam um consolidado do número de laboratórios que executam cada ensaio. Tabela 2 – Percentuais de laboratórios que executam cada ensaio I Nome do Ensaio No. Labs que executa Percentual de Labs que executam 50,0 1 Contagem de bactérias aeróbicas 25 2 Contagem de bolores e leveduras 23 46,0 3 Pesquisa de Aspergillus sp 7 14,0 4 Pesquisa de Clostridium sulfito redutor 10 20,0 5 Pesquisa de contaminantes biológicos 6 12,0 6 Pesquisa de fungos 16 32,0 7 Pesquisa de patógenos em matérais primas e produto final 22 44,0 8 Escherichia coli (coliformes) 24 48,0 9 Staphylococcus aureus 23 46,0 Página 19 de 19 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: No. Labs que executa Percentual de Labs que executam 10 Pseudomonas aeruginosa 22 44,0 11 Salmonella 23 46,0 12 Teste de esterilidade 13 26,0 13 Verificação de atividade antibiótica 14 28,0 14 Teste de endotoxina "in vitro" 1 2,0 15 Pesquisa de outras enterobactérias 1 2,0 16 Atividade bacteriostática 1 2,0 I Nome do Ensaio Número de Laboratórios 30 50 25 46 44 20 48 46 44 46 32 15 26 28 20 10 14 12 5 2 2 2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Código do Ensaio Figura 9 – Número de laboratórios que executam cada ensaio microbiológico (Número aposto acima das barras, refere-se ao percentual de laboratórios). Dos laboratórios participantes deste estudo, 24 (48 %), não executam análises microbiológicas. A figura 10 apresenta aqueles que analisam a metade dos itens deste grupo, em ordem decrescente do número de ensaios realizados em cada um deles (códigos dos laboratórios apostos nas respectivas colunas). Número de Ensaios 14 002 025 12 10 008 027 033A 001 010 016 018B 012 019 030 031 007 011 037 032 045 8 6 4 2 0 Figura 10 – Laboratórios que analisam a maioria dos ensaios microbiológicos Quanto aos ensaios físico-químicos, os 101 testes propostos originalmente se transformaram em 122, já que foram informadas mais 21 determinações dentro da categoria “Outros”. Os ensaios acrescentados pelos laboratórios foram: análises quantitativas de ácido cítrico; aescina; agnosídeo; aloína; asiaticosídeo; aucubim; diosgenina; ginkgoflavonóides; glicosideos hidroxiantracënicos (senosídeos A e B); Página 20 de 20 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: harpagosideo; hiosciamina; hipericina; partenolídeo e terpenolactonas ou ginkgoterpenóides; determinação de ácido rosmarínico; glicocorticóides; glicosídeos cascarosídeos; glicosídeos triterpênicos; Li; Na; K; dosagem de chalconas e de fenóis (orto fenil fenol). Neste grupo de ensaios, há alguns que são realizados em apenas um laboratório. A tabela 3, abaixo, mostra o número e o percentual de laboratórios que executa cada ensaio. Tabela 3 – Percentuais de laboratórios que executam cada ensaio Nº de Labs. que executam Nome do Ensaio % de Labs. I Ensaios Fisico-Químicos No. % 1 Ácido caprílico 4 8,0 2 Ácidos inferiores 6 12,0 3 Ácidos voláteis 5 10,0 4 Análise quantitativa de Alcalóides 27 54,0 5 Análise quantitativa de Carotenos 15 30,0 6 Análise quantitativa de Flavonóides 27 54,0 7 Análise quantitativa de Marcadores 19 38,0 9 Análise quantitativa de Pigmentos 7 14,0 10 Análise quantitativa de Saponinas 16 32,0 11 Análise quantitativa de Taninos 26 52,0 12 Análise quantitativa de Terpenóides 13 26,0 13 Cinzas 32 64,0 14 Cinzas insolúveis em ácido clorídrico 30 60,0 15 Determinação de etilenocloridrina 1 2,0 16 Determinação da atividade hemolítica 10 20,0 17 Determinação de ácidos valerênicos 13 26,0 18 Determinação de aflatoxinas B1, B2, G1 e G2. 4 8,0 20 Determinação de arsênico 10 20,0 21 Determinação de artemisinina 3 6,0 22 Determinação de cádmio 11 22,0 23 Determinação de chumbo 14 28,0 24 Determinação de cinzas sulfatadas 23 46,0 25 Determinação de compostos do enxofre 6 12,0 26 Determinação de derivados do ácido cafeico (ácido Clorogênico) 16 32,0 28 Determinação de derivados do hidroxiantracênico 15 30,0 29 Determinação de echinacosídeos 8 16,0 30 Determinação de etilenoglicol 3 6,0 31 Determinação de ferro 16 32,0 32 Determinação de granulometria de pós 19 38,0 33 Determinação de kavalactonas 14 28,0 34 Determinação de mercúrio 11 22,0 35 Determinação de metais 15 30,0 36 Determinação de óxido de etileno 37 Determinação de perda por dessecação 38 Determinação de pH 36 72,0 39 Determinação de polissacarídeos 10 20,0 40 Determinação de resíduos de pesticidas 11 22,0 Página 21 de 21 1 2,0 26 52,0 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Nome do Ensaio I Ensaios Fisico-Químicos 41 Determinação de vitexina e isovitexina 42 Determinação do grau de coloração de líquidos Nº de Labs. que executam % de Labs. No. % 12 24,0 9 18,0 43 Dosagem de ácido chicórico 9 18,0 44 Dosagem de ácido glicirizínico 8 16,0 45 Dosagem de aldeídos e cetonas 7 14,0 46 Dosagem de berberina 5 10,0 47 Dosagem de beta-ecdisona 48 Dosagem de cinarina 49 Dosagem de cineol 50 Dosagem de cumarina 7 14,0 17 34,0 6 12,0 16 32,0 51 Dosagem de curcuminóides 8 16,0 53 Dosagem de digitoxina 9 18,0 54 Dosagem de efedrina 10 20,0 55 Dosagem de essências por adsorção com carvão ativado 2 4,0 14 28,0 4 8,0 56 Dosagem de essências por destilação aquosa 57 Dosagem de essências por destilação não-aquosa 58 Dosagem de essências por método gravimétrico 4 8,0 59 Dosagem de éteres e álcoois 7 14,0 60 Dosagem de formaldeído 61 Dosagem de ginsenosídeos 6 12,0 14 28,0 62 63 Dosagem de glicosídeo monoterpeno 6 12,0 Dosagem de linamarina 3 6,0 65 Dosagem de rutina 66 Ensaios de peróxidos e antioxidantes 67 68 69 Gelatina 71 Identificação Botânica 20 40,0 8 16,0 Extrato alcoólico 24 48,0 Extrato aquoso 23 46,0 5 10,0 16 32,0 72 Identificação Cromatográfica 32 64,0 73 Identificação Química 28 56,0 74 Impurezas orgânicas voláteis 8 16,0 75 Índice de acidez 30 60,0 76 Índice de espuma 24 48,0 77 Índice de iodo 24 48,0 78 Índice de saponificação 26 52,0 79 Insaponificáveis 18 36,0 80 Matéria orgânica estranha 17 34,0 81 Matéria volátil 10 20,0 82 Óleos fixos 17 34,0 84 Perfil químico 21 42,0 85 Pesquisa de álcool 9 18,0 86 Pesquisa de césio 137 1 2,0 87 Pesquisa de contaminantes radioativos 1 2,0 88 Pesquisa de derivados do petróleo 3 6,0 Página 22 de 22 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Nome do Ensaio I Ensaios Fisico-Químicos Nº de Labs. que executam % de Labs. No. % 89 Pesquisa de essência de terebentina 3 6,0 90 Pesquisa de ésteres de síntese 3 6,0 91 Pesquisa de estroncio 90 1 2,0 92 Pesquisa de halogênios 6 12,0 93 Pesquisa de iodo 130 1 2,0 94 Pesquisa de matérias estranhas 17 34,0 95 Pesquisa de óleos voláteis e resinas 23 46,0 96 Pesquisa de plutonio 239 1 2,0 97 Resíduo insolúvel 7 14,0 98 Resíduo pela incineração 26 52,0 99 Sólidos totais 16 32,0 100 Teor de fibras 10 20,0 101 Teor de pilocarpina 15 30,0 102 Análise Quantitativa de Ácido Cítrico 1 2,0 103 Análise Quantitativa de Aescina 1 2,0 104 Análise Quantitativa de Agnosídeo 1 2,0 105 Análise Quantitativa de Aloína 1 2,0 106 Análise Quantitativa de Asiaticosídeo 2 4,0 107 Análise Quantitativa de Aucubim 1 2,0 108 Análise Quantitativa de Diosgenina 1 2,0 109 Análise Quantitativa de Ginkgoflavonóides 1 2,0 110 Análise Quantitativa Glicosideos hidroxiantracënicos (Senosídeos A e B) 3 6,0 111 Análise Quantitativa de Harpagosideo 2 4,0 112 Análise Quantitativa de Hiosciamina 1 2,0 113 Análise Quantitativa de Hipericina 2 4,0 114 Análise Quantitativa de Partenolídeo 1 2,0 115 Análise Quantitativa de Terpenolactonas ou Ginkgoterpenóides 2 4,0 116 Determinação de Ácido Rosmarínico 1 2,0 117 Determinação de Glicocorticóides 1 2,0 118 Determinação de Glicosídeos Cascarosídeos 2 4,0 119 Determinação de glicosídeos triterpênicos 1 2,0 120 Determinação de Li, Na, K 1 2,0 121 Dosagem de Chalconas 1 2,0 122 Dosagem de fenóis (Orto fenil fenol) 4 8,0 Página 23 de 23 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Os ensaios mais realizados na maioria dos laboratórios são: determinação de pH, cinzas, identificação cromatográfica, cinzas insolúveis em ácido clorídrico, índice de acidez, identificação química, análise quantitativa de alcalóides, de flavonóides, de taninos, determinação de perda por dessecação, índice de saponificação e resíduo pela incineração. Por outro lado, os laboratórios que realizam o maior número de ensaios deste grupo estão representados na figura 11, abaixo. Onze laboratórios não atuam neste grupo de ensaios. 80 77 66 Número de Ensaios 70 65 58 60 57 53 51 50 48 40 38 38 40 30 20 10 0 008 010 011 027 025 001 043 045 031 012 018B Código do Laboratório Figura 11 – Relação de laboratórios que realizam ensaios físico-químicos Número de Laboratórios 40 36 32 30 26 26 23 19 20 10 27 27 30 16 15 4 13 10 10 13 7 6 5 4 8 6 3 1 1619 15 14 11 16 15 14 11 3 17 11 12 10 998 7 5 7 6 1 0 Número de Laboratórios 1 3 5 7 10 12 14 16 18 21 23 25 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 40 32 30 30 28 24 23 24 20 20 9 10 10 8 2 0 51 55 4 4 58 7 6 61 8 6 65 8 5 3 68 10 17 9 11 72 75 78 Página 24 de 24 81 26 23 21 1817 17 16 14 14 24 26 85 33 3 88 16 7 6 1 91 1 1 94 97 15 10 100 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Número de Laboratórios 5 4 4 3 3 2 2 2 2 2 2 1 0 102 104 106 108 110 112 114 116 118 120 122 Figura 12 – Número de laboratórios que realizam cada ensaio Quanto aos ensaios físicos, foi acrescentado apenas o teste de uniformidade de conteúdo à listagem original. Os demais ensaios informados em “Outros”, foram julgados de pouca relevância para esta área específica. Quinze ensaios são realizados em mais de 10 laboratórios: umidade, densidade, peso médio, solubilidade, ponto de fusão, volume médio, viscosidade, índice de refração, estabilidade e desintegração. A tabela 4 mostra a relação dos ensaios com os números de laboratórios que os analisa (ver figura 13), com seus respectivos percentuais. Tabela 4 – Percentuais de laboratórios que analisam cada ensaio Nome do Ensaio No. Laboratórios % 1 Avaliação de tensão interfacial 1 2 2 Avaliação de tensão superficial 4 8 3 Densidade 30 60 4 Desintegração 14 28 5 Desvio polarimétrico ou rotação ótica 10 20 6 Dissolução 13 26 7 Dureza 13 26 8 Estabilidade 16 32 9 Friabilidade 12 24 10 índice de refração 18 36 11 Peso médio 26 52 13 Ponto de fusão 22 44 14 Solubilidade 23 46 15 Turvação 12 24 16 Umidade 31 62 17 Viscosidade 19 38 18 Volume médio 20 40 19 Uniformidade de conteúdo 1 2 Página 25 de 25 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Número Laboratórios 40 26 20 14 10 1 0 31 30 30 10 13 13 18 16 22 23 12 4 19 20 12 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 13 14 15 16 17 18 19 Código do Ensaio Figura 13 – Número de laboratórios que executam cada ensaio físico Há quatorze laboratórios que não executam nenhum dos ensaios físicos listados. Aqueles que realizam o maior número de ensaios são apresentados na figura 14. 20 18 007 019 008 012 027 16 033A 037 14 032 010 026 004 031 12 018B 005 041 025 10 8 6 4 2 0 Código do Laboratório Figura 14 - Principais laboratórios na área dos ensaios físicos E, finalmente, quanto aos 28 ensaios biológicos originais, foram acrescentados mais doze testes. São eles: efeito antiespasmódico; toxicidade aguda sobre sistema cardiovascular; toxicidade aguda sobre sistema nervoso central; toxicidade aguda sobre sistema renal; toxidez intracutânea; verificação das atividades ansiolítica e antidepressiva; antipsicótica; broncodilatadora; cardiovascular; cicatrizante; de aprendizagem/memória e do sistema nervoso central. A relação completa está apresentada na tabela 5. Na figura 15 se pode visualizar cada ensaio e o número de laboratórios que o executam. Tabela 5 – Percentuais de laboratórios que executam cada ensaio IV Ensaios biológicos in vitro e in vivo No. Labs % 1 Avaliação da toxicidade crônica por via oral 14 28 2 Ensaio farmacológico pré-clínico 11 22 3 Ensaio toxicológico clínico 4 Ensaios biológicos 5 Ensaios clínicos de eficácia terapêutica Página 26 de 26 4 8 13 26 6 12 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: IV Ensaios biológicos in vitro e in vivo 6 Fotossensibilidade cutânea 7 Irritabilidade dérmica No. Labs % 8 16 14 28 8 Irritabilidade ocular 13 26 9 Sensibilização dérmica 12 24 10 Toxicidade aguda por via dérmica (DL 50) 11 Toxicidade aguda por via inalatória (CL 50) 15 30 5 10 12 Toxicidade aguda por via oral (DL 50) 17 34 13 Toxicidade dérmica sub-aguda (21 dias) 12 24 14 Toxicidade dérmica sub-crônica (90 dias) 10 20 15 Toxicidade sub-crônica (90dias) 13 26 2 4 16 Verificação da mutagenicidade “in vitro” 17 Verificação da mutagenicidade “in vivo” 4 8 18 Verificação da neurotoxicidade retardada 0 0 19 Verificação de atividade analgésica e antipirética 12 24 20 Verificação de atividade antiinflamatória 11 22 21 Verificação de atividade antinoceptiva 11 22 22 Verificação de atividade antiproliferativa 3 6 23 Verificação de atividade antiulcerogênica 10 20 24 Verificação de atividade colagoga/colerética 3 6 25 Verificação de efeito sedativo 8 16 26 Verificação dos efeitos carcinogênicos 2 4 27 Verificação dos efeitos nocivos ao processo reprodutivo 5 10 28 Verificação dos efeitos teratogênicos 5 10 29 Efeito Antiespasmódico 1 2 30 Toxicidade Aguda sobre Sistema Cardiovascular 1 2 31 Toxicidade Aguda sobre Sistema Nervoso Central 2 4 32 Toxicidade Aguda sobre Sistema Renal 1 2 33 Toxidez intracutânea 1 2 34 Verificação atividade ansiolítica e antidepressiva 4 8 35 Verificação atividade antipsicótica 2 4 36 Verificação atividade broncodilatadora 1 2 37 Verificação atividade cardiovascular 1 2 38 Verificação atividade Cicatrizante 2 4 39 Verificação atividade na aprendizagem/memória 2 4 40 Verificação atividade no sistema nervoso central 2 4 Página 27 de 27 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Percentual de Laboratórios 40 35 32 30 30 28 30 24 25 36 34 28 26 24 28 26 24 20 20 16 15 12 12 10 6 8 5 2 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Código do Ensaio Percentual de Laboratórios 25 22 22 20 18 15 12 10 6 8 14 8 6 5 2 2 4 4 2 2 2 2 4 4 4 0 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 Código do Ensaio Figura 15 – Número de laboratórios que executam cada ensaio biológico A maioria dos laboratórios que participaram deste estudo, (54 %), não realiza ensaios biológicos em medicamentos fitoterápicos. Os ensaios biológicos executados em maior número de laboratórios são: toxicidade aguda (dl 50) por via oral (18) e por via dérmica (17); irritabilidade dérmica (17); avaliação da toxicidade crônica por via oral (15) e irritabilidade ocular (15), conforme foi apresentado na tabela 5, acima. A verificação da neurotoxicidade retardada não é realizada por nenhum laboratório. A figura 16 mostra os laboratórios que executam a maioria dos ensaios biológicos. 09C 023 017 012 001 016 015 010 042 33A 028 38B 022 031 09A Figura 16 – Laboratórios mais atuantes nas análises biológicas Página 28 de 28 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Em resumo, considerando-se em conjunto os quatro grupos de ensaios propostos, ou seja, Microbiológicos, Físico-Químicos, Físicos e Biológicos, a figura 17, à esquerda, apresenta um comparativo dos laboratórios em geral, com relação ao número de ensaios realizados. À direita, destacamos aqueles mais atuantes, dentro de cada área de atuação, conforme visto anteriormente. 001 002 003 004 005 006 007 008 009A 009B 009C 010 011 012 013 014 015 016 017 018A 018B 019 020 021 022 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 033A 033B 034 035 036 037 038A 038B 039 040 041 042 043 044 045 Microbiológicos Físico-Químicos Físicos 001 002 004 005 007 008 009A 009C 010 011 012 015 016 017 018B 019 020 022 023 024 025 026 027 028 030 031 032 033A 033B 037 038B 041 042 043 045 Microbiológicos Físico-Químicos Físicos Biológicos Biológicos Figura 17 – Comparativo dos laboratórios, por área de atuação. Página 29 de 29 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Por outro lado, ao fazer uma avaliação baseada apenas nos ensaios preconizados pela legislação vigente, Portaria 123, de 20/10/96, observa-se que são citados, pelo menos, nove ensaios microbiológicos para o controle de medicamentos fitoterápicos. Os laboratórios que contemplam essa exigência mínima, na área microbiológica, são representados na figura 18. 16 14 13 12 12 Total 13 12 Legislação 12 11 11 11 11 10 10 10 10 9 8 8 6 4 2 0 002 027 033A018B025 008 001 010 016 019 030 031 011 045 Código do Laboratório Figura 18 - Paralelo entre o total de ensaios realizados e os preconizados na legislação, por laboratório. Fazendo-se a mesma abordagem para as demais áreas de atuação, observamos que, apenas um laboratório, o 025, executa todos os ensaios físico-químicos citados na legislação brasileira, e constantes na relação de ensaios original. Os dados, em azul, podem ser acompanhados pela figura 19. Pode-se observar também, na mesma figura, o número total de ensaios realizados e, após uma triagem na listagem proposta, considerando apenas aqueles julgados mais relevantes na área (marcadores em vermelho). 77 80 60 40 20 Total Legislação + Relevantes 66 65 58 57 56 48 41 48 51 48 48 40 37 34 38 32 292 1 6 5 5 5 5 5 5 5 5 025 011 008 010 027 045 043 031 012 23 16 5 16 5 0 035 038A Código do Laboratório Figura 19 – Laboratórios mais atuantes na área de ensaios Físico-Químicos Página 30 de 30 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Para a lista dos Ensaios Físicos, onde cinco deles são citados na RDC 17, apenas seis laboratórios, o 007, 019, 027, 012, 005 e 018 B, podem realizar todos, conforme mostrado na figura 20. A exemplo do grupo anterior, apresentamos um comparativo do número total de ensaios, e daqueles considerados mais relevantes. 20 15 15 14 14 12 10 10 9 9 9 5 5 5 Total Legislação + Relevantes 14 12 11 10 9 8 8 5 5 8 7 5 4 9 9 13 8 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 4 4 4 4 4 4 4 3 3 0 007 019 027 012 005 018B 008 032 037 004 026 025 031 035 033A 020 Código do Laboratório Figura 20 – Laboratórios mais atuantes na área de ensaios físicos Para os ensaios biológicos, selecionamos sete deles, que são citados nas Portarias 116 e 123. Nenhum dos laboratórios realiza todos eles, conforme é mostrado na figura 21, que apresenta um comparativo semelhante aos anteriores, para os laboratórios mais atuantes nesta área. Total 20 18 20 17 12 10 14 13 11 5 4 4 23 19 18 19 17 13 13 12 12 4 + Relevantes Legislação 4 17 16 9 3 3 3 19 17 16 13 12 10 9 3 0 2 2 2 2 22 2 015 009A 038B 042 028 001 022 023 017 010 033A 031 016 013 Código do Laboratório Figura 21 – Laboratórios mais atuantes na área de ensaios biológicos Com relação à terceirização dos ensaios, treze laboratórios (26 %) informaram que realizam esta prática. Foram citados 51 ensaios sub-contratados, principalmente na área biológica. Destaca-se em terceirização os seguintes: ensaio toxicológico clínico, ensaios clínicos de eficácia terapêutica, fotossensibilidade cutânea, irritabilidade dérmica, irritabilidade ocular, sensibilização dérmica, toxicidade aguda por via dérmica (DL 50), toxicidade dérmica sub-crônica (90 dias), verificação da mutagenicidade “in vitro”, verificação dos efeitos nocivos ao processo reprodutivo e verificação dos efeitos teratogênicos. Da relação físico-química, o teor de fibras, também, foi citado por três laboratórios diferentes. Não se tem informação sobre o local onde são realizados estes ensaios. Os demais ensaios, em geral, são terceirizados quando envolvem tecnologia ou especialização bastante específicas, como para a análise de resíduos de pesticidas, micotoxinas, ou de resíduos radioativos, o que justifica a contratação de terceiros. Os laboratórios que terceirizam ensaios, e seus respectivos quantitativos, são apresentados na figura 22, a seguir. Página 31 de 31 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: No. Ensaios Terceirizados 30 20 10 0 024 007 042 039 008 045 015 010 029 031 032 011 018A Código Laboratório Figura 22 – Laboratórios que informaram terceirizar ensaios Quanto à questão, se realiza o ensaio em matéria prima ou no produto acabado, observou-se que os ensaios físico-químicos e microbiológicos são mais realizados na primeira, ao contrário dos testes físicos, que, em geral, avaliam o produto pronto. Já os ensaios biológicos, são executados igualmente em ambas as etapas, para os produtos fitoterápicos. Quanto às metodologias empregadas pelos diversos laboratórios em cada ensaio, reproduziu-se no Anexo II uma cópia das informações obtidas no formulário original, para acompanhamento, caso seja de interesse. A seguir o Quadro V um consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes dessa pesquisa. Página 32 de 32 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes Codificação dos Laboratórios Participantes I Discriminação dos Ensaios Microbiológicos 1. Contagem de bactérias aeróbicas 2. Contagem de bolores e leveduras 3. Pesquisa de Aspergillus sp 4. Pesquisa de Clostridium sulfito redutor 5. Pesquisa de contaminantes biológicos 6. Pesquisa de fungos 7. Pesquisa de patógenos em matérais primas e produto final 8. Escherichia coli (coliformes) 9. Staphylococcus aureus 009 009 009 018 018 001 002 003 004 005 006 007 008 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B 10. Pseudomonas aeruginosa 11. Salmonella 12. Teste de esterilidade 13. Verificação de atividade antibiótica 14. Teste de endotoxina "in vitro" 15. Pesquisa de outras enterobactérias 16. Atividade bacteriostática Página 33 de 33 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes I Discriminação dos Ensaios Microbiológicos 1. Contagem de bactérias aeróbicas 2. Contagem de bolores e leveduras 3. Pesquisa de Aspergillus sp 4. Pesquisa de Clostridium sulfito redutor 5. Pesquisa de contaminantes biológicos 6. Pesquisa de fungos 7. Pesquisa de patógenos em matérais primas e produto final 8. Escherichia coli (coliformes) 9. Staphylococcus aureus 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 10. Pseudomonas aeruginosa 11. Salmonella 12. Teste de esterilidade 13. Verificação de atividade antibiótica 14. Teste de endotoxina "in vitro" 15. Pesquisa de outras enterobactérias 16. Atividade bacteriostática Página 34 de 34 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 1. Ácido caprílico 2. Ácidos inferiores 3. Ácidos voláteis 4. Análise quantitativa de Alcalóides 5. Análise quantitativa de Carotenos 6. Análise quantitativa de Flavonóides 7. Análise quantitativa de marcadores 9. Análise quantitativa de Pigmentos 001 002 003 004 005 006 007 008 009 009 009 018 018 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B 10. Análise quantitativa de Saponinas 11. Análise quantitativa de Taninos 12. Análise quantitativa de Terpenóides 13. Cinzas 14. Cinzas insolúveis em ácido clorídrico 15. Determinação de etilenocloridrina 16. Determinação da atividade hemolítica 17. Determinação de ácidos valerênicos 18. Determinação de aflatoxinas B1, B2, G1 e G2. 20. Determinação de arsênico 21. Determinação de artemisinina 22. Determinação de cádmio 23. Determinação de chumbo 24. Determinação de cinzas sulfatadas 25. Determinação de compostos do enxofre 26. Determinação de derivados do ácido cafeico (ácido Clorogênico) 28. Determinação de derivados do hidroxiantracênico Página 35 de 35 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 009 009 009 018 018 001 002 003 004 005 006 007 008 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B 29. Determinação de echinacosídeos 30. Determinação de etilenoglicol 31. Determinação de ferro 32. Determinação de granulometria de pós 33. Determinação de kavalactonas 34. Determinação de mercúrio 35. Determinação de metais 36. Determinação de óxido de etileno 37. Determinação de perda por dessecação 38. Determinação de pH 39. Determinação de polissacarídeos 40. Determinação de resíduos de pesticidas 41. Determinação de vitexina e isovitexina 42. Determinação do grau de coloração de líquidos 43. Dosagem de ácido chicórico 44. Dosagem de ácido glicirizínico 45. Dosagem de aldeídos e cetonas 46. Dosagem de berberina 47. Dosagem de beta-ecdisona 48. Dosagem de cinarina 49. Dosagem de cineol 50. Dosagem de cumarina 51. Dosagem de curcuminóides 53. Dosagem de digitoxina 54. Dosagem de efedrina 55. Dosagem de essências por adsorção com carvão ativado Página 36 de 36 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 009 009 009 018 018 001 002 003 004 005 006 007 008 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B 56. Dosagem de essências por destilação aquosa 57. Dosagem de essências por destilação aquosa 58. Dosagem de essências por método gravimétrico 59. Dosagem de éteres e álcoois 60. Dosagem de formaldeído 61. Dosagem de ginsenosídeos 62. Dosagem de glicosídeo monoterpeno 63. Dosagem de linamarina 65. Dosagem de rutina 66. Ensaios de peróxidos e antioxidantes 67. Extrato alcoólico 68. Extrato aquoso 69. Gelatina 71. Identificação Botânica 72. Identificação Cromatográfica 73. Identificação Química 74. Impurezas orgânicas voláteis 75. Índice de acidez 76. Índice de espuma 77. Índice de iodo 78. Índice de saponificação 79. Insaponificáveis 80. Matéria orgânica estranha 81. Matéria volátil 82. Óleos fixos 84. Perfil químico Página 37 de 37 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 009 009 009 018 018 001 002 003 004 005 006 007 008 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B 85. Pesquisa de álcool 86. Pesquisa de césio 137 87. Pesquisa de contaminantes radioativos 88. Pesquisa de derivados do petróleo 89. Pesquisa de essência de terebentina 90. Pesquisa de ésteres de síntese 91. Pesquisa de estrôncio 90 92. Pesquisa de halogênios 93. Pesquisa de iodo 130 94. Pesquisa de matérias estranhas 95. Pesquisa de óleos voláteis e resinas 96. Pesquisa de plutonio 239 97. Resíduo insolúvel 98. Resíduo pela incineração 99. Sólidos totais 100 Teor de fibras 101 Teor de pilocarpina 102 Análise Quantitativa de Ácido Cítrico 103 Análise Quantitativa de Aescina 104 Análise Quantitativa de Agnosídeo 105 Análise Quantitativa de Aloína 106 Análise Quantitativa de Asiaticosídeo 107 Análise Quantitativa de Aucubim 108 Análise Quantitativa de Diosgenina 109 Análise Quantitativa de Ginkgoflavonóides 110 Análise Quantitativa de Glicosideos hidroxiantracënicos (Senosídeos A e B) 111 Análise Quantitativa de Harpagosideo Página 38 de 38 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 009 009 009 018 018 001 002 003 004 005 006 007 008 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B 112 Análise Quantitativa de Hiosciamina 113 Análise Quantitativa de Hipericina 114 Análise Quantitativa de Partenolídeo 115 Análise Quantitativa de Terpenolactonas ou Ginkgoterpenóides 116 Determinação de Ácido Rosmarínico 117 Determinação de Glicocorticóides 118 Determinação de Glicosídeos Cascarosídeos 119 Determinação de glicosídeos triterpênicos 120 Determinação de Li, Na, K 121 Dosagem de Chalconas 122 Dosagem de fenóis (Orto fenil fenol) Página 39 de 39 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 1. Ácido caprílico 2. Ácidos inferiores 3. Ácidos voláteis 4. Análise quantitativa de Alcalóides 5. Análise quantitativa de Carotenos 6. Análise quantitativa de Flavonóides 7. Análise quantitativa de marcadores 9. Análise quantitativa de Pigmentos 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 10. Análise quantitativa de Saponinas 11. Análise quantitativa de Taninos 12. Análise quantitativa de Terpenóides 13. Cinzas 14. Cinzas insolúveis em ácido clorídrico 15. Determinação de etilenocloridrina 16. Determinação da atividade hemolítica 17. Determinação de ácidos valerênicos 18. Determinação de aflatoxinas B1, B2, G1 e G2. 20. Determinação de arsênico 21. Determinação de artemisinina 22. Determinação de cádmio 23. Determinação de chumbo 24. Determinação de cinzas sulfatadas 25. Determinação de compostos do enxofre 26. Determinação de derivados do ácido cafeico (ácido Clorogênico) 28. Determinação de derivados do hidroxiantracênico Página 40 de 40 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 29. Determinação de echinacosídeos 30. Determinação de etilenoglicol 31. Determinação de ferro 32. Determinação de granulometria de pós 33. Determinação de kavalactonas 34. Determinação de mercúrio 35. Determinação de metais 36. Determinação de óxido de etileno 37. Determinação de perda por dessecação 38. Determinação de pH 39. Determinação de polissacarídeos 40. Determinação de resíduos de pesticidas 41. Determinação de vitexina e isovitexina 42. Determinação do grau de coloração de líquidos 43. Dosagem de ácido chicórico 44. Dosagem de ácido glicirizínico 45. Dosagem de aldeídos e cetonas 46. Dosagem de berberina 47. Dosagem de beta-ecdisona 48. Dosagem de cinarina 49. Dosagem de cineol 50. Dosagem de cumarina 51. Dosagem de curcuminóides 53. Dosagem de digitoxina 54. Dosagem de efedrina 55. Dosagem de essências por adsorção com carvão ativado Página 41 de 41 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 56. Dosagem de essências por destilação aquosa 57. Dosagem de essências por destilação aquosa 58. Dosagem de essências por método gravimétrico 59. Dosagem de éteres e álcoois 60. Dosagem de formaldeído 61. Dosagem de ginsenosídeos 62. Dosagem de glicosídeo monoterpeno 63. Dosagem de linamarina 65. Dosagem de rutina 66. Ensaios de peróxidos e antioxidantes 67. Extrato alcoólico 68. Extrato aquoso 69. Gelatina 71. Identificação Botânica 72. Identificação Cromatográfica 73. Identificação Química 74. Impurezas orgânicas voláteis 75. Índice de acidez 76. Índice de espuma 77. Índice de iodo 78. Índice de saponificação 79. Insaponificáveis 80. Matéria orgânica estranha 81. Matéria volátil 82. Óleos fixos 84. Perfil químico Página 42 de 42 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 85. Pesquisa de álcool 86. Pesquisa de césio 137 87. Pesquisa de contaminantes radioativos 88. Pesquisa de derivados do petróleo 89. Pesquisa de essência de terebentina 90. Pesquisa de ésteres de síntese 91. Pesquisa de estroncio 90 92. Pesquisa de halogênios 93. Pesquisa de iodo 130 94. Pesquisa de matérias estranhas 95. Pesquisa de óleos voláteis e resinas 96. Pesquisa de plutonio 239 97. Resíduo insolúvel 98. Resíduo pela incineração 99. Sólidos totais 100. Teor de fibras 101. Teor de pilocarpina 102. Análise Quantitativa de Ácido Cítrico 103. Análise Quantitativa de Aescina 104. Análise Quantitativa de Agnosídeo 105. Análise Quantitativa de Aloína 106. Análise Quantitativa de Asiaticosídeo 107. Análise Quantitativa de Aucubim 108. Análise Quantitativa de Diosgenina 109. Análise Quantitativa de Ginkgoflavonóides 110. Análise Quantitativa de Glicosideos hidroxiantracënicos (Senosídeos A e B) 111. Análise Quantitativa de Harpagosideo Página 43 de 43 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes II Discriminação dos Ensaios FísicoQuímicos 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 112. Análise Quantitativa de Hiosciamina 113. Análise Quantitativa de Hipericina 114. Análise Quantitativa de Partenolídeo 115. Análise Quantitativa de Terpenolactonas ou Ginkgoterpenóides 116. Determinação de Ácido Rosmarínico 117. Determinação de Glicocorticóides 118. Determinação de Glicosídeos Cascarosídeos 119. Determinação de glicosídeos triterpênicos 120. Determinação de Li, Na, K 121. Dosagem de Chalconas 122. Dosagem de fenóis (Orto fenil fenol) Página 44 de 44 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes III Discriminação dos Ensaios Físicos 1 Avaliação de tensão interfacial 2 Avaliação de tensão superficial 3 Densidade 4 Desintegração 5 Desvio polarimétrico ou rotação ótica 6 Dissolução 7 Dureza 8 Estabilidade 9 Friabilidade 10 Índice de refração 11 Peso médio 13 Ponto de fusão 14 Solubilidade 15 Turvação 16 Umidade 17 Viscosidade 18 Volume médio 19 Uniformidade de conteúdo 001 002 003 004 005 006 007 008 009 009 009 018 018 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B Página 45 de 45 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes III Discriminação dos Ensaios Físicos 1 Avaliação de tensão interfacial 2 Avaliação de tensão superficial 3 Densidade 4 Desintegração 5 Desvio polarimétrico ou rotação ótica 6 Dissolução 7 Dureza 8 Estabilidade 9 Friabilidade 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 10 índice de refração 11 Peso médio 13 Ponto de fusão 14 Solubilidade 15 Turvação 16 Umidade 17 Viscosidade 18 Volume médio 19 Uniformidade de conteúdo Página 46 de 46 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes IV Discriminação dos Ensaios Biológicos in vitro e in vivo 1 Avaliação da toxicidade crônica por via oral 2 Ensaio farmacológico pré-clínico 3 Ensaio toxicológico clínico 4 Ensaios biológicos 5 Ensaios clínicos de eficácia terapêutica 6 Fotossensibilidade cutânea 7 Irritabilidade dérmica 8 Irritabilidade ocular 9 001 002 003 004 005 006 007 008 009 009 009 018 018 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B Sensibilização dérmica 10 Toxicidade aguda por via dérmica (DL 50) 11 Toxicidade aguda por via inalatória (CL 50) 12 Toxicidade aguda por via oral (DL 50) 13 Toxicidade dérmica sub-aguda (21 dias) 14 Toxicidade dérmica sub-crônica (90 dias) 15 Toxicidade sub-crônica (90dias) 16 Verificação da mutagenicidade “in vitro” 17 Verificação da mutagenicidade “in vivo” 18 Verificação da neurotoxicidade retardada 19 Verificação de atividade analgésica e antipirética 20 Verificação de atividade antiinflamatória 21 Verificação de atividade antinoceptiva Página 47 de 47 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes IV Discriminação dos Ensaios Biológicos in vitro e in vivo 22 Verificação de atividade antiproliferativa 23 Verificação de atividade antiulcerogênica 24 Verificação de atividade colagoga/colerética 25 Verificação de efeito sedativo 26 Verificação dos efeitos carcinogênicos 27 Verificação dos efeitos nocivos ao processo reprodutivo 28 Verificação dos efeitos teratogênicos 29 Efeito Antiespasmódico 30 Toxicidade Aguda sobre Sistema Cardiovascular 31 Toxicidade Aguda sobre Sistema Nervoso Central 32 Toxicidade Aguda sobre Sistema Renal 33 Toxidez intracutânea 34 Verificação atividade ansiolítica e antidepressiva 35 Verificação atividade antipsicótica 36 Verificação atividade broncodilatadora 37 Verificação atividade cardiovascular 38 Verificação atividade Cicatrizante 39 Verificação atividade na aprendizagem/memória 40 Verificação atividade no sistema nervoso central 009 009 009 018 018 001 002 003 004 005 006 007 008 010 011 012 013 014 015 016 017 019 020 021 022 A B C A B Página 48 de 48 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Quadro V - Consolidado dos ensaios realizados pelos laboratórios participantes (continuação) Codificação dos Laboratórios Participantes IV Discriminação dos Ensaios Biológicos in vitro e in vivo 1 Avaliação da toxicidade crônica por via oral 2 Ensaio farmacológico pré-clínico 3 Ensaio toxicológico clínico 4 Ensaios biológicos 5 Ensaios clínicos de eficácia terapêutica 6 Fotossensibilidade cutânea 7 Irritabilidade dérmica 8 Irritabilidade ocular 9 Sensibilização dérmica 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 10 Toxicidade aguda por via dérmica (DL 50) 11 Toxicidade aguda por via inalatória (CL 50) 12 Toxicidade aguda por via oral (DL 50) 13 Toxicidade dérmica sub-aguda (21 dias) 14 Toxicidade dérmica sub-crônica (90 dias) 15 Toxicidade sub-crônica (90dias) 16 Verificação da mutagenicidade “in vitro” 17 Verificação da mutagenicidade “in vivo” 18 Verificação da neurotoxicidade retardada 19 Verificação de atividade analgésica e antipirética 20 Verificação de atividade antiinflamatória 21 Verificação de atividade antinoceptiva 22 Verificação de atividade antiproliferativa 23 Verificação de atividade antiulcerogênica Página 49 de 49 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Codificação dos Laboratórios Participantes IV Discriminação dos Ensaios Biológicos in vitro e in vivo 023 024 025 026 027 028 029 030 031 032 24 Verificação de atividade colagoga/colerética 25 Verificação de efeito sedativo 26 Verificação dos efeitos carcinogênicos 27 Verificação dos efeitos nocivos ao processo reprodutivo 28 Verificação dos efeitos teratogênicos 29 Efeito Antiespasmódico 30 Toxicidade Aguda sobre Sistema Cardiovascular 31 Toxicidade Aguda sobre Sistema Nervoso Central 32 Toxicidade Aguda sobre Sistema Renal 33 Toxidez intracutânea 34 Verificação atividade ansiolítica e antidepressiva 35 Verificação atividade antipsicótica 36 Verificação atividade broncodilatadora 37 Verificação atividade cardiovascular 38 Verificação atividade Cicatrizante 39 Verificação atividade na aprendizagem/memória 40 Verificação atividade no sistema nervoso central Página 50 de 50 033 033 038 038 034 035 036 037 039 040 041 042 043 044 045 A B A B Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: 5 - CONCLUSÕES Esta sondagem preliminar conseguiu reunir 50 laboratórios, pertencentes a 42 organizações diferentes, sendo, a maioria, 33, oriundos de escolas e 17 particulares. Apenas 12 estados da federação participaram deste levantamento, representados por laboratórios de todas as regiões do país, principalmente, da sudeste e sul. Foram eles: CE, DF, GO, MG, MT, PA, PE, PR, RJ, RS, SC e SP. Os resultados obtidos se baseiam nas informações prestadas pelos laboratórios nos formulários distribuídos, sem qualquer avaliação prévia, com respeito ao detalhamento ou à veracidade das mesmas. Na questão da qualidade, embora o formulário empregado seja bastante simplificado, o que não favorece uma análise mais profunda, pode-se afirmar que, em geral, os laboratórios apresentam indícios de estarem preocupados com sua implantação. estão buscando transcrever os procedimentos operacionais e preparando os manuais de qualidade, criando os cargos de responsáveis pela qualidade, dentre outros, embora se pode perceber que ainda há muito que fazer. Cinco laboratórios (10 %) ainda não apresentam nenhum parâmetro da qualidade implantado. Todos são pertencentes a escolas/universidades. A situação encontrada nesse estudo é a seguinte: 82 % dos laboratórios têm os POPs escritos, 72 % têm o manual de qualidade, 62 % já passaram por auditorias internas, 38 % fizeram algum tipo de análise crítica, 14 % participam de ensaios de proficiência nacionais e 8 % em ensaios de proficiência internacionais, embora não se saiba se são específicos para fitoterápicos. É necessário buscar mecanismos mais acessíveis para o controle da qualidade analítica, como a distribuição de amostras cegas, programas de qualidade intralaboratoriais, amostras de referência, enfim, criar algum tipo de associação nacional entre os laboratórios participantes, por exemplo, para garantir a obtenção de resultados analíticos confiáveis. Percebe-se que há uma carência no mercado nacional e internacional, de programas de ensaios de proficiência específicos para fitoterápicos. Em geral, de acordo com as informações prestadas sobre o tipo de equipamento empregado nas análises, a situação parece satisfatória. É necessário, entretanto, fazer uma sondagem específica para saber a situação de calibração e manutenção dos mesmos. A média geral do número de ensaios foi de cerca de 41 ensaios por laboratório. Os estados de CE, MG, MT, GO, SP e PR obtiveram médias superiores de testes, em relação ao geral. Os estados cujas médias, superaram a do estado de São Paulo, que tem o maior número de laboratórios, são representados, em geral, por poucos laboratórios grandes. O setor de laboratórios que analisam fitoterápicos, pelos dados obtidos, caracteriza-se por muitas organizações de pequeno porte, se destacando apenas quatro laboratórios, que realizam o maior número de ensaios. São eles o 010, o 008, o 001 e o 027. A maioria dos laboratórios desta sondagem realiza, principalmente, ensaios físico-químicos (78 %) e físicos (72 %). Os grupos dos testes microbiológicos e biológicos são analisados por 52 % e 46 % dos participantes, respectivamente. Os laboratórios que executam o maior número de ensaios microbiológicos são o 002, 025, 008, 027, 033A, 001, 010, 016, 018B, 012, 019, 030, 031, 007, 011, 037, 032 e 045. O maior número de ensaios físico-químicos é realizado principalmente, nos laboratórios 008, 010, 011, 027, 025, 001, 043, 045, 031, 012 e 018B. Já para os ensaios físicos, se destacaram os laboratórios 007, 019, 008, 012, 027, 033A, 032, 037, 004, 010, 005, 026, 018B, 025, 031 e 041. Quanto aos ensaios biológicos in vitro e in vivo, são realizados em apenas 23 laboratórios. Nenhum deles avalia a neurotoxicidade retardada. Destacaram-se, em diversificação de itens realizados, os seguintes: 023, 001, 010, 033A, 022, 009A, 031, 038A, 028, 042, 015, 016, 012, 009C e 017. Observa-se que, apenas os laboratórios 010, 012 e 031 se destacaram nos quatro grupos de ensaios, todos pertencentes à universidade, e localizados em Minas Gerais e em São Paulo. Nenhum laboratório contempla integralmente os parâmetros legais exigidos pela legislação vigente, quanto aos ensaios ali preconizados. No entanto, este levantamento contribui como um indicativo de tendências nas respectivas áreas específicas. Causou certa surpresa, o expressivo número de laboratórios que praticam a terceirização dos ensaios. Infelizmente, nesse estudo preliminar, em geral não nos foi informado qual o laboratório subcontratado, nem sobre suas condições de qualidade, para melhor identificação, caso também tenha participado dessa sondagem. O grupo que apresentou maior percentual de terceirização foi o de ensaios biológicos. Essa área exige um investimento elevado em pessoal e infraestrutura, o que vem sendo contornado pelas empresas, por meio desta prática. Página 51 de 51 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: Tendo em vista o expressivo número total de ensaios e de laboratórios participantes, não nos foi possível fazer um confronto das metodologias empregadas em cada teste, o que está sendo providenciado, e será colocado em prática em futuro próximo, com a criação de um banco de dados totalmente informatizado. A partir de então, se poderá propor uma padronização de métodos. A participação nesta pesquisa não implica na habilitação do laboratório pela ANVISA/REBLAS. A habilitação se dará após o pedido formal à REBLAS, juntamente com o Formulário de Solicitação de Habilitação preenchido e da avaliação in loco. As orientações e procedimentos necessários para a habilitação são obtidos na página da ANVISA em http://www.anvisa.gov.br/reblas/index.htm. Página 52 de 52 Pesquisa de Medicamentos Fitoterápicos Revisão n.º 01 Aprovado em: 6 - BIBLIOGRAFIA BRASIL, RDC 17, de 24/02/2000. Portaria No. 116, de 1996 (consulta pública). BRASIL, RDC 134, de29/05/2003. WHO/Pharm./92.559/ver. 1 – Quality Control Methods for Medicinal Plant Material,1993. Farmacopéias Brasileiras, 2a., 3a. e 4a. edições. Guerra, M. P., NODARI, R. O. Biodiversidade: aspectos biológicos, geográficos, legais e éticos. In: Simões, C. M. O.; Schenkel, E. P., Gosmann, G., Mello, J. C. P., Mentz, L. A., Petrovick, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 3 ed. Porto Alegre/Florianópolis. Editora da universidade UFRGS/UFSC, 2001. Capítulo 1. pp. 13-26. Página 53 de 53