FORMAÇÃO DE PROFESSORES: TÉCNICA E EFICIÊNCIA ENTRE O SABER E O FAZER NO MUNDO CONTEMPORÂNEO TEACHER TRAINING: TECHNICAL AND EFFICIENCY BETWEEN THE KNOW AND DO IN THE MODERN WORLD Maria José de Jesus Firmino1 RESUMO: Refletir sobre a educação contemporânea e a prática educativa, no sentido de compreender a reflexão teórica proposta pelas instituições de formação de professores, é o objeto de pesquisa do presente trabalho. Nesse sentido, procura-se compreender o envolvimento das teorias educacionais debatidas nos cursos de formação de professores. Com o propósito de refletir acerca desta temática, surge a seguinte questão: qual é o papel das instituições na formação docente e qual é o significado do "saber" e o "fazer" no processo interlocutivo do cotidiano escolar, e da sua contribuição para a prática docente transformadora? Percebe-se que os estudos teóricos adquiridos nas instituições de formação docente podem contribuir para a mediação do professor na sala de aula. Para responder a estes questionamentos, utilizou-se da pesquisa bibliográfica, o que possibilitou uma compreensão consistente da pesquisa proposta. Palavras - chave: educação, formação docente, sociedade, comunicação, saber, instituições. ABSTRACT: Analyze the modern education so as the educative practices, so we can understand the theorical reflections proposed by institutions that creates teachers. With the present study, we try to learn about the envolviment of educational theories debated on teachers courses. In this following work, we question: what’s the roll of the institutions and what’s the meaning of “knowing” and “doing” on the process of school day-by-day, and what’s the contribution of it to the transformer teacher practices? How the theorical studies adquired in those kind of institution can be mediated in classroom? How can schools offer an education capable of change this institution into a formal qualified education institution? To answer these questions, we’ll use book research, so it can allow a consistent comprehension of this study. Keywords: education, teacher course, society, communication, knowing, institutions. SUMÁRIO: 1 Introdução 2 A Prática Educativa e as Concepções Teóricas Sociais 3 O Saber e o Fazer na Formação Docente 4 Conclusão 1 Mestra em Educação pela UNINCOR (Universidade de Três Corações) e doutoranda em Educação pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais); Diretora acadêmica do ISEOL (Instituto Superior de Educação de Oliveira) FEOL (Faculdades de Oliveira); professora titular dos cursos de Pedagogia e Letras. e-mail: [email protected] 1 1. INTRODUÇÃO Em função da grande revolução tecnológica, o papel do professor vem passando por grandes mudanças. Educar cidadãos capazes de construir sua própria visão de mundo e realizar um projeto de vida autônomo, em uma sociedade cada vez mais complexa tornou-se grande desafio para a escola na modernidade. Sob essa ótica, justifica-se o presente artigo, considerando que a efetivação dos direitos fundamentais na realidade sócio-política do Brasil contemporâneo, exige indiscutivelmente uma educação voltada para a formalidade e a qualidade. No entanto, este processo perpassa cada análise da formação docente a partir da construção histórica e social. Os tempos modernos exigem uma educação que, historicamente, tem o desafio de responder às questões que os contextos lhes colocam. Nesse sentido, é essencial que as instituições de formação docente reflitam sobre sua ação, ao mesmo tempo em que agem, ajustando o desenrolar dessa formação. Qual é a relação entre o papel da educação e a formação humana? Qual é a contribuição da educação para a transformação da sociedade? São polêmicas que sempre permearam o debate do processo histórico da humanidade, e presentes nos estudos de vários pensadores. Diante do exposto acima, surgem inquietações com frequência, no nível de práticas pedagógicas no percurso profissional do professor, uma problemática que embora antiga, se transforma em discussão, somente a partir das duas últimas décadas, principalmente nos centros acadêmicos, refere-se à dicotomia existente entre a teoria e a prática. Objetivando trazer reflexões acerca desta temática, perguntamo-nos: como os saberes docentes são elaborados, reelaborados e apropriados pelo professor? Para constituir a tessitura teórica deste artigo, a fim de compreender o professor como profissional investigativo de sua prática, serão apresentadas reflexões à luz das concepções dos teóricos Durkheim (18581917), Gadotti (1994) Cunha (1989) e do professor João Valdir (2007) entre outros. Com base nesse referencial, pretende-se desenvolver nossas análises no sentido de compreender que a formação docente é construída historicamente antes e durante o percurso profissional do professor e preconiza a abordagem sócio-histórica. Partindo dessa premissa, pode-se dizer que esta formação depende essencialmente, tanto das teorias quanto das práticas desenvolvidas no cotidiano escolar. É necessário entender esta interação como condição primordial (si ne qua non) para a construção dos saberes. A metodologia utilizada na construção das reflexões deste artigo contempla técnicas e 2 princípios da abordagem exploratória - bibliográfica, situando-se especificamente no campo da formação docente, dando ênfase na relação “saber” e “fazer” docente na perspectiva de sua teorização, com objetivo de construir um referencial consistente. 2. A PRÁTICA EDUCATIVA E AS CONCEPÇÕES TEÓRICAS SOCIAIS As concepções teóricas sociais ao longo da trajetória da humanidade, muito contribuem para a formação da identidade acadêmico-profissional do professor e quando partem da compreensão de competências e de habilidades que abrangem as dimensões político-social-ético-moral, técnico-profissional e científica, considerando que a intervenção do profissional docente pressupõe a mediação com seres humanos historicamente situados. Para Durkheim (1905), o homem só pôde ultrapassar o estágio em que os animais permanecem, pelo fato de não ter se conformado com o resultado único de seus esforços pessoais, e por ter cooperado com seus semelhantes, permitindo o rendimento das atividades individuais. E ainda, considerando, que os resultados do trabalho de uma geração não ficaram perdidos para a geração que se lhe seguem. O que se pode inferir é que as descontinuidades e fragmentações do processo educativo constituem fatores preocupantes, e que desafiam as instituições escolares ao longo do processo histórico-social da humanidade. Para Durkheim (1978, 61): Todas as práticas educativas quaisquer que possam ser e qualquer que seja a diferença que entre si demonstrem, apresentam um caráter comum essencial: resultam todas da ação exercida por uma geração sobre a geração seguinte, com o fim de adaptá-la ao meio social em que está chamada a viver. Portanto, para que o legado de cada geração possa ser conservado e enriquecido, será preciso que exista uma entidade moral duradoura, que conecte uma geração à outra: a sociedade. Sendo a escola uma instituição eminentemente social, é certo que o professor em sua prática educativa, receba influências do ambiente e de suas relações sociais. O autor acima ainda afirmou que a educação em sua natureza é um fenômeno social, que varia conforme as profissões e de uma sociedade para outra. Assim analisando, “cada povo tem a educação que lhe é própria e que pode servir para defini-la da mesma forma que a organização política, religiosa ou moral” (DURKHEIM, 1978 p. 10). Desta forma, entende-se que o caminho para a transformação social na área da educação é duplo: contempla o especial da escola e envolve a prática social mais ampla, que 3 se dá na participação política, em qualquer instância. Ao compreender seu papel essencialmente político, voltado para a organização grupal dos professores, a escola possibilita ser vista como o espaço de decisões e de formação da cidadania. No processo histórico, a cidadania tem sido o elemento de ligação entre os movimentos sociais e a educação. Por sua vez, a educação, ocupa lugar de destaque no conceito de cidadania coletiva, posto que essa se construa no processo de luta, que em si, é um movimento educativo. Diante disso, Cunha (1989, p. 24) apontou em seus estudos que: a escola é uma instituição contextualizada, isto é, sua realidade, seus valores, sua configuração variam segundo as condições histórico-sociais que a envolvem. Há toda uma confluência de fatores que determinam o seu perfil e suas manifestações. O professor com relação à escola é, ao mesmo tempo, determinante e determinado. Assim como seu modo de agir e de ser recebem influências do ambiente escolar, também influencia este ambiente. A escola, analisada em diferentes momentos históricos, certamente mostrará realidades também diferenciadas. Ao refletir sobre sua prática pedagógica e trajetória profissional, a autora completa que o professor percebe a existência de outras manifestações diferentes da sua. As instituições de ensino inviabilizam a visão complexa do professor, ao oferecerem nos cursos de formação, um ensino mecânico e descontextualizado. Em decorrência desse processo, a sociedade está continuamente questionando a eficácia da educação. Atender a esse apelo pressupõe uma leitura da realidade educacional, entender as relações de poder que permeiam o papel do professor são, ao mesmo tempo, causa e consequência da realidade escolar. Por outro lado, a compreensão da escola como instituição social é reconhecer que seu valor é atribuído por essa sociedade que a produz e a interpela simultaneamente. A proposta de formação, como nos é dado a ver, depende da concepção que se tem de educação e de seu papel na sociedade desejada. Quase todas as propostas atuais contemplam o saber específico, o saber pedagógico e o saber político-social como partes integrantes da formação dos professores. A ênfase em um desses elementos e o ponto de partida para esta formação é que diferem de autor para autor. O principal ponto de discussão parece ser a relação que se estabelece entre essas três abordagens (CUNHA, 1989, p.29). Cada vez mais, é reivindicado o papel de uma educação que venha a contribuir para a organização de um mundo agitado, complexo, contraditório e desequilibrado. A bagagem adquirida por uma escolaridade (formação) puramente quantitativa vem sendo questionada em 4 favor de uma educação qualitativa, enriquecedora, visando adaptar o homem ao mundo, cujas transformações são rápidas e contínuas, conforme foi abordado no início dessa reflexão. Assim, “um espírito verdadeiramente formado, hoje em dia, tem necessidade de uma cultura geral vasta e da possibilidade de trabalhar em profundidade determinado número de assuntos” (DELLORS, 1999, p. 91). Saviani (1976, p. 133) por sua vez, em "Constituição a uma definição do curso de Pedagogia", esclarece que “o educador, se bem formado será capaz de exercer as atividades específicas que a maior ou menor divisão de tarefas segundo a maior ou menor complexidade da moderna organização educacional venha a exigir”. Em seu texto, o autor ainda permite identificar a inter-relação entre a competência técnica e a competência política, como condição indispensável para superar a dicotomia entre o fazer puramente técnico (alienado) e o fazer político. Possibilita ainda, constatar que o local mais adequado para formar educadores é o Centro de Educação. Esse centro não comporta apenas o curso de Pedagogia, mas os cursos de formação de educadores. Gadotti (1978), em sua proposta, procura redefinir o papel do pedagogo: “ancorado nos pressupostos da Pedagogia do conflito que insere numa ‘sociedade em conflito’, o autor atribui à escola a tarefa de formação política a partir da conscientização dos conflitos sociais, tomando como referência o saber popular.” Gadotti (1978) reivindica ao educador "não só o direito de se contradizer, mas a prática da desobediência”. De acordo com seu pensamento, "é preciso ter coragem para praticar a educação dessa maneira [...] somente dessa maneira que podemos formar gente capaz de assumir na construção de uma sociedade de iguais” (GADOTTI, 1978) Ainda para esse autor, a faculdade de educação deve se constituir em verdadeiro laboratório de educação, local onde se pensa educação, seus problemas e soluções, o sistema e suas contradições. Enfim, a faculdade de educação crítica, criativa, desobediente. Ao propor a prática da desobediência, percebe-se que é atribuído ao professor um papel eminentemente crítico, capaz de incomodar, de perturbar. O contexto da modernidade cada vez deixa mais claro, que o professor tem um papel político a desempenhar, tendo consciência crítica da escola e suas funções, estabelecendo assim relações entre a instituição escolar e a sociedade. Durkheim (1978) afirmou que, mesmo a escola primária em que o mestre ensine à criança o que são as sociedades em que ela é chamada a viver; família, corporações, nação, comunidade de civilização, a que tende a incorporar- se toda a humanidade como tais 5 sociedades se formam e se transformam; que ação elas exercem sobre o indivíduo e que ele aí vai desempenhar. Assim, as ciências sociais, a partir do século XIX dão ênfase à necessidade de dar resposta às questões impostas pela sociedade, e que são decorrentes das transformações produzidas pela modernidade. A Antropologia, a Sociologia e a Ciência Política são produtos desse processo social moderno, que aposta no uso da razão e do conhecimento científico como fundamentos da ação no mundo. No entanto, “nenhum estudo sobre educação e as expectativas de que ela se constitua em um instrumento de ‘mudança social’” pode passar ao largo do positivismo, que dominou, juntamente com o liberalismo, com método científico e como doutrina, o pensamento do século XIX (SOUZA, 2007, p. 163). É o positivismo, o postulado que aposta na reconstrução social pela ação da educação, ou seja, “de um reordenamento das relações sociais em conflito e de estabelecimento das coordenadas ao progresso material e moral da espécie humana”. “Como outros tantos pedagogos, Durkheim aceita o que se veio a dominar, de modo bárbaro, a cultura formal, formar o espírito, não enchê-lo; não é especialmente pela utilidade de informações que valem os conhecimentos” (Durkheim, 1978, p.25). Foi pela complexidade da vida social que o homem veio a conhecer a sede do saber. Mas, é através do pensamento esclarecido pela ciência, que a cultura científica tornou-se indispensável, razão pela qual a sociedade a reclama de seus membros e a impõe a todos como “dever”. No entanto, para Durkheim (1978 p.23), ninguém refaz a ciência por sua experiência própria, porquanto a ciência é social, nunca individual. A ciência se ensina e se aprende. Sem dúvida, ela não se derrama de um espírito em outro, é o próprio vaso, isto é, a inteligência que se trata de modelar pela ciência, com a ciência. 3. O SABER E O FAZER NA FORMAÇÃO DOCENTE A Universidade em seus cursos de formação acadêmica deve possibilitar aos acadêmicos condições para o desenvolvimento de competências e consciência profissional, mas não restringir-se ao ensino de habilidades imediatamente demandadas pelo mercado de trabalho. O trabalho com a formação humana requer uma dimensão mais complexa, e vai além da relação da associação entre teoria e práxis. 6 É papel das instituições formadoras, proporcionar um ensino de qualidade que intenciona a formação de cidadãos capazes de interferir criticamente na realidade para transformá-la deve, também, contemplar o desenvolvimento de capacidades que possibilitem adaptações às complexas condições e alternativas da relação de trabalho que temos hoje e a lidar com a rapidez na produção e circulação de novos conhecimentos e informações tão crescentes. Assim, a Universidade na perspectiva da formação docente precisa valorizar a cultura de sua própria comunidade acadêmica e buscar ultrapassar seus limites, favorecendo aos estudantes pertencentes aos diferentes grupos sociais, o acesso ao saber, tanto no que se refere à produção de conhecimentos científicos relevantes da cultura brasileira, como no que faz parte do patrimônio universal da humanidade. Ao dar importância aos conteúdos acadêmicos, revela um compromisso em garantir o acesso aos “saberes” e “fazeres” historicamente acumulados, pois eles influenciam o desenvolvimento, a socialização, o exercício democrático da cidadania e a atuação no sentido de refutar ou reformular os conhecimentos e as imposições de crenças e valores. Desta forma os conteúdos das disciplinas ensinadas devem, portanto, estar em harmonia com as questões sociais que marcam cada momento histórico da sociedade em toda a sua trajetória. Para (LIBÂNEO, 1998, p. 10), a instituição escolar ao oferecer os serviços de qualidade aos alunos contribui para que os mesmos ganhem efetivas condições do exercício pleno da liberdade política e intelectual. É claro que o professor, por si só, não é capaz de transformar a realidade que ultrapassa a escola e tem suas origens no econômico e sociopolítico, mas sua competência como profissional da educação é, com certeza, um dos fatores de grande peso quando pensamos na melhoria da qualidade do ensino (MOISÉS, 1999). A questão primordial da escola contemporânea se refere à sua qualidade. E a qualidade está diretamente relacionada com os pequenos projetos pedagógicos das próprias escolas que têm demonstrado muito mais eficiência na conquista dessa qualidade do que os grandes projetos, fora do contexto social dos sujeitos que a compõem. 7 Portanto, necessário se faz repensar o papel da instituição escolar e do professor na construção do saber crítico do aluno. Somente através de uma educação que valorize o saber crítico é que teremos cidadãos preparados para a vida, para enfrentar os desafios impostos cotidianamente por uma sociedade globalizada e excludente. Concluindo, o conhecimento assegura ao sujeito não só competência técnica , mas, o respeito a sua maneira de pensar e agir. Assim, a Universidade é um espaço de formação e informação, onde a aprendizagem de conteúdos significativos, propicia a inserção do aluno no contexto das questões sociais marcantes e em um universo cultural maior. 4 . CONCLUSÃO Enfim, ao longo dessa busca, pôde-se inferir que o saber e o fazer para a construção de uma escola de qualidade exigem uma reflexão sobre a prática educativa e é um processo tão dinâmico e complexo, que embora muitos autores se debrucem sobre essa temática, ainda persistem intermináveis dúvidas. Entretanto, é através das relações existentes no cotidiano escolar, que o professor estreita suas experiências com outros professores. Mas é relevante ressaltar que fazem parte desse contexto, o conhecimento advindo da investigação de sua própria prática, e de outros modelos e práticas. A busca das identidades do professor e das instituições formadoras é necessária para o fortalecimento do movimento em prol da formação de profissionais que contribuam para a excelência da educação formal. A sala de aula é, de acordo com Regis Morais (livro Sala de aula: que espaço é esse?) o lugar privilegiado onde se realiza o ato pedagógico escolar. Para ela afluem as contradições do contexto social, os conflitos psicológicos, as questões da ciência e as concepções valorativas daqueles que compõem o ato pedagógico: o professor e o aluno. Estudar o que acontece e, especialmente porque acontece na sala de aula, é tarefa primeira, daqueles que se encontram envolvidos com a formação de professores comprometidos com uma prática pedagógica competente. REFERÊNCIAS 8 BRAZEZINSKI, Iria. Pedagogia, pedagogos e a formação de professores: busca e movimento. 2.ed. Campinas: Papirus, 2000. BRAZEZINSKI, Iria. Competência política e compromisso técnico ou (o ponto da discórdia e o fruto proibido). Educação e sociedade. Campinas: Cedes/Cortez, 1983. n.15. p.111-143. CUNHA, M. I. da. O bom professor e suas práticas. Campinas: Papirus, 1989. DELORS, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1999. FAUCONNET, P. Educação e Sociologia – um estudo da obra de Durkheim. Tradução do Prof. Lourenço Filho. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1874-1938. II. Título SAVIANI, D.. Uma estratégia para a reformulação dos cursos de Pedagogia e licenciatura: formar o especialista e o professor educador. In: A formação do educador. São Paulo, Ande, 1981. P1-5. SOUZA, J.V. A. de. Introdução à Sociologia da Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. BERMAN, M..Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras , 2007. APPLE, M. W. Educação e Poder. Porto Alegre: Artes médicas, 1989. GADOTTI, M.. História das idéias pedagógicas. 2.ed. São Paulo: Ática, 1994. ANDRÉ, M.(org.). O papel da pesquisa na formação e nas práticas dos professores. Campinas: Papirus, 2001. 9