ÍNDICE
I – O mote do ano ----------------------------------------------------------------------------------------- 5
II – Excelência na educação – Os cinco valores -------------------------------------------------- 5
III – Concepções e prática - ----------------------------------------------------------------------------- 7
a) Introdução
b) O processo de ensino e aprendizagem
c) Objetivos da educação
d) Seleção e organização dos conteúdos
e) Papel do professor
f)
Papel do aluno
g) Atividades/ Estratégias metodológicas
h) Avaliação
IV – Orientação educacional, diversidade e outros focos ---------------------------------------- 19
a) Núcleo de orientação educacional
b) A orientação educacional
c) Atribuições dos Orientadores Educacionais
d) Aulas de Tutoria e Formação Social
e) Formação e capacitação profissional
f)
A Autonomia
g) Interação e cooperação
h) Atenção à diversidade
i)
Disponibilidade para a aprendizagem
V – Procedimentos definidos para o Pentágono ------------------------------------------------------ 25
VI - Os Parâmetros Curriculares Pentágono – PCP ------------------------------------------------- 33
VII – Como trabalhamos --------------------------------------------------------------------------------- 52
- Organização da escolaridade (idade/série e segmento)
- Recursos pedagógicos avançados – TE
- Estação do conhecimento: Biblioteca e Infoeducação
VIII– Organização dos cursos -------------------------------------------------------------------------- 69
Educação Infantil
- Fundamentação
- Horário
- Grade curricular e Abordagem das disciplinas
- Avaliação
- Reuniões
- Eventos
- Reuniões de pais e atendimentos
Ensino Fundamental
- Fundamentação
- Horário
- Grade curricular – carga horária ampliada - abordagem das disciplinas
- Avaliação, recuperação, promoção
- Reuniões
- Eventos
- Reuniões de pais e atendimentos
- Projetos das séries/ Estudo do Meio
- Suporte pedagógico
Ensino Médio
- Fundamentação
- Horário
- Grade curricular – carga ampliada – Concepção das disciplinas
- Avaliação, recuperação, promoção
- Reuniões
- Eventos
- Reuniões de pais e atendimentos
- Projetos das séries/ Estudo do Meio
- Suporte pedagógico
- Módulos complementares
- Apoio aos vestibulares
- Programa de Orientação Profissional
- Ensino Médio Internacional – Carlos Freitas
- Pentágono High School – Carlos Freitas
IX – Departamento Internacional do Colégio Pentágono ----------------------------------------- 158
- Ensino Médio Internacional
- Pentágono High School
- Pentágono Learn&Play
X– Atividades extracurriculares - Escola de esportes e Cultura ---------------------------------- 166
XI - Atividades extracurriculares - Período integral -------------------------------------------------- 167
XII– Responsabilidade ambiental ------------------------------------------------------------------------ 167
XIII – Voluntariado Pentágono - Responsabilidade social ----------------------------------------- 167
XIV – Bibliografia --------------------------------------------------------------------------------------------- 169
I – MOTE DE CADA ANO
O Colégio Pentagono, a cada ano, estabelece um mote para seus educadores. Ele tem a
função de estabelecer um desafio aos professores, coordenadores, diretores e demais
funcionários para o ano letivo. O mote bem executado de um determinado ano permaneça
como uma prática para os anos posteriores e, desta forma, torne-se um hábito para os
educadores da instituição. Abaixo, os motes desde 2016:
2006 – um ano para ficar registrado
2007 – um ano para ser, também, registrado e comemorado
2008 – o ano da permanência
2009 – o ano da intervenção corriqueira
2010 – o ano do professor - Professor
2011 – um ano de lembrar e escolher para celebrar
2012 – um ano de responsabilizar-se pelo mundo
2013 – um ano para cooperar e construir coletivamente
2014 – um ano para fortalecer a postura de estudante
2015 – um ano para aprimorar os planos de aula
II – EXCELÊNCIA NA EDUCAÇÃO – OS CINCO VALORES
a) O que são os valores do Pentágono?
Os valores são palavras que expressam as intencionalidades da empresa de Educação
Pentágono. Eles podem ser considerados como o “coração” da cultura organizacional da
empresa. São guias de nossas condutas. A partir dos valores, escolhemos nossos caminhos,
nossas ações pedagógicas-educativas e, consequentemente, construímos nossa identidade
de colégio.
b) Quais os valores do Pentágono?





Excelência acadêmica
Parceria com as famílias
Formação do indivíduo
Ser feliz na escola
Cidadão do mundo
Excelência acadêmica - O Colégio Pentágono entende excelência acadêmica como o
trabalho com os conhecimentos acumulados histórica e academicamente e os que emergem
na dinâmica das pesquisas recentes e relações sócio contextuais próprias com profundidade,
precisão e rigor, utilizando-se de fontes clássicas e fidedignas. Esses conhecimentos devem
ser abordados com procedimentos intencionais para desenvolver habilidades operatórias
nos alunos e competências para eles serem capazes de resolver quaisquer situações
complexas. A ancoragem desse rigor acadêmico ocorre pelo crescimento gradativo da carga
horária, pelo atendimento individualizado, pela diversidade de atividades e projetos, tais
como: palestras com especialistas em diversas áreas do conhecimento, módulos de
aprofundamento, aulas em níveis, monitorias especializadas, renomadas avaliações
externas, inserção em olimpíadas externas, participação em fóruns de discussão estudantil.
Tudo isso à luz do respeito à diversidade cultural em todas as suas dimensões.
Parceria com as famílias - o Colégio Pentágono entende que a parceria entre as famílias
e a escola é essencial para a efetivação do projeto educativo. Essa parceria dá-se por meio
de reuniões formais individuais e coletivas, encontros informais no ambiente da escola,
divulgação do trabalho via site e e-mail, bem como encontros formativos e palestras sobre
temas da educação. As famílias são bem-vindas ao compartilhar os saberes pedagógicos, que
são da instituição e o desenvolvimento escolar de seus filhos.
Formação do indivíduo - o Colégio Pentágono entende formação do indivíduo para além
dos saberes acadêmicos tradicionais, sobretudo por meio de conceitos diferenciados nas aulas
de Atualidades, Sociologia, História da arte, Filosofia, Tutoria, Formação Social e Educação
Física. Acredita na importância e estimula as assembleias de classe, visitas a museus,
exposições, institutos culturais e a participação em projetos de voluntariado. Realiza estudos
de meio que colocam o aluno frente a diferentes realidades e paisagens, complementando e
intensificando o trabalho realizado na sala de aula. Estimula também a prática de Esportes
como uma forma do aluno ampliar o conhecimento sobre seu corpo, ter desafios e desenvolver
o espirito competitivo ético. Acredita que a escola tenha importância no desenvolvimento das
habilidades interpessoais, estimulando trabalhos em grupo como uma forma de desenvolver a
escuta, o respeito e a tolerância às diferenças. Além disso, o colégio mantém um setor
específico de orientação educacional.
Ser feliz na escola- o Colégio Pentágono acredita na importância do aluno ser feliz na
escola para que o processo de aprendizagem se desenvolva de forma mais eficaz. Dessa
forma, desenvolvemos um ambiente escolar que proporciona a construção das amizades,
acolhe, ouve e respeita o aluno, que permite que ele tenha experiências de convívio
enriquecedoras e formadoras nas muitas horas do dia em que estão no colégio no período
regular e, mais intensamente, no período integral. As salas de estudo, laboratórios de ciências
e tecnologia, atividades lúdicas e jogos, recreio com atividades monitoradas, refeições
balanceadas, atividades musicais, bibliotecas e espaços esportivos geram momentos de
alegria e descontração que, somados a afetividade e acolhimento de todos os funcionários,
tornam o colégio um ambiente agradável e feliz.
Cidadão do mundo - o Colégio Pentágono entende como de grande importância formar
um cidadão do mundo, pois, atualmente, no mundo globalizado, é fundamental que o aluno
tenha uma educação que ultrapasse as fronteiras de sua cultura e experiências locais. Desta
forma, o aluno precisa preparar-se para debater situações e problemas mundiais, expressarse em outras línguas, ter a possibilidade de intercâmbios internacionais e até cursar
universidades no exterior. O colégio acredita na importância do aluno conhecer outras culturas,
atitudes, símbolos, crenças, valores, costumes, como formas diferentes, porém legítimas de
interpretar e interferir na realidade. Desenvolve programas curriculares de imersão em língua
inglesa que intensificam o conhecimento sobre outras línguas. Realiza exames de padrão
internacional como DELE (diploma de ensino de língua espanhola), os exames de Cambridge.
Estimula a participação de nossos alunos em fóruns de debates externos à escola e, também,
promove fóruns de debates internos sobre temas internacionais, desenvolvendo habilidades
da argumentação e oratória, além de ampliar o conhecimento sobre questões mundiais e
globalizadas.
III – CONCEPÇÕES E PRÁTICA
a) Introdução
O Colégio Pentágono atua à luz de seus valores, operacionalizando concepções diversas e
complementares, que estão presentes na história da educação brasileira e na formação de
seus educadores. Assim, tais concepções são transpostas naturalmente para a prática,
mesclando-se e respondendo a situações diversificadas, posto que não há uma única teoria
que contemple as demandas complexas da educação contemporânea.
O Pentágono aponta para a necessidade de se concentrar a atenção no processo de
ensino e aprendizagem dos alunos. O foco principal é garantir a aprendizagem dos alunos,
proporcionando-lhes experiências pedagógicas significativas que os tornem aptos a atender
demandas complexas e a atuar no mundo. Mobilizando, com autonomia, todos os seus
recursos em situações particulares, os alunos estarão em condições de transformar
positivamente a realidade.
O conceito de conhecimento para o qual convergem as teorias atuais aproxima-se
cada vez mais da ideia de que aprender é construir significados. Aprender implica
necessariamente o trabalho simbólico de “significar” a parcela da realidade que se conhece.
O significado constrói-se a partir das relações entre as possibilidades de observação, de
reflexão e de informação que o sujeito já possui e o objeto a conhecer. Trata-se de um
processo de construção de novos significados a partir de conhecimentos já existentes.
De um lado, aprendizagem é condicionada pela estrutura cognitiva do sujeito, por seus
esquemas de conhecimento, que englobam tanto o nível de organização do pensamento
como os conhecimentos e experiências prévias; de outro, por sua interação com os outros
sujeitos. A instituição considera a diferença existente entre a capacidade de o aluno fazer
sozinho, a cada momento e o que ele pode fazer e aprender interagindo com outras pessoas,
conforme vai observando-as, imitando-as, trocando ideias, ouvindo suas argumentações,
sendo desafiada. É nesse espaço, em que contam também as relações afetivas
estabelecidas na interação, que a ação educativa se realiza.
A aprendizagem significativa, que é o foco do Colégio Pentágono, implica sempre
alguma ousadia: diante do problema proposto, o aluno precisa elaborar hipóteses e
experimentá-las. As aprendizagens que os alunos realizam na escola serão significativas à
medida que eles conseguirem estabelecer relações entre os conteúdos escolares e os
conhecimentos previamente construídos, à medida que atenderem às expectativas,
intenções e propósitos de aprendizagem do aluno. Se esta for uma experiência bemsucedida, o aluno constrói uma representação de si mesmo como alguém capaz de aprender.
As reflexões sobre a atuação em sala de aula, os debates e as teorias ajudam a
conhecer os fatores que intervêm na aprendizagem dos alunos. Ao ser considerados,
provocam mudanças significativas no diálogo entre ensino e aprendizagem e repercutem de
maneira positiva no ambiente escolar, na comunidade, na família, pois os envolvidos passam
a atribuir sentido ao que fazem e ao que aprendem. Nesse sentido, o erro tem um papel
inerente ao processo de aprendizagem, possibilitando que a intervenção pedagógica ajude
o aluno a superar a dificuldade. Assim, o Colégio Pentágono considera o erro um fator de
ajuste da ação pedagógica.
Não é a aprendizagem que deve se ajustar ao ensino; é este que deve potencializar
a aprendizagem, é responsável pelo diálogo com a aprendizagem. O Colégio Pentágono
entende que o processo de ensino e aprendizagem se constitui em uma unidade indissolúvel.
Acredita em um currículo não só de conteúdos conceituais como também todos aprendizados
e experiências vividas pelos alunos no Colégio. Esses aprendizados estão circunscritos ao
contexto atual brasileiro e consideram a flexibilidade, a discussão de temas transversais, o
respeito ao discurso das diferenças, o uso de novas tecnologias, dentre outros focos de
estudo e aprendizagem. Vale ressaltar, ainda, que o colégio representa atualmente uma das
inúmeras possibilidades de acesso à informação, embora ainda seja a mais importante.
b) O processo de ensino e aprendizagem: atividade mental, conflito cognitivo,
reflexão, metacognição e aprender a aprender
O Colégio Pentágono entende que, para aprender, é necessário tempo e um caminho
intencionalmente planejado, com diferentes situações de ensino. O aluno aprende com o
outro - professores, colegas -, mas também consigo mesmo ao investigar conhecimentos,
ao refletir, ao resolver situações-problemas e praticar a leitura e a escrita. O aluno aprende
quando, a partir de desafios, se desequilibra intelectualmente, fica curioso, motivado,
situações que desencadeiam o conflito cognitivo: ao mesmo tempo em que tem a dúvida,
sente também a vontade de resolvê-la; procura, então, restabelecer o equilíbrio por meio da
busca de soluções. A superação desse conflito cognitivo leva a soluções cada vez mais
complexas.
Não basta, no entanto, fazer com que o aluno se desequilibre. Este é apenas o
primeiro passo, visto que o reequilíbrio não é automático, precisa ser trabalhado e
intencionalmente planejado pelo professor. Assim, a aprendizagem supõe uma intensa
atividade intelectual por parte do aluno, porém ela não é solitária, pois se insere nas
interações da sala de aula e, principalmente, naquelas que o aluno mantém com o professor.
Este, com suas mediações, contribui para questionar, colocar em dúvida os conhecimentos
iniciais (os conhecimentos prévios) para haver desequilíbrio e para se chegar aos
conhecimentos científicos (culturalmente estabelecidos). Este processo é contínuo, pois em
outro momento haverá novamente o desequilíbrio e, posteriormente, o reequilíbrio em
relação ao ponto de partida, em um estágio mais complexo.
O processo de equilíbrio, desequilíbrio e reequilíbrio é pessoal e exige do aluno uma
grande atividade mental. Isso tudo não ocorre automaticamente e nem espontaneamente: é
necessário que os professores planejem suas sequências didáticas, utilizando recursos
didáticos, matérias, tecnologia, tendo como foco o trabalho com as operações mentais.
A atividade mental não pode ficar reduzida somente à ação compreensiva, pois, para
que a aprendizagem seja mais profunda possível, será necessária também uma reflexão
sobre o processo de aprendizagem – a metacognição. Nesse sentido, para realizar esse
processo mental autoestruturante, os professores precisam proporcionar aos alunos uma
série de atividades metacognitivas que lhes permitam assegurar o controle pessoal sobre os
conhecimentos que vão adquirindo. Essas atividades devem exigir do aluno aplicar, analisar,
sintetizar o trabalho realizado, promovendo-lhe a reflexão do processo da construção do
conhecimento. O aluno precisa estar sempre atento ao fato de que deve considerar, quando
aprende, não apenas o conteúdo de aprendizagem, mas também o modo como se organiza
e atua para aprender – é o aprender a aprender.
c) Objetivos da educação
Como já se disse, para o Colégio Pentágono o objetivo maior da educação se pauta
no valor da excelência acadêmica, articulado ao trabalho de formação do indivíduo, no da
inclusão de nosso aluno como cidadão do mundo, garantindo-lhe o prazer de estar na escola
e o diálogo permanente com a família. Esses valores são traduzidos em ações concretas,
uma vez que o foco principal é garantir a aprendizagem dos alunos.
Ao respeitar os conhecimentos prévios e as vivências dos alunos, os educadores
enriquecem seus pontos de vista e ampliam seu repertório. Novas informações só serão
transformadas em conhecimento, a partir do momento em que os alunos compreendem e
fazem uso delas, em diferentes contextos. Defendemos um ensino voltado às competências
e às habilidades que estejam atreladas ao que lhes traz sustentação: os conteúdos
acadêmicos.
É importante ressaltar que nem todas as pessoas têm os mesmos interesses ou
habilidades e que não aprendem da mesma maneira, o que exige uma atenção especial, por
parte da equipe escolar, para que todos possam se integrar no processo de aprender. A partir
do reconhecimento das diferenças existentes entre os alunos, fruto do processo de
socialização e do desenvolvimento individual, o Colégio Pentágono promove, no máximo de
sua possibilidade, a potencialização das capacidades deles, de modo a auxiliá-los a
desenvolver as capacidades de ordem cognitiva, afetiva, física, ética, estética e as de relação
interpessoal e de inserção social.
Ao aprender a resolver problemas e a construir atitudes em relação às metas que quer
atingir, nas mais diversas situações da vida, o aluno tem conquistas nos domínios cognitivo
e linguístico, os quais incluem formas de comunicação e de representação espaciais,
temporais e gráficas. A essa sua aprendizagem integra-se o desenvolvimento de
capacidades estéticas, que permitem a realização de produções cada vez mais aprimoradas,
no campo da língua, das ciências ou da arte, incluindo-se a apreciação de múltiplas
produções artísticas ligadas a diferentes culturas e momentos históricos. Simultaneamente,
o aluno desenvolve capacidades físicas, que lhe possibilitam expressar emoções e utilizar o
corpo, de modo seguro e adequado, em diferentes atividades de trabalho e de lazer.
Nesse processo, ele irá compreender sua dimensão pessoal:
“conhecer-se e compreender si mesmo, às
demais pessoas, à sociedade e ao mundo
em que se vive, capacitando o indivíduo
para exercer responsável e criticamente a
autonomia, a cooperação, a criatividade e a
liberdade “( Zabala, 2002)
Irá aprender também a lidar com motivações, com autoestima, a adequar atitudes no
convívio social, a valorizar o trabalho escolar. Essas aprendizagens o levarão a compreender
si mesmo e os outros, o que lhe possibilita o desenvolvimento da capacidade de relação
interpessoal, que envolve compreender, conviver e produzir com os outros, com suas
distinções, contrastes de temperamento, de intenções e de estados de ânimo, o que implica
levar o aluno a colocar-se do ponto de vista do outro e a refletir sobre seus próprios
pensamentos.
“ Saber relacionar-se e viver positivamente
com as demais pessoas, cooperando e
participando de todas as atividades
humanas com compreensão, tolerância e
solidariedade” ( Zabala, 2002 )
A ética será outra capacidade a ser desenvolvida. Por meio da ética, é possível reger
as próprias ações e tomadas de decisão, levando-se em conta um sistema de princípios,
segundo o qual os valores — e as opções que eles envolvem — são analisados, nas
diferentes situações da vida. O desenvolvimento dessa capacidade permite considerar e
buscar compreender razões, nuances, condicionantes, consequências e intenções; isto é,
permite a superação da rigidez moral, no julgamento e na atuação pessoal, na relação
interpessoal e na compreensão das relações sociais.
Todas as capacidades mencionadas estão na raiz da capacidade de inserção social,
que supõe que o aluno se perceba como parte de uma comunidade, de uma classe, de um
ou de vários grupos sociais e se comprometa pessoalmente com questões que considere
relevantes para a vida pessoal e coletiva. Sendo essa capacidade nuclear para o exercício
da cidadania, seu desenvolvimento é necessário para se poder superar o individualismo e
atuar, no cotidiano ou na vida política, levando-se em conta a dimensão coletiva.
‘” Dispor dos conhecimentos e das
habilidades que permitam às pessoas
exercer uma tarefa profissional adequada
às suas necessidades e capacidades.”
( Zabala – Dimensão profissional – 2002)
Para que todas essas capacidades sejam desenvolvidas pela instituição escolar, há
que se ter um planejamento consistente. Ele oferece ao professor as ferramentas
necessárias, inclusive o uso da tecnologia, para o desenvolvimento dos alunos. Não basta
definir o que se ensina, é fundamental que se defina como se ensina, considerando estudos
teóricos sobre como as pessoas aprendem.
A formação ampla do professor em temas pedagógicos, didáticos, metodológicos,
tecnológicos bem como o incentivo à sua formação cultural geral são elementos
fundamentais para se alcançar a excelência acadêmica.
d) Seleção e organização dos conteúdos
Os conteúdos são selecionados levando-se em conta os valores da escola, os alunos
que o Pentágono deseja formar, agrupados de acordo com a faixa etária, e a demanda de
cada série e, principalmente, baseado nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).
É importante deixar claro que, na escolha dos conteúdos a serem trabalhados, é
preciso considerá-los numa perspectiva mais ampla, ou seja, não só aqueles de natureza
conceitual — que têm sido tradicionalmente predominantes —, mas também os de natureza
procedimental e atitudinal.
Os conteúdos de natureza conceitual, que envolvem a abordagem de conceitos, fatos
e princípios, referem-se à construção ativa das capacidades intelectuais para se operar com
símbolos, signos, ideias e imagens que permitem representar a realidade.
A aprendizagem de conceitos, muitas vezes, pressupõe o trabalho com fatos (nomes,
imagens, representações), o que pode ocorrer, num primeiro momento, de maneira
eminentemente mnemônica. A memorização, vista como recurso que torna o aluno capaz de
representar informações de maneira genérica (memória significativa) para poder relacionálas com outros conteúdos, é um aspecto inerente à aprendizagem, desde que não seja vista
como mecânica e sem significado para o aluno.
Os conteúdos conceituais seguem as orientações dos PCNs, e a seleção interna é
realizada tendo como base as orientações dos assessores pedagógicos, o apoio e a
anuência dos coordenadores pedagógicos e dos diretores, a escuta dos professores e a
demanda dos principais vestibulares e do ENEM. O tratamento interdisciplinar, que promove
a interação entre as disciplinas, se dá, na maioria das vezes, nos projetos de série. Nos
últimos anos, os planejamentos detalhados tornaram-se instrumentos fundamentais para o
trabalho dos coordenadores, assessores e professores.
“O planejamento contempla a aquisição de habilidades e competências para aprender
a aprender ao longo da vida, recuperando a informação e utilizando-a para produzir
conhecimento, em uma capacidade autônoma para aprender, para pensar, para refletir.
”(Nóvoa) A perspectiva é de uma aprendizagem permanente, de uma formação continuada,
considerando-se como elemento central dessa formação a construção da cidadania.
O Colégio Pentágono prioriza a formação ética e o desenvolvimento da autonomia
intelectual e do pensamento crítico. Não há o que justifique memorizar conhecimentos que
estão sendo superados ou cujo acesso é facilitado pela moderna tecnologia. O que se deseja
é que os estudantes desenvolvam competências básicas que lhes garantam a capacidade
de continuar aprendendo.
Os conteúdos procedimentais expressam um saber fazer que envolve tomar decisões
e realizar uma série de ações, de forma ordenada e não aleatória, para atingir uma meta. Os
conteúdos procedimentais sempre estão presentes nos projetos de ensino, pois realizar uma
pesquisa, desenvolver um experimento, fazer um resumo, construir uma maquete são
proposições de ações presentes nas salas de aula. No processo de ensino, tais conteúdos
são de fundamental importância, pois permitem que se incluam conhecimentos
tradicionalmente excluídos do ensino, como documentação, organização, comparação de
dados, argumentação, verificação, revisão de textos escritos, dentre outros. Ao serem
ensinados procedimentos, também se ensina um certo modo de agir, de pensar e de produzir
conhecimento.
A terceira categoria diz respeito aos conteúdos de natureza atitudinal, os quais
incluem normas, valores e atitudes permeando todo o conhecimento escolar. A escola é um
contexto socializador, gerador de atitudes relativas ao conhecimento, ao professor, aos
colegas, às disciplinas, às tarefas e à sociedade. As atitudes são bastante complexas, pois
envolvem tanto a cognição (conhecimentos e crenças), quanto os afetos (sentimentos e
preferências) e as condutas (ações e declarações de intenção). Normas e regras, por sua
vez, são dispositivos que orientam padrões de conduta a serem definidos e compartilhados
pelos membros de um grupo.
Os valores orientam as ações e possibilitam se fazer juízo crítico sobre o que se toma
como objeto de análise. Pensar sobre atitudes, valores e normas leva imediatamente à
questão do comportamento, pois elas, alvo da atenção educativa, são disposições pessoais
que tendem a se expressar por meio de comportamentos. No cotidiano, tem-se por vezes
comportamentos incoerentes, contraditórios, distanciados das atitudes e de valores aceitos
como corretos. Isso significa que a coerência absoluta não existe e que, na formação de
atitudes, vive-se um processo não linear. Assim, o fato de dois alunos brigarem não significa
que sejam violentos ou que estejam desenvolvendo a atitude da violência como traço de sua
personalidade. Nas relações interpessoais, não só entre os próprios alunos como também
entre estes e os professores, o grande desafio é conseguir se colocar no lugar do outro,
compreender seu ponto de vista e suas motivações ao interpretar suas ações. Isso
desenvolve a atitude de solidariedade e a capacidade de conviver com as diferenças.
O Núcleo Orientação Educacional do Colégio Pentágono valoriza a aprendizagem de
valores e de atitudes; seus projetos apontam para a formação e transformação de valores e
atitudes, seja trabalhando com temas que promovem valores como a solidariedade, a
diversidade, a assertividade seja trabalhando atitudes de cuidado e de atenção em relação
a questões da vida humana; por exemplo, o conhecimento da existência de doenças
sexualmente transmissíveis e de suas consequências para a vida humana é importante para
se promover uma atitude atenta, valorizando ações preventivas.
e) Papel do professor
O professor é o mediador de conflitos cognitivos entre o sujeito (aluno) e o objeto
(conteúdo). É também o responsável pela transmissão de informações que se tornarão
conhecimentos e saberes e, por último, é o que exige, com o rigor necessário, a entrega de
todas as atividades sugeridas aos alunos. É aquele que parte do conhecimento prévio
destes, que promove a pesquisa, a interação de conhecimentos, a troca. Tem voz e é
corresponsável pelas escolhas pedagógicas, sempre refletidas e intencionais, sem deter a
verdade.
É sensível e atento às necessidades dos alunos para, em função destas, ajustar e
adequar as propostas, tornando-as eficazes. Reconhece as características de seus alunos,
respeitando suas dificuldades e criando situações adequadas para ajudá-los, permitindo e
promovendo o diálogo, a cooperação, a troca de informações entre os alunos, o confronto
de ideias, a atribuição de responsabilidades para alcançar um objetivo comum. Estimula os
alunos a pensarem, a interagirem, arriscando-se a responder a questões e ir além. Cria
situações em que os alunos buscam encontrar por si mesmos as respostas e, sendo um
pesquisador, orienta a elaboração das sínteses necessárias para a sistematização do
conhecimento. Como pesquisador de sua atividade profissional, não é um funcionário que
só completa tarefas burocráticas.
Os professores do Pentágono demonstram total compromisso profissional com o
colégio e respeito às solicitações deste, valorizando o trabalho em equipe e estando sempre
atentos ao pensamento de “o quanto minhas ações interferem no coletivo”.
São estas as expectativas do Colégio Pentágono em relação a seu professor:
- Ensine seus alunos a pensar, ou seja, promova o desenvolvimento das operações
do pensamento, de forma organizada - observar, classificar, relacionar, sintetizar, generalizar
- e transforme essas operações em atividades, em sequências didáticas.
- Questione seus alunos de modo a permitir que eles relacionem a informação
adquirida com o problema apresentado; instigue-os, proponha desafios, pergunte. Perguntar
é desestabilizar uma situação de conforto, é criar conflitos. Perguntar é permitir-se descobrir,
é dar início a um processo de busca, para o qual a figura do outro (professor ou colega) é
sempre muito importante. As perguntas “estimulam o outro a criar e a produzir” (Romero,
1998).
- Proporcione situações de conflitos cognitivos, em que os alunos testem seus
conhecimentos anteriores e realizem operações mentais.
- Dê oportunidade para que os alunos reflitam sobre seus próprios processos de
aprendizagem. Ao fazer uso dessa reflexão (metacognição), eles se tornam observadores
de seus próprios modos de pensar e das estratégias que empregam para resolver problemas,
buscando aprimorá-las. Assim, gerir uma tarefa é poder guiá-la, avaliá-la, corrigi-la e regulála, caminhando em direção ao pretendido. Quando se consegue isso, é possível alcançar
um nível mais abstrato de compreensão do aprendizado, formulando-o em termos
generalizáveis e, portanto, transferíveis.
- Trabalhe com aquilo que seus alunos já sabem, com seus conhecimentos anteriores.
Em 1989, Ausubel assim se dirigiu ao ensinante: “ Se tivesse que reduzir toda a psicologia
educacional a um só princípio, diria o seguinte: o fator isolado mais importante que influencia
a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já sabe. Averigue isso e ensine-o de acordo. “
- Leve em conta o que seus alunos são capazes de fazer e de compreender por conta
própria e o que podem fazer com a ajuda do outro.
- Procure auxiliar os alunos a adquirirem os conhecimentos, habilidades e estratégias
de que precisarão para progredir, para aprender mais, para solucionar problemas, para
encontrar novos desafios, poder agir efetivamente em uma cultura em particular e em uma
sociedade que se modifica.
- Acredite no conceito de Mediação - o papel do professor é o de contribuir para que
os alunos encontrem possibilidades de modo a passar de um nível de desenvolvimento a
outro, mais avançado. Uma das finalidades da mediação é a de formar alunos autônomos,
é dar-lhes condições para que busquem por si suas fontes.
- Transforme a sala de aula em um ambiente favorável para o aprendizado, com
intensa atividade por parte dos alunos.
- Valorize a autoestima e o autoconceito positivo dos alunos, elogie-os sempre que
puder, quando merecerem, e transforme suas sinalizações num pedido de avanço.
- Trabalhe com a memória compreensiva para ampliar e aprofundar os conhecimentos
de seus alunos.
- Avalie seus alunos de acordo com suas capacidades.
f) Papel do aluno
O aluno do Pentágono, acolhido e cuidado em suas especificidades, está em
constante aprendizagem, dá valor ao estudo, é dedicado e transpõe desafios, lida com o
fracasso e sabe compartilhar sucessos, cumprindo seu papel de estudante. É estimulado a
ser sujeito ativo das situações de ensino-aprendizagem, a externar seus conhecimentos,
suas dúvidas, a compartilhar sentidos, a explicar e argumentar a respeito de suas hipóteses,
quer seja individualmente, quer por meio de trabalhos em grupo. É ativo em seu próprio
processo de ensino-aprendizagem, aprendendo a aprender, no colégio e fora dele.
O aluno do Pentágono, embora seja sujeito do conhecimento, depende do mediador
que lhe crie a oportunidade de lidar com conteúdo, procedimento e valores. A escola não é
o espaço em que o desenvolvimento se produz espontaneamente; a intencionalidade do
caráter pedagógico sustenta as conquistas dos alunos.
O colégio quer que seu educando seja capaz de (* Introdução aos Parâmetros
Curriculares Nacionais)
- Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício
de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia a dia, atitudes de
solidariedade, cooperação, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;
- Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva, nas diferentes situações
sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
- Conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e
culturais, como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e
pessoal e o sentimento de pertinência ao país;
-Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro bem como
aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer
discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de
etnia ou outras características individuais e sociais;
-Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente,
identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a
melhoria do meio ambiente;
-Desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em
suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de
inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da
cidadania;
- Conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando hábitos saudáveis
como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em
relação à sua saúde e à saúde coletiva;
- Utilizar as diferentes linguagens - verbal, musical, matemática, gráfica, plástica e
corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir
das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções
e situações de comunicação;
- Saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir
e construir conhecimentos;
-Questionar a realidade, formulando-se problemas e tratando de resolvê-los, utilizando
para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica,
selecionando procedimentos e verificando sua adequação.
g) Atividades/ Estratégias metodológicas
O Pentágono tem como princípio norteador de suas diretrizes a aprendizagem
significativa. Aprender precisa ter sentido para os alunos para que possam ampliar e aplicar
seus conhecimentos a sua realidade ou contexto. Para aprender, é necessário tempo e um
caminho intencionalmente planejado, com diferentes situações de ensino. Os alunos
aprendem com o outro – professores e colegas - mas também com eles mesmos quando
investigam conhecimentos, pensam, resolvem situações-problema e praticam a leitura e a
escrita.
O aluno aprende quando se desequilibra intelectualmente; a partir de desafios, fica
curioso, motivado, situação que desencadeia o conflito cognitivo: ao mesmo tempo em que
tem a dúvida, sente também a vontade de resolvê-la. Procura, então, restabelecer o
equilíbrio por meio da busca de soluções. A superação desse conflito cognitivo leva a
soluções cada vez mais complexas.
“Aprender é construir um significado pessoal para os conteúdos
culturalmente elaborados e, ao viver esse processo, construir-se como
sujeito historicamente situado, capaz de transformar a cultura à qual
pertence “ (Ecleide Furlaneto, 1996)
As sequências didáticas preparadas pelo professor evidenciam sua intencionalidade,
tendo como referência o planejamento estabelecido pelo grupo de professores da rede e
assessores, garantindo assim a aprendizagem do aluno.
Quando citamos as sequências didáticas referimo-nos a " um conjunto
de atividades ordenadas, estruturadas e articuladas para atingir os objetivos
propostos, que têm um começo e um fim conhecido, tanto para o professor
como para o aluno" (ZABALA, Antoni. La prática educativa - Como enseñar.
Barcelona, Grão, 1995)
A menor unidade desse processo, mas também a mais importante, é a atividade. É a mais
importante porque é por meio dela que o professor define as características de sua prática pedagógica.
As atividades podem ser orais (debates, leitura, dramatização) ou escritas (trabalhos com texto,
questionários, pesquisa, mapas). Além disso, podem ser realizadas individualmente ou em grupo, mas
devem ser interativas, com o professor e os alunos trabalhando juntos. É pela sequência didática das
atividades, da unidade didática, que o professor desenvolve o processo de ensino e aprendizagem.
Estudar a maneira como se organizam as sequências didáticas das atividades permite o estudo
e a análise do processo de ensino-aprendizagem e a percepção das diferenças existentes entre os
modelos teóricos.
Proposta tradicional – sequência 1 - aulas expositivas de conteúdos factuais, anotações de aulas,
prova.
Proposta Pentágono –sequência 2 - apresentação de problemas-desafio, experimentos, levantamento
de hipóteses, leitura, compreensão e análise de textos, trabalho em grupo e discussões, entre outras
atividades.
A seguir duas sequências de atividades:
Na primeira, não se consideram os conhecimentos prévios dos alunos, nem a motivação ou a
participação ativa. Predomina a aula expositiva, em que o professor fala e o aluno escuta.
Na segunda, predominam a investigação e a construção do conhecimento por parte dos
alunos, sob a orientação do professor.
SEQUÊNCIA 1
Valorização dos resultados
SEQUÊNCIA 2
Valorização do processo
- motivação dos alunos
- não há preocupação com a motivação dos
alunos nem com seus conhecimentos - colocação, pelo professor, de situaçõesproblema, situação inicial de aprendizagem
prévios.
- não há problematização nem levantamento
- levantamento de hipóteses, discussões e
de hipóteses.
troca de ideias e opiniões sobre o
- informações verbais e escritas, conhecimento a ser construído
- organização dos conhecimentos prévios
apresentadas pelo professor.
- exercícios repetitivos que privilegiam a
memorização; não há preocupação com os
significados nem com a aplicação dos
conhecimentos.
- conclusões segundo o modelo
apresentado pelo professor
- memorização mecânica
- provas visando medir o que foi ensinado,
levando-se em conta somente os acertos,
preestabelecidos.
- aluno visto como aquele que deve acumular
conhecimentos.
- trabalho com o erro; momento de
investigar a linha de raciocínio do aluno,
para tornar o erro observável e possível de
ser trabalhado.
- construção do novo conhecimento por
professor e alunos, em conjunto
exercícios
para
organizar
os
conhecimentos,
com
aplicação
e
aprofundamento dessas noções.
- avaliação formativa para sanar as
dificuldades apresentadas.
- conclusões a que chegaram os alunos com
a orientação do professor.
- generalização dos conceitos
- memorização compreensiva
- expressão do conhecimento
- avaliação formativa visando
- observar a assimilação do
conhecimento e elaborar propostas para
os alunos que não adquiriram os
conteúdos trabalhados.
- ampliar os conhecimentos adquiridos.
- aluno visto como alguém que constrói,
que relaciona e estrutura o conhecimento,
individual ou coletivamente.
Não se podem planejar atividades ou experiências de aprendizagem de maneira arbitrária. É
necessária uma análise prévia do que se quer desenvolver para que se decida em que momento
serão introduzidas as atividades, pois cada tema requer diferentes tipos de experiências educativas.
Durante as aulas, deve haver vários tipos de atividades, segundo sua finalidade:
Atividades de introdução-motivação - ao introduzir um conteúdo novo, deve-se apresentar ao
aluno uma situação-problema, um desafio, que o leve a uma situação de desequilíbrio-conflito
cognitivo. Deverá ser um desafio que o motive a sentir a necessidade da construção do conhecimento
para restabelecer seu equilíbrio.
Atividades de conhecimentos prévios - são as atividades que realizamos para que se
conheçam as ideias, opiniões, hipóteses dos alunos sobre o conteúdo a ser desenvolvido. Essas
atividades têm como objetivo uma avaliação inicial, para verificar o que o aluno sabe e, a partir disso,
ampliar e aprofundar seu conhecimento, motivando-o.
Atividades de desenvolvimento - são as que permitem trabalhar com os conceitos, os
procedimentos e as atitudes novas, para que se construa o conhecimento. Incluem leitura de textos,
pesquisas, trabalhos em grupo, experimentos, elaboração de relatórios e anotações, levando os
alunos a comparar, a relacionar, analisar e sintetizar; enfim, trata-se de atividades que promovem o
desenvolvimento das habilidades operatórias dos alunos, pela interação entre eles e o professor.
Atividades de sistematização - são as que promovem a organização dos novos
conhecimentos e das novas aprendizagens. Devem ser planejadas para que os alunos refaçam seu
caminho de aprendizagem, tomando consciência de como aprenderam ( metacognição ) O professor
deve estar atento para perceber as dificuldades dos alunos e acompanhar-lhes o raciocínio, de modo
a dar-lhes condições de "ir para a frente".
Exemplo de uma questão de sistematização para nos mostrar se os alunos realmente
entenderam os conceitos trabalhados e para eles tomarem consciência de como
aprenderam:
→
→
“A expressão matemática da 2ª Lei de Newton é F = m.a. Descreva o significado das
setas nela colocadas “
Atividades de fixação - são as que permitem a aplicação dos novos conhecimentos e das
novas aprendizagens e a utilização desses conhecimentos em outras situações (transferência).
Atividades de reelaboração - são as que favorecem a intervenção do professor junto aos
alunos com necessidades pedagógicas especiais. São propostas a partir da avaliação formativa,
com a organização de situações em que se trabalha com o erro do aluno, em que eles são levados a
descobrir o porquê do erro e o que devem fazer para corrigi-lo.
Atividades de testagem - são as que possibilitam verificar os conhecimentos adquiridos pelos
alunos, realizadas por meio de elaboração de provas "inteligentes" e muito claras quanto ao que está
sendo avaliado, para eles poderem fazer uma autoavaliação dos conhecimentos adquiridos: os alunos
podem retomar seu processo de aprendizagem ou continuá-lo.
Atividades de recuperação - são as que permitem organizar propostas de trabalho para os
alunos que não construíram os conhecimentos referentes aos conteúdos trabalhados.
Atividades de ampliação - possibilitam aos alunos ampliarem e enriquecerem seus
conhecimentos.
h) Avaliação
A proposta do Pentágono é proporcionar uma avaliação global, sistemática e
diversificada, utilizando-se de linguagem clara, objetiva e adequada, avaliando o que
realmente proporcionou como experiência pedagógica, independentemente dos
instrumentos utilizados e das situações avaliativas.
A autoavaliação também deve ser uma prática constante, pois estimula o aluno à
autorregulação e à metacognição. O erro deve ser visto como importante etapa do processo
de aprendizagem, portanto explicitado e trabalhado nas diversas situações pelos professores
e demais agentes educativos.
A avaliação tem como propósito não apenas verificar o desempenho escolar como
também contemplar a formação integral do aluno e garantir a evolução e a melhoria contínua
da aprendizagem em curso. Esse instrumento de verificação do desempenho do aluno e das
escolhas do professor indica possibilidades e caminhos de aprimoramento da aprendizagem.
Nessa indicação de possibilidades, o aluno deve receber um atendimento individualizado por
parte dos professores, do professor de reforço e monitores, o que demonstra o respeito do
colégio ao aluno como indivíduo único, em suas características, facilidades e dificuldades.
As provas, um dos instrumentos mais utilizados na escola, devem contemplar
questões em diferentes níveis de complexidade (nível básico, operacional e global ou
questões menos fáceis, médias e difíceis, entendendo-se esses conceitos como pouco ou
muito mobilizadores de habilidades e de competências complexas)
Embora elemento aprimorador, as provas regulam resultados individuais e da rede
Pentágono, permitindo a aferição objetiva da qualidade da escola, de acordo com critérios
internos e externos. No Ensino Médio, segmento identificado com o ENEM e o vestibular, as
provas são bem valorizadas, e a avaliação pode ser balizada por simulados, provas mensais
e, principalmente, as provas bimestrais, que são unificadas pela rede.
O aluno, de fato, prepara-se para resolver situações complexas de avaliação, sejam
quais forem os instrumentos, e sair-se bem nelas.
IV – ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL, DIVERSIDADE E OUTROS FOCOS DE TRABALHO
DO COLÉGIO PENTÁGONO
a) Núcleo de Orientação Educacional
O Núcleo Educacional surgiu da necessidade de o colégio sistematizar as
intervenções relativas à formação integral do aluno, e seu trabalho tem como foco a
educação em valores e atitudes, perante as questões cotidianas, baseada no respeito ao
outro, no desenvolvimento da autonomia moral e no auxílio na construção da identidade de
cada aluno. Sabemos que a separação entre questões pedagógicas e educacionais não é
rigorosa, relaciona-se ao foco das intervenções dos responsáveis. A justificativa desse
trabalho pode ser encontrada nas palavras de Xus Martin e Josep Maria Puig ( 2010):
“O aspecto formativo é uma responsabilidade do conjunto da equipe
docente. A responsabilidade compartilhada não significa, no entanto, que todo
mundo tenha as mesmas tarefas. A educação eficaz e significativa em valores
requer um trabalho de equipe docente que estabeleça momentos e espaços de
intervenção, delegando responsabilidades específicas e coordenando ações “
A educação escolar nas últimas décadas, como afirmou o filósofo francês Edgar
Morin, tem-se preocupado com a formação integral do educando e não apenas com a
transmissão dos conhecimentos científicos. Nesse sentido, a formação do indivíduo é o valor
central da atuação do Núcleo Educacional, mas todos os outros valores estão presentes em
suas atividades. A escola é lugar das vivências das relações interpessoais, é o lugar da vida
pública. Os problemas ligados ao cotidiano escolar precisam ser considerados como parte
do processo educativo. Precisamos possibilitar que o aluno vivencie situações em que o
respeito, a cooperação e a justiça estejam presentes.
Valores e normas são transmitidos na vida escolar, pela forma como a escola lida com
os conflitos, pelas relações interpessoais que possibilita, pelo compromisso que é exigido
dos alunos. Por isso, dizemos que os valores são construídos na escola, a qual se organiza
a fim de estimular a participação de todos os envolvidos nas relações interpessoais,
baseadas no respeito e na confiança e com o uso do diálogo como procedimento eficaz da
convivência plena.
Yves de La Taille afirma que o trabalho educacional é necessário para a formação
moral e ética e que o ambiente escolar baseado no respeito é fundamental.
“Se imaginamos uma criança que vive em um ambiente social onde as
relações de reciprocidade praticamente não existem, ela dificilmente
desenvolverá a capacidade de pensar as relações sociais por meio da
cooperação. Imaginemos outra criança que viva em um meio no qual valores
como paz, justiça, respeito sejam trocados por outros, como violência,
dominação e desrespeito: é bem provável que tal criança não se desenvolva
moralmente.” (2006)
Os procedimentos pedagógicos do Núcleo são fundamentados numa teoria que dá
instrumentos para o trabalho diário. Para a reflexão teórica, utilizamos o conceito de
desenvolvimento moral, que visa à autonomia moral. Buscamos que nossos alunos sejam
capazes de considerar os fatores relevantes para decidir qual deve ser o melhor caminho de
ação.
b) A Orientação educacional
Há quatro focos de atuação da Orientação Educacional:
1. Alunos
A Orientação Educacional é uma área do Colégio Pentágono que atua paralelamente
ao processo pedagógico, colaborando na formação dos alunos. O trabalho do Orientador
Educacional tem como eixo condutor construir, junto com o aluno, as condições que facilitem
seu desenvolvimento cognitivo, social e afetivo. A essência da prática do orientador
educacional é fazer a mediação das relações interpessoais dentro da escola, possibilitando
a reflexão dos alunos, a fim de encontrarem estratégias para o enfrentamento de problemas.
Escutar os alunos possibilita criar o elo entre eles e a instituição. “Escuta atenciosa,
respeitosa e atuante. Ouvir um jovem significa, antes de tudo, ter sido escolhido por ele para
falar sobre algo.” (Conceição, 2010)
A Orientação Educacional leva em consideração que o aluno “ está na escola não
apenas para conhecer, aprender, saber, resolver, mas para viver, conviver, crescer,
perceber, entender e, acima de tudo, Ser.”(Grinspun. 2008). Ele não é um sujeito pronto,
está sendo orientado, formado, em construção.
O Orientador Educacional utiliza os conflitos como fontes de aprendizagem, na
medida em que eles possibilitam o diálogo como forma de se chegar a um compromisso, a
uma ação de reparação e a uma mudança de postura.
Os atendimentos às famílias e aos especialistas (fonoaudiólogos, terapeutas,
psicopedagogos, médicos) são ações que complementam a atuação com os alunos e são
realizadas em parceira com os Coordenadores Pedagógicos.
2. Dinâmica interna da escola
O Orientador Educacional colabora no desenvolvimento das ações pedagógicas, no
cotidiano escolar: projetos de série, estudos de meio, reunião de pais, conselhos de
classe, assembleia de classe, eventos.
3. Projetos de Formação Social
O Orientador Educacional orienta projetos interdisciplinares: uso adequado das redes
sociais, o combate ao bullying e a qualquer forma de preconceito, a prevenção contra
o uso e abuso de drogas, entre outros.
4. Formação da equipe pedagógica e administrativa
O Orientador Educacional colabora na formação de inspetores e funcionários, com o
objetivo de inseri-los no projeto pedagógico e orientá-los no cuidado e formação dos
alunos. Essas ações possibilitam a compreensão da importância de cada funcionário
como membro integrante da escola.
O Orientador Educacional colabora na formação de professores tutores e formadores
educacionais, orientando e acompanhando os planejamentos de tutoria e de formação social,
oferecendo o embasamento teórico e informações que justifiquem as ações educativas.
c) Atribuições dos Orientadores Educacionais:
•
Trabalhar com os alunos, promovendo tanto a vivência cognitiva quanto
a afetiva, mediante diálogo com um aluno, em grupos ou em grupo-classe;
•
Orientar os alunos para o desenvolvimento de sua autonomia,
estabelecendo metas;
•
Possibilitar a convivência e a integração no grupo;
•
Compreender o aluno como sujeito social e atendê-lo como tal;
•
Exercitar com o aluno a formação como cidadão;
•
Promover a solidariedade e a diversidade como conscientização do ser
humano, numa concepção humanista;
•
Ajudar na prevenção dos conflitos;
•
Mediar conflitos em diferentes contextos;
•
Possibilitar, por meio da mediação, a reflexão/crítica para resolução
dos conflitos e encaminhar ações para solucioná-los;
•
Realizar encaminhamentos a profissionais da área da saúde ou da
educação;
•
Acompanhar e orientar as ações de passagem de alunos de um
segmento a outro;
•
Acolher os alunos novos que ingressam no Colégio Pentágono.
d) Aulas de Tutoria e Formação Social
O Núcleo de Orientação Educacional é responsável pela organização das aulas de Tutoria e
de Formação Social. As primeiras, ao longo do Ensino Fundamental, auxiliam o aluno a
desenvolver sua postura de estudante autônomo e hábitos de estudos que o acompanharão
por toda a vida. Nas aulas de Formação Social, o aluno aprende a desenvolver suas relações
interpessoais e relações virtuais com autonomia e respeito a si mesmo e ao outro. Nessas
aulas, como já se disse, projetos específicos são desenvolvidos: o combate ao bullying, a
aprendizagem do uso de redes sociais para prevenir a ocorrência de problemas online; a
prevenção ao uso de drogas; a luta contra qualquer forma de preconceito e o respeito à
diferença.
e) Formação e capacitação profissional
O Núcleo organiza encontros de formação da equipe de apoio ao pedagógico.
Assistentes de coordenação, inspetores, porteiros se envolvem, dessa maneira, no Projeto
Político Pedagógico do Colégio Pentágono, cientes da importância de suas funções como
suporte para a aprendizagem integral dos alunos.
BIBLIOGRAFIA
Conceição, Lilian Feingold. Coordenação Pedagógica e Orientação Educacional: princípios
e ações em formação de professores e formação do estudante. Porto Alegre: Mediação,
2010
Grinspun, Mírian (org). A prática dos orientadores educacionais. São Paulo:Cortez, 2008
La Taille, Yves de. Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas. Porto Alegre: Artmed Editora,
2006.
Martin Garcia, Xus e Puig, Josep Maria. As sete competências básicas para educar em valores. São
Paulo: Summus, 2010.
Morin, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:Cortez, 2000.
Tognetta, Luciene. A formação da personalidade ética. Campinas: Mercado de Letras, 2009.
f) A Autonomia
O Colégio Pentágono acredita que o processo de construção de sujeitos autônomos
tem como base uma educação que prioriza a humanização. Segundo Maragon (2008), “o ser
humano nasce totalmente dependente do outro, que se responsabiliza pela sua
sobrevivência física e também pelo processo de humanização, que inclui a fala, o ato de
andar e a vida em sociedade”. Nesse sentido, autonomia, de caráter social e político, precisa
ser levada em conta, desde a mais tenra idade, utilizando-se estratégias educacionais
formadoras, assim construindo sujeitos autônomos e responsáveis pelos seus atos.
O colégio entende que é necessário que se ofereçam condições para que as os alunos
dirijam por si mesmos suas ações, conforme os recursos de que dispõem, propiciando-lhes
o desenvolvimento de um senso de responsabilidade.
A progressiva independência na realização das mais diversas ações, embora não
garanta a autonomia, é condição necessária para seu desenvolvimento. Sendo assim,
valoriza-se o papel do professor como aquele que organiza, sistematiza e conduz situações
de aprendizagem. Como a capacidade de realizar escolhas se amplia conforme o
desenvolvimento dos recursos individuais e mediante a prática de tomada de decisões, o
encaminhamento dado pelo professor ao uso de materiais e à realização de atividades é
muito importante: podem-se criar situações em que as crianças e jovens fazem suas
escolhas entre várias opções, em locais distintos ou no mesmo espaço.
Criar situações que propiciem a ajuda entre as crianças/ jovens, para que prestem
ajuda uns aos outros, é também recurso a ser explorado, uma vez que os conhecimentos e
competências dos alunos são distintos. Vale lembrar que as possibilidades de cooperação
oferecidas pelo trabalho em grupo, em que os alunos conversam sobre o que fazem e se
ajudam mutuamente, constitui-se num valioso recurso educativo. Além da troca de ideias, o
confronto de pontos de vista que o trabalho em grupo propicia é um fator fundamental para
que os alunos percebam que sua opinião é uma entre outras possíveis, e para que possam,
assim, integrar suas ideias às dos demais, numa relação de cooperação.
Outro aspecto que contribui para o desenvolvimento da autonomia é que os alunos
tenham referências para situar-se na rotina da instituição, e isso vale principalmente para os
das séries iniciais: quando está num ambiente conhecido e no qual pode antecipar a
sequência dos acontecimentos, a criança tem mais segurança para arriscar e ousar agir com
independência.
Para favorecer o desenvolvimento da autonomia dos alunos, é necessário que o
professor compreenda o modo de se relacionar, de agir, de sentir, de pensar e construir
conhecimento de cada um deles.
g) Interação e cooperação
O Colégio Pentágono acredita que o sucesso de um projeto educativo depende do
convívio produtivo e cooperativo em grupo, daí ser um de seus objetivos o trabalho em grupo.
Nesse sentido, são fundamentais as situações em que se possa aprender a dialogar, a ouvir
o outro e a ajudá-lo, a pedir ajuda, a aproveitar críticas, explicar um ponto de vista, coordenar
ações para obter sucesso em uma tarefa conjunta etc. É essencial aprender procedimentos
dessa natureza e valorizá-los, como forma de convívio escolar e social. A criação de um
clima favorável a tal aprendizado depende do compromisso do professor de aceitar
contribuições dos alunos e de favorecer o respeito, por parte do grupo, assegurando a
participação de todos.
Assim, a organização de atividades que favoreçam a fala e a escrita, como meios de
reorganização e de reconstrução das experiências compartilhadas pelos alunos, ocupam
papel de destaque no trabalho em sala de aula. A comunicação propiciada nas atividades
em grupo os levará a perceberem a necessidade de dialogar, de resolver mal-entendidos,
de ressaltar diferenças e semelhanças, explicar e exemplificar, apropriando-se de
conhecimentos, ressaltando-se que os aspectos emocionais e afetivos são tão relevantes
quanto os cognitivos para se estabelecerem condições adequadas à interação.
O convívio escolar pretendido pelo Colégio Pentágono é pautado em regras e normas
de funcionamento e de comportamento coerentes com os objetivos definidos em seu Projeto
Político-Pedagógico, e a comunicação clara dessas normas possibilita que os alunos
compreendam as atitudes de disciplina demonstradas pelos professores, dentro e fora da
classe.
h) Disponibilidade para a aprendizagem
Para que uma aprendizagem significativa possa acontecer, é necessário investir em
ações que potencializem a disponibilidade do aluno para tal. Em outras palavras, o aluno
precisa tomar para si a necessidade e a vontade de aprender, no entanto essa disposição
para a aprendizagem não depende só dele, é preciso que o professor garanta condições
para que essa atitude favorável se manifeste e prevaleça.
O Colégio Pentágono acredita que aprender é uma tarefa árdua, na qual se convive o
tempo inteiro com o que ainda não é conhecido. Para o sucesso da empreitada, é
fundamental que exista uma relação de confiança e respeito mútuo entre professor e aluno,
por isso, em primeiro lugar, deve ficar claro para este o que os professores e a escola
esperam dele. Acordos dessa natureza são discutidos e definidos pelos alunos e
professores, no início de cada período letivo, de acordo com as especificidades das idades
e das normas da escola.
A aprendizagem significativa não se garante somente pelas ações do professor: o
trabalho do Núcleo de Orientação Educacional inclui também intervenções para que os
alunos aprendam a respeitar diferenças, a estabelecer vínculos de confiança e uma prática
cooperativa e solidária.
I)
Atenção à diversidade
O Colégio Pentágono considera a diversidade dos alunos um elemento essencial para
a aprendizagem e, de acordo com esse princípio, atende às necessidades de determinados
alunos, analisa as possibilidades de aprendizagem de cada um e avalia a eficácia das
medidas adotadas. Por isso, tem como valor o respeito às diferenças e não o elogio à
desigualdade: as diferenças não são obstáculos para o cumprimento da ação educativa,
mas, ao contrário, fator de seu enriquecimento.
Estar atento à diversidade é considerar não só as capacidades intelectuais e os
conhecimentos de que o aluno dispõe como também seus interesses e motivações, visto que
esse conjunto constitui sua capacidade geral para a aprendizagem, em um determinado
momento.
No âmbito da sala de aula, o professor leva em conta fatores sociais, culturais e a
história educativa de cada aluno como também características pessoais de déficit de
aprendizagem, de ótimo desempenho nas avaliações externas e de superdotação intelectual.
O Colégio Pentágono acredita que um aluno com um ótimo desempenho escolar merece ser
recompensado e valorizado pelo seu esforço e pelas suas virtudes. Por isso, concede
descontos em sua anuidade aos alunos com melhor desempenho no ano.
J) Alunos NEE
No Brasil a educação é norteada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, com
diversas alterações ao longo dos anos.
A Educação Especial é contemplada no Capítulo V, os Art. 58 e 59, que trata dos alunos
caracterizados como inclusão. No entanto, não há legislação que dê suporte às práticas
pedagógicas para os distúrbios de aprendizagem (chamados transtornos funcionais
específicos). Há apenas o documento Diretrizes Nacionais para a Educação de Alunos com
Transtornos Funcionais Específicos na Perspectiva de Educação Inclusiva (2008).
É importante distinguir os dois tipos de necessidades educacionais especiais para orientar o
trabalho do Colégio Pentágono.
O Colégio Pentágono acredita que todos os alunos devem ter acesso a recursos
pedagógicos adequados para o desenvolvimento da aprendizagem. Os alunos com
necessidades educacionais especiais têm, na medida da possibilidade do nosso sistema
escolar, planos individuais para melhorar o aproveitamento acadêmico.
V – PROCEDIMENTOS DEFINIDOS PARA O PENTÁGONO
a) REGULAMENTAÇÃO PARA A FORMAÇÃO DE CLASSES – 2014/2015
Atualização: 23/04/2014
Fundamentação e princípios
O Colégio Pentágono tem como um de seus valores a formação do indivíduo e, a partir
dele, planeja ações focadas no desenvolvimento das habilidades interpessoais de seus
alunos. Com o objetivo de favorecer o processo de socialização e de obter maior interação
social, o colégio promove as alterações de turma, considerando que a mudança enriquece a
convivência. Ao se proporem novas configurações de pessoas, são propostos
consequentemente novos desafios de relacionamento.
Desenvolver em seus alunos a capacidade de conviver com os outros, sejam eles
muito ou pouco diferentes, é um dos objetivos do Colégio Pentágono, como instituição
educacional. Vivemos numa sociedade heterogênea, e muitos conflitos seriam evitados se
as escolas desenvolvessem um trabalho voltado ao respeito aos diferentes e a suas
particularidades, minimizando não só situações de isolamento de alunos como também
casos de bullying.
O Pentágono acredita nas vantagens possibilitadas pela diversidade, pois, numa
mesma turma, as diferenças entre os alunos auxiliam a dinâmica da sala de aula, enriquecem
o relacionamento entre eles, possibilitam o desenvolvimento do potencial de cada um e lhes
ensinam a conviver e a trabalhar com o outro. Acredita também que dois anos de convivência
é o tempo médio para que uns aprendam a lidar com os outros e que, a partir de então se
remanejem as turmas, justamente com o objetivo de se reiniciar o processo de aprendizagem
de interação e de convivência social.
Outro motivo para a alteração de turma é o fato de ser comum, em alguns grupos, a
cristalização de papéis, quando alunos assumem determinada função e não se modificam.
Rótulos são criados pelo próprio grupo, e muitos têm dificuldade de reconstruir nova
identidade e de romper o preconceito que se estabelece.
A partir desses princípios, o Colégio Pentágono vivencia duas etapas de estudos para
a distribuição dos alunos por classe: a análise do perfil dos alunos das classes antigas e a
análise do sociograma dessa mesma classe. Nesses estudos, são verificadas as
características de cada aluno em relação ao nível de aprendizagem, ao relacionamento com
os colegas, ao comportamento adotado em sala, à sua responsabilidade e às questões
emocionais que possa ter.
Como o processo de formação de novas classes leva também em consideração os
laços de amizade, a construção de sociograma é um recurso importante, principalmente a
partir do FI, quando os alunos vivenciam princípios como lealdade e partilha de projetos. Ao
mudar de turma/grupo classe com 2 ou 3 amigos, o aluno sente mais segurança.
As novas turmas são constituídas de maneira que os novos agrupamentos se
mantenham equilibrados e possam garantir trocas pedagógicas enriquecedoras para todos,
existindo a preocupação em proporcionar a convivência entre alunos de temperamentos
distintos (mais agitados com os mais calmos) assim como reunir alunos com diferentes
habilidades de interação social.
Formação de novas classes
A formação de novas classes obedece a critérios pedagógico-educacionais, visando
o melhor rendimento acadêmico e melhor gestão das aulas, e os procedimentos são os
seguintes:
- identificar problema no grupo original e separar o foco;
- identificar alunos da meritocracia e os que se destacam e distribuí-los nas novas
classes;
- identificar alunos com problemas de disciplina e distribuí-los nas novas classes;
- distribuir igualmente meninas e meninos nas novas classes;
- mapear as lideranças positivas e as negativas, no aspecto da interação social;
- sinalizar casos de isolamento.
Séries limites para alteração de classe
G3 → G4
G5 → 1º ano
3º ano → 4º ano
5º ano→ 6º ano
7º ano → 8º ano
9º ano → 1ª série do EM
Alterações no novo grupo
Pode acontecer de um novo grupo não dar certo, apresentando questões de prejuízo
pedagógico, a partir de comprovada queda nas médias gerais ao final do ano letivo, ou sinais
de descontentamento geral em relação à sociabilidade. Caso ocorram tais situações, poderá
ser necessário promover uma nova alteração do grupo no ano seguinte e,
consequentemente, não será respeitado o prazo bienal. Nem sempre os novos grupos
formados se constituem da forma como foram planejados, afinal lidamos com seres humanos
que, agrupados, podem ter seus comportamentos alterados. Para que ocorram essas
mudanças esporádicas de turmas, o coordenador pedagógico e o orientador educacional de
uma unidade, com o aval da Direção de unidade, deverão provar, a partir de um relatório
apurado, que realizaram, durante o ano letivo, todas as estratégias possíveis para o bom
relacionamento do grupo. As mudanças esporádicas deverão ser aprovadas pela Direção
Pedagógica Geral, após análise e a aprovação do relatório elaborado pela equipe
pedagógico-educacional e direção de cada unidade.
Situações esporádicas para alteração de aluno de turma
Existe a possibilidade de inadaptação de um aluno à nova turma, e, nesse caso, o
novo grupo deve receber uma atenção especial por parte da equipe pedagógico-educacional,
que deverá monitorar a adaptação de todos os alunos. Ao identificar possíveis inadaptações,
o coordenador pedagógico e o orientador educacional devem criar estratégias de interação
do aluno com os colegas de classe. O período de adaptação à turma deverá ter um prazo
definido (não menos do que um bimestre) e, após esse período, a equipe pedagógicoeducacional deverá analisar a possibilidade de mudar um aluno de classe, devido à queda
do rendimento acadêmico ou a seu isolamento dos colegas. A mudança deverá ocorrer
preferencialmente no final do bimestre em andamento e deverá ter a autorização da direção
da unidade. Essa situação de mudança deve ser evitada para que o projeto de elaboração
da turma não seja colocado em segundo plano e para que não se abram contínuos
precedentes.
Situação de irmãos gêmeos ou trigêmeos
O ideal é que eles frequentem salas diferentes, pois a escola é o lugar de construção
de relacionamentos, e é necessário estimular a convivência com outras crianças. Para
incentivar o desenvolvimento autônomo de cada irmão, para preservar a identidade de cada
um, é conveniente que eles estudem em classes diferentes.
A decisão de permitir ou não que irmãos estudem na mesma classe será do colégio,
mas serão considerados os argumentos de cada família (algumas insistem que os irmãos
fiquem juntos) e também a situação especial de haver apenas uma turma para a série, o que
torna impossível a separação dos irmãos.
b) Avaliação de desempenho do professor
O colégio Pentágono faz análise do trabalho do professor ao final de cada semestre.
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PROFESSOR – 2º SEMESTRE - 2013
Professor:_____________________________________________________Segmento(s):_______
_____________Unidade(s):___________________Data: ___________________
Em 2013, o Colégio Pentágono desenvolveu o ano letivo em que todos os educadores
fundamentaram suas ações com foco na cooperação entre todos os segmentos do colégio. Agora
faremos a avaliação de desempenho de 2013 focada nas atribuições do professor-educadorprofissional, compromissado com a aprendizagem de seu aluno e de sua instituição escolar. Essa
avaliação fará uma análise da ação docente e intencional do professor, baseando-se nos valores do
colégio, que garantem resultados eficazes nas aprendizagens dos alunos, e levando em conta seis
categorias básicas da função do professor: gestão e qualidade das aulas, avaliação das metas,
planejamentos, avaliações e resultados do aluno, atividade extraclasse e postura profissional.
As metas que foram propostas pela coordenação no final de 2012 e também em junho de
2013 serão avaliadas neste momento. O coordenador pedagógico fará a análise do desempenho de
cada professor de seu segmento junto à direção de cada unidade, e os assessores ou coordenadores
de área também serão consultados, para que a avaliação seja a mais abrangente possível. O
coordenador atribuirá uma nota de 1 a 4 para cada um dos critérios, de acordo com a legenda abaixo.
A proposta é diagnosticarmos os pontos positivos e os pontos a serem melhorados e, assim,
chegarmos ao ponto de excelência profissional. Caso o professor pertença a mais de um segmento
e unidade, a avaliação deverá ser compartilhada pelos coordenadores e diretores dos respectivos
segmentos e unidades. Use
4 pontos para ótimo
3 pontos para bom
2 pontos para regular
1 ponto para ruim
Nº
Critérios
Peso Notas Pontos
1
Gestão e Qualidade das aulas – Todas as aulas foram planejadas
e lecionadas com qualidade. O professor realizou boas explicações
orais, pois tem boa oralidade e didática, diversificou estratégias,
aplicou exercícios de diferentes tipos e níveis de dificuldade,
motivou seus alunos, soube gerir a disciplina durante as aulas;
acreditou na proposta da sessão reflexiva e, a partir dela, melhorou
a qualidade de suas aulas; para os professores do segmento
Fundamental II (8º e 9º anos) e Ensino Médio, será considerada a
pesquisa com os alunos.
8,0
2
Avaliação das metas* – Grau de evolução correspondente ao
semestre e/ou ano anterior
4,0
3
Resultados – Seus alunos obtiveram satisfatória aprendizagem
dos conteúdos programados: a grande maioria comprovadamente
atingiu os objetivos de aprendizagem e/ou obtiveram boas notas,
tanto nas avaliações internas como nas externas (Saresp, Enem,
Vestibulares).
2,0
4
Material produzido – Elaborou, com qualidade e de acordo com os
valores e orientações do colégio, avaliações (provas, simulados,
trabalhos por objetivos), fichas de exercícios, editais, relatórios,
roteiros e textos (de autoria própria).
1,0
5
Tecnologia digital – Desenvolveu aulas utilizando ferramentas
digitais, iPads, aplicativos, programas e demais componentes
tecnológicos.
1,0
6
Trabalho em equipe e relacionamento no colégio – Trabalhou
em grupo e em rede, tem visão sistêmica, tratou com respeito os
alunos e funcionários do colégio.
0,5
7
Planejamento - Elaborou planejamentos (anual, bimestral e aula a
aula) baseados nas orientações e valores do colégio e os cumpriu.
0,5
8
Proatividade e Liderança – Colaborou antecipando situações do
dia a dia escolar, trouxe novas ideias, liderou projetos de série,
estudos de meio, fóruns e congressos internos, formação de
professores etc.
0,5
9
Reuniões – Foi assíduo e pontual, demonstrou interesse nas
reuniões e conselhos de classe, posicionando-se e cooperando
com o grupo.
0,5
10
Organização e responsabilidade - Foi assíduo e pontual às aulas,
respeitou o prazo para entrega de materiais a serem fotocopiados
(provas, notas, avaliações, planejamentos e demais documentos).
0,5
11
Atividades extras e eventos – Participou de atividades
programadas pelo colégio: festa junina, dia dos pais, dias das mães,
fóruns, simulados, encontro de formação, saídas pedagógicas,
estudos de meio, módulos e aulas extras.
0,5
12
Aperfeiçoamento profissional - Participou de palestras,
congressos, cursos de capacitação, de pós-graduação e outros.
0,5
13
Comunicação - Estabeleceu boa comunicação e relação produtiva
(parceria) com a coordenação; responde a e-mails com presteza.
0,5
TOTAL
20
*Descrição da(s) meta(s):
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
_______________________________________
Comentários dos avaliadores:
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Professor: ______________________________
Coordenador: ____________________________
Diretor: _________________________________
C) Saídas pedagógicas e estudos de meio
O Colégio Pentágono acredita que as saídas pedagógicas e os estudos de meio são
estratégias para fazer o aluno desenvolver habilidades cognitivas que não desenvolve na
sala de aula.
PORQUE PROMOVER APRENDIZAGEM FORA DO ESPAÇO ESCOLAR
“O principal objetivo do Estudo de Meio é demonstrar aos alunos a estreita relação
entre aquilo que se aprende na escola e o que ocorre dentro e fora dela, em diferentes
lugares com diferentes pessoas, o tempo todo. A possibilidade de estabelecer essas
relações representa um material de trabalho quase inesgotável para alunos e professores
de qualquer série”.
As propostas de Estudo de Meio envolvem todas as séries, desde o Infantil I até o
Ensino Médio, apresentando objetivos e durações diferenciadas, conforme o nível de
desenvolvimento social e emocional de cada grupo.
Esse trabalho não se esgota no período em que os alunos estão afetivamente fora
da escola. Envolve, numa primeira etapa, um cuidadoso planejamento das atividades, a
elaboração de regras e combinados que favoreçam o convívio coletivo, a preparação de
material e estratégias de trabalho. Finalmente, envolve a reorganização de tudo aquilo que
foi vivido e experimentado durante a saída de estudos de Meio.
“Como decorrência desses estudos, temos alterações nas relações interpessoais,
entre os alunos e entre estes e seus professores, fruto do maior conhecimento mútuo”.
“Estudo de Meio é um procedimento educacional importante para os professores e
para a escola que deseja construir com seu aluno um conhecimento efetivamente
significativo. Ele possibilita a vivência de uma série de momentos que tornam viável e
concreto o trabalho interdisciplinar bem como o aprimoramento de uma série de
habilidades e competências que os paradigmas educacionais contemporâneos exigem.
Além de ampliar as possibilidades de o educador visualizar, na realidade concreta,
sua área do conhecimento, ele o leva a compreender os conteúdos de maneira significativa
e dinâmica, o que torna a aprendizagem eficaz e diversificada. O estudo sistemático fora
da escola pode levar ao desenvolvimento das habilidades e competências que nem
sempre podem ser aprimoradas no ambiente da sala de aula.
Abordar as questões socioambientais, relacioná-las às formas de ocupação do
espaço e refletir sobre as formas de materialização das ações humanas nas paisagens
como manifestações culturais, econômicas, artísticas e políticas são ações imprescindíveis
para entender a relação entre os seres humanos e a natureza. Tudo isso, garante o
desenvolvimento de vários processos cognitivos de construção do conhecimento, das
capacidades de analisar, observar, verificar e relacionar fenômenos e linguagens. ”
“Estudo de Meio: estratégia que possibilita uma interação maior com o meio
ambiente: há uma construção mais evidente, mais profunda de relações entre o
conhecimento de uma área de aprendizagem e o mundo. É um processo de pesquisa
ambiental, associado a disciplinas escolares, no interior da sala de aula e fora dela. Estudo
do meio: método de apreensão do real no entendimento dos problemas ambientais e na
mudança de comportamentos, visualizando soluções no âmbito das iniciativas individuais
e coletivas”.
Texto extraído da Jornada IV – Gestão do Currículo no Cotidiano Escolar – A cidade
como extensão.
Atividades educativas fora dos muros da escola. ZDP – Escola da Vila
D) Compras para Estação do Conhecimento - Biblioteca
REGULAMENTAÇÃO PARA COMPRA DE LIVROS E DE ASSINATURAS DE
JORNAIS/REVISTAS
Atualização: 23/04/2014
As compras serão centralizadas pela coordenadora de bibliotecas da Rede. Engloba
literários, revistas e específicos da área. Todas as solicitações de compra dos materiais para
cada unidade da Rede deverão ser aprovadas pela direção pedagógica geral e pela direção
financeira. As etapas abaixo deverão ser seguidas:
Para o professor:
1. O professor consultará o assessor/coordenador de área para verificar se sua
solicitação de compra de material está de acordo com o planejamento da série;
2. Após a aprovação do assessor/coordenador de área, o professor preencherá o
formulário de solicitação de compra, justificando pedagogicamente a importância do
material, e o entregará ao coordenador local de segmento;
3. A bibliotecária da unidade verificará se o material já existe no acervo ou precisará ser
comprado;
4. O coordenador geral de segmento (CGS) complementará a justificativa pedagógica –
avaliará o grau de importância para a série/ano – e a encaminhará à direção
pedagógica geral;
5. A direção pedagógica geral liberará, ou não, a compra e encaminhará o pedido à
diretoria financeira;
6. Esta aprovará ou não a compra, levando em conta a verba disponível;
7. A bibliotecária comunicará ao professor se a compra foi permitida ou não. No caso de
ela ter sido autorizada, ele será informado sobre a data da chegada do material.
Observação: após a data do pedido, o retorno ao professor deverá acontecer num prazo de
até 15 dias úteis.
Para os coordenadores:
O coordenador local preencherá o formulário de solicitação de compra, justificando
pedagogicamente a importância do material e o entregará ao coordenador geral de
segmento;
1) A bibliotecária da unidade verificará se o material já existe no acervo ou precisará ser
comprado;
2) O coordenador geral de segmento (CGS) complementará a justificativa pedagógica –
avaliará o grau de importância para a série/ano – e a encaminhará à direção
pedagógica geral;
3) A direção pedagógica geral liberará, ou não, a compra e encaminhará o pedido à
direção financeira;
4) Esta aprovará a compra, levando em conta a verba disponível;
5) A bibliotecária comunicará o coordenador sobre o resultado da solicitação. Caso ela
seja aprovada, o coordenador será informado sobre a data da chegada do material.
Obs.: se o pedido for do CGS, ele deverá realizar as etapas a partir do item 3.
Para o Diretor de unidade:
1) Deverá preencher o formulário de justificativa pedagógica e encaminhar à direção
pedagógica geral;
2) A direção pedagógica geral fará a avaliação da solicitação, aprovará, ou não, e
encaminhará à direção financeira;
3) Esta aprovará ou não a compra, levando em conta a disponibilidade de verba;
4) A bibliotecária comunicará a direção da unidade sobre o resultado da aprovação ou
não da compra. No caso de ela ser aprovada, o diretor será informado sobre a data
da chegada do material.
VI - Os Parâmetros Curriculares Pentágono (PCP)
Em geral, as escolas esperam de seus educadores condutas baseadas em seu Projeto
Político Pedagógico. No Pentágono temos como instrumento balizador e orientador de nossas
ações pedagógicas o PCP (Parâmetros Curriculares Pentágono).
Dessa forma, as ações realizadas cotidianamente no colégio são norteadas pelos
Parâmetros Curriculares Pentágono. Esses parâmetros deverão guiar procedimentos para as
avaliações, as provas, os trabalhos em grupo, os estudos de meio, as pesquisas e demais
ações. Os professores deverão seguir os PCP para que tenhamos um trabalho de excelência
acadêmica.
Essas ações e condutas deverão declaradas de forma transparente aos alunos,
oralmente e, sempre que possível, a partir de documentos escritos para serem sempre
consultadas, lembradas e postas em prática.
a) As avaliações
A concepção de avaliação no Colégio Pentágono vai além da visão tradicional, que coloca
foco somente nas notas, por ser compreendida como parte integrante do processo
educacional. Ela está baseada no conceito da avaliação formativa.
Avaliação e escola confundem-se. Sempre se avalia. Porém, o que difere qualquer prática
avaliativa circunstancial do processo contínuo de avaliação da aprendizagem é a
intencionalidade desse processo, sistemático, compreendendo procedimentos e métodos
específicos para a obtenção das informações a que se quer chegar.
A avaliação das aprendizagens só é possível quando relacionada com as oportunidades
oferecidas, isto é, deve-se analisar a adequação das situações didáticas propostas em relação
aos conhecimentos prévios dos alunos para determinar quais desafios eles estão em condição
de enfrentar.
A avaliação de aprendizado do aluno fornece ao professor elementos para uma reflexão
contínua sobre sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho, a retomada de
aspectos que devem ser revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados para o
processo de aprendizagem individual ou de todo grupo. Para o aluno, é o instrumento de
tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para reorganização
de seu investimento na tarefa de aprender. Para a escola, possibilita definir prioridades e
localizar quais aspectos das ações educacionais precisam ser revistos.
Qual deve ser o sentido e a finalidade da avaliação?
· Conhecer melhor o aluno;
· Constatar o que está sendo aprendido ou não pelo aluno;
· Adequar o processo de ensino replanejando as aulas;
· Julgar globalmente um processo de ensino-aprendizagem.
A partir dessas finalidades, a avaliação tem as seguintes características:
· Deve ser contínua e integrada ao cotidiano do professor;
· Deve ser global;
· Deve ser formativa:
Segundo Hoffmann (2000), avaliar nesse novo paradigma é dinamizar oportunidades de
ação-reflexão, num acompanhamento permanente do professor, que deve propiciar ao aluno,
em seu processo de aprendizagem, reflexões acerca do mundo, formando seres críticos
libertários e participativos na construção de verdades formuladas e reformuladas.
Planejamos algo. Ensinamos algo. A questão é: o que os alunos aprendem?
Nesse processo avaliativo devem ser contemplados vários instrumentos, durante todo o
ano letivo. São considerados instrumentos de avaliação:
· Observação do aluno;
· Análise das produções dos alunos: redação, anotações de aula no caderno, trabalho de
pesquisa, trabalhos de estudo de meio, mapas, gráficos, relatórios, lições de casa e de classe
etc.;
· Provas, questionários, simulados etc.;
· Autoavaliação;
· Avaliação do grupo;
· Portfolio.
b) As Provas
A prova escrita é um dos instrumentos mais importantes para aferir a aprendizagem dos
alunos.
A preocupação central deve estar em sua elaboração, na medida em que o instrumento
deva traduzir, o mais adequadamente possível, os conteúdos planejados e realmente
trabalhados em cada classe e série.
As provas serão avaliadas pelos assessores e coordenadores de área com o objetivo de
garantir as a pertinência dos conteúdos, o “tamanho” da prova e seu tempo de duração e,
principalmente, o grau de exigência, baseado nas habilidades cognitivas, pois elas deverão ter
questões de diferentes níveis*.
Precisamos garantir sempre provas de qualidade, com grau de exigência elevado,
compatível com a qualidade das aulas e com o grande rigor que exigimos de nossos alunos.
Assim estaremos praticando a excelência acadêmica.
*Os alunos NEE (Necessidades Educacionais Especiais) deverão ser avaliados,
principalmente, por questões baseadas no nível básico de habilidades cognitivas.
Etapas:
1) Antes da prova
O professor deve consultar o planejamento e seus objetivos de aprendizagem (Parte 1
do planejamento) para elaborar a prova.
Retome a Tabela de níveis de habilidades cognitivas utilizado para planejar suas
aulas. As questões das provas deverão ser classificadas a partir dos 3 níveis de exigência
dessa tabela.
O conteúdo do edital da prova e a própria prova devem ser baseados na aula dada.
Portanto, a prova deve ser o reflexo da aula e os exercícios selecionados devem ser do mesmo
nível daqueles trabalhados em sala.
O aluno deve ser preparado previamente para as provas realizando continuamente
atividades e exercícios em sala de aula (textos, imagens, testes, questões)com diferentes
níveis de dificuldade.
Informar os conteúdos da prova ao aluno a partir da lousa, solicitando que ele registre na
agenda e/ou consulte o Site do Colégio. O professor deve anotar o conteúdo, também, no RC.
O aluno deve ser informado do conteúdo com, no mínimo, 5 dias úteis de antecedência.
A prova deve ser submetida à assessoria ou coordenação de área para aprovação final
antes de ser enviada à coordenação do segmento ou à gráfica.
Elaboração coletiva das provas em Rede
As provas elaboradas em rede deverão seguir as seguintes etapas:
a) Todas as unidades enviam, pelo menos, 5 questões para a equipe da unidade responsável por
montar a prova;
b) A equipe responsável por montar a prova seleciona 10 questões, consultando a Tabela de níveis
de habilidades cognitivas, fecha a montagem da prova e envia ao assessor ou coordenador de
área para análise e aprovação;
c) O assessor ou coordenador de área tem duas atitudes: reenvia a prova à equipe de
montagem para retificações ou, caso a prova seja aprovada, envia a prova para o
coordenador local/geral/e assistentes de coordenação.
Quanto à estrutura da prova:
a) Cabeçalho - A prova deve conter o cabeçalho padrão, com o logo da escola. Veja o exemplo de
cabeçalho abaixo:
PROVA DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA – 2º SEMESTRE - 2014
Nome: ______________________________________Nº____ 3ª série ___
Data: _____________
Professor: Nélson
Nota: ____________ (valor 10,0)
b) Apresentação - Toda prova deve conter uma apresentação que, em poucas linhas,
resuma o que foi feito durante o período que antecedeu a prova. Retome os conteúdos
conceituais e procedimentais, estratégias de aula que foram trabalhados durante o
período.
c) Instruções –As provas deverão conter instruções para sua execução: proibição do uso
de corretivo, desconto por rasuras e erros ortográficos (até 10% do valor da questão),
permissão ou não do uso de calculadoras, etc. Veja, como exemplo, o modelo de instruções
que está abaixo e que deverá ser, preferencialmente, utilizado em todas as provas:
INSTRUÇÕES
•
Preencha totalmente o cabeçalho. Faça a prova utilizando caneta azul ou preta;
•
Leia com atenção as questões e elabore mentalmente a resposta organizando suas ideias antes de começar a
escrever;
•
Escreva com letra legível. Não é permitido o uso de corretivo e as rasuras devem ser evitadas. Se for necessário
rasurar, coloque a palavra ou frase errada entre parênteses e passe sobre ela um único risco;
•
Só o conteúdo do campo determinado para cada resposta será corrigido;
•
Cada erro ortográfico terá um desconto 0,1 (até 10% do valor da prova);
•
Releia a prova antes de entregá-la.
Boa Prova!
d) Níveis de dificuldade das questões - A prova deve conter gradação de dificuldades
(questões fáceis, médias e difíceis). Para a elaboração/seleção das questões da prova o
professor deverá se basear na Tabela de níveis de habilidades cognitivas, também utilizada
na elaboração dos planejamentos;
e) Questões trabalhadas em sala - Ao selecionar ou produzir as questões sempre
considere a exigência das questões trabalhadas durante as aulas para evitar discrepâncias
entre o que foi cobrado nas provas e o que foi trabalhado em sala.
f) Contextualização - Preparar questões com temáticas que envolvam o cotidiano e,
também, criar exercícios que considerem questões levantadas pelos alunos e trabalhadas em
sala de aula. Para isso, utilizar materiais de jornais e sites com reportagens atuais.
g) Diversidade - A prova deve conter textos verbais e não verbais, questões diversificadas
(abertas,
testes, leitura e interpretação de mapas, gráficos e tabelas, etc.).
h) Valor da questão - Cada questão deverá conter o seu respectivo valor, imediatamente
após o enunciado. O valor deve ser colocado entre parênteses.
i) Formatação - A prova deve ser digitada em letra Arial, tamanho entre 10, 11 ou 12.
(consulte as regras para formatação).
Especificidades do Ensino Médio
a) Buscar material atualizado nos últimos vestibulares de várias faculdades e nas provas
do ENEM.
b) Levar em conta a situação iminente do vestibular e do ENEM na 3ª série. Considerar o
material de apoio (atualmente Poliedro)
2) Durante a aplicação da prova
a) Antes de iniciar a aplicação da prova, o aplicador deve, juntamente com os alunos,
verificar se todas as questões estão em ordem, se as imagens estão nítidas, etc. Verificar
também se o material para a elaboração da mesma está completo, pois não poderá haver
empréstimo durante a prova.
b) A prova mensal terá duração de uma aula (50 minutos) e não serão dispensados ao
seu término. A prova bimestral deverá ser preparada para duração máxima de 100
minutos e duração mínima de 80 minutos. Portanto, os alunos somente deverão entregar
as provas ao final deste tempo.
c) Para o EM - Na aplicação da prova (mensal e/ou bimestral) todo material deve ser
colocado à frente da sala. O aluno deve permanecer apenas com os materiais necessários
para a realização da prova.
d) Telefones celulares devem ser obrigatoriamente desligados e colocados dentro da
mochila ou em cima da mesa do aplicador. Não permitir, em hipótese alguma, que os
aparelhos sejam guardados nos bolsos do uniforme.
e) Evitar que o aluno saia da sala durante a prova. Caso a saída seja inevitável, o inspetor
do corredor deve acompanhar o aluno
f) No caso de tentativa de fraude, o professor deve retirar a prova do aluno e encaminhar
a situação para o coordenador de segmento. Caso exista material que comprove a fraude, este
também deve ser encaminhado à coordenação;
g) Durante as provas o professor ou aplicador deve evitar esclarecer as dúvidas dos
alunos, exceto casos de erros de formatação. O aplicador deve ter cuidado para não fazer
interpretações das questões, pois elas fazem parte da prova.
h) Procure andar vagarosamente pela sala, permanecer em locais estratégicos durante
alguns minutos, variar de posições e postura. Não sentar-se à mesa para fazer leituras, mexer
em celulares e tablets, consultar e-mails e sites, ou corrigir provas/atividades.
i) Entregar as provas e a lista de presentes (ou identificar os ausentes) em ordem
alfabética ou numérica à assistente de coordenação.
Observação: As provas no Ensino Fundamental I obedecem a algumas especificidades.
No 2º ano a professora deve ler as questões para o aluno. Gradativamente isso deixa de
acontecer, pois o aluno ganha autonomia: lê, interpreta e faz a prova individualmente, mas o
professor ainda deve intervir quando for necessário para minimizar as possíveis dúvidas.
3) Após a aplicação da prova
a) O professor deve refletir sobre suas aulas sobre as estratégias utilizadas durante a
correção das provas;
b) O professor deve fazer uma análise detalhada, a partir do resultado global de sua prova
e redirecionar, quando necessário, suas aulas e seu planejamento. Uma forma de detalhar a
análise da prova é criar um documento analisando questão por questão, identificando os erros
dos alunos e a possíveis causas;
c) No EFI, a partir do 3º ano, EFII e EM haverá descontos de até 10% (do valor da questão).
O valor total de descontos ortográficos não deverá exceder 10% do valor da prova.Nas
provas de Língua Portuguesa, esse desconto deverá ser maior;
d) O professor deve evitar rasuras na correção da prova;
e) Ao fazer algum comentário na prova do aluno, o professor deve fazê-lo de forma ética
demonstrando conhecê-lo individualmente e, sempre que possível, faça elogios às ótimas
respostas;
f) Faça as contas com muito cuidado e, na dúvida, as refaça pois temos meritocracia no
colégio e qualquer decimo pode gerar diferenças na hora da classificação do aluno;
g) O aluno deve receber a prova corrigida (prazo máximo de 5 dias úteis) e iniciar a correção individual
consultando seu material (registros e livro didático). O aluno deve reelaborar apenas as questões
erradas ou incompletas em seu caderno ou folha de bloco (a critério do professor). Nunca permita que
o aluno faça a correção na própria prova, pois ela é um documento. O importante é que o aluno possa
trabalhar com seu erro de forma reflexiva e não mecanizada para que ele o entenda e compreenda
porque errou. Orientamos assim, como primeira etapa a correção individual da prova.
Nessa etapa o objetivo é proporcionar a reflexão individual dos erros que o aluno cometeu
nas questões. O aluno deverá consultar seus materiais (registros no caderno e o livro didático)
e trará como desafio descobrir seu erro e a causa dele.
h) Após a correção por parte do aluno, o professor deve fazer a reelaboração coletiva para
tirar qualquer tipo de dúvida. É importante a participação dos alunos neste processo.
i) Caso os resultados estejam abaixo da média para metade ou mais da metade da classe:
o professor deve retomar o conteúdo que apresentou dificuldade generalizada desenvolvendo
uma aula de revisão com estratégia diferente da utilizada antes da prova. Caso seja
necessário, o professor deve encaminhar o grupo de alunos com dificuldade para revisão de
conteúdo no período extracurricular.
j) No EFI o aluno deve receber do professor de classe atenção individual para supera suas
dificuldades.
c) As pesquisas
As pesquisas e a elaboração de projetos são importantes para se adquirir conhecimentos
significativos. Devemos utilizar essa estratégia de aprendizagem estimulando e
desenvolvendo o prazer em encontrar respostas a perguntas instigantes. Para que isso ocorra,
numa pesquisa ou projeto, deve haver uma problematização.
A pesquisa é um processo para se obter informações sobre um determinado assunto, por
meio de métodos, planejamento, análise e interpretação de dados. Sendo um trabalho que
exige método, deve seguir determinados passos para uma boa execução.
As etapas:
1) Antes das pesquisas:
a) Definição do tema - geralmente determinado pelo professor com uma delimitação intencional.
Os temas devem ser motivadores para os alunos e não limitantes. Exemplo: não há
necessidade de pesquisar um assunto que esteja clarificado no livro didático, pois pesquisar o
que já se sabe não é pesquisa, a menos que se tenha como objetivo o alargamento dos pontos
de vista.
b) Definição dos objetivos de aprendizagem – o professor deve definir o que deve ser pesquisado
a partir do tema. Por exemplo, o tema água. O professor precisa definir aquilo que o aluno deve
pesquisar sobre o tema água, seus mananciais, sua utilização, etc.
c) Conceituação do tema e fontes de pesquisa - O professor deve orientar o aluno em relação ao
material para a pesquisa que deve ser utilizado, deve estudar e selecionar o material
previamente e contar com de professores, monitores e bibliotecários. O professor deve sempre
fornecer uma bibliografia básica, sites e blogs de consulta possíveis, mas pode ser
complementada pelo aluno.
d) O professor deve definir anteriormente como o aluno deverá ou poderá apresentar a
pesquisa (produto final), por exemplo, produzindo um cartaz, um portfólio, um seminário, uma
apresentação utilizando um aplicativo ou programa digital (PowerPoint).
Para que uma pesquisa solicitada tenha sucesso siga as orientações abaixo:
2) Acompanhamento - O professor deve acompanhar o trabalho de pesquisa do aluno
durante todo o processo: iniciar a pesquisa em sala de aula, relembrar prazos, reencaminhar
bibliografia, reorientar fontes, redirecionar registros, discutir procedimentos adequados
(entrevistas e questionários), discussão de como será apresentado o produto final. Portanto, é
importante fazer o acompanhamento do processo da pesquisa e não somente cobrar no dia
da apresentação.
3) Estrutura do trabalho - Sempre cobrar do aluno o cuidado com a elaboração das
pesquisas, orientando-o na apresentação do trabalho que, via de regra, deve contar com uma
introdução que é a apresentação geral do trabalho, definindo os objetivos e as razões da
elaboração; o desenvolvimento que deve ter raciocínio lógico, clareza e simplicidade e a
conclusão: uma síntese do que foi apresentado na introdução e demonstrado no
desenvolvimento. Além de observar as normas cultas da Língua.
4) Bibliografia - Nunca receber uma pesquisa sem as referências bibliográficas: relação,
em ordem alfabética, de todas as fontes utilizadas no trabalho. Para isto, existem normas
específicas que estão detalhadas no Manual de Orientação, nas Estações do Conhecimento
das unidades.
5) Formatação - Quando os trabalhos forem digitados a letra padrão é o Arial, a pesquisa
deve ser feita com espaçamento 1,5. Não devem ser usados travessões, barras ou outros
sinais para alinhamento da margem. Regras para as margens:
·
esquerda - 2,0 cm
· direita - 2,0 cm
· superior - 3,0 cm
· inferior -3,0 cm
d) Os trabalhos em grupo
Não há como se falar em escola sem se falar em grupo. Mas o que é grupo? Segundo
Pichon Riviére, é um conjunto de pessoas unidas em torno de uma tarefa específica, movidas
por suas necessidades.
Um grupo é muito mais complexo que um amontoado de indivíduos. É o resultado da
relação entre a história dos seus indivíduos com seus mundos internos, suas projeções e
transferências, inseridos na sociedade em que vivem.
Hoje, a qualidade de se trabalhar em equipe e elaborar projetos coletivamente, em
qualquer situação formal de trabalho, é muito valorizada, ou melhor, é essencial para se ter
sucesso. É uma habilidade que deve ser aprendida para ser utilizada na vida social e
profissional.
Na escola, além dessa preparação, há uma grande lista de razões que justificam o trabalho
em pequenos grupos em sala de aula. Algumas relacionam-se ao benefício cognitivo como
fonte de construção de conhecimentos e outras às contribuições relacionais e emocionais do
aluno, melhorando suas habilidades sociais. É um exercício democrático e possibilita ao aluno
ser protagonista de sua ação.
Alguns pontos são de grande importância para o sucesso dos trabalhos em grupo e o
desenvolvimento dessa habilidade.
Pontos importantes na tarefa do professor para o sucesso do trabalho em grupo:
Como deverão ser organizados os grupos de trabalho?
A organização do grupo é de extrema importância para minimizarmos problemas durante
o trabalho. Antes de qualquer coisa, defina os critérios para organizar os grupos e dê
preferência para os grupos heterogêneos. A diversidade é um dos princípios da organização
e composição dos grupos.
- Grupos heterogêneos - Alunos organizados, bons comunicadores, que dispõem de
conhecimentos e facilidade de aprendizagem, além de terem bom relacionamento. Estes
alunos devem ser colocados com alunos que possuem maiores dificuldades nas habilidades
citadas. O professor pode selecionar alguns alunos com maiores facilidades de aprendizagem
e organização e determiná-los como cabeças de chave dos grupos. Os demais devem ser
incluídos nos grupos sempre com o objetivo de deixarem os grupos equilibrados entre si.
- Grupos homogêneos devem ser formados apenas em situações bem específicas,
discutidas previamente com a coordenação de segmento.
- O número de componentes depende da tarefa ou trabalho a ser realizado. Para uma
maior eficácia do trabalho dê preferência a grupos formados por 4 integrantes. Os grupos com
mais de 4 alunos devem ser evitados. Os grupos poderão sofrer modificações caso os
professores constatem falta de eficácia do agrupamento inicial.
Os alunos poderão montar os grupos?
Quando houver um objetivo específico e com critérios estabelecidos pelo professor, os
alunos poderão montar seus grupos. De qualquer forma, os grupos deverão ser montados,
preferencialmente, pelos professores.
O que pretendemos alcançar?
Os integrantes do grupo deverão desenvolver, principalmente, a cooperação. Eles, a partir
dos objetivos em comum, deverão aprender a trabalhar em equipe, desenvolver a habilidade
da escuta, da hora certa para falar, evitar o individualismo e desenvolver a habilidade de
liderança.
O que o professor deve fazer durante a elaboração de um trabalho em grupo?
O professor é o responsável pela condução do trabalho em grupo em todas suas etapas.
Eletem a responsabilidade de fazer a análise da composição de grupos, verificar o andamento
do trabalho e não permitir que alunos sintam-se preteridos e excluídos. Para isso devera:
· Realizar intervenções pontuais que mantenham as condições de funcionamento do
grupo;
· Retomar e orientar continuamente o trabalho: objetivos, tempo adequado, papéis de cada
integrante (que deve trabalhar para o bem do grupo);
· Facilitar o diálogo entre os componentes do grupo, evitando enfrentamentos, conflitos,
desencontros e comunicação ruim, com o objetivo que os problemas sejam resolvidos de
forma consensual;
O que deve ser evitado?
Um trabalho em grupo retalhado, onde cada pedaço é feito por um aluno, depois juntamse todas as partes, mistura-se de qualquer jeito e pronto. O resultado será ruim e não terão
sido trabalhadas as habilidades que queremos desenvolver realizando um trabalho em equipe.
Também devemos evitar que os melhores alunos do grupo façam o trabalho sozinhos
(individualismo) e os alunos com maior dificuldade se acomodem. Outro fator que pode
desencadear a acomodação de alguns alunos é o fato do grupo ser muito grande, com mais
de 4 integrantes.
Onde deve ser realizado?
Nos segmentos FI e FII o trabalho em grupo deve ser realizado na escola sob supervisão
de um professor/monitor. No EM, os alunos têm a autonomia suficiente para decidir onde
farão os trabalhos.
e) Os estudos de meio
As diferentes dimensões do aprender – ouvindo, fazendo, vendo, lendo, observando,
tocando – impõem à escola a urgência de os espaços da educação alargarem-se a cada dia.
Nesse alargamento, percebe-se a eficácia da relação da escola com tudo o que ocorre a sua
volta, com diferentes pessoas e lugares.
Portanto, os estudos de meio são uma forma eficaz de aprendizado de conteúdos
(conceituais e de variadas habilidades) fora dos muros do colégio. Também promove espaços
de socialização e aprimoramento do desenvolvimento das relações interpessoais, tanto entre
os alunos como entre os alunos e os professores.
Pensando desta forma e com o objetivo de organizar e tornar cada vez mais produtivas as
atividades de estudo de meio promovidas pela escola, enumeramos alguns princípios e
procedimentos que deverão ser seguidos com relação a esta atividade:
1. Local do estudo de meio - Quando da sugestão ou escolha do estudo de meio a ser
proposto, deveremos levar em conta a faixa etária envolvida e o professor que o sugeriu deverá
ter pleno conhecimento das condições do local do estudo.
2. Interdisciplinaridade - Preferencialmente, os estudos de meio deverão ter um caráter
interdisciplinar e ter sempre uma abrangência de rede; serem compartilhados com os
assessores e coordenadores de área e segmento; estarem ligados aos conteúdos conceituais,
atitudinais e procedimentais da série em questão.
3. Planejamento e Objetivos do estudo de meio - Os objetivos da atividade devem ser
definidos previamente e deverá haver a elaboração de um planejamento próprio das ações
desencadeadas antes, durante e depois da atividade.
4. Habilidades - Devemos aproveitar a oportunidade para desenvolver habilidades que só
são possíveis, ou melhores, fora da escola, por exemplo: registros fotográficos, entrevistas
com moradores locais, medições, desenhos de paisagens entre outros.
5. Caderno de campo - Os professores deverão elaborar e/ou participar da elaboração do
caderno de campo que será utilizado nas três fases do trabalho (antes, durante e depois – ver
detalhamento ao final). Esse caderno deverá conter informações e exercícios sobre o estudo
de meio. O caderno de campo deverá ser avaliado pelos professores que participarem do
projeto e receberá uma nota que fará parte da Nota Mensal (NM) do aluno.
6. Líder do estudo de meio - Cada estudo de meio do colégio deverá ter um líder
(coordenador de segmento ou professor) que tem a função de se responsabilizar pela
organização do estudo de meio, execução, atividades e cumprimento de prazos. Os
professores e coordenadores responsáveis pela atividade deverão se reunir com a agência
que organiza o evento para terem uma sintonia perfeita entre os objetivos que a escola tem
com a atividade e aquilo que vai acontecer em campo.
7. Divulgação - Como o estudo de meio é uma atividade curricular, portanto, pressupõe a
adesão de todos os alunos ou da maioria, ele deve ser acessível financeiramente a todos. O
professor ou coordenador líder do estudo de meio é o maior responsável pela divulgação do
projeto junto aos alunos e suas famílias.
8. Atividades para os alunos que não viajarem - Os professores deverão deixar atividades
(similares às atividades do caderno de campo) para aqueles os alunos que não aderirem ao
estudo de meio. Essas atividades deverão ser deixadas com a assistente de coordenação que
deverá encaminhar aos professores e monitores que são os responsáveis pela sua aplicação.
9. Avaliação da viagem de estudo de meio - Após as viagens, sempre promover avaliações
do estudo de meio em todas as instâncias: com o coordenador, com a agência envolvida
(quando existir) e, obviamente, com os alunos. Todos os acompanhantes dos alunos devem
preencher o formulário de avaliação entregue pela coordenação de saídas pedagógicas.
10. Trabalho ou produto final - A partir dos estudos de meio o aluno deve produzir um
trabalho ou produto final, em grupo, que será apresentado para os professores e/ou banca
examinadora, também, sempre que for possível, para as famílias dos alunos. Os professores
também poderão cobrar dos alunos que participaram dos estudos de meio atividades
individuais.
Com o objetivo de reforçar as três etapas de trabalho que o estudo de meio envolve, elas
seguem detalhadas abaixo:
A primeira etapa é preparatória: antecipa ao aluno aquilo que ele vai encontrar, em todos
os aspectos: localização e características geográficas e históricas do local a ser estudado, no
direcionamento do olhar, na divisão de tarefas, na preparação das entrevistas, nas questões
de segurança, nas regras de conduta durante as visitas e em hotéis e/ou pousadas e
instruções daquilo que ele vai utilizar em campo.
A segunda é durante o trabalho em campo: deve-se orientar os alunos em relação às
atividades de cada dia, complementos e atividades do caderno de campo, retomar os objetivos
de cada grupo, determinar quando e como se dá a coleta de dados (escrita ou
fotográfica/filmagens); determinar um momento ao final de cada dia para realizar a síntese
parcial do trabalho e a discussão do roteiro do próprio dia e a projeção do dia seguinte, entre
outras questões.
A terceira é a sistematização: no retorno, faz-se a análise das informações oriundas do
estudo de meio. Esse processo torna-se rico para o professor quando ele investiga junto aos
alunos o que de fato eles aprenderam com o estudo de meio, analisam os registros. E, em
relação aos alunos, a troca de informações é, também, bastante valiosa.
O Caderno de Estudo de Meio deverá ser entregue pelos alunos para correção em no
máximo 5 dias úteis após o retorno do estudo de meio. Os professores devem corrigir e
devolver para os cadernos para os alunos também num prazo de 5 dias úteis a fim que eles
os utilizem para elaboração do trabalho final.
f) Normas e procedimentos para acampamentos, saídas pedagógicas e estudos
de meio
1- Coordenador de eventos/assistente
1.1 Responsável em agendar as saídas de Estudo de Meio respeitando as datas
determinadas, em calendário, pelos Coordenadores de Segmentos;
1.2 Elaborar as circulares, fazer os cálculos dos custos da saída e encaminhá-la ao
departamento financeiro para aprovação;
1.3 Providenciar o encaminhamento da circular ao Coordenador do segmento para
aprovação;
1.4 Após aprovação, encaminhar via e-mail, ao Diretor Geral, Diretor Pedagógico, Diretor da
Unidade, Coordenadores Pedagógicos, Assistentes de Coordenação, Coordenadoras
Administrativas, Tesouraria, Gráfica e Responsável pela Internet para a divulgação no site
do Colégio;
2- Coordenadores pedagógicos
2.1 Organizar a divulgação da saída para os pais, em reunião de lançamento do projeto nas
unidades;
2.2 Divulgar a circular junto aos professores envolvidos na saída/acampamento e solicitar a
colaboração de todos no sentido de divulgá-la aos alunos destacando a importância da
sua participação;
2.3 Acompanhar a finalização da lista de adesão, contendo nome completo do aluno e
acompanhantes, data de nascimento e nº de documento (RG, PASSAPORTE OU
CERTIDÃO DE NASCIMENTO) antes que seja encaminhada para a empresa
responsável;
2.4 Estar presente em todas as saídas e chegadas de estudo de meio/acampamentos, sendo
o responsável em receber os pais e alunos e por toda tomada de decisão até o momento
de embarque.
2.5 Após o evento e no prazo máximo de 5 dias úteis, encaminhar para o departamento de
eventos a avaliação individual de cada acompanhante.
3- Assistentes de coordenação
3.1 Após o envio das circulares aos pais, via e-mail direcionado informando sobre a saída de
Estudo de Meio/acampamento recomendo às assistentes de Coordenação que façam
uma lista com os nomes dos alunos para iniciar os controles de recebimento das
autorizações. Essa lista deverá ser confeccionada a partir da devolução de confirmação,
assinada pelo responsável e posteriormente o pagamento.
3.2 Saída de Estudo de Meio: quando terceirizada, entrar em contato semanalmente com a
empresa responsável para atualização do controle dos pagamentos feitos com cartão de
crédito (o contato será passado imediatamente após o envio da circular aos pais);
3.3 Acampamentos: o controle dos acampamentos deverá ser feito diretamente com as
tesoureiras de cada unidade. Após o recebimento das autorizações enviadas pelos
responsáveis verificar se o pagamento foi efetuado, caso contrário entrar em contato com
a família lembrando a data limite para a adesão (*)
(*) pagamento efetuado
3.4 Na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I, as famílias têm o costume de mandar
as autorizações via agenda e depois comparecem na tesouraria para fazerem o
pagamento. Já, no Ensino Fundamental II e Ensino Médio, os próprios alunos entregam
as autorizações para as Assistentes de Coordenação e efetuam o pagamento na
tesouraria. Algumas vezes entregam as autorizações na tesouraria junto com o
pagamento. Verificar na tesouraria se algum aluno deixou a autorização junto com
pagamento.
3.5 Após esses procedimentos, as Assistentes de Coordenação devem, frequentemente,
verificar no sistema se o pagamento foi efetuado. No caso de viagens terceirizadas seguir
a orientação do item 3.2;
3.6 Quando estiver faltando mais ou menos 10 dias para o encerramento do prazo das
adesões e pagamento, as Assistentes deverão fazer a conferência dos alunos que
entregaram as autorizações e efetuaram o pagamento para ver se está tudo OK. Caso
tenha autorização sem pagamento, entrar em contato com os pais e alertá-los que o prazo
para pagamento está próximo do final e que após esse prazo o aluno estará
impossibilitado de participar da atividade.
Antes de ligar para os pais verificar a data correta do último prazo para pagamento
evitando assim, problemas futuros.
3.7 Verificar com a assistente de coordenação de eventos se haverá compra de ingressos ou
se faremos depósito bancário (atualmente estamos usando mais o depósito bancário, mas
alguns locais exigem o pagamento no momento da chegada para a visita).
• Quando acontecer de termos que levar dinheiro para a compra dos ingressos, a
assistente de coordenação de eventos solicita ao departamento financeiro, via email, com cópia para as Coordenadoras Administrativas, Coordenadoras
Pedagógicas e Assistentes a quantia necessária e pede que seja entregue para a
Coordenadora Administrativa na véspera da saída. Após o recebimento desse
dinheiro, a Coordenadora Administrativa deverá encaminhá-lo para a
Coordenadora Pedagógica/Assistente de Coordenação para que seja entregue ao
responsável pela saída. No dia seguinte ao da saída deverá cobrar o recibo do
responsável e encaminhá-lo para a Coordenadora Administrativa para que seja
feito o fechamento no Depto. Financeiro
•
Não é função da assistente de coordenação de eventos verificar se o dinheiro foi
entregue para o responsável pela saída. Essa função é da Coordenadora
Administrativa e da Assistente de Coordenação;
• Após o encerramento das adesões, encaminhar ao departamento de eventos a
relação nominal de todos os participantes contendo RG e data de nascimento;
• Após definição dos acompanhantes, encaminhar até o dia da saída/viagem os
nomes para o departamento de eventos para que seja solicitada a remuneração
dos envolvidos (o pagamento será feito em até 10 dias úteis na própria unidade ou
por meio de depósito bancário).
Saídas de Estudo de Meio e Acampamentos: encaminhar a relação nominal completa
para
os
e-mails
[email protected];
[email protected]; coordenadores de segmento e e-mail do
responsável, quando a saída for terceirizada.
Organizar, a partir da devolução de participação do aluno e pagamento a pasta que
deverá ser entregue e levada no dia do embarque pelo Coordenador/professor
responsável pelo contendo:



Autorização de participação do aluno assinada pelo pai ou responsável;
Nome completo do aluno e acompanhantes;
Número de documento (RG, PASSAPORTE ou CERTIDÃO DE
NASCIMENTO);
 Cópia do documento apresentado;
 Ficha médica;
 Autorização de viagem com firma reconhecida pelo responsável para menores
de 12 anos em viagens fora do estado de São Paulo e Internacionais;
 Autorização de hospedagem com foto do aluno e firma reconhecida do
responsável;
3.8 Providências para o dia da saída: (função das Assistentes de Coordenação)
• Verificar se o responsável pela saída está com a pasta de autorizações a lista dos
alunos que fizeram a adesão (sem ela, caso o transporte seja parado pela polícia
rodoviária, seremos impossibilitados de seguir viagem);
• Fazer a lista com os nomes dos alunos (algumas vezes essa lista precisa ter o nº do
RG e data de nascimento dos alunos e acompanhantes);
• Solicitar junto a Coordenadora Administrativa os itens necessários para serem levados
no ônibus, tais como: Papel higiênico, papel toalha, copos descartáveis, galão de
água, lanche (quando solicitado pelo Coordenador de Eventos), saco de lixo, máquina
fotográfica, etc.;
• Providenciar KIT de primeiros socorros para todos os ônibus;
• Entregar para todos os professores acompanhantes uma cópia da avaliação do estudo
de meio/acampamento e após preenchimento recolher e encaminhá-la ao
departamento de eventos;
• Providenciar DVD, de acordo com a faixa etária para ser exibido durante a viagem;
• Providenciar a identificação do (s) ônibus e colocá-la no para-brisa dianteiro do ônibus,
lado direito.
4- Coordenadora administrativa
4.1 Avisar a portaria que no dia seguinte haverá saída e que o local dos ônibus deverá ser
reservado para estacionamento;
4.2 Comunicar a cantina e o refeitório (em casos de saídas de período integral ou viagens
com pernoite) que nesses dias os alunos não almoçarão no colégio;
4.3 Providenciar os itens necessários que farão parte do KIT saída nos ônibus (item 7,
parágrafo 3 – Atribuição das Assistentes de Coordenação).
5- Tesoureira
5.1 Após recebimento da circular referente ao evento, providenciar a lista de classe dos alunos
envolvidos para controle das adesões. (essa lista deverá seguir o padrão do item 3.1);
5.2 Ficar atenta a data limite para recebimento dos valores na tesouraria da unidade,
principalmente quando o evento envolver passagem aérea. Lembre-se que após a data
limite para recebimento das adesões, antes de confirmar a vaga para o responsável, entrar
em contato com o departamento de eventos para se informar se houve alteração no valor
da passagem aérea;
5.3 Quando o pagamento for feito em cheque, a tesoureira deverá anotar no verso do cheque
o nome do aluno, turma e ou nº do RA, pois se houver problema como devolução do
cheque pelo banco, a empresa possa identificar o aluno com mais agilidade;
5.4 Após recebimento do pagamento das adesões, encaminhá-las para o departamento
financeiro da Unidade Morumbi.
5.5 Ficarem atentas com adesões de filhos de funcionários e professores em relação ao
desconto oferecido pela empresa parceira. (quando houver essa possibilidade, o
departamento de eventos passará a informação e o percentual, via e-mail, para as
tesoureiras e assistentes de coordenação).
6- Acompanhantes
6.1 Estudo de Meio - Os acompanhantes serão escolhidos pelos Coordenadores Pedagógicos
e dentre os escolhidos, um será designado o responsável pelo grupo: líder da viagem;
6.2 Acampamentos - A professora de classe deverá ser convidada para
acompanhar seus alunos nas temporadas e, se possível, participar ao máximo das
atividades, pois essa atitude aumentará o vínculo, respeito e admiração diante do
grupo classe;
6.3 Professores do segmento EI e FI deverão dormir no mesmo quarto dos alunos,
mesmo contando com monitoria nos quartos, pois sempre será nossa
responsabilidade sua estada nos acampamentos;
6.4 Conhecer detalhadamente o roteiro a ser desenvolvido pelo grupo, o caderno de
estudo de meio e as atividades a serem desenvolvidas tanto nos acampamentos como
nos estudos de meio;
6.5 Participar ativamente de todas as atividades propostas durante a saída com o
olhar de observador e, percebendo que alguma atividade esteja inadequada,
comunicar imediatamente ao professor responsável pelo grupo e o coordenador
pedagógico;
6.6 Tomar conhecimento prévio de todas as fichas médicas dos alunos e ao chegar
ao local, entregá-las pessoalmente para a enfermeira responsável (quando houver).
Quando algum aluno levar medicamento em uso, certificar-se de que a enfermeira
está cumprindo os horários determinados no receituário. Caso o acampamento/hotéis
não disponham de uma enfermeira de plantão, o responsável pelo grupo designará
um acompanhante (preferencialmente um professor ou o coordenador) para ministrar
e controlar os remédios em uso aos alunos, mediante receituário enviado previamente
pelo responsável;
6.7 Após a acomodação dos alunos no transporte, certificar-se de que todos estão
devidamente acomodados, providenciando assim, o fechamento do cinto de
segurança. Os professores acompanhantes, monitores da viagem e coordenadores
são os responsáveis pela segurança dentro do ônibus. Os alunos em hipótese alguma
deverão ficar se deslocando dentro dos ônibus, pois, em caso de acidente, as
consequências poderão ser ainda piores;
6.8 Chegar com antecedência ao local de embarque para fazer a recepção dos
pais/alunos e começar a organizar a saída (colocar as malas próximo da área de
embarque e alunos nas salas de aula e/ou recepção do colégio). Verificar se as fitas
identificadoras estão colocadas corretamente nas malas;
6.9 Viagem aérea - chegar com uma hora de antecedência, antes da saída da porta
da escola para verificar se os documentos necessários para o embarque estão de
acordo para não teremos surpresas no check-in. Todos os documentos deverão ser
verificados e entregues à coordenação da viagem;
7,0 Retorno - Ao término da viagem, ao desembarcarem na escola todos os alunos
deverão aguardar os pais dentro das dependências do colégio. Em caso de atraso,
faremos a saída dos alunos diretamente da porta do ônibus apenas para os pais que
estiverem presentes e só então encaminharemos os demais alunos para o interior da
escola para aguardarem os pais. Os acompanhantes só poderão deixar o colégio após
o último aluno de sua turma ter sido retirado pelo responsável.
7- Função do Coordenador do grupo
7.1 Acompanhar a acomodação dos alunos no transporte e conferir a lista de chamada dos
alunos presentes que aderiram à saída;
7.2 Ao chegar no local a ser visitado, organizar os grupos de acordo com a solicitação prévia
do monitor responsável. Essa organização, quando solicitada pela Instituição a ser visitada
será passada com antecedência pelo departamento de eventos ao Coordenador
Pedagógico;
7.3 Decidir, junto aos professores acompanhantes quando alguma atividade proposta aos
alunos não esteja de acordo com a linha de trabalho do Pentágono ou que coloque em risco
a segurança e ou a integridade física do aluno. Esse coordenador será o responsável pela
decisão final, quando necessário. (caso esse coordenador não se sinta totalmente seguro na
tomada de decisão, o mesmo deverá consultar o Coordenador Pedagógico da Unidade, o
Diretor ou o Coordenador de Eventos);
7.4 Organizar junto à empresa contratada ao final de cada dia de trabalho (BARRA BONITA,
MINAS GERAIS, SOMMA, BRASÍLIA E PARATY) o fechamento diário das atividades
desenvolvidas pelos alunos;
7.5 Manter diariamente as unidades informadas das rotinas praticadas pelo grupo.
Texto de apoio 1 - Avaliação
AVALIAÇÃO FORMATIVA e seu sentido de melhoria do processo de ensino e
aprendizagem
Trechos retirados do texto “Avaliação formativa” - Vera Lúcia Camara Zacharias é mestre
em Educação, Pedagoga, consultora
ducacional, assessora diversas instituições, profere palestras e cursos, criou e é diretora
do CRE
(Centro de referência Educacional
PARA QUE
AVALIAR ?
Para conhecer melhor o aluno
AVALIAÇÃO
INICIAL
( diagnóstica )
Para analisar a aprendizagem
durante o processo de ensino
Para analisar globalmente o
resultado de um processo
AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO
CONTÍNUA
FINAL
e
)
AVALIAÇÃO
FORMATIVA
As propostas curriculares atuais bem como a legislação vigente primam por
conceder uma grande importância à avaliação, reiterando que ela deve ser contínua,
formativa e personalizada, concebendo-a como mais um elemento do processo de ensinoaprendizagem, o qual nos permite conhecer o resultado de nossas ações didáticas e, por
conseguinte, melhorá-las.
“(...) conceber e nomear o ‘ fazer testes’, o ‘dar notas’, por avaliação é uma atitude
simplista e ingênua! Significa reduzir o processo avaliativo, de acompanhamento e ação,
com base na reflexão, a parcos instrumentos auxiliares desse processo, como se
nomeássemos por bisturi um procedimento cirúrgico”. (Hoffmann, 2000: 53).
(...) “Alguns teimam em entender por avaliação os tipos de provas, de exercícios,
de testes, de trabalhos etc. Não compreendem a avaliação como um processo amplo da
aprendizagem, indissociável do todo, que envolve responsabilidades do professor e do
aluno. Ao tratar a avaliação dessa forma, afastam-na de seus verdadeiros propósitos, de
sua relação com o ensinamento, de seu aspecto formativo....” . (OLIVEIRA, S. Roseli.
MACEDO, Hercules. O professor e a avaliação; Avaliação Escolar.”
Por sua vez, Perrenoud (1999) afirma que “o sistema tradicional de avaliação
oferece uma direção, um parapeito, um fio condutor; estrutura o tempo escolar, mede o
ano, dá pontos de referência, permite saber se há um avanço na tarefa, portanto, se há
cumprimento do seu papel” (p.156).
As avaliações realizadas nas escolas decorrem, portanto, de concepções diversas,
de cujos fundamentos sem sempre se tem clareza. O sistema educacional apoia-se na
avaliação classificatória com a pretensão de verificar aprendizagem ou competências
através de medidas, de quantificações. Este tipo de avaliação pressupõe que as pessoas
aprendem do mesmo modo, nos mesmos momentos e tenta evidenciar competências
isoladas. Ou seja, algumas, que por diversas razões têm maiores condições de aprender,
aprendem mais e melhor. Outras, com outras características, que não respondem tão bem
ao conjunto de disciplinas, aprendem cada vez menos e são muitas vezes excluídos do
processo de escolarização.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
A avaliação formativa não tem como objetivo classificar ou selecionar. Fundamentase nos processos de aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais;
fundamenta- se em aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos
contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender.
Esse enfoque tem um princípio fundamental: deve-se avaliar o que se ensina,
encadeando a avaliação no mesmo processo de ensino-aprendizagem. Somente nesse
contexto é possível falar em avaliação inicial (avaliar para conhecer melhor o aluno e
ensinar melhor) e avaliação final (avaliar ao finalizar um determinado processo didático).
Se a avaliação contribuir para o desenvolvimento das capacidades dos alunos,
pode- se dizer que ela se converte em uma ferramenta pedagógica, em um elemento que
melhora a aprendizagem do aluno e a qualidade do ensino.
Qual deveria ser, então, o sentido e a finalidade da avaliação?
- Conhecer melhor o aluno: suas competências curriculares, seu estilo de
aprendizagem, seus interesses, suas técnicas de trabalho. A isso poderíamos chamar de
avaliação inicial.
Constatar o que está sendo aprendido: o professor vai recolhendo informações, de
forma contínua e com diversos procedimentos metodológicos e julgando o grau de
aprendizagem, ora em relação a todo o grupo-classe, ora em relação a um determinado
aluno em particular.
Adequar o processo de ensino aos alunos como grupo e àqueles que apresentam
dificuldades, tendo em vista os objetivos propostos.
Julgar globalmente um processo de ensino-aprendizagem: ao término de uma
determinada unidade, por exemplo, faz-se uma análise e reflexão sobre o sucesso
alcançado em função dos objetivos previstos e uma revisão deles, de acordo com os
resultados apresentados.
A partir dessas finalidades, a avaliação teria as seguintes características:
A avaliação deve ser contínua e integrada ao fazer diário do professor: o que nos
coloca que ela deve ser realizada sempre que possível em situações normais, evitando a
exclusividade da rotina artificial das situações de provas, na qual o aluno é medido
somente naquela situação específica, abandonando-se tudo aquilo que foi realizado em
sala de aula antes da prova. A observação, registrada, é de grande ajuda para o professor
na realização de um processo de avaliação contínua.
A avaliação deve ser global: quando se realiza tendo em vista as várias áreas de
capacidades do aluno: cognitiva, motora, de relações interpessoais, de atuação etc.e, a
situação do aluno nos variados componentes do currículo escolar.
A avaliação deve ser formativa: se concebida como um meio pedagógico para
ajudar o aluno em seu processo educativo.
Melhora do Processo Ensino-Aprendizagem
A avaliação não começa nem termina na sala de aula. A avaliação do processo
pedagógico envolve o Planejamento e o Desenvolvimento do processo de ensino. Neste
contexto é necessário que a avaliação cubra desde o Projeto Curricular e a Programação,
do ensino em sala de aula e de seus resultados (a aprendizagem produzida nos alunos).
Tradicionalmente, o que observamos é o processo de avaliação reduzir-se ao
terceiro elemento: a aprendizagem produzida nos alunos. No contexto de um processo de
avaliação formativa, isso não tem nenhum sentido. A informação sobre os resultados
obtidos com os alunos deve necessariamente levar a um replanejamento dos objetivos e
conteúdos, das atividades didáticas, dos materiais utilizados e das variáveis envolvidas em
sala de aula: relacionamento professor-aluno, relacionamento entre alunos e entre esses
e o professor.
Segundo Hoffmann (2000), avaliar nesse novo paradigma é dinamizar
oportunidades de ação- reflexão, num acompanhamento permanente do professor e este
deve propiciar ao aluno em seu processo de aprendência, reflexões acerca do mundo,
formando seres críticos libertários e participativos na construção de verdades formuladas
e reformuladas.
Referências Bibliográficas:
GIMENO SACRISTÀN, J. El curriculum: una reflexión sobre la práctica. 5ª ed. Madri:
Morata, 1995.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. 14ª ed. Porto Alegre: Mediação, 1998.
__________________. Avaliação mito & desafio: uma perspectiva construtivista. 29ª ed.
Porto Alegre: Mediação,2000.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens - entre
duas lógicas. Porto Alegre: ArtMed, 1999
23
Texto de apoio 2 - ORIENTAÇÕES PARA PLANEJAMENTO DAS AULAS E
ELABORAÇÃO DAS PROVAS
Níveis de complexidade (SAEB): as competências podem ser categorizadas em três
níveis distintos de ações e operações mentais, que se diferenciam pela qualidade das
relações estabelecidas entre o sujeito e o objeto do conhecimento. É importante lembrar
que não são as palavras ou os verbos empregados que determinam o nível das
competências, mas o sentido da frase que indica a ação ou operação a ser desenvolvida
pelo aluno.
Nível Básico.(atividades/ questões fáceis )
• Observar para levantar dados, descobrir informações nos objetos, acontecimentos,
situações etc. e suas representações.
• Identificar, reconhecer, indicar, apontar, dentre diversos objetos, aquele que corresponde
a um conceito ou a uma descrição, ou identificar uma descrição que corresponde a um
conceito ou às características típicas de objetos, da fala, de diferentes tipos de texto etc.
• Localizar um objeto, descrevendo sua posição ou interpretando a descrição de sua
localização, ou localizar uma informação em um texto.
• Descrever objetos, situações, fenômenos, acontecimentos etc. e interpretar as descrições
correspondentes.
• Discriminar, estabelecer diferenciações entre objetos, situações e fenômenos com
diferentes níveis de semelhança; constatar alguma relação entre aspectos observáveis do
objeto, semelhanças e diferenças, constâncias em situações, fenômenos, palavras, tipos
de texto etc.
• Representar graficamente (por gestos, palavras, objetos, desenhos, gráficos etc.) os
objetos, situações, sequências, fenômenos, acontecimentos.
• Representar quantidades através de estratégias pessoais, de números e de palavras.
Nível Operacional ( atividades/ questões de média dificuldade )
• Classificar - organizar (separando) objetos, fatos, fenômenos, acontecimentos e suas
representações, de acordo com um critério único, incluindo subclasses em classes de
maior extensão.
• Seriar - organizar objetos de acordo com suas diferenças, incluindo as relações de
transitividade; ordenar objetos, fatos, acontecimentos, representações, de acordo com um
critério; conservar algumas propriedades de objetos, figuras etc., quando o todo se
modifica.
• Compor e decompor figuras, objetos, palavras, fenômenos ou acontecimentos em seus
fatores, elementos ou fases etc.
• Fazer antecipações sobre o resultado de experiências, sobre a continuidade de
acontecimentos e sobre o produto de experiências; calcular por estimativa a grandeza ou
a quantidade de objetos, o resultado de operações aritméticas etc.
• Medir, utilizando procedimentos pessoais ou convencionais.
• Interpretar - explicar o sentido que têm para nós acontecimentos, resultados de
experiências, dados, gráficos, tabelas, figuras, desenhos, mapas, textos, descrições,
poemas etc. e apreender esse sentido para utilizá-lo na solução de problemas.
• Justificar acontecimentos, resultados de experiências, opiniões, interpretações, decisões
etc.
Nível Global (atividades/questões de grandes dificuldades)
• Analisar objetos, fatos, acontecimentos, situações, com base em princípios, padrões e
valores.
• Aplicar relações já estabelecidas anteriormente ou conhecimentos já construídos a
contextos e situações diferentes; aplicar fatos e princípios a novas situações, para tomar
decisões, solucionar problemas, fazer prognósticos etc.
• Avaliar, isto é, emitir julgamentos de valor a respeito de acontecimentos, decisões,
situações, grandezas, objetos, textos etc.
• Criticar, analisar e julgar, com base em padrões e valores, opiniões, textos, situações,
resultados de experiências, soluções para situações-problema, diferentes posições
assumidas diante de uma situação etc. .
• Explicar causas e efeitos: explicar uma determinada sequência de acontecimentos etc.
• Apresentar conclusões a respeito de ideias, textos, acontecimentos, situações etc.
• Levantar suposições sobre as causas e efeitos de fenômenos, acontecimentos; fazer
prognósticos a respeito de transformações em objetos, situações, acontecimentos,
fenômenos, a partir de dados já obtidos.
• Fazer generalizações (indutivas) a partir de leis ou de relações, descobertas ou
estabelecidas em situações diferentes, isto é, estender de alguns para todos os casos
semelhantes.
• Fazer generalizações (construtivas), fundamentadas ou referentes às operações do
sujeito, com produção de novas formas e de novos conteúdos.
Bibliografia complementar
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. Campinas: Editora Autores Associados, 1996
HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2000
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré- escola à
universidade. 14ª ed. Porto Alegre: Mediação, 1998
MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de
contas. Rio de Janeiro : DP&A Editora, 2001
PERRENOUD, Philippe. O Ofício de aluno e sentido do trabalho escolar. Porto: Porto
Editora,1995
RONCA, P.A; TERZI, C. A prova operatória. São Paulo: Edesplan, 1991.
VII – COMO TRABALHAMOS
Organização da Escolaridade (idade/série/segmento)
−
−
Educação Infantil
Modalidade
G1
Faixa Etária
01 ano*
G2
02 anos**
G3
03 anos**
G4
04 anos**
G5
05 anos**
Ensino
Fundamental
Ano
1º ano
2º ano 3º ano 4º ano 5º ano 6º ano 7º ano 8º ano 9º ano
Faixa
06
07
08
09
10
11
12
13
14
Etária
anos**
anos
anos
anos
anos
anos
anos
anos
anos
− (*) Para matrícula no G1, o aluno precisa estar com 1 (um) ano
completo
−
Ensino Médio
Série
Faixa Etária
(**) Conforme a Deliberação CEE 73/2008, que estabelece a data limite
de 30/06 para que o aluno complete a idade, a fim de se efetuar sua
matrícula na Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental.
−
1ª série
15 anos
2ª série
16 anos
3ª série
17 anos
−
NORMAS E PROCEDIMENTOS ESCOLARES
a) Educação Infantil
Horários de entrada e saída
UNIDADES MANHÃ
TARDE
INTEGRAL
Alphaville
8h às 12h30 13h às 17h30 8h às 17h30
Morumbi
8h às 12h30 13h às 17h30 8h às 17h30
Perdizes
8h às 12h30 13h às 17h30 8h às 17h30
- Solicitamos pontualidade no cumprimento dos horários de entrada e saída.
- Perder ou interromper as atividades iniciais prejudica tanto a criança que se atrasa como
o grupo, que se distrai com a interrupção.
- Incentivamos os pais ou responsáveis a acompanharem os alunos às salas de aula, onde
serão recepcionados pelas professoras e auxiliares pedagógicas.
- Possíveis recados deverão ser breves ou registrados na agenda.
- Os alunos devem ser retirados pelos pais ou responsáveis até 10 minutos após o término
da aula, período esse em que ficam sob responsabilidade das professoras.
- Solicitamos que o horário de saída dos alunos seja rigorosamente respeitado.
- As saídas antecipadas, quando absolutamente inevitáveis, deverão ser previamente
comunicadas à Coordenação por meio da agenda.
- Toda saída de aluno sem o acompanhamento de seus responsáveis deverá ser
comunicada, com antecedência, à Coordenação. Esta exigirá a identificação da pessoa.
Uniforme escolar
Os alunos devem comparecer em todas as atividades do Colégio devidamente
uniformizados. Lembramos que o tênis faz parte do uniforme e é o único calçado permitido,
por questões de segurança.
Para evitar extravios, todos os uniformes devem estar devidamente identificados com o nome
e sobrenome do aluno. Em caso de perda, a escola não se responsabiliza por reposições, e,
no caso de trocas, solicitamos que as peças sejam devolvidas rapidamente.
VENDA DE UNIFORME
Unidade Perdizes - Todos os dias - das 7h às 17h
Unidade Alphaville - Todos os dias - das 7h às 17h
Unidade Morumbi - Todos os dias - das 7h às 17h
As crianças devem trazer mochila diariamente, com troca de roupa e agenda.
Lanche
Os alunos da Educação Infantil trazem lanche de casa. O Colégio Pentágono, acreditando
na importância de uma alimentação saudável e balanceada para o melhor desenvolvimento
de nossos alunos, solicita especial atenção aos produtos naturais – menos artificiais e
calóricos – no lanche. Por isso, os alunos não devem trazer à escola, inclusive às sextasfeiras, frituras, refrigerantes, salgadinhos, balas, entre outras guloseimas. Alimentos
inadequados serão mantidos na lancheira, e providenciaremos, no refeitório do Colégio,
lanches mais nutritivos, sendo tal ocorrência informada aos pais. Finalmente, recomendamos
que cada alimento venha embrulhado separadamente e lembramos que são proibidos
recipientes de vidro.
Dia do brinquedo
As crianças podem trazer brinquedos para o Colégio às sextas-feiras. Para o envio, os pais
devem seguir estas orientações:
- Os brinquedos devem ser adequados à faixa etária;
- não devem ter peças ou mecanismos perigosos;
- não devem ser valiosos ou “de estimação” (uma vez que poderão ser manuseados por
outras crianças;
- não devem ser eletrônicos nem armas (espada, revólver etc.).
É proibido trazer skates e patins.
Aniversários
A comemoração do aniversário na escola é um momento para festejar com os amigos, por
isso dela participam os colegas de classe e as professoras. Tal comemoração deve ser
comunicada com antecedência, e o responsável deve providenciar apenas o bolo, vela,
pratos e garfos descartáveis, não havendo necessidade de envio de convites e não sendo
permitida a entrega de presentes e lembrancinhas. O aniversariante deve vir uniformizado,
e todos os alunos trarão lancheira.
A entrega de convites para festas de aniversário fora da escola poderá ser feita pela
professora de classe, desde que todos os colegas da turma sejam convidados. As saídas
dos alunos para festas em bufê só ocorrerão no final do período, desde que todos da turma
sejam
convidados.
A opção de convidar só meninos ou só meninas implica a mesma regra: todos ou todas
devem ser convidados/convidadas.
Lições de casa
As lições propostas têm como objetivo levar as crianças a desenvolver o hábito de estudo,
revendo assuntos trabalhados em sala de aula. Elas recebem a devida orientação, em
classe, para a realização dos trabalhos, sendo assim os pais devem orientar seus filhos
somente em caso de necessidade manifestada pela criança, mas nunca realizar as tarefas
por eles.
A ajuda dos pais deve ser no sentido de organizar um horário e local apropriados para a
realização da lição (com mesa e cadeira confortáveis, boa iluminação, silêncio etc.) e de
propiciar materiais para consulta (caso a proposta apresente essa demanda).
Comunicação com a equipe pedagógica
É prioridade do Colégio Pentágono a proximidade de sua equipe com os pais e responsáveis,
visando a troca de informações e o devido acompanhamento do desempenho dos alunos.
Sempre que houver mudança de endereço, do número de telefone, dos responsáveis
autorizados a buscar as crianças na escola e se houver outras informações importantes,
pedimos que os pais informem a professora (por meio da agenda) e a Secretaria. Essa
medida é de grande importância, já que garante a atualização constante dos dados
cadastrais de cada aluno.
Comunicação por meio da agenda
A agenda é o meio básico de comunicação entre escola e família. Como tal, deve ser
observada diariamente, pois, por meio dela, sinalizamos o envio de circulares (comunicados)
que seguem por e-mail e também registramos, quando necessário, ocorrências importantes
do dia a dia dos alunos.
Entrevistas com professores, coordenadores e direção
A equipe pedagógica do Colégio está à disposição para contatos informais diários. Quando
houver necessidade de uma entrevista, pedimos que seja marcado por telefone, com a
assistente de coordenação, um horário de atendimento.
Os pais também poderão ser convocados a participar de entrevistas para tratar do processo
escolar do aluno.
Reuniões de pais e profissionais da escola
O Colégio Pentágono realiza reuniões, previstas em calendário, com o objetivo de
compartilhar o desenvolvimento do aluno, assim como o projeto pedagógico. Para os
atendimentos individuais, organiza um planejamento diferenciado, pois a professora de sala
afasta-se do grupo. Portanto, solicitamos disponibilidade no período sugerido, a fim de evitar
interferências no trabalho desenvolvido.
Sistema de avaliação
A avaliação é constante e ocorre por meio da observação do comportamento das crianças,
levando-se em conta seus respectivos estágios de desenvolvimento.
De acordo com a LEI FEDERAL, G4 e G5 farão parte da Educação Básica, que passa a ter
2 anos obrigatórios da Educação Infantil, 9 anos de Ensino Fundamental e 3 anos de Ensino
Médio.
Os alunos de G4 e G5 deverão apresentar uma frequência mínima de 60%, e os relatórios
de avaliação de desempenho deverão acompanhar o histórico escolar deles.
Saúde
As informações sobre saúde (alergias, medicamentos, pediatra, convênio etc.) devem
constar da ficha informativa preenchida no início do ano escolar.
No caso de ausência, a escola deverá ser notificada sobre o estado de saúde da criança,
principalmente em se tratando de doenças infectocontagiosas, para que possamos tomar as
devidas providências. Nesse caso, as crianças doentes não devem comparecer às aulas,
devendo seu retorno ser consentido pelo pediatra, Esse procedimento que objetiva a
recuperação delas e evita possível contágio dos colegas. Como medida preventiva,
comprometemo-nos a comunicar aos pais, por meio de circulares, casos de doenças na
classe de seus filhos.
A orientação sobre todo medicamento remetido ao Colégio deve ser registrada na agenda,
na qual se deve especificar horário e dosagem. Solicitamos que o frasco do remédio venha
cuidadosamente embalado e que seja entregue às professoras de sala.
No caso de a criança adoecer no Colégio, imediatamente nos comunicaremos com os
responsáveis. O mesmo procedimento será adotado em situações de acidentes.
Estudos de Meio
Pedimos que as circulares explicativas enviadas pelo Colégio sejam devolvidas no prazo
estipulado, juntamente com a autorização dos pais ou responsáveis. O pagamento dos
boletos também deve seguir os prazos estipulados, evitando-se assim transtornos de última
hora. Não será possível confirmação fora da data prevista.
Transporte escolar
A escola não dispõe de transporte próprio nem administra esse serviço, embora o
cadastramento dos profissionais e veículos utilizados para esse fim seja por ela
supervisionado. Caso haja interesse, os pais poderão consultar, na Secretaria ou no site da
escola, uma lista de credenciados que oferecem esse serviço.
Sugestões, queixas e opiniões
Solicitamos que os pais levem diretamente sugestões ou reclamações ao conhecimento da
Diretoria ou da Coordenação ou ainda que as encaminhem diretamente ao sistema de
ouvidoria do Colégio.
Ensino Fundamental I
Uniforme
Os alunos devem comparecer em todas as atividades do Colégio devidamente
uniformizados.
Lembramos que o tênis é o único calçado aceito como uniforme. Para os dias muito frios,
deve ser usada a jaqueta de inverno (encomendada antecipadamente na loja da escola),
sendo permitido, por baixo do uniforme, o uso de camisetas lisas nas cores azul marinho,
branca, cinza ou preta, sem logotipos.
Lembramos também que o uso de bonés ou gorros é proibido em sala de aula.
Para evitar extravios, todos os uniformes devem estar devidamente identificados com o nome
e sobrenome do aluno. Em caso de perda, a escola não se responsabiliza por reposições, e,
no caso de trocas, solicitamos que as peças sejam devolvidas rapidamente.
No laboratório, só será permitida a entrada de alunos com o avental.
VENDA DE UNIFORME
Unidade Perdizes -Todos os dias - das 7h às 17h
Unidade Alphaville -Todos os dias - das 7h às 17h
Unidade Morumbi -Todos os dias - das 7h às 17h
Materiais
As crianças devem trazer diariamente mochila, com todo o material necessário para as
atividades do dia, e devem zelar por ele.
Contamos com a colaboração dos pais, no sentido de garantirem que o material solicitado
seja enviado no prazo e reposto quando necessário.
Não trazer objetos de valor para a escola. Em caso de perda ou dano, o aluno será o único
responsável.
Não é permitido o uso de telefone celular, iPod (exceto com autorização do professor)
durante as aulas, na biblioteca e sala de estudos. Nesse período, os aparelhos devem
permanecer desligados e guardados no armário. O celular será retirado do aluno e entregue
apenas ao responsável.
Importante: A utilização em classe de computadores portáteis e “tablets” só será permitida
se solicitada pelo professor, para atividade ou aula específicas. O uso desses equipamentos
nos ambientes do Colégio incorre nas mesmas regras de conduta da Instituição, sendo o
aluno o único responsável, tanto pelo equipamento em si quanto pelo uso dele. O recreio
tem duração de trinta minutos.
Recreio e Lanche
Os alunos são orientados a reservar o tempo inicial do recreio para o lanche, antes das
brincadeiras, cultivando assim hábitos saudáveis de alimentação. Os auxiliares e inspetores
acompanham as crianças no horário do recreio e brincam com elas.
É decisão das famílias trazer o lanche de casa ou comprá-lo na cantina da escola. O Colégio
Pentágono, acreditando na importância de uma alimentação saudável e balanceada para o
melhor desenvolvimento de nossos alunos, solicita especial atenção aos produtos naturais –
menos artificiais e calóricos – no lanche.
Dia do brinquedo
As crianças podem trazer brinquedos para o Colégio às sextas-feiras. As crianças podem
trazer brinquedos para o Colégio às sextas-feiras. Para o envio, os pais devem seguir estas
orientações:
- Os brinquedos devem ser adequados à faixa etária;
- não devem ter peças ou mecanismos perigosos;
- não devem ser valiosos ou “de estimação” (uma vez que poderão ser manuseados por
outras crianças;
- não devem ser eletrônicos nem armas (espada, revólver etc.).
É proibido trazer skates, patins e celulares.
Aniversários
A comemoração do aniversário na escola é um momento para festejar com os amigos, por
isso dela participam os colegas de classe e as professoras. Tal comemoração deve ser
comunicada com antecedência, e o responsável deve providenciar apenas o bolo, vela,
pratos e garfos descartáveis, não havendo necessidade de envio de convites e não sendo
permitida a entrega de presentes e lembrancinhas. O aniversariante deve vir uniformizado,
e todos os alunos trarão lancheira.
A entrega de convites para festas de aniversário fora da escola poderá ser feita pela
professora de classe, desde que todos os colegas da turma sejam convidados. Pedimos,
então, que os convites e autorizações sigam via correio, e-mail ou contato telefônico.
As saídas dos alunos para festas fora da escola só ocorrerão no final do período, desde que
todos da turma sejam convidados, caso contrário a escola não pode ser envolvida. A opção
de convidar só meninos ou só meninas implica a mesma regra: todos ou todas devem ser
convidados/convidadas.
Os alunos convidados devem ser retirados pela família do aniversariante no final do período
de aula.
A condução das crianças deve obedecer às normas legais de segurança, e os veículos
destinados a essa condução podem estacionar em frente à escola no horário apropriado 12h30 ou 17h30.
Lição de casa
Ela complementa o trabalho de classe, desenvolve o hábito do estudo, da revisão e do
aprofundamento dos conceitos trabalhados em aula, além de aprimorar a organização, a
autonomia e a responsabilidade no cumprimento das tarefas. Em caso de falta do aluno, a
lição será enviada no dia seguinte, ou o aluno poderá acessá-la no Portal Educacional do
Pentágono.
É fundamental que os alunos tenham em casa tempo suficiente e espaço adequado para
seus estudos, e os pais podem ajudá-los acompanhando suas tarefas e esclarecendo
dúvidas, sem, no entanto, eximi-los de suas responsabilidades. Se restarem dúvidas quanto
ao conteúdo, a criança deve trazê-las para a escola, ainda que a lição fique incompleta.
A consulta diária à agenda também é útil no caso de tarefas com prazo mais longo, que
devem ser realizadas gradualmente.
Sistemas de avaliação, recuperação e aulas de apoio
Nosso ano letivo é composto por 4 bimestres, e as avaliações são contínuas e sistemáticas,
o que ajuda os professores a acompanharem a aprendizagem dos alunos, a ajudá-los a
conhecer suas possibilidades e dificuldades e a intervirem, visando melhor qualidade desse
processo.
Os alunos são avaliados em tudo o que fazem, como lições de classe, lições de casa,
participação nas aulas, qualidade dos exercícios feitos e dos registros elaborados em sala
de aula, provas etc. Os que apresentam nota abaixo de 6,0, ao término de cada bimestre,
são convocados para participar da recuperação paralela.
Ao longo do bimestre, aqueles que apresentam dificuldades de aprendizagem são
encaminhados ao Setor de Apoio, no período inverso às aulas, em que recebem orientações
de estudos, ministradas por professores.
Estudos de Meio
São realizados de acordo com objetivos pedagógicos/ educacionais.
Pedimos que as circulares explicativas enviadas pelo Colégio sejam devolvidas no prazo
estipulado, juntamente com a autorização dos pais ou responsáveis. O pagamento dos
boletos também deve seguir os prazos estipulados, evitando-se assim transtornos de última
hora. Não será possível confirmação fora da data prevista.
Comunicação com a equipe pedagógica
É prioridade do Colégio Pentágono a proximidade de sua equipe com os pais e responsáveis,
visando a troca de informações e o devido acompanhamento do desempenho dos alunos.
Sempre que houver mudança de endereço, do número de telefone, dos responsáveis
autorizados a buscar as crianças na escola e se houver outras informações importantes,
pedimos que os pais informem a professora (por meio da agenda) e a Secretaria. Essa
medida é de grande importância, já que garante a atualização constante dos dados
cadastrais de cada aluno.
Atrasos
Os alunos que chegarem à sala de aula, decorridos até 10 minutos após o sinal, ainda
participarão da 1ª aula. Após esse prazo, receberão anotação de atraso e deverão passar,
obrigatoriamente, pela Coordenação Pedagógica Educacional, para entrar na 2ª aula.
Apenas serão permitidos 5 atrasos no bimestre, independentemente do período. Após o 5º
atraso do bimestre, independentemente do período, o aluno retornará para casa.
Comunicação por meio da agenda e Portal Educacional do Pentágono
A agenda é o meio básico de comunicação entre escola e família. Como tal, deve ser
observada diariamente, pois por meio dela sinalizamos o envio de circulares (comunicados)
que seguem por e-mail e também registramos, quando necessário, ocorrências importantes
do dia a dia dos alunos.
Entrevistas com professores, coordenadores e direção
A equipe pedagógica do Colégio está à disposição para contatos informais diários. Quando
houver necessidade de uma entrevista, pedimos que seja marcado por telefone, com a
assistente de coordenação, um horário de atendimento.
Os pais também podem ser convocados a participar de entrevistas para tratar do processo
escolar do aluno.
Reuniões de pais e profissionais da escola
Realizamos reuniões previstas em calendário, com o objetivo de compartilhar o
desenvolvimento do aluno, assim como o projeto pedagógico. Para os atendimentos
individuais, organizamos um planejamento diferenciado, pois a professora de sala afasta-se
do grupo. Portanto, solicitamos disponibilidade no período sugerido, a fim de evitar
interferências no trabalho desenvolvido.
Saúde
As informações sobre saúde (alergias, medicamentos, pediatra, convênio etc.) devem
constar da ficha informativa preenchida no início do ano escolar.
No caso de ausência, a escola deverá ser notificada sobre o estado de saúde do aluno,
principalmente em se tratando de doenças infectocontagiosas, para que possamos tomar as
devidas providências. Nesse caso, os alunos doentes não devem comparecer às aulas,
devendo seu retorno ser consentido pelo pediatra, Esse procedimento que objetiva a
recuperação delas e evita possível contágio dos colegas. Como medida preventiva,
comprometemo-nos a comunicar aos pais, por meio de circulares, casos de doenças na
classe de seus filhos.
A orientação sobre todo medicamento remetido ao Colégio deve ser registrada na agenda,
na qual se deve especificar horário e dosagem. Solicitamos que o frasco do remédio venha
cuidadosamente embalado e que seja entregue às professoras de sala.
No caso de a criança adoecer no Colégio, imediatamente nos comunicaremos com os
responsáveis. O mesmo procedimento será adotado em situações de acidentes.
Não é possível a escola medicar o aluno sem a autorização escrita do responsável (e-mail,
fax, agenda, etc.). Nos casos em que o responsável não for encontrado no momento de uma
emergência, o aluno será levado a um hospital ou pronto-socorro.
Transporte escolar
A escola não dispõe de transporte próprio nem administra esse serviço, embora o
cadastramento dos profissionais e veículos utilizados para esse fim seja por ela
supervisionado. Caso haja interesse, os pais poderão consultar, na Secretaria ou no site da
escola, uma lista de credenciados que oferecem esse serviço.
Uso da Estação do Conhecimento - Biblioteca
A Estação do Conhecimento traz um novo conceito de biblioteca. Esta deixa de ser apenas
um lugar de leitura e pesquisa ao acervo de livros e transforma-se em um espaço
infoeducativo, cujo objetivo é o de educar para a informação, favorecendo as relações, a
interação, o lúdico e o uso das diversas linguagens e mídias existentes.
Os alunos podem retirar das estantes as obras de seu interesse, devolvendo-as ao
infoeducador, após a consulta. O acervo da Estação do Conhecimento também pode ser
pesquisado pela internet, no endereço http://biblioteca.colegiopentagono.g12.br/cgibin/wxis.exe?IsisScript=phl.xis&cipar=phl8.cip&
lang=por%20
(Dicas: No campo “Busca”, digite a palavra que procura, como título, assunto ou nome de
autor)
Empréstimo - Cada aluno pode retirar um livro por vez, e o prazo de empréstimo é de uma
semana. Um novo empréstimo só pode ser feito após a devolução do livro retirado
anteriormente. Lembramos que periódicos e obras de referência não podem ser
emprestados.
IMPORTANTE: O aluno que danificar ou perder livros ou qualquer outro material de consulta
terá de repô-los ou de indenizá-los.
Ensino Fundamental II e Médio
Para que haja convivência saudável e respeito ao ambiente escolar - prazer de estar na
escola -, é imprescindível que o aluno
• trate os colegas, os professores e todos os funcionários da escola com respeito e
cordialidade, utilizando sempre palavras e frases como “obrigado”, “bom dia”, “por favor”,
“posso entrar na sala?” e outras.
• zele pela conservação das carteiras e armários de uso pessoal, dos móveis e instalações
do Colégio e também pelos objetos de propriedade dos colegas, dos professores e dos
demais funcionários. Caso sejam causados danos aos objetos alheios ou do colégio, o aluno
ou o grupo envolvido deverá indenizar o prejuízo.
• respeite o ambiente escolar, mantendo postura e atitude adequadas à vida coletiva desta
instituição educativa, em todas as suas dependências. Comportamentos envolvendo abraços
e beijos que representem uma intimidade exagerada não serão admitidos e poderão gerar
advertências verbais, por escrito e suspensões.
• respeite a proibição de fumar nas dependências da escola.
• cuide de seus objetos de valor, incluindo eletrônicos, trazidos para a escola. Durante os
recreios e hora do almoço, deve deixá-los trancados em seu armário. Isso vale também para
quantias em dinheiro.
Obs.: De acordo com o Regimento Escolar, art. 128, “só será permitida a utilização de
computadores portáteis, iPads e quaisquer outros “tablets” em classe quando solicitada pelo
professor e para atividade específica, sendo tal utilização de inteira responsabilidade do
aluno”. O uso desses equipamentos, nos ambientes do Colégio, incorre na mesma regra
descrita acima, sendo o aluno o único responsável por eles. A escola não se responsabilizará
por eventual perda, dano ou desaparecimento de equipamentos eletrônicos.
Durante as aulas, é fundamental que o aluno
• assuma a responsabilidade de ter asseguradas as condições necessárias para sua
aprendizagem.
• assista às aulas com respeito, disciplina e atenção, evitando comportamentos e conversas
paralelas que atrapalhem o bom andamento das atividades e das aulas.
• levante o braço sempre que precisar dirigir a palavra ao professor e espere a vez para falar.
Os colegas devem ouvir, com muito respeito, aquele que está falando e respeitar as dúvidas
e/ou ideias deste.
• tenha uma atitude proativa, dialogando com o professor, caso tenha dúvida, dando suas
opiniões e fazendo comentários sempre pertinentes à aula.
• tenha o material completo exigido em cada disciplina ou atividade.
• use agenda escolar, anotando sempre as datas de trabalhos, provas e lições de casa.
• registre as aulas no caderno, ou em ferramenta digital (caso seja autorizado pelo professor).
• não consuma alimentos e bebidas em sala de aula, exceto água.
• desligue o aparelho celular e o guarde dentro da mochila, antes do início da 1ª aula do dia.
Caso seja pego manuseando o aparelho celular sem autorização do professor, o aparelho
será entregue à coordenação do segmento que o devolverá aos pais ou responsáveis. No
primeiro episódio, o aluno será advertido verbalmente e, a partir do segundo episódio, o será
por escrito. Reforçamos que, durante as aulas, somente os professores poderão permitir a
utilização de celulares, sempre que servirem como meio de aprendizagem.
Uniforme
O uso do uniforme completo é obrigatório para os alunos do Ensino Fundamental e Ensino
Médio, em todas as atividades escolares (inclusive nas salas de estudo, aulas de
recuperação, monitoria e aulas de acompanhamento individual). O uniforme consta de
• Camiseta branca com logotipo do Colégio
Por baixo do uniforme, é permitido o uso de camiseta lisa azul-marinho, branca, preta o
cinza, sempre sem estampas;
• Calça ou bermuda azul com logotipo do Colégio
• Tênis
• Agasalho branco ou azul com logotipo do Colégio
Para os dias de muito frio, podem ser usados, por baixo do agasalho do colégio, agasalhos
nas cores azul-marinho, branco, cinza ou preto, sem estampas. O aluno pode encomendar
a jaqueta de inverno na loja da escola.
• O uso do avental é obrigatório nas aulas de laboratório.
• Nas aulas de Educação Física, é obrigatório o uso do uniforme do colégio ou de camiseta
nas cores branco, cinza, preto ou azul-marinho (sem estampas). Não é permitido usar
camisetas de times.
• O uso de gorros é proibido. Os bonés somente serão aceitos nas aulas de Educação Física,
em quadra descoberta.
• Todas as peças do uniforme devem ser identificadas com nome e sobrenome do aluno.
Horários
Espera-se que o aluno respeite os horários estabelecidos pela escola, para tanto deve estar
atento às seguintes normas:
• No início da primeira aula, tanto do período da manhã como do período da tarde, há
tolerância de cinco minutos, após o sinal. Caso chegue à sala nesse espaço de tempo, ainda
participará da 1ª aula do período.
• Chegando após o período da tolerância, entrará para a 2ª aula, devendo obrigatoriamente
assinar o atraso e passar pela assistente de Coordenação do segmento.
• Ao atingir o 5º atraso no bimestre, levará para casa um aviso de alerta informando que não
terá mais direito a atrasos e, nesse caso, voltará para casa, a cada novo atraso que tenha
naquele bimestre, independentemente do período.
• Após a 2ª aula do período, só poderá entrar no Colégio com uma justificativa dos pais e
responsáveis e mediante análise da coordenação.
• Após o sinal alertando para o início da aula, deve estar na sala, com o material da aula
sobre a carteira.
• Após o sinal alertando para o final de cada aula, aguardar que o professor dê a aula por
finalizada. Caso seja necessário ir ao banheiro ou beber água, pedir permissão ao professor
da aula que se iniciará.
• Para saídas antecipadas, apresentar autorização por escrito e assinada pelos pais ou
responsáveis
Obs.: Os pais poderão utilizar e-mails para autorizar a saída antecipada de seus filhos. As
dispensas de aula por telefone somente serão aceitas nos casos de extrema urgência. Após
o final de cada período letivo, a saída é livre.
• Estar ciente de que, se estiver ausente da aula durante o período letivo (“cabulando”), será
advertido verbalmente ou por escrito, dependendo do motivo de sua ausência. Se a falta se
repetir, será suspenso.
Estação do Conhecimento - Biblioteca
Os alunos podem retirar das estantes as obras de seu interesse, devolvendo-as ao
responsável da Estação, ao final da consulta. O acervo da Estação do Conhecimento
também
pode
ser
pesquisado
pela
internet,
no
endereço http://biblioteca.colegiopentagono.g12.br/cgibin/wxis.exe?IsisScript=phl.xis&cipar=phl8.cip&lang=por%20
(Dicas: No campo “Expressão”, digite os termos que procura, como título, assunto ou nome
de autor e, ao lado da palavra escolhida acrescente a sua unidade Ex.: Clarice Lispector
Morumbi).
Empréstimo - Cada aluno pode retirar um livro por vez, e o prazo de empréstimo é de uma
semana. Um novo empréstimo só poderá ser feito, após a devolução do livro retirado
anteriormente.
O empréstimo poderá ser renovado, se não houver lista de espera.
Lembramos que periódicos e obras de referência não podem ser emprestados.
Orientações Gerais – Na Estação, devem ser observadas as seguintes normas:
• Os equipamentos eletrônicos, como computadores e “tablets”, devem ter uso orientado
pelos professores, durante as aulas, prioritariamente para a realização de trabalhos
escolares. Os celulares só podem ser utilizados para leitura com autorização do professor.
• O aluno deve falar baixo e não consumir nenhum tipo de alimento ou bebida.
• Obs.: O aluno que danificar ou perder livros ou qualquer outro material de consulta terá de
repô-los ou indenizá-los e poderá sofrer sanções estipuladas pela coordenação pedagógica
de seu segmento.
As provas e simulados
• O aluno deve comparecer nos dias de provas durante o período regular das aulas. Quem
perde as provas mensais faz a substitutiva da bimestral. Casos excepcionais serão tratados
individualmente.
• Em caso de ausência em provas que constam do calendário escolar, o aluno deve trazer
por escrito uma justificativa relevante, assinada pelos pais ou responsáveis, a qual será
analisada pela coordenação do segmento.
• Caso o motivo da ausência às provas ou simulados seja doença ou falecimento de um
familiar, o aluno tem direito à prova substitutiva sem o pagamento de taxa. É imprescindível
que ele apresente o formulário de justificativa acrescido de um atestado ou documento que
comprove sua ausência. Casos específicos serão discutidos diretamente com a diretoria da
unidade.
• No caso de prova substitutiva com pagamento de taxa, após preenchimento de impresso
próprio, retirado na tesouraria, e efetuado o pagamento de uma taxa por disciplina, o aluno
deve comparecer nas datas determinadas no calendário escolar e realizar a prova.
• As provas substitutivas bimestrais ocorrem aos sábados pela manhã, conforme calendário
anual.
• As substitutivas das redações do Ensino Médio devem ser feitas com a monitoria em até
uma semana.
• As redações substitutivas do FII são realizadas nas sextas-feiras pré-determinadas pela
coordenação do segmento.
• Não haverá substitutiva para os simulados.
• Em caso de fraude nas provas, a esta será atribuída a nota ZERO. Se houver prova
concreta de fraude, esta deverá ser anexada à avaliação. O aluno que comprovadamente
fraudar as provas deverá ser advertido por escrito e deverá trazer a advertência assinada
pelos pais ou responsáveis, no dia seguinte ao episódio.
• Não haverá reposição de prova para alunos suspensos. De acordo com o art. 135 do
Regimento Escolar, “quando da aplicação da suspensão, o aluno não participará das
atividades letivas programadas para os dias em que der cumprimento a tal medida.”
Recuperação
• Os alunos que não alcançarem a média 6,0(seis) do bimestre têm direito à recuperação
paralela, nos três primeiros bimestres do ano. Os que não conseguirem a média anual 6,0,
no mínimo, ficarão para recuperação final. Só haverá recuperação final de, no máximo, 3
disciplinas.
Utilização das redes sociais
• Os alunos devem utilizar as redes sociais com ética e segurança, tomando os devidos
cuidados para evitar os riscos de utilização como veículo de preconceito.
• Não é permitido aos alunos o uso das redes sociais para expor e/ou ofender colegas,
professores e outros funcionários do colégio. Caso isso ocorra, eles sofrerão sanções.
Problemas disciplinares e suas consequências ou sanções
As relações entre os alunos e entre alunos e professores/ funcionários devem ser baseadas
no respeito ao outro e na confiança mútua. Especialmente atos de humilhação ou ofensa de
forma continuada ou não, ou quaisquer outros atos que venham a caracterizar a prática de
bullying, não serão admitidos, e seus agentes imediatamente receberão sanções.
Obedecer às normas do Colégio é fundamental para o convívio escolar, e as atitudes dos
alunos em desacordo com o Regimento Escolar e com as normas de boa convivência estão
sujeitas às sanções estabelecidas. Elas implicam
• advertência oral - o aluno excluído de sala de aula deve ser advertido verbalmente. Em
casos mais graves, pode ser advertido por escrito.
• advertência escrita - a cada 3 exclusões de sala, o aluno receberá uma advertência por
escrito que deverá ser assinada pelos pais. A cada 3 advertências por escrito, estes serão
chamados pela coordenação e pela orientação educacional para uma entrevista, com o
objetivo de discutir a situação e estratégias para melhoria das atitudes desse aluno.
Em caso de agressão física, o aluno deverá receber uma advertência por escrito ou uma
suspensão, dependendo da gravidade da agressão.
• suspensão - em casos especiais, conforme a gravidade da atitude inadequada, sem a
necessidade de advertência prévia, a coordenação poderá determinar a suspensão do aluno
por um ou mais dias, ou ainda solicitar aos pais a transferência dele para outra escola.
• reparação da atitude inadequada - o objetivo é levar o aluno a se colocar na perspectiva do
outro, porém a reparação não exclui a advertência por escrito ou a suspensão.
• rematrícula - as advertências orais, escritas e suspensões serão analisadas pela orientação
educacional, pela coordenação pedagógica e pela direção da unidade, antes da renovação
da matrícula do aluno para o ano seguinte, podendo esta ser recusada pela escola.
• transferência - a escola poderá solicitar a transferência do aluno que ultrapassar o limite de
9 advertências por escrito, durante o ano, e/ou até duas suspensões.
VIII– ORGANIZAÇÃO DOS CURSOS
a) EDUCAÇÃO INFANTIL - G1 ao G5
Fundamentação
A Educação Infantil marca a entrada da criança no primeiro grupo social externo à
família. No Colégio Pentágono, essa inserção é acolhedora, cercada de cuidados que
permitem a construção de vínculos de confiança e afeto, promovendo o sentimento de
segurança. Nossas ações visam a proporcionar a aquisição gradual da independência, para
o cuidado próprio, para a realização das várias atividades e para a solução de conflitos. Essa
capacidade de confiar em si e o fato de sentir-se aceita, ouvida, cuidada e respeitada
oferecem à criança suporte para a formação da autoestima.
O planejamento da Educação Infantil é estruturado para que a criança potencialize
suas capacidades e exercite sua maneira própria de pensar, de sentir e ser. Proporciona
situações de ensino e de aprendizagem em que ela constrói sua identidade, em que é capaz
de expressar seus sentimentos e suas ideias. A rotina vivida transmite segurança, devido à
regularidade dos procedimentos, e contribui também para a construção da identidade, por
meio das oportunidades de convivência que propicia. Os ambientes da escola são projetados
para as crianças se sentirem acolhidas e protegidas e, ao mesmo tempo, seguras para ousar
e vencer desafios. A oferta permanente de atividades diversificadas em um mesmo tempo e
espaço proporciona o exercício da escolha pelas crianças. Esses são componentes ativos
no processo educacional, constituem-se no espaço do cuidado, do crescimento, do
aconchego e do conhecimento.
Movimentar-se, com agilidade, energia e sensibilidade, abrir-se para o conhecimento
e para o mundo, investigar, criar hipóteses e conquistar a leitura e a escrita, pesquisar sobre
os seres vivos, a natureza e seus fenômenos, os povos e as diferentes culturas, interagir,
comunicar, conviver e respeitar seu bem-estar e o de seus companheiros são habilidades
trabalhadas em atividades intencionalmente planejadas para ser instigantes e desafiadoras.
O ato de brincar está presente em todas as atividades. Brincar expressando emoções,
sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades faz com que a criança desenvolva a
imaginação e a percepção. Por meio de jogos, de brincadeiras com regras e do faz de- conta,
ela se apropria da realidade a seu redor, experimenta o mundo, atribuindo-lhe significado, e
vai formando juízos sobre as pessoas, os sentimentos e o universo de conhecimento à sua
volta.
As rodas de conversa são um momento privilegiado em que as crianças podem
mostrar-se como são e expressar seus sentimentos, dúvidas e hipóteses. Nas rodas, as
atividades da escola são apresentadas, e as regras, construídas e cumpridas por todos.
As frequentes aulas de Inglês fazem levam a criança a compreender e a falar o idioma
com naturalidade. Trabalha-se de forma dinâmica, com músicas, jogos, dramatizações,
culinária e vídeos.
O trabalho com a construção do código escrito da Língua Portuguesa visa mais que
alfabetizar: o objetivo maior é introduzir a criança no mundo das letras, da cultura. Enfatizase que ler e escrever são importantes meios de expressão.
Apropriando-se gradativamente da leitura e da escrita e usando-as de forma
significativa nas suas relações com o mundo, o aluno está apto a buscar novos
conhecimentos.
Expectativas de Aprendizagem – 1º. ciclo
G1
• Adaptar(-se)
• Socializar(-se)
• Ampliar a Linguagem Oral
Explorar movimentos corporais,
espaços e materiais
Currículo - Educação Infantil
Formação Pessoal e Social - G1 a G5
Formação da identidade e autoestima
Construção da autonomia
Movimento e educação psicomotora
Conhecimento e cuidados corporais
Criação de vínculos
Conhecimento do Mundo - G2 e G3
Linguagem Oral e Escrita
Natureza e Sociedade
Matemática
Artes Visuais
Música
Educação Física
Natação Recreativa (G2 e G3 - Perdizes e Alphaville)
Estação do Conhecimento/biblioteca
Conhecimento do Mundo - G4 e G5
Linguagem Oral e Escrita
Natureza e Sociedade
Matemática
Artes Visuais
Música
Educação Física
Inglês (a partir do G4)
Informática (a partir do G4)
Estação do Conhecimento/biblioteca
Horário
Entrada manhã
Lanche
Saída manhã
Duração/aula
8h00
30 min.
12h30
30 min.
Parque/Lanche
G1
2 horas
Total semanal
7h 30min
G2
1 hora e 30
minutos
7h 30min
Aulas
complementares
G1
Hora
aula30min
G2
Hora-aula:
30min
Entrada tarde
Lanche
Saída tarde
Duração/aula
G3
1 hora e 30
minutos
7h 30min
G3
Hora-aula:
30min
13h00
30 min.
17h30
30 min.
G4
1 hora
20min
5 horas
10min
G4
Hora-aula:
40min
G5
1 hora
20min
5 horas
10min
G5
Hora-aula:
40min
Música
Educação Física
Informática
Inglês
Ateliê
Total semana
Total acumulado
Disciplinas
curriculares
Língua
Portuguesa
Matemática
Artes
Ciências (NS)
Brinquedoteca
Total semanal
Total acumulado
30 minutos
30 minutos
1 hora
10h30 min
G1
Hora-aula:
30min
2 aulas =
1h
2 aulas =
1h
2 aulas =
1h
2 aulas =
1h
2 aulas =
1h
12h
22h 30min
30 minutos
30 minutos
1 hora
3 horas
10h 30min
30 minutos
30 minutos
G2
Hora-aula:
30min
10 aulas = 5
horas
5 aulas = 2h
30min
5 aulas = 2h
30min
2 aulas = 1h
G3
Hora-aula:
30min
10 aulas = 5
horas
5 aulas = 2h
30min
5 aulas = 2h
30min
2 aulas = 1h
1 hora
3 horas
10h 30min
2 aulas = 1h 2 aulas = 1h
12h
22h 30min
12h
22h 30min
40 minutos
40 minutos
40 minutos
2h
1h 20min
5h 20min
10h 30min
40 minutos
40 minutos
40 minutos
2h
1h 20min
5h 20min
10h 30min
G4
Hora-aula:
40min
7 aulas = 4h
40min
5 aulas = 3h
20min
2 aulas = 1h
20min
2 aulas = 1h
20min
2 aulas = 1h
20min
12h
22h 30min
G5
Hora-aula:
40min
8 aulas = 5h
20min
5 aulas = 3h
20min
2 aulas = 1h
20min
2 aulas = 1h
20min
1 aula =
40min
12h
22h 30min
Abordagem dos componentes curriculares
Língua Portuguesa na Educação Infantil
Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas leituras não era a beleza das frases,
mas a doença delas.
Comuniquei ao Padre Ezequiel, um meu Preceptor, esse gosto esquisito.
Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
- Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável, o padre me disse.
Ele fez um limpamento em meus receios.
O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença, pode muito que
você carregue para o resto da vida um certo gosto por nadas...
E se riu.
Você não é de bugre? – ele continuou.
Que sim, eu respondi.
Veja que bugre só pega por desvios, não anda em estradas –
Pois é nos desvios que encontra as melhores surpresas e os ariticuns maduros.
Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de gramática.
Manoel de Barros
I-
Introdução
Informação é a palavra de ordem de nosso tempo.
Estamos imersos em um sem-fim informativo, e a quantidade de dados de que
dispomos torna o conhecimento, paradoxalmente, banalizado e fundamental. Banalizado,
porque a informação está no mundo, é encontrada onde quer que olhemos, rápida e
facilmente. Mas não “tratada”. Fundamental, porque, ainda que submetidos ao bombardeio
contínuo de informações, se as processamos e delas nos apropriamos, transformando-as
em conhecimento, norteiam nossas ações assim como nossos planos, decisões e escolhas.
O desafio de escapar à banalização da informação implica, assim, desenvolver a
competência de utilizá-la com consciência e ética, atribuindo-lhe significados e usando-a
como ponto de partida para novas construções.
Esse caminho do banal para o uso consciente e competente do conhecimento
acontece, na escola, através do processo de ensino- aprendizagem de Língua Portuguesa.
E apoia-se no fato de que a realidade é passível de leitura e de que várias línguas, linguagens
(dentre elas a verbal, mas não só), mídias (analógicas e digitais) e múltiplas práticas letradas
não podem ser ignoradas, quando se põem como essenciais o processamento eficaz da
informação e uma atuação consciente, ética, crítica e cidadã no mundo.
II-
Língua Portuguesa
Fundamentação
1. A perspectiva geral da área é propiciar experiências significativas com a Linguagem
Verbal (produção e compreensão de textos orais e escritos), que visem a gerar o
desenvolvimento das competências leitoras e escritoras e do falar e escutar bem como a
possibilitar, dessa forma, situações efetivas de interação em que a (re)construção do
conhecimento e a apreciação estética, ética e/ou política, por parte dos aprendizes, possa
permear todo o trabalho.
2. Ensinar Língua Portuguesa hoje deve, portanto, considerar a importância atribuída à
linguagem verbal. Mas não só. Ao lado dela coexiste uma multiplicidade de linguagens
não verbais e/ou mistas que devem também ser levadas em conta. E há ainda que incluir
as mídias digitais, com destaque para o uso das TICs.
3. Dessa forma, a área de Língua Portuguesa trabalha com as várias linguagens, com
destaque para a linguagem verbal, e privilegia vários letramentos:
a) Múltiplos – que levam em conta a variedade de gêneros escritos e orais, presentes em
diferentes esferas de atividade humana (jornalística, literária, científica, escolar, doméstica
etc.). Contemplam, assim, não só uma multiplicidade de práticas de letramento que circulam
em diferentes esferas da sociedade como também a multiculturalidade, ou seja, as culturas
locais que vivem essas práticas de maneiras diferentes.
b) Multissemióticos – que ampliam os letramentos para o campo de linguagens não verbais
e mistas, priorizando entre elas, em atividades que podem/devem ser interdisciplinares.
c) Digital – que inclui múltiplas mídias digitais, contemplando gêneros como o Twitter, o email, o videoclipe, o videopoema, além de outros ambientes virtuais como fóruns, chats, e
blogs, com destaque especial para o trabalho no Portal.
d) Crítico e protagonista – vinculado ao tratamento da informação, contribui para a formação
da criticidade e ética do aprendiz. Deve, assim, torná-lo capaz de construir sentidos e
significados, de desvelar finalidades, intenções e ideologias, de se posicionar perante o que
lê / escrever / fala e escuta e de defender seus pontos de vista e, assim, construir habilidade
de apreciação e réplica.
4. A área parte do princípio de que ler / escrever/ falar / escutar são atos de linguagem
pressupondo um indivíduo que, ao usar a língua, realiza ações, age, atua sobre o
interlocutor, e que, por conseguinte, interage com ele em dada situação de comunicação
e em um contexto sócio-histórico e ideológico. Pressupõem, pois, um aprendiz ativo, a
caminho de sua própria autonomia intelectual. Como sujeito em formação e cidadão do
mundo, esse aprendiz deve poder
•
estar inserido num contexto escolar que lhe permita reconhecer a produção cultural
da humanidade e ser apreciador e construtor de cultura;
•
responder às demandas sociais e também àquelas do mundo do trabalho;
•
ser usuário de um sistema tecnológico de ensino-aprendizagem, com a garantia de
inclusão de gêneros digitais;
•
ser crítico, compromissado com a realidade e responsável pela sociedade,
especialmente atento a questões globais;
•
tratar / processar a informação eficazmente, visando a construir conhecimento;
•
analisar questões que são objeto de estudo e investigação, levando em consideração
as dimensões da justiça e da equidade. Converter o trabalho escolar em algo que
permita por em prática e ajudar a compreensão de diferentes posições éticas e morais;
•
ter garantida uma formação integral e a excelência acadêmica, através do rigor nas
reescritas de produções e nas devolutivas e sistematizações do professor;
•
comprometer-se na aceitação de responsabilidade e na tomada de decisões,
assumindo riscos e aprendendo a partir dos erros cometidos.
5- Persegue a aprendizagem significativa para desenvolver competências, habilidades
operatórias e procedimentos. O desenvolvimento dessas competências apoia-se no conflito
cognitivo. Assim, a partir de situações-problema, da ativação de conhecimentos prévios e
das novas necessidades criadas com o desequilíbrio situacional, é que o aprendiz se
mobiliza e se desenvolve, na direção de buscar respostas que possibilitem a construção de
novo conhecimento.
6- Propõe o texto como objeto de estudo e seleciona vários gêneros textuais para construir
competências necessárias ao “estar no mundo” e responder às demandas e necessidades
da vida hodierna.
7- Coerente com essa visão de aprendiz e de aprendizagem, considera também fundamental
a ressignificação do papel do professor. Entende-o não mais como “dono do conhecimento
e da verdade a serem passados para o aluno”, como mestre explicador e centralizador que
cerceia o aprendiz, mas antes como “mediador do processo de construção de novos
saberes”. Ou dito de outra forma, como mestre emancipador, aquele que respeita as
inteligências dos aprendizes, conferindo-lhes autonomia. Mestre que age como provocador,
incita, estimula, desafia, exerce sobre os aprendizes tentações, ocasiona a falta e o vazio,
chama-os sobre suas inteligências. Atiça-lhes o desejo, aguça e exorta vontades, de maneira
a que os aprendizes assumam sua liberdade e voluntariamente vão atrás de “explicações”.
Assim, para transformar a informação banal em apropriação, construção e aplicação
competente, consciente e crítica de conhecimento, o processo de ensino-aprendizagem tem
de ser contínuo e envolver não só o aprendiz como também o educador uma vez que ambos
habitam o mesmo mar informativo e o conhecimento provisório. Ambos têm de ser
aprendizes e compartilhar sua ignorância.
8- Tem ainda de prever situações de pesquisa em todos os anos, diversificando e
contemplando tipos de pesquisa, procedimentos de busca de informação, análise de dados,
procedimentos de registro e de socialização e divulgação dos dados da pesquisa.
9- Nessa direção, o trabalho de leitura tem de habilitar o aprendiz a “ler nas linhas, nas
entrelinhas e por trás das linhas”.
10- E, se o cotidiano escolar deve responder às necessidades dos alunos, há ainda que
considerar a relevância da Formação do Educador.
A escola vem trabalhando para formar um professor reflexivo- crítico, afinando-lhe o “sensível
olhar pensante”; aguçando-lhe o desejo de refletir sobre a prática, alimentando-o com
conhecimento teórico, estimulando, apoiando, cada vez mais, sua emancipação, a
autonomia e, sobretudo, a autoria.
E finalmente instrumentando-o para se apoderar dos quatro movimentos de reflexão crítica:
a) descrever, que contempla “O que faço?”
b) informar, que responde à pergunta “Qual o significado de minhas ações?”
c) confrontar, que coloca perguntas como: “A que interesses minhas ações estão servindo?”,
“Quem tem poder em minha sala de aula?”, “Acredito no que faço ou é mera reprodução?”
d) reconstruir, com a pergunta “Que novas possibilidades tenho para minhas ações em sala
de aula?”
Matemática na Educação Infantil
CARACTERÍSTICAS DA DISCIPLINA
As preocupações com um ensino de matemática de qualidade, desde as séries iniciais, são
cada vez mais frequentes, sendo inúmeros os estudos que indicam caminhos para ele. É
sabido, por exemplo, que o conhecimento matemático não se constitui num conjunto de fatos
a serem memorizados; que aprender números é mais do que contar, muito embora a
contagem seja importante para a compreensão do conceito de número; que as idéias
matemáticas aprendidas pelas crianças, na Educação Infantil, serão de grande importância
em toda a vida escolar e cotidiana delas.
Uma proposta de trabalho de Matemática para a Educação Infantil deve encorajar a
exploração de uma grande variedade de ideias matemáticas não apenas numéricas, mas
também aquelas relativas à geometria, medidas e noções de estatística, de forma que as
crianças desenvolvam e conservem o prazer e a curiosidade acerca dessa disciplina
desenvolvendo diferentes formas de perceber a realidade. Uma proposta nessa linha de
desenvolvimento das noções matemáticas incorpora contextos do mundo real, as
experiências e a linguagem natural da criança, sem, no entanto, esquecer que a escola deve
fazer o aluno ir além do que parece saber, deve tentar compreender como ele pensa, que
conhecimentos traz de sua experiência no mundo e intervir, no sentido de ampliar
progressivamente suas noções matemáticas.
É preciso ainda reconhecer que os alunos precisam de um tempo considerável para
desenvolver os conceitos e idéias matemáticas trabalhados pela escola e também para
acompanhar encadeamentos lógicos de raciocínio e comunicar-se matematicamente. Isso
significa que, nas aulas de matemática, o contato sistemático, constante, planejado com as
noções matemáticas em diferentes contextos, ao longo de um ano e de ano para ano, é
essencial.
Pensar desse modo significa acreditar que a compreensão requer tempo vivido, exige um
permanente processo de interpretação, de modo que a criança possa criar relações,
solucionar problemas, refletir e desenvolver noções matemáticas cada vez mais complexas.
Sobre a matemática e a linguagem 1
Pesquisas recentes têm mostrado que a matemática e a língua constituem dois sistemas
básicos de representação, cujo paralelismo e complementaridade nas funções e metas que
desempenham e perseguem são inquestionáveis, na ótica curricular.
No entanto, é preciso considerar que aprender a escrever e a ler em língua materna tem
características distintas do aprender a escrever enunciados matemáticos. No primeiro caso,
a escrita aparece como o segundo código de uma língua que já foi vivenciada por estar
presente nas atividades sociais da criança, sob a forma oral. Já para a matemática, a escrita
não constitui um segundo código, mas um código único. Aqui cabe então uma questão: qual
é a relação que se estabelece entre a matemática e a língua?
1
Sobre esse assunto você poderá conhecer melhor consultando o livro A matemática na Educação Infantil – a teoria das
inteligências múltiplas na prática escolar, Smole, K.; editora Artmed.
Por um lado, a língua materna é aquela na qual são lidos os enunciados, na qual se fazem
os comentários e aquela que permite interpretar o que se lê de modo preciso ou aproximado,
explícito ou vago. Por outro lado, a língua materna é parcialmente aplicada ao trabalho
matemático, já que os elos de raciocínio matemático se apoiam na língua, em sua
organização sintática e em seu poder dedutivo.
É necessário lembrar que, enquanto a linguagem materna é usada constantemente em
diferentes instâncias da vida social da criança, a linguagem matemática não o é. Assim, é
essencial que o professor seja capaz não só de propiciar oportunidades e contextos, em
diferentes momentos, para que a linguagem matemática se faça necessária e útil aos alunos,
como também falar com precisão nas suas aulas, pois é precisamente essa aptidão, no que
refere à linguagem matemática, que se tem como objetivo ao fim de todo o trabalho da escola
básica, como efeito da aprendizagem.
Algumas formas de propiciar a relação matemática/língua podem ser encontradas em
atividades que envolvem ler, escrever, falar e ouvir sobre matemática, e cada um desses
aspectos deve engendrar um esforço considerável por parte do professor que conduz o
trabalho em sala de aula.
Ensino de Arte na Educação Infantil
Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos
possíveis ao mesmo tempo.
Realizar em si toda humanidade
de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso,
completo e longínquo.
Álvaro de Campos
Para que serve a arte na Educação Infantil
As relações entre arte, infância e aprendizagem, no contexto educacional, é tema amplo e
complexo, atravessado por conceitos e preconceitos, e muitas são as concepções sobre as
artes, ou atribuindo-lhes um caráter utilitarista, ou uma amplidão de experiências que suas
linguagens possibilitam aos que desvendam cotidianamente o mundo em que vive.
Como historicamente se pode observar, a arte na Educação Infantil tinha um perfil de
recreação e de desenvolvimento emotivo e motor; hoje, está em processo de rupturas e
transformações, exigindo das políticas educacionais e dos cursos de Formação de
Professores um comprometimento com os aspectos cognitivos, sensíveis e culturais.
Muito mais que conferir às crianças momentos de prazer e de descontração ou estimularlhes a criatividade, o contato com a arte na Educação infantil colabora sensivelmente com
sua formação integral.
Elliot W. Eisner (1979) entende que, ao realizar atividades artísticas, as crianças desde muito
novas desenvolvem autoestima e autonomia, sentimento de empatia, capacidade de
simbolizar, de analisar, de avaliar e de fazer julgamentos. Desenvolvem um pensamento
mais flexível, além do senso estético e das habilidades específicas de área artística. Tornamse também capazes de expressar melhor suas ideias e sentimentos, passam a compreender
as relações entre partes e todo e a entender que as artes são uma forma diferente de
conhecer e de interpretar o mundo.
Ao realizar atividades artísticas, as crianças também aprendem que o processo de criar
requer decisões, pois toda criação envolve muito mais uma atividade de exploração,
invenção e tomada de decisões do que conformismo às regras.
O desenvolvimento de um pensamento mais flexível e divergente também é possibilitado
pelo contato com o fazer e com as produções artísticas porque, num processo de criação, é
comum iniciar-se um projeto com determinado propósito que, na ação, é trocado por outro,
a fim de se explorar uma oportunidade inesperada. As mudanças de ideia, de trajeto
requerem previsão, adequação e julgamento.
Ao trabalhar com as linguagens artísticas, as crianças desenvolvem habilidades específicas.
Aprendem a lidar com diversos materiais, ferramentas e instrumentos e com os elementos
constitutivos de cada uma destas linguagens: sons e silêncios na música, texturas, cores,
formas e volumes nas artes visuais, gestos, movimentos e pausas, na dança. À medida que
passam a dominar técnicas que lhes possibilitem manejar esses elementos para expressar
suas ideias, ou mesmo para compreender as ideias de outros, ficam mais confiantes.
Diante de tantos motivos para a valorização da arte na Educação Infantil, cabe definir-se
como ela deve ser abordada, lembrando-se de que a concepção de arte dos professores
será possivelmente aquela que os alunos conhecerão. Dessa forma, cabe à assessora de
Arte do Colégio Pentágono formar os professores para o ensino da arte.
Como trabalhamos Arte na Educação Infantil
Nas Artes Visuais, são 4 (quatro) os eixos estruturantes:
Eixo 1: Desenvolvimento da linguagem expressiva – desenho e pintura -, voltado ao
desenvolvimento das seguintes habilidades:
• Expressar sentimentos, desejos, necessidades, experiências vividas ou imaginadas,
por meio da linguagem do desenho.
• Reconhecer os resultados de seus gestos gráficos.
• Distinguir representação e realidade.
• Reconhecer o valor estético das representações.
• Criar desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir de seu próprio repertório e
da utilização dos elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma, cor,
volume, espaço, textura etc.
• Registrar dados observados, transpondo imagens tridimensionais para uma superfície
bidimensional.
• Valorizar suas próprias produções, as de outras crianças e a produção de arte em
geral.
• Explorar e utilizar alguns procedimentos necessários para desenhar, pintar, modelar
etc.
•
•
Explorar as possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e
suportes necessários ao fazer artístico.
Explorar e reconhecer diferentes movimentos gestuais, visando a produção de marcas
gráficas.
•
Explorar e manipular adequadamente materiais, como lápis e pincéis de diferentes
texturas e espessuras, brochas, carvão, carimbo etc.; meios, como tintas, água, areia,
terra etc. e variados suportes gráficos, como jornal, papel, papelão, parede, chão,
caixas, madeiras etc.
•
Ocupar intencionalmente as superfícies.
•
Verbalizar suas tentativas e experiências.
Eixo 2: Construção e transformação - voltado ao desenvolvimento das seguintes habilidades:
• Perceber as possibilidades de intervenção criativa sobre materiais, interpretando-os,
relacionando-os e transformando-os.
• Organizar suas ações, testando, comprovando, fazendo e refazendo.
• Entender e vivenciar processos, incorporando-os a seu acervo pessoal de
experiências.
• Perceber os trabalhos dos colegas como referências plásticas.
• Respeitar e cuidar dos objetos produzidos individualmente e em grupo.
• Perceber e conhecer as possibilidades de transformação que os materiais oferecem,
visualizando (abstraindo) suas formas e resultados possíveis.
• Selecionar os materiais adequados às suas ideias iniciais.
• Transpor as dificuldades e propor adaptações.
• Enfrentar os desafios propostos pelos próprios materiais.
• Dominar procedimentos próprios aos trabalhos manuais: recorte, colagem, dobradura,
pintura etc.
• Entender e seguir orientações referentes aos procedimentos apresentados pelo
professor.
Eixo 3: Leitura e apreciação - voltado ao desenvolvimento das seguintes habilidades:
• Relacionar-se com as representações, atribuindo-lhes significados.
• Perceber o caráter particular das diversas representações.
• Conhecer e reconhecer a diversidade de produções artísticas, como desenhos,
pinturas, esculturas, construções, fotografias, colagens, ilustrações, cinema etc.
• Apreciar suas produções e as dos outros, por meio da observação e da leitura de
alguns dos elementos da linguagem plástica.
• Observar os elementos constituintes da linguagem visual: ponto, linha, forma, cor,
volume, contraste, luz, texturas.
• Ler obras de arte a partir da observação, da narração, da descrição e da interpretação
de imagens e objetos.
• Apreciar as Artes Visuais e estabelecer correlações com suas experiências pessoais.
Eixo 4: Atividade de Projeto - voltado ao desenvolvimento das seguintes habilidades:
• Apropriar-se dos fazeres apreendidos, aplicando-os em projetos próprios.
• Antever e planejar ações construtivas, testando, comprovando, fazendo e refazendo.
• Perceber as possibilidades de intervenção criativa sobre materiais, interpretando-os,
relacionando-os e transformando-os.
• Entender e vivenciar processos incorporando-os a seu acervo pessoal de
experiências.
• Explorar e manipular instrumentos dominando-os tecnicamente.
• Investigar formas de construir e de transformar adequando-as às suas propostas.
• Trabalhar a partir de determinado tema.
• Protagonizar ações.
• Trabalhar coletivamente.
• Explorar espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos
artísticos.
• Cuidar dos materiais, dos trabalhos e objetos produzidos individualmente ou em
grupo.
• Cuidar do próprio corpo e dos colegas, no contato com os suportes e materiais de
artes.
• Organizar e cuidar dos materiais e do espaço físico da sala.
Na música, são 3 (três) os eixos estruturantes:
Eixo 1: Exploração
Eixo 2: Expressão
Eixo 3: Construção
É importante destacar que, numa e noutra linguagem (Artes Visuais e Música), os eixos se
entrecruzam e se entrelaçam e que, se assim estão organizados, é para evidenciar a
multiplicidade que a abordagem adotada contém.
A lição de pintura
Quadro nenhum está acabado,
Disse certo pintor;
Se pode sem fim continuá-lo, primeiro, ao além de outro quadro que, feito a partir de tal
forma,
tem na tela, oculta uma porta
que dá para um corredor
que leva a outra e muitas outras.
João Cabral de Melo Neto
Ensino da Língua Inglesa na Educação Infantil
Acreditamos que a eficácia da metodologia depende do objetivo que se quer alcançar.
Se entendermos os porquês, o para que, o como e o que ensinar, ficará mais fácil contemplar
esse objetivo.
Por que ensinar? A resposta, de forma ampla, é esta: porque a língua confere uma formação
global ao indivíduo, e, quanto mais cedo se iniciar o aprendizado, mais rápido acontecerá a
aquisição da língua.
Para quê? Para que, por meio de aulas lúdicas, desafiadoras e envolventes, a criança
desenvolva o gosto de aprender um novo idioma que deverá ser contínuo e que lhe permita
direcionamentos específicos posteriores.
Como? Vai depender do objetivo, que, a longo prazo, é desenvolver as quatro habilidades:
ouvir, ler, escrever e compreender – daí a necessidade de se definirem conteúdos
específicos a ser ensinados na Educação Infantil.
Assumimos o compromisso de que em todas as reuniões haverá um momento de “reflexão
sobre as ações”, o que possibilita um aprendizado compartilhado.
Em síntese, Inglês na Educação Infantil tem como objetivo possibilitar a aquisição por parte
das crianças das habilidades de compreensão auditiva e de expressão oral da língua, por
meio de histórias apresentadas de forma contextualizada e multicultural, utilizando-se
elementos linguísticos apropriados para faixa etária.
As aulas devem promover atividades variadas, baseadas em valores reais e significativos
para as crianças, e a conexão com a realidade e o dia a dia é concretizada não só no
momento da roda de conversa, priorizando-se a escuta, bem como nos projetos
desenvolvidos no decorrer das séries iniciais.
Educação Física na Educação Infantil
A Educação Física deve desenvolver, a partir de uma fundamentação teórica e prática, um
ambiente de aprendizagem que possa auxiliar os alunos a incorporarem conhecimentos que
os levem a administrar sua atividade motora com autonomia. Trata-se de uma proposta que
não é essencialmente biológica, preocupada apenas em melhorar as capacidades físicas do
aluno no período escolar, mas que populariza a prática do exercício físico, construindo estilos
de vida ativo e, desse modo, contribui para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos
alunos.
Segundo MARIZ DE OLIVEIRA (1993), os conhecimentos adquiridos durante o processo de
escolarização devem levar o indivíduo a otimizar suas possibilidades e potencialidades para
mover-se genericamente ou especificamente de forma harmoniosa e eficaz, a capacitar-se
em relação ao meio em que vive e adaptar-se, interagir e transformar-se sempre em busca
de uma melhor qualidade de vida.
Espera-se que, no processo de escolarização, o aluno
• Adquira um conjunto de conhecimentos de natureza científica, produzidos na área de
conhecimento da Educação Física (Biodinâmica, Comportamento Motor e Sociocultural), isto é, que se forme com potencial para refletir e agir, individual e
socialmente, sobre as práticas corporais;
•
Vivencie práticas corporais (presentes ou não em seu cotidiano) que contribuam para
a formação de sua identidade cultural;
•
Desenvolva uma capacidade de movimentar-se que lhe possibilite interagir com o
ambiente físico e cultural, na busca de uma vida melhor.
Ensino de Música na Educação Infantil
INTRODUÇÃO
A música é uma inestimável fonte de estímulos, de equilíbrio e de felicidade para a criança,
e a educação musical lhe favorece não só uma cultura musical como também o
desenvolvimento da personalidade.
Aprender a sentir, a expressar e a pensar a realidade sonora ao redor, a qual
constantemente se modifica nessa rede em que a criança se encontra, auxilia-a, na fase de
escolarização básica, a desenvolver capacidades, habilidades e competências em música.
Construindo sua competência artística nessa linguagem, sabendo comunicar-se e expressarse musicalmente, o aluno poderá, ao conectar o imaginário e a fantasia aos processos de
criação, interpretação e fruição, desenvolver o poético, a dimensão sensível que a música
traz ao ser humano.
FUNÇÃO DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
A música possibilita à criança expressar, com seu corpo e sua voz, aquilo que sente em seu
íntimo. Brincadeiras com ritmos e sons ajudam-na a experimentar e criar, duas atitudes
necessárias para que a criança cresça com uma personalidade própria, expressando-se de
forma individual, rica e criativa. Ao imitar o canto dos pássaros, o barulho de uma máquina
ou sons existentes na natureza, ela demonstra que já descobriu seus próprios poderes. Ao
inventar ritmos diferentes, usando diversos materiais, demonstra como está seu
desenvolvimento, em comparação às primeiras experiências que viveu.
O ritmo e o som, que são os dois elementos básicos da música, podem ajudar o professor a
compreender melhor a criança, pois as mudanças que ela sofre se tornam visíveis em suas
experiências musicais. Além disso, a música é um elo que une e reforça todas as atividades
desenvolvidas com a criança em idade pré-escolar.
Sendo uma atividade natural na vida dela, a música tem um papel fundamental em seu
desenvolvimento global. E, por seu poder criador e libertador, transforma-se num poderoso
recurso educativo, ajudando a criança a se expandir cada vez mais livremente.
Natação Recreativa
As aulas de Natação Recreativa buscam a adaptação das séries iniciais da Educação
Infantil ao meio líquido, como fonte de estímulo à linguagem corporal, por meio da recreação.
A realização de atividades lúdicas na água, nessa fase inicial da criança, promove
autoconfiança, atenção, conhecimento de si e dos outros, além de possibilitar-lhe o
desenvolvimento do equilíbrio, da locomoção, de prepará-la para o aprendizado da natação,
da sobrevivência aquática e da total adaptação à água. (Unidade Alphaville e Perdizes)
Avaliação
Na Educação Infantil, documentos semestrais (relatórios) são elaborados a partir da
observação cotidiana e contínua das ações das crianças, levando-se em conta a apropriação
dos conhecimentos e procedimentos fluentes na série (Currículo da Educação Infantil).
Os cursos de G4 e G5 fazem parte da Educação Básica junto com Fundamental I, II e
Ensino Médio. Os alunos dessas séries (G4 e G5) deverão ter uma frequência de pelo menos
60% dos dias letivos.
Reuniões
O processo de aprendizagem é compartilhado com os pais, em reuniões individuais ou
coletivas, quer sejam agendadas pela escola, quer solicitadas pelos responsáveis.
Eventos da Educação Infantil
Apresentações - Durante o ano, são organizadas apresentações das séries para os
pais e familiares. Nesses encontros, o Pentágono abre novas possibilidades de desvelar a
sua prática, de mostrar como as crianças aprendem nesse espaço coletivo e convivem entre
si, fortalecendo, assim, o diálogo com as famílias, um dos valores defendidos pela escola.
Percursos e conquista - No final do ano, as famílias são convidadas a visitar uma
exposição dos projetos dos alunos, realizados em sala de aula.
Dia das Mães e Dia dos Pais - Nos meses de maio e agosto respectivamente, são
comemorados o dia das mães e o dos pais, com a participação de todos os alunos da
Educação Infantil e suas famílias. Numa manhã de sábado, atividades diversificadas
proporcionam bons momentos de integração na escola.
Festa Junina - No mês de junho, é realizada uma grande festa com a participação de
todos os alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio, suas famílias, todos os professores,
diretores, coordenadores e funcionários do Pentágono. Para cada ano é definido um tema
específico, e a decoração, as danças, as músicas, as apresentações obedecerão a ele. A
festa é organizada pelo Voluntariado Pentágono, e sua renda é destinada às ações
desenvolvidas ao longo do ano.
Projetos
A rotina da Educação Infantil se sustenta em diferentes modalidades organizativas de
ensino, sendo uma delas o PROJETO. Trabalhar com PROJETOS possibilita desenvolver
um tema abrangendo várias áreas do conhecimento, investigando em profundidade um
assunto no qual valha a pena aprender.
Os temas dos PROJETOS são sugeridos pelas professoras, mas a trajetória de cada
grupo, marcada por interesses e desejos de conhecer e de descobrir mais sobre o mundo,
os tornam únicos a cada etapa vivenciada.
Do PROJETO MORADIA, por exemplo, já tivemos estudos sobre como as pessoas
vivem hoje e como viviam no passado; as casas das crianças, dos personagens de histórias
preferidas, dos animais...
Damos às crianças a liberdade de caminhar significativamente para alcançar os
objetivos propostos para cada série. Nessa construção diária, feita passo a passo,
coletiva e autonomamente, aprende-se a aprender.
Leitura na Educação Infantil
Questões relativas à leitura são amplamente estudadas por toda a equipe do Colégio
Pentágono. Com base nos estudos, são criadas situações na rotina escolar cujo principal
objetivo é despertar nas crianças o gosto pela leitura.
Os professores da Educação Infantil leem diariamente para os alunos, visando a
ampliar a experiência com a variedade de gêneros (lendas, fábulas, contos, poesias, textos
jornalísticos entre outros) e a cultivar o comportamento leitor.
As visitas semanais à biblioteca possibilitam uma escolha ampliada e uma interação
profunda com o mundo dos livros. Já com a biblioteca circulante, acervo formado pelos livros
que as crianças trazem de casa, estimula-se a leitura por meio da recomendação dos
amigos.
Finalmente, no caderno de leitura, o aluno coleciona os textos de sua turma, dicas de
final de semana, curiosidades, poesias, parlendas e quadrinhas.
Biblioteca Circulante - Solicitamos 2 livros paradidáticos (1 por semestre) para que os
alunos troquem semanalmente. Os livros são devolvidos no final de cada semestre.
ENSINO FUNDAMENTAL I e II
Fundamentação
A entrada no Ensino Fundamental revela ao estudante um novo e atraente universo
de saberes, que se abre graças à conquista da leitura e da escrita.
Progressivamente, o aluno entra em contato com novos conteúdos. O repertório
amplia-se à medida que são introduzidas as diferentes disciplinas, no Fundamental I e
posteriormente no Fundamental II.
Os conteúdos são abordados em aulas, pesquisas, estudos do meio e projetos de
trabalho interdisciplinares. Procedimentos são trabalhados e fornecem aos alunos as
condições necessárias para que sejam eles mesmos os agentes de seus aprendizados.
Assim, algumas palavras passam a marcar o cotidiano: observar, registrar, deduzir, prever,
antecipar, reformular, opinar, entre outras. Palavras que se traduzem em ações. Ações que
levam os alunos a descobrirem, na prática, que o conteúdo aprendido não é um fim, mas
antes um caminho, que se abre em vários outros, permitindo o acesso direto à ampliação e
à renovação permanente do conhecimento.
Na sala de aula e fora dela, o aluno é estimulado a trabalhar em grupo, colaborando
com os colegas e trocando experiências e hipóteses. Assumindo o papel de coordenador e
de organizador dos saberes, o professor orienta as formas de estudar e de pesquisar,
incentiva a leitura e a escrita. Cabe a ele apresentar os conteúdos e atividades de modo que
os alunos compreendam por que e para que aprendem. Assim, desenvolvem expectativas
positivas em relação à aprendizagem e sentem-se motivados para o trabalho escolar.
Além de habilidades linguísticas e lógico-matemáticas, é necessário que os alunos
tenham chance de desenvolver suas competências musicais, estéticas, espaciais, corporais,
intra e interpessoais. A utilização de diferentes linguagens promove o enriquecimento da
capacidade de expressão de ideias, de sentimentos, de necessidades e opiniões. Confere
ainda ao aluno capacidade para interpretar as produções culturais oferecidas a ele e usufruílas. Assumindo o compromisso de uma educação ampla e constantemente renovada, o
Colégio Pentágono busca integrar ao dia a dia da escola conceitos de ética, cidadania e
valores – responsabilidade pessoal e social, preservação do meio ambiente, saúde e cuidado
com o próprio corpo – que se combinam, em atitudes e práticas experimentadas em contato
com os colegas e a comunidade.
A articulação entre conceitos, procedimentos e atitudes forma o alicerce sobre o qual
se constrói o currículo do Ensino Fundamental. Um currículo amplo, que se aplica por meio
de um quadro horário diferenciado e estendido.
No Ensino Fundamental I, destacam-se as três aulas semanais de Inglês, uma
abordagem inovadora da Matemática - que se utiliza de diversas linguagens e se aproxima
de outras disciplinas - estudos de meio e o uso da tecnologia como linguagem pedagógica.
A ênfase no trabalho com a leitura e a escrita continua e se aprofunda, à medida que os
alunos se tornam leitores cada vez mais hábeis e críticos. Nesse sentido, o projeto
pedagógico do Ensino Fundamental I prevê visitas semanais à biblioteca, produção de
portfólios, trabalho com diferentes gêneros textuais, conexão interdisciplinar, rodas de leitura,
entre outras práticas.
Merecem destaque também as Assembleias de Classe, em que os alunos debatem
diversos assuntos de seu dia a dia. Dispostos em círculo, todos têm vez para falar, para
propor questões e levantar problemas bem como suas possíveis soluções. Os alunos ainda
ficam responsáveis por redigir as atas das reuniões, anotando as observações mais
importantes de cada um e os compromissos estabelecidos pelo grupo.
Assim, todos os fazeres e saberes de cada disciplina contribuem para a formação de
um indivíduo crítico, conhecedor da cultura, criativo, capaz de localizar e de desenvolver
suas habilidades e competências.
Nosso objetivo, portanto, é formar um aluno
Persistente na realização das atividades
Autoconfiante para arriscar-se nas propostas.
Investigador para perguntar e buscar soluções.
Concentrado para mobilizar seus conhecimentos e articulá-los.
Compromissado com as tarefas
Resiliente para aceitar os conflitos e buscar novas soluções.
Autônomo para vivenciar o prazer de “poder fazer sozinho”.
Responsável por seu processo de aprendizagem e pelo trabalho colaborativo.
Cidadão consciente para lutar por seus direitos, saber seus deveres, lidar com as
diferenças, respeitar diversas culturas e intervir na sociedade buscando a paz e o
entendimento.
Nossa intenção é desenvolver habilidades e competências para que o aluno venha a
agir em situações complexas. Formá-lo para que conviva com o outro e transite pelas
diferenças, fazendo uso de suas aprendizagens, para tomar decisões e saber trabalhar em
Equipe.
Muito se defende que a etapa escolar do Ensino Fundamental I é de grande importância
para o desenvolvimento de habilidades, competências e construção de conceitos que
servirão de alicerce para a formação integral do indivíduo. O pensamento crítico, a
capacidade para resolver problemas e tomar decisões, a boa comunicação e disposição para
o trabalho colaborativo são os objetivos pedagógicos desse segmento. Acreditamos nisso.
No 1º ano do Fundamental I, sistematiza-se o processo de alfabetização que vem sendo
construído ao longo da Educação Infantil. As crianças vão se apropriando de informações,
por vezes externas à escola, e trazem para o colégio esse repertório letrado e diversificado.
Portanto, temos na mesma série crianças que começam a reconhecer letras e outras que
leem textos. A diversidade permanece presente e, à luz da psicogênese da língua escrita e
com intervenção competente da professora alfabetizadora, são propostas atividades
específicas para que cada criança avance, respeitando o que ela já sabe. Vale ressaltar que
o repertório cultural e acadêmico dessa professora determina a pertinência da intervenção e
refuta o espontaneísmo do aprendizado. Ganha-se na autonomia de escrita e na
normatização linguística, na mesma proporção do aumento da qualidade dessa intervenção.
Os alunos iniciam o 1º ano dominando o sistema alfabético da escrita, consolidando, ao
longo do Ensino Fundamental l essa alfabetização. Ao término do 5º ano, produzem textos
argumentativos, compreendem textos de diferentes gêneros e constroem estratégias de
raciocínio lógico-matemático para resolução de situações-problema. Entendem sua história
de vida e, assim, as rupturas, permanências e possibilidades de transformações no meio em
que vivem. A observação, o levantamento de hipóteses, as experiências e o registro de
descobertas começam a apresentar um formato de estudo investigativo. Além das
habilidades linguísticas e lógico-matemáticas, é necessário que os alunos tenham a
possibilidade de desenvolver suas competências musicais, estéticas, corporais, espaciais,
intra e interpessoais, garantindo qualidade de vida e a formação de sua identidade cultural.
A faixa etária ainda demanda diversas propostas pedagógicas lúdicas, o que ocorre
frequentemente, e, além disso, experiências de aprendizagem significativa são
desenvolvidas, com o uso da tecnologia, dos diversos livros e cadernos. Os alunos também
aprendem, com rigor, o cumprimento de normas e regras.
O Fundamental II tem como pressupostos essenciais a aquisição de conteúdos
acadêmicos, a autonomia, a liberdade do pensamento, da crítica, da emoção e da
imaginação – condições necessárias para que o aluno seja protagonista de seu próprio
conhecimento.
A articulação entre conceitos, procedimentos e atitudes forma o alicerce sobre o qual
se constrói o currículo do Ensino Fundamental I e II. Um currículo amplo, que se aplica por
meio de um quadro horário diferenciado e estendido.
Por meio de um trabalho espiral, os procedimentos de leitura e de produção de textos
verbais e não verbais, os diversos gêneros de registro, a oralidade, o processo de
problematização, de levantamento de hipóteses, a análise de dados e suas respectivas
deduções são constantemente teorizados, exercitados na prática docente e relacionados à
vida cotidiana. Assim, os planejamentos de todas as disciplinas contemplam intenções e
ações que desenvolvem essas habilidades e competências.
Além disso, os princípios definidos pelos PCNs são resgatados em todas as séries,
não apenas em suas matrizes acadêmicas, mas também em sua dimensão cultural, uma vez
que a diversidade, considerada em termos de cultura, linguagens, mídias e metodologias, é
ressaltada no trabalho pedagógico. Nesse sentido, é recorrente o uso de diferentes recursos,
tais como textos diversificados, imagens, exemplos de diversas práticas sociais, religiosas e
crenças diante dos fenômenos perceptíveis. Consequentemente, a formação social do aluno
e as questões atitudinais ganham força e significado, por meio de um trabalho
contextualizado e continuamente apurado.
O Ensino Fundamental do Colégio Pentágono tem como meta trabalhar os conteúdos
procedimentais relacionados abaixo, perpassando todas as disciplinas. No final do
segmento, espera-se que os alunos tenham adquirido, entre outras, as competências
relacionadas abaixo:
• Elaborar e apresentar seminários.
• Produzir apresentações em PowerPoint e/ou Prezi.
• Produzir apresentações em movie maker.
• Elaborar resumos.
• Elaborar esquemas gráficos.
• Elaborar esquemas com dígitos.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Elaborar mapas conceituais.
Ler gráficos.
Produzir cartazes.
Interpretar textos: notícia e reportagem.
Interpretar textos: letras de música.
Interpretar textos: artigos de divulgação científica.
Interpretar textos: artigos científicos.
Ler imagens fixas.
Ler imagens em movimento.
Realizar entrevistas orais e escritas.
Realizar debates.
Elaborar ensaio de monografia ou T.C.C. (Trabalho de Conclusão de Curso).
Elaborar pesquisa de acordo com a norma padrão.
Organizar registros no caderno.
Produzir histórias em quadrinhos.
Identificar informações em textos: sublinhado.
Identificar informações em textos: palavras chave.
Identificar informações em textos: nomeação de parágrafos.
Conhecer os procedimentos de trabalho em grupo.
Identificar a ideia principal.
Identificar a autoria.
Identificar citações.
Identificar referência.
Localizar informações.
Relacionar informações em um texto.
Relacionar o texto com a época de produção.
Reconhecer relações de causa e consequência.
Relacionar texto com outros textos sobre o mesmo tema.
Reconhecer opiniões divergentes.
“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode lavá-los
para onde quiser.
Pássaros engaiolados sempre têm um dono.
Deixam de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros
em voo. Existem para dar aos pássaros a coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não
podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado”
Rubem Alves
Horários
Ensino Fundamental I
Turmas
Horário
1º ano (manhã)
Dias da semana
08h às 12h30 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira
08h às 15h50 4ª feira
1º ano (tarde)
13h às 17h30 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira
09h45 às
17h30
2º e 3º ano
(manhã)
4ª feira
08h às 12h30 3ª, 5ª e 6ª feira
08h às 15h50 2ª e 4ª feira
2º e 3º ano
(tarde)
13h às 17h30 3ª, 5ª e 6ª feira
09h45 às
17h30
4º e 5º ano
(manhã)
2ª e 4ª feira
08h às 12h30 2ª, 4ª e 6ª feira
08h às 15h50 3ª e 5ª feira
Ensino Fundamental II
Turmas
Horário
Dias da semana
6º ao 9º ano
07h30 às
13h00
2ª, 4ª e 6ª feira
07h30 às
15h40
Fundamental I - Integral
Horário
3ª e 5ª feira
08h00 às
17h30
2ª à 6ª feira
CURRÍCULO SEMANAL
Componente
curricular
1º
ano
2º
ano
3º
ano
4º
ano
5º
ano
6º
ano
7º
ano
8º
ano
9º
ano
Português
10
10
10
10
10
6
6
6
6
História e
Geografia
1
2
2
2
2
-
-
-
-
História
-
-
-
-
-
3
3
3
3
Geografia
-
-
-
-
-
3
3
3
3
Filosofia
-
-
-
-
-
-
-
-
2
Formação
Social
-
-
-
-
-
1
1
1
-
Ciência
1
3
3
3
3
3
3
3
-
Física
-
-
-
-
-
-
-
-
2
Química
-
-
-
-
-
-
-
-
2
Matemática
6
6
6
6
6
6
6
6
5
Ed. Física
2
2
2
2
2
2
2
2
2
Espaço Lúdico
-
1
-
-
-
-
-
-
Robótica
-
-
-
1
1
-
-
-
-
Artes Visuais
2
2
2
2
2
2
2
2
2
Música
1
1
1
1
1
-
-
-
-
Inglês
3
3
3
3
3
3
3
3
3
Espanhol
-
-
-
-
-
2
2
2
2
Tutoria
-
-
-
-
-
1
1
1
1
1
Carga horária ampliada
O quadro curricular do Ensino Fundamental I (do 1º ao 5º ano) é maior do que o
convencional, promovendo mais aulas de Inglês, um tempo maior para o trabalho com leitura
e escrita, interpretação de textos, atualidades, pesquisas e experiências no laboratório de
Ciências.
Esse quadro curricular é ampliado com períodos complementares: uma vez por
semana, no 1º ano, e duas vezes por semana, do 2º ao 5º ano, o aluno permanece na escola
por uma ou duas tardes obrigatórias, ou uma ou duas manhãs, caso os alunos optem pelo
período da tarde.
O quadro curricular do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) também é ampliado,
com 34 horas semanais, o que implica a permanência obrigatória à tarde, em dois dias da
semana.
ABORDAGEM DOS COMPONENTES CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL
Ensino de Língua Portuguesa
1. Estamos no século XXI. Os saberes se multiplicam, as relações se fazem mais
rápidas e complexas, intensificam-se as possibilidades de inserção e de atuação do homem
na sociedade e, na mesma medida, os conflitos e a necessidade de intervenções. A
sociedade incita a participação cada vez maior de toda a população e muda velozmente. A
escola não pode, pois, furtar-se a acompanhar as mudanças e transformações sociais e de
mediar o desenvolvimento do aluno-cidadão.
2. Compreendendo a linguagem como prática social que se realiza na interação entre
as pessoas, o ensino de Língua Portuguesa deve, em decorrência, encampar o propósito de
formar o aluno leitor / escritor, ouvinte / falante, competente para participar, ativa e
criticamente, das diferentes práticas sociais.
3. Assim, o que orienta o trabalho com a língua é o uso, como forma de desenvolver,
nas crianças e jovens, capacidades/habilidades necessárias para que participem
efetivamente dessas práticas sociais, seja para se relacionar com outros indivíduos, seja
para brincar, divertir-se, aprender, informar-se, posicionar-se etc.
4. Ainda com a finalidade de atender à demanda de um aluno que se desenvolve como
indivíduo e cidadão e que persegue o uso, cabe à área de LP ancorar o ensino-aprendizagem
naqueles textos que lhe são significativos, bem como à sua comunidade, e que circulam no
cotidiano em diferentes esferas de circulação, considerando o estudo do gênero textual não
como um fim em si mesmo, mas como um meio apropriado, uma ferramenta para agir em
sociedade.
5. De acordo com essa perspectiva, a Língua é entendida como sistema constituído por
signos linguísticos, do qual, como Linguagem, atividade interativa – humana, social, histórica,
política e cultural – se servem falantes e ouvintes, escritores e leitores para interagir com o
outro, segundo intenções, objetivos e circunstâncias. Em outras palavras, compreende-se a
Linguagem como a Língua em funcionamento, o uso em relação ao sistema.
6. Ensinar Língua Portuguesa hoje deve, portanto, considerar a importância atribuída
à Linguagem Verbal. Mas não só. Há também que levar em consideração a multiplicidade
de Linguagens não Verbais e/ou Mistas. E ainda incluir as mídias digitais, com destaque para
o uso das TICs.
7. Por essa razão, quando se considera a variedade de linguagens intimamente ligadas
à heterogeneidade das práticas sociais, torna-se necessário falar em vários Letramentos:
a) Múltiplos – que levam em conta a variedade de gêneros escritos e orais, presentes
em diferentes esferas de atividade humana (jornalística, literária, científica, escolar etc.).
Contemplam, dessa forma, não só uma multiplicidade de práticas de letramento que circulam
em diferentes esferas da sociedade, mas também a multiculturalidade, ou seja, as culturas
locais que vivem essas práticas de maneiras diferentes.
b) Multissemióticos – que ampliam os letramentos para o campo de linguagens não
verbais e mistas, priorizando o diálogo entre elas, em atividades que podem/devem ser
interdisciplinares.
c) Digital – que inclui múltiplas mídias digitais, contemplando gêneros como o twitter, o
e-mail, o videoclipe, o videopoema, além de outros ambientes virtuais, como fóruns, chats e
blogs.
d) Crítico e protagonista – vinculado ao tratamento da informação, contribui para a
formação da criticidade e da ética por parte do aprendiz, sujeito em formação e cidadão do
mundo. Deve, assim, torná-lo capaz de construir sentidos e significações, de desvelar
finalidades, intenções e ideologias, de se posicionar perante o que lê / escreve / fala / escuta
e de defender seus pontos de vista, construindo, enfim, habilidades de apreciação e réplica.
8. Se o ensino de Língua Portuguesa considera ler / escrever/ falar / escutar como atos
interativos de linguagem, isto é, implica um indivíduo que, ao usar a língua, realiza ações,
age, atua sobre/com o interlocutor em dada situação de comunicação e em um contexto
sócio-histórico e ideológico, então pressupõe um aluno ativo, a caminho de sua própria
autonomia intelectual e pessoal.
Como sujeito em formação e cidadão do mundo, esse aprendiz deve poder:
a) estar inserido em um contexto escolar que lhe permita reconhecer a produção
cultural da humanidade e ser apreciador e construtor de cultura;
b) responder às demandas sociais e também àquelas do mundo do trabalho;
c) ser usuário de um sistema tecnológico de ensino-aprendizagem, com a garantia de
inclusão de gêneros digitais;
d) ser crítico, compromissado com a realidade e responsável pela sociedade,
especialmente atento a questões globais;
e) tratar / processar a informação eficazmente, visando a construir conhecimento;
f) analisar questões que são objeto de estudo e investigação, levando em consideração
as dimensões da justiça e da equidade. Converter o trabalho escolar em algo que permita
pôr em prática e ajudar a compreensão de diferentes posições éticas e morais;
g) ter garantida uma formação integral e a excelência acadêmica, através do rigor nas
reescritas de produções e nas devolutivas e sistematizações do professor;
h) comprometer-se na aceitação de responsabilidade e na tomada de decisões,
assumindo riscos e aprendendo a partir dos erros cometidos.
9- O conflito cognitivo é fundamental nessa concepção de ensino-aprendizagem. A
partir de situações-problema, da ativação de conhecimentos prévios e das novas
necessidades criadas com o desequilíbrio situacional, o aprendiz se mobilizará e se
desenvolverá na direção de buscar respostas que possibilitem a construção de novos
conhecimentos.
10. Partindo dos pressupostos anteriores, o ensino de Língua Portuguesa considera
também fundamental utilizar o conceito de zona de desenvolvimento proximal (ZDP),
implicando um agir por parte do professor que tire o aluno da zona real de conhecimento,
para que, amparado pela mediação, possa mergulhar num universo de possibilidades e,
dessa forma, conquistar novas aprendizagens.
11. Coerente com essa visão de aprendiz e de aprendizagem, é ainda necessária e
imprescindível a ressignificação do papel do professor. Entende-o não mais como “o dono
do conhecimento e da verdade a serem passados para o aluno”, não como mestre explicador
e centralizador que cerceia o aprendiz, mas antes como “mediador do processo de
construção de novos saberes”. Ou, dito de outra forma, como mestre emancipador, aquele
que respeita as inteligências dos aprendizes, conferindo-lhes autonomia. Mestre que age
como provocador, incita, estimula, desafia seus alunos, exerce sobre eles tentações,
ocasiona a falta e o vazio. Atiça-lhes o desejo, aguça e exorta vontades, de maneira a que
assumam sua liberdade e voluntariamente vão atrás de “explicações”.
Assim, para transformar a informação banal em apropriação, construção e aplicação
competente, consciente e crítica de conhecimento, o processo de ensino-aprendizagem tem
de ser contínuo e envolver não só o educando, mas também o educador, uma vez que ambos
habitam o mesmo mar informativo e o conhecimento provisório. Ambos têm de ser
aprendizes e compartilhar sua ignorância, pois, para mobilizar desse modo o aluno, é
essencial que o professor, ele também, mobilize e amplie seus saberes, leituras e estratégias
de atuação/mediação/ensinagem.
12. E, se o cotidiano escolar deve responder às necessidades dos alunos, há ainda que
considerar a relevância da Formação do Professor, transformando-o num Educador
reflexivo-crítico. O percurso da formação deve, portanto, afinar-lhe o “sensível olhar
pensante”, aguçar-lhe o desejo de refletir sobre a prática, alimentá-lo com conhecimentos
teóricos – enfim, estimular, apoiar e garantir, cada vez mais, sua emancipação, autonomia e
autoria, fortalecendo seu processo identitário.
Maria da Graça Mendes Abreu
Assessora de Língua Portuguesa
Bibliografia
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Ensino de Matemática
O currículo é uma tentativa para comunicar os princípios e traços essenciais de um projeto
educativo, de tal modo que permaneça aberto à discussão crítica e possa ser transferido
efetivamente para a prática (Stenhouse,1984).
A Matemática, como disciplina componente do projeto educativo do Pentágono, deve
revelar na prática os princípios dessa instituição, enquanto mantém sua essência como área
do conhecimento.
Sua importância é inegável na formação das crianças e jovens de nossa cultura e,
desde 1988, com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) do MEC, a
Matemática deixa de ser apenas um conjunto de técnicas e regras para aplicação em
problemas do mundo real, para se responsabilizar pelo desenvolvimento do pensar científico
na forma de habilidades cognitivas características do pensar matemático.
As formas próprias da Matemática de conceber e de investigar a realidade e a
linguagem específica para descrevê-la ganham maior importância como objetos do ensino,
enquanto se reconhece a necessidade de que essa disciplina seja complementar às demais
Ciências Humanas e da Natureza para, juntas, desenvolverem seus modelos e analisarem
informações. No Pentágono, a Matemática espelha os princípios da excelência acadêmica,
da formação do indivíduo e da formação do cidadão do mundo.
O programa de cada série está estruturado de modo que o aluno tenha contato e
possa aprender o que de mais recente se espera para sua formação. No âmbito da cognição,
o ensino das atividades didáticas buscam desenvolver não apenas os procedimentos e
conceitos matemáticos, mas também conter estratégias que permitam o desenvolvimento de
habilidades de pensamento, essenciais para a vida no mundo atual e para continuar
aprendendo. São estas algumas dessas habilidades: saber buscar informações, estabelecer
possibilidades, testar hipóteses, tomar decisões, construir argumentações.
No âmbito da formação do indivíduo, o ensino de Matemática no Pentágono,
especialmente no Ensino Fundamental I, está organizado de tal forma que o aluno tenha
muitas situações em que é preciso cooperar, relacionar-se com pessoas diferentes, conhecer
outras culturas, ampliar sua visão para além da disciplina, buscar respostas próprias no
grupo classe ou na família. Isso se revela nas situações de trabalho de grupo, nos jogos com
regras, nos painéis de discussão sobre diferentes resoluções de uma situação-problema, nas
atividades e projetos que relacionam a Matemática à Arte e à Tecnologia.
Por tudo isso, a metodologia de ensino é a da resolução de problemas, entendida
como ensinar por meio de situações que permitem a problematização, em um processo
constante de incentivo para que o aluno reflita, pense por si mesmo e seja persistente na
busca de soluções.
A resolução de problemas é a essência do pensar em Matemática, é na busca da
resolução que as ideias e procedimentos são construídos pelo aluno. É no enfrentamento de
uma situação sem solução evidente que o aluno precisa analisar e compreender o que se
pede e as relações envolvidas, decidir sobre a melhor estratégia de resolução, tomar
decisões, argumentar, expressar-se e fazer registros, ou seja, ele desenvolve a habilidade
de mobilizar informações e procedimentos aprendidos.
A resolução de problemas é peça central para o ensino de Matemática,
pois o pensar e o fazer se mobilizam e se desenvolvem quando o
indivíduo está engajado ativamente no enfrentamento de desafios.
Essa competência não se desenvolve quando propomos apenas
exercícios de aplicação dos conceitos e técnicas matemáticos, pois,
nesse caso, o que está em ação é uma simples transposição analógica:
o aluno busca na memória um exercício semelhante e desenvolve
passos análogos aos daquela situação, o que não garante que seja
capaz de utilizar seus conhecimentos em situações diferentes ou mais
complexas. (PCN+, p.112)
Outro aspecto importante da proposta de Matemática é o desenvolvimento da
linguagem característica da área. Essa linguagem deve ser entendida como sendo mais que
números e algoritmos de cálculo, sendo compreendida como produção, leitura e
interpretação de códigos e nomenclaturas, desenhos, símbolos, algoritmos, fórmulas e
gráficos. A alfabetização matemática nas séries iniciais vai além de apresentar aos alunos a
terminologia e os símbolos, para inseri-los em contextos de uso da Matemática, nos quais é
preciso ler e escrever. O sentido da linguagem é construído pelo aluno em situações
significativas e abertas o suficiente para que, de início, ele possa criar suas próprias notações
e registros até compreender o valor da escrita e da representação formal.
Assim, quando entendemos que aprender Matemática é estar engajado em um
processo de resolver situações-problema e de comunicação de ideias, é natural que a sala
de aula se torne o ambiente que simula o fazer Matemática e exige o pensar e o refletir
constante. Esse ambiente de ensino revela a prática do projeto e dos princípios do
Pentágono; nele, ao aprender Matemática, o aluno ultrapassa o aprendizado da disciplina
para alcançar uma atitude mais investigativa e questionadora relativa ao conhecimento e a
valores, como a confiança em si mesmo e a persistência diante dos desafios e das
dificuldades.
Mathema
Assessoria de Matemática
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Ensino de Ciências Naturais
I. Introdução
Pautado nos cinco valores do Colégio Pentágono, o ensino de Ciências promove
aulas preparadas e pensadas com muito cuidado e intencionalidade, em diferentes espaços,
com grande pluralidade de procedimentos. O objetivo é desenvolver habilidades e
competências a fim de nossos alunos para o mundo de hoje.
Os debates e as conversas, durante as aulas, preparam-nos para serem cidadãos do
mundo. Também como cidadãos do mundo, formamos um aluno com facilidade e gosto pelo
uso da tecnologia: aulas com objetos educacionais, sites pré-selecionados, vídeos do
Youtube e outras fontes, Power points e outras apresentações aproximam cada vez mais
nosso aluno das diversas mídias tão utilizadas pelos jovens nativos digitais.
A excelência acadêmica é evidenciada numa pluralidade de procedimentos de aulas
pautadas no ensino investigativo de Ciências, como é descrito no documento abaixo.
Projetos sobre saúde e meio ambiente participam intensamente da formação de nosso
aluno como indivíduo.
Aulas no laboratório, estudos de meio, dinâmicas diversificadas das aulas com temas
atuais favorecem o prazer de estar na escola.
Desenvolvendo a curiosidade do aluno e relacionando o conteúdo das Ciências com
o dia a dia, mantemos o diálogo com as famílias pela troca de informações dos pais com
os alunos, pelas tarefas e pelo compartilhamento de novas
informações.
O ensino de Ciências no Colégio Pentágono é pautado na
INVESTIGAÇÃO
Ensinar Ciências por Investigação significa inovar, mudar o foco
da dinâmica da aula, deixando de ser esse ensino uma mera
transmissão de conteúdo.
Para que uma aula possa ser considerada investigativa, a ação
do aluno não deve se limitar apenar ao trabalho de manipulação ou de
observação; deve também apresentar características de um trabalho
científico: o aluno deve levantar hipóteses, refletir, discutir, relatar.
O ensino por investigação deve ser entendido com proposição
de situações-problema, em que o aluno aprende ao envolver-se
progressivamente com os conhecimentos científicos, experimentando,
errando, interagindo com os colegas, com professores, expondo seu
ponto de vista, suas suposições, hipóteses, confrontando-os com
Quando falamos
de Ensino de
Ciências por
Investigação,
pretendemos
sugerir imagens
alternativas de
aulas de
Ciências,
diferentes
daquelas que têm
sido mais comuns
nas escolas,
dentre elas o
professor fazendo
anotações no
quadro, seguidas
de explicações, e
os estudantes
anotando e
ouvindo-o
dissertar sobre
um determinado
tópico de
conteúdo.
outros e com os resultados experimentais ou dados de pesquisa e/ou aula para testar sua
pertinência e validade.
Muito mais do que saber a matéria que está ensinando, o professor que se propuser
a fazer de sua atividade didática uma atividade investigativa deve tornar-se um professor
questionador, que argumente, que saiba conduzir perguntas, estimular, propor desafios, ou
seja, que passe de simples expositor a orientador do processo de ensino. O professor irá
atuar como um problematizador dos conhecimentos prévios dos alunos, fazendo uma ponte
entre estes e o próprio conhecimento científico.
II. Como ensinamos Ciências?
O ensino por investigação engloba uma série de atividades: aulas expositivas,
atividades com textos e fatos da história da ciência, laboratório com aulas práticas,
questões e problemas abertos, atividades com informática, além de avaliações e outras.
Todas as estratégias de aula podem se tornar atividades investigativas, se levarem em
conta a metodologia científica: (PROBLEMA – HIPÓTESES - DISCUSSÃO/BUSCA DE
DADOS – CONCLUSÃO).
a) Planejando aulas expositivas problematizadoras
As aulas de exposição de conteúdo adquirem um caráter de investigação quando o
professor, ao mesmo tempo em que expõe o conteúdo, incentiva a participação dos alunos,
apresenta perguntas previamente planejadas – problematizadoras – com o intuito de
preservar a construção do conhecimento por eles mesmos, o que pode ser chamado de
exposição dialogada.
Muitas vezes, durante a problematização e seu processo de discussão, é preciso
reverter sensos comuns trazidos pelos alunos de etapas de aprendizagem anteriores.
Segundo Bachelard, o senso comum seria um obstáculo epistemológico a ser superado.
Em primeiro lugar, é preciso saber formular
problemas. E, digam o que disserem, na vida científica
os problemas não se formulam de modo espontâneo.
E é justamente esse sentido do problema que
caracteriza o verdadeiro espírito científico. Para o
espírito científico, todo conhecimento é resposta a
uma pergunta. Se não há pergunta, não pode haver
conhecimento científico. Nada é evidente. Nada é
gratuito. Tudo é construído (BACHELARD, 1996).
O ponto chave desse procedimento de ensino-aprendizagem é a qualidade da
problematização. Perguntas muito elementares não abrem espaço para discussões e para
a ativação do espírito científico de busca pelo conhecimento. Uma boa situação-problema é
o ponto de partida para a investigação.
...na pedagogia problematizadora, o professor deve
suscitar nos estudantes o espírito crítico, a
curiosidade, a não aceitação do conhecimento
simplesmente transferido. Os educadores têm como
uma de suas tarefas primordiais [...] trabalhar com os
educandos a rigorosidade metódica com que devem
se aproximar dos objetos cognoscíveis (FREIRE,
2006).
Ainda segundo Freire (2006), a aprendizagem acontece com a formulação e a
reformulação dos saberes pelos estudantes ao lado dos professores, igualmente sujeitos do
processo.
As finalidades dadas à problematização vão desde a motivação emocional dos
estudantes para participar do contexto discursivo da sala de aula até [ser o] elemento
fundamental na construção do conhecimento científico (DELIZOICOV, 2001).
b) Trabalhando leitura de textos de jornais, revistas especializadas e do livro didático
O professor pode explorar o texto do livro didático como, por exemplo, um disparador
do trabalho a ser desenvolvido. Deve se lembrar de que esse texto foi elaborado
especialmente para o aluno ler, e, se necessário, pode utilizar livros didáticos de outros
autores para a descoberta e comparação de textos.
Diversos recursos didáticos, além do livro didático, podem ser utilizados na sala de
aula, como jogos, tirinhas, paródias, imagens, entre outros.
A prática pedagógica que se propõe fechada e
propedêutica não cede espaço para a criatividade,
reproduz-se o que já existe, não há valor para a
novidade e impõe-se uma certa ‘arrogância didática’,
sem reflexões, campo propício para o autoritarismo
(BECKER, 2002).
Os diversos materiais didáticos são um recurso de grande importância para o
desempenho profissional dos professores, o que lhes impõe uma responsabilidade no
sentido de elaborar e utilizar materiais que correspondam à realidade do cenário pedagógico
contemporâneo, como sugerem os recentes parâmetros curriculares. Nesse novo cenário,
não se pode seguir com materiais que repitam o velho discurso autoritário, hierarquizado e
fechado à criatividade, à crítica e à colaboração dos aprendizes, que no caso deste projeto,
são os professores em formação (NUNES, 2004).
c) Utilizando atividades experimentais, em laboratório, ou demonstrativas, em sala de
aula
...não é o caso de ir ao laboratório para comprovar
teorias, verificar se aquilo que foi apresentado pelo
professor ou pelo livro didático é realmente verdadeiro
(MEC, 2008).
Atividades práticas devem partir da apresentação de um problema ou de um
fenômeno a ser estudado. Esse problema é proposto à classe pelo professor, que procura
detectar os conhecimentos prévios e o senso comum, por meio de questões dirigidas aos
alunos. Com isso, estes exercitam suas habilidades de argumentação e de formulação de
hipóteses.
À medida que se planejam experimentos com os quais é possível estreitar o elo entre
motivação e aprendizagem, espera-se que o envolvimento dos alunos seja mais vívido e,
com isso, acarrete evoluções em termos conceituais (JUNIOR, FERREIRA e HARTWIG,
2008).
Basicamente, a experimentação pode ser conduzida de duas formas: ilustrativa e
investigativamente (GIORDAN, 1999). A experimentação ilustrativa geralmente é mais fácil
de ser conduzida, é empregada para demonstrar conceitos discutidos anteriormente, sem
muita problematização e discussão dos resultados experimentais. Já a experimentação
investigativa é empregada anteriormente à discussão conceitual e visa obter informações
que subsidiem a discussão, a reflexão, as ponderações e as explicações, de forma que o
aluno compreenda não só os conceitos, mas a diferente forma de pensar e de falar sobre o
mundo, por meio da ciência.
Propomos, assim, o emprego de ambos os tipos de experimentação, visando a
promover um ensino-aprendizagem mais significativo, que desenvolva o espírito científico do
educando.
d) Utilizando recursos tecnológicos (sala de informática, lousa eletrônica, vídeos,
dispositivos móveis)
...no mundo atual, a escola e o computador se
aproximam cada vez mais. Navegar nos espaços
virtuais criados pela informática é já algo natural para
muitas crianças [...], e o principal desafio para os
docentes é conseguir utilizá-las (MEC, 2008).
Nossos alunos cresceram e crescem em um ambiente culturalmente tecnológico;
desse modo, as atividades fazem uso de vídeos, softwares educacionais, sites, blogs, redes
de relacionamentos, chats e outros recursos. Promovemos a utilização de recursos
tecnológicos para simular experimentos, promover aprendizagem lúdica, pesquisas dirigidas,
realizar testes no computador, recorrendo e explorando ao máximo o conteúdo existente no
Portal Educacional e em sites ligados ao ensino-aprendizagem de Ciências.
As Tecnologias de Informação e de Comunicação (TIC) trazem novos desafios aos
professores, acrescentando às competências tradicionalmente atribuídas a eles – científicas,
curriculares, pedagógicas, didáticas, relacionais, socioculturais – outras capacidades como
as de manipulação, familiarização e de exploração pedagógica do potencial dos recursos
tecnológicos.
A utilização das TICs no ensino-aprendizagem, segundo Fainhocl (2004), é um
processo incipiente que se apresenta como um desafio teórico-prático a ser desvendado e
assimilado desde diversas frentes, pontos de vista, disciplinas e ideologias.
Segundo Perrenoud (2000),
Formar para as novas tecnologias é formar o
julgamento, o senso crítico, o pensamento hipotético
e dedutivo, as faculdades de observação e de
pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar
e classificar, a leitura e a análise de textos e de
imagens, a representação de redes, de procedimentos
e de estratégias de comunicação.
Tudo isso indica que, quando falamos de educação e tecnologia, referimo-nos a duas
instâncias complementares disciplinares que mediam o processo didático-pedagógico:
educação como intercomunicação racionalizada, que humaniza, liberta e leva a pensar e agir
consciente e autonomamente, e tecnologia como saber prático que, por meio de ferramentas
histórico-culturais-semiológico-didáticas, provocam múltiplos domínios na estruturação e
funções sociocognitivas na pessoa que aprende e que se circunscrevem nas práticas do
ensino-aprendizagem (CALDERÓN, 2008).
e) Trabalhando com o conhecimento prévio do aluno
O ponto de partida será o saber que os alunos já trazem para a sala de aula e que é
parte de sua cultura, seja ele do senso comum ou de outra natureza (MEC, 2008). Esse
movimento de se levantar conhecimentos prévios, segundo nossa perspectiva de ensinoaprendizagem de Ciências, tem uma estreita intersecção com o processo de
problematização, de brain-storming apontado no item A.
É uma possibilidade de estimular a geração de novas ideias de forma espontânea e
natural, deixando funcionar a imaginação. Não há certo ou errado. Tudo o que for levantado
será considerado, solicitando-se, se necessário, uma explicação posterior do estudante.
(ANASTASIOU e ALVES, 2004).
f) Promovendo a contextualização do conteúdo conceitual, localizando as questões das
Ciências no tempo e no espaço
Acreditamos, como Krasilchik (2000), que os alunos não serão adequadamente
formados se não correlacionarem as disciplinas escolares à atividade científica e tecnológica
e aos problemas sociais contemporâneos.
Numa proposta de metodologia de ensino contextualizado, o aluno deixa de observar
e passa a ter grande influência sobre as aulas, pois precisa pensar, agir, interferir, questionar,
fazer parte da construção de seu conhecimento. Deixa de ser apenas um conhecedor de
conteúdos, vindo a “aprender”, ampliando seus conhecimentos prévios, enquanto que o
papel do professor é construir, juntamente com seus alunos, a ampliação do saber cotidiano
para o saber científico (CARVALHO, 2006).
Cremos, como o descrito no PNLD – Programa Nacional do Livro Didático – que
aprender ciência é reconhecer que toda descoberta tem um autor e um contexto social e
histórico. Nesse sentido, aprender ciências envolve conhecer seus produtos, métodos e
processos, além de compreender o caráter histórico da construção do conhecimento
científico (MEC, 2008).
g) Trabalhando questões que expliquem de forma muito simples o cotidiano das crianças
...a curiosidade e a necessidade de resolver
problemas é que move o fazer científico, visando à
construção de uma compreensão cada vez melhor e
mais fundamentada da realidade (MEC, 2008).
Para o docente de Ciências, trabalhar questões do dia a dia dos alunos, que
despertam seu espírito curioso e cuja explicação está ligada a um conceito discutido e
construído é fundamental. Essas indagações aparecem cotidianamente em diversos veículos
midiáticos e chegam à sala de aula; assim, é importante abrir um momento na aula de
Ciências para satisfazer questões muitas vezes simples. Com isso, a criança tem a
oportunidade de familiarizar-se com o uso de uma linguagem científica, oriunda de múltiplos
canais de comunicação humana e que carrega características da cultura científica que
adquire no cotidiano.
h) Trabalhando o meio ambiente e as questões sociais e éticas relativas ao desenvolvimento
das Ciências
...na sala de aula de Ciências, devem ser criadas
oportunidades de trabalhar temas controversos
relacionados às questões socioambientais bem como
investigar questões relacionadas a preconceitos,
tabus, conflitos étnicos e raciais e de gênero (MEC,
2008).
Segundo Luis Carlos de Menezes (2000), problemas sociais e econômicos,
tecnológicos e ambientais já estão sendo trazidos para os currículos escolares, não só de
Ciências Naturais e, portanto, é importante ser abarcados nas aulas.
No início do século XXI, vive-se uma emergência que, mais que ecológica, é uma crise
do estilo de pensamento, dos imaginários sociais, dos pressupostos epistemológicos e do
conhecimento que sustentaram a modernidade. Uma crise do ser no mundo, que se
manifesta em toda a sua plenitude: nos espaços internos do sujeito, nas condutas sociais
autodestrutivas e nos espaços externos, na degradação da natureza e da qualidade de vida
das pessoas. A essência da crise ambiental é a incerteza, e isto terá maior ou menor impacto
de acordo com a forma como a sociedade, segundo Beck (1997), levanta a questão da
autolimitação do desenvolvimento, assim como da tarefa de redeterminar os padrões de
responsabilidade, segurança, controle, limitação do dano e distribuição das consequências,
levando em conta as ameaças potenciais. O tema da sustentabilidade confronta-se com o
paradigma da “sociedade de risco”. Isso implica a necessidade de se multiplicarem as
práticas sociais baseadas no fortalecimento do direito ao acesso à informação e à educação,
em uma perspectiva integradora. É necessário, dessa maneira, abordar as questões
ecológicas mais discutidas historicamente e na atualidade de modo que o aluno possa estar
ciente das questões ambientais e que possa agir socialmente de modo a contribuir e/ou atuar
de forma positiva para a sustentabilidade do planeta.
Trata-se de promover o crescimento de uma sensibilidade maior das pessoas em
relação aos problemas ambientais, como uma forma de fortalecer sua corresponsabilidade
na fiscalização e no controle da degradação ambiental (JACOBI, 2003).
Ainda acerca da abordagem ecológica em sala de aula, Jacobi (2005) aponta que,
para uma vertente crítica, a educação ambiental precisa construir um instrumental que
promova uma atitude crítica, uma compreensão complexa e a politização da problemática
ambiental, a participação dos sujeitos, o que explicita uma ênfase em práticas sociais menos
rígidas, centradas na cooperação entre os atores.
i) Promovendo estudos de meio significativos e em parceria com outras disciplinas (segundo
as diretrizes dos Parâmetros Curriculares do Pentágono - PCP)
Estudos de meio, muitas vezes em ambientes naturais, têm sido apontados como
uma metodologia eficaz tanto por envolverem e motivarem crianças e jovens nas atividades
educativas, quanto por constituírem um instrumento de superação da fragmentação do
conhecimento. (SENICIATO e CAVASSAN, 2004).
Desse modo, todas as emoções e sensações surgidas durante estudos de meio,
previstos no PCP, podem auxiliar na aprendizagem dos conteúdos, à medida que os alunos
recorrem a outros aspectos de sua própria condição humana, além da razão, para
compreenderem os diversos fenômenos. Mais que compreender a realidade, trata-se
também de considerar as emoções como fundamentais nos processos de tomada de decisão
e de julgamento moral dos seres humanos, conforme afirma Damásio (2001), e assim inferir
que as emoções participam tanto dos processos de raciocínio quanto da construção de
valores humanos que garantirão a forma pela qual o corpo de conhecimentos vai influir na
escolha entre as soluções possíveis para a ação na vida prática.
j) Valorizando o trabalho em equipe na escola
...é pelo atrito incessante com outrem, pela oposição
das vontades e das opiniões, pela permuta de ideias
e pela discussão, pelos conflitos e pela compreensão
mútua que todos nós aprendemos a nos conhecer a
nós próprios (FIEURY, 1996).
Em primeiro lugar, o indivíduo a princípio encerrado no egocentrismo inconsciente que
caracteriza sua perspectiva inicial, não se descobre a si próprio senão à medida que aprende
a conhecer os outros. Em segundo lugar, e pelas mesmas razões, a cooperação é
necessária para conduzir o indivíduo à objetividade, ao passo que, por si mesmo, o "eu"
permanece escravo de sua perspectiva particular. Em terceiro lugar, a cooperação é fonte
de regras para o pensamento.
Assim sendo, vê-se que a cooperação não age somente sobre a tomada de
consciência do indivíduo e sobre seu senso de objetividade, mas termina, afinal, por constituir
toda uma estrutura normativa. Esta remata, sem dúvida, o funcionamento da inteligência
individual, mas completa-a, no sentido da reciprocidade - essa norma fundamental que é a
única a conduzir o pensamento racional. Pode-se, pois, dizer, parece-nos que a cooperação
é verdadeiramente criadora, ou, o que vem a ser o mesmo, constitui a condição indispensável
para a completa formação da razão.
Tendo esse cenário de fundo, acreditamos que a prática científica seja permeada por
trabalhos em equipe que privilegiem a cooperação, estabelecendo diálogo entre os
participantes, a fim de construir um pensamento crítico que possibilite ao aluno exercitar sua
razão e práticas sociais.
As equipes/grupos, durante os trabalhos de Ciências (seminários, folders ou
exercícios), são escolhidos com critérios: são equilibrados por habilidades mais marcantes
de cada aluno (liderança, organização, criatividade, facilidade com registros, redação,
facilidade com informática etc).
k) Avaliando se aquilo que foi ensinado realmente foi aprendido (segundo as diretrizes dos
PCP)
...avaliar é acompanhar as produções dos alunos,
concebendo o erro como algo inerente ao aprender e
auxiliando-os a superar gradativamente tais erros
(MEC, 2008).
Acreditamos na avaliação como processo, sendo apenas parte dele as avaliações
mensais e bimestrais. O processo avaliador inclui a atitude do estudante, suas produções no
bimestre, trabalhos propostos, registros no caderno e lições de casa. As provas mensais e
bimestrais realizadas em rede seguem um padrão: textos científicos atuais, com questões
de interpretação, análise de gráficos e tabelas, questões que abrangem textos verbais,
verbo-visuais e não verbais, questões discursivas e testes.
Além disso, acreditamos no momento avaliação-prova como sendo formativo. Por isso
utilizamos textos com novidades científicas e contextualizamos as questões com novidades,
o que pode, assim, propiciar novos conhecimentos conceituais ao aluno. Este sai da prova
de Ciências aprendendo novos conteúdos.
l) Sistematizando e registrando
Nas aulas de Ciências, os registros são de extrema importância para o processo de
ensino-aprendizagem. Quando pensamos em registros, contemplamos suas diversas
formas: anotações de lousa, seleção de textos para o caderno, pesquisas escritas
direcionadas, registros escritos e eletrônicos de estudos de meio, entre outros.
A sistematização pode ser feita na forma de texto coletivo ou individual, mas com o
foco nos novos conceitos adquiridos, independentemente do espaço social onde o aluno
esteja. O registro desenvolve a habilidade do discente de recrutar e organizar informações,
ampliando habilidades e competências fundamentais.
II. Comentários finais
O ponto fundamental no ensino por investigação está na participação dos alunos, e,
para isso, eles devem sair de uma postura passiva e aprender a pensar, elaborando
raciocínios, verbalizando, escrevendo, trocando ideias, justificando-as e atuando com
espírito científico na sociedade na qual estão inseridos.
Amanda Macchion
Coordenadora de Ciências Naturais
II. Referências bibliográficas
ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos; ALVES, Leonir Pessate. Estratégias de
ensinagem. In: ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos; ALVES, Leonir Pessate. (orgs.).
Processos de ensinagem na universidade. Pressupostos para as estratégias de trabalho em
aula. 3. ed. Joinville: Univille, 2004. p. 67-100.
BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
BECK, U. Risk Society. London: Sage Publications, 1994.
BECKER, Fernando. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Petrópolis:
Vozes, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Guia de livros didáticos PNLD 2008 : Ciências /
Ministério da Educação. Brasília: MEC, 2008.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais : Ciências Naturais / Secretaria de
Educação Fundamental. Brasília : MEC /SEF, 1998.
CALDERÓN, G. C. As novas tecnologias da comunicação e da informação aplicadas à
Educação. Revista eletrônica polidisciplinar Voos. n. 5 mar. 2008 p. 23-24.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de, (org.). Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa e
a Prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
DAMÁSIO, A. R. O erro de Descartes. São Paulo: Companhia da Letras. 2001. 330 p.
DELIZOICOV, D. Problemas e Problematizações. . In: PIETROCOLA, M. (org.) Ensino
de Física: conteúdo, metodologia e epistemologia numa concepção integradora.
Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2001. p. 125-150.
FAINHOLC, Beatriz. Lectura crítica en Internet. Análisis y utilización de los recursos
tecnológicos en educación. Buenos Aires: Homo Sapiens Ediciones, 2004.
FIEURY, L.G. O trabalho por equipes na escola. Revista Psicopedagogia 15 (36). 1996.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33ª ed.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006.
GIORDAN, M. O papel da experimentação no ensino de ciências. Química Nova na
Escola, n. 10, p. 43-49, 1999.
JACOBI, P. R. Educação Ambiental: o desafio da construção de um pensamento
crítico, complexo e reflexivo. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 233-250,
maio/ago. 2005.
JACOBI, P. Pensar a complexidade ambiental. In: LEFF, E. (org.). A complexidade
ambiental. São Paulo: Cortez, 2003.
JUNIOR, W. E. F.; FERREIRA, L. H.; HARTWIG, D. R. Experimentação
Problematizadora: Fundamentos Teóricos e Práticos para a Aplicação em Salas de Aula de
Ciências. Quimica Nova na Escola n. 30, nov. 2008.
KRASILCHIK, M. Reformas e Realidade: O Caso Do Ensino De Ciências. São Paulo:
Perspec. vol.14, n.1, p.90, 2000.
MENEZES, L. C. Ensinar ciências no próximo século. In: HAMBURGER, E. W.;
MATOS, C. (orgs.). O desafio de ensinar ciências no século XXI. São Paulo: Edusp, 2000. p.
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NUNES, Elton Luiz Vergara. Materiais didáticos em ambientes virtuais. Caderno de
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PERRENOUD, Philippe. Dez novas Competências para Ensinar. Convite á viagem.
Porto Alegre: Artmed, 2000.
SENICIATO, T.; CAVASSAN, O. Aulas de campo em ambientes naturais e
aprendizagem em Ciências – um estudo com alunos do Ensino Fundamental. Ciência &
Educação, v. 10, n. 1, p. 133-147, 2004.
História e Geografia
O Colégio Pentágono entende que o estudo da História, no Fundamental I, ao
possibilitar diálogos entre grupos e sociedades nos seus diversos tempos e espaços, é
fundamental para compreender a multiculturalidade, a diversidade e o respeito pelas
diferenças. Assim, contribui para a formação de cidadãos autônomos e éticos, estimulando
o pensamento crítico-reflexivo e fortalecendo identidades.
Esse processo de formação do indivíduo é pautado pela construção acadêmica de
conceitos estruturantes da História e da Geografia, como parte das Ciências Humanas,
capazes de ajudar o aluno a desenvolver visões mais complexas sobre o mundo, sua
individualidade e seu papel ativo de cidadão.
A partir dos conceitos de literacia histórica e de alfabetização cartográfica, os alunos
desenvolvem um olhar capaz de melhor compreender as relações entre tempo e espaço na
formação de sua realidade. A literacia histórica é a leitura contextualizada, nos parâmetros
científicos do passado e do jogo social, no tecer das memórias sociais e individuais. A
alfabetização cartográfica tem por objetivo desenvolver nos alunos a representação de
aspectos da realidade espacial e social por eles vivenciados. Dessa maneira, além das
habilidades tradicionais de localizar-se, orientar-se e aprender a elaborar representações
gráficas, o aluno aprende a usá-las para ler o mundo e representá-lo segundo uma
metodologia científica.
O aluno constrói e significa sua identidade no tempo e no espaço ao debruçar-se sobre
as experiências e questões do passado e do presente, estabelecendo um encontro
fundamentado em algumas indagações, entre elas: como viviam os povos do passado? Que
soluções encontraram diante das adversidades enfrentadas em seu dia a dia? Como vivemos
hoje? O que nos aproxima ou nos afasta de nossos antepassados? O que permaneceu e o
que mudou de uma determinada época para outra? O que marca nosso espaço? Como
pensar as diferenças entre os espaços e nos espaços?
De acordo com essa perspectiva, os diferentes recortes temporais e espaciais devem
ser interrogados à luz das questões que inquietam os alunos, e as respostas encontradas
deverão ampliar seus horizontes. Inicialmente, acolhendo sua curiosidade; em seguida,
incitando sua análise e, por último, fortalecendo a reflexão de que a História e a Geografia,
como ciências e reflexão, são dinâmicas, processos em construção do qual esses alunos
são parte integrante no exercício diário de sua identidade e cidadania. O local e o global, o
passado e o presente em constantes diálogos, elucidam semelhanças e diferenças,
promovendo a construção reflexiva de identidades pessoais, comunitárias e até mesmo
planetárias.
A sequência de aprendizagem é organizada para o aluno realizar o percurso,
encantando-se com as novas habilidades e procedimentos para alargar e aprofundar sua
capacidade de compreender-se e enxergar o mundo. Os conceitos de tempo, espaço,
permanência, mudança, paisagem, lugar, região, transformação ganham vida em exercícios
pautados pela preocupação intelectual de formar esse indivíduo cidadão do mundo. O
trabalho cuidadoso em sala, respeitando as especificidades de cada ano e articulado a
conceitos estruturantes, garante as competências acadêmicas necessárias para o
desenvolvimento intelectual do aluno.
Esse processo está pautado nos cinco valores elementares do Colégio Pentágono
(Excelência Acadêmica, Cidadão do Mundo, Formação do Indivíduo, Diálogo com as
Famílias e Prazer de Estar na Escola). Dessa maneira, estrutura-se em torno do elemento
mais importante do processo educativo, o aluno. Ao longo de sua formação, este é
estimulado a desenvolver seu pensamento crítico, o que promove sua atuação como cidadão
do mundo e desenvolve sua identidade, tornando a experiência escolar prazerosa.
André Côrtes de Oliveira
Coordenador de História e Geografia
Bibliografia
Bittencourt, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São
Paulo: Cortez, 2005.
Brasil. Ministério da Educação (MEC). Parâmetros Curriculares Nacionais: História e
Geografia (Ensino Fundamental - 1ª a 4ª séries). Brasília:MEC/SEF, 1997.
Cavalcanti, Lana de Souza. Geografia, escola e construção do conhecimento. 9 ed.
Campinas: Papirus, 2006.
Fonseca, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino em História. São Paulo: Papirus,
2003.
Karnal, Leandro (org.). História na sala de aula - conceitos, práticas e métodos. São Paulo:
Contexto, 2009.
Santos, Milton. A natureza do espaço. São Paulo: Hucitec, 1996
Ensino de Língua Inglesa
Nos primeiros anos do Fundamental I, buscamos dar continuidade ao processo de aquisição
da língua inglesa, iniciado na Educação Infantil, intensificando a relação de familiaridade com
as características fonéticas desse idioma, estimulando e motivando a criança a aprender
uma segunda língua por meio da exploração de conteúdos significativos, tendo como base
os gêneros discursivos que fazem parte do universo infantil, tais como jogos e brincadeiras,
histórias e músicas.
Nesse contexto, o curso de Língua Inglesa no Fundamental I tem por objetivo desenvolver
de forma integrada as quatro habilidades envolvidas no aprendizado da língua: compreensão
e produção oral, leitura e escrita, por meio de atividades lúdicas que enfatizem a produção
dos alunos em situações contextualizadas, com um propósito comunicativo.
Acreditamos, dessa forma, que, por meio de atividades e projetos comunicativos, tais como
dramatizar diálogos, participar de jogos e brincadeiras, ouvir histórias e músicas, assistir a
cenas de filmes e escrever pequenos textos, entre outras possibilidades que promovam o
uso significativo da linguagem, o aluno terá oportunidade de construir ativamente o
conhecimento, criando uma base sólida para o aprendizado futuro.
Cabe ressaltar o papel formador do ensino de Língua Inglesa, que vai além do aprendizado
de um novo código linguístico: o professor deverá realizar conexões com outras áreas do
saber, ampliando a bagagem cultural e a compreensão de mundo de nossos alunos.
COMPLETAR PARA O FUND II – Adriana Anselmo
Competências e Habilidades
Compreensão Oral
•
relacionar conhecimento novo a conhecimento prévio.
•
formular hipóteses, com base na observação da situação/contexto.
•
captar e selecionar informações específicas.
•
discriminar sons/palavras com base no contexto.
•
ouvir histórias e compreender os fatos principais.
Produção Oral
•
observar modelos, reproduzir e recriar situações comunicativas.
•
apropriar-se de vocabulário e estruturas linguísticas e utilizá-las em situações
adequadas.
•
recontar história mediante estímulo visual.
•
perguntar e responder, interagindo em situações comunicativas.
•
dramatizar situações comunicativas (encontrar pessoas pela primeira vez, fazer
apresentações, falar sobre atividades do cotidiano, falar sobre preferências,
descrever pessoa, objetos, animais, fazer comparações etc).
Compreensão Escrita
•
relacionar conhecimento novo a conhecimento prévio.
•
observar elementos que colaboram para a construção do significado, relacionando
ilustrações, títulos e outras dicas visuais ao conteúdo do texto.
•
formular hipóteses, com base na observação da situação/contexto.
•
reconhecer a forma escrita de palavras estudadas.
•
inferir o significado de palavras desconhecidas, com base no contexto.
Produção Escrita
•
copiar palavras.
•
completar sentenças.
•
elaborar perguntas e respostas.
•
reproduzir e recriar histórias, a partir de modelos.
•
reproduzir e recriar pequenos textos, a partir de modelos (carta de apresentação
pessoal, e-mails, cartões postais, entrevistas, diálogos)
HABILIDADES RELACIONADAS A OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO
•
contar, ler gráficos, estabelecer sequências lógicas, classificar, seriar e ordenar.
•
comparar semelhanças, diferenças e estabelecer relações simples.
•
solucionar problemas que envolvam raciocínio lógico.
•
identificar semelhanças e diferenças.
•
associar, discriminar e categorizar.
•
recortar, colorir e desenhar.
•
decifrar códigos.
•
organizar.
CONEXOES COM OUTRAS DISCIPLINAS – CLIL (Content and Language Integrated
Learning)
Língua Portuguesa: reconhecer estrangeirismos e empréstimos linguísticos integrados à
língua materna, palavras cognatas, gêneros do discurso, estratégias de leitura etc.
Matemática – números, frações, formas, interpretação de gráficos, medidas, informação de
horas em relógio analógico, informação de velocidade e distância
Ciências - animais, alimentos saudáveis, uso sustentável da água, medição da pulsação
cardíaca, partes das plantas, insetos e habitat
Geografia – informação das coordenadas, localização de lugares, ciclo da água
Música – instrumentos musicais e sons de cada instrumento
História – Egito Antigo
Artes – pintura, cor, recorte e colagem
Educação Física – esportes e habilidades físicas
ATITUDES ESPERADAS
•
Valorizar o uso do Inglês em sala de aula, utilizando a linguagem
desenvolvida em aula.
•
Cooperar com o trabalho em duplas ou grupos e com o professor.
•
Executar os trabalhos e as lições de casa.
•
Preocupar-se com a qualidade e organização de seus trabalhos.
•
Refletir sobre o seu aprendizado (Autoavaliação).
•
Comprometer-se com o estudo e o conhecimento.
•
Aguardar sua vez de falar, respeitando o colega e o professor.
AVALIAÇÃO
A concepção da avaliação no Colégio Pentágono vai além da visão tradicional, que foca
somente as notas. É compreendida como parte integrante do processo educacional, estando
baseada no conceito da avaliação formativa.
A avaliação das aprendizagens só pode acontecer se for relacionada às
oportunidades oferecidas, isto é, analisando-se a adequação das situações didáticas
propostas aos conhecimentos prévios dos alunos e aos desafios que eles estão em
condições de enfrentar.
A avaliação de aprendizado do aluno fornece ao professor elementos para uma
reflexão contínua sobre sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho e a
retomada de aspectos que devem ser revistos, ajustados ou reconhecidos como adequados
para o processo de aprendizagem individual ou de todo o grupo.
Qual deve ser o sentido e a finalidade da avaliação?
- Conhecer melhor o aluno;
- Garantir a aprendizagem;
- Adequar o processo de ensino;
- Julgar um processo de ensino e aprendizagem.
A partir dessas finalidades, a avaliação tem as seguintes características:
- Deve ser contínua e integrada à prática diária do professor;
- Deve ser global;
- Deve ser formativa.
Segundo Hoffman (2000), avaliar nesse novo paradigma é dinamizar oportunidades
de ação-reflexão, num acompanhamento permanente do professor, e este deve propiciar ao
aluno, em seu processo de aprendência, reflexões acerca do mundo, formando seres críticos
libertários e participativos, na construção de verdades formuladas e reformuladas.
AVALIAÇÃO - FUNDAMENTAL I
No processo avaliativo, devem ser contemplados vários instrumentos, durante todo o ano
letivo. São considerados instrumentos de avaliação:
- Observação do aluno registrada pelo professor;
- Análise das produções dos alunos: redação, atividades escritas, trabalho de
pesquisa, mapas, gráficos, relatórios etc
- Testagem : provas, questionários etc
- Autoavaliação
- Avaliação do grupo
- Portfólio
A avaliação é contínua e processual. 40% do valor da média do bimestre equivale às
atividades contínuas, e as provas bimestrais, 40%. Os alunos recebem um boletim a cada
bimestre, com notas de 0 a 10, indicadores de suas conquistas de aprendizagens.
Relatório do 1º ano
RELATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE – 2013
Aluno(a): Itálico
Série: 1º Ano
Professora: Itálico
Segue síntese das observações da professora de sala sobre o desempenho do/a aluno/a,
ao longo do Primeiro Semestre – 20.
Legenda:
Desenvolve-se com autonomia - suas iniciativas garantem o cumprimento do
objetivo.
Em processo de aquisição - suas tentativas oscilam entre buscar fazer por si e
recorrer ao apoio externo.
Necessita de apoio - suas possibilidades ainda não lhe permitem tomar
iniciativa para fazer sem auxílio.
1- Postura de Estudante
Revela confiança em suas possibilidades nas tarefas habituais.
Toma iniciativa para enfrentar os conflitos com maior independência.
Mostra-se investigador/a para apresentar perguntas e buscar soluções.
Compreende os comandos coletivos e os respeita com tranquilidade.
Conclui as tarefas em tempo estipulado.
Mantém-se concentrado durante a realização das atividades.
Cuida de seu material escolar.
Faz suas lições com empenho e capricho.
2- Relacionamento Social
Participa com entusiasmo das atividades coletivas.
Aproxima-se com naturalidade de outras crianças e adultos.
Resolve conflitos buscando verbalmente a conciliação.
Compartilha espontaneamente ideias, materiais e ações
3- Linguagem Oral e Escrita
Oralidade
Comunica-se com clareza e coerência.
Pronuncia fonemas corretamente.
Manifesta sentimentos, desejos, ideias e opiniões.
Ouve os colegas e espera para expressar suas opiniões.
Tem curiosidade pelos assuntos tratados e elabora perguntas a respeito.
Memoriza e repete com precisão recados e textos.
Reconta histórias conhecidas e experiências vividas.
Leitura
Aprecia a leitura como fonte de prazer e conhecimento.
Busca a leitura de forma independente.
Lê atribuindo sentido (encontra significado).
Manifesta critérios de seleção na escolha dos livros lidos.
Escrita
Agrada-lhe manifestar suas ideias por escrito.
Toma iniciativa para registrar as letras acreditando em sua hipótese.
Questiona ortografia (convenção da escrita).
Escreve, com independência, textos que sabe de memória
Refaz a tarefa quando lhe é solicitado.
4- Natureza e Sociedade
Faz uso das informações retiradas da leitura dos textos informativos.
Manifesta curiosidade, desejo de saber, de compreender e investigar (em
laboratório, principalmente).
Compartilha informações sobre os animais estudados.
5- Matemática a
Recita a sequência numérica até 50.
Identifica números na sequência numérica até 50.
Reconhece números fora da sequência até 30.
Relaciona quantidade ao símbolo numérico até 20.
Realiza adições com números até 12 (somar pontos de dois dados).
Resolve problemas com procedimentos pessoais.
6- Coordenação Dígito-Manual
Segura lápis em forma de "pinça" (uso dos dedos polegar e indicador).
Copia pequenos textos, respeitando o limite das linhas e o espaço da folha.
Recorta, segurando corretamente a tesoura, sem picotar o papel.
Inicia o traçado de movimentos da letra cursiva com facilidade.
• Assiduidade no semestre
Número de faltas:
Número de atrasos:
Modelo
• Observações individuais:
A partir das observações e intervenções realizadas ao longo do primeiro semestre,
notamos que Fulano desenvolveu-se com sucesso nos aspectos apontados acima (cor verde
– objetivos atingidos). Comemoramos esforços e conquistas!
Permanecem, entretanto, como desafios .... e para isso sugerimos...
Assim, além de declarar a vocês, pais, nossas preocupações e ações, contamos com
a parceira da família, unindo forças, para que esses desafios sejam superados.
Postura de Estudante - A formação da postura de estudante favorece o desempenho
pedagógico dos alunos. Organização, responsabilidade, participação e disciplina são ações
que, desde o 1º ano, motivamos, ensinamos e avaliamos.
Prova – a prova escrita ainda é um instrumento mais utilizado para aferir a
aprendizagem dos alunos.
A preocupação central deve ser com sua elaboração, na medida em que o
instrumento deve traduzir mais adequadamente possível os conhecimentos estabelecidos
para cada classe (entendemos conhecimento como conteúdos factuais e conceituais,
atitudes e procedimentos que os alunos possam mobilizar para um desempenho
competente) e com sua reelaboração, na medida em que só terá validade educativa se for
um indicador para o aprimoramento do processo de ensino-aprendizagem.
Prova bimestral unificada – de 3º ao 5º ano, as provas unificadas na rede são
elaboradas pelos professores, orientadas pelos assessores e organizadas pelas
coordenadoras pedagógicas com o objetivo de garantir as discussões e princípios das
diversas assessorias e ser um elemento balizador para aprimorar o trabalho dos professores
e disseminar um aprendizado consistente para todos os alunos da rede.
Procedimentos - Ensino Fundamental
Antes da prova
a) O aluno deve ser informado e preparado previamente (textos, imagens, testes,
questões).
b) Informar ao aluno, via agenda, os conteúdos e o perfil da avaliação.
c) A prova dever ser submetida à coordenação e/ou à assessoria para análise.
Estrutura
a) A prova deve ser baseada na aula, respeitando a linha pedagógica da escola.
b) A prova deve conter o cabeçalho padrão, com logo da escola.
c) A prova deve conter gradação de dificuldades (questões fáceis, médias e difíceis).
d) A prova deve conter textos verbais e não verbais, questões diversificadas (abertas,
testes, interpretação de gráficos e tabelas etc).
e) As questões devem conter o valor delas;
f) As questões devem conter as expectativas de aprendizagem somente para o
professor.
Aplicação da prova
a) O professor deve, juntamente com os alunos, verificar com antecedência se todas as
questões estão em ordem, se as imagens estão nítidas etc. Deve verificar também se o
material para a realização dela está completo, pois não poderá haver empréstimo.
Observação: O 1º ano não realiza provas. No 2º ano, a prática da prova bimestral
acontece a partir do 2º semestre, e a professora deve ler as questões para os alunos.
Gradativamente, isso deixa de acontecer: o aluno vai ganhando autonomia e lê, interpreta e
faz a prova individualmente. No 3º ano, o professor, a partir do 2º semestre, não faz a leitura
da prova para os alunos e, nos 4ºs e 5ºs anos, os alunos lerão as provas autonomamente.
b) A prova terá a duração de duas aulas. O aluno que não conseguir concluí-la terá direito
a mais vinte minutos para tal.
Após a prova
a) O professor deve fazer uma análise detalhada, a partir do resultado global de sua
prova, e redirecionar suas aulas e seu planejamento, quando necessário.
b) Haverá descontos por erros ortográficos, com critérios levantados em cada série/ano.
c) A autocorreção das provas do EFI deve ser realizada com registros escritos, e o aluno
deve ser trabalhado individualmente em suas dificuldades.
Autoavaliação x Autorregulação
O propósito da avaliação não é somente verificar e registrar o desempenho escolar, mas
também contemplar a formação integral do aluno e garantir a evolução e melhoria contínua
da aprendizagem.
Os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens são encaminhados ao setor
do Apoio Pedagógico pela professora e coordenação, com módulos de aprendizagens de
conceitos específicos para cada ano (série), de acordo com os conteúdos do bimestre.
Acreditamos que os alunos se aprimoram, e todos têm possibilidade de alcançar o sucesso
escolar.
A autoavaliação também deve ser processual em todos os anos (série), pois estimula o
trabalho de autorregulação e metacognição. O erro deve ser visto como importante etapa do
processo de aprendizagem, portanto explicitado e trabalhado pelos professores, nas
diversas situações.
“... Essa atividade de correção metacognitiva envolve principalmente a percepção visual,
memória e pensamento. Uma das consequências da realização dessa atividade (que é uma
atividade de estudo) é o desenvolvimento da memória, uma vez que o “trabalho” de
organização realizado traz uma estruturação interna aos elementos informativos. Essa
organização é que permitirá que o conteúdo passe para a memória de longa duração,
levando-a à aprendizagem significativa”.
Elvira Souza Lima
PLANILHA DE NOTAS 2014
FI
Para cada instrumento de avaliação o professor deve lançar a nota de
zero a dez.
SEGMENTO E ANO
período
instrumentos de
avaliação
lição de
casa
postura de
estudante
FI / 1º
BIMESTRAL
atividades
diversificadas *
valor % da avaliação
SEGMENTO E ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da avaliação
5
25
70
FI / 2 º
lição de
casa
5
NM
postura de
estudante
25
NB
atividades
diversificadas *
40
prova bimestral
30
* prova mensal, redações, jogos etc. No mês de correção dos trabalhos de estudo de meio, todas
as atividades do item AD serão direcionadas a ele.
Para cada instrumento de avaliação o professor deve lançar a nota de zero a
dez.
postura de estudante
1º/2º
registros
organização
responsabilidade
disciplina
participação nas aulas
SEGMENTO E ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da avaliação
SEGMENTO E ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da avaliação
SEGMENTO E ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da avaliação
%
5
5
5
5
5
FI / 3º
lição de
casa
5
NM
postura de
estudante
15
NB
atividades
diversificadas *
40
prova bimestral
40
F I / 4º
lição de
casa
5
NM
postura de
estudante
15
NB
atividades
diversificadas *
40
prova bimestral
40
FI / 5º
lição de
casa
5
NM
postura de
estudante
15
NB
atividades
diversificadas *
40
prova bimestral
40
* prova mensal, redações, jogos, etc. No mês de correção dos trabalhos de estudo de meio, todas
as atividades do item AD serão direcionadas a ele.
postura de estudante
3º/4º/5º
registros
organização
responsabilidade
disciplina
participação nas aulas
%
2
2
5
3
3
AVALIAÇÃO – FUNDAMENTAL II
O Colégio Pentágono educa para a autonomia e para a cooperação, respeitando a
diversidade. A avaliação está a serviço do projeto pedagógico, é parte integrante dele e
partilha seus princípios fundamentais, tendo como propósitos verificar e registrar o
desempenho escolar do aluno e também contemplar sua formação integral, a evolução e a
melhoria contínua da aprendizagem em curso.
A avaliação enfoca o processo de ensino e aprendizagem, considerando as
potencialidades do aluno e sua efetiva capacidade de progresso (como estava e aonde
chegou). Ao valorizar suas conquistas pessoais, esse processo se constitui em um meio de
desenvolvimento da autoestima.
Na análise do aproveitamento, no decorrer de cada bimestre, além de provas mensais
e bimestrais, são utilizados outros meios de avaliação: trabalhos em grupo, exposições orais,
processos de pesquisa, confecção de relatórios, entre outros.
Simulados (9ºs anos)
As questões selecionadas devem ser de grandes vestibulares de instituições públicas
e particulares, além das provas do ENEM.
Seguir as instruções da formatação padrão do colégio.
Cumprir os prazos de envio das questões: 10 dias úteis para o coordenador ou
assessor de área e 5 dias úteis para os responsáveis pela formatação do simulado. Após a
formatação e antes de o material ir para a gráfica, um dos professores da equipe de uma
mesma disciplina deve vistoriar as questões do simulado para identificar possíveis erros de
formatação. As assistentes de coordenação são as responsáveis por entregar o simulado
para os professores que farão a vistoria. O simulado, em hipótese alguma, deve sair do
colégio. Todos devem cuidar muito bem do documento para evitar possíveis tentativas de
fraude por parte dos alunos.
Não reproduzir, na íntegra, questões de simulados do mesmo bimestre dos anos
anteriores e evitar fazer adaptações nas questões, pois a chance de termos erros aumenta.
Durante a seleção das questões, os professores devem ficar atentos aos conteúdos
trabalhados no bimestre e aos níveis de exigência pois devemos evitar que as questões do
simulado extrapolem o nível de exigência do conteúdo trabalhado em sala de aula, ou que
apresentem um nível de exigência inferior.
A correção das questões do simulado deve ser feita na primeira aula do professor,
após a aplicação. É importante que o aluno entre em contato com seu erro e descubra suas
causas. O professor deve analisar e comparar a porcentagem de acertos dos alunos na sua
disciplina em relação às outras.
Índice de erros e acertos dos alunos nas avaliações e as ações didáticas imediatas
Durante o processo de correção de provas e simulados, o professor deve ficar atento
às questões em que houve maior índice de erros e elaborar um relatório de erros e acertos
para análise dos conteúdos trabalhados e reflexão sobre eles; se necessário, o professor
deve retomar seu planejamento. Esse documento pode ser compartilhado com o
coordenador de segmento para que este fique a par da situação dos alunos e da turma. Caso
aproximadamente 50% dos alunos tenham obtido resultados inferiores à média, o professor
deve retomar o conteúdo da avaliação, utilizando novas estratégias de aula, a partir de uma
ou mais aulas de revisão, com o objetivo de desenvolver novamente o conteúdo. As aulas
de revisão podem ser desenvolvidas, em casos extraordinários, em horários alternativos ao
horário regular, e o professor deve combiná-las com seu coordenador de segmento. O
professor da matéria é o maior responsável pelas aulas de revisão e pelo processo de ensino
e aprendizagem dos alunos, porém essas aulas poderão ser lecionadas pelos monitores,
com seu aval e o da coordenação.
Sistema de Recuperação
O sistema de recuperação do Colégio Pentágono é organizado em períodos de
estudos de recuperação, que se destinam ao aluno com aproveitamento insuficiente. A
recuperação tem como objetivo sanar as deficiências de aprendizagem diagnosticadas ao
longo do ano letivo.
Para elaboração das notas, serão adotados pesos aos bimestres, na forma em que se
apresentam abaixo:
• 1º bimestre = peso 2
• 2º bimestre = peso 3
• 3º bimestre = peso 2
• 4º bimestre = peso 3
•
Aos alunos serão oferecidos estudos de recuperação nas seguintes formas:
I.
II.
III.
Recuperação contínua (bimestral)
Recuperação paralela (semestral)
Recuperação final (Anual)
I.
Recuperação contínua
Será desenvolvida em três frentes:
a. No dia a dia, no decorrer de todos os bimestres, durante as aulas, sempre que o
professor diagnosticar falhas de aprendizagem de seus alunos. Para isso, ele deverá
criar estratégias cotidianas para diagnosticar a não aprendizagem de seus alunos, e
esses momentos deverão ser contemplados no planejamento.
b. Fora das aulas regulares - deverá ser realizada durante as aulas de apoio/reforço e
monitorias, no decorrer do bimestre letivo.
c. No final do 1º e do 3º bimestres, o aluno que obtiver nota bimestral inferior a 6,0 (seis)
pontos deverá realizar um Roteiro de Recuperação Bimestral, que deverá contemplar
os seguintes aspectos: os conteúdos essenciais do bimestre, os objetivos de
aprendizagem (conceituais e de habilidades), as orientações de estudos (como
estudar) e exercícios e atividades, cujo objetivo é diagnosticar os erros dos alunos
para que estes possam superá-los e consequentemente atingir uma aprendizagem
satisfatória.
II.
Recuperação Paralela (Semestral)
Realizada por meio de um Plano de Recuperação Semestral, que deverá contemplar um
Roteiro de Recuperação Semestral (valor: 2,0 pontos) e uma Prova sobre a matéria do
semestre (valor 8,0 pontos). Esta ocorrerá no final do primeiro e do segundo semestres.
2.1 Roteiro de Recuperação Paralela
O Roteiro de Recuperação Semestral deverá trazer os conteúdos essenciais do semestre,
os objetivos de aprendizagem (conceituais e de habilidades), ambos especificados por
bimestre, as orientações de estudos (como estudar) e exercícios e atividades, cujo objetivo
é diagnosticar os erros dos alunos para que possam superá-los e consequentemente atingir
uma aprendizagem satisfatória.
Obs: alunos que tiverem realizado o Roteiro de Recuperação Bimestral (na recuperação
contínua do 1º e 3º bimestres) obterão até 1,0 (um) ponto na nota do Roteiro de Recuperação
Semestral.
No primeiro semestre, a recuperação paralela terá início na última semana de junho, com
aulas aplicadas pelos professores e/ou monitores de cada disciplina. A partir da segunda
quinzena de julho, haverá a recuperação e o reforço de inverno, sendo os alunos em
recuperação convidados a participar, com o objetivo de consultar os monitores que estarão
à disposição no colégio. As provas de recuperação ocorrerão nas duas primeiras semanas
de agosto, sendo que, num mesmo dia, o aluno poderá fazer no máximo duas provas.
No segundo semestre, a recuperação paralela terá início na última semana de novembro,
com aulas aplicadas pelos professores e/ou monitores de cada disciplina. As provas
ocorrerão na 1ª semana de dezembro, sendo que, sendo que, num mesmo dia, o aluno
poderá fazer no máximo duas provas.
No final de cada semestre, serão submetidos à recuperação paralela os alunos que
obtiverem as seguintes notas:
- Nota semestral inferior a 30 (trinta) pontos
- Nota do 2º ou do 4º bimestre inferior a 6,0 (seis) pontos
2.2 As mudanças de nota
• Mudança de nota do aluno recuperado
O aluno é considerado recuperado quando a média entre a(s) nota(s) bimestral(is), obtida
anteriormente e a nota de recuperação for igual ou superior a 6,0 (seis). Nesse caso, a nova
média bimestral será alterada para 6,0 (seis).
Fórmula
𝑁𝑁𝑁𝑁+𝑁𝑁𝑁𝑁
2
= Nota após a recuperação
OBS: NB = Nota Bimestral (antiga) e NR = Nota da Recuperação
Exemplo 1
4,0+8,0
2
= 6,0
Nota anterior à recuperação = 4,0
Nota pós-recuperação = 6,0 (nova Média Bimestral = 6,0)
Exemplo 2
5,0+8,0
2
= 6,5
Nota anterior à recuperação = 5,0
Nota pós-recuperação = 6,5 (nova Média Bimestral = 6,0)
• Mudança de nota do aluno não recuperado
O aluno considerado não recuperado, cuja nota de recuperação semestral for superior à
nota do(s) bimestre(s), terá uma nova Média Bimestral, calculada de acordo com as
seguintes fórmulas:
𝑁𝑁𝑁𝑁+𝑁𝑁𝑁𝑁
2
= nova Média do Bimestre
OBS: NB = Nota Bimestral (antiga) e NR = Nota da Recuperação
Exemplo 1
2,0+8,0
2
= 5,0
Nota anterior à recuperação = 2,0
Nota pós-recuperação = 5,0 (nova Média Bimestral = 5,0)
Obs. - Uma nova média do semestre deve ser calculada, considerando-se os pesos de
cada bimestre.
Conselho de classe 1
O Conselho de classe 1 (convocado após a recuperação paralela do segundo semestre)
poderá abonar a necessidade de o aluno realizar a Recuperação Final, em até 2
componentes curriculares em que obteve nota inferior à nota anual mínima exigida (60,0
pontos)
III.
Recuperação Final (Anual)
A Recuperação Final (anual) será realizada por meio de Plano de Recuperação Anual, que
deverá conter Roteiro de Recuperação Anual (valor: 2,0 pontos) e uma prova sobre a matéria
do ano (valor 8,0 pontos). A recuperação final ocorrerá no período aproximado entre a 2ª e
a 3ª semanas de dezembro.
Serão submetidos ao processo de recuperação final os alunos que obtiverem a média anual
(por componente curricular) inferior a 60,0 (sessenta) pontos. O processo de recuperação
final é limitado a 3 (três) componentes curriculares por aluno.
a. Roteiro de Recuperação Anual
O Roteiro de Recuperação Anual deverá contemplar os conteúdos essenciais do ano, os
objetivos de aprendizagem (conceituais e de habilidades), as orientações de estudos (como
estudar) e exercícios e atividades cujo objetivo é diagnosticar os erros dos alunos para que
possam superá-los e consequentemente atingir uma aprendizagem satisfatória para
prosseguir os estudos no ano seguinte. Os conteúdos e objetivos de cada bimestre deverão
ser especificados nesse roteiro anual, para clarear os estudos dos alunos.
b. Nota após a Recuperação Final
• Aluno recuperado após a Recuperação Anual
O aluno é considerado recuperado quando a média entre a nota anual, obtida anteriormente,
e a nota de recuperação final for igual ou superior a 60,0 (sessenta).
𝑁𝑁𝑁𝑁+𝑁𝑁𝑁𝑁𝑁𝑁
2
= Nota após a Recuperação Final
OBS: NA = Nota Anual (antiga) e NRF = Nota da Recuperação Final
Conselho de classe 2
Após a Recuperação Final, haverá o Conselho de classe 2, que decidirá sobre a aprovação
dos alunos não recuperados na Recuperação Anual.
PLANILHAS DE NOTAS 2014 - F II
Para cada instrumento de avaliação o professor deve lançar
a nota de zero a dez.
SEGMENTO E
ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da
avaliação
SEGMENTO E
ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da
avaliação
SEGMENTO E
ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da
avaliação
SEGMENTO E
SÉRIE
período do
bimestre
instrumentos de
avaliação
valor % da
avaliação
FII / 6º
lição de
casa
NM
postura de
estudante
atividades
diversificadas *
prova
mensal
NB
prova
bimestral
5
10
10
25
50
FII / 7º
lição de
casa
NM
postura de
estudante
atividades
diversificadas *
prova
mensal
NB
prova
bimestral
5
10
10
25
50
FII / 8º
lição de
casa
NM
postura de
estudante
atividades
diversificadas *
prova
mensal
NB
prova
bimestral
5
5
10
30
50
FII / 9º
lição de
casa
postura de
estudante
NM
atividades
diversificadas *
5
5
5
simulado
prova
mensal
NB
prova
bimestral
10
25
50
*trabalhos, redações, provas de livros, jogos, etc. No mês de correção dos trabalhos de estudo de
meio, todas as atividades do item AD serão direcionadas a ele.
postura de
postura de
estudante
estudante
6º/7º
%
8º/9º
%
registro no caderno
organização do
material
disciplina
participação nas
aulas
SEGMENTO E
ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da
avaliação
SEGMENTO E
ANO
período
instrumentos de
avaliação
valor % da
avaliação
registro no
caderno
organização do
material
disciplina
participação nas
aulas
2,5
2,5
2,5
2,5
lição de
casa
postura de
estudante
LP
FII / 6º / 7º/ 8º
LP
NM
atividades
diversificadas *
5
10
10
lição de
casa
5
1
1
2
1
Redação
prova
mensal
NB
prova
bimestral
15
10
50
postura de
estudante
FII / 9º / LP
NM
atividades
diversificadas *
simulado
prova
mensal
Redação
5
5
10
10
15
Reuniões
Para o Ensino Fundamental I (2º ao 5º ano), são agendados encontros individuais
com as famílias para um atendimento referente a cada aluno. No início do ano, acontece
uma reunião geral entre a direção, coordenação e famílias sobre todas as orientações para
o ano letivo, além de um encontro com a professora de sala, que esclarecerá o trabalho a
ser desenvolvido ao longo do ano.
Para o ensino Fundamental II (6º ao 9º ano), as reuniões entre os professores e as
famílias acontecem no final de cada bimestre. Mas outros encontros podem ser agendados
com a coordenação, ao longo do ano.
Eventos
- Dia das Mães e Dia dos Pais (Ensino Fundamental I) - Nos meses de maio e agosto
respectivamente, são comemorados o dia das mães e o dia dos pais, com a participação de
todos os alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental I e suas famílias. Numa manhã
de sábado, atividades diversificadas proporcionam bons momentos de integração na escola.
- Festa Junina - No mês de junho, é realizada uma grande festa. Essa festa é
organizada pelo Voluntariado Pentágono, e sua renda é destinada às ações que acontecem
ao longo do ano.
- Encerramento do 9º ano - A finalização do trabalho sobre a história de São Paulo é
apresentada pelos alunos, por meio de uma peça teatral que acontece em meados de
dezembro.
- Percursos e Conquistas - Para fechar o estudo e o desenvolvimento de alguns
projetos, as famílias são convidadas a visitar uma exposição com os trabalhos produzidos,
durante o ano, pelos alunos.
- FIMP - Num espaço especialmente selecionado, o Festival Interno de Música do
Pentágono acontece todos os anos anos, com a participação de bandas de alunos do
Ensino Fundamental II e Médio.
Procedimentos de Estudo
Segundo Wallon (1990), a atividade espontânea da criança não é suficiente para o
processo de aprendizagem do conhecimento formal, pois este exige uma sistematização que
não brota dessa criança: entre o que ela realiza sozinha, partindo de sua própria intenção, e
o conhecimento formal a ser adquirido há um caminho que só poderá ser percorrido com a
intervenção dos indivíduos. No caso da escola, do professor.
As atividades fundamentais para a aprendizagem dos conhecimentos escolares são
a Leitura e outras que envolvem Observação, Registro, Organização, Relato e Comunicação.
Elas desenvolvem comportamentos relacionados a perceber, refletir, compreender e expor,
ou seja, a redes neuronais que são base para a formação de conceitos, para a apropriação
de método e criação de categorias de pensamento.
Nosso propósito com o estudo diário é levar os alunos a desenvolver essas
habilidades, fornecendo-lhes ferramentas para sua aquisição. Ensiná-los a estudar, a se
responsabilizarem por seus atos e suas tarefas e a construir o hábito de estudo são situações
de aprendizagem preciosas, significativas e que acontecem formalmente no EFI. A prática
da autoavaliação, a assembleia de classe, a rotina para estudo individual, a construção de
diferentes anotações de aprendizagens e a partilha dos registros com os colegas de estudos
contribuem para a formação do estudante autônomo e crítico.
Ainda a partir do 2º ano, começam os trabalhos com o estudo diário: os alunos
documentam suas descobertas, curiosidades, perguntas, questionamentos e exercem suas
aprendizagens. A leitura dos textos trabalhados e a realização das tarefas de casa são
atividades ensinadas, intencionais, afinal formamos o hábito de estudo desde cedo.
Estudar se aprende na escola. Eleger e selecionar informações ou palavras-chave,
resumir, tomar notas, esquematizar, rever cálculos e construir diferentes estratégias de
soluções e argumentos são procedimentos de estudo que desenvolvemos no decorrer do
EFI.
Os cadernos, portfólios, Ipads, instrumentos tecnológicos, livros e todo material do aluno
apresentam os procedimentos de estudos sobre a temática ministrada em sala de aula, nas
diversas áreas do conhecimento. Além do planejamento de situações didáticas para incluir
esse aprendizado, é preciso criar condições que autorizem e habilitem os alunos a
assumirem suas responsabilidades como estudantes e leitores.
Projetos das séries/ Estudos de Meio
Acreditando cada vez mais na complementação do processo ensino-aprendizagem
fora da escola, o Colégio Pentágono propõe um Projeto de Estudo do Meio para cada uma
das séries, cujo objetivo é proporcionar aos alunos o contato direto com a riqueza do
patrimônio cultural e natural do país. Tendo como essência a abordagem interdisciplinar, as
atividades aguçam a curiosidade dos alunos, levando-os a compreender, por meio de
observação e análise, as relações entre fatores geográficos, biológicos, históricos,
sociais e políticos. Além disso, o projeto de estudo do meio se apresenta como um ótimo
instrumento para estimular o trabalho em equipe, o convívio social, a autonomia, a troca de
experiências entre os alunos e o desenvolvimento da memória associativa e visual.
Além das viagens programadas para as séries, outras saídas a Museus e Teatros
podem ser indicadas, ao longo do ano, de acordo com o calendário de eventos da cidade de
São Paulo. Em todas as saídas, os alunos são acompanhados por um coordenador da rede,
professores e monitoria especializada.
No Ensino Fundamental I (2º ao 5º ano), são realizadas viagens de 3 dias a
acampamentos, com o objetivo de proporcionar aos alunos uma vivência diferenciada,
fortalecendo os vínculos de amizade, promovendo, com muita diversão, a independência e
a organização pessoal.
Os alunos ficam acomodados em apartamentos com banheiro privativo. As atividades
são sempre supervisionadas por monitores locais, auxiliados por nossos professores. A
Coordenadora Pedagógica e professores acompanham o grupo.
Ano
Atividades
1º. ano
Zoológico de São Paulo e Sorocaba - 1º ano – A fim de trazer mais
significado ao projeto de Natureza e Sociedade sobre animais e de
trabalhar com a alfabetização, os alunos realizam um passeio ao
Zoológico, onde vivenciam novas experiências, contando com a
companhia dos colegas de classe e das professoras.
2º. ano
Acampamento Águias da Serra - 2º ano – Os alunos vivenciam, pela
primeira vez, a experiência de acampamento, de dormir fora de casa.
Os objetivos estão fundamentados no fortalecimento de vínculos entre
alunos e professores, no desenvolvimento da autonomia e no ensino da
convivência, por meio das diversas propostas de jogos, brincadeiras e
diversão.
O acampamento é localizado na Zona Sul de São Paulo, a 30 km do
Autódromo de Interlagos, sendo um local próximo ao Colégio.
A região é privilegiada pela beleza natural da área de Proteção da
Reserva Ambiental Capivari Monos, o que possibilita um contato com a
natureza.
Participar das trilhas da reserva ecológica, do borboletário, da
fazendinha, do minhocário, da compostagem do lixo produzido no
acampamento e pelos acampantes são experiências inesquecíveis que
favorecem a Formação do Indivíduo e do Cidadão do Mundo, valores do
Colégio Pentágono.
3º. ano
Acampamento NR1-Os alunos do 3º ano são desafiados no N.R.l a
ampliar seus procedimentos de autonomia.
Assumir seus atos, respeitar os espaços coletivos, o outro e a trabalhar
em grupo são vivências enriquecedoras proporcionadas no
acampamento.
As atividades propostas possibilitam uma maior integração com os
amigos da sala e fortalecem os vínculos dos alunos com os
professores.
Em contato com a natureza, os alunos são estimulados à adaptação
social, à integração, à convivência, exercendo mais liberdade.
4º. ano
Acampamento República Lago – O acampamento República Lago
promove grandes experiências para o desenvolvimento da autonomia
moral, por meio de propostas de atividades relacionadas à diversidade,
ao respeito ao outro, às possibilidades de o aluno escolher fazer aquilo
de que mais gosta e que tem a ver com seu jeito de ser. Ele conhece e
reconhece suas habilidades, as de seus colegas, e, todos juntos, com
suas diferenças, formam um grupo. Há forte integração entre os alunos
das Unidades Alphaville, Morumbi e Perdizes.
Toda a programação está fundamentada no trabalho em equipe, um
ajuda o outro diante dos desafios proporcionados pela beleza natural do
local.
Espírito de aventura, companheirismo, bom humor, solidariedade e
disponibilidade para ajudar no que for preciso favorecem a formação
integral dos alunos, de acordo com os valores do Pentágono.
5º. ano
Acampamento Sítio do Carroção - 5º ano – No último ano do ciclo do
E.F.l, os alunos vivenciam a experiência de conhecer o único Resort
Pedagógico do Brasil- o Sítio do Carroção.
A curiosidade e as perguntas são aguçadas, pois os alunos “viajam” em
História, Geografia, Ciências, Literatura e em muitos outros assuntos.
A cada “aventura”, um mergulho para ampliarem sua aprendizagem:
aprendem sobre espeleologia, com toda segurança e em águas
aquecidas, no Enigma da Pedra. No Bio Planeta, vão aprender tudo o
que quiserem sobre ecossistemas e, entre outras aventuras
proporcionadas no local, descobrem que toda pesquisa pode ter gosto
de curiosidade, de vivências significativas e de emoção.
Os alunos são desafiados a todo o momento a praticar sua autonomia
cognitiva, emocional e moral, construída no percurso das vivências de
sala de aula e dos acampamentos oferecidos durante o E.F.l.
Fazenda do Café - Nossa Sra. da Conceição -interior de São Paulo, o
local permite que os alunos conheçam e vivenciem contextos históricos
brasileiros do século XIX no Brasil: o ciclo do café e a escravidão. Têm
a oportunidade de compreender como se dá o processo da cultura do
café, desde a formação de mudas, colheita, lavagem e secagem até o
beneficiamento, além de conhecer aspectos históricos e geográficos da
região, diferenciando a área urbana e rural.
6º. ano
Projeto Identidade - 6º ano - Nesse projeto interdisciplinar, os alunos
pesquisam as origens familiares, curiosidades e compartilham
momentos alegres, emocionantes, engraçados, inusitados, guardados
na memória de cada família.
Tem o objetivo de propiciar condições para conheçam a história de seus
antepassados e resgatem valores essenciais para a formação e
construção de sua identidade.
O trabalho de pesquisa promove o autoconhecimento, à medida que o
estudante passa a desvendar sua história. O processo acontece por
meio da escrita de cartas, relatos pessoais, receitas, autobiografia,
legendas de fotos, entrevistas e depoimentos de familiares.
Como fechamento desse projeto, as famílias são convidadas a reviver
esses momentos e conhecer um pouco mais da história de cada aluno
e aluna, sempre especial em suas singularidades.
Projeto Barra Bonita, Brotas e Rio Claro – 6º ano – Por meio de uma
abordagem interdisciplinar, os alunos investigam diversas manifestações
da relação do ser humano com o meio que os cerca, em seus aspectos
geográficos e culturais. Consequentemente ampliam a visão de agente
social e adquirem novas percepções e posturas em relação à degradação
do meio ambiente. O projeto é finalizado com um seminário, apresentado
aos pais e à comunidade escolar.
7º. ano
Historicidades - 7º ano - Nesse projeto interdisciplinar, envolvendo as
disciplinas de História, Geografia, Língua Portuguesa e Artes, os alunos
pesquisam a diversidade do patrimônio cultural e ambiental brasileiro, em
um estudo de meio às Cidades Coloniais Mineiras. No final, apresentam
uma ampla exposição que, por meio de diversas linguagens, socializa os
conhecimentos produzidos por eles.
8º. ano
Acampamento SOMMA (Atibaia) - Os 13 anos: Identidade e
transformação – O fortalecimento de habilidades e competências
relacionais e comportamentais tornou-se imprescindível na construção
de seres humanos capazes de assumir as responsabilidades que os
aguardam num futuro complexo e imprevisível, e esse projeto tem como
objetivo principal a abordagem comportamental do empreendedorismo e
a ideia do trabalho cooperativo em equipe
Ele consiste em jogos e atividades vivenciais, em que os alunos
trabalham suas competências empreendedoras: iniciativa, organização,
liderança, persistência, comprometimento, superação, inovação,
responsabilidade, ética e valores, dentre outras, além da capacidade de
fazer escolhas e de sonhar com o futuro.
Tudo isso com linguagem e dinâmica plenamente adequadas à faixa
etária e que mantêm os jovens envolvidos e motivados ao longo de todo
o projeto.
Durante o ano, os alunos são colocados em situações de reflexão sobre
seu processo de transformação, a partir das aulas de Ciências e de
Formação, dos textos de literatura, das produções de Arte, da vivência
do Somma. Os alunos pensam sobre o período de mudanças físicas,
emocionais e sociais que vivem, criam novas formas de pensar e agir
neste período de mudanças e fortalecem os vínculos no grupo. O objetivo
principal do projeto é o autoconhecimento, ou seja, a tomada de
consciência de um corpo em mudança e de um sujeito em transformação.
9º. ano
Ver e viver a Cidade de São Paulo e Vale do Paraíba - 9º ano - Ao
longo do ano, os alunos elaboram um T.C.C. (Trabalho de Conclusão
de Curso) que aborda diferentes e significativas temáticas sobre a
cidade de São Paulo, envolvendo principalmente as áreas de História,
Geografia, Língua Portuguesa e Arte.
A visita ao Centro Histórico de São Paulo, para observar o
desenvolvimento histórico e a expansão geográfica ao longo do tempo,
entre outros estudos, leva-os a conhecerem um pouco mais a história da
cidade e seus principais marcos arquitetônicos.
No segundo semestre visitam cidades e fazendas do Vale do Paraíba
ampliando o estudo sobre a cultura e o folclore daquela região e a relação
histórica com o crescimento de São Paulo.
Esse projeto tem o objetivo de garantir a formação de conceitos
estruturantes de diversas áreas curriculares, por meio da
interdisciplinaridade.
Encerramento do 9º ano – A finalização do trabalho sobre a história de
São Paulo se dá com a apresentação de uma peça pelos alunos, em um
renomado teatro da cidade de São Paulo, em meados de novembro.
.
Suportes pedagógicos
Ensino Fundamental I
O Colégio Pentágono oferece o apoio pedagógico, depois das aulas do currículo
obrigatório, para alunos que apresentam alguma dificuldade de aprendizagem, no período
normal. Os módulos de Língua Portuguesa e de Matemática acontecem em pequenos
grupos de alunos que, a partir de diferentes estratégias e desafios, têm a oportunidade de
compreender os conteúdos desenvolvidos em sala de aula.
A coordenadora pedagógica e a professora propõem a indicação para participação no
apoio.
Ensino Fundamental II
Como complemento às aulas, os suportes pedagógicos oferecidos aos alunos
atendem às necessidades de aprendizado de todos e à exigência de nossa sólida proposta
acadêmica. A escola oferece o acompanhamento de estudos individual e conta com
monitores que auxiliam os alunos com possíveis dificuldades nas várias disciplinas. O
acompanhamento de estudos é um programa que desenvolve no aluno a organização e o
hábito de estudo diário, além de auxiliá-lo no reconhecimento de seus esquemas mentais, o
que lhe favorece a aprendizagem.
O aluno aprende a aprender. Além disso, visando a desenvolver um aluno seguro,
autônomo e com domínio de todos os conteúdos, o colégio oferece, a partir do 6º ano,
revisão e reforço nas salas de estudo, no período inverso às aulas, ministrados por
monitores, alunos universitários matriculados em licenciaturas. Nesses momentos, além de
solucionar dúvidas específicas, os alunos podem realizar suas tarefas, com supervisão
competente, e compartilhar dúvidas e soluções de problemas.
Recuperação em julho - Na segunda quinzena do mês de julho, para os alunos em
recuperação nas diversas disciplinas acontecem aulas e plantões com monitores.
Curso de Infomática - Com o objetivo de orientar o manuseio e o gerenciamento de
ferramentas importantes para a execução de trabalhos e apresentações para a escola e fora
dela, o Colégio Pentágono oferece aos alunos do 6º ao 9º ano um curso, formado por 4
módulos, sobre o Sistema Operacional Microsoft Windows, Microsoft Office (Word, Excel e
Power Point).
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
Página 139
ENSINO MÉDIO
Fundamentação
O Ensino Médio coincide com o auge da adolescência. Nessa inquieta passagem, o
Pentágono coloca-se como uma escola parceira, discutindo, de forma aberta e responsável,
questões referentes à orientação profissional, à sexualidade, à prevenção do uso de drogas,
entre outras. Dessa forma, ajusta práticas pedagógicas e conteúdos disciplinares ao
universo dos adolescentes e estrutura o planejamento de forma a prepará-los para as
questões do mundo contemporâneo.
O programa pedagógico do segmento oferece excelência acadêmica, nas diferentes
disciplinas, e enriquece o ambiente de aprendizagem trazendo para a sala de aula ampla e
fundamentada discussão sobre os acontecimentos mais importantes (política, economia,
descobertas científicas, violência, conflitos internacionais etc.) no país e no mundo, além da
participação dos alunos em fóruns de debates.
O viés cultural também tem grande destaque: visitas a museus, idas a teatros e
cinema são organizadas sistematicamente. Viagens, festivais de música e atividades
esportivas também fazem parte do cotidiano do aluno.
O ingresso na universidade é o caminho natural para os alunos que se encontram no
Ensino Médio. O objetivo central do Pentágono é garantir que eles sejam capazes de fazer
uma escolha profissional consciente e que tenham êxito no processo de seleção da
faculdade de sua preferência. Para tanto, o colégio desenvolve um projeto pedagógico com
uma carga horária ampliada, em dois dias da semana à tarde, promove regularmente
exames simulados e organiza uma etapa de revisão dos conteúdos na 3ª série do Ensino
Médio.
Horário
Turmas
ALPHAVILLE E MORUMBI
Horário
Dias da semana
1ª e 2ª série
3ª série
PERDIZES
Turmas
1ª e 2ª série
07h30 às 13h
3ª, 5ª e 6ª feira
07h30 às
16h30
2ª e 4ª feira
07h30 às 13h
3ª, 5ª e 6ª feira
07h30 às
17h20
2ª.3ª e 4ª. feira
Horário
Dias da
semana
07h30 às 13h
2ª, 4ª e 6ª feira
07h30 às 16h30 3ª e 5ª feira
3ª série
07h30 às 13h
2ª, 4ª e 6ª feira
07h30 às 17h20 3ª 4ªe 5ª feira
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
Página 140
Carga horária semanal
Disciplinas
1ª série
2ª série
3ª série
Língua Portuguesa
4
4
5
Literatura
3
3
3
História
3
3
4
Geografia
3
4
3
Física
4
4
5
Química
4
4
6
Biologia
4
4
5
Matemática
5
5
6
Educação Física
2
2
1
Inglês
2
2
2
Filosofia
1
1
1
Sociologia
1
1
1
Arte
-
1
-
Subtotal
36
38
42
Prova Semanal *
1
1
1
Total
37
39
43
Carga horária ampliada
O quadro curricular do Ensino Médio é ampliado com 37 horas semanais, para a 1ª e
2ª série, e 43, para a 3ª série. Essa ampliação da carga horária implica a permanência
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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obrigatória à tarde, em dois dias da semana, para as duas primeiras séries e três dias para
a terceira série. Além disso, o colégio oferece acompanhamento individual e monitores que
auxiliam os alunos nas várias matérias.
ABORDAGEM DOS COMPONENTES CURRICULARES
Língua Portuguesa e Literatura
As disciplinas de Língua Portuguesa e Literatura promovem as condições para que
os alunos se desenvolvam como leitores hábeis e críticos, produtores de texto autônomos e
criativos, além de ouvintes atentos e respeitosos e falantes fluentes e desenvoltos.
Ancoradas no ser humano, na realidade e na vida, essas disciplinas constroem tais
competências apoiando-se no estudo dos gêneros textuais, focando os textos em sua função
social e em sua diversidade. A eles alia-se o trabalho com diversas linguagens não verbais,
que inclui filmes, imagens, fotos, histórias em quadrinhos, interpretações de mapas, tabelas,
gráficos, folhetos, cartazes, ao lado de peças de teatro e músicas.
Por entendermos a escrita como um trabalho que envolve ação e reflexão, propomos
aos alunos que leiam textos-modelo e que escrevam textos e depois, como leitores,
criticamente os reescrevam. Entre esses dois momentos, a intervenção do professor traz o
diálogo e a reflexão sobre os fatos da língua, com a finalidade de descobrir suas
regularidades e elaborar regras para compreendê-las, ou perceber as irregularidades e
memorizá-las, possibilitando, dessa forma, o avanço e a melhora nas produções.
O objetivo é, enfim, formar alunos cientes e conscientes de suas intenções e ações,
hábeis na seleção do texto adequado para narrar, descrever, expor, argumentar, relatar e
poetar; cidadãos críticos, criativos e reflexivos capazes de ler a realidade e posicionar-se
diante dela, transformando-se e transformando-a.
Procedimentos de Leitura
As disciplinas de Língua Portuguesa e Literatura dão ênfase à interpretação de textos
diversos, fazendo com que o aluno saiba ler e interpretar com clareza e segurança diferentes
tipos de textos. Faz-se necessário criar uma afinidade maior com a língua portuguesa, lendo
com os alunos, pois, assim, eles compreenderão particularidades e significação nos vários
contextos verbais, tornando-se leitores competentes. Em um mundo tão veloz e com
excesso de informação, a interpretação de textos, dos literários aos informativos e filosóficos,
é imprescindível para encurtar caminhos e decodificar com eficácia as mensagens
comunicativas.
Matemática
O desenvolvimento de habilidades de pensamento para a resolução de problemas é
o foco do ensino da Matemática. Em um mundo em que as informações são muitas e se
tornam rapidamente ultrapassadas, é dever da escola formar os alunos para que disponham
de ferramentas poderosas de pensamento e de aprendizagem autônomos.
Com respeito às características dessa etapa de formação dos alunos, é importante
cuidar da forma de ensino, considerando-se as diferenças pessoais e os ritmos de
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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aprendizagem; nesse sentido, o ensino de Matemática se baseia em estratégias e recursos
diversos, entre eles jogos e materiais manipulativos, situações cotidianas, projetos e as
múltiplas relações com outras áreas do conhecimento.
Física e Química
O ensino da Física e da Química, como as demais disciplinas, é focado num
aprendizado significativo e contextualizado. Fenômenos mais simples, como o movimento
de queda dos corpos, o funcionamento do olho humano, a utilização dos conservantes dos
alimentos pela indústria, a utilização do álcool como combustível, em automóveis, até os
mais complexos são trabalhados em toda a sua abrangência, do ponto de vista qualitativo e
quantitativo. Dessa forma, preparamos nossos alunos para a compreensão do mundo
científico e suas implicações ambientais, políticas, econômicas e sociais, sem perder o foco
dos conteúdos exigidos nos grandes vestibulares nacionais.
As atividades práticas nos laboratórios do Colégio Pentágono têm como objetivo ir
além da observação direta das evidências e da manipulação dos materiais de laboratório;
oferecem condições para que os alunos possam levantar e testar suas ideias e hipóteses
sobre os fenômenos científicos a que são expostos, ou seja, são aulas investigativas. Em
resumo, a aulas práticas são concebidas como investigações coletivas sobre situaçõesproblema, em que o professor é o orientador experiente de pesquisa auxiliando os alunos
na busca de respostas para a resolução dos problemas.
Biologia
Há pouco tempo, o ensino de Biologia era baseado em aulas expositivas, com mera
transmissão de conhecimentos científicos adquiridos e acumulados pela sociedade, tidos
como verdade científica e, portanto, inquestionáveis.
Hoje é fundamental a participação ativa do estudante no aprendizado dessa disciplina,
como decorrência da renovação na forma de se abordarem os conteúdos. As atividades
práticas possibilitaram a compreensão de conceitos e processos biológicos, o que somente
com vivência do método científico não era suficiente.
Os padrões de desenvolvimento mundial não levaram em conta as condições do
ambiente que nos cerca e as condições de sustentabilidade que esse mesmo ambiente
oferece; sendo assim, tais assuntos são cada vez mais frequentes, em nossos currículos, e
a abordagem interdisciplinar é fundamental para a compreensão desse desenvolvimento.
História
O Colégio Pentágono entende que o estudo da História, ao possibilitar diálogos entre
grupos e sociedades nos seus diversos tempos e espaços, é fundamental para se
compreender a multiculturalidade, a diversidade, estimulando o pensamento crítico-reflexivo,
o respeito pelas diferenças, o fortalecimento das identidades.
A partir dessa concepção, o movimento curricular da História amplia seus objetivos
de estudo, inserindo novos temas e problemas alicerçados no cotidiano de nossos alunos e
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principalmente incorpora novas fontes históricas, matizadas pela linguagem audiovisual,
mídias digitais, imprensa escrita e estudos do meio.
Além dos conteúdos históricos, a área valoriza, esclarece e exercita os procedimentos
de estudo - leitura, escrita, registros, oralidade e estética das representações – que
estimulam a autonomia intelectual dos alunos e consequentemente instrumentaliza-os para
o bom desempenho nas avaliações internas e externas.
Geografia
A ciência geográfica é fundamental para que o ser humano entenda o espaço
ocupado e criado por ele assim como as relações que o perpassam.
Um mundo de informações geográficas vem ao encontro dos estudantes fora das
salas de aula. Política e economia fazem parte do cotidiano. As grandes transformações
ocorridas nos últimos anos exercem uma influência sobre a divisão tradicional do mundo em
blocos geopolíticos. Discutir ecologia ou questões ambientais é primordial. O homem
conquista cada vez mais o espaço, integrando de modo intenso a natureza e as sociedades,
o que requer um ensino cada vez mais inteligente e renovado.
Para o desenvolvimento dos temas geográficos, há a preocupação de contextualizálos, levando o aluno a refletir, comparar dados e situações e a observar- se como cidadão,
não só de seu país como do mundo.
Sociologia
A disciplina de Sociologia tem por objetivo a formação do estudante para a cidadania.
Nas aulas, discutem-se as principais formas de governo e de organização social que o
homem conhece como também as transformações sociais que elas implicam. O curso utiliza
textos literários, filmes, jornais, revistas, músicas, para potencializar o aprendizado do aluno.
A preparação para a vida política e o estudo das peculiaridades do país em que vivemos são
imprescindíveis para uma prática democrática consciente.
Filosofia
O estudo de Filosofia proporciona autonomia e liberdade aos alunos como nenhuma
outra área do conhecimento. Por ter um caráter interdisciplinar, contribui para o diálogo entre
as várias disciplinas, sendo importante para a formação da consciência crítica dos
estudantes. Pauta-se pela concepção de um ensino ativo, em que o estudante não se prende
a assimilar conteúdos e a decorar ideias e sistemas. É um exercício de pensamento que não
cessa.
O professor de filosofia abastece seus alunos com ferramentas para o exercício do
pensar, e, nesse processo, sua mediação se dá em etapas: sensibilização, problematização,
investigação e conceituação.
Inglês
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O trabalho com o idioma se desenvolve de forma gradativa: nos primeiros estágios,
atividades lúdicas despertam no aluno o interesse por ouvir e falar línguas estrangeiras e
posteriormente enfatiza-se o exercício da leitura e da escrita. Recursos audiovisuais, jogos,
trabalhos manuais e o uso de tecnologia, com softwares específicos proporcionando aos
alunos aulas dinâmicas e interessantes, aceleram a aquisição do idioma.
Nos estágios finais, por meio do trabalho com textos de nível avançado, amplia-se o
domínio de vocabulário e de construção gramatical do Inglês, preparando o aluno para os
exames vestibulares, para a leitura em sua vida acadêmica e para a realização de testes
internacionais, como o exame da Cambridge University, realizado no próprio colégio.
Educação Física
Nas aulas de Educação Física, os alunos adquirem habilidades básicas e um
repertório motor vasto que lhes permite praticar diversas modalidades esportivas. São
criadas situações que favorecem a experiência da superação, respeitando-se as diferenças
de faixa etária e os níveis de aptidão. Há ainda um enfoque sobre os aspectos
comportamentais: por meio dos jogos e demais atividades, os alunos são estimulados a
interagir socialmente, aprendendo a ganhar e a perder, com lealdade e com respeito pelos
colegas.
Os alunos recebem também informações importantes sobre nutrição, fisiologia e
anatomia do corpo humano em movimento. Trabalha-se com a certeza de que ter boas
noções do funcionamento corporal é imprescindível para se levar uma vida saudável e
produtiva.
TE
O Colégio Pentágono investe continuamente em pesquisas sobre novas técnicas e
ferramentas pedagógicas. O Portal Educacional do Pentágono, o curso de Robótica
Pedagógica, o uso de lousas eletrônicas e as aulas de Informática são resultados dessa
investigação e exemplos da prioridade dada ao uso de ferramentas educacionais
diferenciadas, capazes de dinamizar a relação ensino-aprendizagem.
O Portal Educacional oferece uma série de recursos pedagógicos, desenvolvidos por
especialistas nas diversas áreas do conhecimento e adequados à faixa etária dos alunos,
da Educação Infantil ao Ensino Médio. São exemplos do conteúdo do portal oficinas e
projetos multidisciplinares, softwares educacionais, enciclopédia on-line, notícias
comentadas, especiais sobre o mundo da cultura, da política, da ciência e da economia,
simuladores multimídia, jogos e desafios lógicos, entre outros. Com o Portal, estreita-se
ainda mais os laços família-escola: ele é uma ferramenta à qual toda a comunidade escolar
- pais, alunos e educadores - tem acesso.
A lousa eletrônica transforma a sala de aula em um ambiente mais interativo e
produtivo, fazendo do computador e do projetor instigantes ferramentas para o aprendizado.
Substituindo o giz pela tinta eletrônica, o professor agrega à sua aula a riqueza de
conhecimento disponível na Internet e nos materiais didáticos digitais. No final, pode gravar
a aula, imprimi-la ou disponibilizá-la aos alunos por e-mail ou na Internet.
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No curso de Robótica Pedagógica, o aluno é incentivado a questionar, levantar
hipóteses e procurar soluções, partindo da teoria e interagindo com a realidade. Por meio do
estudo de conceitos tecnológicos e de automação, estimula-se a criatividade, a capacidade
de solucionar problemas, o trabalho em equipe e a postura empreendedora.
As aulas de Informática do Ensino Fundamental I se tornam ainda mais estimulantes
na medida em que os alunos aprendem a utilizar, com eficácia, os recursos de programas
rotineiros do Windows (Word, Excel, Power Point), sempre com exercícios interdisciplinares.
O ENEM e o Pentágono
O Enem, exame de caráter voluntário para os alunos egressos do Ensino Médio,
continua com os mesmos objetivos - avaliar individualmente os alunos, em competências e
habilidades fundamentais para uma formação completa -, porém alargou seu âmbito de
importância para ingresso nas universidades e tornou-se indicador de desempenho das
escolas.
Como todo e qualquer exame é um indicador de desempenho, mas não o indicador,
portanto a qualidade de uma escola não pode ser reduzida a esse exame. Existem vários
aspectos, em uma escola, algumas competências não rotineiras, como debates, trabalhos
em grupos, interação com a comunidade, projetos de responsabilidade social e ambiental,
por exemplo, que não podem ser mensurados por qualquer que seja o teste.
No entanto, as boas escolas devem ser capazes de preparar os alunos para se saírem
bem em várias situações - avaliativas ou em uso de competências complexas - inclusive em
qualquer exame voltado ao público de Ensino Médio. Nesse sentido, o Colégio Pentágono
assume como fundamental preparar os alunos a fim de obterem resultados satisfatórios no
ENEM.
Avaliação
O Colégio Pentágono educa para a autonomia e para a cooperação, respeitando a
diversidade. A avaliação está a serviço do projeto pedagógico, é parte integrante dele e
partilha seus princípios fundamentais e, como tal, tem o propósito não só de verificar e
registrar o desempenho escolar como também de contemplar a formação integral do aluno,
a evolução e a melhoria contínua da aprendizagem em curso.
A avaliação enfoca o processo de ensino e aprendizagem, considerando as
potencialidades do aluno e sua efetiva capacidade de progresso (como estava e aonde
chegou). Ao valorizar as conquistas pessoais destes, ela se constitui em um meio de
desenvolvimento da autoestima.
No Ensino Fundamental, a avaliação do 1º ano segue a da Educação Infantil, com
relatórios descritivos. A partir do 2º ano, a média mínima é 6, e os alunos são avaliados em
vários momentos de seu aprendizado. Em termos de resultado final, a avaliação envolve
quatro etapas, correspondentes aos respectivos bimestres, e é expressa em notas
graduadas de zero a dez. Na análise do aproveitamento, são utilizadas diversas formas de
avaliação, no decorrer de cada bimestre, além de provas mensais e bimestrais: trabalhos
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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em grupo, exposições orais, processos de pesquisa, elaboração de relatórios, simulados,
tarefas e redações. O mesmo ocorre no Ensino Médio.
Avaliação - Ensino Fundamental e Ensino Médio
a) Avaliações Mensais:
A forma de avaliação mensal pode variar, de acordo com as práticas de cada
professor, e os instrumentos podem ser provas, seminários, trabalhos em grupo, relatórios
de laboratório, lições da casa etc. Estas devem compor a nota da avaliação mensal, com
valor de até 10% da nota mensal.
b) A avaliação bimestral
A avaliação bimestral ocorrerá a partir de uma prova. Há, no final de cada bimestre,
um período organizado especialmente para as provas bimestrais, previsto no calendário.
Não é permitida a reprodução integral de provas de anos anteriores, para evitarmos
fraudes por parte dos alunos.
Ao se elaborar a prova, deve-se levar em consideração que o aluno terá 100 minutos
para respondê-la. Ele permanecerá em sala, no mínimo por 1 hora, durante a prova. O
professor que aplica a prova deve manter a organização e disciplina da classe, não
permitindo qualquer fraude.
No EM, no período das provas bimestrais, não haverá aula no período da tarde,
porém o professor deverá cumprir seu horário no colégio e ficar à disposição da coordenação
e também dos alunos para solucionar qualquer tipo de dúvida.
A equipe de professores da rede é responsável pela organização e pela definição dos
conteúdos das provas, que deve ser aquele previsto no planejamento bimestral. É
importantíssimo evitar que os conteúdos previstos não tenham sido trabalhados em sala de
aula. Depois de uma análise profunda, comparando o que foi previsto com o que foi
trabalhado, os professores devem fechar o conteúdo das provas e produzirem os editais a
serem divulgados no Portal do colégio.
O professor deve entregar as provas (mensais e bimestrais) corrigidas para os alunos
no prazo máximo de 5 dias úteis. Estes devem reelaborá-las em sala de aula, no caderno e
consultando seus materiais (registros e o livro didático). Após essa etapa de correção, o
professor deve proceder à reelaboração coletiva, comentando o conteúdo e as possíveis
dúvidas com os alunos.
Obs.: A prova substitutiva será realizada aos sábados; trata-se de uma única prova,
contemplando os conteúdos mensal e bimestral.
Simulados
As questões selecionadas devem ser de grandes vestibulares de instituições públicas
e particulares, além das provas do ENEM.
Seguir as instruções da formatação padrão do colégio.
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Cumprir os prazos de envio das questões: 10 dias úteis para o coordenador ou
assessor de área e 5 dias úteis para os responsáveis pela formatação do simulado. Após a
formatação e antes de o material ir para a gráfica, um dos professores da equipe de uma
mesma disciplina deve vistoriar as questões do simulado para identificar possíveis erros de
formatação. As assistentes de coordenação são as responsáveis por entregar o simulado
para os professores que farão a vistoria. O simulado, em hipótese alguma, deve sair do
colégio. Todos devem cuidar muito bem do documento para evitar possíveis tentativas de
fraude por parte dos alunos.
Não reproduzir, na íntegra, questões de simulados do mesmo bimestre dos anos
anteriores e evitar fazer adaptações nas questões, pois a chance de termos erros aumenta.
Durante a seleção das questões, os professores devem ficar atentos aos conteúdos
trabalhados no bimestre e aos níveis de exigência pois devemos evitar que as questões do
simulado extrapolem o nível de exigência do conteúdo trabalhado em sala de aula, ou que
apresentem um nível de exigência inferior.
A correção das questões do simulado deve ser feita na primeira aula do professor,
após a aplicação. É importante que o aluno entre em contato com seu erro e descubra suas
causas. O professor deve analisar e comparar a porcentagem de acertos dos alunos na sua
disciplina em relação às outras.
Índice de erros e acertos dos alunos nas avaliações e as ações didáticas imediatas
Durante o processo de correção de provas e simulados, o professor deve ficar atento
às questões em que houve maior índice de erros e elaborar um relatório de erros e acertos
para análise dos conteúdos trabalhados e reflexão sobre eles; se necessário, o professor
deve retomar seu planejamento. Esse documento pode ser compartilhado com o
coordenador de segmento para que este fique a par da situação dos alunos e da turma.
Caso aproximadamente 50% dos alunos tenham obtido resultados inferiores à média, o
professor deve retomar o conteúdo da avaliação, utilizando novas estratégias de aula, a
partir de uma ou mais aulas de revisão, com o objetivo de desenvolver novamente o
conteúdo. As aulas de revisão podem ser desenvolvidas, em casos extraordinários, em
horários alternativos ao horário regular, e o professor deve combiná-las com seu
coordenador de segmento. O professor da matéria é o maior responsável pelas aulas de
revisão e pelo processo de ensino e aprendizagem dos alunos, porém essas aulas poderão
ser lecionadas pelos monitores, com seu aval e o da coordenação.
Sistema de Recuperação
O sistema de recuperação do Colégio Pentágono é organizado em períodos de
estudos de recuperação, que se destinam ao aluno com aproveitamento insuficiente. A
recuperação tem como objetivo sanar as deficiências de aprendizagem diagnosticadas ao
longo do ano letivo.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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Para elaboração das notas, serão adotados pesos aos bimestres, na forma em que se
apresentam abaixo:
• 1º bimestre = peso 2
• 2º bimestre = peso 3
• 3º bimestre = peso 2
• 4º bimestre = peso 3
•
Aos alunos serão oferecidos estudos de recuperação nas seguintes formas:
IV.
V.
VI.
Recuperação contínua (bimestral)
Recuperação paralela (semestral)
Recuperação final (Anual)
III.
Recuperação contínua
Será desenvolvida em três frentes:
d. No dia a dia, no decorrer de todos os bimestres, durante as aulas, sempre que o
professor diagnosticar falhas de aprendizagem de seus alunos. Para isso, ele deverá
criar estratégias cotidianas para diagnosticar a não aprendizagem de seus alunos, e
esses momentos deverão ser contemplados no planejamento.
e. Fora das aulas regulares - deverá ser realizada durante as aulas de apoio/reforço e
monitorias, no decorrer do bimestre letivo.
f. No final do 1º e do 3º bimestres, o aluno que obtiver nota bimestral inferior a 6,0 (seis)
pontos deverá realizar um Roteiro de Recuperação Bimestral, que deverá contemplar
os seguintes aspectos: os conteúdos essenciais do bimestre, os objetivos de
aprendizagem (conceituais e de habilidades), as orientações de estudos (como
estudar) e exercícios e atividades, cujo objetivo é diagnosticar os erros dos alunos
para que estes possam superá-los e consequentemente atingir uma aprendizagem
satisfatória.
IV.
Recuperação Paralela (Semestral)
Realizada por meio de um Plano de Recuperação Semestral, que deverá contemplar um
Roteiro de Recuperação Semestral (valor: 2,0 pontos) e uma Prova sobre a matéria do
semestre (valor 8,0 pontos). Esta ocorrerá no final do primeiro e do segundo semestres.
2.1 Roteiro de Recuperação Paralela
O Roteiro de Recuperação Semestral deverá trazer os conteúdos essenciais do semestre,
os objetivos de aprendizagem (conceituais e de habilidades), ambos especificados por
bimestre, as orientações de estudos (como estudar) e exercícios e atividades, cujo objetivo
é diagnosticar os erros dos alunos para que possam superá-los e consequentemente atingir
uma aprendizagem satisfatória.
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Obs: alunos que tiverem realizado o Roteiro de Recuperação Bimestral (na recuperação
contínua do 1º e 3º bimestres) obterão até 1,0 (um) ponto na nota do Roteiro de Recuperação
Semestral.
No primeiro semestre, a recuperação paralela terá início na última semana de junho, com
aulas aplicadas pelos professores e/ou monitores de cada disciplina. A partir da segunda
quinzena de julho, haverá a recuperação e o reforço de inverno, sendo os alunos em
recuperação convidados a participar, com o objetivo de consultar os monitores que estarão
à disposição no colégio. As provas de recuperação ocorrerão nas duas primeiras semanas
de agosto, sendo que, num mesmo dia, o aluno poderá fazer no máximo duas provas.
No segundo semestre, a recuperação paralela terá início na última semana de novembro,
com aulas aplicadas pelos professores e/ou monitores de cada disciplina. As provas
ocorrerão na 1ª semana de dezembro, sendo que, sendo que, num mesmo dia, o aluno
poderá fazer no máximo duas provas.
No final de cada semestre, serão submetidos à recuperação paralela os alunos que
obtiverem as seguintes notas:
- Nota semestral inferior a 30 (trinta) pontos
- Nota do 2º ou do 4º bimestre inferior a 6,0 (seis) pontos
4.2 As mudanças de nota
• Mudança de nota do aluno recuperado
O aluno é considerado recuperado quando a média entre a(s) nota(s) bimestral(is), obtida
anteriormente e a nota de recuperação for igual ou superior a 6,0 (seis). Nesse caso, a nova
média bimestral será alterada para 6,0 (seis).
Fórmula
𝑁𝑁𝑁𝑁+𝑁𝑁𝑁𝑁
2
= Nota após a recuperação
OBS: NB = Nota Bimestral (antiga) e NR = Nota da Recuperação
Exemplo 1
4,0+8,0
2
= 6,0
Nota anterior à recuperação = 4,0
Nota pós-recuperação = 6,0 (nova Média Bimestral = 6,0)
Exemplo 2
5,0+8,0
2
= 6,5
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Nota anterior à recuperação = 5,0
Nota pós-recuperação = 6,5 (nova Média Bimestral = 6,0)
• Mudança de nota do aluno não recuperado
O aluno considerado não recuperado, cuja nota de recuperação semestral for superior à
nota do(s) bimestre(s), terá uma nova Média Bimestral, calculada de acordo com as
seguintes fórmulas:
𝑁𝑁𝑁𝑁+𝑁𝑁𝑁𝑁
2
= nova Média do Bimestre
OBS: NB = Nota Bimestral (antiga) e NR = Nota da Recuperação
Exemplo 1
2,0+8,0
2
= 5,0
Nota anterior à recuperação = 2,0
Nota pós-recuperação = 5,0 (nova Média Bimestral = 5,0)
Obs. - Uma nova média do semestre deve ser calculada, considerando-se os pesos de
cada bimestre.
Conselho de classe 1
O Conselho de classe 1 (convocado após a recuperação paralela do segundo semestre)
poderá abonar a necessidade de o aluno realizar a Recuperação Final, em até 2
componentes curriculares em que obteve nota inferior à nota anual mínima exigida (60,0
pontos)
VI.
Recuperação Final (Anual)
A Recuperação Final (anual) será realizada por meio de Plano de Recuperação Anual, que
deverá conter Roteiro de Recuperação Anual (valor: 2,0 pontos) e uma prova sobre a matéria
do ano (valor 8,0 pontos). A recuperação final ocorrerá no período aproximado entre a 2ª e
a 3ª semanas de dezembro.
Serão submetidos ao processo de recuperação final os alunos que obtiverem a média anual
(por componente curricular) inferior a 60,0 (sessenta) pontos. O processo de recuperação
final é limitado a 3 (três) componentes curriculares por aluno.
c. Roteiro de Recuperação Anual
O Roteiro de Recuperação Anual deverá contemplar os conteúdos essenciais do ano, os
objetivos de aprendizagem (conceituais e de habilidades), as orientações de estudos (como
estudar) e exercícios e atividades cujo objetivo é diagnosticar os erros dos alunos para que
possam superá-los e consequentemente atingir uma aprendizagem satisfatória para
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prosseguir os estudos no ano seguinte. Os conteúdos e objetivos de cada bimestre deverão
ser especificados nesse roteiro anual, para clarear os estudos dos alunos.
d. Nota após a Recuperação Final
• Aluno recuperado após a Recuperação Anual
O aluno é considerado recuperado quando a média entre a nota anual, obtida anteriormente,
e a nota de recuperação final for igual ou superior a 60,0 (sessenta).
𝑁𝑁𝑁𝑁+𝑁𝑁𝑁𝑁𝑁𝑁
2
= Nota após a Recuperação Final
OBS: NA = Nota Anual (antiga) e NRF = Nota da Recuperação Final
Conselho de classe 2
Após a Recuperação Final, haverá o Conselho de classe 2, que decidirá sobre a aprovação
dos alunos não recuperados na Recuperação Anual.
INFORMAÇÕES
Reuniões
No início do ano, acontece uma reunião geral de apresentação do segmento e
reuniões específicas por série. No final de cada bimestre, são agendados encontros entre
os professores e as famílias, porém outros encontros podem ser agendados com a
coordenação, ao longo do ano.
Eventos
- Festa Junina - No mês de junho, é realizada uma grande festa, com a participação
de todos os alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio, suas famílias, todos os
professores, diretores, coordenadores e funcionários do Pentágono. A festa é organizada
pelo Voluntariado Pentágono, e sua renda é destinada às ações que acontecem ao longo
do ano.
- Percursos e Conquistas - Para fechar o estudo e desenvolvimento de alguns
projetos, as famílias são convidadas a visitar uma exposição com os trabalhos produzidos,
durante o ano, pelos alunos.
- FIMP – Num espaço especialmente selecionado, o Festival Interno de Música do
Pentágono acontece todos os anos, com a participação de bandas de alunos da escola.
- Fórum de Profissões - Todos os alunos do Ensino Médio do Colégio Pentágono
são convidados a participar de um Fórum de Profissões, no qual podem conhecer melhor
alguns cursos e faculdades, além de ouvir depoimentos de profissionais de diversas áreas
e uma palestra motivacional.
Projetos
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- Concurso de Redação – Para favorecer e incentivar oportunidades de escrita, o
Colégio Pentágono promove um concurso de redação para os alunos do 9º ano e do Ensino
Médio, a partir de um tema da atualidade.
- Participação em Fóruns - Um grupo de alunos participa do fórum realizado pela
FAAP. Nessa simulação da ONU, os jovens se transformam em diplomatas e são
organizados em delegações dos países, participando de comitês para discussão de temas
da agenda internacional de extrema relevância para a comunidade internacional. Alguns
alunos fazem parte do comitê em inglês.
- Projetos de Estudos de Meio
Acreditando cada vez mais na complementação do processo ensino-aprendizagem
fora da escola, o Colégio Pentágono propõe um projeto de Estudo de Meio para a 1ª e 2ª
série.
Ano
Atividades
1º. série
Brasília - Única cidade modernista planejada para sediar uma capital
federal, Brasília é uma cidade com edifícios e monumentos projetados
por Oscar Niemeyer e um “plano- piloto” desenhado por Lúcio Costa,
difundidos pelos meios de comunicação como símbolos nacionais. Mas
somente quem transita pela cidade percebe a escala urbanística, a
interação entre arquitetura e paisagem, o modo como as formas livres do
modernismo reinventam a representação arquitetônica do Estado.
Além de visitar uma cidade que é também uma obra-prima modernista,
os alunos da primeira série observam diretamente os plenários da
Câmara e do Senado, cenários das principais decisões políticas do País;
têm contato com as comissões parlamentares que lidam com problemas
brasileiros e internacionais; conhecem por dentro os meandros da
política. Esse estudo de Meio é um momento crucial do trabalho de
diversas disciplinas (História, Geografia, Filosofia, Biologia e Língua
Portuguesa), comprometidas com a formação de consciência crítica e de
sensibilidade social de nossos alunos.
A partir dessa viagem, eles produzem um documentário, vídeo, site ou
debate, dependendo do tema escolhido.
No final do ano, os pais dos alunos da 1ª e da 2ª série são convidados a
assistir os trabalhos produzidos.
2º. série
Paraty – Saco do Mamanguá - A região de Paraty se destaca pela
importância histórica, especialmente entre os séculos XVIII e XIX, quando
o ouro e o café eram produtos fundamentais na economia brasileira. Seus
casarios, suas igrejas e suas ilhas são o cenário perfeito para o trabalho
com as disciplinas de Biologia, História, Química e História da Arte.
Bem próximo a Paraty, encontramos o Saco de Mamanguá, uma região
de Mata Atlântica extremamente preservada, em forma de fiorde, com um
riquíssimo mangue ao fundo e habitada por pescadores e artesãos, à
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qual se tem acesso exclusivamente por barco. E é nesse ambiente que
nossos alunos têm aulas e desenvolvem pesquisas das diferentes
disciplinas.
A partir dessa visita, produzem um documento científico, segundo as
normas da ABNT, o que os prepara para futuras demandas em sua vida
acadêmica.
Acreditamos na possibilidade de nossos alunos aprenderem, também
fora da sala de aula e em contato com o mundo real. Eis a grande
importância da atividade de estudo de meio.
SUPORTES PEDAGÓGICOS
Salas de estudo
Como complemento às aulas, os suportes pedagógicos oferecidos aos alunos
atendem às necessidades de aprendizado de todos e à exigência de nossa sólida proposta
acadêmica. No período inverso ao das aulas, a escola oferece as salas de estudo, um
espaço no qual os alunos podem realizar suas tarefas, compartilhar dúvidas e soluções de
problemas, com a supervisão competente de monitores e alunos universitários matriculados
em licenciaturas.
Módulos de Espanhol
Esse módulo dá sequência ao curso realizado no Ensino Fundamental e tem como objetivo
o aprofundamento e a proficiência no idioma, além de preparar os alunos para o exame
DELE e ENEM.
Apoio direcionado ao Vestibular - 3ª série
O Colégio Pentágono coloca à disposição de seus alunos do Ensino Médio uma
série de recursos cujo objetivo é aprimorar os estudos para o vestibular. São módulos de
aprofundamento, reforço e revisão, nas diferentes disciplinas, orientados por professores.
O uso do Portal Educacional do Pentágono permite que o aluno utilize diversas
ferramentas, como conteúdo de vestibulares e ENEM, conteúdos multimídia, Professor
Online etc. Além disso, são oferecidos os seguintes apoios:
1. Módulos de aprofundamento, duas tardes por semana
2. Simulados periódicos e fechados, por faculdade
3. Aulas desafiadoras, envolvendo conteúdos e questões de grande peso nos
vestibulares de 1ª linha.
4. Sala de estudo permanente
5. Encontros de Orientação Profissional
6. Oficinas de Redação do ENEM
7. Informações sobre inscrições e eventos ligados ao mundo do vestibular, ENEM e
carreiras.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
Página 154
Programa de Orientação Profissional (a partir da 2ª série do EM)
A escolha profissional é um dos grandes desafios que os alunos enfrentam durante o
Ensino Médio. A imensa variedade de cursos oferecidos, a possibilidade de estudar em
outras cidades e a grande concorrência por vagas são aspectos que tornam esse momento
de escolha ainda mais difícil.
Nesse contexto, o Colégio Pentágono, com apoio de uma assessoria especializada,
inicia um trabalho de orientação profissional para que o aluno construa gradativamente suas
escolhas até o final do Ensino Médio. Desenvolvem-se atividades que visam trazer à tona
respostas, por meio da autodescoberta, e dinâmicas em grupo que estimulam o pensar sobre
habilidades, desejos, medos, angústias e valores de cada um.
Além disso, a escola promove visitas a universidades e empresas, mantém os alunos
constantemente informados sobre vestibulares e realiza o Fórum de Profissões Pentágono,
um evento que lhes permite conversar com profissionais de diversas áreas.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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IX – Departamento Internacional do Colégio Pentágono
O Colégio Pentágono traz propostas para desenvolver, em todas as suas
ações, o valor Cidadão do Mundo. Nesse sentido, em 2013, foi estabelecido o Departamento
Internacional do Colégio Pentágono.
Dentre os diversos âmbitos de ação do Departamento Internacional, destacase o estudo de línguas estrangeiras, e, para tal, utilizamos os níveis descritos no Quadro
Europeu Comum de Referência para Línguas (Common European Framework of Reference
for Languages – CEF), a saber:
A1: Nesse ciclo, o aluno é capaz de compreender e utilizar expressões
cotidianas básicas, com o objetivo de satisfazer as necessidades primárias da
comunicação. Interage de modo simples.
A2: Nesse ciclo, o aluno é capaz de compreender sentenças e expressões de
uso cotidiano e relacionadas a seu universo social. Comunica-se em tarefas
simples e rotineiras.
B1: Ao completar esse nível, o aluno é capaz de comunicar-se, em situações
do cotidiano, tanto oralmente quanto pela leitura e pela escrita, de forma
coerente e objetiva, utilizando-se de vocabulário e estruturas gramaticais
básicas e pré-intermediárias que lhe permitem referir-se ao passado, presente
e futuro.
B2: No final desse ciclo, o aluno expressa-se na linguagem oral e escrita de
forma coerente e objetiva, utilizando-se de vocabulário específico e estruturas
gramaticais mais complexas, que lhe permitem se comunicar respeitando os
diferentes níveis de formalidade da língua.
C1: No final desse ciclo, o aluno já tem conhecimento formal e complexo da
língua inglesa, apresenta fluência na escrita, na leitura, compreensão e
produção oral, o que lhe permite usar a língua inglesa para fins sociais,
profissionais e acadêmicos.
C2: No final desse ciclo, o aluno é capaz de expressar-se com fluência e de
modo bastante preciso sobre temas complexos, identificando, nas mais
variadas situações, as entrelinhas do que é dito e escrito.
O conhecimento (em seus vários níveis) de outras línguas promove o trânsito
internacional aos alunos, mas também o trânsito nacional, no que diz respeito aos exames
vestibulares, aos testes classificatórios, à vida profissional de seu futuro.
Vale destacar que o Colégio Pentágono e seu Departamento Internacional
estão atentos a que o estudo dos idiomas estrangeiros não se limite somente ao aprendizado
do código linguístico como também leve à compreensão de mundo, por meio da linguagem.
As propostas que têm a área deste departamento em comum são trazidas a
esta coordenação e, sob a ótica dos cinco valores do Colégio Pentágono, suas cinco áreas:
1. Idiomas estrangeiros do currículo brasileiro
a. Inglês
FUNDAMENTAL I
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
Página 156
Nos primeiros anos do Fundamental I, buscamos dar continuidade ao processo de aquisição
da língua inglesa, iniciado na Educação Infantil, intensificando a relação de familiaridade
com as características fonéticas desse idioma, estimulando e motivando a criança a
aprender uma segunda língua por meio da exploração de conteúdos significativos, tendo
como base os gêneros discursivos que fazem parte do universo infantil, tais como jogos
e brincadeiras, histórias e músicas.
Nesse contexto, o curso de Língua Inglesa no Fundamental I tem por objetivo desenvolver
de forma integrada as quatro habilidades envolvidas no aprendizado da língua: compreensão
e produção oral, leitura e escrita, por meio de atividades lúdicas que enfatizem a produção
dos alunos em situações contextualizadas, com um propósito comunicativo.
Acreditamos, dessa forma, que, por meio de atividades e projetos comunicativos, tais como
dramatizar diálogos, participar de jogos e brincadeiras, ouvir histórias e músicas, assistir a
cenas de filmes e escrever pequenos textos, entre outras possibilidades que promovam o
uso significativo da linguagem, o aluno terá oportunidade de construir ativamente o
conhecimento, criando uma base sólida para o aprendizado futuro.
Cabe ressaltar o papel formador do ensino de Língua Inglesa, que vai além do aprendizado
de um novo código linguístico: o professor deverá realizar conexões com outras áreas do
saber, ampliando a bagagem cultural e a compreensão de mundo de nossos alunos.
FUNDAMENTAL II
No Ensino Fundamental II, o objetivo é iniciar o processo de construção formal
da língua e desenvolver as habilidades de compreensão e produção oral e escrita, de forma
integrada, utilizando-se essas habilidades em situações comunicativas: representações de
histórias, dramatização de diálogos, produção de textos informativos, elaboração de
entrevistas, folhetos turísticos, blogs, apresentações em PowerPoint, elaboração de cartas,
e-mails, história em quadrinhos, participação em jogos e discussões. Na realização das
atividades, é importante incentivar o trabalho em pares, trios e grupos, possibilitando o
aprendizado pela relação com o outro, favorecendo a construção de valores como a
tolerância e o respeito em relação a outras formas de atuar e de pensar o mundo.
O trabalho com a gramática procura estimular o aluno a descobrir por si só as
regras de funcionamento da língua, por meio da reflexão e da elaboração de hipóteses, o
que lhe que exige maior participação no processo de aprendizagem.
As atividades de compreensão estão voltadas para a prática de estratégias de
leitura, tais como busca de informações específicas, identificação das ideias principais,
antecipações e inferências sobre o texto, com base na observação de elementos verbais e
não verbais dele.
O processo de construção e de ampliação do vocabulário é muito valioso para
a formação de um leitor eficaz e fluente, e, nesse sentido, o aluno é levado a tentar deduzir
o significado de vocábulos desconhecidos, voltando ao texto e observando os vocábulos
relacionados ao termo desconhecido, buscando pistas para a descoberta do significado, num
contexto específico.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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É importante destacar que o trabalho desenvolvido na área de Língua Inglesa
deverá estar pautado nos Parâmetros Curriculares Nacionais, que trouxe para a sala de aula
novas perspectivas para o aprendizado de língua estrangeira. De acordo com os PCN-LE
(Brasil,1998, p19), o objetivo é “restaurar o papel da Língua Estrangeira na Formação
Educacional”. Busca-se o desenvolvimento como um todo, uma vez que “o aluno é um ser
cognitivo, afetivo, emotivo e criativo”. (Brasil, 1998, p.66)
ENSINO MÉDIO
Os alunos precisam interiorizar o aspecto formal da língua e, para isso, é
crucial que eles também pratiquem novas estruturas, em uma variedade de contextos, para
internalizá-las e poder para usá-las adequadamente. Nosso trabalho se volta, assim, para o
aspecto formal do idioma e o uso, sendo as propostas mais abertas, para que o aluno possa
evoluir e enriquecer seu conhecimento de uso da língua, no que se refere às suas estruturas
e a seu léxico.
A concepção sociointeracional que norteia o curso de Língua Inglesa no
Colégio Pentágono implica que a aprendizagem ocorra pela relação com o outro, ou seja,
ela deve promover o engajamento do aluno no discurso. Percebendo que a linguagem é
usada no mundo social como reflexo de crenças e valores, os alunos têm a possibilidade de
interagir, em diferentes situações comunicativas, e de utilizar a língua inglesa para ampliar
seus conhecimentos acadêmicos e horizontes culturais.
O enfoque comunicativo proporciona a participação ativa dos alunos, que
desenvolvem produção oral e escrita variada: criam diálogos para um texto narrativo,
dramatizam situações do cotidiano, apresentam um telejornal, produzem slogans e textos
publicitários, apresentam de textos informativos, participam de debates, elaboram roteiros
de entrevistas, enquetes, folhetos turísticos, blogs e posts, na Internet. Essas atividades
podem ser desenvolvidas em sala de aula, articuladas ou não a outras disciplinas do
currículo, para mobilizar competências e habilidades necessárias ao desenvolvimento e ao
uso prático das diversas funções comunicativas da linguagem.
É fundamental que as atividades propostas façam sentido e sejam relevantes
para os alunos, para que eles se envolvam nos projetos comunicativos e participem deles,
desenvolvendo as quatro habilidades da língua inglesa de forma integrada.
O trabalho com a leitura poderá desenvolver aspectos diferentes, dependendo
do tipo de perguntas de compreensão que o professor utiliza. Tais questões podem levar o
aluno a realizar uma compreensão geral ou específica, entender as intenções do autor do
texto ou ainda questionar as relações ocultas de poder e ideologias sobre as quais o discurso
foi construído. De acordo com as teorias sobre letramento crítico, divulgadas nas
Orientações Curriculares para o Ensino Médio, a compreensão textual deve também
“desenvolver/voltar-se para a habilidade de construção de sentidos, inclusive a partir de
informações que não constam no texto.” (Orientações Curriculares para o Ensino Médio,
2006 / vol.1, p. 93).
Há também um aprofundamento das estruturas gramaticais mais complexas,
propiciando ao aluno um nível de comunicação mais elaborado. Cabe ressaltar que o ensino
da gramática é parte integrante do processo de aquisição de uma língua estrangeira; porém,
o professor do Ensino Médio deve ter clareza quanto ao objetivo final do curso: não é o
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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ensino da gramática isoladamente, mas sim num contexto, como suporte estratégico para a
leitura, interpretação e produção de textos.
No final do Ensino Médio, o aluno terá consolidado o repertório linguístico
necessário para que possa prosseguir os estudos da língua inglesa, com segurança e
autonomia.
b) Espanhol
Ensino Fundamental II
No Ensino Fundamental II, nosso objetivo é introduzir o ensino do Espanhol como o
segundo idioma estrangeiro. O aprendizado acontece a partir de situações variadas da vida
cotidiana, e, nesse sentido, os alunos entram em contato com diálogos, contos, textos
originais de revistas, jornais, livros. Além disso, têm a oportunidade de realizar atividades
de compreensão auditiva de programas de rádio originais e de diferentes países, portanto,
de diferentes sotaques e com particularidades de vocabulário. Dessa maneira, desenvolvem
as quatro habilidades - produção oral, produção escrita, compreensão oral, compreensão
escrita-, além de entenderem as regras gramaticais da língua espanhola.
As aulas de gramática visam a proporcionar aos alunos a possibilidade de reflexão e de
contextualização do conteúdo trabalhado nas aulas anteriores para, a partir desse conteúdo,
destacar as regras.
A adoção dos livros paradidáticos também lhes traz o contato com a literatura internacional
e lhes possibilita a apliação do vocabulário e a realização de atividades diferenciadas, como
apresentações, teatro, construção de textos e outras atividades de grupo.
Todo esse trabalho desenvolvido na área de Língua Espanhola está pautado nos
Parâmetros Curriculares Nacionais.
Ensino Médio
No Ensino Médio o Colégio Pentágono oferece módulos anuais opcionais de Espanhol, cujo
objetivo é preparar o aluno para os níveis B1 e B2 do exame internacional Diploma de
Espanhol como Língua Estrangeira, da Universidade de Salamanca, na Espanha. Esse é
também o exame de Espanhol exigido pelo programa do governo brasileiro Ciências Sem
Fronteiras.
O exame é composto de cinco partes: compreensão de leitura, compreensão auditiva,
expressão escrita, expressão oral e gramática. Sendo assim, as aulas são preparadas para
possibilitar ao aluno a prática das cinco habilidades, visando a garantir que ele supere o
exame e também que desenvolva o conhecimento completo do idioma.
O learn&play. - Projeto de imersão no Inglês para alunos de G3 até o 5º ano
Curso extracurricular de inglês para alunos do G3 ao 6º ano Fundamental I (Morumbi
e Alphaville), e de G3 até o 3º ano do Ensino Fundamental I (Perdizes).
O curso é composto por 8 horas semanais de imersão no Inglês, com atividades
focadas nas quatro habilidades: escuta e oralidade para G3, G4 e G5, escuta, oralidade e
leitura para alunos de 1º, 2º e 3º e escrita para alunos acima do 1º ano.
O aprendizado é baseado no trabalho com projetos temáticos, dos quais se extraem
as atividades de rotina, por meio da vivência nas estações de trabalho e em ambientes
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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variados da escola: play station, computer lab, reading station, cook station, video station,
art station e imagination station.
O projeto vem complementar o valor “cidadão do mundo” do Colégio Pentágono, por
meio do conhecimento aprofundado do idioma inglês bem como do conhecimento da cultura
dos povos nativos dessa língua. Para que isso aconteça, o projeto se baseia em dois eixos
norteadores:
- proposta de atividades lúdicas que se desenvolvem por meio de rotina estruturada, em
ambiente prazeroso de aprendizagem, no qual as crianças têm contato com o idioma em
todas as atividades/estações acima, inclusive almoço, lanche, higiene e descanso, que
fazem obrigatoriamente parte do programa.
- celebração de datas comemorativas nacionais e internacionais, como forma de
conhecimento de outras culturas.
São realizadas reuniões semestrais gerais, no início e no final do ano, porém
atendimentos individuais podem acontecer no decorrer do ano, por iniciativa da coordenação
ou dos pais.
Passeios externos com fins pedagógicos fazem parte da proposta de processo de
ensino-aprendizagem e podem ser agendados no decorrer do ano.
Relatórios de desempenho individual dos alunos são enviados semestralmente, e os
portfólios, no final de cada semestre. Avaliações escritas de alunos ocorrem a partir do 4º
ano, sem caráter reprobatório.
A equipe que atua no projeto é composta de um coordenador geral, um coordenador
assistente local, professores e auxiliares de classe.
Certificados internacionais
b. Texas Tech University High School
c. International Foundation Year
d. Cambridge Exams
Horários Alphaville e Morumbi
Turmas Horário
Dias da semana
manhã
08h00 às 13h00 2ª e 4ª feira para G3, G4, G5 e 4º ano
manhã
08h00 às 13h00 3ª e 5ª feira para 1º e 2º ano
tarde
12h30 às 17h30 3ª e 5ª feira para 1º, 2º e 3º ano
tarde
12h30 às 17h30 2ª e 4ª feira para G3, G4, G5, 4º e 5º ano
tarde
13h00 às 16h30 2ª e 4ª para 6º ano
Horários Perdizes
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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Turmas Horário
Dias da semana
manhã
08h00 às 13h00 2ª e 4ª feira para G3, G4, 1º e 2º ano
manhã
08h00 às 13h00 3ª e 5ª feira para G5
tarde
12h30 às 17h30 2ª e 4ª feira para G3, G4, 1º, 2º e 3º ano
tarde
12h30 às 17h30 3ª e 5ª feira para G5
2.
Viagens internacionais
As viagens internacionais, que acontecem em período de férias escolar, têm
como proposta estudo, lazer e cultura, sendo direcionadas aos alunos do 9º ano do Ensino
Fundamental, do 1º e do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Pentágono.
O intercâmbio é estruturado e comercializado por empresas especializadas
contratadas, e os destinos das viagens são avaliados periodicamente pelos coordenadores
do Departamento Internacional.
Os valores “Cidadão do Mundo” e ”Formação do Indivíduo”, balizadores da
proposta educacional do Colégio Pentágono, são norteadores da proposta das viagens de
intercâmbio, cujos objetivos são os seguintes:
- o convívio e a troca de experiências de nossos alunos com estudantes de
outras nacionalidades
- o aperfeiçoamento do idioma falado no país de destino
- o contato direto com a diversidade cultural, riquezas, crenças, valores e
costumes do país visitado
- o trabalho de convívio social, autonomia e independência
3.
Orientação para universidades no exterior
a.
A orientação por grupos de alunos
A proposta de orientar alunos interessados em estudar no exterior vem
primeiro como uma atividade em grupo, mostrando-se possibilidades e caminhos mais
óbvios, mais seguidos por alunos que já foram orientados no passado.
Essa orientação acontece a partir do segundo ano do EM, quando os alunos
estão começando a se informar sobre os possíveis caminhos universitários a seguir (as
diferentes instituições e cursos). Palestras e comunicações são dirigidas a eles (e por vezes
também aos pais), com a intenção de demonstrar as possibilidades de estudo no exterior e
diferentes profissões que ainda não são muito observadas no Brasil.
Ao segundo ano do EM destinam-se, então, as comunicações e palestras
informativas com o Coordenador Geral do Departamento, convidados internos com algum
conhecimento específico, ou convidados externos.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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Para o terceiro ano do EM destinam-se os momentos em que explicamos,
com mais detalhes, o processo de seleção das universidades de países que são os
maiores destinos de alunos intercambistas. As sessões de orientação podem ser
obrigatórias para turmas específicas ou opcionais, em horário alternado às aulas, para que
também os pais possam comparecer.
b.
A orientação individual
Em relação ao interesse por estudos no exterior, o nível de conhecimento dos
alunos e de sua família sobre esse processo é variado. Há os que precisam de
informações mais básicas, outros de mais detalhadas: sobre instituições e rankings de
melhores resultados, sobre processos seletivos de universidades específicas, ou sobre
cidades e países de interesse particular.
Com o aumento significativo de informações detalhadas solicitadas pelos
alunos e famílias, aumenta a necessidade de atendimento individual. Assim sendo, faz-se
necessária a Orientação Individual para Universidades no Exterior, e tal procedimento se
dá seguindo-se estes passos:
I. Entrevista com o aluno requisitante;
II. Aconselhamento sobre a possibilidade de desenvolvimento de seus
desejos quanto à instituição que deseja;
III. Entrevista com os pais do aluno, para orientação sobre o processo;
IV. Pesquisa sobre a instituição desejada, a fim de iniciar processo de
inscrição na seleção dos candidatos;
V. Contato com a instituição de destino, com o propósito de dirimir
quaisquer dúvidas sobre os procedimentos de seleção;
VI. Organização de documentos e preenchimento de formulários;
VII. Envio de documentação à instituição;
VIII. Acompanhamento do processo e das etapas de seleção com aluno e
família;
IX.
Recebimento e processamento de pedidos de informações sobre o
aluno, como cartas de recomendação, preenchimento de formulários e
relatórios, ou qualquer documentação adicional;
X.
Em caso de aceitação do aluno, encaminhamento dele à embaixada
ou consulado do país em questão, para requisição do visto especial de
estudante.
XI.
Comunicação à instituição de destino, para encerramento de processo.
Ensino Médio Internacional
Programa IFY - Morumbi e Perdizes –
Diploma reconhecido para ingresso em universidades de todo o mundo
O Colégio Pentágono, em parceria com a NCC, órgão e provedor educacional inglês
global, oferece aos alunos o programa IFY (International Foundation Year), um Ensino Médio
internacional para aqueles que querem seguir seus estudos fora do Brasil. Originalmente
parte da National Computer Center, divisão do Governo Britânico, a NCC tornou-se uma
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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rede mundial de mais de 200 centros autorizados, todos regulados pela sede no Reino
Unido, em mais de 45 países.
Desenvolvido para iniciar-se no 9º ano do Ensino Fundamental e terminar no 2º ano
do Ensino Médio, o programa IFY é ideal para os alunos que desejam fazer seu bacharelado
em faculdades ao redor do mundo, ou seguir para o programa da própria NCC em
Administração e Computação. É projetado para ensinar-lhes habilidades importantes para
seguirem seus estudos universitários no exterior bem como prepará-los para seu trânsito
em situações acadêmicas e profissionais avançadas (congressos, seminários, negociação,
cursos de especialização, mestrado, doutorado, bem como oportunidades profissionais em
empresas multinacionais).
Com professores nativos de países de língua inglesa, os alunos estudam uma base
aprofundada do idioma, antes de iniciar matérias específicas como Matemática, Estudos
Culturais, Contabilidade e Administração. Terminando o programa, recebem certificado
reconhecido por universidades, órgãos profissionais e empresas no mundo todo.
A 3ª série do Ensino Médio é dedicada exclusivamente ao currículo brasileiro,
preservando-se, desse modo, a preparação para o vestibular.
Pentágono High School Texas Tech University - Alphaville
Diploma reconhecido pelo governo americano e válido para ingresso nas
universidades dos EUA.
O Colégio Pentágono é a única escola de Alphaville autorizada a oferecer o currículo
oficial norte-americano de High School, por meio de convênio firmado com a TEXAS TECH
UNIVERSITY (TTU).
A partir do 9º ano do Ensino Fundamental, os alunos estudam com professores de
língua nativa inglesa, em um ambiente presencial de imersão, as disciplinas oficiais do
currículo americano: Oratória, Política, Economia, História, Literatura e Sistemas de
Informação. As matérias do currículo brasileiro (Biologia, Química, Matemática, Física,
História, Geografia, Espanhol, Arte e outras) são reconhecidas e convalidadas para o
currículo americano, compondo o número de créditos necessários à graduação oficial de
High School, junto aos órgãos reguladores americanos.
Os alunos que completam o programa recebem o diploma de conclusão, válido para
ingresso nas universidades dos EUA, por ser reconhecido pelo governo americano.
A 3ª série do Ensino Médio é dedicada exclusivamente ao currículo brasileiro,
preservando-se a preparação para o vestibular.
O programa tem seu foco no desenvolvimento de habilidades avançadas de escrita,
leitura e fala, orientadas para a geração de credibilidade, através da argumentação. A sólida
formação no currículo internacional oficial permite ao aluno, no futuro imediato, trânsito em
situações acadêmicas e profissionais avançadas (congressos, seminários, rodadas de
negociação, cursos de especialização, mestrado, doutorado, bem como oportunidades
profissionais em empresas multinacionais). Para que o convênio fosse firmado, o currículo
do Colégio Pentágono foi criteriosamente avaliado pela TTU.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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X – ATIVIDADES EXTRACURRICULARES
Organizada a partir da Educação Infantil até o Ensino Médio, a Escola de Esportes e
Cultura conta com horários e atividades diversificadas, atendendo às necessidades dos
alunos, e com uma equipe de professores capacitados, que orientam os treinamentos e
acompanham o desenvolvimento individual desses alunos.
Escola de Esportes e Cultura
As aulas da Escola de Esporte e Cultura estão divididas em três estágios: inicial,
intermediário e específico. No estágio inicial, desenvolvem-se atividades formativas e
recreativas, das quais os alunos participam de uma forma alegre e descontraída, recebendo
as informações por meio de jogos e brincadeiras. Já no estágio intermediário, inicia-se um
trabalho esportivo com orientações sobre as regras e as habilidades específicas das
modalidades, respeitando-se as diferenças de cada aluno. Finalmente, no estágio
específico, eles passam a receber orientações técnicas e táticas definidas, podendo vir a
participar das equipes representativas do Colégio, em festivais e torneios esportivos.
Adotando essa divisão, consegue-se trabalhar com todos os alunos interessados,
respeitando suas necessidades e atendendo a suas expectativas.
Curso de Teatro
O Curso de Teatro do Colégio Pentágono usa como estratégia a linguagem teatral para o
desenvolvimento de potencialidades que entendemos importantes para a formação do aluno
como cidadão do mundo. Por meio de exercícios lúdicos e de montagens de cenas,
procuramos fomentar a criatividade, a desenvoltura, a desinibição e, principalmente, a
capacidade de trabalho em equipe, de forma generosa, e a formação de um olhar mais
humano e tolerante em relação à realidade diária que nos cerca. No final do ano, sempre
apresentamos um espetáculo como resultado do processo de trabalho.
Curso de férias
Nas férias, os alunos da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental
podem participar de duas semanas de muita diversão, na escola e em tempo integral. Para
esse período são programados cursos, oficinas, brincadeiras e passeios a parques, museus,
teatro, entre outras atividades. A alimentação balanceada está incluída, e os alunos têm
direito a café da manhã, almoço e lanche da tarde. Monitores e professores especializados
acompanham os acompanham em todos os momentos.
Serão organizadas clínicas de esporte para alunos a partir de 10 anos.
Coral Pentágono
Formado em 1991, o Coral Pentágono é composto por alunos de todas as unidades
do Colégio. As aulas são semanais, e os coralistas aprendem a ler partituras e técnicas de
respiração, de controle da voz e de expressão corporal. Afinam a sensibilidade estética,
apurando o ouvido e conhecendo a história de canções e músicas populares e eruditas.
Proposta – Projeto Político Pedagógico do Pentágono - 2013
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Tendo gravado cinco CDs, o grupo é frequentemente convidado a participar dos mais
importantes eventos de corais infanto-juvenis do Brasil, como o Festival Nacional de Corais
Gran Finale, que reúne anualmente os grupos de maior destaque no cenário nacional.
Além dessas atividades temos o Período Integral.
XI – PERÍODO INTEGRAL
O Colégio Pentágono oferece o Período Integral para os alunos da Educação Infantil
e do Ensino Fundamental I:
•
1 a 5 dias por semana para a Educação Infantil
•
1 a 4 dias por semana para o 1º ano do Ensino Fundamental
•
Do 2º ao 5º ano, o curso integral pode ser de 1, 2 ou 3 dias por semana, além dos dias
de permanência já inclusos no quadro curricular.
Para os alunos que ficam no colégio além do período regular a rotina tem: o almoço,
quando se reforçam hábitos de higiene e, sobretudo, a importância de uma alimentação
diversificada e saudável. Segue-se o horário das atividades que estimulam habilidades
diversas a partir de jogos, ludicidade, atividades de leitura, culinária, esportes e ferramentas
digitais. Além dessas atividades há o momento da lição de casa, quando as professoras
orientam sua realização assim como de trabalhos escolares, pesquisas e estudos.
XII – RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
Em 2007, teve início o projeto “Minha Casa, Minha Escola, Meu Planeta. Eu Cuido”,
implementando medidas que demonstram a conscientização ecológica na prática: circulares
via e-mail, latômetro para reciclagem das latinhas de alumínio, recolhimento de pilhas e óleo
de fritura, lixeiras para coleta seletiva e discussão em sala de aula sobre temas atuais e
polêmicos. Em junho, é realizada a Semana do Meio Ambiente, importante evento que
motiva todos os alunos e professores à intensa reflexão e promove diversas ações
ambientais.
É incentivando o exercício da cidadania ecológica que o Colégio Pentágono forma
cidadãos mais conscientes e responsáveis para interagir com o meio.
XIII– VOLUNTARIADO DO PENTÁGONO - RESPONSABILIDADE SOCIAL
As ações do Voluntariado Pentágono são sustentadas neste tripé:
1. Projetos: atuação em instituições nas áreas da saúde, da terceira idade, de
crianças e adolescentes em risco social, ou com deficiência mental e física.
2. Eventos: envolvendo pais, alunos, funcionários e professores, têm a
finalidade de captar recursos para a execução dos projetos.
3. Campanhas: desenvolvidas durante todo o ano, têm o propósito de ajudar
outras organizações, além das que fazem parte dos projetos.
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Caminhando para o Futuro – Morumbi
Idealizado durante o Fórum da Criança e do Adolescente da região do Campo Limpo,
em 2005, esse projeto é resultado do trabalho e do empenho de jovens voluntários do
Colégio Pentágono, sob a orientação e supervisão de mães voluntárias e da equipe
pedagógica da escola. Todos os sábados, eles se reúnem na Unidade Morumbi do
Pentágono para oferecer às crianças e adolescentes dessa comunidade oficinas educativas,
culturais e recreativas, atividades esportivas e rodas de leitura.
Esse projeto, que atende 180 crianças e adolescentes, deu um grande passo em
2008, com a introdução do Batukekê que tem, como um dos seus objetivos, proporcionar
educação por meio da arte, música e dança para jovens de 13 e 14 anos da mesma
comunidade: aprendem e desenvolvem habilidades artísticas, nos ensaios de percussão,
tocando diferentes instrumentos.
Sal da Terra – Perdizes
O projeto tem como objetivo levar os alunos voluntários do Colégio Pentágono a
promoverem aulas de reforço de Matemática e de Português e atividades lúdicas às crianças
da creche Sal da Terra que, semanalmente, vêm à escola.
A partir de 2013, os alunos têm ido à Sociedade Sal da Terra, para dar continuidade
ao projeto. A Sociedade Sal da Terra é uma Organização não Governamental (ONG) com
fins beneficentes e propõe-se a realizar projetos sociais e educacionais junto à comunidade
de Vila Anglo-Brasileira.
Uma festa solidária
A Festa Junina do Colégio Pentágono tem uma finalidade social. O resultado líquido
arrecadado durante essa festa, que ocorre nas três unidades, é integralmente repassado
aos Voluntariados para investirem em seus projetos ao longo do ano. Essa parceria tem
superado as expectativas, havendo criação de novos projetos, nas três unidades da escola,
e maior envolvimento dos alunos.
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XIV - BIBLIOGRAFIA
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