Um Perfil de adoção de tecnologia personalizado encomendado pela EMC Corporation
Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios
com a disponibilidade contínua de TI
Fevereiro de 2013
Introdução: Os interessados da empresa demandam níveis mais altos de disponibilidade
de TI
No ambiente econômico atual, as organizações devem fornecer serviço de alto nível 24x7 ou enfrentar perdas financeiras
e danos de longo prazo na reputação da empresa. No setor privado, se seu serviço se tornar inativo, seus clientes podem
mudar para um concorrente com relativa facilidade. No setor público, a perda de acesso a serviços críticos pode
desgastar a confiança dos cidadãos nas instituições governamentais. E, na assistência médica, a saúde dos pacientes pode
ser colocada em risco. Em todos os setores, há cada vez menos tolerância em relação a qualquer tipo de inatividade.
E, em um mundo hiperconectado, as notícias sobre inatividade se espalham rapidamente, dificultando ainda mais
a reparação de reputações danificadas. Como resultado, os principais interessados da organização estão exigindo níveis
muito mais altos de disponibilidade de serviços de TI. Apenas nos últimos anos, as discussões sobre tempo de inatividade
e perda de dados aceitáveis mudaram de horas e minutos para segundos e, para muitas organizações, a discussão mudou
para a disponibilidade contínua.
Há outra mudança ocorrendo: os interessados não estão mais preocupados com o que provocou o tempo de inatividade
nem mesmo se o tempo de inatividade foi planejado. Não fazem mais distinção entre incidentes que interrompem uma
parte dos serviços de TI, como falhas em software localizado, falhas de hardware e corrupção de dados ou incidentes que
afetam todo o data center, como uma condição meteorológica extrema e interrupções regionais de energia. Da perspectiva
dos interessados (e da perspectiva dos clientes), o serviço está inativo.
Este Perfil de adoção de tecnologia analisa como as expectativas e as abordagens dos executivos de TI estão evoluindo
para resolver essas demandas cada vez maiores da sua organização e dos clientes.
Os riscos à disponibilidade estão aumentando
Como as demandas de disponibilidade dos negócios estão aumentando, os riscos também estão aumentando. Toda
semana vemos notícias sobre outra organização que está enfrentando uma grande interrupção. O site de eCommerce de
uma empresa pode estar inativo por algumas horas devido a erro humano ou a uma atualização com problemas ou
condições meteorológicas extremas, como o furacão Sandy, ou mesmo uma tempestade de inverno rigorosa pode provocar
caos em uma organização. Por que existem tantas interrupções frequentes? Em um estudo conjunto da Forrester e do
Disaster Recovery Journal (DRJ), perguntamos às organizações se percebiam que o nível de risco estava aumentando
e pedimos que identificassem os três principais riscos mais preocupantes. Uma maioria esmagadora, 82%, disse que
o nível de risco estava realmente aumentando e os seguintes riscos foram identificados: 1) dependência da tecnologia;
2) complexidade dos negócios; e 3) condições meteorológicas extremas como os riscos principais (consulte a Figura 1).
Especificamente:
Forrester Consulting
Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios com a disponibilidade contínua de TI
• Os processos empresariais são cada vez mais dependentes da tecnologia. Na era digital atual, a maioria dos
processos depende da tecnologia. Da comunicação, vendas, cadeia de suprimentos ao atendimento ao cliente,
os procedimentos manuais aos quais a organização poderia retornar quando os serviços de TI não estivessem
disponíveis não existem mais. Há anos, as organizações substituíram os procedimentos manuais e os registros
em papel por software e comunicação online, compartilhamento de arquivos e gerenciamento de registros. Isso
significa que se os serviços de TI não estiverem disponíveis, os processos estarão inativos. Isso também significa
que mesmo interrupções planejadas (por exemplo, atualizações, implantações tecnológicas etc.) podem ser
problemáticas. Na verdade, as atualizações e as implantações são muito comuns. Quando a Forrester Research
pediu aos executivos de TI para identificarem suas principais prioridades em tecnologia de software de TI durante
os próximos 12 meses, 66% indicaram que as atualizações de aplicativos empacotados era uma prioridade alta ou
crítica, e 68% indicaram que o aumento da implantação e do uso de tecnologias era uma prioridade crítica ou
principal. 1 Como as organizações precisam fornecer cada vez mais serviços 24x7, há um intervalo de manutenção
muito mais curto durante o qual essas atualizações e implantações podem ser realizadas, portanto, qualquer erro
durante esses procedimentos pode estender significativamente o tempo de inatividade. Para as operações de TI,
como os níveis de serviço de disponibilidade de TI concordados com os interessados envolverão todo o tempo de
inatividade (planejado ou não), também as abordagens que a TI desenvolve deverão envolver a alta disponibilidade
local e a recuperação de desastres.
• Os processos de negócios estão cada vez mais complexos. No passado, havia uma relação de 1:1 entre um
processo e o aplicativo de TI que o habilitava. Atualmente, um processo típico (por exemplo, contabilidade financeira,
gerenciamento da cadeia de suprimentos, atendimento de pedidos, atendimento ao cliente, RH ou comunicação)
é composto de dezenas de aplicativos e serviços de TI interdependentes, alguns dos quais são mantidos pela
própria TI e outros por terceiros (por exemplo, empresas terceirizadas, integradores ou provedores de nuvem).
Devido à complexidade das interdependências, a não disponibilidade de um aplicativo aparentemente não crítico
pode interromper todo o processo de uma empresa. Como resultado, a TI precisa categorizar cada vez mais
aplicativos e sistemas como de missão crítica e fundamentais para os negócios. Além disso, como a discussão
sobre disponibilidade passou de uma discussão de horas e dias para uma discussão de segundos e minutos, não
é mais suficiente fornecer proteção de alta disponibilidade e de recuperação de desastres para aplicativos de missão
crítica. TI também precisa estender a proteção para os aplicativos fundamentais para os negócios. Para a maioria
das organizações, os aplicativos de missão crítica podem ter segundos ou minutos de inatividade (tipicamente
120 minutos ou menos), enquanto os aplicativos fundamentais para os negócios podem ter minutos ou horas
(tipicamente 120 minutos a seis ou oito horas). Estender essa proteção sem incorrer em despesas de capital
ostensivas, infraestrutura ociosa e sobrecarga significativa de TI é um grande desafio.
• Há mais probabilidade de riscos de alto impacto. De acordo com os estudos conjuntos da Forrester e do
Disaster Recovery Journal, a causa mais comum de uma interrupção maior dos negócios foi condições
meteorológicas extremas/desastres naturais, seguida imediatamente por interrupções de energia, falhas de TI,
falhas de telecomunicações, inundação e incêndio. 2 A frequência cada vez maior de eventos meteorológicos
extremos, como o furacão Sandy, é uma causa principal de preocupação. Eventos meteorológicos extremos ou
mesmo rigorosos têm a capacidade de derrubar data centers inteiros e também podem criar um série de eventos
em cascata, como interrupções de energia, escassez de combustíveis (para geradores de energia de backup) ou
inundações, que afetam a disponibilidade dos data centers. Devido à frequência cada vez maior de condições
meteorológicas extremas, a empresa não vê mais os esforços de disponibilidade como apólices de seguro
dispendiosas para eventos raros.
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Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios com a disponibilidade contínua de TI
Figura 1
A dependência da tecnologia, a complexidade dos negócios e as condições meteorológicas extremas são os riscos
principais
“Você acredita que o nível de riscos está aumentando? Caso afirmativo, o que está impulsionando
o aumento dos riscos? (Selecione os três principais)”
48%
Maior dependência da tecnologia
37%
Complexidade dos negócios de sua organização
Maior frequência e intensidade de desastres
naturais/condições climáticas
36%
33%
Maior dependência de terceiros
26%
Mais requisitos normativos
25%
Maior perigo de ataques cibernéticos
16%
Instalação antiga/infraestrutura do data center
15%
Distribuição geográfica de sua organização
14%
Instabilidade financeira
12%
Instabilidade política e social
Escassez/falta/interrupção de energia e combustível
7%
Maior frequência e risco de epidemia e pandemia
5%
Outro
5%
Base: 246 executivos e influenciadores globais de continuidade dos negócios que conduziram ou planejam conduzir uma avaliação de risco
Fonte: Forrester/Disaster Recovery Journal Business Continuity Preparedness Survey, 4º trimestre de 2011, Forrester Research, Inc.
Para atender às demandas dos negócios, muitas organizações estão voltadas para
a disponibilidade contínua
Em muitas organizações, as arquiteturas e os processos de recuperação de desastres atuais parecem ser os mesmos que
eram há 10, 15 e até 20 anos. As operações de TI replicam imagens de backup fora do site, enquanto os cold sites, os
warm sites e os hot sites ficam em modo de espera para o failover. Além disso, com frequência, muitas organizações
armazenam a alta disponibilidade e a recuperação de desastres em funções separadas em silos, com abordagens,
e orçamentos, separados. No entanto, com as demandas dos negócios por disponibilidade mais alta e os riscos cada
vez maiores a essa disponibilidade, mais profissionais de TI estão unificando suas abordagens de alta disponibilidade
e recuperação de desastres para obter disponibilidade contínua. Em uma abordagem de disponibilidade contínua,
os profissionais de TI reestruturam sua arquitetura de TI de uma maneira que permita resistir à perda de componentes
individuais ou mesmo de sites, continuando a entregar serviços de TI. Quando ocorrem pequenas ou grande falhas,
os sites e a infraestrutura cobrem transparentemente a falta de outro componente.
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Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios com a disponibilidade contínua de TI
Como já era esperado, quando a Forrester Research pediu aos executivos e influenciadores de TI para identificarem suas
principais prioridades em infraestrutura de TI durante os próximos 12 meses, 61% indicaram que a compra ou a atualização
de recursos de continuidade dos negócios e de recuperação de desastres era uma prioridade principal (consulte a Figura 2).
Essa priorização influencia a adoção e o uso da tecnologia de toda a TI. Por exemplo, 55% das organizações indicaram
que melhorar a continuidade dos negócios/recuperação de desastres era muito importante em sua decisão de adotar
a virtualização de servidor x86 (consulte a Figura 3). Com a virtualização de servidor, as operações de TI podem reiniciar
máquinas virtuais rapidamente em hosts físicos alternativos, configurar máquinas virtuais em configurações de alta
disponibilidade ou tolerantes a falhas ou migrar máquinas virtuais sem interrupção para outros hosts, dentro e entre
data centers.
Figura 2
A atualização da continuidade dos negócios/recuperação de desastres é uma prioridade principal de TI
“Quais das iniciativas a seguir provavelmente serão as principais prioridades de
hardware/infraestrutura de TI de sua organização/empresa nos próximos 12 meses?”
Não sei/não é aplicável
Não está em nossos planos
Adquirir ou atualizar as funcionalidades de
recuperação de desastres e de
continuidade dos negócios
Prioridade baixa
Prioridade alta
Prioridade crítica
2%
7%
30%
40%
21%
Base: 661 executivos de hardware de TI empresarial nos EUA
Fonte: Forrsights Hardware Survey, 3° trimestre de 2012, Forrester Research, Inc.
Figura 3
A melhoria da continuidade dos negócios/recuperação de desastres orienta a adoção da virtualização de servidor x86
“Em que medida foi importante melhorar a recuperação de desastres e a continuidade dos
negócios na decisão de sua empresa de adotar a virtualização de servidor x86?”
5 – Muito importante
55%
4
20%
3
16%
2
1 – Não é importante
6%
2%
Base: 324 executivos de hardware de TI empresarial nos EUA que estão interessados, estão planejando ou adotaram a virtualização x86
Fonte: Forrsights Hardware Survey, 3° trimestre de 2012, Forrester Research, Inc.
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A adoção de data centers ativo-ativo é forte
Para obter um nível mais alto de disponibilidade sem o alto custo de um data center de recuperação ocioso ou de um
data center que a TI use apenas para cargas de trabalho que possam ser adiadas, muitas organizações estão mudando
para arquiteturas de data centers ativo-ativo. Em uma arquitetura de data centers ativo-ativo, há cargas de trabalho de
produção operando em dois ou mais data centers, e a TI pode fazer failover ou manter a alta disponibilidade dessas cargas
de trabalho entre os data centers. Uma arquitetura de data centers ativo-ativo é o primeiro passo principal para a obtenção
da disponibilidade contínua. A disponibilidade contínua é um avanço adicional de data centers ativo-ativo. Ela combina
alta disponibilidade/recuperação de desastres em uma única abordagem executando uma única instância estendida de
um aplicativo entre dois data centers de produção. Para fazer isso é necessário: 1) A infraestrutura de TI e a capacidade
de computação distribuídas em cada site (servidores, armazenamento, rede etc.); 2) a habilidade de fornecer acesso
simultâneo aos aplicativos e aos dados entre os sites de uma forma coerente; 3) um cluster estendido entre os sites;
e 4) um mecanismo de balanceamento de carga que possa rotear as transações para os aplicativos apropriados dentro
de cada data center.
Em janeiro de 2013, a EMC Corporation comissionou a Forrester Consulting para explorar adicionalmente a consideração
e a busca de arquitetura de ativo-ativo em grandes organizações dos EUA (1.000 funcionários e acima). Nosso estudo
descobriu que:
• Quarenta e quatro por cento das organizações pesquisadas já adotaram a arquitetura de data center ativo-
ativo. Trinta e dois por cento têm aplicativos em data centers de produção que podem funcionar como failover do
outro, enquanto 12% executam seus aplicativos em configurações de alta disponibilidade entre dois data centers
de produção (consulte a Figura 4). As organizações da primeira categoria, embora não obtenham disponibilidade
contínua no momento, estão mais preparadas para evoluir para a disponibilidade contínua no futuro. Mesmo
entre as organizações que arquitetam seus data centers em configurações de ativo-passivo, 21% tentam aumentar
a utilização da infraestrutura redundante no site de recuperação deslocando cargas de trabalho secundárias, como
desenvolvimento e teste de aplicativos. É claro que as organizações estão mudando das configurações de ativopassivo onde recursos caros de TI permanecem ociosos até uma interrupção.
• Doze por cento das organizações já mudaram para um ambiente de serviço de disponibilidade contínua.
Executando aplicativos em uma configuração de alta disponibilidade em seus data centers de produção, essas
organizações podem obter a disponibilidade contínua. Se houver uma falha local de qualquer componente (por
exemplo, falha de TI ou erro humano) ou uma falha de todo um site (por exemplo, condições meteorológicas
extremas, inundação ou incêndio), esses aplicativos continuarão processando. Além de fornecer disponibilidade
contínua, esse tipo de solução combinada de disponibilidade contínua/recuperação de desastres também pode
melhorar o desempenho dos aplicativos por meio de transações de balanceamento de carga nos data centers
de produção.
Há muita confusão no mercado em relação à definição exata de disponibilidade contínua, e esse debate provavelmente
continuará. No entanto, pode ser útil comparar e contrastar a recuperação de desastres, a alta disponibilidade
e a disponibilidade contínua de uma perspectiva de serviço, como a seguinte. 1) O próprio termo, “recuperação de desastres”,
indica que, depois de uma falha, a organização está inativa, e a TI precisa intervir manualmente para reiniciar os serviços
de TI. Depois de a TI tomar a decisão de efetuar um failover, o processo de recuperação pode realmente ser automatizado
usando tecnologias, como virtualização, mas ele ainda precisa de intervenção humana inicial. 2) A alta disponibilidade
significa que quando ocorre uma falha, o processo de recuperação é automático, ele não precisa de intervenção humana
(por exemplo, máquinas virtuais arquitetadas em alta disponibilidade e configurações tolerantes a falhas). 3) A disponibilidade
contínua significa que a falha é transparente para o aplicativo final. Ou seja, o aplicativo não vê a falha.
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Figura 4
Muitas organizações já adotaram configurações de data centers ativo-ativo
“Qual das seguintes opções caracteriza melhor a capacidade de alta disponibilidade
e de recuperação de desastres de sua organização?”
Designamos data centers de produção e de recuperação.
Os data centers de recuperação permanecem ociosos até
que ocorra um failover
34%
Designamos data centers de produção e de recuperação.
As cargas de trabalho que podem ser adiadas, como
desenvolvimento e teste de aplicativos, são executadas em
data centers de recuperação
21%
Designamos todos os nossos data centers como sites
de produção. Cada um funcionando como um
site de failover do outro
Designamos todos os nossos data centers como sites de
produção. Os aplicativos de missão crítica são executados
em uma configuração de alta disponibilidade ou de cluster
em dois ou mais data centers
32%
12%
Base: 80 executivos empresarias nos EUA envolvidos na estratégia de recuperação de desastres de sua organização
Fonte: Um estudo encomendado, conduzido pela Forrester Consulting em nome da EMC Corporation, de janeiro de 2013
Os data centers ativo-ativo fornecem benefícios operacionais e financeiros
Quando a Forrester Consulting perguntou às organizações com data-centers ativo-ativo sobre os benefícios dessa
arquitetura, um número surpreendente de entrevistados, 89%, concordou ou concordou completamente que isso
ajudou a unir a alta disponibilidade e a recuperação de desastres em uma única abordagem (consulte a Figura 5).
Isso significa que as operações de TI não precisam mais investir separadamente em alta disponibilidade para falhas
localizadas e em recuperação de desastres para falhas do site (ou potencialmente sacrificar um ou outro por causa do
custo). É possível ter os dois em uma única abordagem. A abordagem unificada também reduz o custo geral porque as
operações de TI não precisam mais testar cada abordagem ou manter uma infraestrutura para ambas separadamente.
As organizações identificaram outros benefícios, incluindo a habilidade de:
• Utilizar tecnologia pronta para uso. As soluções de disponibilidade contínua não precisam mais de tecnologia
personalizada e de integração complexa. De acordo com nosso estudo, 69% das organizações concordaram ou
concordaram completamente que puderam obter sua solução combinada de alta disponibilidade e de recuperação
de desastres usando tecnologia pronta para uso. Isso é importante porque significa que as organizações não
economizam apenas dinheiro, mas também reduzem a complexidade evitando investimento e manutenção em
tecnologia personalizada em seu ambiente. A complexidade representa um risco para a disponibilidade, portanto,
o ideal é evitar complexidade desnecessária e padronizar os ambientes onde for possível.
• Reduzir despesas de capital em recuperação de desastres. Normalmente, a obtenção da alta disponibilidade e da
recuperação de desastres como uma solução separada exige investimento em infraestrutura redundante localmente
para a alta disponibilidade e para a recuperação de desastres. Com uma abordagem combinada que se estenda
pelos dois sites, é possível reduzir as despesas de capital necessárias para a infraestrutura. De acordo com nosso
estudo, 67% das organizações concordaram ou concordaram completamente com o fato de que puderam reduzir
as despesas de capital combinando a alta disponibilidade e a recuperação de desastres.
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Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios com a disponibilidade contínua de TI
• Reduzir o tempo de inatividade de todos os serviços e aplicativos de TI. Com a dependência cada vez maior da
tecnologia, é importante que os aplicativos de missão crítica, fundamentais para os negócios e de suporte aos
negócios obtenham altos níveis de disponibilidade. Historicamente, devido ao custo de abordagens de recuperação
de desastres tradicionais, as organizações podiam apenas obter os mais altos níveis de disponibilidade para seus
aplicativos de missão crítica. Com uma abordagem de data centers ativo-ativo, a utilização de tecnologias prontas
para uso, a redução de despesas de capital e a melhoria da utilização, as organizações também puderam estender
a proteção da alta disponibilidade e da recuperação de desastres aos aplicativos fundamentais para os negócios.
De acordo com nosso estudo, 86% das organizações concordaram ou concordaram completamente com o fato de
que o data center ativo-ativo reduziu o tempo de inatividade de todos os serviços e aplicativos de TI.
Figura 5
A disponibilidade contínua obtém benefícios operacionais e financeiros
“Até que ponto você concorda ou discorda das seguintes afirmações sobre a configuração de
data centers ativo-ativo?”
Não tenho certeza/não é aplicável
Discordo completamente – 1
Possibilitou uma abordagem unificada para
fornecermos proteção de alta disponibilidade e de
recuperação de desastres para aplicativos críticos
Ajudou a reduzir o tempo de inatividade em todos os
nossos serviços e aplicativos de TI
3%
6%
3%
2
3
4
Concordo completamente – 5
47%
42%
6% 6%
39%
47%
3%
Temos uma solução combinada de alta
disponibilidade e recuperação de desastres com
base em tecnologia pronta para uso
Ajudou a reduzir as despesas de capital de
recuperação de desastres e a reduzir/eliminar
infraestrutura de TI ociosa em nossos sites de
recuperação
11%
19%
8%
25%
50%
42%
19%
25%
Base: 36 executivos empresarias nos EUA envolvidos na estratégia de recuperação de desastres de suas organizações que designam todos os
seus data centers como sites de produção
Fonte: Um estudo encomendado, conduzido pela Forrester Consulting em nome da EMC Corporation, de janeiro de 2013
Mais organizações estão prontas para a disponibilidade contínua
Quarenta e quatro por cento das organizações já adotaram as arquiteturas de data centers ativo-ativo atualmente, e muitas
das organizações sem arquiteturas de data centers ativo-ativo estão lutando com a recuperação de desastres. De acordo
com nosso estudo, 50% dos entrevistados sem uma configuração de data centers ativo-ativo não têm confiança de que
sua capacidade de recuperação de desastres é escalável ou obterá seus objetivos de recuperação (consulte a Figura 6).
E 44% dos entrevistados concordam ou concordam completamente que lutam para manter um ambiente de recuperação
de desastres atualizado devido à taxa de mudanças em produção ou à falta de recursos.
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Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios com a disponibilidade contínua de TI
Figura 6
As organizações sem data centers ativo-ativo estão prontas para a disponibilidade contínua
“Até que ponto você concorda ou discorda das seguintes afirmações sobre seus ambientes atuais de
alta disponibilidade e recuperação de desastres?”
Não tenho certeza/não é aplicável
Discordo completamente – 1
Temos confiança de que nossa capacidade de recuperação
de desastres é escalável e atenderá a todos os objetivos de
recuperação
2%
11%
Acreditamos que a tecnologia pronta para uso está madura
o suficiente para combinar nossas soluções de alta
disponibilidade e de recuperação de desastres em uma
abordagem unificada
5%
Nossa organização está interessada em explorar uma solução
combinada de alta disponibilidade
e de recuperação de desastres
Lutamos para manter um ambiente de recuperação de
desastres atualizado devido à taxa de mudanças em nosso
ambiente de produção e/ou restrições
orçamentáriasconstraints
2
3
4
Concordo completamente – 5
50%
36%
32%
18%
47%
14%
34%
36%
11%
46%
5%
11%
7%
32%
32%
14%
45%
9%
27%
18%
34%
11%
Base: 44 executivos empresariais nos EUA envolvidos na estratégia de recuperação de desastres de suas organizações que
designaram/separaram data centers de produção e de recuperação
Fonte: Um estudo encomendado, conduzido pela Forrester Consulting em nome da EMC Corporation, de janeiro de 2013
Esses desafios, além da clara demanda dos negócios por níveis de disponibilidade mais altos, estão orientando muitas
organizações a pensarem sobre uma abordagem de disponibilidade contínua. A implementação de capacidades de data
centers ativo-ativo é uma realidade em muitas organizações ou é uma consideração para o futuro. Considere que as
organizações pesquisaram:
• Falta de confiança nas soluções de recuperação de desastres existentes. Oitenta e dois por cento dos entrevistados
sem arquiteturas de data centers ativo-ativo não têm certeza de que sua solução de recuperação de desastres
atenderá a todos os objetivos da recuperação. Essa falta de confiança diminui o valor da solução de recuperação
e frustra seu objetivo. Como os failovers da recuperação de desastres tradicional são arriscados e caros, a maioria
das equipes de operações de TI evita invocar um plano de recuperação de desastres a menos que o plano seja
absolutamente necessário, o que representa um dilema para as equipes de operações de TI. Quando há uma
interrupção, você cumpre seus SLAs com a organização invocando procedimentos de recuperação e arrisca uma
interrupção maior se houver falha na recuperação ou espera (por exemplo, se houver uma interrupção de energia
ou uma falha da rede ou do sistema que TI possa corrigi-la)? A menos que o cenário seja um “buraco de fumaça”,
muitas empresas podem optar por esperar por uma interrupção.
• Acreditar que a disponibilidade contínua pronta para uso é madura. No geral, 58% dos entrevistados
implementaram arquiteturas de data centers ativo-ativo ou acreditam que as tecnologias prontas para uso são
maduras o suficiente para obter uma solução combinada de alta disponibilidade/recuperação de desastres –
69% do grupo de data centers ativo-ativo usa componentes prontos para sua solução combinada de alta
disponibilidade/recuperação de desastres, e 47% do grupo sem data centers ativo-ativo acredita que a tecnologia
pronta para uso é madura o suficiente para obter a combinação.
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• Já adotaram ou estão prontos para soluções de disponibilidade contínua. As soluções de alta disponibilidade
atuais são altamente automatizadas e fornecem uma substituição quase que imediata para perdas de componentes
ou serviços sem intervenção humana significativa. Uma declaração de recuperação de desastres, por outro lado,
é arriscada, cara e, normalmente, requer anuência de nível C. Para melhorar a recuperação de desastres e eliminar
a necessidade de “declarar” formalmente um desastre e invocar um plano de recuperação, 56% do grupo do
estudo já adotou alguma forma de solução de disponibilidade contínua ou de solução combinada de disponibilidade
contínua e recuperação de desastres ou está considerando uma solução – 69% do grupo de data centers ativo-ativo
tem uma solução combinada de alta disponibilidade/recuperação de desastres, e 46% do grupo sem data centers
ativo-ativo está interessado em perseguir a combinação.
Conclusão
As demandas organizacionais por níveis mais altos de disponibilidade só irão aumentar. Essa não é uma questão de se,
mas de como as operações de TI atenderão a essas demandas de maneira econômica. Combinando a alta disponibilidade/
recuperação de desastres em uma única abordagem, as organizações podem obter altos níveis de disponibilidade, até
mesmo disponibilidade contínua, sem as enormes despesas de capital e a sobrecarga dispendiosa de soluções separadas
e data centers de recuperação ociosos. Além disso, podem realmente transformar a recuperação de desastres, de uma
capacidade incerta que as operações de TI estão cansadas de invocar em uma habilidade que suporte a perda de componentes
individuais, ou mesmo de sites, e continue a entregar os serviços de TI. A evidência é clara: Muitas organizações já estão
mudando para a disponibilidade contínua, muitas já adotaram data centers ativo-ativo e unificaram as abordagens de
disponibilidade contínua/recuperação de desastres usando tecnologia pronta para uso, e as que não adotaram desejam
fazer isso e acreditam que a tecnologia pronta para uso está madura o suficiente para fazer isso.
É óbvio que a mudança para uma abordagem como a disponibilidade contínua não acontece da noite para o dia. Ela
é uma jornada. Como outras transformações de TI, as organizações podem realizar uma análise de lacunas usando
o estado futuro desejado para a disponibilidade contínua em relação à arquitetura e à infraestrutura atuais. Usando a análise
de lacunas, elas podem desenvolver um roteiro que descreva a estratégia e os turnos e as mudanças táticas que devem
ocorrer nos processos de TI, na arquitetura e na adoção da tecnologia, e uma estratégia que inclua uma análise de custobenefício para descrever as despesas de capital, os custos operacionais e as economias de custos e os benefícios.
Metodologia
Este Perfil de adoção de tecnologia foi encomendado pela EMC Corporation. Para criar este perfil, a Forrester utilizou
sua pesquisa Forrester/Disaster Recovery Journal Business Continuity Preparedness Survey, do 4º trimestre de 2011,
e sua pesquisa Forrsights Hardware Survey, do 3º trimestre de 2012. A Forrester Consulting complementou esses dados
com as perguntas da pesquisa feitas a 80 executivos de TI nos EUA em organizações com 1.000 ou mais funcionários.
Os entrevistados estavam envolvidos na estratégia de recuperação de desastres de suas organizações, e suas organizações
usam atualmente um data center alternativo que funciona como um site de failover ou de recuperação para seus data
centers de produção. As perguntas da pesquisa eram relacionadas à arquitetura atual de suas capacidades de alta
disponibilidade/recuperação de desastres e ao desempenho dessas arquiteturas na prática. A pesquisa personalizada
auxiliar foi realizada em janeiro de 2013. Para obter mais informações sobre o painel de dados e os serviços de consultoria
do setor de tecnologia da Forrester, visite www.forrester.com.
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Como as organizações estão melhorando a resiliência dos negócios com a disponibilidade contínua de TI
Notas finais
1
Fonte: Forrsights Software Survey, 4° trimestre de 2012, Forrester Research, Inc.
Resultados da pesquisa Forrester/Disaster Recovery Journal Business Continuity Preparedness Survey, 4º trimestre de 2011;
61% dos executivos de continuidade dos negócios de empresas nos EUA solicitaram um plano de continuidade dos
negócios. Dessas empresas, 55% citaram desastres naturais como a principal causa dessa solicitação. Interrupções de
energia (49%), falhas de TI (36%), inundação (28%), incêndio (18%) e falhas de telecomunicações (14%) também foram
citadas como causas comuns da solicitação de um plano de continuidade dos negócios.
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