'xCI /tf QÇL-i^^^ N.* BIBLIOTECA .. UM JORNAL DA GENTE 0 QUE ACONTECE NAS COMUNIDADES ANO I ■ No2-MAI0 • C.C.T.T. ■ BELÉM - PARA VITORIA Estanos ai novancnto possoal, ccn o nosso 22O I núnero de " 0 PARTICIPANTE ". ■ / En princiro lugar queren' s agradecer a^todos' ran críticas, elogios do primeiro nunero e que nos nandarar: sugestões para o segundo, pois bem: ei-lo. Esperamos -' que críticas não nos falten porque o jornal se pode " crescer na uedida en que for criticado, discutido e o ' seu trabalho participado por todos os que o leen, 0 importante prá toda equipe e que este possa reportar a vida da( s) comunidade(s) o o que ^pensam cs^ seus membros, pois ao apontar um^erro, um vicio ou idei as, o que pretende o jornal nâo e destruir nada, mas •' que apontado o erro, o problema, ajam os interessados • para consertá-lo, fazer com que os erros nao se repitam e que as idéias sejam debatidas. Enfim,^seria bom que ' " 0 PARTICIPANTE " tivesse a participação de toda(s) -• a(s) comunidade(s) para que fosse realmente " 0 PARTI Cl PANTE ." , Neste número então, temos além das noticias ' de Tambes- Tupinambas, a colaboração ou notícias de C0BAJUR, e do ALLAN KARDEC. Os artigf.s que vocês vão en—• contrar um caso de desapropria-' LEIA E ASSINE çao nas comunidades de base do11 'MOVIMENTO" Juninas, como a população vê o problema, e as soluções encontra 'MOVIMENTO* UM JORNAL das e realizadas pelo possoal. DEMOCBATCO Alem UM JORNAL disso, um caso dos trabalha dores que foram levados para o DEMOCRÁTICO Rio de^Janeiro per um emproitei— royde úma firma - PECOM, e como' foram por essa enganados. Um pouco de poesia nac faz mal, e alguém mui— to,,apaixocado" escreveu r A ronda do tempo trouxe o desa mor, A Ignes, sendo da coordenação do grupo de jovens -• da-nos a sua visão da juventude, seguida da D, Benta que sondo"a responsável pela mulheres do centro "( representante feminina ) escroveu algumas coisas sobre a mesma ' em forma do entrevista. Conversa vai, conversa bem, o Ma chado achando que poderia abrir uma boa discussão ( alias todo jornal deve levar a isso ) escreveu sobre o professor ateu. Como a escola está^sempre na crista da onda o Pedroso fala-nos sobro o convênio mantido pela comunidade com a P.M.B. LBA E ASSiNE No mais noticias locais o internacionais, com piadas o receitas de batidas. - A REDAÇÃO OBS: Quaisquer cartas, mandar para- Centro Comunitário • Tambos-Tupinambas, rua Tupinambas,8 - Jurunos. DESAPROPRIACÃn O jornalzinho " 0 PARTICIPANTE/', alen cie procurar reportagens na área da comunidade Tanbés-Tupinanbás tem recebido notícias para pu-1 blicaçao de algunas comunidades irmãs. Neste artigo temos a notícia ' de desapropriação ^nas conunidades da COBAJUR atingindo as passagens:' Monte Alegre, Jaco, Camapu, vila Marau. Tudo começou em fevereiro ou março de 1976, quando a firma MOURÂO1 MAGALHÃES, segundo os moradores, mandou cartas aos. mesmos chamando-os jara comparecerem no escritório deles para que legalizassem o torre-' no. Queriam vender, Uma minoria foi e os homens da firma começaram de pois a medir o terreno e deram o preço ( Cr$ 80.000 a Cr$ 100,000 a casa da esquina ), Os outros moradores acharam que a firma não tinha1 esto direito pois tinha sido o povo que aterrara e endireitara as ruas e o local. Ao se sentirem prejudicados, os moradores convidaram ou tros ( os do grupo comunitário ) para se reunirem na escola. As reuniões eram feitas constantemente para se achar uma solução,e uma delas foi sair uma equipe para ir saber na prefeitura sobre a pro priedade do terreno. De lá eles foram enviados para a 00DEM, Marcaram uma reunião em que estivesse o prefeito e alguém da Cedem, e depois ' de algumas reuniões sem eles aparecerem, finalmente os três foram reu nir com^a população. 0 prefeito Ajax D^Oliveira, Mario Elisio da Co-1 .'eme Mario Antônio que nessa época era candidato a vereador, 0 Mario Elisio não sabia informar de quem era o terreno porem o prefeito pro meteu que fosse de quem fosse a prefeitura compraria o terreno, de-' clarava DE UTILIDADE PÚBLICA e depois do 5 anos, venderia por preçoq que os moradores pudessem comprar e que a noticia sairia num dos jor nais do Bolem, Esse acerto foi realizado em junho, A partir dai as • coisas se acalmaram, apesar dos homens estarem fazendo pressão a um1 ou outro morador principalmente na passagem Gurjão; mas o povo se ,r despreocupou, Mas em novembro ( 5 meses depois ) "oneçaram as pres-' soes do novo, Foi dado um prazo de 10 dias a uma senhora para que ela assinasse um papel senão iria até sua casa o Oficial de Justiça ' para fazer o despejo. Marcaram nova entrevista com o prefeito o foram Ia 4 moradores o depois de muito esperarem apareceu o vereador Bronze que ja sabia do problema pois tinha lido nos jornais. É que na época em que foram -' despejar um morador, o pessoal chamou um repórter. 0 Bronze levou c:; 4 até a sala do prefeito e este novamente disse que não so preocupas sem pois ele ia doclarar o terreno DE UTILIDADE PÚBLICA, pedindo porém que o Bronze levasse o cara que ia fazer o despejo para falar -' com ele. 0 Bronze esqueceu—se. Em abril deste ano aconteceu que foi vendido um terreno na passa gem Gurjão o colocou o comprador dentro da casa que ja havia, assim1 como novas pressões. Os moradores continuaram o contato com o Bronze que entrou em entendimento com o cara que tinha vendido o terreno e' este lhe dissera c|ue foi a própria dona da casa que tinha lhe pedido pois ela morava so, e o peasoal que comprara a casa era parehte da ' moradora. Ate hoje o pessoal ( os moradores ) espera^que o prefeito declaa área de Utilidade publica, enquanto isso estão tentando ficar unidos já que o interesse é de todo mundo, assim como não desanimarem • nan se amedrontarem com as pressões, o que prova isso foi quando em' ainda em Novembro de 1976 o " cara " marcou pra ir despejar um homem que tinha chegado do^interior, lá na passagem Monte Alegre,^os moradores se reuniram pra não deixarem acontecer o despejo, porem o cara presentindo a barra, não apareceu. Nos da comunidade Tambés Tupinambás esperamos que a COBAJUR vonça essa luta, ( notícias mandadas pelas Comunidades da COBAJUR) TRAHALHADORES ENGANADOS o que muitas firmas de construção'» civil estão fazendo: prometem una1' boa diária, casa, ajuda pra comida etc, nuo determinado estado,^quando o pessoal chega a realidade e outra geralmente ou aceitam trabalhar pelo preço que elas querem ou voltam' para os seus estados e fican desempregados. Dessa maneira essas fir-' mas como a PECOM, vão adiantando -' suas obras pagando bom pouco aos '' trabalhadores. ( Notícia de Alan Kardec) No mes passado, saía um anúncio num dos jornais daqui de Belém convi dando trabalhadores de construção ei vil para viajarem pro Rio de Janeiro onde haveria trabalho prá todos, com uma diária de Cr$96,00 ou seja Cr$12 00 por hora, alem de casa para morar e mais Cr|,6,00 prá ajudar na comida. Os trabalhadores que leram o anúncio procuraram se entender com o empreiteiro da firma - A PECOM - cujo nome e o Sr. Barres, depois de acertarem1 os detalhes com ele, pediram demis-' , A comunidade Tambes-Tupinam-*^ sao dos seus respectivos empregos e' seguiram para o Rio num ônibus que ' bas esta dividida em diversas equi fora arranjado pelo tal de Sr. Bar-' pes de trabalho, as quais tentam ' ^traves de um trabalho organizado, ros. atingir as necessidades mais urgen Chegando no Rio, puderam notar' tes da comunidade. Una dessas equi que o empreiteiro da firma os tinha' pes e a " feminina ", cuja coordeenganado: 19) não tinha serviço na- nadora da mesma fala alguns pontos PECOM, 29) uma outra firma - OURO -' da comunidade, em forma de pequena PRETO ofereceu serviço gara os traba entrevista. lhadores,^dizendo que nao tinha nada com^o negócio feito pelo Sr. Barres, " 0 PARTICIPANTE ": Qual a função' porem a diária que ofereceu er?- me-' da representante feminina ? nos do que os Cr$ 96,00, 3^) a-' fun casa para morar era um barracão com1 D.BENTA: Acho que sao várias çoes, 19 reunir com as moças, senh mais de 50 homens e além do mais sujo e ainda o dinheiro da comida tam- oras e debater as necessidades que bém nem viram a cor, A essa altura ' a gente sentej o já que na conunidade a maioria e mulher a gente -' o Sr. Barres tinha sumido. sente dificuldade de fazer certas' Um dos trabalhadores mora numa coisas, talvez por falta do oportu comunidade próxima da nossa, ficou ' nidade. de escrever prá família logo que che gasse e talvez com o tempo mandasse' P: Qual foi a participação das mulheres na contrução do centro cotambém logo um dinheirinho; como esmunitário ? tivesse demorando muito, sua mulher' e filhos coneçaran a se preocupar, • B: Bem, a comunidade tem mais eu chegando a procurar pessoas em Belém menos 7 anos de existência e como* que tivessem conhecidos no Rio para' naquele tempo não tivesse equipefe saberem o paradeiro do marido. minina, mesmo assim as mulheres -' ajudaram como qualquer honen- carContou-nos ele depois que chegou^ 1 regavam telhas, faziam massa na' ' ' a situação acima citada, assim como o^duro"que teve que dar numa constru construção do sanitário e o inte—' ção por UD prego menor para poder vxl ressante e que não reclamavam. tar e quev se nao tivesse levado algu P: Quais as atividades realizadas' mas economias teria passado fome. pela " equipe feminina "? ENTREVISTA Muitos desses trabalhadores colo caram a questão no Ministério do Trã balho, inclusive o nosso comunitário para conseguirem uma indenização. 0' Sr. Barros sumiu, e^o problema é que o pessoal agora está desempregado. Una outra coisa ç^ue os trabalhadores puderam notar e que havia vá-» rios outros de outras partes do Brasil na mesma situação, lá no Rio. É' B: Deu-se o nome de equipe feminina no ano passado, e ela ja reali-' zou algumas coisas: una feijoada ' ■ em beneficio das crianças da escolinha, uma ginkana e recentemente' os cursos de corte e costura e bor dado. Diga-se de passagem que a -' feijoada foi coordenada por uma mu lher - a Rosa-r P: Como a sra. viu a festa coordena da por uma mulher, já que esta tem sido ate hoje uma tarefa de homem? B: Ben, no inicio todo nundo pensou que a feijoada ia fracassar, porén» o resultado foi 6tino. A Rosa deu-' una grande prova de que as nulheres tanben ten capacidade prá essas coi- Vocês sabian que, o ditador do ' sas. Zaire ( Pais da África ) nandou -' P: 0 honeu e superior*a nulher ? prender sete jornalistas, o que 4' Br Claro que nao l acho que são -'• • sao espanhóis, dois são franceses iguais, ten os nesnos direi tos.Acho ele alenão. apenas que as nulheres precisan Hgar - Os sindicatos do Chile foran huni aAcabeça en certas coisas. Agora eu lhados pela ditadura do Pinochet, to achando que una nulher pode ser' coordenadora da conunidade e se sairl - Que Nixon confessou que nentiu ' nuito ben. sobro o roubo do Watergate e que • ainda falou assin? ERROS DO CORA-1 ÇAO E NÃO DO CÉREBRO, decepcionei' neus anigos. Decepcionei o País.De cepcionei nosso sistena de governo. A RONDA 00 TEMPO - Mais una do Idi Anin ( PresidenTROUXE O DESAMOR te de un Pais africano chanado -»» Uganda ): o sacrista vai fuzilar'1 E pensar que cheganos a tanto I 37 exilados. Que depois de tanto anor, Tu não nais ue queres. RELANCES E eu, saudoso continuo a recordar Monentos passados, Monentos esquecidos na retina do teu pensanento... E tu ja não tens meigas palavras pa _ra nin . * ~l Eu ja nao sei se ainda te lenbras ' de nin.., JUVENTUDE "0 que e a juventude? Será que e so isso que todos nós venos e q/ A ronda do tenpo apagou do teu sonho todos chanan de juventude transvia 0 que fui outrora en tua vida. da, longo dos problonas e das resA ronda do tenpo, indiferente. ponsabilidades para con o seu neio. Apagou o que chegaste a ser para o Pelo nonos é esse o pensanento de1 neu anor... nuitos que se dizen adultos o que* ten da juventude una idéia errada." Hoje, para ti Não sou nais que una insignificante Essas são as palavras de un cé partícula lebre jornalista para o qual o jo Do teu passado. ven e un desperdiçador da vida en progranas, aventuras, bebidas, bo E para nin. linhas e ainda acrescenta que " a Es o aguilhão que ne feres o ser. juventude de hoje e una juventude Cada uinuto, cada instante, sen anor "— ' Que passo sen te ver... Talvez a juventude de hoje seE isso faz-uo padecer, sofrer e odi ja ifeso que o jornalista falou e' ar, nais alguna coisa que ele não faE^assin couo está lou pois olhou-a so por un lado. Nao quero nais - te anar Ha jovens que não ligan pra na - A. M, da, que não queren se conproneter porem a gente ja encontra por un' outro lado jovens que lutan por ' LEIA E DIVULGUE una vida nelhor^ que estão preocu pados con a carência que existe ' que ostão conpronetidos con os -' problemas das suas áreas, etc. E isso, a juventude heje, se e louca por un lado, por outro e co prometida. E juventude sen precon 0 PARTICIPANTE cinco cruzeiros ) por mes durante 10 meses o que vai dar un total de CrS 47.250,00. Acontece porém que' ja estamos quase no fim de maio e' esse dinheiro ainda não saiu, o que esta causando problemas para as -' professoras e serventes. 0 problena quo se enfrenta tal vez por não se entender nuito dos-11* enbrulhada toda, é quo tonos aqui ' 420 alunos en alfabetizaçãc e a -' dinheiro^que ven se e pra 215,alunos, aliás este problena nao e sonosso, as outras escolas tanben en frentau o nesno problema — o resto ten que ser pago não sei por quen. Depois a questão se coloca, quen ' sustentaria a escola, ja que os na teriais escolares de naior inpor-' tância cone o giz, carteiras, diários de classe, apagadores e todo1 Desde janeiro deste ano que' naterial de secretaria não entran' os representantes e professoras de no convênio. Mas isto entra:" fa-' algumas escolas conunitarias se -' zer con que os alunos matricula-'' retmen para discutir os problemas' dos não precisem pagar ou venham a das suas escolas e do convênio aster quaisquer despesas. Aqui o que sinado com a grefeitura. Depois de acontece e cf paganento de Cr$10,00 muita discussão foram se reunir can ( dez cruzeiros ) de natncula e ' o prefeito Ajax D'Oliveira e o se nensalidade de Crl5,00( cinco crucretário municipal de Educação Mazeiros ) por aluno, isso para susrio Guzo para assinarem o referido tentar a escola no que^se refere a convênio, pagando a prefeitura Cr$ materiais, pois como ja foi dito^ 15,00(quinze cruzeiros ) por cada* o dinheiro que vem da prefeitur e1 aluno. so pra pagar as professoras. Ora, um dos grandes proble-1 Parece-nos que este tipo de -' nas de Belém e a falta do escolas' coisa precisa ser revisto. Un conescolas suficientes que consigam ' vênio que realncnte nao satisfaz matricular o grande numero de crian aos interesses das partes requer a ças com idade de estudar, por isso iniciativa de quen esta sendo preas comunidades come estavam preocu judicado. padas cem a sorte de tantas crianças nas suas áreas, procuraram a Recentonente professoras e ser prefeitura para assinarem un con-' ventos das ecolas (de algunas ) co vônio. Sondo assim as comunidaddos nunitárias foran ao Sr. Prefeito ' prestam una grande ajuda à prefei-r explicar a situação en quo se en-' tura já que a educação ç de obriga contran por causa do^atraso do pação do estado. Essas ide as foram ganento. 0 problema e que muitas ' bem debatidas com o grefeito e o ' de uma certa nenaeira dependem^des secretario de educação. se dinheiro para pagaron o cole-'' gio onde estudan, fazer conpras, * A nossa comunidade - Tambéc ' pagar dívidas ou nesno ajudar ou ' Tupinanbas - tanbén assinou este ' casa, Proneteu este depois de muiconvênio juntamente com várias outa discussão que o dinheiro sairia tras. Esta receberá da prefeitura' na terça feira ( dia 24 ). 515 bolsas,gorem isto nao "produzira obrigação da Prefeitura em -' E.P. prorrogar o prazo " pois o convênio refe-se só ao ano de 77. VENHA Quanto ao pagarionto, será efe SER UM DA GENTE tuado ao representante legal da es cola, frente ao convênio. Este receberá a quantia do Cr$ 4.725,00 ' ( quatro mil setocentos e vinte e' coitos o sen distinção de cor, jovens que são chanaclos a construir' un nundo nelhor, un bairro mais hu nano; e poço a Deus que esses jo-' vens atendan a esse chanado, ao de safio que os problemas lhes lan-' çan, e seja despertado en cada un1 principalmente nos jovens de 18 e' renasça nos velhos de 60 anos a -1 força e sacrifícios para que cada um possa conseguir un lugar ao sol. É assin que eu vejo a juventude. - Ignes - UM TAL DE CONVÊNIO PARTICIPE ASSASSINOS DE DEUS Digo francanente: nunca acre ditei que alguen possa ser ateu ' convicto, embora saiba que há DUí tos atous ( aquolos que nao acre— ditan en Deus ) por conveniência' de vida, Cono Deus " atrapalha " a vi da de muitos com suas exigências* de amor do verdade e de justiça,• eles preferem viver como se Deus' não existisse. Por isso, eu digo em tom de' brincadeira: " nao exite realmente atou, mas existe muita gente a toa." Ate certo ponto compreende-se que alguém queira viver o ateisno na pratica. Afinal de contas, cada um tem sua liberdade prá escolher a vida que deve levar. Nem""' mesmo o próprio Deus obrigaria -• alguém a acreditar e ter fe nele. Também nesse ponto ele respeita a liberdade que deu ao homem mesmo' quando esse confunde e troca " a' liberdade gloriosa dos filhos de' Deus " por uma vida do escravidão e conceitos fabricados pelos ho-' mens ou mesmo pelos vícios. 0 que causa desgosto é a ati tude daqueles que nao se contentan do em^ser ou parecer ateu, fazem ' questão de impor suas idoias de atoismo nas almas dos outros, como muitas vezes acontece. E ossos outros; ou se;ja as vítimas, em ge ral são os próprios filhos ou os' alunos. Eu próprio tive a triste —' oportunidade de conhecer Jovens e ato adolescentes, que, pelas " au Ias " de ateísmo dadas pelos pais ou por um deles... caminham por u ma vida de duvidas e de descrença, e facilmente decepcionando com tu do, quando não, se apegando as — coisas materiais e buscando so nos prazeres, uma resposta para os -' seus desejos de felicidade. As ve zos esses " mestres " não chegam' a negar realmente que Deus Existe mas c apresentam numa imagem falsa e deformada, e muito, longe do Deus verdadeiro que a bíblia nos* í apresenta. Ainda um dia desses hive o' cenhecinento que, em corta escola do 12 grau, foi dada uma dessas - aulas contra a fo, deixando no ma^ or ombaraivo alguns alunos, que moram aqui em nossa área comunitária certamente imaturo na religião e,' por isso, querendo dela se livrar' como se ela fosse uma carga muito' posada. Contaram-me que o professor ' da citada aula ( Biologia ) deixou de lado a matéria que devia dar,-' passou o tempo todo a atacar o •—' cristianismo, o evangelho e o próprio Jesus Cristo que, para ele e' sua pretensa sabedoria não passava de um personagem lendário, Minha conclusão e que uma pes soa que ago assim, certamente deve ser vítima de si mosma e do scu^J* fracassado egoismo, um docepcioriado da vida, que nunca a conheceu em plenitude, ou o que seria pior em' se tratando de professor alguém -' que so baseia om artigos duvidosos de revistinhas sonsacionalistas. 0 que tenho certeza e que uma pessoa assim, nunca^tentou dosar-' mar o próprio coração de tantos -' preconceitos que foi acumulado na' vida de descrença e desesperança,e que nunca procurou ler e descobrir | em atitude humilde o serena, o que os evangelhos apresentam o dizem ' respeito a Cristo Jesus. Duvido que com essa atitude ' de despojamento, não encontrasse ' nas palavras, nos gestos e na vi-' vencia de Jesus uma resposta real' para suas dúvidas o seus questiona mentes. E duvide tambem quo foita a ' leitura, tirasse a conclusão que o evangelho não passa do desperdício de lendas fabricadas pela imaginação do alguns homens. Certamente aconteceria com es sa pessoa, o que já aconteceu^com' um Agostinho de Hipona, um Inácio' do Loiola, um Charlos do Foucauld e tantos outros que na humildade-' de um intelecto iluminado pela gra ça, depois do conhecer o Cristo, através do evangelho, so tiveram u raa palavra e opção: creio 0 que eu acho é, que seria melhor que os quo se dizem ateus ' vivessem o sou ateísmo sem cometer o crime de disseminá-lo ao redor ' de si, no lar, escola, etc. " assas sinando Deus " em almas que ainda ' não desabrocharam para a vida e que merecem ter chances de se realizar como autênticos filhos de Deus. A.M. O DEMAGOGO Olha pessoal, isso aconteceu beo recentenonte: Un grupo cie 210 licores de sineli catos, falou que o presidente Er-' nesto Geisel, teria feitoMdenago-, gia " ao assinar o decreto-lei qúe concede ferias de 30 dias aos trabalhadores. 0 presidente por sua vez respondeu que nao pretendia -' nen precisava fazer denagogia, pois a essa. altura da vida dele e COD a idade que tinha ora nuito tarde pa ra tentar impressionar os trabalha dores, /e que se ele assinou o de-' creto e porque este concedia en -' parte un direito do (trabalhador '' brasileiro, ( Notícia de 0 LIBERAL - 16/5/77) A. Machado - LEIA E DIVULGUE O PARTICIPANTE" UM JORNAL DA GENTE PEQUENO CONSELHO Eu quero dar un conselho para todas as neninas bonitas. Você qie e una nenina bonita não case con* un honen bonito, você ten que se* casar con un honen beu feio, nas' ben feio nesno, porque quando você tiver filhos, nisturando a sua boniteza con a feiúra " dele ", o filho vai sair nais ou nonos.(não 5 ? ). Para te das neninas que seguiron ueu conselho - ou estou na praça. - Tarcísio - á 0 APERITIVO BRASILEIRO nodo de preparar No processo de preparação da batida, alias nuito fácil,e indis pensável o uso do liqüidificador, onde a nistura é/agitada, por 3 ' ninut i o logo após adiciona-se ge Io picado, tora&rdo-se cuidado para que não fique aguada. E depois e so curtir a batida e esperar o1 alnoço í ( se tiver ) Formula: 1 lata de leite noça 1-1/2 grarrafa dominga 1-1/2 xícara de c;'.a de suco de caju 1-1/2 xícara de cha de suco de laranja l^cclher de sopa de suco de li não Bata todos os ingredientes no li-» quidificador, junte bastante gelo' picado e sirva a seguir. TE A T R O Gostei inensanente de saber que a nossa equipe de teatrd) voltou a^aniuar a todas as pessoas • nao so os^conponentes do centro ' cono tanben a todos que ali procu ran. Pois con o nosso teatrinho,1 divertinos a todes seu escolha de idade - do naior ao nenor - e todos nos aplaudon e incontivan e ' dao o apoio necessário para elevar cada vez nais o nosso centro. •r Tarcísio— LEIA DIVULGUE E ASSINE "MOVIMENTO" UM JORNAL DEMOCRÁTICO