Linha de Crédito 200.000.000€ Caixa Geral Depósitos - Republica de Cabo Verde Construção Habitação de Interesse Social Praia, 25 Fevereiro 2010 A POLÍTICA Í DE HABITAÇÃO • A Habitação bi ã é uma das d necessidades id d primárias i á i das d sociedades. i d d Seus problemas bl dizem respeito a todos, e em especial, ao sector público, a quem compete organizar as condições para a democratização e equidade no acesso à habitação, particularmente ti l t a dos d estratos t t mais i débeis. déb i Ministra do Ambiente, Habitação e Od Ordenamento d Território do T iói – Dr. Sara Lopes ENQUADRAMENTO O Governo de Cabo Verde elegeu o ano de 2009 como o “Ano da habitação” prevendo uma série de medidas e estratégias para promover a habitação social em todo o país, país buscando criar as condições para o cumprimentos gradual de uma das determinações constitucionais (direito a habitação condigna), muito reivindicada pelos caboverdeanos. Elegeu-se, assim, a politica social de habitação como uma das prioridades das politicas publicas para os próximos anos. Neste âmbito, ç designado g de “Programa g Casa Para elaborou-se um Plano de Acção Todos” que define a visão, a missão, os eixos estratégicos, as metas e um conjunto de programas e projectos que deverão resultar na redução efectiva do deficit habitacional nacional nos próximos anos. PROGRAMA CASA PARA TODOS Eixos Estratégicos • Politicas de Responsabilidade (Articular a agenda da habitação com diversos sectores sociais e da Administração pública); • Democratizar o Acesso à Terra Urbanizada; •Alargar o Mercado de Habitação; •Novas Tecnologias de Construção; •Incentivo ao Arrendamento; •Financiamento; Fi i t •Recursos Legais e Institucionais. Programa Casa Para Todos Eixos Estratégicos g Articular diversos sectores sociais e da Administração pública Democratizar o acesso à terra urbanizada Subprogramas SNHIS Parâmetros HIS FHIS Planos Urbanísticos Programa de Acesso ao Solo Urbanizado Alargar o acesso à habitação HABITARCV; PROHABITAR REABILITAR Capitalizar recursos institucionais em favor da redução do Défice Observatório PN de Habitação Promover Novas Tecnologias PNIDH FICH SISTEMA NACIONAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - SNHIS Com o intuito de atender às necessidades da População de baixos rendimentos com problemas bl específicos ífi no acesso à habitação, h bit ã e, assim, i permitir iti o acesso a terra urbanizada e a habitação digna e sustentável, a uma parte da Comunidade Cabo-verdiana, instituiu-se o Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS) que tem como objectivo implementar as políticas e os programas de (SNHIS), investimentos habitacionais. São entidades participantes do SNHIS, SNHIS nomeadamente: • • • • • • • • O Estado, através dos departamentos governamentais responsáveis pela ç , Solidariedade Social,, Finanças, ç , Infraestruturas e áreas da Habitação, Transportes; A Comissão de Coordenação e Credenciação do SNHIS; A Imobiliária, Fundiária e Habitat, SA (IFH, SA) ; A sociedade i d d gestora t d FHIS e os seus accionistas; do i i t As instituições de crédito que adiram às condições de financiamento dos programas de habitação de interesse social; Municípios; outras entidades públicas com intervenção na área social. ONG’s que actuem na área de habitação; SISTEMA NACIONAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL Assim, o SNHIS compreende um conjunto de acções, programa e projectos, concebidos no q quadro da p política de habitação ç do Governo,, q que se p pretende articulado com instituições públicas e privadas vocacionadas e busca promover disponibilidades de habitação de interesse social no território nacional, mormente para os segmentos sociais com menor rendimento, através da infraestruturação, ç , reabilitação ç e construção, ç , arrendamento e aquisição. q ç Podem integrar o SNHIS os municípios que aderirem voluntariamente ao regime instituído pelo presente diploma. A participação de um município no SNHIS efectua-se efectua se mediante acordo de adesão, adesão a celebrar com o departamento governamental da área da Habitação. O acordo de adesão e respectivo modelo de formulário, bem como os mecanismos de intervenção dos municípios são estabelecidos por decreto-regulamentar. Objectivos e Metas REDUÇÃO DO DÉFICE Considerando o défice quantitativo de 40.776 e o défice qualitativo de 66.013 habitações, o programa Casa para Todos perspectiva para 2008 – 2013 Reduzir o défice habitacional em: • Quantitativo – 20%, com a construção aproximadamente de 8.500 8 500 habitações; •Qualitativo – 24% 24%, com a aproximadamente de 16.000 habitações: reabilitação ALARGAR O ACESSO À HABITAÇÃO HABITARCV; PROHABITAR REABILITAR Programa HABITAR CV O Programa HABITAR CV foi desenvolvido para dar combate ao défice no meio urbano e tem como objectivo executar obras e serviços que resultem em unidades habitacionais novas, inseridas em parcelas legalmente definidas de uma área, área dotadas de padrões mínimos de habitabilidade, salubridade e segurança, na forma definida pelo SNHIS e em perfeita articulação com os demais programas. A meta é construção de cerca de 8.500 habitações de modo a reduzir em cerca de 20% o défice quantitativo em todas as ilhas do país no meio urbano, através de uma abordagem integrada em que a família e o meio envolvente (habitat) sejam os focos das intervenções PROGRAMA REABILITAR O Programa P REABILITAR foi f i criado i d para dar d respostas t integradas i t d ao défice qualitativo e tem como objectivo executar obras e serviços que resultem em melhoria do habitat em geral e nas vidas dos cidadãos em particular, quer através de requalificação urbana, quer através de reabilitações das habitações de acordo com as normas e p parâmetros do SNHIS e em p perfeita articulação ç com os demais programas. A meta é reabilitar cerca de 16.000 habitações de modo a reduzir em cerca de 20% o défice qualitativo em todas as ilhas do país, mas também permitir requalificações urbanas que levem saneamento, luz, água e espaços verde que permitam a melhor integração e relacionamento das famílias beneficiárias com o seu meio envolvente (habitat). PROHABITAR • O Programa PROHABITAR está direccionado para diminuir o défice habitacional no meio rural tendo em conta as especificidades socioculturais próprias da sua população. • O Programa PROHABITAR enquadra dentro dos parâmetros definidos pelo o SNHIS. A meta é construir pelo menos cerca de 1.050 habitações no meio rural em parceria com o MDS, FCS, PNLP, ONG ONG’ss e CMP. • Quadro Legal Revisto Decreto Lei nº27/2010 ‐ Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social D R l Dec.Regulamentar nº9/2010 ‐ t º9/2010 Parâmetros de Habitação de Interesse Social P â t d H bit ã d I t S i l Dec.Regulamentar nº10/2010 ‐ Regulamento da CCC‐SNHIS Termo de Adesão dos Municípios Lei Cadastro Único Regime de incentivos fiscais a Habitação de Interesse Social Revisão do Regime de Credito Bonificado g Lei do Condomínio Manual do Programa Habitar CV Manual do Programa Habitar CV Manual do Programa Pro ‐Habitar Manual do Programa Reabilitar Quadro Legal Revisto Lei de arrendamento urbano e condomínio Lei de observatório de habitação e desenvolvimento urbano Revisão e actualização da Regime Jurídico da Edificação – Antigo REGEU Elaboração do Código Técnico da Edificação Quadro Legal de incentivos à requalificação Urbana (parcerias público‐privado) Elaboração de Regime Jurídico de Operações Urbanísticas Lei de Responsabilidade Territorial – Tipificação de Crimes Urbanisticos Lei de Responsabilidade Territorial – Tipificação de Crimes Urbanisticos Em elaboração o regime jurídico para a reconversão urbanística das áreas urbanas de génese ilegal Elaboração da Lei de Zoneamento/Áreas de Intervenção Especial CAPITALIZAR RECURSOS INSTITUCIONAIS EM FAVOR DA REDUÇÃO DO DÉFICE OBSERVATÓRIO HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE HABITAÇÃO CADASTRO ÚNICO OBSERVATÓRIO NACIONAL DE HABITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO URBANO Esta medida constitui uma resposta do MDHOT à ausência de estudos regulares e informações sistematizadas, cultura de avaliação de impacto dos projectos, programas e investimentos nesse domínio, seja da parte da Administração Central do Estado, Estado seja dos municípios e das ONG. ONG Estando em curso a elaboração do Plano Nacional de Habitação, e tendo o Governo aprovado o Plano de Acção para o Programa P «Casa C para Todos», T d surge a necessidade id d da d criação de um mecanismo de informação, seguimento e avaliação do impacto das medidas adoptadas – seja no capitulo da habitação seja no que tange ao Planeamento Urbano e Gestão do Território – o Observatório Nacional de Habitação e Desenvolvimento Urbano, O.N.H.D.U. A missão do O.N.H.D.U é: • Contribuir a reduzir pobreza no país utilizando informações (ODM) • Democratizar o acesso aos dados e indicadores urbanos e contribuir t ib i para uma cultura lt d partilha de tilh de d informações i f õ CADASTRO ÚNICO O Cadastro Único tem por objectivo retratar a situação socio-económica da população de todos os municípios, por meio do mapeamento e identificação das famílias com necessidades de habitação. habitação Com esta ferramenta, ferramenta o Governo espera identificar e quantificar as principais necessidades das famílias e assim puder auxiliar na formulação e a implementação de soluções habitacionais adaptadas as necessidades da população , bem como proporcionar uma maior g na aplicação p ç dos p programas g sociais,, abrangência A utilização do Cadastro Único ajuda a identificar os potenciais beneficiários e evita a sobreposição de programas para uma mesma família. Todos os municípios devem incluir as famílias em situação de pobreza e extrema pobreza no Cadastro Único. Ú As vantagens de utilização do Cadastro Único serão: • • • • • Identificar e caracterizar beneficiários de habitação de interesse social Ordenar beneficiários de acordo com as prioridades dos programas do Governo. E l i indivíduos Excluir i di íd que não ã tenham t h di it a benefícios direito b fí i sociais i i na área á d de habitação (já possuam habitação de interesse social). Agregar indivíduos segundo NIF para evitar duplicação de atribuição de habitações a um mesmo agregado. Identificar possíveis benefícios sociais de que o indivíduo já beneficie. Mód l Módulos PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE HABITAÇÃO (PENH), Fornecer uma orientação ç estratégica g p para a definição ç de uma política integrada de habitação em Cabo Verde e os mecanismos para a estruturação de um Sistema Nacional de Habitação. PROMOVER NOVAS TECNOLOGIAS PREMIO NACIONAL de INOVAÇÃO no DOMINIO da HABITAÇÃO FEIRA INTERNACIONAL de CONSTRUÇÃO e HABITAÇÃO – 7,8 7 8 e 9 OUT 2011 Prémio Nacional de Inovação no Domínio da Habitação ç – PNIDH Visa incentivar a concepção e a construção de sítios de habitar que aliem um desenho que seja o mais adaptado possível a um conjunto de aspectos funcionais, tecnológicos e de imagem que satisfaçam o mais amplo leque de necessidades do sector e tendo em conta os princípios da sustentabilidade ambiental, custos controlados, equidade e conforto. Este prémio pretende estimular a pesquisa e a inovação nos domínios de construção/produção de habitação e também estimular o empreendedorismo em domínios pertinentes para o desenvolvimento do sector habitacional;; FEIRA INTERNACIONAL DE CONSTRUÇÃO E HABITAÇÃO OBJECTIVOS: • promover e dinamizar a inovação no domínio das tecnologias e das tipologias construtivas aplicáveis á à habitação. • Promover e conhecer as tecnologias e as tipologias de produção de habitação habitação, aplicáveis à habitação de forma geral e mais particularmente a construção de habitações sociais e de custos controlados em Cabo verde e a nível internacional. Parâmetros Habitação Interesse Social (HIS) Classes de beneficiários HIS Serão beneficiários do SNHIS as familias integrante das classes beneficiárias, definidas no quadro a seguir: Classes Classes das famílias Rendimento do agregado Rendimento do agregado Renda per capita Renda per capita familiar Classe A 0>=40.0000$00 0 a 8.000$000 Classe B 40.000$00<100.000$00 40.000$00 100.000$00 8.000$00 a 20.000$00 a 20.000$00 Classe C 100.000$00< 180.000 $00 20.0000$00 a 36.000$00 Áreas Máximas e Mínimas por Tipologia Tipologia T1 T2 T3 Área Bruta Construção ç Máxima e Mínima Min. Max. Min. Max. Min.. Max. Limites em m2 Área Bruta Construção 40 60 52 75 64 90 Obs: A construção focar-se-á nas tipologias T2 e T3. Sendo a construção da tipologia T1 residual. Fó Fórmula l de d obtenção bt ã d do preço d de venda d de HIS Respeitados os custos padrão (que serão objecto de portaria regulamentar), o preço máximo de venda de uma habitação de interesse social deve ser expresso pela aplicação da fórmula a seguir discriminada: Preço venda = Custo de aquisição de terreno + Custo de construção + Custos gerais e financeiros+Encargos de distribuição Os componentes desta formula definem-se da seguinte forma: Custos de construção = Projecto+Edificação habitacional+Urbanização e Infra estruturação Custos gerais e financeiros = Despesas de legalização das unidades + Remuneração das entidades financeiras + Encargos na carência Encargos de distribuição = Despesas com a promoção e comercialização dos imóveis Ponderação dos componentes do preço da venda de HIS A fórmula do preço de venda de cada habitação é limitada pelas seguintes ponderações: A ponderação do custo de aquisição do terreno no preço máximo não pode ser superior a 5%. A ponderação dos custos gerais e financeiros no preço máximo não pode ser superior a 20%. A ponderação dos encargos de distribuição não pode ser superior a 10% para as classes A e B e 30% para a Classe C de Beneficiários Regime de incentivos a HIS •Propõe‐se atribuir benefícios fiscais em sede do IVA, IUR e em relação aos encargos notariais e registrais em todas d as cadeias d atéé ao adquirente d beneficiário. • •Desde logo, em sede do IVA, propõe‐se a adopção de mecanismos de atenuação dos custos na produção, dando a entidade construtora a possibilidade de reaver 80% do IVA pago, pago quando não exerce o direito a dedução nos termos gerais. • Por outro lado, propõe‐se conceder ao promotor a isenção do IVA no momento de efectuar o pagamento à entidade construtora, dando contudo a esta a possibilidade de exercer o direito a dedução nos termos gerais ou reembolso de 80% conforme ao caso. Regime de incentivos a HIS •Para os adquirentes, o regulamento do IVA já estabelece isenção simples do IVA na aquisição de bens sujeito ao IUP (n.º 25 do artigo 9º). • •Visa ainda a presente proposta de lei estabelecer isenção de IUR por um período de três anos desde q p que o lucro não ultrapasse p 10% p para as empresas. p • •Sendo certo que para os particulares o regulamento do IUR já dispõe de d d ã a matéria dedução é i colectável l á l no montante de d 240.000$ 240 000$ contos com despesa d d de habitação, a presente proposta de lei prevê igualmente a isenção de Imposto de Selo na utilização de crédito à habitação quando o montante não seja superior a sete mil contos. Aliás, isenção prevista no OGE para 2010. • •São ainda previstas na presente proposta de lei a isenção dos direitos aduaneiros na importação de materiais e tecnologias amiga do Ambiente, cuja a utilização reduz o consumo de inertes MOBILIZAÇÃO RECURSOS LINHA DE CRÉDITO 200 MILHÕES DE EUROS Enquadramento O Governo de Cabo Verde assinou uma Linha de Crédito com o Governo Português, no valor de 200 milhões de euros para a produção de Habitação de Interesse Social, a ser executado em 5 anos. Nos termos definidos no Acordo de Financiamento,, os pprojectos j de iniciativa governamental,, devem ser executados por empresas cabo-verdianas e portuguesas consorciadas. O que se espera dos d municípios i í i enquanto t parceiros i e beneficiários b fi iá i do d programa: que concedam solos, que participem na definição das áreas de implantação das habitações a serem construídas e na distribuição por classes, que participem no processo de selecção dos beneficiários, que participem da infra estruturacao das áreas de implantação, que participem i i no processo de d trabalho b lh social i l dirigido di i id aos beneficiários b fi iá i com vista i a uma boa b integração nas áreas de realojamento e novos complexos habitacionais, que disponibilizem projectos arquitectónicos que facilitem a integração das classes mais desfavorecidas na ou o mais próximo possível da malha urbana. O prazo de execução da Linha de Crédito é de 5 anos sendo que o prazo de apresentação dos Projectos é de 2 anos. Todos os Municípios serão parceiros do M.D.H.O.T na execução dos programas Habitar CV( construção de habitação nos Centros Urbanos) e Pró-Habitar ( construção de Habitação no meio Rural) de acordo com as condições habitacionais e nível de défice local. Intervenientes Beneficiário da Linha de Crédito – Entidade governamental responsável pela politica de habitação que irá formalizar contratos com os Fornecedores e que t ã que executar terão t os Projectos P j t financiados fi i d no âmbito â bit da d presente t Linha Li h de d Crédito. Os projectos a financiar serão de habitação de Interesse Social de acordo com os padrões definidos no Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social. Fornecedor – Empresas Portuguesas e Cabo-Verdianas consorciadas, no qual as eempresas p esas po portugueses tugueses dete detenham a pe peloo menos e os u umaa pos posição ção mínimaa de 5 51%, %, que ao abrigo de um contrato cede ao Beneficiário bens e serviços de origem portuguesa e cabo-verdiana. Comissão de Acompanhamento da Implementação da Linha de Credito – Comissão Interministerial criada pelo M.D.H.O.T, M.F. e M.I.T.T. responsável pelo acompanhamento da implementação da linha de crédito em Cabo Verde. Direcção Geral Tesouro e Finanças (Portugal) - Entidade responsável pela gestão da linha de crédito e pela comunicação da aprovação final de projecto como elegíveis para a linha de credito. credito C di õ d Condições de acesso a Li Linha h d de C Crédito édi 1. Comissão de Implementação p ç analisa Projecto j apresentado p pelo p aprovação será Beneficiário; 2 2. Projecto apresentado a Comissão em caso de imputado/contemplado na Linha de Crédito; 3 3. B fi iá i lança Beneficiário l concurso público úbli ou limitado li i d para selecção l ã de d Fornecedor; 4. Comissão informa DGTF do Fornecedor vencedor do concurso. A DGTF terá um prazo de 15 dias para se pronunciar acerca do Fornecedor seleccionado. 5. Após aprovação do Fornecedor seleccionado pela DGTF., esta entidade liberta os recursos para execução do projecto. Selecção de Fornecedores As entidades Beneficiárias procederão à consulta de vários fornecedores de b bens e serviços i necessários á i à execução ã dos d projectos j t por concurso público úbli ou limitado. Sendo que a execução dos projectos, só será atribuída a empresas que ofereçam garantias técnicas e financeiras necessárias para o efeito. No contrato comercial (acordo entre Fornecedor e Beneficiário) para a compra de bens e serviços de origem portuguesa e cabo-verdiana, cabo verdiana a componente de origem cabo-verdiana não pode ultrapassar os 20%. O contrato pode entre outras formas assumir a forma de factura assinada por Fornecedor e B fi iá i Beneficiário. Os Fornecedores que se candidatem terão que formalizar a candidatura através de uma Joint-Venture, entre as empresas portuguesas e cabo-verdianas, sob a forma de associação, parceria, fornecimento ou subcontratação, na qual as empresas portugueses detenham uma posição no mínimo de 51%. 51% Fases do processo de Implementação de Linha de Crédito Projecto seleccionado pela Comissao e aprovado pela DGTF Publicaçao de Caderno de Encargos e lançamento de Concurso Publico e lançamento de Concurso Publico Contratação de Empresas co so c adas consorciadas Materiais de Construção Isenção ç de IVA nas p prestações ç de serviços ç efectuados no âmbito de p projectos j financiados através de acordos de cooperação internacional. No mercado Interno Os projectos financiados no âmbito da cooperação internacional estão isentos do IVA nos termos do D. Lei 88/2005, de 26 de Dezembro. Nos termos daquele diploma, o Estado não paga o IVA ao fornecedor mas este poderá recuperar o IVA suportado, por tal isenção ser completa. (n.º 5 do artigo 14º do Regulamento do IVA, aditado na lei de OGE 2005). O que significa que a 14 isenção é para o Estado e não ao fornecedor. Até porque este poderá suportar e deduzir normalmente, mesmo que não tenha cobrado/liquidado o Estado. Contudo, para que o Estado possa beneficiar da isenção, a entidade pagadora deve respeitar os procedimentos constantes do Decreto – lei 88/2005 de 26 de Dezembro. Materiais de Construção (continuação) Isenção de direitos aduaneiros de importação de materiais utilizados na construção dos imóveis Na importação A entidade que importou os materiais a serem incorporados ao projecto deve passar pertence ao projecto, para poder beneficiar da isenção à luz do Decreto-lei 88/2005, 88/2005 de 26 de Dezembro Dezembro. ( ver os procedimentos) T Transmissão i ã de d Imóveis I ó i Fornecedor Æ Estado Isenta de IVA Os projectos financiados no âmbito da cooperação internacional está isento do IVA nos termos do D. Lei 88/2005, de 26 de Dezembro. Estado Æ Beneficiário Isenta de IVA O Estado ao transmitir o imóvel não liquida/cobra o IVA ao beneficiário, por força do n.º 24 do artigo 9º do Regulamento do IVA. 1ª FASE – ADJUDICADOS/EM EXECUÇÃO LOCALIZAÇÃO Valor Concurso nº ILHA SANTIAGO 1‐03/ST/2010 Santiago MUNICIPIO Santa Cruz LOCAL Pedra Badejo Nº Adjudicação ç Habitações Indirectos Indirectos Indirectos (EUROS) Directos Indirectos Total CV (30%) 110 2.810.644 Achada Riba ‐ Assomada Ribeira Julião ‐ be a Ju ão SÃO VICENTE 1 01/SV/2010 São Vicente SÃO VICENTE 1‐01/SV/2010 Sã Vi Sã Vi São Vicente Mindelo Bom Sossego ‐ BOAVISTA 1 ‐1/BV/2010 Boavista Boavista Sal Rei Sal Rei 50 1.396.635 250 6 053 598 6.053.598 36 813.488 SANTIAGO 1‐02/ST/2010 140 3.883.657 586 14.958.023 SANTIAGO 1‐01/ST/2010 TOTAIS Santiago Santiago Santa Catarina Praia Palmarejo Grande Nº Empregos Consorcios PT 51% ‐ CV 49% 88 264 79 ( ) Monte Adriano (51) MTCV 49 40 120 36 Simao & Martins (51) Constur (49) 200 600 180 Armando Cunha (51) Engeco(40)Sina(9) 29 87 26 MSF (51) CFS(49) MSF (51) CFS(49) 112 336 101 FDO()ABDD() SGL(49) 469 1407 422 CONCURSOS ADJUDICADOS 2ª FASE - ADJUDICADOS LOCALIZAÇÃO Concurso nº ILHA MUNICIPIO LOCAL AAmarelo Pintado ‐ l Pi d Tarrafal Chã Norte ‐ Rª São co au Ribeira Braba São Nicolau be a aba Brava Nº Empregos Valor Nº Habitações Adudicação Indirectos Indirectos Directos Total CV (30%) (EUROS) TARRAFAL 1 ‐ 01/SN/2010 São Nicolau Tarrafal 36 861.893 RIBEIRA BRAVA 1 ‐ 02/SN/2010 / / 50 1.207.767 .0.6 SANTA CATARINA FOGO 1 ‐ Fogo 01/FG/2010 Santa Catarina Achada Furna (40) Figueira Pavão (20) 60 1.446.515 SÃO FILIPE 1 ‐ 02/FG/2010 Fogo São Filipe Xaguate (60) Fonte Aleixo (24) 84 2.191.727 MOSTEIROS 1 03/FG/2010 Fogo MOSTEIROS 1 ‐ 03/FG/2010 Mosteiros Mosteiros Trás Mosteiros Trás 52 1 419 308 1.419.308 BOAVISTA 2 ‐ 02/BV/2010 Boavista Boavista Rochinha ‐ Sal Rei 170 4.080.451 452 11.207.662 TOTAIS Consorcios PT 51% ‐ CV 49% 29 87 26 Casais (51) Tecnicil (49 40 120 36 Monte Adriano(51)MTCV(49) ( ) ( ) 48 144 43 Armando Cunha(51)Sogei(49) ( ) g ( ) 67 201 60 HFN(51)Engeobra(49) d h( ) ( ) Armando Cunha(51)Sogei(49) 42 136 408 122 Luis Frazao SA(51)Luis Frazao Lda (49) 362 960 287 ILHA DE S. NICOLAU– TARRAFAL ILHA DE S. NICOLAU– RIBEIRA BRAVA 50 FOGOS ILHA DA BOAVISTA– SAL REI 170 FOGOS ILHA DO FOGO – ACHADA FURNA ILHA DO FOGO – FIGUEIRA PAVÃO 1 ILHA DO FOGO – MOSTEIROS 1 ILHA DO FOGO – S. FILIPE FONTE ALEIXO ILHA DO FOGO – S. FILIPE XAGUATE 2ª FASE – EM FASE DE HOMOLOGAÇÃO LOCALIZAÇÃO Concurso nº ILHA MUNICIPIO ESPARGOS 1 ‐ 01/SAL/2010 Sal Sal SAL 2 ‐ 02/SAL/2010 Sal Sal SAL 3 ‐ 03/SAL/2010 Sal Sal PRAIA 2 ‐ 04/ST/2010 Santiago Praia PRAIA 3 3 ‐ 05/ST/2010 PRAIA 05/ST/2010 TOTAIS Santiago Praia LOCAL Alto Electra ‐ Espargos Santa Maria (s/terreno) Espargos (s/ terreno) Achada Grande Achada Grande Trás ‐ Praia Tira Chapéu ‐ Praia Tira Chapéu Praia Nº Empregos Valor Nº Habitações Adudicação Indirectos Indirectos Directos TTotal t l CV (30%) CV (30%) (EUROS) 60 1.523.636 50 1.295.783 100 1.685.753 125 2.967.854 50 385 2.125.498 2.125.498 9.598.523 48 144 43 40 120 36 80 240 72 100 40 308 300 90 804 241 3ª FASE – A DECORRER LOCALIZAÇÃO Concurso nº ILHA MUNICIPIO MAIO 1 ‐ 01/MA/2011 S.S.MUNDO 1 ‐ 01/ST/2011 Maio Santiago Maio S.S.Mundo Rª GRANDE 1 ‐01/SA/2011 ªG 0 /S /20 S Santo Antao Rª Grande ªG d LOCAL Porto Ingles Picos Ponta Sol S l Valor Nº Habitações Adudicação (EUROS) 90 2.329.590 78 1.977.223 500 1.353.438 3 3 38 218 5.660.251 RESUMO Nº Empregos Valor Nº Habitações Adudicação Directos Indirectos Indirectos (EUROS) Total CV (30%) 1641 41.424.458 1.139 3.171 950 OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO!