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Projeto Político­Pedagógico
EE JOSÉ ALVES QUITO
1 ­ Identificação
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL JOSÉ ALVES QUITO
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CORGUINHO – MS
2012
1.0 IDENTIFICAÇÃO
A Escola Estadual José Alves Quito, mantida pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do
Sul, situa­se à Avenida Paulo Vieira Barbosa nº 469 ­ Corguinho/MS. Foi criada em 1972 através do Decreto nº
939/72. Reconhecimento do Ensino Fundamental: Deliberação CEE/MS nº 1504 de 14/05/1987 Autorização do
Ensino Médio: Resolução SED/MS nº 1247 de 14/05/1998 Reconhecimento do Ensino Médio: Deliberação CEE/MS
nº 5570 de 08/10/1999 .Parecer nº 05/2011 SED Autorização de Funcionamento de Extensão da Escola Estadual
José Alves Quito, na Escola Pólo Municipal Francisco Nogueira Sobrinho, Distrito do Taboco Município de
Corguinho­MS.
Atualmente o Ensino Fundamental é autorizado através da Resolução/SED nº 2145 de 19 de dezembro de
2007 , o Ensino Médio pela Resolução SED/MS nº 2419 de 21/12/2010.
2 ­ Apresentação do PPP
Pensar um PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO implica pensar o tipo e qualidade de escola, a concepção de homem e de sociedade que se
pretende construir. A necessidade de um PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO na escola antecede a qualquer decisão política ou exigência
legal, já que enquanto educadores e enquanto membros da instituição escolar, devemos ter claro a que horizontes pretendemos chegar com os
nossos estudantes, com a comunidade e com a sociedade, caso contrário não estaremos exercendo o nosso papel de educador, mas simplesmente
de “aventureiro”, que não sabe onde quer chegar.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Nº 9394/96, em seu Art.12, inciso I, prevê que “os estabelecimentos de ensino,
respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica”, deixando
explicita a idéia de que a escola não pode prescindir da reflexão sobre sua intencionalidade educativa.
Assim, segundo Vasconcellos (1995) o Projeto Político Pedagógico
“É um instrumento teórico ­ metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida,
consciente, sistematizada, orgânica e o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os
agentes da instituição.”
Neste sentido, o projeto não é somente uma carta de intenções, nem apenas uma exigência de ordem administrativa, pois deve expressar a
reflexão e o trabalho realizado em conjunto por todos os profissionais da escola, no sentido de atender às Diretrizes do Sistema Nacional de
Educação, bem como às necessidades locais e específicas da clientela da escola, ela é “a concretização da identidade da escola e do oferecimento de
garantias para um ensino de qualidade.
Com base no exposto acima, a reelaboração/adequação do PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO da Escola Estadual José Alves Quito teve a
participação de todas as pessoas envolvidas no processo, tendo como objetivo intensificar o desenvolvimento de ações cooperativas para a
melhoria do ensino e da aprendizagem.
O desejo de todos, hoje, é a democracia participativa, sendo que isso ocorreu durante a reelaboração deste projeto político pedagógico, uma vez
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que houve a participação de representantes dos segmentos da comunidade escolar, nas atividades e questionários desenvolvidos e aplicados pela
Unidade Escolar.
Nesta perspectiva, o diálogo, a comunicação e a interação foram fatores relevantes para o intercâmbio de experiências e integração entre os
envolvidos.
Com este Projeto Pedagógico, firmamos o real compromisso de trabalhar a realidade existente com a realidade desejada, porque desejamos uma
escola em que todos possam falar e ouvir, participar e agir de forma consciente, competente e compromissada com a verdade, com os valores
humanos e o respeito às diferenças, elegendo a DEMOCRACIA, o SERVIÇO AO CLIENTE e as PARCERIAS como valores essenciais de toda
prática educativa.
3 ­ Missão
Oferecer um ensino de qualidade aos estudantes, contribuindo para a formação de indivíduos críticos e
conscientes, capazes de agir na transformação da sociedade, num ambiente democrático atendendo às
necessidades da comunidade.
4 ­ Visão
Visão de futuro: Escola de referência, onde a liberdade de expressão, as parcerias e o serviço ao cliente
caminhem juntos em busca de uma educação de qualidade que atenda a todos aqueles que necessitem de
seus serviços.
5 ­ Valores
Democracia, Serviço ao Cliente e as Parcerias.
6 ­ Diagnóstico
6.1 ­ Situação socioeconômica e educacional da comunidade
A clientela é composta por estudantes da zona urbana e muitos estudantes oriundos da zona rural, os quais dependem do transporte escolar,
assegurado por Lei.
Quanto ao fator econômico a clientela oscila entre filhos e ou mesmo trabalhadores braçais, comerciantes, funcionários públicos e pequenos
proprietários. Sendo que muitos participam de Programas de apoio governamental (Bolsa Família, Vale Renda...)
A equipe pedagógica constitui ­ se de professores habilitados, sendo efetivos e convocados.
A Equipe Técnica constitui­se de trabalhadores pertencentes ao Quadro Efetivo do Estado de Mato Grosso do Sul, concursados em suas funções.
6.2 ­ Histórico da escola
A Escola Estadual José Alves Quito, teve sua fundação em 1972. A partir da doação do terreno realizada
por um munícipe de mesmo nome.
A estrutura física inicial da escola constituía­se de quatro salas de aula, a secretaria, os banheiros, uma
quadra rústica e uma cozinha. Hoje, porém, após ter passado por várias reformas e ter recebido um
incentivo do Governo Federal: A Escola Básica Ideal, nossa Escola, conta com uma ampla instalação.
Em seu marco inicial, o ensino era até a 5ª série ginasial, tendo a implantação progressiva das demais, da
referida etapa de ensino. No ano de 1987, ocorreu a implantação do Ensino Médio com o Curso Técnico
em Contabilidade , na sequência Curso Magistério e Curso 7044/82. Em 2007 houve a criação da extensão
no Distrito do Taboco, na Escola Pólo Municipal Francisco Nogueira Sobrinho, a qual atende na
modalidade Educação Básica do Campo, na Etapa do Ensino Médio.
6.3 ­ Situação física da escola
A Unidade Escolar conta com 13 salas de aula, destas são adaptadas 01 para sala de professores e 01 para sala de recurso
multifuncional/Ludoteca, cozinha, refeitório, banheiros para estudantes e funcionários, banheiros adaptados para atender estudantes com
necessidades educacionais especiais, diretoria, secretaria, sala da coordenação pedagógica, refeitório, salão para reuniões, sala da rádio escola,
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laboratório de Química, Física e Biologia, sala de tecnologia, biblioteca, quadras de esporte, sendo uma coberta, vestiários masculino e feminino.
A escola possui um amplo pátio gramado e arborizado, murada em todo o seu entorno, tendo meia mureta e grade na entrada, o que embeleza a
escola e proporciona um ambiente aprazível e seguro para estudantes, professores e funcionários.
6.4 ­ Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo
RELAÇÃO NOMINAL DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
NOME
Cargo/função
Areolina Tereza
Garcia Santos
Agente De
Limpeza
Escolaridade
Curso
Habilitação
_
Ensino Fundamental Incompleto
Ensino Médio;
Ana Cicera Da
Silva
Agente De
Limpeza
Profuncionário.
Técnico Em Infraestrutura Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio.
Débora Gonçalves
Barbosa
Profuncionário;
Técnico Em Secretaria Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio.
Assistente De
Atividades
Educacionais ­
Secretária
Licenciatura Plena
Pedagogia.
Edith Canhete Da
Costa
Ensino Médio;
Agente De
Merenda
Profuncionário.
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Técnico Em Alimentação Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio.
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Edima Costa De
Almeida Lopes
Pedagogia – Licenciatura Plena;
Supervisão Escolar De 1º E 2º Graus E
Magistério Das Matérias Pedagógicas Do 2º
Grau;
Coordenadora
Pedagógica
Professsora
Pós Graduação Lato Sensu Em
Planejamento Educacional.
Euzenir Fernandes
Dos Santos
Profuncionário
Técnico Em Infraestrutura Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio;
Agente De
Limpeza
Licenciatura Plena.
Letras
Luciano Borges
Fernandes
Agente De
Merenda
Ensino Médio
­
Agente De
Merenda
Administração
Bacharel
Marluce Bileco
Rodrigues
Lucimeire Lima
De Andrade
Carvalho
Profuncionário;
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Técnico Em Secretaria Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio;
Agente De
Atividades
Educacionais
Bacharel;
Administração
Pós Graduação Lato Sensu Em Gestão
Para O Desenvolvimento Empresarial
E De Recursos Humanos.
Maria Socorro
Oliveira Da Silva
Profuncionário;
Técnico Em Secretaria Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio;
Agente De
Atividades
Educacionais
História
Licenciatura E Bacharel
Pós Graduação Lato Sensu Em Gestão
Escolar E A Coordenação Pedagógica
Frente A Educação Inclusiva
Maria Do Rosario
Mendes
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­
Auxiliar De
Inspeção
Ensino Médio;
Profuncionário
Técnico Em Infraestrutura Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio.
Nilza Aparecida
Gonçalves
Cáceres Da Silva
Da Silva
Profuncionário;
Técnico Em Secretaria Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio;
Assistente De
Atividades
Educacionais
Português/Inglês
Letras – Licenciatura
Renata Marques
Agente De
Merenda
Ensino Médio
­
­
Rosimeire
Fernandes De
Lima
Ensino Médio;
Agente De
Limpeza
Profuncionário.
Técnico Em Infraestrutura Escolar – Eixo
Tecnológico: Apoio Educacional – Educação
Profissional Técnica De Nível Médio.
Venildo Batista
Barboza
2º Grau Para Magistério;
Pré Escola E Do Ensino De 1º Grau – 1ª À 4ª
Série;
Professor ­
Diretor
Geografia
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Licenciatura E Bacharel.
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Pós Graduação Lato Sensu Em Gestão
Escolar.
6.5 ­ Recursos materiais e tecnológicos disponíveis e sua adequação, móveis,
equipamentos e material didático.
A Unidade Escolar conta com Computadores para uso administrativo e estudantes; impressoras;
máquinas de xérox; retroprojetores; aparelhos de televisão; vídeos cassetes; DVDs; Data show, notbook,
antenas parabólicas; internet; filmadora; rádio gravador; caixa amplificada; telescópio, acervo de fitas
gravadas; biblioteca; máquina fotográfica; mapas, tela para retro projetor; mimeógrafos, material didático­
pedagógico, jogos educativos, CDs educativos, globos, material dourado, Lousa Interativa, Tablets e
outros....
A E.E José Alves Quito necessita de melhorias de infra­estrutura tais como:
· modernização dos equipamentos de informática;
acervo bibliográfico;
mobiliário e ar condicionado para o salão de reuniões;
climatização para todas as salas de aula;
construção de passarela coberta na entrada da escola, bem como nos corredores entre as salas de
aula;
redimensionamento da rede elétrica;
tela para quadra, cortinado lateral da quadra, quadro branco em sala;
toldo para as janelas das salas laterais;
remodelação nas vias de acesso no quesito acessibilidade.
Construções de salas para Brinquedoteca,Biblioteca e cobertura da outra Quadra de Esporte.
6.6 ­ Existência de sala de recursos multifuncional.
A escola dispõe de uma sala de recursos multifuncional (AEE ­ Atendimento Educacional Especializado),
realizado em consonância com as Diretrizes Operacionais da Educação Básica, contemplada no ano de
2012 como uma das dimensões da escola das diferenças. Desse modo, o trabalho pauta­se na identificação,
elaboração, produção e organização de serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias,
considerando as necessidades específicas para a construção de um plano de atuação para eliminá­las.
São atendidos, na Sala de Recursos Multifuncional: alunos com deficiência de natureza física, mental,
intelectual ou sensorial.
A organização no atendimento do AEE em nossa escola, considera as peculiaridades de cada aluno, tendo
por finalidade promover, de forma integradora o desenvolvimento de capacidades, que representa valores
condizentes com a igualdade de direitos e oportunidades educacionais para todos.
O atendimento na AEE da EEJAQ é realizado no contra turno das suas atividades escolares, em grupos
com até três estudantes, com mesma idade e ano escolar, os atendimentos individuais acontecerão quando
necessários mediante justificativa, cada atendimento terá a duração de no mínimo uma hora e no máximo
duas horas dependendo da necessidade e deficiência de cada aluno, mediado por um pedagogo com
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especialização na área da educação especial.
Os alunos público­alvo da educação especial está estabelecida na Política Nacional de Educação Especial
na Perspectiva da Educação Inclusiva e no Decreto N.6.571/2008. O AEE complementa e/ou suplementa a
formação do aluno, visando a sua autonomia na escola e fora dela, constituindo oferta obrigatória pelos
sistemas de ensino. São atendidos, em parceria com a Prefeitura Municipal, na Sala de Recursos
Multifuncionais:
• Alunos com deficiência: Aqueles [...] que têm impedimentos de longo prazo de
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais em interação com diversas barreiras que podem
obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas
(ONU, 2006).
• Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: Aqueles que apresentam
alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e
atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Incluem­se nesse grupo alunos com autismo, síndromes do
espectro do autismo e psicose infantil. (MEC/SEESP,2008).
A interface não é só entre professores, mas entre família e demais serviços setoriais da saúde, da assistência
social, entre outros.
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM BRINQUEDOTECA
A Brinquedoteca é um espaço onde a criança tem liberdade para agir, escolhendo seus
jogos, brinquedos e brincadeiras de acordo com suas necessidades, potencialidades e habilidades. Nesse
contexto o espaço é organizado de forma a oferecer o acesso aos brinquedos de forma agradável, onde a
mesma possa brincar livremente, em que os jogos e brinquedos estarão ao alcance, em embalagens que
possam ser manuseadas, bem como, em boas condições de uso, higienizados e separados de acordo a sua
finalidade.
(...) Para melhor organização e funcionalidade a brinquedoteca é dividida em cantinhos, tais
como: cantinho da leitura, cantinho do faz de conta, cantinho dos jogos e brinquedos, cantinho das
invenções, cantinho da tecnologia, videoteca. Os cantinhos podem ser alterados de acordo as necessidades
pertinentes ao estudante.
Caberá ao brinquedista, a organização e a conservação do acervo, os registros serão
realizados em formulários, como: registro de frequência do aluno, formulário de acompanhamento do
aluno, formulário de entrevista, planejamento, termo de compromisso, termo de autorização de imagem. O
brinquedista realizará ainda a organização do acervo, mantendo a brinquedoteca organizada.
O atendimento na Brinquedoteca da EEJAQ é realizado no contra turno das suas atividades escolares, em
grupos com até três estudantes, com mesma idade e ano escolar, os atendimentos individuais acontecerão
quando necessários mediante justificativa, cada atendimento terá a duração de 50(cinquenta) minutos,
mediado por um pedagogo com especialização na área da educação especial.
7 ­ Organização da escola
7.1 ­ Gestão escolar
A Gestão Escolar é o processo que rege o funcionamento da escola, compreendendo tomada de decisão conjunta no planejamento, execução,
acompanhamento e avaliação das questões administrativas e pedagógicas, envolvendo a participação de toda a comunidade escolar.
A comunidade escolar é o conjunto constituído pelos profissionais da educação, estudantes, pais ou responsáveis e funcionários que
protagonizam a ação educativa desta Unidade Escolar.
A estrutura organizacional de gestão administrativa e pedagógica da Escola Estadual José Alves Quito é composta por:
»Direção Escolar
»Secretaria;
»Coordenação Pedagógica ;
»Assessoramento Escolar;
»Corpo Docente;
» Apoio Técnico Operacional;
» Coordenação de área de Língua Portuguesa e Matemática;
» Progetec;
DIREÇÃO
À Direção cabe a gestão dos serviços escolares, no sentido de garantir o alcance dos objetivos educacionais desta Unidade Escolar, definidos nas
Políticas Educacionais da Secretaria de Estado de Educação.
A Direção desta Unidade Escolar é composta por Diretor, eleito pela comunidade escolar, conforme legislação vigente e designado por ato próprio
do Secretário de Estado de Educação.
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A direção desta Unidade Escolar tem por finalidade exercer a coordenação geral das atividades pedagógicas, administrativas e financeiras e é
constituída de Diretor.
Em seus afastamentos legais e eventuais o Diretor é substituído por um profissional designado pelo Órgão competente, pois não conta em seu
quadro, de acordo com a Legislação vigente, com diretor adjunto.
ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR
São atribuições do diretor desta Unidade Escolar:
» representar a Unidade Escolar, responsabilizando­se com a APM e com o colegiado escolar pelo seu funcionamento;
» cumprir e fazer cumprir a legislação do ensino e as demais determinações legais das autoridades competentes;
»manter atualizado o inventário dos bens públicos, zelando por sua conservação;
» apresentar, bimestralmente, à comunidade escolar relatório de desempenho acadêmico dos estudantes, propondo ações de melhoria dos
resultados;
»coordenar as atividades pedagógicas, administrativas e financeiras em consonância com a APM e o Colegiado Escolar;
» decidir sobre as transgressões disciplinares dos estudantes e servidores, ouvida a coordenação pedagógica e o Colegiado Escolar, respeitadas as
normas vigentes;
» executar as determinações emanadas dos órgãos aos quais a Unidade Escolar está subordinada;
» conceder férias regularmente aos funcionários da Unidade Escolar;
» articular­se com a coordenação pedagógica na elaboração, implementação e avaliação da Proposta Pedagógica(Projeto Político Pedagógico), do
Plano de desenvolvimento da escola (PDE) e do regimento escolar;
»elaborar plano de aplicação dos recursos financeiros em conjunto com a APM e Colegiado Escolar;
» gerir os recursos financeiros em conjunto com a APM e com o Colegiado Escolar;
» atender com urbanidade, respeito e atenção todos os funcionários, estudantes e comunidades escolar;
» exercer outras atividades administrativas, que lhe couberem ou pertencentes ao desempenho das suas funções.
EQUIPE PEDAGÓGICA
A Equipe Pedagógica desta Unidade Escolar é a responsável pela coordenação, implantação e implementação, na Unidade Escolar, das Diretrizes
Pedagógicas emanadas da Secretaria de Estado da Educação.
A equipe Pedagógica é composta por Coordenador Pedagógico e Corpo Docente.
A Coordenação Pedagógica tem por finalidade a coordenação das atividades pedagógicas, em articulação com o Diretor e o corpo docente.
A Escola conta em seu quadro com uma Coordenadora Pedagógica Especialista em Educação e uma professora – coordenadora designada
conforme os termos da legislação específica.
– ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
São atribuições dos coordenadores pedagógicos:
» coordenar a elaboração do Projeto Político­Pedagógico ou Proposta Pedagógica, do PDE, e do Regimento Escolar, acompanhando a sua
execução;
» elaborar e apresentar à Direção o plano de trabalho antes do início do ano letivo;
» coordenar o Conselho de Classe e implementar ações no sentido de melhorar o desempenho dos estudantes;
» orientar o trabalho dos professores na elaboração, na execução e na avaliação do plano pedagógico, com foco na sua adequação ao Projeto
Político­Pedagógico ou Proposta Pedagógica, e ao currículo escolar;
» considerar a análise dos resultados das avaliações instituídas pela Secretaria de Estado de Educação, como referência, no planejamento das
atividades pedagógicas;
» assessorar, técnica e pedagogicamente, os professores de forma a adequar o seu trabalho aos objetivos da Unidade Escolar e aos fins da
educação;
» acompanhar e orientar, sistematicamente, o planejamento e a execução do trabalho pedagógico realizado pelo corpo docente;
» participar de programas de formação continuada que possibilitem o seu aprimoramento profissional e consequentemente, o seu fazer pedagógico;
» coordenar e incentivar a prática de estudos que contribuam para a apropriação de conhecimentos do corpo docente;
» participar efetivamente das decisões relacionadas à vida escolar do estudante;
» desempenhar outras atribuições de natureza pedagógica que lhe forem solicitadas, por seus superiores;
» acompanhar e avaliar os resultados do rendimento escolar dos estudantes em conjunto com os professores;
» analisar o desempenho dos estudantes com dificuldades de aprendizagem, redefinindo estratégias com os professores;
» elaborar e propor à Secretaria de Estado de Educação projetos, juntamente com a Direção Escolar, que visem à melhoria acadêmica dos
estudantes.
CORPO DOCENTE
O Corpo Docente é constituído pelos professores regularmente lotados na Unidade Escolar consoante as etapas da Educação Básica oferecidas e
Matrizes Curriculares aprovadas e operacionalizadas.
O Corpo Docente é constituído por professores habilitados, sendo que 07 professores pertencem ao Quadro Permanente da Secretaria de Estado
de Educação, os demais são convocados.
ATRIBUIÇÕES DOS PROFESSORES
São atribuições dos professores desta Unidade Escolar:
» participar da elaboração da proposta pedagógica da Unidade Escolar;
» elaborar e executar a programação referente à regência de classe e atividades afins;
» executar atividades de exame final de estudantes nos períodos previstos no calendário escolar;
» participar do Conselho de Classe;
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» manter permanente contato com os pais ou responsáveis, informando­os e orientando­os sobre o desenvolvimento dos estudantes e obtendo
dados de interesse para o processo educativo;
» participar de atividades educativas promovidas pela comunidade escolar;
» participar da Associação de Pais e Mestres e outras instituições auxiliares da Unidade Escolar;
» executar e manter atualizados os registros relativos as suas atividades e fornecer informações conforme as normas estabelecidas;
» responsabilizar­se pela utilização, manutenção e conservação de equipamentos e instrumentos em uso;
» fornecer ao coordenador pedagógico relação de materiais de consumo necessários ao desenvolvimento das atividades curriculares;
» comparecer pontualmente às aulas e às reuniões para as quais tenha sido convocado;
» utilizar metodologia de ensino adequada e compatível com os objetivos da Unidade Escolar, expressos na proposta pedagógica;
» proceder à avaliação do rendimento escolar dos estudantes em termos de objetivos propostos, como processo contínuo de acompanhamento da
aprendizagem;
» utilizar os resultados obtidos nas avaliações, com função diagnóstica, a fim de subsidiar a reformulação da proposta pedagógica, quando
necessário;
» corrigir, com o devido cuidado e dentro dos prazos estabelecidos, as provas e trabalhos escolares;
»comentar com os estudantes as provas e trabalhos escolares, esclarecendo erros e os critérios adotados;
» registrar os resultados das avaliações, obtidos durante o processo de ensino e de aprendizagem, de forma que possam ser levados ao
conhecimento dos estudantes, dos seus pais, dos coordenadores pedagógicos e demais interessados;
» entregar na secretaria da escola, em tempo hábil, após o término de cada período ou bimestre, as relações de notas e de faltas dos estudantes;
» escriturar o diário de classe, observando rigorosamente as normas pertinentes;
» manter a disciplina em sala de aula e colaborar para a ordem e disciplina geral na Unidade Escolar;
» conhecer as normas educacionais vigentes;
» analisar, juntamente com os coordenadores pedagógicos, as ementas curriculares dos estudantes, a fim de definir as adaptações necessárias, o
aproveitamento de estudos e, conseqüente, a classificação, quando for o caso;
» prestar assistência aos estudantes que necessitam de estudos de adaptação.
ASSESSORAMENTO ESCOLAR
A Direção Escolar será assessorada pelo Supervisor de Gestão Escolar que deverá:
» orientar, assessorar e propor ações à Direção Escolar, visando a aprimoramento do processo educativo;
» acompanhar e orientar a Direção Escolar no desenvolvimento da política educacional vigente;
» verificar e avaliar a Gestão Escolar, quanto à observância das normas legais e dos regulamentos a ela aplicáveis;
» atender à Secretaria de Estado de Educação, quando da solicitação de levantamento de dados e de informações;
» acompanhar os projetos desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Educação em parceria com os municípios.
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR DE GESTÃO ESCOLAR
» proceder à verificação e à avaliação da Unidade Escolar, quanto ao cumprimento das normas legais;
» apresentar proposições que contribuam para a reformulação da política educacional;
» propor ações que viabilizem a melhoria da qualidade da educação escolar;
» identificar e avaliar as condições de funcionamento da Unidade Escolar, quanto à gestão pedagógica, administrativa e financeira, e informar à
Direção e à Secretaria de Estado de Educação;
» orientar e assistir a Unidade Escolar na elaboração do Projeto Político­Pedagógico ou da Proposta Pedagógica, do Plano de Desenvolvimento
Escolar (PDE) e do Regimento Escolar, bem como na interpretação e no cumprimento da legislação;
» realizar e utilizar pesquisas que visem à melhoria do ensino;
» incentivar a integração das Unidades Escolares, visando à troca de experiências pedagógicas;
» orientar e acompanhar o processo de criação de novos cursos e a organização da Unidade Escolar;
» participar das reuniões do Colegiado Escolar, quando necessário;
» zelar pelo cumprimento da legislação vigente;
» apresentar relatórios e informações das Unidades Escolares sob a sua responsabilidade, sempre que solicitado pela Secretaria de Estado de
Educação.
A função do Supervisor de Gestão Escolar não exclui a responsabilidade administrativa, a civil e a penal dos dirigentes da Unidade Escolar.
EQUIPE ADMINISTRATIVA
A Equipe Administrativa é responsável em dar suporte ao funcionamento de todos os setores da Unidade Escolar, proporcionando condições para
que os mesmos cumpram suas reais funções.
A Equipe Administrativa desta Unidade Escolar é composta por servidores do Grupo de Apoio Técnico Operacional, sendo:
SECRETARIA
A Secretaria desta Unidade Escolar é o órgão responsável pelo arquivo e pela escrituração dos fatos relativos à vida escolar dos estudantes, à vida
funcional dos corpos docente e técnico­administrativo, pela expedição de documentos e pela correspondência oficial da Unidade Escolar.
A função de Secretário é exercida por profissional com formação em nível superior, escolhido pelo Diretor e designado através de ato do
Secretário de Estado de Educação.
Durante seus afastamentos legais e eventuais o Secretário é substituído por um funcionário, designado pela Direção, através de Portaria.
Atribuições do secretário:
» realizar atividades de assessoramento à direção da Unidade Escolar;
» responder pela secretaria da Unidade Escolar e apoiar os serviços administrativos;
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» analisar, organizar, registrar e documentar fatos ligados à vida escolar dos estudantes e à vida funcional dos servidores lotados na Unidade
Escolar;
» atender às informações solicitadas pela Secretaria de Estado de Educação;
» executar outras tarefas, quando solicitadas, por seus superiores;
» atender com atenção, urbanidade e respeito todos os funcionários, estudantes, pais e comunidade em geral.
Os Serviços de Apoio Técnico Operacional compreendem o conjunto de servidores administrativos, destinados a oferecer suporte operacional às
atividades desta Unidade Escolar e é executado por funcionários Grupo de Apoio Técnico Operacional: Técnico de Assuntos Educacionais;
Assistente Técnico Operacional; Assistente de Administração; ­ Agente Técnico Operacional; Auxiliar de Administração; Auxiliar de Serviços
Diversos; Copeiro.
CORPO DISCENTE
O corpo discente desta unidade escolar é composto por todos os estudantes regularmente matriculados.
ATRIBUIÇÕES DO CORPO DISCENTE
São atribuições dos estudantes desta unidade escolar:
» comparecer pontualmente às aulas, provas e outras atividades preparadas e programadas pelo professor ou pela Unidade Escolar;
» desincumbir­se das obrigações que lhe forem atribuídas;
» tratar com civilidade os integrantes da comunidade escolar;
» colaborar para a preservação do patrimônio escolar;
» atender convocação da Direção Escolar, Coordenação Pedagógica e dos Professores;
» portar­se corretamente dentro da Unidade Escolar;
» indenizar os danos a que der causa, dentro da Unidade Escolar;
» integrar­se no processo pedagógico desenvolvido pela Unidade Escolar;
» comparecer e participar de todas as atividades promovidas pela Unidade Escolar;
» apresentar­se na Unidade Escolar devidamente trajado;
» manter hábitos de higiene em seu corpo, seu vestuário e em seus objetos escolares;
» permanecer até o término do horário escolar diário, afastando­se somente com autorização;
» desempenhar os deveres e as obrigações escolares que lhe forem atribuídas;
» trazer justificativa, por escrito, dos pais quando necessário;
» ter boa conduta na Unidade Escolar, evitando atitudes que prejudiquem o seu relacionamento e a sua integração na comunidade escolar;
» solicitar autorização ao professor para entrar e sair da sala de aula;
» participar de todas as atividades propostas, não se ocupando com trabalhos ou materiais de outra natureza;
» abster­se do uso do fumo, bebidas alcoólicas e substâncias ilícitas nas dependências da Unidade Escolar;
» comunicar a direção escolar sobre qualquer atividade extra a ser realizada na Unidade Escolar.
INSTITUIÇÕES INTEGRANTES DA UNIDADE ESCOLAR
As Instituições integrantes da Unidade Escolar são órgãos que atuam nesta Unidade Escolar colaborando na parte administrativa e pedagógica.
Integram a Unidade Escolar:
»Colegiado Escolar;
»Associação de Pais e Mestres;
»Conselho de Classe
COLEGIADO ESCOLAR
O Colegiado Escolar é integrante da Unidade Escolar, de caráter deliberativo, executivo, consultivo e avaliativo, nos assuntos referentes à gestão
pedagógica, administrativa e financeira desta Unidade Escolar, de acordo com as normas legais vigentes.
As funções deliberativas e executivas referem­se à tomada de decisões quanto ao direcionamento das ações pedagógicas, administrativas e de
gerenciamento dos recursos públicos.
Já as funções consultivas referem­se à emissão de pareceres para dirimir dúvidas e resolver situações no âmbito de sua competência.
E as funções avaliativas referem­se ao acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas por esta Unidade Escolar, objetivando a identificação
de problemas, propondo alternativas para a melhoria de seu desempenho.
Integram o Colegiado Escolar:
»Diretor na qualidade de membro nato e secretário executivo;
» profissionais da Educação Básica, com 50% (cinqüenta por cento) das vagas;
» estudantes e pais ou responsáveis, com os outros 50% (cinqüenta por cento) das vagas.
O Colegiado Escolar é regido por Estatuto Próprio.
O Colegiado Escolar desta Unidade Escolar se reúne ordinariamente uma vez por mês, convocado pelo presidente, o qual faz a convocação por
escrito com antecedência mínima de 03 dias.
Havendo necessidade o Colegiado se reúne extraordinariamente.
São atribuições do colegiado escolar:
» criar e garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da comunidade escolar, na elaboração e acompanhamento do Projeto Político­
Pedagógico ou Proposta Pedagógica, do Regimento Escolar e do Plano de Desenvolvimento Escolar (PDE);
» estimular a melhoria do desempenho acadêmico dos alunos da Unidade Escolar;
»participar da discussão com os segmentos e emitir parecer, quanto às alterações metodológicas, didáticas e administrativas da Unidade Escolar,
respeitadas as normas vigentes;
» indicar e discutir as falhas cometidas pelos e profissionais da Educação Básica, quando necessário, propondo soluções no âmbito escolar,
» sugerir e acompanhar a destinação dos recursos oriundos das esferas estadual e federal para Unidade Escolar;
» emitir parecer, quanto às prestações de contas dos recursos oriundos das esferas estadual e federal;
» divulgar, semestralmente, as informações à comunidade, referentes à aplicação dos recursos financeiros, aos resultados obtidos e qualidade dos
serviços prestados;
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» garantir a execução das determinações emanadas dos órgãos a que se subordinar;
» encaminhar, quando for o caso, à autoridade competente, proposta de instauração de sindicância ou processo administrativo disciplinar, com
vistas a apurar irregularidades de Diretor e ou Diretor­Adjunto, em decisão tomada pela maioria absoluta de seus membros e com razões
fundamentadas, documentadas e registradas formalmente;
» recorrer a instâncias superiores sobre questões omissas.
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES
A Associação de Pais e Mestres – APM desta Unidade Escolar é uma entidade civil, com personalidade jurídica, sem fins lucrativos, regida por
estatuto próprio, de acordo com a legislação vigente, integra a Unidade Escolar.
São atribuições da APM:
» interagir com a escola, como instrumento de transformação de ação, promovendo o bem­estar da comunidade do ponto de vista educativo,
cultural e social;
» contribuir para a solução de problemas inerentes à vida escolar, motivando convivência harmônica entre os pais e ou responsáveis legais,
professores, estudantes e funcionários da Unidade Escolar e membros da comunidade local;
» gerenciar recursos federais, estaduais de entidades públicas ou privadas, e das promoções e campanhas escolares.
A APM é regida por Estatuto próprio.
CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de Classe é o órgão colegiado, de natureza consultiva e deliberativa, em assuntos didático­pedagógicos.
O Conselho de Classe desta Unidade Escolar tem por finalidades:
» estudar e interpretar os dados resultantes da avaliação da aprendizagem dos estudantes e sua relação com o trabalho desenvolvido pelo professor
na direção do processo educativo, proposto no currículo pleno;
» acompanhar o processo de aprendizagem dos estudantes e analisar seus resultados, a fim de aperfeiçoá­lo;
» analisar os resultados da aprendizagem na relação com o desempenho da turma, com a organização dos conteúdos e com o encaminhamento
metodológico;
» participar do processo de classificação dos estudantes;
» decidir sobre as situações limítrofes dos estudantes que após exame final ficarem reprovados em, no máximo, duas áreas de conhecimento ou
dois componentes curriculares.
O Conselho de Classe da Escola Estadual José Alves Quito é constituído:
» pelo Diretor da Unidade Escolar;
» pelo Coordenador Pedagógico;
» pelos professores da classe;
» pelos estudantes da classe.
A presidência do Conselho de Classe é exercida pelo Diretor da Unidade Escolar que, em seus afastamentos legais ou eventuais, é substituído pelo
Coordenador Pedagógico.
O Conselho de Classe reunir­se­á, ordinariamente, uma vez a cada bimestre, extraordinariamente, quando convocado.
AÇÕES DO CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de classe envolve estudantes, professores, coordenação pedagógica e direção. Para que o Conselho de Classe funcione de forma
eficiente e eficaz os participantes devem cumprir suas funções e realizar as ações de forma organizada e sistemática.
Em reuniões conjuntas, estudantes, professores, coordenadores e direção devem: analisar as principais dificuldades e problemas enfrentados pela
turma durante o bimestre em cada Área de Conhecimento/ Disciplina. Após análise das dificuldades, elencar ações eficientes para solucioná­las e
melhorar a aprendizagem dos estudantes.
­ AÇÕES DOS ESTUDANTES
»Participação de todos os estudantes nas reuniões bimestrais expondo as dificuldades e ou expectativas frente ao processo educativo desenvolvido
no bimestre;
»Acompanhamento, registro e participação quanto às avaliações de cada estudante;
AÇÕES DOS PROFESSORES
» Apresentação dos conceitos avaliativos de cada estudante, ponderando a participação, a freqüência e o aproveitamento da turma;
»Análise conjunta de cada estudante, levando em consideração a atuação deste, junto às demais áreas de Conhecimento/Disciplina.
AÇÕES DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E DIREÇÃO
» Acompanhamento das proposições dos estudantes e professores visando à melhora do ensino­aprendizagem, incrementando­as sempre que
possível;
» Registro de cada resultado avaliativo;
»Análise dos resultados com estudantes, professores e pais, propondo ações significativas que contribuam para uma melhoria da aprendizagem
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dos estudantes.
7.2 ­ Organização do tempo e espaço
A Escola Estadual José Alves Quito considerando o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9394/96, a Proposta
de Educação do Governo de Mato Grosso do Sul, AS Deliberações do Conselho Estadual de Educação e as Resoluções da Secretaria de Estado
de Educação de MS, organiza seu regime escolar.
O Currículo do Ensino Fundamental e do Ensino Médio é organizado em anos.
O Ensino Fundamental, tem duração de 09 (nove) anos e estrutura­se em:
»Anos inicias com 05 (cinco) anos de duração, atendendo a faixa etária de 06 (seis) a 10(dez) anos;
»anos finais com 04 (quatro) anos de duração, atendendo a faixa etária de 11(onze) a 14 (quatorze) anos.
Do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental apresenta carga horária anual de, no mínimo, 800 horas e 200 dias letivos de efetivo trabalho escolar,
com jornada diária de, no mínimo quatro horas de efetivo trabalho escolar, no período diurno.
Na carga horária mínima anual não está inclusa a carga horária destinada à Área de Educação Religiosa e ao Exame Final.
O Ensino Médio, etapa final da Educação Básica, tem duração de 03 (três) anos, com carga anual de, no mínimo 800 horas e 200 dias letivos,
com jornada de quatro horas de efetivo trabalho escolar, no período diurno e noturno.
A Língua Estrangeira Moderna de freqüência obrigatória oferecida na Unidade Escolar é a Língua Estrangeira ­ Inglês no Ensino Fundamental e
no Ensino Médio. A Língua Estrangeira Moderna – Espanhol será de freqüência facultativa aos estudantes do Ensino Médio.
8 ­ Relações entre a escola e a comunidade
Apresenta­se estabelecida através da efetiva participação da comunidade na execução dos
Projetos Didáticos­ Pedagógicos desenvolvidos na escola, sendo:
PROJETO EDUCACIONAL: CONSELHO DE CLASSE PARTICIPATIVO
Objetivo: analisar os resultados obtidos em todas as Áreas de Conhecimento/ Disciplinas/Componentes
Curriculares em conjunto e definir estratégias visando um melhor aproveitamento por parte dos estudantes.
PROJETO: A ESCOLA DE PORTAS ABERTAS
Objetivo: Promover a integração entre a escola e a comunidade, realizando eventos comemorativos,
relevando sempre as tradições culturais e a participação de todos.
PROJETO: NA ESCOLA E NA VIDA DEZ
Objetivo: »Proporcionar incentivo ao processo de ensino e de aprendizagem;
» Redimensionar os valores de cidadania e ética a partir do ambiente escolar;
»Elevar o índice de aprovação;
»Implementar e reconduzir a disciplina;
»Ressaltar o papel das famílias na formação dos filhos.
PROJETO: TRANSITANDO PELA VIDA
Objetivo: Levar o estudante a conhecer a legislação do Trânsito, as regras de circulação e o
comportamento desejável pela sociedade para um trânsito mais seguro.
PROJETO: ARTE E CULTURA – MS
Objetivo: »Reconhecer e valorizar a cultura do nosso povo, enaltecendo­se enquanto cidadão sul­mato­
grossense.
» reconhecer nosso estado no contexto histórico brasileiro, bem como os acontecimentos políticos que
culminaram na divisão de mato grosso e consequentemente o surgimento de Mato Grosso do Sul – aspectos
legais;
» Localizar os marcos e monumentos de Mato Grosso do Sul, nossas tradições, heranças culturais
associados à formação Sul­Mato­Grossense.
PROJETO: FESTIVAL DA CANÇÃO – JAQ
Objetivo: Proporcionar aos alunos da Escola Estadual José Alves Quito e das Escolas Municipais de
Corguinho,oportunidades de demonstrar, através da sensibilidade artística, suas habilidades musicais.
» implantar, na escola, o Festival da Canção;
» oferecer aos estudantes a oportunidade de demonstrar seus talentos musicais;
» promover a integração dos estudantes da Escola Estadual José Alves Quito com os estudantes de outras
escolas;
» incentivar a criação de bandas musicais;
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» criar, na escola, um ambiente aprazível, um espaço de entretenimento significativo que contribua para
uma efetiva aprendizagem dos estudantes;
» oportunizar aos estudantes conhecimentos sobre a música brasileira;
» estimular o surgimento de novos talentos da música brasileira;
» criar um ambiente cultural, envolvendo os estudantes num clima de participação, de alegria, de
compromisso, no qual a música deverá ser o elo de ligação entre os estudantes, os professores e demais
funcionários da escola;
» promover integração da escola com a juventude através das linguagens artísticas promovendo valores
essenciais para a vida em sociedade;
» Contribuir para a melhoria do desempenho acadêmicos dos estudantes.
9 ­ Concepções teóricas
Em todos os lugares do mundo e em todos os tempos discute­se cada vez mais o papel essencial da
educação no desenvolvimento das pessoas e da sociedade como via privilegiada de desenvolvimento de
habilidades e competências individuais e coletivas.
O momento atual não é diferente, muito se discute e luta pela educação e sua qualidade.
Neste sentido é necessário considerar que a qualidade da educação e seu sucesso estão condicionados à
qualidade de vida geral do sujeito e da sociedade, assim a educação como um dos aspectos da vida humana,
depende, para sua realização de que os outros aspectos de vida do sujeito estejam bem resolvidos. Pois
como exigir soluções mágicas para a educação de qualidade, se as necessidades básicas do ser humano:
alimentação, moradia, emprego, saúde, saneamento básico, dignidade e respeito não estão sendo atendidos?
Como diz KLEIN
“Não existem problemas generalizados e permanentes de ensino, nem de alfabetização, senão numa
sociedade que, por encontrar­se em crise, apresenta problemas generalizados e contínuos, cuja solução
reside na superação dessa mesma sociedade em favor de outra, capaz de realizar mais plenamente as
condições gerais de vida humana.”
Assim é impossível obter soluções mágicas para a educação fora de um conjunto de soluções que
efetivamente enfrenta a crise social, na sua totalidade. (KLEIN, 1997).
Partindo disso, é necessário esforço para não permitir que as mazelas humanas e a barbárie se instalem,
para que os sujeitos sociais mantenham a integridade necessária para lutar e transformar a vida e a
sociedade, pois uma sociedade mais sã promove uma educação melhor.
Para a elaboração de um Projeto Político Pedagógico eficaz e eficiente faz­se necessária a abordagem de
uma concepção teórica que oriente toda a prática pedagógica, indicando caminhos a serem percorridos para
o alcance dos objetivos educacionais que se pretende.
Entendemos que é imprescindível que os educadores tenham a oportunidade de aprofundar o estudo e a
reflexão teórica para que seja superada a noção fragmentada e superficial quanto ao processo de ensino ­
aprendizagem que hoje se apresenta na educação brasileira.
Façamos agora um breve comentário sobre os fundamentos das tendências educacionais mais comuns
tendo como referência a reflexão de KLEIN E CAVAZOTTI ( 1992).
Inicialmente, numa perspectiva idealista, a capacidade cognitiva apresenta­se como um traço hereditário.
Neste caso a educação e o ensino não têm nenhum papel na produção e / ou desenvolvimento desta
capacidade. A capacidade de raciocinar é vista como inata, então o ensino limita­se apenas à transmissão
de informações. Sob esta perspectiva o método pedagógico centra­se na memorização de dados. O
conteúdo é transmitido na forma de definições, regras e fórmulas para memorização.
Já na perspectiva comportamentalista os fatores que determinam o desenvolvimento psíquico são os
estímulos recebidos do meio. Neste sentido a educação tem o objetivo de mudar comportamentos. Nesta
perspectiva o que prevalece é que o ensino se dá sempre a partir de paradigmas que devem ser seguidos e
repetidos passivamente pelo aluno.
Em contra partida, numa perspectiva construtivista piagetiana, o desenvolvimento cognitivo se dá na
forma de estruturas cada vez mais complexas que resultam de uma construção subjetiva do próprio sujeito,
ou seja, o sujeito constrói seu próprio intelecto. Neste caso o papel do professor limita­se a proporcionar ao
aluno o encontro com o conhecimento para que ele mesmo possa construir suas conclusões.
Partindo dessa reflexão e com base nos estudos de LIBÂNEO podemos classificar as tendências
pedagógicas na prática escolar em Liberais e Progressistas.
Partindo do pressuposto de que a ação pedagógica necessita de compromisso, estudo teórico e uma prática
consciente, voltada para a valorização das relações humanas e sociais, observamos nesta escola uma
tendência progressista em que, segundo LIBÂNEO
A escola deve lutar pela ampliação das oportunidades educacionais; difusão dos conhecimentos;
reelaboração crítica dos conhecimentos; conhecimentos científicos para as camadas populares visando à
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melhoria de vida.
Partindo disso e com base em uma proposta de avanços sociais, elegemos a Pedagogia Progressista sob o
aspecto crítico social, onde as ações de ensinar e aprender formam uma unidade, considerando as
especificidades de cada uma. Entendemos ser extremamente necessário promover vínculos entre o
pedagógico e a docência, fazendo o intercâmbio entre “o para que” e o “como” com o objetivo de
proporcionar aos alunos o domínio de conteúdos científicos, os métodos de estudo, as habilidades e hábitos
de raciocínio científico objetivando a formação de uma consciência crítica face às realidades sociais e
capacitando os sujeitos a assumir o conjunto de lutas sociais e sua condição de agentes ativos de
transformações sociais e individuais.
Partindo do exposto, faz­se necessário ressaltar que a educação escolar deve recuperar sua unidade através
de uma perspectiva integradora. Pois, na verdade, é dessa integração que resultarão os princípios de um
novo fazer pedagógico. E é isso que se propõe com este Projeto Político Pedagógico, uma vez que
queremos uma escola que dá aulas, que planeja suas ações, que controla a disciplina, que maneja suas
classes, que domina conteúdos, que valoriza o ser humano em suas diferenças e singularidades, que luta
pelo conhecimento em todas as suas dimensões e que o compromisso do professor esteja pautado em três
questões igualmente importantes: “como o aluno aprende”, “como o professor ensina” e “quais conteúdos
devem ser ensinados”.
Faz­se necessária e importante uma reflexão a respeito de como ensinamos, como avaliamos e como nos
portamos diante do fazer pedagógico.
Assim“mais do que compassar a escola com o mundo atual e presente, a tarefa que nos é dada é fazê­lo
buscando a formulação de uma nova ética que se institua a partir da renovada necessidade de humanizar as
relações sociais e fazer com que os homens continuem produzindo ciências e tecnologias para servir a
humanidade e não para destruí­la, que os homens construam o mundo sem perceber o sentido civilizatório
da educação” Gilberto Luis Alves (2001).
Neste sentido, percebemos que nossa principal arma contra uma escola sem qualidade, uma sociedade
marcada pelas desigualdades sociais é o conhecimento. Conhecimento é poder. Pois, com ele adquirimos
forças para buscar condições para superar o modelo anacrônico de escola que ora está posta, com seus
velhos instrumentos como o livro didático, o quadro­negro, giz e apagador, o dueto desafinado do ensino­
aprendizagem, a ótica especializada. É necessário recuperar o saber produzido pela humanidade e que o
livro didático tirou da escola, é preciso trazê­lo para o espaço escolar, é preciso fazer com que a escola seja
viva, eficaz, eficiente, superar o anacronismo, enfim incomodar­se com as coisas prontas que nos são
impostas.
Partindo do exposto e com base nos Referenciais Curriculares do Ensino Fundamental e do Ensino Médio
da Secretaria de Estado de Educação, interiorizamos os desafios de superar o modelo anacrônico de escola
que hoje se apresenta, buscando várias formas de trabalho que possibilitem a aquisição de conhecimento:
instauração do hábito de leitura, principalmente dos clássicos da literatura e do pensamento, na escola; a
utilização de procedimentos e recursos variados: a recorrência a filmes, à representação cênica, a músicas,
às artes, à utilização de informática e da mídia falada e escrita, bem como o uso das novas tecnologias na
educação. Com todos esses recursos, ampliam­se as possibilidades de aquisição do conhecimento, tornando
professores e alunos seres conhecedores dos conhecimentos universais produzidos ao longo da história da
humanidade.
Tão importante quanto a elaboração de um currículo que satisfaça todos os níveis, a utilização de
metodologia e de instrumentos adequados à aquisição de conhecimentos, a forma de avaliação, é a questão
da formação e valorização do profissional e de acordo com NÓVOA.
O desafio dos profissionais da escola é manter­se atualizados sobre as novas metodologias de ensino e
desenvolver práticas pedagógicas eficientes e eficazes.Voltemos, pois, à questão do como ensinamos, uma
vez que o sucesso e / ou fracasso da educação depende de um conjunto de elementos que interligados
resultam no sucesso ou no fracasso da educação.
Neste sentido uma escola deve pensar sua prática, questionar quem são e como estão seus profissionais,
como ensinam e como aprendem para poder realizar seu fazer pedagógico de forma consciente, responsável
e comprometida com o conhecimento e o desenvolvimento intelectual, social e pessoal de seus alunos, foco
de todo processo educativo na unidade escolar.
10 ­ Critérios e formas de avaliação de aprendizagem
A Avaliação da aprendizagem é realizada de forma diagnóstica, contínua, sistemática e integral, ao longo
de todo processo ensino­aprendizagem, observando o comportamento dos alunos nos domínios afetivo e
psicomotor através de diferentes técnicas e instrumentos de avaliação, como: avaliação escrita, seminários,
trabalhos em grupo, auto­avaliação e outros.
A avaliação da aprendizagem visa a:
»determinar o alcance dos objetivos educacionais;
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»identificar o progresso do aluno e suas dificuldades;
»subsidiar o professor para o planejamento e o replanejamento das atividades curriculares;
»propiciar condições de avaliar seu conhecimento e desenvolver espírito crítico;
»apurar o rendimento escolar do educando, com vistas a sua promoção e continuidade de estudos;
»possibilitar a Classificação ;
»aperfeiçoar o processo de ensino­aprendizagem.
AVALIAÇÃO
Em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais, com a Proposta Pedagógica e Orientações da
Secretaria de Estado Educação, Referenciais Curriculares do Estado de Mato Grosso do Sul, a concepção
de avaliação vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do estudante mediante notas ou
conceitos, visa detectar o nível de aquisição de determinados fundamentos ou conceitos, bem como os tipos
de dificuldades mais comuns e se estes são os mais adequados para a consecução dos objetivos propostos.
A avaliação é compreendida como um conjunto de atuações que tem função de alimentar, sustentar e
orientar a intervenção pedagógica. Acontece contínua e sistematicamente por meio da interpretação
qualitativa do conhecimento construído pelo estudante. Possibilita conhecer o quanto ele se aproxima ou
não da expectativa de aprendizagem que o professor tem em determinados momentos da escolaridade, em
função da intervenção pedagógica realizada. Portanto, a avaliação das aprendizagens só pode acontecer se
forem relacionadas com as oportunidades oferecidas, analisando a adequação das situações didáticas
propostas aos conhecimentos prévios dos estudantes e aos desafios que estão em condições de enfrentar.
A avaliação subsidia o professor com elementos para uma reflexão contínua sobre sua prática, sobre a
criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos, ajustados ou
reconhecidos como adequados para o processo de aprendizagem individual ou de todo o grupo. Para o
estudante, é o instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para
reorganização de seu investimento na tarefa de aprender. Para a escola, possibilita definir prioridades e
localizar quais aspectos das ações educacionais demandam maior apoio.
Segundo Luckesi “A prática escolar usualmente denominada de avaliação da aprendizagem pouco tem a
ver com avaliação... Assim essa prática exclui uma parte dos estudantes e admite, como “aceitos” outra,
Manifesta­se, pois, como uma prática seletiva.
Porém, segundo o mesmo autor, “o ato de avaliar, por sua constituição mesma, não se destina a um
julgamento definitivo, sobre alguma coisa, pessoa ou situação, pois não é um ato seletivo”. A avaliação se
destina ao diagnóstico e, por isso mesmo, à inclusão, destina­se, então, à melhoria do ciclo de vida.
Frente aos estudos e reflexões a cerca da avaliação da aprendizagem, esta Unidade Escolar caminha para
uma avaliação como tomada de decisões a respeito da aprendizagem dos estudantes, tendo em vista a
garantia da qualidade do resultado que estamos construindo. Com uma avaliação prática, diagnóstica e
processual, com o apoio de múltiplos instrumentos de coleta de informações, de acordo com o Referencial
Curricular e com objetivos esperados junto aos alunos.
Deverão ser empregados como recursos da avaliação: trabalhos em grupo e individuais, observação
constante de exercícios, seminários, provas escritas e orais, autoavaliação e outros.
Será dada atenção à constatação de erro, considerando a lógica que norteou a elaboração do estudante e
verificar se não ocorreu uma indução ao erro, em razão de generalização inadequada de outro raciocínio ou
princípio.
11 ­ Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem
O acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem em nossa escola é realizado pela equipe
pedagógica em parceria com a família, englobando o planejamento, execução das aulas, a variação
metodológica, conselho de classe participativo e a recuperação paralela da aprendizagem, visando oferecer
oportunidade ao aluno de identificar suas necessidades e de assumir responsabilidade pessoal com sua própria aprendizagem, propiciar ao aluno o
alcance dos requisitos considerados indispensáveis à sua aprovação, ocorrendo de forma contínua dentro do processo de ensino aprendizagem,
através de atividades diferenciadas dentro da sala de aula.
E enviá­lo no prazo definido pela UE. Por conseguinte deverá acompanhar sua aprovação ou pendência
pela Coordenação Pedagógica, ciente que, caso seu planejamento seja devolvido deverá atender as
observações realizadas ou em um prazo máximo de dois dias ou procurar a coordenação pedagógica para
esclarecer ou dirimir suas dúvidas.
Sendo que o planejamento não reenviado, incorrerá em registro no livro de acompanhamento pedagógico.
O qual deverá ser de ciência do professor, coordenador e diretor da VE.
Quanto ao acompanhamento, cabe ao professor cumprir seu planejamento na integra, observando no
próximo PL, caso haja alguma situação em que não foi possível sua total aplicação.
Todos os eventos externos (palestras, filmes, etc.), deverão ser comunicados com o prazo mínimo de 15
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(quinze) dias, para serem previstos no PL. De forma flexível, dentro da quinzena, cabendo as observações,
caso não seja cumprido no prazo previsto.
Sendo que, uma vez observada pela coordenação e direção o não cumprimento do PL deverá ser registrado
no livro de acompanhamento pedagógico e dado ciência ao professor.
Considerando que a avaliação é um processo contínuo cabe à equipe pedagógica o acompanhamento
através do planejamento, do conselho de classe e dos boletins escolares. E ao professor considerar o avanço
do aluno, considerando o nível inicial do aluno por meio de uma avaliação diagnóstica elaborada pela
gestão e aplicada pelos professores, cabendo à equipe gestora, a correção e divulgação do resultado, até a 2ª
(segunda) quinzena do 1º (primeiro) bimestre e partindo disso, os professores deverão acompanhar,
continua e sistematicamente, o rendimento do aluno.
A avaliação obedecerá às seguintes modalidades: auto avaliação, prova escrita e ou oral, trabalhos escritos,
em grupo ou individuais, seminários, cabendo ao professor adotar uma ou mais das modalidades de acordo
com o conteúdo ministrado.
O uso do material didático deve ser variado e dinâmico, sempre preparado com antecedência e descrito no
planejamento, visando a uma aprendizagem de qualidade.
De acordo com o sistema de planejamento online (........) o professor deverá proceder sua lotação no
sistema e inserir seu planejamento elencando os conteúdos e habilidades de acordo com o referencial
curricular e descrevendo criteriosamente a metodologia e definindo no campo próprio a avaliação diária de
suas aulas.
Registro de acompanhamento, análise dos resultados e o replanejamento.
Dos estudantes quanto a encaminhamento disciplinares e de aprendizagem sejam registrados em ata.
Os espaços pedagógicos devem ser diversificados de acordo com o conteúdo em estudo, visando a um
aprofundamento através de pesquisas, produções textuais e registros da aprendizagem. Levando sempre em
conta o uso coletivo dos recursos, portanto fica assegurado o compromisso de manutenção do espaço
organizado e materiais de apoio devidamente acondicionados.
Cabe ao professor a descrição metodológica de suas aulas no planejamento e o preparo, ou agendamento
prévio dos ambientes a serem utilizados. À Coordenação Pedagógica cabe o apoio e ao PROGETEC a
instalação dos recursos midiáticos e as informações técnicas.
Os temas transversais serão desenvolvidos, contemplando a interdisciplinaridade por meio dos projetos
previstos para serem desenvolvidos durante o ano letivo. Escola Estadual José Alves Quito ­ Corguinho, MS.
PROJETO CONVIVÊNCIA
Tema: Convivência
“Um galo sozinho não tece uma manhã:
Ele precisará sempre de outros galos
Que com muitos outros galos se cruzem
Os fios de sol de seus gritos de galo
Para que uma manhã, desde uma teia tênue
Se vá tecendo, entre todos os galos.”
João Cabral de Melo Neto
Objetivos Gerais:
•Esse projeto pedagógico busca fazer com que nossos alunos saibam se relacionar tenha respeito,
tolerância, sejam fraternos, solidários e empáticos com a coletividade.
•A escola visa trabalhar o tema de valores, na intenção de procurar, tanto nas questões práticas do cotidiano
quanto no confronto com a realidade social excludente, desenvolver o senso de respeito, justiça,
solidariedade e responsabilidade social.
Objetivos Específicos:
• Desenvolver o senso de cidadania e responsabilidade social;
• Cultivar o exercício de uma moral humanitária;
• Trabalhar o senso de tolerância e respeito à diversidade;
• Priorizar o aspecto humano e espiritual em detrimento do material;
• Cultivar a solidariedade e protestar contra a indiferença.
• Estimular a boa convivência entre os alunos e em sociedade
•Transmitir e debater valores universais
• Facilitar a aquisição da aprendizagem através da interação social.
Componentes curriculares envolvidos: é uma proposta interdisciplinar, portanto todas as disciplinas
estarão envolvidas direta ou indiretamente.
Justificativa:
•Acreditamos numa sociedade mais humana e justa, sem preconceitos, em que os cidadãos atuem
compromissados com o bem comum.
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•A escola se tornaria vazia e ineficiente se omitisse o dever de resgatar certos valores "adormecidos" na
consciência humana. Por esse motivo, torna­se essencial refletir o mundo atual, fortalecer e renovar as
"crenças", inserindo no processo educacional valores que possibilitem a formação integral de nossos
alunos.
Metodologia:
Abordar em cada bimestre um tema principal que é composto de algumas ações em conjunto e outras
realizadas por cada professor.
Componentes curriculares envolvidos: é uma proposta interdisciplinar, portanto todas as disciplinas
estarão envolvidas.
Sugestão de organização temática por disciplina:
Séries iniciais:
•Desencadear a reflexão sobre o tema a partir do gênero textual: fábula
(Ex: leão e do ratinho).
•Ler a história com os alunos, as professoras exploraram a questão da moral, que faz referência à
diversidade de maneira bem clara.
•Elaborar uma Após a leitura, os alunos puderam desabafar na caixinha de segredos, para que os alunos
possam desabafar sobre tudo o que lhes fazia mal e atrapalhava o convívio social.
Ensino Fundamental e Médio:
Língua Portuguesa e Produções Interativas:
Ética e felicidade
• Exibição do filme: “A corrente do bem”, com o objetivo de relacionar o nosso bem­estar à satisfação de
contribuir com o outro.
• Roda de conversa com os alunos, sobre o tema.
• Concurso de redação entre as turmas da escola sobre o tema da paz.
• Convite a profissionais de algumas instituições sociais da cidade, para palestra colaborativa referente ao
objetivo social de cada um na sociedade. ( Por exemplo:Posto de saúde, Delegacia,creche)
•Trabalho com textos e ou livros diversos que sugerem temas como solidariedade, respeito aos outros, boas
maneiras, cooperação, estímulo à sensibilidade e reflexão...
Filosofia e Sociologia:
Paz e solidariedade
• São debatidas algumas personalidades que contribuíram para a construção
da paz, como Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, Nelson Mandela, Martin Luther King.
Ciências e Biologia:
• Convite a profissionais de algumas instituições sociais da cidade, para palestra colaborativa referente ao
objetivo social de cada um na sociedade.
(Por exemplo: Posto de saúde, Delegacia, creche)
História:
Trabalho e promoção da vida
• Exibição dos filmes Tempos modernos e O corte, para problematizar a temática do trabalho.
• Roda de conversa com os alunos, sobre o tema.
Raciocínio Lógico:
•Jogos e dinâmicas que estimulem a amizade, cooperação e o respeito às diferenças.
Arte:
• Elaboração de cartazes com frases e histórias que enfatizem a convivência adequada no grupo.
• Dramatização de situações de conflito que podem surgir na escola, confrontando com a dramatização do
que seria a atitude mais adequada para o momento.
Educação Física:
•Conversas informais (rodinha) para refletir sobre situações que surgem em aula ou temas abordados em
textos, buscando soluções no grupo e valorizando a participação e o comprometimento de todos.
•Trabalhar com dinâmicas de equipe.
Componentes curriculares envolvidos: é uma proposta interdisciplinar, portanto todas as disciplinas
estarão envolvidas.
Avaliação:
• Que cada aluno consiga integrar­se no grupo, participando ativamente, trocando experiências, resolvendo
situações de conflito de forma tranqüila e convivendo adequadamente conforme as regras elaboradas pela
da turma e os valores trabalhados em aula. Que o grupo como um todo consiga demonstrar maior
autonomia e sensibilidade para resolver os problemas que surgem com mais tolerância e amabilidade.
•Será desenvolvida no decorrer do projeto, compreendida como um processo contínuo. Observará se os
objetivos propostos foram atingidos.
Os instrumentos avaliativos utilizados serão trabalhos, realização de debates, elaboração de relatórios, entre
outros.
http://ppp.sistemas.sed.ms.gov.br/ProjetoPoliticoPedagogico/Visualizar.aspx?PPPID=227
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24/02/2015
ppp.sistemas.sed.ms.gov.br/ProjetoPoliticoPedagogico/Visualizar.aspx?PPPID=227
12 ­ Indicadores de qualidade
A escola utilizará os resultados do Sistema Nacional de Educação Básica ­ SAEB, Prova Brasil, Provinha
Brasil, Avaliações do SAEMS e ENEM, como parâmetro de verificação da eficiência do processo ensino
aprendizagem, redimensionando­o se necessário.
13 ­ Formação continuada
De acordo com a LDB, Parâmetros Curriculares Nacionais, Subsídios Pedagógicos da Secretaria de Estado de Educação os profissionais da
Educação devem estar constantemente em contato com estudos, leituras, reflexões, bem como participar de capacitação continuada.
De acordo com o Professor Antônio Nóvoa,
Hoje, não basta graduar­se, “formar­se”, ou mesmo ter “vocação sacerdotal” para ensinar bem, pois "O aprender contínuo é essencial e se concentra em dois pilares: a própria pessoa, como agente, e a escola, como lugar de crescimento
profissional permanente”.
E segundo Sérgio Antônio da Silva Leite “Deve haver um reconhecimento de que a formação continuada é tão importante quanto seu exercício”. Assim podemos concordar com leite,
que ...
“Uma boa graduação é necessária, mas não basta. É essencial atualizar­se sempre”.
Assim, os professores desta Unidade Escolar participam de capacitações quando oferecidas pela Secretaria de Estado de Educação, bem como das
capacitações oferecidas pelo Secretaria Municipal de Educação do Município de Corguinho.
Há um anseio da maioria dos professores em buscar novas formas de capacitação, leituras e reflexões.
Com base no exposto acima, a Unidade Escolar elaborou um projeto para implantar e implementar um grupo permanente de estudos.
O objetivo geral do projeto é implantar o grupo de estudos na Unidade Escolar para auto – capacitação em serviço.
A metodologia do projeto consiste em :
»O grupo deve se reunir uma vez por semana com duas horas de estudo;
»Os temas a serem estudados serão escolhidos pelos participantes;
»Após cada estudo, deverá ser elaborado um documento síntese do tema para ser arquivado na Unidade Escolar.
14 ­ Avaliação Interna
A Avaliação Institucional Interna na Escola Estadual Jose Alves Quito, será realizada a cada dois anos.
O processo avaliativo realizar­se­á em qualquer época do ano letivo, em data determinada e divulgada pela
direção escolar, através de edital informativo.
A Avaliação interna deverá incidir, no mínimo, sobre os seguintes critérios:
»o cumprimento da legislação vigente;
»a execução da Proposta Pedagógica;
»a formação inicial e continuada dos dirigentes, professores e funcionários;
»o investimento institucional em qualificação de recursos humanos;
»o desempenho de dirigentes, professores e funcionários;
»a qualidade dos espaços físicos, instalações, equipamentos e adequação às suas finalidades;
»a organização da escrituração e do arquivo escolar;
»a articulação com a família e a comunidade externa;
»o desempenho dos estudantes frente aos objetivos propostos e as competências desenvolvidas.
A avaliação será realizada por meio de questionários aplicados por uma comissão a todos os segmentos da
comunidade escolar.
A comissão será composta por professores, coordenadores pedagógicos, diretor (a) e representantes do
corpo técnico­administrativo da escola.
A comissão será responsável pela elaboração, aplicação, tabulação, análise e relatório final da Avaliação
Institucional Interna.
Os resultados das avaliações deverão fazer parte de relatórios que serão partes integrantes de processos
para nova autorização de funcionamento da Unidade Escola, bem como servirão para planejamento e
replanejamento das ações da escola para a melhoria de todo o processo educativo.
http://ppp.sistemas.sed.ms.gov.br/ProjetoPoliticoPedagogico/Visualizar.aspx?PPPID=227
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ppp.sistemas.sed.ms.gov.br/ProjetoPoliticoPedagogico/Visualizar.aspx?PPPID=227
15 ­ Avaliação do Projeto Político Pedagógico
O Projeto Político Pedagógico é um processo dinâmico, portanto, avalia­lo é um ato necessário. A
avaliação do mesmo em nossa unidade escolar será processual conforme as legislações vigentes, sempre
refletindo a realidade e as perspectivas advindas da mesma, implementando de maneira imediata as
alterações necessárias, visando sempre a melhoria do ensino aprendizagem.
16 ­ Comissões de elaboração do Projeto Político Pedagógico
Comissão de mobilização, divulgação e acervo : Cristiane Ferreira Gões , José Pereira Gomes , Walquíria Josiane Engers , Sebastiana Fátima
de Almeida ,Osney Fernandes dos Santos , Nilzete Martins Araujo Costa.
Comissão de diagnóstico : Daniele Rodrigues de Araujo, Maria do Rosário Mendes , Neuci Brandão dos Santos,Ana Paula Lourenço Pereira
Garcia , Geovani Aparecido Fernandes Vilela ,Carlinhos dos Santos ,Ariane Brandão e Elaine Rodrigues .
Comissão de organização da escola: Viviane Martins Pereira de Andrade , Adriana Andrade ,Maria das Graças de Araujo, Ana Cícera da
Silva e Claúdia Pontes .
Comissão de concepções teóricas: Valdimiro Batista Barboza, Ana Paula Ferreira de Almeida , Roney Andrade , Daniely Araujo e Josiane
Gama.
Comissão de correção e revisão: Nilcéia Cáceres , Maria Nila Barros, Daiane Nara Brum Rego , Cícero Fermino e Josiane Gama.
Comissão de lançamento e tratamento de informações : Geovani Aparecido Fernandes Vilela, Edima de Almeida.
Comissão permanente: Venildo Batista Barboza (diretor), Nilza Aparecida Gonçalves Cáceres da Silva (presidente do colegiado),Edima de
Almeida (coordenadora pedagógica) eRoseli Maria da Silva (SGE).
17 ­ Equipe responsável pela aprovação do Projeto Político Pedagógico da escola
Venildo Batista Barboza (diretor)
Nilza Aparecida Gonçalves Cáceres da Silva (presidente do colegiado)
Edima de Almeida (coordenadora pedagógica)
Roseli Maria da Silva (SGE).
18 ­ Referências
MARTINS, m.Helena.Questões de Linguagem.3ª ed, São Paulo, Contexto, 1.993.
MURRIE, Z.F. O Ensino de Português: Do Primeiro Grau à Universidade. São Paulo, Contexto, 1.992.
SILVA,Ezequiel T. Elementos de Pedagogia da Leitura.São Paulo, Martins Fontes, 1.991.
ZILBERMAN, SILVA, R.E.S.Leitura: Perspectiva Interdisciplinares. 2ª ed, São Paulo, Ática, 1.991.
FRANCHI,Eglê,Pedagogia da Alfabetização: da oralidade à escrita. São Paulo, Cortez Editora, 1.989
CARVALHO, B.V. a Literatura Infantil: Visão Histórica e Crítica. 3ª ed, São
Paulo, Global, 1.984.
PENNAC, Daniel.Como um Romance.2ª ed. Rio de Janeiro, Rocco, 1.995.
CAGLIARI, Luiz Carlos.Alfabetização e Lingüística. São Paulo, Scipione, 1989.
KOCH, Ingedore Vilhaça. “A Coesão textual”. 3ª ed. São Paulo, Contexto. 1.991.
“Argumentação e Linguagem. 3ª ed. São Paulo, Cortez, 1.993.
KOCH, TRAVAGLIA, Ingedore Vila, Luiz C. “Texto e Coerência”. São Paulo, Cortez, 1.989.
VAL, Maria G. C. “Recuperação e Textualidade”. São Paulo, Martins Fontes, 1.994.
NÓVOA, A (Org) .Os professores e a sua Formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÀO NACIONAL ­ Lei nº 9394 / 96.
http://ppp.sistemas.sed.ms.gov.br/ProjetoPoliticoPedagogico/Visualizar.aspx?PPPID=227
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