Caso não esteja visualizando este email, clique aqui Ano 3 | Número 1112 | Sábado, 20 de junho de 2015 Clique aqui para fazer o download da newsletter em PDF Clique aqui para conferir edições anteriores do clipping Agrolink Crescem as exportações de carne bovina para o Egito O Egito foi um dos mercados de destaque das exportações brasileiras de carne bovina em maio O Egito foi um dos mercados de destaque das exportações brasileiras de carne bovina em maio. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), as vendas ao país somaram US$ 66,81 milhões, um aumento de 165% sobre abril. Em relação a maio de 2014, houve um crescimento de 98,9%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O Egito ficou em segundo lugar entre os principais destinos da carne brasileira no mês passado, atrás apenas de Hong Kong, que importou o equivalente a US$ 86 milhões. Entre os dez maiores mercados, estão mais dois países árabes: Argélia, com compras no valor de US$ 12,5 milhões; e Emirados Árabes Unidos, com US$ 10,3 milhões. Os números foram divulgados no início da semana. No total, as exportações de carne bovina ao mundo árabe totalizaram US$ 108 milhões em maio, um aumento de 36,2% sobre o mesmo mês do ano passado, de acordo com os números do MDIC. O diretorgeral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, observou que o avanço coincide com o período de formação de estoques de alimentos para o mês do Ramadã nos países árabes. Em nota, o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, declarou que no segundo semestre serão retomadas as vendas para a Arábia Saudita, que impôs um embargo à carne brasileira no final de 2012. Conforme a ANBA noticiou representantes da Autoridade Saudita para Alimentação e Medicamentos (SFDA, na sigla em inglês) estiveram no Brasil e visitaram frigoríficos, laboratórios e tiveram reuniões com autoridades brasileiras. Com base no que viram e ouviram, os técnicos deverão recomendar a retomada das importações. As exportações totais de carne bovina do Brasil somaram US$ 467,8 milhões em maio, um aumento de 2% em relação a abril. Em comparação com maio de 2014, porém, ocorreu queda de 24%. Canal Rural O que acontece no mercado de carne bovina? Setor passa por dificuldades, com baixa demanda e queda na oferta de animais O mercado de boi gordo brasileiro está passando por uma situação delicada em 2015, com as diversas partes do setor apresentando problemas, e como em um ciclo que se retroalimenta, a situação de um acaba se refletindo no outro, prejudicando ainda mais o setor. Cada parte da cadeia possui questões específicas para lidar, mas dois pontos estão prejudicando todo o setor de carne: a queda no consumo interno e externo e o recuo na oferta de animais. O Canal Rural preparou um levantamento sobre o setor, analisando os problemas de cada parte da cadeia, e buscou ver o que os próximos meses reservam ao setor. Demanda interna e externa No Brasil, devido às dificuldades econômicas, os consumidores estão alterando seus hábitos de consumo, deixando de consumir carne de boi e indo em busca de opções mais baratas, que é o caso da carne suína e de frango. Mesmo aqueles que ainda compram carne bovina mudaram de hábito, priorizando cortes dianteiros do que traseiros, que são carnes mais nobres. No cenário internacional, os nossos principais compradores, Rússia e Venezuela, diminuíram suas aquisições, também por conta de problemas na economia. O resultado é um recuo de 14% das exportações de carne no acumulado de janeiro a maio em termos de volume e um recuo de 18% no faturamento, de acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Frigoríficos Talvez a divisão que vem sofrendo mais com a situação sejam os frigoríficos, cujas margens de lucro estão prejudicadas desde o ano passado. A fraca demanda do mercado atacadista está impossibilitando as indústrias de repassarem ao consumidor a elevação dos custos, principalmente o aumento do preço da arroba, que já subiu 21,7% nos últimos 12 meses. Além de prejudicar o consumo, a recessão econômica também elevou os custos de produção, por conta do aumento do preço da energia e dos combustíveis. Para tentar aliviar a situação, os frigoríficos estão recorrendo a duas medidas: reescalonamento da capacidade operacional, com redução no número de abates e demissões, e pressionando os vendedores a baixarem as cotações. Dados da consultoria Agrifatto mostram que foram fechadas 40 plantas frigoríficas somente neste ano, entre pequenas e grandes. O número está muito próximo ao verificado em 2009, quando cerca de 52 plantas encerraram suas atividades. O estado de Mato Grosso do Sul registra a situação mais grave, com 1,5 mil demissões até o momento, segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). No lado das compras, os frigoríficos estão pressionando os produtores, buscando pagar menos que os preços de mercado. A situação chegou a um ponto extremo em que, na última terça, dia 15, o preço oferecido pelo boi foi reduzido em até R$ 5 por arroba. Pecuaristas Na outra ponta da situação estão os pecuaristas, que veem a arroba do preço do boi gordo subir 21,7%, mas enfrentam uma valorização de 31,6% no preço do boi magro e de 34,7% no preço do bezerro, prejudicando o poder de compra daqueles que trabalham com recria e engorda. A restrição no tamanho do rebanho é o principal motivo para a alta nos preços. Considerado o segundo maior do mundo, o rebanho brasileiro sofreu uma redução de 2,5 milhões de cabeças nos últimos quatro anos, com muitos produtores abandonando a atividade e transformando suas fazendas em lavouras de produtos rentáveis, como a soja. Com os frigoríficos realizando programação curtas de abate, para forçar uma queda de preços, os pecuaristas estão resistindo a entregar boiadas em praças com os preços abaixo da referência, forçando a alta. Perspectiva Diante deste cenário, de baixo consumo e oferta diminuta, o que esperar do mercado de carne de boi para o restante do ano? Segundo a analista de mercado da Agrifatto Lygia Pimentel, o cenário para o segundo semestre é favorável a exportações por conta da perspectiva de dólar alto e a perspectiva de abertura dos mercados de China e Arábia Saudita, além de indicações neste sentido pelo governo dos Estados Unidos. Contudo, ainda é preciso habilitar as plantas frigoríficas para que possam vender carne a estes países. Além disso, o setor não deve se recuperar totalmente da queda nas exportações que ocorreram até o momento. O consumo interno, diz ela, ainda deve demorar a se recuperar. Em relação à oferta de animais, a expectativa é de melhora, com um aumento na quantidade de animais em semiconfinamento e confinamento a pasto, de acordo com levantamento realizado em 11 estados que respondem por 90% da produção de carne no Brasil. Beef World Brasil assume desafio de ampliar mercados para carne premium Líder mundial nas exportações, país já domina mercado de “carne ingrediente” e tem como meta avançar no segmento gourmet Dinheiro Rural Brasil busca mercado árabe na tentativa de recuperar liderança do setor de carnes Recentemente a Arábia Saudita enviou uma missão para ver o sistema de produção brasileiro Após deixar de ser o primeiro do mundo em exportações de carne bovina, o Brasil “corre atrás do prejuízo” com o intuito de fortalecer o mercado pecuarista e retomar, assim, a liderança no comércio exterior. Para tanto, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem se mostrado aberto a novas negociações, como é o caso recente da Arábia Saudita. Outras nações – como Bahrein, Catar, Kuwait e Omã – já sinalizaram as mesmas intenções: reabrir o mercado para a bovinocultura brasileira. A Arábia Saudita enviou recentemente uma equipe da Missão Veterinária da Saudi Food and Drug Authority (SFDA), que visitou três Estados brasileiros, após reunião com o Mapa: Mato Grosso, Pará e Pernambuco. Eles também pretendem abrir mais mercado para a carne de aves, com a habilitação de novas plantas frigoríficas. De acordo com o Mapa, em 2014 as negociações que envolviam a carne de frango, entre as duas nações, superou a marca de US$ 1 bilhão. O Brasil é a origem de 75% das importações de frango daquele país. “É nosso maior mercado e, em volume total, é o que apresentou maior crescimento em maio”, destaca o presidenteexecutivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra. Segundo ele, a missão teve dois objetivos: habilitar novas plantas e revalidar as que estão atualmente habilitadas, por meio da verificação do sistema. “A Arábia Saudita é o maior e mais longevo parceiro comercial dos exportadores de carne de frango brasileira. Nossa expectativa, com a possibilidade da habilitação de novas plantas, é de oportunizar ainda mais negócios para os produtores de frango halal made in Brazil”, destaca o presidente da ABPA. Conforme explica a entidade, halal é uma palavra árabe que significa legal, permitido. Todos os alimentos são considerados do gênero, exceto: carne de porco e seus derivados; animais abatidos de forma imprópria ou mortos antes do abate; animais abatidos em nome de outros que não sejam Alá; sangue e produtos feitos com sangue; álcool e produtos que causem embriaguez ou intoxicação; e produtos contaminados com algum dos produtos acima. BOVINOS O Ministério da Agricultura destaca que o Brasil exportou 33 mil toneladas de carne bovina para os mercados da região do Golfo Pérsico, onde fica a Arábia Saudita, em 2012, antes do embargo. A quantidade, na época, superou a marca dos US$ 200 milhões. Com a possibilidade da reabertura do mercado, esperase que as vendas variem entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões. Há três anos, os sauditas suspenderam a compra de carne bovina in natura, enlatados e derivados, por causa de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecida como doença da vaca louca. Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, a expectativa do setor de carne bovina continua positiva para uma recuperação no segundo semestre. “Já registramos um leve aumento agora em maio nas exportações. Nossa perspectiva continua positiva para o segundo semestre, quando teremos definitivamente a volta dos embarques para outros países, como a Arábia Saudita”, destaca Camardelli, lembrando que, em maio, foi assinado o protocolo sanitário entre Brasil e China, que vai permitir o retorno dos embarques de carne bovina brasileira para o país asiático. PERSPECTIVAS “As perspectivas para a carne bovina brasileira em 2015 são de um bom posicionamento da produção nacional no cenário internacional com a possível abertura do mercado norteamericano para a carne in natura, a retomada dos envios para a China e a redução do rebanho de concorrentes diretos do Brasil, como os Estados Unidos e a Austrália”, declara o Rabobank Brasil, em nota. “Internamente, a tendência aponta para a manutenção de preços elevados para a carne bovina, o que poderá influenciar o consumidor a migrar para produtos substitutos mais baratos, como o frango. Para o produtor, a demanda por bezerros deverá se manter firme em 2015, impulsionada pelos altos níveis de preços para a arroba do boi gordo.” AÇÕES DO MAPA Desde 1990, o Mapa aplica medidas de prevenção e vigilância da vaca louca, que são atualizadas frequentemente, de acordo com as informações científicas disponíveis e as recomendações da entidade internacional. Diante dessas ações, consolidadas há mais de duas décadas no Brasil, um eventual registro da enfermidade não configura risco sanitário, visto que as medidas de mitigação de risco atuais são suficientes para evitar a reciclagem e amplificação do agente causador. Em nota à equipe SNA/RJ, após uma reunião realizada no último dia 12 com a comitiva de sauditas, o Ministério da Agricultura informa que “nesta semana, os técnicos do Mapa irão coletar informações e dados acerca do mercado solicitados pelas autoridades da SFDA”. “Depois de encaminhar essas informações aos sauditas, o Ministério vai aguardar o contato deles para saber a decisão daquele país”, segundo o Mapa, em nota. Técnicos do Ministério da Agricultura começaram a coletar as informações solicitadas pelas autoridades sanitárias da Arábia Saudita para voltar a importar carne bovina brasileira, inclusive os derivados do produto. Eles também analisaram com os sauditas a possibilidade de ampliar o comércio de carne de aves do Brasil para aquele mercado. Durante reunião, realizada no dia 12 de junho, os representantes sauditas relataram as visitas que fizeram aos Estados de Pará, Mato Grosso e Pernambuco para avaliar as atuais condições de estabelecimentos de carne bovina. No roteiro, estavam duas fazendas, um laboratório e seis frigoríficos. A Missão Veterinária da Saudi Food and Drug Authority (SFDA) também visitou seis estabelecimentos de produção de aves, um laboratório e uma granja para coletar informações e avaliar o controle oficial brasileiro em relação à exportação de carne de aves para o mercado saudita. Fonte: Sociedade Nacional de Agricultura Universo Agro Exportações de carne bovina brasileira crescem no mês de maio Em volume, houve crescimento de 2,54% Em maio, as exportações de carne bovina brasileira voltaram a registrar números positivos na comparação com o mês anterior. Com faturamento de US$ 467,8 milhões (aumento de 2% com relação a abril 2015), foram embarcadas mais de 113,9 mil toneladas de carne crescimento de 2,54% em volume. Hong Kong continua na liderança dos países que mais importam o produto nacional, com 23 mil toneladas e faturamento acima de US$ 85 milhões. Mas a grande variação positiva observada no mês foi com relação ao Egito, que ocupa a segunda posição. Foram mais de 20 mil toneladas enviadas ao país aumento de 152% com faturamento de US$ 66 milhões, valor 165% maior que o do mês anterior. Na comparação com maio de 2014 e no acumulado do ano (janeiro a maio de 2015), as exportações brasileiras continuaram apresentando retração. Com relação ao mesmo mês do ano passado, a queda é de 24% em faturamento e de 14% em volume. Já no acumulado do ano (janeiro a maio), o setor faturou mais de US$ 2,2 bilhões (18% menos que o mesmo período de 2014) e exportou 543,7 mil toneladas (14% menos). A expectativa do setor continua positiva para uma recuperação no segundo semestre, segundo Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC. "Já registramos um leve aumento agora em maio nas exportações. Nossa perspectiva continua positiva para o segundo semestre, quando teremos definitivamente a volta dos embarques para outros países, como Arábia Saudita", afirma. Em maio, foi assinado o protocolo sanitário entre Brasil e China, que permitirá o retorno dos embarques de carne bovina brasileira para aquele país já neste mês de junho. Boi Pesado Exportação de bovino mantém queda no ano Em 2015, a exportação de carne bovina vem em movimento crescente, porém, bem menor diante dos resultados obtidos em 2014 Em 2015, a exportação de carne bovina vem em movimento crescente, porém, bem menor diante dos resultados obtidos em 2014. A redução nos embarques para Rússia e Venezuela pressiona e analistas já enxergam cada vez mais distante a meta de US$ 8 bilhões, traçada pelo setor, para fechamento do ano. Dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) divulgados ontem (15) indicam retrações de 24% e 14%, para faturamento e volume dos embarques de maio, respectivamente, contra o mesmo mês de 2014. Em maio, o País gerou receita de US$ 467,8 milhões com o envio de 113,9 mil toneladas de carne. Se considerada a variação mensal, o faturamento do mês passado foi 2% maior que o de abril, tal como o volume, que subiu 2,54% no período avaliado. Entretanto, no acumulado do ano, o setor se manteve no vermelho ao registrar queda de 18% ante 2014, pela receita de US$ 2,2 bilhões ao ter exportado 543,7 mil toneladas, uma redução de 14% em volume embarcado. "Rússia e Venezuela reduziram de 30% a 40% nas importações deste ano. São países importantes e dependentes do desempenho de preços do petróleo. Enquanto o poder de compras deles não for restabelecido, isso deve afetar as exportações brasileiras [de carne bovina]", avalia o analista de mercado da Scot Consultoria, Alex Lopes. No ano passado, o País faturou US$ 7,2 bilhões com envio de carne bovina ao exterior, crescimento de 7,7% em relação a 2013. Desde a divulgação destes números, a meta estipulada pela Abiec era atingir os US$ 8 bilhões em 2015, ou seja, uma expectativa de avanço de 9,8%. Questionado sobre a viabilidade deste objetivo, o especialista acredita que para "tapar o buraco" deixado por Rússia e Venezuela será necessário a entrada de um país que faça compras muito expressivas, para que seja possível recuperar o que foi perdido até agora e ultrapassar 2014. Negociações Neste contexto, o desempenho do setor no ano está nas mãos das negociações em andamento. "Já registramos um leve aumento agora em maio nas exportações [na variação mensal]. Nossa perspectiva continua positiva para o segundo semestre, quando teremos definitivamente a volta dos embarques para outros países, como Arábia Saudita", afirma o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, por meio de nota. A entidade destaca que, em maio, foi assinado o protocolo sanitário entre Brasil e China, que permitirá o retorno dos embarques de carne bovina brasileira para aquele país já neste mês de junho. Segundo analistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), oito frigoríficos já estão aptos a exportar aos chineses, "apesar da oferta de animais ainda ser considerada baixa", ressaltam no último alerta de mercado divulgado pelo instituto. "Da última vez que exportamos para o mercado chinês a participação era pequena. Existe uma triangulação comercial com a carne que vai para Hong Kong e que pode passar a ir direto para a China. Daí a sustentar as exportações brasileiras, acho difícil", enfatiza Lopes, da Scot Consultoria. De acordo com analistas, o Brasil embarcava algo entre 1% e 2% aos chineses antes da declaração do embargo. Com a reabertura da Arábia Saudita, a expectativa da Abiec é atingir também mercados do Oriente Médio como Bahrein, Catar e Kuwait. Conforme publicado no DCI, no início do ano grande parte das apostas estavam nas negociações com os Estados Unidos para assim acessar compradores com os mesmos padrões de sanidade, como México e Canadá. Por detrás de todos estes fatores, os preços do Indicador Esalq/BM&FBovespa, que chegaram a bater R$ 150 por arroba em abril, fechou a R$ 147,7 ontem, com avanço inferior a 1% no comparativo mensal e deve seguir neste patamar. Assessoria Agropecuária Angus dá show em primeiro dia de apresentação em Milão Foi com maestria e muito bom humor que o chef italiano Fabrizio Nonis conduziu o fogão no primeiro dia do Cooking Show Angus, evento realizado na tarde desta quintafeira (18/6), durante a programação da Expo Milão, em Milão, na Itália Foi com maestria e muito bom humor que o chef italiano Fabrizio Nonis conduziu o fogão no primeiro dia do Cooking Show Angus, evento realizado na tarde desta quintafeira (18/6), durante a programação da Expo Milão, em Milão, na Itália. Promovido em parceria com a Apex Brasil e a Abiec como parte do Projeto Brazilian Beef, o evento tem como objetivo fomentar as exportações de carne do Brasil para a União Europeia. As apresentações seguem nesta sextafeira (19/6) e sábado (20/6) sempre às 16h (horário de Milão). A meta da Associação Brasileira de Angus é abrir mercado para os cortes brasileiros da raça, atingindo a marca de 4 mil toneladas/ano dentro dos próximos cinco anos. Na demonstração desta quintafeira, o chef, e também apresentador do Programa Sconfinando TV, preparou Picanha à Pizzaiola com pimenta brasileira com ajuda do chef Francesco Montano. O aroma do prato tomou conta do auditório do Pavilhão do Brasil na Expo Milão e despertou o interesse dos italianos. Cerca de 150 pessoas conferiram a execução da receita e degustaram o menu elaborado com os sabores do Brasil, mas com a alma italiana. A mistura agradou tanto, que não faltaram perguntas dos visitantes tanto sobre os segredos culinários dos chefs quanto sobre as peculiaridades e diferenças da criação de bovinos de corte no Brasil. “As pessoas queriam saber como é a produção de carne de alta qualidade no Brasil, obtida por meio da criação de animais de alto desempenho e genética para produção de carne de qualidade”, pontuou o gerente do Programa Carne Angus, Fábio Medeiros, que está em Milão coordenando os trabalhos. Medeiros ainda destacou que o formato da criação de Angus no Brasil está muito alinhado aos conceitos de sustentabilidade e diversidade propagados pela exposição. "Queremos que nossa carne participe da culinária italiana tradicional e dos momentos felizes das famílias" destaca Medeiros, lembrando que, na Itália, a culinária possui uma conotação especial de devoção do cozinheiro à família. A agenda do Cooking Show Angus segue nesta sextafeira com a produção de Alcatra à Saltimboca Alla Romana (prato da região central da Itália) e , no sábado, com o Roast beaf à milanesa (prato do Norte da itália). Angus News Alcatra Angus à Saltimboca conquista os italianos O segundo dia do Cooking Show Angus na Expo Milão teve arquibancada lotada e muita empolgação na apresentação da receita de Alcatra à Saltimboca e feijoada O segundo dia do Cooking Show Angus na Expo Milão teve arquibancada lotada e muita empolgação na apresentação da receita de Alcatra à Saltimboca e feijoada. O prato típico da região central da Itália foi o escolhido pelo chef Fabrizio Nonis para demonstrar as potencialidades da carne Angus aos visitantes da Expo Milão. O sabor marcante dos cortes brasileiros foi destacado pelos comensais que degustaram o prato durante a demonstração realizada no Pavilhão do Brasil, o mais visitado da feira. Com a simpatia que o caracteriza, o chef Fabrizio Nonis respondeu perguntas e deu um verdadeiro show de culinária. “Queremos que nossa carne participe da culinária italiana tradicional e dos momentos felizes das famílias” destaca o gerente do Programa Carne Angus, Fábio Medeiros, que está em Milão coordenando a ação. As apresentações do Cooking Show seguem neste sábado (20/6), às 16h (horário de Milão) com a demonstração do Roast beaf à milanesa, prato característico do Norte da Itália. Promovido em parceria com a Apex Brasil e a Abiec como parte do Projeto Brazilian Beef, o evento tem como objetivo fomentar as exportações de carne do Brasil para a União Europeia. A meta da Associação Brasileira de Angus é abrir mercado para os cortes brasileiros da raça, atingindo a marca de 4 mil toneladas/ano dentro dos próximos cinco anos. Folha MT Agropecuária aposta em plano de exportação para ampliar negócios De olho no movimento de queda dos embarques de produtos agropecuários neste ano, a ministra Kátia Abreu declarou que o lançamento de um plano nacional das exportações está previsto para os próximos dias, visando aumento na escala e nos valores exportados Kátia Abreu participou ontem do Seminário Perspectivas para o Agribusiness, realizado pela BM&FBovespa, em São Paulo. Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na última semana mostram que, em maio, as exportações do setor atingiram US$ 8,64 bilhões, uma queda de 10,5% em relação ao mesmo período de 2014. Só o complexo soja deixou de enviar US$ 384,59 milhões ao mercado internacional no mês passado. Nas carnes, um dos setores de maior valor agregado, a diminuição foi de US$ 300,47 milhões. Saídas para a pecuária Sem revelar detalhes sobre o plano de embarques, Kátia adiantou o avanço nas negociações da pecuária de corte, um dia após a divulgação da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) que indica retrações de 24% e 14%, em faturamento e volume, respectivamente, para o segmento em maio, na variação anual. "Vamos liberar até agosto a [exportação de] carne bovina para os Estados Unidos. Também vamos liberar a carne in natura e processada para o Japão. Conseguimos liberar oito empresas com a China, vamos liberar mais nove, mas nosso objetivo não é ficar abrindo companhias do Brasil, queremos caminhar para acordos fitossanitários", afirmou a ministra. O anúncio do comércio inédito de cortes bovinos in natura aos norteamericanos deverá ser feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff a Washington no fim deste mês. Aos jornalistas, a ministra esclareceu o processo que deve ocorrer com os japoneses. "Eles pediram [como contrapartida] a abertura do nosso mercado para o gado kobe e vamos atendêlos", explicou, referindose a um boi de origem japonesa de alto valor de mercado. Outra ferramenta de comercialização em processo pelo Mapa é a liberação de frigoríficos brasileiros entre os compradores por meio de prelisting, ou seja, uma lista de unidades préautorizadas a embarcar. Após a missão para Tóquio, a ministra irá à Rússia em busca da formalização desta modalidade. A discussão acontecerá em paralelo à reunião de cúpula do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em julho. Kátia Abreu ressaltou ainda que há negociações iniciais para a criação de uma lista de frigoríficos préautorizados também com os chineses. "Ainda estamos em fase inicial de acordo sanitário e fitossanitário que já existe. Estamos muito confiantes de que até o final do ano possamos estar com o prelisting para China também assinado". Velhos gargalos Na visão do diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, a infraestrutura do País vem sendo apontada há bastante tempo como um dos principais gargalos no Brasil, principalmente para o agronegócio. "Somos mais competitivos da porteira para dentro e da porteira para fora perdemos competitividade." Para ele, o pacote de concessões anunciado pelo governo irá trazer enormes benefícios ao agronegócio se for bem realizado. Segundo a ministra Kátia Abreu, nos últimos dez anos, o custo de transporte de grãos na Argentina subiu 42%, nos Estados Unidos, 56%, e no Brasil mais de 228%. Para combater esta disparidade a ministra lembrou os principais investimentos previstos nos modais logísticos que podem beneficiar o escoamento da produção agrícola. Em destaque foi citada a ferrovia transoceânica, do Brasil ao Peru, para embarque de commodities à China. Neste empreendimento, ela afirma que os chineses são enfáticos no apoio às obras, que terão aportes brasileiros na ordem de R$ 40 bilhões. Em contrapartida, o sócio diretor da Agroconsult, André Pessôa, "desmistifica" a visão da ministra. "O plano é um conjunto de projetos requentados que já existiam. Eles vão na direção certa mas o problema é o tempo. A ferrovia NorteSul está sendo construída há 28 anos. A BR163 já passou por três presidentes diferentes e a transoceânica não passa de uma jogada dos chineses". Ainda sobre gargalos, o secretário de Agricultura de São Paulo, Arnaldo Jardim, chama a atenção para o seguro rural, para garantia de renda e previsibilidade ao setor. "A ideia é caminharmos para um plano de safra plurianual e acreditamos que isso será viabilizado." Folha MT Brasil deve abrir mercados dos EUA e Japão para carne bovina em 2015, diz ministra As aguardadas exportações de carne bovina não processada do Brasil para os Estados Unidos devem começar a ocorrer em agosto, projetou nesta terçafeira a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, que vislumbra ainda maior abertura em outros importantes mercados como Japão, Rússia e China O anúncio do comércio inédito de carne bovina "in natura" do Brasil para os EUA deverá ser feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff a Washington no fim deste mês. "Fica faltando apenas o acerto da certificação, que são os detalhes mínimos. Os técnicos americanos e do Brasil acham que em agosto já estamos com performance exportadora", disse Kátia Abreu, após participar do seminário Perspectivas para o Agribusiness 2015 e 2016, realizado pela BM&FBovespa, em São Paulo. A ministra sinalizou também a abertura do mercado japonês para carne bovina processada e in natura do Brasil. "Eles pediram (como contrapartida) a abertura do nosso mercado para o gado kobe e vamos atendêlos", afirmou Kátia Abreu, referindose a um corte especial japonês de alto valor de mercado. A ministra disse estar confiante de que esse ano já ocorra exportação de carne bovina do Brasil para o Japão, sem estimar volumes. Prelistings O Ministério da Agricultura também avalia que está avançado o processo de abertura com a Rússia de um sistema de lista de frigoríficos brasileiros préautorizados (ou "prelisting", na linguagem do comércio internacional). A assinatura da lista, que inclui abatedouros de bovinos, suínos e aves, deverá ocorrer durante a visita de uma comitiva brasileira à Rússia em julho, simultaneamente à reunião de cúpula dos Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Apesar de a Rússia ter um histórico de diversos embargos e liberações de importação de carnes do Brasil, Kátia Abreu disse estar confiante nesta abertura mais ampla do mercado. "No diaadia estamos conversando e tratando com os técnicos e não estamos encontrando dificuldades. Nós estamos na maré muito boa com relação às carnes no Brasil", afirmou a ministra. O Brasil, que tem sido nos últimos anos o maior exportador global de carne bovina, tem 28 plantas de bovinos habilitadas pela Rússia, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). A Rússia foi o segundo maior importador de carne bovina do Brasil em 2014 e o maior comprador de carne suína brasileira. A ministra Kátia Abreu afirmou ainda que há negociações iniciais para a criação de uma lista de frigoríficos préautorizados também com a China. "Ainda estamos em fase inicial de acordo sanitário e fitossanitário que já existe... Estamos muito confiantes de que até o final do ano possamos estar com o prelisting para China também assinado", afirmou a ministra a jornalistas. O Ministério da Agricultura do Brasil anunciou em maio, durante visita de uma comitiva chinesa ao país, a habilitação de oito unidades de abate de bovinos que estavam suspensas desde um embargo imposto pelo país asiático em dezembro de 2012. Notícias da Pecuária Artigo: O olho do dono na calculadora é que engorda o gado Artigo de autoria do zootecnista, especialista em julgamento das raças zebuínas, diretor técnico da Dstak Assessoria Pecuária e consultor técnico do Departamento Corte da Alta A competitividade do mercado e a demanda por produtos diferenciados torna a pecuária cada dia mais exigente na produção do gado de corte para atender o mercado consumidor. Segundo o consultor técnico de corte da Alta, Rafael Mazão, “os criadores que não se adequarem a esta condição com eficiência, automaticamente perderão espaço no mercado. Devido ao valor da terra e custos de produção, a pecuária moderna exige alta produtividade, qualidade e viabilidade econômica. A pecuária deve ser de precisão, e o sinônimo de precisão é melhoramento genético aliado à uma boa gestão de atividade”. Como dizem os mais experientes: “A boa compra faz um bom negócio”. Ou seja, ao comprar o bezerro ou novilho para recria ou engorda, o bom negócio é feito no ato da compra e irá sustentar a viabilidade com boa gestão e planejamento dos recursos para manter a atividade até a venda. “É fundamental elaborar no projeto “o time” ideal para a realização dos produtos, lucrando em todas as etapas”, afirma Mazão. Com os valores da arroba do bezerro valorizados atualmente, quem não realiza cria no rebanho o ideal é fazer uma boa compra e recriar até o abate, devido ao maior retorno sobre o capital investido. Pecuaristas que realizam somente recria estão escassos e a atividade está muito próxima da “extinção”. Com a evolução da genética e seleção de rebanhos profissionais na atividade de cria, os desmames se aproximam de oito arrobas aos oito meses de idade. Mas, o abate é antecipado desde que o manejo da curta recria e engorda sejam ideais. A genética só responde quando são oferecidas condições nutricionais, sanitárias e conforto aos animais. Portanto, a meta atual é o animal 20/20, ou seja, levar ao frigorífico o animal com 20 arrobas aos 20 meses de idade. Os maiores indicadores do valor da arroba do gado de corte são: o dólar e as exportações. “Infelizmente a valorização não é proporcional, mas reflete na pecuária sempre que existe um cenário favorável ao aumento do dólar e aquecimento das exportações de carne. De fato, a lei da oferta e a demanda interna determinam a regra do preço”, diz Rafael. O Brasil lidera o ranking de maior exportador de carne bovina do mundo desde 2008. Em 2014 exportou 1,24 milhões de toneladas de carne in natura (conservada em seu estado natural), com crescimento de 5% em relação ao ano de 2013, segundo dados da ABIEC – Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Carne – 2014. “No cenário atual do agronegócio quem comanda é o pecuarista, por mais que a cadeia frigorífica tente intervir, ‘quem dá as cartas’ é o produtor rural”, acrescenta. A oferta do boi gordo está escassa e a demanda por alimento é cada vez mais notória, seja no Brasil ou em países estrangeiros em estado de emergência, como a Índia e a China. O rebanho bovino brasileiro possui 193 milhões de cabeças com genética 80% zebuína. De acordo com dados da ANUALPEC (2013) – Anuário da Pecuária Brasileira, a produção anual é de 53 milhões de bezerros. “Produzir não é a nossa maior dificuldade, mas, sim, fazêla de forma eficiência e viável”, diz Rafael. Embora os custos de produção tenham aumentado, a comercialização do boi gordo e do bezerro está mais oportuna em comparação aos anos anteriores. No entanto, a boa gestão é inevitável para os melhores rendimentos da atividade. Além disso, a ociosidade da terra (baixa capacidade de suporte e/ou pastagens degradadas) é o fator que agrega o custo ao produto final. A terra representa o maior valor investido na pecuária (R$/ha/ano real por hectares ao ano) e quando não explorada corretamente tornase uma vilã para a viabilidade, devido ao grande capital ativo imobilizado com baixo retorno dentro da atividade. A “fórmula” ideal para o sucesso na pecuária de corte é a junção da boa compra de um produto de qualidade, com manejo eficiente, gestão do controle dos custos e planejamento de venda. Considerando a média dos valores estabelecidos para bezerro e boi gordo na região central do Brasil anunciados em junho de 2015, a aquisição de um bezerro pesando 7,5 arrobas aos oito meses de idade, com custo da arroba de R$200,00 ou US$64,5 em relação ao câmbio de R$3,10, este bezerro custaria R$1.500,00. A venda do boi gordo com 20 arrobas, ideal aos vinte meses (ciclo curto), o preço estipulado é de R$2.800,00 ou US$903,20 por cabeça, considerando o valor de R$140,00 por arroba, referência do mesmo período e câmbio da compra do bezerro. A previsão é uma relação de troca de 1,86 bezerros para cada boi gordo vendido. “Atualmente esta relação de troca está em baixa, principalmente, em comparação ao mercado dos últimos cinco anos. O bezerro não era tão valorizado como hoje.Portanto, a eficiência da compra e a gestão da recria e engorda serão responsáveis pela diferença no rendimento líquido ao final da atividade, quando o boi estiver no gancho para venda”, conclui Mazão. Autor: Rafael Mazão Zootecnista, especialista em julgamento das raças zebuínas, diretor técnico da Dstak Assessoria Pecuária e consultor técnico do Departamento Corte da Alta. Rural Campo Santa Catarina e o mercado mundial de carnes Apesar das dificuldades que marcam o cenário econômico de 2015, o setor primário da economia terá um ano relativamente bom para as cadeias produtivas de suínos, aves e leite Apesar das dificuldades que marcam o cenário econômico de 2015, o setor primário da economia terá um ano relativamente bom para as cadeias produtivas de suínos, aves e leite. O segmento de carnes viverá um bom ano com crescentes exportações de carnes bovina, suína e de aves. A eclosão de epizootias e em alguns países continuará favorecendo o Brasil, que aproveitará os resultados da conjugação de vários fatores: qualidade reconhecida, preço competitivo potencializado pelo câmbio favorável, capacidade de produção e relativa escassez de carne no mercado mundial. Para analisarmos a situação mercadológica da proteína animal na próxima década é necessário estudarmos a posição do segmento brasileiro de produção de carne suína. Em 2014, o conjunto do agronegócio verdeamerelo – incluindo carnes, grãos, leite etc – exportou para 75 países e obteve divisas da ordem de US$ 96,75 bilhões de dólares. A suinocultura contribuiu com 1,7%, o que correspondeu a US$ 1,6 bilhão de dólares e meio milhão de toneladas. Esses números são a expressão mais altissonante de nossa cadeia produtiva e comprova que temos uma das mais avançadas indústrias suinícolas do mundo. Esse status resulta da associação de seis fatores essenciais: recursos naturais, disponibilidade de grãos, sistema de produção integrada indústria/criador, privilegiado e reconhecido status sanitário, flexibilidade e variedade de marcados e permanente investimento em tecnologia. Os produtores e as indústrias atingiram um saudável ponto de equilíbrio, resultado da aprendizagem – depois de décadas de erros – sobre os efeitos perversos da gangorra (picos de alta e de baixa produção na proporção inversa de altos e baixos ganhos). O regime de oferta e demanda no Brasil reflete muito bem o cenário de equilíbrio. A produção em 2015 crescerá 1,5%, atingindo 3,524 milhões de toneladas. Consumo per capita permanecerá em pouco mais de 14 kg por habitante/ano. As exportações devem crescer 5%, passando de 495 mil toneladas para 520 mil toneladas. Os Estados com maior participação no esforço exportacionista são Santa Catarina com 37%, Rio Grande do Sul 30,3%, Goiás 9,6%, Paraná 9,3%, Minas Gerais 8,5%, depois, Mato Grosso do Sul 3,4%, São Paulo 1% e Mato Grosso com 0,9%. Os principais destinos são Rússia (186 mil toneladas), Hong Kong (110 mil toneladas), Angola (52 mil tonelada), Singapura (32 mil toneladas) e Uruguai (20 mil toneladas). Os outros mercados compram 81 mil toneladas. A produção total das quatro principais proteínas animais do Brasil aproximase das 30 milhões de toneladas ao ano. De acordo com as projeções da ABPA e da ABIEC, em 2015 serão produzidas 13,3 milhões de toneladas de carne de frango (crescimento de 4,31% em relação ao ano anterior), 10,26 milhões de toneladas de carne bovina (+0,29%), 3,52 milhões de carne suína (+1,44%) e 2,28 milhões de toneladas de carne de peixe (+2.70%). As perspectivas e tendências para o consumo mundial de proteínas são alvissareiras. Não há mais dúvidas de que os países em desenvolvimento irão catapultar a demanda futura por carne. África e Ásia concentrarão cerca de 90% do crescimento demográfico até 2020 Em face desse quadro, a FAO e a OCDE projetam vigoroso crescimento no consumo mundial de alimentos para o horizonte de 2022: a demanda por carne suína crescerá 13%, de carne de aves 19% e de carne bovina 14%, de cereais 15%, de oleaginosas 20% e de lácteos 20%. Observatório ABC Observatório faz sugestões para revisão do Plano ABC Documento foi entregue em mãos a ministros, que prometeram empenho no tema Em um esforço concentrado, o Observatório ABC entregou às principais autoridades do país responsáveis pela gestão do Plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e também da política climática brasileira, um documento com propostas para a revisão do Plano, que pela legislação deve acontecer neste ano. As propostas foram apresentadas, entre os dias 16 e 17 de junho, aos ministros Kátia Abreu (Agricultura), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos da Presidência) e Eduardo Braga (Minas e Energia), e à secretária executiva do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, Emilia Ribeiro Curi, pelo exministro da Agricultura Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios (GVAgro), da Fundação Getúlio Vargas, instituição que coordena o Observatório ABC. Ao entregar o documento, em reuniões realizadas em São Paulo e Brasília, Rodrigues afirmou que “o Plano ABC é uma das coisas mais extraordinárias da história do agro brasileiro. Não é apenas um programa de produção, mas confere competitividade à nossa agropecuária e tem uma contribuição importante a dar para a redução das emissões de carbono e do efeito estufa”. Mas fez um apelo especial para seja feito o monitoramento dos resultados em termos de redução de emissões conseguidos pelo Programa ABC, linha de crédito voltada a financiar as tecnologias apoiadas pelo plano. “Sem o monitoramento não temos como mostrar que está dando certo e, com isso, comprometer a credibilidade do programa, que tem o potencial de ser um grande trunfo brasileiro na COP21, em Paris”, reforçou a cada uma das autoridades. Segundo o coordenador do GVAgro, o Programa ABC sozinho pode cumprir as metas voluntárias brasileiras de redução de emissões até 2020, na área da agricultura, assumidas pelo país na Conferência das Partes da Convenção do Clima de 2009, em Copenhague (COP15). Falta, no entanto, o monitoramento dos resultados, que já está previsto no ABC, mas deve ser reforçado em sua revisão. Todos os ministros se comprometeram em analisar cuidadosamente as sugestões contidas no documento do Observatório e a dar andamento interno a ele. Parte da Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC), o Plano ABC envolve todos os 17 ministérios responsáveis pela PNMC, mas é de responsabilidade direta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que devem proceder à sua revisão. Elaboração das propostas O Plano ABC foi oficialmente criado em 9 de outubro de 2013, por meio da Portaria Interministerial no 984, e, conforme previsto no Decreto no 7.390/2010, os planos setoriais da PNMC devem ser revisados em períodos regulares não superiores a dois anos, para manteremse alinhados com as demandas da sociedade. Foi nesse sentido que o Observatório ABC preparou um documento com Propostas para Revisão do Plano ABC, submetidas à consulta pública, por meio eletrônico e reuniões presenciais em Belém, Cuiabá e Brasília, e recebeu contribuições de instituições envolvidas com a agenda da agricultura sustentável brasileira. “O ABC é um selo de qualidade do agro brasileiro, tanto por seu modelo de sustentabilidade em si, quanto do ponto de vista comercial e como bandeira para a COP21. Por isso insistimos sobre a necessidade de revisão do documento, dada a necessidade legal”, diz Rodrigues. O resultado plural do documento pode ser atestado pela adesão de 21 organizações à iniciativa: Associação Brasileira do Agronegócio (Abag); Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec); Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq); Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), Agroícone; Amigos da Terra – Amazônia Brasileira; Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta); Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Federação Brasileira de Plantio Direto e Integração; Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp); Instituto Centro de Vida (ICV); Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS); Imaflora, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (ISA); Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato); Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); Sociedade Rural Brasileira (SRB); The Nature Conservancy (TNC); União da Indústria de Canadeaçúcar (Única); e WWFBrasil. Conforme o coordenador do GVAgro, “vamos agora manter um acompanhamento nas ações das autoridades quanto a esses desdobramentos. Enquanto Observatório, vamos também promover outras reuniões e encontros com governo e setor privado, com vistas ao aprimoramento do processo. Esperamos que a revisão seja feita antes da COP21, principalmente em relação ao monitoramento, pois o Brasil precisa mostrar dados”, finalizou. Em Brasília, Rodrigues também entregou o documento ao senador Ronaldo Caiado (DEM/GO), representante do setor do agronegócio, que informou que fará um pronunciamento sobre o documento no Senado, e ao deputado federal Marcos Montes (PSD/MG), que convidou Roberto Rodrigues para apresentar e debater o tema em reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária, presidida por ele. Tribuna do Vale Brasil mira fim da vacinação contra aftosa até 2025 Vinte e seis estados e o DF devem receber o status de livres da doença com vacinação ainda este ano Nos próximos anos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promete uma série de ações para que o Brasil avance no combate a febre aftosa. De acordo com a ministra da pasta, Kátia Abreu, os 26 estados mais o Distrito Federal deverão ser reconhecidos como áreas livre com vacinação ainda este ano. O anúncio foi feito durante a abertura do Seminário Perspectivas para o Agribusiness 2015/16, promovido pela BM&F Bovespa, em São Paulo. Atualmente, Amazonas, Roraima e Amapá não possuem reconhecimento pleno como áreas livres da doença com vacinação. Posteriormente a obtenção deste status pelo trio, o país deverá ingressar com o pedido, possivelmente no próximo ano, junto a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Após o cumprimento desta etapa, o Mapa trabalha com a possibilidade de o Brasil ser reconhecimento como área livre de aftosa sem vacinação até 2025. Esse status permitiria a abertura de novos mercados para carne nacional, ampliando as exportações. Atualmente, apenas Santa Catarina é considerada como livre de aftosa sem vacinação pela OIE. “O Brasil está cercado por países e zonas livres com vacinação. Todos estão avançando e o país precisa acompanhar. Apoio totalmente a ministra e espero que seja ainda antes do prazo estipulado”, afirma o Norberto Ortigara, secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná. Entre as ações previstas pelo Mapa está o acordo de cooperação internacional com a Venezuela para diminuir o risco de entrada do vírus no Brasil pela fronteira. Com a permissão do governo local, o Mapa irá ajudar a construir um sistema de defesa agropecuária. A ministra garantiu que não faltará recurso para outras ações de defesa agropecuária. Paraná No início do ano, o governo do Paraná anunciou a intenção de que a campanha de vacinação contra a febre aftosa, encerrada no final de maio, seja a última no estado. Para obter o reconhecimento da OIE, a Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab) promete reformar e reconstruir 23 postos de fiscalização nas divisas com São Paulo e Mato Grosso do Sul e o Paraguai. Além disso, no início do mês, o governador Beto Richa assinou a contratação de 169 servidores pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), considerado fundamental para as pretensões do Paraná. “Já entramos com o pedido de análise junto ao Ministério. Isso é muito importante para a atividade bovina mas também para as proteínas de uma forma geral”, destaca Ortigara. Apesar do planejamento da Seab, o fim da vacinação não é um consenso no estado. As entidades ligadas à sanidade animal são contundentes em afirmar que não são contra a medida, mas avaliam que a discussão precisa se alongar. E, talvez, o momento não seja o adequado. A divergência chegou a forçar a marcação de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para discutir o tema, com a presença de entidades como Mapa, Abiec, Adapar, Sindan, CNA, Coresa, Seab, CRMV e Fundepec. Boi Pesado Eficiência alimentar: um dos pilares da rentabilidade da pecuária nacional O Brasil detém o maior rebanho bovino comercial do mundo, estimado em 210 milhões de cabeças O Brasil detém o maior rebanho bovino comercial do mundo, estimado em 210 milhões de cabeças. De acordo com Abiec – Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne – há 169 milhões de hectares de pasto, com uma média de 1,24 cabeças de gado por hectare. A alimentação é fundamental na definição da rentabilidade na criação do gado de corte. Portanto, é importante que o pecuarista entenda os conceitos primordiais de nutrição animal e as características nutricionais dos principais alimentos. Para prescrever uma alimentação a um rebanho, o técnico precisa se atentar a alguns fatores de extrema relevância: as reais necessidades nutricionais de cada tipo de animal a ser atendido para a manutenção do peso; a velocidade que cada fase da criação irá exigir para o ganho de peso; condição econômica que o pecuarista terá para acelerar este ganho de peso; e a disponibilidade de alimentos que possam garantir nutrição aos animais, visando à produção. Se o pecuarista desconsiderar o investimento na aquisição dos bovinos, a alimentação pode representar até 70% dos custos de produção. Por isto, técnicos se desdobram para formular dietas que possibilitem maior eficiência biológica dos animais. Pela primeira vez no Brasil, uma equipe de pesquisadores do Instituto de Zootecnia (ligado à Agência Paulista de Tecnologias do Agronegócio IZ/APTA), em parceria com a fazenda Senepol 3G, em Barretos (SP), resolveu avaliar o Consumo Alimentar Residual (CAR) de animais da raça Senepol. Para entender melhor, o consumo alimentar residual (CAR) é uma medida de eficiência que mensura as variações nos requerimentos de mantença, independentemente do ganho ou do peso. Animais com baixo CAR apresentam consumo observado menor que o predito, sendo mais eficientes. O inverso ocorre com animais de alto CAR, ou seja, apresentam maior consumo observado do que o predito para o mesmo desempenho produtivo. Em media, os animais mais eficientes consomem aproximadamente 26% menos alimento, sem afetar as características de carcaça e desempenho. Um grupo formado por 40 machos com idades entre 10 e 12 meses foi submetido a duas fases de testes: a primeira, que incluía também 30 fêmeas contemporâneas, durou 63 dias e foi realizada entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2015. A segunda etapa teve início logo após o término do primeiro teste, realizada em fevereiro e foi finalizada em meados de maio de 2015, com mais de 113 dias de avaliação. A dieta de crescimento, formulada para um ganho médio diário de 0,9 kg por dia, era composta por 60% de silagem de milho e 40% do concentrado Supripasto 20 RM, da marca Guabi. Todos os animais se submeteram a mesma alimentação durante todo período de teste, com ajustes semanais após análises de matéria, para maior precisão nos níveis de garantia da dieta. Além da eficiência alimentar, foram realizadas outras análises como: avaliações de carcaça por ultrassonografia, características morfológicas, de fertilidade e de precocidade. Com os testes encerrados no IZ, as fêmeas e os machos tiveram um ganho médio diário de 1,09 e 1,30 kg/dia respectivamente, resultado maior que o esperado de acordo com a formulação da dieta, confirmando que a raça Senepol tem um grande potencial para o ganho de peso corporal. Os machos consumiram em média 9,02 kg de matéria seca para ganhar um quilo de peso corporal. A Guabi constantemente tem investido para oferecer tecnologia e uma pecuária eficiente aos criadores em todo o Brasil. Com o objetivo de capacitar sua equipe para oferecer o melhor em eficiência alimentar, a Guabi – em torno de 20 profissionais participou do 50° Treinamento no APTA de Colina (SP), ocorrido em fevereiro. “A pecuária moderna exige que o pecuarista invista em tecnologia que resulte em aumento de produtividade. Implantar os recursos disponíveis demanda conhecimento. Para que o pecuarista tenha melhor atendimento, a equipe da Guabi participou deste treinamento, onde profissionais da Philbro e da Apta abordaram conteúdos técnicos e práticos de extrema importância: manejo das pastagens, recria e terminação intensivas e benefícios dos aditivos melhoradores de desempenho. Iniciativas como estas fortalecem a pecuária nacional”, ressalta o gerente de Produto para Ruminantes, José Leonardo Ribeiro. Na realização do teste, foi utilizado o Suprimento 20 RM. Formulado com 20% de proteína bruta, vitaminas e minerais, é enriquecido com monensina sódica, aditivo que incrementa a eficiência alimentar e o ganho de peso do animal gerando mais energia disponível e a melhora no desempenho de bovinos. “Este produto é muito utilizado para receptoras e tourinhos preparados para leilões, normalmente manejados em regime de semiconfinamento. É importante ressaltar que o sucesso da suplementação depende de uma boa oferta de forragem, preferencialmente, com bom valor nutricional”, afirma o gerente. Beef World Marfrig apresenta novos cortes do dianteiro Os cortes foram apresentados durante a feira APAS 2015 Beef World Plena, uma aposta no foodservice Empresa mineira abre nova unidade, faz lançamento de produtos, avança na alimentação fora de casa e quer aumentar exportações Valor Econômico BRF fortalece operações na Argentina A partir de uma "injeção" de US$ 30 milhões, companhia quer ampliar produção e exportação no país Aveworld Cade aprova compra da Anhambi pela Seara, doJBS A aquisição, aprovada sem restrições pelo Cade, resulta na entrada do grupo J&F, controlador da JBS, na atividade de abate de frangos em Mato Grosso O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou na segundafeira (15) a aquisição pela Seara Alimentos, do grupo JBS, do frigorífico de abate e produção de carne de frango Anhambi Alimentos Norte, localizado em Mato Grosso, segundo aval publicado no Diário Oficial da União na terçafeira. A aquisição, aprovada sem restrições pelo Cade, resulta na entrada do grupo J&F, controlador da JBS, na atividade de abate de frangos em Mato Grosso. O Cade concluiu, em documento que aprova a aquisição, que o acréscimo de participação do grupo J&F resultante da operação no mercado de produção e comercialização de carne de frango in natura é bastante reduzido – inferior a 10% –, de forma que a operação tem efeitos limitados no mercado de alimentos processados que utiliza a carne de frango como insumo. “A operação não apresenta indícios de prejuízos ao ambiente concorrencial”, informou o Cade. A Anhambi atua nas atividades de abate de frango, produção de ração para frango de corte para uso cativo e comercialização de carne de frango in natura. O valor da transação não foi informado nos documentos públicos arquivados no Cade e a JBS não quis se pronunciar sobre o tema. Mídia News Egito passa ser maior comprador da carne de MT Os embarques de carne em maio indicaram mudanças no destino da carne de Mato Grosso No levantamento divulgado, o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea) apontou que em relação a abril, “o Egito, que aumentou em 165% suas importações, passou a ser o maior comprador com 5,78 mil TEC, seguido pelo Irã, com 3,38 mil”. De acordo com a entidade, “apesar do grande crescimento no volume importado desses países, houve queda no volume total. Grandes compradores, como Rússia e Venezuela, diminuíram suas importações em 46,3% e 49,5%, respectivamente. Considerando os dados da Secex, a exportação de carne bovina matogrossense em maio recuou tanto na comparação com abril/15, quanto com maio/14”. Conforme o Instituto, “o volume enviado ao exterior somou 23,4 mil TEC, sendo 11,6% menor que o do mês anterior e 5,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Por outro lado, com as negociações avançadas para abertura de mais mercados à carne brasileira, a expectativa é de que o setor volte a ter bons resultados em 2015”. Globo Rural Mercado do boi gordo pressionado em Rondônia O mercado sofre forte pressão pela indústria frigorífica em boa parte do país Na última semana, o mercado do boi gordo sofreu forte pressão pela indústria frigorífica em Rondônia. Esse cenário é comum em todo o país. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a arroba do animal terminado teve queda de 4,4%, ou R$6,00/@, em sete dias. Os negócios giram em torno de R$131,00/@. Para as fêmeas também houve desvalorização no período. Passou de R$127,00/@, a prazo, para os atuais R$122,00/@, nas mesmas condições. A venda de carne não evolui. A situação econômica do país segue ruim, porém, a oferta de boiadas não melhora, o que cria um ambiente ruim para a indústria, que força o mercado para baixo. Contudo, nos patamares menores de preços os negócios travam. A pressão imposta não condiz com a oferta. As escalas dos frigoríficos estão, em média, em seis dias úteis. As programações mais avançadas foram adquiridas anteriormente, com preços acima da referência. O diferencial de base em relação a Barretos (SP) está em 11,5%. Canal Rural Pecuaristas resistem a entregar boiadas abaixo da referência Com a dificuldade na aquisição de animais,. em algumas praças, as ofertas voltaram a subir Como as programações das indústrias, em média, não estão muito longas, os pecuaristas resistem em entregar as boiadas a preços abaixo da referência. Em algumas praças, onde há maior dificuldade na aquisição de animais, as ofertas de compra voltaram a subir. Em São Paulo, as cotações estão estáveis para o boi gordo e vaca gorda, em R$147,00/arroba e R$137,00/@, à vista, respectivamente nesta quinta, dia 18. As escalas atendem, em média, três dias. Na mesma praça, é comum a oferta de preços até R$4,00/@ menores que a referência, porém, sem negociações em volumes consideráveis. A capacidade de suporte das pastagens ainda possibilita retenção por parte dos produtores. No mercado atacadista, houve alta nos preços. As carcaças de animais inteiros estão cotadas em R$9,00/kg, alta de 2,3% frente ao início do mês. Canal Rural Plano de exportações deve fortalecer acordos comerciais do Brasil O plano não deve trazer prejuízos do que é previsto no âmbito do Mercosul O Plano Nacional de Exportações (PNE), que será anunciado em breve pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, deverá fortalecer acordos comerciais do Brasil com outros países, sem prejuízo do que é previsto no âmbito do Mercosul. A informação foi divulgada na quinta, dia 18, pelo secretário de Comércio e Serviços do do ministério, Marcelo Maia. “Os pilares [do PNE], no aspecto macro, são a simplificação nas transações, retomada de negociações bilaterais com uma série de países e o fortalecimento de mercados alvos, no sentido de segmentos econômicos com os quais a gente quer focar o setor de exportações de serviços”, disse Maia, durante o lançamento da edição 2015 do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), previsto para os dias 19 e 20 de agosto, no Rio. O secretário ressaltou que serão intensificadas as relações comerciais com uma série de países. “Já iniciamos esse trabalho. A primeira visita que o ministro [Armando Monteiro Neto] fez para o exterior, logo depois de tomar posse, foi para os Estados Unidos. Estamos retomando as relações com os Estados Unidos. A gente teve uma visita importante agora, no México, onde incrementamos uma pauta bastante importante de acordos comerciais. E estivemos no Chile na semana passada.” Maia ressaltou, porém, que essas ações bilaterais não significam que haverá enfraquecimento econômico do Mercosul. “Continua o Mercosul da mesma forma, e agora a gente está retomando algumas relações que entendemos serem importantes para nossa pauta de exportações. É uma nova diretriz. Obviamente, os acordos do bloco continuam mantidos. Mas nós vamos procurar dinamizar essas demais relações. Não são extra Mercosul, porque estão dentro do escopo do acordo. Continuamos com o Mercosul, só procurando ampliar essa pauta de relações.” O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, comemorou a decisão do país de estreitar relações comerciais com mercados de forte potencial comprador, como os Estados Unidos. Ele disse que o setor exportador aguarda com expectativa positiva o lançamento do PNE. “A expectativa é boa. Temos esperanças de que esse plano possa ser, no futuro, um embrião de uma política de comércio exterior. Ele tem uma coisa muito importante. De uns anos para cá, a palavra Estados Unidos era proibida. Nunca entrou em nenhum plano. Nesse, agora, os Estados Unidos são a estrela. E basicamente o foco são eles. O Brasil agora passou a focar os Estados Unidos. Não abandonou a África e América do Sul, que eram os dois mercados prioritários, mas passa a dar foco ao maior mercado importador do mundo”, destacou o presidente da AEB. Globo Rural Em 16 anos, desmatamento da Amazônia Legal foi quase o tamanho de SP Foram mais de 248 mil quilômetros quadrados desmatados de 1997 a 2013 O desmatamento da Amazônia Legal, no período de 1997 a 2013, chegou a 248 mil quilômetros quadrados, quase o tamanho do Estado de São Paulo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são da pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), divulgada nesta sextafeira (19/6). A pesquisa também mostra que o desmatamento entre 2005 e 2013 foi 89.158 quilômetros quadrados, extensão que pode ser comparada a uma área do tamanho do Espírito Santo com o Rio de Janeiro. O número é menor que o de 1997 a 2004, quando foi somada uma área de 159.078 quilômetros quadrados. Nesse caso, o total desmatado da Amazônia Legal superou o estado do Amapá. De qualquer forma, o resultado da pesquisa mostra uma queda de 79,1% no desmatamento da região quando comparado o período entre 2004 e 2013. Segundo o IDS, pelo menos 15% da Amazônia Legal já foi desmatada. Sobre os demais biomas brasileiros, segundo a pesquisa, a Mata Atlântica já teve 85,5% da área desmatada. Nos Pampas, 54,2% da área original foi desflorestada, enquanto quase metade da mata nativa do Cerrado – 49,1% – não existe mais. A Caatinga teve, no período, uma área desmatada de 46,6%. Já a região do Pantanal foi o bioma menos atingido pelo desmatamento (15,4%). Em 2004, 27,8 mil quilômetros quadrados foram desflorestados na região, o equivalente ao estado de Alagoas. Já em 2013, a área desmatada caiu para 5,8 mil quilômetros quadrados, comparável ao território do Distrito Federal. O menor percentual da série histórica, no entanto, foi registrado em 2012, com 4,6 mil quilômetros quadrados. Canal Rural CAR será destaque no Plano Safra da Agricultura Familiar Montante deve ter aumento de 20% em relação à safra passada, chegando a R$ 28,9 bilhões Com anúncio marcado para às 11h desta segunda, dia 22, o Plano Safra da Agricultura Familiar deve apoiar a elaboração do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a produção agroecológica, com recursos de R$ 28,9 bilhões para 2015/2016, informaram fontes do Planalto. O CAR deve entrar como um dos enfoques do governo devido à sua baixa adesão: apenas 53,56% das propriedades rurais brasileiras estão registradas, de acordo com o Sistema Florestal Brasileiro (SFB) que contabilizou dados até o dia 31 de maio. Faltam cerca de 184,6 milhões de hectares a serem registrados neste que é o primeiro passo para a implementação do Código Florestal. A região Sul é a que tem menos registros, com apenas 17,54% das propriedades. O Norte possui o maior porcentual de de área cadastrada (75,32%), sendo que Acre, Amazonas, Roraima e Distrito Federal já completaram o processo. Cerca de 230 mil famílias serão contempladas pelo novo plano, cujas taxas de juros devem permanecer abaixo da inflação Na última sexta, dia 19, em inauguração do complexo acrílico da Basf, em Camaçari, na Bahia, a presidente Dilma Rousseff adiantou que os recursos seriam 20% maiores que o da última safra. No evento, ela não mencionou previsão sobre as taxas de juros, que na safra passada foram de 0,5% a 2%. Hoje, fontes confirmaram ao Canal Rural o valor de R$ 28,9 bi. A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) considerou o volume de recursos uma vitória, mas já alerta que uma alta nos juros comprometeria o investimento na produção e colaboraria para o aumento da inadimplência. Analistas acreditam que há tendência de reajustes em relação à safra passada. Agricultura empresarial No dia 2 de junho, o governo anunciou R$ 187,7 bilhões de recursos para o Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, volume também 20% superior ao do período anterior. O custeio ficou com R$ 94,5 bilhões com juros controlados. Para o investimento, estão disponíveis R$ 33,3 bilhões. As taxas de juros para a agricultura empresarial são de 8,75% e os recursos do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terão juros de 7,75%, taxas que preocupam setores do agronegócio. Um estudo da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) apontou que o aumento dos juros controlados para custeio pode obrigar os produtores a desembolsarem mais R$ 1,8 bilhão nas operações de crédito, na comparação com o período anterior, desconsiderando o uso de recursos com taxas livres de mercado. Canal Rural Preço do frango sobre até 20% em uma semana Exportações de carne de frango estão em alta no correr de junho Pork World CARNE SUINA: Alojamento de matrizes e animais continua estável no RS O alojamento de matrizes e animais para abate continua estável, segundo as empresas que atuam com suínos nas diversas regiões produtoras no Rio Grande do Sul Feed&Food Secretaria de Agricultura de São Paulo apresenta plano de prevenção da influenza Aviária Dentre as ações está um comitê de combate à gripe, além do controle de fluxo de pessoas vindas dos EUA e aves migratórias G1 Mercado externo ajuda a estimular a produção de frango no Paraná Até o mês de maio o estado exportou 550 mil toneladas da ave. Frigorífico envia cem toneladas de frango por dia para a China Globo Rural Frango tem altas de 8% a quase 12% no mercado de São Paulo De acordo com o Cepea, valorização reflete em toda a cadeia produtiva, estimulada pelas exportações e oferta menor de animais Beef World Preços agropecuários: alta de 0,52% em maio em SP O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR) registrou alta de 0,52% no mês de maio de 2015 na comparação com o mês anterior O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR) registrou alta de 0,52% no mês de maio de 2015 na comparação com o mês anterior. Os produtos que apresentaram as maiores altas foram: tomate para mesa (23,34%), laranja para mesa (17,15%), feijão (13,86%) e a canadeaçúcar (3,07%), informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola – IEA/Apta. “Devido à menor oferta do tomate de mesa, ocasionada tanto pela entressafra quanto pela baixa produtividade das lavouras de inverno, os preços do produto se mantiveram em elevação. No caso da laranja para mesa, a valorização neste mês foi decorrente da melhor qualidade da fruta para consumo in natura. Para o feijão, os baixos preços de 2014 não incentivaram o plantio da leguminosa, afetando o equilíbrio de mercado e direcionando ao alto o preço recebido pela saca” afirmam José Alberto Angelo e Danton Bini, pesquisadores do IEA. O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, destaca que os levantamentos de preços ao produtor, realizados pelo IEA, são importantes balizadores para o cálculo do valor da produção agropecuária. “A análise do comportamento dos preços ao longo do tempo, juntamente com outras informações produzidas pelo Instituto permitem que a Secretaria de Agricultura elabore políticas para apoiar o produtor. Isso é fundamental na nossa economia atual. Orientados pelo governador Geraldo Alckmin estamos cada vez mais próximos do setor produtivo e essa é uma forma de atuação da nossa Secretaria”, destacou. Já os produtos que apresentaram quedas de preços foram: batata (28,87%), banana nanica (18,31%), ovos (8,14%), milho (8,05%) e carne de frango (5,65%). O reajuste da oferta da batata no final da safra do CentroSul brasileiro adicionado à diminuição da demanda do produto são os elementos mais significativos para a queda nas cotações do tubérculo. Já os preços da banana apresentaram variações acima do retrospecto esperado para a sazonalidade do produto nessa época do ano. Em relação aos ovos, os preços maiores na quaresma e nas semanas seguintes, associados ao retorno do consumo de carnes, resultaram em retração do consumo, ocasionando, assim, queda das cotações. Últimos 12 meses No acumulado dos últimos 12 meses, o IqPR registrou variação positiva de 4,02%, puxado principalmente pelo reajuste da carne bovina que, ao apresentar valorização de 20,33% e atingir o pico de seu preço histórico em R$150,00 a arroba, contribuiu fortemente para a elevação do índice. Os produtos que tiveram preços elevados em patamares maiores que a inflação foram: feijão (52,98%), laranja para mesa (37,71%), tomate para mesa (29,74%) e carne bovina (20,33%). Os valores de algodão (6,93%), amendoim (5,94%), ATR da canadeaçúcar (2,23%) e café (0,87%) tiveram variações positivas, porém, abaixo da inflação. Os produtos que apresentaram reduções de preços no período foram: batata (47,38%), banana nanica (27,62%), laranja para indústria (17,27%), trigo (16,69%), leite cru resfriado (12,31%), ovos (12,08%), milho (10,03%), carne suína (7,03%), soja (4,88%), arroz (3,66%) e carne de frango (0,46%). Feed&Food Agronegócio do Espírito Santo exporta mais de 1 milhão de toneladas Nos cinco primeiro meses do ano, as vendas do Estado ao exterior atingiram US$ 781,9 milhões O agronegócio é a grande estrela das exportações pelo Espírito Santo. Apresenta resultados positivos e crescentes mês a mês, em contraste com o quadro geral dos embarques. Nos cinco primeiros meses deste ano, as vendas do agronegócio capixaba ao exterior atigiram US$ 781,9 milhões, valor 3% maior do que US$ 758,7 milhões em igual período do ano passado. Foram embarcadas 1,1 milhão de toneladas, superando a marca em torno de 1 milhão em 2014, de acordo com os dados da Secretaria de Estado da Agricultura. Os aumentos nos preços médios internacionais de vários produtos – não de todos, é claro –, e a valorização do dólar sem dúvida ajudaram a engordar a receita exportadora do agronegócio, apesar dos custos elevados de produção e dos gargalos portuários no Espírito Santo. Entre as maiores variações positivas de preços em 2015, comparandose os valores com os do ano passado, chamam a atenção as seguintes: goiabas frescas ou secas, 454,7%; madeira serrada, 440,8%; couros de caprinos preparados, 324,8%; carne de frango in natura, 136,5%; móveis de madeira, 79,6%; pimentadoreino, 43,2%; café verde, 41,3%; e pescados, 29,1%. Embarques. Apesar da boa performance dos produtos do agronegócio, as exportações totais a partir do Espírito Santo estão muito fracas neste ano. A receita de US$ 4,3 bilhões, até maio, é 12,8% inferior à dos mesmos meses do ano passado. O motivo maior é a redução da cotação de commodities que do Desembarques. As importações também estão em decadência por aqui. A soma de US$ 2,3 bilhões registrada de janeiro a maio deste ano é 23,9% menor do que US$ 3,1 bilhões no mesmo período do ano passado, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento. A queda nos desembarques de produtos no Espírito Santo é maior do que o recuo médio de 20,5% entre os Estados do Sudeste. As maiores retrações nas importações pelo litoral capixaba são observadas em equipamentos de transporte de uso industrial (60,5%), commodities alimentícias para indústrias (36,15%), e maquinário (34,4%). O investimento está afundando. Globo Rural Exceção, agropecuária tem saldo positivo de empregos formais em maio Café, laranja e canadeaçúcar estão entre as culturas citadas pelo Ministério do Trabalho como determinantes para o resultado A agropecuária foi exceção no resultado dos empregos formais em maio. É o que mostra o relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho. Único com saldo positivo no mês passado, o setor gerou 28,362 mil vagas, com 109,638 mil admissões e 81,276 demissões. O número é 1,83% maior que o registrado em abril deste ano. “A elevação, decorrente, em parte, da presença de fatores sazonais, foi proveniente principalmente do desempenho positivo das atividades ligadas ao Cultivo de Café (+16.820 postos), às Atividades de apoio à Agricultura (+4.478 postos), às de Cultivo de Laranja (+4.026 postos) e às de Cultivo da Canadeaçúcar (+4.000 postos)”, diz o relatório do Ministério. Na comparação com maio do ano passado, quando foram gerados 44,105 mil vagas, houve uma queda de 35,69%. Foi a primeira vez que o setor criou menos de 30 mil empregos em um mês de maio desde 1999, quando as admissões superaram as demissões em 19,360 mil. Desde então, o melhor resultado tinha sido o de maio de 2004, com diferença positiva em 86,459 mil empregos. Desde 1992, série histórica divulgada pelo Ministério do Trabalho, o melhor resultado para o mês é o de maio de 2004, com 86,859 mil vagas. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a agropecuária gerou 35,589 mil vagas formais. Foram 465,812 mil admissões e 430,223 demissões. O saldo é 2,3% maior que o do mesmo período no ano passado, mas o menor desde 2002. A marca anterior era a de 2013, com a criação de 53,595 mil vagas. Nos 12 meses encerrados em maio, o setor mais demitiu que admitiu, com saldo negativo de 39,002 mil vagas (1,094 milhão de admissões e 1,113 milhão de demissões). Resultado geral Considerando todos os setores analisados pelo Ministério do Trabalho, o Brasil teve um saldo negativo de 115,599 mil vagas formais de trabalho no mês de maio. Foram 8,265 milhões de admissões e 8,509 demissões. No acumulado do ano, a queda no emprego foi de 243,948 mil postos de trabalho e, nos últimos doze meses, ocorreu a redução de 452,835 mil. Apesar do resultado negativo, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, acredita em recuperação do nível de emprego formal no segundo semestre. “O FGTS já desembolsou R$ 20 bilhões, neste primeiro semestre, para o setor da habitação e saneamento básico. Esse recurso vai ajudar a recuperar os empregos na construção civil, que deve gerar mais de 1 milhão de novos postos ainda em 2015”, comentou, de acordo com o divulgado pela instituição. Brasil Econômico Dólar passa por ajuste e sobe mais de 1%, cotado a R$ 3,10 Preocupações com a Grécia contribuem para alta. No acumulado da semana a divisa norteamericana caiu 0,51% frente ao real O dólar fechou em alta de mais de 1 por cento ante o real nesta sextafeira, com investidores usando o quadro de preocupações com a Grécia como uma oportunidade para reajustarem suas posições após as quedas recentes. A moeda dos EUA subiu 1,42%, a R$ 3,102 na venda, após acumular baixa de 4% neste mês até a véspera. Nesta semana, o dólar caiu 0,51 por cento ante o real. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de US$ 1,3 bilhão. "O mercado voltou a comprar dólares depois que a cotação voltou a perto de R$ 3, tendo em vista que a novela na Grécia continua", disse o operador da corretora Intercam Glauber Romano. O Banco Central Europeu (BCE) expandiu seu financiamento de emergência para sustentar os bancos gregos, enquanto o fluxo de saques continuou nesta sextafeira antes de uma cúpula na semana que vem que pode definir se o país continuará na zona do euro. Investidores temem que a Grécia seja incapaz de realizar o pagamento ao Fundo Monetário Internacional (FMI) no fim deste mês, deprimindo o apetite por ativos de risco nos mercados financeiros globais. No Brasil, o movimento de alta do dólar foi corroborado por compras após as quedas recentes, que tiveram como pano de fundo expectativas de que novas altas dos juros atraiam mais recursos externos ao país. Nesta sessão, investidores nos mercados de juros futuros passaram a apostar que a Selic hoje em 13,75% ao ano subirá a 14,75% após a surpresa com o IPCA15 deste mês. "Ninguém acreditava que o dólar cairia abaixo de R$ 3. Era questão de tempo até vir uma correção", afirmou o superintendente de câmbio da corretora Tov, Reginaldo Siaca. Essas operações também foram motivadas pela redução da oferta de swaps cambiais do Banco Central, a até 5,2 mil contratos por dia, que fortaleceu a percepção de que a autoridade monetária está disposta a tolerar um dólar mais forte para incentivar a atividade econômica via exportações enquanto eleva os juros. G1 Colheita de milho chega a 155 mil hectares nesta semana em MT Segundo o Imea, nesta semana, foi colhido 4,73% da área de milho safrinha. Produtividade média da semana é de 112 sacas/hectare na região Oeste G1 Uso de agrotóxico mais que dobrou de 2000 a 2012, aponta IBGE Em 2002, o menor uso da série, comercialização era de 2,7kg por hectare. Já em 2012, número chegou a 6,9kg/ha; Glifosato, usado na soja, impactou Canal Rural Brasil responderá por 16% do aumento da oferta mundial de grãos em 10 Rio Grande do Sul deve ser responsável por 2,1% do fornecimento Canal Rural CentroOeste eleva receita com exportações de soja Em uma década, região conseguiu triplicar o faturamento com vendas ao exterior, diz Famasul Oportunidades e Eventos MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio – ESPMSul MBA em Gestão e Marketing no Agronegócio – ESPMSul Oportunidades e Eventos 12ª Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne e do Leite 11 a 13 de agosto Clique aqui para mais informações