PRODUÇÃO E PRODUTIVIDADE DE BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR AO
LONGO DA SAFRA, VISANDO A COGERAÇÃO DE ENERGIA
Hélio Francisco da Silva Neto1; Marcos Omir Marques2: Fernando Abackerli de
Pauli3; Luiz Carlos Tasso Júnior 4
Eng. Agrônomo, MSc., Bolsista CNPq - Doutorando em Agronomia (Produção
Vegetal) pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias FCAVUnesp/Jaboticabal-SP, Brasil. E-mail: [email protected]
2
Professor Adjunto do Departamento de Tecnologia da Faculdade de Ciências
Agrárias e Veterinárias FCAV-Unesp/Jaboticabal-SP, Brasil. E-mail:
[email protected]
3
Graduando em Agronomia pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias
FCAV - UNESP/Jaboticabal. E-mail: [email protected]
4
Eng. Agrônomo, Dr., Bolsista CAPES - Pós-doutorando em Produção Vegetal pela
Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias FCAV-Unesp/Jaboticabal-SP, Brasil.
E-mail: [email protected]
1
Data de recebimento: 02/05/2011 - Data de aprovação: 31/05/2011
RESUMO
Visando a diversificação da matriz geradora de energia, o Brasil, assim como outros
países, tem incentivado a cogeração de energia a partir da biomassa. Dentre as
diversas biomassas, o bagaço de cana, é aquele que reúne os melhores atributos
econômicos para ser industrializado devido principalmente a sua produção em
grandes quantidades. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi identificar o
potencial produtivo de bagaço de dois cultivares de cana-de-açúcar, e seu
comportamento ao longo da safra. O delineamento experimental utilizado foi o
inteiramente casualizado, em parcelas subdivididas, com dois tratamentos principais,
11 tratamentos secundários e três repetições. Os tratamentos principais foram os
genótipos de cana-de-açúcar IAC95-5000 e RB855536, e os tratamentos
secundários as 11 épocas de análises: 0, 14, 28, 42, 56, 70, 91, 113, 134, 155, 190
dias após a análise inicial. Foram estimadas a produção, kg tc -1 e a produtividade, t
ha-1 de bagaço para cada cultivar nas diferentes épocas de amostragem. Os
cultivares apresentaram diferenças nos valores médios de produção de bagaço.
Entretanto, obtiveram comportamentos semelhantes ao longo da safra,
caracterizado por progressiva diminuição. Para a produtividade de bagaço, os
cultivares apresentaram diferenças nos valores e no comportamento ao longo da
safra. O cultivar IACSP95-5000 obteve melhor desempenho na produção e
produtividade de bagaço, sendo este mais apto à cogeração durante a maior parte
da safra. O cultivar RB855536 apresentou desempenho inferior, apresentando baixa
produção e produtividade de bagaço, sendo este indicativo de menor potencial
energético.
PALAVRAS-CHAVE: biomassa, potencial energético, variedades
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PRODUCTION AND PRODUCTIVITY OF BAGASSE OF THE SUGARCANE
DURING CROP SEASON WITH REGARD TO A COGENERATION OF ENERGY
ABSTRACT
Aiming to diversify sources of power generation, Brazil, like other countries, has
encouraged cogeneration of energy from biomass. Among the various biomass,
sugarcane bagasse, is one that combines the best attributes to be economical due
mainly to its industrial production in large quantities. In this context, the objective was
to identify the productive potential of bagasse two cultivars of sugar cane, and his
behavior throughout the season. The experimental design was completely
randomized split plot with two main treatments, 11 secondary treatments and three
replications. The main treatments were the genotypes of sugarcane IAC95-5000 and
RB855536, and the sub 11 times the analysis: 0, 14, 28, 42, 56, 70, 91, 113, 134,
155, 190 days after the initial analysis. We estimated the production, kg tc-1 and
yield, t ha-1 of bagasse for each cultivar at different times of sampling. The cultivars
showed differences in mean production bagasse. However, had similar behavior
during the crop cycle, characterized by progressive decline. To yield of bagasse, the
cultivars showed differences in values and behavior during the crop cycle. Cultivar
IACSP95-5000 performed better in production and productivity of bagasse, which is
more suitable for cogeneration for most of the season. The cultivar RB855536
presented a lower performance, with low production and productivity of bagasse,
which is indicative of lower potential energy.
KEYWORDS: biomass energy potential, varieties
INTRODUÇÃO
Muitos países estão investindo na diversificação da matriz geradora de
energia (MOLINA JÚNIOR et al., 1995), que atualmente é composta principalmente
pelos combustíveis fósseis carvão e petróleo que são altamente poluidores (RIPOLI
e RIPOLI, 2004). No Brasil, medidas foram tomadas para incentivar a cogeração de
energia a partir da biomassa. (PELLEGRINI, 2002).
Dentre as opções que se apresentam, o bagaço de cana é a que reúne os
melhores atributos econômicos para tal finalidade, competindo comercialmente com
o óleo combustível (PELLEGRINI, 2002).
A cogeração, a partir da combustão do bagaço de cana, proporciona redução
da emissão de dióxido de carbono (RIPOLI e RIPOLI, 2008), permitindo, de acordo
com o protocolo de Kyoto, a comercialização de créditos de carbono angariados com
este processo (RAMOS, 2008).
Sendo assim, o bagaço passou a ter maior valor agregado, sendo utilizado
como matéria prima para produção de energia elétrica, respondendo pelas
necessidades da própria usina (LORA, 2004), e até mesmo o excedente com
possibilidade de ser revendido à rede das concessionárias estatais, ou
comercializado para outras usinas e indústrias (MOLINA JÚNIOR, 1995). Com isso,
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o valor comercial do bagaço passou a corresponder a cerca de ¼ do custo da
matéria prima (PELLEGRINI, 2002).
O sucesso na utilização do bagaço está relacionado à sua produção em
elevadas quantidades (PELLEGRINI, 2002). A quantidade de bagaço oriundo de
uma tonelada de cana-de-açúcar varia de 195 kg (MARQUES et al., 2010), 239 kg
(LEBRE et al., 2010) e 315 kg (SANTIN et al., 2010). Segundo MARQUES et al.
(2010) a produção de bagaço também é variável ao longo da safra.
Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi identificar o potencial produtivo de
bagaço de dois cultivares de cana-de-açúcar, e seu comportamento ao longo da
safra 2008/2009.
MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi conduzido na cidade de Jaboticabal, situada na macroregião de Ribeirão Preto, SP, na Fazenda de Ensino, Pesquisa e Produção da
FCAV/UNESP. A altitude média do local é de 575m, latitude de 21º 15’ 22’’ S,
longitude 48º 18’ 58’’ WG, temperatura média anual de 22º C, precipitação anual de
1425 mm, clima Aw (Köppen). O solo da área experimental foi classificado como
Latossolo-Vermelho escuro, eutrófico, A moderado, textura muito argilosa, com
relevo suave ondulado (EUTRUSTOX).
O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em
parcelas subdivididas, com dois tratamentos principais, 11 tratamentos secundários
e três repetições. Os tratamentos principais foram os genótipos de cana-de-açúcar
IAC95-5000 e RB855536, e os tratamentos secundários as 11 épocas de
amostragens: 0, 14, 28, 42, 56, 70, 91, 113, 134, 155, 190 dias após a análise inicial.
A época zero corresponde à primeira avaliação, quando a cana apresentava
13 meses e 20 dias após o plantio, ocorrido em 20 de março de 2007. As parcelas
experimentais eram compostas por cinco linhas de cana com 12 metros de
comprimento, espaçadas de 1,50 m, totalizando 90 m², sendo considerado como
área útil as três linhas centrais, descartando-se um metro nas extremidades de cada
linha, totalizando 45 m².
Por ocasião das amostragens foram coletados três feixes de cana, cada um
contendo 10 colmos industrializáveis, retirados em sequência na linha, que foram
despontados, despalhados, pesados e encaminhados ao Laboratório de Tecnologia
do Açúcar e Etanol da FCAV/UNESP, para posterior análise.
No laboratório, foi determinado o teor de fibra, segundo as normas
operacionais definidas pelo CONSECANA-SP, (2006). A partir dos resultados
obtidos procedeu-se à estimativa da quantidade de bagaço que seria obtida a partir
de uma tonelada de cana, considerando que a fibra da cana representa, em média,
50% do bagaço (MARQUES et al., 2010; SILVA et al., 2010).
Para a estimativa da produtividade agrícola, em cada época de avaliação,
procedeu-se à contagem do número de colmos nas três linhas centrais da parcela e,
com o valor do peso dos feixes de cana, com dez colmos, estimou-se a
produtividade de cana, sendo que estes valores foram utilizados para os cálculos da
produtividade estimada de bagaço.
Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância seguindo-se a
aplicação do teste de Tukey (P < 0,05), para comparação das médias (PIMENTELGOMES e GARCIA, 2002).
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RESULTADOS E DISCUSSÃO
Na tabela 1 são apresentados os coeficientes médios dos valores estimados
da produção e produtividade de bagaço para os cultivares de cana-de-açúcar nas
diversas épocas analisadas. O cultivar IAC95-5000 obteve maior produção e
produtividade de bagaço. De acordo com SILVA et al. (2010) a produtividade de
bagaço obtida por este cultivar poderia gerar uma energia que beneficiaria 8x10 6
pessoas por ano. O cultivar RB855536 apresentou produção de bagaço em níveis
muito abaixo da média encontrada por LEBRE et al. (2010) e SANTIN et al. (2010)
cujos valores oscilaram entre 239 e 315 quilograma de bagaço por tonelada cana.
Esta baixa produção compromete as características consideradas interessantes
pelos programas de melhoramento, quando priorizam o acúmulo de biomassa
(LANDELL & BRESSIANI, 2008).
TABELA 1: Valores médios-1 estimados de produção (kg tc -1) e produtividade (t ha-1)
de bagaço, nos cultivares de cana-de-açúcar, analisados em diferentes épocas ao
longo da safra 2008/2009.
Tratamentos
kg tc-1
t ha-1
Cultivares (C)
IAC95-5000
240,80 a
27,68 a
RB855536
219,50 b
23,23 b
Teste F
21,52*
181,57**
DMS (5 %)
19,75
1,41
Época (E)
O
248,10 ab
27,29 a
14
264,06 a
27,93 a
28
241,95 abc
28,10 a
42
234,93 abcd
27,27 a
56
232,25 bcd
27,13 a
70
230,01 bcd
26,92 ab
91
228,18 bcd
26,16 abc
113
220,25 bcd
25,03 abc
134
215,86 cd
22,31 bcd
155
210,82 d
21,69 cd
190
205,26 d
20,16 d
Teste F
7,23*
7,95**
DMS (5 %)
30,65
4,75
Teste F para Interação
CxE
0,43 NS
3,65**
CV % parcelas
8,10
5,26
CV % subparcelas
6,78
9,50
Média Geral
230,15
25,45
Médias seguidas da letras distintas, na coluna, em cada atributo, diferem entre si pelo teste de Tukey
a 5% de probabilidade. NS, * e ** - Não significativo e significativo ao nível de 5 e 1% de probabilidade,
pelo teste F, respectivamente. CV – coeficiente de variação. DMS – diferença mínima significativa.
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Quando analisadas ao longo da safra, os maiores valores de produção de
bagaço foram obtidos no início, sendo encontrado, na época 14, o maior valor
(264,06), que está próximo ao relatado por LEBRE et al. (2010) que foi de 239
quilogramas por tonelada cana. Durante o período estudado, a produção estimada
de bagaço decresceu de forma contínua, sendo que o menor valor (205,26 kg tc -1) foi
obtido na época 190, quando a cana já apresentava 19 meses e 21 dias após o
plantio. A variação encontrada ao longo do tempo analisado foi de 58,8 quilogramas
por tonelada de cana. De modo semelhante MARQUES et al. (2010) encontrou uma
variação de 19,85 quilogramas por tonelada de cana, entretanto os cultivares
analisados eram de ciclo de maturação tardia, o que nos permite inferir da influencia
da maturação na produção de bagaço. A interação existente entre os cultivares e as
épocas analisadas não foi significativa, indicando comportamento semelhante dos
cultivares ao longo do período analisado.
Para produtividade de bagaço, observa-se na tabela 1 a superioridade do
cultivar IAC95-5000, com produção de 27,68 toneladas de bagaço por hectare. Esta
maior quantidade de bagaço corrobora para uma melhor cogeração de energia
(PELLEGRINI, 2002). A produtividade de bagaço, ao longo das épocas analisadas,
apresentou pouca variação, sendo observado somente no final da safra valores
significativamente menores. A variação na produtividade de bagaço foi de 7,94
toneladas.
Os efeitos da interação dos cultivares e das épocas analisadas sobre a
produtividade de bagaço estão representados na figura 1. Para o cultivar IAC955000 somente no final da safra ocorreu queda nos valores. Diferentemente destes
resultados e dos relatados por MARQUES et al. (2010), no RB855536 não houve
diferenças significativas ao longo do tempo analisado. Quando da comparação dos
cultivares em cada época, observa-se em grande parte das épocas, a superioridade
do IAC95-5000, sendo encontrado somente na primeira e nas últimas três análises
valores da mesma ordem de grandeza, devido à redução observada na
produtividade da mesma. A maior produtividade do IACSP95-5000 é associada
como uma característica favorável do cultivar, representando maior potencial de
energia (LANDELL & BRESSIANI, 2008).
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-1
produtividade de bagaço (t ha )
35
Aa
Aa
30
Aa
Aa
Aa
Aa
Aa
ABa
25
Aa
Ab
Ab
Ab
Ab
Ab
Ab
20
Ab
Aa
Aa
BCa
Ca
Ab
Ca
15
0
30
60
90
120
150
180
210
Época (dias)
IAC95-5000
RB855536
FIGURA 1: Efeito da interação entre os cultivares de cana-de-açúcar e épocas
analisadas sobre a produtividade de bagaço. Médias seguidas de letras maiúsculas
distintas, na mesma linha, e letras minúscula distintas, na mesma época, diferem
entre si pelo teste de Tukey a 1 % de probabilidade.
Na Tabela 2 são apresentadas as equações de regressão que melhor se
ajustam às relações entre cultivares de cana-de-açúcar e as épocas analisadas para
a produção e produtividade de bagaço. A produtividade de bagaço nos dois
cultivares correlacionaram-se negativamente com as épocas de amostragem. Para o
cultivar IACSP95-5000, em relação às épocas analisadas, se ajustou melhor ao
modelo cúbico enquanto que para o cultivar RB855536, o melhor ajuste ocorreu com
o modelo linear.
TABELA 2: Equações de regressão que melhor se ajustam às relações entre os
cultivares de cana-de-açúcar e as épocas analisadas para a produção e
produtividade de bagaço.
Variáveis
Teste F
Equação
R2
------------------------------------------------ Produção ------------------------------Média
63,58** Y=251,478235 - 0,262638x
0,87
------------------------------------------Produtividade ---------------------------IAC959,38**
Y=28,843217 + 0,168215x - 0,002557x 2 + 0,95
5000
0,000007x3
RB855536 9,56**
Y=24,990246 – 0,021611x
0,80
** Significativo a 1 % de probabilidade.
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CONCLUSÕES
Os cultivares apresentaram diferenças para os valores médios de produção
de bagaço. Entretanto, obtiveram comportamentos semelhantes ao longo da safra,
caracterizado por progressiva diminuição.
Para a produtividade de bagaço, os cultivares apresentaram diferenças nos
valores e no comportamento ao longo da safra.
O cultivar IACSP95-5000 obteve melhor desempenho na produção e
produtividade de bagaço, sendo este mais apto à cogeração durante a maior parte
da safra.
O cultivar RB855536 apresentou desempenho inferior, apresentando baixa
produção e produtividade de bagaço, sendo este indicativo de menor potencial
energético.
AGRADECIMENTOS
Ao CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico)
pela bolsa concedida ao primeiro autor.
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