1 PDTI – Plano Diretor de Tecnologia da Informação 2011-2015 Revisão 1 - 2012 Coordenação Geral de Tecnologia da Informação 2 Controle de Revisão Rev. 001 Natureza da Revisão Versão inicial Data 17/05/12 Elaborador Léo Maranhão de Mello Revisor Carla Dila Lessa/ Paulo Roberto Schenkel de Carvalho/Sérgio Mendes Coelhos 3 Índice 1. Introdução............................................................................................................................. 6 1.1. Motivação.......................................................................................................................... 6 1.2. Finalidade .......................................................................................................................... 6 1.3. Alinhamento Estratégico................................................................................................... 7 1.4. Abrangência e Período ...................................................................................................... 7 1.5. Equipe de Elaboração........................................................................................................ 7 2. Documentos de Referência................................................................................................... 9 3. Princípios e Diretrizes.......................................................................................................... 10 4. Resultados do PDTI em 2011............................................................................................... 12 5. Estrutura Organizacional da TI ............................................................................................ 13 6. Referencial Estratégico de TI............................................................................................... 14 7. Análise SWOT da TI ............................................................................................................. 15 8. Fatores Críticos de Sucesso ................................................................................................. 17 9. Inventário de Necessidades ................................................................................................ 18 10. Plano de Metas................................................................................................................ 21 11. Plano de Ações ................................................................................................................ 29 12. Plano de Pessoas ..................................................................Erro! Indicador não definido. 13. Plano de Investimento e Custeio .................................................................................... 38 14. Plano de Gestão de Riscos............................................................................................... 43 14.1. Identificação e Tratamento dos Riscos ....................................................................... 43 15. Plano Financeiro.............................................................................................................. 58 16. Conclusão ........................................................................................................................ 59 ANEXOS ....................................................................................................................................... 60 ANEXO A – Necessidades não Priorizadas............................................................................... 61 4 Tabelas Tabela 1 – Membros da equipe de revisão do PDTI...................................................................... 7 Tabela 2 – Documentos de Referência para a Elaboração do PDTI .............................................. 9 Tabela 3 – Princípios e Diretrizes para orientar a elaboração e execução do PDTI.................... 10 Tabela 4 – Resultados do PDTI em 2011 ..................................................................................... 12 Tabela 5 – Referencial Estratégico da TI ..................................................................................... 14 Tabela 6 – Análise SWOT da TI da SUSEP.................................................................................... 15 Tabela 7 – Inventário de Necessidades Priorizadas .................................................................... 18 Tabela 8 – Plano de Metas do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 ................................. 23 Tabela 9 – Plano de Ações do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012.................................. 29 Tabela 10 – Plano de Pessoas do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 ............................ 35 Tabela 11 – Plano de Investimento e Custeio do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012.... 40 Tabela 12 – Classificação de Probabilidade de Riscos................................................................. 43 Tabela 13 – Classificação de Impacto dos Riscos * ..................................................................... 43 Tabela 14 – Riscos Identificados e Plano de Tratamento dos Riscos PDTI 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 .......................................................................................................................................... 45 Tabela 15 – Plano Financeiro do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 ............................. 58 Tabela 16 – Necessidades não Priorizadas do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 ........ 61 5 Figuras Figura 1 – Matriz de Exposição dos Riscos................................................................................. 44 6 1. Introdução 1.1. Motivação Apesar da revisão anual do PDTI já prevista, podem ser citados como fatores motivacionais, bem como justificativas para a primeira revisão do Plano Diretor de Tecnologia da Informação na SUSEP: • Alteração dos membros da alta direção da autarquia, do Coordenador-Geral de TI e outros coordenadores da unidade de TI; • Alteração dos membros do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicações (CTIC); • Possibilidade de um melhor alinhamento entre os objetivos de negócio da SUSEP e as metas e ações de TI; • Melhores adequação e direcionamento dos investimentos em recursos de TI, atendendo as necessidades existentes na SUSEP. • Alinhamento das ações da Tecnologia da Informação no âmbito da SUSEP, em alinhamento com as diretrizes do governo federal (Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP e Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação/MP - SLTI) e orientações dos órgãos de controle, sobretudo o Acórdão nº 2746/2010 do TCU sobre a auditoria na SUSEP. 1.2. Finalidade O PDTI da SUSEP é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão de recursos e processos de Tecnologia da Informação que objetiva atender as necessidades de informação do órgão para o período 2011 a 2015. Também deve ser utilizado como premissa para qualquer contratação ou aquisição na área de Tecnologia da Informação, abrangendo a capacitação do quadro de servidores, assim como a melhoria dos processos de governança, de terceirização e de gestão de serviços de Tecnologia e Segurança da Informação. Essa revisão pretende reavaliar o conjunto de informações, diretrizes, necessidades de informações, necessidades de pessoal, de equipamentos e serviços a serem contratados, plano de metas e ações definidos no planejamento que resultou no PDTI 2011 – 2015. Este trabalho pretende ainda demonstrar quais informações coletadas necessitam ser atualizadas de modo a 7 consolidar o orçamento de TI para o exercício vigente e melhor atender às necessidades da autarquia. 1.3. Alinhamento Estratégico O alinhamento do PDTI com o negócio da SUSEP teve como premissa o Planejamento Estratégico 2011-2015. Partindo-se dos Objetivos Estratégicos localizados na página 22 do mesmo, cada Meta do PDTI foi vinculada a um Objetivo Estratégico, com seus respectivos prazos e responsáveis. Um elemento chave para alinhamento do PDTI com as necessidades da SUSEP é a atuação do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação - CTIC. Tal Comitê foi criado pela Deliberação SUSEP Nº 140, de 13 de dezembro de 2010, com a finalidade de alinhar os investimentos em tecnologia da informação e comunicação aos objetivos institucionais da SUSEP e apoiar a priorização de projetos a serem implantados. Cabe ao CTIC desenvolver ações estruturantes e de controle para a plena implantação do alinhamento estratégico. 1.4. Abrangência e Período O PDTI tem validade de cinco anos e aplica-se a todas as unidades administrativas, escritórios e representações regionais da Superintendência de Seguros Privados e outras unidades que venham a surgir durante o período de validade. O documento deve ser observado por todos os servidores da SUSEP, bem como pelos colaboradores que prestarão serviço em razão de Contrato Administrativo e por outros órgãos da Administração Pública de qualquer esfera, instituições de ensino ou empresas privadas quando da execução de ações ou serviços de tecnologia da informação e comunicação mediante acordo, contrato, convênio ou termo congênere. O PDTI tem validade de cinco anos, de 2011 a 2015, existindo a previsão de revisões com periodicidade anual ou a qualquer tempo, no caso de necessidade ou revisão do Planejamento Estratégico. A presente é a primeira revisão do PDTI 2011 – 2015. 1.5. Equipe de Elaboração Para a equipe de revisão do PDTI foram indicados os membros indicados na Tabela 1: Tabela 1 – Membros da equipe de revisão do PDTI Nome Papel Telefone E-mail 8 Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação da SUSEP Léo Maranhão de Mello Carla Dila Lessa Mendes Daniel Mundim Ribeiro Michel Demitrov Paulo Roberto Schenkel de Carvalho Sergio Mendes Coelho Aprovador 3233-4110 [email protected] Coordenador Executor Executor Executor Executor Executor 3233-4157 3233-4156 2117-4698 3233-4157 3233-4157 2117-4530 [email protected] [email protected] daniel.ribeiro @serpro.gov.br [email protected] [email protected] [email protected] 9 2. Documentos de Referência Para a condução dos trabalhos de revisão do PDTI devem-se seguir diretrizes, padrões, normas e orientações do governo. A tabela abaixo apresenta os documentos de referência que serviram como material de apoio e consulta na elaboração do PDTI. Tabela 2 – Documentos de Referência para a Elaboração do PDTI ID Documento DR1 Decreto-lei nº 200/1967 DR2 DR3 Decreto nº 2.271/1997 Instrução Normativa SLTI/MP nº 04/2010 DR4 Acórdão nº 2.746/2010-P DR5 Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI 2011 2012 DR6 Plano Estratégico da SUSEP – Ciclo 2011- 2015 COBIT DR7 DR8 DR10 Nota Técnica Sefti/TCU nº 2/2008 Instrução Normativa GSI/PR nº 1/2008 Decreto 7.579/2011 DR11 Regimento Interno da SUSEP DR12 DR13 Deliberação SUSEP nº 140/2010 Deliberação SUSEP nº 147/2011 DR9 Descrição No art. 10, trata da descentralização de atividades de execução da Administração Federal para possibilitar à Administração se dedicar às tarefas de planejamento, coordenação, supervisão e controle. Trata da Política de terceirização para a Adm. Pública Federal. Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) do Poder Executivo Federal. Relatório de auditoria do TCU. Avaliação de controles gerais de Tecnologia da Informação. Estabelece metas de curto e médio prazos a serem cumpridas pelos órgãos do SISP, em diferentes perspectivas de atuação e propõe a mensuração objetiva de resultados por meio de indicadores. Incentiva e promove a troca de informações, experiências, conhecimento e desenvolvimento colaborativo entre os órgãos que compõem o sistema SISP. Define as diretrizes e ações da SUSEP a serem realizadas no período de 2011 a 2015, com revisão anual a partir do exercício de 2012. Control Objectives for Information and related Technology. Guia de boas práticas dirigido para gestão de tecnologia da informação (TI). Dispõe do uso do Pregão para aquisição de bens e serviços de Tecnologia da Informação. Disciplina a Gestão de Segurança da Informação e Comunicações na Administração Pública Federal, direta e indireta. Dispõe sobre o Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP, do Poder Executivo Federal. Define a estrutura organizacional, responsabilidades e regras de cada uma das áreas da SUSEP. Cria o Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação. Institui a Política de Segurança da Informação e Comunicações – Posic, da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP. 10 3. Princípios e Diretrizes A partir dos documentos de referência, elencados no tópico anterior, foram estabelecidos Princípios e Diretrizes para orientar a elaboração e execução do PDTI. A tabela abaixo apresenta esses Princípios e Diretrizes. Tabela 3 – Princípios e Diretrizes para orientar a elaboração e execução do PDTI ID PD1 PD2 PD3 PD4 PD5 PD6 PD7 PD8 PD9 Princípios e Diretrizes Deve-se maximizar a terceirização de tarefas executivas, para dedicar o quadro permanente à gestão e governança da TI organizacional, limitado à maturidade do mercado, interesse público e segurança institucional/nacional. Toda contratação de serviços deve visar ao atendimento de objetivos de negócio, o que será avaliado por meio de mensuração e avaliação de resultados. O pagamento de serviços contratados deve, sempre que possível, ser definido em função de resultados objetivamente mensurados. Uso preferencial de padrões de desempenho e qualidade que possam ser objetivamente definidos por meio de especificações de bens e serviços de TI usuais na área, cabendo neste caso a licitação por pregão. Todos os serviços e processos de TI, principalmente os que têm caráter crítico para a Organização, devem ser monitorados (planejados, organizados, documentados, implementados, medidos, acompanhados, avaliados e melhorados). As necessidades por produtos e serviços de TI devem estar alinhadas ao planejamento estratégico institucional da SUSEP Aprimorar a gestão de pessoas de TI, através da qualificação de servidores e gestores para o melhor desempenho de suas atribuições, e aprimorar as competências para novos desafios profissionais, seja no aspecto técnico ou gerencial. Deve-se buscar a adoção de padrões de contratação e metodologia de desenvolvimento de software, bem como a padronização do ambiente de Tecnologia da Informação, visando à integração de Soluções de TI no âmbito da Administração Pública Federal Aprimoramento da gestão orçamentária de Origem - Decreto-lei nº 200/1967, art. 10, § 7º e 8º; - Decreto nº 2.271/1997. - Decreto nº 2.271/1997; - Acórdão 2.746/2010-P; - Instrução Normativa SLTI/MP nº 04/2010. - Decreto nº 2.271/1997; - Acórdão 2.746/2010-P; - Instrução Normativa SLTI/MP nº 04/2010. - Acórdão 2.746/2010-P; - Nota Técnica Sefti/TCU nº 2/2008. - COBIT - Control Objectives for Information and Related Technology; - Acórdão 2.746/2010-P. - COBIT - Control Objectives for Information and Related Technology; - Acórdão 2.746/2010-P. - Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI 2011-2012. - Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI 2011-2012. - Acórdão 2.746/2010-P. - Estratégia Geral de Tecnologia da 11 PD10 PD11 PD12 PD13 PD14 PD15 TI para garantir os recursos orçamentários necessários ao cumprimento das metas institucionais. Deve-se priorizar soluções, programas e serviços que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação. Adoção de padrões abertos no desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicação, restringindo o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária, realizando a migração gradativa e considerando a possibilidade de integração entre sistemas ou um sistema integrador. Direcionamento dos esforços em Tecnologia da Informação de modo a suportar os objetivos estratégicos da SUSEP. Priorização de plataforma Web no desenvolvimento de sistemas e interface de usuários. Aderência às decisões e normas do Comitê de Segurança da Informação e Comunicação da SUSEP Aderência às decisões do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação Informação – EGTI 2011-2012; - Acórdão 2.746/2010-P. - Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI 2011-2012. - Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI 2011-2012 - Planejamento Estratégico SUSEP 2011 2015. - Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI 2011-2012 - Instrução Normativa GSI/PR nº 1; - Planejamento Estratégico SUSEP 2011 – 2015. - Deliberação SUSEP nº 140/2010 12 4. Resultados do PDTI em 2011 A tabela a seguir apresenta os resultados obtidos em 2011. As referência às metas é relativa às metas apresentadas no PDTI 2011-2015. Tabela 4 – Resultados do PDTI em 2011 Meta do PDTI 2011-2015 M1 Resultado Foi assinado o contrato da fábrica de software em dezembro de 2011, tendo sido cumprida a ação A2 da meta. M2 Nenhuma das ações foi realizada, entretanto, desde abril até julho/2011, foram realizadas 5 reuniões do CTIC. Com a mudança da administração da SUSEP as reuniões foram interrompidas, tendo sido retomadas em 2012. M3 Em 20 de julho de 2011, a Deliberação SUSEP nº145, instituiu a Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software no âmbito da SUSEP. M4 A Deliberação SUSEP nº 147, de 3 de outubro de 2011, intituiu a Política de Segurança da Informação e Comunicações – Posic. A Portaria SUSEP nº 4.266, de 28 de outubro de 2011, constituiu o Comitê de Segurança da Informação e Comunicações – CSIC. M5 Com relação à ação A1 da meta, foi implantado software para controle dos chamados. Também foi realizado treinamento em ITIL Foundation V3 por 10 servidores lotados na CGETI. M15 A ação A1 da meta foi realizada em parte, com um levantamento dos principais problemas enfrentados no setor de infraestrutura. M16 Foi realizado um levantamento de demandas por sistemas, por meio de questionário preenchido pelas áreas de negócio, tendo sido atendida, em parte a ação A1 da meta. M17 Foram implementados o Portal em 2011 e os fóruns no início de 2012 13 5. Estrutura Organizacional da TI Não houve mudança na estrutura da área de TI da SUSEP, a Coordenação Geral de Tecnologia da Informação - CGETI, desde a aprovação do PDTI 2011-2015. 14 6. Referencial Estratégico de TI Tabela 5 – Referencial Estratégico da TI Missão Prover e integrar soluções de Tecnologia da Informação para agilizar e modernizar os processos da SUSEP, mitigando os riscos operacionais. Visão Ser reconhecida como uma parceira estratégica, contribuindo para maximizar o desempenho da organização. Valores Comprometimento: Atuar com dedicação para alcance dos objetivos. Efetividade: Realizar ações com qualidade e eficiência de modo a cumprir sua função institucional. Ética: Agir com honestidade, integridade e imparcialidade em todas as ações. Inovação: Apresentar e implementar novas ideias, direcionadas à resolução de problemas e ao aperfeiçoamento contínuo dos serviços. Transparência: Praticar ações com visibilidade plena no cumprimento das atribuições. Cooperação: Cultivar o trabalho colaborativo em proveito das relações fraternas e produtivas. 15 7. Análise SWOT da TI A Análise SWOT(1) é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário interno e externo (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma organização. Trata-se de um método que possibilita verificar e avaliar os fatores intervenientes para um posicionamento estratégico da Unidade de TI no ambiente em questão. A análise teve algumas alterações quando comparada a do PDTI de 2011-2015. A tabela a seguir apresenta o resultado da análise dessas atividades junto a Unidade de Tecnologia da Informação da SUSEP. Tabela 6 – Análise SWOT da TI da SUSEP Ambiente Interno Ambiente Externo Forças • Os servidores começam a entender os padrões adotados para Governança de TI e suas consequências. • CTIC atuante. • CSIC atuante. • Equipe altamente comprometida e capacitada tecnicamente. • Planejamento Estratégico instituído. • Processo de Software instituído. Oportunidades • Utilização de consultorias recentemente disponibilizadas pela SLTI em governança de TI, contratação de TI, software público, padronização tecnológica, governo eletrônico, serviços de rede, segurança da informação e interoperabilidade (e-ping). • Expansão do mercado supervisionado. • Acórdão do TCU com impacto positivo para a reestruturação da TI na SUSEP. • Processo de estruturação da TI na administração pública federal. Fraquezas • Sistemas de informações não integrados, redundância de dados e documentos escassos. • Processos e controles de governança de TI não definidos. • Equipe com pouco conhecimento em governança de TI. • Falta de pessoal e espaço físico inadequado para compor uma área de infraestrutura de TI. • Estrutura organizacional da TI não adequada às atribuições da CGETI. • Pouca aderência às ações do PDTI. 1 Ameaças • Restrições orçamentárias. • Dificuldade de adaptação e mudança de cultura pelas áreas de negócios aos novos direcionamentos de gestão de TI. • Tendência da APF de adotar software livre de baixa maturidade e suporte questionável. O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês e é um acrônimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). 16 • Pequeno número de servidores para estruturar a área e, ao mesmo tempo, atender às demandas usuais de TI. • Falta de um padrão tecnológico com relação à sistemas operacionais, pacotes de escritório e linguagens de programação. • Escassez de mão de obra nas áreas de contratos, serviços e licitações causam dificuldades em cumprir metas de contratação e administração de contratos. • Equipe com pouco conhecimento das áreas de negócio. • Falta de experiência na administração de contrato com a fábrica de software em razão da nova métrica de Pontos de Função. 17 8. Fatores Críticos de Sucesso Os Fatores Críticos de Sucesso são as condições que precisam, necessariamente, serem satisfeitas para que o PDTI tenha sucesso, tais como: credibilidade, compromisso e aceitação. Esses fatores precisam ser observados, tornando-se condições fundamentais a serem cumpridas para que a Unidade de TI da SUSEP alcance seus objetivos. Nessa revisão identificamos as seguintes condições: • Participação ativa do CTIC e do CSIC; • Equipe de Tratamento de Incidente de Rede - ETIR instituída; • Todos os Processos de negócios mapeados; • Controle e acompanhamento dos Projetos e Ações derivados do PDTI; • Processos de TI mapeados; • Apoio da Alta Direção da SUSEP; • Disponibilidade orçamentária e de recursos humanos. 18 9. Inventário de Necessidades O Inventário de Necessidades apresenta o conjunto de necessidades cujo atendimento efetivamente contribui , direta ou indiretamente, para o alcance dos objetivos de negócio da organização. As necessidades não priorizadas foram colocadas como um anexo para futuro reexame. Poucas necessidades foram alteradas com relação ao PDTI 2011-2015. No PDTI original as necessidades não foram consolidadas e várias necessidades aparecem duplicadas. Essa revisão manteve essa forma de trabalho, assim sendo, apesar das alterações realizadas para adequar as necessidades à realidade atual, o impacto sobre as metas não foi muito grande. Também foi mantido o método de gravidade, urgência e tendência - GUT para priorizar as necessidades, mantendo o critério de GUT maior ou igual a 40 para atendimento da necessidade. Tabela 7 – Inventário de Necessidades Priorizadas Necessidade (problemas/oportunidades) GUT N69 ID Prover a TI com uma estrutura mínima de gestão e controle 125 N68 Contratação de empresa especializada em contagem de pontos de função 125 N55 Manter Processo de software (desenvolvimento, manutenção e gerenciamento) definido para garantir a produção de software de alta qualidade que atenda aos requisitos de negócio, bem como para embasar as contratações de serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação. 125 N60 Controles que promovam a Segurança de Tecnologia da Informação e Comunicações. 125 N61 Gestão de ativos de informação relacionados a TI no ambiente operacional da SUSEP. 125 N43 Manutenção de contrato do serviço de Manutenção nos sistemas para comportar a demanda prevista no período. 125 N54 Comitê de Tecnologia da Informação composto por representantes das diversas áreas da SUSEP e que se responsabilize por alinhar os investimentos de TI com os objetivos institucionais e apoiar a priorização de projetos. Aperfeiçoar a gestão orçamentária e contratual de TI. 125 N41 Criação de uma estratégia para contratação de serviços de TI, incluindo os tipos de serviços passíveis de terceirização e método de avaliação dos serviços contratados. 100 N56 Estrutura de gerência de projetos de TI. 100 N9 100 19 Criação de uma Política de Alocação de pessoal interno de TI, incluindo um Quadro de Alocação em relação aos processos de TI, que indique os papéis desempenhados. Processo de Gestão de Incidentes de serviços de TI implantado, formalizado e controlado. 100 N58 Processo de Gestão de Configuração de serviços de TI implantado, formalizado e controlado. 100 N59 Procedimentos de Gestão de Mudanças formalizado. 100 N51 Melhoria no serviço de Correio Eletrônico. 100 N21 Criação e divulgação de um portfólio de serviços de TI, formalizado e mensurável. 80 N11 Sistemas de informações integrados e documentados para eliminar a redundância de dados. 80 N13 Formalização e adequação da estrutura organizacional da TI em relação às suas atribuições atuais (Escritório de Projetos, Qualidade, Banco de Dados, Contagem de Pontos de função, etc). 80 N44 Serviço de Datacenter para comportar a demanda prevista no período. 80 N47 Contratação de serviço de Fábrica de Software para novos sistemas. 80 N50 Melhoria no serviço de Rede de Longa Distância. 80 N53 Aumento quantitativo do quadro de servidores de TI. 80 N48 Serviço de Manutenção de Equipamentos de Rede. 80 N10 Processos internos de TI mapeados, formalizados, mensurados e otimizados. 64 N36 Criação de um processo de gestão de capacidade. 64 N70 Contratação de empresa para a central de serviços TI. 64 N3 Promover o desenvolvimento da equipe de TI, especialmente em Governança de TI. 60 N37 Criação/formalização dos ambientes de desenvolvimento, homologação e produção. 50 N4 Garantir a infraestrutura de TI para atender as demandas da organização. 50 N23 Melhorias na recepção de dados do Mercado pela SUSEP. 48 N34 Integração entre sistemas da SUSEP e sistemas Governamentais (SIAFI, SIAPE, SCDP, SIORG e SIOP). 45 N35 Ampliação do acesso à rede da SUSEP remotamente para casos de serviço externo. 45 N15 Disponibilização de novos canais eletrônicos de divulgação de informações na SUSEP. Necessidade de melhorias nos sistemas atuais. 40 N52 N57 N29 100 40 20 N6 Padronizar e controlar plataformas e arquiteturas tecnológicas. 40 N42 Manutenção de contrato do Serviço de Impressoras, para comportar a demanda prevista no período. 40 N45 Serviço de Certificação Digital, para comportar a demanda prevista no período. 40 N49 Ampliação do Cabeamento estruturado. 40 Assim, o inventário de necessidades priorizado é resultado de uma avaliação organizacional, do relacionamento entre os objetivos estratégicos da SUSEP e os da TI (Referencial Estratégico de TI), identificação das diretrizes estratégicas para o PDTI, análise SWOT, avaliação das necessidades de informação, serviços, infraestrutura, pessoal, entre outros. A partir das necessidades identificadas foram definidas metas, ações e recursos financeiros necessários para o período do PDTI. As próximas seções apresentarão cada um desses planos específicos. 21 10. Plano de Metas O Plano de Metas expressa o alinhamento da unidade de TI com as metas do órgão e também com as metas definidas na Estratégia Geral de TI da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação - SLTI/MPOG. Consiste em identificar, considerando-se as necessidade priorizadas, as metas a serem perseguidas durante o período de execução do PDTI. As metas estabelecem ou contribuem para um objetivo de negócio da organização, ou mais de um. Elas são acompanhadas por indicadores que medem o alcance da meta em determinado prazo. A tabela a seguir apresentadas as metas do PDTI. Ao final tem-se uma legenda para entendimento do significado dos principais campos da tabela: 22 23 Tabela 8 – Plano de Metas do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 Origem da meta Meta M1 M2 M3 Descrição da Meta Alinhamento dos contratos de TI (manutenção e novos) com a Estratégia de Contratação de Serviços de TI Melhoria do funcionamento do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) Aperfeiçoamento da execução do Processo de Software Indicadores Estratégia de Contratação de TI criada % dos contratos firmados Valor Prazo Sim/Não ago/12 50% dez/12 75% dez/13 100% dez/14 % das ações de TI alinhadas com decisões do CTIC 100% jul/12 Feita a apresentação da metodologia? Sim/Não ago/12 Feita a apresentação da fábrica de software? Sim/Não ago/12 % de novos projetos aderentes ao Processo de Software 100% - % dos controles de segurança de TIC implantados 80% dez/14 40% dez/12 65% dez/13 90% dez/14 M4 Criação de controles para a Segurança de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) M5 Implantação dos principais processos do % dos processos do COBIT COBIT implantados TCU √ √ √ Necessidades Objetivos Estratégicos N68, N55, N43, N9, N41, N47, N48, N42, N45, N44, N70 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional N54 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional √ N55, N11, N29 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional √ N60, N61 3. Reestruturar os processos institucionais N69, N57, N58, N59, N10, N36. 3. Reestruturar os processos institucionais EGTI √ 24 M6 M7 Aperfeiçoamento da Gestão orçamentária e contratual de TI Adequação e formalização da estrutura da área de TI % de contratações seguindo a IN04 100% - % de aderência ao procedimento de controle orçamentário definido 100% abr/13 √ Nº de pessoas treinadas em gestão orçamentária 5 dez/14 Nº de pessoas treinadas em gestão de contratos 15 dez/14 % da estrutura de TI formalizada e adequada Estudo elaborado M8 M9 Elaboração de estudo técnico qualitativo % de adequação do e quantitativo do quadro da área de TI, para a fundamentação de futuros pleitos quadro de pessoal de TI em consonância de ampliação de pessoal de TI com a Política de Alocação de Pessoal de TI Aperfeiçoamento dos serviços de Correio Eletrônico e Rede de Longa Distância Estabelecer processo para identificação de problemas de correio eletrônico e rede de longa distância 75% dez/14 Sim/Não jun/12 80% Sim/Não √ N9 3. Reestruturar os processos institucionais √ √ N56, N13 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional √ √ N52, N53 6. Rever a política de desenvolvimento dos servidores N51, N50 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional dez/14 dez/12 25 % dos problemas de rede de longa distancia e correio eletrônico identificados, solucionados M10 M11 M12 90% dez/14 70% dez/12 100% dez/14 Servidor alocado? Sim/Não jul/12 Mapeamento das bases de dados em relação aos sistemas e documentação feita? Sim/Não dez/12 % do Portfólio de Formalização, mensuração e divulgação serviços de TI, do Portfólio de Serviços de TI. formalizado e mensurável Integração, documentação e eliminação da redundância de dados dos sistemas de informações. Estratégia de atuação definida? Sim/Não dez/13 % implementação das ações definidas 70% dez/15 % dos processos Gerenciamento dos principais processos internos de TI internos de TI mapeados Indicadores definidos? 80% dez/12 Sim/Não dez/12 √ N21 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional N11, N29, N34 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional N10, N59, N58, N57, N60, N69, N55, N25 3. Reestruturar os processos institucionais 26 Método de avaliação e melhoria de processos definido? Sim/Não dez/13 Processos sendo otimizados? Sim/Não dez/14 100% dez/12 % dos gestores de TI capacitada em governança de TI M13 Capacitação da equipe em governança de TI. % da equipe de TI capacitada em governança de TI 50% dez/13 % da equipe de TI capacitada em governança de TI 80% dez/14 Sim/Não set/12 50% dez/12 100% dez/14 100% dez/13 15% dez/12 40% dez/13 Estudo de melhorias de infraestrutura elaborado M14 Melhoria da Infraestrutura de TI para atender as demandas da organização % de melhorias implementadas Manutenção do parque computacional de ponta em garantia M15 Melhorias nos sistemas atuais (ex. melhoria na recepção de dados do mercado) e novos sistemas na SUSEP % de demandas de software atendidas por ano √ √ N3 6. Rever a política de desenvolvimento dos servidores N4, N37, N29,N23, N49 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional N29, N23, N11, N34, N15 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho 27 Definição dos padrões de software e arquitetura M16 Padronização de plataformas e arquiteturas tecnológicas Definição de mecanismos de controle de plataformas e arquiteturas tecnológicas % de plataformas aderentes ao padrão M17 Ampliação do acesso à rede SUSEP para usuários em serviço externo % de usuários atendidos 70% dez/14 85% dez/15 100% dez/12 100% dez/12 30% dez/13 50% 70% dez/14 dez/15 100% dez/13 institucional N6 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional N35 4. Prover ferramentas e tecnologias visando à melhoria do desempenho institucional 28 Onde: Meta ID das metas do PDTI Descrição da Meta Descritivo das metas do PDTI. Indicadores Indicadores utilizados para medir o progresso do alcance das metas. Valor Meta a ser atingida num período determinado. Prazo Prazo para alcance da meta de acordo com o valor do indicador definido. TCU Indica se a meta está associada a algum apontamento de acórdãos do TCU. EGTI Indica se a meta está associada a alguma meta definida na EGTI (Estratégia Geral de TI – SLTI/MPOG). Necessidades Indica quais necessidades deram origem à meta. Objetivos Estratégicos Indica a que Objetivos Estratégicos do Planejamento Estratégico 2011-2015 a meta está alinhada. 29 11. Plano de Ações O Plano de Ações é o planejamento do acompanhamento e execução das ações previstas no PDTI, com identificação dos principais responsáveis (área que responderá pelo resultado da ação), demais envolvidos e recursos identificados como necessários. Mais adiante os recursos que se relacionam a capacitação de pessoal serão detalhados na seção Plano de Pessoas e os recursos financeiros necessários para as ações serão tratados em detalhes na seção Plano de Investimento e Custeio. As ações são um conjunto de tarefas que deverão ser cumpridas para que, em conjunto, tenham o objetivo de produzir o alcance da meta associada, no prazo estabelecido no Plano de Metas. A seguir são apresentadas as ações do PDTI. Tabela 9 – Plano de Ações do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 Ação Descrição da Ação Responsável Principal Demais Envolvidos Pessoas de TI Recursos Necessários META 1 - Alinhamento dos contratos de TI (manutenção e novos) com a Estratégia de Terceirização de Serviços de TI A1 Criar a Estratégia de Contratação de Serviços de TI. CGETI - 2 A2 Renovar contrato de serviço de Datacenter. COSIS COMAP / DILIC 2 COINF COMAP / DILIC / Demandantes 6 COSUP COMAP / DILIC / SEGER 2 COSUP / COSIS COMAP / DILIC 2 COSIS COMAP / DILIC / Demandantes 2 COSIS COMAP / DILIC 2 COSUP / COSIS COMAP / DILIC 2 COINF/COSIM COMAP / DILIC 2 A3 A4 A5 A6 A7 A8 A9 Contratar Fábrica de Software para atender às demandas de desenvolvimento de novos sistemas. Renovar contrato de Serviço de Impressoras. Contratar serviço de help desk e suporte de 2º nível. Renovar contrato de serviço de Certificação Digital. Contratar serviço de Manutenção de Equipamentos de Rede. Contratar serviço de Cabeamento e Infraestrutura. Contratar consultoria para contagem de pontos de função. Conhecimento de Governança de TI (Cobit 4.1), Legislação específica (Lei 8.666/92, IN04/2010), Manual de Contratação da SLTI, gestão de contratos e da cultura e funcionamento da instituição, em particular da área de TI. META 2 - Melhoria do funcionamento do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) 30 A10 Levar ao comitê as demandas de software e assuntos estratégicos. CGETI - 1 A11 Alinhar ações implementadas pela TI às deliberações do Comitê. CGETI - 1 META 3 - Aperfeiçoamento da execução do Processo de Software Apresentar a metodologia para toda a CGETI A12 SUSEP com foco no usuário final. Apresentar o processo COSIM/COINF A13 de trabalho com a fábrica de software. Aperfeiçoar execução do contrato de COMAP / DILIC / COINF / COSIM A14 manutenção dos Demandantes sistemas existentes. A15 A16 A17 A18 A19 Definição de gestores para os sistemas. Alocar Gerentes de Projeto, nos projetos de desenvolvimento de novos sistemas, para garantir a execução da metodologia, documentação e controle do projeto. Estudar, selecionar e institucionalizar ferramenta de gestão de projetos. Melhorar, implantar e institucionalizar a gestão de configuração. Estudar, selecionar e institucionalizar ferramenta de gestão de configuração. CTIC Áreas da SUSEP Conhecimento dos objetivos da criação e funcionamento de um Comitê de TI e Estratégias Gerais de Tecnologia da Informação – EGTI. 1 1 6 1 Conhecimento sobre metodologia de gestão de projetos COINF - 1 COINF - 3 COINF / COSIM - 3 COINF / COSIM 4 META 4 - Criação de controles para a Segurança de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) A20 A21 A22 A23 A24 Implantar a ETIR. Sugerir Normas Complementares de Segurança de TIC de acordo com a Política de Segurança da Informação. Avaliar a necessidade de contratação de consultoria em segurança de TIC. Definir os controles de segurança da informação de TIC. Implantar os controles definidos. Comitê de Segurança da Informação e Comunicação (SIC) CGETI 4 ETIR Comitê de Segurança da Informação e Comunicação (SIC) 4 ETIR Comitê de SIC 4 ETIR Comitê de SIC 4 ETIR COSIS, COSUP, COINF, COSIM 4 Conhecimento de gestão de segurança da informação, ISO 27002, 27001, 27005, 15999, Política de Segurança de Informação da SUSEP, Instrução Normativa 01/2008 - GSI 31 A25 Estabelecer procedimentos de inventário e classificação de ativos de informação da TI. CGETI Comitê de SIC 5 META 5 - Implantação dos principais processos do COBIT A26 Treinar servidores sobre Governança / COBIT. CGETI COSIS / COSUP/COINF/COSIM 4 Conhecimento em COBIT A27 Levantar os processos de trabalho atuais e compará-los aos processos principais do COBIT . COSIS / COSUP/COINF/COSI M CGETI 3 Sistemas de apoio para operacionalizar os processos implantados. A28 Implantar da estrutura do COBIT e Objetivos de Controle . COSIS / COSUP/COINF/COSI M 3 Pessoas capacitadas para implantar os processos e operar os sistemas. CGETI META 6 - Aperfeiçoamento da Gestão orçamentária e contratual de TI Treinar servidores em CODES CGETI A29 gestão orçamentária de TI. Treinar servidores em CODES CGETI A30 gestão contratual de TI. Definir e formalizar procedimento de planejamento de contratação de TI e DIRAD CGETI / CGADM A31 gestão de contratos, com base na IN04/2010 e o Manual de Contratações de Soluções de TI. Definir e formalizar procedimento de DIRAD CGETI / CGPLA A32 controle orçamentário de TI. - - Conhecimento em gestão de contratos, legislação específica (Lei 8.666/92, IN04/2010), Manual de Contratação da SLTI, processo orçamentário. - META 7 - Adequação e formalização da estrutura da área de TI Realizar estudo de CGETI 6 A33 reestruturação da área de TI. Apresentar soluções de Conhecimento dos CGETI 1 A34 reestruturação para a processos da TI, gestão alta administração. de Pessoas e Criar estrutura formal Governança de TI DIRAD A35 de Gerenciamento de (Cobit 4.1). Projetos de TI. Implementar a DIRAD A36 reestruturação da área TI. META 8 - Elaboração de estudo técnico qualitativo e quantitativo do quadro da área de TI, para a fundamentação de futuros pleitos de ampliação de pessoal de TI Criar quadro de Conhecimento dos alocação em relação aos processos de TI, gestão CGETI CGPLA 3 de Pessoas e A37 processos de TI, que indique os papéis Governança de TI desempenhados. (Cobit 4.1). Elaborar estudo sobre necessidade de CGETI CGPLA 5 A38 aumento, redução ou realocação de pessoal. 32 A39 Solicitar adequação do quadro de servidores de TI. CGETI - 1 META 9 - Aperfeiçoamento dos serviços de Correio Eletrônico e Rede de Longa Distância A39 A40 A41 A42 A43 Implementar processo de monitoração e controle da rede de longa distância. Identificar e avaliar problemas e soluções para o serviço de Rede de Longa Distância. Implementar soluções identificadas para o serviço de Rede de Longa Distância. Implementar cliente de email para uso dos funcionários da SUSEP. Revisar política de armazenamento local do Correio Eletrônico. COSIS - 2 COSIS - 2 COSIS - 2 COSIS / COSUP - 2 COSIS / COSUP - 2 META 10 - Formalização, mensuração e divulgação do Portfólio de Serviços de TI. Identificar os serviços CGETI A44 de TI. Criar um portfólio de serviços de TI, CGETI A45 formalizado e mensurável. A46 Divulgar o portfólio de serviços de TI. CGETI - Conhecimento das necessidades de infraestrutura da SUSEP. 5 2 Sistema de informação para divulgação do Portfólio de Serviços de TI. 1 META 11 - Integração, documentação e eliminação da redundância de dados dos sistemas de informações. A47 A48 A49 A50 A51 A52 Alocar e capacitar servidor em administração de banco de dados. Melhorar guia técnico de padrões de banco de dados. Definir responsabilidades e atuação do Administrador de Banco de Dados. Mapear as bases de dados em relação aos sistemas e documentálas minimamente. Definir estratégia de atuação para minimizar os problemas de integridade referencial, redundância de dados e defasagem tecnológica . Executar as ações conforme estratégia definida. CGETI - 1 COINF / COSIM 1 COINF / COSIM 1 COSIM / COINF - 3 COSIM / COINF - 3 COSIM / COINF - A definir META 12 - Gerenciamento dos principais processos internos de TI Conhecimento dos processos da SUSEP e sistemas, de banco de dados e arquitetura de software. Conhecimento da notação BPM. 33 A53 A54 A55 Treinar pessoal em notação BPM e na metodologia de mapeamento de processos. Mapear os processos internos de TI. Formalizar os processos internos de TI. CODES CGETI 6 CGETI - 6 CGETI SEGER 2 A56 Definir indicadores. CGETI - 2 A57 Definir método de avaliação e melhoria de processos CGETI - 2 - - - N/A META 13 - Capacitação da equipe em governança de TI. Capacitar equipe em CODES A58 governança de TI. Disseminar o CGETI A59 conhecimento em governança de TI. Conhecimento do funcionamento da área de TI. Conhecimento da notação BPM e da metodologia de mapeamento de processos. META 14 - Melhoria da Infraestrutura de TI para atender as demandas da organização A60 A61 Elaborar um estudo sobre as melhorias necessárias na infraestrutura de TI. Renovar o parque computacional de acordo com a política de atualização de equipamentos. COSIS - 3 COSUP Demandantes 2 A62 Criar e formalizar o ambiente de desenvolvimento. COSIS COINF / COSIM 2 A63 Criar e formalizar o ambiente de homologação.. COSIS COINF / COSIM 2 A64 Criar e formalizar o ambiente de produção. COSIS COINF / COSIM 2 A65 Implementar melhorias de infraestrutura conforme o estudo. COSIS COINF / COSIM A definir Conhecimento das necessidades de infraestrutura da SUSEP. Capacidade de processamento e armazenamento necessários para criação dos ambientes de desenvolvimento, homologação e produção. META 15 - Melhorias nos sistemas atuais (ex. melhoria na recepção de dados do mercado) e novos sistemas na SUSEP A66 A67 A68 A69 Implementar sistema para controle e monitoração das demandas. Consolidar e priorizar as demandas. Implementar as demandas priorizadas. Avaliar alternativas que melhorem a recepção de dados do Mercado pela SUSEP. CGETI 1 COINF / COSIM Comitê de TIC 3 COINF / COSIM - A definir COSIM - 2 Sistema de Informação para consolidar as demandas. Conhecimento da metodologia de desenvolvimento de software e das plataformas tecnológicas definidas. 34 A70 Implementar a melhor alternativa encontrada na atividade anterior. COSIM - META 16 - Padronização de plataformas e arquiteturas tecnológicas Definir e documentar padrão de plataformas e COSUP/COSIS/COINF/ CTIC A71 arquiteturas COSIM tecnológicas. Treinar os servidores em tecnologias existentes, com foco COSUP/COSIS/COINF/ CODES A72 principal nas COSIM tecnologias selecionadas. Planejar a transição para COSUP/COSIS/COINF A73 os padrões definidos. /COSIM Implementar padrão de plataformas e COSUP/COSIS/COINF A74 arquiteturas /COSIM tecnológicas. Definir mecanismos de controle de plataformas CGETI A75 e arquiteturas tecnológicas. A definir 5 TODOS 5 Conhecimento dos padrões e plataformas tecnológicas de maior utilização no mercado, diretrizes do governo federal, EGTI. TODOS 5 META 17 - Ampliação do acesso à rede SUSEP para usuários em serviço externo A75 Levantar necessidade de acesso e quantitativo de potenciais usuários. COSUP CGFIS / Demandantes 2 A76 Disponibilizar acesso à rede SUSEP para casos de serviço externo. COSIS CGADM 1 Política de Segurança da Informação e Comunicações – POSIC, Meio físico para comportar a demanda Onde: Ação Descrição da Ação Responsável Principal Demais Envolvidos Pessoas de TI Recursos Necessários Identificador da ação. Descritivo das ações necessárias para o cumprimento da meta. Responsável principal pela realização da ação, que responde pela sua execução. Envolvidos que precisam realizar ações, mesmo que secundárias, para que a ação seja realizada com sucesso. Quantidade requerida de pessoas de TI para realização da ação. Recursos necessários para a ação (maior detalhamento pode ser visto no Plano de Pessoas e no Plano de Investimento e Custeio). 12. Plano de Pessoas O objetivo do Plano de Pessoas é relacionar, diante das metas e ações do PDTI, as necessidades especificamente relacionadas aos temas pessoal e capacitação. 35 Vale destacar que a capacitação objetiva o desenvolvimento dos servidores nas competências necessárias ao cumprimento das metas e ações do PDTI. Estas por sua vez, estão alinhadas ao Planejamento Estratégico da SUSEP para auxiliar no cumprimento dos objetivos e desafios da instituição. A seguir são descritas as Ações de Pessoal, com seus respectivos custos (estimados em função da visão atual da abrangência das ações e serão revisto à medida em que as ações forem sendo executadas), prazos, ações e metas relacionadas no PDTI. A quantidade prevista de pessoas é uma estimativa de necessidade mínima de pessoas, que deverá ser reavaliada no momento da execução das ações. Tabela 10 – Plano de Pessoas do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 Ações Meta Descrição das Ações de Pessoal Relacionadas Quantidade Prazo Custo META 1 - Alinhamento dos contratos de TI (manutenção e novos) com a Estratégia de Terceirização de Serviços de TI M1 Criar a Estratégia de Terceirização de Serviços de TI. A1 2 ago/12 N/A Disseminar aspectos de Governança de TI (Cobit 4.1), Legislação específica (Lei 8.666/92, IN04/2010), Manual de Contratação da SLTI e gestão de contratos. A1-A9 10 dez/13 A definir* 1 jul/12 N/A META 3 - Aperfeiçoamento da execução do Processo de Software M3 Alocar Gerentes de Projeto, nos projetos de desenvolvimento de novos sistemas, para garantir a execução da metodologia, documentação e controle do projeto. A16 META 4 - Criação de controles para a Segurança de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) M4 Treinar pessoal em gestão de segurança da informação, ISO 27002, 27001, 27005, 15999. A21-A25 3 dez/13 N/A Alocar pessoal de TI a definir e garantir os controles de Segurança da Informação e Comunicações (TIC). A21-A25 2 dez/13 N/A A26 8 dez/13 R$ 14.400,00 R$8.450,00 META 5 - Implantação dos principais processos do COBIT M5 Treinar pessoal em COBIT. META 6 - Aperfeiçoamento da Gestão orçamentária e contratual de TI Treinar pessoal em gestão orçamentária de TI. A29 5 dez/14 Treinar pessoal em gestão contratual de TI. A30 15 dez/14 R$32.850,00 M6 META 8 - Elaboração de estudo técnico qualitativo e quantitativo do quadro da área de TI, para a fundamentação de futuros pleitos de ampliação de pessoal de TI 36 M8 Criar quadro de alocação em relação aos processos de TI, que indique os papéis desempenhados. A37 3 jun/12 N/A Elaborar estudo sobre necessidade de aumento, redução ou realocação de pessoal. A38 5 jun/12 N/A META 11 - Integração, documentação e eliminação da redundância de dados dos sistemas de informações. M11 Alocar e capacitar servidor em administração de banco de dados. A47 1 dez/12 N/A A53 6 jul/12 N/A Treinar pessoal em Governança de TIC na administração pública. A58 5 dez/12 R$ 6.000,00 Treinar pessoal em Governança de TIC na administração pública. A58 9 dez/13 R$ 10.800,00 Treinar pessoal em Governança de TIC na administração pública. A58 9 dez/14 R$ 10.800,00 Treinar servidores em CMNI. A58 6 dez/14 R$ 8.700,00 Treinar servidores em gestão de pessoas. A58 5 dez/13 R$ 10.000,00 Disseminar o conhecimento em governança de TI. A59 N/A dez/14 A definir* META 12 - Gerenciamento dos principais processos internos de TI M12 Treinar pessoal em notação BPM e na metodologia de mapeamento de processos. META 13 - Capacitação da equipe em governança de TI. M13 META 16 - Padronização de plataformas e arquiteturas tecnológicas M16 Treinamento em Modelagem de Requisitos. A72 4 dez/12 R$ 9.400,00 Treinamento em Design Web. A72 3 dez/13 R$ 4.500,00 Treinamento em desenvolvimento .Net. A72 5 dez/12 R$ 15.000,00 Treinamento em UML. A72 7 dez/14 R$ 10.500,00 Treinamento em SQL SERVER. A72 2 dez/12 R$ 7.500,00 Treinamento em Teste de Software. A72 7 dez/14 Treinamento em Pontos de Função. A72 4 dez/13 R$ 6.000,00 Treinamento Técnico – Admin. de Serviços Linux. A72 4 dez/14 R$ 10.500,00 R$ 18.000,00 37 Treinamento Técnico – Admin. de Servidores Linux. A72 4 dez/14 R$ 18.000,00 Treinar pessoal nas tecnologias e arquiteturas definidas. A72 A definir* dez/14 A definir** * A ação de disseminação pode se relacionar com uma simples multiplicação interna (sem custo) como reuniões, fóruns e treinamentos internos ou pode gerar uma contratação de treinamento externo específico. Essa avaliação será feita ao longo do ciclo do PDTI, onde ocasionalmente será revisada a coluna de custo caso se aplique. ** Embora alguns treinamentos já estejam previstos, esta meta possui uma ação inicial de estudar as tecnologias e arquiteturas a serem padronizadas na TI da SUSEP. Dessa forma, só será possível definir precisamente o plano completo de treinametnos e o devido custo, após a conclusão dessa ação. Onde: ID Meta Descrição das Ações de Pessoal Ações Relacionadas Quantidade Prazo Custo Identificador da meta que deu origem a ação. Descritivo da ação de pessoal ou treinamento. Ações do PDTI que deram origem as ações de pessoal ou treinamento. Número de pessoas alocadas (estimativa mínima) na tarefa ou número de pessoas a serem treinadas. Prazo de conclusão das atividades de pessoal ou treinamento Custo estimado das ações de pessoal ou treinamento 38 13. Plano de Investimento e Custeio No Plano de Investimento e Custeio são relacionados os investimentos em equipamentos, software, treinamentos, aquisições, contratações, entre outros necessários à manutenção e expansão dos serviços de TI na SUSEP, de acordo com o Plano de Metas e Ações. A tabela abaixo apresenta as aquisições necessárias para o cumprimento das metas estabelecidas neste PDTI. Importante ressaltar que os valores demonstrados são estimados e serão reavaliados a cada revisão do PDTI. Ao final da tabela é apresentada uma legenda com o descritivo dos campos da tabela. 39 40 Tabela 11 – Plano de Investimento e Custeio do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 Meta Descrição Custo Estimado Valores Anuais estimados Tipo Valor Unitário Quantidade 2012 2013 2014 2015 Investimento R$ 560,00 / ponto de função 5000 / ano R$ 2.800.000,00 R$ 3.024.000,00 R$ 3.265.920,00 R$ 3.527.193,60 Custeio R$ 335.000,00 por mês 48 meses R$ 3.760.000,00 R$ 4.060.800,00 R$ 4.385.664,00 R$ 4.736.517,12 Investimento R$ 600,00 / ponto de função 2500 / ano R$ 0,00 R$ 1.500.000,00 R$ 1.500.000,00 R$ 1.500.000,00 Serviços de Impressoras Custeio R$ 0,19 / por página 3.000.000 R$ 528.000,00 R$ 570.240,00 R$ 615.859,20 R$ 665.127,94 Contratar serviço de helpdesk e suporte de 1º e 2º níveis Custeio R$ 30,00 / estação mensal 650 estações, 48 meses R$ 234.000,00 R$ 252.720,00 R$ 272.937,60 R$ 294.772,61 Serviço de Certificação Digital de usuários (certificado A3) Custeio R$ 150,00 / certificado (Validade 3 anos) 250 certificados / ano R$ 47.750,00 R$ 47.750,00 R$ 0,00 R$ 11.100,00 Serviço de Certificação Digital de equipamentos Custeio R$ 800,00 / certificado 1 R$ 800,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Serviços de Manutenção de Equipamentos de Rede Custeio R$ 10.000,00 / mês 48meses R$ 120.000,00 R$ 120.000,00 R$ 120.000,00 R$ 120.000,00 Serviço de Cabeamento Custeio R$ 540,00 / ponto de rede instalado 150 R$ 100.000,00 R$ 125.000,00 R$ 140.000,00 R$ 160.000,00 Consultoria de Pontos de Função Custeio R$ 300 / hora 60 / mês R$ 216.000,00 R$ 233.280,00 R$ 251.942,40 R$ 272.097,79 Serviço de manutenção do no-break Custeio R$ 1.000,00/mês 1 R$ 12.000,00 R$ 12.000,00 R$ 12.000,00 R$ 12.000,00 Serviço de Infraestrutura Custeio R$ 10.000,00 / mês 48 meses R$ 120.000,00 R$ 120.000,00 R$ 120.000,00 R$ 120.000,00 M3 Filiação ao IFPUG Custeio R$2.000,00/ano 4 anos R$2.000,00 R$2.000,00 R$2.000,00 R$2.000,00 M4 Treinamento em segurança da informação Custeio 4 pessoas R$ 4.000,00 R$ 4.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 M5 Treinamento em COBIT Custeio 8 pessoas R$ 6.400,00 R$ 6.400,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Treinamentos em gestão orçamentária de TI Treinamentos em gestão contratual de TI 5 pessoas R$ 3.380,00 R$ 3.380,00 R$ 1.690,00 R$ 0,00 M6 15 pessoas R$ 13.140,00 R$ 13.140,00 R$ 6.570,00 R$ 0,00 Serviço de Manutenção dos sistemas existentes Serviço de Datacenter, rede WAN, internet, email, VPN Serviço de Desenvolvimento de novos sistemas M1 Custeio Custeio R$ R$ 2.000,00 / pessoa R$ 1.600,00 / pessoa R$ 1.690,00 / pessoa R$ 2.190,00 / pessoa 41 M13 Treinamento no modelo da maturidade CMMI Treinamento em Governança de TIC na Admin. Pública 6 pessoas R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 8.700,00 R$ 0,00 23 pessoas R$ 6.000,00 R$ 10.800,00 R$ 10.800,00 R$ 0,00 5 pessoas R$ 0,00 R$ 10.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Custeio Renovação do parque computacional Investimento R$ 2300,00 / notebook e R$ 2.000,00/desktop 650 máquinas, 36 meses R$ 342.600,00 R$ 540.000,00 R$ 440.000,00 R$ 342.600,00 Investimento R$ 500.000,00 1 R$ 500.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Investimento R$ 200.000,00 1 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 200.000,00 R$ 0,00 Investimento R$ 120.000,00 3 R$ 0,00 R$ 360.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Investimento R$ 500.000,00 6 R$ 500.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 500.000,00 Custeio R$ 150.000,00/ano R$ 150.000,00 R$ 150.000,00 R$ 150.000,00 R$ 150.000,00 Antivírus Investimento R$ 200 / estação R$ 140.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Compra do SQL Server 2012 Investimento R$ 100.000,00 2 R$ 0,00 R$ 200.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Investimento - 650 estações e 13 servidores R$ 150.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Custeio R$ 300 / hora 150 horas R$ 45.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 4 pessoas R$ 4.700,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 3 pessoas R$ 1.500,00 R$ 3.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 5 pessoas R$ 7.500,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 7 pessoas R$ 3.000,00 R$ 4.500,00 R$ 3.000,00 R$ 0,00 5 pessoas R$ 7.500,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 7 pessoas R$ 0,00 R$ 4.500,00 R$ 6.000,00 R$ 0,00 4 pessoas R$ 0,00 R$ 3.000,00 R$ 3.000,00 R$ 0,00 Servidor de Arquivos e Controlador de Domínio(sede e regionais) Aluguel de solução UTM Compra do Windows Server 2008 + CALs M16 Custeio R$ 1.450,00 / pessoa R$ 1.790,00 / pessoa R$ 2.000,00 / pessoa Treinamento em Gestão de Pessoas Projeto de modernização dos Switches de rede Projeto de Infraestrutura de rede Wireless Projeto de Infraestrutura local de videoconferência M14 Custeio Consultoria de Migração de Windows 2000 para Windows 2008 Treinamento em Modelagem de Requisitos Custeio Treinamento em Design Web Custeio Treinamento em desenvolvimento .Net Custeio Treinamento em UML Custeio Treinamento em SQL Server Custeio Treinamento em Teste de Software Custeio Treinamento em Pontos de Função Custeio R$ 2.350,00 / pessoa R$ 1.500,00 / pessoa R$ 1.500,00 / pessoa R$ 1.500,00 / pessoa R$ 1.500,00 / pessoa R$ 1.500,00 / pessoa R$ 1.500,00 / pessoa Sede e Regionais 700 estações 42 Treinamento Técnico – Admin. de Servidores Linux Treinamento Técnico – Admin. de Serviços Linux Cursos a serem definidos em função do estudo de plataformas e arquiteturas tecnológicas M17 R$ 3.000,00 / pessoa R$ 3.000,00 / pessoa Custeio 6 pessoas R$ 9.000,00 R$ 0,00 R$ 9.000,00 R$ 0,00 6 pessoas R$ 9.000,00 R$ 0,00 R$ 9.000,00 R$ 0,00 15 pessoas R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 22.500,00 R$800 PRO / R$500 STD R$ 4.000,00 / licença R$ 2.000,00 / licença R$ 5.000,00 por licença 130 PRO e 520 STD R$ 204.000,00 R$ 160.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 17 licenças R$ 28.000,00 R$ 40.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 2 licenças R$ 0,00 R$ 4.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 2 licenças R$ 0,00 R$ 10.000,00 R$ 0,00 R$ 0,00 Custeio R$ 1.500,00 / pessoa Custeio Aquisição de MSOffice Investimento Aquisição de Ferramenta de Desenvolvimento Investimento Aquisição de Corel Draw Investimento Aquisição ACL Investimento Aquisição de software em função do estudo de plataformas e arquiteturas tecnológicas Investimento R$ 60.000,00 / ano - R$ 0,00 R$ 60.000,00 R$ 60.000,00 R$ 60.000,00 Custeio R$ 150,00 / modem / mês 40 modems R$ 72.000,00 R$ 72.000,00 R$ 72.000,00 R$ 72.000,00 Aquisição de modem 3G Onde: Meta Meta que deu origem a necessidade da aquisição. Descrição Descrição da aquisição necessária. Tipo (Custo Estimado) Descreve se o recurso é um investimento ou custeio. Valor Unitário (Custo Estimado) Custo estimado por unidade. Quantidade (Custo Estimado) Quantidade necessária de um determinado tipo. Valores Anuais Custo da aquisição por ano (2011, 2012, 2013, 2014 e 2015). 43 14. Plano de Gestão de Riscos Riscos são eventos ou condições incertas que, se ocorrer, terá um efeito positivo ou negativo sobre pelo menos um objetivo da meta/ação dos planos do PDTI. Essa revisão do PDTI 20112015 manteve os critérios de avaliação e aceitação de riscos estabelecidos originalmente, apenas atualizando a lista de riscos de acordo com a situação atual da TI na SUSEP. 14.1. Identificação e Tratamento dos Riscos Para a definição das probabilidades e impactos foram utilizados os seguintes critérios: Tabela 12 – Classificação de Probabilidade de Riscos Pontos 5 4 3 2 1 Probabilidade Iminente ( > 80% ) Muito Provável ( 60% a 80% ) Provável ( 40% a 60% ) Pouco Provável ( 20% < 40% ) Improvável ( < 20% ) Tabela 13 – Classificação de Impacto dos Riscos * Pontos 5 4 Impacto Muito Alto Alto 3 Médio 2 Baixo 1 Muito Baixo Critérios de classificação (riscos negativos) Risco cujo impacto impede a execução da meta / ação Impacta seriamente as condições de prazo, custo, escopo ou recursos humanos (> 25%) e podem impedir a execução da meta / ação Impacta as condições as condições de prazo, custo, escopo ou recursos humanos (entre 15% e 25%), mas não impede a execução da meta / ação Impacta as condições de prazo, custo, escopo ou recursos humanos (entre 5% e 15%). Claramente há contornos que permitem a execução da meta / ação Impacta as condições de prazo, custo, escopo ou recursos humanos (< 5%) * Como não foram identificados riscos positivos, os critérios de impacto para os mesmos serão definidos em revisões posteriores do PDTI, caso seja identificado algum risco positivo. Os riscos identificados possuem um atributo chamado de Exposição do Risco. A Exposição é o resultado da multiplicação de Probabilidade x Impacto. O resultado dessa operação possui valores possíveis de 1 a 25. Dessa forma os riscos se enquadram de acordo com a matriz abaixo. Foram definidos que os riscos de exposição inferior a 7 possuem exposição Baixa, entre 7 e 14 possuem exposição Média e acima de 14 exposição Alta. 44 Figura 1 – Matriz de Exposição dos Riscos Segue abaixo a tabela com os riscos do PDTI identificados e o respectivo plano de tratamento: 45 Categoria R1 Falta de pessoal para a execução das contratações. Recursos Humanos R2 Pouco conhecimento e experiência do pessoal de TI na legislação vigente para contratação de TI (IN04/2010). Recursos Humanos R3 Pouco conhecimento e experiência da área de contratação da SUSEP na legislação vigente para contratação de TI (IN04/2010). Externo Probabilidade Impacto Exposição Muito Alto 10 Média Mitigar Riscos Muito Provável Muito Alto 20 Alta Mitigar M1 ID Pouco Provável Muito Provável Muito Alto 20 Alta Mitigar Meta Estratégia Tabela 14 – Riscos Identificados e Plano de Tratamento dos Riscos PDTI 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 Plano de Ação Aprovar junto à administração a prioridade de alocação dos recursos nas atividades de contratação em detrimento das demais atividades das coordenações da TI. Realizar treinamentos na legislação vigente com as pessoas envolvidas nas contratações. Buscar exemplos de contratações feitas em outros órgãos. Realizar reuniões de conscientização com as áreas envolvidas. Plano de Contingência Obter junto à administração servidores de outras áreas com perfil de TI que possam apoiar as atividades da TI para permitir a realização das contratações. Renegociar os prazos de contratação. Renegociar os prazos de contratação. Observação Alta Licitação deserta. R6 Processo de software com baixo grau de maturidade pode dificultar a elaboração do edital e gestão do contrato, uma vez que pode ser necessário ajustes no Processo de Software, mesmo após as contratações realizadas. R7 Impugnações nas licitações podem atrasar as contratações Externo Provável Baixo 6 Baixa R8 Falta de apoio da alta administração da SUSEP. Externo Pouco Provável Muito Alto 10 Média Operacional Muito Provável Alto Baixo 8 8 Média Média Mitigar R5 Externo Expor a importância das ações de TI para a alta administração. Realizar replanejamento das áreas afetadas. Renegociar os prazos de contratação e revisar editais. Aceitar Pouco Provável 20 Aceitar M2 Orçamentário Muito Provável Muito Alto Mitigar R4 Recursos financeiros insuficientes para realização das contratações. Mitigar 46 Prever no edital possibilidades de alteração no processo de software. Verificar editais e estrutura de outros órgãos para executar contratações semelhantes. Renegociação contratual ou nova licitação. Renegociar os prazos de contratação e revisar editais. Realizar reuniões de conscientização com a diretoria. Falta de apoio dos usuários finais para a R11 implantação do Processo de Software. M4 Falta de pessoal para a realização dos R12 trabalhos de segurança da informação. Recursos Humanos Externo Recursos Humanos Provável Provável Provável Pouco Provável Muito Alto Moderado Baixo Muito Alto 15 9 6 10 Alta Média Baixa Média Fazer valer a norma pela autoridade regimental. Aceitar Falta de pessoal para a R10 implantação/execução do Processo de Software. Operacional Renegociar os prazos dos projetos e atendimento das demandas. Mitigar M3 Resistência interna para implantação do Processo de Software. Conscientização das equipes por parte dos coordenadores das áreas de TI. Fazer aprovar a deliberação que torna obrigatório o uso da Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Software da SUSEP. Realizar apresentações de conscientização do papel dos usuários no processo de software. No caso de não seguimento do processo pelo usuário não haverá atendimento da demanda, perdendo priorização. Mitigar R9 Mitigar 47 Solicitar realocação de recursos humanos para gestão de segurança de TI. Avaliar possibilidade de contratação de consultoria e terceirização da operação de segurança de TI. Reduzir os serviços relacionados ao setor. Não implementar todos os controles definidos. M5 Falta de conhecimento e R16 experiência nos processos do COBIT. Externo Recursos Humanos Provável Pouco Provável Muito Provável Alto Alto Alto Alto 16 12 8 16 Alta Média Média Alta Mitigar Falta de apoio do Comitê de SIC para as definições a serem R15 feitas e controles de TI a serem implementados. Externo Muito Provável Mitigar Falta de conscientização das demais áreas da R14 SUSEP quanto à segurança da informação. Recursos Humanos Renegociar os prazos das ações. Reduzir os serviços relacionados ao setor. Não implementar todos os controles definidos. Disponibilizar sugestões e canais de divulgação de informação para o Comitê de SIC. Solicitar ação efetiva do Comitê de SIC. Realizar reuniões de conscientização com o Comitê de SIC a respeito das ações que envolvem a TI. Mitigar Falta de conhecimento R13 específico pela equipe responsável. Realização de treinamentos nas normas relacionadas, legislações e processos específicos. Mitigar 48 Realizar treinamentos de COBIT Renegociar os prazos das ações. Reduzir os serviços relacionados ao setor. Não implementar todos os controles definidos. Falta de apoio das demais áreas da SUSEP para R19 normatização e execução dos processos. M6 Não aprovação dos treinamentos, gerando falta de conhecimento na R20 legislação e dificuldade em implementar os processos. Externo Externo Moderado 9 Média Mitigar Falta de recursos financeiros para R18 Orçamentário aquisição de ferramentas de apoio. Provável Provável Moderado 9 Média Mitigar Recursos Humanos Pesquisar soluções possíveis utilizando software livre. Realizar reuniões de conscientização com as coordenações. Criar deliberação para instituição dos processos. Provável Pouco Provável Moderado Moderado 9 6 Média Baixa Aceitar Falta de pessoal para a definição e R17 implantação dos processos. Realização de treinamentos nas normas relacionadas, legislações e processos específicos. Mitigar 49 Renegociar os prazos das ações. Reduzir os serviços relacionados ao setor. Não implementar todos os controles definidos. Avaliar possibilidade de desenvolvimento interno, redução dos serviços ou não implementação de todos os processos. Não atendimento à demanda solicitada caso não seja feito de acordo com os novos procedimentos. Caso esse risco ocorra pode haver retrabalho pois podem ser gerados processos não aderentes à legislação ou inadequados ao cotidiano da TI da SUSEP. Falta de apoio da alta administração da SUSEP e órgãos R21 externos envolvidos para implementar as alterações propostas. Externo Provável Muito Alto 15 Alta Aceitar Ausência ou inadequação do R22 mapeamento de processos de negócio de TI. Operacional Provável Alto 12 Média Mitigar 50 Este risco caso ocorra irá causar a redução progressiva da qualidade dos serviços prestados pela TI e prejuízo no cumprimento das metas do PDTI. M7 Falta de pessoal e R24 experiência neste tipo de estudo. Recursos Humanos Iminente Muito Alto Muito Provável Muito Alto 25 20 Alta Alta Este risco caso ocorra compromete o cumprimento desta meta e por conseqüência a execução do PDTI como um todo, pelas dependências que as ações dessa meta têm com outras metas. Aceitar Externo Mitigar M8 Questões administrativas R23 dificultando o cumprimento do prazo da meta. Buscar a contratação de uma consultoria. Aprovar junto à administração a prioridade de alocação dos recursos para a realização do estudo em detrimento das demais atividades das coordenações da TI. Renegociar os prazos das ações. 12 Média Recursos Humanos Pouco Provável Muito Alto 10 Média Renegociar os prazos das ações. Orçamentário Pouco Provável Muito Alto 10 Média Renegociar os prazos das ações. Parâmetros externos não previstos afetando o resultado R28 final da implementação das ações de melhoria. Operacional Provável Moderado 9 Média Mitigar M10 Falta de recursos financeiros para a R27 implementação das soluções. Alto Despriorização da R29 meta em favor das demais ações. Operacional Improvável Alto 4 Baixa Aceitar M9 Falta de pessoal para realização das ações. Provável Mitigar R26 Operacional Aceitar Ausência ou inadequação do R25 mapeamento de processos de negócio de TI. Aceitar 51 Buscar a contratação de uma consultoria. Avaliar sempre a possibilidade de implementar soluções em redundância. Renegociar os prazos das ações e revisar estudo. Iminente Muito Alto 25 Alta Mitigar Operacional Mitigar Ausência de pessoal R30 para implementar as ações necessárias. Avaliar a possibilidade de utilizar serviço terceirizado. Aprovar junto à administração a prioridade de alocação dos recursos para a realização do estudo em detrimento das demais atividades das coordenações da TI. Tentar uma repriorização para a TI no projeto de mapeamento de processos de negócios da SUSEP. Mitigar 52 Formalizar a criação de responsáveis pela gestão e atualização dos processos. Ausência ou inadequação do mapeamento de processos de negócio R31 Operacional da SUSEP dificultando o cumprimento da ação A4. M12 Dificuldade na gestão R32 e atualização dos processos de TI. M13 Restrição orçamentária, não R33 sendo aprovados os treinamentos. Provável Operacional Provável Orçamentário Pouco Provável Alto Alto Muito Alto 12 12 10 Média Média Média Aceitar M11 Renegociar os prazos das ações. Os processos ficarão desatualizados na ausência de gestão dos mesmos. Este risco caso ocorra deixará a equipe não capacitada, descumprindo a meta e recomendação do TCU. M15 Alta Orçamentário Muito Provável Muito Alto 20 Alta Iminente Renegociar os prazos das ações. Atraso em função da dependência da definição das arquiteturas tecnológicas (ação R36 A1/meta 18) para a criação dos ambientes de desenvolvimento, homologação e produção. Operacional Muito Provável Alto 16 Alta Mitigar M14 Falta de recursos financeiros. 25 Recursos Humanos Planejar a instalação dos ambientes de forma mínima que independa das definições da M18. Renegociar os Priorizar na M18 a prazos das ações. definição das plataformas relativas a Banco de Dados e Sistema Operacional. Não atendimento às demandas/melhorias nos sistemas devido a R37 dificuldade de gerenciamento do contrato da fábrica de software. Operacional Iminente Muito Alto 25 Alta Mitigar R35 Muito Alto Mitigar Ausência de pessoal e qualificação para R34 implementar as ações necessárias. Aceitar 53 Realocar servidores e otimizar processos. Mitigar Conhecer experiência em demais órgãos da Administração Pública Federal. Avaliar a possibilidade de contratação de serviço de apoio à fiscalização do contrato. Mitigar Prever no edital etapa de transição de conhecimento para a Fábrica de Software. Mitigar Pesquisar soluções possíveis utilizando software livre. Resistência interna R41 para implantação de mudanças. Operacional Muito Provável Alto 16 Alta Mitigar Conscientização das equipes por parte dos coordenadores das áreas de TI. Ausência de pessoal R42 para implementar as ações necessárias. Recursos Humanos Provável Alto 12 Média Aceitar Ausência de recursos financeiros para R43 eventuais aquisições definidas no estudo da ação A60. Orçamentário Provável Alto 12 Média Aceitar 54 Falta de estrutura interna (conhecimento, R38 experiência, pessoal) para condução de contrato de Fábrica de Software. Instabilidade gerada nos sistemas na fase R39 de transição de conhecimento para a fábrica de software. Ausência de sistema de informação para R40 gestão das demandas. M16 Operacional Operacional Operacional Muito Provável Muito Alto Muito Provável Provável Alto Baixo 20 16 6 Alta Alta Baixa Dificuldades na gestão do contrato, pagamento, validações, etc. Podem comprometer o cumprimento da meta. Aplicar as cláusulas contratuais para que a Fábrica de Software corrija os problemas. Adoção do uso de planilhas para a gestão das demandas. Fazer valer a norma pela autoridade regimental. Renegociar os prazos das ações. Este risco ficará em observação até a definição das plataformas e arquitetura tecnológica. Ausência de recursos financeiros. Fatores Ausência de pessoal Críticos R47 para acompanhar a de execução do PDTI. Sucesso Falta de apoio da alta direção para R48 execução das ações do PDTI. Mitigar R46 Alto 12 Média Mitigar M17 Recursos Humanos Promover treinamentos técnicos nas arquiteturas e plataformas definidas. Alto 16 Alta Muito Provável Moderado Provável Orçamentário Muito Provável 12 Média Recursos Humanos Provável Muito Alto 15 Alta Mitigar Falta de conhecimento nas R45 plataformas e arquiteturas definidas. Operacional Prever nos editais máxima variedade possível de arquiteturas e plataforma críticas. Externo Pouco Provável Muito Alto 10 Média Mitigar Baixa aderência aos padrões devido a definições de R44 arquiteturas e plataformas afetarem contratos vigentes. Aceitar 55 Renegociar os prazos ou refazer o contrato. Renegociar os prazos das ações. Renegociar os prazos das ações. Formalizar a criação de responsáveis pelo acompanhamento das ações do PDTI. Firmar reuniões periódicas de acompanhamento das ações do PDTI. Aprovação dos artefatos gerados no PDTI pelo Comitê de TIC (alta administração). Divulgar para a SUSEP os resultados do trabalho de elaboração do PDTI. Caso esse risco ocorra o PDTI ficará sem gestão e não poderá ser garantido o cumprimento das ações. Este risco caso ocorra afetará o cumprimento das metas do PDTI. Ausência de ferramenta para R49 acompanhar a execução do PDTI. Operacional Pouco Provável Baixo 4 Baixa Mitigar 56 Onde: ID Identificador do risco. Riscos Descritivo dos riscos. Categoria Categoria de cada risco identificado. Probabilidade Probabilidade estimada de um risco ocorrer. Impacto Impacto estimado se um risco ocorrer. Exposição Probabilidade multiplicada pelo Impacto. Estratégia Atitude a ser tomada em relação ao risco. Plano de Ação Ações a serem executadas na tentativa de evitar que o risco efetivamente aconteça. Plano de Contingência Ações a serem executadas após o acontecimento do risco, na intenção de diminuir os impactos. Observação Conseqüências importantes caso ocorra um risco. Avaliar a utilização do dotProject e GPWeb. Se esse risco ocorrer haverá dificuldade na gestão do PDTI, maior probabilidade de algum outro risco ocorrer ou atraso nas ações. 57 58 15. Plano Financeiro O Plano Financeiro é um resumo executivo das estimativas de investimentos e custeio necessárias à área de TI para cumprimento das metas deste PDTI. Essas estimativas foram retiradas do Plano de Investimento e Custeio. Importante ressaltar que os valores demonstrados são estimados e serão reavaliados a cada revisão do PDTI. Este resumo será a base para a elaboração da proposta orçamentária anual da área de TI da SUSEP. Segundo o levantamento realizado por meio do Plano de Investimento e Custeio e dos custos do funcionamento operacional da área de TI, o recurso necessário para atendimento de todas as metas do PDTI, para o período de 2012 até 2015, é R$ 46.107.772 (quarenta e seis milhões cento e sete mil setecentos e setenta e dois reais). Sendo esse valor executado conforme a seguir: Tabela 15 – Plano Financeiro do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 Ano 2012 2013 2014 2015 Meta M1 M13 M14 M16 M17 M4 M5 M6 M3 M1 M13 M14 M16 M17 M4 M5 M6 M3 M1 M13 M14 M16 M17 M6 M3 M1 M14 M16 M17 M3 Custeio (R$) Investimento (R$) 5.138.550 2.800.000 6.000 195.000 1.632.600 42.200 232.000 72.000 4.000 6.400 16.520 2.000 5.541.790 4.524.000 20.800 150.000 1.100.000 15.000 274.000 72.000 4.000 6.400 16.520 2.000 5.918.403 4.765.920 19.500 150.000 640.000 30.000 60.000 72.000 8.260 2.000 6.391.615 5.027.194 150.000 842.600 22.500 60.000 72.000 2.000 Total (R$) 7.938.550 6.000 1.827.600 274.200 72.000 4.000 6.400 16.520 2.000 10.065.790 20.800 1.250.000 289.000 72.000 4.000 6.400 16.520 2.000 10.684.323 19.500 790.000 90.000 72.000 8.260 2.000 11.418.809 992.600 82.500 72.000 2.000 59 16. Conclusão Essa revisão do PDTI 2011-2015 teve por finalidade adequar suas as metas e ações às necessidades da Autarquia, demonstradas através das demandas recebidas pela CGETI e nas reuniões do CTIC. A incumbência da presente revisão foi assignada à CGETI, da mesma forma que a elaboração do PDTI 2011-2015. Entendemos que esse trabalho deveria ser realizado por um grupo de trabalho que também envolvesse as áreas finalisticas do Órgão. Acreditamos que, na medida em que a SUSEP vá se acostumando com os controles da Governança de TI, esse processo passe a acontecer de forma natural. Em virtude de algumas inconsistências encontradas no decorrer do presente trabalho, da publicação do novo Guia de Elaboração do PDTI do SISP e da revisão do Planejamento Estratégico da SUSEP, propomos que seja feito um novo PDTI para 2013-2014, ao invés da revisão do PDTI 2011-2015 planejada para o próximo ano. 60 ANEXOS 61 ANEXO A – Necessidades não Priorizadas Tabela 16 – Necessidades não Priorizadas do PDTI SUSEP 2011-2015 – Revisão 1 - 2012 ID Necessidade (problemas/oportunidades) N12 Documentação das bases de dados, dados corporativos e componentes de software reutilizáveis N25 Aprimorar o trabalho de identificação de necessidades, buscando priorizar os sistemas que terão maior valor agregado à instituição como um todo. N7 Entregar produtos e serviços de TI com maior qualidade N32 Ampliar abrangência e qualidade das consultas e acompanhamento gerencial dos sistemas de informação. Ampliação e modernização da infraestrutura de rede (pontos de rede, ambiente de produção, quantidade de computadores nas pontas e infraestrutura de rede em geral não comportam a demanda prevista no período de abrangência do PDTI). Criar uma comunicação eficiente para toda a SUSEP sobre os processos internos da TI. Informações macro econômicas, de mercado de capitais e de mercado de seguros internacionais. (Dentre eles, podemos citar cotações de ações em mercados europeus e americano, cotações de CDS, estruturas a termo em reais, em euro e em dólares, ratings internacionais, EMBI.) N40 N16 N18 N19 N20 Dados micro de relevantes players internacionais de seguros. (estrutura de capital, tamanho, alavancagem, liquidez) Informações comparativas entre as competências que o servidor possui e as que deveria ter. Esta informação precisa estar aglutinada de acordo com as prioridades destacadas pela equipe e deve vir por somatório de pessoas que necessitam do mesmo conhecimento/habilidade ou atitude. N62 Receber informações consolidadas de órgãos (CGU, AGU, TCU, MPOG etc) que editam normas e procedimentos acerca da gestão Administrativa e Financeira da Adm.Publica diretamente relacionadas ao trabalho da SUSEP, consolidando as informações em uma só fonte de consulta N63 Retorno a respeito dos indícios de irregularidades solicitados pelas áreas da SUSEP: relatórios com a situação individualizada, estatísticas, informações agregadas por empresa, por tipo de infração, por data, etc; retorno do andamento dos processos, abertos por qualquer coordenação-geral, de solicitação de regimes especiais (dir. fiscal, liquidação, etc.) e relatórios de fiscalização em loco de solvência, controles internos, governança e contínua N64 Disponibilidade instantânea sobre planejamento, ajustes , limites e execução orçamentária de cada área/ação Disponibilidade instantânea sobre custos por atividades da SUSEP Informações centralizadas instantâneas e com os respectivos custos sobre situação de cadastro, vida funcional, incluindo licenças e capacitação, aposentadoria/pensão de servidores e estagiários N65 N66 N67 Informações para suporte aos trabalhos de fiscalização, segregadas por perfil de usuário, como por exemplo: Mapa de cobertura das reservas técnicas (Ativos), Valor das provisões validado pela área responsável, Relatórios dos Auditores Independentes previstos na Resolução CNSP 118/2004, Indicadores econômico-financeiros, Capital mínimo requerido x PLA, Análise dos planos de recuperação/corretivos, Demonstrações contábeis publicadas, Análise de liquidez e solvência, Informações sobre Atos Societários. N27 Criação de procedimentos de guarda e recuperação de informações para os serviços de TI 62 N17 N46 N28 N2 N5 N33 N39 N1 N22 N14 N31 N8 N24 N38 N30 N26 Revisão das metas/indicadores definidos no planejamento estratégico para um maior alinhamento com o mapa de processos de negócio da organização Contratação de serviço de Apoio à Fiscalização dos Contratos de TI. Criação de um processo de avaliação sistêmica dos SLAs acordados com fornecedores A área de TI deve ter um processo próprio de planejamento em consonância com o COBIT PO1, com foco na gestão de TI Gerenciar qualidade e desempenho dos serviços Criação de Data Warehouse Criação do serviço de videoconferência. Adoção de processos para a medição da eficácia da TI (Ex.: Como saber se os valores da CGETI estão sendo praticados?) Criação e divulgação dos SLAs (Acordo de Nível de Serviço) dos serviços de TI. Utilização de consultorias da SLTI (Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão) para atuais diretrizes e práticas em TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) no governo federal. Certificação Digital para servidores que possuem atribuições para emissão de carta e ofícios por meio de instalação de leitora para assinatura em cartas e ofícios, visando a expedição via e-mail, economia de despesa com correios e contribuição com a ecologia. Melhorar o suporte aos usuários Criação de um serviço que compile, diariamente, informações econômico-financeiras disponíveis na web, tais como, notícias sobre economia, política, mercado financeiro etc. Criação do serviço de rede wireless. Criação de espaço em site para troca de informações sobre nossos entes supervisionados com supervisores anfitriões, quando a SUSEP tomar o papel de supervisor do grupo. Disponibilização de uma Biblioteca digital