PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA – SMPE/PR
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013
BRASÍLIA/DF
2014
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA – SMPE/PR
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO 2013
Relatório de Gestão do exercício de 2013 apresentado aos
órgãos de controle interno e externo como prestação de contas
anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da
Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições
da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa
TCU nº 127/2013, da Decisão Normativa TCU nº 132/2013, da
Portaria TCU nº 175/2013, das orientações do órgão de controle
interno e da Portaria CGU nº 133/2013.
BRASÍLIA – DF
2014
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ..........................................................................................................
09
1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE JURISDICIONADA
1.1. Identificação da Unidade Jurisdicionada ............................................................
12
1.2. Finalidade e Competências Institucionais ...........................................................
12
1.3. Organograma Funcional .....................................................................................
13
1.4. Macroprocessos Finalísticos ................................................................................
14
1.5. Principais Macroprocessos de Apoio ...................................................................
14
1.6. Principais Parceiros .............................................................................................
15
2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANÇADOS
2.1. Planejamento da Unidade ....................................................................................
16
2.2. Programação Orçamentária e Financeira e Resultados Alcançados .....................
17
2.2.1. Programas Temáticos .........................................................................................
17
2.2.2. Objetivos ............................................................................................................
19
2.2.3. Ações e Ações/Subtítulos ..................................................................................
37
2.3. Informações sobre outros resultados gerados pela gestão ....................................
49
3. ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO
3.1. Estrutura de Governança ................................ ......................................................
51
3.2. Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos ..........................................
51
3.3. umprimento pela Instância da Correição da Portaria nº 1.043/2007 da CGU ......
53
4. TÓPICOS ESPECIAIS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
4.1. Execução de Despesas ...........................................................................................
54
4.1.1. Programação .......................................................................................................
54
4.1.2. Movimentação de Créditos Externa ...................................................................
55
4.1.3. Realização da Despesa .......................................................................................
56
4.1.3.1. Despesas Totais Por Modalidade de Contratação – Créditos Originários
Total .............................................................................................................................
56
4.1.3.2. Despesas Totais Por Modalidade de Contratação – Créditos Originários
Executados diretamente pela UJ ..................................................................................
57
4.1.3.3. Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários Total ....
58
4.1.3.4. Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Executados
diretamente pela UJ ......................................................................................................
58
4.2. Transferências de recursos mediante convênio, contrato de repasse, termo de
parceria, termo de cooperação, termo de compromisso ou de outros acordos, ajustes
ou instrumentos congêneres .........................................................................................
58
4.2.1. Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício ..................
58
2
4.2.2. Quantidade de Instrumentos de Transferência Celebrados e Valores
Repassados ...................................................................................................................
59
5. GESTÃO DE PESSOAS E MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS
5.1. Estrutura de Pessoal da Unidade ...........................................................................
60
5.1.1. Demonstração da Força de Trabalho .................................................................
60
5.1.1.1. Lotação ...........................................................................................................
60
5.1.1.2. Situações que reduzem a força de trabalho da UJ ..........................................
61
5.1.2. Qualificação da Força de Trabalho ...................................................................
61
5.1.2.1. Estrutura de Cargos e Funções ........................................................................
61
5.1.2.2. Qualificação do Quadro de Pessoal da UJ Segundo a Idade ...........................
62
5.1.2.3. Qualificação do Quadro de Pessoal da UJ Segundo a Escolariedade .............
62
5.1.3. Custos de Pessoal da UJ .....................................................................................
63
5.1.4. Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas .........................
63
5.1.4.1. Classificação do Quadro de Servidores Inativos da UJ Segundo o Regime
de Proventos de Aposentadoria ....................................................................................
63
5.1.5. Cadastramento no SISAC ..................................................................................
63
5.1.5.1. Atos Sujeitos à Comunicação ao Tribunal por intermédio do SISAC ............
63
5.1.5.2. Atos Sujeitos à comunicação ao TCU ............................................................
64
5.1.5.3. Regularidade do cadastro de atos no SISAC ..................................................
64
5.1.6. Indicadores Gerenciais sobre Recursos Humanos .............................................
64
5.1.7. Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos,
Funções e Empregos Públicos .....................................................................................
64
5.1.8. Indicadores Gerenciais sobre Recursos Humanos .............................................
64
6. GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE
AMBIENTAL
6.1. Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis .........................................................
66
7. CONFORMIDADES E TRATAMENTO DE SISPOSIÇÕES LEGAIS E
NORMATIVAS
7.1. Declaração de Bens e Rendas Estabelecidas na Lei nº 8.730/93 .........................
68
7.1.1. Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei nº 8.730/93 .......
68
7.1.2. Situação do Cumprimento das Obrigações ........................................................
68
7.2. Alimentação SIAG e SICONV .............................................................................
69
8. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE ......................................................
71
9. INFORMAÇÕES CONTÁVEIS
9.1. Declaração do Contador Atestando a Conformidade das Demonstrações
Contábeis ......................................................................................................................
72
9.2. Nota Explicativa – Situação Contábil ...................................................................
74
3
10. OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO
10.1. Outras Informações consideradas relevantes pela UJ
75
ANEXO
77
4
LISTA DE QUADROS
Quadro 1 Identificação da UJ .................................................................................................
12
Quadro 2 Programa Temático 2047 .......................................................................................
17
Quadro 3 Programa Temático 2023 ......................................................................................
18
Quadro 4 – Objetivo 0836 ......................................................................................................
19
Quadro 5 – Objetivo 0837 ......................................................................................................
21
Quadro 6 – Objetivo 0838 ......................................................................................................
24
Quadro 7 – Objetivo 0839 ......................................................................................................
25
Quadro 8 – Objetivo 0822 .......................................................................................................
27
Quadro 9 – Ação 210C ............................................................................................................
37
Quadro 10 – Ação/Subtítulos (210C) ......................................................................................
37
Quadro 11 – Ação 2031 ..........................................................................................................
40
Quadro 12 – Ação/Subtítulos (2031) ......................................................................................
41
Quadro 13 – Ação 147K .........................................................................................................
42
Quadro 14 – Ação/Subtítulos (147K) .....................................................................................
43
Quadro 15 – Ação 2000 ...........................................................................................................
44
Quadro 16 – Ação 09HB .........................................................................................................
45
Quadro 17 – Ação 2004 ...........................................................................................................
45
Quadro 18 – Ação 2010 ...........................................................................................................
46
Quadro 19 – Ação 2011 ...........................................................................................................
47
Quadro 20 – Ação 2012 ...........................................................................................................
47
Quadro 21 – Ação 20TP ..........................................................................................................
48
Quadro 22 – Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ ...........................................
51
Quadro 23 – Programação de Despesas ..................................................................................
54
Quadro 24 – Movimentação Orçamentária Externa por Grupo de Despesa ..........................
55
Quadro 25 – Despesas por Modalidade de Contratação – Créditos Originários – Total ........
56
Quadro 26 – Valores Executados diretamente pela UJ ............................................................
57
Quadro 27 – Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários – Total .....
78
Quadro 28 - Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários – Valores
Executados diretamente pela UJ ..............................................................................................
79
Quadro 29 – Caracterização dos Instrumentos de Transferências Vigentes no Exercício de
Referência ................................................................................................................................
80
Quadro 30 - Resumo dos Instrumentos Celebrados pela UJ ...................................................
59
Quadro 31 – Resumo da Evolução e Criação dos Cargos em Comissão da SMPE ................
60
Quadro 32 - Força de Trabalho da UJ .....................................................................................
60
5
Quadro 33 – Situações que Reduzem a Força de Trabalho da UJ ...........................................
61
Quadro 34 – Detalhamento da Estrutura de Cargos em Comissão e Funções Gratificadas da
UJ .............................................................................................................................................
61
Quando 35 – Quantidade de Servidores da UJ por Faixa Etária ..............................................
62
Quadro 36 – Quantidade de Servidores da UJ Segundo a Escolaridade ..................................
62
Quadro 37 - Custo de Pessoal no Exercício de Referência ......................................................
82
Quadro 38 – Composição do Quadro de Servidores Inativos ..................................................
63
Quadro 39 – Atos Sujeitos ao Registro do TCU ......................................................................
64
Quadro 40 – Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU ................................................................
65
Quadro 41 – Regularidade do Cadastro dos Atos do SISAC ...................................................
83
Quadro 42 – Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis ......................................................
66
Quadro 43 – Demonstrativo do Cumprimento, por autoridades e Servidores da UJ, da
obrigação de entregar a DBR ...................................................................................................
68
6
LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS
ACT – Acordo de Cooperação Técnica
ADERES - Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo
AGU - Advocacia Geral da União
ANPREJ - Associação Nacional de Presidentes de Juntas Comerciais
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
CACB - Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil
CBM – Corpo de Bombeiros Militar
CDT/Unb - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília
CGSIM - Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização
de Empresas e Negócios
CGSN - Comitê Gestor do Simples Nacional
CISET – Secretaria de Controle Interno
CNI – Confederação Nacional da Indústria
CNM - Confederação Nacional dos Municípios
Comprasnet - Portal de Compras do Governo Federal
Conama - Conselho Nacional de Meio Ambiente
DN - Decisão Normativa
DREI – Departamento de Registro e Integração
FIFA – Federação Internacional de Futebol
FNP - Frente Nacional dos Prefeitos
Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
IN - Instrução Normativa
INSS – Instituto Nacional do Seguro Social
IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
JCDF – Junta Comercial do Distrito Federal
LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias
LOA – Lei Orçamentária Anual
MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
MEI - microempreendedor individual
MICI - Ministério das Cidades
MinC - Ministério da Cultura
MMA – Ministério do Meio Ambiente
MPE - micro e pequenas empresas
7
OEA - Organização dos Estados Americanos
PAB - Programa do Artesanato Brasileiro
PPA – Plano Plurianual
PR - Presidência da República
RFB - Receita Federal do Brasil
SA - Secretaria de Administração da Presidência da República
SCDP - Sistema de Diárias e Passagens
SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
SEFAZ DF – Secretaria de Fazenda do Distrito Federal
SENASP/MJ - Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça
SEPPIR - Secretaria de Política para Promoção da Igualdade Racial
SERPRO - Serviço Brasileiro de Processamento de Dados
SESCON DF - Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento do Distrito
Federal
SIASG - Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais
SICONV - Sistema de Convênios do Governo Federal
SINE - Sistema Nacional de Emprego
SIT - Secretaria de Inspeção do Trabalho
SMPE – Secretaria da Micro e Pequena Empresa
TCU – Tribunal de Contas da União
MTE - Ministério do Trabalho e Emprego
TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação
8
INTRODUÇÃO
O presente Relatório de Gestão da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da
República (SMPE/PR), do exercício de 2013, tem como objetivo propiciar, aos Órgãos de Controle
e a Sociedade, uma visão real da atuação da Secretaria na condução das políticas públicas para o
segmento da Micro e Pequena Empresa e do Artesanato.
O Relatório está estruturado conforme as disposições da Instrução Normativa TCU nº
63/2010, Instrução Normativa TCU nº 72/2013, da Decisão Normativa TCU nº 127/2013, da
Decisão Normativa TCU nº 132/2013 e da Portaria TCU nº 175/2013. Entretanto, a numeração de
seus itens foi alterada para obedecer a ocorrência das informações exigidas, tendo em vista a
necessidade de supressão de alguns itens que não são aplicáveis à realidade da SMPE/PR ou que
não há conteúdo a ser declarado no exercício de referência, a saber:
Itens, subitens e quadros não apresentados
(identificados conforme DN TCU nº 127/2013)
2.2.3.4. Ações – Orçamento de Investimentos – OI
(incluindo quadro)
3.3. Remuneração Paga a Administradores (incluindo
subitens e quadros)
3.4. Sistema de Correição
3.6. Indicadores para monitoramento e avaliação do
modelo de governança e efetividade dos controles internos
Quadro A.4.1.2.1 – Movimentação Orçamentária Interna
por Grupo de Despesa
4.1.3.5 e 4.1.3.6 – Execução Orçamentária de Créditos
Recebidos pela UJ por Movimentação (incluindo quadros)
4.2. Reconhecimento de passivos por insuficiência de
créditos ou recursos (incluindo quadro)
4.3. Movimentação e os saldos de restos a pagar de
exercícios anteriores
4.4.3 – Informações sobre a Prestação de Contas relativas
aos Convênios, Termos de Cooperação e Contratos de
Repasse (incluindo quadro)
4.4.4. Informações sobre a análise das Prestações de
Contas de Convênios e Contratos de Repasse (incluindo
quadro)
4.5. Suprimento de Fundos (incluindo subitens e quadros)
4.6. Renúncias sob a Gestão da UJ (incluindo subitens e
quadro)
4.7. Gestão de Precatórios
Quadro A.5.1.4.2. Instituidores de Pensão (incluindo
quadro)
5.2. Terceirização de Mão de Obra Empregada e
Contratação de Estagiários (incluindo subitens e quadros)
6. Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário
(incluindo subitens e quadros)
7. Gestão da Tecnologia da Informação e Gestão do
Conhecimento (incluindo subitens e quadro)
8.2. Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água
(incluindo quadro)
9.1. Tratamento de deliberações exaradas em acórdão do
TCU (incluindo subitens e quadros)
9.2. Tratamento de Recomendações do OCI (incluindo
Situação
Sem ocorrência no exercício de ações integrantes
do OI.
Não se aplica à realidade da UJ, por tratar-se de
órgão da Adm. Direta.
Atividades exercidas pela Secretaria de Controle
Interno da Secretaria-Geral da
Presidência da República.
Não há conteúdo a ser declarado. UJ possui UG
única.
Sem ocorrência de créditos recebidos.
Sem ocorrência no exercício.
Não se aplica. UJ criada no ano de exercício.
Não há conteúdo a ser declarado. Instrumentos
firmados no exercício.
Sem conteúdo a ser declarado. Não ocorrência de
despesas realizadas por meio de suprimento de
fundos.
Sem conteúdo a ser declarado. Não ocorrência de
renúncias de receita geridas pela UJ.
Sem ocorrência no exercício.
Sem ocorrência de fato gerador no exercício.
Não há conteúdo a ser informado. Sem
ocorrência de contratação pela UJ no exercício.
Não se aplica. Gestão exercida pela Presidência
da República (PR).
Não há conteúdo a ser declarado. Materiais de
consumo e serviços essenciais geridos pela PR.
Sem ocorrência de ações referentes aos
dispositivos legais e normativos solicitados.
9
subitens e quadros)
9.3. Informações sobre a Atuação da Unidade de Auditoria
Interna.
9.5. Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário
(incluindo quadro)
11.1. Medidas para Adoção de Critérios e Procedimentos
estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade
Aplicadas ao Setor Público
Sem ocorrência de casos de danos no exercício.
Sem ocorrência. Atividades contábeis são
exercidas pela Secretaria de Administração/PR.
Nos demais itens estão apresentadas as principais realizações da SMPE/PR, que tem seu
início de exercício marcado pelos desafios de desburocratização no processo de abertura e
fechamento de empresas e do aumento da competitividade do segmento.
Diante do compromisso institucional de eliminar os entraves que impedem o crescimento
das micro e pequenas empresas (MPE) no Brasil, segmento que corresponde a 99% do total de
empresas do País e ocupa cerca de 53% dos trabalhadores brasileiro, foram estabelecidos dois
objetivos centrais para a atuação da Secretaria: 1) reduzir o custo para abertura e baixa de empresas;
e, 2) apoiar o aumento da lucratividade dos pequenos negócios.
Buscando o alcance desses objetivos, a SMPE/PR firmou contrato com o Serviço Federal de
Processamento de Dados (Serpro) para desenvolvimento do Portal Empresa Simples, com previsão
de implantação no segundo semestre de 2014. O Portal atenderá a cerca de 8,5 milhões de micro e
pequenos empresários, incluindo microempresários individuais (MEI), tendo como principal
objetivo reduzir o tempo de abertura e fechamento de empresas e unificar os trâmites legais com
União, Estados e Municípios em um só lugar.
No Portal também serão oferecidas soluções de apoio à competitividade empresarial, como a
praça eletrônica de negócios, que auxiliará micro e pequenas empresas na catalogação de seus
produtos, identificação de oportunidades de negócios, obtenção de crédito e acesso a mercados, à
inovação e a certificações, bem como à justiça e a ferramentas de gestão.
A aquisição de 27 caminhões-baú para transporte de peças artesanais, a serem doados às
Coordenações Estaduais do Artesanato dos 26 Estados e do Distrito Federal, figura como uma
importante iniciativa do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) no processo de inclusão
econômica e social do artesão brasileiro.
Ainda nesse propósito, serão disponibilizados espaços mercadológicos adequados à
promoção, divulgação e comercialização dos produtos artesanais, por meio de participação em
feiras e eventos do setor em âmbito nacional, tendo sido firmada parceria entre a SMPE/PR e o
Ministério da Cultura (MinC), para exposição e comercialização de produtos artesanais nas cidades
sede da Copa do Mundo em 2014.
Na realização de seus objetivos, a Secretaria enfrenta dificuldades de operacionalização dos
processos internos, principalmente nos processos de apoio à gestão, tendo como ponto a ser
destacado a insuficiência no quantitativo de servidores do Quadro Permanente de Pessoal.
O Decreto nº 8.001, de 10 de maio de 2013, que aprovou a estrutura regimental da
SMPE/PR, definiu sua natureza e competência, bem como a estrutura organizacional, contemplou-a
com 82 cargos comissionados, os quais, mesmo acrescidos dos 36 cargos efetivos transferidos do
MDIC, mostram-se incompatíveis com o volume de atividades necessárias ao pleno funcionamento
e manutenção de sua estrutura básica e ao atendimento a suas responsabilidades regimentais.
10
Essas dificuldades são minimizadas com a dedicação pessoal, o esforço e o
comprometimento de cada servidor, incluindo os comissionados e requisitados, e, também, pela
execução de atividades de apoio administrativo e técnico à SMPE/PR por outros órgãos, a exemplo
da Secretaria de Administração da Presidência da República e do MDIC, mediante a adoção de
instrumento legal de descentralização de créditos integrantes dos Orçamentos Fiscal e de
Seguridade Social da União.
11
1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE JURISDICIONADA
1.1. Identificação da Unidade Jurisdicionada
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE/PR), vinculada diretamente à Presidência
da República, foi criada pela Lei nº 12.792, de 28 de março de 2013, com a finalidade precípua de
formular políticas públicas de apoio a microempresas e empresas de pequeno porte e de artesanato.
QUADRO 01 - IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL
Poder e Órgão de Vinculação
Poder: Executivo
Órgão de Vinculação: Presidência da República
Código SIORG: 000026
Identificação da Unidade Jurisdicionada
Denominação Completa: Secretaria da Micro e Pequena Empresa
Denominação Abreviada: SMPE/PR
Código SIORG: 121813
Código LOA: 69101
Código SIAFI: 690001
Natureza Jurídica: Órgão Público
CNPJ: 18299670/0001-16
Principal Atividade: Administração Pública em geral
Código CNAE: 8411-6
Telefones/Fax de contato:
(61) 3411.3608
(61) 3411.3609
(61) 3322.8375 (fax)
Endereço Eletrônico: [email protected]
Página na Internet: http://www.smpe.gov.br
Endereço Postal: Esplanada dos Ministérios, Bloco “O”, 7º andar, Cep 70.052-900, Brasília-DF
Normas Relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada
Lei nº 12.792/2013, Decreto nº 8.0001/2013.
Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada
Lei nº 10.683/2003, com as alterações da Lei nº 12.792/2013; Decreto nº 1.508/1995; Lei Complementar nº 123/2006;
Lei nº 11.598/2007; Lei nº 11.101/2005; Lei nº 10.4062002; Decreto nº 1.800/1996; Lei nº 8.934/1994.
Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada
(1) Tratamento diferenciado às Micro e Pequenas empresas – Legislação para Estados e Municípios (Vol. 6) Publicações INTERLEGIS);
(2) Manual de Participação em Feiras e Eventos (PT/MDIC nº 26, de 19/07/2012);
(3) Cartilha PAB – Base Conceitual do Artesanato (PT/MDIC nº 29, de 05/10/2010;
(4) Livro: Empreendedorismo e Competitividade para Pequenas e Médias Empresas;
(5) Livro: Estratégia de Mercado de Capitais para PMEs Brasileiras;
(6) Livro: Pense nas Pequenas Primeiro.
Unidades Gestoras Relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Nome
Não se aplica
Não se aplica
Gestões Relacionadas à Unidade Jurisdicionada
Código SIAFI
Nome
Não se aplica
Não se aplica
Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões
Código SIAFI da Unidade Gestora
Código SIAFI da Gestão
Não se aplica
Não se aplica
1.2. Finalidade e competências institucionais
A SMPE foi criada pela Lei nº 12.792, de 28 de março de 2013, que alterou a Lei nº 10.683,
de 28 de maio de 2003, e fixou-lhe as seguintes competências, mediante transferência parcial
daquelas que vinham sendo exercidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior:
“Art. 24-E. À Secretaria da Micro e Pequena Empresa compete assessorar direta e
imediatamente o Presidente da República, especialmente:
12
I - na formulação, coordenação e articulação de:
a) políticas e diretrizes para o apoio à microempresa, empresa de pequeno porte e
artesanato e de fortalecimento, expansão e formalização de MPE;
b) programas de incentivo e promoção de arranjos produtivos locais relacionados às
microempresas e empresas de pequeno porte e de promoção do desenvolvimento da produção;
c) programas e ações de qualificação e extensão empresarial voltadas à microempresa,
empresa de pequeno porte e artesanato; e
d) programas de promoção da competitividade e inovação voltados à microempresa e
empresa de pequeno porte;
II - na coordenação e supervisão dos Programas de Apoio às Empresas de Pequeno
Porte custeados com recursos da União;
III - na articulação e incentivo à participação da microempresa, empresa de pequeno
porte e artesanato nas exportações brasileiras de bens e serviços e sua internacionalização.
§ 1º A Secretaria da Micro e Pequena Empresa participará na formulação de políticas
voltadas ao microempreendedorismo e ao microcrédito, exercendo suas competências em
articulação com os demais órgãos da administração pública federal, em especial com os
Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Fazenda, da Ciência,
Tecnologia e Inovação e do Trabalho e Emprego.”
1.3. Organograma funcional
13
1.4. Macroprocessos finalísticos
No cumprimento de sua missão institucional, a SMPE/PR desempenha o papel de
formulador, coordenador e articulador de políticas e diretrizes para o apoio à microempresa,
empresa de pequeno porte e artesanato e de fortalecimento, expansão e formalização de Micro e
Pequenas Empresas. Para tal, desenvolve um conjunto de práticas e padrões de trabalho inerente às
suas principais atividades-fim, traduzido abaixo nos seguintes macroprocessos:
Formulação e implementação da política nacional de desenvolvimento dos pequenos negócios
– envolvendo a elaboração de estudos, a coordenação de grupos de trabalho, a difusão de
informações que contribuam para o conhecimento dos temas de interesse do setor, a promoção de
participação de representantes do setor e da sociedade na gestão das ações governamentais, a
proposição de diretrizes e normas e o estabelecimento de parcerias para a implementação de
agendas de trabalho sobre políticas de governo.
Articulação institucional – recepção, destinação, apresentação de proposta de solução e
acompanhamento de necessidades levantadas por órgãos públicos e por entidades do setor;
Cooperação internacional - identificação e arregimentação de entidades internacionais para a
cooperação em temas relativos ao desenvolvimento de micro e pequenas empresas e do artesanato;
Gestão do Registro Público de Empresas Mercantis - acompanhamento, coordenação e
articulação com os órgãos e entidades envolvidos no registro e legalização de empresas; apoio,
regulação, tributação e fiscalização do exercício das atividades econômicas pelo seguimento.
1.6. Principais macroprocessos de apoio
Considerando suas competências regimentais, são apresentados abaixo os principais
macroprocessos de apoio operacionalizados no âmbito da Secretaria:
Apoio jurídico e jurisprudência: interpretação da legislação; atuação na elaboração e revisão de
propostas de atos normativos; emissão de parecer conclusivo; consultoria jurídica;
Gestão da comunicação externa: desenvolvimento e coordenação de serviços de imprensa,
relações públicas e informações de atos e atividades do órgão;
Gestão de Planejamento, Orçamento e Finanças: elaboração de proposta e gestão dos
instrumentos de planejamento e orçamento (PPA – LDO – LOA); execução e controle das
atividades de orçamento e finanças; coordenação e elaboração de relatórios semestrais e anuais de
avaliação;
Gestão de Pessoas: remuneração; carreira, avaliação de desempenho; recrutamento e seleção;
treinamento e desenvolvimento; comunicação interna e orientação para aplicação da Legislação de
Pessoal;
Gestão de Logística: gestão de licitações e contratações; fluxo de documentação; gestão e
operacionalização das atividades do Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais
(SIASG), do Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet) e do Sistema de Diárias e
Passagens (SCDP);
Gestão de Convênios e Contratos de repasse: seleção, formalização, execução, acompanhamento
e prestação de contas dos convênios e contratos destinados à execução de programas, projetos e
ações de interesse comum; Gestão e operacionalização do Sistema de Convênios do Governo
Federal (SICONV).
14
Além destes, no âmbito de seu órgão superior (Presidência da República), são
disponibilizados serviços relacionados às atividades de: limpeza e conservação; vigilância e
brigadista; materiais; tecnologia da informação e comunicação; transporte e patrimônio.
1.6. Principais parceiros
Os parceiros internos da SMPE/PR são: (1) Secretaria-Executiva - SE; (2) Secretaria de
Racionalização e Simplificação - SRS; e, (3) Secretaria de Competitividade e Gestão - SECOMP,
representadas por seus gestores, servidores e colaboradores que, atendendo aos compromissos
institucionais, executam as competências regimentais relacionadas aos macroprocessos finalísticos
da Secretaria.
Quanto aos principais parceiros externos, destacamos os representantes e órgãos envolvidos
na composição: (1) do Comitê Gestor do Simples Nacional; (2) do Fórum Permanente das
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte; e, (3) do Comitê para Gestão da Rede Nacional para
a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios.
Cabe também pontuar a parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas
Empresas - Sebrae, na promoção de ações e projetos de desenvolvimento, inovação e
competitividade para o setor e, ainda, os seguintes órgãos e entidades:
 Senado Federal;
 Secretaria de Política para Promoção da Igualdade Racial – SEPRIR/PR;
 Secretaria de Administração da Presidência da República – SA/PR;
 Ministério da Cultura - MinC;
 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – MDIC;
 Ministério das Cidades – MICI;
 Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça – SENASP/MJ;
 Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico – CDT/Unb;
 Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil – CACB;
 Frente Nacional dos Prefeitos – FNP;
 Confederação Nacional dos Municípios – CNM;
 Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo - FACESP;
 Associação Comercial de São Paulo – ACSP;
 Associação Nacional de Presidentes de Juntas Comerciais – ANPREJ;
 Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA;
 Confederação Nacional da Indústria – CNI.
15
2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANÇADOS
2.1. Planejamento da Unidade
A partir de seus compromissos institucionais e utilizando a metodologia de Planejamento
Estratégico Situacional (PES), a SMPE/PR elegeu como problema central, após diagnóstico
realizado, que o crescimento das MPE ainda é insuficiente para atender a demanda de emprego e
renda da economia brasileira.
Como direcionamento estratégico, em função do problema central identificado, a SMPE
fixou, inicialmente, dois objetivos para sua atuação: 1) aumentar o grau de legalização das MPE; e,
2) aumentar a taxa de sobrevivência das MPE após cinco anos.
Para cumprir esses objetivos, quatro focos específicos de ação foram definidos: 1) reduzir o
custo para a abertura e baixa de empresas; 2) reduzir o peso das exigências estatais; 3) apoiar o
aumento da produção, com redução de custos; e, 4) apoiar o aumento da capacidade de vendas e de
gestão das MPE.
Este trabalho foi desenvolvido como base para construção da proposta de estruturação da
SMPE/PR, aprovada pelo Decreto nº 8.001/2013, permitindo a visão dos objetivos estabelecidos
nos seus vários níveis e a correspondente estrutura administrativa finalística voltada para a
definição da direção estratégica, a fixação de metas e planos de ação e o seu desenvolvimento e
implantação, além dos produtos e serviços correspondentes.
Na prática, resumidamente, as metas prioritárias da SMPE são:
1.
Reduzir a burocracia excessiva e inexplicável sobre as empresas brasileiras, de forma que o
Brasil possa melhorar significativamente sua posição no Doing Business1, estudo do Banco Mundial
que compara 189 países em relação ao apoio ao empreendedorismo. Nesse ranking o Brasil ocupa
hoje a 118ª posição, notadamente em função dos péssimos resultados nos indicadores de tempo de
abertura de empresas; e,
2.
Aumentar a lucratividade das MPE, de forma que a participação desse segmento na
formação do Produto Interno Bruto brasileiro possa aumentar, considerando que 99%2 das empresas
brasileiras pertencem a esse segmento e que 53% do trabalho formal deste país estão empregados
nas MPE.
Uma visão resumida da estruturação pode ser conferida na apresentação abaixo:
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Eixos
Desburocratizar
Desenvolver
Estrutura Derivada
Secretaria de Racionalização e Simplificação
Secretaria de Competitividade e Gestão
1
http://portugues.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/brazil/# (números de 2013 revisados)
Aprimoramentos da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, 2011, p. 12,
Biblioteca Digital da Câmara dos Deputados (http: //bd.camara.gov.br).
2
16
Departamento de Registro Empresarial e Integração
e Junta Comercial do Distrito Federal
Departamento de Produtividade e Inovação
Objetivo: Reduzir o custo para abertura e baixa de
empresas
Produto: Processo único de abertura e baixa de
empresas
Objetivo: Aumentar a produção e reduzir custos
Produto: Inovação, Crédito e Gestão
Departamento de Racionalização das Exigências
Estatais
Departamento de Ampliação de Mercados
Objetivo: Reduzir o peso das exigências do Estado.
Produto: Obrigação estatal única
Objetivo: Aumentar a capacidade de vendas
Produto: Compras públicas, exportação (Simples
Internacional)
2.2. Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados
Com a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa – SMPE/PR, por meio da Lei nº
12.792, de 28 de março de 2013, e sua regulamentação pelo Decreto nº 8.001, de 10 de maio de
2013, foram transferidas, parcialmente, dotações orçamentárias constantes do Orçamento Fiscal da
União (Lei nº 12.798, de 4 de abril de 2013), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior - MDIC para a SMPE/PR.
Nos quadros a seguir, com registro de dados extraídos do Sistema Integrado de
Planejamento e Orçamento – SIOP e do Sistema Integrado de Administração Financeira – SIAFI, as
informações inseridas nos campos destinados aos Programas Temáticos apresentam a execução
realizada no MDIC, com exceção da dotação final de 2013. Neste campo foram somados, além dos
valores executados no MDIC, os transferidos ao SMPE.
Os valores registrados nos campos finais dos quadros A.2.2.1 (Programas Temáticos),
destinados às informações de dotação da UJ em 2013, correspondem à dotação atualizada dos
recursos transferidos à SMPE/PR pelos Decretos de 29 de abril de 2013, no caso do Programa 2047,
e de 28 de junho de 2013, do Programa 2023.
2.2.1. Programas Temáticos
QUADRO 02 – PROGRAMA TEMÁTICO 2047
Identificação do Programa de Governo
Código Programa
2047
Título
MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00)
Esfera
Orçam. Fiscal e da Seguridade
Social – OFSS
b) Dotação
Posição final
2012
a) Global PPA
2012-2015
c) Dotação
Posição final
2013
d)
Remanescente
(a-b-c)
253.587.923
46.773.530
71.581.100
135.233.293
0
0
0
0
Outras Fontes
94.766.857.959
14.588.204.000
22.528.806.490
57.649.847.469
Total
95.020.445.882
14.634.977.530
22.600.387.590
57.785.080.762
Orçamento de Investimentos – OI
17
Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2013
(em R$ 1,00)
Lei Orçamentária 2013
Orçamento
de
Investimento
Orçamento Fiscal e da Seguridade Social
h) Restos a Pagar (inscrição 2013)
f) Despesa
g) Despesa Paga
h.2) Não
Liquidada
h.1) Processados
Processados
e) Despesa
Empenhada
16.640.096,45
4.295.594,08
4.295.594,08
0,00
2.344.502,37
Restos a Pagar - OFSS - Exercícios Anteriores
j)Posição em
k) Valor
l)Valor Pago
1/01/2013
Liquidado
Tipo
Não processados
i) Despesa
Realizada
m)Valor
Cancelado
0,00
n)Valor a
Pagar
6.522.221,13
2.610.481,24
2.610.481,24
1.372.654,94
2.539.084,95
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Processados
Valores do programa alocados ao órgão representado pela UJ em 2013
62.027.990
Dotação OFSS
Fonte: SIOP e SIAFI Gerencial.
0,00
Dotação OI
Outras Fontes
0,00
QUADRO 03 – PROGRAMA TEMÁTICO 2023
Identificação do Programa de Governo
Código Programa
2023
Título
COMÉRCIO E SERVIÇOS
Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00)
a) Global PPA
2012-2015
Esfera
Orçam. Fiscal e da Seguridade Social –
OFSS
b) Dotação
Posição final
2012
c) Dotação
Posição final
2013
d)
Remanescente
(a-b-c)
217.516.439
27.299.143
66.161.392
124.055.904
Orçamento de Investimentos – OI
0
0
0
0
Outras Fontes
0
0
0
0
Total
217.516.439
27.299.143
66.161.392
Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2013
124.055.904
(em R$ 1,00)
Lei Orçamentária 2013
e)Despesa
Empenhada
22.332.144,12
Tipo
Não processados
Processados
Orçamento Fiscal e da Seguridade Social
h)Restos a Pagar (inscrição 2013)
f)Despesa
g)Despesa Paga
h.2) Não
Liquidada
h.1)Processados
Processados
18.139.364,43
18.139.364,43
0,00
4.192.779,69
Restos a Pagar - OFSS - Exercícios Anteriores
j)Posição em
k)Valor
m)Valor
l)Valor Pago
1/01/2013
Liquidado
Cancelado
Orçamento de
Investimento
i)Despesa
Realizada
0,00
n)Valor a
Pagar
9.892.336,11
9.378.823,26
9.378.823,26
-71.189,37
442.323,48
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
18
Valores do programa alocados ao órgão representado pela UJ em 2013
44.666.392
Dotação OFSS
Fonte: SIOP e SIAFI Gerencial.
0
Dotação OI
0
Outras Fontes
Análise Situacional
Diante da inexistência de órgão responsável por programas no PPA 2012-2015, faz-se
necessário informar que, com relação ao Programa 2023 – Comércio e Serviços, a SMPE/PR é
responsável pelo Objetivo 0822 (Simplificar, modernizar e gerir a governança dos procedimentos
de abertura, alteração e encerramento de empresas e das atividades afins, com vistas a melhorar o
ambiente de negócios). Este objetivo é executado nas ações 2031 (Serviços de Registro Mercantil e
Atividades Afins) e 147K (Implantação de Centros de Prestação de Serviços aos Empreendedores).
Quanto ao Programa 2047 (Micro e Pequenas Empresas), todos os seus objetivos são
executados pela ação 210C (Promoção do Desenvolvimento de Micro e Pequenas Empresas), de
responsabilidade da SMPE/PR.
2.2.2. Objetivos
QUADRO 04 – OBJETIVO 0836
Identificação do Objetivo
Descrição
Regulamentar no âmbito da União e incentivar a implementação nos estados e municípios do marco legal
das micro e pequenas empresas, com vistas a fortalecer e ampliar os incentivos governamentais para o
desenvolvimento econômico e social do segmento.
Código
0836
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Órgão
Programa MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Código
2047
METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS
Sequencial
Descrição da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizada
em 2013
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realização
(c/a)
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realização
(c/a)
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realização
(c/a)
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS
Sequencial
Descrição da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizada
em 2013
Objetivo não possui metas com esta classificação
Regionalização da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizada
em 2013
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUALITATIVAS
Sequencial
Descrição da Meta
1
Regulamentar a Cédula de Crédito Microempresarial - art. 46 da Lei Complementar 123/2006
2
Regulamentar a Fiscalização Orientadora - art. 55 da Lei Complementar 123/2006
19
3
Regulamentar a Sociedade de Propósito Específico - art. 56 da Lei Complementar 123/2006
4
Regulamentar o acesso simplificado à justiça - art. 73, 74 e 75 da Lei Complementar 123/2006
5
Regulamentar o apoio à inovação - art. 65 da Lei Complementar 123/2006
6
Regulamentar o Sistema Nacional de Garantias de Crédito - art. 60-A da Lei Complementar 123/2006
Fonte: SIOP.
Análise Situacional:
A Lei Geral das MPE (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte
– Lei Complementar 123, de 2006) tornou realidade o tratamento favorecido e diferenciado para os
pequenos negócios, previsto no artigo 179 da Constituição. Além do Simples Nacional, criou
diversos outros instrumentos de favorecimento, como o regime de inscrição e baixa simplificado e
integrado, acesso às compras públicas, ao crédito, à inovação, ao associativismo, entre outros.
A SMPE/PR participou de seminários regionais em vários Estados e na Câmara dos
Deputados, a convite da Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei
Complementar n. 237, de 2012, que altera a Lei Geral das MPE com o objetivo de debater as
propostas de aprimoramento, que incluem a ampliação do alcance do Simples Nacional e medidas
de racionalização.
Execução das metas:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Regulamentar a Cédula de Crédito Microempresarial - art. 46 da Lei Complementar 123/2006 a regulamentação deste dispositivo foi despriorizada em função da tramitação do PLP
237/2013, que altera a LC 123/2006, e que contempla alterações importantes no Capítulo
relativo a compras públicas.
Regulamentar a Fiscalização Orientadora - art. 55 da Lei Complementar 123/2006 - publicada a
norma RDC ANVISA nº 49/2013, que regulamenta a fiscalização orientadora em matéria
sanitária, e emitido parecer da Advocacia Geral da União (AGU) para solução de controvérsias
em favor da aplicação da fiscalização orientadora em matéria ambiental. Em curso, tratativas
junto à ANVISA para regulamentar a fiscalização orientadora em cumprimento ao Parecer nº
075/2013/DECOR/CGU/AGU que resolveu a controvérsia entre a Procuradoria Federal
Especializada do IBAMA e a Assessoria Jurídica da SMPE no sentido da obrigatoriedade da
dupla visita em matéria ambiental.
Regulamentar a Sociedade de Propósito Específico - art. 56 da Lei Complementar 123/2006 Decreto em fase final de revisão, pela SMPE/PR, para encaminhamento à Casa Civil da
Presidência da República.
Regulamentar o acesso simplificado à justiça - art. 73, 74 e 75 da Lei Complementar 123/2006
- encontra-se em curso tratativas para a celebração de Acordo de Cooperação Técnica com o
Ministério da Justiça (MJ) e Ministério Público da União (MPU) para implementação do acesso
aos mecanismos extrajudiciais de solução de controvérsia por meio do Portal EMPRESA
SIMPLES.
Regulamentar o apoio à inovação - art. 65 da Lei Complementar 123/2006 - encontra-se
pendente de regulamentação dispositivo que prevê a concessão de incentivos fiscais para a
aquisição de máquinas e equipamentos destinados à inovação em micro e pequenas empresas.
A regulamentação deste dispositivo foi despriorizada.
Regulamentar o Sistema Nacional de Garantias de Crédito - art. 60-A da Lei Complementar
123/2006 - a regulamentação do dispositivo encontra-se em estudo pelo SEBRAE.
20
QUADRO 05 – OBJETIVO 0837
Identificação do Objetivo
Descrição
Promover a capacitação, a inovação, o acesso ao crédito, a inserção comercial, o encadeamento
produtivo e o fomento às relações cooperativas e associativas para micro e pequenas empresas, de
forma a estimular seu crescimento e competitividade, potencializando sua participação nos processos
de geração de emprego e renda.
Código
0837
Programa
MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Órgão
Código
2047
METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS
Sequencial
Descrição da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizad
a em 2013
c)Realiza
da até
2013
d)%
Realização
(c/a)
c)Realiza
da até
2013
5.558
d)%
Realização
(c/a)
6%
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizad
a em 2013
Unidade
100.000
4.000
Regionalização da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizad
a em 2013
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realização
(c/a)
1.1
Região Sul
Unidade
15.000
-
-
-
1.2
Região Sudeste
Unidade
20.000
-
-
-
1.3
Região Centro-Oeste
Unidade
5.000
2.500
-
-
1.4
Região Norte
Unidade
40.000
1.500
-
-
1.5
Região Nordeste
Unidade
20.000
-
-
-
Sequencial
1
Descrição da Meta
Capacitar 100 mil micro e
pequenas empresas e/ou
empreendedores, inclusive as
artesanais e as organizadas em
APL
METAS QUALITATIVAS
Sequencial
2
Descrição da Meta
Elevar o montante de crédito disponibilizado pelo BNDES para micro e pequenas empresas de R$ 5
bilhões em 2010 para R$ 21,2 bilhões.
Fonte: SIOP.
Análise Situacional:
Em 2013, a SMPE assinou contrato com Serviço Brasileiro de Processamento de Dados
(Serpro) para o desenvolvimento e implantação do Portal EMPRESA SIMPLES, um portal de
serviços dirigidos às empresas que, no conjunto, deverão colaborar para a redução do peso da
burocracia sobre o setor empresarial e para o aumento da lucratividade das micro e pequenas
empresas.
21
Além dos serviços relacionados ao registro e legalização de empresas, o Portal Empresa
Simples disponibilizará ao segmento empresarial brasileiro, especialmente às micro e pequenas
empresas, um conjunto de soluções voltadas à melhoria da competividade e expansão da
lucratividade. Estas soluções compõem o serviço do Portal Empresa Simples denominado Praça
Eletrônica de Negócios, ponto de encontro entre as micro e pequenas empresas e seus parceiros
comerciais no mercado interno e externo.
Por meio da Praça, as micro e pequenas empresas terão acesso a soluções que possibilitarão
a catalogação eletrônica de produtos e serviços, maior participação no comércio exterior e no
mercado de compras públicas, consulta e implantação de soluções de inovação, obtenção de crédito,
emissão de certidões de regularidade fiscal, de capacidade operacional, de qualidade do
produto/processo e de capacidade econômica e adoção de mecanismos extrajudiciais de solução de
conflitos.
O objetivo principal da oferta destes serviços pela internet é realizar a efetiva implantação
dos benefícios trazidos pela Lei Complementar 123/2006 – Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.
A disponibilização pela internet garante um nível maior de alcance dos serviços ofertados, com
acesso simplificado, facilitado e seguro para qualquer empresário, além de possibilitar redução
substancial de custos para a Administração Pública.
No exercício de 2013, foi realizada a especifica técnica dos sistemas que comporão a Praça
Eletrônica de Negócios. A implantação efetiva dos sistemas está prevista para 2014.
Em 2013, também foram realizadas atividades de capacitação empresarial direcionadas a
empreendedores individuais e empresários de micro e pequenas empresas, por meio da execução
dos convênios nº 780589/2012 e nº 781211/2012, fruto de sub-rogação do MDIC para a SMPE/PR
por força da Lei nº 12.792/2013.
Além da execução destes convênios celebrados no exercício de 2012, foram celebrados os
seguintes convênios para execução a partir de 2014:
a) Convênio nº 796070/2013 - Capão da Canoa/RS: promoção comercial de pequenos
empreendedores locais, com implantação de estrutura de toldo na Feira Prove Capão;
b) Convênio nº 796085/2013 - Prefeitura Municipal de Franca/SP: promoção da melhoria do
ambiente de negócios, mediante implantação de sala do empreendedor, capacitação de
empreendedores e aquisição de veículo para o programa de microcrédito local; e
c) Convênio nº 797611/2013 - Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas
e do Empreendedorismo/ADERES: capacitação de empreendedores e empresários que
conduzem pequenos negócios, incluindo os artesãos, pequenas cooperativas e integrantes
de empreendimentos solidários em diversos temas da administração, contabilidade,
recursos humanos, marketing e associativismo para uma melhor condução de seus
negócios, aperfeiçoamento pessoal e estímulo à criação de novas associações como
alternativa para construção de soluções coletivas.
O artesanato brasileiro também foi priorizado em 2013. Além da valorização da cultura, o
artesanato brasileiro se revela como segmento de grande importância econômica, uma vez que
representa um lócus de produção potencialmente exportador e gerador de emprego e renda,
sobretudo para as comunidades mais carentes. A riqueza decorrente dessa diversidade é um dos
pontos fortes do artesanato brasileiro, cujo valor agregado garante sua competitividade no mercado
interno e externo.
22
O Programa do Artesanato Brasileiro – PAB, coordenado pela SMPE/PR, tem como
finalidade desenvolver atividades que visem valorizar o artesão brasileiro, elevando seu nível
cultural, profissional, social e econômico, bem como desenvolver e promover o artesanato e a
empresa artesanal.
Por meio do Programa são desenvolvidas ações voltadas à geração de oportunidades de
trabalho e renda, ao aproveitamento das vocações regionais, à preservação das culturas locais, à
formação de uma mentalidade empreendedora e à capacitação de artesãos para o mercado
competitivo, promovendo a profissionalização e a comercialização dos produtos artesanais
brasileiros. As ações do Programa visam, portanto, a consolidação do artesanato brasileiro enquanto
setor econômico de forte impacto no desenvolvimento das comunidades. O Programa é responsável
pela elaboração de políticas públicas em nível nacional, contando com a parceria das Coordenações
Estaduais do Artesanato, unidades responsáveis pela intervenção e execução das atividades de
desenvolvimento do segmento.
Em 2013, o Programa alcançou os seguintes resultados:
a) Apoio à participação de artesãos em sete eventos de oportunidades de negócios, onde
foram comercializadas 191 mil peças, com faturamento aproximado de 3,25 milhões;
b) Realização de 3 turmas do Plano Nacional de Capacitação de Artesãos/Multiplicadores
em três unidades da federação, que promoveram a formação de 80 multiplicadores da metodologia;
c) Aquisição e doação aos estados de 27 impressoras da Carteira do Artesão e do
Trabalhador Manual no âmbito do Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro
(SICAB);
d) Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre a Secretaria da Micro e Pequena
Empresa e a Secretaria de Política para Promoção da Igualdade Racial com objetivo de realizar
ações conjuntas voltadas à promoção do artesanato quilombola, durante a 3ª Conferência Nacional
de Promoção da Igualdade Racial, ocorrida em Brasília;
e) Aquisição de 27 caminhões para doação às Coordenações Estaduais, dando continuidade
do processo de inclusão econômica e social do artesão brasileiro, iniciativa que fomentará o
crescimento da capacidade de venda dos produtos artesanais, bem como da participação em feiras e
eventos do setor, o que leva à geração de oportunidades de negócios com diferentes parceiros, e
consequentemente ao aumento da renda e da produção do artesão, principal objetivo do Programa;
f) Negociada parceria com o Ministério da Cultura, que viabilizará espaços de
comercialização nas doze cidades-sede da Copa do Mundo – FIFA 2014, que contarão com a
participação de artesãos de todos os estados.
g) Celebração de Termo de Cooperação nº 8/2013, com o Centro de Apoio de
Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília – CDT/UnB, para a elaboração,
desenvolvimento e validação de política nacional de apoio ao segmento artesanal.
23
Execução das Metas:
1. Capacitar 100 mil micro e pequenas empresas e/ou empreendedores, inclusive as artesanais e as
organizadas em APL - realização de atividades de capacitação de empreendedores individuais
no âmbito dos convênios SMPE – Sebrae/DF n.º 780589/2012 e SMPE/PR – Sebrae/RR n.º
781211/2012, que atenderam conjuntamente 4.000 pessoas.
As ações de capacitação do Programa 2047 são executadas exclusivamente através de projetos
oriundos de emenda parlamentar. Em decorrência dos valores executados em 2012 e 2013, estimase que ao final do PPA serão capacitados 15 mil empresários, donde se propõe a revisão da meta.
Observação: Por não dispor das informações detalhadas de execução das metas regionalizadas em
2012 (de responsabilidade do MDIC), não foi possível o preenchimento das colunas “Realizado até
2013” e “% de Realização” do item “Regionalização de Metas”.
2. Elevar o montante de crédito disponibilizado pelo BNDES para micro e pequenas empresas de
R$ 5 bilhões em 2010 para R$ 21,2 bilhões - foram concedidos R$ 47,3 bilhões.
QUADRO 06 – OBJETIVO 0838
Identificação do Objetivo
Descrição
Promover a cooperação técnica e financeira internacional para as micro e pequenas empresas, inclusive as
artesanais e as organizadas em Arranjos Produtivos Locais.
Código
0838
Órgão
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Programa MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Código
2047
METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS
Sequencia
l
Descrição da Meta
Unidade medida
a)Prevista
2015
b)Realizad
a em 2013
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realizaçã
o (c/a)
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realizaçã
o (c/a)
c)Realizad
a até 2013
d)%
Realizaçã
o (c/a)
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS
Sequencia
l
Descrição da Meta
Unidade medida
a)Prevista
2015
b)Realizad
a em 2013
Objetivo não possui metas com esta classificação
Regionalização da Meta
Unidade medida
a)Prevista
2015
b)Realizad
a em 2013
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUALITATIVAS
Sequencia
l
1
Descrição da Meta
Incluir a agenda brasileira de desenvolvimento das micro e pequenas empresas nas principais instâncias
internacionais de cooperação (União Europeia, Mercosul, UNIDO, BID, Banco Mundial, CAF)
Realizar cooperação técnica internacional em melhores práticas com União Europeia, Mercosul, UNIDO,
2
BID, Banco Mundial e CAF
Fonte: SIOP.
24
Análise Situacional:
Em 2013, dando continuidade às ações em curso no MDIC, foram concluídas três ações de
cooperação técnica do Projeto de Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia - Brasil sobre o
tema pequenas empresas. No âmbito destas ações foram produzidos 3 estudos sobre os temas
capacitação empreendedora, fomento ao artesanato e anjos de investimento, que buscam identificar
boas práticas sobre o tema encontradas na União Europeia que possam auxiliar o Brasil na definição
de políticas públicas para os temas.
Ainda no âmbito do Projeto, foram publicados em junho de 2013 os seguintes livros que
compilam os resultados da ação empreendedorismo e competitividade para pequenas empresas,
realizada no ano de 2012:
Livro
Pesquisador
Empreendedorismo e Competitividade para Pequenas e Carl James
Médias Empresas
Estratégia de Mercado de capitais para PMEs Brasileiras
José Paulo Esperança
Ainda no âmbito da cooperação internacional, foi realizado o III Diálogo Interamericano de
Altas Autoridades para Micro, Pequenas e Médias Empresas, em parceria com a Organização dos
Estados Americanos - OEA e com o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa Sebrae, evento que contou com a participação de representantes de 30 países na discussão de
medidas de simplificação e ampliação do comércio exterior para micro e pequenas empresas. Na
ocasião, foi aprovada proposta brasileira de criação do Simples Internacional, proposta da Secretaria
da Micro e Pequena Empresa que prevê a celebração de acordos bilaterais entre países que
dispensem reciprocidade no tratamento tributário privilegiado e simplificado às exportações de
micro e pequenas empresas.
Execução das Metas:
1. A agenda brasileira de desenvolvimento foi inserida no âmbito da Comissão Europeia, por meio
do Projeto de Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil.
2. Realizadas 3 (três) ações de cooperação técnica para micro e pequenas empresas no âmbito do
Projeto de Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil. Estas ações permitiram a
troca de informações entre as partes, por meio de estudos e missões técnicas, nos temas
capacitação empreendedora, artesanato e mercado de capitais. Meta cumprida.
QUADRO 07 – OBJETIVO 0839
Identificação do Objetivo
Descrição
Desenvolver, disponibilizar e consolidar sistemas de gestão do conhecimento sobre micro e pequenas
empresas, inclusive as artesanais e as organizadas em Arranjos Produtivos Locais, para o
compartilhamento de conhecimento e a geração de vantagem competitiva de mercado.
Código
0839
Programa
MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Órgão
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Código
2047
METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS
Sequencial
Descrição da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realiza c)Realiza
da em
da até
2013
2013
d)%
Realização
(c/a)
25
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS
Sequencial
Descrição da Meta
Unidade
medida
a)Prevista
2015
b)Realizada
em 2013
d)%
c)Realizada Realiza
até 2013
ção
(c/a)
Objetivo não possui metas com esta classificação
METAS QUALITATIVAS
Sequencial
Descrição da Meta
1
Criar a rede nacional de disseminação de conhecimentos e boas práticas em gestão empreendedora de
micro e pequenas empresas e artesanato.
2
Elaborar diagnósticos regionais sobre as tipologias de produção artesanal no Brasil.
Fonte: SIOP.
Análise Situacional:
Firmado acordo de cooperação técnica entre a SMPE/PR e o Senado Federal, por meio do
Programa Interlegis/ILB, que permitirá o acesso ao amplo acervo do Portal LexML, que reúne leis,
decretos, acórdãos, súmulas, projetos de leis entre outros documentos das esferas federal, estadual e
municipal dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de todo o Brasil. Uma cartilha com
normas e procedimentos, com exemplos prontos de proposições legislativas, foi lançada como parte
do acordo.
O interesse em aproveitar a rede já montada pelo Programa Interlegis com Câmaras e
Assembleias visa atingir um maior número de legisladores, que são corresponsáveis pela
implementação dos mecanismos previstos no Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de
Pequeno Porte, e, ainda, criar, no âmbito do portal da Rede de Informação Legislativa e Jurídica,
também conhecida como “LexML”, uma ferramenta que permite a indexação de endereços de toda
a legislação brasileira sobre micro e pequenas empresas. A ideia é simplificar o acesso ao conjunto
de leis aplicáveis aos pequenos empresários.
A parceria com o Senado Federal também engloba a disponibilização na internet do
conjunto normativo elaborado pelo DREI e pelas Juntas Comerciais, com integração ao portal
LeXML Brasil – Rede de Informação Legislativa e Jurídica. O cronograma de implementação ainda
não foi definido. Em um primeiro momento, o site da Secretaria apresentará apenas o acesso à
legislação de interesse de MPE, vinculando o site da SMPE/PR ao acervo do LeXML por meio de
pesquisas pré-formatadas. Essas pesquisas permitem o acesso a normas municipais, estaduais e
federais, além de julgados e doutrina sobre qualquer tema. A proposta para adesão ainda será levada
ao conhecimento das juntas comerciais em 2014.
Em paralelo à ação acima, construiu-se parceria com Sebrae e CNI para o desenvolvimento
de trabalho conjunto para que o Observatório da Lei Geral também seja integrado ao LeXML.
Nesse sentido, o Sebrae contratou consultor para atualizar todas as normas existentes no
Observatório da Lei Geral da Microempresa e a CNI contratou uma empresa para atualizar o
software utilizado de modo a tornar possível a integração, com cronograma a ser fixado para
conclusão em 2014.
26
Execução das Metas:
1.
Criar a rede nacional de disseminação de conhecimentos e boas práticas em gestão
empreendedora de micro e pequenas empresas e artesanato - não houve execução da meta tendo em
vista que a iniciativa foi despriorizada a partir da contratação do Serpro para desenvolvimento do
Portal Empresa Simples, plataforma de serviços que disponibilizará ao empresário brasileiro
soluções na área de abertura e fechamento de empresas, acesso a mercados, crédito, inovação e
acesso à justiça.
2.
Elaborar diagnósticos regionais sobre as tipologias de produção artesanal no Brasil - meta
foi alcançada em 2012, por meio de ACT celebrado entre o MDIC e o IPEA. Foi desenvolvido o
mapeamento da produção artesanal, a partir de informações de dados da Pesquisa de Municípios MUNIC, realizada pelo IBGE, que ilustra, por unidade da federação, quais os principais produtos
artesanais produzidos na região. O estudo foi realizado para 18 categorias de artesanato, o que
apoiará a elaboração do diagnóstico e o planejamento de ações específicas para cada segmento,
buscando identificar desafios e oportunidades para cada tipologia de artesanato.
QUADRO 08 – OBJETIVO 0822
Identificação do Objetivo
Descrição Simplificar, modernizar e gerir a governança dos procedimentos de abertura, alteração e encerramento de
empresas e das atividades afins, com vistas a melhorar o ambiente de negócios.
Código
0822
Órgão
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Programa COMÉRCIO E SERVIÇOS
Código
2023
METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS
Sequencial
d)%
a)Prevista b)Realizada c)Realizada
Realização
2015
em 2013
até 2013
(c/a)
Objetivo não possui metas com esta classificação
Descrição da Meta
Unidade
medida
METAS QUANTITATIVAS REGIONALIZADAS
Sequencial
d)%
a)Prevista b)Realizada c)Realizada
Realização
2015
em 2013
até 2013
(c/a)
Objetivo não possui metas com esta classificação
Descrição da Meta
Unidade
medida
METAS QUALITATIVAS
Sequencial
Descrição da Meta
1
Conceder registro a empresas de baixo risco pelas Juntas Comerciais no prazo de até cinco dias úteis para atos
sujeitos a decisão colegiada, na forma da lei.
2
Conceder registro a micro e pequenas empresas de baixo risco pelas Juntas Comerciais no prazo de até dois
dias úteis para atos sujeitos a decisão singular, na forma da lei.
3
Reduzir, anualmente, em 5% o número de horas para a decisão de processos de empresários individuais e
sociedades contratuais.
Fonte: SIOP.
27
Análise Situacional:
Quanto ao Programa 2023 (Comércio e Serviços), importante ressaltar que a formalização
de empresas no País tem como porta de entrada o Registro Público de Empresas Mercantis e
Atividades Afins e tem continuidade com inscrições nos órgãos fazendários federal, estaduais e
municipais, obtenções de licenciamentos sanitário e ambiental, assim como de alvarás de
localização e funcionamento municipal e do corpo de bombeiros, dentre outros.
Nesse contexto, o desafio é promover a integração dos serviços de registro com os dos
órgãos responsáveis pelo processo de legalização de empresas da Rede Nacional para Simplificação
do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), de forma que a abertura,
alteração e encerramento de empresas seja um processo bastante acessível, ágil e fácil para os
empreendedores.
Na execução do Objetivo 0822, foram desenvolvidas várias ações e projetos, a saber:
Portal Empresa Simples - Redesim
Com a finalidade de viabilizar a implantação dos serviços de registro e legalização
integrados de empresas, previstos na Lei Complementar n. 123, de 2006, e na Lei n. 11.598, de
2007, após a realização de definições técnicas necessárias, foram contratados, em novembro de
2013, junto ao SERPRO os serviços técnicos especializados de tecnologia da informação e
comunicação – TIC, para o desenvolvimento operação, treinamento e atendimento aos usuários de
portal (Portal Empresa Simples) e de sistemas de informação que, por sua vez, entre outros
serviços, darão acesso ao processo único de registro e legalização, pelo qual as empresas de
qualquer porte poderão obter, num prazo máximo de cinco dias, a permissão da Prefeitura para
exercício de suas atividades no endereço indicado, o registro na Junta Comercial, a inscrição no
CNPJ e nos fiscos estadual e municipal, e as licenças de funcionamento. De preferência com uso de
contratos e declarações eletrônicos, isto é, com o processo todo realizado pela internet.
Projeto Integrar
O processo de implantação da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da
Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) foi acelerado. Enquanto os novos sistemas
informatizados que suportarão a Redesim estão sendo desenvolvidos, já está sendo implantada em
diversas Juntas Comerciais do País uma etapa prévia de coleta eletrônica de informações e consulta
sobre a viabilidade de nome nas Juntas Comerciais e de localização do empreendimento, mediante
integração com as prefeituras.
Decorrente de cooperação entre o DREI, o Sebrae e a Junta Comercial de Minas Gerais –
JUCEMG foram iniciadas as operações nos estados de Goiás, Tocantins, Rio Grande do Sul e
Paraná.
Além de facilitar o processo de registro nas Juntas Comerciais, essa iniciativa reduz as
etapas de legalização para os usuários e prepara as equipes técnicas para a execução dos novos
processos de trabalho associados aos sistemas de integração que serão disponibilizados com a
criação do Portal Empresa Simples, prevista para 2014.
Há cronograma de implantação firmado para os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul,
Rondônia, Ceará, Sergipe e Roraima para 2014.
28
Implantação de Coletor de Dados
As Juntas Comerciais dos estados do Acre, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Paraná, Mato
Grosso do Sul, Pará, Sergipe e Roraima não possuem coleta de dados eletrônica, resultando na
necessidade de digitação de informações constantes de documentos arquivados. Isso ocasiona
aumento dos prazos para registro empresarial, aumento das inconsistências no banco de dados e das
exigências nos processos.
O DREI implantou o coletor de dados nas Juntas do Distrito Federal, Goiás, Rio Grande do
Sul, Tocantins e Paraná no ano de 2013, ajudando a aprimorar o processo de trabalho nas
respectivas instituições e melhorar o atendimento aos usuários do serviço público nesses estados.
Para 2014, está prevista a implantação nos estados Mato Grosso do Sul, Sergipe, Roraima e
Rondônia.
Início da implantação do Sistema Autenticação de Escrituração Digital – SAED
O DREI iniciou nas Juntas Comerciais do Espírito Santo, Alagoas e Mato Grosso do Sul a
fase de testes para implantação em todas as Juntas Comerciais do país o SAED, que integra o Sistema
Integrado de Automação e Registro Comercial (SIARCO) e o SPED (Sistema Público de Escrituração
Digital) da Receita Federal.
O SPED prevê que os livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal dos
empresários e das sociedades empresárias sejam emitidos em forma eletrônica, observando o disposto
na MP nº 2.200-2, de 24.08.2001, que trata da ICP- Brasil. Dessa forma, os livros e documentos
abrangidos pelo SPED serão assinados digitalmente pelo usuário.
O SAED se comunicará com um subprojeto do SPED, a Escrituração Contábil Digital (ECD)
ou Livro Digital que será a nova forma de recebimento com certificação digital dos livros mercantis
nas Juntas Comerciais. A estimativa é de que o SAED aumentará em três vezes a produtividade dos
serviços de registro de livros pelas Juntas Comerciais, reduzindo o tempo de atendimento dos
usuários. Também automatiza a conferência do pagamento do preço dos serviços.
Sistema de Controle de Demandas das Juntas Comerciais
O DREI mantém o Sistema Integrado de Automação e Registro Comercial (SIARCO) que tem
por propósito executar o processamento de todos os dados relativos aos atos praticados, concernentes
ao registro mercantil automatizando a rotina de trabalho das Juntas Comerciais. Atende a 24 Juntas
brasileiras (exceto Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo que possuem sistemas próprios).
Para aprimorar o controle sobre as demandas de suporte e seu processamento, foi implantado o
Sistema de Controle de Demandas das Juntas Comerciais, em fase de testes nas Juntas do DF, Rio de
Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul e Sergipe. A ferramenta permite o controle dos tempos de
conclusão, melhorando a eficiência e a qualidade do atendimento dos assuntos de interesse das Juntas
Comerciais (Suporte a sistemas, Jurídico e Regras de Negócios).
Em 2013, por meio do suporte do DREI foram abertas 513.676 mil empresas de todos os
portes, exceto microempreendedores individuais, assim como processadas 1.703.810 milhão de
alterações e 204.279 mil extinções, conforme registrado pelas Juntas Comerciais.
29
Inovação do processo de registro empresarial com via única
A partir da normatização para implantação em todo o país, no prazo de seis meses, por meio
da Instrução DREI nº 03, de 6 de dezembro de 2013, foi iniciado o teste do novo fluxo na JCDF
para implantação no primeiro semestre de 2014.
Atualmente o usuário de serviços de registro apresenta 3 (três) vias do documento a ser
arquivado (contrato social, alteração ou requerimento de empresário) e retira 2 (duas) vias
autenticadas mediante perfuração e chancela. A introdução da via única facilita a operação de
análise e registro, aumentando a segurança contra manipulações e a rapidez do atendimento da
demanda do usuário. Dispensa a trabalhosa operação de triagem, conferência de várias vias,
perfuração, chancela e outras decorrentes do trâmite em múltiplas vias, permitindo inclusive a
disponibilização eletrônica de certidão do documento arquivado, mediante digitalização do
arquivamento.
Essa inovação considera que a virtualização do processo de registro empresarial não será
introduzida como obrigatória em um primeiro momento, após o lançamento do Portal Empresa
Simples, em decorrência da necessidade de mudança de cultura do usuário, desafios relativos ao
acesso à certificação digital e à internet. É, portanto, um passo inicial de simplificação e facilitação
do processo das Juntas Comerciais.
Alterações, baixas, enquadramentos e desenquadramentos do MEI
Na ocasião do lançamento da nova versão do Portal do Empreendedor, em novembro de
2012, não foi desenvolvido aplicativo de automatização do envio das informações de
enquadramento e desenquadramento, alterações e baixas do MEI para as Juntas Comerciais. Isso faz
com que o trabalho de inserção nas bases das Juntas ocorra de forma demorada, considerando a
necessidade de processamento das informações de alteração e baixas por 12 (doze) filtros de
consistência.
Foram efetivados envios de arquivos às Juntas Comerciais, nos meses de agosto e outubro
de 2013, a partir de quando foi iniciada a transição de bases cadastrais e sistemas para o Serpro,
novo provedor de serviços de TIC. A partir de então o DREI iniciou o processo para
desenvolvimento do mencionado aplicativo, necessário para agilizar o atendimento das demandas
do MEI.
No ano de 2013 foram formalizados 994.186 MEI por meio do Portal do Empreendedor,
com média mensal de 82.848, totalizando 3.659.781 desde o início do programa em julho de 2009.
Integração com as Juntas Comerciais por meio das redes sociais e Revista Eletrônica
Exercendo seu papel de coordenação dos órgãos de execução do registro empresarial, as
Juntas Comerciais, o DREI participou de 3 (três) encontros promovidos pela Associação Nacional
de Presidentes das Juntas Comerciais nas cidades de João Pessoa, Vitória e Rio de Janeiro, que
contaram com as participações expressiva das equipes técnicas (Secretários Gerais, Procuradores e
Coordenadores de TI).
Apresentando e discutindo os projetos do Departamento, surgiu dos debates a necessidade
de ampliar os meios de comunicação com esse grupo dos órgãos de registro. Em função disso, foi
lançada a página do DREI na comunidade de participantes do Facebook, com grande sucesso. Em
30
menos de um mês mais de 500 pessoas acessaram a página, que, desde então, tem servido para
relatar as atividades da SMPE.
O DREI prepara para 2014 o lançamento de revista eletrônica com o mesmo objetivo.
Incentivo à inovação e à qualidade nas Juntas Comerciais
Visando incentivar a adoção das melhores práticas pela disseminação e reconhecimento, foi
instituído o Prêmio do Registro Empresarial e Integração, nas categorias qualidade no atendimento,
implementação da Redesim, melhoria de fluxos e processos, avanços tecnológicos e um especial
para aquele mais representativo do conjunto.
Foram recebidos 46 (quarenta e seis) projetos para concorrer ao I Prêmio do Registro
Empresarial e Integração, no período entre 28 de outubro e 22 de novembro. Destes, 15 (quinze)
projetos na categoria “Qualidade no Atendimento”, 5 (cinco) na categoria “Implementação da
REDESIM”, 10 (dez) na categoria “Avanços Tecnológicos” e 16 (dezesseis) na categoria
“Melhoria de Fluxos e Processos”. A premiação ocorreu no dia 06 de dezembro de 2013.
Novos sistemas de gestão e de serviços públicos
No ano de 2013, foram iniciados a especificação e os estudos para a implantação de novo
sistema de gestão voltado aos agentes auxiliares do comércio (leiloeiros, tradutores e armazéns
gerais), cuja fiscalização compete às Juntas Comerciais, visando inclusive o acompanhamento do
cumprimento dos deveres legais desses órgãos.
Também está sendo desenvolvida proposta para o desenvolvimento de aprimoramentos dos
controles de arrecadação do preço dos serviços do DREI, mediante a centralização de recolhimento
pelas Juntas Comerciais.
Encontra-se em avançado estágio de maturidade o projeto de desenvolvimento de conteúdo
formativo e informativo para os usuários de registro público de empresas, mediante ferramentas de
educação à distância, com a finalidade de informar e qualificar, incentivando o empreendedorismo e
diminuindo o número de exigências e inconsistências nos processos de legalização.
Execução de serviços de registro empresarial no Distrito Federal
Em 2013, a Junta Comercial do Distrito Federal processou 10.491 mil solicitações de abertura
de empresas de todos os portes, exceto microempreendedores individuais, assim como 29.589 mil de
alterações e 5.879 mil extinções. Considerando, também, os atos de transferência de sede, abertura de
filial, enquadramento de microempresa e de empresa de pequeno porte, documento de interesse,
procurações, balanços e outros a JCDF possui o movimento médio de 600 (seiscentos) processos
diários.
A Junta Comercial do Distrito Federal, a única sob a responsabilidade direta do Governo
Federal, unificou os processos de abertura, alteração e baixa de empresas com o de inscrição
estadual e atualização cadastral perante a Secretaria de Fazenda do Governo do Distrito Federal.
Essa ação resultou em facilitação do processo para os empreendedores do DF uma vez que este
precisa somente de uma única entrada, para fazer o processo da JCDF e da SEFAZ DF.
Visando a melhoria do atendimento aos usuários dos serviços da JCDF e a facilitação do seu
acesso, foram iniciados entendimentos para a criação de duas novas unidades regionais, mediante
31
convênio com a Associação Comercial do Distrito Federal, o Sindicato das Empresas de Serviços
Contábeis e de Assessoramento do DF (SESCON-DF) e o Governo do Distrito Federal. A instalação
das novas unidades deve ocorrer no primeiro trimestre de 2014.
Em dezembro de 2013, a JCDF em cooperação com o SESCON-DF iniciou a operação de
posto de serviços na cidade de Taguatinga. A iniciativa objetiva reduzir o custo de deslocamento para
o usuário de serviços da JCDF, o tempo de atendimento na sede e no posto de serviços, bem como o
prazo de conclusão das demandas. É o primeiro passo para a implantação de unidade desconcentrada
no local para conclusão de todos os serviços regionalmente. Outra unidade deverá ser instalada na Asa
Sul.
Com a finalidade de melhorar o atendimento aos usuários e o conforto ambiental, as
instalações da JCDF foram reformadas e readequadas para que todo o fluxo fosse concentrado no
pavimento térreo. Também foi implantado sistema único de senhas para atendimento aos cidadãos. O
sistema funciona por meio de um terminal com sistema “touchscreen” em que o usuário pode retirar
senha para ter acesso a qualquer serviço da Junta: esclarecimento de dúvidas, entrada ou retirada de
processos, emissão de certidões simplificadas, pedido de cópias, entre outros serviços. A medida
diminuiu o tempo de atendimento das demandas no órgão para 10 (dez) minutos, em média.
Modernização dos serviços da Junta Comercial do Distrito Federal
A implantação do Projeto Integrar teve início com a disponibilização da Consulta de
Viabilidade, sistema que permite realizar, de forma unificada, a pesquisa de nome empresarial (JCDF)
e a consulta prévia/análise da viabilidade locacional (RA/GDF), para os pedidos de constituição de
empresas junto aos órgãos e entidades competentes. Atualmente, a consulta de viabilidade está
implantada nas RA’s de Brasília, Taguatinga, Águas Claras, Guará, Lago Sul, Sudoeste e Octogonal.
Foi definido junto à Casa Civil do DF e à Coordenadoria das Cidades a implantação da consulta de
viabilidade nas próximas RA’s, a saber, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Sobradinho I, Gama e
Santa Maria, prevista para o primeiro semestre de 2014.
Para agilizar a prestação dos serviços, um conjunto de ações foi implementado. No final de
dezembro de 2013, a JCDF implantou novo fluxo de procedimentos, com mudanças internas no
recebimento e na entrega de processos de empresas, realizando o cadastro de atos e eventos no
SIARCO no momento da protocolização do processo. Além disso, incluiu a realização do cadastro e
atualização dos dados de empresas antes da entrega do instrumento contratual ao usuário,
mantendo, dessa forma, o cadastro de empresas sempre atualizado, resultando em celeridade na
prestação dos serviços de registro mercantil.
Também, a JCDF firmou parceria com a Junta Comercial do Estado do Espírito Santo para
cessão gratuita do software de emissão de certidão por meio da internet, SISGERPRO (Sistema de
gerenciamento de processos) e SMS, para facilitar e desburocratizar os serviços prestados ao
empresariado do DF. O termo de cessão do software foi publicado no DOU de 31.12.2013, e já foi
adaptado para a JCDF, restando, apenas, a comunicação com o SIARCO para sua implantação no
novo site da JCDF.
Por fim, inspirada em projeto da Junta Comercial do Amazonas, que lhe rendeu o 2º lugar no
I Prêmio do Registro Empresarial e Integração, a JCDF conseguiu implantar sistemática de
constituição de empresas em 24 horas, com retirada do NIRE, CNPJ e Inscrição Estadual, faltando
apenas o licenciamento para concluir a regularização de empresas.
32
Revisão da Lei n. 8.934, de 1994
Próximo de completar 20 (vinte) anos, o atual marco legal do registro empresarial brasileiro
carece de atualização e modernização, tendo sido apresentada proposta de sua revisão pela ANPREJ
no encontro de Presidentes, Secretários Gerais e Procuradores ocorrido em Vitória – ES, no mês de
outubro.
Revisão das normas do registro empresarial (DREI)
Em colaboração com as Juntas Comerciais de todo o Brasil, foi atualizado o normativo
vigente sobre o registro empresarial, resultando na edição de um novo conjunto de 20 (vinte)
instruções normativas, publicadas em 6 de dezembro de 2013, e revogação de 39 (trinta e nove)
atos, alguns superados há muitos anos pela edição de nova legislação. A iniciativa traz mais
segurança e previsibilidade aos usuários dos serviços das Juntas Comerciais, aprimorando, por seu
turno, os serviços públicos de registro.
Revisão normativa e análise da gestão na JCDF
Com o objetivo de uniformizar e alinhar procedimentos para regularização de empresas, foi
realizada a análise e cruzamento, do ponto de vista da execução do processo de abertura, alteração e
baixa de empresas, das legislações do Governo Federal para a REDESIM e do Governo do Distrito
Federal que tratam do processo de licença de funcionamento de atividades econômicas. O resultado
permitiu a proposição de ações que serão articuladas junto ao GDF no primeiro trimestre de 2014.
Do ponto de vista da gestão, foram levantados e analisados três indicadores relacionados à
Consulta de Viabilidade (CV). O primeiro foi o levantamento, por região administrativa do DF, das
causas de indeferimento de viabilidade. O resultado foi em torno de 50% de indeferimentos ao
endereço locacional em praticamente todas as seis regiões administrativas que possuem a CV
implantada. O segundo indicador trata do cruzamento entre o número de empresas que tiveram a
viabilidade deferida e os licenciamentos fornecidos pelo GDF. O terceiro é qualitativo sobre as
causas para a região administrativa Brasília levar mais de dois dias, em média, para liberar o
resultado da consulta de viabilidade. O conjunto dos resultados serviu de base para apresentar
sugestões de melhoria ao GDF.
Parceria com o SEBRAE/DF
No final de 2013, a JCDF retomou a parceria que existia com o SEBRAE/DF, alocando um
posto de atendimento da instituição no edifício sede. Essa parceria beneficia, em especial, as
microempresas e empresas de pequeno porte, que terão maior orientação na formação e
desenvolvimento de seu negócio.
Carteiras de exercício profissional
A JCDF realizou no final de dezembro de 2013 a primeira confecção e entrega de carteiras
de exercício profissional a 21 (vinte e um) tradutores e intérpretes comerciais contatados. A entrega
do documento resultou na diminuição de solicitações de certidões para comprovação do cadastro
desses profissionais na JCDF.
Paralelamente, o mesmo processo foi iniciado para atingir, pela primeira vez, leiloeiros
33
públicos do Distrito Federal. Dos 32 (trinta e dois) leiloeiros públicos contatados, 16 solicitaram a
referida carteira. Ainda em fase de conferência e assinatura, o documento, após entregue, também
impactará na diminuição de fluxo de solicitações para comprovação do cadastro junto à JCDF.
Simplificação do licenciamento junto ao Corpo de Bombeiros
A SMPE/PR, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da
Justiça (SENASP/MJ), elaborou modelo de instrução técnica (IT) para facilitar o processo de
licenciamento de atividades empresariais de baixo risco e fixar medidas padrão de segurança contra
incêndio e pânico, a partir das disposições da Resolução 29, de 2012, do Comitê para Gestão da
Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios
(CGSIM).
O modelo foi apresentado e entregue aos Comandantes dos Corpos de Bombeiros Militares
na 2ª Reunião dos Comandantes Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, realizada
durante os dias 22 e 23 de outubro de 2013, na cidade de Goiânia.
Os Estados de Alagoas (Decreto nº 26.414/13 e Instrução Técnica nº 40/2013), Paraíba
(Norma Técnica nº 007/2013), Santa Catarina (Instrução Normativa nº 001/DAT/CBMSC) e São
Paulo (Dec. nº56.819/2011 e Instrução Técnica nº 42/11 – CBMSP), já possuem normas
compatíveis com o padrão recomendado na IT.
O objetivo agora é estimular os demais Estados a também adotá-la. Foi viabilizado, para
tanto, o envio de ofício firmado pelo Ministro-Chefe da SMPE e o Ministro da Justiça a todos os
governadores estaduais.
Foi também celebrado acordo de cooperação técnica com a SENASP/MJ e o Sebrae para a
reformulação do Portal do Empreendedor e inserção de informações e exigências a serem
cumpridas para o registro e legalização do MEI, de forma a viabilizar o atendimento das diretrizes
de atendimento único, entrada única de dados e resposta integrada (Resolução CGSIM nº 16/2009).
Simplificação do licenciamento sanitário
Para facilitar e consolidar o tratamento especial do MEI no âmbito de todos os órgãos e
entidades vinculados ao licenciamento sanitário, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa publicou em novembro a Resolução nº 49, que “Dispõe sobre a regularização para o
exercício de atividade de interesse sanitário do microempreendedor individual, do empreendimento
familiar rural e do empreendimento econômico solidário e dá outras providências.” Tal ato
concretiza o esforço de articulação realizado pela SMPE e o Sebrae para a simplificação e
desburocratização das exigências dos diversos órgãos envolvidos na abertura de empresas ao
admitir a regularização automática perante a vigilância sanitária das atividades de baixo risco
exercidas pelo MEI, mediante procedimentos específicos do Portal do Empreendedor.
A partir de agora, os debates serão concentrados na classificação de risco sanitário que, para
o MEI, afeta principalmente os serviços de beleza e de alimentação. ANVISA já estabeleceu grupo
de trabalho com representantes dos órgãos de vigilância dos estados e municípios, cujo resultado
deverá ser conhecido até o final de abril de 2014, momento no qual a Resolução entrará em vigor.
Após esse esforço, poderemos afirmar em medida a nova norma reduzirá o percentual de MEI
sujeitos à licença prévia sanitária.
34
Paralelamente, continua em tramitação interna na ANVISA a cooperação técnica para a
facilitação do licenciamento de microempresas e reformulação do Portal do Empreendedor com
inserção de informações e exigências a serem cumpridas para o registro e legalização do MEI, de
forma a viabilizar o atendimento das diretrizes de atendimento único, entrada única de dados e
resposta integrada (Resolução CGSIM 16/2009).
Foi sugerido à ANVISA a ampliação do tratamento diferenciado para microempresas, o que
aguarda deliberação da Diretoria Colegiada.
Simplificação do licenciamento ambiental
A SMPE/PR foi integrada formalmente à composição do Conama (Conselho Nacional de
Meio Ambiente) – Portaria MMA nº 467, de 26 de novembro de 2013. Com isso, espera-se articular
a agenda de simplificação do licenciamento ambiental e garantia do tratamento diferenciado e
favorecido à micro e pequenas empresas. No ano de 2014, será apresentada proposta de resolução
para alteração das regras para licenciamento de pequenos negócios.
Fortalecimento da fiscalização orientadora no âmbito ambiental
A Consultoria Geral da União/AGU (Parecer 075/2013/DECOR/CGU/AGU, aprovado em
07 de novembro de 2013) deu razão à Nota Técnica n. 003/2013 – DREE/SRS/SMPE/PR contra a
legalidade da Instrução Normativa 06, de 2011, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que autorizava a multa na primeira visita fiscalizatória.
Trata-se de uniformização do entendimento a respeito do alcance do artigo 55 da Lei Complementar
n. 123, de 2006, que assegura a aplicação do critério da dupla visita às micro e pequenas empresas.
Tratado sobre consularização
Foi elaborada a Nota Técnica n. 005/2013 – DREE/SRS/SMPE/PR recomendando a
ratificação do Tratado da Apostila – convenção sobre a supressão da exigência de legalização de
documentos públicos estrangeiros – negociado há mais de 50 anos e adotado por mais de 100
países. A adesão do Brasil pode desburocratizar as exportações e a execução do registro público de
empresas no tocante à necessidade de consularização de documentos. O Ministro-Chefe da SMPE
remeteu aviso solicitando providências ao Ministério das Relações Exteriores. O Ministério das
Relações Exteriores aceitou a demanda e irá encaminhar via SIDOF a Mensagem Presidencial a ser
assinada em conjunto com a SMPE/PR, o Ministério da Justiça e Ministério da Educação.
Regulamentação da Lei 12.741, de 8 de dezembro de 2012
Foram desenvolvidos estudos e elaborada proposta para a edição de decreto regulamentador
da Lei n. 12.741/2012, que dispõe sobre as medidas de esclarecimento ao consumidor, de que trata
o § 5º do artigo 150 da Constituição Federal. O texto está sendo discutido com os Ministérios da
Fazenda, Justiça e Casa Civil, visando o cumprimento do prazo até junho de 2014.
Ações contra cobranças indevidas ao MEI
A partir do recebimento de diversas informações e reclamações a respeito de artifícios
utilizados por “entidades” e empresas para efetuar cobranças indevidas por meio de boletos
bancários aos pequenos empreendedores, foi viabilizada a elaboração do Aviso n.
005/SMPE/2013/GAG, de 4 de junho de 2013, ao Ministro da Justiça, e na decorrente instauração
do Inquérito n. 0970/13-4, perante a Polícia Federal. Resultou, ainda, na realização de audiência
35
pública, em 13 de novembro de 2013, na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime
Organizado da Câmara dos Deputados, para debate e encaminhamento de medidas.
A SMPE/PR também atuou no sentido de solicitar ao Banco Central do Brasil medidas para
reforçar o cumprimento da Circular n. 3.598, de 6 de junho de 2012, alterada pela Circular n. 3.656,
de 2 de abril de 2013, da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, que institui o “boleto de
proposta”, com a finalidade de evitar que microempreendedores individuais, micro e pequenas
empresas continuem a ser vítimas de cobranças indevidas. Esse normativo exige que no caso de
oferta de produtos e serviços, uma proposta de contrato civil ou um convite para associação seja
utilizado o boleto de proposta, vinculando a sua emissão e apresentação à manifestação prévia do
sacado em receber aquela proposta.
Normatização do cumprimento da Lei 9.613, de 3 de março de 1998
O DREI iniciou o desenvolvimento de estudos para promover a normatização dirigida às
Juntas Comerciais brasileiras acerca do cumprimento das determinações da Lei 9.613, de 1998, que
“dispõe sobre os crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização
do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o Conselho de Atividades Financeiras –
COAF, e dá outras providências”, alterada pela Lei n. 12.683, de 2012. Para tanto também promoveu
entendimentos com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF. A conclusão dos
trabalhos deve ocorrer em 2014.
Incentivo à adimplência do MEI
No dia 30 de outubro de 2013, foi realizada, na sede da SMPE/PR, reunião do Grupo de
Trabalho do MEI, instituído pela Portaria Interministerial n. 10, de 16 de janeiro de 2012, presidida
pelo Ministro da SMPE/PR, com a presença do Ministro da Previdência Social, que deliberou, após
analisar o panorama de inadimplência do MEI, pela necessidade de viabilizar a elaboração e o envio
de carnê de pagamento da guia de recolhimento mensal (Documento de Arrecadação do Simples do
MEI – DAS/MEI), a partir do ano de 2014, a todos os MEI inscritos anteriormente e ao fluxo de
novas formalizações.
Com um nível de inadimplência médio de 53,75%, consoante a apresentação do SecretárioExecutivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, presente à reunião mencionada, retomou-se a
discussão sobre meios de incentivar a adimplência do MEI, considerando notadamente a importância
de preservação da cobertura previdenciária ao titular do pequeno negócio e benefícios à sua família.
Na oportunidade, o Ministro da SMPE/PR, em sua apresentação, registrou os resultados de
pesquisa do Sebrae a qual indica que parcela da inadimplência possui relação com dificuldades no
acesso às guias de pagamento (unicamente gerados por via de acesso à Internet), desconhecimento da
obrigação e “esquecimento”. O perfil do MEI, de fato, caracterizado pelo desempenho de trabalho
pessoal intenso e ausência de meios e de capacidade de gestão, pode explicar o elevado grau da
inadimplência observada.
Com a publicação do Decreto n. 8.166, de 23 de dezembro de 2013, que aprova o novo
salário-mínimo para o ano de 2014 e determina o valor do pagamento da parcela mensal para todos os
MEI no ano de 2014, foram aceleradas as ações para a implantação da deliberação adotada já
mencionada.
36
Execução das Metas:
Com relação às metas, não foi possível quantificar os dados de 2013, pois não existem
atualmente ferramentas eficazes capazes de levantar as informações.
2.2.3. Ações
QUADRO 09 – AÇÃO 210C
Identificação da Ação
Código
23.691.2047.210C
Título
PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DE MICRO E PEQUENA EMPRESA
Iniciativa
APOIO A PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DE MICRO E PEQUENAS
EMPRESAS, INCLUSIVE ARTESANAIS.
Objetivo
PROMOVER A CAPACITAÇÃO, A INOVAÇÃO, O ACESSO AO CRÉDITO, A
INSERÇÃO COMERCIAL, O ENCADEAMENTO PRODUTIVO E O FOMENTO ÀS
RELAÇÕES COOPERATIVAS E ASSOCIATIVAS PARA MICRO E PEQUENAS
Código:
EMPRESAS, DE FORMA A ESTIMULAR SEU CRESCIMENTO E
0837
COMPETITIVIDADE, POTENCIALIZANDO SUA PARTICIPAÇÃO NOS
PROCESSOS DE GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA.
Programa
Unidade
Orçamentária
Ação Prioritária
MICRO E PEQUENA EMPRESA
Código: 2047
Tipo: TEMÁTICO
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
(
) Sim
(X)Não
Caso positivo: (
)PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
53.727.990
Despesa
Final
Empenhada
62.027.990
Restos a Pagar inscritos 2013
Liquidada
7.818.470
Paga
537.470
Processados
Não
Processados
-
7.281.000
537.470
Execução Física
Descrição da meta
Montante
Unidade de medida
EMPRESA APOIADA
Previsto
UNIDADE
Reprogramado
30.723
Realizado
20.358
22.800
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Execução Física - Metas
Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de medida
-
-
-
Realizada
-
QUADRO 10 – AÇÃO/SUBTÍTULOS 210C
Identificação da Ação
Código
23.691.2047.210C
Tipo: Atividade
Descrição
Promoção do Desenvolvimento integrado de Micro e Pequenas Empresas
37
Iniciativa
Apoio a projetos de desenvolvimento integrado de micro e pequenas empresas, inclusive
artesanais.
Objetivo
Promover a capacitação, a inovação, o acesso ao crédito, a inserção comercial, o
encadeamento produtivo e o fomento às relações cooperativas e associativas para
Código:
micro e pequenas empresas, de forma a estimular seu crescimento e
0837
competitividade, potencializando sua participação nos processos de geração de
emprego e renda.
Programa
MICRO E PEQUENAS
EMPRESAS
Código: 2047
Tipo: TEMÁTICO
Unidade Orçamentária 69101
Ação Prioritária
(
) Sim
(X) Não
Caso positivo: (
)PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária Anual – 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Nº do subtítulo/
Localizador
Dotação
Inicial
Final
46.677.990
54.977.990
6.303.950
0028- Sergipe
200.000
200.000
0
0
0031- Minas Gerais
300.000
300.000
0
0032 - espírito santo
500.000
500.000
0033- Rio de Janeiro
400.000
0035- São Paulo
0001 – nacional
Restos a Pagar inscritos
2013
Processad
Não
os
Processados
Despesa
Empenhada
Liquidada
Paga
537.470 537.470
0
5.766.480
0
0
0
0
0
0
0
500.000
0
0
0
500.000
400.000
0
0
0
0
0
1.300.000
1.300.000
1.000.000
0
0
0
1.000.000
1091 - Limoeiro do
Norte – CE
1.000.000
1.000.000
987.600
0
0
0
987.600
1436 - João Pessoa –
PB
1.200.000
1.200.000
0
0
0
0
0
3341 - Rio de Janeiro
1.000.000
1.000.000
0
0
0
0
0
4027 - Apucarana –
PR
200.000
200.000
200.000
0
0
0
200.000
4785 - Capão da
Canoa – RS
100.000
100.000
100.000
0
0
0
100.000
4997 - Palmeira das
Missões - RS
250.000
250.000
0
0
0
0
0
7000 - Juazeiro do
Norte – CE
100.000
100.000
0
0
0
0
0
7002 - Ceará
300.000
300.000
0
0
0
0
0
7004 - Ceará
200.000
200.000
0
0
0
0
0
38
Execução Física da Ação – Metas
Nº do subtítulo/
Localizador
Montante
Reprogram Realizad
ado
o
Descrição da meta
Unidade de medida
0001 – nacional
empresa apoiada
unidade
28.655
18.290
22.800
0028- Sergipe
empresa apoiada
unidade
10
10
0
0031- Minas Gerais
empresa apoiada
unidade
30
30
0
0032 - Espírito Santo
empresa apoiada
unidade
1
1
0
0033- Rio de Janeiro
empresa apoiada
unidade
1000
1000
0
0035- São Paulo
empresa apoiada
unidade
130
130
0
1091 - Limoeiro do
Norte – CE
empresa apoiada
unidade
100
100
0
1436 - João Pessoa –
PB
empresa apoiada
unidade
120
120
0
3341 - Rio de Janeiro
empresa apoiada
unidade
615
615
0
4027 - Apucarana – PR
empresa apoiada
unidade
1
1
0
4785 - Capão da Canoa
– RS
empresa apoiada
unidade
1
1
0
4997 - Palmeira das
Missões – RS
empresa apoiada
unidade
25
25
0
7000 - Juazeiro do
Norte – CEe
empresa apoiada
unidade
5
5
0
7002 – Ceará
empresa apoiada
unidade
20
20
0
7004 – Ceará
empresa apoiada
unidade
10
10
0
Previsto
Restos a Pagar Não Processados
Nº do subtítulo/
Localizador
Execução Física – Metas
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em
01/01/2013
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Valor
Liquidado
Valor
Cancelado
-
-
Descrição da Meta Unidade de medida
-
-
Realizada
-
39
Análise Situacional:
A execução do objetivo 0837 do Programa 2047 (Micro e Pequenas Empresas) está
diretamente vinculada à ação 210C, resultando em iniciativas de apoio a 22.800 empresas, entre
essas: oportunidades de participação em feiras e eventos para divulgação e comercialização de
produtos artesanais e de aperfeiçoamento técnico e gerencial aos empreendedores e artesãos. O
quantitativo de empresas apoiadas superou a meta reprogramada para 2013 em 11%.
Destaca-se, por relevante, a execução de despesa com a aquisição de 27 caminhões a serem
doados às Coordenações Estaduais do Artesanato, unidades que executam diretamente as atividades
de desenvolvimento do segmento e integram a estrutura de órgãos do Governo dos Estados, com o
objetivo de apoiar à mobilidade dos produtos artesanais, visando subtrair as dificuldades dos
artesãos frente ao transporte de seus produtos para feiras e eventos de comercialização, e,
consequentemente, fortalecer o artesanato como atividade econômica que gera ocupação e renda
para a população.
As despesas inscritas em restos a pagar, quase em sua totalidade, referem-se à aquisição de
veículos (caminhões), tendo em vista a obrigatoriedade de atendimento aos prazos e condições
legais pertinentes ao processo de licitação, e, ainda, àquelas decorrentes de emendas parlamentares.
QUADRO 11 – AÇÃO 2031
Identificação da Ação
Código
23.691.2023.2031
Tipo: Atividade
Descrição
Serviços de Registro Mercantil e Atividades Afins
Monitoramento e avaliação da prestação de serviços de registro mercantil, bem
como da fiscalização dos agentes auxiliares do comércio, executados pelas Juntas
Comerciais.
Simplificar, modernizar e gerir a governança dos procedimentos
de abertura, alteração e encerramento de empresas e das atividades Código: 0822
afins, com vistas a melhorar o ambiente de negócios.
Iniciativa
Objetivo
Programa
Código: 2023
Comércio e Serviços
Tipo: Temático
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim
( X )Não
Caso positivo: (
)PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Final
7.955.750
16.066.392
Despesa
Restos a Pagar inscritos 2013
Empenhada
Liquidada
Paga
Processados
Não
Processados
5.206.279
4.379.655
4.379.655
0
826.624
Execução Física
Montante
Descrição da meta
Ato Registrado
Unidade de medida
Unidade
Previsto
Reprogramado
Realizado
1.607.246
2.310.043
2.677.857
40
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Física – Metas
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
-
-
Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de medida
-
-
Realizada
-
-
Fonte: SIAFI Gerencial.
QUADRO 12 – AÇÃO/SUBTÍTULOS 2031
Identificação da Ação
Código
23.691.2023.2031.0001
Tipo: atividade
Descrição
Prestação de Serviços de Registro Mercantil e Atividades Afins
Iniciativa
Monitoramento e avaliação da prestação de serviços de registro mercantil, bem como da
fiscalização dos agentes auxiliares do comércio, executados pelas Juntas Comerciais.
Simplificar, modernizar e gerir a governança dos procedimentos de abertura,
alteração e encerramento de empresas e das atividades afins, com vistas a melhorar o
ambiente de negócios.
Objetivo
Programa
Comércio e Serviços
Unidade
Orçamentária
Ação Prioritária
Código: 2023
Código:
0822
Tipo: Temático
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
(
) Sim
( X ) Não
Caso positivo: (
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária Anual – 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Nº do
subtítulo/
Localizador
0001 NACIONAL
Dotação
Restos a Pagar inscritos
2013
Não
Processados
Processados
Despesa
Inicial
Final
Empenhada
Liquidada
Paga
7.955.750
16.066.392
5.206.279
4.379.655
4.379.655
826.624
Execução Física da Ação – Metas
Nº do
subtítulo/
Localizador
Descrição da meta
Unidade de medida
0001 NACIONAL
Ato Registrado
Unidade
Montante
Previsto
Reprogramado
Realizado
1.607.246
2.310.043
2.677.857
Restos a Pagar Não Processados
Nº do
subtítulo/
Localizador
Execução Física – Metas
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em
01/01/2013
Fonte: SIAFI Gerencial.
Valor
Liquidado
Valor Cancelado
Descrição da Meta
Unidade de medida
Realizada
-
-
-
-
-
41
Análise Situacional:
Na estrutura organizacional da SMPE, aprovada pelo Decreto nº 8.001, de 10 de maio de
2013, estão inseridos dois órgãos vinculados a Secretaria de Racionalização e Simplificação: o
Departamento de Registro Empresarial e Integração (DREI), tendo como principal competência a
articulação e supervisão dos órgãos e entidades envolvidos na integração para o registro e
legalização de empresas; e, a Junta Comercial do Distrito Federal (JCDF), que responde pela
execução do registro do comércio do DF.
A ação 2031, em linhas gerais, responde pelo custeio de despesas com manutenção e
modernização de serviços de Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins,
especificamente àquelas voltadas ao funcionamento e à gestão das atividades desempenhadas pelo
DREI e pela JCDF.
No que concerne à manutenção administrativa do DREI e da JCDF, localizados em ponto
distinto ao prédio sede da SMPE, foi celebrado o Termo de Cooperação para Descentralização de
Crédito nº 01/2013, entre a Secretaria e o MDIC, dando continuidade a prestação dos serviços
imprescindíveis ao funcionamento dos órgãos, por intermédio dos contratos administrativos
firmados pelo MDIC e vigentes em 30 de junho de 2013, data estipulada pelo Decreto nº
8.001/2013 para efetivação das transferências de pessoal, patrimônio e documentação, e de
movimentação das dotações orçamentárias, no tocante aos setores do MDIC transferidos para a
SMPE.
Assim, devido a SMPE encontrar-se em fase de estruturação administrativa, a maioria das
despesas custeadas pela ação 2031 foi executada no MDIC, por meio da descentralização de
créditos, incluindo a inscrição de 99% dos valores em restos a pagar.
Quanto à execução física, foram registrados 2.677.857 atos, superando em 67% a meta
prevista e 16% a reprogramada.
QUADRO 13 – AÇÃO 147K
Código
Identificação da Ação
23.691.2023.147K
Descrição
Implantação de Centros de Prestação de Serviços aos Empreendedores
Iniciativa
Implantação de Centros de Prestação de Serviços aos Empreendedores
Programa
Simplificar, modernizar e gerir a governança dos
procedimentos de abertura, alteração e encerramento de
Código: 0822
empresas e das atividades afins, com vistas a melhorar o
ambiente de negócios.
Comércio e Serviços
Código: 2023
Tipo: Temático
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
Objetivo
) Sim
( X )Não
Caso positivo: (
)PAC
(
) Brasil sem Miséria
Paga
Restos a Pagar inscritos
2013
Não
Processados
Processados
0
600.000
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Despesa
Inicial
Final
28.600.000
28.600.000
Empenhada
Liquidada
600.000
0
Execução Física
0
42
Descrição da meta
Unidade de medida
Centro Implantado
Unidade
Montante
Previsto
Reprogramado
Realizado
401
200
0
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física – Metas
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de medida
-
-
Realizada
-
-
QUADRO 14 - AÇÃO/SUBTÍTULOS 147K
Identificação da Ação
Código
23.691.2023.147K
Tipo: Atividade
Descrição
Implantação de Centros de Prestação de Serviços aos Empreendedores
Iniciativa
Implantação de Centros de Prestação de Serviços aos Empreendedores
Objetivo
Simplificar, modernizar e gerir a governança dos procedimentos de abertura,
Código:
alteração e encerramento de empresas e das atividades afins, com vistas a melhorar
0822
o ambiente de negócios.
Comércio e Serviços
Programa
Unidade
Orçamentária
Ação Prioritária
Código: 2023
Tipo: Temático
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
(
) Sim
( X ) Não
Caso positivo: (
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária Anual – 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Nº do
subtítulo/
Localizador
Dotação
Inicial
Despesa
Final
0001 –
NACIONAL 28.600.000 28.600.000
Nº do
subtítulo/
Localizador
0001 NACIONAL
Empenhada
Liquidada
Paga
600.000
0
0
Execução Física da Ação – Metas
Descrição da meta
Unidade de medida
Centro Implantado
Unidade
Restos a Pagar inscritos 2013
Não
Processados
Processados
0
600.000
Montante
Previsto
Reprogramado
Realizado
401
200
0
Restos a Pagar Não Processados
Nº do
subtítulo/
Localizador
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em
01/01/2013
Fonte: SIAFI Gerencial.
Execução Física – Metas
Valor
Liquidado
Valor
Cancelado
Descrição da Meta
Unidade de medida
Realizada
-
-
-
-
-
43
Análise Situacional:
Parte significativa dos recursos da ação 147K (R$ 28 milhões), não liberados para execução,
foi destinada a emendas parlamentares de Comissão. O restante, no montante de R$ 600 mil, foram
inscritos em restos a pagar, por se tratar de despesa prevista para o exercício de 2013, nos termos do
Contrato nº 04/2013 celebrado entre a SMPE e o SERPRO para desenvolvimento, integração,
manutenção, operação dos sistemas e atendimento ao usuário do Portal Empresa Simples, em
preparação à implantação de Centros de Prestação de Serviços aos Empreendedores.
Quadro 15 – Ação 2000
Código
Identificação da Ação
23.122.2101.2000
Descrição
Administração da Unidade
Iniciativa
-
Objetivo
-
Código: -
Programa
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
Tipo: Atividade
) Sim ( X ) Não Caso positivo: (
Tipo: Gestão e Manutenção
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Despesa
Final
5.000.000
Empenhada
5.000.000
Descrição da meta
Restos a Pagar inscritos 2013
Liquidada
Paga
4.148.971
447.237
Execução Física
441.277
Previsto
-
-
Não Processados
5.960
3.701.733
Montante
Unidade de medida
_
Processados
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Física – Metas
Execução Orçamentária e Financeira
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Valor Cancelado
Descrição da Meta
Unidade de medida
Realizada
-
-
-
-
-
Fonte: SIAFI Gerencial.
Análise Situacional:
Para execução da ação 2000, destinada a prover as unidades da SMPE dos meios
administrativos para a operacionalização e gestão de suas responsabilidades institucionais, a SMPE
contou com o apoio da Secretaria de Administração/PR, por meio da celebração de termos de
Cooperação para Descentralização de Créditos e do MDIC, conforme Portaria Interministerial
MP/MF/CGU nº 507/2011 e Portaria Conjunta nº 08/2012.
Os saldos inscritos em restos a pagar são decorrentes, essencialmente, da execução dos
órgãos recebedores de créditos descentralizados, por força da celebração de Termos de Cooperação,
44
e de valores inscritos pela SMPE correspondente aos serviços previstos para execução em 2013
pelo SERPRO (Contrato nº 04/2013).
QUADRO 16 - AÇÃO 09HB
Identificação da Ação
23.122.2101.09HB
Código
Tipo: Atividade
Descrição
Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime
de Previdência dos Servidores Públicos Federais - Nacional
Iniciativa
-
Objetivo
-
Código: -
Programa
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim
( X ) Não
Caso positivo: (
Tipo: Gestão e Manutenção
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Final
160.089
Restos a Pagar inscritos
2013
Não
Processados Processados
Despesa
Empenhada
160.089
Liquidada
Paga
160.089
160.089
Execução Física
Descrição da meta
Unidade de medida
_
-
160.089
-
-
Montante
Previsto
-
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física – Metas
Valor em 01/01/2013
Fonte: SIAFI Gerencial.
Valor Liquidado
-
Valor Cancelado Descrição da Meta
-
Unidade de medida
Realizada
-
-
-
QUADRO 17 – AÇÃO 2004
Código
Identificação da Ação
23.301.2101.2004
Tipo: Atividade
Descrição
Assistência Médica e Odontológica aos Servidores Civis, Empregados, Militares e
seus Dependentes
Iniciativa
-
Objetivo
-
Código: -
Programa
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim
( X ) Não
Caso positivo: (
Tipo: Gestão e Manutenção
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
45
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Final
244.800
Empenhada
244.800
Descrição da meta
Restos a Pagar inscritos
2013
Não
Processados Processados
Despesa
Liquidada
Paga
238.795
238.795
Execução Física
238.795
-
Montante
Unidade de medida
_
-
Previsto
-
-
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física – Metas
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Valor Cancelado Descrição da Meta
-
Unidade de medida
Realizada
-
-
-
QUADRO 18 – AÇÃO 2010
Identificação da Ação
23.365.2101.2010
Código
Tipo: Atividade
Descrição
Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores Civic, Empregados e
Militares
Iniciativa
-
Objetivo
-
Código: -
Programa
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim
( X ) Não
Caso positivo: (
Tipo: Gestão e Manutenção
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Despesa
Final
22.800
Empenhada
22.800
22.800
Restos a Pagar inscritos 2013
Liquidada
22.800
Execução Física
Descrição da meta
Unidade de medida
_
-
Paga
22.800
Processados
Não Processados
-
-
Montante
Previsto
-
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física – Metas
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Valor Cancelado Descrição da Meta
-
-
Unidade de medida
Realizada
-
-
46
QUADRO 19 – AÇÃO 2011
Código
Identificação da Ação
23.331.2101.2011
Descrição
Auxílio-transporte aos Servidores Civis, Empregados e Militares
Iniciativa
-
Objetivo
-
Código: -
Programa
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim
( X ) Não
Tipo: Atividade
Caso positivo: (
Tipo: Gestão e Manutenção
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Despesa
Final
64.800
Empenhada
64.800
Descrição da meta
Restos a Pagar inscritos 2013
Liquidada
64.800
Paga
64.800
Execução Física
Não Processados
-
-
64.800
Montante
Unidade de medida
_
Processados
Previsto
-
-
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física – Metas
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Valor
Cancelado
Descrição da
Meta
Unidade de
medida
Realizada
-
-
-
-
-
Fonte: SIAFI Gerencial.
QUADRO 20 – AÇÃO 2012
Identificação da Ação
Código
23.306.2101.2012
Tipo: Atividade
Descrição
Auxílio-Alimentação aos Servidores Civis, Empregados e Militares
Iniciativa
Objetivo
Programa
-
Código: -
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Tipo: Gestão e Manutenção
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim
( X ) Não
Caso positivo:
(
) PAC
(
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
304.368
Despesa
Final
354.368
Empenhada
304.368
Liquidada
Restos a Pagar inscritos 2013
Paga
304.368
304.368
Execução Física
Processados
Não Processados
-
-
47
Descrição da meta
Unidade de medida
_
-
Montante
Previsto
-
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física - Metas
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de medida
-
-
-
Realizada
-
QUADRO 21 – AÇÃO 20TP
Código
Identificação da Ação
23.306.2101.20TP
Descrição
Pagamento de Pessoal Ativo da União – Nacional
Iniciativa
-
Objetivo
-
Código: -
Programa
Gestão e Manutenção
Código: 2101
Unidade Orçamentária
SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA
Ação Prioritária
(
) Sim ( X ) Não
Tipo: Atividade
Caso positivo: (
Tipo: Gestão e Manutenção
) PAC (
) Brasil sem Miséria
Lei Orçamentária 2013
Execução Orçamentária e Financeira
Dotação
Inicial
Despesa
Final
1.455.353
Empenhada
4.006.183
Descrição da meta
Liquidada
Paga
1.455.353
1.455.353
Execução Física
1.455.353
Previsto
-
-
-
-
Montante
Unidade de medida
_
Restos a Pagar inscritos 2013
Não
Processados
Processados
Reprogramado
-
Realizado
-
Restos a Pagar Não processados - Exercícios Anteriores
Execução Orçamentária e Financeira
Execução Física - Metas
Valor em 01/01/2013
Valor Liquidado
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
Valor Cancelado Descrição da Meta Unidade de medida
-
-
-
Realizada
-
Análise Situacional (ações 09HB, 2004, 2010, 2011, 2012 e 20TP):
Diante da impossibilidade de operacionalização e execução da folha de pagamento, em
razão da insuficiência de pessoal e da estrutura organizacional mínima aprovada pelo Decreto nº
8.001/2013, as dotações orçamentárias referentes às despesas com Pessoal, Encargos Sociais e
Benefícios a servidores, militares, empregados e seus dependentes foram descentralizadas para a
UG 11.001 – Secretaria de Administração da Presidência da República, órgão superior desta SMPE,
no valor total transferido pelo Decreto de 29 de abril de 2013 (DOU de 30/04/2013).
48
2.3. Informações sobre outros Resultados da Gestão
Anteprojeto de legislação para Estados e Municípios
Foi elaborada a publicação intitulada “Tratamento Diferenciado às Micro e Pequenas
Empresas: Legislação para Estados e Municípios”, realizada em parceria com o programa Interlegis
do Senado Federal e o Sebrae. O material apresenta modelos de leis estaduais e municipais que
permitem aprimorar as normas vigentes sobre tratamento diferenciado, simplificado e favorecido ao
microempreendedor individual, às microempresas e às empresas de pequeno porte. Conta com texto
orientador e explicação sobre a importância de políticas públicas destinadas ao setor.
Parte integrante de protocolo de intenções assinado com o Senado, a versão eletrônica da
publicação foi encaminhada a cerca de 70 mil destinatários, entre vereadores, deputados estaduais e
federais, e servidores do legislativo de todo o país. Foram impressas mais 12 mil exemplares que
serão remetidos pelo correio a todos os 5.570 municípios brasileiros, em parceria com os Fóruns
Estaduais da Micro Empresa e Empresa de Pequeno Porte.
Análise do conjunto de projetos de lei em discussão no Congresso Nacional
Foi realizado o levantamento do conjunto de projetos de lei em discussão no Congresso
Nacional sobre micro e pequenas empresas. Os projetos com propostas positivas foram
selecionados para uma análise detida. Algumas propostas foram incorporadas ao PLP 237/2012. Foi
realizada uma avaliação sobre o interesse na aprovação ou rejeição dos projetos, para pautar uma
intervenção proativa junto ao Congresso Nacional. Ao todo, há 130 projetos a serem considerados.
Contratação de Aprendiz pela MPE
Após discussões técnicas com as equipes do Ministério do Desenvolvimento Social,
Ministério da Educação e Ministério do Trabalho e Emprego sobre as alternativas para viabilizar a
contratação de adolescentes aprendizes em micro e pequenas empresas, foram iniciadas duas frentes
de ação. A primeira envolve ajustes no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
(Pronatec), criando o Pronatec Aprendiz. Nesse modelo, que entra em vigor em 2014, a expectativa
é a oferta de oportunidades de contrato, prioritariamente nas áreas de informática, administração e
alimentação.
Serão contemplados jovens acima de 15 (quinze) anos, com prioridade para aqueles em
situação de vulnerabilidade social e matriculados na rede pública de ensino. As micro e pequenas
empresas que aderirem ao Pronatec Aprendiz serão dispensas de efetuar diretamente a matrícula do
jovem no curso, pois esta será feita por intermédio do programa, que custeará as vagas nas
instituições de ensino. A SMPE/PR colaborará na fase de mobilização para a oferta de vagas, que
deverá ser registrada pelas empresas no Sistema Nacional de Emprego (SINE).
A segunda frente de ação diz respeito à revogação de restrições que impossibilitam a
contratação de aprendizes em empresas com menos de sete empregados. Tal empecilho prejudica a
ampliação de vagas nas micro e pequenas empresas, pois 77% desse grupo possuem até sete
empregados, conforme estimativa do próprio Ministério do Trabalho e Emprego. Foi enviado
questionamento ao Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Nota Técnica n. 006/2013 –
DREE/SRS/SMPE/PR sobre a Instrução Normativa da Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT
nº97, de 31/07/2012, que estabelece as restrições para contratação.
49
A inclusão de microempresas e empresas de pequeno porte que possuem entre 4 e 7
empregados entre os autorizados a contratar aprendizes representa potencial de criação de mais
509.836 vagas.
Unificação das obrigações acessórias: eSocial
A participação no grupo de trabalho designado para a implantação do eSocial, ferramenta
que unificará a prestação de serviços Receita Federal do Brasil (RFB), INSS/Ministério da
Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Caixa Econômica Federal, permitiu
acesso às minutas de normas para regulamentação do novo sistema e esclarecimento de dúvidas
suscitadas pela leitura do manual de orientação disponível na internet.
Foi formulada uma nota técnica detalhada sobre os impactos do novo sistema de
Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas sobre micro e pequenas
empresas, previsto para implementação em 2014. O objetivo é acompanhar os detalhes da
regulamentação para garantir o desenvolvimento de módulo para atender às micro e pequenas
empresas, visando sempre garantir-lhes o tratamento simplificado, diferenciado e favorecido.
Parceria com o Ministério Público Federal
Houve a negociação de Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério Público Federal
para induzir a regulamentação da Lei Complementar n. 123, em especial no tocante a
desburocratização e compras públicas. Foram traçadas estratégias comuns para sensibilização dos
prefeitos e governadores para regulamentarem a lei.
50
3. ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO
3.1. Estrutura de Governança
A SMPE/PR, como órgão integrante da Presidência da República, está sujeita às atividades
de controle interno e ações de auditoria realizadas pela Secretaria de Controle Interno (CISET/PR).
As competências da CISET/PR incluem avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no
Plano Plurianual e na Lei de Diretrizes Orçamentárias; fiscalizar e avaliar a execução dos
programas de governo quanto ao nível de execução das metas, dos objetivos estabelecidos e da
qualidade do gerenciamento. Cabe, ainda, à Secretaria realizar auditorias sobre a gestão dos
recursos públicos federais consignados aos órgãos integrantes da Presidência da República, das
entidades vinculadas e da Vice-Presidência da República; realizar auditorias e fiscalização nos
sistemas contábeis, financeiros, orçamentários, de pessoal e demais sistemas administrativos e
operacionais, bem como apoiar o órgão central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo
Federal na elaboração da prestação de contas anual da Presidenta da República.
3.2. Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos
QUADRO 22 – AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ
ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM
VALORES
AVALIADOS
Ambiente de Controle
1
2
3
4
1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução
dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.
X
2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.
X
3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente.
X
4. Existe código formalizado de ética ou de conduta.
X
5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos
em documentos formais.
X
6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e
servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos
procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.
X
7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições
claras das responsabilidades.
X
8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da
competência da UJ.
X
9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados
planejados pela UJ.
Avaliação de Risco
X
1
2
3
4
10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados.
11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e
metas da unidade.
5
X
X
12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa)
envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da
probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas
para mitigá-los.
13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações
5
X
X
51
e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.
14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças
no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e
externo.
X
15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados
em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.
X
16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos
processos internos da unidade.
X
17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância
para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.
X
18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de
bens e valores de responsabilidade da unidade.
Procedimentos de Controle
X
1
2
3
19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir
os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.
5
X
20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam
consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.
X
21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de
benefícios que possam derivar de sua aplicação.
X
22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão
diretamente relacionadas com os objetivos de controle.
Informação e Comunicação
4
X
1
2
3
4
5
23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada,
armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.
X
24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade
suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.
X
25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada,
tempestiva, atual, precisa e acessível.
X
26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos
e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma
eficaz.
X
27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em
todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.
X
Monitoramento
1
2
3
28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar
sua validade e qualidade ao longo do tempo.
X
29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo
pelas avaliações sofridas.
X
30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu
desempenho.
4
5
X
Análise Crítica:
A SMPE/PR, devido aos sete meses de funcionamento de sua estrutura organizacional, ainda não formalizou
seus controles administrativos internos em manuais. Os controles do desempenho das pessoas, do atendimento
às normas e das ações planejadas para o atingimento das metas e dos objetivos institucionais são exercidos
pelas equipes de trabalho, pelas chefias das unidades e pela Alta Administração, por meio de instrumentos
rotineiros de comunicação, de monitoramento da execução e de reuniões de planejamento e avaliação.
Escala de valores da Avaliação:
(1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da
UJ.
52
(2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ,
porém, em sua minoria.
(3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da
UJ.
(4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ,
porém, em sua maioria.
(5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ.
3.3. Cumprimento pela Instância da Correição da Portaria nº 1.043/2007 da CGU
Em face da criação da unidade de correição na Secretaria de Controle Interno da Presidência
da República (estrutura em março/2012 e regulamentação de procedimentos em dezembro/2012 e
agosto/2013), aliado à complexidade da estrutura da Presidência da República e a necessidade de
definições sobre a Política de Uso, ainda em estudo, a SMPE/PR ainda não está cadastrada no
Sistema de Gestão de Processos Disciplinares – CGU-PAD.
53
4. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
4.1. Execução das despesas
4.1.1. Programação
QUADRO 23 – PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS
Unidade Orçamentária:
Código UO: 69101
UGO: -
Grupos de Despesa Correntes
Origem dos Créditos Orçamentários
DOTAÇÃO
INICIAL
1 – Pessoal e
Encargos Sociais
2 – Juros e Encargos 3- Outras Despesas
da Dívida
Correntes
1.615.442
-
83.575.508
2.550.830
-
9.210.642
Abertos
-
-
-
Reabertos
-
-
-
Abertos
-
-
-
Reabertos
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Dotação final 2013 (A)
4.166.272
-
92.786.150
Dotação final 2012(B)
-
-
-
Variação (A/B-1)*100
-
-
-
CRÉDITOS
Suplementares
Especiais
Extraordinários
Créditos Cancelados
Outras Operações
Grupos de Despesa Capital
Origem dos Créditos Orçamentários
DOTAÇÃO
INICIAL
CRÉDITOS
Suplementares
Especiais
Extraordinários
Dotação final 2013 (A)
6Amortização
da Dívida
9 - Reserva de
Contingência
11.055.000,00
-
-
-
8.540.000,00
-
-
-
Abertos
-
-
-
-
Reabertos
-
-
-
-
Abertos
-
-
-
-
Reabertos
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Créditos Cancelados
Outras Operações
5 – Inversões
Financeiras
4–
Investimentos
19.595.000,00
Dotação final 2012(B)
-
-
-
-
Variação (A/B-1)*100
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
-
-
-
Análise Crítica:
Com a criação da Secretaria, o ano de 2013 foi pontuado por ações voltadas a facilitar o
processo de abertura e fechamento de empresas e ao apoio ao artesanato brasileiro por intermédio
de medidas de incentivo e competitividade.
54
Além da formulação e execução de estratégias focadas no aperfeiçoamento das políticas
públicas para micro e pequenas empresas, a SMPE tem outro desafio: garantir infraestrutura física,
tecnológica e de segurança institucional para o efetivo funcionamento de suas unidades e,
especialmente, para a continuidade das atividades dos serviços de registro mercantil.
Nesse propósito, as alterações na proposta orçamentária foram consideradas essenciais no
tocante aos dois aspectos mencionados (aperfeiçoamento das políticas públicas e garantia de
infraestrutura às atividades de suas unidades administrativas), conforme discriminadas abaixo:
1. Pessoal e Encargos Sociais – Decreto de 12 de dezembro de 2013: efetivação da solicitação de
crédito suplementar no valor de R$ 2.550.830 (dois milhões, quinhentos e cinquenta mil, oitocentos
e trinta reais), para reforço da dotação inicial concedida às ações 20TP e 09HB.
2. Outras Despesas Correntes - i) Lei 12.915, de 18 de dezembro de 2013 – efetivação do crédito
suplementar no valor de R$ 8.410.642 (oito milhões, quatrocentos e dez mil, seiscentos e quarenta e
dois reais), decorrente de excesso de arrecadação da Remuneração das Disponibilidades do Tesouro
Nacional, destinado às despesas com a manutenção das atividades da Secretaria e ao custeio de
eventos de comercialização do Programa de Artesanato Brasileiro, e, ainda, ao ressarcimento de
apoio logístico por parte do MDIC (Termo de Cooperação nº 01/2013); ii) suplementação de GND
3 no âmbito do mesmo subtítulo (objeto de anulação de GND 4) no valor de R$ 150.000 (cento e
cinquenta mil reais), para atender execução de emenda parlamentar (2047 210C 4997); iii)
suplementação de GND 3 no âmbito do mesmo subtítulo (objeto de anulação de GND 4) no valor
de R$ 600.000 (seiscentos mil reais), para atender execução de emenda parlamentar (2047 210C
1091); vi) suplementação no valor de R$ 50.000 (cinquenta mil reais) para reforço na execução da
ação 2012 – auxílio-alimentação aos servidores civis, empregados e militares.
3. Investimentos – i) Decreto de 26 de novembro de 2013 - efetivação do crédito suplementar no
montante de R$ 8.000.000 (oito milhões de reais), decorrente de excesso de arrecadação da
Remuneração das Disponibilidades do Tesouro Nacional, destinado a aquisição de 27 caminhões
para o Programa do Artesanato Brasileiro, com o objetivo de apoiar à mobilidade dos produtos
artesanais no sentido de subtrair as dificuldades dos artesãos frente ao transporte de seus produtos
para feiras e eventos de comercialização; ii) suplementação de GND 4 no âmbito do mesmo
subtítulo, objeto de anulação de GND 3, na ordem de R$ 440.000 (quatrocentos e quarenta mil
reais), para reforço na infraestrutura operacional com a aquisição de material permanente; iii)
suplementação de GND 4 no âmbito do mesmo subtítulo (objeto de anulação de GND 3) no valor
de R$ 100.000 (cem mil reais), para atender a execução de emenda parlamentar (2047 210C 4785).
Dificuldade de execução: Em razão da autorização tardia dos recursos solicitados, ocorrida nos
últimos meses do exercício de 2013, a maioria dos valores de créditos suplementares foi inscrita em
restos a pagar.
4.1.2. Movimentação de Créditos Externa
QUADRO 24 – MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA EXTERNA POR GRUPO DE DESPESA
UG
Despesas Correntes
Origem da
2 – Juros e
3 – Outras
Classificação da ação
1 – Pessoal e
Movimentação Concedente Recebedora
Encargos da
Despesas
Encargos Sociais
Dívida
Correntes
Concedidos
690001
110001
23.122.2101.20TP
1.455.353,00
690001
110001
23.122.2101.09HB
690001
110001
23.122.2101.2000
160.089,00
55
238.416,26
690001
110001
23.301.2101.2004
232.560,00
690001
110001
23.306.2101.2012
304.368,00
690001
110001
23.331.2101.2011
64.800,00
690001
110001
23.365.2101.2010
22.800,00
690001
154019
23.691.2047.210C
690001
280101
23.691.2023.2031
5.177.242,14
690001
280101
23.122.2101.2000
1.364.568,83
690001
280102
23.691.2023.2031
28.312,09
690001
280104
23.691.2023.2031
28.312,09
Recebidos
-
-
-
-
-
Despesas de Capital
UG
Origem da
Movimentação Concedente Recebedora
Concedidos
Classificação da ação
285.479,59
175004
23.691.2047.210C
1.000.000,00
690001
110001
23.122.2101.2000
485.133,00
Recebidos
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
6–
5–
Amortizaç
Inversões
ão da
Financeiras
Dívida
-
4 – Investimentos
690001
-
-
-
-
-
-
-
4.1.3. Realização da Despesa
4.1.3.1. Despesas Totais Por Modalidade de Contratação – Créditos Originários - Total
QUADRO 25 – DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO – CRÉDITOS ORIGINÁRIOS – TOTAL
Unidade Orçamentária:
Código UO: 69101
UGO:
Despesa Liquidada
Modalidade de Contratação
1.
Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f+g)
a)
Convite
2013
Despesa paga
2012
2013
4.086.780,76
-
-
-
2012
4.086.780,76
-
-
b)
Tomada de Preços
c)
Concorrência
d)
Pregão
e)
Concurso
-
-
16.359,72
-
16.359,72
-
4.070.421,04
-
4.070.421,04
-
-
-
-
-
-
f)
g)
Consulta
Regime Diferenciado de Contratações
-
-
-
56
Públicas
2.
Contratações Diretas (h+i)
-
1.022.571,35
-
312.045,03
-
307.785,07
-
714.786,28
-
714.786,28
-
Regime de Execução Especial
-
-
-
-
j)
-
-
Pagamento de Pessoal (k+l)
1.514.860,48
-
1.514.860,48
-
k)
1.461.587,68
-
1.461.587,68
-
53.272,80
-
53.272,80
-
982.094,63
-
980.394,63
-
7.610.567,18
-
7.604.607,22
-
i)
4.
l)
5.
-
1.026.831,31
h)
3.
-
Dispensa
Inexigibilidade
Suprimento de Fundos
Pagamento em Folha
Diárias
Outros
6. Total (1+2+3+4+5)
Fonte: SIAFI Gerencial.
-
4.1.3.2. Despesas Totais Por Modalidade de Contratação – Créditos Originários – Executado
Diretamente pela UJ
QUADRO 26 - VALORES EXECUTADOS DIRETAMENTE PELA UJ
Unidade Orçamentária:
Código UO: 69101
UGO:
Despesa Liquidada
Modalidade de Contratação
1.
Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f+g)
2013
-
2012
-
-
-
-
-
b)
Tomada de Preços
-
-
-
-
c)
Concorrência
-
-
-
-
d)
Pregão
-
-
e)
Concurso
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Contratações Diretas (h+i)
i)
Inexigibilidade
Suprimento de Fundos
Pagamento de Pessoal (k+l)
k)
l)
537.470,00
-
-
537.470,00
-
Dispensa
Regime de Execução Especial
j)
4.
2012
-
Convite
h)
3.
2013
-
a)
f) Consulta
g) Regime Diferenciado de Contratações
Públicas
2.
Despesa paga
537.470,00
53.272,80
-
537.470,00
53.272,80
-
Pagamento em Folha
Diárias
-
53.272,80
-
53.272,80
-
57
5.
Outros
6. Total (1+2+3+4+5)
Fonte: SIAFI Gerencial.
140.279,66
-
138.579,66
-
731.022,46
-
729.322,46
-
4.1.3.3. Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários - Total
As informações estão inseridas no Quadro 27 (Despesas por Grupo e Elemento de Despesa –
Créditos Originários – Total), apresentado na página 78 por motivo de exibição na orientação
paisagem.
4.1.3.4. Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Executados diretamente pela
UJ
As informações estão inseridas no Quadro 28 (Despesas por Grupo e Elemento de Despesa –
Créditos Originários – Valores Executados diretamente pela UJ), apresentado na página 79 por
motivo de exibição na orientação paisagem.
Análise crítica da realização da despesa:
A Secretaria encontra-se em fase de estruturação, enfrentando dificuldades de
operacionalização de seus processos internos em virtude da insuficiência no quantitativo de
servidores e do reduzido e provisório espaço para acomodar o Gabinete do Ministro e mais três dos
Secretários, e, ainda, quatro Departamentos e suas unidades (parte do 7º andar do Bloco O da
Esplanada dos Ministérios).
Essas dificuldades são minimizadas com o esforço de seus dirigentes e das equipes e,
também, pelo apoio logístico da Secretaria de Administração da Presidência da República e do
MDIC, mediante a celebração de Termos de Cooperação para Descentralização de Créditos.
A maioria das despesas com contratações foram liquidadas no MDIC, referente a prestação
de serviços de manutenção para funcionamento do DREI e da JCDF, uma vez que somente no final
do exercício foi possível formalizar os processos de aquisição de veículos (caminhões-baú) e de
contratação do Serpro, após a publicação de autorização de créditos suplementares.
4.2. TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS
4.2.1. Relação dos Instrumentos de Transferência Vigentes no Exercício
As informações estão inseridas no Quadro 29 (Caracterização dos Instrumentos de
Transferências Vigentes no Exercício de Referência), apresentado na página 80 por motivo de
exibição na orientação paisagem.
58
4.2.2. Quantidade de Instrumentos de Transferência Celebrados e Valores Repassados
QUADRO 30 – RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ
Unidade Concedente ou Contratante
Nome:
SECRETARIA DA MICRO DE PEQUENA EMPRESA
CNPJ:
18.299.670/0001-16
UG/GESTÃO:
69.101/69000
Montantes Repassados em Cada Exercício,
Quantidade de Instrumentos Celebrados
Independentemente do ano de Celebração
em Cada Exercício
Modalidade
do Instrumento (em R$ 1,00)
2013
2012
2011
2013
2012
2011
*1.299.925,20
*5
0
0
Convênio
Contrato de
Repasse
Termo de
Cooperação
Termo de
Compromisso
Totais
0
0
0
-
-
-
8
0
0
7.665.759,49
-
-
0
0
0
0
-
-
13
0
0
7.665.759,49
-
-
Fonte: SIAFI/SICONV
* Incluídos processos de convênios sub-rogados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio para
Secretaria da Micro e Pequena Empresa, encaminhados pelo Ofício n° 555/2013/SPOA/SE-MDIC, 05 de
dezembro de 2013. Os valores repassados em 2013 foram oriundos da UG 280101:
Processos
52009.002045/2012-84
52009.001266/2012-35
Ação 210C
Programa de capacitação para
micro, pequenas e médias empresas
empreendedoras individuais
Programa de capacitação para
micro, pequenas e médias empresas
empreendedoras individuais.
CNPJ
04.685.236/0001-60
Proponente
SEBRAE-RR
00.438.200/0001-20
SEBRAE-DF
59
5. GESTÃO DE PESSOAS E CUSTOS RELACIONADOS
5.1. Estrutura de Pessoal da Unidade
5.1.1. Demonstração da Força de Trabalho
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República –
SMPE/PR foi criada no exercício de 2013, e encontra-se sob os ditames da Lei nº
12.792, de 28 de março de 2013 e do Decreto nº 8.001, de 10 de maio de 2013, razão
pela qual não há dados referentes ao exercício de 2012.
Em sua maioria, a Força de Trabalho da SMPE/PR é composta por cargos de
natureza comissionada, sendo que outra parte se refere ao quadro de pessoal “herdado”
do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior – MDIC, em função do
preconizado no art. 3º, da Lei nº 12.792, de 28 de março de 2013.
Neste diapasão, cabe ilustrar a seguir uma síntese referente ao quantitativo total
de cargos comissionados, onde se observa a estrutura atual e sua evolução, em face do
quantitativo remanejado do MDIC para a Secretaria de Gestão Pública do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão - SEGEP/MP e desta para a SMPE/PR.
QUADRO 31 - RESUMO DA EVOLUÇÃO E CRIAÇÃO DOS CARGOS EM COMISSÃO DA
SMPE/PR
CÓDIGO
DAS 101.6
DAS 101.5
DAS 101.4
DAS 101.3
DAS 101.2
DAS 101.1
DAS 102.3
DAS 102.2
DAS 102.1
FG-1
FG-3
TOTAL
ESTRUTURA
ATUAL
2
8
19
10
6
2
10
14
10
81
REMANEJADO DO MDIC
P/ A SEGEP/MP
2
4
3
2
7
3
1
1
23
REMANEJADO DA
SEGEP/MP P/ A SMPE/PR
2
8
19
10
6
2
10
14
10
81
5.1.1.1. Lotação
QUADRO 32 – FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12
Lotação
Ingressos
Egressos
Tipologias dos Cargos
no
no
Autorizada Efetiva Exercício Exercício
37
64
70
5
1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2)
1.1. Membros de poder e agentes políticos
1
1
2
1
1.2.
Servidores
de
Carreira
(1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4)
36
63
68
4
1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao órgão
36
32
36
4
1.2.2.
Servidores de carreira em exercício
descentralizado
0
2
2
0
1.2.3.
Servidores de carreira em exercício
provisório
0
0
0
0
1.2.4. Servidores requisitados de outros órgãos e
esferas
2. Servidores com Contratos Temporários
3. Servidores sem Vínculo com a Administração
Pública
4. Total de Servidores (1+2+3)
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
0
0
29
0
30
0
0
0
28
65
36
100
41
111
5
10
5.1.1.2. Situações que reduzem a força de trabalho da Unidade Jurisdicionada
QUADRO 33 – SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ
Quantidade de
Pessoas na
Tipologias dos afastamentos
Situação em 31 de
Dezembro
1. Cedidos (1.1+1.2+1.3)
Não há
1.1. Exercício de Cargo em Comissão
1.2. Exercício de Função de Confiança
1.3. Outras Situações Previstas em Leis Específicas (especificar as leis)
2. Afastamentos (2.1+2.2+2.3+2.4)
1
2.1. Para Exercício de Mandato Eletivo
2.2. Para Estudo ou Missão no Exterior
1
2.3. Para Serviço em Organismo Internacional
2.4. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País
3. Removidos (3.1+3.2+3.3+3.4+3.5)
Não há
3.1. De Oficio, no Interesse da Administração
3.2. A Pedido, a Critério da Administração
3.3.
A pedido, independentemente do interesse da Administração para
acompanhar cônjuge/companheiro
3.4.
A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por
Motivo de saúde
3.5.
A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por
Processo Seletivo
4. Licença Remunerada (4.1+4.2)
Não há
4.1. Doença em Pessoa da Família
4.2. Capacitação
5. Licença não Remunerada (5.1+5.2+5.3+5.4+5.5)
5.1. Afastamento do Cônjuge ou Companheiro
5.2. Serviço Militar
5.3. Atividade Política
5.4. Interesses Particulares
5.5. Mandato Classista
6. Outras Situações (Especificar o ato normativo)
7. Total de Servidores Afastados em 31 de Dezembro (1+2+3+4+5+6)
1
Fonte: Registros internos e DOU de 21/11/2013.
5.1.2. Qualificação da Força de Trabalho
5.1.2.1. Estrutura de Cargos e de Funções
QUADRO 34 – DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E
FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ (Situação em 31 de dezembro)
Lotação
Ingressos Egressos
Tipologias dos Cargos em Comissão e das Funções
no
no
Autorizada Efetiva
Gratificadas
Exercício Exercício
61
1. Cargos em Comissão
1.1. Cargos Natureza Especial
1.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior
1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao
Órgão
1.2.2. Servidores de Carreira em Exercício
Descentralizado
1.2.3. Servidores de Outros Órgãos e Esferas
1.2.4. Sem Vínculo
1.2.5. Aposentados
2. Funções Gratificadas
2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão
2.2. Servidores de Carreira em Exercício
Descentralizado
2.3. Servidores de Outros órgãos e Esferas
3. Total de Servidores em Cargo e em Função
(1+2)
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
83
2
81
68
2
66
76
3
73
8
1
7
34
4
5
1
0
2
2
0
20
28
0
0
0
24
31
5
0
0
24
35
7
0
0
0
4
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
83
68
76
8
5.1.2.2. Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a
Idade
QUADRO 35 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA
SITUAÇÃO APURADA EM 31/12
Quantidade de Servidores por Faixa Etária
Acima
Tipologias do Cargo
Até 30
De 31 a De 41 a De 51 a
de 60
anos
40 anos 50 anos 60 anos
anos
1.
Provimento de Cargo Efetivo
1
1
12
18
3
1.1. Membros de Poder e Agentes Políticos
0
0
0
0
1
1.2. Servidores de Carreira
1
1
12
18
2
1.3. Servidores com Contratos Temporários
0
0
0
0
0
2.
Provimento de Cargo em Comissão
12
21
17
13
2
2.1. Cargos de Natureza Especial
0
1
0
0
0
2.2.
Grupo Direção e Assessoramento
12
20
17
13
2
Superior
2.3. Funções Gratificadas
0
0
0
0
0
3.
Totais (1+2)
13
22
29
31
5
Fonte: Registros internos e Sistema DW-SIAPE
5.1.2.3. Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a
Escolaridade
QUADRO 36 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE
Situação apurada em 31/12
Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade
Tipologias do Cargo
1
2
3
4
5
6
7
8
9
0
0
0
2
18
15
0
0
0
1.
Provimento de Cargo Efetivo
1.1.
Membros de Poder e Agentes Políticos
0
0
0
0
0
1
0
0
0
1.2.
Servidores de Carreira
0
0
0
2
18
14
0
0
0
1.3.
Servidores com Contratos Temporários 0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
11
53
0
0
0
2.
Provimento de Cargo em Comissão
2.1. Cargos de Natureza Especial
0
0
0
0
0
1
0
0
0
2.2.
Grupo Direção e Assessoramento 0
62
Superior
0
1
0
11
52
0
0
0
2.3. Funções Gratificadas
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3.
Totais (1+2)
0
0
1
2
29
68
0
0
0
LEGENDA
Nível de Escolaridade
1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5
- Segundo grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 –
Mestrado; 9 – Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência; 10 - Não Classificada.
Fonte: Registros internos e Sistema DW-SIAPE
5.1.3. Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada
As informações estão inseridas no Quadro 37 (Custos de Pessoal no Exercício),
apresentado na página 82 por motivo de exibição na orientação paisagem.
5.1.4. Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas
5.1.4.1. Classificação do Quadro de servidores Inativos da UJ segundo o Regime de
Proventos e de Aposentadoria
QUADRO 38 - COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS
SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO
Quantidade
De Servidores
De Aposentadorias
Aposentados até
Iniciadas no Exercício
31/12
de Referência
1
1
1.
Integral
1.1 Voluntária
1
1
1.2
Compulsória
0
0
1.3
Invalidez Permanente
0
0
1.4
Outras
0
0
0
0
2.
Proporcional
2.1 Voluntária
0
0
2.2
Compulsória
0
0
2.3
Invalidez Permanente
0
0
2.4
Outras
0
0
1
1
3.
Totais (1+2)
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
Regime de Proventos / Regime de
Aposentadoria
5.1.5. Cadastramento no SISAC
5.1.5.1. Atos sujeitos à comunicação ao Tribunal por intermédio do SISAC
Admissão
QUADRO 39 – ATOS SUJEITOS AO REGISTRO DO TCU
(ART. 3º DA IN TCU 55/2007)
Quantidade de atos
Quantidade de
sujeitos ao registro atos cadastrados
no TCU
no SISAC
Tipos de Atos
Exercícios
Exercícios
2013
2012
2013
2012
0
0
-
63
Concessão de aposentadoria
Concessão de pensão civil
Concessão de pensão especial a ex-combatente
Concessão de reforma
Concessão de pensão militar
Alteração do fundamento legal de ato concessório
Totais
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
1
0
0
0
0
0
1
-
1
0
0
0
0
0
1
-
5.1.5.2. Atos sujeitos à comunicação ao TCU
QUADRO 40 – ATOS SUJEITOS À COMUNICAÇÃO AO TCU
(ART. 3º DA IN TCU 55/2007)
Quantidade de atos sujeitos
Quantidade de atos
à comunicação ao TCU
cadastrados no SISAC
Tipos de Atos
Exercícios
Exercícios
2013
2012
2013
2012
Desligamento
Cancelamento de concessão
Cancelamento de desligamento
Totais
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
3
0
0
3
-
3
0
0
3
-
.
5.1.5.3. Regularidade do cadastro dos atos no SISAC
As informações estão inseridas no Quadro 41 (Regularidade do Cadastro dos
Atos no SISAC), apresentado na página 83 por motivo de exibição na orientação
paisagem.
5.1.6. Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos
Promovemos recadastramento dos servidores da Secretaria da Micro e Pequena
Empresa – SMPE/PR, onde um dos itens foi formulado para detectar acumulação de
cargos, sendo que não se identificou nenhuma ocorrência em nossos formulários.
5.1.7. Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos,
Funções e Empregos Públicos
Não foi identificada na Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência
da República – SMPE/PR, nenhuma acumulação de Cargos, Funções ou Empregos
Públicos, durante o exercício financeiro de 2013.
5.1.8. Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos
A SMPE/PR ainda não possui indicadores desenvolvidos para a área de pessoal.
64
No entanto, pretende adotar indicadores com padrões explícitos, objetos mensuráveis,
objetivos e metas fixados, a fim de se verificarem nos exercícios seguintes as
conclusões quantitativas e qualitativas daí decorrentes sobre a gestão de recursos
humanos.
A seguir abarca-se a pretensão da Secretaria em implementar alguns indicadores
no ano de 2014:
Índice de Oportunidade de Capacitação (IOC)
Finalidade: identificar o número de oportunidade de capacitação, no ano, em relação ao
número total de servidores existentes no quadro de pessoal da SMPE.
Tipo: Eficácia
Fórmula de Cálculo: IOC = (Número de Oportunidade de Capacitação) / Número Total
de servidores) X 100
Polaridade do Indicador: a máxima melhor.
Método de Aferição: Nº de oportunidades de capacitação em relação ao número total de
servidores em exercício na SMPE.
Meta: 40%.
Índice de Rotatividade de Servidores (IRS)
Finalidade: Estimar os índices de rotatividade de servidores durante exercício de 2014.
Tipo: Excelência.
Fórmula de Cálculo: IRS = Índice de Rotatividade de Servidores = [(A+D)/2] /EI] X
100
Onde:
A: Admissões de Servidores na organização dentro do período considerado (Entradas).
D: Desligamento de Servidores (tanto por iniciativa da organização como por iniciativa dos Servidores)
no Órgão, dentro do período considerado (Saídas).
EI: Efetivo Inicial, número total de Vagas preenchidas no início do período (Ano).
Polaridade do Indicador: quanto menor mais perfeito.
Método de Aferição: índices de rotatividade de servidores.
Meta: 30%
65
6.
GESTÃO
DO
USO
DOS
SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
RECURSOS
RENOVÁVEIS
E
6.1. Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis
QUADRO 42 - GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS
Aspectos sobre a gestão ambiental
Licitações Sustentáveis
1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações
que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e
descarte dos produtos e matérias primas.
Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de
sustentabilidade ambiental foram aplicados?
2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente
adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e
maior quantidade de conteúdo reciclável.
3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles
fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a
natureza (ex. produtos reciclados, atóxicos ou biodegradáveis).
4. Nos obrigatórios estudos técnicos preliminares anteriores à elaboração dos
termos de referência (Lei 10.520/2002, art. 3º, III) ou projetos básicos (Lei
8.666/1993, art. 9º, IX) realizados pela unidade, é avaliado se a existência de
certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO) é
uma situação predominante no mercado, a fim de avaliar a possibilidade de incluíla como requisito da contratação (Lei 10.520/2002, art. 1º, parágrafo único in fine),
como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços.
Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental
tem sido considerada nesses procedimentos?
5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o
menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas
econômicas).
Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição
desses produtos sobre o consumo de água e energia?
6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel
reciclado).
Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos
adquiridos?
7. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de
reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga).
Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem
sido manifestada nos procedimentos licitatórios?
8. No modelo de execução do objeto são considerados os aspectos de logística
reversa, quando aplicáveis ao objeto contratado (Decreto 7.404/2010, art. 5º c/c art.
13).
9. A unidade possui plano de gestão de logística sustentável de que trata o art. 16
do Decreto 7.746/2012.
Se houver concordância com a afirmação acima, encaminhe anexo ao
relatório o plano de gestão de logística sustentável da unidade.
10. Para a aquisição de bens e produtos são levados em conta os aspectos de
durabilidade e qualidade (análise custo-benefício) de tais bens e produtos.
11. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de
engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e
operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à
utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.
12. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como
sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006.
1
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Avaliação
2 3 4
5
CONSIDERAÇÕES GERAIS: A UJ, em face de sua recente criação e da reduzida estrutura da
Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas e Recursos Logísticos, ainda não implementou medidas que
possam refletir em dados sobre a Gestão Ambiental, Licitações e Logística Sustentáveis. Além disso, não
houve adesão a programas de sustentabilidade.
LEGENDA
Níveis de Avaliação:
(1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado
no contexto da UJ.
(2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no
contexto da UJ, porém, em sua minoria.
(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na
afirmativa no contexto da UJ.
(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no
contexto da UJ, porém, em sua maioria.
(5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no
contexto da UJ.
67
7. CONFORMIDADES E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E
NORMATIVAS
7.1. Declaração de Bens e Rendas Estabelecidas na Lei nº 8.730/93
7.1.1. Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei 8.730/93
QUADRO 43 – DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO, POR AUTORIDADES E
SERVIDORES DA UJ, DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR
Detentores de Cargos e
Funções Obrigados a
Entregar a DBR
Autoridades
(Incisos I a VI do art. 1º da
Lei nº 8.730/93)
Situação em Relação às
Exigências da Lei nº
8.730/93
Obrigados a entregar a
DBR
1
1
0
Entregaram a DBR
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
74
6
68
74
6
68
0
0
0
Não
cumpriram
obrigação
a
Obrigados a entregar a
DBR
Cargos Eletivos
Funções Comissionadas
(Cargo, Emprego, Função de
Confiança ou em comissão)
Momento da Ocorrência da Obrigação de
Entregar a DBR
Posse ou
Final do
Início do
Exercício de
Final do
Exercício de
Cargo,
Exercício
Cargo,
Emprego ou
Financeiro
Emprego ou
Função
Função
Entregaram a DBR
Não
cumpriram
obrigação
a
Obrigados a entregar a
DBR
Entregaram a DBR
Não
cumpriram
obrigação
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
a
7.1.2. Situação do Cumprimento das Obrigações
O cumprimento da obrigação estabelecida na Lei nº 8.730/93 é condicionante
para a posse nos cargos comissionados ou de natureza especial, ocasião em que são
apresentados os documentos legais exigidos e preenchido, pela Unidade de Gestão de
Pessoas, em Sistema Interno da Presidência da República, denominado “PES”, o
cadastro individualizado, com os dados pessoais e funcionais dos servidores
empossados.
Após o preenchimento do cadastro são emitidas declarações, para preenchimento
e assinatura pelos empossados, as quais permitem o cumprimento de diversas
obrigações, dentre elas aquela que se refere à Lei 8.730/93.
Com esse procedimento, obteve-se o cumprimento da obrigação por 100% dos
agentes indicados no art. 1º da mencionada Lei, mediante a apresentação de Autorização
de Acesso, que não possibilita qualquer tipo de análise no sentido de verificar
68
incompatibilidades de patrimônio e remuneração. E mesmo que o cumprimento se dê
pela apresentação de Declaração de Bens e Renda, a Unidade de Gestão de Pessoas não
detém competências para a realização dessa análise, em face do sigilo dos dados ali
contidos, conforme estabelecido na legislação vigente.
Portanto, o documento é recebido em papel, posteriormente arquivado na pasta
funcional de cada servidor e o gerenciamento da atividade de controle da entrega da
Declaração/Autorização é realizado por meio do Sistema de pessoal - PES.
7.2. Alimentação SIASG e SICONV
DECLARAÇÃO DE INSERÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE DADOS NO SIASG E
SICONV
SIASG
69
SICONV
70
8. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE
Criada em 2013, a SMPE/PR, órgão integrante da Presidência da República,
dispõe da estrutura de canais de comunicação com o cidadão de seu Órgão Superior,
adotando o procedimento padrão da PR para recepção e tratamento das manifestações
(críticas, sugestões e elogios) e dos pedidos de informações. Também está prevista para
o início de 2014 a implantação do site próprio da Secretaria, disponibilizando espaço
para relacionamento com a sociedade.
Cabe destacar que, com a transferência de unidades do MDIC para a SMPE/PR,
por força do Decreto nº 8.001/2013, as manifestações e solicitações recepcionadas pelo
site do MDIC, endereçadas às áreas transferidas, são encaminhadas à Secretaria, que
designou uma servidora para atuar como Ouvidora (Portaria n.º 103, de 30 de outubro
de 2013, DOU de 31.10.2013).
Por estar ainda em fase de estruturação, estando provisoriamente instalada em
parte do 7º andar do Bloco O da Esplanada dos Ministérios, não foi possível
disponibilizar espaço adequado para funcionamento do Serviço de Informações ao
Cidadão – SIC. Entretanto, medidas estão sendo adotadas pela Secretaria para garantir a
acessibilidade às informações coletivas, conforme determinado pela Lei nº 12.527/2011
– Lei de Acesso à Informação, como exemplo: a criação do site da SMPE/PR previsto
para início de 2014.
Os anseios dos cidadãos também são debatidos no Fórum Permanente das
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, subsidiando na elaboração de propostas e
de ações de políticas públicas orientadas às MPEs.
71
9. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS
9.1. Declaração do Contador Atestando a Conformidade das Demonstrações
Contábeis
72
73
9.2. Nota Explicativa: Restrição Contábil
74
10. OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO
10.1. Outras Informações Consideradas Relevantes pela UJ
Com o advento da Lei no 12.792, de 28 de março de 2013, estabeleceu-se a
criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República –
SMPE/PR, bem como se determinou a transferência das competências referentes à
microempresa, empresa de pequeno porte e artesanato, e, juntamente, o acervo
patrimonial e o quadro de servidores efetivos dos Órgãos que tiveram suas
competências absorvidas, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior - MDIC para o novo órgão, a SMPE/PR.
Em face disso, transferiram-se 36 servidores de cargo efetivo do quadro de
pessoal do MDIC para a SMPE/PR, restringindo-se sua distribuição ao desempenho das
atividades inerentes às áreas finalísticas objeto da transferência.
Esse quantitativo mostrou-se insuficiente para prestar apoio às áreas finalísticas
e atender às necessidades meio como um todo, posto que a Lei no 12.792/2013, além de
efetivar a transferência mencionada, criou uma nova estrutura com status de Ministério
que acrescentou, àquela transferida, o Gabinete do Ministro e a Secretaria Executiva,
demandando uma adequação ainda maior na força de trabalho.
O Decreto nº 8.001, de 10 de maio de 2013, que aprovou a estrutura regimental
da SMPE/PR, definiu sua natureza e competência, bem como a estrutura organizacional,
contemplou-a com 81 cargos comissionados, os quais, mesmo acrescidos dos 36 cargos
efetivos transferidos do MDIC, são insuficientes para atender a todas as unidades.
Cabe destacar o Quadro 31, referente ao quantitativo total de cargos
comissionados, onde se observa a estrutura atual e sua evolução, em face do
quantitativo remanejado do MDIC para a Secretaria de Gestão Pública do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão - SEGEP/MP e desta para a SMPE/PR.
Diante dessa situação, a SMPE/PR, em face das competências transferidas do
MDIC, solicitou à Secretaria de Gestão Pública do MPOG, por meio do Aviso nº 37, de
18 de julho de 2013, a redistribuição de 4 (quatro) servidores administrativos que, à
época da edição da Lei nº 12.279/2013, encontravam-se em exercício nas unidades cujas
competências foram objeto de transferência para a SMPE/PR. Ocorre que, infelizmente,
não houve anuência do MDIC para as referidas transferências.
Ainda, mediante o Aviso nº 39, de 2 de agosto de 2013, solicitou-se a
redistribuição de 5 (cinco) Analistas de Comércio Exterior do quadro de pessoal do
MDIC, para a SMPE/PR, em virtude da transferência de atribuições voltadas ao
incentivo à participação da microempresa, empresa de pequeno porte e artesanato nas
exportações brasileiras de bens e serviços e sua internacionalização. A referida
solicitação foi indeferida, posto que não houve anuência do MDIC para a liberação dos
servidores.
75
Buscando solução para a carência desses profissionais, a SMPE/PR consoante
o Aviso nº 53, de 24 de setembro de 2013, solicitou ao Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão autorização para realização de Concurso Público para provimento
de 15 (quinze) cargos de Analista de Comércio Exterior, no seu Quadro de Pessoal.
Em 4 de outubro de 2013, mediante o Aviso nº 56, a SMPE/PR solicitou ao
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão autorização para realizar concurso
público, com vistas a prover 54 (cinquenta e quadro) cargos de Agente Administrativo
do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo Federal, no intuito de oferecer condições
à SMPE/PR para desenvolver todas as ações necessárias ao alcance dos seus objetivos.
Ressalte-se que as referidas solicitações foram reiteradas, mediante os Ofícios
nº 113/SE/SMPE/PR, de 31 de outubro de 2013, e nº 138/SE/SMPE/PR, de 20 de
novembro de 2013, sem solução favorável até o encerramento do exercício de 2013.
Como alternativa para incremento da força de trabalho da SMPE/PR, esta
Secretaria buscou, ainda, junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a
disponibilização de Gratificações Temporárias dos Sistemas Estruturadores da
Administração Pública federal – GSISTE, objetivando angariar servidores de outros
órgãos da administração pública, com qualificação e especialização necessárias para o
desempenho de atividades vinculadas aos sistemas estruturadores. Todavia, até o
momento não se obteve resposta à solicitação.
Vê-se, portanto, que desde o início de suas atividades a Secretaria da Micro e
Pequena Empresa da Presidência da República vem adotando as medidas possíveis, no
intuito de incrementar sua força de trabalho, com vistas ao alcance da sua missão
institucional.
76
ANEXO
Quadros apresentados na horizontal (paisagem)
77
Quadro 27 – Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários - Total
Unidade Orçamentária:
Código UO: 69101
UGO:
DESPESAS CORRENTES
Grupos de Despesa
1. Despesas de Pessoal
Empenhada
2013
2012
Liquidada
2013
2012
RP não processados
2013
2012
Valores Pagos
2013
2012
11
1.455.353,00
-
1.455.353,00
-
-
-
1.455.353,00
-
13
160.089,00
-
160.089,00
-
-
-
160.089,00
-
Demais elementos do grupo
-
-
-
-
-
-
-
-
2. Juros e Encargos da Dívida
Sem informação de despesa para o Grupo.
3. Outras Despesas Correntes
39
6.453.800,64
-
2.503.564,44
-
-
2.503.564,44
-
37
2.530.163,84
-
2.487.255,32
-
-
2.482.995,36
-
41
1.300.000,00
-
-
-
-
-
-
Demais elementos do grupo
1.935.777,16
-
-
-
-
DESPESAS DE CAPITAL
Grupos de Despesa
4. Investimentos
52
Empenhada
2013
2012
Liquidada
2013
2012
RP não Processados
2013
2012
Valores Pagos
2013
2012
5.970.220,37
-
-
-
5.970.220,37
-
-
-
42
987.600,00
-
-
-
987.600,00
-
-
-
41
500.000,00
-
-
-
500.000,00
-
-
-
-
-
Demais elementos do grupo
-
5. Inversões Financeiras
Sem informação de despesa para o Grupo.
6. Amortização da Dívida
Sem informação de despesa para o Grupo.
-
-
Quadro 28 – Despesas por Grupo e Elemento de Despesa – Créditos Originários
Valores Executados Diretamente pela UJ
Unidade Orçamentária:
Código UO: 69101
UGO:
DESPESAS CORRENTES
Grupos de Despesa
1. Despesas de Pessoal
Empenhada
2013
2012
Liquidada
2013
2012
RP não processados
2013
2012
Valores Pagos
2013
2012
Sem informação de despesa para o Grupo.
2. Juros e Encargos da Dívida
Sem informação de despesa para o Grupo.
3. Outras Despesas Correntes
39
3.000.363,52
-
537.470,00
-
2.462.893,52
-
537.470,00
-
41
1.300.000,00
-
-
-
1.300.000,00
-
-
-
93
147.558,41
-
140.279,66
-
7.278,75
-
138.579,66
-
Demais elementos do grupo
53.272,80
-
53.272,80
-
-
-
53.272,80
-
DESPESAS DE CAPITAL
Grupos de Despesa
4. Investimentos
52
Empenhada
2013
2012
Liquidada
2013
2012
RP não Processados
2013
2012
Valores Pagos
2013
2012
5.485.087,37
-
-
-
5.485.087,37
-
-
-
41
500.000,00
-
-
-
500.000,00
-
-
-
Demais elementos do grupo
-
-
-
-
-
-
-
-
5. Inversões Financeiras
Sem informação de despesa para o Grupo.
6. Amortização da Dívida
Sem informação de despesa para o Grupo.
79
QUADRO 29 – CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA.
Posição em 31.12.2013
Unidade Concedente ou Contratante
Nome: SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
CNPJ: 18.299.670/0001-16
UG/GESTÃO: 69.101/69.000
Informações sobre as transferências
Valores Pactuados
Modalidad
e
Nº do
instrumento
Valores Repassados
Beneficiário
Global
Contrapartida
No exercício
Acumulado até
exercício
Vigência
Sit.
Início
Fim
*1
780589/2012
00.438.200/0001-20
1.099.952,20
123.000,00
1.099.952,20
-
31.12.12
21.05.14
1
*1
781211/2012
04.685.236/0001-60
200.000,00
15.000,00
200.000,00
-
28.12.12
18.03.14
1
1
797911/2013
01.683.866/0001-07
500.000,00
133.434,37
-
-
30.12.13
30.12.14
1
1
796070/2013
90.836.693/0001-40
100.000,00
2.050,00
-
-
30.12.13
30.12.14
1
1
796085/2013
47.970.769/0001-04
1.000.000,00
100.000,00
-
-
30.12.13
30.12.14
1
4
001/2013
UG 280102
14.0009.910,83
-
7.665.759,49
-
01.10.13
01.10.14
1
4
002/2013
UG 110001
165.000,00
-
165.000
-
18.09.13
31.12.13
4
4
003/2013
UG 110001
97.500,00
-
97.500
-
27.09.13
31.12.13
4
80
4
004/2013
UG 560003
1.000.000,00
-
-
-
12.12.13
12.12.14
1
4
005/2013
UG 280102
192.533,43
-
192.533,43
-
12.12.13
31.12.13
4
4
006/2013
UG 280102
28.657,12
-
28.657,12
-
12.12.13
31.12.14
4
4
007/2013
UG 110001
489.342,00
-
485.133,00
-
12.12.13
31.12.14
4
4
008/2013
UG 154019
299.980,00
171.524,48
249.480,00
-
11.12.2013
11.12.14
1
LEGENDA
Modalidade:
12345-
Convênio
Contrato de Repasse
Termo de Parceria
Termo de Cooperação
Termo de Compromisso
Situação da Transferência:
1234567-
Adimplente
Inadimplente
Inadimplência Suspensa
Concluído
Excluído
Rescindido
Arquivado
81
QUADRO 37 - QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA
Tipologias/
Exercícios
Despesas Variáveis
Vencimentos
e Vantagens
Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações
Fixas
Membros de Poder e Agentes Políticos
13.361,57
3.441,76
2013 170.137,20
Exercícios 2012
2011
Servidores de Carreira que não Ocupam Cargo de Provimento em Comissão
150.721,78
35.261,66
81.198,56
2013 747.053,19
Exercícios 2012
2011
Servidores com Contratos Temporários
Não há ocorrência
Servidores Cedidos com Ônus ou em Licença
Não há ocorrência
Servidores Ocupantes de Cargos de Natureza Especial
93.701,70
14.137,28
2.984,00
2013
Exercícios 2012
2011
Servidores Ocupantes de Cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior
22.765,96
99.118,35
2013 130.984,15 1.381.201,56 225.548,17
Exercícios 2012
2011
Servidores Ocupantes de Funções Gratificadas
Não há ocorrência
Fonte: Registros internos e Sistema DW-SIAPE
Despesas
de
Decisões
Benefícios
Demais
Assistenciais e Despesas Exercícios Judiciais
Previdenciários Variáveis Anteriores
Total
-
-
-
-
186.940,53
-
42.843,95
-
-
-
-
1.057.079,14
-
-
19.211,36
-
-
-
130.034,34
-
13.651,43
-
32.410,87
-
-
-
1.905.680,49
-
-
-
82
QUADRO 41 – REGULARIDADE DO CADASTRO DOS ATOS NO SISAC
Quantidade de atos de acordo com o prazo decorrido entre o fato caracterizador do ato e
o cadastro no SISAC
Exercício de 2013
Tipos de Atos
Até 30 dias
De 31 a 60 dias
Atos Sujeitos ao Registro pelo TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007)
0
0
Admissão
0
1
Concessão de aposentadoria
0
0
Concessão de pensão civil
0
0
Concessão de pensão especial a ex-combatente
0
0
Concessão de reforma
0
0
Concessão de pensão militar
0
0
Alteração do fundamento legal de ato concessório
Total
0
1
Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007)
3
0
Desligamento
0
0
Cancelamento de concessão
0
0
Cancelamento de desligamento
Total
3
0
Fonte: Registros internos e Sistema SIAPE
De 61 a 90 dias
Mais de 90 dias
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
83
Download

2013 - Secretaria da Micro e Pequena Empresa