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Retificação de TEXTOS e QUESTÕES DE PRIMEIROS SOCORROS do Grupo 3 CMS conforme orientações da ANAC . Informamos que as questões relacionadas estão disponíveis nos simulados do nosso site. PAG 106 Parada Respiratória
Respirar é essencial. Se esse processo básico cessar, todas as outras funções vitais também serão
paralisadas.
Com a parada respiratória, o coração em pouco tempo também vai deixar de bater e a cianose fica mais
evidente. Quando isso ocorre, lesões irreversíveis nas células do sistema nervoso central começam a
acontecer. O processo de degeneração tem tempo para acontecer: aproximadamente de cinco à seis
minutos (tempo considerado em que o homem sobrevive totalmente privado de oxigênio).
Como reconhecer:
1. Ausência do movimento respiratório (Apnéia)
2.Inconsciência
3.Dilatação das pupilas
4.Cianose (arroxeamento dos lábios e extremidade dos membros)
Procedimentos
São 6 os procedimentos básicos que o socorrista deve executar sempre que ele verificar que o paciente
teve parada respiratória.
1. Coloque o paciente em decúbito dorsal com a cabeça em hiperextensão.
Abrir suas vias aéreas elevando o queixo (hiperextensão). O socorrista deve usar a manobra de inclinação
da cabeça - elevação do queixo para abrir as vias aéreas, em todas as vítimas sem responsividade, mesmo
em vítimas de traumas.
2.Olhar os movimentos do tórax do PAX.
3.Ouvir os sons da respiração.
4.Sentir o ar exalado pela boca e pelo nariz.
5.Observar se a pele do rosto do PAX está pálida ou azulada.
6.Para se certificar que o mesmo respira, o socorrista deve trabalhar rápido e levar 5 a 10 segundos (não
mais de 10 segundos) para verificar a presença de respiração normal. Se esse padrão de respiração não
estiver presente, o socorrista deve realizar a ventilação imediatamente.
REALIZANDO A VENTILAÇÃO (INSUFLAÇÃO ou BOCA A BOCA) Levantar a cabeça do
paciente em hiperextensão como descrito acima, repouse sua boca contra a do paciente e efetue a
insuflação de ar (empurre o ar) para o paciente (o gás carbônico é estimulante do centro respiratório
funcionando como um choque nos pulmões).
PAG 107 A ventilação de resgate deve ser aplicada durante 1 segundo e deve produzir a elevação do tórax (o socorrista deve visualizar a elevação do tórax sem excesso), se não houver elevação do tórax deve‐se verificar a possibilidade da existência de obstrução por corpo estranho, na havendo corpo estranho deve‐se tamponar o nariz do paciente. Deve‐se evitar excesso e aplicar 2 ventilações (insuflação) de resgate de apenas 1 segundo cada (duração) e verificar se ocorre reação antes de aplicar nova ventilação (a verificação deve ser inferior a 10segundos). FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL
Observação: A respiração boca­boca NÃO deve ser feita nas intoxica ­ções por gases venenosos (monóxido de carbono), envenenamento por (cianureto), e em moléstias infectocontagiosas ( tuberculose, hepatite, meningite, etc). Nesses casos devem ser usados aparelhos apropriados (ressuscitadores) que oferecem a vantagem de possibilitar administração simultânea de oxigênio. Na utilização emprega­se a mesma técnica anteriormente descrita, usando­se o ar contido no balão de insuflação. O método mais indicado em paradas respiratórias (exceto nos casos onde haja moléstias infectocontagiosas), e o boca­boca pois além do oxigênio introduzido pelo socorrista, é ingerido o gás carbônico que é estimulante do centro respiratório. POSSIVEIS QUESTÕES ANAC SOBRE O ASSUNTO 2) Em uma parda respiratória para verificar se o paciente está respirando um socorrista deverá levar no máximo: a) 10 seg b) 10 min c) 5 seg d) 5 min RESP: A 04 ‐ A um pax com parada respiratória deve‐se, de imediato: A) dar‐lhe oxigênio B) fazer respiração boca‐a‐boca numa freqüencia de 2 incursões de ar (ventilações) de 1 segundo C) colocá‐lo sentado com a cabeça em posição vertical D) medir seus sinais vitais RESP: B 14‐ Para um passageiro com parada respiratória, deve‐se, de imediato: A) dar‐lhe oxigênio B) medir seus sinais vitais C) colocá‐lo sentado com a cabeça na posição vertical D) fazer respiração boca a boca, numa freqüência de 2 ventilações de 1 segundo RESP: D 16 ‐ As ventilações de resgate (boca a boca) em pacientes com mais de 8 anos deverá ser de: a) 12 a 20 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos) b) 10 a 12 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos) c) 10 a 12 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos) d) 12 a 20 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos) RESP: C 17 ‐ As ventilações de resgate (boca a boca) em pacientes com menos de 8 anos deverá ser de: a) 12 a 20 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos) b) 10 a 12 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos) c) 10 a 12 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos) d) 12 a 20 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos) FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL
RESP: A 18 ‐ Após efetuar 2 ventilações de resgate de 1 segundo em uma parada respiratória o socorrista deve: a) verificar a reação do paciente em no máximo 5 seg b) verificar a respiração do paciente e caso a mesma não retorne deve‐se reiniciar o ciclo da ventilação de resgate em no máximo 5 seg c) verificar a reação do paciente em no máximo 10 seg d) verificar a respiração do paciente e caso a mesma não retorne deve‐se reiniciar o ciclo da ventilação de resgate em no máximo 10 seg RESP: D 19 ‐ Para ter certeza de que uma ventilação em uma parada respiratória foi realizada com eficiência o socorrista deve: a) produzir a elevação do tórax sem excesso b) produzir a elevação do tórax ao máximo que se conseguir c) apenas ventilar (insuflar) d) somente verificar se a ventilação flui sem resistência RESP: A PAG 121 Parada Cárdio Respiratória ­ PCR Quando o coração para de bombear o sangue para o organismo, as células deixam de receber oxigênio. Existem órgãos que resistem vivos, até algumas horas. Porém os neurônios do sistema nervoso central não suportam mais do que 6 minutos. Transcorrido esse tempo, eles entram em processo de necrose (midríase paralítica começa apos 30 segundos da parada cardíaca). Portanto é de suma importância que a identificação e a recuperação cardíaca PCR devam ser feitas de imediato (preferencialmente no máximo em 4 minutos). Caso isso não aconteça, o PAX poderá sofrer lesões irreversíveis no sistema nervoso central. Pior: poder falecer em pouco tempo. Como reconhecer: 1. Inconsciente. 2. Sem sinais de respiração. 3. Sem sinais de circulação, pulsação, batimento cardíaco 4. Pele fria (hipotérmico) e amarela. 5. Pupilas dilatadas. O procedimento deve ser iniciado da mesma forma que em uma parada respiratória, ou seja: Coloque o paciente em decúbito dorsal, desobstrua as vias aéreas, realize a ventilação e realize a massagem. Detectada a parada cardíaca o socorrista deve realizar o mais cedo possível, restabelecendo oxigenação e circulação sanguínea até a chegada dos médicos. Em adultos ou crianças com mais de 8 anos 1. Localizar o apêndice xifóide com o dedo indicador da mão esquerda 2.Colocar dois dedos da mão direita ao lado do indicador da mão esquerda. 3.Após colocar os dois dedos, posicionar a palma (calcanhar) da mão esquerda. FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL
4.Posicionar a mão direita sobre a mão esquerda, cruzando os dedos. 5.Os ombros do socorrista devem estar paralelos ao osso esterno do PAX e os seus braços estendidos totalmente. 6.Somente a região hipotenar da palma (calcanhar) da mão toca o esterno, evitando‐se, dessa forma, pressionar as costelas. 7.Em conseqüência da massagem, o externo, em PAX adultas, deverá ser deslocado para baixo entre 4 e 5 cm. PAG 122 CRIANÇAS OU LACTENTES
1.Em crianças, com idade entre 1 a 8 anos, a pressão deve ser exercida com apenas uma das mãos
(calcanhar da mão), e o esterno deve ser deslocado entre 2,5 a 4 cm (1/3 a 1/2 da profundidade do
tórax).
2. Em lactentes (bebês), com idade variando de 0 a 1 ano, a pressão é realizada com dois dedos,
posicionando-os na intersecção do osso esterno com uma linha imaginária ligando os mamilos,
fazendo o esterno ser deslocado de 2,5 a 4 cm (1/3 a 1/2 da profundidade do tórax).
Em lactentes as insuflações poderão ser feitas boca a boca ou boca envolvendo o nariz (boca-nariz).
Em todos os casos as compressões deverão ser realizadas de forma rápida e forte permitindo o retorno
total do tórax em cerca de 100 compressões por minuto (100/min) devendo ser realizada 2 ventilações a
cada 30 compressão (30 compressão X 2 ventilação ou seja de 6 a 7 ventilação por minuto para
100 compressão por minuto).
Em RCP deve-se realizar de 8 a 10 ventilações por minuto (aproximadamente 1 ventilação a cada 6 a 8
seg.
Ressuscitação cardiopulmonar (RCP) - com dois socorrista:
Em adultos segue a mesma proporção de 30X2 conforme descrito anteriormente.
Em crianças com menos de 8 anos deverá seguir a proporção de 15X2
Nota: Não interromper o RCP por mais de 10segundos.
Caso perceba que o ar insuflado não chegue aos pulmões reposicione a cabeça da vítima e caso o ar não
continue entrando, realize a manobra de compressão sub-diafragmática por 10 vezes.
Depois de realizar as insuflações procure observar sinais de respiração (ver, ouvir, sentir)
POSSIVEIS QUESTÕES ANAC SOBRE O ASSUNTO 12 ‐ Em adultos deve‐se fazer a reanimação cardio‐pulmonar (massagem cardíaca e ventilação) na proporção de, respectivamente: A) 1 X 15 B) 2 X 15 C) 5 X 1 D) 30 X 2 RESP: D 13 ‐ Em bebês acima de 28 dias devemso fazer a reanimação cardio‐pulmonar na proporção de: A) 15 X 2, com dois dedos no esterno e boca a boca‐nariz B) 1 X 3, com um dedo no esterno e boca a boca‐nariz C) 2 X15, com um dedo no esterno e boca a boca‐nariz D) 15 X 1, com um dedo no esterno e boca a boca‐nariz RESP: A 14 ‐ Em caso de parada cardio –respiratória num atendimento com apenas um socorrista, a quantidade de massagens que deverá ser feita após a seqüencia de duas respirações é de: A) 5 B) 10 C) 30 D) 20 RESP: C FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL
16 ‐ Em um passageiro com parada cardio‐ respiratória, devemos: A) colocá‐lo deitado e fazer massagem cardíaca e respiração boca a boca, numa proporção de 15 massagens com 2 ventilações ( 15 x2) se estivermos atendendo com dois comissários vítima menor de 8 anos. B) colocá‐lo deitado e fazer massagem cardíaca e respiração boca a boca, numa proporção de 30 massagens para cada duas respirações ( 30 x 2) se estivermos sozinhos C) colocar‐lhe oxigênio D) os ítens “a e b” estão corretos RESP: D 17 – Havendo dois comissários, para prestarem, em conjunto, o mesmo tipo de socorro em uma vítima de parada cardíaca com mais de 8 anos, qual deve ser o ritmo? A) 15 MCE para 2 RA B) 30 MCE para 2 RA C) 6 MCE para 1 RA D) 9 MCE para 3 RA RESP: B 18 ‐ Havendo um comissário para prestar primeiros socorros a um pax, que necessita massagem cardíaca externa e respiração boca‐a – boca, qual deverá ser o ritmo combinado para ambas as manobras (massagem cardíaca= mce e respiração boca‐a‐boca = ra) A) 10 MCE para 2 RA B) 30 MCE para 2 RA C) 20 MCE para 3 RA D) 30 MCE para 5 RA RESP: B 19 – Havendo dois comissários para prestarem em conjunto o mesmo tipo de socorro em uma criança com menos de 8 ano,. qual deverá ser o ritimo: A) 30 MCE para 2 RA B) 15 MCE para 2 RA C) 6 MCE para 1 RA D) 9 MCE para 3 RA RESP: B 21 ‐ O comissário estava sozinho para prestar os primeiros socorros a um pax, que necessitava de massagem cardíaca externa e respiração boca a boca. qual deveria ter sido o ritmo combinado para ambas as manobras (massagem cardíaca externa‐ mce e respiração boca a boca ra)? a) 10 MCE para 2 RA b) 30 MCE para 2 RA c) 20 MCE para 3 RA d) 30 MCE para 5 RA RESP: B 25 ‐ Para uma criança acima de 8 anos , independente do nº de socorristas , qual a quantidade de respiração e massagem cardíaca será necessário: A) 2/30 B) 30/1 C) 30/2 D)1/8 OU 5/10 RESP: A 26 ‐ Para uma criança de 1 a 8 anos deve‐se fazer a reanimação na seqüencia de massagem cardíaca e respiratória, respectivamente: A) 5 X 2 com uma mão B) 15 X 2, com duas mãos C) 30 X 2, com dois dedos D) 15 X 2, com uma mão RESP: D FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL
27 – Qual deve ser o ritmo combinado para as manobras de massagem cardíaca (MCE) e de respiração boca a boca (ra), quando o comissário estiver sozinho para prestar os primeiros socorros ao passageiro? A) 15 MCE para 2 RA B) 30 MCE para 2 RA C) 20 MCE para 3 RA D) 30 MCE para 5 RA RESP: B 29 – Quando for executada a rcp por somente um socorrista, a cada duas ventilações executadas deverá ser efetuado o seguinte número de massagens: A) 5 B) 15 C) 30 D) 20 RESP: C 30 – Um pax com ataque cardíaco é atendido por um comissário sozinho. nesse caso: A) fazer massagem cardíaca de 2 RA para 30 MC B) fazer massagem cardíaca de 5 RA para 1 MC C) fazer massagem cardíaca de 15 RA PARA 2 MC D) fazer massagem cardíaca DE 1 RA para 5 MC RESP: A 31 – Um passageiro com parada cardiorespiratória deve ser: A) colocado deitado e receber massagem cardíaca e respiração boca a boca, numa proporção de 30 massagens com duas ventilações (30 x 2), se forem dois socorristas B) colocado sentado de costas em posição vertical C) colocado de pé com as costas eretas D) deitado de costas RESP: A 32‐ O numero de ventilações em RCP deverá ser de: a) de 10 a 12 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos em pacientes com mais de 8 anos. b) de 12 a 20 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 3 a 5 segundos) c) de 8 a 10 ventilações por minuto (aproximadamente 1 ventilação a cada 6 a 8 seg. D) de 10 a 12 ventilações/ min (aproximadamente 1 ventilação a cada 5 a 6 segundos em pacientes com menos de 8 anos. RESP: C 33 – O socorrista não deverá interromper uma RCP para verificação de pulso por mais de: a) 10 seg b) 7 seg c) 15 seg d) 20 seg RESP: A PAG 123 RCP em adultos em decúbito dorsal
Monitorando a artéria carótica
Caso o PAX não retome a respiração, verifique o pulso carotídeo (medição dos batimentos cardíacos nas
grandes artérias localizadas no pescoço).
Em lactentes a verificação deverá ser feita na braquial ou na região femoral.
Somente deve-se desistir se o paciente apresentar retorno de pulso, respiração ou se tiver condições de
contar com recursos mais avançados
e com pessoal apto para prosseguir no tratamento.
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São erros comuns aos socorristas: Superfícies não rígidas, posição das mãos em locais incorretos,
interrupções prolongadas nas compressões.
PAG 139 Envenenamento por Animais Peçonhentos: É o envenenamento causado por animais ou insetos que apresentam peçonha como forma de inoculação do veneno na vitima. Quando nos referimos a animais e a insetos peçonhentos estamos nos referindo a cobras, aranhas, escorpião, vespas, abelhas, formigas e outros. Conduta: Levar o animal ou inseto peçonhento para o hospital como forma de conduta de identificação
do animal, para assim adiantar o atendimento da vitima que deve ser o mais rápido possível.
Somente nos casos de picadsa de cobra da família ELAPIDAE (Coral) o socorrista deve enrolar toda a
extremidade com uma bandagem elástica com firmeza suficiente, de modo a permitir a introdução de 1
dedo entre a bandagem e a pele.
obs: O socorrista jamais deverá fazer qualquer tipo de sucção na região afetada por uma picada de cobra,
Reconhecimento: Dor local intensa Inchaço, hematoma e bolhas no local. Dificuldade respiratória Convulsão e confusão respiratória Torpor e inconsciência. Tratamento: Deitar a vitima em posição dorsal Deixar o membro atingido pelo animal ou inseto peçonhento abaixo do nível do coração. Acalmar a vitima e não deixar se movimentar evitando assim uma circulação maior que o normal. Não realizar sucção com a boca nunca, pois o socorrista também pode se contaminar com o veneno devendo utilizar uma bombinha manual para este ato porem sendo valido até os primeiros 5 minutos. Não aplicar torniquete, pois impedindo a circulação do sangue pode produzir necrose ou gangrena, o sangue deve circular normalmente. Não se deve rasgar, cortar ou aplicar produtos químicos no local da picada, a não ser água e sabão. Levar para o hospital o mais rápido possível, levando o animal ou inseto peçonhento para aplicação do soro antipeçonha e conduta mais indicada devendo ser no menor tempo possível. 01 – Ocorrendo pica de cobra da família ELAPIDAE (coral) o socorrista deve: A) enrolar toda a extremidade com uma bandagem elástica com folga de um dedo e succionar com a boca o local da picada. B) enrolar toda a extremidade com uma bandagem elástica com folga de dois dedo e succionar com a boca o local da picada. C) enrolar toda a extremidade com uma bandagem elástica com folga de um dedo e jamais succionar com a boca o local da picada. D) N.D.A RESP: C FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL
PAG164 Fratura do Tornozelo, Pés e Dedos
Sintoma: Dor local, imobilidade relativa, inchaço.
1° SOS: Imobilizar conforme posição real, abrangendo as articulações superiores e inferiores a fratura,
gelo local, transporte em maca rígida.
Fratura de Membros Superiores
Sintoma: Dor local, imobilidade relativa ou total.
1° SOS: Imobilizar conforme posição real, abrangendo as articulações superiores e inferiores a fratura,
gelo local, se puder andar pode-se fazer suporte junto ao tórax com tipóia, ou transporte em maca rígida.
Dente Avulsionado
Na ocorrência de um dente avulsionado (que cai por inteiro em situações de trauma), o
socorrista deve limpar o alvéolo dentário e comprimir o local, para parar o sangramento.
O socorrista deve segurar o dente pela coroa (e não pela raiz - que é a parte do dente
que normalmente fica recoberta por gengiva), colocá-lo no leite e orientar a vítima a
entrar em contato com o seu dentista.
01- Em situação em que o passageiro sofre o trauma um dente avulsionado, o socorrista deverá:
a) Limpara o alvéolo dentário comprimindo o local para parar o sangramento, segurar o dente pela coroa
e colocar o dente no leite
b) Limpara o alvéolo dentário comprimindo o local para parar o sangramento, segurar o dente pela coroa
e colocar o dente em álcool.
c) Limpara o alvéolo dentário comprimindo o local para parar o sangramento, segurar o dente pela coroa
e colocar o dente em azeite de oliva.
d) Limpara o alvéolo dentário comprimindo o local para parar o sangramento, segurar o dente pela coroa
e colocar o dente no gelo.
RESP: A
PAG 179 Bibliografia
Bergeron, JD; Bizjak, G. Primeiros Socorros. S.P: Atheneu, 1999.
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Schull, PD. Enfermagem básica: Teoria e Prática. São Paulo: Editora Rideel Ltda. 1996.
American Heart Association: Currents in Emergency Cardiovascular Care - Volume 16
de 4 Dez/05.
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