TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBJETO PRAZO DA OBRA CONDIÇÕES LOCAIS FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO, NO PERÍODO DE GARANTIA, DE ELEVADORES TIPO “PLATAFORMA” PARA ACESSIBILIDADE EM DIVERSAS COMARCAS: PADRÃO 2 PILARES + PADRÃO 5 ARCOS + PADRÃO 4 ARCOS + PADRÃO PÁTIO INTERNO 2, NO TOTAL DE 35 COMARCAS (VER ANEXO I) 300 (TREZENTOS) DIAS CORRIDOS PRÉDIOS OCUPADOS: As atividades Forenses continuarão a ser executadas durante a reforma. A - DIRETRIZES PRELIMINARES 1.0. ELEMENTOS FORNECIDOS PELO TJMG 1.1. ESPECIFICAÇÕES CIVIS: Conteúdo do Arquivo Nome do Arquivo Especificação Técnica DiversasComarcas - ESPECIFICAÇÃO Relação de Documentos para pagamento DiversasComarcas – PAGAMENTO Critérios Gerais de Medição DiversasComarcas – MEDIÇÃO Planilha orçamentária com custos apurados pelo TJMG DiversasComarcas – CUSTOS 1.2. LISTAS DAS INSTALAÇÕES COMPLEMENTARES: Conteúdo do Arquivo Nome do Arquivo Padrao 2 Pilares_elevatoria-Lista ELE EX01 Padrao 4 Arcos_elevatoria-Lista ELE EX01 Padrao 5 Arcos_elevatoria-Lista ELE EX01 Patio interno 2_elevatoria-Lista ELE EX01 Listas de Instalações 1.3. MODELOS PARA DOCUMENTOS A SEREM ENTREGUES Conteúdo do Arquivo Nome do Arquivo Modelo de Planilha Detalhada para Proposta Modelo – PLANILHA DETALHADA Modelo de Composição de BDI Modelo - BDI 1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Modelo de Planilha de Materiais e Mão-de-Obra Modelo - PLANILHA DE INSTALAÇÕES para as Instalações Complementares Modelo - CRONOGRAMA Modelo de Cronograma Físico-financeiro da Obra Modelo de Composição de Custo de Preço Unitário Modelo – COMPOSIÇÃO Modelo de Relação Descritiva dos materiais a serem Modelo - RELAÇÃO MATERIAIS utilizados na obra Modelo – LEIS SOCIAIS Modelo de encargos das leis sociais 1.4. PROJETOS TÉCNICOS Os projetos são identificados por um carimbo padronizado do Tribunal de Justiça, onde constam o tipo de projeto, etapa, classificação, e a numeração da prancha de desenho, seguida da indicação do total de folhas. 1.4.1. PROJETOS DE ARQUITETURA 1.4.1.1. PADRÃO 2 PILARES Numeração Conteúdo do Arquivo 01/03 IMPLANTAÇÃO GENÉRICA E 1º PAVIMENTO COBERTURA 02/03 2º PAVIMENTO 03/03 CORTES E FACHADAS Nome do Arquivo Padrao2pilares-ARQ-EX01 01-03 Padrao2pilares-ARQ-EX01 02-03 Padrao2pilares-ARQ-EX01 03-03 1.4.1.2. PADRÃO 5 ARCOS Numeração Conteúdo do Arquivo 01/03 IMPLANTAÇÃO GENÉRICA E 1º PAVIMENTO 02/03 2º PAVIMENTO - COBERTURA 03/03 CORTEAA E FACHADA FRONTAL Nome do Arquivo Padrao5arcos-ARQ-EX01 01-03 Padrao5arcos-ARQ-EX01 02-03 Padrao5arcos-ARQ-EX01 03-03 1.4.1.3. PADRÃO 4 ARCOS Numeração Conteúdo do Arquivo 01/04 PLANTA 1º PAVIMENTO 02/04 PLANTA - 2º PAVIMENTO 03/04 CORTES 04/04 FACHADAS Nome do Arquivo Padrao4arcos-ARQ-EX01 01-04 Padrao4arcos-ARQ-EX01 02-04 Padrao4arcos-ARQ-EX01 03-04 Padrao4arcos-ARQ-EX01 04-04 2 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 1.4.1.4. PADRÃO PÁTIO INTERNO 2 Numeração Conteúdo do Arquivo 01/04 IMPLANTAÇÃO GENÉRICA, COBERTURA E 1º PAVIMENTO 02/04 2º PAVIMENTO 03/04 CORTES 04/04 FACHADAS Nome do Arquivo PadraoPatioInterno2-ARQEX01 01-04 PadraoPatioInterno2-ARQEX01 02-04 PadraoPatioInterno2-ARQEX01 03-04 PadraoPatioInterno2-ARQEX01 04-04 1.4.2. PROJETOS PADRÕES DE ARQUITETURA Tipo da Prancha Conteúdo do Arquivo Nome do Arquivo PDR-Junta Detalhamento de juntas de dilatação em piso, forro, parede e acabamentos externos PDR-Junta PDR-PisoTatil Sinalização Tátil de Piso Interna e Externa PDR-PisoTatil PDR-PlacaObra Modelos de placas de obra PDR-PlacaObra PDR-Tapume Tapumes em chapas de vedação intercalados com tela PDR-Tapume 1.4.3. PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 1.4.3.1. PADRÃO 2 PILARES Numeração 01/01 Conteúdo do Arquivo PLANTA ALIMENTAÇÃO DA PLATAFORMA ELEVATÓRIA PADRÃO 2 PILARES, SIMBOLOGIA E NOTAS Nome do Arquivo Acessibilidade 2 pilares ELE-EX01 01-01 1.4.3.2. PADRÃO 5 ARCOS Numeração 01/02 02/02 Conteúdo do Arquivo PLANTA ALIMENTAÇÃO DA PLATAFORMA ELEVATÓRIA PADRÃO 5 ARCOS, SIMBOLOGIA E NOTAS PLANTA ALIMENTAÇÃO DO AR CONDICIONADO 2º PAVIMENTO, PADRÃO 5 ARCOS, SIMBOLOGIA E NOTAS Nome do Arquivo Acessibilidade 05 arcos ELE-EX01 01-02 Acessibilidade 05 arcos ELE-EX01 02-02 1.4.3.3. PADRÃO 4 ARCOS Numeração 01/01 Conteúdo do Arquivo PLANTA ALIMENTAÇÃO DA PLATAFORMA ELEVATÓRIA PADRÃO 4 ARCOS, SIMBOLOGIA E NOTAS 1.4.3.4. PADRÃO PÁTIO INTERNO 2 3 Nome do Arquivo Acessibilidade 04 arcos ELE-EX01 01-01 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Numeração 01/01 Conteúdo do Arquivo PLANTA ALIMENTAÇÃO DA PLATAFORMA ELEVATÓRIA PADRÃO PÁTIO INTERNO 2, SIMBOLOGIA E NOTAS 4 Nome do Arquivo Acessibilidade Patio Int2 ELE-EX01 01-01 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS DIRETRIZES GERAIS DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1.0. OBJETIVO Estabelecer critérios e procedimentos para o fornecimento, instalação e manutenção no período de garantia de elevadores tipo “plataforma” para acessibilidade dos prédios existentes dos fóruns de DIVERSAS COMARCAS – ver Anexo I. 2.0.TERMINOLOGIA Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas as seguintes definições: 2.1 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Parte do projeto básico, que tem por objetivo complementar os projetos técnicos, bem como estabelecer os requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas para a sua execução. 2.2 FISCALIZAÇÃO Atividade exercida de modo sistemático pelo CONTRATANTE através de seus prepostos, objetivando a verificação do cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas, em todos os seus aspectos. 3.0. SERVIÇOS E OBRAS A- O CONTRATANTE fornecerá em tempo hábil os projetos aprovados pelos órgãos que exerçam controle sobre a execução dos serviços e obras. B- A CONTRATADA deverá executar os serviços e obras em conformidade com desenhos, memoriais, planilhas, especificações e demais elementos de projeto, bem como com as informações e instruções contidas na Especificação Técnica. C- A CONTRATADA será a responsável pela leitura e compatibilização simultânea entre a estrutura do prédio a executar / existente e os projetos: arquitetônico, estrutural, hidro-sanitário, elétrico / SPDA, comunicações voz / dados e incêndio para que qualquer interferência existente seja motivo de discussão prévia com a FISCALIZAÇÃO do TJMG, evitando se futuros transtornos e alterações nos projetos. A CONTRATADA deverá apresentar um relatório à FISCALIZAÇÃO do TJMG, no prazo máximo de 15 dias corridos, a partir da ordem de início, informando todos os pontos / serviços conflitantes. Quando não existirem quaisquer interferências, a contratada deverá registrar este fato no Diário de Obras até o décimo quinto dia de obra: “Todos os projetos executivos guardam entre si e a obra perfeita execução, não existindo nenhuma incompatibilidade, que interfira no bom andamento dos serviços”. 4.0. ESPECIFICAÇÕES DOS MATERIAIS E SERVIÇOS As especificações dos materiais constantes nesta Especificação Técnica são meramente indicativas, servindo, pois, apenas como referência quanto à qualidade, podendo-se utilizar qualquer marca nacional ou importada que goze de iguais prerrogativas desde que previamente aprovadas pelo TJMG. As definições de todos os revestimentos internos e externos, pisos, rodapés, soleiras, esquadrias de madeira e metálicas, tetos e forros, pinturas, etc., são as constantes nos projetos de arquitetura e complementadas com este caderno que deverão ser rigorosamente seguidas. As especificações dos equipamentos, bem como as normas de execução dos diferentes tipos de serviços deverão obedecer ao que consta nesta Especificação e nos projetos, complementados, quando for o caso, pelo Caderno de Encargos Engenheiro Milber Fernandes Guedes, editado pela PINI, edição atualizada. Quando houver divergência prevalecerão os primeiros. A critério da fiscalização do TJMG, poderá ser exigida a apresentação do LAUDO DE CONTROLE TECNOLÓGICO, dos materiais e / ou serviços executados na obra, para verificar se os mesmos 5 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS possuem os parâmetros técnicos estabelecidos pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. O Laudo deverá ser emitido por instituição pública ou privada, especializada e de reconhecida idoneidade, previamente aprovada pelo Tribunal. 5.0. SOBRE A RESPONSABILIDADE A- Após o Recebimento Definitivo dos serviços e obras, a CONTRATADA responderá por sua qualidade e segurança nos termos do Código Civil Brasileiro, devendo efetuar a reparação de quaisquer falhas, vícios, defeitos ou imperfeições que se apresentem, independentemente de qualquer pagamento do CONTRATANTE. B- A presença da FISCALIZAÇÃO durante a execução dos serviços e obras, quaisquer que sejam os atos praticados no desempenho de suas atribuições, não implicará solidariedade ou coresponsabilidade com a CONTRATADA, que responderá única e integralmente pela execução dos serviços, inclusive pelos serviços executados por suas sub-CONTRATADAS, na forma da legislação em vigor. C- Se a CONTRATADA recusar, demorar, negligenciar ou deixar de eliminar as falhas, vícios, defeitos ou imperfeições apontadas, poderá o CONTRATANTE efetuar os reparos e substituições necessárias, seja por meios próprios ou de terceiros, transformando-se os custos decorrentes, independentemente do seu montante, em dívida líquida e certa da CONTRATADA. D- A CONTRATADA responderá diretamente por todas e quaisquer perdas e danos causados em bens ou pessoas, inclusive em propriedades vizinhas, decorrentes de omissões e atos praticados por seus funcionários e prepostos, fornecedores e SUB-CONTRATADAS, bem como originados de infrações ou inobservância de leis, decretos, regulamentos, portarias e posturas oficiais em vigor, devendo indenizar o CONTRATANTE por quaisquer pagamentos que seja obrigado a fazer a esse título, incluindo multas, correções monetárias e acréscimos de mora. 6.0. NOTAS A CONTRATADA deverá no decorrer da obra solicitar, sempre que necessária, a orientação do Engenheiro Fiscal junto à Gerência de Obras (GEOB) da Diretoria Executiva de Engenharia e Gestão Predial do TJMG (DENGEP) para os devidos esclarecimentos. No início da obra a CONTRATADA deverá verificar junto às concessionárias locais sobre os prazos estabelecidos para aprovação das instalações, de forma a evitar atrasos na entrega da obra. 7.0. TRANSPORTE DENTRO DA OBRA O transporte horizontal e vertical de materiais no interior da obra, durante todo o seu desenvolvimento, deverá ser incluído nos custos da obra. 8.0. CUSTO DA MÃO-DE-OBRA Os custos com transporte, alimentação, hospedagem, entre outros, estão incluídos no custo unitário da mão-de-obra de cada serviço da obra (custo direto). 9.0. NORMAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO Deverão ser obedecidos todos os itens das seguintes normas: NR6, NR10, NR18 e NR35 e na falta destas as Normas Internacionais vigentes. 10.0. ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA Deverá ser feito o registro da anotação de responsabilidade técnica, junto ao CREA, para os diferentes tipos de serviços a serem executados, observando-se as atribuições de cada profissional. 11.0. GESTÃO DOS RESÍDUOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL 6 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS A contratada deverá proceder todos os serviços em conformidade com a legislação ambiental federal, estadual e municipal com especial atenção às normas técnicas e diretrizes e deliberações normativas da municipalidade nos aspectos referentes aos resíduos sólidos da obra. 7 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS B - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DOS SERVIÇOS OBSERVAÇÃO: Todos os serviços descritos contemplam os prédios dos Fóruns das Diversas Comarcas – ver Anexo I. B.1 - PESSOAL 1. PESSOAL TÉCNICO / ADMINISTRATIVO 1.1. ENGENHEIRO MECÂNICO A obra será acompanhada em tempo integral, por engenheiro mecânico, devidamente inscrito no CREA, com experiência profissional comprovada de no mínimo, 05 (cinco) anos, adquirida em supervisão de obras de característica semelhantes. Obs.: O engenheiro mecânico deverá estar presente na entrega dos serviços. 1.2. ENGENHEIRO CIVIL A obra será acompanhada em tempo parcial, visitas uma vez por semana, por engenheiro civil, devidamente inscrito no CREA, com experiência profissional comprovada de no mínimo, 05 (cinco) anos, adquirida em supervisão de obras de característica semelhantes. Obs.: O engenheiro civil deverá estar presente na entrega dos serviços. 2. PESSOAL DE PRODUÇÃO 2.1. ENCARREGADO GERAL Deverá constar no quadro de pessoal, em horário integral, 01 encarregado geral com experiência em função idêntica em obras de características semelhantes. 3. DESPESA COM PESSOAL: MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO Despesas com medicina e segurança do trabalho: medicamentos de emergência, botas de couro, capas para chuva, capacetes, luvas de couro, uniformes, óculos de proteção, protetores auriculares e máscaras. Despesas com proteção coletiva: placas, guarda-corpos provisórios, isolamento da caixa do elevador, tapumes internos e rampas de acesso provisórias. São obrigatórias uniformização e identificação, através de crachá do efetivo da obra, inclusive para os subempreiteiros. Deverão ser fornecidos, pelo empreiteiro, dois conjuntos de uniformes para os funcionários, sendo compostos por calça e blusa, para proteção do tronco e membros superiores e inferiores. Os uniformes poderão ser os da própria empresa. No caso desta não possuir um modelo de uniforme, deverá fornecer um nas cores cinza e vermelho. No uniforme deve constar obrigatoriamente o nome da empresa. Não será admitida pelo engenheiro fiscal a não utilização dos uniformes, sendo a empresa inicialmente advertida e podendo posteriormente ser multada. 4. EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS Os custos de equipamentos tais como betoneiras, vibradores, caminhões, etc. estão incluídos nas composições dos serviços a serem executados. 8 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 4.1. EQUIPAMENTOS / FERRAMENTAS LEVES A contratada deverá arcar com todos os custos referentes à utilização das ferramentas e equipamentos leves necessários para a execução dos serviços, tais como: furadeira, serra circular, maquita, lixadeira, etc. 4.2. ANDAIME O dimensionamento dos andaimes, sua estrutura de sustentação e fixação serão feitos por profissional legalmente habilitado. Os andaimes têm de ser dimensionados e construídos de modo a suportar, com segurança, as cargas de trabalho a que estarão sujeitos. Os montantes do andaime terão seus encaixes travados com parafusos, contrapinos, braçadeiras ou similares. Os painéis destinados a suportar os pisos e/ou funcionar como travamento, após encaixados nos montantes, têm de ser contrapinados ou travados com parafusos, braçadeiras ou similares. As peças de contraventamento necessitam ser fixadas nos montantes por meio de parafusos, braçadeiras ou por encaixe em pinos, devidamente travados ou contrapinados, de modo que assegurem a estabilidade e a rigidez necessária ao andaime. 5. SERVIÇOS INICIAIS 5.1. TAPUME Os tapumes deverão ser executados seguindo as orientações do projeto padrão PDR- Tapume. A CONTRATADA deverá fazer a manutenção periódica dos tapumes, substituindo as peças danificadas (chapas de compensado e/ou telas) e refazendo a pintura, a critério da fiscalização. Obs.: O fechamento com tapume deverá ser realizado nos locais indicados no projeto arquitetônico. 5.1.1. PADRÃO 2 PILARES Conforme indicado no projeto. 5.1.2. PADRÃO 5 ARCOS Conforme indicado no projeto. 5.1.3. PADRÃO 4 ARCOS Conforme indicado no projeto. 5.1.4. PADRÃO PÁTIO INTERNO 2 Conforme indicado no projeto. 5.2. PLACA DE OBRAS Placa da Obra de acordo com as exigências do CONFEA. Placa da Obra de acordo com o padrão PDR-PlacaObra, tipo 02. 5.3. MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DA OBRA Cabe à CONTRATADA os custos de mobilização/desmobilização, como equipamentos e pessoal, dos seguintes itens necessários a execução dos serviços: - Material de Escritório; - Andaimes; - Betoneiras; - Furadeiras; - Lixadeiras; - Vibradores; - Bombas; - Ferramentas e equipamentos diversos. 9 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS OBS: Todos os materiais que estiverem em condições de uso após a retirada deverão ser disponibilizados para o Tribunal, a critério da fiscalização. 10 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS B.2 – PADRÃO 2 PILARES 1. DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 1.1. DEMOLIÇÃO DE ALVENARIA, INCLUINDO REVESTIMENTO Demolir alvenarias, conforme indicado no projeto arquitetônico, para abertura de vãos de portas. 1.2. DEMOLIÇÃO DE PISO EXTERNO EM CERÂMICA, INCLUSIVE CONTRAPISO Demolir o piso existente externo na região da plataforma, ~(110x160x5)cm. 1.3. DEMOLIÇÃO DE BANCO / PRATELEIRA EM LAJE DE CONCRETO Demolir bancos/prateleiras existentes em laje de concreto onde serão abertos os vãos para as portas. 2. ALVENARIAS E PAINÉIS 2.1. VERGAS EM CONCRETO ARMADO FCK ≥ 25,0MPa As vergas em concreto armado (inclusive forma e desforma), moldadas sob a alvenaria, acima dos vãos de abertura de portas a serem instaladas em alvenaria. Receberão formas nas faces laterais e inferior, inclusive nas extremidades, antes da concretagem e terão a largura da alvenaria sem revestimento. As vergas excederão a largura do vão em, pelo menos, 20,0 cm de cada lado e terão altura mínima de 20,0 cm. Utilizar 4 ferros de diâmetro 8,0 mm, estribos com diâmetro de 4,2 mm a cada 15 cm. Nos locais onde as vergas se encontrarem próximas a pilares, deverá ser previsto o engastamento da verga com o pilar, utilizando 4 ø 5,0mm para melhorar aderência da verga. Adotar largura igual a da alvenaria. 2.2. JUNTAS DE DILATAÇÃO COM PERFIL Executar junta em isopor e mastique, nos locais demarcados nos projetos arquitetônico. O mastique indicado será um selante monocomponente à base de poliuretano de alto desempenho, tixotrópico, que cura com a umidade do ar, servindo como selante de juntas. O produto deve ser resistente à água e ácidos. A cor do selante será a que melhor se ajusta ao material do revestimento existente próximo da junta. Seguir as orientações do fabricante. Observar todos os detalhes do projeto padrão PDR-Juntas. Executar a junta com seu acabamento em perfil de alumínio anodizado-remate tipo contramarco. Obedecer às recomendações do fabricante. 3. ESQUADRIAS METÁLICAS Todos os materiais utilizados nas esquadrias deverão ser isentos de falhas de laminação e defeitos de fabricação. Os perfis, barras e chapas de aço utilizados serão isentos de empenamentos, defeitos de superfície e diferenças de espessura. As dimensões deverão atender às exigências de resistência pertinente ao uso, bem como aos requisitos estéticos. A associação entre os perfis, bem como com outro elemento da edificação, deverá garantir uma perfeita estanqueidade às esquadrias e vãos a que forem aplicadas. Sempre que possível, na junção dos elementos das esquadrias será realizada solda, evitando-se rebites e parafusos. Os perfilados deverão ser perfeitamente esquadrinhados. Todos os ângulos ou linhas de emenda serão esmerilhados ou limados, de modo a serem removidas as saliências e asperezas da solda. 3.1. CANTONEIRA EM AÇO GALVANIZADO (15X15)cm 11 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Instalar arremate em cantoneira metálica nos vãos das portas da plataforma, conforme detalhe no projeto arquitetônico. 4. REVESTIMENTOS As argamassas industrializadas para revestimento (paredes e tetos) devem atender às disposições da norma NBR-13281 – “Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos”. As principais propriedades exigíveis para cumprir adequadamente suas funções são as seguintes: trabalhabilidade, capacidade de aderência, capacidade de absorver deformações, restrição ao aparecimento de fissuras, resistência mecânica e durabilidade. As demais propriedades como: resistência superficial, resistência à compressão, capacidade de retenção de água, teor de ar incorporado e durabilidade também precisam ser verificados quando da seleção do fornecedor. Com a utilização da argamassa industrializada, sua preparação deve ser feita com um misturador mecânico. O abastecimento de argamassa nas frentes de trabalho deve ser feito com caixotes plásticos ou metálicos. 4.1. CHAPISCO (ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA) Executar chapisco na recomposição dos vãos das portas. Para preparo do produto e aplicação, seguir as recomendações do fabricante. 4.2. REBOCO (ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA) A argamassa industrializada utilizada para reboco deve ser composta de: cimento, agregados minerais e aditivos especiais. Executar reboco na recomposição dos vãos das portas. Para preparo do produto e aplicação, seguir as recomendações do fabricante. 5. SOLEIRAS A largura indicada para soleiras refere-se à espessura da parede acabada, devendo ser suficiente para a perfeita interligação com os pisos adjacentes, sem deixar frestas. Todas as faces e bordas aparentes das pedras deverão ser polidas. 5.1. SOLEIRA EM GRANITO CINZA ANDORINHA Assentar soleiras em granito cinza andorinha, espessura 2,0 cm, em peças inteiras. Argamassa colante ACIII conforme NBR 14081:2004. Assentamento em dupla camada: argamassa na base a ser revestida e no verso placa de granito. Consumo aproximado de argamassa colante: 10 kg/m². Placas com faces planas, dimensões regulares, sem rachaduras, lascas, quebras e quaisquer outros defeitos. Deverá ser apresentada uma amostra das placas de granito que serão utilizadas à fiscalização para aprovação das mesmas antes que seja executado o assentamento. 5.1.1. LARGURA 20,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA POLIDO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, nos vãos das portas. 5.1.2. LARGURA 10,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA LEVIGADO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, no contorno da plataforma. 6. INSTALAÇÕES CONDIÇÕES GERAIS 12 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Deverão estar incluídos no custo das instalações, corte e recomposição de alvenarias e pisos, abertura e fechamento de valas, lastros de concreto, pintura de canalizações, enfim todos os serviços necessários para execução das instalações, conforme projeto. RELAÇÃO DE MATERIAIS As relações de materiais das instalações, fornecidas pelo TJMG são parte integrante do Caderno de Especificações. ENTREGA Todas as instalações deverão ser entregues ligadas e em perfeito funcionamento, sendo todos os custos de responsabilidade da contratada. 6.1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA TODOS OS MATERIAIS DESCRITOS NAS LISTAS DE INSTALAÇÕES FORAM DISTRIBUÍDOS NOS ITENS 6.1.1 A 6.1.3 RELACIONADOS NO MODELO DE PLANILHA DETALHADA, FORNECIDA PELO TJMG. NORMAS As instalações serão executadas, de acordo com o projeto e respectivo memorial descritivo, fornecidos pela DENGEP/TJMG, em conformidade com as normas técnicas da ABNT, legislações vigentes e padrões específicos da concessionária. 7. PINTURA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 1- ANTES DA APLICAÇÃO DE QUALQUER PRODUTO, A CONTRATADA DEVERÁ APRESENTAR À DENGEP/TJMG, TODOS OS ATESTADOS DO FABRICANTE DE CADA UM DOS PRODUTOS, COMPROVANDO QUE OS MESMOS ESTÃO DE CONFORMIDADE COM AS NORMAS. 2- NA EXECUÇÃO DE TODOS OS SISTEMAS DE PINTURA, INCLUSIVE PREPARO DE SUPERFÍCIES, A CONTRATADA DEVERÁ SEGUIR RIGOROSAMENTE TODAS AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DOS PRODUTOS A SEREM APLICADOS. PRELIMINARES Previamente à pintura, as superfícies deverão ser limpas e lixadas. O número de demãos deverá ser o necessário para o perfeito cobrimento da superfície (no mínimo duas demãos). É de fundamental importância que o líquido selador, a massa corrida e a tinta sejam do mesmo fabricante, para que sejam garantidas a homogeneidade e a durabilidade do produto. Referências: Coral, Suvinil, Sherwin Willians ou similar. 7.1. PINTURA DE PAREDES INTERNAS 7.1.1. SELADOR ACRÍLICO Aplicar em todas as paredes sobre o substrato, para selar e uniformizar a absorção das superfícies e diminuir a porosidade do substrato. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.1.6. 7.1.2. EMASSAMENTO COM MASSA CORRIDA PVA Aplicar o produto em camadas finas e sucessivas, lixando entre demãos quando necessário, até obter o nivelamento desejado, conforme indicado no projeto arquitetônico. O lixamento deve ser efetuado entre 2 e 3 horas após a aplicação. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.5.2. 7.1.3. PINTURA ACRÍLICA Aplicar tinta Acrílica, obedecendo à cor e padrão determinados no projeto arquitetônico. A tinta deve proporcionar acabamento de aspecto fosco, de alta resistência à água, alcalinidade e intempéries, não 13 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS podendo apresentar manchas e com características de durabilidade, flexibilidade e alta resistência à proliferação de mofo. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.2.5. 7.2. PINTURA EM ESQUADRIAS METÁLICAS Cantoneira em aço galvanizado. 7.2.1. PINTURA ELETROSTÁTICA Aplicar pintura eletrostática com características de alta resistência às intempéries, obedecendo à cor e padrão determinados no projeto arquitetônico. 8. SINALIZAÇÃO TÁTIL INTERNA A sinalização tátil interna deverá ser executada conforme paginação prevista no projeto arquitetônico, obedecendo ao projeto padrão PDR-Piso Tátil. 8.1. ELEMENTO TÁTIL DE ALERTA Fornecer e assentar piso tátil por elementos discretos, em poliuretano termoplástico, com superfície de relevos tronco-cônicos regularmente dispostos, revestidos em aço inox ABNT304 (ref. Mozaik linha Dome ou similar), com medidas, distâncias e disposições adequadas para a sinalização de acessibilidade, em conformidade com a Norma ABNT 9050. O elemento tátil será fixado sobre o piso através de furo com broca de 8 mm, conforme gabarito de montagem / paginação do projeto arquitetônico. O furo será preenchido parcialmente com adesivo/selante de poliuretano (ref. 3M PU 550 ou similar). Em seguida, pressionar o pino de fixação do sinalizador em direção ao interior do furo batendo suavemente com um martelo de borracha caso necessário, até nivelar a base com o piso. 9. DIVERSOS 9.1. PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO VERTICAL, INCLUSIVE ENCLAUSURAMENTO Fornecer e instalar elevatória conforme especificação a seguir e projeto arquitetônico. Obs.: A plataforma deverá obedecer aos preceitos contidos na Norma Técnica NBR 15655-1/2009 (Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida – requisitos para segurança, dimensões e operação funcional, ISO9386-1, MOD). ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES À NORMA DAS PLATAFORMAS Sistema para transporte vertical de pessoas portadoras de necessidades especiais que fazem ou não uso de cadeira de rodas. Percurso aproximado Paradas Entradas Capacidade mínima Velocidade Comando Deslocamento Cabina Piso Portas de pavimento Ver no local xxx(mm) 02(duas) Mesmo lado 250 Kg Mínima de 5 m/min Manual de atuação constante com parada automática nos pavimentos. Chave na cabina. Eletromecânico através de fuso de aço ou coroas com correntes. Cabina com altura mínima de 1,60m com corrimão junto ao painel de comando e com piso antiderrapante. Piso em chapa xadrez esp. ≥ 5mm. Portas com chave para controle de acesso 14 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Tipo Eixo Vertical. Obs.: Para maior segurança do usuário, caso exista espaço acima e ao lado das portas, o mesmo deverá ser fechado, face a face, observado pelo lado interno da caixa de corrida, com chapa de aço, espessura mínima de 1,5mm Largura/Altura mínima das portas Acabamento de toda parte inclusive do fechamento acima e ao lado das portas de pavimento: - 90 cm x 200 cm Pintura anticorrosiva de fundo e acabamento final na cor metálica, a ser definida pelo TJMG. Itens de Segurança: Sensores que atuam paralisando o equipamento quando da interferência de algum objeto ou pessoa sob a cabina, sensores de porta que atuam paralisando o equipamento se esta for aberta com a cabina em movimento, chaves de fim de curso e botão de emergência na cabina. Caixa de Corrida: Caixa de corrida em estrutura metálica (chapa mínima #16 em aço galvanizado perfil tubular, com pintura eletrostática) com fechamento em vidro laminado incolor (espessura = 8,0mm), com película tipo “jateado”. FUNCIONAMENTO EMERGENCIAL “RESGATE AUTOMÁTICO” Para evitar que passageiros fiquem presos na cabina, quando houver interrupção no fornecimento de energia elétrica para os elevadores, o sistema deverá possuir dispositivo dimensionado corretamente, para o elevador, a ser fornecido e instalado pela contratada. Tal dispositivo deverá comutar automaticamente na falta de energia para o elevador e fazer com que a cabina pare no pavimento mais próximo com seu piso nivelado com o piso do pavimento e abra suas portas, liberando assim os passageiros que por ventura estejam na mesma. Obs.: No quadro de força do elevador tipo “plataforma”, será indispensável a instalação de relés de falta de fase. Atendimento às Normas Técnicas vigentes: Todos os itens previstos na norma, deverão ser considerados, fabricados e instalados conforme a mesma. Ps.: Todo o serviço de infraestrutura da parte civil e elétrica bem como o enclausuramento “Caixa de Corrida” e poço do equipamento serão por conta da contratada, conforme projeto apresentado pela mesma e aprovado pelo TJMG. 9.1.1. BRAZÓPOLIS 9.1.2. BUENO BRANDÃO 9.1.3. CAMBUQUIRA 9.1.4. CRISTINA 9.1.5. ERVÁLIA 9.1.6. ITAMARANDIBA 15 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 9.1.7. MALACACHETA 9.1.8. MARIANA 9.1.9. NEPOMUCENO 9.1.10. PARAISÓPOLIS 9.1.11. PASSA QUATRO 9.1.12. PRATA 9.1.13. PORTEIRINHA 9.1.14. RIO CASCA 9.1.15. RIO PARANAÍBA 9.1.16. RIO PARDO DE MINAS 9.1.17. SABINÓPOLIS 9.1.18. SANTOS DUMONT (JESP) 9.1.19. SILVIANÓPOLIS 9.1.20. TEIXEIRAS 9.2. MANUTENÇÃO DA PLATAFORMA ESCOPO DO SERVIÇO 1) Serviço de manutenção preventiva e corretiva, com inclusão total de peças, prestado pela CONTRATADA ou subcontratada durante o período de garantia – 01 (um) ano - em plataformas (cabina, máquina de tração e quadro de comando, e as interligações mecânicas e eletro-eletrônicas entre os mesmos) instalados nos Fóruns das Comarcas supracitadas, em conformidade com a norma NBR NM 207, recomendações do fabricante e, quando aplicável, normativos legais. 2) Manutenção preventiva: Implementação de ações planejadas (Planos de Manutenção) a fim de se eliminar ou minimizar o risco de falhas e maximizar o nível de segurança, a confiabilidade e a vida útil dos equipamentos; periodicidade mensal, independentemente de chamado pelo TRIBUNAL; 3) Manutenção corretiva: Remoção de falhas, sem causa(s) prevista(s), visando ao restabelecimento funcional pleno dos equipamentos, no menor prazo possível; visitas em número indeterminado, a partir de chamado pelo TRIBUNAL; Notas: a) O deslocamento de pessoal (funcionários da CONTRATADA ou de subcontratadas por esta), materiais e equipamentos é de exclusiva responsabilidade da CONTRATADA, sem ônus adicional para o TRIBUNAL; havendo disponibilidade de vagas nas edificações, as respectivas administrações, a seu exclusivo critério, poderão autorizar a entrada e estacionamento de veículos em serviço, caso solicitado pela CONTRATADA; b) Exclui-se da responsabilidade da CONTRATADA a substituição de peças ou subsistemas danificados, comprovadamente, por uso inadequado ou vandalismo; PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DE RESPONSABILIDADE DA CONTRATADA 1) Elaboração e encaminhamento, à fiscalização, ao final do contrato, no último mês de prestação do serviço de manutenção, de relatório técnico de inspeção final, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da condição física e operacional do respectivo elevador; 16 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS sendo constatada necessidade de reparo, de responsabilidade da CONTRATADA, a mesma deverá providenciá-lo, sendo condição para liberação de faturas pendentes ou a vencer e da garantia contratual, sem prejuízo, no caso de não atendimento a esta condição, da aplicação de sanções contratuais, a partir de regular processo administrativo; 2) Anotações no livro de ocorrências, pelo técnico executor do serviço de manutenção, quando exigido pelo respectivo município; 3) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita mensal de caráter preventivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de ficha de manutenção (lista de verificação em modelo da CONTRATADA), individualizada por edificação/equipamento, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data); as vias da fiscalização deverão acompanhar a fatura do respectivo mês; o preenchimento ilegível, incompleto ou a ausência de quaisquer das identificações acima descritas implicará a retenção do pagamento da referida fatura; 4) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita de caráter corretivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de formulário próprio, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da ocorrência, causa e intervenção realizada, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data; a(s) via(s) da fiscalização deverá(ão) ser encaminhada9s) junto às fichas de manutenção descritas no item anterior; 5) Limpeza dos poços e das caixas de corrida; 6) Guarda em casas de máquinas, ou, inexistindo as mesmas, entrega aos cuidados da administração da respectiva edificação, de peças substituídas, com prévia autorização da fiscalização, a cargo do TRIBUNAL; as referidas peças serão objeto de inspeção, pela fiscalização, para efeito de ressarcimento à CONTRATADA; PRAZOS MÁXIMOS PARA ATENDIMENTO A CHAMADOS I. Para cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 12:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; II. Para cidades que distam até 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 18:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; III. Para cidades que distam acima de 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia seguinte ao dia do chamado; Notas: a) Caso o prazo para conserto exceda 24 (vinte e quatro) horas, a partir de avaliação técnica, a CONTRATADA deverá formalizar à fiscalização do TRIBUNAL a descrição da falha e previsão de término dos serviços; b) Em caso de acidente ou de passageiro(s) preso(s) na cabina (chamado emergencial) o atendimento deverá ser imediato, em qualquer hora e dia da semana, com precedência absoluta sob quaisquer outros serviços; HORÁRIO PARA REALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS I. Manutenção preventiva: Dias úteis, de 8:00 às 18:00 (preferencialmente no período da manhã); 17 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS II. Manutenção corretiva: Dias úteis, de 08:00 às 18:00; no caso de acidente ou passageiro(s) preso(s) em cabina o atendimento deverá ser feito em qualquer hora e dia; Nota: Execução de serviços preventivos ou corretivos poderão ocorrer em períodos diversos do período de expediente (dias úteis, de 08:00 às 18:00 h), sem ônus adicional para o TRIBUNAL, desde que previamente autorizado pela administração da respectiva Unidade; 9.3. BASE PARA PLATAFORMA ELEVATÓRIA 9.3.1. ESCAVAÇÃO DA BASE Escavar na projeção da elevatória para execução da base da plataforma. Dimensões: (110x160x50)cm. 9.3.2. APILOAMENTO DO FUNDO DA BASE Proceder apiloamento do fundo das escavação da base. 9.3.3. DRENO DA BASE Executar dreno com tubo de PVC Ø=10cm e comprimento de 50cm, preenchido com brita selecionada. 9.3.4. CONCRETO FCK ≥ 25Mpa Concreto para o bloco (110x160x32)cm. B 9.3.5. ARMAÇÃO AÇO CA-50 Malha de 8,0mm na horizontal por 10,0mm na vertical, de 15 em 15cm. 10 N2 C/ 15 110 103 A 7 N1 C/ 15 153 A 3 N3 Ø 8 C = 527 B 160 3 N3 C/ 15 Corte B - B 32 3 N3 C/ 15 Corte A - A 102 26 25 152 7 N1 Ø 10 C = 375 10 N2 Ø 10 C = 277 10. BOTA FORA Os materiais não aproveitáveis deverão ter seu bota-fora providenciado. OBS: Todos os materiais que estiverem em condições de uso após a retirada deverão ser disponibilizados para o Tribunal / Administração do Fórum, a critério da fiscalização. 18 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 11. LIMPEZA FINAL DA OBRA Para a entrega da obra, todos os revestimentos, metais, vidros, etc., serão limpos e cuidadosamente lavados, de modo a não serem danificados, utilizando-se os produtos específicos para cada caso. 19 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS B.3 – PADRÃO 5 ARCOS 1. DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 1.1. DEMOLIÇÃO DE PISO EXTERNO EM CERÂMICA, INCLUSIVE CONTRAPISO Demolir o piso existente externo na região da plataforma, ~(110x160x5)cm. 1.2. RETIRADA DE ESQUADRIA METÁLICA Retirar esquadrias metálicas existentes nos locais de abertura dos vãos das portas para a plataforma elevatória, conforme Vista 1 no desenho 01/03. 1.3. RETIRADA DE AR CONDICIONADO, INCLUINDO SUPORTE Retirar o ar condicionado da janela próxima à plataforma para posterior remanejamento para outra janela, conforme projeto arquitetônico. 1.4. RETIRADA DE VIDRO DA JANELA Retirar o vidro da janela metálica para onde será remanejado o ar condicionado. 2. ALVENARIAS E PAINÉIS 2.1. JUNTAS DE DILATAÇÃO COM PERFIL Executar junta em isopor e mastique, entre o enclausuramento e a esquadria metálica (lado das portas). O mastique indicado será um selante monocomponente à base de poliuretano de alto desempenho, tixotrópico, que cura com a umidade do ar, servindo como selante de juntas. O produto deve ser resistente à água e ácidos. A cor do selante será a que melhor se ajusta ao material do revestimento existente próximo da junta. Seguir as orientações do fabricante. Observar todos os detalhes do projeto padrão PDR-Juntas. Executar a junta com seu acabamento em perfil de alumínio anodizado-remate tipo contramarco. Obedecer às recomendações do fabricante. 2.2. JUNTAS DE DILATAÇÃO SEM PERFIL Executar junta em isopor e mastique, entre o enclausuramento e a alvenaria. O mastique indicado será um selante monocomponente à base de poliuretano de alto desempenho, tixotrópico, que cura com a umidade do ar, servindo como selante de juntas. O produto deve ser resistente à água e ácidos. A cor do selante será a que melhor se ajusta ao material do revestimento existente próximo da junta. Seguir as orientações do fabricante. Observar todos os detalhes do projeto padrão PDR-Juntas. 3. ESQUADRIAS METÁLICAS Todos os materiais utilizados nas esquadrias deverão ser isentos de falhas de laminação e defeitos de fabricação. Os perfis, barras e chapas de aço utilizados serão isentos de empenamentos, defeitos de superfície e diferenças de espessura. As dimensões deverão atender às exigências de resistência pertinente ao uso, bem como aos requisitos estéticos. A associação entre os perfis, bem como com outro elemento da edificação, deverá garantir uma perfeita estanqueidade às esquadrias e vãos a que forem aplicadas. Sempre que possível, na junção dos elementos das esquadrias será realizada solda, evitando-se rebites e parafusos. Os perfilados deverão ser perfeitamente esquadrinhados. Todos os ângulos ou linhas de emenda serão esmerilhados ou limados, de modo a serem removidas as saliências e asperezas da solda. 20 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 3.1. RECOMPOSIÇÃO DE ESQUADRIA METÁLICA Recompor as esquadrias onde foram feitas as aberturas para os vãos das portas. 3.2. REMANEJAMENTO DO SUPORTE DO AR CONDICIONADO Remanejar o suporte de instalação do ar condicionado. 4. VIDROS Os vidros não devem apresentar defeitos, como ondulações, manchas, bolhas, riscos, lascas, incrustações na superfície ou no interior da chapa, superfícies irregulares, não uniformidade de cor, deformações ou dimensões incompatíveis. Para a colocação dos vidros é vedado o uso de massa de vidraceiro, assim a colocação dos vidros deverá ser feita em estrita observância às Normas Técnicas. Para a instalação deverão ser utilizados calços de apoio de borracha, os quais deverão evitar o contato direto da esquadria com o vidro, e sistemas de vedação tipo Gaxetas (EPDM ou neoprene), conforme as espessuras do vidro, permitindo uma maior estanqueidade da água, e estarem dispostos como previstos nas normas técnicas pertinentes. 4.1. VIDRO LISO INCOLOR - 4,0mm Instalar na janela de onde foi retirado o ar condicionado e na parte superior da janela do ar condicionado. 5. SOLEIRAS 5.1. SOLEIRA METÁLICA TIPO CANTONEIRA Instalar soleira metálica em aço galvanizado, tipo cantoneira (15x15)cm, na abertura do vão das portas. 5.2. SOLEIRA EM GRANITO CINZA ANDORINHA LEVIGADO 5.2.1. LARGURA 10,0 cm Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, no contorno da plataforma. 6. INSTALAÇÕES CONDIÇÕES GERAIS Deverão estar incluídos no custo das instalações, corte e recomposição de alvenarias e pisos, abertura e fechamento de valas, lastros de concreto, pintura de canalizações, enfim todos os serviços necessários para execução das instalações, conforme projeto. RELAÇÃO DE MATERIAIS As relações de materiais das instalações, fornecidas pelo TJMG são parte integrante do Caderno de Especificações. ENTREGA Todas as instalações deverão ser entregues ligadas e em perfeito funcionamento, sendo todos os custos de responsabilidade da contratada. 6.1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA TODOS OS MATERIAIS DESCRITOS NAS LISTAS DE INSTALAÇÕES FORAM DISTRIBUÍDOS NOS ITENS 7.1.1 A 7.1.4 RELACIONADOS NO MODELO DE PLANILHA DETALHADA, FORNECIDA PELO TJMG. NORMAS As instalações serão executadas, de acordo com o projeto e respectivo memorial descritivo, fornecidos pela DENGEP/TJMG, em conformidade com as normas técnicas da ABNT, legislações vigentes e padrões específicos da concessionária. 21 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 7. PINTURA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 1- ANTES DA APLICAÇÃO DE QUALQUER PRODUTO, A CONTRATADA DEVERÁ APRESENTAR À DENGEP/TJMG, TODOS OS ATESTADOS DO FABRICANTE DE CADA UM DOS PRODUTOS, COMPROVANDO QUE OS MESMOS ESTÃO DE CONFORMIDADE COM AS NORMAS. 2- NA EXECUÇÃO DE TODOS OS SISTEMAS DE PINTURA, INCLUSIVE PREPARO DE SUPERFÍCIES, A CONTRATADA DEVERÁ SEGUIR RIGOROSAMENTE TODAS AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DOS PRODUTOS A SEREM APLICADOS. PRELIMINARES Previamente à pintura, as superfícies deverão ser limpas e lixadas. O número de demãos deverá ser o necessário para o perfeito cobrimento da superfície (no mínimo duas demãos). É de fundamental importância que o líquido selador, a massa corrida e a tinta sejam do mesmo fabricante, para que sejam garantidas a homogeneidade e a durabilidade do produto. Referências: Coral, Suvinil, Sherwin Willians ou similar. 7.1. PINTURA EM ESQUADRIAS METÁLICAS 7.1.1. PINTURA ELETROSTÁTICA Aplicar pintura eletrostática com características de alta resistência às intempéries, obedecendo à cor e padrão determinados no projeto arquitetônico, na soleira metálica, tipo cantoneira. 7.1.2. ESMALTE SINTÉTICO Aplicar esmalte sintético acetinado formulado à base de resinas alquídicas nas esquadrias que serão recompostas. Cor de acordo com a esquadria E2A. 8. SINALIZAÇÃO TÁTIL INTERNA A sinalização tátil interna deverá ser executada conforme paginação prevista no projeto arquitetônico, obedecendo ao projeto padrão PDR-Piso Tátil. 8.1. ELEMENTO TÁTIL DE ALERTA Fornecer e assentar piso tátil por elementos discretos, em poliuretano termoplástico, com superfície de relevos tronco-cônicos regularmente dispostos, revestidos em aço inox ABNT304 (ref. Mozaik linha Dome ou similar), com medidas, distâncias e disposições adequadas para a sinalização de acessibilidade, em conformidade com a Norma ABNT 9050. O elemento tátil será fixado sobre o piso através de furo com broca de 8 mm, conforme gabarito de montagem / paginação do projeto arquitetônico. O furo será preenchido parcialmente com adesivo/selante de poliuretano (ref. 3M PU 550 ou similar). Em seguida, pressionar o pino de fixação do sinalizador em direção ao interior do furo batendo suavemente com um martelo de borracha caso necessário, até nivelar a base com o piso. 9. DIVERSOS 9.1. REMANEJAMENTO DO AR CONDICIONADO Instalar o ar condicionado no local indicado no projeto arquitetônico. 9.2. PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO VERTICAL, INCLUSIVE ENCLAUSURAMENTO Fornecer e instalar elevatória conforme especificação a seguir e projeto arquitetônico. Obs.: A plataforma deverá obedecer aos preceitos contidos na Norma Técnica NBR 15655-1/2009 (Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida – requisitos para 22 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS segurança, dimensões e operação funcional, ISO9386-1, MOD). ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES À NORMA DAS PLATAFORMAS Sistema para transporte vertical de pessoas portadoras de necessidades especiais que fazem ou não uso de cadeira de rodas. Percurso aproximado Paradas Entradas Capacidade mínima Velocidade Comando Deslocamento Cabina Piso Portas de pavimento Tipo Ver no local xxx(mm) 02(duas) Mesmo lado 250 Kg Mínima de 5 m/min Manual de atuação constante com parada automática nos pavimentos. Chave na cabina. Eletromecânico através de fuso de aço ou coroas com correntes. Cabina alta (h=1,60m) com corrimão junto ao painel de comando e com piso antiderrapante. Piso em chapa xadrez esp. ≥ 5mm. Portas com chave para controle de acesso Eixo Vertical. Obs.: Para maior segurança do usuário, caso exista espaço acima e ao lado das portas, o mesmo deverá ser fechado, face a face, observado pelo lado interno da caixa de corrida, com chapa de aço, espessura mínima de 1,5mm Largura/Altura mínima das portas Acabamento de toda parte inclusive do fechamento acima e ao lado das portas de pavimento: - 90 cm x 200 cm Pintura anticorrosiva de fundo e acabamento final na cor metálica, a ser definida pelo TJMG. Itens de Segurança: Sensores que atuam paralisando o equipamento quando da interferência de algum objeto ou pessoa sob a cabina, sensores de porta que atuam paralisando o equipamento se esta for aberta com a cabina em movimento, chaves de fim de curso e botão de emergência na cabina. Caixa de Corrida: Caixa de corrida em estrutura metálica (aço galvanizado (chapa #16), perfil tubular, com pintura eletrostática) com fechamento em vidro laminado incolor (espessura = 8,0mm), com película tipo “jateado”. FUNCIONAMENTO EMERGENCIAL “RESGATE AUTOMÁTICO” Para evitar que passageiros fiquem presos na cabina, quando houver interrupção no fornecimento de energia elétrica para os elevadores, o sistema deverá possuir dispositivo dimensionado corretamente, para o elevador, a ser fornecido e instalado pela contratada. Tal dispositivo deverá comutar automaticamente na falta de energia para o elevador e fazer com que a cabina pare no pavimento mais próximo com seu piso nivelado com o piso do pavimento e abra suas portas, liberando assim os passageiros que por ventura estejam na mesma. 23 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Obs.: No quadro de força do elevador tipo “plataforma”, será indispensável a instalação de relés de falta de fase. Atendimento às Normas Técnicas vigentes: Todos os itens previstos na norma, deverão ser considerados, fabricados e instalados conforme a mesma. Ps.: Todo o serviço de infraestrutura da parte civil e elétrica bem como o enclausuramento “Caixa de Corrida” e poço do equipamento serão por conta da contratada, conforme projeto apresentado pela mesma e aprovado pelo TJMG. 9.2.1. BOA ESPERANÇA 9.2.2. CAMPESTRE 9.2.3. CAMPINA VERDE 9.2.4. CAPELINHA 9.2.5. GALILÉIA 9.2.6. JACUÍ 9.2.7. MEDINA 9.2.8. MESQUITA 9.2.9. MONTE ALEGRE DE MINAS 9.2.10. PERDÕES 9.3. MANUTENÇÃO DA PLATAFORMA ESCOPO DO SERVIÇO 1) Serviço de manutenção preventiva e corretiva, com inclusão total de peças, prestado pela CONTRATADA ou subcontratada durante o período de garantia – 01 (um) ano - em plataformas (cabina, máquina de tração e quadro de comando, e as interligações mecânicas e eletro-eletrônicas entre os mesmos) instalados nos Fóruns das Comarcas supracitadas, em conformidade com a norma NBR NM 207, recomendações do fabricante e, quando aplicável, normativos legais. 2) Manutenção preventiva: Implementação de ações planejadas (Planos de Manutenção) a fim de se eliminar ou minimizar o risco de falhas e maximizar o nível de segurança, a confiabilidade e a vida útil dos equipamentos; periodicidade mensal, independentemente de chamado pelo TRIBUNAL; 3) Manutenção corretiva: Remoção de falhas, sem causa(s) prevista(s), visando ao restabelecimento funcional pleno dos equipamentos, no menor prazo possível; visitas em número indeterminado, a partir de chamado pelo TRIBUNAL; Notas: a) O deslocamento de pessoal (funcionários da CONTRATADA ou de subcontratadas por esta), materiais e equipamentos é de exclusiva responsabilidade da CONTRATADA, sem ônus adicional para o TRIBUNAL; havendo disponibilidade de vagas nas edificações, as respectivas administrações, a seu exclusivo critério, poderão autorizar a entrada e estacionamento de veículos em serviço, caso solicitado pela CONTRATADA; b) Exclui-se da responsabilidade da CONTRATADA a substituição de peças ou subsistemas danificados, comprovadamente, por uso inadequado ou vandalismo; PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DE RESPONSABILIDADE DA CONTRATADA 24 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 1) Elaboração e encaminhamento, à fiscalização, ao final do contrato, no último mês de prestação do serviço de manutenção, de relatório técnico de inspeção final, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da condição física e operacional do respectivo elevador; sendo constatada necessidade de reparo, de responsabilidade da CONTRATADA, a mesma deverá providenciá-lo, sendo condição para liberação de faturas pendentes ou a vencer e da garantia contratual, sem prejuízo, no caso de não atendimento a esta condição, da aplicação de sanções contratuais, a partir de regular processo administrativo; 2) Anotações no livro de ocorrências, pelo técnico executor do serviço de manutenção, quando exigido pelo respectivo município; 3) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita mensal de caráter preventivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de ficha de manutenção (lista de verificação em modelo da CONTRATADA), individualizada por edificação/equipamento, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data); as vias da fiscalização deverão acompanhar a fatura do respectivo mês; o preenchimento ilegível, incompleto ou a ausência de quaisquer das identificações acima descritas implicará a retenção do pagamento da referida fatura; 4) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita de caráter corretivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de formulário próprio, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da ocorrência, causa e intervenção realizada, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data; a(s) via(s) da fiscalização deverá(ão) ser encaminhada9s) junto às fichas de manutenção descritas no item anterior; 5) Limpeza dos poços e das caixas de corrida; 6) Guarda em casas de máquinas, ou, inexistindo as mesmas, entrega aos cuidados da administração da respectiva edificação, de peças substituídas, com prévia autorização da fiscalização, a cargo do TRIBUNAL; as referidas peças serão objeto de inspeção, pela fiscalização, para efeito de ressarcimento à CONTRATADA; PRAZOS MÁXIMOS PARA ATENDIMENTO A CHAMADOS I. Para cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 12:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; II. Para cidades que distam até 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 18:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; III. Para cidades que distam acima de 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia seguinte ao dia do chamado; Notas: a) Caso o prazo para conserto exceda 24 (vinte e quatro) horas, a partir de avaliação técnica, a CONTRATADA deverá formalizar a fiscalização do TRIBUNAL a descrição da falha e previsão de término dos serviços; b) Em caso de acidente ou de passageiro(s) preso(s) na cabina (chamado emergencial) o atendimento deverá ser imediato, em qualquer hora e dia da semana, com precedência absoluta sob quaisquer outros serviços; 25 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS HORÁRIO PARA REALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS I. Manutenção preventiva: Dias úteis, de 8:00 às 18:00 (preferencialmente no período da manhã); II. Manutenção corretiva: Dias úteis, de 08:00 às 18:00; no caso de acidente ou passageiro(s) preso(s) em cabina o atendimento deverá ser feito em qualquer hora e dia; Nota: Execução de serviços preventivos ou corretivos poderão ocorrer em períodos diversos do período de expediente (dias úteis, de 08:00 às 18:00 h), sem ônus adicional para o TRIBUNAL, desde que previamente autorizado pela administração da respectiva Unidade; 9.4. BASE PARA PLATAFORMA ELEVATÓRIA 9.4.1. ESCAVAÇÃO DA BASE Escavar na projeção da elevatória para execução da base da plataforma. Dimensões: (110x160x50)cm. 9.4.2. APILOAMENTO DO FUNDO DA BASE Proceder apiloamento do fundo das escavação da base. 9.4.3. DRENO DA BASE Executar dreno com tubo de PVC Ø=10cm e comprimento de 50cm, preenchido com brita selecionada. 9.4.4. CONCRETO FCK ≥ 25Mpa Concreto para o bloco (110x160x32)cm. B 9.4.5. ARMAÇÃO AÇO CA-50 Malha de 8,0mm na horizontal por 10,0mm na vertical, de 15 em 15cm. 10 N2 C/ 15 103 110 A 3 N3 Ø 8 C = 527 B 160 3 N3 C/ 15 Corte B - B 32 3 N3 C/ 15 Corte A - A 102 152 26 25 A 7 N1 C/ 15 153 7 N1 Ø 10 C = 375 10 N2 Ø 10 C = 277 26 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 10. BOTA FORA Os materiais não aproveitáveis deverão ter seu bota-fora providenciado. OBS: Todos os materiais que estiverem em condições de uso após a retirada deverão ser disponibilizados para o Tribunal / Administração do Fórum, a critério da fiscalização. 11. LIMPEZA FINAL DA OBRA Para a entrega da obra, todos os revestimentos, metais, vidros, etc., serão limpos e cuidadosamente lavados, de modo a não serem danificados, utilizando-se os produtos específicos para cada caso. 27 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS B.4 – PADRÃO 4 ARCOS 1. DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 1.1. DEMOLIÇÃO DE PISO EXTERNO EM CERÂMICA, INCLUINDO CONTRAPISO Demolir o piso existente externo na região da plataforma, ~(110x160x5)cm. 1.2. RETIRADA DE ESQUADRIA METÁLICA Retirar parte das esquadrias metálicas existentes nos locais de abertura dos vãos das portas para a plataforma elevatória (a parte superior das esquadrias deverá permanecer – ver projeto arquitetônico – corte B-B). 2. ALVENARIAS E PAINÉIS 2.1. JUNTAS DE DILATAÇÃO COM PERFIL Executar junta em isopor e mastique, entre o enclausuramento e a esquadria metálica (lado das portas). O mastique indicado será um selante monocomponente à base de poliuretano de alto desempenho, tixotrópico, que cura com a umidade do ar, servindo como selante de juntas. O produto deve ser resistente à água e ácidos. A cor do selante será a que melhor se ajusta ao material do revestimento existente próximo da junta. Seguir as orientações do fabricante. Observar todos os detalhes do projeto padrão PDR-Juntas. Executar a junta com seu acabamento em perfil de alumínio anodizado-remate tipo contramarco. Obedecer às recomendações do fabricante. 2.2. JUNTAS DE DILATAÇÃO SEM PERFIL Executar junta em isopor e mastique, entre o enclausuramento e a alvenaria. O mastique indicado será um selante monocomponente à base de poliuretano de alto desempenho, tixotrópico, que cura com a umidade do ar, servindo como selante de juntas. O produto deve ser resistente à água e ácidos. A cor do selante será a que melhor se ajusta ao material do revestimento existente próximo da junta. Seguir as orientações do fabricante. Observar todos os detalhes do projeto padrão PDR-Juntas. 3. ESQUADRIAS METÁLICAS Todos os materiais utilizados nas esquadrias deverão ser isentos de falhas de laminação e defeitos de fabricação. Os perfis, barras e chapas de aço utilizados serão isentos de empenamentos, defeitos de superfície e diferenças de espessura. As dimensões deverão atender às exigências de resistência pertinente ao uso, bem como aos requisitos estéticos. A associação entre os perfis, bem como com outro elemento da edificação, deverá garantir uma perfeita estanqueidade às esquadrias e vãos a que forem aplicadas. Sempre que possível, na junção dos elementos das esquadrias será realizada solda, evitando-se rebites e parafusos. Os perfilados deverão ser perfeitamente esquadrinhados. Todos os ângulos ou linhas de emenda serão esmerilhados ou limados, de modo a serem removidas as saliências e asperezas da solda. 3.1. RECOMPOSIÇÃO DE ESQUADRIA METÁLICA Recompor as esquadrias acima da abertura dos vãos das portas. 4. REVESTIMENTOS As argamassas industrializadas para revestimento (paredes e tetos) devem atender às disposições da norma NBR-13281 – “Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos”. 28 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS As principais propriedades exigíveis para cumprir adequadamente suas funções são as seguintes: trabalhabilidade, capacidade de aderência, capacidade de absorver deformações, restrição ao aparecimento de fissuras, resistência mecânica e durabilidade. As demais propriedades como: resistência superficial, resistência à compressão, capacidade de retenção de água, teor de ar incorporado e durabilidade também precisam ser verificados quando da seleção do fornecedor. Com a utilização da argamassa industrializada, sua preparação deve ser feita com um misturador mecânico. O abastecimento de argamassa nas frentes de trabalho deve ser feito com caixotes plásticos ou metálicos. Recompor as paredes onde foram removidas as esquadrias metálicas. 4.1. CHAPISCO (ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA) Executar chapisco na recomposição dos vãos das portas. Para preparo do produto e aplicação, seguir as recomendações do fabricante. 4.2. REBOCO (ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA) A argamassa industrializada utilizada para reboco deve ser composta de: cimento, agregados minerais e aditivos especiais. Executar reboco na recomposição dos vãos das portas. Para preparo do produto e aplicação, seguir as recomendações do fabricante. 5. SOLEIRAS A largura indicada para soleiras refere-se à espessura da parede acabada, devendo ser suficiente para a perfeita interligação com os pisos adjacentes, sem deixar frestas. Todas as faces e bordas aparentes das pedras deverão ser polidas. 5.1. SOLEIRA EM GRANITO CINZA ANDORINHA Assentar soleiras em granito cinza andorinha, espessura 2,0 cm, em peças inteiras. Argamassa colante ACIII conforme NBR 14081:2004. Assentamento em dupla camada: argamassa na base a ser revestida e no verso placa de granito. Consumo aproximado de argamassa colante: 10 kg/m². Placas com faces planas, dimensões regulares, sem rachaduras, lascas, quebras e quaisquer outros defeitos. Deverá ser apresentada uma amostra das placas de granito que serão utilizadas à fiscalização para aprovação das mesmas antes que seja executado o assentamento. 5.1.1. LARGURA 25,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA POLIDO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, nos vãos das portas. 5.1.2. LARGURA 10,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA LEVIGADO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, no contorno da plataforma. 6. INSTALAÇÕES CONDIÇÕES GERAIS Deverão estar incluídos no custo das instalações, corte e recomposição de alvenarias e pisos, abertura e fechamento de valas, lastros de concreto, pintura de canalizações, enfim todos os serviços necessários para execução das instalações, conforme projeto. RELAÇÃO DE MATERIAIS 29 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS As relações de materiais das instalações, fornecidas pelo TJMG são parte integrante do Caderno de Especificações. ENTREGA Todas as instalações deverão ser entregues ligadas e em perfeito funcionamento, sendo todos os custos de responsabilidade da contratada. 6.1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA TODOS OS MATERIAIS DESCRITOS NAS LISTAS DE INSTALAÇÕES FORAM DISTRIBUÍDOS NOS ITENS 6.1.1 A 6.1.3 RELACIONADOS NO MODELO DE PLANILHA DETALHADA, FORNECIDA PELO TJMG. NORMAS As instalações serão executadas, de acordo com o projeto e respectivo memorial descritivo, fornecidos pela DENGEP/TJMG, em conformidade com as normas técnicas da ABNT, legislações vigentes e padrões específicos da concessionária. 7. PINTURA CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 1- ANTES DA APLICAÇÃO DE QUALQUER PRODUTO, A CONTRATADA DEVERÁ APRESENTAR À DENGEP/TJMG, TODOS OS ATESTADOS DO FABRICANTE DE CADA UM DOS PRODUTOS, COMPROVANDO QUE OS MESMOS ESTÃO DE CONFORMIDADE COM AS NORMAS. 2- NA EXECUÇÃO DE TODOS OS SISTEMAS DE PINTURA, INCLUSIVE PREPARO DE SUPERFÍCIES, A CONTRATADA DEVERÁ SEGUIR RIGOROSAMENTE TODAS AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DOS PRODUTOS A SEREM APLICADOS. PRELIMINARES Previamente à pintura, as superfícies deverão ser limpas e lixadas. O número de demãos deverá ser o necessário para o perfeito cobrimento da superfície (no mínimo duas demãos). É de fundamental importância que o líquido selador, a massa corrida e a tinta sejam do mesmo fabricante, para que sejam garantidas a homogeneidade e a durabilidade do produto. Referências: Coral, Suvinil, Sherwin Willians ou similar. 7.1. PINTURA DE PAREDES INTERNAS Pintar as vergas e vãos das portas. 7.1.1. SELADOR ACRÍLICO Aplicar em todas as paredes sobre o substrato, para selar e uniformizar a absorção das superfícies e diminuir a porosidade do substrato. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.1.6. 7.1.2. EMASSAMENTO COM MASSA CORRIDA PVA Aplicar o produto em camadas finas e sucessivas, lixando entre demãos quando necessário, até obter o nivelamento desejado, conforme indicado no projeto arquitetônico. O lixamento deve ser efetuado entre 2 e 3 horas após a aplicação. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.5.2. 7.1.3. PINTURA ACRÍLICA Aplicar tinta Acrílica, obedecendo à cor e padrão determinados no projeto arquitetônico. A tinta deve proporcionar acabamento de aspecto fosco, de alta resistência à água, alcalinidade e intempéries, não podendo apresentar manchas e com características de durabilidade, flexibilidade e alta resistência à proliferação de mofo. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.2.5. 30 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 7.2. PINTURA EM ESQUADRIAS METÁLICAS 7.2.1. ESMALTE SINTÉTICO Aplicar esmalte sintético acetinado, inclusive fundo nivelador, formulado à base de resinas alquídicas nas esquadrias que serão mantidas de acordo com o corte B-B. 8. SINALIZAÇÃO TÁTIL INTERNA A sinalização tátil interna deverá ser executada conforme paginação prevista no projeto arquitetônico, obedecendo ao projeto padrão PDR-Piso Tátil. 8.1. ELEMENTO TÁTIL DE ALERTA Fornecer e assentar piso tátil por elementos discretos, em poliuretano termoplástico, com superfície de relevos tronco-cônicos regularmente dispostos, revestidos em aço inox ABNT304 (ref. Mozaik linha Dome ou similar), com medidas, distâncias e disposições adequadas para a sinalização de acessibilidade, em conformidade com a Norma ABNT 9050. O elemento tátil será fixado sobre o piso através de furo com broca de 8 mm, conforme gabarito de montagem / paginação do projeto arquitetônico. O furo será preenchido parcialmente com adesivo/selante de poliuretano (ref. 3M PU 550 ou similar). Em seguida, pressionar o pino de fixação do sinalizador em direção ao interior do furo batendo suavemente com um martelo de borracha caso necessário, até nivelar a base com o piso. 9. DIVERSOS 9.1. PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO VERTICAL, INCLUSIVE ENCLAUSURAMENTO Fornecer e instalar elevatória conforme especificação a seguir e projeto arquitetônico. Obs.: A plataforma deverá obedecer aos preceitos contidos na Norma Técnica NBR 15655-1/2009 (Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida – requisitos para segurança, dimensões e operação funcional, ISO9386-1, MOD). ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES À NORMA DAS PLATAFORMAS Sistema para transporte vertical de pessoas portadoras de necessidades especiais que fazem ou não uso de cadeira de rodas. Percurso aproximado Paradas Entradas Capacidade mínima Velocidade Comando Deslocamento Cabina Piso Portas de pavimento Tipo Ver no local xxx(mm) 02(duas) Mesmo lado 250 Kg Mínima de 5 m/min Manual de atuação constante com parada automática nos pavimentos. Chave na cabina. Eletromecânico através de fuso de aço ou coroas com correntes. Cabina alta (h=1,60m) com corrimão junto ao painel de comando e com piso antiderrapante. Piso em chapa xadrez esp. ≥ 5mm. Portas com chave para controle de acesso Eixo Vertical. Obs.: Para maior segurança do usuário, caso exista espaço acima e ao lado das portas, o mesmo deverá ser fechado, face a face, observado pelo lado interno da caixa de corrida, com chapa de aço, espessura mínima de 1,5mm 31 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Largura/Altura mínima das portas Acabamento de toda parte inclusive do fechamento acima e ao lado das portas de pavimento: - 90 cm x 200 cm Pintura anticorrosiva de fundo e acabamento final na cor metálica, a ser definida pelo TJMG. Itens de Segurança: Sensores que atuam paralisando o equipamento quando da interferência de algum objeto ou pessoa sob a cabina, sensores de porta que atuam paralisando o equipamento se esta for aberta com a cabina em movimento, chaves de fim de curso e botão de emergência na cabina. Caixa de Corrida: Caixa de corrida em estrutura metálica (aço galvanizado (chapa #16), perfil tubular, com pintura eletrostática) com fechamento em vidro laminado incolor (espessura = 8,0mm), com película tipo “jateado”. FUNCIONAMENTO EMERGENCIAL “RESGATE AUTOMÁTICO” Para evitar que passageiros fiquem presos na cabina, quando houver interrupção no fornecimento de energia elétrica para os elevadores, o sistema deverá possuir dispositivo dimensionado corretamente, para o elevador, a ser fornecido e instalado pela contratada. Tal dispositivo deverá comutar automaticamente na falta de energia para o elevador e fazer com que a cabina pare no pavimento mais próximo com seu piso nivelado com o piso do pavimento e abra suas portas, liberando assim os passageiros que por ventura estejam na mesma. Obs.: No quadro de força do elevador tipo “plataforma”, será indispensável a instalação de relés de falta de fase. Atendimento às Normas Técnicas vigentes: Todos os itens previstos na norma, deverão ser considerados, fabricados e instalados conforme a mesma. Ps.: Todo o serviço de infraestrutura da parte civil e elétrica bem como o enclausuramento “Caixa de Corrida” e poço do equipamento serão por conta da contratada, conforme projeto apresentado pela mesma e aprovado pelo TJMG. 9.1.1. BARÃO DE COCAIS 9.1.2. MANGA 9.1.3. SANTA VITÓRIA 9.2. MANUTENÇÃO DA PLATAFORMA ESCOPO DO SERVIÇO 1) Serviço de manutenção preventiva e corretiva, com inclusão total de peças, prestado pela CONTRATADA ou subcontratada durante o período de garantia – 01 (um) ano - em plataformas (cabina, máquina de tração e quadro de comando, e as interligações mecânicas e eletro-eletrônicas entre os mesmos) instalados nos Fóruns das Comarcas supracitadas, em conformidade com a norma NBR NM 207, recomendações do fabricante e, quando aplicável, normativos legais. 32 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 2) Manutenção preventiva: Implementação de ações planejadas (Planos de Manutenção) a fim de se eliminar ou minimizar o risco de falhas e maximizar o nível de segurança, a confiabilidade e a vida útil dos equipamentos; periodicidade mensal, independentemente de chamado pelo TRIBUNAL; 3) Manutenção corretiva: Remoção de falhas, sem causa(s) prevista(s), visando ao restabelecimento funcional pleno dos equipamentos, no menor prazo possível; visitas em número indeterminado, a partir de chamado pelo TRIBUNAL; Notas: a) O deslocamento de pessoal (funcionários da CONTRATADA ou de subcontratadas por esta), materiais e equipamentos é de exclusiva responsabilidade da CONTRATADA, sem ônus adicional para o TRIBUNAL; havendo disponibilidade de vagas nas edificações, as respectivas administrações, a seu exclusivo critério, poderão autorizar a entrada e estacionamento de veículos em serviço, caso solicitado pela CONTRATADA; b) Exclui-se da responsabilidade da CONTRATADA a substituição de peças ou subsistemas danificados, comprovadamente, por uso inadequado ou vandalismo; PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DE RESPONSABILIDADE DA CONTRATADA 1) Elaboração e encaminhamento, à fiscalização, ao final do contrato, no último mês de prestação do serviço de manutenção, de relatório técnico de inspeção final, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da condição física e operacional do respectivo elevador; sendo constatada necessidade de reparo, de responsabilidade da CONTRATADA, a mesma deverá providenciá-lo, sendo condição para liberação de faturas pendentes ou a vencer e da garantia contratual, sem prejuízo, no caso de não atendimento a esta condição, da aplicação de sanções contratuais, a partir de regular processo administrativo; 2) Anotações no livro de ocorrências, pelo técnico executor do serviço de manutenção, quando exigido pelo respectivo município; 3) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita mensal de caráter preventivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de ficha de manutenção (lista de verificação em modelo da CONTRATADA), individualizada por edificação/equipamento, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data); as vias da fiscalização deverão acompanhar a fatura do respectivo mês; o preenchimento ilegível, incompleto ou a ausência de quaisquer das identificações acima descritas implicará a retenção do pagamento da referida fatura; 4) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita de caráter corretivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de formulário próprio, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da ocorrência, causa e intervenção realizada, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data; a(s) via(s) da fiscalização deverá(ão) ser encaminhada9s) junto às fichas de manutenção descritas no item anterior; 5) Limpeza dos poços e das caixas de corrida; 6) Guarda em casas de máquinas, ou, inexistindo as mesmas, entrega aos cuidados da administração da respectiva edificação, de peças substituídas, com prévia autorização da fiscalização, a cargo do TRIBUNAL; as referidas peças serão objeto de inspeção, pela fiscalização, para efeito de ressarcimento à CONTRATADA; 33 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS PRAZOS MÁXIMOS PARA ATENDIMENTO A CHAMADOS I. Para cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 12:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; II. Para cidades que distam até 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 18:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; III. Para cidades que distam acima de 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia seguinte ao dia do chamado; Notas: a) Caso o prazo para conserto exceda 24 (vinte e quatro) horas, a partir de avaliação técnica, a CONTRATADA deverá formalizar à fiscalização do TRIBUNAL a descrição da falha e previsão de término dos serviços; b) Em caso de acidente ou de passageiro(s) preso(s) na cabina (chamado emergencial) o atendimento deverá ser imediato, em qualquer hora e dia da semana, com precedência absoluta sob quaisquer outros serviços; HORÁRIO PARA REALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS I. Manutenção preventiva: Dias úteis, de 8:00 às 18:00 (preferencialmente no período da manhã); II. Manutenção corretiva: Dias úteis, de 08:00 às 18:00; no caso de acidente ou passageiro(s) preso(s) em cabina o atendimento deverá ser feito em qualquer hora e dia; Nota: Execução de serviços preventivos ou corretivos poderão ocorrer em períodos diversos do período de expediente (dias úteis, de 08:00 às 18:00 h), sem ônus adicional para o TRIBUNAL, desde que previamente autorizado pela administração da respectiva Unidade; 9.3. BASE PARA PLATAFORMA ELEVATÓRIA 9.3.1. ESCAVAÇÃO DA BASE Escavar na projeção da elevatória para execução da base da plataforma. Dimensões: (110x160x50)cm. 9.3.2. APILOAMENTO DO FUNDO DA BASE Proceder apiloamento do fundo das escavação da base. 9.3.3. DRENO DA BASE Executar dreno com tubo de PVC Ø=10cm e comprimento de 50cm, preenchido com brita selecionada. 9.3.4. CONCRETO FCK ≥ 25Mpa Concreto para o bloco (110x160x32)cm. 9.3.5. ARMAÇÃO AÇO CA-50 Malha de 8,0mm na horizontal por 10,0mm na vertical, de 15 em 15cm. 34 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS B DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 10 N2 C/ 15 110 103 A 7 N1 C/ 15 153 A 3 N3 Ø 8 C = 527 B 160 3 N3 C/ 15 Corte B - B 32 3 N3 C/ 15 Corte A - A 102 26 25 152 7 N1 Ø 10 C = 375 10 N2 Ø 10 C = 277 10. BOTA FORA Os materiais não aproveitáveis deverão ter seu bota-fora providenciado. OBS: Todos os materiais que estiverem em condições de uso após a retirada deverão ser disponibilizados para o Tribunal / Administração do Fórum, a critério da fiscalização. 11. LIMPEZA FINAL DA OBRA Para a entrega da obra, todos os revestimentos, metais, vidros, etc., serão limpos e cuidadosamente lavados, de modo a não serem danificados, utilizando-se os produtos específicos para cada caso. 35 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS B.5 – PADRÃO PÁTIO INTERNO 2 1. DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 1.1. DEMOLIÇÃO DE PISO INTERNO EM CERÂMICA, INCLUSIVE CONTRAPISO Demolir o piso existente interno na região da plataforma, ~(110x160x5)cm. 1.2. DEMOLIÇÃO DE CORDÃO DE ALVENARIA Demolir o cordão de alvenaria na região da abertura da porta da elevatória. 1.3. DEMOLIÇÃO DE FLOREIRA EM CONCRETO Demolir a floreira em concreto na região da abertura da porta da elevatória, incluindo retirada de toda a terra desta floreira. 2. ALVENARIAS E PAINÉIS 2.1. ALVENARIA EM TIJOLOS CERÂMICOS FURADOS Executar na recomposição da floreira e preenchimento da mesma. Serão utilizados blocos cerâmicos classe 10 de 9x19x39cm. 2.2. JUNTAS DE DILATAÇÃO COM PERFIL Executar junta em isopor e mastique, nos locais demarcados nos projetos arquitetônico. O mastique indicado será um selante monocomponente à base de poliuretano de alto desempenho, tixotrópico, que cura com a umidade do ar, servindo como selante de juntas. O produto deve ser resistente à água e ácidos. A cor do selante será a que melhor se ajusta ao material do revestimento existente próximo da junta. Seguir as orientações do fabricante. Observar todos os detalhes do projeto padrão PDR-Juntas. Executar a junta com seu acabamento em perfil de alumínio anodizado-remate tipo contramarco. Obedecer às recomendações do fabricante. 3. REVESTIMENTOS As argamassas industrializadas para revestimento (paredes e tetos) devem atender às disposições da norma NBR-13281 – “Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos”. As principais propriedades exigíveis para cumprir adequadamente suas funções são as seguintes: trabalhabilidade, capacidade de aderência, capacidade de absorver deformações, restrição ao aparecimento de fissuras, resistência mecânica e durabilidade. As demais propriedades como: resistência superficial, resistência à compressão, capacidade de retenção de água, teor de ar incorporado e durabilidade também precisam ser verificados quando da seleção do fornecedor. Com a utilização da argamassa industrializada, sua preparação deve ser feita com um misturador mecânico. O abastecimento de argamassa nas frentes de trabalho deve ser feito com caixotes plásticos ou metálicos. Executar na recomposição da jardineira e do cordão de alvenaria. 3.1. CHAPISCO (ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA) Para preparo do produto e aplicação, seguir as recomendações do fabricante. 3.2. REBOCO (ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA) 36 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS A argamassa industrializada utilizada para reboco deve ser composta de: cimento, agregados minerais e aditivos especiais. Para preparo do produto e aplicação, seguir as recomendações do fabricante. 4. SOLEIRAS A largura indicada para soleiras refere-se à espessura da parede acabada, devendo ser suficiente para a perfeita interligação com os pisos adjacentes, sem deixar frestas. Todas as faces e bordas aparentes das pedras deverão ser polidas. 4.1. SOLEIRA EM GRANITO CINZA ANDORINHA Assentar soleiras em granito cinza andorinha, espessura 2,0 cm, em peças inteiras. Argamassa colante ACIII conforme NBR 14081:2004. Assentamento em dupla camada: argamassa na base a ser revestida e no verso placa de granito. Consumo aproximado de argamassa colante: 10 kg/m². Placas com faces planas, dimensões regulares, sem rachaduras, lascas, quebras e quaisquer outros defeitos. Deverá ser apresentada uma amostra das placas de granito que serão utilizadas à fiscalização para aprovação das mesmas antes que seja executado o assentamento. 4.1.1. LARGURA 36,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA POLIDO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, nos vãos das portas. 4.1.2. LARGURA 45,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA POLIDO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, nos vãos das portas. 4.1.3. LARGURA 10,0 cm (GRANITO CINZA ANDORINHA LEVIGADO) Instalar nos locais determinados no projeto arquitetônico, no contorno da plataforma. 5. INSTALAÇÕES CONDIÇÕES GERAIS Deverão estar incluídos no custo das instalações, corte e recomposição de alvenarias e pisos, abertura e fechamento de valas, lastros de concreto, pintura de canalizações, enfim todos os serviços necessários para execução das instalações, conforme projeto. RELAÇÃO DE MATERIAIS As relações de materiais das instalações, fornecidas pelo TJMG são parte integrante do Caderno de Especificações. ENTREGA Todas as instalações deverão ser entregues ligadas e em perfeito funcionamento, sendo todos os custos de responsabilidade da contratada. 5.1. INSTALAÇÃO ELÉTRICA TODOS OS MATERIAIS DESCRITOS NAS LISTAS DE INSTALAÇÕES FORAM DISTRIBUÍDOS NOS ITENS 5.1.1 A 5.1.3 RELACIONADOS NO MODELO DE PLANILHA DETALHADA, FORNECIDA PELO TJMG. NORMAS As instalações serão executadas, de acordo com o projeto e respectivo memorial descritivo, fornecidos pela DENGEP/TJMG, em conformidade com as normas técnicas da ABNT, legislações vigentes e padrões específicos da concessionária. 6. PINTURA 37 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 1- ANTES DA APLICAÇÃO DE QUALQUER PRODUTO, A CONTRATADA DEVERÁ APRESENTAR À DENGEP/TJMG, TODOS OS ATESTADOS DO FABRICANTE DE CADA UM DOS PRODUTOS, COMPROVANDO QUE OS MESMOS ESTÃO DE CONFORMIDADE COM AS NORMAS. 2- NA EXECUÇÃO DE TODOS OS SISTEMAS DE PINTURA, INCLUSIVE PREPARO DE SUPERFÍCIES, A CONTRATADA DEVERÁ SEGUIR RIGOROSAMENTE TODAS AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DOS PRODUTOS A SEREM APLICADOS. PRELIMINARES Previamente à pintura, as superfícies deverão ser limpas e lixadas. O número de demãos deverá ser o necessário para o perfeito cobrimento da superfície (no mínimo duas demãos). É de fundamental importância que o líquido selador, a massa corrida e a tinta sejam do mesmo fabricante, para que sejam garantidas a homogeneidade e a durabilidade do produto. Referências: Coral, Suvinil, Sherwin Willians ou similar. 6.1. PINTURA DE PAREDES INTERNAS E EXTERNAS Pintar a floreira e o cordão de alvenaria recompostos e os vãos abertos. 6.1.1. SELADOR ACRÍLICO Aplicar em todas as paredes sobre o substrato, para selar e uniformizar a absorção das superfícies e diminuir a porosidade do substrato. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.1.6. 6.1.2. EMASSAMENTO COM MASSA CORRIDA PVA Aplicar o produto em camadas finas e sucessivas, lixando entre demãos quando necessário, até obter o nivelamento desejado, conforme indicado no projeto arquitetônico. O lixamento deve ser efetuado entre 2 e 3 horas após a aplicação. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.5.2. 6.1.3. PINTURA ACRÍLICA Aplicar tinta Acrílica, obedecendo à cor e padrão determinados no projeto arquitetônico. A tinta deve proporcionar acabamento de aspecto fosco, de alta resistência à água, alcalinidade e intempéries, não podendo apresentar manchas e com características de durabilidade, flexibilidade e alta resistência à proliferação de mofo. Classificação: NBR 11702 (Nov/1991-ABNT), Tipo: 4.2.5. 7. SINALIZAÇÃO TÁTIL INTERNA A sinalização tátil interna deverá ser executada conforme paginação prevista no projeto arquitetônico, obedecendo ao projeto padrão PDR-Piso Tátil. 7.1. ELEMENTO TÁTIL DE ALERTA Fornecer e assentar piso tátil por elementos discretos, em poliuretano termoplástico, com superfície de relevos tronco-cônicos regularmente dispostos, revestidos em aço inox ABNT304 (ref. Mozaik linha Dome ou similar), com medidas, distâncias e disposições adequadas para a sinalização de acessibilidade, em conformidade com a Norma ABNT 9050. O elemento tátil será fixado sobre o piso através de furo com broca de 8 mm, conforme gabarito de montagem / paginação do projeto arquitetônico. O furo será preenchido parcialmente com adesivo/selante de poliuretano (ref. 3M PU 550 ou similar). Em seguida, pressionar o pino de fixação do sinalizador em direção ao interior do furo batendo suavemente com um martelo de borracha caso necessário, até nivelar a base com o piso. 38 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 8. DIVERSOS 8.1. PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO VERTICAL, INCLUSIVE ENCLAUSURAMENTO Fornecer e instalar elevatória conforme especificação a seguir e projeto arquitetônico. Obs.: A plataforma deverá obedecer aos preceitos contidos na Norma Técnica NBR 15655-1/2009 (Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida – requisitos para segurança, dimensões e operação funcional, ISO9386-1, MOD). ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES À NORMA DAS PLATAFORMAS Sistema para transporte vertical de pessoas portadoras de necessidades especiais que fazem ou não uso de cadeira de rodas. Percurso aproximado Paradas Entradas Capacidade mínima Velocidade Comando Deslocamento Cabina Piso Portas de pavimento Tipo Ver no local xxx(mm) 02(duas) Mesmo lado 250 Kg Mínima de 5 m/min Manual de atuação constante com parada automática nos pavimentos. Chave na cabina. Eletromecânico através de fuso de aço ou coroas com correntes. Cabina alta (h=1,60m) com corrimão junto ao painel de comando e com piso antiderrapante. Piso em chapa xadrez esp. ≥ 5mm. Portas com chave para controle de acesso Eixo Vertical. Obs.: Para maior segurança do usuário, caso exista espaço acima e ao lado das portas, o mesmo deverá ser fechado, face a face, observado pelo lado interno da caixa de corrida, com chapa de aço, espessura mínima de 1,5mm Largura/Altura mínima das portas Acabamento de toda parte inclusive do fechamento acima e ao lado das portas de pavimento: - 90 cm x 200 cm Pintura anticorrosiva de fundo e acabamento final na cor metálica, a ser definida pelo TJMG. Itens de Segurança: Sensores que atuam paralisando o equipamento quando da interferência de algum objeto ou pessoa sob a cabina, sensores de porta que atuam paralisando o equipamento se esta for aberta com a cabina em movimento, chaves de fim de curso e botão de emergência na cabina. Caixa de Corrida: Caixa de corrida em estrutura metálica (aço galvanizado (chapa #16), perfil tubular, com pintura eletrostática) com fechamento em vidro laminado incolor (espessura = 8,0mm), com película tipo “jateado”. FUNCIONAMENTO EMERGENCIAL “RESGATE AUTOMÁTICO” Para evitar que passageiros fiquem presos na cabina, quando houver interrupção no fornecimento de energia elétrica para os elevadores, o sistema deverá possuir dispositivo dimensionado corretamente, para o elevador, a ser fornecido e instalado pela contratada. Tal dispositivo deverá comutar automaticamente na falta de energia para o elevador e fazer com que a 39 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS cabina pare no pavimento mais próximo com seu piso nivelado com o piso do pavimento e abra suas portas, liberando assim os passageiros que por ventura estejam na mesma. Obs.: No quadro de força do elevador tipo “plataforma”, será indispensável a instalação de relés de falta de fase. Atendimento às Normas Técnicas vigentes: Todos os itens previstos na norma, deverão ser considerados, fabricados e instalados conforme a mesma. Ps.: Todo o serviço de infraestrutura da parte civil e elétrica bem como o enclausuramento “Caixa de Corrida” e poço do equipamento serão por conta da contratada, conforme projeto apresentado pela mesma e aprovado pelo TJMG. 8.1.1. ITAMBACURI 8.1.2. NOVA RESENDE 8.2. MANUTENÇÃO DA PLATAFORMA ESCOPO DO SERVIÇO 1) Serviço de manutenção preventiva e corretiva, com inclusão total de peças, prestado pela CONTRATADA ou subcontratada durante o período de garantia – 01 (um) ano - em plataformas (cabina, máquina de tração e quadro de comando, e as interligações mecânicas e eletro-eletrônicas entre os mesmos) instalados nos Fóruns das Comarcas supracitadas, em conformidade com a norma NBR NM 207, recomendações do fabricante e, quando aplicável, normativos legais. 2) Manutenção preventiva: Implementação de ações planejadas (Planos de Manutenção) a fim de se eliminar ou minimizar o risco de falhas e maximizar o nível de segurança, a confiabilidade e a vida útil dos equipamentos; periodicidade mensal, independentemente de chamado pelo TRIBUNAL; 3) Manutenção corretiva: Remoção de falhas, sem causa(s) prevista(s), visando ao restabelecimento funcional pleno dos equipamentos, no menor prazo possível; visitas em número indeterminado, a partir de chamado pelo TRIBUNAL; Notas: a) O deslocamento de pessoal (funcionários da CONTRATADA ou de subcontratadas por esta), materiais e equipamentos é de exclusiva responsabilidade da CONTRATADA, sem ônus adicional para o TRIBUNAL; havendo disponibilidade de vagas nas edificações, as respectivas administrações, a seu exclusivo critério, poderão autorizar a entrada e estacionamento de veículos em serviço, caso solicitado pela CONTRATADA; b) Exclui-se da responsabilidade da CONTRATADA a substituição de peças ou subsistemas danificados, comprovadamente, por uso inadequado ou vandalismo; PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DE RESPONSABILIDADE DA CONTRATADA 1) Elaboração e encaminhamento, à fiscalização, ao final do contrato, no último mês de prestação do serviço de manutenção, de relatório técnico de inspeção final, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da condição física e operacional do respectivo elevador; sendo constatada necessidade de reparo, de responsabilidade da CONTRATADA, a mesma deverá providenciá-lo, sendo condição para liberação de faturas pendentes ou a vencer e da garantia contratual, sem prejuízo, no caso de não atendimento a esta condição, da aplicação de sanções contratuais, a partir de regular processo administrativo; 40 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 2) Anotações no livro de ocorrências, pelo técnico executor do serviço de manutenção, quando exigido pelo respectivo município; 3) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita mensal de caráter preventivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de ficha de manutenção (lista de verificação em modelo da CONTRATADA), individualizada por edificação/equipamento, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data); as vias da fiscalização deverão acompanhar a fatura do respectivo mês; o preenchimento ilegível, incompleto ou a ausência de quaisquer das identificações acima descritas implicará a retenção do pagamento da referida fatura; 4) Preenchimento em 03 vias (CONTRATADA, administração local e fiscalização), a cada visita de caráter corretivo, pelo técnico executor do serviço de manutenção, de formulário próprio, individualizado por edificação/equipamento, com descrição da ocorrência, causa e intervenção realizada, constando a identificação do técnico executor (nome legível, assinatura e data) e endosso de representante da administração do respectivo local (nome legível ou carimbo, assinatura e data; a(s) via(s) da fiscalização deverá(ão) ser encaminhada9s) junto às fichas de manutenção descritas no item anterior; 5) Limpeza dos poços e das caixas de corrida; 6) Guarda em casas de máquinas, ou, inexistindo as mesmas, entrega aos cuidados da administração da respectiva edificação, de peças substituídas, com prévia autorização da fiscalização, a cargo do TRIBUNAL; as referidas peças serão objeto de inspeção, pela fiscalização, para efeito de ressarcimento à CONTRATADA; PRAZOS MÁXIMOS PARA ATENDIMENTO A CHAMADOS I. Para cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 12:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; II. Para cidades que distam até 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia do chamado, para chamados efetuados até as 12:00 h, ou, até as 18:00 do dia seguinte ao do chamado, para chamados efetuados após as 12:00 h; III. Para cidades que distam acima de 100 km de cidades com presença de técnico residente da CONTRATADA: Até as 18:00 h do dia seguinte ao dia do chamado; Notas: a) Caso o prazo para conserto exceda 24 (vinte e quatro) horas, a partir de avaliação técnica, a CONTRATADA deverá formalizar à fiscalização do TRIBUNAL a descrição da falha e previsão de término dos serviços; b) Em caso de acidente ou de passageiro(s) preso(s) na cabina (chamado emergencial) o atendimento deverá ser imediato, em qualquer hora e dia da semana, com precedência absoluta sob quaisquer outros serviços; HORÁRIO PARA REALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS I. Manutenção preventiva: Dias úteis, de 8:00 às 18:00 (preferencialmente no período da manhã); II. Manutenção corretiva: Dias úteis, de 08:00 às 18:00; no caso de acidente ou passageiro(s) preso(s) em cabina o atendimento deverá ser feito em qualquer hora e dia; 41 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS Nota: Execução de serviços preventivos ou corretivos poderão ocorrer em períodos diversos do período de expediente (dias úteis, de 08:00 às 18:00 h), sem ônus adicional para o TRIBUNAL, desde que previamente autorizado pela administração da respectiva Unidade; 8.3. BASE PARA PLATAFORMA ELEVATÓRIA 8.3.1. ESCAVAÇÃO DA BASE Escavar na projeção da elevatória para execução da base da plataforma. Dimensões: (110x160x50)cm. 8.3.2. APILOAMENTO DO FUNDO DA BASE Proceder apiloamento do fundo das escavação da base. 8.3.3. DRENO DA BASE Executar dreno com tubo de PVC Ø=10cm e comprimento de 50cm, preenchido com brita selecionada. 8.3.4. CONCRETO FCK ≥ 25Mpa Concreto para o bloco (110x160x32)cm. B 8.3.5. ARMAÇÃO AÇO CA-50 Malha de 8,0mm na horizontal por 10,0mm na vertical, de 15 em 15cm. 10 N2 C/ 15 110 103 A 7 N1 C/ 15 153 A 3 N3 Ø 8 C = 527 B 160 3 N3 C/ 15 Corte B - B 32 3 N3 C/ 15 Corte A - A 102 26 25 152 7 N1 Ø 10 C = 375 10 N2 Ø 10 C = 277 9. BOTA FORA Os materiais não aproveitáveis deverão ter seu bota-fora providenciado. OBS: Todos os materiais que estiverem em condições de uso após a retirada deverão ser disponibilizados para o Tribunal / Administração do Fórum, a critério da fiscalização. 10. LIMPEZA FINAL DA OBRA Para a entrega da obra, todos os revestimentos, metais, vidros, etc., serão limpos e cuidadosamente lavados, de modo a não serem danificados, utilizando-se os produtos específicos para cada caso. 42 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES/RESPONSABILIDADE Todos os acabamentos deverão ser convenientemente protegidos durante a obra, ficando exclusivamente sob a responsabilidade da CONTRATADA a reparação de quaisquer danos causados aos mesmos, inclusive substituição de peças. EQUIPE TÉCNICA GERENTE DE PROJETOS: Ana Paula Veloso Valente Engenheira Civil- CREA-MG 82.179/D PROJETO ARQUITETÔNICO: Carina Flores Arquiteta Urbanista – CREA-MG 85.754/D ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: Mara Lúcia Martins de Carvalho Engenheira Civil- CREA-MG 50.377/D Belo Horizonte - Julho de 2012 43 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS ANEXO I (Fóruns das Comarcas Padrão 2 Pilares e endereços) 1. BRAZÓPOLIS Fórum Dr. Francisco Pereira da Rosa R. Gonçalves Torres, 94 Tel: (35)3641-1036 – Fax: (35)3641-1909 2. BUENO BRANDÃO Fórum Desembargador Correia de Almeida Av. Bom Jesus, 105 Tel: (35)3463-1117 – Fax: (35)3463-1146 3. CAMBUQUIRA Fórum Doutor Jorge Beltrão Praça do Fórum, 46 Tel: (35)3251-1467 – Fax: (35)3251-1288 4. CRISTINA Fórum Fausto Dias Ferraz R. João Pessoa, 16 Tel: (35)3281-1671 – Fax: (35)3281-1200 5. ERVÁLIA Fórum Felício Vasconcellos R. Arthur Bernardes, s/nº Tel: (32)3554-1569 – Fax: (32)3554-1389 6. ITAMARANDIBA Fórum Coronel Joaquim César R. Capitão Paula, 66 Tel: (38)3521-1655 – Fax: (38)3521-1105 7. MALACACHETA Fórum José Abrantes Reis R. Tristão Aarão Couy, 185 Tel: (33)3514-1106 – Fax: (33)3514-1398 8. MARIANA Fórum Doutor Armando Pinto Monteiro Av. Getúlio Vargas, s/nº Tel: (31)3557-1026 – Fax: (31)3557-1517 9. NEPOMUCENO Fórum Professor Pimenta da Veiga Av. Monsenhor Luiz de Gonzaga, 22 Tel: (35)3861-3106 – Fax: (35)3861-1401 10. PARAISÓPOLIS Fórum Doutor Simões de Almeida Praça Centenário, 50 Tel: (35)3651-1036 – Fax: (35)3651-1800 44 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS 11. PASSA QUATRO Fórum Mário Siqueira Praça Doutor Gilberto Guedes, s/nº Tel: (35)3371-2171 – Fax: (35)3371-2171 12. PRATA Fórum Doutor Ronaldo Alves Vilela Praça XV de Novembro, 273 Tel: (34)3431-2781 – Fax: (34)3431-1312 13. PORTEIRINHA Fórum Tiradentes R. Doutor Ailson Mendes Brito Bin, 365 Tel: (38)3831-1463 – Fax: (38)3831-1056 14. RIO CASCA Fórum Doutor Edmundo Rocha Av. Getúlio Vargas, 69 Tel: (31)3871-1074 – Fax: (31)3871-1000 15. RIO PARANAÍBA Fórum Emiliano Franklin de Castro Av. Trajano José Silva, 485 Tel: (34)3855-1103 – Fax: (34)3855-1122 16. RIO PARDO DE MINAS Fórum Desembargador José Cantídio de Freitas Av. Rafael Bastos Pereira, 202 Tel: (38)3824-1133 – Fax: (38)3824-1314 17. SABINÓPOLIS Fórum Doutor Azer de Pinho R. Alencar José de Pimenta, 82 Tel: (33)3423-1012 – Fax: (33)3423-1334 18. SANTOS DUMONT (JESP) Fórum Desembargador Paula Motta R. Galileu Fonseca, 113 Tel: (32)3251-3650 – Fax: (32)3251-6286 19. SILVIANÓPOLIS Fórum Doutor Homero Brasil Praça Horácio Guimarães, 3 Tel: (35)3451-1416 – Fax: (35)3451-1185 20. TEIXEIRAS Fórum Governador Bias Fortes Av. Francisco Pena, 80 Tel: (31)3895-1481 – Fax: (31)3895-1301 45 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS (Fóruns das Comarcas Padrão 5 Arcos e endereços) 1. BOA ESPERANÇA Fórum Doutor Antônio S. Silveira R. Ilicínea, 100 Tel: (35)3851-2361 – Fax: (35)3851-2000 2. CAMPESTRE Fórum Desembargador Edésio Fernandes Av. Aurora Ramos, 10 Tel: (35)3743-1999 – Fax: (35)3743-1610 3. CAMPINA VERDE Fórum Fradique Correa da Silva Rua 30, 262 Tel: (34)3412-4036 – Fax: (34)3412-1161 4. CAPELINHA Fórum Doutor Leonardo Antônio Pimenta R. Capitão Domingos Pimenta, 19 Tel: (33)3516-1402 – Fax: (33)3516-1397 5. GALILÉIA Fórum Alcebíades Freitas Pinto Avenida 8 de Dezembro, 849 Tel: (33)3244-1047 – Fax: (33)3244-1370 6. JACUÍ Fórum Doutor Geraldo Ernesto Coelho R. Coronel Procópio Dutra, 519 Tel: (35)3593-1400 – Fax: (35)3593-1301 7. MEDINA Fórum Doutor Antenor da Cunha Melo R. Francisco Figueiredo, 250 Tel: (33)3753-1010 – Fax: (33)3573-1275 8. MESQUITA Fórum José Lana Duarte Sobrinho Praça Benedito Valadares, 200 Tel: (33)3251-1300 – Fax: (33)3251-1314 9. MONTE ALEGRE DE MINAS Fórum Osvaldo Bernardes Avenida 16 de Setembro, 467 Tel: (34)3283-3434 – Fax: (35)3283-1953 10. PERDÕES Fórum Júlio Garcia Praça Ciríaco Capitalucci, 181 Tel: (35)3864-1191 – Fax: (35)3864-2324 46 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS DIRETORIA EXECUTIVA DE ENGENHARIA E GESTÃO PREDIAL GERENCIA DE PROJETOS (Fóruns das Comarcas Padrão 4 Arcos e endereços) 1. BARÃO DE COCAIS Fórum Omar Avelino Soares Rua Afonso Pena, 110 Tel: (31)3837-2933 – Fax: (31)3837-2933 2. MANGA Fórum Doutor João Cunha Ortiga Praça Raul Soares, 581 Tel: (38)3615-1851 – Fax: (38)3615-1077 3. SANTA VITÓRIA Fórum Ministro Homero Santos Avenida Reinaldo Franco de Morais, 1220 Tel: (34)3251-1071 – Fax: (34)3251-2079 (Fóruns das Comarcas Padrão Pátio Interno 2 e endereços) 1. ITAMBACURI Fórum Doutor Alair Alves da Costa Rua Horácio Luz, 1192 Tel: (33)3511-1458 – Fax: (33)3511-2237 2. NOVA RESENDE Fórum Desembargador José Gonçalves de Resende Praça Capitão Joaquim Anacleto, 206 Tel: (35)3562-1629 – Fax: (35)3562-1100 47