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N.*
BIBLIOTECA
..
UM JORNAL DA GENTE
0 QUE ACONTECE
NAS COMUNIDADES
ANO I ■ No2-MAI0 • C.C.T.T. ■ BELÉM - PARA
VITORIA
Estanos ai novancnto possoal, ccn o nosso 22O I
núnero de " 0 PARTICIPANTE ".
■ /
En princiro lugar queren' s agradecer a^todos'
ran críticas, elogios do primeiro nunero e
que nos nandarar:
sugestões para o segundo, pois bem: ei-lo. Esperamos -'
que críticas não nos falten porque o jornal se pode "
crescer na uedida en que for criticado, discutido e o '
seu trabalho participado por todos os que o leen,
0 importante prá toda equipe e que este possa
reportar a vida da( s) comunidade(s) o o que ^pensam cs^
seus membros, pois ao apontar um^erro, um vicio ou idei
as, o que pretende o jornal nâo e destruir nada, mas •'
que apontado o erro, o problema, ajam os interessados •
para consertá-lo, fazer com que os erros nao se repitam
e que as idéias sejam debatidas. Enfim,^seria bom que '
" 0 PARTICIPANTE " tivesse a participação de toda(s) -•
a(s) comunidade(s) para que fosse realmente " 0 PARTI Cl
PANTE ."
, Neste número então, temos além das noticias '
de Tambes- Tupinambas, a colaboração ou notícias de C0BAJUR, e do ALLAN KARDEC.
Os artigf.s que vocês vão en—•
contrar um caso de desapropria-' LEIA E ASSINE
çao nas comunidades de base do11
'MOVIMENTO"
Juninas, como a população vê o problema,
e as soluções encontra 'MOVIMENTO*
UM JORNAL
das e realizadas pelo possoal.
DEMOCBATCO Alem
UM JORNAL
disso, um caso dos trabalha
dores que foram levados para o DEMOCRÁTICO
Rio de^Janeiro per um emproitei—
royde úma firma - PECOM, e como'
foram por essa enganados.
Um pouco de poesia nac faz mal, e alguém mui—
to,,apaixocado" escreveu r A ronda do tempo trouxe o desa
mor, A Ignes, sendo da coordenação do grupo de jovens -•
da-nos a sua visão da juventude, seguida da D, Benta que
sondo"a responsável pela mulheres do centro "( representante feminina ) escroveu algumas coisas sobre a mesma '
em forma do entrevista. Conversa vai, conversa bem, o Ma
chado achando que poderia abrir uma boa discussão ( alias todo jornal deve levar a isso ) escreveu sobre o professor ateu. Como a escola está^sempre na crista da onda
o Pedroso fala-nos sobro o convênio mantido pela comunidade com a P.M.B.
LBA E ASSiNE
No mais noticias locais o internacionais, com
piadas o receitas de batidas.
- A REDAÇÃO OBS: Quaisquer cartas, mandar para- Centro Comunitário •
Tambos-Tupinambas, rua Tupinambas,8 - Jurunos.
DESAPROPRIACÃn
O jornalzinho " 0 PARTICIPANTE/', alen cie procurar reportagens na
área da comunidade Tanbés-Tupinanbás tem recebido notícias para pu-1
blicaçao de algunas comunidades irmãs. Neste artigo temos a notícia '
de desapropriação ^nas conunidades da COBAJUR atingindo as passagens:'
Monte Alegre, Jaco, Camapu, vila Marau.
Tudo começou em fevereiro ou março de 1976, quando a firma MOURÂO1
MAGALHÃES, segundo os moradores, mandou cartas aos. mesmos chamando-os
jara comparecerem no escritório deles para que legalizassem o torre-'
no. Queriam vender, Uma minoria foi e os homens da firma começaram de
pois a medir o terreno e deram o preço ( Cr$ 80.000 a Cr$ 100,000 a casa da esquina ), Os outros moradores acharam que a firma não tinha1
esto direito pois tinha sido o povo que aterrara e endireitara as ruas e o local. Ao se sentirem prejudicados, os moradores convidaram ou
tros ( os do grupo comunitário ) para se reunirem na escola.
As reuniões eram feitas constantemente para se achar uma solução,e
uma delas foi sair uma equipe para ir saber na prefeitura sobre a pro
priedade do terreno. De lá eles foram enviados para a 00DEM, Marcaram
uma reunião em que estivesse o prefeito e alguém da Cedem, e depois '
de algumas reuniões sem eles aparecerem, finalmente os três foram reu
nir com^a população. 0 prefeito Ajax D^Oliveira, Mario Elisio da Co-1
.'eme Mario Antônio que nessa época era candidato a vereador, 0 Mario
Elisio não sabia informar de quem era o terreno porem o prefeito pro
meteu que fosse de quem fosse a prefeitura compraria o terreno, de-'
clarava DE UTILIDADE PÚBLICA e depois do 5 anos, venderia por preçoq
que os moradores pudessem comprar e que a noticia sairia num dos jor
nais do Bolem, Esse acerto foi realizado em junho, A partir dai as •
coisas se acalmaram, apesar dos homens estarem fazendo pressão a um1
ou outro morador principalmente na passagem Gurjão; mas o povo se ,r
despreocupou, Mas em novembro ( 5 meses depois ) "oneçaram as pres-'
soes do novo, Foi dado um prazo de 10 dias a uma senhora para que ela assinasse um papel senão iria até sua casa o Oficial de Justiça '
para fazer o despejo.
Marcaram nova entrevista com o prefeito o foram Ia 4 moradores o
depois de muito esperarem apareceu o vereador Bronze que ja sabia do
problema pois tinha lido nos jornais. É que na época em que foram -'
despejar um morador, o pessoal chamou um repórter. 0 Bronze levou c:;
4 até a sala do prefeito e este novamente disse que não so preocupas
sem pois ele ia doclarar o terreno DE UTILIDADE PÚBLICA, pedindo porém que o Bronze levasse o cara que ia fazer o despejo para falar -'
com ele. 0 Bronze esqueceu—se.
Em abril deste ano aconteceu que foi vendido um terreno na passa
gem Gurjão o colocou o comprador dentro da casa que ja havia, assim1
como novas pressões. Os moradores continuaram o contato com o Bronze
que entrou em entendimento com o cara que tinha vendido o terreno e'
este lhe dissera c|ue foi a própria dona da casa que tinha lhe pedido
pois ela morava so, e o peasoal que comprara a casa era parehte da '
moradora.
Ate hoje o pessoal ( os moradores ) espera^que o prefeito declaa área de Utilidade publica, enquanto isso estão tentando ficar unidos já que o interesse é de todo mundo, assim como não desanimarem •
nan se amedrontarem com as pressões, o que prova isso foi quando em'
ainda em Novembro de 1976 o " cara " marcou pra ir despejar um homem
que tinha chegado do^interior, lá na passagem Monte Alegre,^os moradores se reuniram pra não deixarem acontecer o despejo, porem o cara
presentindo a barra, não apareceu.
Nos da comunidade Tambés Tupinambás esperamos que a COBAJUR vonça
essa luta,
( notícias mandadas pelas Comunidades da COBAJUR)
TRAHALHADORES
ENGANADOS
o que muitas firmas de construção'»
civil estão fazendo: prometem una1'
boa diária, casa, ajuda pra comida
etc, nuo determinado estado,^quando
o pessoal chega a realidade e outra
geralmente ou aceitam trabalhar pelo preço que elas querem ou voltam'
para os seus estados e fican desempregados. Dessa maneira essas fir-'
mas como a PECOM, vão adiantando -'
suas obras pagando bom pouco aos ''
trabalhadores.
( Notícia de Alan Kardec)
No mes passado, saía um anúncio
num dos jornais daqui de Belém convi
dando trabalhadores de construção ei
vil para viajarem pro Rio de Janeiro
onde haveria trabalho prá todos, com
uma diária de Cr$96,00 ou seja Cr$12
00 por hora, alem de casa para morar
e mais Cr|,6,00 prá ajudar na comida.
Os trabalhadores que leram o anúncio
procuraram se entender com o empreiteiro da firma - A PECOM - cujo nome
e o Sr. Barres, depois de acertarem1
os detalhes com ele, pediram demis-'
,
A comunidade Tambes-Tupinam-*^
sao dos seus respectivos empregos e'
seguiram para o Rio num ônibus que ' bas esta dividida em diversas equi
fora arranjado pelo tal de Sr. Bar-' pes de trabalho, as quais tentam '
^traves de um trabalho organizado,
ros.
atingir as necessidades mais urgen
Chegando no Rio, puderam notar' tes da comunidade. Una dessas equi
que o empreiteiro da firma os tinha' pes e a " feminina ", cuja coordeenganado: 19) não tinha serviço na- nadora da mesma fala alguns pontos
PECOM, 29) uma outra firma - OURO -' da comunidade, em forma de pequena
PRETO ofereceu serviço gara os traba entrevista.
lhadores,^dizendo que nao tinha nada
com^o negócio feito pelo Sr. Barres, " 0 PARTICIPANTE ": Qual a função'
porem a diária que ofereceu er?- me-' da representante feminina ?
nos
do que os Cr$ 96,00, 3^) a-'
fun
casa para morar era um barracão com1 D.BENTA: Acho que sao várias
çoes,
19
reunir
com
as
moças,
senh
mais de 50 homens e além do mais sujo e ainda o dinheiro da comida tam- oras e debater as necessidades que
bém nem viram a cor, A essa altura ' a gente sentej o já que na conunidade a maioria e mulher a gente -'
o Sr. Barres tinha sumido.
sente dificuldade de fazer certas'
Um dos trabalhadores mora numa coisas, talvez por falta do oportu
comunidade próxima da nossa, ficou ' nidade.
de escrever prá família logo que che
gasse e talvez com o tempo mandasse' P: Qual foi a participação das mulheres na contrução do centro cotambém logo um dinheirinho; como esmunitário
?
tivesse demorando muito, sua mulher'
e filhos coneçaran a se preocupar, • B: Bem, a comunidade tem mais eu chegando a procurar pessoas em Belém menos 7 anos de existência e como*
que tivessem conhecidos no Rio para' naquele tempo não tivesse equipefe
saberem o paradeiro do marido.
minina, mesmo assim as mulheres -'
ajudaram como qualquer honen- carContou-nos ele depois que chegou^
1
regavam telhas, faziam massa na' ' '
a situação acima citada, assim como
o^duro"que teve que dar numa constru construção do sanitário e o inte—'
ção por UD prego menor para poder vxl ressante e que não reclamavam.
tar e quev se nao tivesse levado algu P: Quais as atividades realizadas'
mas economias teria passado fome.
pela " equipe feminina "?
ENTREVISTA
Muitos desses trabalhadores colo
caram a questão no Ministério do Trã
balho, inclusive o nosso comunitário
para conseguirem uma indenização. 0'
Sr. Barros sumiu, e^o problema é que
o pessoal agora está desempregado.
Una outra coisa ç^ue os trabalhadores puderam notar e que havia vá-»
rios outros de outras partes do Brasil na mesma situação, lá no Rio. É'
B: Deu-se o nome de equipe feminina no ano passado, e ela ja reali-'
zou algumas coisas: una feijoada '
■ em beneficio das crianças da escolinha, uma ginkana e recentemente'
os cursos de corte e costura e bor
dado. Diga-se de passagem que a -'
feijoada foi coordenada por uma mu
lher - a Rosa-r
P: Como a sra. viu a festa coordena
da por uma mulher, já que esta tem
sido ate hoje uma tarefa de homem?
B: Ben, no inicio todo nundo pensou
que a feijoada ia fracassar, porén»
o resultado foi 6tino. A Rosa deu-'
una grande prova de que as nulheres
tanben ten capacidade prá essas coi- Vocês sabian que, o ditador do '
sas.
Zaire ( Pais da África ) nandou -'
P: 0 honeu e superior*a nulher ?
prender sete jornalistas, o que 4'
Br Claro que nao l acho que são -'• • sao espanhóis, dois são franceses
iguais, ten os nesnos direi tos.Acho ele alenão.
apenas que as nulheres precisan Hgar - Os sindicatos do Chile foran huni
aAcabeça en certas coisas. Agora eu lhados pela ditadura do Pinochet,
to achando que una nulher pode ser'
coordenadora da conunidade e se sairl - Que Nixon confessou que nentiu '
nuito ben.
sobro o roubo do Watergate e que •
ainda falou assin? ERROS DO CORA-1
ÇAO E NÃO DO CÉREBRO, decepcionei'
neus anigos. Decepcionei o País.De
cepcionei nosso sistena de governo.
A RONDA 00 TEMPO
- Mais una do Idi Anin ( PresidenTROUXE O DESAMOR
te de un Pais africano chanado -»»
Uganda
): o sacrista vai fuzilar'1
E pensar que cheganos a tanto I
37 exilados.
Que depois de tanto anor,
Tu não nais ue queres.
RELANCES
E eu, saudoso continuo a recordar
Monentos passados,
Monentos esquecidos na retina do teu
pensanento...
E tu ja não tens meigas palavras pa
_ra nin
. * ~l
Eu ja nao sei se ainda te lenbras '
de nin..,
JUVENTUDE
"0 que e a juventude? Será que
e so isso que todos nós venos e q/
A ronda do tenpo apagou do teu sonho todos chanan de juventude transvia
0 que fui outrora en tua vida.
da, longo dos problonas e das resA ronda do tenpo, indiferente.
ponsabilidades para con o seu neio.
Apagou o que chegaste a ser para o Pelo nonos é esse o pensanento de1
neu anor...
nuitos que se dizen adultos o que*
ten da juventude una idéia errada."
Hoje, para ti
Não sou nais que una insignificante
Essas são as palavras de un cé
partícula
lebre jornalista para o qual o jo
Do teu passado.
ven e un desperdiçador da vida en
progranas, aventuras, bebidas, bo
E para nin.
linhas e ainda acrescenta que " a
Es o aguilhão que ne feres o ser.
juventude de hoje e una juventude
Cada uinuto, cada instante,
sen anor "— '
Que passo sen te ver...
Talvez a juventude de hoje seE isso faz-uo padecer, sofrer e odi
ja
ifeso que o jornalista falou e'
ar,
nais
alguna coisa que ele não faE^assin couo está
lou
pois
olhou-a so por un lado.
Nao quero nais - te anar
Ha jovens que não ligan pra na
- A. M, da, que não queren se conproneter
porem a gente ja encontra por un'
outro lado jovens que lutan por '
LEIA E DIVULGUE
una vida nelhor^ que estão preocu
pados con a carência que existe '
que ostão conpronetidos con os -'
problemas das suas áreas, etc.
E isso, a juventude heje, se e
louca por un lado, por outro e co
prometida. E juventude sen precon
0
PARTICIPANTE
cinco cruzeiros ) por mes durante
10 meses o que vai dar un total de
CrS 47.250,00. Acontece porém que'
ja estamos quase no fim de maio e'
esse dinheiro ainda não saiu, o que
esta causando problemas para as -'
professoras e serventes.
0 problena quo se enfrenta tal
vez por não se entender nuito dos-11*
enbrulhada toda, é quo tonos aqui '
420 alunos en alfabetizaçãc e a -'
dinheiro^que ven se e pra 215,alunos, aliás este problena nao e sonosso, as outras escolas tanben en
frentau o nesno problema — o resto
ten que ser pago não sei por quen.
Depois a questão se coloca, quen '
sustentaria a escola, ja que os na
teriais escolares de naior inpor-'
tância cone o giz, carteiras, diários de classe, apagadores e todo1
Desde janeiro deste ano que'
naterial de secretaria não entran'
os representantes e professoras de
no convênio. Mas isto entra:" fa-'
algumas escolas conunitarias se -'
zer con que os alunos matricula-''
retmen para discutir os problemas'
dos não precisem pagar ou venham a
das suas escolas e do convênio aster quaisquer despesas. Aqui o que
sinado com a grefeitura. Depois de
acontece
e cf paganento de Cr$10,00
muita discussão foram se reunir can
( dez cruzeiros ) de natncula e '
o prefeito Ajax D'Oliveira e o se
nensalidade
de Crl5,00( cinco crucretário municipal de Educação Mazeiros
)
por
aluno, isso para susrio Guzo para assinarem o referido
tentar
a
escola
no que^se refere a
convênio, pagando a prefeitura Cr$
materiais,
pois
como ja foi dito^
15,00(quinze cruzeiros ) por cada*
o dinheiro que vem da prefeitur e1
aluno.
so pra pagar as professoras.
Ora, um dos grandes proble-1
Parece-nos que este tipo de -'
nas de Belém e a falta do escolas'
coisa
precisa ser revisto. Un conescolas suficientes que consigam '
vênio
que realncnte nao satisfaz matricular o grande numero de crian
aos
interesses
das partes requer a
ças com idade de estudar, por isso
iniciativa
de
quen
esta sendo preas comunidades come estavam preocu
judicado.
padas cem a sorte de tantas crianças nas suas áreas, procuraram a Recentonente professoras e ser
prefeitura para assinarem un con-'
ventos das ecolas (de algunas ) co
vônio. Sondo assim as comunidaddos
nunitárias foran ao Sr. Prefeito '
prestam una grande ajuda à prefei-r
explicar a situação en quo se en-'
tura já que a educação ç de obriga
contran por causa do^atraso do pação do estado. Essas ide as foram
ganento. 0 problema e que muitas '
bem debatidas com o grefeito e o '
de uma certa nenaeira dependem^des
secretario de educação.
se dinheiro para pagaron o cole-''
gio
onde estudan, fazer conpras, *
A nossa comunidade - Tambéc '
pagar
dívidas ou nesno ajudar ou '
Tupinanbas - tanbén assinou este '
casa, Proneteu este depois de muiconvênio juntamente com várias outa discussão que o dinheiro sairia
tras. Esta receberá da prefeitura'
na
terça feira ( dia 24 ).
515 bolsas,gorem isto nao "produzira obrigação da Prefeitura em -'
E.P.
prorrogar o prazo " pois o convênio
refe-se só ao ano de 77.
VENHA
Quanto ao pagarionto, será efe
SER UM DA GENTE
tuado ao representante legal da es
cola, frente ao convênio. Este receberá a quantia do Cr$ 4.725,00 '
( quatro mil setocentos e vinte e'
coitos o sen distinção de cor, jovens que são chanaclos a construir'
un nundo nelhor, un bairro mais hu
nano; e poço a Deus que esses jo-'
vens atendan a esse chanado, ao de
safio que os problemas lhes lan-'
çan, e seja despertado en cada un1
principalmente nos jovens de 18 e'
renasça nos velhos de 60 anos a -1
força e sacrifícios para que cada
um possa conseguir un lugar ao sol.
É assin que eu vejo a juventude.
- Ignes -
UM TAL
DE
CONVÊNIO
PARTICIPE
ASSASSINOS DE
DEUS
Digo francanente: nunca acre
ditei que alguen possa ser ateu '
convicto, embora saiba que há DUí
tos atous ( aquolos que nao acre—
ditan en Deus ) por conveniência'
de vida,
Cono Deus " atrapalha " a vi
da de muitos com suas exigências*
de amor do verdade e de justiça,•
eles preferem viver como se Deus'
não existisse.
Por isso, eu digo em tom de'
brincadeira: " nao exite realmente atou, mas existe muita gente a
toa."
Ate certo ponto compreende-se
que alguém queira viver o ateisno
na pratica. Afinal de contas, cada um tem sua liberdade prá escolher a vida que deve levar. Nem""'
mesmo o próprio Deus obrigaria -•
alguém a acreditar e ter fe nele.
Também nesse ponto ele respeita a
liberdade que deu ao homem mesmo'
quando esse confunde e troca " a'
liberdade gloriosa dos filhos de'
Deus " por uma vida do escravidão
e conceitos fabricados pelos ho-'
mens ou mesmo pelos vícios.
0 que causa desgosto é a ati
tude daqueles que nao se contentan
do em^ser ou parecer ateu, fazem '
questão de impor suas idoias de atoismo nas almas dos outros, como muitas vezes acontece. E ossos
outros; ou se;ja as vítimas, em ge
ral são os próprios filhos ou os'
alunos.
Eu próprio tive a triste —'
oportunidade de conhecer Jovens e
ato adolescentes, que, pelas " au
Ias " de ateísmo dadas pelos pais
ou por um deles... caminham por u
ma vida de duvidas e de descrença,
e facilmente decepcionando com tu
do, quando não, se apegando as —
coisas materiais e buscando so nos
prazeres, uma resposta para os -'
seus desejos de felicidade. As ve
zos esses " mestres " não chegam'
a negar realmente que Deus Existe
mas c apresentam numa imagem falsa e deformada, e muito, longe do
Deus verdadeiro que a bíblia nos* í
apresenta.
Ainda um dia desses hive o'
cenhecinento que, em corta escola
do 12 grau, foi dada uma dessas -
aulas contra a fo, deixando no ma^
or ombaraivo alguns alunos, que moram aqui em nossa área comunitária
certamente imaturo na religião e,'
por isso, querendo dela se livrar'
como se ela fosse uma carga muito'
posada.
Contaram-me que o professor '
da citada aula ( Biologia ) deixou
de lado a matéria que devia dar,-'
passou o tempo todo a atacar o •—'
cristianismo, o evangelho e o próprio Jesus Cristo que, para ele e'
sua pretensa sabedoria não passava
de um personagem lendário,
Minha conclusão e que uma pes
soa que ago assim, certamente deve
ser vítima de si mosma e do scu^J*
fracassado egoismo, um docepcioriado
da vida, que nunca a conheceu em plenitude, ou o que seria pior em'
se tratando de professor alguém -'
que so baseia om artigos duvidosos
de revistinhas sonsacionalistas.
0 que tenho certeza e que uma
pessoa assim, nunca^tentou dosar-'
mar o próprio coração de tantos -'
preconceitos que foi acumulado na'
vida de descrença e desesperança,e
que nunca procurou ler e descobrir |
em atitude humilde o serena, o que
os evangelhos apresentam o dizem '
respeito a Cristo Jesus.
Duvido que com essa atitude '
de despojamento, não encontrasse '
nas palavras, nos gestos e na vi-'
vencia de Jesus uma resposta real'
para suas dúvidas o seus questiona
mentes.
E duvide tambem quo foita a '
leitura, tirasse a conclusão que o
evangelho não passa do desperdício
de lendas fabricadas pela imaginação do alguns homens.
Certamente aconteceria com es
sa pessoa, o que já aconteceu^com'
um Agostinho de Hipona, um Inácio'
do Loiola, um Charlos do Foucauld
e tantos outros que na humildade-'
de um intelecto iluminado pela gra
ça, depois do conhecer o Cristo, através do evangelho, so tiveram u
raa palavra e opção: creio
0 que eu acho é, que seria melhor que os quo se dizem ateus '
vivessem o sou ateísmo sem cometer
o crime de disseminá-lo ao redor '
de si, no lar, escola, etc. " assas
sinando Deus " em almas que ainda '
não desabrocharam para a vida e que
merecem ter chances de se realizar
como autênticos filhos de Deus.
A.M.
O DEMAGOGO
Olha pessoal, isso aconteceu beo
recentenonte:
Un grupo cie 210 licores de sineli
catos, falou que o presidente Er-'
nesto Geisel, teria feitoMdenago-,
gia " ao assinar o decreto-lei qúe
concede ferias de 30 dias aos trabalhadores. 0 presidente por sua vez respondeu que nao pretendia -'
nen precisava fazer denagogia, pois
a essa. altura da vida dele e COD a
idade que tinha ora nuito tarde pa
ra tentar impressionar os trabalha
dores, /e que se ele assinou o de-'
creto e porque este concedia en -'
parte un direito do (trabalhador ''
brasileiro,
( Notícia de 0 LIBERAL - 16/5/77)
A. Machado -
LEIA E DIVULGUE
O PARTICIPANTE"
UM JORNAL DA GENTE
PEQUENO
CONSELHO
Eu quero dar un conselho para todas as neninas bonitas. Você qie
e una nenina bonita não case con*
un honen bonito, você ten que se*
casar con un honen beu feio, nas'
ben feio nesno, porque quando você tiver filhos, nisturando a sua
boniteza con a feiúra " dele ", o
filho vai sair nais ou nonos.(não
5 ? ).
Para te das neninas que seguiron
ueu conselho - ou estou na praça.
- Tarcísio -
á
0
APERITIVO BRASILEIRO
nodo de preparar
No processo de preparação da
batida, alias nuito fácil,e indis
pensável o uso do liqüidificador,
onde a nistura é/agitada, por 3 '
ninut i o logo após adiciona-se ge
Io picado, tora&rdo-se cuidado para que não fique aguada. E depois
e so curtir a batida e esperar o1
alnoço í ( se tiver )
Formula:
1 lata de leite noça
1-1/2 grarrafa dominga
1-1/2 xícara de c;'.a de suco de
caju
1-1/2 xícara de cha de suco de
laranja
l^cclher de sopa de suco de li
não
Bata todos os ingredientes no li-»
quidificador, junte bastante gelo'
picado e sirva a seguir.
TE A T R O
Gostei inensanente de saber que a nossa equipe de teatrd) voltou a^aniuar a todas as pessoas •
nao so os^conponentes do centro '
cono tanben a todos que ali procu
ran. Pois con o nosso teatrinho,1
divertinos a todes seu escolha de
idade - do naior ao nenor - e todos nos aplaudon e incontivan e '
dao o apoio necessário para elevar
cada vez nais o nosso centro.
•r Tarcísio—
LEIA
DIVULGUE E ASSINE
"MOVIMENTO"
UM JORNAL DEMOCRÁTICO
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0 QUE ACONTECE NAS COMUNIDADES