PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
PARA PESSOAS COM
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Profa.Ms. Eliane Lemos
Eliane Lemos
 Graduada em Psicologia
 Especialista no atendimento
da pessoa com deficiência
 Mestre em Distúrbios do
Desenvolvimento
 Professora universitária da
disciplina Educação Física
Adaptada no curso de EF.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Agenda










Diversidade humana
Educação Física (FEF/EFA/AMA)
Deficiência
Deficiência Física
Origens da deficiência física
Neurológica e ortopédica
Implicações no programa de AF
Papel do educador
Educação inclusiva
Parte prática
Profa.Ms. Eliane Lemos
Somos diferentes?
 Quem sou eu?
 Quem é você?
 Quem é a pessoa com deficiência?
As semelhanças nos atraem,
as diferenças nos fortalecem.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Educação Física
 EF Especial
Os alunos com deficiência não podem se engajar de modo
irrestrito, de forma segura e com sucesso
 EF Adaptada
Ações que visam encorajar e promover a atividade física
autodeterminada para todos os cidadãos durante a vida,
oferecendo assistência e apoio profissional quando requerido.
Diferença básica entre EFE e EFA:
constituição dos grupos.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Por que AMA?
 Educação Física Adaptada – Atividade Motora Adaptada.
 Atividade motora enfatiza as necessidades de vivências
relacionadas ao movimento corporal em todo tipo de ambiente.
 A palavra educação é freqüentemente usada para enfocar
indivíduos na idade escolar, em ambientes de instrução.
 A Atividade Motora Adaptada corresponde ao conjunto de atos
intencionais que visam melhorar e promover a capacidade para
o movimento considerando-se as diferenças individuais e as
discapacidades em contextos inclusivos ou não.
 Desafio: Lidar com as múltiplas potencialidades.
Fonte: Sobama
Profa.Ms. Eliane Lemos
ESPORTE
PRÁTICA DA
EDUCAÇÃO FÍSICA
Conceitos de
Performance
+ FORTE
+ RÁPIDO
+ HABILIDOSO
UNIVERSO DE
POTENCIALIDADES
O MELHOR
ATLETA DO SÉCULO
Profa.Ms. Eliane Lemos
Seja bem vindo ...
... ao universo de possibilidades.
Fonte: CPB
Profa.Ms. Eliane Lemos
Direção do olhar …
 Antes a deficiência direcionava o olhar para:





Limitação
Déficit
Incapacidade
Invalidez
Morte
Você não consegue!
Profa.Ms. Eliane Lemos
Classificação Internacional de Funcionalidade
Organização Mundial de Saúde (1980)
 Deficiência
Mudança funcional no órgão
 Incapacidade
Alterações das habilidades da pessoa
 Impedimento
Conseqüências econômicas e sociais
Profa.Ms. Eliane Lemos
DIFERENÇAS INDIVIDUAIS: Lidar com a diversidade
 Capacidade
 Limitação
 Desvantagem
 Melhorar a qualidade
de vida
 Possibilidades
 Potencialidades
 Essência do indivíduo
Efetivo processo para
assegurar
 Direitos humanos
 Direitos sociais
Profa.Ms. Eliane Lemos
Um novo modelo - OMS
O que existe de potência
para que você seja
membro ativo em todos
os sentidos e nas
diversas atividades da
sociedade?
Você pode!
Profa.Ms. Eliane Lemos
Classificação
DEFICIÊNCIA
Perda ou anomalia de uma
estrutura ou função psicológica,
fisiológica ou anatômica.
Pode ser:
Natureza
Caráter
 Inata
 Temporário
 Adquirida
 Permanente
Profa.Ms. Eliane Lemos
Onde estão?
Crianças, adolescentes, adultos e idosos (Dados do IBGE)
 1,14% em 1990
 14,5% em 2000
IBGE - 2000
8%
17%
DV
48%
DF
DA
DM
27%
Profa.Ms. Eliane Lemos
Deficiência Física
O Aparelho locomotor é composto pelos sistemas:
 Ósteo-articular
 Muscular
 Nervoso Central
COMPROMETIMENTO
Profa.Ms. Eliane Lemos
Origem da deficiência física
Origem Neurológica
Referem-se às
deteriorações ou
lesões do SNC :
Cerebral
 PC
 AVC ou AVE
 TCE
Medular
 Poliomielite
 Espinha Bífida
 Lesões medulares
degenerativas
 Traumatismos medulares
Profa.Ms. Eliane Lemos
Origem da deficiência física
Origem Ortopédica
Referem-se aos
problemas dos
músculos, ossos
e/ou articulações
Muscular
 Distrofia muscular
de Duchene
Ósseo-articular
 Malformações
 Amputação
Profa.Ms. Eliane Lemos
Causas deficiência física
 Acidentes de trânsito
 Brasil 1/410
 Suécia 1/21.400
 Ferimentos por arma de
fogo
 Doenças
 Outros
Profa.Ms. Eliane Lemos
Causas da deficiência física
 Traumas (50% - acidentes de trânsito)
 Lesão cerebral
 Paralisia cerebral
 Lesão medular
 Distrofias musculares
 Esclerose múltipla
 Amputações
 Malformações congênitas
 Distúrbios posturais da coluna
 Seqüelas de queimaduras
Profa.Ms. Eliane Lemos
Antes de preparar sua próxima aula ...
 Desconhecer o quadro clínico pode levar ao engano .
(PC/DM)
 Conhecer o quadro clínico te auxiliará na escolha de
atividades adequadas, levando-se em consideração:
 Potencial remanescente
 Eficiência (dependem da força de vontade e autonomia)
Profa.Ms. Eliane Lemos
Origem cerebral
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lesão cerebral
Destruição ou degeneração das
células cerebrais que afetam o
Sistema Nervoso Central, pode
ocorrer por:
 Doenças
 Traumas
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lesão cerebral
Tipos de lesão cerebral
 Paralisia cerebral
 Acidente vascular cerebral ou encefálico
 Trauma crânio-encefálico
Profa.Ms. Eliane Lemos
Paralisia cerebral
Profa.Ms. Eliane Lemos
Paralisia cerebral
 Lesão provocada, muitas vezes, pela falta de
oxigenação das células cerebrais .
 Acontece durante a gestação, durante o parto
ou após o nascimento, ainda no processo de
amadurecimento do cérebro da criança
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC – Causas Pré-natal
 Ameaça de aborto, choque direto no abdômen da mãe;
 Exposição ao raio X nos primeiros meses de gravidez ;
 Incompatibilidade entre Rh da mãe e do pai ;
 Infecções contraídas pela mãe durante a gravidez (rubéola ,
sífilis, toxicoplasmose );
 Mãe portadora de diabetes ou com toxemia de gravidez;
 Pressão alta da gestante.
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC – Causas Peri-natal
 Falta de oxigênio ao nascer
 Lesão causada por partos difíceis, principalmente os dos fetos
muito grandes de mães pequenas ou muito jovens
 Trabalho de parto demorado;
 Mau uso do Fórceps , manobras obstétricas violentas;
 Os bebês que nascem prematuramente (antes dos 9 meses e
pesando menos de 2 quilos ) tem mais chances de apresentar
paralisia cerebral .
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC – Causas Pós-natal
 Febre prolongada e muito alta ;
 Desidratação com perda significativa de líquidos ;
 Infecções cerebrais causadas por meningite ou encefalite;
 Ferimento ou traumatismo na cabeça;
 Falta de oxigênio por afogamento ou outras causas;
 Envenenamento por gás, por chumbo (utilizado no esmalte
cerâmico, nos pesticidas agrícolas ou outros venenos ) ;
 Sarampo ;
 Traumatismo crânio-encefálico até os três anos de idade
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC - Classificação
 Fisiológica (ou quanto ao tônus muscular)
 Topográfica
Profa.Ms. Eliane Lemos
Classificação Fisiológica
Tipos mais comuns:
 Espástica
 Atetóica
 Atáxica
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC - Espástica
 Quando há uma desordem no movimento
voluntário, o que faz com que todo o corpo
participe de um movimento que, normalmente,
envolveria apenas uma parte do corpo.
 Pode agravar-se conforme o estado emocional.
 Tônus muscular muito alto (tenso)
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC - Atetóica
 Reflexo que causa um movimento involuntário
do corpo, até mesmo quando em repouso.
 Tônus muscular variante (às vezes mais alto –
às vezes mais baixo)
Profa.Ms. Eliane Lemos
PC - Atáxica
 Distúrbio motor que causa problemas na
postura e na coordenação motora, causando
dificuldades no equilíbrio e na percepção tátil.
 Apresenta tônus muscular baixo e dificuldade
de coordenação de movimentos.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Classificação Topográfica
Monoplegia/monoparesia
Acometimento de um único membro
Hemiplegia/hemiparesia
Acometimento de um lado do corpo
Paraplegia/paraparesia
Acometimento do tronco e membros inferiores
Profa.Ms. Eliane Lemos
Classificação Topográfica
Diplegia/diparesia
Membros inferiores mais afetados que os superiores
Quadriplegia/quadriparesia
Quatro membros afetados de forma semelhante
Dupla hemiplegia/dupla hemiparesia
Quatro membros afetados, um lado mais comprometido
Profa.Ms. Eliane Lemos
Conceitos
Os sufixos “plegia” e “paresia” geralmente
indicam o nível de funcionalidade.
Plegia é a não-funcionalidade nos movimentos
Paresia é a possibilidade de realizar movimentos
funcionais
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 Experiências de movimento são fundamentais
 Estimulação precoce
 Descoberta do próprio corpo
 Descoberta do outro
 AMA deve conter atividades que envolvam jogos
e estímulos sensório-motores.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
Jogos com bola devem ser estruturados passo a
passo, desenvolvendo as habilidades de
arremessar, lançar, receber – estático depois em
movimento)
 Chutar é importante – deambular
 Utilizar o critério de progressão individualizada
estática e depois dinâmica, para introduzir jogos
coletivos
Profa.Ms. Eliane Lemos
Acidente Vascular Cerebral
Profa.Ms. Eliane Lemos
Acidente vascular cerebral - AVC
 Lesão de uma área cerebral causada pela interrupção
da circulação sangüínea.
Afeta:
 Capacidade e o controle motor
 Sensação e percepção
 Comunicação
 Emoções
 Estado de consciência
Profa.Ms. Eliane Lemos
Causas do AVC
Isquêmica
 Tumor
 Mal-formação
 Trauma
 Trombose ou êmbolo
 Arterosclerose
Hemorrágica
 Hipertensão
 Mal-formação
 Aneurisma
Profa.Ms. Eliane Lemos
Quem pode sofre um AVC?
 Pode ocorrer em qualquer faixa etária
 Maior freqüência nas pessoas acima dos
sessenta anos de idade
 Hipertensão é um fator de risco que deve ser
observado com muita atenção.
 Prevenção é o melhor remédio!
Profa.Ms. Eliane Lemos
Motricidade
Após o AVC, os quadros motores se assemelham
ao da paralisia cerebral na classificação
topográfica.
Quadro mais comum:
 Hemiplegia em graus variados
Profa.Ms. Eliane Lemos
Motricidade
Situações secundárias:
 Incontinência urinária e intestinal
 Perda parcial da memória
 Problemas psicológicos (depressão e instabilidade
emocional)
 Hemianopsia – perda de campos visuais
 Problemas perceptivos e proprioceptivos do lado
afetado
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 Tratamento de recuperação de seqüelas motoras
é baseado na cinesioterapia.
 A participação ajuda a minimizar sintomas
secundários como a depressão
 Manter contato com o fisioterapeuta para auxiliar
na organização do programa de atividades físicas
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
Atividades esportivas individualizadas são as
mais indicadas no início.
 Natação
 Bocha
 Boliche adaptado
 Lançamentos e arremessos
Profa.Ms. Eliane Lemos
Traumatismo crânio-encefálico
Profa.Ms. Eliane Lemos
Traumatismo crânio-encefálico - TCE
 Trata-se de um problema cerebral causado por
traumatismo corrido na cabeça (crânio)
Pode produzir :
 Diminuição ou alteração do estado de consciência
 Resulta em limitações do funcionamento:
 Motor , cognitivo, social, comportamental, emocional
Profa.Ms. Eliane Lemos
Limitações motoras - TCE
 Falta de coordenação
 Falta de planejamento e seqüênciamento
dos movimentos
 Espasticidade muscular
 Problemas de fala
 Paralisias
 Convulsões
 Alterações perceptivas e sensoriais
Profa.Ms. Eliane Lemos
Epidemia silenciosa
 Devido aos acidentes e a outros
eventos que ocorrem e não podemos
prever
 Resultados de acidentes
automotivos, esportivos, quedas,
violência, etc.
 Nas crianças, uma alta porcentagem
de morte por lesões é decorrente de
traumatismos crânio- encefálicos e de
suas complicações.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Motricidade
Quadro motor
 Descritos conforme a classificação
topográfica da PC
 Mesmas indicações terapêuticas – PC e AVC
Profa.Ms. Eliane Lemos
Origem medular
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lesão medular
“ Após o acidente que me paralisou, tive
que re-aprender a ter uma vida normal
e conviver com essa deficiência e com
a ajuda da minha família e apoio
de alguns amigos cheguei onde estou.
O principal problema que me deparei
após o acidente, não foi a deficiência,
e sim o meu estado mental
para viver assim.
Um acidente desse gênero realmente
afeta qualquer ser humano.”
F.B. - tetraplégico
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lesão medular
 Uma das formas mais graves entre as síndromes
incapacitantes, constituindo-se em verdadeiro
desafio à reabilitação (física e psicológica)
 Dificuldade decorre da importância da medula
espinhal, que não é apenas uma via de
comunicação entre as diversas partes do corpo
e o cérebro
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lesão medular
 Centro regulador que controla importantes
funções:
 Respiração
 Circulação
 Bexiga
 Intestino
 Controle térmico
 Atividade sexual
Profa.Ms. Eliane Lemos
Causas
LESÕES TRAUMÁTICAS
 Fraturas-luxações
 Acidentes de trânsito
 Esportes
 Quedas
 Acidentes de trabalho
 Ferimentos
 Armas de fogo
 Armas brancas
Profa.Ms. Eliane Lemos
Causas
 LESÕES NÃO TRAUMÁTICAS
 Degenerativas
Enfermidades e síndromes
 Malformações
Mielomeningocele
 Outros
Poliomielite
Profa.Ms. Eliane Lemos
POLIOMIELITE
Profa. Ms. Eliane Lemos
Foto de Sebastião Salgado - Somália
Profa.Ms. Eliane Lemos
Poliomielite
 Doença aguda provocada por um vírus (poliovírus)
que se aloja na medula e destrói as células
motoras.
 Seqüela: Paralisia das áreas motoras afetadas
com preservação da sensibilidade.
Também conhecida como Paralisia Infantil
Profa.Ms. Eliane Lemos
Ásia e África
Atualmente, o mundo
registra 1163 casos confirmados,
o que representa um importante
risco de disseminação do
poliovírus frente à vulnerabilidade
promovida pela intensa
mobilização das populações.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Transmissão
 A transmissão pode
ocorrer de pessoa-apessoa, por meio de
secreções
nasofaríngeas, ou de
objetos, alimentos e
água, contaminados
com fezes de doentes
ou portadores.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Medidas de prevenção
Profa.Ms. Eliane Lemos
Síndrome pós-polio
 SPP – manifesta-se em indivíduos que tiveram poliomielite,
em média, após 15 anos ou mais, com um novo quadro
sintomatológico:
 Fraqueza muscular e progressiva, fadiga, fores musculares
e nas articulações (diminuição da capacidade funcional
e/ou no surgimento de novas incapacidades)
 Alguns podem desenvolver dificuldade de deglutição e
respiração.
Abraspp - Associação Brasileira de Síndrome Pós-Poliomielite
www.abraspp.org.br
Profa.Ms. Eliane Lemos
Países em risco
Profa.Ms. Eliane Lemos
Países em risco
Profa.Ms. Eliane Lemos
Países em risco
Profa.Ms. Eliane Lemos
Países em risco
Profa.Ms. Eliane Lemos
Países em risco
Profa.Ms. Eliane Lemos
Espinha bífida
Profa.Ms. Eliane Lemos
Espinha bífida
 Lesão que ocorre na medula, provocando
paralisia, que pode variar de uma ligeira
seqüela até a perda total da sensibilidade
e do controle abaixo da lesão.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Espinha bífida
 Tipos mais comuns:
 Meningocele
 Mielomeningocele
Profa.Ms. Eliane Lemos
Meningocele
Protusão da bolsa
subcutânea contendo
principalmente
meninges e líquido;
pode conter raízes
nervosas
Profa.Ms. Eliane Lemos
Mielomeningocele
A bolsa contém tecido
nervoso central, o que
representa medula
espinhal lesada com
raízes nervosas.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Hidrocefalia
 Anormalidade de absorção
do líquido cefalorraquidiano,
causando o aumento do
volume;
 Drenagem – válvula;
 Pode ocorrer atraso mental
Profa.Ms. Eliane Lemos
Nível da lesão medular
Paraplegia
 Paralisia dos membros inferiores e todo ou uma porção do
tronco
Tetraplegia
 Quando os membros superiores também estão envolvidos
Quanto mais alta é a lesão:
 Maior a perda das funções motoras, sensitiva e autônoma
 Maiores as alterações metabólicas do organismo
Profa.Ms. Eliane Lemos
Seqüelas das lesões medulares
 Espasmos
 Redução da capacidade respiratória
 Maior probabilidade às infecções
 Disfunção do sistema de regulação térmica
 Úlceras de decúbito (escaras)
 Incontinência urinária
 Distúrbios de esfíncter retal
 Diminuição da massa óssea e muscular
 Aumento da porcentagem de gordura
 Perda da sensibilidade
 Prejuízos do retorno venoso
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lesões medulares degenerativas
 Ocorrem pela perda gradativa da função das células
nervosas da medula, causada por infecções
hereditárias.
 Enfermidade de Wendin
 Síndrome Wohlfart-Kugelberg
 Enfermidade de Charcot-Marie-Tooth
 Ataxia de Friedreich
Profa.Ms. Eliane Lemos
Traumatismos medulares
 Considerando que a coluna é parte integrante do
SNC, qualquer lesão ocorrida nela causa danos
irreparáveis.
 Medula é protegida por 24 vértebras
C - Sete cervicais – 8 pares de nervos
T - Doze torácicas – 12 pares de nervos
L - Cinco lombares – 5 pares de nervos
S - Cinco sacrais – 5 pares de nervos
Coccígeas – um par de nervos
Profa.Ms. Eliane Lemos
Nível da lesão medular
 Acima do
segmento medular
T1 tetra ou
quadriplegia
 Abaixo da T1
causam paraplegia
Tetraplegia
7 cervicais
12 torácicas
5 lombares
3 a 5 sacrais
Paraplegia
C1
C2
C3
C4
C5
C6
C7
T1
T2
T3
.
.
.
L1
L2
.
.
.
S1
S2
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
Professor deve avaliar:
 Flexibilidade (falta)
 Capacidade de sustentar atividade aeróbica
 Força e resistência para:




Erguer o corpo
Transferir
Push up (prevenção de escaras)
Impulsionar a cadeira de rodas
 Porcentagem de gordura
 Excessiva – incompatível com uma boa saúde
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividades desenvolvidas
 Início – pode ter dificuldades para se adaptar
ao equipamento
 Cadeira esportiva versus cadeira social
 Treinamento específico deve englobar a propulsão
da cadeira de rodas em situações variadas
 Para frente, para trás, em curvas, com
obstáculos, em terrenos acidentados, com
possíveis inclinações e com superfícies diferentes
 Alternar os exercícios com velocidades diferentes,
mais acelerado ou mais lento
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividades de condicionamento físico
Devem privilegiar o desenvolvimento das variáveis da
aptidão física relacionadas à saúde:
 Força
Exercícios que visem ao fortalecimento da
musculatura não atingida pela lesão.
 Resistência
Impulsionar a cadeira, durante um determinado
tempo e a uma intensidade preestabelecida
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividades de condicionamento físico
 Flexibilidade
Deve ser desenvolvida em todas as
articulações do corpo, independentemente
de a musculatura permanecer funcional
ou não
 Postura
Manutenção da porcentagem de gordura
dentro de níveis considerados compatíveis
com a boa saúde
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividades aquáticas na lesão medular
 Atividade esportiva mais procurada
 Sensação de independência e liberdade
 Podem apresentar episódios de grande
espasticidade ao entrar na água, especialmente se
a temperatura for baixa.
 Relaxamento antes da aula com exercícios de
alongamento passivo, puxando-o em sinuosa pela
piscina, segurando na base de sua cabeça ou nos
seus ombros, mantendo-o em decúbito dorsal.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividades aquáticas na lesão medular
 Não pode apresentar dermatites ou processos de escaras
e nem infecções urinárias
 Os alunos devem evitar a ingestão de líquidos antes da
natação e urinar e evacuar antes da entrada na piscina
 Possível dificuldade de regulação térmica do aluno.
A temperatura da água deve girar em torno dos 30ºC no
caso de alunos tetraplégicos,a fim de não oferecer riscos
de hipotermia.
 Quanto mais baixo o nível de lesão e maior o grau de
treinamento, esses valores podem ser alterados.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Aspectos de segurança
 Bordas da piscina não devem ser muito alta em
relação ao nível da água
 Utilizar um tapete emborrachado para que o aluno
se sente na borda da piscina
 Os alunos devem aprender a realizar flutuações
em ambos os decúbitos, com mudança de
decúbito, respiração subaquática pelo nariz e/ou
pela boca, propulsões básicas coordenadas com
a respiração e técnicas de salvamento
Profa.Ms. Eliane Lemos
Benefícios da atividade aquática
 Prevenir escaras de decúbito devido a permanência
fora da cadeira de rodas
 Estimular a circulação sangüínea de modo geral
 Ferramenta para condicionamento respiratório
 Relaxar o indivíduo
 Proporcionar experiências de lazer e superação do
medo
Profa.Ms. Eliane Lemos
Considerações finais
 Academias e centros de atividades físicas –
dirigentes devem ter a consciência de adaptar
as instalações para receber esses alunos:
 Construção de rampas
 Corredores mais largos
 Instalar corrimão nas escadas
 Reformar os pisos e calçadas que apresentem
desníveis
 Treinar seus recursos humanos para o devido
atendimento da pessoa com deficiência
Profa.Ms. Eliane Lemos
Modalidades esportivas
Atletismo
Arco e flecha
Bocha
Basquetebol sobre rodas
Ciclismo
Equitação
Esgrima
Futebol para paralisados
cerebrais
 Futebol para amputados















Halterofilismo
Iatismo
Natação
Remo adaptado
Tênis de campo
Tênis de mesa
Voleibol
Profa.Ms. Eliane Lemos
Origem Muscular
Profa.Ms. Eliane Lemos
DOENÇAS
NEUROMUSCULARES
Profa. Ms. Eliane Lemos
Profa.Ms. Eliane Lemos
CLASSIFICAÇÃO
 As doenças neuromusculares podem ser
divididas em:
 Miopatias - Distrofias
 Neuropatias
 Mielopatias
 O termo miopatia designa todos os estados
patológicos que atuam primariamente na
musculatura estriada.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Distrofia Muscular
Degenerativa de Duchenne
Profa.Ms. Eliane Lemos
DISTROFIA MUSCULAR

Dentre as miopatias figuram as distrofias musculares, que possuem
vários tipos de manifestações.

São afecções de caráter hereditário
 Distrofia Muscular de Duchenne – DMD:
Incidência: 1/3.500 nascimentos
 Distrofia Muscular de Becker – DMB:
Incidência: 1/30.000 nascimentos masculinos.
 Distrofia Muscular de Steinert – DMS:
Incidência: 1/8.000 a 10.000 nascimentos de ambos os sexos.
 Distrofia Muscular Facio-Escápulo-Umeral – FSH:
Incidência: 1/20.000 nascimentos de ambos os sexos.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Distrofia muscular de Duchenne
 Uma das mais comuns formas da doença,
é também a mais severa.
 As células musculares se degeneram e são
substituídas por tecido conjuntivo e adiposo.
 Quem tem DMD geralmente não chega à terceira
década de vida, pois morre em decorrência das
complicações respiratórias
Profa.Ms. Eliane Lemos
DMD - Transmissão
 Acontece por um defeito no gene localizado no
braço curto do no cromossomo X.
 A mulher tem dois cromossomos X
 O homem tem um cromossomo Y, herdado
do pai, e um cromossomo X, que recebe da
mãe.
Profa.Ms. Eliane Lemos
DMD – Sintomas e prognóstico
 Primeiros sintomas:
 Marcha alargada
 Dificuldade para subir escadas
 Tendência a quedas freqüentes
 Exames laboratorias: presença de altos níveis de creatino
fosfoquinase (CPK) no sangue
 Lordose e obesidade são desenvolvidas em virtude da
fraqueza da musculatura e de acúmulo de tecido adiposo
 Podem aparecer contraturas nas articulações do tornozelo,
joelho e quadril
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 A EF exerce um papel importante na manutenção
da qualidade de vida, principalmente nos primeiros
estágios da doença com a finalidade de:
 Preservar a marcha
 Prevenir contraturas
 Prevenir atrofias musculares
 Um programa com atividades que visem a promoção
da força e da resistência muscular têm influência
positiva no desenvolvimento muscular. Podendo
retardar o surgimento de atrofias e contraturas.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Sinal de Gowers
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 Atenção particular deve ser dada à musculatura dos
MMII, abdome e quadris, responsáveis pela
locomoção.
 Para aqueles que já se encontram dependentes de
cadeira de rodas, os exercícios respiratórios devem
ser priorizados e executados diariamente.
 As atividades aquáticas são extremamente
benéficas.
 A preservação da flexibilidade articular também
deve ser incluída em atividades de todos os
programas.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 A distrofia diminui a força e a resistência muscular
e, conseqüentemente, também a potência aeróbica.
 As atividades aeróbicas de baixa intensidade
auxiliam a prevenir e a combater a obesidade.
 A dança e as atividades rítmica podem ser
motivadoras para desenvolver essas capacidades.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Lembrete
"Não existe doença sem cura, existe doença
cujo tratamento ainda não foi encontrado"
Profª Drª Mayana Zatz - Fundadora e Diretora
Presidente da Associação Brasileira
de Distrofia Muscular.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Esclerose Múltipla
Profa.Ms. Eliane Lemos
ESCLEROSE MÚLTIPLA
 Entre as mielopatias existe a esclerose múltipla, doença
neurológica progressiva desmielinizante.
 Cerca de dois terços dos indivíduos que apresentam
essa doença relatam o aparecimento de suas primeiras
manifestações entre o 20º e 40º ano de vida, embora
possa se manifestar também em crianças e idosos.
 As mulheres em geral são mais acometidas por esta
doença, havendo predominância nos indivíduos da raça
branca
Profa.Ms. Eliane Lemos
Sintomas EM
 Os indivíduos acometidos por esta doença costumam
apresentar sintomas diversos, dependendo da região afetada.
 Os mais comuns são:
 Fraqueza generalizada
 Visão dupla
 Fala com pronúncia alterada
 Murmúrios
 Marcha cambaleante
 Paralisia parcial ou completa
Profa.Ms. Eliane Lemos
Importância da atividade física

A EM traz fraqueza muscular. Conforme evolui, o indivíduo se torna
pouco tolerante a esforços extenuantes.

A prática de AF de baixa intensidade pode colaborar para a promoção
da capacidade aeróbica, dando condições para o indivíduo suportar
com maior segurança as atividades mais extenuantes.

Natação e outras atividades aquáticas são indicadas, sobretudo se
não forem realizadas em água muito quente, pois o calor lhe dará a
sensação de fadiga mais precoce, em virtude do relaxamento
oferecido pelo calor da água.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Origem ósseo-articular
Profa.Ms. Eliane Lemos
Distúrbios ósseos e articulares
Profa.Ms. Eliane Lemos
Estruturas do aparelho locomotor






Ossos
Cartilagens
Músculos
Tendões
Ligamentos
Bursas
Profa.Ms. Eliane Lemos
Osteogênese Imperfeita
Profa.Ms. Eliane Lemos
Osteogêne Imperfecta
 Malformação óssea causada por herança
genética
 Deficiência do colágeno
 Compromete a estrutura óssea, tornando-a
quebradiça e com densidade diminuída
 1:21.000
 Brasil – 12.000
Profa.Ms. Eliane Lemos
Conseqüências
 Fraturas e micro-fraturas;
 Encurvamento dos ossos
das pernas, braços e
coluna;
 Baixa estatura;
 Escoliose ( desvios na
coluna );
 Defeitos na formação dos
dentes;
 Problemas na audição.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Brincadeira de criança
Futebol, pega-pega, amarelinha,
esconde-esconde. Impossível
imaginar uma criança sem associar
às brincadeiras.
Para a criança com OI, isso
representa grandes riscos.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividade física
 Movimentação muscular - estimular a
vitalidade dos músculos e ossos e assim
evitar a perda de cálcio.
 Atividade: Caminhada
 Além de independência e liberdade:
estimular a circulação e fortalecer os ossos.
 Dieta rica em cálcio, fósforo, magnésio e
vitaminas.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atividade física
 As crianças sabem quanta força e que
atividades podem realizar sem correr riscos;
 Restringir as AF aumentará o risco de
fraturas;
 Importante que elas brinquem, isso faz parte
do desenvolvimento;
 Para que ela participe: proteja o ambiente
com cobertores, travesseiros ou almofadas.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atenção
 Fiquem atentos para os sinais de fraturas:
 Inchaço
 Vermelhidão
 Calor
 Dor local
Fonte: www.aacd.org.br
Dr. Antonio Carlos Fernandes (médico ortopedista)
Profa.Ms. Eliane Lemos
Nanismo
Profa.Ms. Eliane Lemos
Nanismo
 Baixa estatura em
relação à idade
cronológica (adulto
no máximo 132 cm)
 Existem mais de 100
tipos de displasias
esqueléticas
 Acondroplasia
mais comum
 1:25.000
Profa.Ms. Eliane Lemos
Nanismo acondroplásico
 Cabeça de tamanho normal e os membros muito curtos
em relação ao tronco (principalmente na parte superior
dos braços e nas coxas)
 Causas:
 Distúrbios genéticos (não há tratamento)
 Deficiência do hormônio de crescimento e da tireóide
(pode-se recorrer a medicamentos para amenizar o
problema)
Profa.Ms. Eliane Lemos
Atenção
 Possíveis lesões de menisco, tendência ao
joelho varo;
 Sobrecarga na coluna cervical e lombar
poderá aumentar a lordose;
 Desequilíbrio – desproporção;
 Possibilidade de malformação cardíaca;
 Aumento do peso
Profa.Ms. Eliane Lemos
ATIVIDADE FÍSICA NAS
AMPUTAÇÕES
E ANOMALIAS CONGÊNITAS
Profa.Ms. Eliane Lemos
CAUSAS
 Nas crianças, as causas mais freqüentes
das amputações são as malformações
congênitas.
 Outras causas importantes:
 Infecção
 Trauma
 Neoplasias
 Problemas vasculares são raros
Profa.Ms. Eliane Lemos
Conceitos
 Prótese
Substitui o órgão
 Órtese
Ajuda o funcionamento
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 A atividade física, seja com fins recreativos
ou esportivos, colabora com o processo de
reabilitação
 Exercícios físicos melhoram as condições de
controle da prótese, porque diminuem a atrofia
muscular e aprimoram a propriocepção.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 Avanços tecnológicos - maior gama de possibilidades
em relação à prática das atividades físicas e esportivas
 As atividades aquáticas - não traumatizam o membro
residual (recomendadas)
 Nos casos de amputações unilaterais, podem ocorrer
distúrbios no equilíbrio na água, em especial nas
flutuações dorsais e ventrais. A adaptação nesse caso
só é possível com o treinamento, cada um encontra
formas diferentes para ajustar seu corpo na água
Profa.Ms. Eliane Lemos
Implicações no programa de AF
 Também é possível o uso de nadadeiras ou de
palmares nos cotos, para aumentar a força e a
velocidade dos movimentos
 Essa reabilitação não diz apenas respeito às
adaptações físicas, na atividade circulatória e na
função muscular remanescente, mas também
aos benefícios psicossociais advindos de tal
prática.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Dicas gerais em AMA
 Procure entender as características individuais de
cada um e descobrir como se relacionar com eles;
 Potencialize seu aluno
 Não subestime as possibilidades
 Evite superproteção, estimule a independência
 Esclareça suas dúvidas sobre as limitações.
 Dirija-se sempre que possível ao seu aluno e
apenas quando necessário, peça informações às
pessoas que o acompanham.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Papel do educador
Profa.Ms. Eliane Lemos
O seu papel como educador
Maximizar o potencial individual
Focalizar o desenvolvimento das habilidades
Selecionar atividades apropriadas
Providenciar um ambiente favorável à aprendizagem
Encorajar a auto-superação
Profa.Ms. Eliane Lemos
Responsabilidade e Ética
Profissionais que atuam no universo da EFA
assumem um papel transformador com
competência específica da área, sendo atores
vivos que constroem, mantém e alteram
significados sobre:
 Área
 Si próprios
 Atividades pelas quais respondem.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Re-significar ...
 É preciso ressignificar a diferença, e para tanto há
que se des-adjetivar o substantivo diferença:
 Ser diferente não é ser melhor ou pior
 A diferença simplesmente é.
Profa.Ms. Eliane Lemos
Mudar de ângulo
A idéia do Caleidoscópio
... é aceitar a idéia de que todos
são importantes e significativos
e quanto maior a diversidade,
mais complexa e rica será
a situação.
Carvalho
Profa.Ms. Eliane Lemos
Processo de inclusão
Passa obrigatoriamente pelo respeito
às diferenças individuais ...
Profa.Ms. Eliane Lemos
Educação inclusiva
Benefícios para os alunos:
 Desenvolvimento de atitudes positivas em
relação aos outros
 Ganho nas habilidades acadêmicas e sociais
 Preparação para a vida em comunidade
(convivência com a diversidade/diferença)
 Evitar efeitos prejudiciais da exclusão
Profa.Ms. Eliane Lemos
Educação inclusiva
Benefícios para a sociedade:
 Valor social da igualdade
 Superação dos padrões que imperavam
no passado
 Quebra do estigma e acesso à informação
Profa.Ms. Eliane Lemos
Educação inclusiva
Benefícios para os professores:
 Melhoria das habilidades profissionais
e pessoais
 Capacitação profissional
Profa.Ms. Eliane Lemos
E acontece naturalmente quando ...
Considerarmos:
 Valores
 Experiências
individuais
Promovemos
 Autonomia
 Espírito crítico
 Criatividade
 Responsabilidade
 Cooperação
Valorizamos a relação:
 Adulto-criança
 Adulto –adolescente
Caracterizada pelo respeito
mútuo, afeto e confiança!
Profa.Ms. Eliane Lemos
Uma pausa para a reflexão
A inclusão é para todos?
Profa.Ms. Eliane Lemos
Ponderação
Quando não é favorável
 Extremamente destrutivo, desagregador e/ou
perigoso para outros estudantes
 Não permite que os colegas alcancem suas
metas por causa da inclusão
 Não alcança suas metas ou se dispersa por estar
incluído na aula regular de educação física
 Não está recebendo um programa de educação
física apropriado, orientado para suas
necessidades únicas
 O ambiente não é seguro para este estudante
Profa.Ms. Eliane Lemos
Pensar juntos
 Se chegarmos à conclusão de que
não é possível?
 Como responder à seguinte pergunta:
“Se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come”.
 O que fazer?
Profa.Ms. Eliane Lemos
Referências bibliográficas
 Tese de dissertação de mestrado
Sintomatologia depressiva em adolescentes com
lesão medular
Lemos, E – Universidade Presbiteriana Mackenzie,
2000
 Atividade Física Adaptada
Gorgatti, M.G. e Costa, R.F.
Barueri, SP: Manole, 2005
Profa.Ms. Eliane Lemos
Imagens
http://www.endofpolio.org/home.html
Fotos: Sebastião Salgado
http.://www.ericohiller.com.br
Fotos: Erico Hiller
Profa.Ms. Eliane Lemos
Parabéns
Profa.Ms. Eliane Lemos
Profa.Ms. Eliane Lemos
Download

Apresentação do PowerPoint