2 DE JUNHO DE 2015 – TERÇA-FEIRA – ANO 24 – Nº 4.665 Comissão de Fiscalização Financeira analisa hoje reajuste para educação Guilherme Bergamini O PL 1.504/15 recebeu ontem pareceres da CCJ e da Comissão de Administração Pública Ficou para hoje a análise, na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), do parecer de 1º turno sobre o Projeto de Lei (PL) 1.504/15, do governador Fernando Pimentel, que dispõe sobre a política remuneratória e altera a carrei- ra dos servidores da educação. A proposição, que tramita em regime de urgência, foi apreciada ontem pelas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Administração Pública. Na CCJ, o relator, deputado Leonídio Bouças (PMDB), opinou pela constitucionalidade da matéria na forma do substitutivo nº 1. A comissão realizou duas reuniões: pela manhã, houve distribuição de avulsos do parecer; à tarde, o parecer foi votado pelos parlamentares. A FFO e a Comissão de Administração promoveram reuniões conjuntas. O parecer relativo à Comissão de Administração foi distribuído em avulso à tarde e votado no fim da noite. O relator, deputado Fábio Cherem (PSD), opinou pela aprovação na forma do substitutivo nº 1, da CCJ. O relator na FFO, deputado Tiago Ulisses (PV), solicitou prazo regimental para emitir seu parecer, que deverá ser apreciado em nova reunião conjunta, hoje, às 9 horas. Após a análise da FFO, o PL 1.504/15 estará pronto para ir a Plenário, em 1º turno. Proposição extingue regime de subsídio O PL 1.504/15 extingue o subsídio criado pela Lei 18.975, de 2010. No lugar dele, é adotado um regime remuneratório composto de vencimento inicial acumulável com as vantagens especificadas no projeto. Dessa forma, o governo procura garantir pagamento do piso salarial nacional da categoria, no valor de R$ 1.917,78 para uma carga horária de 24 horas semanais. O reajuste previsto no projeto é escalonado de modo que, em julho de 2018, o professor tenha conquistado 31,78% de aumento salarial, além das correções anuais do piso. A primeira parcela, de 13,06%, virá por meio de um abono de R$ 190, a ser pago em junho de 2015. Em agosto de 2016, será pago novo abono de R$ 135, o equivalente a um aumento de 8,21% sobre a remuneração inicial do professor. Em agosto de 2017, haverá um terceiro abono no valor de R$ 137,48, que vai representar aumento de 7,72%. Os dois primeiros abonos serão incorporados ao vencimento inicial em 1º de junho de 2017. O terceiro será incorporado em 1º de julho de 2018. A proposição cria ainda o Adicional de Desempenho da Educação Básica (Adeeb), que corresponde a 5% sobre os vencimentos, a cada cinco anos de efetivo exercício. Por fim, serão antecipadas para setembro de 2015 as promoções que ocorreriam a partir de janeiro de 2016 e será reduzido o tempo necessário para as promoções seguintes. Substitutivo – O substitutivo nº 1 incorpora nove emendas apresentadas pelo governador e faz alterações para adequar a proposição à técnica legislativa e para contemplar acordos do governo com a categoria. As emendas do governador, entre outros pontos, estabelecem que as tabelas de vencimento vigentes a partir de 1º de junho de 2017 e 1º de julho de 2018 refletem a incorporação dos abonos previstos no projeto e determinam que a tabela de vencimento do cargo de provimento em comissão de diretor de escola será reajustada em 10,25%. A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, informou, por meio de ofício, que o projeto implicará crescimento aproximado da folha de pagamento de R$ 795 milhões em 2015; R$ 890 milhões em 2016; R$ 1,3 bilhão em 2017; R$ 874 milhões em 2018; e R$ 151 milhões em 2019. Esses valores são, segundo a secretaria, compatíveis com os limites determinados pela Lei de Responsabilidade Fiscal. 2 • terça-feira – Assembleia Informa CICLO DE DEBATES 2 de junho de 2015 Baixa participação feminina na política amplia as desigualdades de gênero Willian Dias Ibirité recebeu debate sobre participação da mulher na política A baixa representação das mulheres na política agrava a discriminação de gênero no Brasil. A conclusão é de um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), apresentado ontem pela vice-prefeita de Ibirité, Pastora Dolores de Oliveira, no terceiro encontro regional do ciclo de debates Reforma Política, Igualdade de Gênero e Participação: O Que Querem as Mulheres de Minas. O evento é realizado por iniciativa da bancada de mulheres da ALMG. Atualmente, a presença feminina nos parlamentos brasileiros alcança uma média de 9% das cadeiras, segundo dados apresentados pela vice-prefeita de Nova Lima, Maria de Fátima Aguiar. De acordo com ela, a média mundial é o dobro da brasileira, alcançando 18%. Na Argentina, chega a 41%. No Brasil, a legislação determina que pelo menos 30% dos candidatos de cada partido sejam mulheres, mas as debatedoras reclamaram que muitas delas são usadas como “laranjas”. “Elas são colocadas lá para completar as chapas, mas não ganham apoio dos partidos e não conseguem financiamentos”, afirmou a deputada Rosângela Reis (Pros). Por isso, as debatedoras defenderam que a legislação determine uma cota para as cadeiras, e não para as candidaturas. Nesse sentido, a reforma política que tramita no Congresso Nacional foi criticada no que diz respeito à representatividade feminina. A deputada Marília Campos (PT) defendeu uma reforma que garanta a votação por listas eleitorais, de forma que sejam alternados nomes de homens e de mulheres. A deputada Ione Pinheiro (DEM) disse que a reforma que está em tramitação em Brasília ainda é insuficiente. Mais do que garantir a presença feminina nos espaços de decisão, é necessário contemplar outros aspectos da vida cotidiana das mulheres, segundo a pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (Nepem) da UFMG, Clarisse Paradis. “Precisamos desafiar a alta carga de trabalho doméstico, a ausência de creches públicas de qualidade, as violências diárias”, lembrou. COMISSÕES Zona da Mata se une contra guerra fiscal Raíla Melo A defesa de instrumentos legais que permitam a adoção de medidas para proteger os municípios da Zona da Mata dos efeitos da chamada guerra fiscal, promovida sobretudo pelo Rio de Janeiro e pelo Espírito Santo. Essa foi a tônica da audiência pública que a Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo promoveu ontem, em Juiz de Fora. A reunião atendeu a requerimento dos deputados Isauro Calais (PMN), Noraldino Júnior (PSC), Missionário Márcio Santiago (PTB), Lafayette de Andrada (PSDB) e Antônio Jorge (PPS). No centro das atenções está o Decreto 45.218, de 2009, que permite a concessão de regimes especiais de tributação, e estaria sob ameaça de revogação pelo Poder Executivo, embora tenha servido nos últimos anos como primeira linha de defesa dos municípios mineiros contra a fuga de empresas para outros estados. Segundo relatado na reunião, enquanto a alíquota do ICMS em Minas é de cerca de 18%, no Rio, na região da divisa, é de apenas 2% – no restante daquele estado é de 3%. Já no Espírito Santo a alíquota seria de apenas 1%. “O decreto do governo anterior permitiu aos municípios mineiros perto da divisa lutarem em pé de igualdade com os do Rio de Janeiro”, afirmou o deputado Lafayette de Andrada. O deputado Antônio Jorge cobrou uma reação mais rápida do Executivo com relação aos problemas da Zona da Mata. Segundo o deputado Isauro Calais, desde 2006 o Produto Interno Bruto (PIB) de Juiz de Fora já se mostra inferior à média do Estado. O deputado Noraldino Júnior ressaltou que a união das lideranças da região, a começar pelos deputados da Deputados alertaram para a fuga de empresas da região Zona da Mata, é o primeiro passo para tentar reverter esse quadro. A união das forças políticas da Zona da Mata também foi apontada pelo deputado Missionário Márcio Santiago como o caminho para tirar o Poder Executivo da inércia. O deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB) criticou a ausência de representantes do Governo do Estado. O presidente regional da Fiemg na Zona da Mata, Francisco José Campolina Nogueira, disse que a Lei Complementar Federal 24, de 1975, já traz os instrumentos legais necessários para que o Governo do Estado faça frente aos abusos. 2 de junho de 2015 COMISSÕES terça-feira – Assembleia Informa • 3 Participação e alinhamento com ações federais pautam direitos humanos Ricardo Barbosa O Governo de Minas pretende alinhar a Política Estadual de Direitos Humanos às ações do governo federal nessa área. A informação é do secretário de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, Nilmário Miranda. Ele participou ontem do debate público Perspectivas e Desafios das Políticas de Direitos Humanos, no Plenário da Assembleia Legislativa. O debate foi promovido pela Comissão de Direitos Humanos e teve a presença de representantes do poder público e de entidades diversas. Os participantes, de maneira geral, classificaram como retrocessos as propostas de redução da maioridade penal e de criação do Estatuto da Família, que tramitam no Congresso Nacional. O secretário Nilmário Miranda disse que, além do alinhamento com as políticas federais, as ações do Governo de Minas devem se pautar pela participação do cidadão. “Falar em direitos humanos sem a participação popular é ficar só na retórica, sem universalização e sem aproximação com vida das pessoas”, declarou. As diretrizes da Política Estadual de Direitos Humanos foram tema de debate público no Plenário Nesse sentido, o secretário salientou a importância dos conselhos populares para a reformulação de políticas públicas. Nilmário Miranda também falou sobre as ações que serão implementadas por sua secretaria, entre elas a criação de uma coordenadoria indígena, para atender os 14 mil índios de Minas Gerais. Um dos instrumentos para fortalecer as instâncias de participação popular serão os fóruns regionais, que o Governo do Estado vai lançar no dia 9 de junho. “A participação qualifica a ação do Estado”, afirmou o assessor especial da Secretaria de Governo, Fernando Tadeu David. Os fóruns serão implementados nos 17 territórios de desenvolvimento que vão orientar a regionalização das políticas governamentais. A subsecretária de Es- tado de Participação Social, Ana Amélia Penido Oliveira, destacou que o governo precisa priorizar a relação com a sociedade civil para consolidar esse processo de participação social. Nesse sentido, ela destacou a importância das conferências, momento em que as demandas da sociedade civil são apresentadas e as políticas púbicas podem começar a ser formuladas. Debatedores defendem criação de rede O presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Cristiano Silveira (PT), que requereu o debate público, destacou que o momento atual é propício para que as mudanças e avanços na política de direitos humanos se aprofundem em Minas Gerais. Nesse sentido, ele ressaltou a importância da criação da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, que poderá fazer um diagnóstico do setor. “A partir desse diagnóstico, poderemos elaborar nossos planos e políticas públicas”, disse. O parlamentar lembrou que a ideia é construir uma grande rede, com informações e políticas públicas disponíveis a todos. Ao fim do debate, ele informou que será criada uma comissão de estudos para propor e articular um Fórum de Gestores e Legisladores em Direitos Humanos. A coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura de Contagem, Gabriela Romanelli, também destacou a importância da construção de uma rede para alinhar a política de direitos humanos com os municípios. Sobre a criação da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, o deputado Rogério Correia (PT) destacou que a pasta é importante para que o governo possa ter canais de diálogo com a população e com as minorias, de modo a aumentar os níveis de participação social. O vereador de Belo Horizonte Arnaldo Godoy afirmou que a pasta permitirá que as políticas públicas alcancem a população. A coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos, promotora Nívia Mônica da Silva, reforçou que é preciso lutar por um sistema de justiça mais proativo, e esse papel cabe também à sociedade. O deputado Professor Neivaldo (PT) afirmou que, à medida que os direitos são conquistados, o preconceito aumenta, e isso pode ser observado atualmente no Congresso Nacional. “Querem discutir a maioridade penal, mas não querem discutir o massacre da juventude negra no nosso País”, afirmou. 4 • terça-feira – Assembleia Informa ORDEM DO DIA Reunião Extraordinária (9 horas) Mesma pauta da Reunião Ordinária Reunião Ordinária (14 horas) Veto Parcial à Proposição de Lei 22.620/15 Do governador. Proposição de lei altera a Lei Delegada 179, de 2011, a qual dispõe sobre a organização básica e a estrutura da administração pública do Poder Executivo, e a Lei Delegada 180, de 2011, a qual dispõe sobre a estrutura orgânica da administração pública do Poder 2 de junho de 2015 Executivo. Votação em turno único (faixa constitucional) PL 1.504/15 Do governador. Dispõe sobre a política remuneratória e altera a estrutura das carreiras dos profissionais da educação básica. Discussão em 1º turno (urgência) Reunião Extraordinária (18 horas) Mesma pauta da Reunião Ordinária ACONTECE HOJE 9 horas • Reunião Extraordinária (Plenário) • Comissão de Segurança Pública (Plenarinho I) – discutir e votar proposições da comissão • Comissões de Administração Pública e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (Plenarinho IV) – discutir e votar parecer sobre o PL 1.504/15 (1º turno), do governador, que dispõe sobre a política remuneratória e altera a estrutura das carreiras dos profissionais da educação básica (urgência) • Comissão de Saúde (Auditório) – debater, com a presença de convidados, a situação das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos do Estado. Requerimento: deputado Lafayette de Andrada • Comissão de Direitos Humanos (Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira) – debater, com a presença de convidados, os direitos dos servidores públicos de Belo Horizonte em greve desde 25 de maio. Requerimento: deputado Rogério Correia 9h30 • Comissão de Segurança Pública (Aimorés) – debater, com a presença de convidados, a segurança pública no leste de Minas Gerais. Requerimento: deputada Celise Laviola • Comissão de Administração Pública (Plenarinho IV) – discutir e votar parecer sobre o PL 1.504/15 (2º turno), do governador, que dispõe sobre a política remuneratória e altera a estrutura das carreiras dos profissionais da educação básica (urgência) 10 horas • Comissão de Assuntos Municipais (Plenarinho III) – debater, com a presença de convidados, assuntos relativos ao programa de expansão da telefonia móvel Minas Comunica. Requerimento: deputados Wander Borges, Dalmo Ribeiro Silva, Tito Torres e Deputada Rosângela Reis 10h30 • Comissão de Constituição e Justiça (Plenarinho IV) – discutir e votar pareceres sobre 28 proposições sujeitas ao Plenário, entre as quais o PL 789/15 (1º turno), do deputado Tadeu Martins Leite, que dispõe sobre a destinação de cota do ICMS de competência do Estado para os municípios da área de abrangência do Idene 11 horas • Comissão de Esporte (Plenarinho II) – debater, com a presença de convidados, a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. Requerimento: deputado Anselmo José Domingos 14 horas • Reunião Ordinária (Plenário) 14h30 • Comissão de Prevenção e Combate ao Uso de Crack e Outras Drogas (Plenarinho II) – discutir e votar proposições da comissão • Comissão de Administração Pública (Plenarinho IV) – mesma pauta da reunião das 9h30 15 horas • Comissão de Turismo (Plenarinho III) – discutir e votar parecer sobre o PL 359/15 (turno único), do deputado Fred Costa, que institui o Dia Estadual da Comunidade Italiana • Comissão de Transporte (Auditório) – debater, com a presença de convidados, a situação da Rodovia MG-050. Requerimento: deputados Antônio Carlos Arantes, Fabiano Tolentino e Anselmo José Domingos 15h30 • Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Plenarinho I) – discutir e votar proposições da comissão 16 horas • Reunião do Conselho da Ordem do Mérito Legislativo (Salão Nobre) 18 horas • Reunião Extraordinária (Plenário) 18h15 • Comissão de Administração Pública (Plenarinho IV) – mesma pauta da reunião das 9h30 TV ASSEMBLEIA 0h Memória e Poder – Economista Luiz Rogério Mitraud 1h Segunda Musical – Camerata de Violões da UFSJ e Neander Cândido (piano) 1h30 Assembleia Notícia 2h Comissão de Direitos Humanos – 6º Encontro Estadual de Movimentos Sociais (30/4) 4h40 Formação Política para Educadores – A escola e a lei, com Carlos Roberto Cury 6h TV Escola – História Política de Minas Gerais – Teleaula 17 (Quadro Político de 1934: Reflexões sobre o fascismo e o nazismo no Brasil) 6h30 Horário da Câmara Municipal de Belo Horizonte/Interior: Assembleia Debate – Crise hídrica 7h30 Brasil Eleitor 8h Mundo Político 8h30 Panorama (inédito) – O que faz o conselho tutelar 9h Assembleia Notícia/Reunião Extraordinária de Plenário (ao vivo) 12h30 Via Justiça – Audiência de custódia 13h Mundo Político MESA DA ASSEMBLEIA Deputado Braulio Braz 3º-vice-presidente Deputado Adalclever Lopes Deputado Ulysses Gomes Presidente 1º-secretário Deputado Hely Tarqüínio Deputado Alencar da Silveira Jr. 1º-vice-presidente 2º-secretário Deputado Lafayette de Andrada Deputado Doutor Wilson Batista 2º-vice-presidente 3º-secretário 13h30 TV Escola – História Política de Minas Gerais – Teleaula 17 (Quadro Político de 1934: Reflexões sobre o fascismo e nazismo no Brasil) 13h45 Assembleia Notícia (ao vivo) 14h Plenário (ao vivo) – Reunião Ordinária, com pronunciamentos, discussão e votação de proposições 18h Horário da Câmara Municipal de Belo Horizonte/Interior: Reunião Extraordinária de Plenário (ao vivo) 19h Assembleia Notícia (ao vivo) 19h30 Panorama – O que faz o conselho tutelar 20hPalestra – Segurança pública e direitos humanos, com Eduardo Batitucci e José Luiz Quadros de Magalhães 21h Memória e Poder – Economista Luiz Rogério Mitraud 22h Assembleia Notícia 22h30 Mundo Político (inédito) – Entrevistas, comentários e notas sobre a movimentação política no País 23h Plenário (reprise) SECRETARIA Cristiano Felix dos Santos Diretor-geral Carlos Navarro Secretário-geral da Mesa ASSEMBLEIA INFORMA Editado pela Diretoria de • programação sujeita a alterações Comunicação Institucional da ALMG Diretor: Rodrigo Lucena Gerente-geral de Imprensa e Divulgação: Cristiane Pereira Edição: Ricardo Bandeira (editor-geral) Revisão: Marise Martorano Diagramação: Luiz Augusto End.: R. 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