2 de dezembro de 2015
Análise XP
Reunião Matinal
Abertura
Índice
As bolsas no exterior operam majoritariamente em alta, na Ásia o governo anunciou formas de estimular a economia, e ainda
sinalizou flexibilização no mercado imobiliário, estimulando as bolsas. Na Europa, os dados de inflação seguem mostrando a
dificuldade em levar a inflação da região para a meta no curto prazo, aumentando a expectativa do mercado do anúncio de
novos estímulos na reunião dessa quinta-feira do BCE. Nos Estados Unidos, o mercado passa a ficar atento a sinalização de
como será feita a alta de juros no próximo ano, e os mercados avançam com a expectativa de que a presidente do Fed, Janet
Yellen, sinalizará em discurso hoje que será feito de forma lenta e gradual. No Brasil, a política segue no holofote, as decisões
sobre Cunha e meta de 2015 foram postergadas para hoje, o governo teve vetos aprovados e derrubados ontem, e conseguiu
incluir no Orçamento de 2016 a CPMF.
Resumo
Cotações
Macroeconomia
Painel Corporativo
Proventos
Carteiras Recomendadas
Fechamento
Disclaimer
Ibovespa caiu pela terceira sessão, também afetado pelo PIB. Recuo de -0,2%, atingindo 45.046,75.
Painel Corporativo
BTG: Moody’s rebaixa companhia
BRF: Aquisições
Vale: Cenário segue desafiador
Minerva: Entrevista diretor financeiro
Cetip: Apresentação e Análise da proposta da compra da companhia
Agenda do Dia
Fontes dos textos: AE, Bloomberg, InfoMoney e Reuters.
Celson Plácido
Analista, CNPI
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Cotações
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2 de dezembro de 2015
Macroeconomia
Brasil – Decisões políticas adiadas para hoje, congresso aprova e derruba vetos, CPMF incluída no Orçamento de 2016.
Destino de Cunha e votação da meta de 2015 devem ser traçados hoje – Após seis horas de discussão, a sessão de ontem, que decidirá sobre a abertura de
processo de quebra de decoro parlamentar contra Cunha, não cumpriu seu objetivo, e foi adiada para hoje às 14 horas. Embora tenha "limpado" a pauta, por falta
de quórum, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros, adiou para hoje, ao meio-dia, a votação do projeto de lei que revisa a meta fiscal de 2015. A
oposição criticou a presidente Dilma Rousseff por tentar "legalizar" um déficit de até R$ 119,9 bilhões este ano.
Congresso derruba veto de aposentadoria compulsória – O veto da Dilma ao projeto que eleva de 70 para 75 anos, com proventos proporcionais a idade para
aposentadoria compulsória de todos os servidores públicos, foi derrubado pela Câmara dos Deputados por 350 votos a 15, seguindo o Senado. O projeto será
remetido novamente à presidente para publicação com o aviso da derrubada do veto. Lideranças do governo e da oposição fecharam um acordo pra que o veto
fosse derrubado. O Congresso, contudo, manteve outros três vetos: o veto parcial ao projeto que incluiu o turismo entre as atividades rurais; o veto parcial ao
projeto decorrente da Medida Provisória 679/2015) que permite o uso de imóveis da União nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016; e o veto total ao projeto
de lei que regulamentava a profissão de designer.
Comissão aprova inclusão da CPMF no Orçamento 2016 - A Comissão Mista do Orçamento incluiu a CPMF na previsão de arrecadação do Orçamento de 2016. O
governo conseguiu ao medida com apoio de aliados do Planalto, após acordo feito pelo governo com o PMDB e outros partidos da base, que garantiu um aumento
de R$ 10 bilhões no orçamento do Ministério da Saúde. O texto aprovado traz, no entanto, ganho de R$ 10,2 bilhões, abaixo do estimado inicialmente pelo
governo, que era arrecadação líquida de R$ 24 bilhões em 2016. O governo terá que fazer um corte adicional de R$17,4 bilhões, para que a Lei de Responsabilidade
Fiscal seja respeitada. O relatório aprovado, que vai compor o texto final do Orçamento de 2016, prevê que a arrecadação do próximo ano será de R$ 1,4 trilhão,
com acréscimo de R$ 39,5 bilhões em relação à proposta original do governo.
Mercados Internacionais – China adotando novas medidas para estimular mercado, inflação na Europa segue sem reagir, em dia de fala de Yellen e livro bege.
Futuros de NY e bolsas europeias têm alta – As bolsas avançam em NY e na Europa, principalmente motivadas por possíveis sinalizações de políticas monetárias
dos EUA e na zona do euro. Na Europa, os dados da inflação, divulgados hoje, seguem sem empolgar, o que aumenta a expectativa do anúncio de novos estímulos
pelo BCE. Nos EUA, o mercado aguarda a presidente do Fed, Janet Yellen, enfatize hoje em seu discurso a possibilidade de um aumento gradual dos juros no país a
partir de dezembro.
Dados de inflação na Europa – O CPI avançou 0,1% em novembro na comparação anual, menor que os 0,2% previstos pelo mercado. Os dados são preliminares, o
núcleo do CPI teve alta de 0,9%. Também foi divulgado o PPI, que recuou 0,3% em novembro, menor que a queda de 0,4% esperada pelo mercado. Na comparação
anual, o PPI recuou 3,1%, ante 3,2% de expectativas do mercado.
China facilita regras para emissão de bônus por empresas - O governo chinês anunciou novas medidas para combater a desaceleração. Começando por relaxar as
regras para o mercado de bônus, tornando mais fácil para as empresas levantarem novos recursos. Serão simplificados os procedimentos para as vendas de bônus
e isentar algumas companhias de seu processo de avaliação. Além disso, as empresas poderão utilizar até 40% dos recursos levantados para suas operações. Antes,
apenas companhias com boas notas de crédito tinham essa possibilidade.
Bolsas na Ásia avançam – Na China rumores de que o governo pretende tornar pagamentos de juros sobre financiamento de imóveis dedutíveis do imposto de
renda, estímulo as ações do setor imobiliário e a Bolsa de Xangai fechou hoje em forte alta de 2,3%. A bolsa chinesa de Shenzhen, porém, caiu 0,4%. A Bolsa de
Hong Kong subiu 0,44%. Em Tóquio, houve recuo de 0,37%, à medida que os investidores preferiram garantir lucros e evitar riscos antes de importantes eventos
previstos na semana. A cautela também fez a Bolsa de Seul fechar em queda de 0,72% e a Bolsa de Sydney recuar 0,15%.
PIB da Austrália cresce – O PIB da Austrália avançou 0,9% no terceiro trimestre ante o segundo, e 2,5% na comparação anual. Os dados corresponderam às
expectativas do mercado. Houve ainda uma revisão de 0,2% para 0,3% de crescimento do segundo trimestre.
Exterior tem ADP, Livro Bege e Yellen - Nos EUA, os dados previstos são: criação de vagas no setor privado (relatório da ADP) no mês passado (11h15); índice de
produtividade de mão de obra no terceiro trimestre (revisado) (11h30); índice ISM das condições empresariais de NY em novembro (12h45) e estoques semanais
de petróleo bruto do DoE (13h30). Às 17 horas, sai o Livro Bege. A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, discursa às 11h30 e às 15h15. Também estão
previstos discursos do presidente do Fed de Atlanta, Dennis Lockhart (11h10); do diretor do Fed, Daniel Tarullo (12 horas) e do presidente do Fed de São Francisco,
John Williams (18h40). No Japão, o PMI de serviços em novembro sai às 23h35, e na China, o PMI serviços (Caixin) também no mês passado, às 23h45. O destaque
da agenda doméstica de dados é o fluxo cambial semanal (12h30).
Petróleo em queda - Às 9h13, o petróleo para janeiro recuava 1,08% a US$ 41,40 por barril, na Nymex. O petróleo brent para janeiro recuava 1,22%, a US$ 43,90
por barril, na ICE.
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Painel Corporativo
BTG: Moody’s rebaixa companhia.
A Moody's retirou o grau de investimento do banco BTG Pactual, devido aos desafios que a instituição enfrenta para manter a liquidez após a prisão de seu
controlador e ex-presidente-executivo, André Esteves, no âmbito da Lava Jato. Os ratings do banco foram rebaixados em dois degraus, de Baa3 para Ba2 --segunda
nota dentro do grau especulativo. Além disso, os ratings do banco e de suas filiais em Grand Cayman e Luxemburgo foram colocados em revisão para potencial
novo rebaixamento. A Moody's ressaltou que apesar dos esforços dos novos dirigentes da instituição para restaurar a confiança de seus clientes e contrapartes, o
"banco continua exposto a pressões de liquidez se esses esforços não forem efetivos".
Além disso, o banco informou hoje que vendeu ao GIC (Government of Singapore Investment Corporation) a sua fatia na Rede D’Or São Luiz por R$ 2,38 bi. Em
comunicado ao mercado, a companhia informou que o fechamento da operação está condicionado à aprovação da autoridade concorrencial competente. O BTG
não informou no comunicado a porcentagem da participação.
No setor de bancos, nossa preferência segue por Itausa.
BRF: Aquisições.
A companhia anunciou aquisições de empresas no Reino Unido, Argentina e Tailândia por uma soma total equivalente a cerca de US$ 496 MM, dando
prosseguimento a estratégia de globalizar suas operações. A empresa anunciou a compra da totalidade das ações ONs da tailandesa Golden Foods Siam por US$
360 MM, incluindo os ativos na Tailândia e na Europa. "A Golden Foods Siam é uma das líderes do mercado de produção de aves da Tailândia, com operação
integrada e presença em mais de 15 mercados globais", disse a BRF. Na Argentina, a BRF disse ter assinado proposta vinculante para compra da totalidade das
ações da Eclipse Holding Cooperatief UA, sociedade holandesa que controla a Campo Austral, que tem operações integradas no mercado de suínos na Argentina,
incluindo o mercado de frios, com base no valor total de US$ 85 MM. No Reino Unido, por sua vez, a BRF disse ter fechado memorando de entendimento de
natureza vinculante para a compra da Universal Meats por US$ 51,2 MM.
Vale ressaltar o tamanho das aquisições. Seguimos não recomendando exposição ao ativo, pois ainda acreditamos que a companhia terá dificuldades em recuperar
margens operacionais aqui no Brasil, devido a desaceleração econômica.
Vale: Cenário segue desafiador.
A companhia em conjunto com a Samarco convidaram a Advocacia-Geral da União (AGU) e as Procuradorias de Minas e Espírito Santo para uma reunião hoje, às
14h, em Belo Horizonte. As empresas vão se posicionar sobre a ação judicial de cobrança de R$ 20 bi de indenização pelo desastre em Mariana, Minas Gerais. Além
disso, o Ministério Público já trabalha com a possibilidade de falência da Samarco por conta das despesas com reparação ambiental pelo rompimento da barragem
da empresa no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, Minas Gerais, e estuda cobrar participação das duas controladoras da mineradora, Vale e BHP Billiton, na
cobertura dos prejuízos.
Segundo o procurador Bruno Magalhães, do Ministério Público Federal (MPF) em Governador Valadares, leste de Minas, e o promotor Mauro da Fonseca Ellovitch,
do Ministério Público Estadual (MPE), além de decisões judiciais exigindo recursos da empresa, e acordos prevendo a criação de fundo, é preciso estudar também
medidas para garantir arresto de patrimônio físico da mineradora.
Questionado por investidores sobre o incidente, um dos executivos da Vale nega que a companhia tenha responsabilidade jurídica. "Não há o que se falar nesse
momento em responsabilidade de acionistas e muito menos de provisão por parte dos acionistas", disse o diretor jurídico da Vale, Clovis Torres.
Ainda no encontro, a empresa anunciou a redução de suas projeções de investimento e de produção para o próximo ano. No mesmo dia, a empresa teve suas
notas colocadas em observação pela agência de classificação de risco Fitch para possível rebaixamento, diante do aumento da probabilidade de a Vale ter de dar
suporte à Samarco nas consequências do rompimento da barragem em Mariana, em Minas Gerais.
Os investimentos da companhia em 2016 deverão ficar em US$ 6,2 bi, ante US$ 7,6 bi definidos previamente. Esse é o quinto ano consecutivo de queda do
orçamento de investimentos pela mineradora, após o pico de US$ 18 bi em 2011. A projeção para a produção de minério de ferro para o próximo ano passou a ser
de 340 MM de toneladas a 350 MM de toneladas, ante o intervalo de 340 MM de toneladas e 376 MM de toneladas previsto anteriormente.
Vale ressaltar que o minério hoje apresentou queda de 2,4% a US$ 40,6/tonelada, renovando a mínima.
Seguimos com nossa recomendação SHORT para o ativo.
Minerva: Entrevista diretor financeiro.
Edison Ticle, diretor financeiro da empresa, falou em entrevista em Nova York para a Bloomberg, onde a companhia promoveu reunião com investidores. Ticle vê
crescimento de “um dígito” nas exportações de carne em 2016, impulsionadas pela demanda na China e Oriente Médio. As exportações representam 75%-80% da
receita da empresa. Ele afirmou que a Minerva está “feliz” com os resultados das operações na Colômbia recentemente adquiridas e que está à procura de
crescimento na Argentina, ressaltando que o ambiente econômico, político brasileiro é “muito desafiador”. A Minerva espera fazer a primeira exportação de carne
para os EUA até o primeiro semestre de 2016.
Essa é a única companhia que gostamos no setor de frigoríficos. Vale só ressaltar que não faz parte das nossa carteiras recomendadas.
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2 de dezembro de 2015
Painel Corporativo
Cetip: Apresentação e Análise da proposta da compra da companhia.
Os bancos de investimentos contratados pela Cetip para analisarem a proposta de fusão recebida pela BM&FBovespa, foram autorizados a iniciarem, formalmente,
as negociações, conforme apurou o
Broadcast. Os bancos fizeram ontem apresentação ao Conselho de Administração da depositária e, a partir de agora, poderão, inclusive, buscar um melhor preço
no âmbito da oferta, disseram fontes.
Com isso, os bancos poderão buscar alternativas como outros interessados na aquisição da Cetip, sendo que é usual nesse tipo de negociação, já que o trabalho
consiste em buscar a melhor opção aos acionistas da companhia. Até o momento, a oferta recebida pela BM&FBovespa é não vinculante. A Bolsa brasileira avaliou
a Cetip em R$ 39 por ação, ou seja, R$ 10,2 bilhões pela empresa.
Seguimos otimistas com o case de Cetip, mesmo nos múltiplos atuais.
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Proventos
Fonte: Análise XP e Bloomberg
1 - Dividend Yield estimado da empresa no ano em questão, com base no consenso das previsões do Bloomberg.
2 - Yield do provento a ser distribuído (valor bruto do provento ÷ preço de fechamento)
Atenção: A lista de empresa descrita acima tem caráter informativo, aconselhamos a verificação das informações junto a empresa (fato relevante)
para a validação de qualquer informação.
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Carteiras Recomendadas
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