Edição 01 – 2013 R ev ista Cientí fi ca Ar te sa nal Resveravine® Único Oligostilbeno Padronizado a 20% 8 Vezes Mais Potente que o Trans-Resveratrol É Eficaz na Ativação da SIRT-1 Vegelip® Melhora a Espessura das Placas Psoriásicas Blend de Lipídeos Rico em Ácidos Graxos com Potencial Terapêutico na Cura de Ferimentos e na Regeneração de Peles Lesadas UC-II® - Novo Colágeno Tipo II Não Desnaturado Superior a Associação de Condroitina e Glucosamina Endorfeel Nutri® Extrato Oleoso da "Flor de Sal", Padina Pavonica e Vanila do Taiti Ln2 Out e Ln2 In Associação Inteligente no Combate aos Sinais do Envelhecimento Uma publicação da empresa: ediTorial É com imenso prazer que colocamos esta nova edição da Revista Científica da Farmácia Artesanal em suas mãos. Alinhada ao nosso compromisso com a Educação Continuada à classe prescritora, agora está mais robusta, aumentando o numero de informações científicas e validadas, trazendo novas possibilidades ou conceitos que favoreçam sua ação terapêutica após diagnóstico. A área da saúde está em constantes inovações e expansões, com a Farmácia Artesanal não podia ser diferente. Estamos cada dia mais próximos da excelência na arte de promover o bem-estar através da individualização e personalização, e por este motivo acreditamos que o desdobramento seja o melhor caminho para atingirmos cada vez mais novos horizontes como tecnologias, gestão , franquias, lançamentos de novas matérias-primas e formas farmacêuticas, que você poderá conferir maiores informações colocadas nas matérias desta edição. Desejamos que aprecie esta nova edição da Revista Cientifica da Farmácia Artesanal. Uma ótima leitura! Evandro Tokarski Diretor Farmacêutico 1ª Edição - 2013 Diretor Executivo Dr. Evandro Tokarski (Artesanal - GO) Editora-chefe Dra. Ana Lázara (Artesanal-GO) Câmara Técnica Dra. Andréa de Amorim Pimentel (Artesanal Go) Dr. Gabriel Bastos (Artesanal BH) Colaboradores Externos Dr. Flávio José Duran Castilho Thiago Gimenez Mota Diagramação Enrico Gastaldelli Redação, Administração e Publicidade Consulfarma Serviços de Assessoria Ltda. índice Trabalhar Menos e Ganhar Mais Utilizando as Modernas Ferramentas de Gestão de Consultórios e Clínicas, Você pode Ganhar Muito Mais, Trabalhando Menos Tendo Qualidade de Vida................................................................................................3 Receita de Sucesso para um Investimento Saudável Farmácia Artesanal Expande para Modelo de Franquias ...............................................................................4 Resveravine® único oligostilbeno padronizado a 20% 8 Vezes Mais Potente que o Trans-Resveratrol É Eficaz na Ativação da SIRT-1 .........................................................................................................................6 Vegelip® Melhora a Espessura das Placas Psoriásicas Blend de Lipídeos Rico em Ácidos Graxos com Potencial Terapêutico na Cura de Ferimentos e na Regeneração de Peles Lesadas .............................................................................................................................8 Superior a Associação de Condroitina e Glucosamina UC-II® - Novo Colágeno Tipo II Não Desnaturado ................................................................................... 10 Endorfeel Nutri® Extrato Oleoso da "Flor de Sal", Padina Pavonica e Vanila do Taiti ........................................................... 12 Rabeprazol Reduz o Risco de Úlceras Pépticas Associados ao Uso de Baixas Doses de Aspirina Reduz o Desenvolvimento de Esofagite Erosiva e de Dispepsia Funcional ............................................ 14 Av. Francisco Glicério, 2.331 • Mezanino Campinas • SP • CEP 13013-101 Opiniões e ideias transmitidas por artigos assinados não refletem necessariamente nossa opinião. Deficiência de Vitamina D3 é Fator de Risco na Síndrome Metabólica Vitamina D3 pode Prevenir Aterosclerose, Hipertensão, Resistência Insulínica e Hiperglicemia ........ 16 Ln2 Out e Ln2 In Associação Inteligente no Combate aos Sinais do Envelhecimento Efeito Antioxidante + Reestruturante Dérmico Hidratação Profunda e Duradoura Exclusivo na Farmácia Magistral! ................................................................................................................... 18 Trabalhar Menos e Ganhar Mais Utilizando as modernas ferramentas de gestão de consultórios e clínicas, você pode ganhar muito mais, trabalhando menos tendo qualidade de vida Uma dermatologista, que fez recentemente o ganhar, já o tempo perdido jamais será recuperado. da sua clínica. Assim, ela passou a ganhar muito MBA Compacto de gestão e mercado, me trouxe Temos que aprender a focar o nosso tempo mais, trabalhando menos e o mais importante, a seguinte questão: naquilo que realmente é importante para nós. economizando tempo para outras atividades “Estou trabalhando muito. Não tenho tempo para relevantes para a sua vida. Em pouco tempo ela nada, nem para mim nem para a minha família. já não devia mais nada no cartão de crédito e o Não estou vendo os meus filhos crescerem. Vivo estresse deu lugar a tão sonhada qualidade de estressada, sem qualidade de vida. E pior, estou vida. devendo trinta mil reais no cartão de crédito. Não Quando focamos nossos esforços nas UNs mais sei como resolver esse problema.” rentáveis, devemos ficar atentos a duas novas questões que surgirão: Doutora, o seu problema se resolve facilmente 1. O que fazer com as UNs pouco rentáveis ou gerenciando a sua clínica através de Unidades de que dão prejuízo? Negócios, respondi. 2. Como trazer para o nosso consultório Unidade de Negócio, UN, é cada fonte de receita ou clínica os clientes que geram os do seu consultório ou clínica. Essa dermatologista procedimentos mais rentáveis? tinha 39 procedimentos diferentes em sua clínica. Esses serão temas de outros artigos. Cada procedimento gerava uma receita. Assim, O importante nesse momento é entender que podemos dizer que ela tinha 39 Unidades de Negócios. A sua UN mais lucrativa gerava R$ 1.000,00 por hora. A sua UN menos lucrativa gerava R$ 5,00 por hora. Quantas horas essa dermatologista tinha que trabalhar na UN de R$ 5,00 para compensar uma hora trabalhada na UN mais rentável? 200 horas! Se isso acontecesse, a cada R$ 1.000,00 que ela ganhasse, perderia 199 horas do seu tempo. O bem mais precioso que temos não é o dinheiro mas o tempo. Dinheiro você pode perder ou Normalmente utilizamos o nosso tempo com a família, com o lazer, com os amigos e com o trabalho. Se utilizamos mais tempo do que o necessário no trabalho, temos que tirar esse tempo de algum outro lugar: do lazer, dos amigos ou da família. existem paradigmas do passado que nos orientam que para ganhar mais temos que trabalhar mais. Existem também os paradigmas do presente que mostram o contrário, isto é, podemos ganhar mais trabalhando menos, desde que saibamos utilizar as modernas ferramentas de gestão para consultórios e clínicas. Não devemos ter No trabalho você deve focar o seu tempo nas compromissos com paradigmas e sim com UNs mais rentáveis. resultados. A dermatologista passou a focar o seu tempo e o tempo da sua equipe nas UNs mais rentáveis 3 Por Dr. Roberto Caproni. www.grupocaproni.com Material Destinado à Classe Prescritora RESVERAVINE ® único oligostilbeno padronizado a 20% 8 Vezes Mais Potente que o Trans-Resveratrol É Eficaz na Ativação da SIRT-1 OH HO OH Legenda: Estrutura química do trans-resveratrol, principal componente ativo do Resveravine®. Resveravine® possui uma importante propriedade, que consiste na sua capacidade de ativar a proteína SIRT1. A SIRT-1 ou sirtuina-1 são enzimas desacetilase identificadas em todos os seres vivos, incluindo organismos unicelulares como as bactérias e leveduras. As sirtuínas são conhecidas por desempenhar um papel importante na manutenção das regiões terminais dos cromossomos, os telômeros. Elas ajudam a prolongar a vida celular enquanto modulam o número de proteínas reparadoras do DNA (Montagner e Costa, 2009). A SIRT-1 também controla a enzima que converte acetato, uma fonte de calorias, em acetil-CoA, uma componente chave da respiração celular (Nexira, França). A SIRT-1 promove a sobrevivência celular ao desacetilar a p53, regulando negativamente sua transcrição. Esses dados corroboram a hiperacetilação da p53 e o aumento da apoptose induzida pela radiação observados em ratos com deficiência de SIRT-1. Isso sugere seu papel na prevenção do envelhecimento celular e apoptose induzida por DNA danificado ou estresse (Montagner e Costa, 2009). Além da manutenção dos telômeros, estudos mostraram que a SIRT-1 ativa um componente crítico da restrição calórica e promove a mobilização de gordura nos adipócitos ao reprimir o PPAR-γ, um receptor nuclear de adipócitos responsável pela divisão e diferenciação celular, combatendo assim a hiperplasia do tecido adiposo (Nexira, França). Um estudo publicado no Frontiers in Bioscience (Elite Edition) em janeiro de 2012 confirmou mais uma vez que as sirtuinas são reguladoras cruciais da vida útil e que por estimularem a restrição calórica são capazes de aumentar a longevidade e neutralizar o envelhecimento (Corbi et al., 2012). Resveravine® Possui Ação 8 Vezes Mais Potente Que o TransResveratrol Puro e é Eficaz na Ativação de SIRT-1 O trans-resveratrol é a única molécula capaz de ativar a SIRT-1 in vitro. Tendo como base essa informação, foi conduzido pelo fabricante um estudo, o qual teve como objetivo avaliar os efeitos de Resveravine® (46 mg/l) na ativação da SIRT-1 comparados com os efeitos ocasionados pelo trans-resveratrol puro (46 mg/l) (Nexira, França). Após análise dos resultados e levando em consideração que Resveravine® foi capaz de ativar de maneira significativa a SIRT-1, quando comparado com o trans-resveratrol puro, pode6 se concluir que esta é uma opção promissora na ativação da enzima (Nexira, França). 800 714% % de Ativação da SIRT-1 Resveravine® é um extrato natural de uva (Vitis vinifera) padronizada em 20% de oligostilbenos (trans-resveratrol na forma de monômeros e dímeros), sendo a mais concentrada forma de trans-resveratrol. Estudos in vitro demonstraram que o Resveravine® é um potente antioxidante e agente quimioprotetor (Nexira, França). 600 400 358% 200 0 Trans-Resveratrol 100% Resveravine® (6% de Trans-Resveratrol) Legenda. Resultados obtidos comprovando a eficácia de Resveravine (6% de Trans-resveratrol) na ativação da SIRT-1 em relação ao Trans-Resveratrol (100%). Composto Ativação de SIRT-1 Trans-Resveratrol 100% 714% Resveravine® 6% 358% Resveravine® Possui Ação 8 Vezes Mais Potente Que o Trans-Resveratrol Puro Outro teste realizado pelo fabricante avaliou a eficácia de Resveravine® na ativação da SIRT1, porém neste teste a concentração de transresveratrol presente na composição do ativo e a quantidade de trans-resveratrol utilizada para o teste foi levada em consideração (Nexira, França). Conforme pode ser observado no gráfico abaixo, levando em consideração que Resveravine® possui em sua composição 6,0% de transresveratrol, é possível concluir que Resveravine® é 8 vezes mais potente que a forma pura de transresveratrol (Nexira, França). % Ativação de SIRT-1 / [trans-resveratrol] 50 130 20 90 8x 60 Resveratrol é Eficaz na Inibição das Metaloproteinases de Matriz em Fibroblastos 30 16 0 trans-resveratrol 100% as propriedades do resveratrol como ativador da SIRT-1 e como auxiliar no tratamento ou prevenção da obesidade, e na prevenção de tumorigênese e do declínio relacionado ao envelhecimento na função cardíaca e perda neuronal (Villalba e Alcaín, 2012). Resveravine® Mesma concentração de Trans-resveratrol Legenda. Resultados obtidos levando em consideração a porcentagem de SIRT-1 ativada e a concentração de transresveratrol presente. O melhor desempenho de Resveravine® em relação à forma pura de trans-resveratrol pode ser atribuído às formas oligoméricas presentes em sua composição. Essa diversidade de moléculas pode talvez permitir efeitos sinérgicos que contribuem para melhor eficiência do ativo (Nexira, França). Outros Estudos Comprovaram Resveratrol Previne a Obesidade, a Tumorigênese e o Declínico Cardíaco e Neuronal Um estudo realizado pelo Departamento de Biologia Celular da Faculdade de Ciências de Córdoba, Espanha, publicado no periódico BioFactors em junho de 2012, demonstrou Outro estudo realizado pelo Instituto Internacional de Biotecnologia de Gifu, no Japão, publicado no The British Journal of Dermatology em outubro de 2010 teve como objetivo avaliar os efeitos da SIRT1 na regulação da expressão de metaloproteinases de matriz (MMP) em fibroblastos da derme humana (Ohguchi et al., 2010). Após a análise dos resultados, foi possível observar que o tratamento com resveratrol, um ativador de SIRT-1, suprimiu significativamente a IL-1β mediada por indução de MMP-1, comprovando que a SIRT-1 exerce um papel importante na regulação negativa da produção de MMP-1 e MMP-3 em fibroblastos da derme humana (Ohguchi et al., 2010). Resveratrol Reverte os Efeitos Ocasionados Pelas Dietas Ricas em Gorduras Um estudo publicado no periódico Oxidative Medicine and Cellular Longevity destacou que a administração oral de resveratrol (um composto natural enriquecido em uvas e identificado como um ativador direto da sirtuínas) pode reverter 7 os efeitos fisiopatológicos das dietas ricas em gordura e restaurar a expectativa de vida dos pacientes (Rahman et al., 2009). Referências Bibliográficas Nexira, França. Montagner S, Costa A. Bases Biomoleculares do Fotoenvelhecimento. An Bras Dermatol. 2009;84(3):263-9. Corbi G, Conti V, Scapagnini G, Filippelli A, Ferrara N. Role of sirtuins, calorie restriction and physical activity in aging. Front Biosci (Elite Ed). 2012 Jan 1;4:768-78. Villalba JM, Alcaín FJ. Sirtuin activators and inhibitors. Biofactors. 2012 Jun 25. doi: 10.1002/biof.1032. Ohguchi K, Itoh T, Akao Y, Inoue H, Nozawa Y, Ito M. SIRT1 modulates expression of matrix metalloproteinases in human dermal fibroblasts. Br J Dermatol. 2010 Oct;163(4):689-94. doi: 10.1111/j.1365-2133.2010.09825.x. Rahman M, Halade GV, Bhattacharya A, Fernandes G. The fat-1 transgene in mice increases antioxidant potential, reduces pro-inflammatory cytokine levels, and enhances PPAR-gamma and SIRT-1 expression on a calorie restricted diet. Oxid Med Cell Longev. 2009 Nov-Dec;2(5):307-16. Posologia Sugerida Nexira, França. Cápsulas Rejuvenescedoras e Controladoras do Peso Resveravine®...........................................20 mg Cápsula..............................................qsp 1 UN Administrar uma cápsula ao dia ou conforme orientação médica. Material Destinado à Classe Prescritora VEGELIP® MELHORA A ESPESSURA DAS PLACAS PSORIÁSICAS Blend de Lipídeos Rico em Ácidos Graxos com Potencial Terapêutico na Cura de Ferimentos e na Regeneração de Peles Lesadas 8 O Vegelip® é um blend de lipídeos vegetais, composto altamente emoliente rico em ácidos Componentes do VEGELIP® graxos essenciais, ômega 3, 6 e 9. O Vegelip® atua Lipídeos do Girassol em peles que apresentam comprometimento da Lipídeos da Rosa Mosqueta função barreira cutânea e também com tendência Lipídeos da Oliva à xerose. O Vegelip® é composto por lipídeos Vitamina E do cártamo, framboesa, girassol, groselha negra, Óleo de Cártamo oliva e vitamina E (Via Farma, Brasil). INCI Name: CapricCaprilic Triglyceride, OleaEuropaea (Olive) Oil, Rosa Canina Fruit Oil, HellanthusAnnuus (Sunflower Seed) Oil, tocopheryl acetate. Groselha Negra Óleo de Framboesa Um estudo publicado no jornal “Wound Repairand Regeneration” evidencia a atividade regeneradora dos ácidos graxos essenciais (EFAs). Foi avaliada a propriedade regeneradora do ômega-3, ômega-6 e ômega-9, mostrando sua capacidade em inibir a produção de óxido nítrico no local dos ferimentos. Sendo o VEGELIP® rico em Ômegas, tornase então um produto eficaz na cicatrização de ferimentos, acelerando o processo de cura em peles lesadas (Cardoso et al., 2004). “VEGELIP® rico em Ômegas, torna-se então um produto eficaz na cicatrização de ferimentos, acelerando o processo de cura em peles lesadas (Cardoso et al., 2004).” VeGelip® na derMaTiTe aTópica A pele atópica apresenta distúrbio do metabolismo dos ácidos graxos. Emolientes contendo lipídeos presentes na pele reduzem a gravidade da dermatite atópica. Um estudo de pesquisadores do Departamento de Dermatologia da Universidade da Califórnia, publicado no “Journal of the American Academy of Dermatology”, avaliou pacientes pediátricos com dermatite atópica que receberam por 3 semanas a aplicação tópica de um emoliente contendo lipídeos fisiologicamente presentes na pele. Nos resultados, os valores da gravidade da dermatite atópica (escala SCORAD) melhoraram em 22 de 24 pacientes pediátricos tratados. Além disso, a perda transepidermal de água, TEWL, reduziu significativamente (Chamlin et al., 2002). Ácidos graxos ômega-3 reduzem a espessura das placas psoriásicas, o eritema e a descamação em pacientes com psoríase. • Ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 competem com o ácido araquidônicocomo substrato para lipoperoxidases, que os transformam em leucotrienos com atividade biológica baixa. Baseado nesse fato foi pesquisado o efeito de óleo rico em ômega-3 em pacientes com psoríase em estudo publicado no jornal ‘Clinical and Experimental Dermatology’ (Escobar et al.,1992). Foram comparados os efeitos do óleo rico em Ômega-3 e da parafina líquida em 25 pacientes com psoríase. A aplicação tópica foi realizada diariamente por 6 horas, com oclusão, por um período superior a 4 semanas (Escobar et al.,1992). Ambos os tratamentos melhoraram significativamente o eritema e a descamação, sendo que os resultados obtidos com óleo rico em ômega-3 foram significativamente superiores, melhorando a espessura das placas (Escobar et al.,1992). 9 Possui alta penetração cutânea, incorporando-se às estruturas cutâneas alteradas; • Melhora os sintomas da inflamação na dermatite atópica e na psoríase; • Diminui a espessura das placas psoriásicas; • Reduz a perda transepidermal de água (TEWL); Triglicerídeos dos Ácidos Cáprico e Caprílico VeGelip® na cura da pele lesada EFAs Apresentam Relevante Potencial Terapêutico na Cura de Ferimentos e na Regeneração de Peles Lesadas propriedades do VeGelip® • Melhora a função barreira cutânea; • É emoliente e cicatrizante. indicações • Dermatite atópica; • Psoríase; • Xerose; • Escaras e úlceras de decúbito; • Outras patologias que compreendem a secura cutânea. referências biblioGráficas Cardoso CR, Souza MA, Ferro EA, Favoreto S Jr, Pena JD. Influence of topical administration of n-3 and n-6 essential and n-9 nonessential fatty acids on the healing of cutaneous wounds. Laboratory of Immunology, Universidade Federal de Uberlandia, Brazil. Wound Repair Regen. 2004 Mar-Apr;12(2):235-43. Chamlin SL, Kao J, Frieden IJ, Sheu MY, Fowler AJ, Fluhr JW, Williams ML, Elias PM. Ceramidedominant barrier repair lipids alleviate childhood atopic dermatitis: changes in barrier function provide a sensitive indicator of disease activity.Department of Dermatology, University of California, San Francisco, USA. J Am AcadDermatol. 2002 Aug;47(2):198-208. Escobar SO, Achenbach R, Iannantuono R, Torem V. Topical fish oil in psoriasis--a controlled and blind study. Department of Pharmacology, Faculty of Medicine, University of Buenos Aires, Argentina.ClinExpDermatol. 1992 May;17(3):159-62. Via Farma, Brasil. Posologia Utilizada no Estudo Clínico Creme Emoliente para Peles com Psoríase VEGELIP® ................................................. 20% Creme base qsp ........................................50 g Aplicar nas áreas afetadas 2 a 3 vezes ao dia ou conforme orientação médica. Material Destinado à Classe Prescritora UC-II ® NOVO COLÁGENO TIPO II NÃO DESNATURADO Superior a Associação de Condroitina e Glucosamina Reduz em 33% as Dores nas Articulações em Pacientes com Osteoartrite Promove a Reposição de Colágeno das Articulações Sem Efeitos Adversos Significativos Osteoartrite Os termos Osteoartrose, Osteoartrite e Artrose definem uma mesma doença articular e degenerativa. É uma afecção dolorosa das articulações que ocorre por insuficiência da cartilagem, ocasionada por um desequilíbrio entre a formação e a destruição dos seus principais elementos, associada a uma variedade de condições como: sobrecarga mecânica, alterações bioquímicas da cartilagem e membrana sinovial, e fatores genéticos (Coimbra et al., 2004). UC-II® - Colágeno Tipo II Não desnaturado Uma classe emergente de nutracêutico está se destacando atualmente e merecendo cada vez mais a atenção dos estudiosos. O UC-II® é um novo colágeno do tipo II não desnaturado derivado da cartilagem de frango (Bagchi et al. 2002). É fabricado através de um processo de produção patenteado, não enzimático e em baixas temperaturas. (Crowley et al., 2009). Estudos têm demonstrado que o UC-II® é efetivo na osteoartrite. Não foram observados efeitos 10 adversos ou alterações bioquímicas significativas após o uso do UC-II® (Crowley et al., 2009). UC-II® contém 25% de colágeno tipo II bioativo. Assim, cada 10 mg de UC-II® contém 2,5 mg de colágeno tipo II bioativo (Bagchi et al., 2002). Como o UC-II® Age na Osteoartrite A principal proteína estrutural responsável pela tração e firmeza do tecido cartilaginoso é o colágeno tipo II (Zhu et al., 2007). No caso da maioria das doenças articulares, há uma deterioração da cartilagem e como consequência 120 UC-II ** 100 auxiliar o organismo a repor o colágeno degradado é por meio de suplementação do mesmo (Crowley • Índice WOMAC (%) inflamação e dor. Nesse caso, uma das maneiras de ** 80 60 40 20 et al., 2009). 0 O UC-II® é capaz de suprir essa reposição, já que consiste em colágeno tipo II não desnaturado (Crowley et al., 2009). 0 30 60 Duração do Tratamento (dias) ** 100 ** UC-II 40 mg/dia no Tratamento da Osteoartrite do Joelho – Redução Significativa da Dor na Osteoartrite ® II® foi mais efetivo, com redução dos escores do WOMAC em 33% quando comparado com 14% do grupo condroitina + glucosamina após 90 dias. Resultados similares foram observados nos escores da VAS nos quais o UC-II® reduziu em 40% a dor após 90 dias comparado com 15,4% no grupo condroitina + glucosamina. No Índice de Lequesne o UC-II® reduziu em 20,1% os escores da dor quando comparado com 5,9% do grupo condroitina + glucosamina. A suplementação com UC-II® mostrou melhorar as atividade diárias sugerindo uma melhora signifcativa da qualidade de vida nos pacientes com osteoartrite (Crowley et al., 2009). 90 UC-II UC-II G+C G+C UC-II UC-II G+C G+C * ** 80 ** ** 60 40 20 0 00 30 60 30 60 Duração do do Tratamento Tratamento (dias) (dias) Duração 90 90 120 52 pacientes foram selecionados para participar desse estudo por um período de 3 meses. Eles receberam diariamente a seguinte posologia: Grupo 2 (n=26) Índice Índice de Lequesne VAS (%) (%) Gráfico 2: Redução da dor medida através de uma escala 100 ** analógica visual (VAS) (p<0,05). • 80 60 40 20 0 ** Referências bibliogrÁFICAS * ** Redução de 20% na dor durante as atividades diárias no grupo 1 (UC-II) quando comparado ao grupo 2 (condroitina + glucosamina); 00 30 60 30 60 Duração do do Tratamento Tratamento (dias) (dias) Duração UC-II 100 Coimbra, IB et al. Osteoartrite (artrose): tratamento. Rev. Bras. Reumatol. [online]. 2004, vol.44, n.6, pp. 450-453. ISSN 0482-5004. G+C * Crowley DC, Lau FC, Sharma P, Evans M, Guthrie N, Bagchi M, Bagchi D, Dey DK, Raychaudhuri SP. Safety and efficacy of undenatured type II collagen in the treatment of osteoarthritis of the knee: a clinical trial. Int J Med Sci. 2009 Oct 9;6(6):312-21. 80 60 40 20 UC-II® – Colágeno Tipo II – 40 mg Dose Diária Glucosamina 1500 mg + Condroitina 1200 mg Dose diária. 0 Resultados Os resultados dos escores do Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) mostraram que o UC-II diminuiu significativamente a dor durante as atividades diárias, incluindo caminhadas em superfície plana, tarefas domésticas pesadas, subida e descida de escadas e até em repouso, (p=0,013) quando comparado com o grupo 2; • 120 UC-II ** 100 Índice WOMAC (%) ** ** 40 20 0 30 60 Duração do Tratamento (dias) 90 120 UC-II Sugestão de Posologia Int J Med Sci. 2009 Oct 9;6(6):312-21. Cápsulas de UC-II® para Osteoartrite UC-II®..................................................... 40 mg* Cápsula..............................................qsp 1 UN Administrar uma cápsula ao dia ou conforme orientação médica. Conclusão *Cada cápsula de 40 mg de UC-II contém 10 mg de colágeno tipo II bioativo. No mercado magistral o colágeno tipo II é encontrado com o nome comercial de UC-II®. De acordo com os resultados do estudo, ambos os tratamentos reduziram os sintomas da osteoartrite. Entretanto, o tratamento com UCSeveridade Grupo 1 Grupo 2 Leve 15 35 Moderado 19 22 Grave 1 1 Tabela 1: Incidência dos Efeitos Adversos Avaliados nos Dois Grupos. ** 80 Índice VAS (%) Os efeitos adversos que ocorreram durante os 90 dias de tratamento foram observados nos dois grupos, porém com maior intensidade no grupo 2. Ao todo foram observados 58 efeitos adversos no grupo 2 e 35 no 1. Os principais efeitos adversos observados foram: edema, urticária, dor de cabeça e de estômago. G+C Gráfico 1: Reduções dos escores do WOMAC relacionados 100 ** com a dor e dificuldade de caminhar. ** 11 60 40 20 0 Zhu P, Li XY, Wang HK, Jia JF, Zheng ZH, Ding J, Fan CM. Oral administration of type-II collagen peptide 250-270 suppresses specific cellular and humoral immune response in collagen-induced arthritis. Clin Immunol. 2007 Jan;122(1):75-84. Epub 2006 Oct 11. 90 G+C 60 0 30 60 Duração do Tratamento (dias) * ** 80 0 Gráfico 3: Redução da dor medida através dos escores do Índice de Lequesne (p<0,05). • Bagchi D, Misner B, Bagchi M, Kothari SC, Downs BW, Fafard RD, Preuss HG. Effects of orally administered undenatured type II collagen against arthritic inflammatory diseases: a mechanistic exploration. Int J Clin Pharmacol Res. 2002;22(3-4):101-10. 90 90 120 Índice de Lequesne (%) Um estudo clínico desenvolvido pelo InterHealth Research Center, Califórnia, EUA teve como objetivo avaliar a segurança e a eficácia do UC-II quando comparado com a combinação glucosamina + condroitina no tratamento da osteoartrite do joelho. Grupo 1 (n=26) ** ** De acordo com uma Escala Analógica Visual (VAS), houve uma redução na dor durante as execuções das atividades diárias no grupo 1 (UC-II) quando comparado ao grupo 2 (condroitina + glucosamina); 120 Índice Índice WOMAC VAS (%)(%) Estudo Clínico G+C * 0 30 60 90 Material Destinado à Classe Prescritora Endorfeel Nutri ® Extrato Oleoso da "Flor de Sal", Padina pavonica e Vanila do Taiti Estimula a Síntese de Beta-Endorfinas Responsáveis por uma Ação de ‘Bem Estar’ e Auxilia no Tratamento da Depressão Leve e Ansiedade Reduz os Sintomas da Síndrome Pré-Menstrual O Endorfeel Nutri® é composto pela associação do extrato oleoso da “Flor de Sal”, Padina pavonica e extrato de Vanila do Taiti. Esta associação estratégica proporciona a liberação da betaendorfina a partir da pró-opiomelanocortina (POMC) e reduz o catabolismo de betaendorfina (ICP - Institute of Cellular Pharmacology, Malta). A Padina pavonica é precursora direta do sulfato de heparano e também de outras glicosaminoglicanas. Foi comprovado que o sulfato de heparano, uma glicosaminoglicana presente nos tecidos conjuntivos, é capaz de aumentar a expressão de beta-endorfinas em queratinócitos e fibroblastos (ICP - Institute of Cellular Pharmacology, Malta). A vanila do Taiti concentra altos valores de vanilina e ácido vanilmandélico, substâncias que favorecem uma melhor eficiência das catecolaminas na fenda sináptica. A associação dos mecanismos de aumento de catecolaminas e beta-endorfinas permitem um maior tempo de ação da beta-endorfina no organismo (ICP Institute of Cellular Pharmacology, Malta). Beta-Endorfina e Seu Mecanismo de Ação A beta-endorfina é um peptídeo de 31 aminoácidos (betaend1-31) e foi descoberta por Li, em 1977. Tem uma potente atividade opioide e, em comparação com outros neuropeptídeos, apresenta maior resistência à degradação enzimática (ICP - Institute of Cellular Pharmacology, Malta). A beta-endorfina é primariamente sintetizada na glândula hipófise anterior e clivada a partir da pró-opiomelanocortina (POMC), seu precursor molecular, por meio das enzimas PC1 e PC2 (pró-hormônio convertases) (ICP - Institute of Cellular Pharmacology, Malta). 12 Muitos são os efeitos atribuídos à beta-endorfina, entre eles: • Influência nos sistemas metabólicos, imune, cardiovascular, respiratório, renal e reprodutivo; • Regulação do ciclo menstrual e amenorreia; • Regulação do apetite, do sono e das funções cognitivas; • Regulação da analgesia; • Auxílio na regulação das alterações do humor (Andino et al., 2011). Estudo Clínico Avaliações psicocomportamentais foram realizadas em 20 mulheres que usaram por 30 dias o Endorfeel® Nutri 240 mg, 2 vezes ao dia. Em parceria com o Hospital Mater Dei no sul da França, todos os pacientes responderam a um questionário de 31 perguntas, com supervisão médica. As respostas eram pontuadas de 1 a 5, onde os maiores valores correspondiam a um estado maior de depressão/angústia ou desânimo (ICP - Institute of Cellular Pharmacology, Malta), conforme visualizada na Figura 3. Pró-Opiomelanocortina (POMC), Beta-Endorfina e Peso Corpóreo De acordo com um estudo publicado no renomado periódico Journal of Endocrinology, a ativação da via da Pró-Opiomelanocortina (POMC) promove redução da ingestão de alimentos, o que atenua o peso corpóreo (Andino et al., 2011). A estimulação da via da Pró-Opiomelanocortina (POMC), por exemplo, pela ação do Endorfeel Nutri®, estimula a síntese de betaendorfinas responsável por uma ação analgésica e de ‘bem estar’ e ‘prazer’, reduzindo a ingestão de alimentos gordurosos que levariam a sensação de bem estar (Andino et al., 2011). Figura-1: Depósito salino caracterizando a ‘Flor de Sal’ fenômeno comum no mar da Tunísia. Na área demarcada, há concentração da alga Dunaliella salina. Um estudo conduzido por pesquisadores do Reino Unido mostrou que a estimulação da via da Pró-Opiomelanocortina (POMC) pode reduzir a ingestão alimentar, o que promoveria uma redução do peso corpóreo (Coll, 2007). Proopiomelanocortina Outras Indicações do Endorfeel Nutri® γ-MSH Além do tratamento auxiliar na depressão leve e ansiedade, o Endorfeel Nutri® age como: • Auxiliar no tratamento da obesidade; • Coadjuvante no tratamento da dor; • Auxiliar no tratamento da síndrome pré-menstrual; • Melhorador do humor. ACTH α-MSH β-lipotropina CLIP γ-lipotropina β-endorfina β-MSH Referências Bibliográficas Figura-2: Produção da beta-endorfina a partir da pró-opiomelanocortina (POMC). Andino LM, Ryder DJ, Shapiro A, Matheny MK, Zhang Y, Judge MK, Cheng KY, Tümer N, Scarpace PJ. POMC overexpression in the ventral tegmental area ameliorates dietary obesity. J Endocrinol. 2011 Aug;210(2):199-207. Epub 2011 May 12. Coll AP. Effects of pro-opiomelanocortin (POMC) on food intake and body weight: mechanisms and therapeutic potential? Clin Sci (Lond). 2007 Aug;113(4):171-82. 30 25 Institute of Cellular Pharmacology - ICP 20 Posologia Usada no Estudo 15 Institute of Cellular Pharmacology - ICP Endorfeel® Nutri................................... 240 mg* 10 Cápsula..............................................qsp 1 UN R²=0,9853 Administrar 1 cápsula 2 vezes ao dia ou conforme orientação médica. * Extrato oleoso da Flor do Sal, Padina pavonica e extrato de Vanila do Taiti. 5 Dia 0 Dia 7 Dia 14 Dia 21 Dia 28 Figura-3: Nota-se uma redução da pontuação média, correspondendo a uma diminuição do estado de depressão e angústia. Estas avaliações foram realizadas semanalmente. Os resultados foram perceptíveis logo na primeira semana. 13 Material Destinado à Classe Prescritora Rabeprazol Reduz o Risco de Úlceras Pépticas Associados ao Uso de Baixas Doses de Aspirina Reduz o Desenvolvimento de Esofagite Erosiva e de Dispepsia Funcional O rabeprazol pertence à classe dos compostos antissecretores do conteúdo gástrico. Suprime a secreção de ácido gástrico através da inibição específica da enzima H+/K+- ATPase na superfície secretora da célula parietal gástrica. Este sistema enzimático é considerado como uma bomba de ácido (prótons) e, assim, o rabeprazol é classificado como um inibidor da bomba de prótons gástrica, bloqueando a etapa final da produção do ácido (Sanuki et al., 2012). Tal efeito é dependente da dose administrada do produto, levando à inibição da secreção ácida tanto basal quanto estimulada, independentemente do tipo de estímulo. Após a administração oral de uma dose de 20 mg de rabeprazol, sua ação antissecretora tem início dentro de 1 hora, com efeito máximo sendo alcançado dentro de 2 a 4 horas. Vinte horas após a administração da primeira dose, verifica-se que a inibição da secreção ácida basal é de 69% e da secreção ácida estimulada pela ingestão de alimentos é de 82%. A duração da inibição prolonga-se por até 48 horas (Sanuki et al., 2012). Parâmetros Avaliados • A primeira medida de avaliação foi o desenvolvimento de úlceras gástricas ou Estudo Clínico duodenais em 12 semanas; Rabeprazol Reduz o Risco de Úlceras Pépticas Recorrentes Associados ao Uso de Baixas Doses de Aspirina em Pacientes com Doença Cerebrovascular ou Cardiovascular Pacientes que usam baixas doses de aspirina apresentam um risco aumentado de lesões na mucosa gastroduodenal e sintomas gastrointestinais superiores. O objetivo de um trabalho conduzido por Sanuki et al. (2012) foi demonstrar a eficácia do rabeprazol na prevenção de úlceras pépticas, esofagite ou outros sintomas gastrointestinais associados à administração de baixas doses de aspirina. • O segundo parâmetro avaliado foram os escores do Lanza modified (MLS) –utilizado para medir o grau da gastrite e da duodenite. Todos os parâmetros foram avaliados na linha base e após 12 semanas. Resultados • A incidência de úlceras gastroduodenais em 12 semanas foi menor nos grupos tratados com rabeprazol quando comparados com o grupo tratado com gefarnato (p<0,0001); • A proporção de pacientes com MLS maior ou igual a 1 e esofagite erosiva foi Duzentos e sessenta e um pacientes com histórico de úlceras pépticas devido ao uso de baixas doses de aspirina para prevenção de doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares foram randomizados para receberem a seguinte posologia: Grupo 1 (N=87) Grupo 2 (N=89) Grupo 3 (N=85) Rabeprazol Rabeprazol Gefarnato* 10 mg 20 mg 50 mg Dose diária Dose diária 2 vezes ao dia 14 significativamente menor nos grupos tratados ocorrência de sintomas gastrointestinais com rabeprazol quando comparados com 9,2% vs. 28,3% – p=0,0026). o grupo gefarnato em 12 semanas (lesões gástricas 33,5% vs. 62,4% - p<0,0001 e lesões duodenais 5,7% vs. 24,7% - p<0,0001); Incidência de Úlceras Gastroduodenais nos Grupos Tratados com Rabeprazol e Gefarnato em 12 Semanas % da Incidência de Úlceras 30 26,7% 25 15 7,4% 5 0 O rabeprazol foi mais efetivo que o gefarnato na redução do risco de recorrência de úlceras pépticas, esofagite e sintomas gastrointestinais em usuários de baixas doses de aspirina. Outro Estudo Comprovou 20 10 Conclusão 3,7% Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 • O rabeprazol foi significativamente mais efetivo que o gefarnato na resolução e prevenção de sintomas gastrointestinais (resolução 53,6% vs. 25% - p=0,017 e Um estudo conduzido por Sanuki et al. (2013) teve como objetivo avaliar a dose ideal de rabeprazol usada no alívio dos sintomas da dispepsia funcional. Participaram desse estudo clínico multicêntrico, duplo-cego, randomizado e placebo-controlado 338 pacientes. De acordo com os pacientes, a dose de 20 mg de rabeprazol foi significativa no alívio dos sintomas da dispepsia funcional. Referências Bibliográficas Y, Azuma T. Rabeprazole reduces the recurrence risk of peptic ulcers associated with low-dose aspirin in patients with cardiovascular or cerebrovascular disease: a prospective randomized active-controlled trial. J Gastroenterol. 2012 Nov;47(11):1186-97. doi: 10.1007/ s00535-012-0588-x. Epub 2012 Apr 17. Iwakiri R, Tominaga K, Furuta K, Inamori M, Furuta T, Masuyama H, Kanke K, Nagahara A, Haruma K, Kinoshita Y, Higuchi K, Takahashi S, Kusano M, Iwakiri K, Kato M, Hongo M, Hiraishi H, Watanabe S, Miwa H, Naito Y, Fujimoto K, Arakawa T. Randomised clinical trial: rabeprazole improves symptoms in patients with functional dyspepsia in Japan. Aliment Pharmacol Ther. 2013 Aug 20. doi: 10.1111/apt.12444. [Epub ahead of print] Posologia Usada nos Estudos J Gastroenterol. 2012 Nov;47(11):1186-97. doi: 10.1007/s00535-012-0588-x. Epub 2012 Apr 17. Aliment Pharmacol Ther. 2013 Aug 20. doi: 10.1111/ apt.12444. [Epub ahead of print] Rabeprazol..............................................20 mg Cápsula..............................................qsp 1 UN Administrar 1 cápsula ao dia ou conforme orientação médica. Sanuki T, Fujita T, Kutsumi H, Hayakumo T, Yoshida S, Inokuchi H, Murakami M, Matsubara Y, Kuwayama H, Kawai T, Miyaji H, Fujisawa T, Terao S, Yamazaki 15 Material Destinado à Classe Prescritora Deficiência de Vitamina D3 é Fator de Risco na Síndrome Metabólica Vitamina D3 Pode Prevenir Aterosclerose, Hipertensão, Resistência Insulínica e Hiperglicemia Nos últimos anos tem ocorrido um aumento mundial na prevalência de hipovitaminose D. De acordo com uma recente pesquisa realizada nos EUA, apenas 31% das pessoas caucasianas com idade entre 20 e 49 anos apresentam níveis séricos adequados de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D maior ou igual a 90 nmol/l) (Rodríguez-Rodríguez et al., 2009). Baixos Níveis de Vitamina D São Fatores de Risco Para Diabetes Mellitus Em Mulheres Sobrepesadas e Obesas Um estudo realizado pelo Departamento de Nutrição da Universidade Complutense, Madri, Espanha, analisou as diferenças dietéticas e antropométricas sobre o status de vitamina D em um grupo de 66 mulheres com idade entre 20 e 35 anos e IMC entre 24 e 35 kg/m². Os resultados desse estudo mostraram que as mulheres obesas e sobrepesadas apresentavam um elevado risco para baixas concentrações séricas de 25(OH)D, sendo que apenas 10,6% das voluntárias analisadas apresentaram valor maior ou igual a 90 nmol/l (RodríguezRodríguez et al., 2009). Assim, 89,4% das mulheres estudadas apresentaram valores indicativos de deficiência dessa vitamina e, de acordo com diversos estudos, possuíam um risco elevado para diabetes mellitus, doenças autoimunes, doenças cardiovasculares, osteoporose e alguns tipos de câncer (Rodríguez-Rodríguez et al., 2009). Vitamina D Versus Síndrome Metabólica A síndrome metabólica combina uma série de fatores genéticos e associados ao estilo de vida que aumentam a 16 predisposição a eventos cardiovasculares. Entre esses, se encontram a hiperglicemia, a hipertensão arterial, a dislipidemia e a obesidade abdominal, os quais podem estar relacionados (direta ou indiretamente) com a deficiência de vitamina D (Querales et al., 2011). Assim, a vitamina D está fortemente associada a fatores de risco individuais que modulam a síndrome metabólica, como mostrado na figura 1: Comprovações Científicas 4.000 UI ao Dia de Vitamina D Melhora a Sensibilidade e a Resistência Insulínica O objetivo de um estudo randomizado, controlado e duplo-cego, publicado no British Journal of Nutrition (2010), foi investigar o efeito da melhora no status da vitamina D sobre a resistência à insulina. Diabetes Tipo 1 Diabetes Tipo 2 Hipertensão Arterial Lesão células beta Intolerância à glicose Alteração no tônus vascular Alteração da secreção de insulina Resposta Th1 Hiperlipidemia Alteração na expressão de apoproteínas Alteração no metabolismo de cálcio Mulheres com resistência à insulina (HOMA >1,93) e deficientes em vitamina D (concentração sérica de 25(OH)D< 50 nmol/l), com idade entre 23 e 68 anos, e que não utilizam medicamentos antidiabéticos e suplementação de vitamina D >25 mcg/dia, receberam, durante 6 meses: Grupo 1 (n=42) Grupo 2 (n=39) 100 mcg/dia de Vitamina D Placebo (4.000 UI/dia) Resultados Os níveis médios da concentração sérica de 25(OH)D aumentaram significativamente de 21 (11, 40) nmol/l para 75 (55, 84) após a suplementação; • Foram observadas melhoras significativas na resistência insulínica (P = 0,003 e 0,02, um aumento nos níveis recomendados dessa vitamina (von Hurst et al,. 2010). Aumento da Ingestão de Vitamina D Reduz IMC, Circunferência Abdominal e Níveis de Triglicérides em Mulheres Com Síndrome Metabólica De acordo com um estudo realizado pelo Departamento de Fisiologia da Universidade Federal de São Paulo, uma alteração nutricional com aumento da ingestão de cálcio e vitamina D é capaz de melhorar diversos parâmetros da síndrome metabólica. Esse estudo foi realizado de setembro a novembro de 2008, com trinta e três mulheres (> ou = 35 anos). Foi relatado o consumo alimentar e a composição corporal. Os parâmetros bioquímicos foram avaliados no início e após três meses de acompanhamento. respectivamente), e redução da insulina de Resultados jejum (P = 0,02) após a suplementação, em • comparação com o placebo; • Querales MI, Cruces ME, Rojas S, Sánchez L. Association between vitamin D deficiency and metabolic syndrome. Rev Med Chil. 2010 Oct;138(10):1312-8. Epub 2011 Jan 10. Disponível em: http://www.scielo.cl/ pdf/rmc/v138n10/art%2017.pdf 2. Rodríguez-Rodríguez E, Navia B, López-Sobaler AM, Ortega RM. Vitamin D in overweight/obese women and its relationship with dietetic and anthropometric variables. Obesity (Silver Spring). 2009 Apr;17(4):77882. Epub 2009 Jan 29. 3. von Hurst PR, Stonehouse W, Coad J. Vitamin D supplementation reduces insulin resistance in South Asian women living in New Zealand who are insulin resistant and vitamin D deficient - a randomised, placebocontrolled trial. Br J Nutr. 2010 Feb;103(4):549-55. Epub 2009 Sep 28. 4. Pimentel GD, Arimura ST, de Moura BM, Silva ME, de Sousa MV. Short-term nutritional counseling reduces body mass index, waist circumference, triceps skinfold and triglycerides in women with metabolic syndrome. Diabetol Metab Syndr. 2010 Feb 10;2:13. Deficiência de Vitamina D Figura 1: Adaptação de Rev Med Chil. 2010 Oct;138(10):1312-8. Epub 2011 Jan 10. Disponível em: http://www.scielo.cl/pdf/rmc/v138n10/art%2017.pdf. • 1. Expressão de renina Resistência insulínica Produção IL-1, -2, -6 e TNF-alfa, INF-gama Referências Bibliográficas Vitamina D3................................400 - 4.000 UI Dose diária. O novo relatório clínico da Academia Americana de Pediatria (AAP), denominado “Prevention of Rickets and Vitamin D Deficiency in Infants, Children, and Adolescents”, recomenda a dose de 400 UI por dia de vitamina D a todas as crianças a partir dos primeiros dias de vida. A recomendação anterior, emitida em 2003, era 200 UI por dia, com início nos dois primeiros meses de vida. Gotas de Vitamina D3 Vitamina D3................................400 - 4.000 UI Solução lipossolúvel oral..................... qsp 1 ml Dose diária. Ao final de três meses de acompanhamento, uma redução significativa no índice de massa A melhora na resistência à insulina apresentou corpórea, circunferência da cintura, dobra melhores resultados, com uma concentração cutânea do tríceps e níveis de triglicérides foi sérica de 25(OH)D > ou = 80 nmol/l. observada juntamente com um aumento na ingestão de cálcio e vitamina D. Conclusão Em conclusão, a melhora do status de vitamina D em mulheres resistentes à insulina resultou na melhora da resistência insulínica, sem alterar a secreção da insulina. As concentrações ótimas de vitamina D para reduzir a resistência insulínica observadas no estudo foram entre 80 e 119 nmol/l, fornecendo mais evidências para Sugestões de Posologias Cápsulas de Vitamina D3 Conclusão Uma mudança nutricional a curto prazo é capaz de melhorar alguns fatores da síndrome metabólica. Além disso, o aumento no consumo de cálcio e vitamina D pode estar associado à melhora dos marcadores da síndrome metabólica (Pimentel et al., 2010). 17 DRI* UL** Adultos 600 UL/dia 4.000 UL/dia Crianças (até 1 ano) 400 UL/dia 1.520 UL/dia Crianças (até 8 anos) 600 UL/dia 3.000 UL/dia * Dosagens acima recomendadas para prescrições médicas. **Níves diários máximos de segurança de acordo com o Food and Nutrition Board, Institute of Medicine, Nacional Academies, EUA (Tolerable Upper Intake Levels). Material Destinado à Classe Prescritora LN2 Out e LN2 In Associação Inteligente no Combate aos Sinais do Envelhecimento Efeito Antioxidante + Reestruturante Dérmico Hidratação Profunda e Duradoura Exclusivo na Farmácia Magistral! A ação combinada do uso de LN2 Out e LN2 In é altamente eficaz e age na restauração e equilíbrio da pele, cabelos e unhas. LN2 é um novo conceito de tradução da beleza em um sistema que estabiliza as funções fisiológicas dentro e fora das células. Atua na manutenção da saúde do corpo e revitaliza o brilho natural da pele, cabelos e unhas (Biovital, Brasil). LN2 In Composição: Bisglicinato de silício complexado com taurina e Panax Ginseng protegido com minerais quelados – cobre, magnésio, ferro, zinco, manganês entre outros. LN2 Out INCI Name: Saccharomyces silicon ferment and Saccharomyces magnesium ferment and Saccharomyces copper ferment and Saccharomyces iron ferment and Saccharomyces zinc ferment and sorbitol and 2- Methyl4-isothiazolin-3-one and Panax Ginseng Root Extract and Taurine and Water and Phenoxyethanol. prolina, o principal constituinte do colágeno tipo I (Carlisle, 1981). Além disso, o silício aumenta o brilho dos cabelos e das unhas (Reffitt et al., 2013). Sistema Dermocosmético LN2 In e LN2 Out O silício atua na estr utura cutânea através da ligação das glicosaminoglicanas e poliuronídicas, e mantém a água ligada ao ácido hialurônico e às proteoglicanas (Tanaka e Miyazaki, 2000). LN2 Out é um ingrediente dermocosmético biotecnológico para aplicação tópica que pode ser empregado em uma variedade ampla de formulações. LN2 In é um blend de ingredientes naturais selecionados, com propriedades ativas eficazes na manutenção das funções vitais do corpo e das funções celulares da pele. A combinação dos dois é inovadora para manter a saúde da pele, cabelos e unhas (Biovital, Brasil). LN2 In e Out: Reposição de Silício com Ação Anti-Ageing Estudos têm demonstrado vários benefícios para a pele, o cabelo e as unhas após a suplementação com silício. Foi descrita a participação do silício na síntese de colágeno, ácido hialurônico e proteoglicanas. Além disso, o silício desempenha um importante papel na estruturação da derme, na hidratação cutânea e na neutralização de radicais livres (Reffitt et al., 2013). Legenda: Silício na posição orto complexado com Taurina e Panax Ginseng protegido com minerais quelados. O silício apresenta atividade sobre a enzima prolina hidroxilase que participa na síntese de 18 LN2 In e Out: Panax ginseng – Cicatrizante e Regenerador As saponinas do Panax ginseng apresentam eficácia cicatrizante e regeneradora baseada na estimulação do fator de crescimento VEGF (Vascular Endothelial Growth Factor) e ativa a IL1β (responsável pela ativação dos macrófagos) (Kimura et al., 2006). LN2 In e Out: Taurina – Hidratante e Estimuladora do Crescimento Capilar A taurina é eficaz na promoção da hidratação em queratinócitos da epiderme humana e promove aumento significativo da pele (Höger et al., 2003). A taurina é um excelente protetor do folículo capilar e estimula o crescimento dos cabelos (Collin et al., 2006). LN2 In e Out - Eficácia In vivo Um estudo realizado pelo fabricante teve como objetivo avaliar os efeitos do LN2 IN e OUT na pele de 40 voluntários. Os participantes do estudo receberam a seguinte posologia: LN2 Out a 5% Aplicar diariamente no rosto e corpo LN2 In 500 mg Administrar 1 cápsula ao dia após o almoço Resultados • Porcentagem de voluntários que apresentaram melhora nos itens hidratação, firmeza e elasticidade da pele através da avaliação clínica: 100% % de melhora 80% 88% 80% 78% 68% Resistência das Unhas 60% Ritmo de Crescimento das Unhas 40% 20% 0% T0 - T30 T0 - T60 • Porcentagem de Conclusão voluntários que apresentaram melhora nos itens brilho e resistência do cabelo através da avaliação clínica: 100% 90% 88% 98% 90% 98% % de melhora Hidratação Firmeza 60% Elasticidade 40% 20% 0% T0 - T30 • Porcentagem T0 - T60 de voluntários que apresentaram melhora nos itens resistência e ritmo de crescimento das unhas através da avaliação clínica: 100% % de melhora 80% 93% 88% 88% 78% Brilho Resistência 60% 40% 20% 0% T0 - T30 T0 - T60 Houve uma melhora significativa da firmeza e elasticidade da pele, melhora da resistência e força de cabelos e unhas, sob tratamento conjugado do produto LN2 In e Out. Referências Bibliográficas 93% 80% 2494.2006.00334.x. J Pharmacol. 2006 Jul;148(6):860-70. Epub 2006 Jun 12. Janeke G, Siefken W, Carstensen S, Springmann G, Bleck O, Steinhart H, Höger P, Wittern KP, Wenck H, Stäb F, Sauermann G, Schreiner V, Doering T. Role of taurine accumulation in keratinocyte hydration. J Invest Dermatol. 2003 Aug;121(2):354-61. Biovital, Brasil. Reffitt DM, Ogston N, Jugdaohsingh R, Cheung HF, Evans BA, Thompson RP, Powell JJ, Hampson GN. Orthosilicic acid stimulates collagen type 1 synthesis and osteoblastic differentiation in human osteoblast-like cells in vitro. Bone. 2003 Feb;32(2):127-35. Formulações do Tratamento Integrado LN2 In e LN2 Out Tanaka H & Miyazaki T. Application of silicium for cosmetics. Characteristics and application of silica for cosmetics. Fragr J 2000; 28(11):64,65-70. Cápsula...............................................qsp 1UN Carlisle EM. Silicon: a requirement in bone formation independent of vitamin D1. Calcif Tissue Int. 1981; 33(1):27-34. Kimura Y, Sumiyoshi M, Kawahira K, Sakanaka M. Effects of ginseng saponins isolated from Red Ginseng roots on burn wound healing in mice. Br Collin C, Gautier B, Gaillard O, Hallegot P, Chabane S, Bastien P, Peyron M, Bouleau M, Thibaut S, Pruche F, Duranton A, Bernard BA. Protective effects of taurine on human hair follicle grown in vitro. Int J Cosmet Sci. 2006 Aug;28(4):289-98. doi: 10.1111/j.1467- 19 LN2 In....................................................500 mg Administrar 1 cápsula ao dia após o almoço ou conforme orientação médica. + LN2 Out....................................................... 5% Creme base.........................................qsp 50 g Aplicar diariamente no rosto e corpo ou conforme orientação médica. Material Destinado à Classe Prescritora Dica do Farmacêutico O Papel das Farmácias Magistrais na Era da Farmacogenômica A nutrição moderna centra-se na prevenção de doenças e manutenção da saúde. Entender como os diferentes meios de interação entre genes e dieta pode contribuir para alcançarmos este objetivo torna-se de fundamental importância. Este é um tema complexo, porém fascinante, sobre o qual ainda pouco se conhece, mas que muito interesse tem despertado no mundo da ciência. Os primeiros relatórios do projeto de sequenciamento do genoma humano foram publicados em 2001 na revista Nature&Science. A partir desse momento, as relações entre nutrição, genética e genoma foram sendo cada vez mais evidenciadas.A nutrigenômica (ou genômica nutricional) surgiu nesse contexto, estudando como alimentos, nutrientes e outros compostos bioativos ingeridos influenciam o genoma. Com as recentes descobertas na área do genoma humano, cada vez mais se comprova o que os farmacêuticos magistrais e os prescritores de medicamentos manipulados já observam: que cada indivíduo é único e não se pode descartar a individualização como opção de tratamento. Na manipulação, há o ajuste de dosagens de acordo com as características de cada paciente, como idade, altura, peso, sexo e outras necessidades especiais como ausência de corantes, conservantes e outros. Com Base nos Conceitos do Genoma Destacam-se na Área Magistral os Seguintes Conceitos: Cosmetogenômica: Cosméticos que atuam na expressão gênica da pele, permitindo o desenvolvimento de produtos que atuam no DNA da célula cutânea. Uma tendência nessa área para as farmácias magistrais é o desenvolvimento de cosméticos seguros livres de parabenos e cada vez mais compatíveis com a pele. Nutrigenômica e Nutrigenética: A nutrigenômica é a ciência que estuda a influência dos nutrientes na expressão dos genes e como eles regulam os processos biológicos. A nutrigenética, por sua vez, analisa o efeito da variação genética na interação dieta-doença, o que inclui a identificação e caracterização do gene relacionado e/ou responsável pelas diferentes respostas aos nutrientes. Uma tendência para as farmácias magistrais é o desenvolvimento do conceito de alimentos funcionais em cápsulas, aliados as formas farmacêuticas diferenciadas que só as farmácias magistrais oferecem, promovendo uma maior adesão do paciente ao tratamento, além de aumentar o valor agregado das formulações. Os benefícios dos medicamentos manipulados não se restringem apenas à personalização da dose, mas também na forma farmacêutica adequada como: cápsulas de cores diferentes, formas transdérmicas por tipo de pele, pastilhas, gotas sublinguais, óvulos, enemas, supositórios, preparações óticas e nasais, cremes, pomadas, géis, pós, sprays tópicos e enxaguatórios bucais.