RELAT6RlOS E COMUNICA{:OES
DO
DEPARTAMENTO DE B OLOGIA
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1. .• 1
I
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zvi'---4
AlOA ICA
POND! DELGADA
A ,ORES
NO VEMBRO DE 1993
-
UNIVERSIDADE DOS AC;ORES
DEPARTAME NTO DE BIOLOGIA
'l('ELJl.rro'RjO JV{'l1U 'D'E Jl.CTIVI'DJl.1J'ES
1992/93
Pon(a Oelgada
15 de Novemb ro de 1993
1
INDICE
1
1· NOTA INTRODUTORIA
4
1.1 .
Organiza~ao
4
1.2 -
Apresenta~iio
6
2 - GRAUS ACADEMICOS E PRO VAS PlJBLICAS
8
2.1 - Realizadas
8
2.2 - Em
prepara~iio
8
3 - DOCENCIA
10
3.1
Cursos de Licenciatura
10
3.2
Curso de Bacharelato
12
3.3 - Outros Cursos
12
3.3.1· "Symposium Entomopathogenic Nematodes for Biological Control", 7
Novembro 1992.
3.3.2· "1° Seminario sobre Sistemas de Informa~ao Geografica", 1 a 4 de Junho
1993.
3.3.3 - "Agrostologia: Estudo Florfstico . agron6mico da pastagem", 5 a 9 de
Julho 1993.
12
4 - lNVESTIGA<;:AO CIENTIFICA
13
4.1- SEC~A.O DE BOTANICA
13
4.1.1· Estudo do valor nutritivo das pastagens permanentes da ilha de S. Miguel.
4.1.2 - Estudo da flora vascular endemica dos A~ores e sua conserva~ao.
4.1.3 . Estudo da ecologia das microalgas de .agua doce das principais lagoas da
ilha de S. Miguel.
13
13
4.2 . SEC~A.O DE GEOGRAFIA
14
4.2.1 - Area de Antropologia Fisica.
4.2.1.1 . Biodemografia das popula~6es ac;:orianas.
4.2.1.2 - Epidemiologia genetica da doen~a de Machado-Jo seph nos
14
14
14
A~ores.
12
12
14
4.2.2 . Area de Geografia Regional.
4.2.2.1 . Geografia dos A~ores .
4.2.2.2 . Guia Bibliografico dos A~ores.
4.2.2.3 . Coordena~ao Nacional do Projecto Global Change· Climatologia.
15
15
15
15
4.2.3 . Area de Geografia Fisica.
4.2.3.1 - Estudo da bacia hidrografica (endorreica) da Lagoa das Furnas.
15
15
4.2.4· Area de Geografia Humana e Econ6mica.
4.2.4.1 - Dinamica Comercial de Ponta Delgada.
15
15
4.2.5 . Sistemas de Informac;:ii.o Geogra.fica.
15
4.3 - SEC~A.O DE INSEcrOS PARASrrOIDES
16
16
4.3.1· Estudos dos inimigos naturais de MyricaJaya Aiton. (Myr., Myricaceae).
2
4.3.2 - Biofabrica do hospedeiro Epheslia kuehniella Zeller (Lep., Pyralidae),
gerida e control ada por computador em tempo real, para a produ~ao de
entom6fagos.
4.3.3 - Estudos ecol6gicos e geneticos da praga Mylhimna unipuncIa Haw. (Lep.,
Nocruidae). Defini~ao de uma estrategia de luta.
4.3.4 - Os Tricogramas no controlo de pragas agrfcolas.
4.3.5 - Bioecologia de Apanteies militaris Walsh (Hym., Braconidae), parasita
larvar da lagarta-das-pastagens.
4.4 - SEC<;:AO DE MlCROBIOLOGIA, PARASITOLOGIA E IMUNOLOGIA
4.4.1 - Selec~ao de parasitas de insectos para utiliza~ao em controlo biol6gico.
4.4.2 - Pesquisa de metabolitos de origem microbiana com actividade
entomot6xica.
4.4.3 - Produ~ao em mas sa de Sieinernema carpocapsae.
4.5 - SEC<;:AO DE PREDADORES ENTOM6FAGOS
4.5.1 - Biofabrica de multiplica~ao maci~a de coccinelfdeos afidlfagos.
4.5.2 - Introdu~ao de Harmonia axyridis na ilha do Pico.
4.5.3 - Possibilidades de multiplica~ao em laborat6rio de Chrysopa carne a e suas
ca pacidades predadoras.
4.5.4 - Estudo da dinilmica populacional das pragas dos cioinos nos A~ores.
4.5.5 - Importancia da eco-genetica dos padr5es e1itrais de Harmonia axyridis
Palla s (Col. , Coccinellidae) na sua biologia e sua utiliza~ao em Luta
Biol6gica.
4.6 - SEC<;:AO DE SISTEMATICA E EVOLU<;:AO
4.6. 1 - Area de Malacologia.
4.6.1.1 - Malacologia Azorica - Anatomia, Sistematica e Zoogeografia dos
molu scos terrestres endtmicos dos A~ores.
4.6.1.2 - Oxychiius atlanticus no Controlo da Fasciolose Hepatica.
4.6.1.3 - Epidemiologia e controlo da Fasciolose Hepatica em Sao Miguel.
4.6.1.4 - Especia~ao e biogeografia na malacofauna terrestre dos A~ore s .
4.6.1.5 - Histologia e biologia funcional de Oxychilus (Dro uelia) atlanlicus.
4.6.1.6 - Diversidade genica do subgenero Drouelia (Gude, 1911), endemico dos
A~ores (G astropoda: Zonitidae).
.
4.6.1.7 - Eco-etologia de Oxychilus (Drou.elia) atlanticus.
4.6.1.8 - "Network in molluscan genetics , diversity and sistematics" .
16
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24
4.6.2 - Area de Biologia Marinha.
4.6.2.1 - Composi~ao e organiza~ao das comunidades macrofuas·bent6nicas do
litoral de S. Miguel- A~ores.
4.6.2.2 - Estudo da organiza~ao e da distribui~ao espayo·temporal de uma
comunidade zool6gica do litoral marinho da ilha de Sao Miguel (A~ores) .
4.6.2.3 - Estudo das comunidades carcinol6gicas intertidais da ilha de Sao
Miguel.
4.6.3 - Area de Omit ologia.
24
4.6.4 - Area de Mamalogia.
4.6.4.1 - Bioecologia do coelho selvagem na reg iao A~ores.
4.6.4.2 - Analise da diversidade genetica em popula~5es natura is, importancia na
gestao e conserva~ao das especies.
4.6.4.3 - Povoamento e coloniza~ao das ilhas Atlanticas: uma via para a
elucida~ao da origem das popula~5es portuguesas do coelho domestico.
4.6.4.4 - Analise na ordem Lagomorpha da sua importancia como reservat6rios de
zoonoses (Leptospi rose, Rickettiose e Borreliose) em colabora~ao com
Institui~5es Regionais e do Continente.
25
25
24
24
25
25
25
26
26
~tbrio f4.nUJJf
a, 5!cti,Wu!eJ tfo V'p artamento tiL 'Bwwgia 1992;93
3
5 - PRESTA(:OES DE SERVI(:OS
26
6 - EXPEDI(:AO CIENTiFICA FAIAL 1993
27
7 - ESTA.GIOS, CONGRESS OS, REUNIOES E OUTROS
7.1- Visitantes e Estagiirios do exterior.
29
32
8 - DESLOCA(:OES EM SERVI(:O
34
8.1 - Regionais e Nacionais,
34
8.2 - Internacionais.
38
9 - PUBLICA(:OES
39
9.1 - Em revi stas da especialidade.
40
9.2 - Comunica~6es em Congressos, Reuni6es ou outras.
9.2.1 - "1 QSimp6sio sobre Entomopathogenic Nematodes for Microbial Control",
Universidade dos A~ores, Ponta Delgada, 7 de Novembro de 1992.
9.2.2 - "5· Congresso Iberico de Entomologia, Lisboa, 9-13 Novembro 1992".
9.2.3 - "1· Congresso de Citricultura", 20 - 24 de Janeiro 1993, Silves.
9.2.4 - "Simp6sio Nacional de Microbiologia ApJicada e Biotecnologia". Luso,
Portugal, 27 de Fevereiro a 5 de M~o de 1993.
9.2.5 - "II Encontro Nacional de Protec~ao I ntegrada" , Vila Real de Tras-osMontes, 4 e 5 de Mar~o.
9.2.6 - "VIIIQ Congresso de Antropologia Biol6gica", 1 - 5 Setembro 1993,
Madrid.
9.2.7 - "4th Meeting IOBC, Working group on Insect Pathogens and Insect
Parasitic Nematodes". Zurique, 5-9 Setembro 1993.
9.2.8 - Simp6sio "Origin and Evolutionary Radiation of the Mollusca", de 14 - 16
de Setembro 1993, Londres.
9.2.9 - "1 QSimp6sio de Fauna e Flora das Ilhas Atlanticas", 4 - 9 de OUlUbro
1993, Funchal,
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41
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42
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43
divulga~ao.
44
9.4 - Relat6rios e Comunica~6es do Departamehto de Biologia (RCDB).
9.4.1- Disserta~ao de Doutoramento e Provas de APCC.
9.4.2 · RCDB nQ20 - Expedi~ao Cientiflca it ilha do Pico 1991.
9.4.3 - Outros numeros do RCDB,
9.4.4 - Outros Relat6rios,
44
44
45
46
46
9.5 - Para pu blica~ao.
46
9.3 - Artigos com camcter de
'lI.JliltOrio 5lnuaf
at 5lctivUUuitS lib 'D'p:!Ttamento tfe'lJiDwgit11992/:J3
4
1 • NOTA INTRODUT6RIA
1.1 .
Organiza~:io
Director do Departamento
• Doulor Joao Candido Tavares, investigador auxiliar*
Directores dos Centros
- Conservas:ao e Protecs:ao do Ambiente: Doutor Jose Brandiio Oliveira, professor
auxiliar;
- Lura Biol6gica: DoulOr Heruique Costa Schanderl, investigador auxiliar.
Directores dos Cursos
- Biologia,lGeologia (ensino de): Doutor Jose Brandiio Oliveira;
- Biologia: Doutor Nelson Oliveira Simoes, professor auxiliar.
Responsaveis das
Sec~6es
- Botiinica: Doutor Jose Brandiio Oliveira;
- Geografia: Doutor Jose Campos Fernandes, professor associado;
- Insectos Parasit6ides: Doutor Joao Candido Tavares;
- Mjcrobiologia, Parasitologia e Imunologia: Doutor Nelson SimOes;
- Predadores Entom6fagos: Doutor Heruique Costa Schanderl;
- Sistematica e Evolus:ao : Licenciado Gil Ferraz de Carvalho, investigador
principal.
Comissao de Gestao Administrativa
- Doutor Joao Candido Tavares;
- Licenciado Jose Neto Azevedo, assistente;
- D. Maria da Conceis:ao Vieira, escriturana-dactilografa.
Comissao Organizadora da
Expedi~ao
Cientffica FAIAL 1993
- Doutor Joao Candido Tavares;
- Mestre VirgJ1io Vieira, [(~cnico superior de I" classe;
- Bach arel Duane Funado, eng2 tee" especialista principal;
- Doutor Ricardo Santos, investigador auxiliar - Dep. de Oceanografia e Pescas.
* EleilO pelo Conselho de Departamento a I de Fevereiro de 1993.
Organograma do De partamento de Biologia da Universidade dos A<;ores
Co nselho
do
Comissao
de Gestao
I Director do Departamento I
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Biologia
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Brilrxl~o Olil·tir" II lkllri qllc ~thllndClI
6
1.2 .
Apresenta~ao
Confonne estipula
0
Regulamento do Depanamento de Biologia, compete ao
Director do Depanamento elaborar 0 relat6rio anual de actividades do Depanamento, com
base nos relat6rios apresentados por cada
apresenta~ao
Sec~ao
e Centro, e prom over a sua
ao Conselho de Depanamento ate 15 de Novembro de cada ano.
o
Relat6rio Anual de Actividades 1992/93 sintetiza
0
vasto trabalho
pedag6gico (ponto 2 e 3) e cientffico (ponto 4) desenvolvido ao longo do ultimo perfodo
escolar pelo Depanamento de Biologia. Em anexo, a Comissao de Gestio Adrninistrativa
faz urn
balan~ o
Institui~ao
da
execu~ao
financeira, nomeadamente das verbas disponibilizadas pela
e das verbas dos projectos financiados por virias
InstilUi~oes
publicas e
privadas, cujas receitas sao destinadas ao co-financiamento de actividades de
investiga~ao.
o relat6rio tern por fun~ao a divulga~ao e abertura de uma reflexao sobre as
actividades desenvolvidas na area da Biologia, com vista a defini~ao de prioridades e a
uma melhor racionaJjza~ao dos equipamentos e quadros de pessoaJ.
o perfodo que tenninou foi dificil, mas a Unlversidade dos A~ores continuou
a ser 0 palco de urn enonne ensaio de gestao democnitica. Multiplicaram-se as reunioes
dos Conselhos, das Comissoes, das
Sec~oes,
etc. Fomos "apanhados" pela crise
financeira. A dependencia institucional e econ6mica alterou
Universidade. Foram-nos impostas enonnes
restri~oes
0
nonnal funcionamento da
que afectaram a nos sa actividade
ao nfvel pedag6gico e tecnico-cientffico. No entanto, perante estas dificuldades a nossa
comunidade continuou a afinnar-se e a impor 0 seu valor. Muitas vezes, esta
apresentou
0
Institui~ao
seu contributo para a ciencia e universalidade, cuja prova esul na qualidade e
quantidade de trabalhos cientificos publicados ou em vias de
Continuou-se 0 projecto
Expedi~ao
0
ser (ponto 9).
(ponto 6), levado a cabo desta vez na ilha
do Faial; foram desenvolvidas actividades no ambito das varias areas da nossa
competencia, com a estreita colabora~ao de coJegas do Departamento de Oceanografia e
Pescas e outros provenientes de
Institui~oes
regionais, nacionais e internacionais, com
vista ao aprofundamento do conhecimento da nossa Regiao.
Orgulhamo-nos da
personaliza~ao
de urn cientista, sobretudo evidente durante
as provas academicas dos docentes e investigadores (ponto 2). Tais actos representam
muito sacriffcio, e em
condi~oes
que nem sempre sao as mais favoraveis, mas cujo
contetldo cientifico perfilha aquilo que os novos cientistas serao capazes de desenvolver.
Continuou-se a adaptar as infraestruturas do Departamento aos nov os
desafi.os cientfficos, sobrelUdo com as
programa Ciencia e pelos projectos de
do isolamento geografico, atraves da
aquisi~6es
de equipamento proporcionadas pelo
investiga~ao.
implementa~ao
Ultrapassaram-se algumas barreiras
da rede electr6nica de
comunica~6es.
7
Durante
0
pr6ximo ano escolar contamos que a Universidade dos A<;:ores
receba 0 chamado Ediffcio das Ciencias Humanas, considerado essencial para um
melhoramento significativo das actividades pedag6gicas. Pensamos que
0
estudo em
curso sobre as licenciaturas em Biologia e Biologia/Geologia, por comiss6es
especializadas, ira permitir adaptar os curricula as novas necessidades cientfficas e
pedag6gicas que, na sua actividade profissional, os Ii cenci ados da nossa Universidade
iraQ encontrar quer na investiga<;:ao e presta<;:ao de servi<;:os, quer nos ensinos Basico,
Preparat6rio e Secundario. Contamos tambem que outra comissao, igualmente criada no
Conselho de Depanamento, conclua os seus trabalhos , propondo a nossa com unidade
universitaria a aprova<;:ao de um mestrado em Ecologia Insular, area especializada com
tradi<;:ao no DepartamentO de Biologia,
0
que permitira dar nfvel intemacional ao
Departamento e it Institui<;:ao.
Toma-se necessario estarmos atentos e contribuirmos com as melhores
solu<;:6es para a resolu<;:ao de alguns problemas e desafios: (i)
0
conflito sobre a chamada
"guerra das propinas", (ii) a implementa<;:ao do novo Regulamento Academico, (iii)
"ano zero" do Sistema de avalia<;:ao das Universidades, (iv)
0
0
concurso para a continua<;:ao
do program a Ciencia (PRAXIS XXI), (v) a aprova<;:ao do quadro do pessoal tecnico e
administrativo, (vi) eo aumento das infraestruturas ffsicas do Departamento, apostando
na constru<;:ao do "Complexo Cientfflco da Universidade" a none do campus de Ponta
Delgada.
Finalmente, esperamos que a Universidade dos A<;:ores disponha dos meios
financeiros indispensaveis a digna concretiza<;:iio das suas tarefas pedag6gicas e
cientfficas, satisfazendo as justas ambi<;:6es profissionais dos seus quadros. A
Comunidade conta com a qualidade do nosso trabalho, com a dedica<;:ao ao ensino e
a
investiga<;:ao, com a apresenta<;:ao de provas academicas perante juris de competencia
nacional e intemacional, com a divulga<;:iio dos varios estudos (ar tigos, conferencias,
comunica<;:6es ou paineis). Nao duvidamos que os nossos devere s serao cumpridos,
dignificando as classes dos Docentes, Investigadores e Funcionarios deste Depanamento,
bern como a Institui<;:ao que representam.
Ponta Delgada, 30 de Novembrode 1993.
outor Joao Tavares
( nvestigador Auxiliar)
8
2 - GRAUS ACADEMICOS E PROVAS PlJBLlCAS
2.1 - Realizadas
No periodo abrangido por este relat6rio obtiveram
Mestre, respectivamente, os licenciados com
0
0
grau de Doutor e de
curso de Biologia/Geologia (ensino de)
pel a Universidade dos Ayores, Nelson Simoes e Virgilio Vieira. Apresentaram provas de
APCC dois docentes: os licenciados Jo se Neves e Maria lOaD Pereira. Salientarnos que,
por urn lado,
0
Doutor Nelson Simoes e
primeiro licenciado por esta Escola a obter tal
0
grau e que, por outrO lado, os juri s aoibuiram a todas as provas realizadas a classificayao
maxima.
Nelson Simoes. Patogenicidade provocada por Steinernema
carpocapsae
Weiser (Nematoda: Steinernematidae) em Galleria mellonella L.
(Insecta: Lepidoptera). Dissenayao apresentada para obtenyao do grau de
Doutor em Biologia Univ. Ayores - 6 Novembro 1992.
Virgflio Vieira. Diplome d'Etudes Approfondies d' Analyse et Moctelisation
des Systemes Biologiques. Reconhecimento das habilitayoes ao nivel de
mestrado sem re soiyoes academicas
e/ou profissionais do DEA (obtido em
Setembro de 1991 na Universite Claude Bernard - Lyon I - Franya), pela
Universidade Tecnica de Lisboa atraves do Instituto Superior de Agronomia 9 Novernbro 1992.
Jose Manuel Neves .
Caracteriza~ao
Morfol6gica da Flora do Iogurte. Relat6rio
para uma aula te6rico -pr<itica da disciplina de Microbiologia Aplicada
apresentado para provas de APCC, 20 Janeiro 1993. Estudo de Variaveis
Ffsicas e Biocineticas na
Produ~ao
de Steinernema
carpocapsae
em Biorreactor. Trabalho de sintese apresentado para provas de APCC, 21
Janeiro 1993.
Maria Joao Pereira. Carpomorfologia - Relat6rio duma aula te6rico-pratica apresentado
para prestayao de provas de APCC, 27 Setembro de 1993. Da
noristica das pasta gens
Conlribui~ao
para
0
a
aprecia~iio
composi~ao
do seu valor nutritivo:
eSludo do caso das pasta gens permanentes
da ilha de S. Miguel - Trabalho de sintese apresentado para presta9ao de
provas de APCC, 28 Setem bro de 1993.
2.2 - Em
prepara~iio
Continuam
0
trabalho de in ves tiga9ao na area de Biologia ou Geografia, com
vista it obtenyao de grau academico ou de presta9iio de Pro vas de Aptidao Pedag6gica e
Capacidade Cientifica, os docentes e investigadores assinalados no Quaclro 1. Aguardamse os pedidos de inscrisao em provas das(os) licenciada s(os) Luisa Oliveira, Maria Joao
Pereira, Carlos Ribeiro e Vitor Gon9alves.
9
QUADRO 1
Graus academicos ou Prov as de APCC em preparayao no ramo da Biologia pelos
docente s e investigadores, respectivo(s) orientador(es) e especialidade o u disciplina afim.
N o me:
Grau/Pro va
Orientador(esj
Disciplina afim
Asslstentes·
MARTINS. A. P.
Doutoramento
Va sco Garcia
(Micologia)
MEDEIROS F.
Doutoramento
M' Luz Mathias
Orni tologia
NETOA.
Doutoramento
William Famham e
Frias Martins
(Ficologia)
AZEVEDOJ.
Doutoramento
Luis AffiJda
(lctiologia)
CUNHA R.
Doutoramento
Frias Martins
Ecologia
LIMAM
Dou toramento
Augusto Abade
An tropologia
BRITO C.
Doutoramento
Frias Marti ns
Genetica
NEVES J.
Doutorarnento
Nel son Simoes e
Manuel Mota
(B iotransforrnayao)
Ass i 5 t. - e st a g i:i rl os
CABRALC.
APCC
Nelson Simoes
(Microbiologia)
COSTA A.
APCC
Frias Martins
Biologia Marinha
MACIELM.
APCC
Brandao Oliveira
Botanica
VENTURAM.
APCC
Vasco Garcia
Ecologia
PORTEIROJ.
APCC
Campos Fernandes
(Geografia Fisica)
CALADO H.
APCC
Campos Fern andes
Geografta Humana
GARCIA P.
APCC
Joffo Tavares
En tomologia
SILVAL.
APCC
Joao Tavares
Lu ta Biologica
RODRIG UES A.
APCC
Frias Martins
(Histologia)
ROSA S.
APCC
Nelson Si moes
(Cont. Microbi ol6gico)
ONOFREA.
APCC
Henrique Sc han derl
Ecologia
FONSECA M.
APCC
Antonio Amorim
Genetica
MOURAM.
APCC
Branctao Oliveira
Botanica
SILVA A.
Mesrrado
Joaquim Cabral
OLIVEIRA P.
Mesrrado
• Ordcnados 1"'10 inicio de fun,6cs;
Nelson Sim oes
(Biotecnologia)
Amin Karmali
(Biotecnologia)
0 a criar aquando da rcvisBo do despacho n' 27/SEES de 12/4/88 .
10
3 - DOCENCIA
o Departamento de Biologia assegura 0 ensino dos cursos de licenciatura em
Biologia/Geologia (ensino de) e Biologia, e ainda, das disciplinas da area da Biologia no
CIFOP e no Curso Superior de Enfermagem. Alem dis so, cria condi~5es para a realiz~ao
de Doutoramentos, Mestrados e Provas de Aptidao Pedag6gica e Capacidade Cientffica
(APCC). Presentemente, prepara-se a revisao curricular dos cursos de licenciatura em
Biologia/Geologia (ensino de) e Biologia e elabora-se 0 curriculum de urn Mestrado em
Ecologia Insular.
3.1 • Cursos de Licenciatura
No Quadro 2
e apresentado
0 servi~o
docente prestado pelos docentes e
investigadores nos cursos de Biologia e Biologia/Geologia ao longo dos dois semestres
(aulas te6ricas e aulas praticas). Devido
a insuficiencia de quadros ao nfvel de Assistentes
e Doutores, houve necessidade de recorrer a assistentes-estagianos para a lecciona~ao de
aulas te6ricas, facto que esperamos nao venha a ocorrer ao longo do pr6ximo ano lectivo,
pois preve-se a conclusao de 6 (seis) Provas de APCC, I (urn) Mestrado e I (urn)
Doutoramento dos actuais assistentes-estagiarios e assistente. Este facto deve ser
considerado prioritario ao nfvel da estratl!gia do Departamento, devendo ser permitido,
mesmo com algum sacriffcio dos docentes mais graduados , libertar de carga docente os
assistentes que estiverem mais pr6ximos das Provas. Por outro lado, uma vez que a carga
honiria atribufda aos docentes (mesmo tendo em conta
0
desdobramento de turmas nas
aulas pniticas) esta aquem do numero de horas semanais previsto no ECDU, e possfvel
que os mesmos suportem maior carga docente . .
Salienta-se que, ao longo do ano lectivo, cinco docentes e investigadores dos
nossos quadros (alguns pertencentes a categorias elevadas) estiveram ausentes do
docente; I teve
com
agrega~ao) ,
licen~a
servi~o
sabatica (0 Doutor Antonio Frias Martins, profes sor associado
2 destes tiveram dispensa (os licenciados Antonio Pires Martins e Fatima
Medeiros, assistentes),
0
licenciado Gil Ferraz de Carvalho (investigador principal) esteve
dispensado de leccionar por motivos de saude, mas continuou a assegurar a presidencia
do Conselho Coorden ador de Estagios Integrados da Universidade dos
Vasco Garcia (professor catedratico) continuou
0
A~ores
e 0 Douror
seu mandato de Deputado ao
Parlamento Europeu.
Finalmente recorda -se que,
0
Douror Jose Campos Fernandes (professor
associado e Vice-Rei tor da Universidade dos
docente.
A~ores )
continuou a assegurar
0 servi~o
'l\JkWriD 14.r.ual I, 14.ctivUiatfts 10 V'P"'uur~",o .. 'lJidogia 1992/93
11
QUADRO 2
Disaibui<;:ii.o do servi<;:o docente:
Nome
Docente!In vesti gador
Proressores
GARCIA V. §
MARTeNS A. F. #
FERNANDES J.
OLIVEIRA J.
SIMOES N.
Investigadores
CARVALHOG .•
TAVARESJ.
SCHANDERL H.
As s isteotes
MARTINS. A. P . @
MEDEIROS F. @
OLIVEIRA L.
NETO A.
AZEVEDOJ.
CUNHA R.
LIMA M.
BRITO C.
I\'£VES J.
PEREIRA M.
Ass is ten t es -e s ta g i ario S
CABRAL C.
COSTA A.
MACIEL M.
RIBEIRO C.
VENTURA M.··
PORTEIRO J.
de Biologia e Biologia/Geologia
l' Semestre
Te6rico
Pratico
Climatologia
Geog. R. A<;.
HisL An . Veg.
2' Semestre
Pratico
Te6rico
Botanica n
FilOs.e Filog.
Fisio. Anim.
EntomopalOl.
ConL Microb.
Emb. His.Ani.=
=Bio1. Fund.!
Luta Biologica
Eeologia Geral
Enlomologia
Botanica I
BotAnica I
BioI. Marinha b) BioI. Marinha b)
Int. Biologia
InL Biologia
BioI. Marinha b) BioI. Marinha b)
Lula Biol6gica b)
Antropologia
Evolu<;30
Evolu<;30
Microbiologia
Micro. Aplie .
Bi ogeog. Ins.
Eeologia b)
Biogeog. Ins.
Genetica
Tee. Laborat.
Biogeog. Ins. b)
AntrOpologia
Micro. Apl ie.
Hisl. A. Veg.
Emb. ·H iS. Ani.=
=BioI. Fund. I
BioI. Marinha b) BioI. Marinha b)
BotAnica n
Microbiologia
In venebrados
Fis. Vegctal
CilOlogia
Invertebrados
Fi s. Vegetal
CilOlogia
CIimalOlogia
Geeg. R. A<;.
Cli malOlogia
Geeg. R. A<;.
CALADOH.
GARCIA P.
SILVA L.
RODRIGUES A.
ROSA S.
CUTSOS
Evolu,,"o
Luta Biologica
Biogeog. Ins. b)
InL Biologia
Emb. His.An i.=
=Bio1. Fund . II
Emomologia
Genetica b)
Zool. Invert.
Conl. Mierob.
ONOFRE A.
Ecologia Geral
FONSECA M.
InL Biologia
Genetica
MOUR A M.
BotAnica I
FilOS. FilOg.
SILVA A.
Microbiologia
EnlomopalOl.
OLI VEIRA P.
FisioI. Anim.
GONCALVES V.
Botanica I
§ Deputado ao Parlamemo Europeu desde 1986, # Ano saballeo, 'Dlspensado por mOliVOS de saude; @
Dispensa de se('li<;o docente; ··Leccionou no CIFOP, b) Apoiou a doeencia de ....
.
12
3.2 - Curso de Bacharelato
o Departamento de Biologia apoia a docencia do curso do 1
0
Basico do CIFOP-RA nas disciplinas da sua competencia. Neste
Cicio do Ensino
servi~o
estiveram
implicados, ao longo do ano, 6 docentes e investigadores (Quadro 3). Paralelamente,
0
Doutor Nelson Simoes participa como vogal da Comissao lnstaladora do CIFOPIRA e IE
0
presideme da respectiva Comissao Cientifica, enquanto que
0
Licenciado LUIs Silva foi
nomeado represemanre do Departamento de Biologia na referida Comissao.
Distribui~ao
QUADRO 3
do servi~o docente: Cur so do 10 Cic1odo Ensino Basico
2' Semestre
12 Semestre
Nome
Docente/Investigador
Te6rico
Praticas
CALADOH.
FERNANDES J.
PORTEIRO J.
SCHANDERL H.
Sn..VA L.
Geog. Fisica
Geog. Fisica
Geog. Fisica
Org. M. Vivo
Geog. Fisica
Geog. Fisica
Geog. Fisica
VENTURAM.
Org. M. Vivo
Te6rico
Praticas
Corp. H. Saude Corp. H. Saude
Emb. Genetica
Org. M. Vivo
3.3 - Outros Cursos
3.3.1- "Symposium Entomopathogenic Nematodes for Biological Control", 7
Novembro 1992.
Participantes: Doutar C. Laumond (Directeur de Recherches, INRA, France);
Doutor N. Boemare (Directeur de Recherches , Univ. Montpellier, France); Doutor M.
Brehelin (Directeur de Recherches, Univ. Montpellier, France); Doutor N. SimOes (Univ.
A~ores);
Dr. J. Neves (Univ.
A~ores).
3.3.2 - "I' Seminario sobre Sistemas de
A
Inforrna~ao
Sec~ao
Inforrna~iio
de Geografia organizou
Geografica", I a 4 de Junho 1993.
0 "\ 0
Seminario sobre Sistemas de
Geografica" e, conjuntamente com a Divisiio de Cartografia da SRHOPTC, a
"I' Moscra de Sistemas de
Informa~iio
Geografica".
3.3.3 - "Agrostologia: Estudo Florfstico-agron6mico da pastagem", 5 a 9 Julho de
1993.
o
Prof. Brandao Oliveira, conjuntamente com
(Universidade de Lovaina), foi respon savel pe\a
lecciona~ ao
0
Prof. Alain Peteers
de um curso de curta
~
,!J.nud tf, ,!J.aiui4a4tJ tUJ 'DepartJlmento tit 'Bwu,gw 1992/93
dura~ao
13
em "Agrostologia - Estudo Florlstico-agron6mico da pastagem", no qual
participaram cerca de 15 licenciados em Engenharia e Biologi8.4 - INVESTIGA<;:AO CIENTIFICA
Muitas das actividades de
investiga~ao
cientffica desenvolvidas no
Depanamento de Biologia apresentam a forma de projectos, tendo como resultados a
cria~ao
de ciencia de cankter universal, com ou sem
aplica~ao
regional, permitindo ainda
a progressao na carreira universitaria dos docentes e investigadores. 0 trabalho
desenvolve-se sob a supervisao dos orientadores e responsaveis dos projectos, cabendo a
coordena~ao
ciennfica 11 Comissao criada para 0 efeito e ao Director do Departamento.
Seguidamente, apresentam-se os principais projectos desenvolvidos nas
indica~ao
Sec~6es
com
do responsavel, does) participante(s) e da(s) fonte(s) de financiamento.
4.1- SEC<;:AO DE BOTANICA
OBJECTIVOS: (i) conhecer, a nfvel regional, quais as especies pratenses acumuladoras e
empobrecedoras em oligo e micronutrientes; (ii) conseguir uma
composi~ao
composi~ao
qufmica da erva a partir da sua
aproxima~ao 11.
f1orfstica, evitando 0 recurso
constante a analises qufmicas; (iii) aprofundar 0 conhecimento da
distribui~ao,
status,
ecologia e fenologia das especies vasculares endemicas; (iv) conhecer a ecologia da
germina~ao
das sementes das especies mais
melhores tecnicas para a sua
multiplica~ao
amea~adas
de
extin~ao;
(v) conhecer as
vegetativa "in vitro" (vi) conhecer a flora
algol6gica das principais lagoas da ilha de S. Miguel.
4.1.1 - Estudo do valor nuuitivo das pastagens permanentes da ilha de S. Miguel.
Responsavel: 1. Brandao Oliveira.
Financiamento: UA e SRAP.
Participantes: Maria Joao Pereira.
No ambito deste projecto concluiu as provas de A.P.C.C. com 0 trabalho "Da
composi9ao f10rlstica das pasragens it aprecia9ao do seu valor nuuitivo: Conuibui9iio para
o estudo do caso das pastagens permanentes da ilha de S. Miguel" a assistente estagiana
Lic. Maria Joao Pereira.
4.1.2 - Estudo da Flora vascular endemica dos
A~ores
e sua conserva9ao.
Respons;ivel: 1. Brandao Oliveira.
Financiamento: UA, Ciencia (CIRN),
A90res e SRTA.
Associa~ao
Municfpios da Reg. Aut.
14
Participantes: Graciete Maciel (a concluir APCC) e M6nica Moura (a preparar
APCC).
Tiverarn continuidade os eSlUdos sobre Ecologia cia
de especies endemicas dos
A~ores,
que estarao na base da
germina~ao
apresenta~ao
de sementes
das Provas de
APCC a preslar pela Assistente Estagiaria Maria Graciete Belo Maciel.
Alem disso, no final do ano lectivo, ficou concluida a
de
micropropaga~ao;
os trabalhos conducentes ii.
Assistente Estagiaria M6nica Moura
prepara~ao
(Micropropaga~ao
instala~ao
cia unidade
de Provas de APCC da
de Plantas Endemicas dos
A~ores)
deveriio iniciar-se no pr6ximo ano lectivo.
4.1.3 - Estudo da ecologia cias microalgas de agua doce das principais lagoas da ilha de
S. Miguel.
Responsavel: J. Brandao Oliveira.
Financiamento: VA.
Participantes: Vi lOr Gon~alves (a preparar APCC).
4.2 - SECCAO DE GEOGRAFIA
4.2.1 - Area de Anlropologia Ffsica
OBJECTIVOS: (i) estudar varios paramelros biodemognificos (consanguinidade, idade
ao casamento, endogamia) e seu enquadramento na analise da estrutura genetic a das
popula~6es
dos
A~ores;
Machado-Joseph nos
(ii) contribuir para urn melhor conhecimento da
A~ores.
pretende-se esclarecer as
Partindo da
rela~6es
rela~ao
doen~a
e analisar
0
do
geneaJ6gica das familias afectadas
entre essas familias, estudar a mobilidade, logo
de dispersao do gene causador da
afectadas, com
reconslrU~ao
Doen~a
0
modo
sucesso reprodutivo das familias
a famI1ias conlrolo.
4.2.1.1 - Biodemografia das
popula~6es a~orianas .
Responsavel: Jose Campos Fernandes.
Financiamento: VA e SREC.
Participantes: Manuela Lima.
4.2.1.2 - Epidemiologia genetica da
Doen~a
de Machado-Joseph nos
A~ores.
Orientadores: Augusto Abade (Univ. Coimbra); Francine Mayer (Univ.
Quebec).
Financiamento: UA.
Participantes: Manuela Lima (a preparar Doutoramento).
15
4.2.2 - Area de Geografia Regional
OBJECTIYOS: Elabora93o e publica9ao de uma Geografia dos A90res que pennita ter
uma vi sao global do arquipelago em todas as suas componentes e potencialidades.
4.2.2.1 - Geografia dos A90res.
4.2.2.2 - Guia Bibliografico do s A90res.
4.2.2.3 - Coordena9ao Nacional do Projecto Global Change - Climatologia.
Responsavel: J. Campos Fernandes (a preparar Agrega9ao).
Financiamento: VA e Ciencia (CrrA).
Participantes: Joao Porteiro e Helena Calado.
4.2.3 - Area de Geografia Ffsica.
4.2.3.1 - E studo da bacia hidrografica (endorreica) da Lagoa das Furnas.
Respon savel: J. Campos Fernandes.
Financiamento: UA.
Panicipantes: J030 Porteiro (a preparar APCC).
o desenvolvimento deste projecto prende-se com a eutrofiza930 da Lagoa
das Furnas. Depois da defini9ao exacta dos limites da rede endorreica que alimenta a
Lagoa pretende-se definir urn modelo optimo de utiliza9 30 dos solos a montante da
mesma, de forma a impedir 0 despejo, na lagoa, dos nutrientes re sponsave is pelo
fenomeno de eutrofiza930.
4.2.4 - Area de Geografia Humana e Economica.
4.2.4.1 - Dinamica Comercial de Ponta Delgada.
Responsavel: J. Campos Fernandes .
Financiamento: UA e SRJCIE.
Panicipantes: Helena Calado (a preparar APCC).
Estudo do impacto, junto da popula9ao e comercio retalhi sta, de fonnas
especfficas de comercio rural (comercio ambulante) e novas formas de comercio
(hipennercados).
4.2.5 - Sistemas de Inforrna9ao Geografica (SIG).
Respon savel: J. Campos Fernandes
Financiamento: UA.
Participames: Helena Calado, J030 Porteiro
16
Implanta.;:liO de urn SIG que perrnita 0 apoio aos projectos de investiga.;:lio da
Sec.;:ao. Divulga<;:ao dos SIG, arraves de seminarios e inrrodu<;:ao do tema no curriculum
da disciplina de Geografia RegionaL
4.3 - SEC<;AO DE INSECfOS PARASrrOIDES
OBJECTIVOS: (i) adquirir uma compreensao da biologia e da dinamica de popula<;:6es
do s in sec toS nocivos as culturas, nomeadamente Lepidopteros (borboletas) nocivos as
Gramineas e Leguminosas (Noctuidae e Pyralidae); (ii) desenvolver novas forrnas de luta,
favorecendo
0
mais possivel a luta biologica e as praticas culturais, fundadas no
conhecimento detalhado da biologia e da ecologia do complexo de inimigos naturais das
plantas; (iii) desenvolver investiga<;:lio cientffica fundamental e aplicada no ambito de
programas de luta integrada (luta biologic a e praticas culturais) dos insectos nocivos as
culturas, a panir do conhecimento preciso do seu ciclo biologico; (iv) cooperar com
organismos regionais, nacionais e estrangeiros, tendo par finalidade a presta<;:ao de
servi<;:os a Comunidade.
4.3.1 - Estudos dos inimigos naturais de Myrica jaya Aiton. (Myr. , Myricaceae) nos
A<;:ores.
Responsavel: Jolio Tavares.
Financiamento: UA e Univ. do Havai (UH).
Panicipantes: Luis Silva (a concluir APCC), George Markin (USDA- Forest
Service), Cliford Smith (UH) e Manuel Almeida.
As actividades de investiga<;:lio integraram-se num projecto de Luta Biol6gica
concra Myricajaya Aiton (Myricaceae) no Hawaii, em coopera<;:ao com a Universidade do
Hawai em Manoa. Realizaram-se amosa-as semanais em dois biotopos de Myricajaya na
ilha de S. Miguel com
0
objectivo de estudar a fenologia, a produ<;:ao de frutos,
0
crescim ento e a gerrnina<;:lio da planta, bern como a biologia de urn microlepidoptero,
Argyresthia atlanticella Rebel (Lep., Yponomeutidae), cujas larvas se alimentam das
flores masculinas de Myrica jaya. A valiou-se a especificidade alimentar do referido
insecto.
4.3.2 - Biofabrica do hospedeiro Epheslia kuehniella Zeller (Lep., Pyralidae), gerida e
conrrolada par computadar em tempo real para a produ<;:ao de entom6fagos.
Responsavel: Jolio Tavares.
Financiamento: UA, Ciencia (CIRN) e SRAP.
Panicipantes: Virgtlio Vieira, Paulo Silveira (ISLA) e Jose Viveiros.
17
Mameve-se a produ~iio do hospedeiro de
Zeller (Lep. , Pyralidae) na unidade de
multiplica~iio maci~a
produ~ao
substi[Ui~ao
Ephesria kuehinella
(Biofabrica), tendo em vista a
de auxiliares biol6gicos, nomeadamente parasitas do genero
Trichogramma (Hym, Trichogrammatidae) e predadores da famnia Coccinelidae
(Coleo ptera ) , sendo estes utilizados no controlo de Lepid6pteros e Affdeos,
respectivamente.
Deu-se continua~1io a alguns rrabalhos de
tendo por
objectiv~
adapta~ao
estrutural da Biofabrica,
a sua gestao e conrrolo em tempo real por computador, cujo programa
informatico esta a ser desenvolvido pelo Doutor Paulo Silveira do CIC/ISLA. Por ourro
lado, esta- se a temar redum os custos de
tipo do canao canelado utilizado para
0
produ~ao
dos ovos, su bstituindo para isso 0
desenvolvimento ninfal de E. kuehniella.
Paralelamente, esta a proceder-se a urn estudo da biologia deste insecto, quando ele fica
sujeito ao novo tipo de cartao/novas
condi~6es
abi6ticas, estudo es se que constituira 0
tema de estJigio ao abrigo do programa Eurodisseia do Bi610go LIuis Falp (Espanha).
4.3.3 • Estudos ecol6gicos e geneticos da praga Mythimna unipuncta Haw.(Lep.,
Noctuidae). Defini~ao de uma esrratl!gia de luta.
Responsavel: Joao Tavares.
Financiarnento: UA, Ciencia (CIRN) e STRIDE.
Panicipantes: Virgilio Vieira, LUIsa Oliveira, Luis Silva, Jose Viveiros,
Manuel Almeida, Jeremy McNeil (Univ. Laval), Bernard Pintureau (INRA) e
Lorete Anunciada (Univ. do Algarve).
Mantiverarn-se os estudos de campo respeitantes a defini~ao de uma esrrategia
de luta, visando 0 conrrolo de pragas agrfcolas, nomeadamen te Mythimna unipuncta.
No ambito do Projecto STRIDE, iniciaram-se os estudos de laborat6rio
concernentes
a biologia com parada de M. unipuncta origimiria de diferentes
ilhas do
Arquipelago (Santa Maria, Sao Miguel, Terceira, Pico, Faial, Sao Jorge, Flores e Corvo)
e do Quebec (Canada). Para alem destes estudos, a "lagana das pastagens" tam bern tern
side produzida para a multiplica~ao de Apanteles militaris Walsh (Hym., Braconidae).
4.3.4 . Os Tricogramas no controlo de pragas agrfcolas.
Responsavel: Joao Tavares.
Financiamento: UA, Ciencia (CIRN), SRAP e FLAD.
Participantes: Patricia Garcia (a concluir APCC) e Luisa Oliveira.
Ao longo do ano foram mantidas as amostragens semanais na Ribeira do
Guilherme - Nordeste, tendo por objectivo 0 estudo da dinamica populacional de
parasit6ides 06fagos dos generos Trichogramma e Telenomus.
J8
Em laboral6rio, realizaram-se eSludos de mobilidade, compeli<;ao
inlraespecffica e biomenia, sobre tr€s popula<;oes do genero Trichogramma capluradas
nas ilhas de Sao Jorge, Pico e Sao Miguel.
4.3-5 - Bioecologia de Apanteles militaris Walsh (Hym., Braconidae) parasila larvar da
lagana -das-pastagen s.
Respon savel: Joao Tavares.
Financiamento: UA e SRAP.
Participanles: Lufsa Oliveira (a preparar doulorarnento).
Ao longo de lodo
0
ano manliveram-se os eSludos, anterionnente iniciados,
sobre a dinamica das popula<;oes de A. milita ris e dos seus hiperparasitas, em tres
localidades de S. Mi guel, com vista a um melhor conhecimento desle parasila, com
especiaJ incidencia nos meses de Julho a Outubro.
Em laborat6rio, concluiram-se os eSludos de Biologia Funcional sobre
eSlado larvar de Mythimna unipuncta preferencial para
0
0
parasitismo, a influencia da
dura<;ao do conlacto entre 0 parasita e 0 hospedeiro e a infJuencia da luz artificiaJ no
acasalamento. Encontram -s e em curso os estudos relacionados com
gera<;6es sucessivas possfvel de obter em condi<;oes laboratoriais,
0
0
numero de
componamento da
femea de A. militaris quando em contacto com um diferente numero de larvas durante
vinte e quatro horas e, ainda, a influencia da idade da femea no parasi ti smo.
4.4 - SEc<;:Ao DE MICROBIOLOGIA, PARASITOLOGIA E lMUNOLOGIA
OBJECTIVOS: (i) uDli za<;ao de agentes entomopatogenicos em controlo microbiol6gico;
selec<;ao de nova s estirpes de microorgani smos e pesquisa de biomoleculas de origem
microbiol6gica com potencial entomot6xico - biopesticida; (ii) multiplica<;ao em massa,
em biorreactor, de microorganismos para utiliza<;ao directa em projectos de controlo
microbiol6gico
e
para
produ<;ao
de
biomoleculas;
(iii)
interac<;oes
parasita/hospedeiro/am bien teo
4.4.1 - SeJec<;ao de parasitas de insectos para utiliza<;ao em controlo bio16gico
Responsavel: Nelson Simoes.
FinanciamentO: UA, FLAD, SRAP e DGQA.
Panicipantes: Ant6nio Martins (a concluir Doutoramento) Carla Mendes (a
conduir APCC) e Jose Silvino Rosa (a preparar APCC).
Resultados obtidos durante este ano: conclusao da investiga<;ao para
Doutoramento do licenciado Ant6nio Martins; 7 trabalhos publicados (ou em fase de
19
publica~ao)
em revistas da especialidade e 8 trabalhos apresentados em reunioes
cientificas internacionais.
4.4 .2 - Pesquisa de metabolitos de origem microbiana com actividade entomot6xi ca
Responsavel: Nelson Simoes.
Financiamento: UA, Ciencia (CIRN) e STRIDE ..
Participantes: Carlos Ribeiro (a preparar APCC), Ana Filipa Silva (a
frequentar Mestrado) e Paulo Oliveira (a conduir Mestrado).
Resultados obtidos durante este ano: Doutoramento do licenciado Nelson
Simoes; 1 trabalho publicado e 2 trabalhos apre sen tados em reunioes cientfficas
internacionais.
4.4.3 - Produ~ao em massa de Sieinernema carpocapsae.
Responsavel: Nelson SimOes.
Financi amento: UA, Ciencia (CIRN) e JNlCI (968) .
Participantes: Jose Manuel Neves (a preparar Doutoramento) e Carla Mendes
(a conduir APCC).
Resultados obtidos neste ano: Relat6rio de APCC do licenciado Jose Manuel
Neves e 1 trabalho em fase de publica~ao em revista da especialidade.
4.5 - SEC<;Ao DE PREDADORES ENTOM6FAGOS
OBJECTIVOS: (i) desenvolver
inve s tiga~ao
fundamental e aplicada no am bito da luta
biol6gica e integrada. Propoe-se rentabilizar a agricultura; orientar estagios cientfficos e
teses de doutoramento; cooperar na presta~ao de
estudos te ndo em vista melhorar a
predador adequado, por meio de
servi~os
s incroniza~ao
introdu~ao
acomunidade; (ii) desenvolver
temporal e espacial da praga e do
de novas especies, de Jargadas
maci~as
de
especies locais ou introduzidas, multiplicadas em laborat6rio.
4.5.1 - Biofabrica de
multiplica~ao maci~a
de coccinelfdeos affdifagos.
Responsavel: Henrique Schanderl.
Financiamento: UA, INlCT e Ciencia (CIRN) .
Panicipantes: Ant6nio Onofre, Jose Pereira de Almeida, Frederico Matias,
Helena Silva.
Este projecto e continua~ao do projecto "Biofabrica de
multi plica~ao maci~a
de coccinelfdeos afidffagos" (J.N.I .C.T. n2 324.86. 270/FCI) e e parte integrante do
20
CIRN. No ano em curso procedeu-se sOmente a alguns ajustes em termos de t6cnicas de
multiplica~ao
e na
elabora~ao
do projecto de infraestruturas, que contou com
0
apoio do
apoio do Governo Regional dos
A~ores
(Projecto
de Harmonia axyridis PALLAS (CoL, Coccinellidae) nos
A~ores.
I· llha de
Eng. Frederico Matias, por falta de infraestruturas para montagem da mesma.
4.5.2 .
Introdu~ao
de Harm onia axyridis na ilha do Pico.
Responsavel: Henrique SchanderL
Financiamento: VA e SRAP.
Participantes: Ant6nio Onofre e Jose Pereira de Almeida.
Durante 3 anos, com
"Introdu~ao
0
S. Maria"), introduziu-se urn novo predador na llha do Pico,
0
qual tern vindo a dar os
seus frutos, visto que, ao longo deste tempo, se verificou urn aumento gradual dos
efectivos da especie, uma certa dispersao e, sobretudo, eficacia no controlo dos affdeos
dos citrinos.
4.5.3 . Possibilidades de
multiplica~ao
em labora t6rio de Chrysopa carne a e suas
capacidades predadoras.
Responsavel: Vasco Garcia.
Financiamento: VA .
Participantes:
Anuncia~ao
Ventura (a preparar APCC) e Roberto Resendes.
Foram realizados ensaios com vista ii quantifica~ao da mortalidade verificada
em larvas do terceiro estado de Chrysoperia sp. (Neuroptera: Chrysopidae), por
ac~ao
do
fungo entomopatogenico Metarhizium anisop/iae (Metsch.) Sorokin, VaL anisopiiae.
Forma~ao
de casais resultantes dos ensaios com os fungos e dos ensaios "testemunho", e
acompanhamento dos mesmos, com vista ii
determina~ao
dos indices de fecundidade e
fertilidade das femeas.
4.5.4 . Estudo da dinamica populacional das pragas dos ci trinos nos
A~ore s.
Responsavel: Henrique SchanderL
Financiamento: VA e JNICT.
Participantes: Ant6nio Onofre (a preparar APCC) e Jose Pereira de Almeida.
Com
nos
A~ores"
0
"Estudo da dinamica populacional das principais pragas dos citrinos
foi possivel, nesta primeira fase, actualizar a !ista de Artropodos nocivos a
esta cultura, com a inventaria~ao de mais urn Acaro e doi s Hom6pteros Coccoidea.
Procede-se, neste momento, ao calculo de parametros bioecol6gicos para os insectos
21
Homopteros Coccoidea, com vista a avaliar os seus niveis populacionais, bern como a
obter resultados preliminares sobre a sua dinamica populacional.
4.5.5 - Importancia da eco·genetica dos padr6es elitrais de Harmonia axyridis PALLAS
(Col., Coccinellidae) na sua biologia e sua utiliza9iio em Luta Biol6gica.
Responsavel: Heruique SchanderL
Financiamento: VA.
Participantes: Daniel Coderre (Univ. Quebec), Carlos Brito, Anuncia9iio
Ventura, Antonio Onofre, Jose Pereira de Almeida, Helena Silva e Roberto
Resendes.
Foi ja demonstrado que, no momento actual, a Harmonia axyridis PALLAS
e, par excelencia, 0
predador a utilizarem lura biologica, esta ultima levada a cabo atraves
de largadas maci9as contra inumeras pragas (afideos, cochonilhas, psilas e aleuroides).
a sua enorrne plasticidade abiotica, capacidade predadora e alto
poder reprodutivo, assim como a possibilidade da sua multiplica9iio indu strial utilizando,
Tal facto fica a dever·se
para 0 efeito, ovos de Ephesria kuehniella ZELLER (Lep., Pyralidae) como alimento.
Tendo em conta a sua variabilidade elitral, e uma vez que estas forma s
depend em de varios factores, torna·se necessario conhecer quais as formas a introduzir
nos varios ecossistemas.
Estuda·se neste momento a eco·genetica das diferentes form as elitrais, bern
como a fecundidade/fertilidade, desenvolvimento e mortalidade larvares, impacte da
temperarura sobre a mortalidade e a capacidade predadora.
4.6 - SECc;:Ao DE SISTEMATICA E EVOLUc;:Ao
4.6.1 - Area de MaJacologia
OBJECTIVOS: 0 interesse na identifica9ao taxonomica radica·se na sua importiincia para
a compreensiio dos processos evolutivos. Assim, esta equipa integra, como inseparaveis
e complementares, areas de Sistematica, Genetica, Ecologia e Biogeografia. A par da
Sistematica tradicionaI, morfometrica e organografica, desenvolve-se a Sistematica
Molecular sobre componentes enzimaticos. Enquanto se identifica a variabilidade intra e
interespecifica, completa-se este estudo com a anali se genetica e comportamental. 0
estudo da biologi a, dina mica de popula90es e biogeografia das especies assim
identificadas contribuira ainda para a gestao cientffica de recursos naturais .
4.6.1.1 - Malacologia Azorica - Anatomia, Sistematica e Zoogeografia dos moluscos
terrestres endemicos dos A9ores.
Responsave!: Frias Martins.
22
Financiamento: VA.
Participantes: Regina Cunha, Carlos Brito, Arrnindo Rodrigues, Paulo Melo,
Thierry Bakeljau (Inst. Real C. Nat. - Belgica) e Peter Mordan (Nat. History
Museum ).
Projecto de ambi to geral e conduzido em prazo alongado. 0 tratamento de
varios taxa e integrado em provas academicas e/ou em
l iga~ao
com participantes
estrangeiros.
4.6.1.2 - Oxychilus atlanticus no Controlo da Fasciolose Hepatica.
Responsavel: Frias Martins.
Financiamento: VA e SRAP.
Participantes: Regina Cunha, Carlos Brito e Arrnindo Rodrigues.
De entre as especies endemicas de Zonitidae, ensaiadas na
preda~ao
de
Lymnaea truncatula, Oxychilus atlanticuS revelou-se como a especie predadora mai s
eficiente. Tendo em conta a falra de conhecimento da sua bio-ecologia, urge caracteriza-la
com mais precisao para 0 sucesso do controlo biol6gico da Fasciolose.
4.6.1.3 - Epidemiologia e controlo da Fasciolose Hepatica em Sao Miguel.
Responsavel : Frias Martins .
Financiamento: VA , Centro de Zoologia - IICT e SRAP.
Participantes: Maria
Mendon~a,
Palmira Rombert e Maria Barata (IICT),
Jorge Medeiros.
Estudo epidemiol6gico da Fasciolose em S. Miguel e controlo da helmintose
atraves da lura quimica contra 0 hospedeiro interrnediario de Fasciola hepatica, Lymnaea
truncatula.
4.6.1.4 - Especia9ao e biogeografia na malacofauna terrestre dos A90res .
Responsavel: Frias Martins.
Financiamento: VA e STRIDE (Projecto nO STRDB/C/CEN/S08/92).
Participantes: Regina Cunha, Carlos Brito, Arrnindo Rodrigues, Paulo Melo,
Thierry Bakeljau (lnst. Real C. Nat. - Belgica) e Peter Mordan (Nat. Hi story
Museum) .
De entre os taxa a90rianos , escolheu-se para este estudo Drouetia Gude,
subge nero endemico, distribufdo por todas as ilhas, aparentemente sem afinidades
conquiol6gicas com os zonitfdeos europeus actuais e Phenacolimax Stabile, vininideo
23
cosmopolita mas com grande express,'io endemica na Macaronesia, para servir de termo
de compara9ao e proporcionar 0 indispensavel elo macaronesico e mesmo
transcontinental, que se cre vir a ser escIarecedor para 0 caso Droueria.
4.6.1.5· Histologia e biologia funcional de Oxychilus (Droueria) aI/anticus.
Responsavel: Frias Martins.
Financiamento: UA .
Panicipantes: Armindo Rodrigues (a preparar APCC).
A primeira parte do rrabalho, ja concluida, efectuaram-se colheitas mensais ao
longo de todo 0 ano de 1993 em duas esta90es (Sete Cidades e Abelheira). Todos os
indivfduos foram tratados morfometricamente quer ao nfvel da concha quer do aparelho
reprodulOL As genitalias foram inclufdas em parafina para, numa segunda fase que agora
se inicia, serem estudadas do ponto de vista cito-hislOl6gico.
Componente fulcral desta investiga9,'io e 0 estudo da morfologia funcional do
complexo penial desta especie. Pretende-se seguir 0 desenvolvimento do cicIo de
matura9,'io sexual. Para tal importa identificar as altera90es citol6gicas na g6nada e
consequentes repercussOes no desenvolvimento do penis.
4.6.1.6 - Diversidade genica do subgenero Drouelia (Gude, 1911) , endemico dos
A90res (GastrOpoda: Zonitidae).
Responsavel: Frias Martins e Thierry Backeljau (Inst. Real C. Nat.
Belgica).
Financiamento: UA e STRIDE.
Panicipanres: Carlos Brito (a preparar Doutoramento).
Este estudo insere-se num projecto mais amplo, "Especia9,'io e Biogeografia
da Malacofauna Terrestre dos A90res", que inclui, entre outros, a caracteriza9,'io da
variabilidade genica, intra e interespecffica, do subgenera endemico Droueria. A sua
interpreta9,'io permitira tra9ar a hist6ria geneaJ6gica daqueJes Iaxa, contribuindo para a
clarifica9,'io da posi9ao sistematica das especies consubgenericas em causa. Procurar-se-a
responder a quest,'io dos limites da variabilidade intraespecffica e da consequente coes,'io
da enridade basica da evolu9,'iO: a especie.
4.6.1.7 - Eco-etologia de Oxychilus (DroueIia) aI/anticus.
Responsavel: Frias Martins.
Financiamento: UA e STRIDE.
Participantes: Regina Cunha (a preparar DoutOramenlO) e Peter Mordan (Nat.
History Museum).
1?PaLCr.iJ 5lnUiJ! tie 5lctivi£tuU..< ,u, 'Departa""n", tie 'lJiolnSia 1992/93
24
"Especia~ao
e Biogeografia
Oxychilus (Drouetia) atlanticus
e uma especie
Este estudo insere-se num projecto mais amplo,
da Malacofauna Terrestre dos
A~ores".
endemica da malacofauna terrestre de Sao Miguel. Este trabalho, de cariz
predominantemente ecol6gico, pretende caracterizar 0 habit(lJ da especie e a sua dinam ica
populacional.
4.6.1.8 - " Network in molluscan genetics, diversity and sistematics".
Responsavel: Frias Martins.
Financiamento: CE
Panicipantes: Regina Cunha, Carlos Brito, Armindo Rodrigues, Paulo Melo,
Thierry Bakeljau (Inst. Real C. Nat. - Belgica) e Peter Mordan (Nat. History
Museum).
Decorrente de contactos havidos durante
0
Congresso de Malacologia em
Siena, IuBia, urn grupo de cientistas propos-se formar uma rede de
investiga~1io
com vista
a incentivar 0 estudo integrado de vanas venentes da Malacologia.
4.6.2 - Area de Biologia Marinha
OBJECTIVOS: (i)
0
conhecimento do meio marinho aJicer~ou-se na sistematica de algas,
crustaceos, moluscos e peixes; (ii) os estudos de biologia, dinamica das
biogeografia das especies assim identificadas permitem a
localiza~ao
popula~6es
e
e gestao cientffica de
recursos naturais; (iii) integrando dados taxonomicos, biogeograficos e ecologicos
procura-se compreender a evolu~ao da vida marinha do Arquipelgo,
e, eventual mente, prever
0
seu componamento futuro; (iv)
0
seu estatuto actual
colabora~ao
em estudos de
impacte ambiental e ordenamento do litoral.
4.6.2.1 -
Composi~ao
e
organiza~1io
das comunidades macrofito-bent6nicas do litoral
de S. Miguel - A~ores.
Responsaveis: William Farnham (Univ. Ponsmouth) e Frias Manins.
Financiamento: UA.
Participantes: Ana Neto (a preparar Doutoramento).
4.6.2.2 - Estudo da
organiza~ao
e da
distribui~ao espa~o-temporal
zool6gica do JitoraJ marinho da ilha de Sao Miguel
(A~ores) .
Responsavel : LUIs Arruda (Univ. Lisboa).
Financiamento: UA .
Participantes: Jose Azevedo (a preparar Doutoramento).
de uma comunidade
25
4.6.2.3 - Estudo das comunidades carcinologicas intenidais da ilha de Sao Miguel.
Responsavel: Frias Martins
Financiarnento: VA.
Participantes: Ana Costa (a conduir APCC).
4.6.3 - Area de Ornitologia
4.6.3.1 - Bioecologia de Passer domesticus nos
A~ores.
Orientadora: Maria da Luz Mathias (Univ. Lisboa)
Financiarnento: VA.
Participantes: Fatima Medeiros (a concluir Doutoramento)
Obten~ao
de dados da estrutura populacional e componamento de Passer
domesticus (taxas de sobrevivencia dos efectivos populacionrus, padr6es de
utliza~ao
dos
locrus onde se concenrrarn os recursos a1imentares, fidelidade de uso de dormitorios) que
pennitirao avaliar a eficacia de uma eventual estratl:gia de controlo; estudo da s
potencialidades evolutivas (morfol6gicas e geneticas) de Passer domes ticus, introduzido
nos
A~ores
ha apenas 30 anos.
4.6.4 - Area de MarnaJogia
OBJECTrvoS: (i) estudo da dinamica populacional dos coelhos selvagens; (ii) analise
comparativa dos resultados obtidos nas
avalia~ao
popula~6es
da diversidade genetica na gestao de
nomeadamente em programas de
cons erva~ao
repovoamento ou reintrodu~ao; (i ii)
de coelhos contribuira para a
popula~6es
de especies
caracteriza~ ao
de baixos efectivos,
amea~adas
e urn projecto de
genetic a de popula~6es das diferentes
llhas, sendo isto particularmente relevante no que se refere
aSistematica Molecular; (iv)
demonstrar que uma fase bern docum entada da Hi storia dos Descobrimentos Ponu gueses
po de conoibuir para dar res posta a uma questao central da
Evolu~ao
do relacionamento
humane com uma especie animal sujeita a domestica~ao.
4.6.4.1 - Bioecologia do coelho selvagem na regiao
A~ores.
Responsavel : Gil Ferraz de Carvalho.
Financiarnento: VA e SRAP.
Panicipantes: Pedro Pereira.
4.6.4.2 - Analise da diversidade Gen e ti ca em
gestao e
conserva~ao
popula~6es
das especies.
Orientador: Antonio Amorim (Univ. Pono)
naturais, importancia na
26
Financiamento: UA, Ciencia (CIRN) e SRAP.
Participantes : Amelia Fonseca (a preparar APCC).
coloniza~iio
4.6.4.3 - Povoamento e
origem das
popula~6es
das ilhas Atl an ticas: uma via para a
elucida~ao
da
ponuguesas do coelho domestico.
Responsavel: Gil Ferraz de Carvalho.
Financiado: UA e SRAP.
Participantes: Amelia Fonseca e Pedro Pereira.
4.6.4.4 • Analise na ordem Lagomorpha da sua imponancia como reservat6rios de
zoonoses (Leptospirose, Rickettiose e Borreliose) em
Insti tui~6es
colabora~iio
com
Regionais e do Continente.
Responsavel: Maria da Luz Mathias (Univ. Lisbca).
Financiamento: STRIDE.
Panicipantes: Ferraz de Carvalho, Jose Matos (DCA-UA).
5 - PRESTA<;:OES DE SERVI<;:OS
5.1 - Estudo botanico e ordenamento dos jardins de Vila Franca do Campo. Ao abrigo
do protocolo de
coopera~ii.o
Vila Franca do Campo,
0
entre 0 Depanamento de Biologia e a Camara Municipal de
Depanamento presta apoio ao estudo botiinico e ordenamento
dos jardins do concelho. Panicipantes: Duane Funado e Jose Manuel Almeida.
5.2 - Jardim da Santa Casa da Miseric6rdia do Divino Espirito Santo da Maia.
Orienta~ ao, identifica~ao
e
impJanta~ao
de novos especimes no jardim da Maia.
Participantes: Duarte Funado e Jose Manuel Almeida.
5.3 - Combate ao escaravelho japones na Ilha Terceira, utilizando Nematodos, Bac terias
e Fungos Entomopatogenicos. Participantes: Nelson Simoes; Ant6nio Martin s; Jose
Manuel Neves; Carla Mendes; Carlos Ribeiro e Jose Silvino Rosa.
5.4 . Estudo da Ecologia e Epidemiologia dos Nematodos Parasitas dos Ruminantes
Domesticos nos
A~ores.
Parricipantes: Nel son Simoes; Ant6nio Martins; Carla Mendes;
Jose Silvino Rosa.
5.5 - Consultadoria
a Camara
Municipal de Ponta Delgada. A Assisten te-E stagiaria
Helena Cal ado cola bora , como consultora da Cam ara Municipal de Pont a DeJgada, no
Projecto de
Recupera~iio
do Mercado Municipal de Ponta Delgada.
1vla!brio !,,"uai it 5Ir.tivUi.lUies tf<> 1JcpllrUlnU:nto de 1Jiou,Oia 1992/93
27
5.6 - Jardim do campus Universitano de Ponta Delgada.
das especies existentes.
realiza~ao
Introduc~ao
de novas especies.
Classifica~ao
Coordena~ao:
e ordenamento
Brandao Oliveira,
a cargo de Duane Funado.
5_7 - Ovos de Epheslia kuehniella Zeller (Lep., Pyralidae). A
Parasit6ides fomece regularmente ovos de E. kuehniella,
Sec~ao
a Sec~ao
de lnsectos
de Predadores
Entom6fagos, ao Departamento de Biologia da Universidade de Evora e
a Unidade de
Ciencias e Tecnologias Agrarias da Universidade do Algarve, que se destinam it
multiplica~ao
5.8 -
de diversos entom6fagos.
Colabora~ao
Sec~ao
com a
de Hist6ria Natural do Museu Carlos Machado. A
equipa de Biologia Marinha colabora com a Sec~ao de Hist6ria Natural do Museu Carlos
Machado, na
reorganiza~ao
e actualiza~ao das
colec~6es
de organismos marinhos.
5.9 - Projecto do Emissario Submarino de Aguas Residuais de Ponta Delgada. A
Assistente Ana Neto faz parte da Comissao de acompanhamento do projecto do Emissano
Submarino de Aguas Residuais de Ponta Delgada.
6 - EXPEDH;AO CIENTIFICA FAIAL 1993
o Departamento de Biologia da Universidade dos A~ores realizou, entre 26 de
Junho e 03 de Julho de 1993 uma Expedi~ao Cientffica a ilha do Faial, a semelhan~a de
outras efectuadas em an os anteriores noutras ilhas e ilheus dos
A~ores,
nomeadamente
Topo/Sao Jorge (1985), Graciosa (1988), Flores.(1 989), Santa Maria e Fonnigas (1990) ,
Pico (1991), Formigas (1991) e Sao Jorge e Topo (1992).
Esta
pennitir
0
expedi~ao
teve como objectivos fundamentais, em primeiro lugar,
dialogo entre a comunidade cientffica (nomeadamente os Depanamentos de
Biologia e de Oceanografia e Pescas) e a
popula~ao
faialense e, segundo, desenvolver
estudos do foro da Geografia, Biologia, Ecologia e Qufmica Bio16gica que darao lugar a
publica~ao
de uma monografia sobre a ilha do Faial.
Na
expedi~ao
participaram 78 especialistas da Regiao, do Continente
Ponugues e do Estrangeiro, integrando-se nas varias equipa s de
investiga~ao
do
Departamento de Biologia (Quadro 4) e do Departamento de Oceanografia e Pescas da
Universidade dos
A~ores,
nomeadamente na de Geografia Ffsica e Humana, Botanica,
Biologia Maril)ha, Predadores Entom6fagos, Pragas Agrfcolas e Insectos Parasit6ides,
Microbiologia, Mamologia, Malacologia, Comunidades de Peixes,
Caracteriza~ao
fisica de urn Efluente Industrial, DetritOs Alimentares do Polvo e Distribui~ao de
Bio-
Ouri~os­
do-mar e Qufmica Biol6gica. Estas equipas foram chefiadas, respectivamente, pelo Dr.
28
Joao Porteiro, Eng' Maria Graciete Maciel, Dr. Jose Azevedo, Doutor Henrique
Schanderl, Doutor Joao Tavares, Dr. Silvino Rosa, Dr. Ferraz de Carvalho, Eng' Regina
Cunha, Doutor Ricardo Santos, Dr. Gui Menezes, Dr. Joao Gon<;alves e Dr' Elisabete
Lima.
Os especialistas pertencem aos quadros de varias insritui<;oes: (i) regionais
(Universidade dos Ac;:ores, Secretaria Regional do Turismo e Ambiente, Centro dos
Jovens Naturalistas de Santa Maria e Museu Carlos Machado); (ii) nacionais
(Universidade de Coimbra - Instituto Botanico, Universidade Nova de' Lisboa Faculdades de Ciencia e Tecnologia e de Farmacia); (iii) estrangeiras [Escuela Tecnica
Superior de lng. Agronomos (Valencia, Espanha) e do In stitut Royal des Sciences
Naturelles de Belgique e Universiteit Antwerpen - VIA (Belgica)].
A Organizac;:ao desta expedic;:ao contou, na ilha do Faial, com os apoios de
varias enridades, entre as quais se salientam
0
Comando Naval do Ac;:ores, Camara
Municipal da Horta, Servic;:o Regional de Protecc;:ao Civil, Departamento de Oceanografia
e Pescas, Secretaria Regional de Agricultura e Pescas (Servic;:os Florestais), Secretaria
Regional cia Juventude, Emprego, Comercio, Industria e Energia, Secretaria Regional de
Habitac;:ao e Obras Public as, Secretaria Regional de Turismo e Ambiente, Polfcia de
Seguranc;:a Publica da Horta, Empresa de Electriciciade dos Ac;:ores (Delegac;:ao da Horta),
Aeroportos e Navegac;:ao Aerea (Aeroporto da Horta) , Regimento de Infantaria cia Horta,
Bombeiros Voluntarios da Horta, Tecnovia (Delegac;:ao da Horta) e Cooperativa de
Lacricinios da Horta.
Con sideramos que foram atingidos os objectivos propostos inicialmente para
a Expedi<;ao Cientifica FAIAL 1993. Restam 2 ilhas do Arquipelago que ainda nao foram
abrangidas por este projecto (Ilhas Terceira e Corvo), pelo que
0
pr6ximo projecto deve
ser a Expedic;:ao Cientifica TERCEIRA 1994, em colaorac;:ao com
0
Departamento de
Ciencias Agrarias . No entanto, pensamos organizar brevemente uma semana dedicada a
reflexao, debate e divulgac;:ao das actividades desenvolvidas no proprio Departamento.
Nesta reflexao , alem dos alunos, docentes e investigadores de oun-os Departamentos,
poderiam participar os orientadores das provas academicas , os colaboradores cientfficos
dos projectos e personaliciades de reconhecido merito.
29
7 - DESLOCAC;OES EM SERVIC;O
7.1 - Estagios, congressos, reunioes e outros
Na listagem que se segue apresentam·se algumas actividades desenvolvidas
pelos nossos quadros e que contribuiram sobretudo para a formayao profissional e
divulgayao. A maioria das actividades tiveram lugar no exterior, on de especialislas
facultararn orienlayOes metodol6gicas, fundarnentais ao prosseguimenlo da investigac;:ao e
da progressao na carreira dos quadros do Departamento.
12 Sel- 3 Out. 1992. Maria Joao Pereira. Apreciayao do Valor Nutritivo das Pastagens.
ESlagiO no "Laboratoire dccologie des Prairies" da Faculdade de Ciencias
Agron6micas da Universidade Cal6lica de Lovaina (Belgica). sob orientayao
do Prof. DOUlor J. Lambert.
Oul - Dez. 1992. Carla Mendes. Caraclerizac;:ao de Xenorhabdus spp. isolados nos
Ayores. Laboratoire de Pathologie des Invenebres. Univ. Montpellier.
Responsavel- DOUlor N. Boemare.
9 - 13 Nov. 1992. Joao Tavares, LUIsa Oliveira, Virgflio Vieira, Pauicia Garcia e LUIs
Silva. Participac;:ao no VOCongresso Iberico de En tomologia. orgaruzado pela
Soc. Port. de Entomologia. Lisboa.
Nov. 1992. Helena Calado. Visita
a "Feira
de Exposiyao e Mostra de Sistemas de
Informac;:ao Geografica" , integrada na AGI, Binnigham.
Nov. 1992. Helena Calado. "State of Ane in GIS" e "Environmental Aplications of
GIS", Curso s ministrados pelo Birkbeck College da Univ . de Londres.
Consulta bibliografica na National Geographic Society. Contactos com 0
Professor Jonathan Raper do Birkbeck College da Universidade de Londres e
com
0
Professor Jonathan Reynolds do Templeton College da Universidade
de Oxford.
Nov . - Dez. 1992. Ant6nio Onofre. Esr<igio na catedra de Entomologia Agricola na
Escola Superior de Engenheiros Agr6nomos da Universidade Politecnica de
Valencia. sobre a orientac;:ao do Doutor Fernando Garcia-Mari, professor
catedr<itico.
Dez. 1992. Carlos Ribeiro. Estudo de hem6citos de Insectos. Laboratoire de Pathologie
des Invenebres. Univ. Montpellier Responsavel- DOUlor M. Brehelin.
20 - 22 Jan. 1993. Henrique Schanderl, Ant6nio Onofre e Jose Almeida. Participayao no
I" Congresso de Citricultura. realizado em Silves.
Jan. 1993. Jose Silvino Rosa. Sistematica de Steinernema e de Heterorhabditis Sta tion
des Nematodes. INRA Antibes , Franya. Responsavel - DOUlor C. Laumond.
30
'RFatOrio !'!nua! i, !'!ctividtu£", io 'D'pana",,""',u 1Jiowg'" 1992/93
4 - 5 Mar. 1993. Virgflio Vieira.
Participa~ao
no II Encontro Nacional de
Protec~ao
Integrada, promovido pela Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro
(Vila Real de Tnis-os-Montes).
10 - 15 Mar. 1993. Ana Isabel Neto.
Des loca~ao
Universid ade de Portsmou th para
prepara~ao
ao Natural History Muse um (Londres) e
prepara~ao
do plano de Doutoramento e
de dois artigos cientfficos sobre as Macroalgas da Reserva Natural
Marinha do Monte da Guia (Faial), para serem submetidos a revistas
intemacionais .
18 Mar. - 8 Abr. 1993 . Ana Isabel Neto.
Desloca~ao
ao Halifax Fisheries Research
Laboratory , Halifax, Canada, subsicliada por uma Bolsa de Curta
Funda~ao
Calouste Gulbenkian, para
realiza~ao
Dura~ao
de urn estagio de
da
fonna~ao
em tecnicas de trabalho de campo e de laboratorio, aplicadas ao estudo das
Macroalgas marin has.
Abr. 1993. Joao Porteiro. Contactos e
colabora~ao
com
0
Departamento de Ciencias e
Engenharia do Ambiente (Eng. Carmona Rodrigues), no ambito do projecto
Controlo da Eutrofiza~ao da Lagoa das Furnas.
Abr. 1993. Helena Cal ado e Jolio Porteiro. "Mapgraflx-mapping system",
Fonna~ao
Ac~ao
de
ministrada pel a empresa GISIA - Solu~6es Infonnaticas.
6 - 26 Abr. 1993. Manuela Lima. Estagio na Universite du Quebec
orienta~ao
da Professora Francine Mayer.
Doutoramento
"Doen~a
Elabora~ao
de Machado-Joseph nos
11.
Montreal , sob
preliminar do Plano de
A~ores.
Abordagem
genealogica, demografica e genetica".
20 - 28 Abr. 1993.
Anuncia~ao
Ventura, Antonio Onofre, Patricia Garcia, LUIsa Oliveira,
Luis Silva e VirgHio Vieira. Frequentararn 0 curso de Estatfsrica Mulrivariada
com SPSSpc+v4.0, promovido pelo Departamento de Economia e Gestao da
Universidade dos
A~ores,
e da responsabilidade do ISCTE.
12 - 15 Abr. 1993. Joao Tavares, Luisa Oliveira, Virgl1io Vieira, Luis Silva, Jeremy
McNeil (Univ. de Laval), Bernard Pintureau (lNRA-INSA de Lyon ) e Lorete
Anunciada (Univ. do Algarve). Reuniiio realizada no ambito do contrato
celebrado entre a JNICT e a Universidade dos
A~ore s
Biologia), ao abrigo do Programa STRIDE, visando
(Departamento de
financiamento do
0
Projecto nO STRDB/C/AGR/194/92, intitulado "Estudos bioecologicos e
geneticos de Mylhimna unipuncla (Haworth).
Defini~ao
duma estrategia de
luta." .
Abr. - Mai. 1993. Monica Moura.
Estagio na
Esta~ao
Varennes de
Micropropaga~ao
Agron6mica Nacional, sob
Mendon~a,
para
prepara~ao
16 - 21 Mai. 1993 . Jose Manuel Azevedo.
participa~ao
de Plantas Endemicas dos
no Seminario:
orienta~ao
A~ores.
da Eng' Amarillia
de provas de A.P.C.C..
Desloca~ao
"Conserva~ao
ao Porto e Lisboa. No Porto
e Desenvolvimento das Zonas
'lI,tfa tiTrio 5lnua!
ae 5l,tivUiJuft..> a" 'lJepaTtJlmlnto <it 'lJiologia 1992/ 93
Litorais". Em Lisboa, reuniao com
0
31
Professor LUIs Arruda, orientador de
Doutoramento, para discussao dos primeiros resultados obtidos e
planeamento do seguimento dos rrabalhos.
30 Mai. 1993. Joao Porteiro.
Participa~ao
no projecto financiado pelo STRIDE,
"Tecnicas inovadoras na manipula<;ao de ecossistemas lacusrres".
Mai. - Set. 1993. Paulo Oliveira. Produ<;ao e
caracteriza~ao
de anticorpos monoclonais
conrra glucose do fungo Coriolus versicolor. INETI - DTIQ. Responsave!
Prof. A. Karmali .
1 - 4 Jun 1993. Luis Silva. Frequentou
GeogrMica, promovido pela
da Universidade dos
0
Seminario sobre Sistemas de
Sec~ao
Informa~ao
de Geografia, Departamento de Biologia
A~ores.
5 - 6 Jun. 1993. Joao Porreiro. Participa<;ao no "1 ° Enconrro de
Associa~i5es
de Defesa
do Ambiente", Horra.
23 - 24 Jun. 1993. Joao Porreiro.
Jorge, com a
Parricipa~ao
apresenta~ao
na "Semana da Cor", Calheta de Sao
de uma comunica~ao sobre Educa<;ao Ambiental.
28 Jun. - 5 Jul. 1993. Virgilio Vieira. No ambito do Projecto de
Investiga~ao
"STRIDE-
Estudos bioecol6gi cos e geneticos de Mythimna unipuncta (Haworth).
Defini~ao
duma estategia de luta", deslocou-se as ilhas de S. Jorge, Pico e
Flores, tendo em vista a captura de adultos desta especie.
5 - 23 Jul. 1993. Anuncia<;ao Ventura. Tecnicas de
multiplica~ao
de Chrisopas na
Universidade de Paul Sabatier - Toulouse. Responsavel: Michel Canard.
19 - 21 Jul. 1993. Virgflio Vieira. No ambito do Projecto de
Investiga~ao
"STRIDE-
Estudos bioecol6gicos e genetic os de Mythimna unipuncta (Haworth).
Defini<;ao duma estau:gia de luta", deslocou-se
a ilha de Santa Maria, tendo
em vista a captura de adultos desta especie.
1 - 5 Set. 1993. Manuela Lima.
Participa~ao
no VIII Congresso da Sociedade Espanhola
de Anrropologia Biol6gica, Madrid, onde apresentou uma comunica~ao.
3 - 7 Set. 1993. Joao Porreiro.
Participa~ao
na Ac<;ao de
Forma~ao "Eutrofiza~ao
em
Meios Unticos", organizada pela Direc~ao Regional de Ambiente, Horta.
S - II Set. 1993. Manuela Lima. Estagio no Instituto de Anrropologia da Universidade
de Coimbra, sob
orienta~ao
do Professor Augusto Abade. Defini<;ao do
Plano de Doutoramento e analise preliminar dos dados ja recolhidos.
12 - IS Set. Manuela Lima. Enconrro com a Domora Paula Coutinho, no Instituto de
Ciencias Biomedicas Abel Salazar. Defmi<;ao de urn Plano de Colabora<;iio.
6 - 10 Set. 1993. Henrique Schanderl e Ant6nio Onofre. Participa<;ao no VOCongresso
de "Aprudophaga", realizado em Antibes e organizado pel a OILB.
11 - 17 Set. 1993 . Henrique Schanderl e Ant6nio Onofre. Reuniao no INRA de Antibes
sobre novas tecnicas de multiplica<;ao de Predadores e metodos de
32
amosrragem em Fruteiras. Paralelamente, Ant6nio Onofre efectuou urn
esragio no INRA de Val bonne sobre a direc~ao de Pierre Brun.
10 - 25 Set. 1993. Joao Tavares. Visita a varias
Esta~6es
de Zoologia do INRA
[(Versailles, Lyon (laborat6rio associ ado do INRA-INSA), Avignon,
Antibes e Valbonne)[ e Universidades [(Paris VI e Sorbonne (Paris), Claude
Bernard e Instirut Nationale des Sciences AppJiquees (Lyon), Aix-Marseille
III (Marseille) e Universite de Nice (Nice)), com vista it
investiga~ao
e ensino na area de luta biol6gica e
coopera~ao
modeliza~ao
na
de sistemas
biol6gicos.
4 - 9 Out. 1993. Ant6nio Frias Martins, Joao Tavares, Fatima Melo, Ana NelO, Jose
Azevedo, Ana Costa, Patricia Garcia, Luis Silva. Participaram no IO Simp6sio
lnternacional "Fauna e Flora das Ilhas Atliinticas", organizado pelo Museu
Municipal do Funchal e pela
Delega~ao
Regional da Madeira da
Ponuguesa de Bi610gos, onde apresentaram varias
posters (ver
Associa~ao
comunica~6es
orais e
publica~6es).
Out. 1993. Jose Campos Fernandes.
Participa~ao
no Seminario de
lntegra~ao
do Sistema
do Ensino Superior Catarinense com Universidades Portuguesas,
Universidade do Vale do Itajai, Brasil.
Out. 1993 . Jose Campos Fernandes.
A~oriana,
Participa~ao
no Curso de Hist6ria e Cultura
Universiade Federal de Santa Catarina, Brasil.
18 - 21 Out. 1993. Virgilio Vieira. No ambito do Projecto de
Investiga~ao
"STRIDE -
Estudos bioecol6gicos e geneticos de Mythimna unipuncta (Haworth).
Defini~ao
duma estategia de lura", deslocou-se
a ilha do
Corvo, tendo em
vista a caprura de adultos desta especie.
22 Out. 1993 a... Ana Cristina Costa.
Desloca~ao
11 Universidade de Odense, Dinamarca,
para integrar a Equipa do Prof. M. Depledge, em estudos de eCOloxicologia e
ecofisiologia de crustaceos decapodes, aplicados a organismos do litoral da
ilha de Sao Miguel.
7.1.1 . Visitantes e Estagiarios do exterior
Out. 1992 a ... Gl6ria Gomes (Univ.
A~ores
- DCA). Estagio de finalista do Curso de
Ciencias Agranas - Engenharia Agricola - na
Sec~ao
sobre "Elementos sobre a biologia e diniimica de
de InseclOs Parasit6ides,
popula~6es
unipuncta (Haworth) (Lepidoptera, Noctuidae) na ilha Terceira
de Mythimna
(A~ores)".
23 Out. a 8 Nov. 93. DOUlor N. Boemare (Directeur de Recherches, Univ . MontpellierFrance). Participou no "JO Symposium sobre Entomopathogenic Nematodes
for Biological Control". Trabalhou com a equipa de Microbiologia na
~tbrio !!lnual., !!l,ti:nLat£u'o 'lkpartarru" UJ
Ii< 'BwiogitJ 1992/93
33
caracteriza<;iio de Xenorhabdus nemarophilus dos novos isolados dos A<;ore s
de Sreinernema e de Hererorhabdiris. Fez duas conferencias para os
eSludantes do 4" ano de Biologia - Ramo de biologia Aplicada sobre "Novas
Uliliza<;6es dos Microrgani smos".
6 - 21 Nov . 92. DOUlor C. Laumond (Direcleur de Recherches, INRA, France).
Panicipou no "1° Symposium sobre Entomopathogenic Nematodes for
Biological Control". Trabalhou com a equipa de Microbiologia na
caracteriza<;ao de novos isolados dos A<;ores de Sreinernema e de
Hererorhabdiris.
6 - 21 Nov. 92. Doutor M. Brehelin (Directeur de Recherches, Univ. Montpellier,
France). Panicipo u no" I" Symposium sobre Entomopathogenic Nematodes
for Biological Control". Trabalhou com a equipa de Microbiologia no estudo
da citotoxicidade de SIE de Sreinernema carpocapsae.
Jan . 1993. Doutora Lorete Anunciada (Professora As sociada da Univ. do Algarve). Ao
abrigo da coopera<;ao entre
0
Depanamento de Biologia e a Unidade de
Ciencias e Tecnologias Agrarias da Universidade do Algarve, realizou na
Sec<;ao de In sectos Parasit6ides urn estudo sobre a "Influencia da temperatura
sobre 0 numero de acopulamentos de Trichogramma sp. (estirpe algarvia)".
Mar. 1993 - DOUlOr Daniel Coderre (Profes sorCatednitico da Univ . Quebec - Canada).
Estagio na Sec<;ao de Predadores Entom6fagos sobre multiplica<;ao de
Predadores Entom6fagos.
1 - 7 Abr. 1993. Doutora Manuela Roque (lnvestigadora Auxiliar do nCT) . Trabalhou
com a equipa de Microbiologia na programa<;iio de trabalho sobre Ecologia de
nemar6ides. Fez duas conferencias para os estudantes do 42 ano de BiologiaRamo de biologia Aplicada sobre "Nemat6ides parasitas de Vel1ebrados".
1 - 15 Jun. 1993 - Doutor Daniel Coderre (Profes sor Catedratico da Univ . Quebec Canada). Estagio na Sec<;ao de Predadores Entom6fagos sobre multiplica<;iio
de Predadores Entom6fagos.
27 Set. - 17 Dez. 1993 - Estagios no ambito do Program a EURODISSEIA: Lluis Falp
(Espanha) na Sec<;iio de Insectos Parasit6ides; Nancy Bouvart (Belgica) na
Sec<;iio de Microbiologia, Parasitologia e Imunologia; Eric Lacasse (Belgica) e
David Martinez (Espanha) na Sec<;iio de Predadores Entom6fagos.
12 -15 Out. 1993 . DOUlor George Markin (lnvestigador do United States Depanment of
Agriculture - Forest Service). Visita a Sec<;iio de Insectos Parasit6ides inserida
no projecto "Luta Biol6gica contra Myrica Faya Aiton no Hawaii" : ponto da
situa<;iio do projectO.
34
7.2 -
Desloca~6es
e financiamento
Nos Quadros 4, 4a e 6 apresentamos as
desloca~6es
efectuadas pelos
Docentes, Investigadores, Tecnico Superior e Tecnicos do Departamento, a partir de
Janeiro de 1993, destinadas a pennitir a maioria das acc6es no pals e no estrangeiro
descritas no ponto 7, assinalando-se a sua
dura~ao.
Nos Quadros 5, 5a e 7 indica-se a
origem do seu financiamento (transportes e ajudas de custo).
7.2.1 - Regionais e Nacionais
Desloca~6es
QUADRO 4
Nacionais por meses (Local data de/a, ou de/a-mes que term ina)
Docente/Investigador JANEIRO
ALMEIDAJ.
AZEVEDOJ.
BRlTO C.
CABRAL C.
CALADOH.
CARVALHOG.
COSTA A.
CUNHA R.
FERNANDES J.
FONSECA M.
RJRTADOD.
GARCIA P.
GARCIA V.
GON<;:ALVES V.
LIMA M.
MACIEL M.
MARTINS. A. P.
MARTINS A. F.
MEDEIROS F.
MOURA M.
NETOA.
NEVES J.
OLIVEIRA J.
OLIVEIRA L.
OLIVEIRA P.
ONOFRE A.
PEREIRA M.
PORTEIROJ.
RIBEIRO C.
RODRI GUES A.
ROSA S.
SCHANDERL H.
SILVA A.
SILVA L.
SIMOES N.
TAVARESJ.
VENTURA M.
VIEIRA V.
FEVEREIRO
MAR<;D
ABRIL
MAIO
Silves 20/24
Lisboa 16129
Coimbra 24/30
Faial 1/5
Pi co 16/19
Li sboa 24121
Lisboa 27/1
Lisboa 26{29
Luso 27/5
Minho 9/30-7
Lisboa 5/5-9
Silves 20/24
Coimbra 5/16
Tereein! 26/6
Silves 20/24
Lisboa 13/20
Lisboa 19/21
Luso 27/5
Evora 24
Lisboa 17/18
Tereein! 7
V ila Real 4/5
35
QUADRO 4a
Desloca~5es Nacionais por meses
Docentelln ves ti gador
JUNHO
ALMEIDAJ.
AZEVEDO J.
BRITO C.
CABRAL C.
CALADOH.
CARVALHOG.
COSTA A.
CUNHAR.
FERNANDES J.
FONSECA M.
FURTADOD.
GARCIA P.
GARCIA V.
GON<;:.-".L YES V.
LIMA M.
MACIELM.
MARTINS. A. P.
MARTINS A. F.
MEDEIROS F.
MOURA M.
NETO A.
NEVES J.
OLiVEIRAJ.
OLIVEIRA L.
OLIVEIRA P.
ONOFRE A.
PEREIRA M.
PORTEIRO J.
RIBEIRO C.
RODRIGUES A.
ROSA S.
SCHANDERL H.
SILVAA .
SILVA L.
SIMOES N.
TAVARES J.
VENTIJRA M.
VIEIRA V.
FaiaJ 26(3
FaiaJ 26(3
Faial 26(3
Coi
Faial 26(3
Faia126(3
Faial 26(3
Faial 26(3
Lis boa 16/19
Faial 26(3
Faia126(3
(Local data de/a, ou de/a-mes que term ina)
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO OU1lJBRO
FunchaJ 4/9
F. FI. SM 1112
Terceira 13/16
Lisboa 15129
Flores 8/12
Funchal 4/9
F. Fl. SM 11/23
Fl. Corvo 27/30
Funchal 4/9
Faial 1(3
Faia126(3
Aveiro 2/17
Coi. Pono 26/5
Faial 26(3
F. Fl. SM 11123
Funchal 4/9
Faia126(3
Funchal419
Minho 9/5-3
Lisboa 19123
Faia126(3
Queluz 16(31
Faia126(3
Faial 26(3
Faia126(3
Faial 26(3
Faial 26(3
Faial 26(3
Faia126/3
Faia126(3
Faial 26(3
Faia126(3
Faia126/3
Faia12612
Horta 3/4
F. FI. SM 11/23
Lisboa 19123
Lisboa 27/11-7
Funchal4/9
Funchal4/9
I 2/5, SM 19/2
Corvo 18/20
=COimbra; F =Faial ; FI =Flores; SM =Santa Maria
Salienta-se que a Universidade dos A~ores, durante 0 lQ semestre, financiou
os transpones destas desloca~6es (Quadro 5), mas durante os meses seguintes tal nao
aconteceu devido as dificuldades de Tesouraria. A ssim, os transportes passaram a ser
financiados por projectos que tinham cabimento de verba (Quadro Sa) . No que diz
respeitO as ajudas de custo, elas foram financiadas por projectos, salvo raras excep~6es
(Quadros Sa e 7).
36
QUADRO 5
Financiamento das desloca~6es Nacionais (rransportes + ajudas de custo)
Docente!lnvestigador JANEIRO
ALMEIDA 1.
AZEVEDO 1.
BRITO C.
CABRAL C.
CALADOH.
CARVALHOG.
COSTA A.
CUNHA R.
FERNANDES l.
FONSECA M.
FURTADOD.
GARCIA P.
GARCIA V.
GON<;:ALVES V.
LIMAM.
MAClELM.
MARTINS. A. P.
MARTINS A. F.
MEDEIROS F.
MOURA M.
NETOA.
NEVES 1.
OLIVEIRA 1.
OLIVEIRA L.
OLIVEIRA P.
ONOFRE A.
PEREIRA M.
PORTEIRO 1.
RIBEIRO C.
RODRIGUES A.
ROSA S.
SCHANDERL H.
SILVA A.
SILVA L.
SIMOES N.
TAVARES 1.
VENTURAM.
VIEIRA V.
.
FEVERElRO
MAR<;D
ABRIL
MAIO
Silves *+pc
Lisboa *+*
Coimbra *+p
Faial *+k
Pi co &+&
Lisboa *+x
Lisboa §+§
Luso *+y
Minho *+y
Lisboa *+x
Lisboa *+
Si lves *+pc
Coimbra *+w
T erceira * + *
Silves *+pc
Lisboa *+c
Lisboa *+*
Evora *+*
Luso *+y
Terceira *+
Lisboa j+j
Vila Real *+j
.
- da Flora. Geografla: I=ESludos
notanlca: p=1ardms Botamcos; w=Pastage ns; x=Protec,ao
Antropol6gicos. Insect", Parasit6ides: b=Apamelcs; j=Hospedeiro Ephestia; n=FLAD!Tricogramas;
r=Myri ca faya; #=STRID Mythimna. Predadores Entom6fagos: c=Biofabrica 1oaninhas;
o=Hatrmonia; q=1oaninhas. Micr obiologia ... : h=Ecologia Nematodos; m=FLAD; s=Nematodos;
t=NemalOdo s 966/90/ BIO; u=Parasitas ruminantes; y=STRID/C/BIO 398/92. Sistematica e
Evolu,ao: a=ABL A/MA C; f=Coelho; g=Consulmar; I=Fa sc iolose; v=PardaI ; z=STRID
DB/C/CEN/S08/n. Outros: *=Depatrtamento; d=Bolsa exterior; e=CIRN; k=Exped i,ao; §=Outros;
&=Reitoria.
37
QUADRO Sa
Financiamento das desloca95es Nacionais (transportes
Docente/Investigador
JUNHO
ALMEIDAJ.
AZEVEDO J.
BRITO C.
CABRAL C.
CALADO H.
CARVALHOG.
COSTA A.
CUNHA R.
FERNANDES J.
FONSECA M.
FURTADOD.
GARCIA P.
GARCIA V.
GON<;:ALVES V.
LlMAM .
MACIEL M.
MARTINS. A. P.
MARTINS A. F.
MEDEIROS F.
MOURAM.
NETOA.
NEVES J.
OLIVEIRA J.
OUVElRAL.
OLIVEIRA P.
ONOFRE A.
PEREIRA M.
PORTEIRO J.
RIBEIRO C .
RODRIGUES A.
ROSA S.
SCHANDERL H.
SILVA A.
SILVAL.
SIMOES N.
TAVARES J.
VENTURAM.
VIEIRA V.
Faial k+§
Faial k+§
Faial k+§
FaiaJ k+§
Faial f+f §
Faial k+§
Faialk+§
Lisboa *+*
FaiaJ k+§
Faial k+§
+ ajudas de custo)
AGOSTO
JULHO
SETEMBRO
OUTUBRO
Funchal g+j
F. F1. SM HZ
Terceira m+m
Lisboa &+
F10res f+f
Funchal g+j
F. FJ. SM z+z
Fl, Corvo p+p
Funchal j+j
Faial §+§
Aveiro +x
Faial k+§
Coi. Porto i+i
Faial k+§
F. FJ. SM HZ
Funchal v+v
Faial k+§
Funchal g+j
Minho y+
Lisboa x+X
Faial +§
Que!uz y+
Faial
Faia!
Faia!
Faial
Faial
Faial
Faial
Faial
Fa ia!
k+§
k+ §
k+§
k+§
k+§
k+§
k+§
k+§
k+§
Faia! k+§
Faia! k+§
Faia l # k+§#
Horta §+§
F . FJ. SM z+z
Lisboa "'+c
L isboa y+
Funchal r+r
Funchal *+j
Fl #+#, SM #+#
Corvo #+#
COl = COImbra; F = Filla!; F1 = F1ores; SM = Santa Mana.
Botimica: p=Jardins Botanicos; w=Pastagens; x=Prolec~ao da Flora. Geografia: i=Esludos
Anlropol6gicos. Insectos Parasit6ides: b=Apanleles; j=Hospedeiro Epheslia; n=FLADffricogramas;
r=M yr ica faya ; #=STRlD Mylhimna. Predadores EntomMagos: c=Biofabrica Joaninhas;
o=Harmon ia; q=Joaninhas. Micr ob iolog ia ... : h=Ecologia Ne malOdos; m=FLAD; s=NemaLOdos ;
t=NemalOdos 966/90/BIO; u=P arasilas ruminantes; y=STRID/C/BlO 398/92. Sistematica e
Evo!u~ao: a=ABLA/MAC; f=Coelho; g=Consulmar; I=Fasciolose; v=Pardal; z=STRlD
DB/C/CEN/S08/92. Outros: *=Departamento; d=Bo lsa eXlerior; e=CIRN; k=Expedi,~o ; §=Outros;
&=ReiLOria.
As desJoca95es verificadas no mes de Junho para a ilha do Faial (Quadros
Sa) correspondem 11 Expedi9ao Cienofica Faial
do Departamento no projecto.
1993 (ponto 6) e
5e
demons tram 0 empenho
38
7.2.2 - In!ernacionais
No quadro 6 enconrram-se os docentes e investigadores que se deslocararn
para fora do pais em servi~o, assim como aquele s que estiveram ausentes pelos motivos
ja descritos no ponto 3.
QUADRO 6
Desloca~6es internacionais por mes (pais, data de/a, ou deja - mes que terminal.
Doceme/Invesrigador
CABRALC.
COSTA A.
FERNANDES J.
GARCIA V. *
LIMAM_
MARTINS A. F.#
NETOA.
NEVES J.
ONOFRE
ROSA S.
SCHANDERL H.
SIMOES N.
TAVARES J.
VENTURA M.
JANEIRO
ABRIL
JULHO
SETEMBRO OUTUBRO
CH 5/9
IR 22(27
DK 16/2-1
BR
SP 1/5
C 6/26
EUA 1/25-7
C, GB 17/ll
IR 22/27
F 6/17
CH 5/9
F 6/17
CH 5/9
F 10/16
F 3/6-2
IR 22/27
IR 22/27
F 5/23
C=Can ada; CH=Sul,a; GB=Inglaterra; EUA=Estados Unldos da Amenca; F=Fran,a; SP=Espanha;
IR=lrlanda; DK=Dinamarca; *= Deputado no Parlamento Europeu; #=Licen,a Sabatica.
QUADRO 7
Financiamento das desl oca~6es internacionais (Pais, rransportes + aj udas de custo)
Docente!Invesrigador
CABRAL C.
COSTA A.
FERNANDES J.
GARCIA V.'
LIMA M.
MARTINS A. F. #
NETOA.
NE VES 1.
ONOFRE
ROSA S.
SCHANDERL H.
SIMOES N.
TAVARES J.
VENTURAM.
JANEIRO
ABRIL
JULHO
SETEMBRO OUTUBRO
CH y+y
IR y+y
DKd+d
BR §+&
B. F ...
C *+d
SP *+id
EUA ...
C, GB *+dg
IR y+y
Fc+d
CH y+y
Fc+d
CH y+y
F #+#
F y+y
IR y+y
lR y+y
F *+§
C=Canam; CH=S ul,a ; GB=lnglaterra; EUA=Estados Umdos da Amenca; F=Fran,a; SP=Espanha;
IR=lrlanda; DK=Dinamarca; *=Deputado no Parlamento Europeu; #=Licen,a Sabatica.
notanica: p=Jardins BOlani cos; w=Pastagens; x=Protec,iio da Flora . Ge og rafia: i=Estudos
Anlropol6gicos. Insectos Parasit6ides: b=Apanteles; j=Hospedeiro Ephestia; n=FLAD/Tricogramas;
r=My ric a faya; #=STRID MY lhimna. Predadores Entom6fagos: c =Bi ofabrica l oanin ha s;
o=Harmonia; q=Joanin has. Microbiologia ... : h=Ecologia Ne matodos; m=FLAD; s=Nematodos ;
t=Ne malodos 966/90/BIO; u=Parasitas ru minantes ; y=STRID/C/BIO 398/92. Sistematica e
Evolu~ iio : a=ABLA/MAC; f=Coelho; g=Cons ulmar; I=Fasciolose; v=Pardal; z=STRID
DB/C/CEN/508/92. Outros: *=Departamento; d=Bolsa exterior; e=CIRN ; k=Expedi,ao; §=OUlrOS;
&=Reitoria.
39
desloca~6es
Salientamos que das 17
assinaladas somente 4 tiveram os
rransportes pagos pela Universidade (quadro 7). Quanto as ajudas de custo, elas foram na
totalidade suportadas por verbas de projectos ou outras.
8 - PUBLICAC;:OES
A qualidade e a quantidade de
parfunetro importante para evidenciar a
(Quadro 8). Tal
esfor~o
publica~6es
interven~ao
apresentadas neste ponto e urn
do Departamento no campo cientifico
vern na sequencia de urn grande investimento na
forma~ao
dos
quadros e do apetrechamento dos nossos laborat6rios com equipamentos indispensaveis 11
realiza~ao
da investiga~ao cientifica
Grande parte dos trabalhos inclufdos neste ponto foram ja apresentados ou
redigidos em ingles, lfngua maioritariamente utilizada para a divulga~ao internacional dos
trabalhos.
Recomenda-se que a Universidade
dos estudos de
investiga~ao
fa~a
urn maior investimento na publica~ao
em revistas especializadas internacionais, cujos resumos sao
tam bern divulgados em revistas especializadas ou em bases de dados bibliograticos, facto
considerado importante para a afirma~ao da nossa Escola. Refira-se ainda que a Revista
Arquipelago (Life and Ocean Sciences) deveria passar a
publica~ao
semesrral para
publicar maior numero de estudos realizados por este Departamento e ter como
consultores alguns dos nossos quadros.
QUADRO 8
Numero de trabalhos cientfficos publicados , apresentados em Congresso ou reuniiio,
de divulga~iio de actividades, publicados nos ReI. e Comunica~6es
do Departamento de Biologia e aceites para publica~ao.
Secc;iio
Publica~6es
periodicos
Comunica.
Congresso
Divutga~ao
RCDB
"in Press"
7
Botanica
Gcografia
1
1
1. Parasit6ides
6
P. EntomOfagos
3
8
9
2
4
2
2
1
3
4
5
Microbioiogia ...
4
11
Evoiu~:io
4
11
3
5
5
15
34
8
22
22
Sis!. e
TOTAL
RCDB= Relat6rios e Comunica~6es do Departamento de Biologia
40
8.1 - Em revistas da especialidade
1. ARRUDA L.M ., J. M. N. AZEVEDO & A. 1. NETO, 1993. Abundance, age-
structure and growth, and reproduction of gobies (Pisces, Gobridae) in the
Ria de Aveiro lagoon (Portugal). Estuarine, Costal and Shelf Science, 37:
509· 523.
2. CARVALHO G., 1992. Analise dos dados somalOmetricos de uma populac;ao de
coelhos selvagens Oryctolagus cuniculus L. Ilha das Flores (Ac;ores) para
determinac;ao da idade. Aforeana, 7 (3): 383-400.
3. GARCIA P., 1992. Estudo preliminar da diniimica populacional de parasit6ides
06fagos na Ribeira do Guilherme, S. Miguel , Ac;ores. Bol. Soc. Porr. Em. 3
(2): 347-356.
4. LIMA M. & A. SOARES, 1992.
Nfveis de consanguinidade e endogamia da
populac;ao de Fwnas. Anlropologia Portuguesa, 9-10 :33-42.
5. MARTINS A., 1992. Fungos entomopatogenicos em controlo microbiol6gico. R.
Clenc. Agrarias. XV (1/2),143-154.
6. MARTINS A. M. E, 1992. Pedipedinae (Gastropoda: Ellobiidae) from Hong Kong.
The marine flora and fauna of Hong Kong and southern China III (ed. B.
Monon).
Proceedings of the Fourth International Marine Biological
Workshop: The Marine Flora and Fauna of Hong Kong and Southern China,
Hong Kong, 11-29 April 1989. Hong Kong: Hong Kong University Press.
7. MARTINS A. M. F. & R. T. CUNHA, 1992.
The Ellobiidae (Gastropoda:
Pulmonata) communities from a boulder shore and a salt meadow in Sai
Kung Peninsula, Hong Kong.1989. The marine flora and fauna oj Hong
Ko ng and southern China III (ed. B. Monon) . Proceedings of the Fourth
International Marine Biological Workshop: The Marine Flora and Fauna of
Hong Kong and Southern China, Hong Kong, 11-29 April 1989. Hong
Kong: Hong Kong University Press.
8. OLIVEIRA L., 1992. Influencia da temperatura no cicio biol6gico de Apameles
militaris Walsh (Hym., Braconidae). Bolm. Soc. Pon. Em. 3 (2): 357-362.
9. SILVA L., 1992. Contribuic;ao para 0 estudo de Ascotis Jortunara azorica Pinker
(Lep. , Geometridae). Bolm. Soc. Pon. Em. 3 (2): 337 -346.
10. SIMOES N. &
c. LAUMOND, 1992. Caracterizac;ao biol6gica de uma entomotoxina
libertada por Sreinernema carpocapsae (Nematoda: Steinernematidae). R.
Cienc . Agrarias. XV (l/2), 303-308.
11. SIMOES N., 1992. Uso de nemalOdos entomopatogenicos em controlo
microbiol6gico. R. Cienc . Agrarias. XV (1/2), 155-164.
'R]iil,iJrib :;I.nud ., :;I."ivUUuies
.0 'Departamento &
'lJiofc8ia 1992/93
41
& E . BONIFASSI, 1993. Laboratory and field
12. SIMOES N., C. LAUMOND
effectiveness of entomophilic nematodes Srernernema and Hecerorhabdicis . J.
Nemacol. 25 (3): 480-485.
13. VIEIRA V. & B. PINTUREAU, 1993. Diversite comparee des Upidopteres
(Insecta) dans les Jles des
A~ores:
revision avec de nouvelles donnees. -
Arquipelago. Life and Ocean Sciences, IIA: 107-112.
14. VIEIRA V. & B. PINTUREAU, 1993. Comparaison morphometrique et
enzymatique des populations de Mychimna unipuncca (Haworth) (Lep:
Noctuidae) originaires de 3 lies des A~ores. Agronomie (Zoologie Agricole),
13 (8) .
IS. VIEIRA V. & TAVARES J., 1992. Multi plic a~iio de Trichogramma cordubensis
VARGAS & CABELLO (Hym., Trichogrammatidae), usando ovos de
Ephescia kuehniella ZELLER (Lep., Pyralidae) conservados ao frio. Bol.
Soc. Port. En/. 3 (2): 445 -452.
8.2 8.2.1
Comunica~iies
em Congressos, Reuniiies ou outras.
"P Simp6sio sobre Entomopathogenic Nematodes for Microbial
Control", 7 de Novembro de 1992, Ponta Delgada
1. NEVES J. M. Biokinetic variables on nematode mass production.
2. SIMOES N. Toxicity of Sceinernema carpocapsae (Nematoda: Steinemematidae).
8.2.2 - "5" Congresso Iberico de Entomologia", 9·13 Novembro 1992,
Lisboa.
I.GARCIA P. Estudo preliminar da dinamica populacional de parasit6ides 06fagos na
Ribeira do Guilherme, S.
2. MENDES
Miguel-A~ores.
c., L. LACEY & N. SIMOES. Eficacia de Bacillus popillia no controlo de
Popilliajaponica na !lha Terceira
(A~ores).
3. OLIVEIRA L. Influen cia da temperatura no cicio biol6gico de Apanceles milicaris
(Walsh) (Hym. , Braconidae).
4. ROSA J. S.
& N. SIMOES. Capacidade de Sceinernema e H ecerorhabdicis
(Nematoda) de procurarem Popillia japonica (Col.: Scarabaeidae) em solo.
5. SfL VA L.
Contribui~iio
para 0 estudo da bioecologia de Ascocis fortunaca azorica
Pinker (Lep., Geometridae) .
6. SIMOES N., J.S . ROSA, L. LACEY, J. AMARAL & E. BONIFASSI. Controlo
biol6gico de Popillia japonica (Col.: Scarabaeidae) com agentes
patogenicos na Ilha Terceira
(A~ores).
'li.riaWria fltnu.d i, fltctiviJUuU.s,u, 'I)'partamento i, 'llidogia 1992/93
42
7. SIMOES N. , A. ROCCA & J. S. ROSA. Ensaios de controlo biol6gico de Mithymna
uninpuru:ta com nematodos entomopatOgenicos.
8. VIEIRA V. & TA VARES 1.
M u ltiptica~ao
de Trichogramma cordubensis VARGAS &
CABELLO (Hym., Trichogrammatidae), usando ovos de Eph estia kuehniella
ZELLER (Lep., Pyralidae) conservados ao frio.
8.2.3 - "1" Congresso de Citricultura", 20 - 24 de Janeiro 1993, Silves.
1. ONOFRE A.
Identifica~ao
de pragas do s ci trinos em pomares da ilha de S. Miguel
(A ~ores ) .
2. SCHANDERL H.
Introdu~ao
de Harmonia axyridis PALLAS (Col., Coccinellidae)
na Ilh a de S. Maria.
8.2.4 - "Simp6sio Nacional de Microbiologia Aplicada e Biotecnologia",
27 de Fevereiro a 5 de
Mar~o
de 1993, Lisboa.
SIMOES N. & J. M. NEVES. Pesquisa de biopesticidas de origem microbiana.
8.2.5 - "II Encontro Nacional de
Protec~iio
Integrada", 4 e 5 de
Mar~o
de
1993, Vila Real de Tras·os-Montes.
VIEIRA V. , J. TA VARES & L. OLIVEIRA. As armadilhas luminosas e sexuais como
meio de es tudo das
pulula~6es
de Mythimna ullipuncta (H aw.) (Lep. ,
Noc tuidae).
8.2.6 . "VIII Congresso de Antropologia BioI6gica" , 1 a 5 de Setembro
1993, Madrid.
LIMA M. " Consaguinity in the Azores Islands (Portugal : a comparative study in len
parishes of Sao Miguel ".
8.2.7
"4th Meeting IOBC, Working group on Insect Pathogens and
In sect Parasitic Nematodes", 5·9 Setembro 1993, Zurique.
1. MENDES C, L. LACEY , J. AMARAL & M. B. KLEIN. Biological control of
Popillia japonica on Terceira Island (Azores, Portugal): Potential of Bacillus
popilliae .
2. SIMOES N. & J.S . ROSA. Survival of Enlomophilic Nematodes in Soil.
43
8.2.8 • Simposio "Origin and Evolutionary Radiation of the Mollusca", de
14 . 16 de Setembro 1993,
Londres.
MARTINS, A. M. F. Relationships within the Ellobiidae.
8.2.9 • "P Simposio de Fauna e Flora das I1has Atliinticas", 4 • 9 de
Outubro 1993, Funchal.
I. A Vll..A S. & A. COSTA. Methods of Quantification of the Algal Covering of the
Rocky Intertidal: A Comparative Study.
2. AZEVEDO J. Food Webs and the Azorean Littoral Fishes: A Synopsis.
3. BRUM J. M. & J. AZEVEDO. First record of the Galapagos shark Carcharimus
galapagensis (Snodgras s & Heller, 1905) (Pisces; Carcharinidae) on the
Azores.
4. COSTA A. Analysis of the Structure of Crab (Crustacea, Brachyura) Assemblages of
Coble and Boulder Shores in S. Miguel
(A~ores).
5. GARCIA P., L. OLIVEIRA & 1. TAVARES. Comparative functional biology of three
Trichog ramma sp. populations captured in Azores.
6. MARKIN, G. & L. SILVA. The insect fauna associated with the plant Myrica faya in
the Atlantic Islands and on main land Ponugal.
7. MARTINS A. F. Speciation and biogeography in the terrestrial malacofauna of the
Azores.
8. MARTINS A.P., R. MEDEIROS, & N. CRUZ. Survey for entomopathogenic fungi
strai ns on the Azores.
9. MEDEIROS F. Morphometric variation in the Azorean populations of the hourse
sparrow (Passer domeslicus).
10. NETO A. & 1. TIITLEY. The Marine Algal Flora of the Azores and its
Biogeographical Affinities.
II. REGO M. & A. NETO. A Biogeographical analyses of the Azorean Littoral Fishes.
12. RODRIGUES J. B. & 1. AZEVEDO. Age and Growth of the Grouper £pinephelus
marginatus (Lowe, 1834) in a Tide Pool at Lages do Pico, Azores.
13. ROSA 1.S., N. SIMOES, C. MENDES, J. AMARAL, L. LACEY, E. BONIFASSI,
& C. LAUMOND. Survey for entomophilic nematodes (Heterorhabditidae
and Steinernematidae) on the Azores.
14. SILVA L. & 1. TAVARES. Phenologycal cycles of Myrica faya in the Azores
Islands.
44
15. SILVA M., J. TA VARES & V. VIEIRA. Seasonal distribution and sex ratio of five
noclUid species (Insecta, Lepidoptera) captured in blacklight traps on Sao
Migud - A~ores.
16. TITTLEY 1. & A. NETO. Structure and Zonation of Algal Turf Communities on the
Azores: A Numerical Approach.
8.3 • Artigos com caracter de divulgas:ao
L AZEVEDO J., 1992. Conhecer os peixes dos A~ores. Ar;oreanfssima, 4: 50-5 L
2. AZEVEDO 1., 1992. Gaspar Frutuoso e a protecyao da fauna marinha dos Ayores.
Vidalia, 9: 5-8.
3. AZEVEDO J., 1992. 0 Litoral como recurso pedag6gico em Ciencias da Natureza.
lnformar.
4. LIMA M., 1992.
Doen~a
do Machado· uma patologia ayoriana? Didrio dos Ar;ores
(21/05).
5. PORTEIRO 1. & H. CALADO, 1993. - Haven!
Pico~ lornal
eutrofiza~iio
nas Lagoas da ilha do
iflw Maior, 15/02.
6. PORTEIRO 1. & H. CALADO, 1993. - Havenl eutrofiza~ao nas Lagoas da ilha das
F1ores~
lornal as Flores, II de Mar., II' Serie, ana XX, nO 416.
7. PORTEIRO 1. & H. CALADO, 1993. Lagoas da I1ha de Sao Miguel: urn paraiso
ameayado? - Revista Turismocel, ano XVII, nO 135.
8. PORTEIRO J. & H. CALADO, 1993. Lagoas de Sao Miguel, os Iimites da
Eutrofiza~ao
- lornal Noc[cias M Mar, Fev.
8.4 . Relat6rios e Comunicas:6es do Departamento de Biologia (RCDB)
8.4.1 . Dissertas:ao de Doutoramento e Provas de APCC.
I. NEVES J. 1993.
Caracteriza~ao
Morfol6gica da Flora do Iogune. Relat6rio para uma
aula te6rico-pratica da disciplina de Microbiologia Aplicada apresentado
para provas de APCC, Univ. dos Ar;ores , 20 Janeiro.
2. NEVES J. 1993 . Estudo de Vari<iveis Fisicas e Biocineticas na Produyao de
Sceinernema carpocapsae em Bioreactor. Trabalho de sintese apresentado
para provas de APCC, Univ. dos Ar;ores, 21 Janeiro.
3. PEREIRA M. J., 1993. Carpomorfologia . Relat6rio duma aula te6rico . pn!tica
apresentado para prestayao de provas de A.P.C.C., Univ. dos Ar;ores, 27
Setembro.
4 . PEREIRA M. J., 1993. Da composiyao f10rfstica das pastagens 11 apreciayao do seu
valor nutritivo: Contribuiyao para 0 estudo do caso das pasragen s permanentes
45
da ilha de S. Miguel - Trabalho de sintese apresentado para prestavao de
provas de A.P.C.C., Univ. dos A,ores, 28 Setembro.
5. SIMOES N., 1992. Patogenicidade provocada par Sreinernema carpocapsae Weiser
(Nematoda: Steinernematidae) em Galleria mellonella L. (Insecta:
Lepidoptera). Dissertavao apresentada para obtenvao do gTau de DOUlor em
Biologia Univ . A<;ores - 6 Novembro 1992.
8.4.2 - RCnB n' 20 - Expedh;iio Cientifica
a ilha
do Pico 1991
I. HELENA CALADO, MARlA MANUELA LIMA & JOAO PORTEIRO. Perspectivas
de Geografla Humana: Contributos BiodemogrMicos para
0
estudo da
mortalidade infantil na populavao Picoense (A<;ores). 1-6.
2. MARIA MANUELA LIMA & MALCOLM T. SMITH Consanguinidade, Endogamia e
TIegitimidade na freguesia de Sao Roque do Pico (ACORES). 7-10.
3. MARlA MANUELA LIMA & MALCOLM T. SMITH. Historical abandonment of
children in the Archipelago of the Azores (PORTIJGAL). 11-18.
4. ANA ISABEL NETO. Macroalgas marinhas do litoral da ilha do Pico. 19-25.
5. JOSE MANUEL AZEVEDO, PHILLIP C. HEEMSTRA, Luis MANUEL ARRUDA &
ANA ISABEL NETO. Peixes marinhos litorais da ilha do Pico (ACORES).
27-33.
6. JOSE MANUEL N. AZEVEDO. Nota sobre os meros, Epinephelus marginatus (Lowe,
1834) (Pisces: Serranidae), nas Lajes do Pico. 35-37.
7. GIL DUARTE FERRAZ DE CARVALHO. Contribuivao para 0 estudo da dinamica
populacional do coelho selvagem Oryctolagus cuniculus L., da ilha do Pi co
(A<;ores). 39-47.
8. ANTONIO ONOFRE SOARES, HENRI QUE JOSE SCHANDERL & JOSE MANUEL
PEREIRA DE ALMEIDA. Algumas pragas nos pomares de cirrinos da ilha do
Pico (Avores). 49-52.
9. JOAO TAVARES, LUISA OLIVEIRA, LORETE ANUNCIADA, RITA TEIXEIRA,
JEREMY McNEIL; HELENA MATIAS & FELISBELA SANTOS.
Conrribuivao ao estudo dos Himen6pteros parasitas (Insecta) da ilha do Pi co
(A<;ores). 53-58
10. HENRIQUE JOSE SCHANDERL; ANDRE FERRAN; DANIEL CODERRE;
ANUNCIACAO VENTIJRA; ANTONIO ONOFRE SOARES; JOSE MANUEL
PEREIRA DE ALMEIDA & JOANA TAVEIRA. Capacidade de dispersao de
Harmonia axyridis
PALLAS (Col., Coccinellidae) ap6s uma largada
inundativa para controlo de affdeos do Milho, Rhopalosiphum padi L. e
SilObion ave/we (F.) (Hom., Aphididae). 59-64.
46
11. VIRGiLIO VIEIRA & JOAo TA VARES. Lista dos Lepid6pteros (Insecta) da ilha do
Pico
(A~ores).
65-68.
12. ANTONIO MARTINS; CARLA MENDES; CARLOS RIBEIRO; JOSE ROSA &
NELSON SIMOES. Pesquisa de Agentes Entomopatogenicos na Ilha do Pico
(A~ores).
69-73.
13 . MARIA TERESA ALMEIDA. Plantas ex6ticas e invasoras na ilha do Pico
(At:;ores).75-77.
14. JOSE MANUEL ORMONDE & JOAo PAULO CONSTANCIA. Contributo para 0
conhecimento da flora vascular dos A~ores . I: Anota~6es e esclarecimentos
relativos
a ilha do Pico.79-98.
IS . JOSE B. OLIVEIRA; MARIA JOAo PEREIRA; GRACIETE B. MACIEL;
DUARTE S. FURTADO; RAUL J . BRUM & MARGARIDA C.
MEDEIROS.
(A~ores).
Contribui~iio
para 0 estudo da flora e
v egeta~iio
da ilha do Pico
99·112.
8.4.3 - Qutros nurneros do RCDB
1. OLIVEIRA J.N .B ., 1992.
No~6e s
Muito Sumarias sobre Morfologia, Biologia e
Sistematica do s Bri6fitos. 2' Edi~ao revista e aumentada, do n2 8 (1981).
2. OLIVEIRA J .N . B, 1992.No~6es Muito Sumarias sobre Morfologia, Biologia e
Sistematica dos Pterid6fitos. 2' Edit:;iio revista e aumentada, do n"9 (1981).
8.4.4 - Qutros Relat6rios
GARCIA V., A. COSTA, J. AZEVEDO & A. Jv[AR<;:AL. Estudo sobre a Caracteriza~iio
do Lagostim -veffilelho (Procambarus clarkii) e
implica~6es
da sua introdut:;iio
na ilha de Sao Miguel. Relat6rio efectuado a pedido da Secretaria Regional da
Habita~ao,
Obra s P6blicas, Transportes e Comunica~6es.
8.5 - Para publicat:;iio
1. BORGES P. A. V . & V. VIEIRA. The Entomological Bibliography from th e Azores.
n. The Taxa.
- Bole/im do Museu MUnicipal do FUnchal, 45.
2. CALADO H. & J. PORTEIRO. "0 Comercio da Cidade de Ponta Delgada versus 0
Comerci o do Conce!ho de Ponta Delgada". Conference proceedings do VI
Col6quio Iberico de Geografia, Pono.
3. CALADO H. & M. LIMA Perspectivas de Geografia Humana: Contributo para 0
eSlUd o da monalidade infantil na
popula~ao
picoense (At:;ores) . Conference
proceedings do VI Co16quio Iberico de Geografia, POrto.
47
4. COSTA A., R. T. CUNHA & M. DEPLEDGE. Explorayao, poluiyao e conservayao
dos ecossistemas dos Ayores. Ar;oreana.
5. CUNHA R. T. Notes on the predation of Lymnaea truncatula (MUller, 1774) by the
endemic azorean zonitid Oxychilus (Drouetia) atlanticus (More1et & Drouet,
1857 ). Procee dings of the Meeting on Evolution and Conservatio n,
Manchester, 1990.
6. CARV AlliO G. Estudo do pariimetro peso no coelho selvagem Oryctolagus cuniculus
L. na Ilha de Sao Miguel - Ayores. Miscelania em honra do Prof. Doutor
Santos Junior - LLC.T.
7. CARVALHO G. The occurrence at S. Mi g uel Island (Azores) of Spillopsyllus
cuniculu (Dale 1878). (Insecta: Liphonaptera: Pulicidae) . Arquipelago:-Serie
Ciencias da Natureza.
8. LACEY L. A, R. BETTENCOURT, F. GARRET & N.SIMOES . Factors influencing
parasitism of adult Japanese Beetles by entomogenous nematodes.
Entomophaga .
9. LACEY L. A, C. RIBEIRO & A. MARTINS. The pathogenicity of Metarhizium
anisopliae and Bea uveria bassiana for adults of the Japanese Beetle.
Entomophaga .
10. LIMA M. "A morte dos anjos" : mortalidade infantil na freguesia de Rabo de Peixe.
Actas do I Congresso Interna cional sobre 0 Homem e a Morte , Lisboa.
11. LIMA M.
Comportamento marital na freguesia de Rabo de Peixe-Ana:Iise da
con sanguinidade. Ar;oreana.
12. LIMA M. Biodemografia das popula<;:5es ayoriana - Uma perspectiva antropol6gica.
Arquipelago-Serie Ciencias Sociais . .
13. MENDE S C., L. LACEY, J. AMARAL & M. B. KLEIN. Biological control of
Popilliajaponica on Terceira Island (A zores , Portugal): Potential of Bacillus
popilliae. Boletim OILB.
14. MORTON B & R. T. CUNHA. The Faja de Santo Cristo, Sao Jorge, revisited and a
case for azorean coastal conservation. Ar;oreana.
15 . PORTEIRO J & H. CALADO. " Proposta para a Salvaguarda da Bacia Hidrognifi ca
da Lagoa das Furnas". Conference proceedings do VI Coloqio Iberico de
Geografia.
16. SCHANDERL H. , A. ONOFRE & J. P. ALMEIDA. Identificayao de Praga s de
Citrinos em Porn ares da Ilha de S. Miguel/Ayores.
17. SIMOES N. & J.S. ROSA . Survival of Entomophilic Nematodes in Soil. Boletim
OILB.
18. SMITH M. & M. LIMA. Hi storical Child abandonment in Azores, Portugal.
Allthropologie et Prehistoire .
48
19. SMITH M. & M. LIMA "Expostos and Illegitimacy in Azore s, Ponugal" Annals of
Humnn Biology .
20. VIEIRA V. & L. SILVA. Rhopalocera and Heterocera (Insecta, Lepidoptera)
observed in four islands of the Azores. Bolelim do Museu Municipal do
Funchal.
21. VIEIRA V. & P. A. V. BORGES, 1993. The Entomological Bibliography from the
Azores. 1. Thematic: general (mainly Biogeography), Applied Entomology,
Ecology and Biospeleology. Boletim do Museu Municipal do Funchal, 45.
22. VIEIRA V. & B. PINTUREAU. Comparaison biologique de 3 populations de
Mythimna unipuncta (Hawonh) originaires de 3 lles des A<;:ores. Boll. Soc.
Port. de Entomologia.
I
ANEXO
Relatorio da
Comissao de Gestao Administrativa
Ponta Delgada
30 de Novembro de 1993
JJ
1 - EXECUC;AO FINANCEIRA 1992/93
Ao abrigo da alfnea g) do nO 2 do an Q 4Q do Regulamento do Depanamento
de Biologia, coincidindo com a
apresenta~ao
do Relatorio Anual de Actividades
1992/93, a Comissao de Gestiio Adminiscrativa faz
balan~os
nao apresentando os
de algumas rubricas
0 balan~o
da actividade financeira,
or~amentais
nao estarem no ambito das suas competencias. No entanto
Universidade dos
A~ores
do Depanamento por
0
Administrador da
anunciou em reuniao do Conselho de Directores de
Depanamento, realizada em 1993/10/19, que a panir do proximo ano economico todas
as verbas serao distribuidas pelos Departamentos,
0
que constituira uma
altera~ao
significativa na gestiio depanamental.
1.1 - Verbas do Depa rtamento
Duran te
0
ano passado
0
"fundo de maneio" pas sou de 50.000$00 para
200.000$00, montante que se revelou ainda insuficiente para as necessidades actuais do
Depanamento.
o quadro A revel a que 0
maior investimento foi efectuado nos laborat6rios
didacticos. Mesmo assim, esses laborat6rios continuam a manifestar vanas lacunas,
nomeadamente a nlvel de equipamento 6prico, experimental e anaHtico, de model os,
prepara~6es
fumes,
didacticas e material de apoio diverso. Assim, continua-se a
recomendar urn forte investimento nestes laborat6rios.
o
segundo valor de investimentos foi destin ado a equipa de Biologia
Marinha, nomeadamente para a
necessidades de
investiga~ao
adapta~ao
de 2 arcos do Pono de Ponta Delgada as
no meio marinho. Tal investimento foi igualmente
insuficiente, tendo-se apenas procedido ao isolamento concra a humidade e a
de portas. No pr6ximo ano devera ser feita a
instala~ao
de uma area de laborat6rio e
anexos, de modo a possibiliacr 0 funcionamento em pleno daquele
No que diz respeito
coloca~ao
espa~o.
as ajudas de custo e devido as limitaC;6es impostas (1
saida por semana na ilha, it excepc;ao dos funcionanos com
fun~6es
de
condu~ao
das
viaturas) os gastos sao considerados normais. 0 valor mais elevado atingido pela
Sec~ao
de Sistematica e Evolu~ao (equipa de Malacologia), foi devido a uma quebra de
compromisso da entidade financi adora da
desloca~ao
do Assistente Carlos Brito a
Belgica.
De uma maneira geral, os valores do Quadro A estao muito aquem das
necessidades reais do Departamento. Isso tern obrigado a financiar com verb as dos
projectos de spesas que normalmente caberiam ao Departamento.
JJJ
Finalmente, recorde-se que a proposta de
Or~amento
do Depanamento de
Biologia para 1994, aprovada em Conselho de Departamento em 1993/03/25,6 da
ordem de 263.884.000$00 (salarios 169.834.000$00; outras despesas 72.380.000$00;
verbas provenientes de receitas de proj ec tos aprovados ate 11 citada data
21.670.000$00).
QUADROA
Financiamento das actividades das Sec~6es por verb as do Departamento
(Janeiro a Outubro 93)
Servil;o/See<,:iio
Facturas visadas
Aulas
2.983.468$
Botanica
238.729$
74.959$
Geografia
34.890$
149.414$
Insectos Parasitoides
518 .988$
275.913$#
Predadores Entom6fagos
229.777$
166. 357$
Microbiologia
284.140$
16.868$
Sistematica e Evolu~iio
Geral
Biologia Marinha
Malacologia
Mamalogia
Omitologia
70.622$
968.656$
453.146$
56.429$
29.719$
76.980$
342.948$
4.308$
Expedi~o
133.146$
Loglstica
TOTAL
• MOlDrista; # inclui as ajudas de custo do Auxiliar
Aj. de custo
147.843$*
6.001.710$
T~nico
1.255.590$
com (un,oes de condu<;lio.
1.1.1 - Reprodu~iio de textos
No quadro B apresenta-se 0 numero de fotoc6pias efectuadas pelas
Sec~6es
no equipamento departamental. Verifica-se uma variayiio quan ti tativa entre as diversas
Sec~6es,
encontrando-se os valores "per capita" mais elevados na
Sec~ao
de Geografia,
devido ao apoio prestado pelo Dep artamento ao SIG (ponto 3.3.2 do relat6riol. e
mais baixo na
Sec~ao
0
de Insectos Parasit6ides. De notar que foram reproduzidos no
Parque Grafico da Universidade outros textos. nomeadamente uma dissertayiio de
doutoramento. provas de APCC (ponto 2) . 20 exemplares do Rel at6rio e
Comunica~6es
do Departamento - Expediyao Cientffica 11 ilha do Pi co 1991 (ponto 9.4) e outros textos
para apoio
adocencia e investigayao.
QUADROB
Num ero de fotoc6pias efectuadas pelas Sec90es (Janeiro a Outubro 93)
Servi<;o/Sec~o
N2/pessoa
n 2 Fotoc6pias
Valor*
Bolllnica
8.483
1413
42.415$
Geografia
7.274
1818
36.370$
Insectos Parasil6ides
4.891
978
24.455$
Predadores Entom6fagos
7.585
1517
37.925$
Microbiologia ...
8.481
1060
42.405$
Sistematica e Evolu<;iio
16.063
1606
80.315$
Secreta ria do
15.474
77.370$
* Valor estimado 1 (uma) fOlOC6pia = 5$00.
1.1.2 - Assinaturas de revistas
No Quadro C apresentamos urn vasto numero de publica90es peri6dicas, de
caracter geral e da especialidade, que estao
a disposi9ao na Biblioteca Depanamental,
destinadas a permitir uma con stan te acrualiza9ao dos nossos docentes e discentes . Cerca
de 2/5 das publica90es sao adquiridas (em 1993 - 1.290.624$00) , sendo as restantes
oferecidas ou resultantes de perm uta com as nossas publica90es. No entanto, existem
falhas em algumas especialidades que devem ser corrigidas.
QUADRO C
Rela9ao das revistas periooicas adisposi9ao na Biblioteca
do Depanamento de Biologia com 0 pre90 das assinaturas.
Nome
Area
ABSTRACTS OF ENTOMOLOGY
En tomologia
A<;:OREANA
Geral
ACTA OECOLOGICA: lNTIRNATIONAL J....
Ecologia
Botanica
ALBERTOA
ANALES DE BIOLOGIA
Botanica
Biologia
ANALES DE BJOLOGJA
Zoologia
ANIMALS BEHAVIOUR
ANNUAL REVIEW OF ECOLOGY AND SYST...
Ecologia
ANUAAIO DA QUALIDADE DE AMBIENTE
Ecologi a
Geral
ANUARIO DA CIENCIA E TECNOLOGIA
ARQUTPELAGO: CIENCIAS DA NATIJREZA
Biologia
GeraI
ARQUlVO DOS A<;:ORES
AUK (1B£)
Zoologia
AVES
Orni tologia
BBC WILDLIFE
Zoologia
BIOMETRIKA
Zoologia
Periodicidade
Sistema
Mensal
Anual
Bimesrral
Irregular
Trimesrral
Trim esrral
Men sal
AnuaI
Anual
Anual
Anual
AnuaI
Quadrimesrral
Anual
MensaI
Trimestral
64.567$
0
35.237$
0
P
P
87.231$
0
0
0
P
P
P
0
8.367$
16.636$
Nome
BIO/TECHNOLOGY
BOLLETTINO
BOLL. LAB. Dl ENT. AGR. "Fll..lP. SILVESTRI"
BOLETIM AGR. NITRATOS DE PORTUGAL
BONNER ZOOLOGISCHE MONOGRAPHIEJ\
BOT ANICA MARINE
BTONEWS
BTONEWS : WINTER A11.AS SUPPLEMENT
BULL. BRITISH MUSEUM (NATURAL HlST.)
BULL. DE L'ASSOC. ANATOMISTES: SEPAR
BULLETIN OF TOY AMA SCIENCE MUSEUM
BULLETIN SROP=WPRS BULLETIN
CrENCIA BIOL6GICA: BIOL. MOLECUL. ca.
CrENCIA BIOL6GICA: ECOL. E SISTEMATICA
COURIER FORSCHUNGSINSTITUr SENCKE.
CR YYTOGAMIE-ALGOLOGIE
CURRENT CONTENTS: Agr., BioI., Env . ••
CURRENT CONTENTS: Life Science. • •
ECOLOGIST (THE)
ENVIRONMENTAL ENTOMOLOGY
FOLIA GEOBOTANICA E PHYTOTAXONO ...
FOLlA MICROBIOLOGICA
FOLlA MORPHOLOGICA
FOLIA MUSEI RERUM NAT. BOHEMIAE OCe.
FOLlA PARASlTOLOGICA
FOLIA ZOOLOGICA
FOLlA ZOOL.: INT. J. OF VERTEBRATOLOGY
GARCIA DE ORTA : AnO'opobioJogia
GARCIA DE ORTA: BoUinica
GARCIA DE ORTA: ZooJogia
GEO
HERBACE ABSTRACT
IBIS (THE): J. B. ORNlTIlOLOGIST' S UNION
IN VITRO
JOURNAL (THE) OF ANIMAL ECOLOGY
JOURNAL OF ECONOMIC ENTOMOLOGY
JOURNAL OF ENVIRON. RADJOCfIVITY
J. OF EXP. MARINE BIOLOGY AND ECOLOGY
JOURNAL OF INVERTEBRATE PATIlOLOGY
MALACOLOGIA
MALACOLOGICAL REVIEW
NATURE
NEMATOLOGICAL ABSTRACfS
PLANT PHYSIOLOGY AND BIOCHEMISTRY
RECHERCHE (LA)
REVIEW OF AGR. ENTOMOLOGY
SCIENCE
SCIENCE ET VIE
SCIENTIFIC AMERICAN
SEED ABSTRACTS
SULCO
0= Ofen a; P= Permula; • nao veio em 1993;
Area
Periodicidade
Sistema
Biotecnologia
Zoologia
Entomologia
Agricultura
Zoologia
BioI. Marinha
Zoologia
Zoologia
Entomologia
Zoologia
Zoologia
Entomologia
Biologia
Zoologia
Zoologia
Botanica
Varios
Varios
Ecologia
Entomologia
Botanica
Microbiologia
Zoologia
Zoologia
Microbiologia
Zoologia
Zoologia
Antropologia
BOlanica
Zoologia
Mensal
Anual
Anual
Semestral
Anual
16.686$
Zoologia
Mensal
Anual
Anual
Irregular
Anual
Anual
Anual
Irregular
Trimestral
Semanal
Semanal
Bimestral
Bimestral
Trime Stral
Bimestral
Trimestral
Trimestral
Trimestral
Trimestral
Semestral
Anual
Semestral
Trimestral
Ecologia
Quadrimestral
Enlomologia
Bimestral
Ecologia
Semestral
BioI. Marinha
Quinzenal
Microbiologia
Bimestral
Malacologia
Bimestral
Malacologia
Biologia
Semanal
Nematologia
Trimestral
Botanica
Bimensal
Geral
Men sal
Enlomologia
Mensal
Geral
Semanal
Geral
Geral
Mensal
BOlanica
Mensal
Agricultura
Bimestral
** Versao informatizada.
P
P
0
0
69.9 67$
0
0
0
0
0
0
0
0
0
10.498$
70.915$
92.795$
21.861$
21.861$
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
22.482$
.
.
•
38.613$
27004$
69.467$
260.739$
62.572$
7.219$
5.079$
41.730$
31.575$
50.361$
18.323$
50.929$
27.329$
10.860$
13.727$
30.125$
0
0/1
Segundo a inf. 226/SD/93 de 1993/02/10 dos
Departamento investiu em
aquisi~ao
Servi~os
de
Documenta~ao,
0
de !ivros e assinaturas de revistas, durante 1992, a
imponancia de 2.370.348$00. Para 1993 os valores ainda nao estao disponfveis.
1.2 - Verbas de projectos de investiga<;iio
As receitas dos projectos em 1993 foram provenientes da Junta Nacional de
In vestiga~ao
Cientffica e Tecnol6gica [program as: Ciencia (Cenrro de
Investiga~ao
dos
Recursos Naturais, CIRN) e STRIDEl, da Secreraria Regional da Agricultura e Pescas
(projectos Pastagens, Apanteles, Parasitas dos ruminantes e Fasciolose), da
Funda~ao
Luso-Americana para 0 Desenvolvimento - FLAD (projecto FLADrrricogramas), da
Universidade do Havai (projecto Myrica faya), da CONSULMAR (estudos de impacte
ambiental), do Royal Society Protection of Birds - RSPB (projecto Pardal). Para
projecto
Expedi~ao
0
foram recebidos subsfdios das entidades seguintes: Presidencia do
Governo Regional, FLAD, Secretaria Regional do Turismo e Ambiente, Camara
Municipal da Ribeira Grande e Edi~or.
Nos quadros DeE sao apresentadas as despesas realizadas com verb as dos
projectos ate 30 de Novembro de 1993. Nao se verifica coincidencia enrre as despesas
visadas no Depanamento (Quadro D) e aquelas debitadas pela Contabilidade nos
projectos (Quadro E) porque nao passa na Comissao de Gestao Adminisrrativa, por
exemp10, a factura~ao do rranspone aereo.
Verifica-se que muitos projectos apresentam urn
saldo positivo muito
elevado (Quadro E). Porem, estes saldos devem ser considerados provis6rios porque
existem processos pendentes que aguardam a' enrrega do equipamento ou
documenta~ao
para 0 seu processamento, e ainda porque nao foram debitados salarios.
o
valor das receitas em 1993 ainda es ta aquem do valor previsto nos
projectos. Por exemplo, nos program as financiados pela Junta Nacional de
Investiga~ao
Cientffica e Tecnol6gica (JNICT), pane das verbas s6 sao disponibilizadas conrra a
apresenta~ao
do s recibos de despes a, pelo que as dificuldades de Tesouraia da
Uni versidade arrasaram a exec u~ao dos proj ec tos . Em consequencia, foram canalizadas
para os projectos quantias de dinheiro inferiores as aprovadas, Chama-se a
o perigo que constitui tal
situa~ao,
porque poe em risco a credibilidade da
ados investigadores responsaveis pelos projectos e prejudica a
propostas de conrratos de
rnvestiga~ao
e Desenvolvimento (r&D).
aten~ao
para
In stitui~ao,
aceita~ao
e
de futuras
')JIJ
QUADROD
Fina nciamento cias actividades das Sec~5es por verb as de projec tos,
de acordo com a fac tura~ao visacia en tre Janeiro e Outubro de 1993.
Sec<;ao/Projecto
Aquisi<;5es
Desloca<;iies*
Bota nica
Pas tagens
Pro tec~ao cia R ora
Jardins Botanicos
1.535.313$
18.580$
6.072$
208.614$
140.886$
Geogra fia
Estudos Antropol6gicos
78.270$
Insectos Parasit6ides
Apan te1es
Hospedeiro Ephes tia
FLADrrricogramas
Myrica faya
STRID Mythimna
151. 640$
676.684$
76.107$
417.336$
885.383$
109.270$
351.021$
Predad ores Entom6fagos
Biofa:brica Joa nirthas
Harmonia
Joaninhas
530. 138$
48.048$
754.008$
144.642$
15.085$
144.642$
M icrobiologia ...
Ecologia Nema todos
FLAD
Nematodos
Nematodos 966/90/BIO
Parasi tas rumi nantes
STRID/C/BIO 398/92
340.880$
602. 890$
1.076.844$
236.489$
38.920$
2.052.846$
Sistematica e Ev olu <;a o
ABLA/MAC
Coelho
Consulmar
Fasciolose
Pardal
STRID DB/C/CEN/508/92
386.754$
247 .817$
561.564$
348.499$
CIRN
Boranica
Microbiologia
Ins. Parasit6ides
Predadores
Sis tematica - BioI. Marinha
Sistema tica - Mamalogia
6.165 .759$
37 .534.836$
20.529.458$
26.680.049$
6.279.226$
5.012.410$
E xped i<;ii o
379. 117$
'" Valor aproximado das ajudas de cus to
153.4 12$
12.554$
289.513$
2.075$
31.308$
'V[Jf
QUADRO E
Verbas dos projectos: receitas e despesas em 1993 e saldos em 31 de Dezembro
de 1992 e em 30 de Novembro de 1993 (fonte: Contabili dade).
Sec<;iio/Projectos
Botani ca
Pastagens
Protec9ao da flora
Jardins Botiinicos
Geografia
Estudos antropo16gicos
Insectos Pa rasit6ides
Apanteles
Hospedeiro Ephes tia
FLADfTricograrnas
Myrica faya
STRlD Mythimna
Predadores
Entom6fagos
loaninhas
Harm onia
Microbiologi a
Nematodos
Escaravelho!FLAD
EscaravelholDGQA
Parasitas ruminantes
STRlD(BIO 398
Sistematica e Evolu<;ao
ABLA/MAC
Coel ho
CONS ULMAR
Fasciolose
Fasciolose II
STRID/CEN 508
Pardal
]1,/93
Despesas
Saldo
1 439662$
28000$
4 731000$
223 1 324$
362 81 4$
99600$
131 812$
170 147$
992 832$
507039$
4427 36$
2 051 398$
5513 559$
3 875456$
492 961$
3828463$
78602$
3 159878$
1 603 333$
9494 15$
38849$
2 210463$
1 564 484$
2607489$
796285$
579993$
279593$
1033320$
5631 603$
181 1 204$
-579993$
- 175925$
899 1 680$
990397$
2600 000$
1 136000$
84000$
71 225$
830733$
346808$
772 966$
14700$
1 405 099$
76700
159558$
4 73 1 449$
-1 46808$
1 819168$
4 599 935$
-269099$
11 4657$
122 035 754$
76567 189$
63703793$
680000$
310900$
469 100$
Saldo de
1992
Receitas
2 966000$
3670986$
390814$
17 65000$
23 1 412$
2533706$
4868288$
1987 832$
103 668$
3925000$
T otais:
1 000 000$
2283367$
2130000$
6 100000$
6622000$
2307 83$
5562 182$
200000$
2592 134$
2 01 4635$
107357$
CIRN
E x pe d i~iio
3150000$
100 000$
38655 497$ 149 786 12 1$
95 436 802$ I II 811 879$
Yerbas ex ternas transitando para 1993: 38 655497$
Yerbas externas angariadas em 1993 : 149786 121$
Total de verbas ext erna s: 188 441618$
IX
Para finalizar a Comissao recomenda
0
seguinre:
a) que se altere
0
Regulamento do Conselho de Departamento com a
finalidade de fazer coincidir
0
relat6rio anual da Comissao de Gestao Administrativa
com 0 ano civil;
b) que os responsaveis das Sec<;:6es apliquem medidas eficazes no controlo
da reprodu<;:ao de tex tos;
c) que os responsaveis dos projectos efectuem urn controlo assiduo das
despesas e receitas dos projectos para a detec<;:ao de irregularidades. Devem ainda
preyer, nos futuros projectos, despesas com gastQs gerais;
d) que todos os documentQs destinados a processamento contabilistico
sejam objecto de registo no secretariado;
e) que
actual, isto
0
fundo de maneio do Departamento seja aumentado para
0
dobra do
e 400.000$00;
f) que seja da conveniencia da V.A. respeitar os acordos e os prazos de co-
financiamento dos projectos. A trasar a respectiva execu<;:ao coloca em risco a
credibilidade da Institui<;:ao e dos responsaveis dos prajectos.
inistrativa,
Rf.H M ·lf· DE D£lJS 58, Aparl. 1411. P· 9502 PONT I DEL GADA
IEL : (096) 652602, TF.L £.\': R 2115, UNI pm . F·L\ : ((196) 65 .W 711
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Rel.Anual.Actividades_DB_ 1992