Edição 01 – 2013
R ev ista Cientí fi ca Ar te sa nal
Resveravine® Único Oligostilbeno
Padronizado a 20%
8 Vezes Mais Potente que o Trans-Resveratrol
É Eficaz na Ativação da SIRT-1
Vegelip® Melhora a Espessura das Placas Psoriásicas
Blend de Lipídeos Rico em Ácidos Graxos com Potencial
Terapêutico na Cura de Ferimentos e na Regeneração de Peles
Lesadas
UC-II® - Novo Colágeno Tipo II Não Desnaturado
Superior a Associação de Condroitina e Glucosamina
Endorfeel Nutri®
Extrato Oleoso da "Flor de Sal", Padina Pavonica e Vanila do Taiti
Ln2 Out e Ln2 In
Associação Inteligente no Combate
aos Sinais do Envelhecimento
Uma publicação da empresa:
ediTorial
É com imenso prazer que colocamos esta nova edição da Revista Científica da Farmácia Artesanal em suas mãos. Alinhada
ao nosso compromisso com a Educação Continuada à classe prescritora, agora está mais robusta, aumentando o numero
de informações científicas e validadas, trazendo novas possibilidades ou conceitos que favoreçam sua ação terapêutica
após diagnóstico. A área da saúde está em constantes inovações e expansões, com a Farmácia Artesanal não podia ser
diferente. Estamos cada dia mais próximos da excelência na arte de promover o bem-estar através da individualização e
personalização, e por este motivo acreditamos que o desdobramento seja o melhor caminho para atingirmos cada vez mais
novos horizontes como tecnologias, gestão , franquias, lançamentos de novas matérias-primas e formas farmacêuticas, que
você poderá conferir maiores informações colocadas nas matérias desta edição.
Desejamos que aprecie esta nova edição da Revista Cientifica da Farmácia Artesanal.
Uma ótima leitura!
Evandro Tokarski
Diretor Farmacêutico
1ª Edição - 2013
Diretor Executivo
Dr. Evandro Tokarski (Artesanal - GO)
Editora-chefe
Dra. Ana Lázara (Artesanal-GO)
Câmara Técnica
Dra. Andréa de Amorim Pimentel (Artesanal Go)
Dr. Gabriel Bastos (Artesanal BH)
Colaboradores Externos
Dr. Flávio José Duran Castilho
Thiago Gimenez Mota
Diagramação
Enrico Gastaldelli
Redação, Administração e Publicidade
Consulfarma Serviços de Assessoria Ltda.
índice
Trabalhar Menos e Ganhar Mais
Utilizando as Modernas Ferramentas de Gestão de Consultórios e Clínicas, Você pode Ganhar Muito Mais,
Trabalhando Menos Tendo Qualidade de Vida................................................................................................3
Receita de Sucesso para um Investimento Saudável
Farmácia Artesanal Expande para Modelo de Franquias ...............................................................................4
Resveravine® único oligostilbeno padronizado a 20%
8 Vezes Mais Potente que o Trans-Resveratrol
É Eficaz na Ativação da SIRT-1 .........................................................................................................................6
Vegelip® Melhora a Espessura das Placas Psoriásicas
Blend de Lipídeos Rico em Ácidos Graxos com Potencial Terapêutico na Cura de Ferimentos e na
Regeneração de Peles Lesadas .............................................................................................................................8
Superior a Associação de Condroitina e Glucosamina
UC-II® - Novo Colágeno Tipo II Não Desnaturado ................................................................................... 10
Endorfeel Nutri®
Extrato Oleoso da "Flor de Sal", Padina Pavonica e Vanila do Taiti ........................................................... 12
Rabeprazol Reduz o Risco de Úlceras Pépticas Associados ao Uso de Baixas Doses de Aspirina
Reduz o Desenvolvimento de Esofagite Erosiva e de Dispepsia Funcional ............................................ 14
Av. Francisco Glicério, 2.331 • Mezanino
Campinas • SP • CEP 13013-101
Opiniões e ideias transmitidas por artigos
assinados não refletem necessariamente
nossa opinião.
Deficiência de Vitamina D3 é Fator de Risco na Síndrome Metabólica
Vitamina D3 pode Prevenir Aterosclerose, Hipertensão, Resistência Insulínica e Hiperglicemia ........ 16
Ln2 Out e Ln2 In
Associação Inteligente no Combate aos Sinais do Envelhecimento
Efeito Antioxidante + Reestruturante Dérmico Hidratação Profunda e Duradoura
Exclusivo na Farmácia Magistral! ................................................................................................................... 18
Trabalhar Menos e
Ganhar Mais
Utilizando as modernas ferramentas de gestão de
consultórios e clínicas, você pode ganhar muito mais,
trabalhando menos tendo qualidade de vida
Uma dermatologista, que fez recentemente o
ganhar, já o tempo perdido jamais será recuperado.
da sua clínica. Assim, ela passou a ganhar muito
MBA Compacto de gestão e mercado, me trouxe
Temos que aprender a focar o nosso tempo
mais, trabalhando menos e o mais importante,
a seguinte questão:
naquilo que realmente é importante para nós.
economizando tempo para outras atividades
“Estou trabalhando muito. Não tenho tempo para
relevantes para a sua vida. Em pouco tempo ela
nada, nem para mim nem para a minha família.
já não devia mais nada no cartão de crédito e o
Não estou vendo os meus filhos crescerem. Vivo
estresse deu lugar a tão sonhada qualidade de
estressada, sem qualidade de vida. E pior, estou
vida.
devendo trinta mil reais no cartão de crédito. Não
Quando focamos nossos esforços nas UNs mais
sei como resolver esse problema.”
rentáveis, devemos ficar atentos a duas novas
questões que surgirão:
Doutora, o seu problema se resolve facilmente
1. O que fazer com as UNs pouco rentáveis ou
gerenciando a sua clínica através de Unidades de
que dão prejuízo?
Negócios, respondi.
2. Como trazer para o nosso consultório
Unidade de Negócio, UN, é cada fonte de receita
ou clínica os clientes que geram os
do seu consultório ou clínica. Essa dermatologista
procedimentos mais rentáveis?
tinha 39 procedimentos diferentes em sua clínica.
Esses serão temas de outros artigos.
Cada procedimento gerava uma receita. Assim,
O importante nesse momento é entender que
podemos dizer que ela tinha 39 Unidades de
Negócios.
A sua UN mais lucrativa gerava R$ 1.000,00 por
hora. A sua UN menos lucrativa gerava R$ 5,00
por hora. Quantas horas essa dermatologista
tinha que trabalhar na UN de R$ 5,00 para
compensar uma hora trabalhada na UN mais
rentável? 200 horas! Se isso acontecesse, a cada
R$ 1.000,00 que ela ganhasse, perderia 199 horas
do seu tempo.
O bem mais precioso que temos não é o dinheiro
mas o tempo. Dinheiro você pode perder ou
Normalmente utilizamos o nosso tempo com
a família, com o lazer, com os amigos e com
o trabalho. Se utilizamos mais tempo do que
o necessário no trabalho, temos que tirar esse
tempo de algum outro lugar: do lazer, dos amigos
ou da família.
existem paradigmas do passado que nos orientam
que para ganhar mais temos que trabalhar mais.
Existem também os paradigmas do presente que
mostram o contrário, isto é, podemos ganhar
mais trabalhando menos, desde que saibamos
utilizar as modernas ferramentas de gestão
para consultórios e clínicas. Não devemos ter
No trabalho você deve focar o seu tempo nas
compromissos com paradigmas e sim com
UNs mais rentáveis.
resultados.
A dermatologista passou a focar o seu tempo e
o tempo da sua equipe nas UNs mais rentáveis
3
Por Dr. Roberto Caproni.
www.grupocaproni.com
Material Destinado à Classe Prescritora
RESVERAVINE
®
único oligostilbeno
padronizado a 20%
8 Vezes Mais Potente que o Trans-Resveratrol
É Eficaz na Ativação da SIRT-1
OH
HO
OH
Legenda: Estrutura química do trans-resveratrol, principal
componente ativo do Resveravine®.
Resveravine® possui uma importante propriedade, que
consiste na sua capacidade de ativar a proteína SIRT1. A SIRT-1 ou sirtuina-1 são enzimas desacetilase
identificadas em todos os seres vivos, incluindo
organismos unicelulares como as bactérias e leveduras.
As sirtuínas são conhecidas por desempenhar um papel
importante na manutenção das regiões terminais dos
cromossomos, os telômeros. Elas ajudam a prolongar a
vida celular enquanto modulam o número de proteínas
reparadoras do DNA (Montagner e Costa, 2009). A
SIRT-1 também controla a enzima que converte acetato,
uma fonte de calorias, em acetil-CoA, uma componente
chave da respiração celular (Nexira, França).
A SIRT-1 promove a sobrevivência celular ao
desacetilar a p53, regulando negativamente
sua transcrição. Esses dados corroboram a
hiperacetilação da p53 e o aumento da apoptose
induzida pela radiação observados em ratos com
deficiência de SIRT-1. Isso sugere seu papel na
prevenção do envelhecimento celular e apoptose
induzida por DNA danificado ou estresse
(Montagner e Costa, 2009).
Além da manutenção dos telômeros, estudos
mostraram que a SIRT-1 ativa um componente
crítico da restrição calórica e promove a
mobilização de gordura nos adipócitos ao reprimir
o PPAR-γ, um receptor nuclear de adipócitos
responsável pela divisão e diferenciação celular,
combatendo assim a hiperplasia do tecido
adiposo (Nexira, França).
Um estudo publicado no Frontiers in Bioscience
(Elite Edition) em janeiro de 2012 confirmou
mais uma vez que as sirtuinas são reguladoras
cruciais da vida útil e que por estimularem a
restrição calórica são capazes de aumentar a
longevidade e neutralizar o envelhecimento
(Corbi et al., 2012).
Resveravine® Possui Ação 8
Vezes Mais Potente Que o TransResveratrol Puro e é Eficaz na
Ativação de SIRT-1
O trans-resveratrol é a única molécula capaz de ativar a
SIRT-1 in vitro. Tendo como base essa informação, foi
conduzido pelo fabricante um estudo, o qual teve como
objetivo avaliar os efeitos de Resveravine® (46 mg/l)
na ativação da SIRT-1 comparados com os efeitos
ocasionados pelo trans-resveratrol puro (46 mg/l)
(Nexira, França).
Após análise dos resultados e levando em
consideração que Resveravine® foi capaz de
ativar de maneira significativa a SIRT-1, quando
comparado com o trans-resveratrol puro, pode6
se concluir que esta é uma opção promissora na
ativação da enzima (Nexira, França).
800
714%
% de Ativação da SIRT-1
Resveravine® é um extrato natural de uva (Vitis
vinifera) padronizada em 20% de oligostilbenos
(trans-resveratrol na forma de monômeros e
dímeros), sendo a mais concentrada forma de
trans-resveratrol. Estudos in vitro demonstraram
que o Resveravine® é um potente antioxidante e
agente quimioprotetor (Nexira, França).
600
400
358%
200
0
Trans-Resveratrol 100%
Resveravine®
(6% de Trans-Resveratrol)
Legenda. Resultados obtidos comprovando a eficácia de
Resveravine (6% de Trans-resveratrol) na ativação da SIRT-1
em relação ao Trans-Resveratrol (100%).
Composto
Ativação de SIRT-1
Trans-Resveratrol 100%
714%
Resveravine® 6%
358%
Resveravine® Possui Ação 8 Vezes Mais
Potente Que o Trans-Resveratrol Puro
Outro teste realizado pelo fabricante avaliou a
eficácia de Resveravine® na ativação da SIRT1, porém neste teste a concentração de transresveratrol presente na composição do ativo e a
quantidade de trans-resveratrol utilizada para o
teste foi levada em consideração (Nexira, França).
Conforme pode ser observado no gráfico abaixo,
levando em consideração que Resveravine®
possui em sua composição 6,0% de transresveratrol, é possível concluir que Resveravine®
é 8 vezes mais potente que a forma pura de transresveratrol (Nexira, França).
% Ativação de SIRT-1 / [trans-resveratrol]
50
130
20
90
8x
60
Resveratrol é Eficaz na Inibição das
Metaloproteinases de Matriz em
Fibroblastos
30
16
0
trans-resveratrol 100%
as propriedades do resveratrol como ativador
da SIRT-1 e como auxiliar no tratamento ou
prevenção da obesidade, e na prevenção de
tumorigênese e do declínio relacionado ao
envelhecimento na função cardíaca e perda
neuronal (Villalba e Alcaín, 2012).
Resveravine®
Mesma concentração de Trans-resveratrol
Legenda. Resultados obtidos levando em consideração a
porcentagem de SIRT-1 ativada e a concentração de transresveratrol presente.
O melhor desempenho de Resveravine® em relação à
forma pura de trans-resveratrol pode ser atribuído às
formas oligoméricas presentes em sua composição.
Essa diversidade de moléculas pode talvez permitir
efeitos sinérgicos que contribuem para melhor eficiência
do ativo (Nexira, França).
Outros Estudos Comprovaram
Resveratrol Previne a Obesidade, a
Tumorigênese e o Declínico Cardíaco e
Neuronal
Um estudo realizado pelo Departamento de
Biologia Celular da Faculdade de Ciências de
Córdoba, Espanha, publicado no periódico
BioFactors em junho de 2012, demonstrou
Outro estudo realizado pelo Instituto Internacional
de Biotecnologia de Gifu, no Japão, publicado no
The British Journal of Dermatology em outubro de
2010 teve como objetivo avaliar os efeitos da SIRT1 na regulação da expressão de metaloproteinases
de matriz (MMP) em fibroblastos da derme
humana (Ohguchi et al., 2010).
Após a análise dos resultados, foi possível
observar que o tratamento com resveratrol, um
ativador de SIRT-1, suprimiu significativamente
a IL-1β mediada por indução de MMP-1,
comprovando que a SIRT-1 exerce um papel
importante na regulação negativa da produção
de MMP-1 e MMP-3 em fibroblastos da derme
humana (Ohguchi et al., 2010).
Resveratrol Reverte os Efeitos Ocasionados
Pelas Dietas Ricas em Gorduras
Um estudo publicado no periódico Oxidative
Medicine and Cellular Longevity destacou que a
administração oral de resveratrol (um composto
natural enriquecido em uvas e identificado como
um ativador direto da sirtuínas) pode reverter
7
os efeitos fisiopatológicos das dietas ricas em
gordura e restaurar a expectativa de vida dos
pacientes (Rahman et al., 2009).
Referências Bibliográficas
Nexira, França.
Montagner S, Costa A. Bases Biomoleculares
do Fotoenvelhecimento. An Bras Dermatol.
2009;84(3):263-9.
Corbi G, Conti V, Scapagnini G, Filippelli A, Ferrara N.
Role of sirtuins, calorie restriction and physical activity
in aging. Front Biosci (Elite Ed). 2012 Jan 1;4:768-78.
Villalba JM, Alcaín FJ. Sirtuin activators and inhibitors.
Biofactors. 2012 Jun 25. doi: 10.1002/biof.1032.
Ohguchi K, Itoh T, Akao Y, Inoue H, Nozawa
Y, Ito M. SIRT1 modulates expression of matrix
metalloproteinases in human dermal fibroblasts.
Br J Dermatol. 2010 Oct;163(4):689-94. doi:
10.1111/j.1365-2133.2010.09825.x.
Rahman M, Halade GV, Bhattacharya A, Fernandes
G. The fat-1 transgene in mice increases antioxidant
potential, reduces pro-inflammatory cytokine levels,
and enhances PPAR-gamma and SIRT-1 expression on
a calorie restricted diet. Oxid Med Cell Longev. 2009
Nov-Dec;2(5):307-16.
Posologia Sugerida
Nexira, França.
Cápsulas Rejuvenescedoras e
Controladoras do Peso
Resveravine®...........................................20 mg
Cápsula..............................................qsp 1 UN
Administrar uma cápsula ao dia
ou conforme orientação médica.
Material Destinado à Classe Prescritora
VEGELIP® MELHORA A ESPESSURA
DAS PLACAS PSORIÁSICAS
Blend de Lipídeos Rico em Ácidos Graxos com
Potencial Terapêutico na Cura de Ferimentos e na
Regeneração de Peles Lesadas
8
O Vegelip® é um blend de lipídeos vegetais,
composto altamente emoliente rico em ácidos
Componentes do VEGELIP®
graxos essenciais, ômega 3, 6 e 9. O Vegelip® atua
Lipídeos do Girassol
em peles que apresentam comprometimento da
Lipídeos da Rosa Mosqueta
função barreira cutânea e também com tendência
Lipídeos da Oliva
à xerose. O Vegelip® é composto por lipídeos
Vitamina E
do cártamo, framboesa, girassol, groselha negra,
Óleo de Cártamo
oliva e vitamina E (Via Farma, Brasil).
INCI Name: CapricCaprilic Triglyceride, OleaEuropaea
(Olive) Oil, Rosa Canina Fruit Oil, HellanthusAnnuus
(Sunflower Seed) Oil, tocopheryl acetate.
Groselha Negra
Óleo de Framboesa
Um estudo publicado no jornal “Wound Repairand
Regeneration” evidencia a atividade regeneradora
dos ácidos graxos essenciais (EFAs). Foi avaliada a
propriedade regeneradora do ômega-3, ômega-6
e ômega-9, mostrando sua capacidade em inibir a
produção de óxido nítrico no local dos ferimentos.
Sendo o VEGELIP® rico em Ômegas, tornase então um produto eficaz na cicatrização de
ferimentos, acelerando o processo de cura em peles
lesadas (Cardoso et al., 2004).
“VEGELIP® rico em
Ômegas, torna-se então
um produto eficaz na
cicatrização de ferimentos,
acelerando o processo
de cura em peles lesadas
(Cardoso et al., 2004).”
VeGelip® na derMaTiTe aTópica
A pele atópica apresenta distúrbio
do metabolismo dos ácidos graxos.
Emolientes contendo lipídeos presentes
na pele reduzem a gravidade da
dermatite atópica.
Um estudo de pesquisadores do Departamento
de Dermatologia da Universidade da Califórnia,
publicado no “Journal of the American Academy of
Dermatology”, avaliou pacientes pediátricos com
dermatite atópica que receberam por 3 semanas
a aplicação tópica de um emoliente contendo
lipídeos fisiologicamente presentes na pele. Nos
resultados, os valores da gravidade da dermatite
atópica (escala SCORAD) melhoraram em 22 de
24 pacientes pediátricos tratados. Além disso, a
perda transepidermal de água, TEWL, reduziu
significativamente (Chamlin et al., 2002).
Ácidos graxos ômega-3 reduzem a espessura
das placas psoriásicas, o eritema e a
descamação em pacientes com psoríase.
•
Ácidos graxos poli-insaturados ômega-3
competem com o ácido araquidônicocomo
substrato para lipoperoxidases, que os
transformam em leucotrienos com atividade
biológica baixa. Baseado nesse fato foi pesquisado
o efeito de óleo rico em ômega-3 em pacientes
com psoríase em estudo publicado no jornal
‘Clinical and Experimental Dermatology’ (Escobar et
al.,1992).
Foram comparados os efeitos do óleo rico em
Ômega-3 e da parafina líquida em 25 pacientes
com psoríase. A aplicação tópica foi realizada
diariamente por 6 horas, com oclusão, por
um período superior a 4 semanas (Escobar et
al.,1992).
Ambos
os
tratamentos
melhoraram
significativamente o eritema e a descamação,
sendo que os resultados obtidos com óleo rico
em ômega-3 foram significativamente superiores,
melhorando a espessura das placas (Escobar et
al.,1992).
9
Possui
alta
penetração
cutânea,
incorporando-se às estruturas cutâneas
alteradas;
•
Melhora os sintomas da inflamação na
dermatite atópica e na psoríase;
•
Diminui a espessura das placas psoriásicas;
•
Reduz a perda transepidermal de água
(TEWL);
Triglicerídeos dos Ácidos Cáprico e Caprílico
VeGelip® na cura da pele lesada
EFAs Apresentam Relevante Potencial
Terapêutico na Cura de Ferimentos e na
Regeneração de Peles Lesadas
propriedades do VeGelip®
•
Melhora a função barreira cutânea;
•
É emoliente e cicatrizante.
indicações
•
Dermatite atópica;
•
Psoríase;
•
Xerose;
•
Escaras e úlceras de decúbito;
•
Outras patologias que compreendem a
secura cutânea.
referências biblioGráficas
Cardoso CR, Souza MA, Ferro EA, Favoreto S Jr, Pena
JD. Influence of topical administration of n-3 and n-6
essential and n-9 nonessential fatty acids on the healing
of cutaneous wounds. Laboratory of Immunology,
Universidade Federal de Uberlandia, Brazil. Wound
Repair Regen. 2004 Mar-Apr;12(2):235-43.
Chamlin SL, Kao J, Frieden IJ, Sheu MY, Fowler
AJ, Fluhr JW, Williams ML, Elias PM. Ceramidedominant barrier repair lipids alleviate childhood atopic
dermatitis: changes in barrier function provide a sensitive
indicator of disease activity.Department of Dermatology,
University of California, San Francisco, USA. J Am
AcadDermatol. 2002 Aug;47(2):198-208.
Escobar SO, Achenbach R, Iannantuono R, Torem V.
Topical fish oil in psoriasis--a controlled and blind study.
Department of Pharmacology, Faculty of Medicine,
University of Buenos Aires, Argentina.ClinExpDermatol.
1992 May;17(3):159-62.
Via Farma, Brasil.
Posologia Utilizada
no Estudo Clínico
Creme Emoliente para Peles com Psoríase
VEGELIP® ................................................. 20%
Creme base qsp ........................................50 g
Aplicar nas áreas afetadas 2 a 3 vezes ao dia
ou conforme orientação médica.
Material Destinado à Classe Prescritora
UC-II
®
NOVO COLÁGENO TIPO II
NÃO DESNATURADO
Superior a Associação de Condroitina e Glucosamina
Reduz em 33% as Dores nas Articulações em Pacientes com Osteoartrite
Promove a Reposição de Colágeno das Articulações Sem Efeitos Adversos
Significativos
Osteoartrite
Os termos Osteoartrose, Osteoartrite e
Artrose definem uma mesma doença articular
e degenerativa. É uma afecção dolorosa das
articulações que ocorre por insuficiência da
cartilagem, ocasionada por um desequilíbrio
entre a formação e a destruição dos seus
principais elementos, associada a uma
variedade de condições como: sobrecarga
mecânica, alterações bioquímicas da cartilagem
e membrana sinovial, e fatores genéticos
(Coimbra et al., 2004).
UC-II® - Colágeno Tipo II Não
desnaturado
Uma classe emergente de nutracêutico está se destacando
atualmente e merecendo cada vez mais a atenção
dos estudiosos. O UC-II® é um novo colágeno do
tipo II não desnaturado derivado da cartilagem
de frango (Bagchi et al. 2002). É fabricado através
de um processo de produção patenteado, não
enzimático e em baixas temperaturas. (Crowley
et al., 2009).
Estudos têm demonstrado que o UC-II® é efetivo
na osteoartrite. Não foram observados efeitos
10
adversos ou alterações bioquímicas significativas
após o uso do UC-II® (Crowley et al., 2009).
UC-II® contém 25% de colágeno tipo II bioativo.
Assim, cada 10 mg de UC-II® contém 2,5 mg de
colágeno tipo II bioativo (Bagchi et al., 2002).
Como o UC-II® Age na Osteoartrite
A principal proteína estrutural responsável
pela tração e firmeza do tecido cartilaginoso
é o colágeno tipo II (Zhu et al., 2007). No caso
da maioria das doenças articulares, há uma
deterioração da cartilagem e como consequência
120
UC-II
**
100
auxiliar o organismo a repor o colágeno degradado
é por meio de suplementação do mesmo (Crowley
•
Índice WOMAC (%)
inflamação e dor. Nesse caso, uma das maneiras de
**
80
60
40
20
et al., 2009).
0
O UC-II® é capaz de suprir essa reposição, já que
consiste em colágeno tipo II não desnaturado
(Crowley et al., 2009).
0
30
60
Duração do Tratamento (dias)
**
100
**
UC-II 40 mg/dia no Tratamento da
Osteoartrite do Joelho – Redução
Significativa da Dor na Osteoartrite
®
II® foi mais efetivo, com redução dos escores do
WOMAC em 33% quando comparado com 14%
do grupo condroitina + glucosamina após 90
dias. Resultados similares foram observados nos
escores da VAS nos quais o UC-II® reduziu em
40% a dor após 90 dias comparado com 15,4% no
grupo condroitina + glucosamina. No Índice de
Lequesne o UC-II® reduziu em 20,1% os escores
da dor quando comparado com 5,9% do grupo
condroitina + glucosamina. A suplementação
com UC-II® mostrou melhorar as atividade
diárias sugerindo uma melhora signifcativa da
qualidade de vida nos pacientes com osteoartrite
(Crowley et al., 2009).
90
UC-II
UC-II
G+C
G+C
UC-II
UC-II
G+C
G+C
*
**
80
**
**
60
40
20
0
00
30
60
30
60
Duração do
do Tratamento
Tratamento (dias)
(dias)
Duração
90
90
120
52 pacientes foram selecionados para participar
desse estudo por um período de 3 meses. Eles
receberam diariamente a seguinte posologia:
Grupo 2 (n=26)
Índice
Índice
de Lequesne
VAS (%) (%)
Gráfico 2: Redução da dor medida através de uma escala
100
**
analógica visual
(VAS) (p<0,05).
•
80
60
40
20
0
**
Referências bibliogrÁFICAS
*
**
Redução de 20% na dor durante as
atividades diárias no grupo 1 (UC-II)
quando comparado ao grupo 2 (condroitina
+ glucosamina);
00
30
60
30
60
Duração do
do Tratamento
Tratamento (dias)
(dias)
Duração
UC-II
100
Coimbra, IB et al. Osteoartrite (artrose): tratamento.
Rev. Bras. Reumatol. [online]. 2004, vol.44, n.6, pp.
450-453. ISSN 0482-5004.
G+C
*
Crowley DC, Lau FC, Sharma P, Evans M, Guthrie N,
Bagchi M, Bagchi D, Dey DK, Raychaudhuri SP. Safety
and efficacy of undenatured type II collagen in the
treatment of osteoarthritis of the knee: a clinical trial. Int
J Med Sci. 2009 Oct 9;6(6):312-21.
80
60
40
20
UC-II® – Colágeno
Tipo II – 40 mg
Dose Diária
Glucosamina 1500
mg + Condroitina
1200 mg
Dose diária.
0
Resultados
Os resultados dos escores do Western
Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis
Index (WOMAC) mostraram que o UC-II
diminuiu significativamente a dor durante
as atividades diárias, incluindo caminhadas
em superfície plana, tarefas domésticas
pesadas, subida e descida de escadas e até
em repouso, (p=0,013) quando comparado
com o grupo 2;
•
120
UC-II
**
100
Índice WOMAC (%)
**
**
40
20
0
30
60
Duração do Tratamento (dias)
90
120
UC-II
Sugestão de Posologia
Int J Med Sci. 2009 Oct 9;6(6):312-21.
Cápsulas de UC-II® para Osteoartrite
UC-II®..................................................... 40 mg*
Cápsula..............................................qsp 1 UN
Administrar uma cápsula ao dia ou conforme
orientação médica.
Conclusão
*Cada cápsula de 40 mg de UC-II contém 10
mg de colágeno tipo II bioativo. No mercado
magistral o colágeno tipo II é encontrado com o
nome comercial de UC-II®.
De acordo com os resultados do estudo, ambos
os tratamentos reduziram os sintomas da
osteoartrite. Entretanto, o tratamento com UCSeveridade
Grupo 1
Grupo 2
Leve
15
35
Moderado
19
22
Grave
1
1
Tabela 1: Incidência dos Efeitos Adversos Avaliados nos Dois Grupos.
**
80
Índice VAS (%)
Os efeitos adversos que ocorreram durante os
90 dias de tratamento foram observados nos
dois grupos, porém com maior intensidade no
grupo 2. Ao todo foram observados 58 efeitos
adversos no grupo 2 e 35 no 1. Os principais
efeitos adversos observados foram: edema,
urticária, dor de cabeça e de estômago.
G+C
Gráfico 1: Reduções dos escores do WOMAC relacionados
100
**
com a dor e dificuldade
de caminhar.
**
11
60
40
20
0
Zhu P, Li XY, Wang HK, Jia JF, Zheng ZH, Ding J, Fan
CM. Oral administration of type-II collagen peptide
250-270 suppresses specific cellular and humoral
immune response in collagen-induced arthritis. Clin
Immunol. 2007 Jan;122(1):75-84. Epub 2006 Oct 11.
90
G+C
60
0
30
60
Duração do Tratamento (dias)
*
**
80
0
Gráfico 3: Redução da dor medida através dos escores do
Índice de Lequesne (p<0,05).
•
Bagchi D, Misner B, Bagchi M, Kothari SC, Downs BW,
Fafard RD, Preuss HG. Effects of orally administered
undenatured type II collagen against arthritic
inflammatory diseases: a mechanistic exploration. Int J
Clin Pharmacol Res. 2002;22(3-4):101-10.
90
90
120
Índice de Lequesne (%)
Um estudo clínico desenvolvido pelo InterHealth
Research Center, Califórnia, EUA teve como
objetivo avaliar a segurança e a eficácia do
UC-II quando comparado com a combinação
glucosamina + condroitina no tratamento da
osteoartrite do joelho.
Grupo 1 (n=26)
**
**
De acordo com uma Escala
Analógica
Visual
(VAS), houve uma redução na dor durante
as execuções das atividades diárias no grupo
1 (UC-II) quando comparado ao grupo 2
(condroitina + glucosamina);
120
Índice
Índice
WOMAC
VAS (%)(%)
Estudo Clínico
G+C
*
0
30
60
90
Material Destinado à Classe Prescritora
Endorfeel Nutri
®
Extrato Oleoso da "Flor de Sal",
Padina pavonica e Vanila do Taiti
Estimula a Síntese de Beta-Endorfinas Responsáveis por uma
Ação de ‘Bem Estar’ e Auxilia no Tratamento da Depressão Leve e Ansiedade
Reduz os Sintomas da Síndrome Pré-Menstrual
O Endorfeel Nutri® é composto pela associação
do extrato oleoso da “Flor de Sal”, Padina pavonica
e extrato de Vanila do Taiti. Esta associação
estratégica proporciona a liberação da betaendorfina a partir da pró-opiomelanocortina
(POMC) e reduz o catabolismo de betaendorfina (ICP - Institute of Cellular Pharmacology,
Malta).
A Padina pavonica é precursora direta do
sulfato de heparano e também de outras
glicosaminoglicanas. Foi comprovado que o
sulfato de heparano, uma glicosaminoglicana
presente nos tecidos conjuntivos, é capaz de
aumentar a expressão de beta-endorfinas em
queratinócitos e fibroblastos (ICP - Institute of
Cellular Pharmacology, Malta).
A vanila do Taiti concentra altos valores de
vanilina e ácido vanilmandélico, substâncias
que favorecem uma melhor eficiência das
catecolaminas na fenda sináptica. A associação
dos mecanismos de aumento de catecolaminas
e beta-endorfinas permitem um maior tempo
de ação da beta-endorfina no organismo (ICP Institute of Cellular Pharmacology, Malta).
Beta-Endorfina e Seu Mecanismo de
Ação
A beta-endorfina é um peptídeo de 31
aminoácidos (betaend1-31) e foi descoberta por
Li, em 1977. Tem uma potente atividade opioide
e, em comparação com outros neuropeptídeos, apresenta maior resistência à degradação
enzimática (ICP - Institute of Cellular Pharmacology,
Malta).
A beta-endorfina é primariamente sintetizada na
glândula hipófise anterior e clivada a partir da
pró-opiomelanocortina (POMC), seu precursor
molecular, por meio das enzimas PC1 e PC2
(pró-hormônio convertases) (ICP - Institute of
Cellular Pharmacology, Malta).
12
Muitos são os efeitos atribuídos à beta-endorfina,
entre eles:
•
Influência
nos
sistemas
metabólicos,
imune, cardiovascular, respiratório, renal e
reprodutivo;
• Regulação do ciclo menstrual e amenorreia;
•
Regulação do apetite, do sono e das funções
cognitivas;
• Regulação da analgesia;
• Auxílio na regulação das alterações do humor
(Andino et al., 2011).
Estudo Clínico
Avaliações
psicocomportamentais
foram
realizadas em 20 mulheres que usaram por 30
dias o Endorfeel® Nutri 240 mg, 2 vezes ao dia.
Em parceria com o Hospital Mater Dei no sul
da França, todos os pacientes responderam a um questionário de
31 perguntas, com supervisão médica. As respostas eram pontuadas
de 1 a 5, onde os maiores valores correspondiam a um estado
maior de depressão/angústia ou desânimo (ICP - Institute of Cellular
Pharmacology, Malta), conforme visualizada na Figura 3.
Pró-Opiomelanocortina (POMC),
Beta-Endorfina e Peso Corpóreo
De acordo com um estudo publicado no renomado periódico
Journal of Endocrinology, a ativação da via da Pró-Opiomelanocortina
(POMC) promove redução da ingestão de alimentos, o que atenua o
peso corpóreo (Andino et al., 2011).
A estimulação da via da Pró-Opiomelanocortina (POMC), por
exemplo, pela ação do Endorfeel Nutri®, estimula a síntese de betaendorfinas responsável por uma ação analgésica e de ‘bem estar’ e
‘prazer’, reduzindo a ingestão de alimentos gordurosos que levariam
a sensação de bem estar (Andino et al., 2011).
Figura-1: Depósito salino caracterizando a ‘Flor de Sal’ fenômeno comum no mar da Tunísia.
Na área demarcada, há concentração da alga Dunaliella salina.
Um estudo conduzido por pesquisadores do Reino Unido mostrou
que a estimulação da via da Pró-Opiomelanocortina (POMC) pode
reduzir a ingestão alimentar, o que promoveria uma redução do peso
corpóreo (Coll, 2007).
Proopiomelanocortina
Outras Indicações do Endorfeel Nutri®
γ-MSH
Além do tratamento auxiliar na depressão leve e ansiedade, o
Endorfeel Nutri® age como:
•
Auxiliar no tratamento da obesidade;
•
Coadjuvante no tratamento da dor;
•
Auxiliar no tratamento da síndrome pré-menstrual;
•
Melhorador do humor.
ACTH
α-MSH
β-lipotropina
CLIP
γ-lipotropina
β-endorfina
β-MSH
Referências Bibliográficas
Figura-2: Produção da beta-endorfina a partir da pró-opiomelanocortina (POMC).
Andino LM, Ryder DJ, Shapiro A, Matheny MK, Zhang Y, Judge MK, Cheng
KY, Tümer N, Scarpace PJ. POMC overexpression in the ventral tegmental area
ameliorates dietary obesity. J Endocrinol. 2011 Aug;210(2):199-207. Epub
2011 May 12.
Coll AP. Effects of pro-opiomelanocortin (POMC) on food intake and
body weight: mechanisms and therapeutic potential? Clin Sci (Lond). 2007
Aug;113(4):171-82.
30
25
Institute of Cellular Pharmacology - ICP
20
Posologia Usada no Estudo
15
Institute of Cellular Pharmacology - ICP
Endorfeel® Nutri................................... 240 mg*
10
Cápsula..............................................qsp 1 UN
R²=0,9853
Administrar 1 cápsula 2 vezes ao dia ou
conforme orientação médica.
* Extrato oleoso da Flor do Sal, Padina
pavonica e extrato de Vanila do Taiti.
5
Dia 0
Dia 7
Dia 14
Dia 21
Dia 28
Figura-3: Nota-se uma redução da pontuação média, correspondendo a uma diminuição
do estado de depressão e angústia. Estas avaliações foram realizadas semanalmente. Os
resultados foram perceptíveis logo na primeira semana.
13
Material Destinado à Classe Prescritora
Rabeprazol Reduz o Risco de
Úlceras Pépticas Associados ao
Uso de Baixas Doses de Aspirina
Reduz o Desenvolvimento de Esofagite
Erosiva e de Dispepsia Funcional
O rabeprazol pertence à classe dos compostos
antissecretores do conteúdo gástrico. Suprime
a secreção de ácido gástrico através da inibição
específica da enzima H+/K+- ATPase na
superfície secretora da célula parietal gástrica.
Este sistema enzimático é considerado como
uma bomba de ácido (prótons) e, assim, o
rabeprazol é classificado como um inibidor da
bomba de prótons gástrica, bloqueando a etapa
final da produção do ácido (Sanuki et al., 2012).
Tal efeito é dependente da dose administrada
do produto, levando à inibição da secreção
ácida tanto basal quanto estimulada,
independentemente do tipo de estímulo. Após
a administração oral de uma dose de 20 mg
de rabeprazol, sua ação antissecretora tem
início dentro de 1 hora, com efeito máximo
sendo alcançado dentro de 2 a 4 horas. Vinte
horas após a administração da primeira dose,
verifica-se que a inibição da secreção ácida basal
é de 69% e da secreção ácida estimulada pela
ingestão de alimentos é de 82%. A duração da
inibição prolonga-se por até 48 horas (Sanuki et
al., 2012).
Parâmetros Avaliados
•
A primeira medida de avaliação foi o
desenvolvimento de úlceras gástricas ou
Estudo Clínico
duodenais em 12 semanas;
Rabeprazol Reduz o Risco de Úlceras
Pépticas Recorrentes Associados ao
Uso de Baixas Doses de Aspirina em
Pacientes com Doença Cerebrovascular
ou Cardiovascular
Pacientes que usam baixas doses de aspirina
apresentam um risco aumentado de lesões
na mucosa gastroduodenal e sintomas
gastrointestinais superiores.
O objetivo de um trabalho conduzido por
Sanuki et al. (2012) foi demonstrar a eficácia do
rabeprazol na prevenção de úlceras pépticas,
esofagite ou outros sintomas gastrointestinais
associados à administração de baixas doses de
aspirina.
•
O segundo parâmetro avaliado foram os
escores do Lanza modified (MLS) –utilizado
para medir o grau da gastrite e da duodenite.
Todos os parâmetros foram avaliados na linha
base e após 12 semanas.
Resultados
• A incidência de úlceras gastroduodenais em
12 semanas foi menor nos grupos tratados
com rabeprazol quando comparados com o
grupo tratado com gefarnato (p<0,0001);
•
A proporção de pacientes com MLS
maior ou igual a 1 e esofagite erosiva foi
Duzentos e sessenta e um pacientes com histórico de úlceras pépticas devido ao uso de baixas doses de aspirina para
prevenção de doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares foram randomizados para receberem a seguinte posologia:
Grupo 1 (N=87)
Grupo 2 (N=89)
Grupo 3 (N=85)
Rabeprazol
Rabeprazol
Gefarnato*
10 mg
20 mg
50 mg
Dose diária
Dose diária
2 vezes ao dia
14
significativamente menor nos grupos tratados
ocorrência de sintomas gastrointestinais
com rabeprazol quando comparados com
9,2% vs. 28,3% – p=0,0026).
o grupo gefarnato em 12 semanas (lesões
gástricas 33,5% vs. 62,4% - p<0,0001 e lesões
duodenais 5,7% vs. 24,7% - p<0,0001);
Incidência de Úlceras Gastroduodenais nos Grupos
Tratados com Rabeprazol e Gefarnato em 12 Semanas
% da Incidência de Úlceras
30
26,7%
25
15
7,4%
5
0
O rabeprazol foi mais efetivo que o gefarnato
na redução do risco de recorrência de úlceras
pépticas, esofagite e sintomas gastrointestinais
em usuários de baixas doses de aspirina.
Outro Estudo Comprovou
20
10
Conclusão
3,7%
Grupo 1
Grupo 2
Grupo 3
• O rabeprazol foi significativamente mais
efetivo que o gefarnato na resolução e
prevenção de sintomas gastrointestinais
(resolução 53,6% vs. 25% - p=0,017 e
Um estudo conduzido por Sanuki et al. (2013)
teve como objetivo avaliar a dose ideal de
rabeprazol usada no alívio dos sintomas da
dispepsia funcional. Participaram desse estudo
clínico multicêntrico, duplo-cego, randomizado
e placebo-controlado 338 pacientes. De acordo
com os pacientes, a dose de 20 mg de rabeprazol
foi significativa no alívio dos sintomas da
dispepsia funcional.
Referências Bibliográficas
Y, Azuma T. Rabeprazole reduces the recurrence risk
of peptic ulcers associated with low-dose aspirin in
patients with cardiovascular or cerebrovascular disease:
a prospective randomized active-controlled trial. J
Gastroenterol. 2012 Nov;47(11):1186-97. doi: 10.1007/
s00535-012-0588-x. Epub 2012 Apr 17.
Iwakiri R, Tominaga K, Furuta K, Inamori M, Furuta
T, Masuyama H, Kanke K, Nagahara A, Haruma K,
Kinoshita Y, Higuchi K, Takahashi S, Kusano M, Iwakiri
K, Kato M, Hongo M, Hiraishi H, Watanabe S, Miwa
H, Naito Y, Fujimoto K, Arakawa T. Randomised
clinical trial: rabeprazole improves symptoms in patients
with functional dyspepsia in Japan. Aliment Pharmacol
Ther. 2013 Aug 20. doi: 10.1111/apt.12444. [Epub
ahead of print]
Posologia Usada nos Estudos
J Gastroenterol. 2012 Nov;47(11):1186-97. doi:
10.1007/s00535-012-0588-x. Epub 2012 Apr 17.
Aliment Pharmacol Ther. 2013 Aug 20. doi: 10.1111/
apt.12444. [Epub ahead of print]
Rabeprazol..............................................20 mg
Cápsula..............................................qsp 1 UN
Administrar 1 cápsula ao dia ou conforme
orientação médica.
Sanuki T, Fujita T, Kutsumi H, Hayakumo T, Yoshida
S, Inokuchi H, Murakami M, Matsubara Y, Kuwayama
H, Kawai T, Miyaji H, Fujisawa T, Terao S, Yamazaki
15
Material Destinado à Classe Prescritora
Deficiência de Vitamina D3 é
Fator de Risco na Síndrome
Metabólica
Vitamina D3 Pode Prevenir Aterosclerose,
Hipertensão, Resistência Insulínica e Hiperglicemia
Nos últimos anos tem ocorrido um aumento
mundial na prevalência de hipovitaminose D.
De acordo com uma recente pesquisa realizada
nos EUA, apenas 31% das pessoas caucasianas
com idade entre 20 e 49 anos apresentam
níveis séricos adequados de 25-hidroxivitamina
D (25(OH)D maior ou igual a 90 nmol/l)
(Rodríguez-Rodríguez et al., 2009).
Baixos Níveis de Vitamina D São
Fatores de Risco Para Diabetes
Mellitus Em Mulheres Sobrepesadas
e Obesas
Um estudo realizado pelo Departamento de
Nutrição da Universidade Complutense, Madri,
Espanha, analisou as diferenças dietéticas e
antropométricas sobre o status de vitamina D
em um grupo de 66 mulheres com idade entre
20 e 35 anos e IMC entre 24 e 35 kg/m². Os
resultados desse estudo mostraram que as
mulheres obesas e sobrepesadas apresentavam
um elevado risco para baixas concentrações
séricas de 25(OH)D, sendo que apenas 10,6%
das voluntárias analisadas apresentaram
valor maior ou igual a 90 nmol/l (RodríguezRodríguez et al., 2009).
Assim, 89,4% das mulheres estudadas
apresentaram
valores
indicativos
de
deficiência dessa vitamina e, de acordo com
diversos estudos, possuíam um risco elevado
para diabetes mellitus, doenças autoimunes,
doenças cardiovasculares, osteoporose e
alguns tipos de câncer (Rodríguez-Rodríguez
et al., 2009).
Vitamina D Versus Síndrome
Metabólica
A síndrome metabólica combina uma
série de fatores genéticos e associados
ao estilo de vida que aumentam a
16
predisposição a eventos cardiovasculares.
Entre esses, se encontram a hiperglicemia,
a hipertensão arterial, a dislipidemia e a
obesidade abdominal, os quais podem estar
relacionados (direta ou indiretamente) com
a deficiência de vitamina D (Querales et al.,
2011). Assim, a vitamina D está fortemente
associada a fatores de risco individuais que
modulam a síndrome metabólica, como
mostrado na figura 1:
Comprovações Científicas
4.000 UI ao Dia de Vitamina D Melhora
a Sensibilidade e a Resistência
Insulínica
O objetivo de um estudo randomizado,
controlado e duplo-cego, publicado no British
Journal of Nutrition (2010), foi investigar o
efeito da melhora no status da vitamina D sobre
a resistência à insulina.
Diabetes Tipo 1
Diabetes Tipo 2
Hipertensão Arterial
Lesão células
beta
Intolerância
à glicose
Alteração no
tônus vascular
Alteração da secreção
de insulina
Resposta Th1
Hiperlipidemia
Alteração na
expressão
de apoproteínas
Alteração no metabolismo
de cálcio
Mulheres com resistência à insulina (HOMA
>1,93) e deficientes em vitamina D (concentração
sérica de 25(OH)D< 50 nmol/l), com idade entre
23 e 68 anos, e que não utilizam medicamentos
antidiabéticos e suplementação de vitamina D
>25 mcg/dia, receberam, durante 6 meses:
Grupo 1 (n=42)
Grupo 2 (n=39)
100 mcg/dia de
Vitamina D
Placebo
(4.000 UI/dia)
Resultados
Os níveis médios da concentração sérica de
25(OH)D aumentaram significativamente de
21 (11, 40) nmol/l para 75 (55, 84) após a
suplementação;
•
Foram observadas melhoras significativas
na resistência insulínica (P = 0,003 e 0,02,
um aumento nos níveis recomendados dessa
vitamina (von Hurst et al,. 2010).
Aumento da Ingestão de Vitamina D
Reduz IMC, Circunferência Abdominal
e Níveis de Triglicérides em Mulheres
Com Síndrome Metabólica
De acordo com um estudo realizado pelo
Departamento de Fisiologia da Universidade
Federal de São Paulo, uma alteração
nutricional com aumento da ingestão de cálcio
e vitamina D é capaz de melhorar diversos
parâmetros da síndrome metabólica. Esse
estudo foi realizado de setembro a novembro
de 2008, com trinta e três mulheres (> ou =
35 anos). Foi relatado o consumo alimentar
e a composição corporal. Os parâmetros
bioquímicos foram avaliados no início e após
três meses de acompanhamento.
respectivamente), e redução da insulina de
Resultados
jejum (P = 0,02) após a suplementação, em
•
comparação com o placebo;
•
Querales MI, Cruces ME, Rojas S, Sánchez L.
Association between vitamin D deficiency and metabolic
syndrome. Rev Med Chil. 2010 Oct;138(10):1312-8.
Epub 2011 Jan 10. Disponível em: http://www.scielo.cl/
pdf/rmc/v138n10/art%2017.pdf
2. Rodríguez-Rodríguez E, Navia B, López-Sobaler AM,
Ortega RM. Vitamin D in overweight/obese women
and its relationship with dietetic and anthropometric
variables. Obesity (Silver Spring). 2009 Apr;17(4):77882. Epub 2009 Jan 29.
3. von Hurst PR, Stonehouse W, Coad J. Vitamin D
supplementation reduces insulin resistance in South
Asian women living in New Zealand who are insulin
resistant and vitamin D deficient - a randomised, placebocontrolled trial. Br J Nutr. 2010 Feb;103(4):549-55.
Epub 2009 Sep 28.
4. Pimentel GD, Arimura ST, de Moura BM, Silva ME,
de Sousa MV. Short-term nutritional counseling reduces
body mass index, waist circumference, triceps skinfold
and triglycerides in women with metabolic syndrome.
Diabetol Metab Syndr. 2010 Feb 10;2:13.
Deficiência de Vitamina D
Figura 1: Adaptação de Rev Med Chil. 2010 Oct;138(10):1312-8. Epub 2011 Jan 10.
Disponível em: http://www.scielo.cl/pdf/rmc/v138n10/art%2017.pdf.
•
1. Expressão
de renina
Resistência insulínica
Produção IL-1, -2, -6 e
TNF-alfa, INF-gama
Referências Bibliográficas
Vitamina D3................................400 - 4.000 UI
Dose diária.
O novo relatório clínico da Academia Americana
de Pediatria (AAP), denominado “Prevention
of Rickets and Vitamin D Deficiency in Infants,
Children, and Adolescents”, recomenda a dose
de 400 UI por dia de vitamina D a todas as
crianças a partir dos primeiros dias de vida. A
recomendação anterior, emitida em 2003, era
200 UI por dia, com início nos dois primeiros
meses de vida.
Gotas de Vitamina D3
Vitamina D3................................400 - 4.000 UI
Solução lipossolúvel oral..................... qsp 1 ml
Dose diária.
Ao final de três meses de acompanhamento,
uma redução significativa no índice de massa
A melhora na resistência à insulina apresentou
corpórea, circunferência da cintura, dobra
melhores resultados, com uma concentração
cutânea do tríceps e níveis de triglicérides foi
sérica de 25(OH)D > ou = 80 nmol/l.
observada juntamente com um aumento na
ingestão de cálcio e vitamina D.
Conclusão
Em conclusão, a melhora do status de vitamina
D em mulheres resistentes à insulina resultou
na melhora da resistência insulínica, sem
alterar a secreção da insulina. As concentrações
ótimas de vitamina D para reduzir a resistência
insulínica observadas no estudo foram entre 80
e 119 nmol/l, fornecendo mais evidências para
Sugestões de Posologias
Cápsulas de Vitamina D3
Conclusão
Uma mudança nutricional a curto prazo é
capaz de melhorar alguns fatores da síndrome
metabólica. Além disso, o aumento no consumo
de cálcio e vitamina D pode estar associado à
melhora dos marcadores da síndrome metabólica
(Pimentel et al., 2010).
17
DRI*
UL**
Adultos
600 UL/dia
4.000 UL/dia
Crianças
(até 1 ano)
400 UL/dia
1.520 UL/dia
Crianças
(até 8 anos)
600 UL/dia
3.000 UL/dia
* Dosagens acima recomendadas para
prescrições médicas.
**Níves diários máximos de segurança de
acordo com o Food and Nutrition Board,
Institute of Medicine, Nacional Academies, EUA
(Tolerable Upper Intake Levels).
Material Destinado à Classe Prescritora
LN2 Out e LN2 In
Associação Inteligente
no Combate aos Sinais do
Envelhecimento
Efeito Antioxidante + Reestruturante Dérmico
Hidratação Profunda e Duradoura
Exclusivo na Farmácia Magistral!
A ação combinada do uso de LN2 Out e LN2
In é altamente eficaz e age na restauração e
equilíbrio da pele, cabelos e unhas. LN2 é um
novo conceito de tradução da beleza em um
sistema que estabiliza as funções fisiológicas
dentro e fora das células. Atua na manutenção
da saúde do corpo e revitaliza o brilho natural
da pele, cabelos e unhas (Biovital, Brasil).
LN2 In
Composição: Bisglicinato de silício complexado
com taurina e Panax Ginseng protegido com
minerais quelados – cobre, magnésio, ferro,
zinco, manganês entre outros.
LN2 Out
INCI Name: Saccharomyces silicon ferment and
Saccharomyces magnesium ferment and Saccharomyces
copper ferment and Saccharomyces iron ferment and
Saccharomyces zinc ferment and sorbitol and 2- Methyl4-isothiazolin-3-one and Panax Ginseng Root Extract
and Taurine and Water and Phenoxyethanol.
prolina, o principal constituinte do colágeno
tipo I (Carlisle, 1981). Além disso, o silício
aumenta o brilho dos cabelos e das unhas
(Reffitt et al., 2013).
Sistema Dermocosmético LN2 In e LN2
Out
O silício atua na estr utura cutânea através
da ligação das glicosaminoglicanas e
poliuronídicas, e mantém a água ligada
ao ácido hialurônico e às proteoglicanas
(Tanaka e Miyazaki, 2000).
LN2 Out é um ingrediente dermocosmético
biotecnológico para aplicação tópica que pode
ser empregado em uma variedade ampla de
formulações. LN2 In é um blend de ingredientes
naturais selecionados, com propriedades ativas
eficazes na manutenção das funções vitais
do corpo e das funções celulares da pele. A
combinação dos dois é inovadora para manter a
saúde da pele, cabelos e unhas (Biovital, Brasil).
LN2 In e Out: Reposição de Silício com
Ação Anti-Ageing
Estudos têm demonstrado vários benefícios para
a pele, o cabelo e as unhas após a suplementação
com silício. Foi descrita a participação do silício
na síntese de colágeno, ácido hialurônico e
proteoglicanas. Além disso, o silício desempenha
um importante papel na estruturação da derme,
na hidratação cutânea e na neutralização de
radicais livres (Reffitt et al., 2013).
Legenda: Silício na posição orto complexado com Taurina e
Panax Ginseng protegido com minerais quelados.
O silício apresenta atividade sobre a enzima
prolina hidroxilase que participa na síntese de
18
LN2 In e Out: Panax ginseng –
Cicatrizante e Regenerador
As saponinas do Panax ginseng apresentam
eficácia cicatrizante e regeneradora baseada na
estimulação do fator de crescimento VEGF
(Vascular Endothelial Growth Factor) e ativa a IL1β (responsável pela ativação dos macrófagos)
(Kimura et al., 2006).
LN2 In e Out: Taurina – Hidratante e
Estimuladora do Crescimento Capilar
A taurina é eficaz na promoção da hidratação
em queratinócitos da epiderme humana e
promove aumento significativo da pele (Höger
et al., 2003).
A taurina é um excelente protetor do folículo
capilar e estimula o crescimento dos cabelos
(Collin et al., 2006).
LN2 In e Out - Eficácia In vivo
Um estudo realizado pelo fabricante teve como
objetivo avaliar os efeitos do LN2 IN e OUT na
pele de 40 voluntários.
Os participantes do estudo receberam a seguinte
posologia:
LN2 Out a 5%
Aplicar diariamente
no rosto e corpo
LN2 In 500 mg
Administrar 1 cápsula
ao dia após o almoço
Resultados
• Porcentagem
de
voluntários
que
apresentaram melhora nos itens hidratação,
firmeza e elasticidade da pele através da
avaliação clínica:
100%
% de melhora
80%
88%
80%
78%
68%
Resistência das
Unhas
60%
Ritmo de
Crescimento
das Unhas
40%
20%
0%
T0 - T30
T0 - T60
• Porcentagem
de
Conclusão
voluntários
que
apresentaram melhora nos itens brilho e
resistência do cabelo através da avaliação
clínica:
100%
90%
88%
98%
90%
98%
% de melhora
Hidratação
Firmeza
60%
Elasticidade
40%
20%
0%
T0 - T30
• Porcentagem
T0 - T60
de
voluntários
que
apresentaram melhora nos itens resistência e
ritmo de crescimento das unhas através da
avaliação clínica:
100%
% de melhora
80%
93%
88%
88%
78%
Brilho
Resistência
60%
40%
20%
0%
T0 - T30
T0 - T60
Houve uma melhora significativa da firmeza
e elasticidade da pele, melhora da resistência
e força de cabelos e unhas, sob tratamento
conjugado do produto LN2 In e Out.
Referências Bibliográficas
93%
80%
2494.2006.00334.x.
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Formulações do Tratamento Integrado LN2
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19
LN2 In....................................................500 mg
Administrar 1 cápsula ao dia após o almoço
ou conforme orientação médica.
+
LN2 Out....................................................... 5%
Creme base.........................................qsp 50 g
Aplicar diariamente no rosto e corpo
ou conforme orientação médica.
Material Destinado à Classe Prescritora
Dica do Farmacêutico
O Papel das Farmácias Magistrais na Era da
Farmacogenômica
A nutrição moderna centra-se na prevenção de doenças e manutenção da saúde.
Entender como os diferentes meios de interação entre genes e dieta pode contribuir
para alcançarmos este objetivo torna-se de fundamental importância. Este é um
tema complexo, porém fascinante, sobre o qual ainda pouco se conhece, mas que
muito interesse tem despertado no mundo da ciência.
Os primeiros relatórios do projeto de sequenciamento do genoma humano foram
publicados em 2001 na revista Nature&Science. A partir desse momento, as relações
entre nutrição, genética e genoma foram sendo cada vez mais evidenciadas.A
nutrigenômica (ou genômica nutricional) surgiu nesse contexto, estudando como
alimentos, nutrientes e outros compostos bioativos ingeridos influenciam o genoma.
Com as recentes descobertas na área do genoma humano, cada vez mais se comprova
o que os farmacêuticos magistrais e os prescritores de medicamentos manipulados
já observam: que cada indivíduo é único e não se pode descartar a individualização
como opção de tratamento. Na manipulação, há o ajuste de dosagens de acordo
com as características de cada paciente, como idade, altura, peso, sexo e outras
necessidades especiais como ausência de corantes, conservantes e outros.
Com Base nos Conceitos do Genoma Destacam-se na Área Magistral os
Seguintes Conceitos:
Cosmetogenômica: Cosméticos que atuam na expressão gênica da pele,
permitindo o desenvolvimento de produtos que atuam no DNA da célula cutânea.
Uma tendência nessa área para as farmácias magistrais é o desenvolvimento de
cosméticos seguros livres de parabenos e cada vez mais compatíveis com a pele.
Nutrigenômica e Nutrigenética: A nutrigenômica é a ciência que estuda a
influência dos nutrientes na expressão dos genes e como eles regulam os processos
biológicos. A nutrigenética, por sua vez, analisa o efeito da variação genética na
interação dieta-doença, o que inclui a identificação e caracterização do gene
relacionado e/ou responsável pelas diferentes respostas aos nutrientes.
Uma tendência para as farmácias magistrais é o desenvolvimento do conceito de
alimentos funcionais em cápsulas, aliados as formas farmacêuticas diferenciadas que
só as farmácias magistrais oferecem, promovendo uma maior adesão do paciente
ao tratamento, além de aumentar o valor agregado das formulações.
Os benefícios dos medicamentos manipulados não se restringem apenas à
personalização da dose, mas também na forma farmacêutica adequada como:
cápsulas de cores diferentes, formas transdérmicas por tipo de pele, pastilhas, gotas
sublinguais, óvulos, enemas, supositórios, preparações óticas e nasais, cremes,
pomadas, géis, pós, sprays tópicos e enxaguatórios bucais.
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