Editorial
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não são de responsabilidade
do jornal e sim dos contratantes.
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Diretor responsável: Professor Bruno Dantralves
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ANO I, N° 1 - MAIO DE 2011 - XIQUEXIQUE, ITAGUAÇÚ, GENTIO DO OURO, BARRA (BA)
Tiragem: 1.500 exemplares
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O jornal
O objetivo do Projeto do Caderno de Jornal ESTAÇÃO DO
CONHECIMENTO é levar aos alunos do ensino médio e aos
estudantes vestibulando, seja da escola pública ou privada,
através de parceria com comerciantes regionais, um novo
conceito de formatação de conteúdo didático, que privilegiará de
uma forma mais eficiente e objetiva a aprendizagem, utilizando
uma linguagem clara e resumida dos principais assuntos
estudados no ensino médio e que são cobrados no ENEM e nos
maiores vestibulares do País.
Elaborado com linguagem “jovem” e objetiva, o Caderno
ESTAÇÃO DO CONHECIMENTO será repleto de notícias,
atualidades, ilustrações, dicas, macetes e questões comentadas
para o aluno se destacar na avaliação. Além dos assuntos citados,
serão utilizados “links” para aprofundamento, calendário de
Professor Bruno Dantralves
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entrevistas, entre outros elementos que possam fazer a diferença
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das quatro áreas do conhecimento: Linguagem, códigos e suas tecnologias; Ciências da Natureza
(química, física e biologia), Matemática e Ciências Humanas (história e geografia).
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vestibular em uma linguagem simples, resumida, ilustrada e recheada de dicas, macetes e questões
comentadas.
Leia também nesta edição:
Pagina 2 Biologia: Citologia –
Pagina 5 Dica de cursos:
Medicina e Engenharia civil
membrana e transporte celular
Pagina 5 Literatura: Humanismo
Pagina 2 Química: Estrutura atômica
Pagina 6 Gramática: Morfologia,
– modelo atômico, estados energéticos, sitaxe, fonética e semântica.
Pagina 6 Inglês: Vocabulário
átomos, moléculas e substâncias
Pagina 7 Matemática: Função
Pagina 3 Física: Estudo do movimento Pagina 7 Artigos
Pagina 4 História: Antiguidade clássica Pagina 8 Questões comentadas
(Biologia, Química e Física).
Pagina 4 Geografia: Pedologia
e-mail: [email protected]
C o m o
E s t u d a r ?
Quanto maior for o número de sentidos
utilizados na aprendizagem, tanto maior será a
facilidade de apreender os novos
conhecimentos.
1. Ler em voz alta
2. Sublinhar ou circular as partes importantes.
3. Resumir as partes assinaladas.
4. Relembrar o resumo mentalmente.
5. Fazer exercícios para ajudar na fixação do
assunto estudado e saber o que não foi
aprendido.
Medicina: É a ciência que investiga a
natureza e as causas das doenças humanas,
procurando sua cura e prevenção. A saúde
humana é o objeto de estudo do médico. Ele
pesquisa e trata disfunções e moléstias,
escolhendo os melhores procedimentos para
preveni-las e combatê-las.......Pág.: 05
Proteção antes e depois da infecção: Em
teste com ratos, nova vacina mostra-se capaz de
evitar a tuberculose mesmo em indivíduos já
infectados que ainda não desenvolveram a
doença. A expectativa é que ela esteja
disponível ao público em 2020. ......Pág.: 08
CAFÉ CONTRA DIABETES E CIRROSE
Quanto maior o consumo de café, menor o
risco de desenvolver diabetes tipo 2.
A equipe de
Mark Pereira, da
Universidade de
Minnesota- descobriu
que a ação protetora
não se deve a cafeína,
p o i s o t i p o
descafeinado da
bebida mostrou
melhores resultados contra a doença, marcada por
problemas em metabolizar açúcares no sangue.
Os pesquisadores desconfiam que a ação
protetora se deva ao magnésio, do qual o café é uma
boa fonte. No entanto, as principais medidas para a
prevenção do diabetes ainda são exercícios e dieta.
Vício combate o vício
Outro estudo com café concluiu que
consumi-lo diariamente protege o fígado de quem
toma grandes quantidades de álcool. Por isso,
alcoólatras que bebem muito café têm menor risco
de desenvolver cirrose hepática (“feridas” no
fígado que comprometem seu funcionamento). O
ingrediente protetor, porém, não é conhecido.
Um alerta: a melhor maneira de evitar a
cirrose hepática é diminuir a quantidade de álcool
consumida.
Nossa visão de futuro
é hoje ser uma escola de
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c o n t r i b u i n d o
para a formação de
cidadãos com sólidos
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4
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2
Estação do Conhecimento
Edição 1 - Maio de 2011
Biologia
Citologia
INTRODUÇÃO
Você já deve saber que todos os seres vivos
são constituídos por células. Ela é um compartimento
envolvido por membrana e preenchido por solução aquosa
com diversas substâncias químicas; é a menor estrutura
viva que existe.
Os níveis de organização dos seres vivos vão desde os
átomos até: células – tecidos – órgãos – sistemas –
organismo – população – comunidade – ecossistema e a
biosfera.
e-mail: [email protected]
Suas principais funções são: proteção, nutrição e
adesão em outras células para formar os tecidos.
Apresenta a capacidade de regeneração em caso de lesão
pequena
2
Os fosfolipídios são anfipáticos, apresentando
3
4
caudas hidrofóbicas e uma cabeça hidrofílica.
2. anfipáticos – apresentam duplo caráter, com regiões polares e
regiões apolares.
3. hidrofóbica – tem aversão a água, ocorre com moléculas apolares.
4. hidrofílica – tem afinidade por água, ocorre em moléculas polares
ou carregadas.
TRANSPORTE ATRAVÉS DA MEMBRANA
Possibilita à célula obter nutrientes e liberar
5
suas excretas.
1.
TRANSPORTE PASSIVO
Ele não gasta energia metabólica (ATP), pois se dá a
favor do gradiente. Existem três tipos:
a) Difusão simples - ocorre através dos “espaços”
entre os fosfolipídios. Possibilita a passagem de
substâncias pequenas e sem carga (apolar) como
os gases (O2, CO2).
5. excretas – são “sobras” das reações químicas não úteis à
célula como: gás carbônico, amônia, uréia.
CONSTITUINTES CELULARES
I.
Membrana celular ou plasmalema
É uma pequena película que envolve a célula sem
isolá-la do meio, possibilitando troca de substâncias entre
a célula e o ambiente. Ela é constituída de carboidratos,
proteínas e lipídios (fosfolipídios). Os pesquisadores
Singer e Nilcholson propuseram o modelo do mosaico
fluido, no qual ela apresenta diferentes proteínas que se
movimentam em uma dupla camada de lipídios.
b) Difusão facilitada - ocorre com a ajuda de
proteínas. Possibilita a passagem de moléculas
maiores e carregadas (“polares”) como glicose,
aminoácidos, íons.
c) Osmose - passagem apenas de solvente (água) do
6
7
meio hipotônico para o hipertônico, através de
8
uma membrana semipermeável.
Para facilitar a compreensão da osmose, interprete
tonicidade como tendência a atrair água. Ao mergulhar
uma célula animal em uma solução hipertônica, a célula
perde água por osmose e murcha (plasmólise). Porém, se
a célula for colocada numa solução hipotônica, entra
água, podendo estourar (plasmoptise). A parede celular
impede que a célula vegetal se rompa por entrada de
água em excesso.
2.
Expediente
TRASNPORTE ATIVO
Gasta energia (ATP), pois ocorre contra o
gradiente.
+
+
O exemplo mais estudado é a bomba de Na /K .
Esse transportador ajuda na polarização da membrana,
possibilitando a transmissão do impulso nervoso.
Algumas estruturas são muito grandes para passar
através da membrana, necessitando de outro tipo de
transporte como a endocitose, que corresponde à entrada
de substâncias na célula por meio do englobamento pela
membrana. Ela pode ocorrer através da:
*fagocitose - englobamento de substâncias sólidas por
evaginação da membrana.
*pinocitose – englobamento de macromoléculas
dissolvidas em líquido que penetram por invaginação.
.
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Direção: Professor Bruno Dantralves
Circulação: Xiquexique, Itaguaçú, Gentio do Ouro e Barra
Tiragem: 1.500 exemplares
Impresão: Centro de Apoio à Comunicação Popular
Esse jornal apresenta uma tiragem mensal e o seu objetivo
é fornecer conteúdo atualizado e de qualidade para
que os alunos do ensino médio, que se preparam
para o vestibular, aumentem suas chances de sucesso.
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Modelos Atômicos
1- ÁTOMO DE DALTON: Baseados em dados
experimentais, John Dalton enunciou a teoria de que a
matéria era constituída por pequenas partículas
esféricas, maciças, homogêneas, indivisíveis,
chamadas de átomos. Logo, para ele, “O Átomo é
indivisível”.
2- MODELO ATÔMICO DE THOMSON: Ele
propôs que nos átomos existiam partículas positivas e
negativas distribuídas aleatoriamente; como as passas
num pudim.
3- MODELO ATÔMICO DE RUTHERFORD:
Rutherford bombardeou uma lâmina de ouro com
partículas α (positiva) e observou que a maioria das
partículas passavam sem sofrer desvio, outras sofriam
pouco desvio e outras se chocavam e voltavam.
Baseado nisso, concluiu que o átomo tem uma região
central maciça e positiva (que é o núcleo), circundado
pelos elétrons que giram em torno dele em orbitas
(trajetórias) circulares.
QUANTO A EVOLUÇÃO:
I.
Células procarióticas – células primitivas
1
com organização mais simples; não apresentam núcleo
diferenciado e têm como única organela os ribossomos.
Aprofundaremos mais com o estudo das bactérias no
módulo de zoologia.
II.
Células eucarióticas – são maiores e mais
complexas; apresentam membrana, citoplasma com
organelas e núcleo diferenciado.
1. núcleo diferenciado ou organizado – é quando o material
genético-DNA está envolvido por membrana.
Com isso, alguns modelos foram lançados.
6. hipotônico – apresenta maior concentração de solvente em
relação ao soluto.
7. hipertônico – apresenta maior concentração de soluto em relação
ao solvente.
8. membrana semipermeável – deixa passar o solvente, mas retém
o soluto.
A exocitose seria o processo inverso da
endocitose; corresponde à saída de substâncias através da
fusão de vesículas com a membrana.
Química
Estrutura Atômica
Durante muito tempo, vários cientistas se
propuseram a desenvolver teorias com o intuito de
descobrir como era a estrutura de um átomo, já que ele era
a menor partícula de uma matéria e era invisível.
4- MODELO DE BOHR: Ele aprimorou o modelo de
Rutherford e descobriu que:
1º - O elétron descreve órbitas circulares ao
redor do núcleo sem emitir, nem absorver energia. Estas
órbitas são chamadas de níveis de energia ou camadas.
Trabalhamos com sete camadas: K, L, M, N, O, P e Q.
2º- Cada camada tem uma determinada
energia que é aumentada à medida que se afastam do
núcleo.
3º - Quando o elétron absorve energia (um
fóton), ele salta para uma órbita mais externa (mais
energética) e quando retorna para seu estado natural,
emite energia na forma de luz.
Os estados energéticos dos elétrons:
a) Níveis de Energia
São as camadas nas quais estão localizados os elétrons.
Correspondem a sete camadas (K, L, M, N, O, P, Q) do
modelo de Bohr, e são identificados pelos números de 1
a 7.
b) Subníveis de Energia
Agora falaremos um pouco dos subníveis energéticos.
Para entendê-los melhor, farei uma comparação das
camadas como sendo o bairro de uma cidade, e os
subníveis as ruas desse bairro.
Os subníveis mais importantes são: s, p, d, f.
1º - Assim como nas camadas (níveis), cada subnível
comporta um número máximo de elétrons (S= 2, P=
6, D= 10 e F= 14).
Os níveis energéticos são: (K= 1, L= 2, M= 3,
N= 4, O= 5, P= 6, Q=7).
O diagrama abaixo corresponde à organização
eletrônica em ordem crescente de energia, ele só será
usado quando vier especificando para fazer as
configurações eletrônicas das espécies por níveis e
subníveis de energia.
A ordem crescente de energia dada pelo
diagrama de Pauling: 1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6, 4s2, 3d10,
4p6, 5s2, 4d10, 5p6, 6s2, 4f14 5d10, 6p6, 7s2, 5f14,
6d10, 7p6.
Ex: O (Z=8) -> tem 8 elétrons, então seguindo a
configuração eletrônica de Pauling distribuímos assim:
2
2
4
1s , 2s , 2p (ordem crescente de energia).
c) Orbital
É a região do espaço onde há maior
probabilidade de se encontrar um elétron.
Normalmente ele é representado por um quadrado.
Um orbital comporta no máximo dois elétrons
com sentidos contrários. Cada orbital do subnível que
está sendo preenchido recebe, inicialmente, apenas um
elétron. O primeiro elétron deve ser colocado sempre
virado para cima.
Somente depois de o último orbital receber o
seu primeiro elétron é que começará o preenchimento
dos orbitais com o seu segundo elétron, dessa vez,
virado para baixo.
Substância pura e mistura
I N T R O D U Ç Ã O
Nesta parte do caderno vamos iniciar o estudo
4
3
Estação do Conhecimento
Edição 1 - Maio de 2011
estudo da Química.
Química é a ciência que estuda as propriedades, a
composição e as transformações da matéria; assim como
a energia liberada e absorvida durante as reações
químicas.
Para facilitar o nosso estudo estaremos
explicando alguns termos como: átomo, elemento e
molécula. Cuidado para não se confundir.
ÁTOMO
Toda e qualquer tipo de matéria é formada por
partículas minúsculas chamadas de átomos. Entendemos
como átomo a menor unidade que compõe a matéria,
assim como, a célula é a menor unidade viva que compõe
os seres vivos.
SÍMBOLOS QUÍMICOS
Os átomos também podem ser representados por
letras: Oxigênio= O, Hidrogênio= H, Carbono= C
e Sódio= Na.
MOLÉCULA
As moléculas são estruturas formadas pela
reunião de átomos. Em geral, os átomos não costumam
ficar sozinhos na natureza; geralmente eles se unem
formando as moléculas. Para facilitar o entendimento,
podemos comparar os átomos às células, e as moléculas
aos tecidos; assim como as células se unem formando os
tecidos, os átomos se unem formando as moléculas.
Continuando a nossa comparação percebemos
que os tecidos podem ser formados por células
semelhantes ou diferentes. As moléculas também podem
ser formadas pela união de átomos iguais ou diferentes.
Assim, a união de dois átomos de H forma a molécula H2,
porém, a união entre dois átomos de hidrogênio (H) com
um átomo de oxigênio (O) forma a molécula de água
(H2O).
SUBSTÂNCIAS
Agora passaremos ao estudo das substâncias. Elas
podem ser puras ou formar misturas.
A Substância Pura – É formada por um conjunto de
moléculas iguais. Elas podem ser classificadas como:

Simples – Quando a molécula é formada por
átomos iguais.
Ex: O2, H2, N2.

Composta - Quando a molécula é formada por
átomos diferentes.
Ex: H2O, CO2, SO3, H2SO4.
MISTURAS
Mistura – é formada por mais de uma substância pura e
podem ser classificadas como misturas homogêneas ou
heterogêneas.
Um bom exemplo seria o ar atmosférico que além
de diferentes tipos de gases, possui impurezas sólidas.
1. As misturas Homogêneas ou soluções - são
visualmente uniforme, ou seja, não possuem superfície
de separação; apresentando uma única fase.

2. As Heterogêneas - não são visualmente
uniforme, ou seja, possuem superfície de separação;
apresentando mais de uma fase.
SISTEMAS HOMOGÊNEOS E SISTEMAS
HETEROGÊNEOS
Sistema Homogêneo ou misturas homogêneas –
apresentam uma única fase. Como exemplo, podemos
citar as substâncias puras em apenas um estado físico e as
misturas homogêneas.
Sistema heterogêneo ou misturas heterogêneas –
apresentam mais de uma fase, abrange as substâncias
puras em mais de um estado físico e as próprias misturas
heterogêneas.
e-mail: [email protected]
O estudo de um fenômeno físico é feito
através da experimentação e da coleta de dados
observacionais através das grandezas físicas.
O QUE SÃO GRANDEZAS FÍSICAS?
Chamamos de grandeza física tudo aquilo que
podemos medir e avaliar quantitativamente e
qualitativamente.
Algumas grandezas, tais como, massa, temperatura,
tempo, são perfeitamente compreendidas através de um
módulo (valor numérico, intensidade) e uma unidade. Elas
são denominadas grandezas escalares.
Outras grandezas, tais como, força, velocidade,
aceleração, só podem ser descritas se conhecermos tanto o
seu módulo e unidade, como sua direção e sentido. São as
chamadas grandezas vetoriais.
A partir de agora, iniciaremos o estudo da
Mecânica, ramo da física que analisa os fenômenos
associados aos corpos em movimento.
Dizemos que um corpo encontra-se em movimento
de translação, quando ele muda de posição em relação a um
dado referencial.
A grandeza física que determina se um móvel está
em repouso ou em movimento chama-se velocidade (v).
V=0
MOVIMENTO
REPOUSO
V≠ 0
A velocidade escalar média corresponde à
relação (razão, divisão) entre o deslocamento do móvel e
o tempo de percurso, incluindo eventuais paradas durante
o trajeto.
(ΔS = v x Δt ou Δt =
ΔS / v )
Pela própria definição, a unidade da velocidade é
obtida através da relação entre uma unidade de
deslocamento e uma unidade de tempo.
SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI)
No sistema internacional de unidades
(SI) a velocidade é expressa em m/s.
OBSERVAÇÕES
a ) Ve l o c i d a d e e s c a l a r
instantânea (velocidade
propriamente dita).
b) Transformação de
unidades (método prático).
Prova-se que a velocidade média no percurso AB
(distâncias iguais) pode ser calculada em função das
velocidades v1 e v2.
- Definindo aceleração
A aceleração é a grandeza
física vetorial responsável
pela variação da velocidade num determinado intervalo
de tempo.
(ΔV = a x Δt ou Δt = ΔV / a )
-
Definindo frequência
A frequência é definida
como sendo o número de voltas
(rotações) por unidade de
tempo.
Principais unidades: Hz – hertz (SI), r.p.m. (usual).
Observe que o valor da frequência de giro é a mesma nas
duas situações.
f = 4 x 100 = 400 rpm
Isto quer dizer que são efetuadas 400 voltas a cada
minuto. Querendo expressar este resultado em
unidades do SI (rotações por segundo), basta lembrar
que 1 min = 60 s. Assim, temos:
3. impureza – quando uma substância está contaminada
por outra.
Física
ESTUDO DO MOVIMENTO.
INTRODUÇÃO
Física é a ciência que estuda a natureza
(comportamento) do Universo com base nos fenômenos
rísicos.
MOVIMENTO UNIFORME (M.U.)
É todo movimento que possui velocidade
escalar constante e diferente de zero, ou seja, no
movimento uniforme, o
móvel percorre distâncias
iguais em intervalos de
tempos iguais.
Qual o significado do sinal da velocidade?
Movimento progressivo (V > 0)
Móvel se desloca a favor da orientação da
trajetória.
Movimento regressivo / retrógrado (V < 0)
Móvel se desloca contra a orientação da trajetória.
FUNÇÃO HORÁRIA DAS POSIÇÕES
Permite-nos localizar um móvel em uma trajetória
para qualquer instante.
S = So + v.t
(função horária do M.U.)
S
posição (espaço) final
So
posição (espaço) inicial
v
velocidade escalar (constante)
t
tempo
*ENCONTRO DE MÓVEIS*
Quando ocorre o encontro de duas
partículas, percebe-se que eles estão na mesma
posição na trajetória.
MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO
(M.U.V.)
É todo movimento em que a
velocidade escalar varia uniformemente no decorrer do
tempo, isto é, ocorrem variações de velocidade iguais
em intervalos de tempos iguais.
É bom lembrar que... A grandeza física responsável
pela alteração da velocidade chama-se aceleração.
Movimento acelerado
A velocidade, em módulo, aumenta no decorrer do
tempo.
Movimento retardado
A velocidade, em módulo, diminui com o passar
do tempo.
FUNÇÕES HORÁRIAS DO M.U.V.
a) Espaço x tempo
S = espaço final
So = espaço inicial
Vo = velocidade inicial
t = tempo
a = aceleração constante
b) Velocidade x tempo
V = Vo + a.t
V = velocidade final
t = tempo
constante
Vo = velocidade inicial
a = aceleração
EQUAÇÃO DE TORRICELLI
Equação que possibilita
conhecer a velocidade de um
móvel, sem o auxílio do
tempo. Esta equação é obtida comparando as funções
horárias do MUV.
LANÇAMENTO DE PROJÉTEIS
(Desprezando a resistência do ar)
Introdução
Se abandonarmos uma bala de canhão
e uma pena em um local onde a influência do ar seja
desprezível, qual dos dois objetos cairia primeiro?
Provavelmente, assim como Aristóteles, você deve ter
achado que a bala cai primeiro. Entretanto, vale lembrar,
que isso só acontece devido ao fato de o ar ter a
capacidade de diminuir a velocidade de queda dos
corpos e a sua influência ser muito maior sobre o
movimento da pena do que sobre o movimento da bala
de canhão. Porém, o pensamento de Galileu, que
consistia em acreditar que os dois objetos chegariam
juntos no chão, estaria correto se a experiência fosse
realizada em um local onde a resistência oferecida pelo
ar sobre a bala fosse desprezível. Analisemos então o
movimento vertical de um corpo nas proximidades da
Terra, em um local onde a resistência do ar seja
desconsiderada.
a) Movimento vertical no vácuo
Considerações
a) Tanto na subida como na
descida a pedra executa um
MUV, pois sua velocidade
varia no decorrer do tempo.
- Subida: MUV retardado
- Descida: MUV acelerado
b) Esta variação de
velocidade se dá devido à
presença da aceleração gravitacional.
FIQUE DE OLHO!!! A GRAVIDADE NÃO É UMA
FORÇA, MAS SIM UMA ACELERAÇÃO.
4
Estação do Conhecimento
Edição 1 - Maio de 2011
a) Altura máxima
No ponto de altura máxima, o projétil para e muda de
sentido (v = 0).
b) Desprezando a resistência do ar, podemos afirmar
que o tempo de subida é igual ao tempo de descida.
Lançamento Horizontal
Quando um objeto é lançado
horizontalmente ou obliquamente nas proximidades da
Terra, verifica-se que ele descreve uma trajetória
curvilínea. Sendo assim, percebe-se, com base na figura
abaixo, que o projétil é dotado de dois movimentos
independentes.
A = Vo(x) . t
( S = So + v.t)
A = alcance
Δh = g.t2/2
V(y) = g.t
v(x) = valor da velocidade de lançamento
(ΔS = vo.t + a.t2/2)
(V = Vo + a.t)
ESPARTA
Cidade agrícola, fechada, conservadora, oligárquica,
militar, fundada pelos dórios e tal como os atenienses,
excluía os estrangeiros e hilotas (escravos públicos) do
poder político. Organizava sua cidade com base na
Diarquia (dois reis), na Gerúsia (Conselho dos anciãos),
da Apela (Assembleia popular) e dos Éforos
(chefes/juízes).
Atenas e Esparta se envolveram em dois grandes conflitos
no período clássico?
As Guerras Médicas6 (conflito colonizador entre o avanço
ocidental dos Persas e o avanço oriental Grego) e a Guerra do
Peloponeso (conflito entre a Liga de Delos, liderados por
Atenas e a Lida do Peloponeso, liderados por Esparta). Estes
conflitos, alternando vencedores, possibilitaram o
enfraquecimento da Grécia, abrindo espaço para a invasão
Macedônica.
nos cofres romanos. O luxo substituiu a simplicidade
nos mais ricos. A cultura de outros povos, em especial
os gregos, vai influenciar profundamente o mundo
romano. O aumento dos escravos determinou a
marginalização dos plebeus. Os militares ascenderam
e ganharam poder e Roma virou um inchaço social,
recebendo povos de toda a sua extensão.
O contraste entre a riqueza e a tensão social
romana, provocou crises profundas na administração.
Tentativas de Reforma, como as dos irmãos Gracos e
seus assassinatos apenas pioram a situação. No meio
desse caos, os militares se sobressaem, sendo criado o
1º Triunvirato – Pompeu, Crasso e Julio César10 e o
2º Triunvirato – Marco Antônio, Pompeu e Otávio.
A história mostrava que a república estava com os dias
contados e o império, sob o comando de Otávio
Augusto, mostrava a necessidade de mudanças
estruturais.
O MUNDO ROMANO
FIQUE DE OLHO!!!
Note que, no ponto de altura máxima, num lançamento oblíquo, a
velocidade do projétil NÃO é nula, pois a sua componente
horizontal é diferente de zero.
História
ANTIGUIDADE
e-mail: [email protected]
CLÁSSICA
Chamamos de antiguidade clássica o período da história
formado pela grandeza filosófica, intelectual e funcional do
mundo grego, com a formação política/jurídica do grande
império romano. Definimos de forma bem precisa essa
mistura: “Enquanto Roma dominou a Grécia pela força
de suas armas, a Grécia dominou Roma por força de suas
ideias”.
O MUNDO GREGO
A Geografia grega
Podemos dividir o território grego em três grandes partes:
1. Grécia Insular – Formada pelas ilhas gregas, com
destaque para Creta5. 2. Grécia Continental – Interior do
continente europeu.
3. Grécia Peninsular – Península do Peloponeso.
OBSERVAÇÃO: A maioria do território grego é
formado por montanhas (cerca de 80%) com relevo
recortado e banhado por mar em quase toda a sua
extensão.
Períodos históricos
1.
Micênico ou Homérico - Séculos XV a VIII a.c Chegada de sucessivas invasões de povos indo-europeus que
formariam a Grécia.
2.
Arcaico - Séculos VIII a VI a.c - Formação das Polis
ou cidades estados.
3.
Clássico - Séculos VI a IV a.c - Auge das cidades
gregas, em especial Atenas e Esparta.
4.
Helenístico - Século IV a I a.c – Período de
dominação da Macedônia sobre as cidades gregas.
EVOLUÇÃO POLÍTICA DAS
CIDADES GREGAS
As cidades-estados gregas tiveram administrações
diferentes, condicionadas às características dos povos que a
formaram. Criaram sistemas políticos que percorreu a
Monarquia, Aristocracia, Tirania, Oligarquia até
atingirem a Democracia. Nem todas as cidades avançaram
até o último estágio. Os Espartanos, por exemplo,
d e s e n v o l v e r a m
a
Oligarquia, já Atenas concretizou o sistema democrático.
O conceito de Democracia no mundo atual não corresponde à sua
criação na Grécia ateniense. Lá o cidadão participava diretamente do
processo discursivo e decidia as principias questões da cidade. Além
disso, mulheres, estrangeiros e escravos não eram considerados
cidadãos políticos atenienses, portanto não participavam das votações.
Hoje, todos participam votando e escolhendo seus representantes. Se
ligue nessa comparação, valeu!
ATENAS
Cidade comercial, aberta, filosófica, democrática, fundada
pelos Jônios e evoluída pelos seus principais legisladores.
Dracon impôs leis escritas, Sólon acabou com a escravidão
por dívidas, Clístenes criou a Democracia e
Péricles desenvolveu todo o seu apogeu, durante 15 anos de
governo. Colonizou regiões importantes do Mediterrâneo e
difundiu sua cultura para toda a Europa.
Situado na Península Itálica, sul da Europa, essa região
sofreu a colonização dos povos Italiotas (latinos,
úmbrios, sabinos), dos Etruscos e dos Gregos (Magna
Grécia). Foram os latinos que deram origem ao povo
romano.
É meramente impossível estudar Roma antiga e
não fazer alusão ao Direito Romano e a constituição do
seu imenso império, mas para termos uma noção exata do
que foi essa civilização, precisamos estudar parte a parte.
Vejamos:
ROMA – MONARQUIA (753/509 a.c)
De 753 a 509 a.c, a cidade de Roma foi dominada pelos
Italiotas e pelos Etruscos. Estes últimos governaram até a
queda da Monarquia. O chefe supremo era o Rei
(Etrusco), auxiliado pelo Senado7 (órgão consultivo
formado pelos latinos patrícios) e pela Assembleia Curial
(reunião de clãs). Os patrícios eram grandes
proprietários de terra e usufruíam de grande prestígio. Ao
seu lado prestando-lhe serviços encontravam-se os
clientes (não tinham poderes políticos), e abaixo desses,
os plebeus, a maioria trabalhadora da população romana.
Na base do sistema, os escravos, prisioneiros de guerras
ou escravos por dívidas.
CURIOSIDADE: A queda da Monarquia e dos reis etruscos
aconteceu com um golpe de Estado dado pelo Senado
patrício, que eliminou toda a família real para evitar
sucessão tronal.
ROMA - REPÚBLICA - PARTE 01
Este período é caracterizado pela organização
administrativa de Roma, realizado pelos patrícios.
Através do Senado, do Consulado das Assembleias e
das Magistraturas os proprietários de terras controlaram
toda a vida política da cidade. Os plebeus, excluídos da
cidadania política, participavam apenas do exército,
como “bucha de canhão”.
VEJA QUE INTERESSANTE!
Percebendo a sua importância como membros do exército, os
plebeus fizeram a primeira greve da história, saíram da
cidade e só retornaram após conseguirem direitos políticos.
Dessa forma, foi criado o Tribuno da Plebe (órgão
formado pelos plebeus com direito de veto) e importantes
leis, tais como:
1. Lei das Doze Tábuas8 – Lei escrita para “igualar”
patrícios e plebeus.
2. Lei Canuléia – Autorizava casamento entre patrícios e
plebeus.
3. Lei Licínia – Acesso dos plebeus a diversas
magistraturas.
4. Lei Proibitiva da Escravidão por dívidas.
Infelizmente, a maioria dos Plebeus que atingiu o apogeu,
terminou formando uma elite política. Esta elite se
aproximou muito mais dos patrícios do que dos próprios
plebeus. A história se repete...
ROMA – REPÚBLICA - PARTE 02
Nesta fase, a organização romana favoreceu a expansão
militar territorial. Inicialmente, se deu a tomada da
Península Itálica, depois o avanço sobre Cartago-Guerras
9
Púnicas e a conquista do Mediterrâneo Ocidental
(Portugal, Espanha e Gália (França)) e Oriental
(Macedônia, Grécia e Ásia Menor). Com o passar dos
anos, todo o mar Mediterrâneo foi tomado pelos romanos,
é o “Maré Nostrum”.
E quais os resultados dessa expansão?
As riquezas dos povos conquistados foram parar
IMPÉRIO ROMANO
(27 a.c a 476 d.c)
O início do império é marcado por prosperidade e pax
romana, principalmente no governo de Otávio. Os
Júlios-Cláudios, os Flávios, os Antônios e os Severos
completam essa primeira fase. Entre essas dinastias,
merecem destaque o governo de Calígula
(Excêntrico) e o de Nero (perseguidor dos cristãos).
Somente no governo de Constantino é que os cristãos
tiveram liberdade de culto, com o Edito de Milão. E
Bizâncio foi transformada em capital, o império,
virando Constantinopla.
QUEDA DO IMPÉRIO
Com uma imensa rede burocrática administrativa;
com um exército em desobediência militar; com
constantes revoltas sociais e escravistas; com intensos
aumentos de impostos, com uma necessária divisão
do império (Romano do Ocidente - Roma e Romano
do Oriente - Constantinopla) e com as invasões
bárbaras em eminência, cai em 476 d.c, o último
imperador romano do ocidente, Rômulo Augusto.
Restando apenas o império do oriente, que sobrevive
até 1453, quando os turcos otomanos conquistaram a
região.
Geografia
PEDOLOGIA
Dentre os conceitos existentes sobre pedologia,
podemos admitir que é a ciência destinada a estudar
a origem, composição, distribuição e
desenvolvimento dos solos.
SOLO
Solo é a camada superficial da crosta terrestre,
resultante da desagregação e decomposição das
rochas, composta por microorganismos de origem
animal e vegetal, além de partículas minerais, água e
ar.
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Estação do Conhecimento
Edição 1 - Maio de 2011
e-mail: [email protected]
CLASISIFICAÇÃO DOS SOLOS
Quanto à origem

Aluvial ou Aluvião – formado por sedimentos
transportados de outras áreas mais elevadas no inverno.

Eluvial ou Eluvião – formado no mesmo local da
desintegração da rocha matriz.
Quanto à textura ou granulometria

Argiloso – com textura fina e bastante impermeável,
apresentando dificuldades no manejo agrícola.

Arenoso – com textura grosseira e elevada
porosidade, facilitando a aeração, infiltração da água e
lixiviação.

Argilo-arenoso – com textura média, apresentando
fácil manejo agrícola.
Além do tipo de solo e sua constituição, devemos
citar a relevância do clima (fator de formação e evolução dos
solos), a ação dos animais como minhocas, cupins e formigas
(triturando restos vegetais e abrindo galerias), produção de
Húmus (que aumenta fertilidade do solo); tempo
cronológico (período que o solo, leva sofrendo a ação dos
agentes pedogenéticos e amadurecendo) e a vegetação
(responsável pelo fornecimento de matéria orgânica e
proteção superficial do solo.
É importante ficar ligado na acidez do solo.
O solo é considerado ácido, quando o PH (potencial de hidrogênio)
é inferior a 6,5; também pode ser considerado alcalino (PH maior
que 7,6) e neutro (PH entre 6,5 e 7,5).
PRINCIPAIS PROCESSOS PROVOCADOS
NO SOLO PELA ÁGUA

LATERIZAÇÃO: Ocorre em regiões tropicais, com estações
pluviométricas distintas (uma seca e outra úmida) promovendo a
remoção da sílica, acúmulo de alumínio e principalmente ferro;
essa rocha ferruginosa é chamada de Canga Laterítica. No cerrado
é comum encontrar esse processo.

LIXIVIAÇÃO: É a lavagem do solo, promovida
principalmente pela infiltração das águas das chuvas, retirando
minerais em solução dos solos. Os solos da Amazônia sofrem com
esse processo.

1-
PRINCIPAIS TIPOS DE SOLO:
Massapê- origina-se a partir da decomposição do
granito e gnaisse e, às vezes, calcário. Apresenta textura fina
e é rico em matéria orgânica.
2Solo de Várzea- desenvolve-se a partir do acumulo de
sentimentos transportados pelos rios. Serve especialmente á
rizicultura e ás culturas de subsistência, sendo de alta
fertilidade.
3Latossolo- desenvolve-se em regiões de climas
tropicais e equatoriais, onde as chuvas são abundantes,
sendo bastante lixiviados, profundos e, geralmente pobres.
4Terra Roxa- é formada pela decomposição do basalto
e do diabásico sendo fértil e, por isso, muito utilizado para o
cultivo do café.
5Podzol- apresenta horizontes bem definidos e cor
cinzenta sendo fértil, pobre em húmus e ácidos. Aparece em
áreas de coníferas sob clima temperado.
6Salmorão- característico de região sudeste brasileira,
é profundo, normalmente ácido e com baixa fertilidade.
7Prairie- é bastante fértil apresentando coloração
parda. Abrange áreas de clima temperado onde a vegetação
é de pradarias e estepes.
8Solo de Loess- é bastante fértil, sendo formado pelo
acumulo eólico de sentimentos amarelados, servindo à
rizicultura, sojicultura, cotonicultura e triticultura. Abrange o
sul da China, planície do Mississipi (EUA).
9Tchernozion- aparece em região de clima semi-árido
e corresponde ao domínio das estepes semi- áridas frias. Sua
destinação se da basicamente à triticultura aparecendo no
centro e sul da Rússia.
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Medicina
É a ciência que investiga a natureza e as causas das
doenças humanas, procurando sua cura e
prevenção. A saúde humana é o objeto de estudo do
médico. Ele pesquisa e trata disfunções e moléstias,
escolhendo os melhores procedimentos para prevenilas e combatê-las. Para isso, tem de estar sempre bem
informado a respeito de novas drogas e equipamentos
que proporcionem aos pacientes os diagnósticos e os
tratamentos mais avançados e eficientes. Com um
conhecimento aprofundado dos órgãos, sistemas e
aparelhos do corpo humano, faz diagnósticos, pede
exames, prescreve medicamentos e realiza cirurgias.
Participa também de programas de prevenção e de
planejamento da saúde coletiva. Há trabalho para o
médico em hospitais, clínicas, postos de saúde e
empresas. Grande parte atua também em consultório
próprio. Pode trabalhar ainda como consultor em sites
especializados, voltados para o exercício da Medicina.
Fique de Olho
Alguns cursos de Medicina estão sendo
supervisionados pelo MEC por não atingirem
resultados satisfatórios no Exame Nacional de
Avaliação de Desempenho dos Estudantes (Enade) e no
Indicador de Diferença entre os Resultados Esperado e
Observado (IDD). Nos casos em que a instituição de
ensino superior acata as exigências previstas no Termo
de Saneamento de Deficiências, o processo é arquivado.
Quando ela cumpre apenas parcialmente as exigências
do MEC, ela sofre redução do número de vagas. Quando
não se dá o cumprimento das medidas, o curso pode ser
desativado. As instituições, no entanto, podem entrar
com recurso junto ao Conselho Nacional de Educação.
Segundo o MEC, até agosto de 2010, as
determinações eram as seguintes: Encerramento da
oferta do curso: Unig (campus Nova Iguaçu), UniNilton
Lins,
O mercado de trabalho
"Os formados encontram mais vagas na rede privada de
hospitais. Na rede pública, a maior rotatividade está no
atendimento de emergência", diz Lucio Pereira de
Souza, coordenador do curso da UFRJ. O Sudeste
concentra 55% dos profissionais e Norte e Nordeste têm
falta de médicos. Enquanto São Paulo tem a maior
concentração de profissionais - um médico para 239
habitantes -, em Roraima a proporção é de um para
10.306, média inferior à de nações africanas pouco
desenvolvidas, segundo pesquisa do Conselho Federal
de Medicina. Além de ter poucos médicos, o estado do
Amazonas ainda registra que 88% deles estão em
Manaus. "Por isso estamos desenvolvendo estratégias
para que a progressão da carreira do médico via
concurso público se dê como na magistratura. Ele é
enviado para uma cidade onde os serviços dele são mais
urgentes, e o profissional é transferido depois de acordo
com essa necessidade", explica Desire Carlos Callegari,
primeiro-secretário do Conselho Federal de Medicina.
Os estados do Norte e do Nordeste têm oferecido mais
vagas aos médicos no setor público, principalmente por
intermédio do Programa Saúde da Família (PSF). Quem
estiver disposto a abdicar da infraestrutura das grandes
metrópoles pode encontrar vagas nas regiões mais
afastadas. O aumento na proporção de idosos na
população brasileira é um fator que promete aquecer as
áreas de cardiologia e geriatria, sobretudo em cidades
de médio e grande portes. O mercado também se abre
para novas áreas, como genética e estudos sobre os
mecanismos da memória. Há procura, ainda, por
médicos do trabalho e alergistas, em regiões com
grande concentração industrial, e também por médicos
intensivistas (que trabalham em UTIs). Em todo o
Brasil também há oportunidades para os graduados que
querem se dedicar à formação de outros alunos de
Medicina e à pesquisa - para essa última é requerida
p ó s - g r a d u a ç ã o .
LIVRARIA
LUZ
Livros didáticos, paradidáticos, literatura,
bíblias; artigos de papelaria, material
escolar e suprimentos de informática.
Salário inicial: R$ 2.860,00 (24 horas semanais em
hospitais, clínicas, casas de saúde, laboratórios de
pesquisas e análises clínicas; fonte: Sindicato dos
Médicos de São Paulo).
O curso
O currículo é puxado, o período é integral e há
seminários e pesquisas, além dos plantões em hospitais.
Nos dois primeiros anos, o aluno aprende matérias
básicas, como anatomia e patologia. Outras disciplinas
são bases moleculares e celulares dos processos
normais e alterados, fisiopatologia dos sinais e sintomas
das doenças, entre outras. Boa parte das instituições de
ensino oferece disciplinas práticas no início do curso
para que o aluno vá se familiarizando com as atividades.
Lidar com pacientes, só a partir do terceiro ano, nas
disciplinas profissionalizantes e no treinamento em
atendimento. Os dois anos de residência médica, depois
de formado, são para o graduado se especializar.
Duração média: seis anos.
Algumas de suas especialidades são: ALERGIA E
IMUNOLOGIA, ANESTESIOLOGIA,
ANGIOLOGIA, CANCEROLOGIA,
CARDIOLOGIA, CIRURGIÃO, CLÍNICA MÉDICA,
C O LO P R O C TO LO G I A , D E R M ATO LO G I A ,
ENDOCRINOLOGIA, GERIATRIA,
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA,
H E M ATO LO G I A E H E M OT E R A P I A ,
HOMEOPATIA, INFECTOLOGIA, MASTOLOGIA,
MEDICINA DO TRABALHO, MEDICINA
ESPORTIVA, NEUROLOGIA, OFTALMOLOGIA,
O RTO P E D I A E T R A U M ATO LO G I A ,
OTORRINOLARINGOLOGIA, PATOLOGIA,
PEDIATRIA, PNEUMOLOGIA, PSIQUIATRIA,
RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM,
RADIOTERAPIA, REUMATOLOGIA, UROLOGIA.
Literatura
Humanismo
É interessante ressaltarmos que o
termo Humanismo é polissêmico, podendo
ser considerado sob vários enfoques, ao
mesmo tempo distintos e
interdependentes. Para os limites desta
aula, interessa nos o seu sentido mais
estrito ou histórico, entendido enquanto o
movimento literário e cultural de uma
época marcada por profundas
transformações na sociedade européia.
O Humanismo, segunda Escola
Literária Medieval, também conhecido
como Pré-Renascimento ou
Quatrocentismo, corresponde ao período
de transição da Idade Média para a Idade
Clássica. Tem como marcos iniciais as
nomeações de Fernão Lopes como GuardaMor da Torre do Tombo (local onde se
guardavam os documentos oficiais), em
1418 e, como Cronista-Mor do Reino, em
1434, quando recebeu de D. Duarte, rei de
Portugal, a incumbência de escrever a
história dos reis que o precederam.
Historicamente o Humanismo foi um
movimento intelectual italiano do final do
século XIII que irradiou-se para quase toda
a Europa, isto porque, após a queda de
Constantinopla em 1453, muitos
intelectuais gregos (professores, religiosos
e artistas) refugiaram-se na Itália e
começaram a difundir uma nova visão de
mundo, mais antropocêntrica, indo de
encontro à visão teocêntrica medieval.
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Estação do Conhecimento
Edição 1 - Maio de 2011
Entre as principais idéias humanistas
estavam:
•
retomada da cultura antiga, através
do estudo e imitação dos poetas e filósofos
greco-latinos;
•
revalorização da filosofia de Platão,
especialmente no que diz respeito à distinção
entre o amor espiritual e o carnal
neoplatonismo;
•
crítica à hierarquia medieval, o
homem reivindicando para si uma posição de
destaque no Universo - não aceitação passiva
das imposições místicas difundidas na idéia
de destino;
•
bifrontismo, coexistência de
características medievais (feudalismo,
teocentirsmo) e renascentistas
(mercantilismo, antropocentrismo,
pragmatismo burguês).
I-CONTEXTO HISTÓRICO-CULTURAL
No final da Idade Média, Portugal
estava passando por profundas
transformações. O desenvolvimento de
outras atividades econômicas estimulou a
crise do sistema feudal e deu início ao
chamado mercantilismo – a economia de
subsistência é substituída gradativamente
por atividades comerciais. Surgem as
pequenas cidades, chamadas burgos, e com
elas uma nova classe social, a burguesia.
Muitas descobertas são feitas, entre elas a
invenção da imprensa (em 1448, por
Gutenberg) e de instrumentos relacionados à
expansão ultramarina. Mas é, sem dúvida,
a Revolução de Avis (1383-1385) o
marco cronológico da consolidação do
Estado Nacional Português. Através dela
se estabelece a política centralizadora do
poder nas mãos do rei, respaldada pela
burguesia mercantilista. A partir da primeira
conquista ultramarina portuguesa, a
Tomada de Ceuta, em 1415, inicia-se o
período das Grandes Navegações, que
consolidam o nacionalismo português.
II- PRODUÇÃO LITERÁRIA
A produção literária desse período
subdivide-se em:
Poesia Palaciana:crônicas de Fernão
Lopes; prosa doutrinária; novelas de
cavalaria.
Teatro – Gil Vicente
A Poesia Palaciana, como próprio
nome já diz, era poesia produzida no
ambiente dos palácios, feita por nobres e
destinada à corte. Ao contrário dos códices
(manuscritos) trovadorescos, grande parte
da produção poética desse período foi
recolhida por Garcia Resende, no Cancioneiro
Geral, formado por 880 composições,
impresso em 1516. Entre suas principais
características estão:
-separação entre música e texto – a
poesia destina-se à leitura. Assim, a própria
linguagem é responsável pelo ritmo e
expressividade. O termo trovador aos poucos
assume um caráter pejorativo e começa a
surgir a figura do poeta;
-utilização dos redondilhos – versos
compostos por cinco (redondilhos menores)
ou sete sílabas poéticas (redondilhos
maiores); -temática variada – com
composições religiosas, satíricas, didáticas,
heróicas e líricas. O lirismo amoroso
trovadoresco, a partir da influência de
Petrarca (um dos precursores do Humanismo
italiano), assume uma nova conotação, a
mulher idealizada, inatingível, carnaliza-se e
a sensualidade reprimida nas cantigas de
amor passa a ser freqüente.
Fernão Lopes é a principal figura da
prosa humanista, considerado o fundador da
e-mail: [email protected]
historiografia portuguesa. Sua importância se deve
não só pelo aspecto histórico de sua produção, mas
também pelo aspecto artístico de suas crônicas.
Gramática
Como funciona a língua que falamos? Cabe à
Gramática a resposta, pois é ela a responsável por
estudar a estrutura e o funcionamento do idioma.
A Gramática Normativa Tradicional (GT) se
baseia na chamada língua escrita, a partir de textos
literários que, na maioria, não refletem a língua falada,
uma vez que esta última é muito mais dinâmica.
A Gramática Descritiva (GD) procura entender
a eterna transição língua falada / língua escrita. A bem
da verdade, a GD esforça-se em mostrar o
funcionamento da língua como se realiza, e não um
ideal de língua que jaz na literatura, em princípio
satisfatório a um grupo privilegiado.
A Gramática Normativa, de qualquer sorte, é
responsável pela unidade nacional. Evita, assim, que
os falantes se desentendam linguisticamente. Graças à
Gramática Normativa da Itália, os falantes do sul
conseguem entender os falantes do norte do país. É que
seus falares sofreram tantas mudanças (os dialetos)
que um grupo regional não compreende o outro com a
fala diária (coloquial). É necessário o emprego do falar
normativo, aprendido na escola. Esse falar normativo
advém da GT.
Com veemência, os linguistas afirmam que a
GT não deve ser fator de estratificação hierárquica, ou
seja, prestigiar ou desprestigiar um ser humano, pela
sua forma de falar.
Ela – a GT – mostra-nos a incrível loucura que
superou gestos e mímicas: a FALA. Essa fala – no
entendimento comum a muitos indivíduos - é chamada
língua. A partir de uma época, muitos falantes cunham,
por meio da escrita (REDAÇÃO), pesquisas, histórias
e artes, formando assim a LITERATURA, em sentido
amplo.
Uma nação com LITERATURA garante esse
status de pátria a um determinado território. Foi assim
com a obra literária, em forma poética, “La
Comeddia” (A Divina Comédia), do poeta italiano
Dante Alighieri; e com “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de
Camões. Ambas oficializaram as línguas de seus
respectivos países. Surge a “necessidade” de se fazer
uma GRAMÁTICA, para que os estudantes conheçam
essa língua da LITERATURA, a qual segue um padrão
que colide com a forma de falar diária. Estabelece-se,
portanto, uma desagradável contradição. Gostar de
GRAMÁTICA? Desse jeito? Fica difícil...
professor tem essa obrigação de mostrar esses
dois mundos: LÍNGUA FALADA x LÍNGUA
ESCRITA. Sem repressão, sem preconceitos. Antes
enfatizando (e o gerúndio aqui é para ser empregado
como gerador mesmo...) que a forma de falar varia de
local e situação.
Assim como uma roupa. Num enterro, fica chato
minissaia ou bermudão de skatista. O cemitério, o
velório, o enterro não trazem – em nossa cultura –
nenhum tipo de alegria ou descontração. Entende o que
eu falo? Tudo, em nossa vida, deve ser contextualizado. É
como se usássemos a língua, como se usássemos uma
roupa. Há uma forma de vestir para cada ocasião. Na
comunicação, o processo é idêntico.
Basicamente, os estudiosos dividem a Gramática
Normativa em três (outros em quatro) partes. São elas:
1) Morfologia: Aí os sons se juntam para formar as
sílabas, e estas se juntam para formar as palavras. O
estudo morfológico explica como isso acontece
(ESTRUTURA e FORMAÇÃO) e o fato de elas – as
palavras – pertencerem a grupos, classes ou categorias
(CLASSIFICAÇÃO). Tudo que tem nome pertence à
classe do substantivo. Tudo que caracteriza um nome
pertence à classe do adjetivo. Bíblia, carnaval, cerveja,
água, povo, música, esporte... SUBSTANTIVOS.
Sagrada, baiano, gelada, benta, brasileiro, popular,
radical... ADJETIVOS. Vamos juntar os nomes e as
características?
Bíblia Sagrada, carnaval baiano, cerveja gelada,
água benta, povo brasileiro, música popular, esporte
radical... SUBSTANTIVO + ADJETIVO. Isso é só uma
forma, tem (ou há) muitas outras!
Mais uma de morfologia. A palavra “Feliz”. Se eu
colocar o “IN” (MORFEMA) antes dela, a felicidade
acaba: “Infeliz”. O “IN-” é chamado de PREFIXO.
“PRÉ”, de antes. PRE+FIXO (fixo antes).
Já o SUFIXO vem depois: “Felizmente”, que expressa
um modo. Qual é o sufixo? “-MENTE”? Certamente...
Com os prefixos e sufixos a gente faz é coisa, viu!... Case
o “IN-” com “decente” e “coerente”,... Case o “MENTE” com “decente” e “coerente”. Entendeu? Certo
ou Incerto? Certo ou certaMENTE?
2) Sintaxe: Numa sequência, que parece ser lógica, a
terceira parte da Gramática vai perceber as relações
que as palavras têm quando “arranjadas” da esquerda
para a direita (forma de leitura e escrita na língua
portuguesa). Elas unidas constroem os textos
(divididos em parágrafos, períodos e orações). Na
fala, os textos chamam-se discursos. Ocorre que, na
sintaxe, as palavras vão ocupar funções. Elas se
organizam em orações para a transmissão da
mensagem, para a construção do sentido. Aliás,
sintaxe (syntaxis, em grego) significa construção,
arrumação ou combinação. O verbo e o nome são as
majestades nesse tipo de análise. Regência,
concordância e colocação estão contidas nesse
conjunto.
3) Fonética: Ocorre quando o som comunica
(FONEMA) e causa distinção de sentido. Uma
apresentadora de TV experimenta uma comida e faz: Hum!
Esse som comunica, posto que, no contexto, quer dizer: Que delícia!
Se alguém chama você de “BACANA”, não há
problema (isso porque você não conhece a etimologia da
palavra...). Agora se alguém lhe chama de “SACANA”,
você se sentirá ofendido. A mudança do “B” pelo “S”
causa uma distinção de sentido e faz toda a diferença, né
não?
4) Semântica: Essa parte trabalha com o sentido,
com os significados. Os sons, as palavras, os textos.
Os sentidos que tudo isso representa. O que
conseguimos entender, perceber, compreender,
sentir... Semântica. “Sacar” as coisas... Ela se reveste
por uma linguagem figurada (conotação) em oposição
a uma linguagem literal das palavras (denotação). A
semântica preocupa-se com o que algo significa.
Queda de preços anima os consumidores.
“Queda” no sentido de preço baixo. É uma linguagem
figurada, uma conotação. Ninguém vai entender aí que
“Queda” é um acidente que os preços sofreram, razão
pela qual estão internados numa clínica de ortopedia e
traumatologia, com múltiplas fraturas, mas passam
bem...
Inglês
VOCABULARIO
1.the - o, a, os, as
2.of - o, a, os, as
3.and - e
4.to - para
5.in - em, no, na, nos, nas
6.was - passado do verbo
to be, era, estava
7.that - aquele, aquela
8.his – dela
9.he – ele
10.it - ele, ela (objetos e
animais)
11.with – com
12.as - como, assim como
13.by - próximo a, ao
lado, perto de, através,
por
14.for - para, por
15.is – é, está
16.had – tinha
17.but – mas, porém,
exceto
18.which - qual, de qual
19.on - sobre, em cima,
em direção a
20.be – ser, está
21.at - no, na, em, ás
22.not – negativa,não
23.they - eles, elas
24.from - de
25.were - passado do
verbo to be, era, estava
26.their - deles, delas
27.this - este, esta
28.or - ou
29.have – ter, possuir
30.you – você
31.her – dela
32.who – quem
33.all - tudo
34.him - pronome
oblíquo, ele, o
35.an - um, uma
36.so - então, tão, tanto,
também
37.are – são, estão
38.one - um, uma
39.she - ela
40.my - meu, minha
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Estação do Conhecimento
Edição 1 - Maio de 2011
Uma questão de risco
O acidente na usina nuclear Fukushima Daiichi,
no Japão, despertou pânico na população japonesa e
confusão no mundo, não apenas pela ameaça de
contaminação radioativa, mas também pelas informações
contraditórias divulgadas pela imprensa.
O biólogo também esclarece a diferença entre
uma pessoa ser irradiada, ser exposta à radiação de
origem externa e estar contaminada por um elemento
radioativo, quando ela própria se torna uma fonte
emissora de radiação.
Para Guimarães, o acidente expõe principalmente
a questão da percepção de risco que a sociedade tem e sob
a qual aceita viver. “As pessoas se preocupam com
elementos radioativos e com quanto tempo eles deixarão
de ser radioativos, mas esquecem que outros poluentes,
como o carbono e o chumbo, são eternos”, exemplifica
Guimarães.
Segundo o pesquisador, seria possível construir
uma usina que resistisse até mesmo a um terremoto de
nível 10, mas isso custaria muito mais caro e, portanto,
não é feito.
O entrevistado comenta ainda os efeitos do
acidente sobre a indústria nuclear, que está sendo alvo, em
vários países, de reavaliações e de cancelamento de
investimento por parte dos governos.
Matemática
INTRODUÇÃO
O principal objetivo
desse fascículo é
envolver os prévestibulandos no estudo
das propriedades gerais e
básicas das funções. A
exploração das funções
reais, nos dias atuais, se
constitui no carro chefe
de qualquer vestibular da
Bahia e do Brasil.
e-mail: [email protected]
Função ímpar: f(-x) = - f(x) É aquela em que quando
se altera o sinal do domínio altera-se também o sinal da
imagem.
 Se f(x) é uma função polinomial ímpar então
todos os expoentes das variáveis são ímpares
 O gráfico da função ímpar é simétrico em relação
à origem do plano cartesiano.
Função sobrejetora:
Uma função f:A→ B é sobrejetora se, e somente se, para
todo elemento y pertencente a B existir um elemento x
pertencente a A tal que f(x)=y.
Função injetora:
Uma função f:A→ B é injetora se, e somente se,
quaisquer que sejam x1 e x2 de A, se x1≠x2 então f(x1) ≠
f(x2).
Função composta:
Dadas as funções f : A → B e g : B → C,
denominamos função composta de g e f a função
gof : A → C, que é definida por (gof)(x) = g(f(x)), com
x pertencente a A.
Exemplo: Dadas
f(x)=x+3 e g(x)= 2x5, calcule:
a) fog(x):
fog(x) = f(g(x)) = g(x) + 3 = 2x – 5 + 3 = 2x - 2
b) gof(x):
gof(x) = g(f(x)) = 2.f(x) – 5 =
O diagrama não representa
2.(x
+
3)
–
5 = 2x + 6 – 5 = 2x + 1
uma função, pois existe
elemento no conjunto de
partida que não possui um Função inversa: Dada uma função f:A→B, bijetora,
correspondente no conjunto de podemos obter uma função de B em A invertendo-se a
ordem dos pares ordenados de f. Essa função é chamada
chegada.
-1
de
inversa de fé indica-se por f . As principais
2) Sendo A={0,1,2,3},
conseqüências da inversão dos pares ordenados são:
B={2,3,4,5,6,7 }e f = {(x,y) Є
II. (f ) = f
AxB/ y = x + 3} , verifique se a I. D( f ) = A e I( f ) = B então D(f ) = B e I(f ) = A.
relação f é uma função de A em
B, e caso afirmativo determine FIQUE ATENTO: Se uma função não for bijetora,
sua inversa não será função.
o domínio e a imagem de f.
-1
x=0, teremos y= 0+3 = 2
C o n s i d e r a n d o d o i s (0,3)
conjuntos não vazios A e x =1,teremos y=1+3 = 4 (1,4)
B, e uma relação binária
de A em B, dizemos que x=2,teremos y=2+3 = 5 (2,5)
essa relação é função de A x=3,teremos y=3+3 = 6 (3,6)
em B se, e somente se, a
cada elemento x do A função f será f={(0,3), (1,4),
conjunto A corresponder (2,5), (3,6)}.
a um único elemento y do D(f) = {0,1,2,3}e Im(f)={2,3,4,5}
conjunto B.
Notação: f:A→B (lê-se: f
TIPOS DE FUNÇÃO
é função de A em B)
Daí podemos deduzir
Função crescente:
que:
y = f(x) (lê-se: y é uma É aquela em que quando
aumentamos o domínio a
função de x)
x é a v a r i á v e l imagem também aumenta.
independente ou
Função decrescente:
DOMÍNIO.
y é a variável dependente É aquela em que quando
aumentamos o domínio a
ou IMAGEM.
imagem diminui.
-1
-1 -1
FUNÇÃO
É aquela em que quando
aumentamos o domínio a
imagem não se altera, ou seja,
permanece constante.
TREINAMENTO
1) Vamos
verificar se cada
diagrama
representa ou
não uma função:
Informática,
Eletrônicos
Função par: f(-x) = f(x)
É aquela em que quando se
altera o sinal do domínio a
imagem permanece a mesma.
 Se f(x) é uma função
polinomial par então
todos os expoentes das
variáveis são pares.
 O gráfico da função
par é simétrico em
relação ao eixo Ox
Assistência Técnica
e Serviços
Domínio de funções reais:
O domínio de uma função real é
sempre R a menos que ela sofra alguma restrição.
As únicas coisas que podem
restringir o domínio de uma função são:
I-Variável no denominador de alguma fração.
II-Variável dentro de raiz.
Para melhor entendimento vamos
estudar o domínio de funções reais em quatro casos:
1º caso: Função polinomial
- O domínio de qualquer função polinomial é sempre R.
2
ex: Qual o domínio da função f(x) = x + 5x + 6?
Resposta: D = R.
2º caso: Variável no denominador
- Quando houver variável no
denominador diremos que todo o
denominador é diferente de zero
3º caso: Variável dentro de raiz.
Quando existir variável dentro de raiz
devemos observar se o índice n da raiz é
par ou ímpar:
4º caso: Variável dentro de raiz no denominador.
Quando existir variável dentro de raiz no
denominador devemos observar se o índice n
da raiz é par ou ímpar:
anchonete
L
P
Função constante:
Para de achar a inversa de uma função adota-se o
seguinte procedimento:
1. Renomeia-se a função chamando-a de y.
2. Inverte-se os pares ordenados( o que é x vira y
e vice-versa).
3. Isola-se o novo valor de y.
4. Coloca-se o expoente -1 sobre a função para
indicar que se trata de uma função inversa.
aladar
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Rua Monsenhor Costa Nº 60, Centro - XiqueXique.
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O CONFLITO NA LÍBIA
UMA ANÁLISE GERAL
Por Antônio Jesus Jr - Cientista Político
Os grandes movimentos revolucionários no
Oriente sempre foram de ordem religiosa.
Entretanto as revoltas que ocorrem agora não são
desta natureza. O povo oriental se mobiliza por
mudanças sociais e políticas e já derrubou
ditadores, mostrando o poder do povo nas ruas.
Motivados pela onda de protestos que
levaram à queda os longevos presidentes da
Tunísia e do Egito, os líbios começaram a sair às
ruas das principais cidades do país em meados de
fevereiro para contestar o líder Muammar Kadafi,
no comando do país desde a revolução de 1969.
Mais de um mês depois, no entanto, os protestos
evoluíram para uma guerra civil que cindiu a Líbia
em batalhas pelo controle de cidades estratégicas.
Entretanto o julgamento internacional
quanto a Kadafi tem focado somente suas ações
presentes, de repressão aos rebeldes, sem dar
maior importância a seu passado.
Kadafi chegou ao poder aos 27 anos e
desde sempre foi um ditador autoritário e
maquiavélico. Acostumado ao poder absoluto não
tem medo de desafiar as forças internacionais. É
um extremista nato! Kadafi e seu filho tem relações
comerciais de alto porte na Europa e na América, mas
este detalhe foi ignorado pela Inglaterra e pelos EUA.
As ações multilaterais dos países que formam a
chamada força aliada bombardeiam sem dó nem
piedade a Líbia e já há registros de alguns erros
cometidos. As conseqüências mais drásticas ficam nas
mãos dos civis.
Proteção antes e depois
da infecção.
Em teste com ratos, nova vacina mostra-se capaz
de evitar a tuberculose mesmo em indivíduos já
infectados que ainda não desenvolveram a doença. A
expectativa é que ela esteja disponível ao público em
2020.
Geralmente, quando se fala em vacina, a ideia é
prevenir a contração de doenças. Pesquisadores do
Instituto Statens Serum, na Dinamarca, porém,
trabalham no desenvolvimento de uma vacina que
funciona para proteger tanto pessoas nunca infectadas
pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, causadora da
tuberculose, quanto indivíduos que já carregam o
microrganismo sem desenvolver a doença.
A estratégia é importante porque uma
particularidade da M. tuberculosis é a sua capacidade de
corromper a resposta imune do hospedeiro e estabelecer
uma infecção latente, sobrevivendo no ambiente
intracelular por vários anos. Essa infecção 'adormecida'
pode se transformar em doença quando ocorre um
problema com o sistema imunológico do hospedeiro,
como no caso de portadores da Aids.
As candidatas a vacinas contra tuberculose que
estão na fase de ensaios clínicos são vacinas profiláticas
Até agora, as candidatas a vacinas contra
tuberculose que estão na fase de ensaios clínicos são
vacinas profiláticas, ou seja, desenhadas para atuar em
pessoas que ainda não tiveram contato com o agente
infeccioso.
A estratégia é importante porque uma
particularidade da M. tuberculosis é a sua capacidade de
corromper a resposta imune do hospedeiro e estabelecer
uma infecção latente, sobrevivendo no ambiente
intracelular por vários anos. Essa infecção 'adormecida'
pode se transformar em doença quando ocorre um
problema com o sistema imunológico do hospedeiro,
como no caso de portadores da Aids.
As candidatas a vacinas contra tuberculose que
estão na fase de ensaios clínicos são vacinas profiláticas
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Edição 1 - Maio de 2011
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Até agora, as candidatas a vacinas contra
tuberculose que estão na fase de ensaios clínicos são
vacinas profiláticas, ou seja, desenhadas para atuar em
pessoas que ainda não tiveram contato com o agente
infeccioso.
A novidade da vacina desenvolvida pelos
pesquisadores dinamarqueses está na aplicação de
antígenos – trechos capazes de estimular a reação do
sistema imunológico – específicos para combater, além da
infecção inicial, a M. tuberculosis latente.
Esses antígenos foram inseridos no DNA da
bactéria Escherichia coli, que, por sua vez, foi injetada em
ratos. Os testes mostraram que, após a exposição dos
animais ao agente causador da tuberculose, a vacina foi
capaz de controlar a reativação da M. tuberculosis –
prevenindo a manifestação da doença – e reduzir a
quantidade dessas bactérias no organismo – diminuindo
as chances de transmissão da infecção.
Atualmente, a única vacina disponível contra a
tuberculose é a BCG, que protege as crianças apenas
contra as formas raras da doença – e que não é capaz de
evitar completamente as infecções latentes.
“Esperamos que a nova vacina seja eficaz contra
todos os tipos de tuberculose e que impeça a manifestação
de infecções latentes em caso de imunossupressão”,
afirma Peter Andersen, um dos autores do artigo.
“Acreditamos que ela possa estar disponível para o
público em 2020”, acrescenta.
Mundo – História e
Atualidade – Egito 2011
Após mais de uma semana de conflitos e
manifestações no Egito exigindo, entre
outras reivindicações, a saída do presidente
Hosni Mubarak, no poder há quase 30 anos.
Confira as Informações e Novidades dos
Acontecimentos no Egito em 2011, tire suas
Dúvidas dos Motivos e Conflitos, entenda a crise
no Egito.
Dia
25/01/2011
desse processo para as relações tróficas;
lá tem efeitos decisivos em todo Oriente Médio.
RESPOSTA: A energia luminosa é convertida em
Mubarak é uma figura central na política da região
energia química no processo de fotossíntese em que
fótons são absorvidos por pigmentos, organizados no
complexo-antena, que coletam a energia luminosa e a
conduzem até o centro de reação no qual se situa um
par especial de moléculas de clorofila associado à
cadeia aceptora de elétrons. A clorofila, excitada pela
luz, libera elétrons que são imediatamente capturados
por moléculas aceptoras de elétrons, presentes nos
fotossistemas. No processo, a energia luminosa é
convertida em energia de ligações químicas de
moléculas de ATP e NADPH que vão participar nas
reações da síntese primária da matéria orgânica.
A fotossíntese, utilizando uma fonte exógena
permanente de energia — o Sol —, propicia a
produção de biomassa, pelos fotoautrótofos, que
estrutura e mantém as cadeias tróficas sob um fluxo
unidirecional de energia, sustentando a vida no
Planeta.
e importante aliado dos países ocidentais. O Egito
é um dos dois únicos países árabes – além da
Método inovador
*
‘mãe do mundo' em árabe, e os acontecimentos de
começaram
os
Confrontos com milhares de egípcios, que se
reuniram na Praça Tahrir, Cairo, após uma
mobilização realizada pela internet
* Os manifestantes desafiam o toque de
recolher imposto pelo governo e a ONU estima que
cerca de 300 mortos pelos Conflitos.
* A saída imediata de Mubarak é a principal
Reivindicação, além disso o povo acusa o governo
de repressão, fraudes eleitorais, corrupção e
pobreza e desemprego no país. Os Manifestantes
também querem que o filho de Mubarak, não seja
o sucessor do atual presidente.
* Na terça-feira, dia 1º, através da televisão
afirmou que não disputará a reeleição nas Eleições
em setembro de 2011. Disse que dedicará o resto
de seu mandato para garantir uma transição
pacífica para seu sucessor.
* Também pronunciou, no dia 28, a
Jordânia – a ter tratados de paz com Israel.
* Segundo analistas se as manifestações e
conflitos se transformarem numa revolução, pode
haver um golpe para o enfraquecido processo de
Paz no Oriente Médio. Pode ser que grupos
Extremistas ou Islâmicos como a Irmandade
Muçulmana cheguem ao poder por causa do
cenário Político.
* Além disso a crise do Egito pode afetar os
Mercados Globais, pois os valores de muitas ações
já caíram nas principais bolsas do mundo, e o preço
do petróleo chegou ao valor mais alto em dois
anos.
QUESTÕES COMENTADAS - UFBA (2009)
FÍSICA - Questão 06
Nos tempos atuais, a Medicina tem utilizado vários
métodos de diagnóstico, oriundos de pesquisas em
Física, chamados de “métodos de imagem”. Tais recursos
tornaram-se possíveis pela compreensão da estrutura da
matéria, através dos experimentos realizados por
diversos cientistas a partir do início do século XX. Um
experimento realizado em 1911, que ficou conhecido
como experimento de Rutherford, foi de grande
importância para desvendar a estrutura da matéria.
Descreva o experimento de Rutherford e indique as suas
repercussões para a Física.
RESPOSTA: O modelo atômico proposto por J. J.
Thomson, em 1904, supunha que o átomo, de forma
esférica, seria constituído por um tipo de fluido com carga
positiva, com os elétrons uniformemente distribuídos
nele, de modo a equilibrar a carga positiva. Esse modelo
ficou conhecido como pudim de passas, as passas
fazendo o papel dos elétrons e o pudim, o das cargas
positivas distribuídas uniformemente.
Em 1911, Ernest Rutherford propôs um modelo
alternativo para o átomo, com base nos resultados dos
experimentos, realizados sob sua supervisão, de H.
Geiger e E. Marsden, que consistia em bombardear uma
fina folha de ouro com partículas alfa (núcleos de átomos
de hélio). De acordo com o modelo de Thomson,
esperava-se que não houvessem desvios significativos
dessas partículas já que previa uma distribuição uniforme
da carga positiva no volume do átomo. Os resultados
obtidos mostraram que a maior parte das partículas
passava sem se desviar, porém uma pequena parte era
desviada sob grandes ângulos, o que só seria possível se
fossem desviadas por um alvo massivo de carga positiva.
Baseado nos resultados desse experimento, E. Rutherford propôs um
modelo atômico no qual a carga positiva, e também a maior parte da
massa do átomo, estaria concentrada em uma pequena região, o
núcleo. Por sua vez, os elétrons, estariam distribuídos em órbitas ao
redor desse núcleo.
De acordo com esse modelo, a maior parte do
espaço ocupado pelo átomo é vazia de modo que a
maioria das partículas consegue atravessar a lâmina com
pouco ou nenhum desvio. Entretanto aquelas que
incidem diretamente sobre o núcleo sofrem desvios sob
grandes ângulos, ocorrendo inclusive desvios sob
ângulos maiores do que 90º.
O experimento de Rutherford foi de grande
importância para o estabelecimento do modelo atômico
atualmente aceito, sendo essa a sua grande
repercussão.
demissão de seu gabinete de governo.e emprego.
O presidente também determinou que o novo
BIOLOGIA - Questão 01
gabinete – cujos membros ainda não foram
A figura faz alusão à importância do reino vegetal para o
Planeta. A radicalidade dessa
importância revela-se em um
processo bioenergético que
sustenta a vida em suas diversas
manifestações.
nomeados – combata a corrupção e restaure a
confiança na economia.
Outros Fatores envolvidos
Conflitos no Egito em 2011:
nos
* Há uma forte Pressão internacional que
quer uma resolução dos Conflitos. Barack Obama
e Hillary Clinton, dos EUA, pediram uma 'transição
1. explique de que modo
a energia luminosa se
converte em energia química
e destaque a importância
ordenada' para uma democracia no Egito, já os
líderes da ONU, da Grã-Bretanha, da França e da
Alemanha pediram ao presidente do Egito que
evite a violência e realize as reformas exigidas em
protestos.
* O país é como um Al-dunya, ou seja,
Vendo gol G4
Ano 2006, 4p com: vidro, trava e alarme.
(74) 3661-1221 / 8801-5802 - Diego
2.
comente, numa perspectiva evolutiva e
ecológica (evo-eco), o advento da utilização da
água como doadora de elétrons nesse processo.
RESPOSTA: A aquisição evolutiva que permitiu a
utilização de moléculas de água como doadoras de
elétrons possibilitou o uso de uma fonte natural
abundante desse recurso, acoplado à liberação de
oxigênio molecular para a atmosfera. A alteração
ambiental, criada pela presença de oxigênio, em
princípio, gerou um holocausto no mundo anaeróbico,
privilegiando organismos aeróbicos.
Uma atmosfera oxidante, aliada à conseqüente
formação da camada de ozônio, favoreceu a
exploração da maior parte do ambiente terrestre, com
o estabelecimento da grande diversidade biológica.
QUÍMICA - Questão 01
A pressão de vapor é uma das propriedades mais
importantes dos líquidos. Dela depende a manutenção
do ciclo da água no planeta, a umidade do ar que se
respira e a regulação da temperatura do corpo. A
pressão máxima de vapor de um líquido é a pressão
exercida por seus vapores, quando estão em equilíbrio
dinâmico com esse líquido, e depende, dentre outros
fatores, da temperatura e da força das interações entre
suas moléculas.
Quando um líquido entra em ebulição, a pressão
de seus vapores torna-se igual à pressão externa, que,
em um recipiente aberto, é igual à pressão
atmosférica. O gráfico mostra a relação entre a
pressão de vapor de alguns líquidos com a
temperatura.
De acordo com essas considerações e com base
na análise do gráfico apresentado, identifique o líquido
que evapora com maior velocidade a 40ºC, ao nível do
mar, e aquele que possui interações mais fortes entre
suas moléculas.
Justifique o fato de
os alimentos
demorarem mais
para serem cozidos
— em recipientes
abertos, contendo
uma determinada
massa de água em
ebulição — em
localidades de
grandes altitudes,
quando comparado
ao cozimento
desses mesmos alimentos, nas mesmas condições,
entretanto, ao nível do mar.
RESPOSTA: Buscando melhorar a segurança de
seus veículos, as fábricas de automóveis fazem testes
de impacto, a fim de avaliar os efeitos sobre a estrutura
dos carros e sobre seus ocupantes. Como resultado
dessa iniciativa, as pesquisas têm conduzido à
construção de carros com carroceria menos rígida, que
se deformam mais facilmente em caso de colisão.
Em um teste realizado, um veículo de 1000,0kg,
movendo-se com velocidade igual a 72,0km/h e
dirigido por controle remoto foi arremessado contra
uma parede de concreto. A colisão, completamente
inelástica, durou 0,05 segundos.
Analise a decisão dos fabricantes de produzir
automóveis com carroceria menos rígida e calcule a
intensidade da força média exercida pela parede sobre
esse veículo.
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Divulgue a sua marca sendo parceiro
de um projeto sócio-educativo.
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