SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS. 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 014869 CIA ENERG CEARA - COELCE 07047251000170 4 - DENOMINAÇÃO COMERCIAL CIA ENERG CEARA - COELCE 5 - DENOMINAÇÃO SOCIAL ANTERIOR COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO CEARÁ 6 - NIRE 23300007891 7 - SITE www.coelce.com.br 01.02 - SEDE 1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO Av. Barão de Studart, 2917 Dionísio Torres 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 60127-900 Fortaleza 6 - DDD 7 - TELEFONE 085 3216-1350 11 - DDD 12 - FAX 085 3216-1247 5 - UF CE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE - - 13 - FAX 14 - FAX - - 10 - TELEX 15 - E-MAIL [email protected] 01.03 - DEPARTAMENTO DE ACIONISTAS ATENDIMENTO NA EMPRESA 1 - NOME Isabel Regina Barroso de Alcântara 2 - CARGO Chefe do Departamento 3 - ENDEREÇO COMPLETO 4 - BAIRRO OU DISTRITO Av. Barão de Studart, 2917 Dionísio Torres 5 - CEP 6 - MUNICÍPIO 60120-900 Fortaleza 9 - TELEFONE 8 - DDD 7 - UF CE 10 - TELEFONE 11 - TELEFONE 085 3216-1350 - - 13 - DDD 14 - FAX 15 - FAX 16 - FAX 085 3216-1247 3216-4056 12 - TELEX - 17 - E-MAIL [email protected] AGENTE EMISSOR / INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DEPOSITÁRIA 18 - NOME Banco Itaú S/A 19 - CONTATO Claudio Vieira Ribeiro 20 - ENDEREÇO COMPLETO 21 - BAIRRO OU DISTRITO Av.Eng. Armando de Arruda, nº 707 9º andar Jabaquara 22 - CEP 23 - MUNICÍPIO 04344-902 São Paulo 25 - DDD 26 - TELEFONE 011 5029-1908 30 - DDD 31 - FAX 11 5029-1920 24 - UF SP 27 - TELEFONE 32 - FAX - 28 - TELEFONE 29 - TELEX 33 - FAX - 34 - E-MAIL [email protected] 24/07/2008 16:53:18 Pág: 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 OUTROS LOCAIS DE ATENDIMENTO A ACIONISTAS 35 - ITEM 36 - MUNICÍPIO 01 Fortaleza 37- UF 38 - DDD 39 - TELEFONE CE 085 3216-4029 40 - TELEFONE - 01.04 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1 - NOME Luiz Carlos Laurens Ortins Bettencourt 2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO Praça Leoni Ramos nº 1 São Domingos 4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 24210-205 Niterói 6 - UF RJ 8 - TELEFONE 7 - DDD 21 2613-7031 12 - DDD 13 - FAX 21 2613-7199 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE - 11 - TELEX - 14 - FAX 15 - FAX - - 16 - E-MAIL [email protected] 17 - DIRETOR BRASILEIRO 18 - CPF SIM 690.589.467-20 18 - PASSAPORTE 01.05 - REFERÊNCIA / AUDITOR 1 - DATA DE INÍCIO DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL 2 - DATA DE TÉRMINO DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL 01/01/2007 31/12/2007 3 - DATA DE INÍCIO DO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 4 - DATA DE TÉRMINO DO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 01/02/2008 31/12/2008 5 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 6 - CÓDIGO CVM AGN Canarim Auditores Associados 00708-0 7 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 8 - CPF DO RESP. TÉCNICO Érico Luiz Canarim 129.012.967-34 01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 1 - BOLSA DE VALORES ONDE POSSUI REGISTRO BVBAAL BVMESB BVPR BVES BVPP BVRG BVRJ BVST X BOVESPA 2 - MERCADO DE NEGOCIAÇÃO Bolsa 3 - TIPO DE SITUAÇÃO Operacional 4 - CÓDIGO DE ATIVIDADE 1120 - Energia Elétrica 5 - ATIVIDADE PRINCIPAL 6 - AÇÕES PREF. COM CLASSES Venda de Energia Elétrica SIM 24/07/2008 16:53:32 Pág: 2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 01.07 - CONTROLE ACIONÁRIO / VALORES MOBILIÁRIOS 1 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO Privada Nacional 2 - VALORES MOBILIÁRIOS EMITIDOS PELA CIA. X Ações Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) Debêntures Conversíveis em Ações Notas Promissórias (NP) Ações Resgatáveis BDR Partes Beneficiárias Outros Debêntures Simples DESCRIÇÃO Bônus de Subscrição Certificado de Investimento Coletivo (CIC) 01.08 - PUBLICAÇÕES DE DOCUMENTOS 1 - AVISO AOS ACIONISTAS SOBRE DISPONIBILIDADE DAS DFs. 2 - ATA DA AGO QUE APROVOU AS DFs. 16/06/2008 3 - CONVOCAÇÃO DA AGO PARA APROVAÇÃO DAS DFs. 4 - PUBLICAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 10/04/2008 27/03/2008 01.09 - JORNAIS ONDE A CIA. DIVULGA INFORMAÇÕES 1 - ITEM 2 - TÍTULO DO JORNAL 3 - UF 01 Valor Econômico SP 03 Diário Oficial do Estado CE 04 Diário do Nordeste CE 01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 1 - DATA 2 - ASSINATURA 21/05/2008 24/07/2008 16:53:37 Pág: 3 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 02.01.01 - COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA 1 - ITEM 2 - NOME DO ADMINISTRADOR 3 - CPF 4 - DATA DA ELEIÇÃO 5 - PRAZO DO MANDATO 6 - CÓDIGO TIPO DO 7 - ELEITO P/ ADMINISTRADOR * CONTROLADOR 8 - CARGO /FUNÇÃO 9 - FUNÇÃO 01 MÁRIO FERNANDO DE MELO SANTOS 000.541.194-72 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 20 Presidente do Conselho de Administração 02 MARCELO ANDRÉS LLÉVENES REBOLLEDO 058.686.147-55 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 21 Vice Presidente Cons. de Administração 03 CRISTÓBAL SANCHEZ ROMERO 222.222.222-22 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 22 Conselho de Administração (Efetivo) 04 GONZALO VIAL VIAL 333.333.333-33 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 22 Conselho de Administração (Efetivo) 05 JOSÉ ALVES DE MELLO FRANCO 283.567.996-00 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 22 Conselho de Administração (Efetivo) 06 JORGE PARENTE FROTA JÚNIOR 001.841.793-00 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 22 Conselho de Administração (Efetivo) 07 JOSÉ NUNES DE ALMEIDA NETO 116.258.723-72 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 08 AURÉLIO RICARDO BUSTILHO DE OLIVEIRA 002.533.027-65 28/04/2008 02 ANOS 2 SIM 22 Conselho de Administração (Efetivo) 09 CRISTIÁN EDUARDO FIERRO MONTES 600.208.163-16 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 22 Conselho de Administração (Efetivo) 10 ROBERTO DE PÁDUA MACIEIRA 003.091.683-68 07/07/2008 02 ANOS 2 NÃO 22 Conselho de Administração (Efetivo) 11 FERNANDO ANTÔNIO DE MOURA AVELINO 108.346.804-91 30/04/2007 03 ANOS 2 NÃO 22 Conselho de Administração (Efetivo) 12 ANTÔNIO BASÍLIO PIRES E ALBUQUERQUE 721.694.197-72 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 13 LUCIANO ALBERTO GALASSO SAMARIA 058.330.147-94 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 14 NELSON RIBAS VISCONTI 676.823.917-15 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 15 TEOBALDO JOSÉ CAVALCANTE LEAL 304.786.343-15 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 16 JOSÉ CAMINHA ALENCAR ARARIPE JÚNIOR 059.485.173-49 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 17 JOSÉ RENATO FERREIRA BARRETO 056.503.213-53 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 19 LUIZ CARLOS LAURENS ORTINS BETTENCOURT 690.589.467-20 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 20 JOSÉ TÁVORA BATISTA 135.402.623-34 30/04/2007 03 ANOS 2 SIM 23 Conselho de Administração (Suplente) 21 VLÁDIA VIANA REGIS 023.384.987-47 31/07/2007 03 ANOS 2 NÃO 23 Conselho de Administração (Suplente) 22 JUAREZ FERREIRA DE PAULA 002.505.623-91 30/04/2007 03 ANOS 2 NÃO 23 Conselho de Administração (Suplente) 23 ABEL ALVES ROCHINHA 606.567.607-10 16/05/2007 03 ANOS 1 10 Diretor Presidente / Superintendente * CÓDIGO: 1 - PERTENCE APENAS À DIRETORIA; 2 - PERTENCE APENAS AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO; 3 - PERTENCE À DIRETORIA E AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. 24/07/2008 16:53:41 Pág: 4 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 02.01.01 - COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA 1 - ITEM 2 - NOME DO ADMINISTRADOR 3 - CPF 4 - DATA DA ELEIÇÃO 5 - PRAZO DO MANDATO 6 - CÓDIGO TIPO DO 7 - ELEITO P/ ADMINISTRADOR * CONTROLADOR 8 - CARGO /FUNÇÃO 9 - FUNÇÃO 24 JOSÉ NUNES DE ALMEIDA NETO 116.258.723-72 16/05/2007 03 ANOS 1 11 Diretor Vice Presidente/ Superintendente 25 JOSÉ RENATO FERREIRA BARRETO 056.503.213-53 16/05/2007 03 ANOS 1 11 Diretor Vice Presidente/ Superintendente 26 JOSÉ TÁVORA BATISTA 135.402.623-34 16/05/2007 03 ANOS 1 11 Diretor Vice Presidente/ Superintendente 27 OLGA JOVANNA CARRANZA SALAZAR 058.829.057-29 23/11/2007 03 ANOS 1 11 Diretor Vice Presidente/ Superintendente 28 SILVIA CUNHA SARAIVA PEREIRA 090.817.123-49 17/06/2008 02 ANOS 1 19 DIRETOR JURÍDICO 29 LUIZ CARLOS LAURENS ORTINS BETTENCOURT 690.589.467-20 17/06/2008 02 ANOS 1 12 Diretor de Relações com Investidores 30 JOSÉ ALVES DE MELO FRANCO 283.567.996-00 17/06/2008 02 ANOS 1 19 DIRETOR DE REGULAÇÃO 31 AURÉLIO RICARDO BUSTILHO DE OLIVEIRA 002.533.027-65 17/06/2008 02 ANOS 1 19 DIRETOR DE PLANEJAMENTO E CONTROLE * CÓDIGO: 1 - PERTENCE APENAS À DIRETORIA; 2 - PERTENCE APENAS AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO; 3 - PERTENCE À DIRETORIA E AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. 24/07/2008 16:53:41 Pág: 5 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 02.01.02 - COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO FISCAL 1 - CONSELHO FISCAL INSTALADO 2 - PERMANENTE SIM NÃO 3 - ITEM 4 - NOME DO CONSELHEIRO 5 - CPF 6 - DATA DA ELEIÇÃO 7 - PRAZO DO MANDATO 8 - CARGO /FUNÇÃO 9 - FUNÇÃO 01 ANTÔNO OSVALDO ALVES TEIXEIRA 218.164.924-34 28/04/2008 01 ano 43 C.F.(EFETIVO)ELEITO P/CONTROLADOR 02 JOSÉ ALDRO LUIZ DE OLIVEIRA 001.684.403-34 28/04/2008 01 ano 46 C.F.(SUPLENT)ELEITO P/CONTROLADOR 03 SÉRGIO QUEIROZ LYRA 117.843.007-30 28/04/2008 01 ano 44 C.F.(EFETIVO)ELEITO P/PREFERENCIALISTAS 04 BRUNO OLIVA GIRARDI 086.071.937-59 28/04/2008 01 ano 47 C.F.(SUPLENT)ELEITO P/PREFERENCIALISTAS 05 ANTÔNIO CLÉBER UCHOA CUNHA 053.637.133-49 28/04/2008 01 ano 43 C.F.(EFETIVO)ELEITO P/CONTROLADOR 06 ALDEMIR FERREIRA DE PAULA AUGUSTO 620.303.374-04 28/04/2008 01 ano 46 C.F.(SUPLENT)ELEITO P/CONTROLADOR 24/07/2008 16:53:46 Pág: 6 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR ABEL ALVES ROCHINHA DIRETOR PRESIDENTE De nacionalidade brasileira, nascido em 21 de Janeiro de 1961. É graduado em Engenharia Mecânica pela PUC/RJ, mestre em Engenharia Industrial pela PUC/RJ, pós-graduado em Administração Financeira pela FGV/RJ e em Administração pela COPPEAD/UFRJ. Mais de 13 anos de experiência profissional na área Financeira, sendo 06 anos como CFO em várias indústrias. Foi Diretor Administrativo – Financeiro da Ampla Energia e Serviços S.A. no período de abril/ 2004 até maio/ 2007. É presidente da Coelce desde 16 de maio de 2007. LUIZ CARLOS LAURENS ORTINS BETTENCOURT DIRETOR FINANCEIRO E DE RELAÇÕES COM CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO SUPLENTE INVESTIDORES E Nacionalidade brasileira, nascido em 09 de Fevereiro de 1958. É graduado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Grande experiência na área Financeira. Atuou como Gerente de Controladoria e de Tesouraria na Cyanamid Química do Brasil Ltda. Exerceu o cargo de Gerente Financeiro durante 06 anos. É o Diretor Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores da Ampla Energia e Serviços S/A desde 17 de maio de 2007. JOSÉ RENATO FERREIRA BARRETO DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO SUPLENTE De nacionalidade brasileira, nascido em 17 de novembro de 1952. É graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mestre e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ingressou na Coelce como estagiário e passou por diversos cargos dentro da empresa: Engenheiro, Chefe de Divisão, Assistente de Departamento, Chefe do Departamento de Transportes, Chefe do Departamento de Operações Financeiras, Coordenador de Projetos e Coordenador do Programa de Melhoria da Coelce. Foi Coordenador do Sub-Comitê de Transporte COGEEletrobrás e Conselheiro da Fundação de Seguridade Social da Coelce (Faelce). Foi professor dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Produção da Universidade de Fortaleza (Unifor). Participou do Convênio Coelce-Núcleo de Tecnologia do Ceará (Nutec) e do Ministério da Indústria e Comércio, como analista para o desenvolvimento do motor a álcool. É Diretor de Recursos Humanos da Companhia desde 2000. 24/07/2008 16:53:55 Pág: 7 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR OLGA JOVANNA CARRANZA SALAZAR DIRETOR COMERCIAL De nacionalidade peruana, nascida em 14 de dezembro de 1972. É bacharel em Economia. Possui MBA em Gestão Empresarial com ênfase em Tecnologia da Informação. Trabalha no grupo Enersis desde 1996. Começou na Edelnor, em 1996 até 1998, trabalhando como Chefe dos Departamentos de Controle de Investimentos e de Projeto de Normalização. Em Março de 1998 foi transferida para Colômbia, trabalhando como Chefe do Registro Comercial, de Grandes Clientes e Qualidade da Medição e de Controle de Perdas. Em Março de 2003 foi transferida para o Brasil assumindo a Gerência de administração de Controle de Gestão e posteriormente a de Normalização. Ocupa a Diretoria Comercial desde 23 de novembro de 2007. JOSÉ NUNES DE ALMEIDA NETO DIRETOR DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E COMUNICAÇÃO CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO SUPLENTE De nacionalidade brasileira, nascido em 15 de dezembro de 1955. É graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e especialista em Gestão e Qualidade de Energia pela UFC, em parceria com a Federação da Indústria do Estado do Ceará (Fiec). Foi professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFC. Ingressou na Coelce em 1979, onde ocupou os cargos de Chefe do Departamento de Manutenção e Transmissão, Superintendente de Distribuição de Fortaleza, Diretor de Operação e Gerente de Projetos Institucionais. Foi presidente do Comitê Coordenador de Operações NorteNordeste (CCON). Ocupa o cargo de Diretor de Projetos Institucionais e de Comunicação desde 2000. JOSÉ TÁVORA BATISTA DIRETOR TÉCNICO CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO SUPLENTE De nacionalidade brasileira, nascido em 17 de março de 1954. É graduado formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC), especialista em Subestações e Sistemas de Distribuição de Energia pela Escola de Engenharia da Universidade de Fortaleza (Unifor), especialista em Engenharia de Distribuição pela Escola de Engenharia da UFC e Master in Business Administration em Gestão de Negócios em Energia Elétrica pela Fundação Getúlio Vargas-FGV. Foi admitido na Coelce em 1980, tendo ocupado as chefias de Divisão de Fiscalização de Consumidores, Divisão de Combate a Fraude, Divisão de Manutenção e Operação do Regional Centro, Departamento Regional Centro, Superintendente 24/07/2008 16:53:55 Pág: 8 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR de Distribuição de Fortaleza, Chefe do Projeto Qualidade de Serviço e Gerente de Distribuição Sul. Ocupa a Diretoria Técnica desde dezembro de 2001. JOSÉ ALVES DE MELLO FRANCO DIRETOR DE REGULAÇÃO E CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO De nacionalidade brasileira, nascido em 17 de novembro de 1957, É graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora, especialista em operação de sistemas hidrotérmicos e mestre em engenharia elétrica na área de planejamento energético. Desde 1982 atua no setor elétrico, começando nas Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A - Eletronorte, passando pelo departamento de operação de sistemas, pela divisão de planejamento energético da operação e depois pela assessoria de comercialização de energia da diretoria de operação. Ocupou o cargo de superintendente da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL no período de março de 1998 a fevereiro de 2002. Foi Superintendente da Diretoria de Mercado Atacadista da Light Serviços de Eletricidade S.A. no período de fevereiro a novembro de 2002. Desde dezembro de 2002, ocupa o cargo de Diretor de Regulação da Ampla Energia e Serviços S.A. É membro do Conselho Diretor da ABRADEEE desde 2002. AURÉLIO RICARDO BUSTILHO DE OLIVEIRA DIRETOR DE PLANEJAMENTO E CONTROLE E CONSELHEIRO DE ADMINISTRAÇÃO De nacionalidade brasileiro, nascido em 29 de Julho de 1968. É graduado em administração e contabilidade. Entre 1988 e 1998 trabalhou na Reynolds Latasa, exercendo funções na controladoria e contabilidade, atuando em fase de implantação de novas plantas e processo de abertura de capital, e na Ceras Johnson, com a função de gerente de contabilidade, custos e contas a pagar, com atuação em implantação de sistemas de gestão integrada e metodologia de custeio. Ingressou no grupo Endesa em abril de 1999 como gerente administrativo-financeiro da Centrais Elétricas Cachoeira Dourada S.A.. Em 2000, passou a exercer a função de controller das empresas de geração do Grupo Endesa (CIEN, Cachoeira Dourada e Endesa Fortaleza), atuando também como responsável pelo controle do projeto de construção da Interconexão Brasil-Argentina da CIEN, e posteriormente como responsável pelo controle do projeto de construção da termelétrica da Endesa Fortaleza. Em 2004 passou a desempenhar a função de Diretor de Planejamento, Controle e Contabilidade das empresas de geração do Grupo Endesa no Brasil. A partir de 2005, exerce a função de Diretor de Planejamento e Controle da Endesa Brasil. 24/07/2008 16:53:55 Pág: 9 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR SÍLVIA CUNHA SARAIVA PEREIRA DIRETOR JURÍDICO De nacionalidade brasileira, nascida em 18 de Setembro de 1953. É graduada em Direito, com pós-graduação em Direito da Empresa e mestranda em Direito Público. Entre 1981 e 1986 trabalhou no Instituto de Previdência do estado do Ceará – IPEC exercendo entre outras funções a de Procuradora dos serviços públicos estaduais. De 1987 e 1990, exerceu o cargo de Procuradora Jurídica da Superintendência de Obras do estado do Ceará – SOEC. De 1990 a 1994, atuou como Procurador Jurídico do Departamento de Edificações Rodovias e Obras do Ceará – DERT. Entre 1995 e 2001, foi Procurador Juridico da Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará – CAGECE. Exerce ao função de Gerente Jurídico da Coelce, desde 2001. Conselho de Administração MÁRIO FERNANDO DE MELO SANTOS PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO De nacionalidade brasileira, nascido em 18 de Julho de 1938. É graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Trabalhou na Companhia Hidroelétrica do São Francisco de 1962 à 1990 exercendo função de Engenheiro e Gerente na área de Construção, Operação e Manutenção do Sistema Energético, Diretor de Operação e Presidente em exercício em diversas oportunidades. Foi coordenador nacional de Abastecimento do Departamento Nacional de Combustíveis SNE/MINFRA, de Julho de 1990 até Abril de 1991. Diretor de Operação de Sistema e Presidente interino nas Centrais Elétricas Brasileiras S/A - ELETROBRÁS entre 1991 e 1998. Foi Diretor – Geral da ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico por 08 anos. É presidente do Conselho de Administração da Endesa Brasil desde 2005 e do Conselho da Coelce desde 17/05/06. MARCELO ANDRÉS LLÉVENES REBOLLEDO (Vice-Presidente do Conselho de Administração) De nacionalidade chilena, nascido em 10 de abril de 1963. É graduado em Engenharia Comercial pela Universidade do Chile, na cidade de Santiago. Trabalha há 17 anos no Setor Elétrico. Iniciou na Empresa Chilectra S.A como Gerente de Planejamento. Atuou na Edesur S.A como Gerente de Serviços ao Cliente e de Projetos Especiais. Na Edelnor S.A, empresa distribuidora de energia de Lima-Peru, atuou como Gerente Comercial e Gerente 24/07/2008 16:53:55 Pág: 10 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR Geral. Exerceu também o cargo de Diretor Presidente na distribuidora colombiana Condensa. Foi Presidente do Conselho de Administração de 08/11/2002 à 17/05/2006, passando para o cargo de Vice Presidente. Foi Country Manager da Endesa no Brasil. Atualmente é o Diretor Geral da Endesa Brasil. CRISTÓBAL SANCHEZ ROMERO De nacionalidade espanhola, nascido em 20 de julho de 1953. É licenciado em informática pela Universidade de New Yersey. Master em Direção de Empresas pela EOI/Manchester Business School. Ocupou diversos cargos no grupo Endesa, dentre eles: Diretor de Sistemas de Informações, Conselheiro e Presidente da Synapsis, Chefe do Departamento de Sistema de Controle e Informática e Gerente de Sistemas da Enersis. Atualmente é o Gerente regional de Serviços da Chilectra S.A. desde 2005. CRISTIÁN EDUARDO FIERRO MONTES De nacionalidade chilena, nascido em 11 de outubro de 1967. É graduado em Engenharia Civil Eletricista pela Faculdade de Ciências Físicas e Matemática da Universidade do Chile e Master Executivo em Direção de Empresas (MBA) pelo Instituto de Altos Estudos da Universidade Austral, em Buenos Aires, Argentina. Ingressou na Chilectra (distribuidora de energia elétrica de Santiago do Chile), em 1992, como engenheiro analista e ocupou diversos cargos na Diretoria de Distribuição, entre eles Chefe de Departamento de Engenharia e Desenvolvimento do Sistema de Distribuição. Em 1996, foi transferido para Edesur, distribuidora de energia elétrica do Sul de Buenos Aires, onde trabalhou até o ano de 2000, exercendo os cargos de Chefe de Departamento de Investimentos, Gerente de Desenvolvimento Comercial e Gerente de Marketing. Em Junho de 2001, assumiu o cargo de Diretor de Projetos Enersis.plc., em Enersis. Foi Presidente da Coelce de Jan/ 2003 a Abr/ 2007. É o Presidente da Ampla Energia e Serviços S/A. desde 17 de maio de 2007. JORGE PARENTE FROTA JÚNIOR De nacionalidade brasileira, nascido em 25 de maio de 1945. É graduado em Ciências Econômicas e Administrativas pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Ocupou o cargo de Diretor Comercial na Companhia Brasileira de Laticínios - CBL, onde atualmente é Sócio-Diretor. Foi Presidente do Conselho Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial-SENAI/CE, Diretor Regional do Serviço Social da Indústria - SESI/ CE, Diretor Regional do Instituto Euvaldo Lodi - IEL/ CE e Membro do Conselho Temático da Integração Nacional da Confederação Nacional da Indústria - FIEC. É Vice Presidente da 24/07/2008 16:53:55 Pág: 11 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR Confederação Nacional da Indústria – CNI desde 2002, Membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia desde 2003 e Membro do Conselho Superior da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, do Ministério da Educação desde 2001. ROBERTO DE PÁDUA MACIEIRA De nacionalidade brasileira, nascido em 06 de Junho de 1943. É graduado em Economia pela Universidade Federal do Maranhão. Professor Titular Aposentado da Universidade do Estadual do Maranhão - UEMA, foi Prefeito de São Luís/ MA de 1980 a 1983, Presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado do Maranhão de 1983 a 1984, Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/ MA de 1984 a 1990, Diretor de Crédito Especializado do Banco do Estado do Maranhão de 1991 a 1995, Membro do Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio doce de 1986 a 1990 e Membro da Comissão Central Permanente de Licitação do Estado do Maranhão. GONZALO VIAL VIAL De nacionalidade chilena, nascido em 13 de dezembro de 1959. É graduado em Direito pela Universidade Católica do Chile. Ocupou o cargo de Chefe do departamento Legal da Chilectra. É Conselheiro de Administração da Edesur de Buenos Aires, Argentina desde 2003 e Diretor Fiscal regional da América Latina desde 1998. FERNANDO ANTÔNIO DE MOURA AVELINO De nacionalidade brasileira, nascido em 13 de agosto de 1956. É graduado em Tecnologia da Construção Civil pela Universidade do Vale do Acaraú – Sobral e pós-graduado em Gestão Estratégica de Negócios. Foi admitido pela Coelce em 1976, tendo ocupado o cargo de Eletrotécnico. É Diretor Financeiro do Sindicato dos Eletricitários do Ceará – Sindeletro desde 2002. ANTÔNIO BASÍLIO PIRES E ALBUQUERQUE (Conselheiro Suplente) De nacionalidade Brasileira, nascido em 17 de junho de 1962. É graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Membro do Conselho de Administração da Ampla Energia e Serviços, Diretor Jurídico da Endesa Brasil e Sócio 24/07/2008 16:53:55 Pág: 12 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR Sênior do Escritório de Advocacia Gouvêa Vieira. Suas principais atividades são: Prática em contencioso administrativo e forense cível, comercial, societário e tributário; Constituição de Empresas, formação de Joint Ventures, acordos de acionistas, consórcios e outros; reorganizações Societárias; Operações de fusões e aquisições de empresas; Coordenação e execução de trabalhos de aquisição de empresas em processos de privatizações nos setores elétrico e de telecomunicações; Trabalhos de consultoria legal de natureza comercial, societária, financeira e regulatória (setor elétrico); Investimentos estrangeiros; Operações de Financiamentos (Corporate e Project Finance); Negociação de aspectos legais de contratos de compra e venda de energia elétrica e de gás natural; Atuação junto a Agência Nacional de Energia Elétrica - aprovação de projetos, operações entre empresas relacionadas e outras. JOSÉ CAMINHA ALENCAR ARARIPE JÚNIOR (Conselheiro Suplente) De nacionalidade Brasileira, nascido em 05 de novembro de 1952. É graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará – UFC, especialista em Computação pela Universidade Federal do Ceará e em Marketing de Serviços Públicos pela Valença & Associados - Consultoria em Marketing, Planejamento e Estratégia. Possui aperfeiçoamento em APG - MBA, Programa de Atualização de Diretores e Gerentes em Management e Liderança pela AMANA KEY MBA EXECUTIVO e MBA Gestão de Negócios em Energia Elétrica - Fundação Getulio Vargas. NELSON RIBAS VISCONTI (Conselheiro Suplente) De nacionalidade brasileira. É graduado em Direito e especialista em Direito Empresarial, Societário, Tributário e Comercial. Membro da Câmara de Comércio Americana, Associação Brasileira de Direito Financeiro (afiliada International Fiscal Association) e Gerente Tributário da Endesa Brasil. LUCIANO ALBERTO GALASSO SAMARIA (Conselheiro Suplente) De nacionalidade chilena, nascido em 22 de setembro de 1967. É graduado em Engenharia Civil Industrial com ênfase em Eletricidade pela Pontifícia Universidade Católica de Chile. Possui Curso de Contabilidade, na Universidade Esan (Lima-Peru), Curso de Serviço e Atendimento ao Cliente, na Universidade Adolfo Ibañez. Trabalha no grupo Enersis desde 1992. Começou na Chilectra, em 1992 até 1998, trabalhando em vários cargos: Chefe Comercial Sucursal Alameda e Chacabuco, Chefe do Departamento Empresas e Executivo de Grandes Clientes. Em Abril de 1998 foi transferido para Lima, Perú, trabalhando como 24/07/2008 16:53:55 Pág: 13 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR Gerente de Sucursal Colonial na Empresa Edelnor, até Setembro de 1999. Em Outubro de 1999 foi transferido para a Colombia, Bogotá e trabalhou como Gerente de Regional Centro e Gerente de Operacões Comerciais da Codensa S.A. Em Abril do 2002 foi transferido para Brasil, para atuar como Gerente de Operações Comerciais da Ampla Energia e Serviços S/A. Ocupa a Diretoria Comercial desde janeiro de 2003. TEOBALDO JOSÉ CAVALCANTE LEAL (Conselheiro Suplente) De nacionalidade brasileira, nascido em 29 de Janeiro de 1968. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). É especialista em finanças, com MBA Empresarial pela Fundação Dom Cabral e diversos cursos em finanças, mercado de capitais e gestão estratégica de empresas, no país e exterior. Foi Gerente Financeiro da COELCE no período de setembro/ 2003 a maio/ 2007, após experiência de 16 anos no mercado bancário, no qual atuou como gestor de áreas de negociação e controle de operações financeiras e de finanças corporativas/mercado de capitais. Atualmente também exerce a função de Diretor Técnico da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais – Apimec Nordeste. É Diretor Administrativo Financeiro e de Relações com Investidores desde 16 de maio de 2007. VLÁDIA VIANA RÉGIS (Conselheira Suplente) De nacionalidade brasileira, é graduada em Direito pela Universidade Federal dório de Janeiro. Possui MBA em Gestão em Negócios de Energia pela Fundação Getúlio Vargas, e em Direito Empresarial pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais. Desde 1997 atua na área de consultoria jurídica das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Desde 2005, atua como Gerente de Contencioso da Eletrobrás. JUAREZ FERREIRA DE PAULA (Conselheiro Suplente) De nacionalidade brasileira, nascido em 22 de Julho de 1935. É graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Ceará. Atualmente é aposentado pela Companhia Energética do Ceará, membro do Conselho Deliberativo da Faelce e Presidente da Sociedade dos Aposentados Eletricitários do Estado do Ceará – Saelce. Conselho Fiscal ANTÔNIO OSVALDO ALVES TEXEIRA 24/07/2008 16:53:55 Pág: 14 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR De nacionalidade brasileira, nascido em 04 de junho de 1959. É graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), pós-graduado em Contabilidade e Controladoria pela UFPB e em Finanças Empresariais pela Fundação Getúlio Vargas – RJ. Foi professor dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e economia da UFPB (licenciado), e dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Unidade de Ensino Superior – Unipê. Ingressou no Banco do Estado da Paraíba em 1982, onde ocupou diversas funções. Foi Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com Investidores da Coelce de dez/ 2000 a dez/ 2006. SÉRGIO QUEIROZ LYRA De nacionalidade brasileira, nascido em 15 de outubro de 1945. É graduado em Economia pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Espírito Santo, pós graduado em Macroeconomia pelo Centro de Estudos para a América Latina – CEPAL e em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica - PUC do Rio de Janeiro. Ingressou na Petrobrás em 1976 e aposentou-se pela Companhia em 1995. Como consultor da Macroplan (Empresa que em 1989 atuou com consultoria em planejamento na PETROBRAS, realizando o primeiro Plano Estratégico da Cia.) e em função da construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, elaborou, em 1995/1996, com a participação de equipe técnica do Governo do Estado do Mato Grosso do Sul e sob coordenação do Serviço de Planejamento da Petrobrás, os Macrocenários para o Estado de Mato Grosso do Sul, com horizonte de 15 anos. Foi Diretor Administrativo da Fundação Petrobrás de Seguridade Social – PETROS, Conselheiro Supervisor da Cia. Petrolífera Marlin, Diretor de Assuntos de Pessoal da Associação de Engenheiros da Petrobrás – AEPET e Diretor da Federação Única dos Petroleiros – FUP, sendo um dos criadores do CDPP – Comitê em Defesa dos Participantes da Petros. ANTÔNIO CLEBER UCHOA CUNHA De nacionalidade brasileira, nascido em 24 de outubro de 1953. É graduado em Engenharia Civil pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. Desde outubro de 1997 é Cônsul Honorário do Chile em Fortaleza. Ocupou o cargo de Diretor da União das Classes Produtoras do Ceará-UCP e Membro do Conselho Curador da Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas-FACTA, em Campinas-SP. Foi Membro do Conselho de autoridade portuária do porto do Mucuripe, do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará, do Conselho do SEBRAE, do Conselho de representantes da FIEC, do Pacto de Cooperação do Estado do Ceará, do Conselho Estadual do Trabalho do Ceará, do Conselho de Administração da Coelce e do Pensamento Nacional das Bases Empresariais – PNBE. 24/07/2008 16:53:55 Pág: 15 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR Atualmente ocupa o cargo de Vice-Presidente da Federação das Associações do Comércio, Indústria e Agropecuária do Estado do Ceará-FACIC e é Secretario das Finanças no município do Maracanaú – CE. ALDEMIR FERREIRA DE PAULA AUGUSTO (Suplente) De nacionalidade brasileira, graduado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e pós-graduado em Direito e Processo Tributários pela Universidade de Fortaleza. Associado gerente das filiais de Fortaleza (CE) e Recife (PE) do escritório profissional De Rosa Siqueira, Almeida, Barros Barreto e Advogados Associados S/C, atua como especialista em Direito Tributário, Comercial e Societário. JOSÉ ALDRO LUIZ DE OLIVEIRA (Suplente) De nacionalidade brasileira, graduado em Economia, com especialização em Desenvolvimento Econômico e Administração. Mestrando em Administração, elaborando dissertação na área de estratégia competitiva de pequenas e médias empresas. Atualmente atuando na área de consultoria pública e empresarial. Exerceu os cargos de Técnico em Desenvolvimento Econômico do Banco do Nordeste, Chefe das Divisões de Projetos Agroindustriais e de Cooperativas do Banco do Nordeste, Gerente de Crédito Rural e Chefe do Departamento de Desenvolvimento Rural do banco do Nordeste, Presidente da Comissão de Reestruturação do Sistema Financeiro da Paraíba, dentre outros. BRUNO OLIVA GIRARDI (Suplente) De nacionalidade brasileira, graduado em Ciências Econômicas pela University of London e pós- graduado em Comércio Exterior pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Gestão de Pequenas e Médias Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Foi Gerente Administrativo e Analista de Investimentos entre o período de Julho/ 1999 a Junho/ 2003 da Pactual Electra Capital Parters. Atualmente é Analista Pleno da Fundação Petrobrás de Seguridade Social – Petros. 24/07/2008 16:53:55 Pág: 16 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.01 - EVENTOS RELATIVOS À DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL 1 - EVENTO BASE 2 - DATA DO EVENTO 3 - PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS 4 - INVESTIDORES INSTITUCIONAIS 5 - ACORDO DE ACIONISTAS 6 - AÇÕES PREFER. COM DIREITO A VOTO 07/07/2008 AGE 0 0 NÃO 7 - AÇÕES PREFERENCIAIS COM DIREITO A VOTO NÃO 8 - DATA DO ÚLTIMO ACORDO DE ACIONISTAS AÇÕES EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO 9 - EXISTEM AÇÕES EM CIRCULAÇÃO ORDINÁRIAS 10 - QUANTIDADE (Unidade) 11 - PERCENTUAL PREFERENCIAIS 12 - QUANTIDADE (Unidade) 13 - PERCENTUAL TOTAL 14 - QUANTIDADE (Unidade) 15 - PERCENTUAL SIM 4.006.504 8,34 28.017.362 94,06 32.023.866 41,13 16 - AÇÕES PREFERENCIAIS EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO 1 - CLASSE 2 - QUANTIDADE (Unidade) 3 - PERCENTUAL PNA 26.361.352 93,71 PNB 1.656.010 100,00 24/07/2008 16:54:06 Pág: 17 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.02 - POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DE AÇÕES ORDINÁRIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS (Unidades) 15/1 - CLASSE 001 7-% 3 - CPF/CNPJ 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 15/2 - QTD. AÇÕES PREFERENCIAIS (Unidades) 03.032.652-0001/04 0,00 0 0,00 44.061.433 56,59 5.498.897 3.967.756 14,11 1.531.141 92,01 TOTAL 5.498.897 18,46 7,06 BRASILEIRA RJ SIM BRASILEIRA NÃO 31/12/1999 LAIF II LLC AMERICANO 0 0,00 4.138.100 13,89 PNA 4.138.100 14,71 TOTAL 4.138.100 13,89 4.138.100 5,32 2.972.867 3,82 0,00 2.972.867 9,98 PNA 2.972.867 10,57 TOTAL 2.972.867 9,98 1.770.000 2,27 0,00 1.770.000 5,94 PNA 1.770.000 6,29 TOTAL 1.770.000 5,94 1.803.788 2,32 24/07/2008 16:54:15 BRASILEIRA RJ SIM 05.479.896-0001/57 PICTET E CIE 0 BRASILEIRA NÃO 07.523.555-0001/67 ENDESA BRASIL S.A 0 NÃO 34.053.942-0001/50 FUNDAÇÃO PETROBRAS DE SEGURIDADE SOCIAL 0 007 5 - UF 14 - CONTROLADOR 31/12/1999 00.001.180-0001/26 5.498.897 18,46 PNA 006 4 - NACIONALIDADE 15/3 - % PREFERENCIAIS PNB 004 12 - COMP.CAP.SOC. 13 - PART. NO ACORDO DE ACIONISTAS CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A 0 003 11 - ¨% INVESTLUZ S.A 44.061.433 91,66 002 10 - TOTAL DE AÇÕES (Unidades) 0,00 1.803.788 6,06 NÃO Pág: 18 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.02 - POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DE AÇÕES ORDINÁRIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS (Unidades) 15/1 - CLASSE 7-% 3 - CPF/CNPJ 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 15/2 - QTD. AÇÕES PREFERENCIAIS (Unidades) 10 - TOTAL DE AÇÕES (Unidades) 1.803.788 6,41 TOTAL 1.803.788 6,06 998 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 14 - CONTROLADOR AÇÕES EM TESOURARIA 0 0,00 4.006.504 8,34 0 0,00 0 0,00 OUTROS PNA 13.603.710 45,67 13.478.841 PNB TOTAL 999 12 - COMP.CAP.SOC. 13 - PART. NO ACORDO DE ACIONISTAS 15/3 - % PREFERENCIAIS PNA 997 11 - ¨% 17.610.214 22,62 47,91 124.869 7,99 13.603.710 45,67 TOTAL 48.067.937 100,00 PNA PNB TOTAL 24/07/2008 16:54:15 29.787.362 100,00 28.131.352 100,00 1.656.010 100,00 29.787.362 100,00 77.855.299 100,00 Pág: 19 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001 INVESTLUZ S.A 31/12/1999 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) AMPLA INVESTIMENTOS E SERVIÇOS S.A 001001 36.598.904.252 36,43 0 0,00 63.862.991.175 63,57 0 0,00 100.461.895.427 100,00 0 0,00 36.598.904.252 36,43 5 - UF 07.809.905-0001/56 BRASILEIRA RJ 07.523.555-0001/67 BRASILEIRA RJ 30/09/2007 TOTAL 001999 24/07/2008 16:54:20 63.862.991.175 63,57 4 - NACIONALIDADE 29/12/1999 ENDESA BRASIL S.A 001002 3 - CPF/CNPJ 12 - COMP.CAP.SOC. 100.461.895.427 100,00 Pág: 20 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001001 AMPLA INVESTIMENTOS E SERVIÇOS S.A 29/12/1999 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 21 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002 ENDESA BRASIL S.A 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. COMPAÑIA ELÉCTRICA CONO SUR S.A 001002001 60.299.607 35,29 0 0,00 47.354.669 27,71 0 0,00 19.460.714 11,39 0 0,00 14.702.746 8,60 0 0,00 29.059.642 17,01 0 0,00 170.877.378 100,00 0 0,00 60.299.607 35,29 30/09/2007 ESPANHOLA ENDESA INTERNACIONAL S.A. 001002002 47.354.669 27,71 30/09/2007 ENERSIS S.A AG.ILHAS CAYMAN 001002003 19.460.714 11,39 30/09/2007 ENERSIS S.A. 001002004 14.702.746 8,60 30/09/2007 OUTROS 001002005 29.059.642 17,01 TOTAL 001002999 24/07/2008 16:54:20 170.877.378 100,00 Pág: 22 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002001 COMPAÑIA ELÉCTRICA CONO SUR S.A 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 0 0,00 0 0,00 0 0,00 24/07/2008 16:54:20 5 - UF 1.307.140.917 77,68 30/09/2007 375.635.649 22,32 30/09/2007 TOTAL 001002001999 1.682.776.566 100,00 4 - NACIONALIDADE ENDESA CHILE 001002001002 375.635.649 22,32 3 - CPF/CNPJ 12 - COMP.CAP.SOC. ENDESA AG.ILHAS CAYMAN 001002001001 1.307.140.917 77,68 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 1.682.776.566 100,00 Pág: 23 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002001001 ENDESA AG.ILHAS CAYMAN 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. ENDESA CHILE 001002001001001 0 100,00 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 100,00 30/09/2007 TOTAL 001002001001999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 24 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002001001001 ENDESA CHILE 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 25 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002001002 ENDESA CHILE 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 0 0,00 0 0,00 0 0,00 24/07/2008 16:54:20 5 - UF 4.919.488.794 59,98 30/09/2007 3.282.393.157 40,02 30/09/2007 TOTAL 001002001002999 8.201.881.951 100,00 4 - NACIONALIDADE OUTROS 001002001002002 3.282.393.157 40,02 3 - CPF/CNPJ 12 - COMP.CAP.SOC. ENERSIS S.A 001002001002001 4.919.488.794 59,98 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 8.201.881.951 100,00 Pág: 26 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002001002001 ENERSIS S.A 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 27 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002001002002 OUTROS 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 28 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002 ENDESA INTERNACIONAL S.A. 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 0 0,00 0 0,00 24/07/2008 16:54:20 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 249.584.027 100,00 30/09/2007 TOTAL 001002002999 249.584.027 100,00 3 - CPF/CNPJ 12 - COMP.CAP.SOC. ENDESA S.A. 001002002001 249.584.027 100,00 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 249.584.027 100,00 Pág: 29 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001 ENDESA S.A. 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. ACCIONA S.A. 001002002001001 0 5,01 0 0,00 0 67,05 0 0,00 0 20,00 0 0,00 0 7,94 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 5,01 10/10/2007 ENEL ENERGY EUROPE SRL 001002002001002 0 67,05 10/10/2007 0 20,00 10/10/2007 0 10/10/2007 FINANZAS DOS S.A 001002002001003 OUTROS 001002002001004 7,94 TOTAL 001002002001999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 30 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001001 ACCIONA S.A. 10/10/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. GRUPO ENTRECANALES S.A 001002002001001001 0 56,66 0 0,00 0 43,34 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 56,66 10/10/2007 0 43,34 10/10/2007 OUTROS 001002002001001002 TOTAL 001002002001001999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 31 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001001001 GRUPO ENTRECANALES S.A 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 32 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001001002 OUTROS 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 33 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001002 ENEL ENERGY EUROPE SRL 10/10/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. ENEL S.P.A 001002002001002001 0 100,00 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 100,00 10/10/2007 TOTAL 001002002001002999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 34 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001002001 ENEL S.P.A 10/10/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. MINISTERIO DE ECONOMÍA 001002002001002001001 0 21,40 0 0,00 0 10,20 0 0,00 0 68,40 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 21,40 10/10/2007 CASSA DEPOSITI E PRESTITI 001002002001002001002 0 10,20 10/10/2007 0 68,40 10/10/2007 OUTROS 001002002001002001003 TOTAL 001002002001002001999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 35 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001002001001 MINISTERIO DE ECONOMÍA 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 36 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001002001002 CASSA DEPOSITI E PRESTITI 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 37 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001002001003 OUTROS 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 38 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001003 FINANZAS DOS S.A 10/10/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. ACCIONA S.A. 001002002001003001 0 100,00 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 100,00 10/10/2007 TOTAL 001002002001003999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 39 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001003001 ACCIONA S.A. 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 40 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002002001004 OUTROS 10/10/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 41 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002003 ENERSIS S.A AG.ILHAS CAYMAN 30/09/2007 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. ENERSIS S.A. 001002003001 0 100,00 0 0,00 0 100,00 0 0,00 0 100,00 30/09/2007 TOTAL 001002003999 24/07/2008 16:54:20 0 100,00 Pág: 42 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002003001 ENERSIS S.A. 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 43 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002004 ENERSIS S.A. 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 0 0,00 0 0,00 0 0,00 24/07/2008 16:54:20 5 - UF 19.794.583.473 60,62 30/09/2007 12.858.968.940 39,38 30/09/2007 TOTAL 001002004999 32.653.552.413 100,00 4 - NACIONALIDADE OUTROS 001002004002 12.858.968.940 39,38 3 - CPF/CNPJ 12 - COMP.CAP.SOC. ENDESA INTERNACIONAL S.A. 001002004001 19.794.583.473 60,62 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 32.653.552.413 100,00 Pág: 44 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002004001 ENDESA INTERNACIONAL S.A. 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 45 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 001002004002 OUTROS 30/09/2007 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 46 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES ORDINARIAS E/OU PREFERENCIAIS 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 002 CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A 31/12/1999 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 24/07/2008 16:54:20 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 47 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 04.01 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 1 - Data da Última Alteração: 2- ITEM 3 - ESPÉCIE DAS AÇÕES 07/07/2008 4 - NOMINATIVA OU ESCRITURAL 01 ORDINÁRIAS 02 PREFERENCIAIS 03 PREFERENCIAIS CLASSE A 04 PREFERENCIAIS CLASSE B 05 (Reais) 6 - QTD. DE AÇÕES 7 - SUBSCRITO (Unidades) 8 - INTEGRALIZADO (Reais Mil) (Reais Mil) 48.067.937 273.475 273.475 0 0 0 ESCRITURAL 28.131.352 160.037 160.037 ESCRITURAL 1.656.010 9.435 9.435 PREFERENCIAIS CLASSE C 0 0 0 06 PREFERENCIAIS CLASSE D 0 0 0 07 PREFERENCIAIS CLASSE E 0 0 0 08 PREFERENCIAIS CLASSE F 0 0 0 09 PREFERENCIAIS CLASSE G 0 0 0 10 PREFERENCIAIS CLASSE H 0 0 0 11 PREFER. OUTRAS CLASSES 0 0 0 99 TOTAIS 77.855.299 442.947 442.947 24/07/2008 16:54:32 ESCRITURAL 5 - VALOR NOMINAL Pág: 48 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 04.02 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1- ITEM 2 - DATA DA ALTERAÇÃO 01 28/04/2008 24/07/2008 16:54:36 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL (Reais Mil) 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO (Reais Mil) 442.947 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA EMISSÃO (Reais) (Unidades) 9.889 Reserva de Capital 0 0,0000000000 Pág: 49 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 04.03 - BONIFICAÇÃO / DESDOBRAMENTO OU GRUPAMENTO DE AÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1- ITEM 2 - DATA APROVAÇÃO 01 30/04/2007 24/07/2008 16:54:41 3 - VALOR NOMINAL POR AÇÃO 4 - VALOR NOMINAL POR AÇÃO ANTES DA APROVAÇÃO DEPOIS DA APROVAÇÃO (Reais) (Reais) 5 - QUANTIDADE DE AÇÕES ANTES DA APROVAÇÃO (Unidades) 155.710.600.088 6 - QUANTIDADE DE AÇÕES DEPOIS DA APROVAÇÃO (Unidades) 77.855.299 Pág: 50 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 04.04 - CAPITAL SOCIAL AUTORIZADO 1 - QUANTIDADE (Unidades) 300.000.000.000 2 - VALOR 3 - DATA DA AUTORIZAÇÃO (Reais Mil) 0 30/04/1998 04.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL AUTORIZADO 1- ITEM 2 - ESPÉCIE 3 - CLASSE 4 - QUANTIDADE DE AÇÕES AUTORIZADAS À EMISSÃO (Unidades) 01 ORDINÁRIAS 02 PREFERENCIAIS A 193.352.996.180 03 PREFERENCIAIS B 6.647.003.820 24/07/2008 16:54:45 100.000.000.000 Pág: 51 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 06.01 - PROVENTOS DISTRIBUÍDOS NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1 - ITEM 2 - PROVENTO 3 - APROVAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO EVENTO 4 - DATA DA APROVAÇÃO DISTRIBUIÇÃO 5 - TÉRMINO DO 6 - LUCRO OU PREJUÍZO 7 - VALOR DO LÍQUIDO NO PERÍODO PROVENTO POR AÇÃO EXERCÍCIO SOCIAL (Reais Mil) 8 - ESPÉCIE DAS AÇÕES 9 - CLASSE 10 - MONTANTE DO DAS AÇÕES PROVENTO (Reais Mil) 11 - DATA DE INÍCIO DE PAGAMENTO 28 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RCA 21/12/2005 31/12/2005 189.124 0,0003853302 29 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RCA 21/12/2005 31/12/2005 189.124 0,0003853302 PREFERENCIAL A 37.044 16/01/2006 21.668 16/01/2006 30 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RCA 21/12/2005 31/12/2005 189.124 0,0003853302 PREFERENCIAL B 1.288 16/01/2006 31 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0001733986 32 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0001733986 PREFERENCIAL A 33 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0001733986 PREFERENCIAL B 34 DIVIDENDO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0004688184 35 ORDINÁRIA 16.670 22/05/2006 ORDINÁRIA 9.751 22/05/2006 579 22/05/2006 45.070 22/05/2006 ORDINÁRIA DIVIDENDO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0004688184 PREFERENCIAL A 26.368 22/05/2006 36 DIVIDENDO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0004688184 PREFERENCIAL B 1.562 22/05/2006 37 DIVIDENDO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0004352225 38 DIVIDENDO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0004352225 PREFERENCIAL A 39 DIVIDENDO AGO 27/04/2006 31/12/2005 189.124 0,0004352225 PREFERENCIAL B 40 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RCA 28/11/2006 31/12/2006 298.258 0,0003692748 41 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RCA 28/11/2006 31/12/2006 298.258 0,0003692748 PREFERENCIAL A 42 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RCA 28/11/2006 31/12/2006 298.258 0,0003692748 PREFERENCIAL B 43 DIVIDENDO AGO/E 30/04/2007 31/12/2006 298.258 0,0014504180 44 DIVIDENDO AGO/E 30/04/2007 31/12/2006 298.258 0,0014504183 PREFERENCIAL A 45 DIVIDENDO AGO/E 30/04/2007 31/12/2006 298.258 0,0014504183 PREFERENCIAL B 46 DIVIDENDO AGO 28/04/2008 31/12/2007 244.751 3,1436685320 47 DIVIDENDO AGO 28/04/2008 31/12/2007 244.751 3,1436685320 PREFERENCIAL A 88.410 31/07/2008 48 DIVIDENDO AGO 28/04/2008 31/12/2007 244.751 3,1436685320 PREFERENCIAL B 5.231 31/07/2008 24/07/2008 16:54:49 41.840 29/09/2006 ORDINÁRIA 24.479 29/09/2006 1.450 29/09/2006 35.501 31/05/2007 ORDINÁRIA 20.770 31/05/2007 1.229 31/05/2007 139.437 31/05/2007 ORDINÁRIA 81.579 31/05/2007 4.829 31/05/2007 151.110 31/07/2008 ORDINÁRIA Pág: 52 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 06.03 - DISPOSIÇÕES ESTATUTÁRIAS DO CAPITAL SOCIAL 1 - ITEM 2 - ESPÉCIE DA AÇÃO 3 - CLASSE 4 - % DO CAPITAL 5 - CONVERSÍVEL 6 - CONVERTE EM 7 - DIREITO A VOTO DA AÇÃO SOCIAL 10 - PRÊMIO 11 - TIPO DE DIVIDENDO 12 - % DIVIDENDO 01 PREFERENCIAL NÃO 02 03 MÍNIMO PREFERENCIAL NÃO A 13 - R$/AÇÃO MÍNIMO ORDINÁRIA 15 - PRIORITÁRIO 36,12 NÃO 6,00 B 14 - CUMULATIVO 10,00 0,00000 NÃO 61,74 NÃO 0,00 17 - OBSERVAÇÃO 0,00 SIM SIM A 9 - PRIORIDADE NO REEMBOLSO DE CAPITAL 16 - CALCULADO SOBRE NÃO 0,00000 NÃO 2,14 SIM 8 - TAG ALONG % LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO NÃO 0,00 SIM SIM LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO PLENO 0,00 0,00000 06.04 - MODIFICAÇÃO ESTATUTÁRIA/DIVIDENDO OBRIGATÓRIO 1 - DATA DA ÚLTIMA MODIFICAÇÃO DO ESTATUTO 07/07/2008 24/07/2008 16:54:54 2 - DIVIDENDO OBRIGATÓRIO (% DO LUCRO) 25,00 Pág: 53 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Divulgação Externa Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 07.01 - REMUNERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ADMINISTRADORES NO LUCRO 1 - PARTICIPAÇÃO DOS ADMINISTRADORES NO LUCRO 2 - VALOR DA REMUNERAÇÃO GLOBAL DOS (Reais Mil) ADMINISTRADORES SIM 3 - PERIODICIDADE 6.000 ANUAL 07.02 - PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1 - DATA FINAL DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL: 31/12/2007 2 - DATA FINAL DO PENÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL: 31/12/2006 3 - DATA FINAL DO ANTEPENÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL: 31/12/2005 4- ITEM 5 - DESCRIÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES 01 PARTICIPAÇÕES-DEBENTURISTAS 02 PARTICIPAÇÕES-EMPREGADOS 03 6 - VALOR DO ÚLTIMO 7 - VALOR DO PENÚL- 8 - VALOR DO ANTEPE- EXERCÍCIO (Reais Mil) TIMO EXERCÍCIO (Reais Mil) NÚLTIMO EXERCÍCIO (Reais Mil) 0 0 0 5.958 5.495 4.720 PARTICIPAÇÕES-ADMINISTRADORES 0 0 0 04 PARTIC.-PARTES BENEFICIÁRIAS 0 0 0 05 CONTRIBUIÇÕES FDO. ASSISTÊNCIA 0 0 0 06 CONTRIBUIÇÕES FDO. PREVIDÊNCIA 8.862 9.167 8.600 07 OUTRAS CONTRIBUIÇÕES 08 LUCRO LÍQUIDO NO EXERCÍCIO 09 PREJUÍZO LÍQUIDO NO EXERCÍCIO 24/07/2008 16:54:59 0 0 0 244.751 298.258 189.124 0 0 0 Pág: 54 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 09.01 - BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA A Coelce é resultado da unificação das quatro empresas distribuidoras de energia elétrica existentes no Estado do Ceará (Cenorte, Celca, Cerne e Conefor), tendo sido criada pela Lei Estadual n.º 9.477/71, por escritura pública lavrada em 30 de agosto de 1971, arquivada na Junta Comercial do Estado do Ceará e publicada no Diário Oficial do Estado do Ceará em 2 de setembro de 1971, autorizada para prestação do serviço público de energia pelo Decreto n.º 69.469/71, tendo como principais acionistas as Prefeituras Municipais do Estado do Ceará, a Eletrobrás e o Governo Estadual. A Coelce tornou-se uma companhia de capital aberto em outubro de 1995 e a partir dessa data, suas ações passaram a ser negociadas nas principais bolsas de valores brasileiras. Em 2 de abril de 1998, a Coelce foi privatizada por meio de leilão público, realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, passando a ser administrada pelo consórcio Distriluz, formado pela, Enersis, Chilectra e CERJ. O preço de aquisição foi equivalente a US$868.000 mil. Após a privatização, o Contrato de Concessão foi assinado em maio de 1998, outorgando à Coelce 30 anos de direitos exclusivos sobre a distribuição de energia elétrica no Estado do Ceará. A Coelce é responsável pela distribuição de energia elétrica do Estado do Ceará, abrangendo um território de 148.825km2 e 184 municípios, e suas atividades são fiscalizadas e regulamentadas pela ANEEL. Atualmente, a Companhia atende pela denominação social de Companhia Energética do Ceará – Coelce e encontra-se localizada na Cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, na Av. Barão de Studart 2917, registrada na CVM sob o n.º 14.869. O objeto social da Coelce prevê as seguintes atividades e negócios: (I) a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, execução de serviços correlatos que lhes venham a ser concedidos ou autorizados por qualquer título de direito, e o desenvolvimento de atividades associadas aos serviços, bem como a celebração de atos de comércio decorrentes dessas atividades; (II) a realização de estudos, planejamentos, projetos, construção e operação de sistemas de produção, transformação, transporte e armazenamento, distribuição e comércio de energia de qualquer origem ou natureza, na forma de concessão, autorização e permissão que lhes forem outorgados, com jurisdição na área territorial do Estado do Ceará, e outras áreas definidas pelo Poder Concedente; (III) o estudo, projeto e execução de planos e programas de pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de energia, em especial as renováveis, ações que desenvolverá diretamente ou em cooperação com outras instituições; (IV) o estudo, a elaboração e execução, no setor de energia, de planos e programas de desenvolvimento econômico e social em regiões de interesse da comunidade e da companhia, diretamente ou em colaboração com órgãos estatais ou privados, podendo, também, fornecer dados, informações e assistência técnica à iniciativa pública ou privada que revele empenho em implantar atividades econômicas e sociais necessárias ao desenvolvimento; (V) a prática de demais atos que se fizerem necessários ao objeto social, bem como a participação no capital social de outras companhias no Brasil ou no exterior, cujas finalidades sejam a exploração de serviços públicos de energia elétrica, incluindo os ligados à produção, geração, transmissão e distribuição. Principais Investimentos 24/07/2008 16:55:04 Pág: 55 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 09.01 - BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA Em 2007, foram investidos R$ 396,9 milhões em obras de expansão, reformas e manutenção de seu sistema, controle de perdas, sistemas de informação e atendimento ao cliente, garantindo a eficiência da rede, elevação dos níveis de confiabilidade e ampliação da capacidade de atendimento. Esse montante significou aumento de 16% em relação aos R$ 343,1 milhões aplicados em 2006. Estava programada para 2007 a destinação de R$ 434 milhões em investimentos, valor que contemplava a parceria com os governos estadual e federal para o programa Luz para Todos. Entre o total estimado e o montante realizado, houve queda de 8,5%, devido, justamente, à redução da quantidade de obras patrocinadas pelo governo do Ceará no programa de eletrificação rural, equivalentes a R$ 48 milhões. Em contrapartida, a Coelce investiu a mais R$ 22 milhões em conexão de novos clientes. Programa de Universalização do acesso e uso da energia elétrica Esse programa, regulamentado pela Aneel, estabelece metas de universalização do acesso e uso da energia elétrica. O programa prevê que o atendimento de novas ligações para unidades consumidoras com carga instalada de até 50 kW em tensão secundária, deve ser realizado sem ônus para os clientes. Até 2007, já foram beneficiados 514.647consumidores, dos quais 84.374 contaram com o incentivo do programa Luz para Todos. Deste total, 17.797 foram custeados pelo Governo do Estado do Ceará e 66.577 pela Companhia e Governo Federal. No exercício de 2008 serão universalizados 95 municípios. Programa Luz para Todos Fruto do acordo assinado entre a Coelce e os governos Federal e Estadual, o programa Luz para Todos tem a missão de levar pleno atendimento à zona rural. Esse programa tem como propósito antecipar, para 2008, as metas de Universalização do Serviço. Por se tratar de uma antecipação, o projeto conta com a participação financeira dos Governos Federal e Estadual. No ano de 2007, foram investidos R$ 149,1 milhões através do Programa Luz para Todos (recebimento de R$ 7,7 milhões provenientes de empréstimo Eletrobrás - RGR e R$ 38,6 milhões da Conta de Desenvolvimento Energético - CDE). Em 2008, a Companhia prestará contas de parte dos investimentos realizados em 2007 para recebimento do empréstimo e subvenção. Os recursos permitiram conectar 21.400 clientes em 2007, com expansão de 4.081 km da rede de média tensão e 1.823 km de baixa tensão. Os investimentos futuros previstos totalizam R$ 237.611, R$ 17.680 do Governo Estadual e R$ 143.233 do Governo Federal, com o atendimento de 33.700 unidades consumidoras. 24/07/2008 16:55:04 Pág: 56 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 09.02 - CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO Característica do Setor de Atuação A Coelce é a distribuidora de energia elétrica que detém a concessão para o Estado do Ceará, atuando em 184 municípios em uma área de 148.825 Km2 e uma população de mais de oito milhões de habitantes. Com sede em Fortaleza e presença em todos os municípios do Estado, a Companhia opera mais de 95 mil km em linhas de energia. Antecedentes Principais Razão Social: Tipo de Entidade: Endereço: Telefone: Fax: Página Web: E-mail: CNPJ: Registro na CVM: Inscrição Fisco Estadual: Inscrição Fisco Municipal: Companhia Energética do Ceará Sociedade Anônima Aberta Avenida Barão de Studart, 2917 – Dionísio Torres Fortaleza - Ceará – CEP 60.127-900. (5585) 3216.1350 (5585) 3216.1247 http:\\www.coelce.com. Br [email protected] 07.047.251/0001-70 01486-9 06.105.848-3 112.188-0 Atividades e Negócios Objeto Social (a) a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, execução de serviços correlatos que lhes venham a ser concedidos ou autorizados por qualquer título de direito, e o desenvolvimento de atividades associadas aos serviços, bem como a celebração de atos de comércio decorrentes dessas atividades; (b) a realização de estudos, planejamentos, projetos, construção e operação de sistemas de produção, transformação, transporte e armazenamento, distribuição e comércio de energia de qualquer origem ou natureza, na forma de concessão, autorização e permissão que lhes forem outorgados, com jurisdição na área territorial do Estado do Ceará, e outras áreas definidas pelo Poder Concedente; (c) o estudo, projeto e execução de planos e programas de pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de energia, em especial as renováveis, ações que desenvolverá diretamente ou em cooperação com outras instituições; (d) o estudo, a elaboração e execução, no setor de energia, de planos e programas de desenvolvimento econômico e social em regiões de interesse da comunidade e da companhia, diretamente ou em colaboração com órgãos estatais ou privados, podendo, também, fornecer dados, informações e assistência técnica à iniciativa pública ou privada que revele empenho em implantar atividades econômicas e sociais necessárias ao desenvolvimento; 24/07/2008 16:55:10 Pág: 57 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 09.02 - CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO (e) a prática de demais atos que se fizerem necessários ao objeto social, bem como a participação no capital social de outras companhias no Brasil ou no exterior, cujas finalidades sejam a exploração de serviços públicos de energia elétrica, incluindo os ligados à produção, geração, transmissão e distribuição. Cenário Macroeconômico A evolução positiva dos indicadores do mercado financeiro doméstico em 2007 foi favorecida pela contínua melhoria dos fundamentos macroeconômicos, em que se alinham austeridade na política fiscal, desempenho robusto do setor externo e aumento no fluxo de capitais estrangeiros, oriundos do volume de exportações e de investimentos. Nesse cenário, o Brasil encerrou o ano com balança comercial superavitária, balanço de pagamentos equilibrado, reservas internacionais recordes e risco-país em tendência de queda. Com crescimento de 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB), correspondente ao valor de R$ 2,6 trilhões, a economia brasileira foi impulsionada pelo aumento nos índices de emprego, pela ampliação da renda dos trabalhadores e expansão do crédito. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo das famílias teve alta de 6,5%, em 2007, conseqüência do aumento da massa salarial, de 3,6%. O dinamismo do consumo foi beneficiado por taxas de juros reduzidas, estabilidade de preços e prazos dilatados para pagamentos, o que estimula compras de produtos de maior valor e aumenta tanto a produção interna quanto as importações. A resistência da economia nacional à volatilidade dos mercados internacionais, demonstrada após as ameaças da crise de hipotecas nos Estados Unidos, reforça a expectativa de que 2008 será um ano de maior aceleração da atividade econômica. Ambiente Regulatório O ano de 2007 foi marcado pelo início do segundo ciclo de revisão tarifária das distribuidoras definida por meio da Resolução Aneel nº 234/06. A revisão tarifária que ocorre a cada quatro anos tem a finalidade de reavaliar o equilíbrio econômico-financeiro da concessão e repassar ao consumidor ganhos de produtividade das concessionárias. A Aneel, por meio da Audiência Pública nº 052/07 está reavaliando a metodologia da revisão tarifária, principalmente no que toca a Empresa de Referência. Desta forma, os índices de reposicionamento tarifário divulgados até o momento são provisórios para todas as distribuidoras. A primeira revisão tarifária da Coelce ocorreu em 22 de abril de 2003, e a segunda em 22 de abril de 2007. A Resolução Homologatória nº 457, de 18/04/2007, estabeleceu para a Coelce um reposicionamento tarifário médio negativo de 6,35%. Em 22/04/2008 ocorrerá o reajuste tarifário da Companhia, realizado anualmente, com o objetivo de propiciar o equilíbrio econômico-financeiro da concessão. A medida busca garantir que a Companhia não sofra perdas pela exposição ao processo inflacionário e à variação de custos não-gerenciáveis 24/07/2008 16:55:10 Pág: 58 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 09.02 - CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO e, adicionalmente, permitir ao consumidor a apropriação de parte dos ganhos de eficiência econômica que a concessionária tenha alcançado no período. Revisão e Reajuste Tarifário COELCE Em 17 de abril de 2008, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou a atualização para -8,66% do resultado provisório da 2ª Revisão Tarifária da Coelce, fixada em -7,20% em 2007. O efeito médio para os consumidores foi estabelecido em -10,78%, ante -9,33% em abril de 2007. O componente Xe do Fator X foi definido em 0,77%, ante 2,82% anteriormente. Os consumidores de baixa tensão tiveram a tarifa reduzida em 11,60%. Os clientes de alta tensão tiveram redução de 6,10% no subgrupo A1 e 7,89% nos subgrupos A3 e A4. A diferença entre os dois cálculos de revisão foi aplicada no reajuste de 2008. O Reajuste Tarifário da Coelce, também publicado pela Aneel em 17 de abril de 2008 e com validade a partir do dia 22 do mesmo mês, estabeleceu aumento médio das tarifas da Coelce em 8,43%. Os consumidores sentirão um efeito médio de 6,78% nas contas de energia elétrica, sendo 5,70% para os clientes de baixa tensão e 9,54% para os de alta tensão. O índice médio de reajuste foi calculado considerando IGP-M de 9,10%, variação do período de abril de 2007 a março de 2008, descontada do Fator X de 1,69%, o que resultou em um percentual de 7,41% aplicado sobre a parcela B. 24/07/2008 16:55:10 Pág: 59 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 10.01 - PRODUTOS E SERVIÇOS OFERECIDOS 1- ITEM 2 - PRINCIPAIS PRODUTOS E/OU SERVIÇOS 01 3 - % RECEITA LÍQUIDA FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA 24/07/2008 16:55:14 96,56 Pág: 60 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 10.02 - MATÉRIAS PRIMAS E FORNECEDORES 1- ITEM 2 - MATÉRIA PRIMA 7 - NOME DO FORNECEDOR 01 03 04 NÃO 15,09 NÃO 0 SIM NÃO 11,11 NÃO NÃO 0 SIM NÃO SIM NÃO 0 SIM NÃO NÃO LIGADO 5,18 NÃO 0 SIM NÃO NÃO LIGADO ENERGIA ELÉTRICA 24/07/2008 16:55:24 0 21,13 NÃO ENERGIA ELÉTRICA CESP 35,72 NÃO LIGADO ENERGIA ELÉTRICA ELETRONORTE 07 SIM NÃO LIGADO ENERGIA ELÉTRICA COPEL GERAÇÃO 06 0 EMPRESA DE PROPRIEDADE DO ACIONISTA CONTROLADOR FURNAS 05 9 - % DE FORNECIMENTO SOBRE O TOTAL DAS COMPRAS DA CIA. NÃO ENERGIA TÉRMICA CGTF 6 - DISPONÍVEL MERCADO EXTERNO NÃO LIGADO ENERGIA ELÉTRICA OUTROS 5 - DISPONÍVEL MERCADO LOCAL 8 - TIPO DE FORNECEDOR ENERGIA ELÉTRICA CHESF 02 3 - IMPORTAÇÃO 4 - VALOR DA IMPORTAÇÃO (Reais Mil) 4,30 NÃO 0 SIM NÃO NÃO LIGADO 7,47 Pág: 61 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 11.01 - PROCESSO DE PRODUÇÃO 24/07/2008 16:55:28 Pág: 62 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO Para garantir a eficiência da rede, elevar os níveis de confiabilidade e ampliar a capacidade de atendimento, foram realizados investimentos de R$ 343 milhões em obras de expansão, reformas e manutenção de seu sistema, controle de perdas, sistemas de informação e atendimento ao cliente, o que significou elevação de 37% em relação aos R$ 251 milhões aplicados em 2005. Sistema de Suprimento – Rede Básica O Estado do Ceará é suprido através de linhas de transmissão da rede básica em 500kV e 230KV, a saber: (i) uma linha de transmissão de 500kV derivada da Usina Hidroelétrica de Luiz Gonzaga, passando pelas subestações de Milagres, Quixada e Fortaleza II; (ii) duas linha de transmissão de 500kV derivada da Subestação Presidente Dutra, passando pelas subestações de Teresina II, Sobral III e Fortaleza II; (iii) três linhas de transmissão de 230kV derivadas do complexo das Usinas de Paulo Afonso, passando pelas subestações de Bom Nome, Milagres, Iço (via derivação da linha de transmissão 04 M3 entre as subestações de Milagres e Banabuiú), Banabuiú, Russas (via anel fechado entre as subestações Banabuiú, Mossoró e Russas) e Fortaleza I; (iv) duas linhas de transmissão de 230kV derivadas da Usina Hidroelétrica de Boa Esperança, passando pelas subestações Teresina I; (v) uma linha de transmissão derivada da subestação de Teresina I, passando pelas subestações de Piripiri, Sobral II e Cauipe; (vi) três linhas de transmissão derivadas da subestação de Fortaleza II, passando pela subestação de Cauipe. Da subestação de Fortaleza II parte três circuitos em 230kV para subestação de Fortaleza I. Da subestação de Fortaleza I parte um circuito duplo em 230kV, com 7km de extensão, até a subestação Delmiro Gouveia. As subestações pertencentes à rede básica em 500kV e 230kV que atendem ao estado do Ceará são: (i) subestação de Sobral III (abaixadora 1x600MVA – 500/230kV); (ii) subestação de Fortaleza II (abaixadora 3 x 600MVA – 500/230kV); (iii) subestação de Milagres (abaixadora 1x600MVA – 500/230kV); (iv) subestação de Quixada (secionadora); (v) subestação de Milagres (abaixadora 2 x 100MVA – 230/69 kV); (vi) subestação de Taua (abaixadora 1 x 100MVA – 230/69 kV); (vii) subestação de Ico (abaixadora 1 x 100MVA – 230/69 kV); (viii) subestação de Banabuiu (abaixadora 2 x 33MVA + 1 X 50MVA – 230/69kV); (ix) subestação de Russas (abaixadora 2 x 100MVA – 230/69kV); (x) subestação de Delmiro Gouveia (abaixadora 4 x 100MVA – 230/69kV); (xi) subestação de Fortaleza I (abaixadora 4 x 100MVA – 230/69kV); (xii) subestação de Pici (abaixadora 2 x 100MVA – 230/69kV) (xiii) subestação de Cauipe (abaixadora 2 x 100MVA – 230/69kV); e (xiv) subestação de Sobral II (abaixadora 3 x 100MVA – 230/69kV). Sistema de Distribuição em Alta Tensão As linhas que abastecem as subestações de distribuição da Coelce e consumidores classe A-3 (classe de tensão 72,5kV) têm origem a partir das subestações 230/69kV. O subsistema elétrico suprido através de cada uma destas subestações define uma região elétrica de operação, também denominada de ponto de entrega ou ponto de suprimento em 69kV. Atualmente há três em operação na Cidade de Fortaleza (Fortaleza, Pici e Delmiro Gouveia), um na Região Metropolitana de Fortaleza (Cauipe), um na região Norte do Estado (Sobral II) e Cinco nas regiões Centro-Oeste, Centro e Sul do Estado (Milagres, Iço, Banabuiú e Russas II). 24/07/2008 16:55:32 Pág: 63 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO 24/07/2008 16:55:32 Pág: 64 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea Legislação Societária 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 11.03 - POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO A Companhia Energética do Ceará (Coelce) distribui energia a todos os 184 municípios do Estado do Ceará, na Região Nordeste do Brasil, atendendo uma população de mais de 8 milhões de habitantes, em um território de 149 mil quilômetros quadrados. A concessão para distribuição de energia elétrica no estado foi obtida pelo prazo de 30 anos, contados a partir de 1998, ano em que a empresa foi privatizada. Com sede na capital Fortaleza e 200 lojas de atendimento distribuídas pelo estado, a Coelce é a terceira maior distribuidora do Nordeste em volume comercializado de energia, com fornecimento para aproximadamente 2,7 milhões de clientes, dos quais 2,04 milhões são clientes residenciais. Para prestar um atendimento de qualidade, a Companhia emprega mais de 8 mil pessoas, sendo 1.297 empregados próprios, 6.837 de empresas parceiras, 176 estagiários e 21 menores-aprendizes. Plano estratégico O ano de 2007 foi um momento de comemorar as metas alcançadas no encerramento do Projeto Escalada: Coelce Rumo ao Topo, que no início de seu planejamento estratégico, em 2004, soavam como desafiadoras e quase impossíveis de serem atingidas. Entre os principais resultados, houve melhoria significativa dos indicadores de qualidade de serviço no intervalo de quatro anos. Duração das interrupções do fornecimento de energia elétrica (DEC) passou de 14,6 horas para 9,4 horas, inclusive superadando a meta de 10,54 que fora estabelecida para o ano. A Freqüência das interrupções de fornecimento de energia elétrica (FEC) foi reduzida de 11,96 para 7,87 vezes, também um desempenho melhor que a meta de 8,67. O índice de satisfação da pesquisa de Clima Laboral também avançou (de 75% para 92%) entre 2004 e 2007, e o lucro líquido da Companhia aumentou 562%, passando de R$ 34 milhões para aproximadamente R$ 245 milhões. Com o encerramento dessa trajetória considerada de sucesso, a Coelce inicia, em 2008, uma nova etapa de quatro anos de crescimento sustentável, com o planejamento estratégico intitulado “Ser Coelce: gente no caminho certo”. As ações são ainda mais focadas na aproximação do relacionamento com o cliente, no desenvolvimento de competências dos colaboradores e no fortalecimento das parcerias com as empresas prestadoras de serviços e fornecedoras de materiais. Principais desafios do Ser Coelce 2007 Meta 2008 Meta 2011- final do “Ser Coelce” 3,4 3,3 2,7 Gente Taxa de freqüência de acidentes de trabalho 24/07/2008 16:55:38 Pág: 65 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea Legislação Societária 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 11.03 - POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO Taxa de gravidade de acidentes de trabalho 41 190 71 Índice Global de Avaliação de Empresas Parceiras 82% 85% 90% Clima Laboral Inclusão no ranking das 150 melhores empresas para se trabalhar, publicado pela revista Exame Continuar entre as 150 melhores empresas para se trabalhar (Exame) A melhor empresa para se trabalhar no Nordeste Cliente DEC 9,4 8,8 7,5 FEC 7,9 7,5 6,4 Tempo Médio de Atendimento inferior a 120 minutos 75% 78% 90% % solução já no Primeiro Contato do cliente N/D 60% 90% Perdas 12,3% 12,3% 11,9% Índice de arrecadação 100,3% 99,7% 99,5% Para o seu planejamento, a Coelce utiliza a ferramenta de gestão Balanced Scorecard, cujos objetivos estratégicos são pautados em três linhas de ação: gente, cliente e resultado. A estratégia também atende aos 7 Compromissos para um Desenvolvimento Sustentável adotado por todo o Grupo Endesa. O jeito Coelce de fazer negócios A sustentabilidade constitui elemento fundamental na estratégia da Coelce, traduzindo-se em crescimento, responsabilidade e criação de valor a longo prazo para todas as suas partes interessadas. Para isso, considera as dimensões econômica, social e ambiental. Sua responsabilidade corporativa inclui: • • emprego eficiente de recursos, de forma a minimizar os impactos sobre o meioambiente; busca de maximização da geração de riqueza para as partes interessadas, que investem, trabalham ou utilizam seus serviços; e 24/07/2008 16:55:38 Pág: 66 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 11.03 - POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO • compromisso ético com o meio ambiente e a comunidade da sua área de concessão. Principais Produtos Coelce Soluções Para obter maior aproximação com seus clientes, foi desenvolvido o Programa Coelce Soluções. O objetivo desse serviço é permitir que a Companhia vá além da distribuição de energia, passando a fornecedora de soluções. Dentro desse conceito foram desenvolvidos os seguintes serviços: o o o o o o Kit de Energia - destinado a corrigir defeitos técnicos nas instalações elétricas já existentes. Foram realizados 27.252 atendimentos em 2006; Coelce Domiciliar - oferece serviços de consertos em instalações internas dos clientes. Foram atendidos 13.783 clientes em 2006; Seguro Super 3+1 - com cobertura contra incêndio, raio e explosão, proteção financeira com o pagamento de quatro contas de energia em caso de desemprego ou incapacidade temporária, e pagamento de 12 contas de energia em caso de morte ou incapacitação física permanente. Mais de 185 mil clientes são atendidos com esse serviço; Seguro Super Garantia – Seguro e assistência funeral da família. Esse serviço é contratado por 42.849 clientes; Coelce Eletro Fácil – iniciativa desenvolvida em parceria com uma rede varejista de eletrodomésticos, que oferece desconto nas taxas de juros em compras parceladas realizadas nas lojas, com crédito pré-aprovado e parcelamento na conta de energia. Em 2006 foram vendidos 307 equipamentos com essa parceria; Odonto Luz – Plano odontológico para benefício das famílias carentes, desenvolvido em parceria com a Odonto System, oferecendo serviço de qualidade a famílias que nunca tiveram acesso a um plano odontológico. Em 2006, 38.665 pessoas contrataram este serviço. Coelce Plus Destinado a grandes clientes, ligados às redes de média e alta tensão, esse Programa oferece serviços de construção de linhas e subestações, manutenção e instalações elétricas internas, treinamento e capacitação, venda de equipamentos e correção do fator de potência e eficiência energética, entre outros. Em 2006, o Coelce Plus atendeu a 724 clientes, número 38% maior que o ano anterior. Novo Modelo de Atendimento Emergencial Em 2006 foi desenvolvido e implantado um novo modelo para atendimento emergencial aos cliente. Essa sistemática estabelece uma relação direta e transparente com o cliente, através de um tele-atendimento mais ativo e com autonomia para acionar diretamente as equipes de campo para as áreas afetadas por ocorrências na rede elétrica. Em 2006, 24/07/2008 16:55:38 Pág: 67 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 11.03 - POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO foram integrados a esse sistema os clientes da Capital Fortaleza e para 2007, a meta é conectar o restante dos clientes (Região Metropolitana e interior do estado). Inova Coelce Para diversificar seu portfólio com produtos e serviços inovadores, capazes de agregar valor ao negócio e crescimento da rentabilidade, a Companhia investe, desde 2006, no Programa Inova Coelce, estimulando e aproveitando ao máximo a capacidade criativa de seus próprios colaboradores e parceiros. Há duas linhas de ação no programa: a inovação é gerada a partir de projetos que estão alinhados à estratégia da Companhia e são desenvolvidos por pessoas com metas específicas de inovação ou, então, é originada a partir de boas idéias dos colaboradores. Na introdução do programa, foram instituídos 60 multiplicadores de inovação; um précomitê para filtrar as melhores idéias e um Comitê de Inovação, composto pela diretoria da Empresa e outros profissionais, com a função de selecionar em ordem de prioridade os projetos que serão postos em prática. Os empregados e parceiros que participam do Inova Coelce recebem vários prêmios, conforme as idéias avançam nas etapas de desenvolvimento, tais como pen drive estilizado, computadores e notebooks. Em 2007, foram recebidas 186 idéias, enviadas por 127 empregados. Desse total, 149 idéias foram analisadas, 59 passaram pela seleção do pré-comitê e 19 foram aprovadas pelo Comitê de Inovação. No final do processo, três projetos foram efetivamente adotados como produtos e estão sendo comercializado pela Coelce. Posicionamento no Processo Competitivo As iniciativas da empresa em 2007 na promoção do desenvolvimento sócio-cultural do Ceará foram amplamente reconhecidos pela Sociedade. • Prêmio Abradee 2007: eleita a melhor distribuidora de energia elétrica do Nordeste, pelo segundo ano consecutivo, e a sétima do Brasil. Também foi reconhecida como a terceira melhor distribuidora de energia elétrica do País, na categoria Responsabilidade Social. • Guia Exame/ Você S/A: pelo segundo ano consecutivo, integrou o ranking das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil. • Selo Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas): reconhecimento pela qualidade das informações do balanço social em 2006, 2005 e 2004. • Prêmio Fundação Coge 2007 – 1º lugar com o projeto Coelce Solidária com a Saúde Pública, na categoria Ações Ambientais. • Prêmio Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas) – Relatório Anual – Nona posição no ranking nacional e a terceira entre as empresas de energia. 24/07/2008 16:55:38 Pág: 68 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 11.03 - POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO • Prêmio Contribuintes do Ceará 2007 – Reconhecimento e valorização das empresas que contribuíram com o desenvolvimento estadual, por meio do recolhimento correto e regular do ICMS. Iniciativa do governo do Estado, em parceria com o Sistema Verdes Mares. • Prêmio Delmiro Gouveia: premiada como a Maior Empresa do Estado do Ceará; Melhor Desempenho Econômico-Financeiro e Melhor Contabilista. A iniciativa é promovida pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no Ceará e pelo jornal O Povo, com o objetivo de destacar o desempenho das empresas cearenses nos setores econômico e social. • Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa: pelo segundo ano consecutivo, a Coelce faz parte do seleto grupo de empresas reconhecidas nacionalmente por seu compromisso com o desenvolvimento sustentável. • Valor Econômico: por conta de seu desempenho econômico-financeiro, integrou o ranking 1.000 maiores empresas do Brasil, do Valor 1.000, publicação especial do jornal Valor Econômico. A Companhia ocupou o 135º lugar dentre as empresas brasileiras e a primeira posição no Estado do Ceará. • Prêmio Fiec (Federação das Indústrias do Estado do Ceará) por Desempenho Ambiental 2007 - 1ª colocada na categoria Integração com a Sociedade, com o programa Ecoelce. • Prêmio Consumidor Moderno – iniciativa organizada pelo Grupo Padrão, que identifica e difunde as empresas que privilegiam a excelência no atendimento ao cliente. A Coelce foi a 2ª colocada na categoria Energia Elétrica, em 2007. • Prêmio Top of Quality de Ambientação - entregue pela Ordem dos Parlamentares do Brasil (OPB) em reconhecimento pelo constante trabalho da Companhia na proteção ao meio ambiente. 24/07/2008 16:55:38 Pág: 69 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 12.01 - PRINCIPAIS PATENTES, MARCAS COMERCIAIS E FRANQUIAS Propriedade Intelectual Visão Geral Os direitos de propriedade intelectual abrangem dois grandes grupos: a propriedade industrial, representada pelas marcas e patentes mas incluindo também o nome comercial e os segredos de comércio e indústria, e os direitos autorais, em que se incluem os programas de computador e as criações literárias, artísticas e sonoras. Segundo a Lei n.º 9.279, de 14 de maio de 1996, o direito à exclusividade do uso de uma marca surge com o registro validamente expedido pelo INPI, autarquia autônoma vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O prazo de validade do registro é de dez anos, renovável por iguais períodos desde que o titular não deixe de utilizar a marca por mais de cinco anos e mediante o pagamento de uma taxa decenal. O INPI também é o responsável pela análise e concessão de patentes aos inventores de produtos ou processos que sejam novos, tenham aplicação industrial e sejam inventivos, ou seja, não sejam óbvios para um especialista no assunto. As patentes não são renováveis e asseguram a seu titular o direito de explorá-las com exclusividade por 15 ou 20 anos da data do depósito, conforme sejam patentes de invenção ou modelos de utilidade. Além disso, é assegurado um prazo mínimo de exclusividade de dez anos para as patentes de invenção e sete anos para os modelos de utilidade, contados da data da concessão. A proteção dos programas de computador e criações literárias, artísticas e sonoras está assegurada, respectivamente, pelas Leis n.º 9.609 e n.º 9.610, ambas de 19 de fevereiro de 1998. Os programas de computador são protegidos por 50 anos a partir do início do ano subseqüente ao da sua publicação ou, não sendo publicado, do de sua criação. Já os direitos sobre criações artísticas perduram por 70 anos, contados do início do ano subseqüente ao da morte do autor da obra. Marcas e Patentes De acordo com o banco de dados eletrônico do INPI, a Coelce é titular do registro (i) da marca nominativa "Coelce", registrada no INPI em 15 de março de 1998, sob o n.º 812507533, na classe 37:35, válido até 15 de março de 2008; e (ii) da marca mista "Coelce", registrada no INPI em 24 de abril de 1990, sob o n.º 812525035, na classe NCL (7) 39, válido até 24 de abril de 2010. A Coelce não possui patentes depositadas ou concedidas. Programas de Computador A Coelce utiliza somente programas de computador e tecnologia licenciada ou desenvolvida por terceiros e que não violam os direitos de tais terceiros. Direitos Autorais Toda a documentação elaborada pela Coelce e seus subcontratados, fornecedores e fabricantes, incluindo todas as especificações, planos, programações, desenhos e outros documentos finais referentes à Coelce são ou tornar-se-ão propriedade exclusiva da Coelce quando forem concluídos e pagos. A mídia impressa e audiovisual utilizadas pela Coelce é produzida por agências contratadas caso a caso e que não detém qualquer direito sobre as obras finais produzidas. 24/07/2008 16:55:43 Pág: 70 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 13.01 - PROPRIEDADES RELEVANTES 1- ITEM 2 - TIPO DE PROPRIEDADE 4 - MUNICÍPIO 3 - ENDEREÇO 5 - UF 6 - ÁREA TOTAL 7 - ÁREA CONSTRUÍDA 8 - IDADE (MIL M²) (MIL M²) (ANOS) 9 - SEGURO 10 - HIPOTECA 11 - ALUGADA DE TERCEIROS 12 - DATA DO CONTRATO 13 - TÉRMINO LOCAÇÃO 14 - OBSERVAÇÃO 01 Imovel Fortaleza 02 CE 4.937,530 344,850 42 CE 5.067,000 172,430 46 CE 8.000,000 160,000 25 CE 10.000,000 100,000 13 CE 11.500,000 3.650,000 42 24/07/2008 16:55:47 NÃO NÃO SIM NÃO NÃO Rua Ângelo Figueiredo SIM NÃO NÃO Rua Des Lauro Nogueira 51 SIM NÃO NÃO Rua José Severino Imovel Fortaleza SIM Av. Barão de Studart 1475 Imovel ( Subestação Água Fria) Fortaleza 06 36 Imovel (Subestação Papicu) Fortaleza 05 4.183,000 Imobel (Subestação Mucuripe) Fortaleza 04 5.428,000 Imovel (Subestação Aldeota) Fortaleza 03 Av. Barão de Studart 2917 CE SIM NÃO NÃO Rua Sargento Hermínio 2645 SIM NÃO NÃO Pág: 71 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 13.01 - PROPRIEDADES RELEVANTES 1- ITEM 2 - TIPO DE PROPRIEDADE 4 - MUNICÍPIO 3 - ENDEREÇO 5 - UF 6 - ÁREA TOTAL 7 - ÁREA CONSTRUÍDA 8 - IDADE (MIL M²) (MIL M²) (ANOS) 9 - SEGURO 10 - HIPOTECA 11 - ALUGADA DE TERCEIROS 12 - DATA DO CONTRATO 13 - TÉRMINO LOCAÇÃO 14 - OBSERVAÇÃO 07 Imovel Maracanau 08 Av. do Contorno s/n CE 38.000,000 2.374,070 36 CE 17.760,000 63,430 41 Imovel Sobral 24/07/2008 16:55:47 SIM NÃO NÃO Av. José Erminio de Moraes 8 SIM NÃO NÃO Pág: 72 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 14.05 - PROJETOS DE INVESTIMENTO Em 2007, foram investidos R$ 396,9 milhões em obras de expansão, reformas e manutenção de seu sistema, controle de perdas, sistemas de informação e atendimento ao cliente, garantindo a eficiência da rede, elevação dos níveis de confiabilidade e ampliação da capacidade de atendimento. Esse montante significou aumento de 16% em relação aos R$ 343,1 milhões aplicados em 2006. Estava programada para 2007 a destinação de R$ 434 milhões em investimentos, valor que contemplava a parceria com os governos estadual e federal para o programa Luz para Todos. Entre o total estimado e o montante realizado, houve queda de 8,5%, devido, justamente, à redução da quantidade de obras patrocinadas pelo governo do Ceará no programa de eletrificação rural, equivalentes a R$ 48 milhões. Em contrapartida, a Coelce investiu a mais R$ 22 milhões em conexão de novos clientes. Os investimentos líquidos – excluindo subvenções e participações de terceiros – totalizaram R$ 274 milhões, em 2007, 5% além dos R$ 260 milhões projetados para o ano. Segmentação dos investimentos (R$ mil) Categoria de investimento 2005 2006 2007 Clientes (ligação) 25.652 32.346 38.805 Universalização 16.662 53.201 38.938 Luz para Todos* 64.536 90.582 149.149 Reforma em redes 9.499 9.521 10.875 Construção de SE e LT 11.698 16.544 16.062 Projetos de Perdas 44.936 49.386 56.280 Sistemas de Informação 1.839 4.038 4.070 P&D 2.553 2.265 1.620 Requesitos Legais 16.264 17.784 2.475 Outros 57.499 67.456 78.635 Total 251.139 343.122 396.908 * Reclassificação dos custos indiretos, em 2006, no valor de R$ 235 mil, da linha de Luz pra Todos. Evolução dos Investim entos (R$ Milhões) 343 397 251 148 173 2003 2004 2005* 2006 2007 * P asso u a co ntemplar a variação de esto ques e pro visõ es para investimento s 24/07/2008 16:56:01 Pág: 73 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 14.05 - PROJETOS DE INVESTIMENTO Programa de Universalização do acesso e uso da energia elétrica Esse programa, regulamentado pela Aneel, estabelece metas de universalização do acesso e uso da energia elétrica. O programa prevê que o atendimento de novas ligações para unidades consumidoras com carga instalada de até 50 kW em tensão secundária, deve ser realizado sem ônus para os clientes. Até 2007, já foram beneficiados 514.647consumidores, dos quais 84.374 contaram com o incentivo do programa Luz para Todos. Deste total, 17.797 foram custeados pelo Governo do Estado do Ceará e 66.577 pela Companhia e Governo Federal. No exercício de 2008 serão universalizados 95 municípios. Programa Luz para Todos Fruto do acordo assinado entre a Coelce e os governos Federal e Estadual, o programa Luz para Todos tem a missão de levar pleno atendimento à zona rural. Esse programa tem como propósito antecipar, para 2008, as metas de Universalização do Serviço. Por se tratar de uma antecipação, o projeto conta com a participação financeira dos Governos Federal e Estadual. No ano de 2007, foram investidos R$ 149,1 milhões através do Programa Luz para Todos (recebimento de R$ 7,7 milhões provenientes de empréstimo Eletrobrás - RGR e R$ 38,6 milhões da Conta de Desenvolvimento Energético - CDE). Em 2008, a Companhia prestará contas de parte dos investimentos realizados em 2007 para recebimento do empréstimo e subvenção. Os recursos permitiram conectar 21.400 clientes em 2007, com expansão de 4.081 km da rede de média tensão e 1.823 km de baixa tensão. Os investimentos futuros previstos totalizam R$ 237.611, R$ 17.680 do Governo Estadual e R$ 143.233 do Governo Federal, com o atendimento de 33.700 unidades consumidoras. 24/07/2008 16:56:01 Pág: 74 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS Expandir a sua atuação e levar desenvolvimento socioeconômico ao Estado do Ceará causando o mínimo impacto ao meio ambiente. Esse é o compromisso que a Coelce reafirma no cotidiano de suas operações e no planejamento de novos produtos e serviços. Com o programa Luz para Todos, especialmente, tem o desafio de distribuir energia elétrica para as mais distantes famílias na zona rural, respeitando áreas de preservação ambiental e optando por vias de passagem que representem a menor interferência na natureza. Comprometida com o desenvolvimento sustentável de seu negócio, a Coelce cumpre rigorosamente a legislação e as normas ambientais, investe em pesquisa, idéias inovadoras, tecnologia e educação ambiental para o seu público interno, empresas parceiras, fornecedores e sociedade em geral. Para a Coelce, somente com a participação consciente de todos será possível garantir um futuro adequado às próximas gerações. Gestão ambiental O Departamento de Sustentabilidade e Meio Ambiente é responsável em desenvolver ações que atendam e promovam a Política Ambiental da Companhia, assegurando que seus colaboradores e parceiros estejam bem informados e capacitados para assumir uma postura adequada que possa evitar e agir em potenciais Mudanças climáticas impactos ambientais decorrentes de suas atividades. As mudanças climáticas causadas, principalmente, A Política Ambiental da Coelce foi lançada em outubro de 2004, mas passou por uma revisão dois anos depois, a fim de deixá-la mais simplificada e fortalecida em seus pontos mais importantes. As diretrizes estão disponíveis na intranet e no website da Coelce, sendo seu conteúdo também disseminado constantemente por meio de campanhas de divulgação interna. Periodicamente, são enviados e-mails aos colaboradores contendo Dicas Ambientais, de acordo com calendário ecológico adotado pela Companhia, divulgando temas como importância do uso consciente dos recursos naturais; e racionamento de água e energia, entre outros. pelo aquecimento global, podem representar riscos e oportunidades para a Companhia. Riscos – Uma prolongada escassez de chuvas poderá prejudicar as geradoras hidrelétricas, resultando em racionamento obrigatório do consumo de energia por parte da população, com impactos nos resultados financeiros da Empresa. Pode obrigar ainda a Coelce a diversificar seu portfólio de aquisição de energia, com outras fontes energéticas, de custo mais elevado. Oportunidades – Engajamento em novos programas de ecoeficiência, oferta de novos produtos e serviços – como seguros, instalações e equipamentos com maior eficiência energética –, além da incorporação de temas voltados à sustentabilidade em toda a gestão do negócio. O aumento do número de horas de treinamento referente aos aspectos e impactos ambientais para colaboradores e empresas parceiras também é considerado um aspecto positivo. De forma proativa, a Coelce é a única empresa privada integrante da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Estado do Ceará (CIEA), vinculada ao Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente. Essa comissão, da qual participam órgãos ambientais do governo estadual, é responsável por auxiliar nas políticas públicas direcionadas para a educação ambiental no Ceará. 24/07/2008 16:56:07 Pág: 75 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS A busca de melhoria contínua em suas práticas levou a Coelce a buscar certificação pela ISO 14001/2004, norma que exige das empresas um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) estruturado e em funcionamento. A certificação, emitida pela Bureau Veritas (BV), aconteceu em outubro de 2006 e seu escopo abrangia as áreas de construção, operação, manutenção do sistema de transmissão e distribuição de energia elétrica e suas atividades de apoio, nas seguintes unidades de negócio: Administração Central, Gerência de Distribuição de Fortaleza e Metropolitana, Departamento de Distribuição Norte e atividades comerciais da Loja de Atendimento de Sobral. Em novembro de 2007, a Companhia ampliou o escopo para as sedes dos departamentos de Distribuição Centro - Norte em Canindé, Distribuição Centro-Sul em Iguatú, e Distribuição Sul em Juazeiro do Norte, além das atividades comerciais da Loja de Atendimento de Juazeiro do Norte. A meta para 2008 é certificar a nova sede administrativa, situada em Fortaleza. Para obter e manter a ISO 14001, a Companhia precisa garantir o cumprimento de vários requisitos, tais como o cumprimento de sua política ambiental; a avaliação de situações de emergência, compromisso com a legislação, gerenciamento de resíduos e de efluentes líquidos, e qualificação de prestadores de serviços, entre outros. A estrutura de gerenciamento do SGA da Coelce é formada por: Legislação Societária 07.047.251/0001-70 Política Ambiental da Coelce > Ética Ambiental Ser proativa com a comunidade interna e externa, mantendo canal de comunicação aberto para informações quanto as suas ações ambientais, bem como disponibilizando um amplo acervo técnico sobre a gestão ambiental, contribuindo para o Desenvolvimento Sustentável. > Educação Ambiental Promover em todos os níveis hierárquicos a educação ambiental enfocando o senso de responsabilidade individual e o sentido de prevenção com relação ao meio ambiente, através de capacitação e conscientização, incluindo terceiros que atuem em seu nome e fornecedores. > Compromisso com a Legalidade Cumprir os requisitos legais aplicáveis e outros requisitos subscritos pela empresa, visando melhorar continuamente o desempenho ambiental do planeta e do entorno, através da prevenção da poluição, monitoramento e recuperação de eventuais impactos ambientais. > Gestão de Resíduos Promover alternativas para prevenir Comitê executivo Diretor-presidente e todos os demais diretores, chefe do Departamento de Sustentabilidade e Meio Ambiente e gerente jurídico. + Comitê técnico Chefe do Departamento de Sustentabilidade e Meio Ambiente e pelo menos um representante de cada uma das áreas envolvidas nos aspectos técnico-ambientais (manutenção de linhas e subestações, distribuição, engenharia e obras, normas e procedimentos e operação) e representantes das áreas Comercial, Recursos Humanos e Financeiro. + Departamento de Sustentabilidade e Meio Ambiente + 24/07/2008 16:56:07 Pág: 76 a SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea Legislação Societária 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS Ecotimes 11 grupos de colaboradores que atuam como agentes ambientais e multiplicadores em suas unidades de trabalho. 07.047.251/0001-70 Auditores (internos) 38 colaboradores As responsabilidades do SGA são compartilhadas entre todos os empregados, estagiários e colaboradores parceiros da Coelce, que recebem o Guia de Formação Ambiental, com explicações detalhadas sobre os benefícios e as ações contidas no SGA. Para o público externo, a Coelce distribui nas lojas de atendimento e portarias das sedes administrativas um folheto com a política ambiental da Empresa e seus canais de comunicação. Os treinamentos de colaboradores referentes aos procedimentos e às normas técnicas totalizaram 665 horas, com investimento de R$ 48 mil e 3.446 participações. Investimento e gastos em meio ambiente Investimentos e gastos em meio ambiente (R$ milhões) Os investimentos em meio ambiente totalizaram R$ 21,02 milhões em 2007, valor 23% superior ao de 2006. 21,02 17,03 7,95 Investimentos e gastos em meio ambiente (R$ mil) Educação ambiental para colaboradores Gerenciamento de resíduos Reciclagem de óleo Licenças ambientais Auditorias ambientais Pesquisa e Desenvolvimento Manejo de vegetação Rede compacta ou isolada Outros gastos para melhoria contínua Total de investimentos e gastos com a operação Educação ambiental das comunidades Programa de Eficiência Energética Total de investimentos e gastos com programas externos Total geral 5,31 4,69 2003 2004 2005 2006 2007 49 116 78 3 28 1.022 2.154 5.695 129 9.274 2.250 9.498 11.748 21.022 Impactos da distribuição de energia elétrica 24/07/2008 16:56:07 Pág: 77 2007 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS As atividades de distribuição de energia têm impacto no meio ambiente e na biodiversidade e decorrem, principalmente, do corte e da poda da vegetação na instalação e manutenção das linhas de transmissão e das redes de distribuição, ou da utilização e descarte de equipamentos com óleo mineral isolante, que oferecem riscos de vazamento. A emissão de ruídos por parte de uma subestação também pode prejudicar a comunidade do entorno. Para efeito de simplificação, as redes da Coelce são descritas como linhas de transmissão, apesar de, tecnicamente, serem chamadas de linhas de subtransmissão, uma vez que a potência mais elevada que transmitem é 75,2 kV. Diferem, portanto, das linhas de transmissão propriamente ditas que, devido à alta-tensão transmitida – em torno de 155 a 765 kV –, precisam de grandes faixas de servidão (áreas de segurança sobre as quais passam as linhas de transmissão) e de um controle ambiental maior. Infra-estrutura Coelce Extensão das redes, por tipo de voltagem Alta-tensão (75,2 kV) Km 3.979 Média-tensão (13,8 kV) 62.597 Baixa-tensão (380 e 220 volts) 39.564 Total 106.140 Todos os impactos são monitorados pelas áreas de manutenção e geradoras dos resíduos. São emitidos relatórios ambientais periódicos e realizadas auditorias internas, apoiadas pelo Departamento de Sustentabilidade e Meio Ambiente. Para cumprir sua missão de distribuir energia elétrica nos 184 municípios da sua área de concessão, a Coelce precisa atuar em locais ricos em biodiversidade e protegidas por lei. Essas áreas abrangem 11 unidades de conservação administradas pelo governo federal, 20 pelo governo estadual, 11 por prefeituras e 14 pela iniciativa privada – dessas, nove são reconhecidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e cinco pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace). Os terrenos de propriedade na Coelce nessas áreas somam 36 mil metros quadrados. Em Áreas de Preservação Ambiental (APAs), quando não for possível evitar supressão de vegetação que possam afetar a fauna e flora, a Semace exige, como medida compensatória, a destinação de 0,5% do valor da obra para o próprio órgão ambiental, que será responsável pela aplicação do recurso no que considerar necessário. Gestão controlada dos impactos Antes de iniciar obras de construção de linhas de transmissão e de subestações, seja em áreas protegidas ou nas zonas urbanas e rurais, a Coelce cumpre todas as exigências para a obtenção das licenças Prévias (LPs), de Instalação (LI) e de Operação (LO), exigidas pela Semace e, no caso das instalações situadas na capital cearense, pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano (Seman). Na Coelce, 100% de suas linhas e subestações 24/07/2008 16:56:07 Pág: 78 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS estão devidamente licenciadas. Em 2007, a Companhia não registrou nenhuma multa significativa por não-conformidade à legislação ambiental e também não é responsável por nenhum gerenciamento de passivo ambiental. A preocupação permanente da Coelce em relação à preservação ambiental gerou práticas e processos eficientes para controlar e minimizar todos os impactos previamente descritos. As principais ações são listadas a seguir. > Poda de árvores e cuidados com a flora Para garantir a segurança das redes e da sociedade, a Coelce precisa realizar um trabalho permanente de manutenção das linhas de transmissão e das redes de distribuição, pois a interferência dos galhos das árvores no sistema elétrico é um dos principais motivos de interrupção do fornecimento de energia. Os colaboradores parceiros que executam o serviço de poda são treinados para retirar apenas o necessário, sem comprometer o desenvolvimento das árvores. Antes da execução da atividade, o profissional precisa ter realizado quatro treinamentos específicos para poda nas diferentes voltagens da rede (alta, média e baixa-tensão). Legislação Societária 07.047.251/0001-70 Solução verde O método é simples, mas funciona muito bem. Em vez de podar as longas folhas de palmeiras imperiais próximas à rede elétrica, surgiu a idéia de amarrá-las na parte inferior da copa, para que, ao ficarem secas, as palhas não caiam em cima da fiação, mantendo-as presas à árvore. As folhas não ressecam tão rapidamente, garantindo mais vitalidade para as palmeiras. A retirada das palhas também passou a ser programada, trazendo mais qualidade e segurança ao abastecimento de energia nas áreas do entorno. O inspetor de poda Gleidson Lopes de Azevedo é o autor desse projeto, batizado de Embiricica, que gradualmente vem sendo adaptado para outros locais do Ceará identificados com situação semelhante. Até o final de 2007, as amarrações haviam sido feitas em 411 palmeiras em Fortaleza e região metropolitana. Os técnicos usam cordas verdes para causar menos impacto visual. Em áreas de subestações, o controle de vegetação é feito manualmente, justamente para evitar o uso de agrotóxicos. A Companhia também desenvolve um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de um sistema de gestão e manejo da arborização urbana, por meio da construção de um cadastro georreferenciado das árvores ao longo das redes de distribuição, com o objetivo de minimizar as interferências no sistema elétrico. Com investimento total de aproximadamente R$ 423 mil, o projeto foi concluído em 2007. Adubo orgânico – Em 2007, galhos e folhas recolhidos em todo o estado foram enviados para aterros municipais e, parte dos resíduos gerados em Fortaleza teve como destino a compostagem. Esse processo transforma resíduos orgânicos em adubo, que é utilizado como matéria-prima de um projeto de P&D desenvolvido pela Coelce. Na primeira etapa do projeto Adubo Orgânico, realizada no ciclo 2004-2005, foi testada a eficiência de um biocatalisador que reduziu o tempo natural de produção do adubo de três meses, em média, para apenas cinco dias. Em 2008, será estudada a criação de um biocatalisador proveniente de recursos naturais abundantes na natureza, como algas, com o objetivo de tornar o custo do produto mais econômico e, conseqüentemente, torná-lo viável do ponto de visto comercial. Os pesquisadores ainda fazem um estudo de mercado a fim de analisar as oportunidades futuras 24/07/2008 16:56:07 Pág: 79 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS do lançamento do Adubo Orgânico, que contempla uma das metas estratégicas ambientais da Coelce para 2008. Postes e cabos – Com o objetivo de minimizar a necessidade de podas em redes de médiatensão, a Coelce investe em cabos aéreos protegidos (chamados spacer), que requerem menor supressão vegetal. A Linha Verde, com 28,24 quilômetros de extensão, é utilizada no Campus do Pici (Universidade Federal do Ceará), shoppings Aldeota e Iguatemi, Aeroporto Internacional Pinto Martins e subestação Maguary. Nas redes de baixa-tensão, a Coelce instaurou, a partir de 2002, um padrão de construção de redes com cabos pré-reunidos (trançados), cobertos, que oferecem segurança e menor poluição visual, além de reduzirem a supressão vegetal. Com exceção de uma rede construída em 2005, que utilizou 120 postes de madeira na comunidade de Rosalina, todos os postes da Coelce são feitos de concreto. A Empresa utiliza cruzetas de madeira apenas nas redes aéreas antifurto (DAT). Até 2006, a Companhia desconhecia a origem da madeira utilizada, mas a partir de 2007 adotou o padrão de apenas adquirir o recurso com certificação comprovada de origem florestal sustentável. Cruzetas de madeira 2005 2006 2007 Unidades utilizadas 2.532 2.033 1.998 > Gerenciamento de óleo e demais resíduos Na manutenção do sistema elétrico, um transformador de distribuição ou de potência – que pode chegar a conter em média de 60 litros e 10 mil litros, respectivamente, de óleo isolante – pode necessitar de manutenção, reparos ou até mesmo ser substituído. No monitoramento de manutenção, os profissionais avaliam cuidadosamente o equipamento e, caso seja necessário, enviam para o descarte, o que é feito de forma ambientalmente correta por empresas especializadas, recebendo posteriormente o comprovante da destinação dos resíduos. Todo o resíduo de óleo isolante fica armazenado em tanques localizados na sede da Coelce, em Maracanaú, para futuro processo de regeneração e posterior reutilização. A Empresa não registrou nenhum vazamento significativo de óleo, combustível, resíduos ou substâncias químicas, em 2007, inclusive no transporte 24/07/2008 16:56:07 Óleo ecológico A Coelce investe em pesquisas para testar a eficácia de um óleo isolante ecológico para transformadores de distribuição, feito a partir do líquido da castanha de caju (LCC) e do óleo de mamona, completamente biodegradável e sem riscos ao meio ambiente, em caso de vazamentos. Em 2007, o produto começou a ser utilizado em caráter experimental em dois transformadores, apresentando bons resultados iniciais. A estimativa é que o período de teste termine em 2008 e o óleo ecológico vire uma realidade a ser disseminada não só para a Coelce, mas para todas as distribuidoras de energia elétrica. A Companhia iniciou, em março de 2008, o processo de reconhecimento de patente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A Coelce é o órgão financiador e a proprietária intelectual do óleo, enquanto o Parque de Desenvolvimento Tecnológico (Padetec), entidade parceira nas pesquisas, configura-se como o inventor do processo. Pág: 80 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS de equipamentos contendo óleo mineral isolante, que é sempre realizado por empresas devidamente licenciadas. Colaboradores e parceiros foram treinados em procedimentos emergenciais, para casos de vazamento de óleo, com aulas teóricas e simulados práticos periódicos sobre riscos de incidentes. Adicionalmente, são mantidos kits de contenção ambiental. A Empresa não faz nenhum transporte internacional de materiais considerados perigosos. A Companhia também não possui nenhum passivo ambiental a ser gerenciado ou recuperado. Buscando sempre a eficiência máxima no controle ambiental, a Coelce quer ampliar cada vez mais o escopo de instalações certificadas pela ISO 14001:2004, sendo que das 96 subestações, 52 já possuem a certificação. A Coelce é livre de ascarel (bifenila policlorada – PCB), óleo isolante usado nos transformadores de potência, que passou a ser proibido em 1981 quando foi comprovado que o material oferecia graves riscos à saúde humana. Apesar da proibição, a legislação determinou que, a partir daquela data, os equipamentos poderiam continuar em funcionamento até que se fizesse necessária a sua substituição por novos, sem PCB. A Coelce realizou essa troca gradativa até 2000, quando eliminou completamente o ascarel de suas instalações. Conforme especificado em seu SGA, os resíduos perigosos contêm procedimentos específicos para o seu descarte, além de rigorosas formas de contenção em caso de vazamentos emergenciais. Gerenciamento de resíduos Resíduos Volume gerado em 2007 Resíduos perigosos: estopas contaminadas com óleo; pó de madeira contaminado de óleo mineral, transformadores e óleo mineral isolante. Lâmpadas fluorescentes Resíduos Orgânicos Destinação 146.000 kg Transportados por empresa licenciada e, posteriormente, incinerados. O óleo mineral fica em estoque, aguardando futura regeneração. 32.544 unid. Armazenadas de forma correta até o transporte por uma empresa licenciada. Posteriormente recebem o tratamento de descontaminação por empresa especializada. * 579.680,1 kg Transportados por empresa licenciada e destinados a aterro sanitário. Os resíduos gerados no interior do Estado são transportados até os aterros pelas prefeituras municipais. Resíduos de Postes e Cruzetas 66.570 kg Recolhidos por uma usina de 3.583.032 kg reciclagem em Fortaleza, que fabrica tijolos ecológicos para utilização em construções de conjuntos residenciais populares 24/07/2008 16:56:07 Pág: 81 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS para baixa renda. Cartuchos, cilindros e tonners para impressoras Não disponível Recolhidos pelo fornecedor, que providencia reutilização. Caso não seja possível o reuso, os resíduos são incinerados. Baterias para celulares e Pilhas Não disponível Armazenados e identificados em recipientes de acrílico, para posterior destinação final. Papel 9.886,2 kg Reciclagem Papelão 1.821,8 kg Reciclagem Papel misto 1.048,7 kg Reciclagem Plástico (filme) Plástico (gerais) Plástico (garrafa) 265,5 kg Reciclagem 3.842,5 kg Reciclagem 22,9 kg Reciclagem Vidro 1.080,0 kg Reciclagem Resíduo Metálico (Aço) 9.395,7 kg Reciclagem Resíduo Metálico (Chumbo) 10,0 kg Reciclagem PVC 10,0 kg Reciclagem Ferro 1.942,9 kg Reciclagem Jornal 90,0 kg Reciclagem Inox 17,0 kg Reciclagem Alumínio 40,0 kg Reciclagem Porcelana Entulho de construção civil 1.849,0 kg Aterro 400,0 kg Reciclagem ( * ) Somente Fortaleza e área metropolitana >Emissão de ruídos Os equipamentos da distribuição de energia elétrica que podem ser considerados ambientalmente geradores de ruído são as linhas de transmissão e as subestações, as quais possuem transformadores de potência, disjuntores e aparelhos de sinalização com alarme sonoro. De forma preventiva, a Coelce realiza medições de ruídos em subestações, buscando garantir que estejam plenamente de acordo com os níveis exigidos pela legislação ambiental. Quando necessário, intensifica as ações para solucionar o problema, tais como a substituição de equipamentos, isolamento acústico mais eficiente, ações antivibração e anti-sonorização e manutenção e limpeza de isoladores. Em linhas de transmissão essas medições são consideradas desnecessárias, de acordo com estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Latec) e aprovado pelo órgão ambiental, pois elas não apresentam riscos. 24/07/2008 16:56:07 Pág: 82 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS > Campos eletromagnéticos Apesar de o meio científico não ter comprovado riscos para a saúde humana em decorrência da exposição aos campos eletromagnéticos produzidos pela passagem de energia elétrica, a Coelce busca se manter informada sobre o assunto. Proativamente, em 2005, desenvolveu um projeto de Pesquisa e Desevolvimento para estudar os possíveis efeitos prejudiciais aos organismos biológicos localizados próximos às suas linhas de transmissão. Realizada em parceria com o Latec, a pesquisa concluiu que os campos eletromagnéticos não apresentam risco à saúde ou à segurança da população residente nas proximidades. Vale destacar que as instalações elétricas da Companhia são construídas seguindo as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). > Cuidados com a avifauna Por meio do Relatório Ambiental Simplificado (RAS), uma exigência legal antes do início de construção das obras, são identificadas as espécies de aves e fauna existentes em cada região, acompanhadas por um técnico do órgão público (Semace). Em 2007, não foi constatada a existência de animais ameaçados de extinção, de acordo com a listagem da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN). Devido ao baixo impacto ambiental de suas atividades, a Coelce não realiza nenhum monitoramento relacionado à avifauna que entra em contato com a rede energizada. Pesquisa e Desenvolvimento Parte dos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento tem como foco a redução dos impactos de das atividades da Companhia no meio ambiente e integram o compromisso com o desenvolvimento sustentável. Esses projetos são desenvolvidos em parceria com universidades e centros de pesquisa. Projetos de caráter ambiental Investimento (R$ mil) Desenvolvimento de Óleos Ecológicos para Transformadores Teste de aplicabilidade de Óleos Ecológicos para Transformadores Desenvolvimento de Processo Biotecnológico de Compostagem para a Reciclagem dos Resíduos de Poda das Árvores Desenvolvimento de Metodologia para o Acompanhamento Contábil do Sistema de Gestão Ambiental da Coelce Programa Coelce de Desenvolvimento Social pela Energia Consumida (Ecoelce) Sistema de Gestão e Manejo da Arborização Urbana ao Longo das Redes de Distribuição Desenvolvimento de Produtos à Base de Compósito Fibra de Coco em Matriz Polimérica para Aplicação em Sistemas de Baixa-tensão Desenvolvimento de Técnicas e Sistema de Lavagem a Seco de Isoladores 24/07/2008 16:56:07 Pág: 4 4 163 238 259 95 216 43 83 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea Legislação Societária 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 15.01 - PROBLEMAS AMBIENTAIS 1.022 Total do investimento em 2007 Uso eficiente dos recursos naturais Materiais Principais materiais utilizados Cabos e Fios (metros) Cabos e Fios (kg) 2004 2005 2006 2007 Meta 2008 7.689.136 11.328.188 12.791.092 14.964.176 17.387.886 765.529 1.160.673 1.499.967 1.849.505 2.149.065 7.213 136.596 195.962 228.703 370.135 Conectores (unidades) 917.275 1.019.167 1.176.331 1.327.591 1.616.786 Disjuntores (unidades) 33.622 70.716 88.407 115.985 150.004 Concretos (unidades) Isoladores (unidades) 338.083 509.428 678.139 722.859 1.071.922 Medidores (unidades) 134.809 169.019 213.837 215.495 255.473 Pára-raios (unidades) 8.777 13.621 19.265 24.745 36.460 55.441 121.011 176.816 219.127 465.352 5.119 6.585 7.274 8.425 16.154 Seccionadores (unidades) Transformadores (unidades) 24/07/2008 16:56:07 Pág: 84 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2007 Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 16.01 - AÇÕES JUDICIAIS COM VALOR SUPERIOR A 5% DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU DO LUCRO LÍQUIDO 1 - ITEM 2 - DESCRIÇÃO 3 - % PATRIM. 4 - % LUCRO LÍQUIDO 5 - PROVISÃO 6 - VL.PROVISIONADO 7 - VL. TOTAL AÇÕES LÍQUIDO (Reais Mil) (Reais Mil) 8 - OBSERVAÇÃO 01 TRABALHISTA 2,49 8,65 SIM 12.354 21.166 02 FISCAL/TRIBUTÁRIA 9,76 33,92 SIM 30.684 83.013 12,49 43,41 SIM 34.274 106.252 03 OUTRAS Causas Cíveis 24/07/2008 16:56:12 Pág: 85 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 17.01 - OPERAÇÕES COM EMPRESAS RELACIONADAS Na opinião de sua administração, a Companhia não efetua transações com partes relacionadas em bases ou termos menos favoráveis do que aqueles que seriam praticados com terceiros. A Companhia mantém contrato de compra de energia junto à Central Geradora Térmica de Fortaleza. O total dos gastos no exercício com este contrato montaram, até 31 de dezembro de 2007, R$ 425.317 (R$ 435.360 em 2006). As operações com a Synapsis Brasil S.A referem-se, basicamente, à prestação de serviços de informática e manutenção dos sistemas da Companhia. O total de gastos incorridos em 2007 montaram R$ 21.304 (R$ 22.340 em 2006), sendo R$ 17.543 (R$ 18.323 em 2006) como despesa operacional no resultado da Companhia e R$ 3.761 (R$ 4.017 em 2006) capitalizados como investimento. Os saldos com a CAM Brasil Multiserviços Ltda. advém, basicamente, de contratação desta para fiscalização de obras com aplicação direta no investimento da Companhia. A CAM também prestou serviços de fiscalização de cortes e aparelhos queimados, sendo estes classificados como despesa. O total de custos incorridos no ano de 2007 é de R$ 15.607 (R$ 21.290 em 2006), sendo R$ 15.079 (R$ 20.761 em 2006) como investimento e R$ 528 como despesa operacional. A Synapsis Brasil SA, a CAM Brasil Multiserviços Ltda., e a Central Geradora Termelétrica de Fortaleza-CGTF são subsidiárias dos acionistas controladores. 24/07/2008 16:56:27 Pág: 86 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ANEXO I ESTATUTO SOCIAL DA COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ – COELCE CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, ORGANIZAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E OBJETO ARTIGO 1º - A Companhia Energética do Ceará - COELCE, que usará a abreviatura COELCE, é uma sociedade anônima, aberta, de capital autorizado, e terá suas atividades regidas por este Estatuto e pela Legislação em vigor, estando autorizada a funcionar como empresa elétrica pelo decreto federal 69.469, publicado no D.O.U edição do dia 05 de novembro de 1971. ARTIGO 2º - Constitui objeto da COELCE: (a) a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, execução de serviços correlatos que lhes venham a ser concedidos ou autorizados por qualquer título de direito, e o desenvolvimento de atividades associadas aos serviços, bem como a celebração de atos de comércio decorrentes dessas atividades; (b) a realização de estudos, planejamentos, projetos, construção e operação de sistemas de produção, transformação, transporte e armazenamento, distribuição e comércio de energia de qualquer origem ou natureza, na forma de concessão, autorização e permissão que lhes forem outorgados, com jurisdição na área territorial do Estado do Ceará, e outras áreas definidas pelo Poder Concedente; (c) o estudo, projeto e execução de planos e programas de pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de energia, em especial as renováveis, ações que desenvolverá diretamente ou em cooperação com outras instituições; (d) o estudo, a elaboração e execução, no setor de energia, de planos e programas de desenvolvimento econômico e social em regiões de interesse da comunidade e da companhia, diretamente ou em colaboração com órgãos estatais ou privados, podendo, também, fornecer dados, informações e assistência técnica à iniciativa pública ou privada que revele empenho em implantar atividades econômicas e sociais necessárias ao desenvolvimento; (e) a prática de demais atos que se fizerem necessários ao objeto social, bem como a participação no capital social de outras companhias no Brasil ou no exterior, cujas finalidades sejam a exploração de serviços públicos de energia elétrica, incluindo os ligados à produção, geração, transmissão e distribuição. ARTIGO 3º - A COELCE tem sede e foro na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, podendo instalar em qualquer parte do Território Nacional ou no exterior sucursais, filiais, agências, postos de serviço, depósito e escritórios que se fizerem 24/07/2008 16:56:32 Pág: 87 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL necessários, mediante deliberação da Diretoria, e no caso de instalação de subsidiárias mediante aprovação do Conselho de Administração. ARTIGO 4º - A COELCE tem prazo de duração indeterminado. CAPÍTULO II - DO CAPITAL E DAS AÇÕES ARTIGO 5º - O Capital Social é de R$ 442.946.885,77 (quatrocentos e quarenta e dois milhões, novecentos e quarenta e seis mil, oitocentos e oitenta e cinco reais e setenta e sete centavos), constituído por 77.855.299 (setenta e sete milhões, oitocentos e cinqüenta e cinco mil, duzentos e noventa e nove) ações nominativas, sem valor nominal, sendo 48.067.937 (quarenta e oito milhões, sessenta e sete mil, novecentos e trinta e sete) ações ordinárias e 29.787.362 (vinte e nove milhões, setecentos e oitenta e sete mil, trezentos e sessenta e duas) ações preferenciais, estas divididas em duas classes: 28.131.352 (vinte e oito milhões, cento e trinta e um mil, trezentos e cinqüenta e duas) ações preferenciais “Classe A” e 1.656.010 (um milhão seiscentos e cinqüenta e seis mil e dez) ações preferenciais “Classe B”. PARÁGRAFO PRIMEIRO - A COELCE está autorizada a aumentar seu capital até o limite de 300.000.000.000 (trezentos bilhões) de ações sem valor nominal, sendo 100.000.000.000 (cem bilhões) ações ordinárias, 193.352.996.180 (cento e noventa e três bilhões, trezentos e cinqüenta e dois milhões, novecentos e noventa e seis mil, cento e oitenta) ações preferenciais Classe A e 6.647.003.820 (seis bilhões, seiscentos e quarenta e sete milhões, três mil, oitocentas e vinte) ações preferenciais Classe B. PARÁGRAFO SEGUNDO - As ações preferenciais Classe B poderão ser convertidas em ações preferenciais Classe A, a requerimento do interessado. PARÁGRAFO TERCEIRO - Salvo deliberação em contrário do Conselho de Administração, os acionistas não terão direito de preferência em qualquer emissão de ações, notas promissórias para distribuição pública, debêntures conversíveis em ações, ou bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa de valores, subscrição pública ou permuta por ações em oferta de aquisição de controle, nos termos do artigo 172 da Lei n.º 6.404/76. PARÁGRAFO QUARTO - As ações da COELCE serão escriturais, permanecendo em contas de depósito em instituição autorizada, em nome de seus titulares, sem emissão de certificados, nos termos dos artigos 34 e 35 da Lei n.º 6.404, de 15.12.76 24/07/2008 16:56:32 Pág: 88 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 6º - A integralização das ações obedecerá às normas e condições estabelecidas pela Assembléia Geral ou pelo Conselho de Administração, na hipótese do Parágrafo Primeiro do Art. 5º acima. ARTIGO 7º - A instituição depositária poderá cobrar do acionista o custo do serviço de transferência da propriedade das ações escriturais. ARTIGO 8º - A cada ação ordinária corresponde um voto nas deliberações da Assembléia Geral, bem como o direito ao recebimento de dividendos na forma dos artigos 29, 30 e 31 deste Estatuto. ARTIGO 9º - As ações preferenciais não terão direito de voto, mas às mesmas são asseguradas as seguintes vantagens: (a) prioridade no recebimento de um dividendo mínimo, não cumulativo, de 6% (seis por cento) para as da Classe A e 10% (dez por cento) para as da Classe B, calculados sobre o valor proporcional do capital social atribuído à respectiva classe, corrigido ao término de cada exercício social; (b) prioridade no reembolso de capital pelo valor do patrimônio líquido, no caso de liquidação da Companhia. ARTIGO 10 - À COELCE, por deliberação do Conselho de Administração, é facultado emitir ações, sem guardar a proporção das espécies e/ou classes das ações já existentes, desde que o número de ações preferenciais não ultrapasse 50% (cinquenta por cento) do total das ações emitidas. PARÁGRAFO ÚNICO - A COELCE poderá adquirir suas próprias ações, a fim de cancelá-las ou mantê-las em tesouraria para posterior alienação mediante autorização do Conselho de Administração. CAPÍTULO III - DA ADMINISTRAÇÃO ARTIGO 11 - A COELCE será administrada por um Conselho de Administração, órgão colegiado de funções deliberativas, com as atribuições previstas na Lei, especialmente as do art. 142 da Lei 6.404/76, sem prejuízo daquelas estabelecidas neste Estatuto, e por uma Diretoria composta por 09 (nove) membros, sendo (I) o Diretor Presidente, (II) o Diretor Comercial, (III) o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, (IV) o Diretor de Recursos Humanos, (V) o Diretor de Planejamento e Controle, (VI) o Diretor Técnico, (VII) o Diretor de Relações Institucionais e Comunicação, (VIII) o Diretor de Regulação e (IX) o Diretor Jurídico. 24/07/2008 16:56:32 Pág: 89 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 12 - A investidura nos cargos de Conselheiro de Administração e de Diretor far-se-á mediante termo lavrado em livro próprio. PARÁGRAFO ÚNICO - Findo o mandato, os administradores permanecerão no exercício de seus cargos, até a investidura de seus sucessores. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO ARTIGO 13 - O Conselho de Administração será constituído de 11 (onze) membros e até igual número de suplentes, eleitos pela Assembléia Geral, os quais terão mandatos coincidentes de 03 (três) anos, permitida a reeleição, cabendo a um deles a Presidência do Conselho e a outro a Vice-Presidência, observando os critérios abaixo, cuja nomeação também será feita pela Assembléia Geral. PARÁGRAFO PRIMEIRO - A posse do membro do Conselho de Administração, residente ou domiciliado no exterior, fica condicionada à constituição de procurador residente no País, com poderes para receber citação em ações contra ele propostas, com base na legislação societária, nos termos do art. 146, § 2º da Lei nº 6.404/76. PARÁGRAFO SEGUNDO - Os empregados acionistas da COELCE terão direito de eleger um membro do Conselho de Administração, mesmo no caso em que as ações que detenham não sejam suficientes para assegurar tal eleição, cujo mandato deverá coincidir com os mandatos dos demais Conselheiros. O Conselheiro representante dos empregados acionistas será por estes escolhido previamente, mediante eleição. PARÁGRAFO TERCEIRO - No caso de simples ausência ou impedimento temporário do Presidente do Conselho, o seu substituto será o Vice-Presidente do Conselho. PARÁGRAFO QUARTO - Em caso de eleição de qualquer membro do Conselho de Administração durante o curso do mandato dos demais conselheiros, seu mandato será reduzido de forma a coincidir com o término dos demais. PARÁGRAFO QUINTO - O mandato do Presidente e do Vice-Presidente do Conselho será de 3 anos, devendo este prazo coincidir com o mandado da investidura dos demais membros do Conselho, permitida a reeleição, atendidas as condições dos incisos I a IV do caput e do Parágrafo Segundo deste artigo. 24/07/2008 16:56:32 Pág: 90 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 14 - O Conselho de Administração reunir-se-á, com a presença da maioria de seus membros efetivos ou suplentes, trimestralmente, ou quando necessário, sempre que convocado por seu Presidente ou pelo Vice-Presidente, ou ainda por dois de seus membros, com a antecedência mínima de 02(dois) dias úteis, salvo se a reunião houver de se realizar em local diferente do que o da sede social, em cujo caso a convocação requererá uma antecedência mínima de 05(cinco) dias úteis, sendo certo que as convocações deverão conter as respectivas ordens do dia, acompanhadas dos documentos pertinentes. As deliberações, consignadas em ata no livro próprio, serão tomadas por maioria de votos. A convocação prévia será tida como dispensada se todos os membros do Conselho estiverem presentes à reunião. Os membros do Conselho poderão ser representados nas reuniões por outro Conselheiro que indicarem, por instrumento escrito. ARTIGO 15 - Compete ao Conselho de Administração a fixação da orientação geral dos negócios da COELCE, através de diretrizes fundamentais de administração, bem como o controle superior da COELCE, pela fiscalização da observância das diretrizes por ele fixadas, o acompanhamento da execução dos programas aprovados e verificação dos resultados obtidos. PARÁGRAFO PRIMEIRO – No exercício de suas atribuições, cabe também ao Conselho de Administração deliberar sobre a contratação, pela Companhia, de empréstimos ou financiamentos em geral, no mercado financeiro internacional ou nacional, sob qualquer modalidade, e ainda sobre a emissão, nos mencionados mercados, de quaisquer títulos de crédito, para distribuição pública ou privada, inclusive Notas Promissórias Comerciais, cujos valores de principal sejam superiores a R$ 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de reais), estabelecendo, entre outras condições: (I) - o valor das contratações ou emissões e sua divisão em série, se for o caso; (II) – a quantidade e valor nominal dos títulos ou contratos, inclusive das Notas Promissórias; (III) – as garantias quando for o caso; (IV) – as condições de remuneração e de atualização monetária, se houver; (V) – o prazo de vencimento dos contratos ou dos títulos; (VI) – o demonstrativo para comprovação dos limites previstos no legislação aplicável; (VII) – o local de pagamento; (VIII) – a contratação de prestação de serviços, tais como intermediação, custódia, liquidação, emissão de certificados, agente pagador, conforme o caso; e (IX) – e todas as demais condições e características, sejam elas principais ou acessórias, das contratações ou emissões. PARÁGRAFO SEGUNDO - O Conselho de Administração, em cada exercício, examinará e submeterá a decisão da Assembléia Geral Ordinária o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, a Demonstração do Resultado do Exercício, a Demonstração das 24/07/2008 16:56:32 Pág: 91 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL Origens e Aplicações dos Recursos, bem como a proposta de distribuição de dividendos e de aplicação dos valores excedentes, anexando o Parecer do Conselho Fiscal e o Certificado dos Auditores Independentes. ARTIGO 16 - No caso de vacância ou impedimento temporário do cargo de membros do Conselho o mesmo será substituído por seu suplente, que servirá até a primeira Assembléia Geral que eleger o seu substituto. DIRETORIA ARTIGO 17 - A Diretoria é o órgão executivo da Companhia e é composta de 09 (nove) membros, eleitos e destituíveis pelo Conselho de Administração, observadas as disposições do Art. 11, sendo o prazo de gestão de 3 (três) anos, permitida a reeleição, a qual caberá à Administração da Sociedade, somente podendo agir e/ou praticar atos que estiverem dentro dos limites das atribuições e poderes previstos no Estatuto Social. Observadas as disposições deste Estatuto Social, o Conselho de Administração poderá fixar as atribuições dos Diretores. PARÁGRAFO PRIMEIRO - A escolha da diretoria pelo Conselho de Administração dar-se-á por votação da maioria dos seus membros presentes na respectiva reunião. PARÁGRAFO SEGUNDO - No caso de impedimento temporário ou vacância dos membros da Diretoria, as funções do diretor impedido ou vacante serão acumuladas interinamente pelo Diretor Presidente ou, por sua indicação, por um outro Diretor até o retorno do Diretor temporariamente impedido, enquanto ainda vigente seu mandato, ou até a eleição de seu substituto pelo Conselho de Administração. ARTIGO 18 – À Diretoria caberá, dentro da orientação, limites e os poderes fixados pela Assembléia Geral e pelo Conselho de Administração, assegurar o funcionamento regular da COELCE. PARÁGRAFO ÚNICO - No exercício de suas atribuições, cabe também à Diretoria Executiva deliberar sobre a contratação, pela Companhia, de empréstimos ou financiamentos em geral, no mercado financeiro internacional ou nacional, sob qualquer modalidade, e ainda sobre a emissão, nos mencionados mercados, de quaisquer títulos de crédito, para distribuição pública ou privada, inclusive Notas Promissórias Comerciais, para valores, de principal, iguais ou inferiores a R$ 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de reais), estabelecendo, entre outras condições: (I) - o valor das contratações ou emissões e sua divisão em série, se for o caso; (II) – a quantidade e valor nominal dos títulos ou contratos, inclusive 24/07/2008 16:56:32 Pág: 92 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL das Notas Promissórias; (III) – as garantias quando for o caso; (IV) – as condições de remuneração e de atualização monetária, se houver; (V) – o prazo de vencimento dos contratos ou dos títulos; (VI) – o demonstrativo para comprovação dos limites previstos no legislação aplicável; (VII) – o local de pagamento; (VIII) – a contratação de prestação de serviços, tais como intermediação, custódia, liquidação, emissão de certificados, agente pagador, conforme o caso; e (IX) – e todas as demais condições e características, sejam elas principais ou acessórias, das contratações ou emissões. ARTIGO 19 – Compete ao Diretor Presidente: (i) a representação da Sociedade, ativa e passivamente, em Juízo ou perante terceiros e (ii) a representação da Companhia perante os órgãos e entidades da Administração Pública, direta ou indireta, federais, estaduais e municipais. PARÁGRAFO ÚNICO - As competências previstas no art. 19, itens (i) e (ii), poderão ser praticadas em conjunto por dois quaisquer diretores da Companhia, mediante delegação do Diretor Presidente. ARTIGO 20 - Compete aos demais Diretores, individualmente: (i) ao Diretor Comercial, a representação e responsabilidade pela execução dos serviços pertinentes às áreas comercial e atendimento ao consumidor, inclusive compras de energia, controle do seguimento dos grandes consumidores, bem como a supervisão do controle de perdas de energia; (ii) ao Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, a representação e a responsabilidade pela execução e supervisão dos serviços de movimentação financeira, a execução e organização dos serviços contábeis, elaboração das demonstrações financeiras, de relações com os investidores, bem como as contratações financiamentos, suprimentos, informática, contratações de serviços e aquisições de bens; (iii) ao Diretor de Recursos Humanos, a representação e a execução e o controle dos serviços pertinentes às áreas de organização, de recursos humanos e segurança do trabalho, compreendendo, inclusive, a seleção, treinamento e contratação de pessoal, a execução e controle dos serviços pertinentes aos setores patrimonial; (iv) ao Diretor de Planejamento e Controle, a representação e a responsabilidade pela elaboração do planejamento estratégico e execução e controle de gestão; (v) ao Diretor Técnico a representação e a responsabilidade pelos serviços de operação e de manutenção do sistema elétrico e de investimentos em Transmissão, Sub - Transmissão e Distribuição de energia, além da execução e supervisão dos serviços pertinentes às áreas de planejamento técnico e de engenharia; (vi) ao Diretor de Relações Institucionais e Comunicação, a representação e a responsabilidade pela coordenação de projetos que envolvam Poderes Públicos Federais, Estaduais e Municipais, bem como as ações relacionadas à comunicação geral e à imagem institucional da Companhia; (vii) ao 24/07/2008 16:56:32 Pág: 93 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL Diretor de Regulação, a representação e a responsabilidade pela coordenação, execução e controle dos assuntos do setor elétrico que sejam do interesse da Companhia junto aos Agentes Reguladores, inclusive relativos a reajustes, revisões tarifárias e supervisão da regulação do mercado de energia elétrica e (viii) ao Diretor Jurídico, a representação e responsabilidade pela coordenação, execução e controle dos assuntos da área jurídica. PARÁGRAFO ÚNICO – A assinatura de quaisquer atos e contratos pela Companhia será realizada por quaisquer dois Diretores. ARTIGO 21 – Os instrumentos de mandato nomeando procuradores da Companhia deverão obedecer aos seguintes aspectos: a) terão prazo máximo de validade de 01 (um) ano e vedarão o substabelecimento sem reservas de iguais poderes, sob pena de nulidade; b) dependerão de assinatura qualquer Diretor, nos termos do Art. 20, Parágrafo Único; c) aqueles que contemplam a cláusula ad judicia serão outorgados por prazo indeterminado. CAPÍTULO IV - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS ARTIGO 22 - A Assembléia Geral Ordinária realizar-se-á dentro dos quatro primeiros meses seguintes ao término do exercício social, em dia e hora previamente fixados, para tomar as contas dos administradores, examinar, discutir votar as demonstrações financeiras; deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; eleger, quando for o caso, membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. ARTIGO 23 – Compete, privativamente, à Assembléia Geral de Acionistas deliberar sobre a emissão de debêntures, estabelecendo: I – o valor da emissão ou os critérios de determinação do seu limite, e sua divisão em séries, se for o caso; II – o número e o valor nominal das debêntures; III – as garantias reais ou a garantia flutuante, se houver; IV – as condições de correção monetária, se houver; V – a conversibilidade ou não em ações e as condições a serem observadas na conversão; VI – a época e as condições de vencimento, amortização ou resgate; VII – a época e as condições do pagamento dos juros, da participação nos lucros e do prêmio de reembolso, se houver; e VIII – o modo de subscrição e colocação e o tipo das debêntures. 24/07/2008 16:56:32 Pág: 94 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL PARÁGRAFO ÚNICO - O Conselho de Administração poderá deliberar sobre a emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real, podendo a Assembléia Geral delegar ao conselho de administração a deliberação sobre as condições de que tratam os incisos VI a VIII do artigo 59, da Lei nº 6.404/76, e, ainda, sobre a oportunidade da emissão. Artigo 24 - A Assembléia Geral será convocada pelo Presidente do Conselho de Administração ou pelo seu Vice-Presidente ou, ainda, pelo Diretor Presidente, sempre que o Conselho de Administração achar conveniente, ou nos temos da lei. ARTIGO 25 - A mesa que dirigirá os trabalhos da Assembléia Geral será presidida pelo Presidente do Conselho de Administração ou, na sua ausência ou impedimento, pelo Vice Presidente do Conselho. Na ausência ou impedimento do Vice Presidente do Conselho de Administração, a Assembléia Geral deverá ser instalada e presidida por qualquer outro conselheiro ou diretor da Companhia que vier a ser indicado pela maioria dos votos de acionistas titulares de ações com direito de voto presentes ou representados por procuração na Assembléia Geral. O secretário da Assembléia Geral será escolhido pelo presidente da mesa dentre os presentes. ARTIGO 26 - A transferência de ações poderá ser suspensa pelo prazo de até 15 (quinze) dias antes da realização da Assembléia Geral. CAPITULO V - DO CONSELHO FISCAL ARTIGO 27 - A Companhia terá um Conselho Fiscal, de funcionamento não permanente, podendo ser instalado nos exercícios sociais a pedido de acionistas que representem, no mínimo, 10 % (dez por cento) com direito a voto, ou 5% (cinco por cento) das ações sem direito a voto. PARÁGRAFO PRIMEIRO - O Conselho Fiscal será composto de 3 (três) membros efetivos e mesmo número de suplentes, eleito pela Assembléia Geral, na forma da lei, tendo a competência que lhe é atribuída pelo artigo 163 da Lei nº 6.404/76. PARÁGRAFO SEGUNDO - Um dos membros efetivos e o respectivo suplente poderão ser eleito, em votação em separado, pelos titulares de ações preferenciais, presente à Assembléia Geral. PARÁGRAFO TERCEIRO - No caso de comparecimento de acionistas minoritários que representem, em conjunto, 10% (dez por cento) ou mais das ações com direito a voto, e que exerçam o direito que lhes é conferido por lei, de também eleger um membro e respectivo suplente, a composição do Conselho 24/07/2008 16:56:32 Pág: 95 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL Fiscal será alterada automaticamente, passando a ser de cinco membros efetivos e cinco suplentes, a fim de ficar assegurado aos demais acionistas com direito a voto a eleição de número de efetivos e suplentes definido no parágrafo 4º do art. 161 da Lei nº 6.404/76. CAPITULO VI - DO EXERCÍCIO SOCIAL E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ARTIGO 28 - O exercício social encerra-se em 31 de dezembro de cada ano e obedecerá, quanto às demonstrações financeiras, aos preceitos da legislação federal sobre energia elétrica, a legislação sobre as sociedades por ações e ao presente Estatuto. ARTIGO 29 - Juntamente com o Relatório de Administração e respectivas Demonstrações Financeiras, o Conselho de Administração submeterá à Assembléia Geral Ordinária propostas da Diretoria sobre a destinação do lucro liquido do exercício, observados os preceitos dos artigos específicos da Lei nº 6.404/76, e as seguintes disposições: (i) a COELCE poderá conceder aos empregados uma participação sobre os lucros líquidos e/ou resultados do exercício, nos termos da legislação em vigor; (ii) do lucro do exercício serão feitas as seguintes deduções: (a) 5% (cinco por cento) para constituição do “Fundo de Reserva Legal” até atingir 20% (vinte por cento) do Capital Social corrigido anualmente; (b) 25 % (vinte e cinco por cento), no mínimo, para pagamento de dividendo aos acionistas, respeitados os percentuais previstos neste Estatuto para as ações preferenciais; (c) quando se justificar serão obrigatoriamente destacadas as parcelas do lucro líquido para a constituição de reservas para contingências e de lucros a realizar, nos termos dos artigos 195 e 197 da Lei nº 6.404/76; (d) o lucro remanescente que não for destinado à formação de reservas, nem retido nos termos do art. 196 da Lei nº 6.404/76 será distribuído como dividendo, conforme deliberar a Assembléia Geral por proposta do Conselho de Administração. ARTIGO 30 - O dividendo obrigatório previsto na lei e neste Estatuto não será distribuído no exercício social em que os órgãos da administração da Companhia 24/07/2008 16:56:32 Pág: 96 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL informarem à Assembléia Geral, com parecer favorável do Conselho Fiscal, não ser tal distribuição compatível com a situação financeira da Companhia. PARÁGRAFO ÚNICO - O dividendo que deixar de ser distribuído nos termos deste artigo será registrado como reserva especial e, se não absorvido por prejuízos em exercícios subsequentes será distribuído aos acionistas assim que permitir a situação financeira da Companhia. ARTIGO 31 - Os órgãos da Administração da Companhia, ad referendum da Assembléia Geral, poderão declarar dividendos intermediários, sob quaisquer das modalidades facultadas pelo art. 204 da Lei nº 6.404/76, mediante levantamento de balanço intermediário. Os dividendos intermediários serão deduzidos do montante dos dividendos devidos ao encerramento de cada exercício social. PARÁGRAFO ÚNICO - Os órgãos da administração da Companhia poderão pagar ou creditar aos acionistas o valor dos juros sobre capital próprio, observados os termos e condições previstos no Art. 9º da Lei N° 9.249/95, de 26/12/95, na Deliberação CVM N° 207/96, e demais legislação e regulamentação pertinentes, o qual, nos termos do disposto no Parágrafo 7º, do Art. 9º, da Lei nº 9.249/95 e legislação e regulamentação pertinentes, poderá ser imputados ao valor do dividendo obrigatório e do dividendo estatutário das ações preferenciais, integrando tal valor o montante dos dividendos distribuídos pela Companhia para todos os efeitos legais. ARTIGO 32 - Os dividendos serão pagos no prazo de 60 (sessenta) dias da data em que forem declarados, salvo disposição em contrário da Assembléia Geral, mas sempre dentro do exercício social. ARTIGO 33 - Os dividendos não reclamados no prazo de três anos, contados nos termos do art. 287 da Lei das Sociedades por Ações, reverterão em benefício da Companhia. CAPÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 34 - Deverão ser observadas as seguintes regras: (i) subordinam-se à prévia aprovação do Poder Concedente as alterações de cláusulas estatutárias que impliquem na transferência de ações ou mudança do controle acionário da COELCE; 24/07/2008 16:56:32 Pág: 97 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL (ii) deverão ser submetidas à prévia aprovação do Poder Concedente as transferências das ações com direito a voto que impliquem na mudança do controle acionário da COELCE; (iii) não poderão ser averbadas transferências de propriedade de ações com direito de voto, que impliquem em alienação do bloco de controle, sem que o novo titular firme, junto com o termo de transferência, declaração que se obriga a observar e a cumprir todas as cláusulas estabelecidas no CONTRATO DE CONCESSÃO. A declaração será emitida em duas vias, uma das quais para o arquivo na sede da COELCE e outra para encaminhamento ao Poder Concedente; (iv) será averbado, à margem do registro de ações de titularidade dos acionistas controladores, o seguinte termo: “Estas ações não poderão ser oneradas, cedidas ou transferidas, a qualquer título, sem a prévia e expressa concordância do Poder Concedente.” ARTIGO 35 - O Conselho de Administração exercerá suas atribuições no sentido de zelar pela fiel observância das normas legais, regulamentares e disposições contratuais pertinentes à prestação dos serviços de energia elétrica, bem como para que a COELCE realize os investimentos necessários à manutenção e ao aperfeiçoamento destes serviços, visando ao atendimento adequado aos usuários e outros porventura previstos neste Estatuto. ARTIGO 36 - Constará do Relatório da Administração capítulo destacado sobre as atividades e investimentos relacionados à prestação dos serviços de energia elétrica. Marcelo Andrés Llévenes Rebolledo Presidente 24/07/2008 16:56:32 Maria Eduarda Fischer Alcure Secretária Pág: 98 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea Legislação Societária 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA Órgãos de apoio à governança A disseminação do código de ética, o tratamento igualitário a todos os acionistas e as adequações dos processos internos para atender as exigências da lei norte-americana Sarbanes-Oxley – que busca coibir fraudes e corrupção nos relatos financeiros – são exemplos das práticas de governança corporativa adotadas pela Coelce. Ao procurar vivenciar no cotidiano o primeiro item de sua lista de Valores – ser Transparente –, a Companhia ressalta a importância do comportamento ético em todas as etapas da distribuição de energia elétrica, aprimorando o relato de seus processos internos e o cumprimento de rigorosas normas de controle. Como resultado, orgulha-se de participar, pelo segundo ano consecutivo, do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa. O Conselho de Administração e os membros da Diretoria Executiva estimulam a adoção de diretrizes e indicadores que promovam os Sete Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável do Grupo Endesa, como os da Global Reporting Initiative (GRI), o questionário do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e o balanço social do Ibase. Dessa forma, permite acompanhar a evolução do desempenho da Empresa nos aspectos econômico, social e ambiental. Todas as áreas da estrutura organizacional são responsáveis em transformar os conceitos em ações integradas às suas atividades. Nessa estrutura organizacional, órgãos de apoio à governança estimulam a comunicação transparente entre as várias áreas e níveis hierárquicos, tais como canais de comunicação para receber denúncias de irregularidades, e a participação expressiva de conselheiros independentes (36% dos membros), sem vínculo com o acionista controlador. Conselho de Consumidores Conselho Fiscal Ouvidoria Unidade de controle interno Conselhode deAdministração Administração Gerência Jurídica Cons. Adm. Auditoria Conselho DiretoriaExecutiva Executiva Diretoria Diretoria Executiva Relações com Comitês interna Comitês Comitês investidores ção rma Info Gerência de Regulação e Mercado Auditoria independente Mo nit or am ent o Autoridades reguladoras Acionistas Stakeholders 24/07/2008 16:56:46 Pág: 99 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Assembléia de Acionistas Constituída segundo a Lei 6.404/76, tem a missão de deliberar e verificar a legitimidade e legalidade das ações realizadas pelos demais órgãos da Administração. Responsável por eleger os Conselhos de Administração e Fiscal, a Assembléia de Acionistas reuniu-se três vezes em 2007, sendo uma em sessão ordinária e duas em assembléias extraordinárias. 24/07/2008 16:56:46 Pág: 100 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA Conselho de Administração Define a orientação geral dos negócios, além de fiscalizar a observância das diretrizes fixadas e acompanhar a execução dos programas estabelecidos, verificando os resultados alcançados. O Conselho de Administração é constituído por 11 membros titulares e igual número de suplentes, sendo um presidente e um vice-presidente, eleitos em Assembléia Geral Ordinária. O atual grupo foi escolhido em abril de 2007 para um mandato de três anos, sendo permitida a reeleição. Um dos integrantes foi indicado pelos acionistas empregados e outro pelos acionistas preferenciais. Ao todo são quatro conselheiros independentes, representantes de públicos interessados da Coelce, tais como consumidores, empregados e acionistas minoritários. Os membros do Conselho de Administração não têm participação nos lucros da Companhia ou remuneração vinculada ao desempenho dos negócios. Já o cumprimento de metas relacionadas aos objetivos estratégicos da Companhia prevê remuneração extra para todos os empregados da Coelce, variando apenas a parcela destinada aos diferentes níveis hierárquicos. Até o final de 2007, não era realizado nenhum processo de avaliação de desempenho do Conselho. Integrantes do Conselho de Administração Mário Fernando de Melo Santos – Presidente Marcelo Andrés Llévenes Rebolledo – Vice-presidente Cristóbal Sanchez Romero – Conselheiro Cristián Eduardo Fierro Montes – Conselheiro Gonzalo Manuel Vial Vial – Conselheiro José Alves de Mello Franco – Conselheiro Luiz Carlos Laurens Ortis Bettencourt - Conselheiro Jorge Parente Frota Júnior – Conselheiro independente Aguinaldo Nogueira Lima – Conselheiro independente Luiz Gastão Bittencourt da Silva – Conselheiro independente Fernando Antônio de Moura Avelino – Conselheiro independente, eleito pelos empregados acionistas Nenhum dos conselheiros titulares, incluindo o presidente e o vice-presidente, é executivo da Coelce, porém alguns são do Grupo Endesa. Dentre os membros suplentes, são executivos da Coelce: José Távora Batista (Diretor vice-presidente Técnico); Teobaldo José Cavalcante Leal (Diretor vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores); José Renato Ferreira Barreto (Diretor vice-presidente de Organização e Recursos Humanos); José Nunes de Almeida Neto (Diretor vice-presidente Institucional e de Comunicação); e José Caminha Araripe (Gerente de Regulação e Mercado). Os acionistas e colaboradores podem se comunicar com o Conselho de Administração por meio de correspondências enviadas para a sede da Coelce, em Fortaleza. Os temas são posteriormente discutidos nas reuniões do Conselho e na Assembléia Geral Ordinária, realizada anualmente até o final de abril. 24/07/2008 16:56:46 Pág: 101 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA Conselho Fiscal Sua principal responsabilidade é fiscalizar os atos dos administradores, inclusive as demonstrações financeiras, dando parecer aos acionistas. Órgão independente da administração e da auditoria externa da Companhia é formado por três membros, com igual número de suplentes, sendo um representante de acionistas preferenciais que não pertence ao grupo de controle. O mandato do Conselho Fiscal é de um ano, com possibilidade de reeleição pela Assembléia Geral. Em 2007, aconteceram quatro reuniões. Todos os integrantes do Conselho Fiscal recebem uma remuneração mensal, que não está vinculada ao desempenho da Companhia. Integrantes do Conselho Fiscal Antônio Osvaldo Alves Teixeira Antônio Cleber Uchoa Cunha Sérgio Queiroz Lyra (eleito pelos acionistas preferenciais, Eletrobrás e Petros) Diretoria Executiva Responsável pela administração das operações da Companhia, segundo as diretrizes apontadas pelo Conselho de Administração. A Diretoria Executiva da Coelce é formada pelo presidente e seis vice-presidentes, com mandato de três anos e reeleição permitida. Integrantes da Diretoria Executiva Abel Alves Rochinha – Diretor-presidente Abel Pérez – Diretor vice-presidente de Planejamento e Controle de Gestão José Nunes de Almeida Neto – Diretor vice-presidente Institucional e de Comunicação José Renato Ferreira Barreto – Diretor vice-presidente de Organização e Recursos Humanos José Távora Batista – Diretor vice-presidente Técnico. Olga Jovanna Carranza Salazar – Diretor vice-presidente Comercial; Teobaldo José Cavalcante Leal – Diretor vice-presidente Administrativo-Financeiro e de Relações com Investidores. Composição dos órgãos de governança Gênero – 2007 Fem Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretores Gerentes Total 24/07/2008 16:56:46 Masc 0 0 1 3 4 11 3 6 12 32 Pág: 102 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea Legislação Societária 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA Composição dos órgãos de governança Faixa Etária – 2007 18-35 36 - 45 Acima de 45 anos anos anos 0 3 8 Conselho de Administração 0 0 3 Conselho Fiscal 1 2 4 Diretores 0 5 10 Gerentes 1 10 25 Total Composição dos órgãos de governança Cor – 2007 Amarela Branca 0 11 Conselho de Administração 0 3 Conselho Fiscal 0 6 Diretores 0 11 Gerentes 0 31 Total Negra 0 0 1 4 5 Indígena 0 0 0 0 0 Comitês de apoio à administração Após a definição das diretrizes pelo Conselho de Administração, a Coelce conta com o apoio de doze comitês para auxiliar a execução e monitoramento do plano estratégico: • • • • • • • • • • • • Comitê de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Comitê Técnico de Sustentabilidade Comitê Técnico Ambiental Comitê Econômico Comitê de Investimentos Comitê de Gestão da Marca Comitê de Gestão dos Riscos Financeiros Comitê Central de Segurança Comitê de Segurança da Informação Comitê de Gestão de Crises Comitê de Novos Negócios Comitê de Inovação De todos os comitês participam integrantes da alta administração e/ou especialistas técnicos. Dessa forma, a Coelce procurar garantir a tomada de decisões estratégicas a partir de critérios técnicos e multidisciplinares. Instrumentos e órgãos de apoio ao comportamento ético 24/07/2008 16:56:46 Pág: 103 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA Código de Ética O documento, disponível na intranet e no website da Coelce, reúne as principais políticas a serem adotadas por todos os colaboradores nas atividades da Companhia e no relacionamento com as partes interessadas – acionistas, empresas parceiras, clientes, governo e sociedade. Na relação com autoridades do governo, o código determina a postura de não-favorecimento direto ou indireto a agentes do governo público e não apóia ou financia candidaturas ou partidos políticos. Alinhados ao Código de Ética Empresarial, os contratos com fornecedores incluem critérios de Responsabilidade Corporativa, como proibição do trabalho infantil ou escravo e adoção de padrões ambientais que superam os previstos pela legislação. Em 2007, dos 272 contratos ativos com as empresas parceiras, 61% deles (166) registravam cláusulas de proibição de trabalho forçado e uso de mão-de-obra infantil. Esses critérios passaram a ser inseridos pela Coelce a partir de 2005, por isso estão ausentes nos contratos antigos ainda em vigor, mas que receberão o conteúdo na próxima renovação. A Coelce realizou vistoria em 54 empresas fornecedoras de serviço em 2007, escolhidas de forma aleatória dentre as que já tinham as cláusulas especificadas em contrato, não registrando nenhuma ocorrência de trabalho forçado ou infantil. As empresas contratadas para a vigilância das sedes devem cumprir a determinação da Polícia Federal de oferecer curso de Direitos Humanos aos seguranças, com objetivo de conscientizá-los sobre o respeito aos direitos humanos, o atendimento adequado e prioritário para as pessoas com deficiência e a importância de desenvolver hábitos de sociabilidade que permitam um bom relacionamento no trabalho e em outras esferas do convívio social. Em 2007, receberam treinamento 40 colaboradores parceiros da empresa Ceará Segurança, num total de 720 horas-homem treinadas Para os funcionários e colaboradores parceiros, a Coelce dissemina de forma constante seus Valores corporativos e os conceitos de responsabilidade social, mas ainda não contabiliza o total de horas em treinamento específico em aspectos de direitos humanos. Código de Conduta dos Empregados O documento, que reúne as diretrizes de boa conduta profissional, é entregue a todos os novos profissionais que ingressam na Coelce, além de estar divulgada na Intranet. Um dos itens ressaltados refere-se ao uso de divulgação de informação privilegiada, que não deve ser utilizada em benefício próprio ou de terceiros. Agir com respeito e ética e vivenciar os Valores da Companhia também constam das normas. Código de Postura dos Administradores Aplica-se a todos os diretores da Coelce, norteando as ações comportamentais dos executivos em nome da ética e do profissionalismo. Canal Ético Garantindo completa confidencialidade, o Canal Ético recebe denúncias sobre más práticas 24/07/2008 16:56:46 Pág: 104 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA corporativas referentes à conduta, contabilidade, controle e auditoria interna. Por meio do site da Coelce, o interessado pode realizar sua manifestaçãou/ denúncia, que será encaminhada para uma empresa independente, que analisará a questão e acionará os órgãos competentes para resolver a questão. O Canal Ético, que atende às exigências da Lei Sarbanes-Oxley, é mantido pelo Grupo Endesa na Espanha e não recebeu nenhuma denúncia de má conduta, casos de discriminação ou de corrupção envolvendo empregados da Coelce, em 2007. Comissão de ética Busca zelar pelo respeito ao Código de Conduta dos Empregados e ao Código de Ética Empresarial. A comissão, composta pelo diretor-presidente, diretores vice-presidentes, Gerência Jurídica e pelo Departamento de Remuneração e Relações Trabalhistas, é responsável por analisar os casos de irregularidades e decidir quais medidas adotar. Em 2007, não foi registrada nenhuma denúncia de violação dos códigos. Auditoria Interna Procura garantir o cumprimento das normas e procedimentos estabelecidos pela Companhia e auditar os sistemas de controle interno, a fim de combater erros e fraudes. O programa de auditoria interna é coordenado em nível corporativo, reforçando sua atuação com autonomia em relação à Diretoria de cada companhia do grupo Endesa. Auditoria Independente As demonstrações econômico-financeiras são auditadas pela AGN Canarim Auditores Associados, contratada pela Coelce até 2009. Além da auditoria externa, a AGN não realiza nenhum outro serviço para a Coelce, mantendo o princípio da independência. Unidade de Controle Interno Como parte do Grupo Endesa, que possui títulos negociados na Bolsa de Valores de Nova York, a Coelce se adequou aos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley, criando uma área de Controle Interno, que tem a função principal de monitorar e garantir a eficácia dos planos de ação para gerenciar os riscos relacionados à atividade. Ouvidoria Os consumidores contam com canais de comunicação com a Coelce, viabilizado por meio de central telefônica gratuita (0800), e-mails e correspondências. Essas áreas atuam de forma imparcial, mediando conflitos, reclamações e denúncias. Os detalhes serão citados no capítulo Clientes. Conselho de Consumidores Seu caráter consultivo volta-se para a orientação, análise e avaliação das questões ligadas às tarifas e ao fornecimento e aperfeiçoamento dos serviços prestados ao consumidor da Coelce. O Conselho dos Consumidores (Conerge) tem um representante titular e outro suplente das 24/07/2008 16:56:46 Pág: 105 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.00 - INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA classes, residencial, rural, comercial, industrial e poder público, além da participação do órgão de defesa dos consumidores estadual. Em 2007, foram realizadas dez reuniões, em Fortaleza e uma no interior, em Baturité. Relações com Investidores Esta área cuida da comunicação com o mercado de capitais e acionistas, divulgando informações precisas da Coelce, acompanhadas de análises dos indicadores econômicofinanceiros e operacionais. Em 2007, a equipe realizou dois encontros com analistas e investidores na Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), em Fortaleza e São Paulo, além da participação do Painel Setorial de Energia Elétrica, organizado pela Abradee, com o apoio da Apimec. Gerência Jurídica Especialistas com conhecimentos técnico-jurídicos representam a Coelce perante as esferas do Poder Judiciário, Executivo e Legislativo. Gerência de Regulação e Mercado Acompanha a regulamentação do Setor Elétrico Brasileiro e as medidas necessárias para a Coelce atender com qualidade ao mercado projetado, minimizando os riscos e aproveitando ao máximo as oportunidades do mercado. 24/07/2008 16:56:46 Pág: 106 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2007 Reapresentação Espontânea 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE Legislação Societária 07.047.251/0001-70 20.01 - DESCRIÇÃO DAS INFORMAÇÕES ALTERADAS Alteração na data de eleição dos Diretores Jurídico, Planejamento e Controle, Regulação e Financeiro e de Relações com Investidores. Alteração do quadro 4.1 Capital Social Alteração da data do último estatuto alterado no quadro 6.4. 24/07/2008 16:56:51 Pág: 107 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 ÍNDICE GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA 01 01 IDENTIFICAÇÃO 1 01 02 SEDE 1 01 03 DEPARTAMENTO DE ACIONISTAS 1 01 04 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 2 01 05 REFERÊNCIA / AUDITOR 2 01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2 01 07 CONTROLE ACIONÁRIO / VALORES MOBILIÁRIOS 3 01 08 PUBLICAÇÕES DE DOCUMENTOS 3 01 09 JORNAIS ONDE A CIA DIVULGA INFORMAÇÕES 3 01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3 02.01 01 COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA 4 02.01 02 COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO FISCAL 6 02 02 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADM. E FISCAL) E 7 03 01 EVENTOS RELATIVOS A DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL 17 03 02 POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DE AÇÕES ORDINÁRIAS E/OU PREFERENCIAIS 18 03 03 DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DAS AÇÕES 20 04 01 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 48 04 02 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 49 04 03 BONIFICAÇÃO/DESDOBRAMENTO OU GRUPAMENTO DE AÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 50 04 04 CAPITAL SOCIAL AUTORIZADO 51 04 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL ACIONÁRIO AUTORIZADO 51 06 01 PROVENTOS DISTRIBUÍDOS NOS 3 ÚLTIMOS ANOS 52 06 03 DISPOSIÇÕES ESTATUTÁRIAS DO CAPITAL SOCIAL 53 06 04 DIVIDENDO OBRIGATÓRIO 53 07 01 REMUNERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ADMINISTRADORES NO LUCRO 54 07 02 PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 54 09 01 BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA 55 09 02 CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO 57 10 01 PRODUTOS E SERVIÇOS OFERECIDOS 60 10 02 MATÉRIAS PRIMAS E FORNECEDORES 61 11 01 PROCESSO DE PRODUÇÃO 62 11 02 PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO 63 11 03 POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO 65 12 01 PRINCIPAIS PATENTES, MARCAS COMERCIAIS E FRANQUIAS 70 13 01 PROPRIEDADES 71 14 05 PROJETOS DE INVESTIMENTO 73 15 01 PROBLEMAS AMBIENTAIS 75 16 01 AÇÕES JUDICIAIS 85 17 01 OPERAÇÕES COM EMPRESAS RELACIONADAS 86 18 01 ESTATUTO SOCIAL 87 20 00 INFORMAÇÕES SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA 99 24/07/2008 16:56:54 Pág: 108 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2007 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Legislação Societária Reapresentação Espontânea 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 CIA ENERG CEARA - COELCE 07.047.251/0001-70 ÍNDICE GRUPO QUADRO 20 01 DESCRIÇÃO PÁGINA DESCRIÇÃO DAS INFORMAÇÕES ALTERADAS 24/07/2008 16:56:54 107 Pág: 109