PLENÁRIA ESTADUAL DE DEVOLUÇÃO DA 3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR DE JOÃO PESSOA/PB RELATÓRIO Data: 29 e 30 de maio 2006. Local: CEFOR – Centro de Formação da Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba. Promoção e organização: COSAT (Coordenação da Área Técnica de Saúde do Trabalhador / Ministério da Saúde), Fórum Estadual de Saúde do Trabalhador da Paraíba; CES (Conselho Estadual de Saúde), Secretaria de Estado da Saúde através do CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Estado da Paraíba). Número médio de participantes: 30 participantes em média. A lista dos participantes pode ser visualizada em anexo. Primeiro dia A Plenária Estadual de Devolução da 3ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador foi realizada no contexto da 8ª Plenária do Fórum Estadual de Saúde do Trabalhador da Paraíba. A mesa de abertura do evento teve a seguinte composição: - Dra Graça Hoeffel – Representando a Coordenação da Política de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde; - Dr. Ozaes Barros Mangueira – Coordenador do CEREST – Representando o Dr. Gerado Almeida – Secretário Estadual da Saúde da Paraíba; - Dra. Roseana Meira Barbosa – Secretária Municipal da Saúde de João Pessoa; - Marcos Henriques – Representante da CUT no Estado da Paraíba; - Glícia Virginia Lopes da Silva – Coordenadora da GeVisa de Campina Grande - Dr. Clovis da Silveira Costa – Representando o Dr. Francisco Barbosa – Delegado Regional do Trabalho da Paraíba. Após a solenidade de abertura com o pronunciamento de todos os componentes da mesa, foram proferidas, pela Dra. Maria da Graça Hoefel, as seguintes palestras: - A 3ª Conferência e o Mundo do Trabalho e - O Perfil dos Participantes da 3ª CNST. 1 A primeira palestra foi exposta estabelecendo a interação com os participantes e levantando a situação e os problemas ligados à reestruturação produtiva no estado da Paraíba. A segunda palestra especificou, dentro do perfil geral dos participantes brasileiros da 3ª CNST, o perfil daqueles da Paraíba. Após o intervalo de almoço, ainda, os participantes foram convidados, em Plenária, a se apresentar, a expor rapidamente e a registrar no mapa do estado, o seu parecer sobre o principal problema de saúde do trabalhador de seu município. Os problemas, por município podem ser assim resumidos: MUNICIPIO PROBLEMA João Pessoa Contaminação do Rio Jaguaribe, Indústrias químicas, contaminação ambiental, industria de cimento, precarização das condições de trabalho dos trabalhadores da saúde. João Pessoa LER DORT e Acidentes típicos na construção civil, calosidade nas cordas vocais dos professores, óbito na construção civil Agrotóxicos e Cana LER DORT e PAIR Pedras de Fogo Campina Grande Campina Grande João Pessoa Campina Grande Juazeirinho Santa Rita Bayeux Cabedelo Caapora Lagoa Congo Monteiro São Bento São Gonçalo Sousa Lagoa Seca Acidentes Típicos e de trajeto, Pneumoconiose, mineração, têxtil, calçados, agrotóxicos Assedio moral – têxtil, LER DORT e ASSEDIO MORAL – Telecomunicações, problemas de colunas nos comerciários, homens nos setores calçados e têxtil com perdas auditivas Catadores de lixo e trabalhadores na Construção civil, Trabalho Infantil, Stress dos trabalhadores, Silicose na mineração, acidentes típicos LER DORT NA Industria calçadista, óbito na lavoura do abacaxi LER DORT, queima de pneus Discopatia Agrotóxicos na indústria canavieira Agrotóxico nas plantações de fumo Agrotóxicos em verduras Agrotóxicos em verduras LER DORT, PAIR, Contaminação química (ambiental e humana), problemas respiratórios. Agrotóxicos Agrotóxicos Agrotóxicos 2 A discussão dos temas acima resultou na seguinte síntese: 1 – LER/DORT 2 – Agrotóxicos e Produtos Químicos 3 – Precarização da Saúde dos Trabalhadores da Saúde e da Educação 4 – Acidentes Típicos e de Trajeto 5 – PAIR nas Indústrias Têxtil e de Calçados Em seguida, os participantes priorizaram os problemas de saúde do trabalhador da Paraíba: - LER DORT Agrotóxicos Processos de Trabalho nas indústrias: de Calçados Têxtil da Construção Civil Os participantes foram, então, divididos em 3 grupos para trabalhar as causas e conseqüências para a saúde do trabalhador de cada um dos temas escolhidos. Os resultados dos trabalhos dos grupos foram apresentados à Plenária e podem ser assim resumidos: GRUPO 1 – LER/DORT Causas: Condições anti-ergonômicas de trabalho Esforço e movimento repetitivo Tempo insuficiente de pausa Tempo reduzido para o almoço Cobrança de produtividade Assedio moral Redução dos postos de trabalho Existência do Banco de Horas Conseqüências: Perda da capacidade laborativa temporária ou permanente Sofrimento físico e psíquico 3 Alterações no relacionamento familiar e social por impossibilidade de realizar suas atividades rotineiras Exclusão no mercado de trabalho (carteira marcada) Dificuldade de reinserção no processo de trabalho Desconhecimento dos serviços públicos e da dimensão do problema Efeitos colaterais dos medicamentos utilizados no tratamento Redução da renda do trabalhador portador da doença GRUPO 2 – Agrotóxicos e substâncias químicas Causas: Fonte: monocultura; agricultura familiar e campanhas p/endêmias (dengue...) Uso indiscriminado Falta de informação do produto e suas conseqüências Falta de treinamento do técnico para o uso da substância Falta de treinamento para o uso de EPIs Exigência do uso de agrotóxico feita pelo arrendatário ou comprador da produção Ausência de orientação pela EMATER, Embrapa etc Falta da ficha técnica do produto Conseqüência: Lesão orgânica Depressão Leucemia Dermatose Mal formação fetal Contaminação ambiental Outros: Falta estrutura para o diagnóstico e tratamento das doenças 4 GRUPO 3 – Acidentes nos processos de Trabalho: - Indústria Têxtil - Industria de Calçados - Indústria da Construção Civil TEXTIL 8 empresas em João Pessoa – Coteminas 2.600 trabalhadores DOBRADEIRAS - 3.400 toalhas – jornada de trabalho 7:20 h Causas: Ritmo de trabalho Esforço repetitivo Conseqüência: LER TECELAGEM Causas: Ritmo (1 trabalhador para 14 máquinas) Ruído Poeiras orgânicas Conseqüências: PAIR Doenças respiratórias Alergias TINGIMENTO Causas: Substâncias químicas Vapor químico Desconforto Térmico Assédio Moral Conseqüências: Calor Intoxicações Químicas Pressão psicológica CALÇADOS Processo e organização do trabalho= Células de Produção Causas: Exposição a solventes químicos Exposição à sílica Fatores anti-ergonômicos Desconforto Térmico Ruído 5 “Premiação” Assédio Moral Conseqüências: LER Calor PAIR Pressão psicológica Competitividade Problemas respiratórios CONSTRUÇÃO CIVIL 15 mil trabalhadores em João Pessoa; 150 canteiros de obra; 40% migrantes do interior residindo em canteiros de obra (alojamentos). Causas: Situação de saúde, segurança e higiene precária Poeiras de cimento, cal, sílica, gesso Extensa jornada de trabalho (horas extras) Ritmo de produção Dependência química (álcool) Conseqüências: Acidentes fatais por choques elétricos; quedas de altura e soterramento DORT Doenças de coluna Alergias de pele e respiratórias A última atividade deste primeiro dia foi a apresentação (de forma bem didática) da Planilha das Resoluções da 3ª CNST. O objetivo foi fazer com que cada um dos participantes se apropriasse daquele instrumento permitindo pesquisas posteriores. Segundo dia Novamente divididos em grupos, foi solicitado agora que cada grupo elaborasse o Plano de ação para um período de 6 meses, para aquele tema que ele trabalhou no dia anterior. Além das ações, o grupo deveria apresentar quais as pactuações e movimentos sociais necessários para a realização do Plano. 6 De volta à Plenária cada grupo apresentou o seu Plano de Ação como pode ser visualizado abaixo: GRUPO 1 – LER/DORT Ações: 1- Realizar levantamento da problemática à partir das CATs (INSS, Sindicatos, CERESTs, PROSAT, PROFIT,DRT) 2- Criação do fluxo das CATs (INSS, CEREST ou SMS →Vig. Epidemiológica ou Coordenação de ST, DRT, Sindicatos, Empresas) 3- Criação de fluxo de notificação (SINAN-NET) à nível de Estado e Município 4- Divulgação da problemática LER/DORT nos meios de comunicação para sensibilizar a população 5- Realização de oficinas ou cursos para capacitação de RH como multiplicadores a) sensibilizar CIPEIROS b) aplicação de protocolos de LER/DORT para a média e alta complexidade na concepção de integralidade 6- Identificar a vivência dos lesados na família e na empresa frente à política do estado (SUS, INSS, DRT e Instituições de ensino superior 7- Organizar a rede de referência e contra-referência em assistência e vigilância em ST nas macro-regiões 8- Buscar regulamentações nas legislações estadual e municipal e Ministério do Trabalho e outras instâncias. Pactuações: 1- INSS; SINDICATOS, CERESTE, PROSAT,PROFIT, IES 2- INSS; Sindicatos, CERESTE, PROSAT,PROFIT, DRT, Empresas 3- Unidades de Saúde CERESTs, SMS (Vigilância Epid) SES (Vig. Epid) 4- Sindicatos, CEREST, IES, SMS, SESC, SESI, SENAI, Meios de comunicação em geral 5- IES, CERESTs, SMS, SES, INSS, DRT, Sindicatos, MS, MP 6- CERESTs, INSS, IES, DRT 7- MS, IES, CERESTs, Sindicatos, SMS, SES 8- SES, SMS, CERESTs 9- Câmara de vereadores, Assembléia Legislativa, OAB, IES 10- Ministério Público Federal, Estadual e do Trabalho Movimentos Sociais: Movimentos sindicais, CUT, APPORT (Associação Paraibana de Portadores de Distúrbios Osteomuscular Relacionados ao Trabalho), Conselhos Profissionais de Saúde, SABS (Sociedade de Amigos de Bairros), Conselhos Locais de Saúde, Associação Comunitária, Conselhos Municipais e estaduais de saúde e outros. 7 GRUPO 2 – Agrotóxicos e substâncias químicas Ações: - Mapear áreas afetadas - Capacitar a rede básica de saúde - Desenvolver Campanhas através da mídia - Realizar oficinas de sensibilização - Estruturar os laboratórios e unidade públicas de saúde para tratamento e diagnóstico e controle - Divulgar na mídia experiências bem sucedidas - Intensificar as ações de fiscalização - Socializar informações relativas aos benefícios previdenciários junto à sociedade e trabalhadores da saúde Pactuações: - Secretaria da Agricultura, Vigilâncias, CERESTs, PSFs, estaduais e municipais - Sec. Saúde e CEREST - Min. Prev., Min. Agric, Min. Saúde, MTE, Min Meio Ambiente - Secretarias de Saúde, e CERESTs, Movimentos Sociais - Min Saúde, SES, SMS - Todos os Ministérios envolvidos - TEM, Vigilâncias, Séc. Agricultura, Fórum de Agrotóxicos, CERESTs - Minist. Previdência, Ministério Trabalho, CERESTs, SES, SMS, IES Movimentos Sociais: - Integrar Sindicatos e Associações nas ações - Participação dos Sindicatos e Associações nas ações - Massificação das campanhas nas comunidades agrícolas de difícil acesso - Integrar os ruralistas, sindicatos e associações nas ações - Deliberação dos conselhos de saúde e acompanhamentos da CIST - Sindicatos, divulgar nos seus informativos, FETAG - Participação ativa dos Sindicatos e Associações - Integrar os Sindicatos e Associações 8 GRUPO 3 – Acidentes do Trabalha nos processos de Trabalho: - Indústria Têxtil - Industria de Calçados - Indústria da Construção Civil Ações: Um grande evento com várias oficinas de conscientização e sensibilização dos trabalhadores com temas específicos e temas comuns aos 3 setores. Temas de saúde do trabalhador do setor TÊXTIL: - Terceirização - Assedio Moral - Ritmo de Trabalho - Exposição a Produtos Químicos - Poluição do meio ambiente - LER -PAIR Temas de saúde do trabalhador do setor CALÇADOS : - Ruído - Assedio Moral - Ritmo de Trabalho - Exposição a Produtos Químicos - Poluição do Meio Ambiente - Desconforto Térmico Temas de saúde do trabalhador do setor COSNTRUÇÃO CIVIL: - Assedio Moral - Ritmo de trabalho - Uso de equipamentos - Exposição a poeiras - Alergias Pactuações e Movimentos Sociais: - Sindicatos, NESC, CERESTs, CUT, AGEVISA, INSS, DRT, Secretarias, Estaduais e Municipais, Ministério Público, Movimentos Sociais, ONGs, Ministério Meio Ambiente. 9 Ainda em Plenária, a discussão foi conduzida para se estabelecer cronograma e composição dos grupos para a realização do Plano Estadual de Saúde do Trabalhador da Paraíba: Plano Estadual de Saúde do Trabalhador 1. - Comissão para elaboração do Projeto; Edil Marta Rejane Joaquina Carmem - Apresentação do Projeto na Reunião do Conselho 6 de junho do corrente ano; Joaquina Edil (contato com Socorro Borges e Maria da Penha Componentes do Conselho Estadual de Saúde). - 7 de junho – encaminhamento do Projeto e da Ata de aprovação para: - Fundo estadual - Secretaria de Saúde Estadual - Coordenação do CEREST - Inst. Pactuadas; - INSS, Sindicatos, Ministério do Trabalho - DRT, Ministério Público, APORT, CUT, IES, Pastoral da saúde, Conselhos de saúde, FETAG, SESI, SENAI, Ministério do Meio Ambiente, Delegacia Federal da Agricultura, SMS. 2. Grupo de Trabalho para levantamento Epidemiológico 1 – Perfil Epidemiológico 10 Data da Reunião: 12-06-06 Horário: 13:00 Local INSS Composição do Grupo: - INSS → José Neto e Eliomar - Ministério do Trabalho → Clóvis - CREST CG → Valdir - CEREST PB→ Djacir - Secretaria Municipal de Saúde (Pedra de Fogo) →Eliziana - Sindicatos: - Construção Civil → Pedro - Têxtil → José Edson - Calçados → Sebastião - UFPB → Tereza Tarefas: - Levantar as deliberações da 3 CNST que falam da unificação das informações; - Encaminhar para o INSS pedindo os dados; 3. Grupo para elaboração de material educativo; Data da primeira reunião: 12-06-06 Local: DRT Hora: 13:00 horas SMS (Santa Rita) → Karina SMS (João Pessoa) → Carmem Calçados → Rita Rosane Têxtil → Severino Construção Civil → Luiz Ministério do Trabalho → Ana Mércia INSS → Luiza Sindsaude PB → Raimundo 11 CEREST → Sergio e Raimunda Universidade → Nilma 4. Grupo da Capacitação (montar uma proposta de capacitação do SUS e para o controle Social); Data da primeira reunião: 12–06-06 Local: INSS Hora: 13:00 horas LER e Agrotóxico: Roseane, Alessandra, Josiete, Dailton, Jacinto, Edil, Luzenira, Sandro, Lucia. 5. Grupo de Fiscalização; Data da primeira reunião: 12-06-06 Local: CEFOR Hora: 13:00 horas Proposta Fiscalizadora para LER e Agrotóxico. Ministério do Trabalho Ribamar CEREST→ Socorro e Marta AGEVISA→ Alberto Sindicato Comerciários → Rogério e Roberto Vigilância João Pessoa → Raimundo CEREST CG → Elpidio e Valdir Ampliação do Fórum. - INSS, Sindicatos, Ministério do Trabalho, Ministério Público, APORT, CUT, IES, Pastoral da saúde, Conselhos de saúde, FETAG, SESC, SESI, SENAI, Ministério do Meio Ambiente e Delegacia Federal da Agricultura, 12 CRONOGRAMA 12 de junho: Manhã – Apresentação do Projeto e Orçamento ao Fórum Ampliado. Tarde – Grupos de Trabalho (primeira reunião) 12 de julho: Manhã – Apresentação da Proposta material didático ao Fórum Ampliado; Capacitação do Controle Social (LER-DORT); Tarde – Segunda reunião dos Grupos de Trabalho. 14 de agosto: Manhã – Apresentação do Perfil Epidemiológico ao Fórum Ampliado; Tarde – Terceira reunião dos Grupos de Trabalho. 18 de setembro: Manhã – Lançamento do Material Educativo ao Fórum Ampliado. - Capacitação do Controle Social em Agrotóxico; Tarde – Quarta Reunião dos Grupos de Trabalho. Outubro Reunião em Brasília 13 LISTAS DOS PARTICIPANTES GRUPO TEXTIL, CALÇADOS E CONTRUÇÃO CIVIL ENTIDADE NOME TELEFONE E-MAIL SINDCAL Rita Rosana R. Ferreira 83-32293362 Não tem SUETTEL-PB Iris B. de Albuquerqu Chaves 83-99699492/32223132 [email protected] INSS José G. da Silva Neto 83-32469243/32162069 [email protected] INSS Eleumar Meneses J. 83-33213125/33214545 [email protected] Sind. Empreg. Comercio Maria de Lurdes S. Bezerra 83-88445289/33213200 [email protected] CEREST-PB Marta Darlan M. Correia 83-32184163/32185844 [email protected] CEREST-CG Jersa Cristina Peret 83-33337771 [email protected] AGEVISA-PB Gisele Aversari 83-88049833/32186783 [email protected] CEREST-OB Maria Socroo Guimarães 83-32446308/32184163 [email protected] Sec. Mun. Saude Maria Lucia Xavier 83-33712620/33712827 [email protected] Hosp. Reg. De Picéu-PB Lúcia de Fatima M. Cavalcanti 83-33712187 Não tem Sec. Mun. De Saude Roseane Holmes dos Santos 83-32147959 R 251 [email protected] SINDCAL Sebastião Bastos Freire Filho 83-32293362 Não tem CEREST Ozaés B. Margueira 83-32471099/32185822 Não tem Sind dos Comerciários Jacinto Vitorino dos Santos 83-32415552/32296751 [email protected] SINTRICOM Pedro Ferreira de Lima 83-32211718 Não tem Sind. Trab. Tercelagem PB Jose Edson S. de Pontes 83-91135117/32213814 [email protected] ENTIDADE SINSAUDE-PB INSS SMS CUT-PB CEREST-CG Auditor Fiscal CEREST-PB CEREST-PB Sec. Saude Pedras de Fogo ANVISA SUETTEL-PB DRT GRUPO AGROTÓXICOS NOME TELEFONE E-MAIL Raimundo da Cunha Filho 83-88034539/32414866 [email protected] Luiza Azevedo S. Bonifácio 83-32261478/32252592 [email protected] Carmen Verônica B. Almeida 83-32501263/32116737 [email protected] Marcos Henrique e Silva 83-93727550/32218545 [email protected] Sandro Mangueira Bezerra 83-33214132/33410047 [email protected] Flavio Roberto S. Ferreira 83-33211423 Não tem Sergio Roberto S. Nobrega 83-3226-4647 [email protected] Djacir Pereira da Silva 83-32462336/32184163 [email protected] Maria Lucia V. de Sousa 83-32382930-99675330 Não tem Magnady L. F. Lacerda 83-32262979/32186787 [email protected] Luzenira Linhares Alves 83-32223132/32396100 [email protected] Clóvis da Silveira Costa 83-21077802/21077602 [email protected] 14 GRUPO LER-DORT ENTIDADE NOME TELEFONE E-MAIL ANVISA Alberto José dos Santos 83-32186783/91064706 [email protected] UEPB/DP e UEPB/SEAMPO Edil Ferreira da Silva 83-88328300 [email protected] Sec. Saúde Juazeiro Abdias de Araújo Pereira 83-33821487/88116261 Não tem CERESTEG Joaquina de Araújo Queorui 83-33414984/33106371 [email protected] Sec. Mun. Saude Elizabeth Batista de Lima 83-32262716/32142716 R255 Não tem CEREST/CG/PB Ana Kustina B. de Meneses 83-33354916/33106371 [email protected] PROSAT/NESSE/UFPB Tereza Mitrunaga Kuleska 83-32167095/99269575 [email protected] UFCG Rejane Mª de S. Castaxo 83-33371872/33101300 [email protected] ANVISA Glicia Virginia L. da Silva 83-33210477/33106363 [email protected] Sind. Emp. Comércio Rogério Braaz de Oliveira 83-32415552 [email protected] ANVISA Raimundo da Cunha Chaves 83-88019956 [email protected] 15