PROJECTO EDUCATIVO Índice 1. 2. 3. 4. Caracterização do meio envolvente................................................................. 1 Caracterização da Instituição............................................................................. 6 Tema do Projecto e Justificação …………………………………………….……10 Projecto Educativo …………………………………………………………………..13 1. Caracterização do meio envolvente 1.1 A localidade: Vila Nova de Famalicão fig. 1 – Mapa do concelho de Vila Nova de Famalicão 1.1.1 Breve historial de Vila Nova de Famalicão Para iniciar uma abordagem acerca da história de Vila Nova de Famalicão é relevante enunciar um aspecto pertinente que consiste no facto de a cidade de Famalicão ter sido chamada, há muitos anos atrás, por Famalicão. O interesse por esta terra foi de tal modo elevado que a 10 de Julho de sendo, posteriormente em 14 de Agosto de 1985 catalogada como cidade. Mod.5/07/0 Página1 1841, D. Maria II decide atribuir a categoria de Vila à povoação de Famalicão PROJECTO EDUCATIVO Vários são os aspectos a referenciar no seio de Vila Nova de Famalicão, contudo a gastronomia merece destaque. Esta terra é potenciadora de bons vinhos e comeres, prova disso é a confecção de pão-de-ló, feijoada, rojões ou papas de sarrabulho. Enfim, nem só de gastronomia vive Vila Nova de Famalicão, mas também do seu característico artesanato, sendo maioritariamente dedicado à latoaria, cestaria e tecelagem. É de focar o facto de existir um Centro de Artesanato e Cultura Popular baseado numa escola de cerâmica. Como prova disto a Fundação Cupertino de Miranda, ponto referencial de Famalicão inaugurado a 8 de Dezembro de 1972, foi intitulado de Templo de Arte. Conjuntamente com a Arte está a cultura que em Vila Nova de Famalicão, tem como imagem o Museu Ferroviário em Lousado, onde é perceptível a História dos Caminhos-de-ferro em Portugal e, acima de tudo, a figura do sabido escritor Camilo Castelo Branco que viveu na freguesia de Ceide S. Miguel, não desprezando as romarias populares que têm como ponto fulcral em Vila Nova de Famalicão, as Antoninas. Dando voz a outro registo, é de referir que Vila Nova de Famalicão constituía um Município, dos primeiros do país, em produção de riqueza, sendo um centro industrial que se vincou, principalmente a partir da viragem do séc. XIX para o séc. XX. De forma mais detalhada, a actividade económica de VNF assenta principalmente numa indústria têxtil, nomeadamente no que respeita a aparelhos de precisão, calçado, borracha, plásticos, transformação de carnes e outras indústrias alimentares. Relativamente à distribuição da população por freguesias em Famalicão, o peso relativo da maioria das freguesias estabilizou, sendo de frisar Antas e Calendário que viram o seu peso relativo aumentar significativamente. Sendo assim, as freguesias de Antas, Gavião, Calendário e Brufe, proprietárias de uma mancha extensa de concentração de povoamento, apesar de não serem consideradas zonas industriais têm um enorme peso tradicional na metalomecânica ligeira, transformação ligeira de carnes e têxtil/vestuário. uma população envelhecida mas foi exactamente a entrada de população Mod.5/07/0 Página2 Vila Nova de Famalicão, é sem dúvida constituída maioritariamente por PROJECTO EDUCATIVO jovem e feminina no mercado de trabalho que fez com que a população activa tivesse aumentado, sendo capaz de dar um dinamismo positivo socioeconómico a esta área. Esta população está distribuída pelos vários sectores (primário, secundário e terciário) sendo contudo, o secundário o mais preenchido já que constitui o principal sector de actividade, pela grande concentração na indústria têxtil, de vestuário e calçado. No que respeita à agricultura, esta comportou um acréscimo da população empregada resultante do sector primário, correspondendo essencialmente à população vinda das freguesias do Ocidente. De melhor forma, o decréscimo da população no sector terciário, poderá ser explicada pela mona especialização no sector têxtil e do vestuário, a dominância de processos de trabalhos intensivos, a pequena dimensão média das empresas, os incipientes modelos de gestão e organização da produção e a excessiva extroversão do modelo produtivo com um elevado grau de dependência dos mercados externos e do fenómeno da subcontratação. A verdade é que VNF constitui o concelho mais procurado pelo investidor interno, dada a estrutura sectorial diversificada que representa. São precisamente os ramos da indústria têxtil/vestuário que apresentam a maior percentagem de novos postos de trabalho, focos de criação de emprego, na medida em que fazem um aproveitamento da mão-de-obra com custos mais baratos em relação aos níveis comunitários. É exactamente o que se verifica nos países de Leste onde, apesar das qualificações superiores acarretam custos de mão-de-obra muito baixos. Vila Nova de Famalicão apresenta uma população com níveis baixos de escolaridade, na medida em que se constata um nível elevado de população residente sem nenhum nível de escolaridade. Sendo assim, predomina o ensino básico, contudo esta situação tende a melhorar, visto que existe uma grande percentagem de indivíduos actualmente a frequentar o nível de ensino superior e o secundário. Quanto ao espaço geográfico, VNF é composta por quarenta e nove freguesias, três das quais são vilas (Joane, Riba d’ave e Ribeirão) atravessadas Porto, Braga, Guimarães e Póvoa do Varzim. Mod.5/07/0 Página3 por uma plataforma rodoviária que permite à população fácil acesso ao PROJECTO EDUCATIVO 1.3 – Análise Demográfica Segundo os resultados definitivos do IX Recenseamento Geral da População realizado em 2001, Vila Nova de Famalicão apresentava um valor global de 127567 habitantes, distribuídos pelas 49 freguesias. 1.4 - Análise Sócio Económica Os dados obtidos nos censos de 2001 apontam o sector secundário é o principal sector de actividade económica, no qual trabalham cerca de 74,2% dos activos, concentrados nas indústrias: têxtil, de vestuário e calçado, logo seguido do sector terciário, com 23.2%, e o sector primário apenas, com 2,6% dos activos. Apesar disso, a agricultura continua a desempenhar um papel importante na economia e no modo de vida da população local, devido ao facto de uma parte significativa dos trabalhadores dos sectores secundário e terciário dela se ocupar como actividade complementar, no âmbito de um Página4 quadro económico-social de pluriactividade. Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO A figura seguinte mostra alguns indicadores do Município de Vila nova de Famalicão a nível de demografia, tecido económico, qualidade de vida e habitação. Demografia valor Total de população no Centro Urbano Dinâmica da população do Centro Urbano(%) Total da população do concelho Dinâmica da população do concelho(%) Taxa de crescimento natural Taxa de crescimento Migratório Taxa de crescimento Migratório Taxa de mortalidade (por 1.000 habitantes) Taxa de nupcialidade (por 1.000 habitantes) População dos 0-14 anos (%) População dos 15-24anos (%) População dos 25-64anos (%) 45.482 10.5 127567 7.4 9.9 -2.5 7 12.6 52.8 23.3 19.9 48.8 Tecido Económico Taxa de escolaridade (pop.0-24anos) Peso da população >25 anos c/ ensino médio ou superior Taxa de alfabetização (10 ou mais anos) Total de empresas Capacidade de alojamento em hotéis 45.7 7.5 91.8 2083 118 Qualidade de Vida Postos telefónicos por 1.000 habitantes Taxa de motorização (veículo/1.000 habitantes) Extensão da rede viária (em quilómetros) Médicos por 1,000 habitantes Camas hospitalares por 1.000 habitantes Especialistas por 1.000 habitantes Taxa de Mortalidade Infantil (por 1.000 habitantes) Número de alunos no Ensino Superior Numero de utentes das piscinas descobertas em 1994 Número de utentes das piscinas cobertas em 1994 Número de utentes da biblioteca em 1994 Empréstimos ao domicilio Saídas de livros Saída de vídeos Saída de CD’s 500 252.1 154.4 320 1 1.8 0.1 8.1 1309 114.570 33.095 46.940 40.000 85.654 800 Habitação Número de alojamentos por edifício 1.3 Taxa de edifícios construídos até 1919 8.8 Taxa de edifícios construídos (1919 e 1970) 40.5 Taxa de edifícios construídos (1970 e 1991) 50.7 Regime de ocupação dos Alojamentos (% dos proprietários) Regime de ocupação dos Alojamentos (% dos arrendamentos Investimento em Construção por 1.000 habitantes 7.3 61.8 29.5 281.6 Fontes: INF, Anuário Estatístico 1993, Marktest 1992, Ministério do Emprego e Segurança Social, GEPAT, 2001, CCRN. Mod.5/07/0 Página5 Taxa de alojamentos vagos PROJECTO EDUCATIVO 2. Caracterização da Instituição 2.1 – Identificação da Instituição A Creche Mãe e Patronato da Sagrada Família é composta por dois edifícios, nomeadamente a Sede e o Pólo 1. 2.2 – Horário de Funcionamento 07h30m/19h30m 2.3 – Número de utentes Capacidade: 261 crianças 2.4 – Objectivos 2.4.1 - Objectivos Gerais: - Promover o desenvolvimento integral da criança, ajudando-a a aperfeiçoar e integrar todas as suas potencialidades. - Colaborar com a família na educação da criança, estimulando-o a todos os níveis de desenvolvimento: Sócio - afectivo Cognitivo Físico/Motor Educação da Fé 2.4.2 - Objectivos Específicos: - Permitir a cada criança, através da participação da vida em grupo, a oportunidade da sua inserção na sociedade; - Contribuir para que o grupo encontre os seus objectivos, de acordo com as suas necessidades, aspirações próprias de cada elemento e do seu grupo social, favorecendo a adesão aos fins escolhidos. por forma de ser capaz de se situar e expressar num clima de compreensão, respeito e aceitação de cada um. Mod.5/07/0 Página6 - Criar um ambiente propício ao desenvolvimento pessoal de cada criança, PROJECTO EDUCATIVO - Favorecer a inter relação família/escola/comunidade/estabelecimento, em ordem de uma valorização, aproveitamento e rentabilização de todos os recursos do meio. 2.5 – Valências em funcionamento 2.5.1 – Creche Acolhe cerca de 61 crianças, com idades compreendidas entre os quatro meses e os três anos, divididas por 4 salas. O Berçário para 10 bebés, a sala de 1 ano para 16 crianças, a sala dos 2 anos para 18 crianças e uma sala vertical para 17 crianças no Pólo 1. Realizam-se actividades diversificadas, com o objectivo de proporcionar às crianças condições adequadas, ao desenvolvimento harmonioso e global e cooperando com as famílias em todo o seu processo educativo e social. 2.5.2 – Jardim de Infância Este é um espaço de educação pré-escolar, que presta serviços vocacionados para o desenvolvimento da criança, proporcionando-lhe actividades educativas e actividades de apoio à família. Dá apoio a 111 crianças dos 3 aos 5 anos, que se encontram distribuídas por três salas. A sala dos 3 anos com 31 crianças, a sala dos 4 anos com 26 crianças, a sala dos 5 anos com 24 crianças e uma sala vertical com 30 crianças no Pólo 1. 2.5.3 – CATL O CATL destina-se a crianças a partir dos 6 anos aos 10/11 anos, que nos períodos disponíveis das responsabilidades escolares, podem usufruir desta resposta, que proporciona actividades de âmbito da animação sócio cultural, como forma de ocupar os tempos livres da criança. Frequentam 89 crianças. Longe vão os tempos em que a família e a escola eram as únicas responsáveis pela aprendizagem e desenvolvimento do indivíduo. através de actividades lúdico - pedagógicas têm uma aprendizagem activa, baseada nas experiências vividas através das quais exploram e expressam os Mod.5/07/0 Página7 Os tempos livres são um espaço de carácter informal onde as crianças PROJECTO EDUCATIVO seus pensamentos, os seus valores e os seus sentidos de uma forma controlada e lúdica. 2.6 – Recursos Humanos Recursos Humanos Creche Directora Técnica Jardim de CATL Infância 1 - Comum às três valências Director da Qualidade 1 - Comum às três valências Director de Serviços Educadora de Infância 4 4 2 Auxiliares de Educação 6 6 2 Aux. de Serviços Gerais 5 - Comum às três valências Motorista 1 - Comum às três valências Administrativa 3 - Comum às três valências Auxiliares de Cozinha 2 - Comum às três valências Cozinheira 1 - Comum às três valências Multifunções 1 – Comum às três valências Apoio semanal de professores Jardim de Infância ATL 1 - Comum a estas duas valências Página8 Música Creche Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO 2.7 – Recursos Físicos Sede Recursos Físicos Creche Jardim-de-infância Sala de actividades 3 3 W.C. crianças 2 3 W.C. adulto 1 2 W.C. deficientes 1 0 Refeitório 1 1 Cozinha 1 – Comum à Sede e ao Pólo 1 Lavandaria 1 – Comum às duas valências Gabinete Administrativo 1 – Comum às duas valências Gabinete Técnico 1- Comum ás três valências Sala das Educadoras 1 – Comum às duas valências Sala de Isolamento 1 – Comum às duas valências Sala da sesta 1 1 Copa 1 0 Espaço exterior 2– Comum às duas valências As crianças da sala de um ano têm recreio individual Vestiários 2 Sala de reuniões 2 – Comum às duas valências Pólo I Recursos Físicos Creche Jardim-de-infância CATL Sala de actividades 1 1 2 W.C. crianças 2 1 2 1 – Comum ás três valências W.C. deficientes Refeitório Gabinete Administrativo Mod.5/07/0 1 1 1 1 - Comum às três valências Página9 W.C. adulto PROJECTO EDUCATIVO Gabinete Técnico 1 – Comum ás três valências Sala de educadoras 1- Comum ás três valências Copa 1 Espaço Exterior 1 1 1 Sala de Isolamento 1 Cacifos 1 1 Vestiário Adultos/ Feminino 1 Vestiário Adultos / Masculino 1 Espaço exterior 1 1 1 Espaço Polivalente 1 Lavandaria 1 WC 2 3 1 Adultos 1 Tema do Projecto e Justificação Por projecto educativo entende-se: “… a forma particular como, em cada contexto, se reconstrói e se apropria um currículo face a uma situação real, definindo opções e intencionalidades próprias, e construindo modos específicos de organização e gestão curricular, adequados à consecução das aprendizagens que integrem o currículo para os alunos concretos daquele contexto.” (Maria do Céu Roldão, 1999) O Projecto Educativo deve ser um documento pedagógico dinâmico e vivo, concebido por toda a comunidade educativa, que com carácter temporal, expressará de uma forma realista, explícita e concreta a acção educativa e deve ter em vista a coerência desta acção e organização do nosso estabelecimento de ensino. O Projecto Educativo define o percurso a seguir, com fases coerência da acção educativa. Deve, por isso, ser elaborado em estreita colaboração com todos os agentes educativos (Pais, Educadores, Auxiliares Mod.5/07/0 Página10 devidamente sequenciais e articuladas de modo a garantir a unidade e a PROJECTO EDUCATIVO de Educação e o meio envolvente) visando o desenvolvimento da mesma comunidade educativa. Para que o Projecto Educativo da Creche Mãe possa contribuir para o desenvolvimento integral das crianças pedimos a colaboração dos Encarregados de Educação para a escolha do mesmo. Os temas sugeridos foram: 1. Tema 1 – Planeta Azul 1.1. Objectivos • Desfrutar de novas situações; • Conhecer aspectos do ambiente natural; • Revelar curiosidade e desejo de saber; 2. Tema 2 – Rumo à Descoberta 2.1. Objectivos • Proporcionar ocasiões de descoberta; • Adquirir saberes sobre o mundo que os rodeia; • Ser sensível às questões da natureza e da cultura; 3. Tema 3 – Embarcando pelo Mundo 3.1. Objectivos • Explorar o mundo que rodeia a criança; • Saber respeitar o outro através da sua multiculturalidade; • Interiorizar a importância de aspectos do ambiente natural e social. Página11 Os resultados obtidos são facilmente observáveis neste gráfico: Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO O tema mais escolhido foi o Tema 3, “Embarcando pelo Mundo”. Os seres humanos desenvolvem-se e aprendem em interacção com o mundo que os rodeia. A criança quando chega à Instituição já sabe algumas coisas sobre o mundo, já construiu algumas ideias sobre as relações com os outros e sobre o mundo natural que a rodeia. O Meio Ambiente nos dias de hoje é preocupante para todos nós, Educadoras e cidadãos. Assim, apostámos na educação das crianças pela prevenção de um problema existente no Planeta, que sendo interiorizado pelas crianças chega aos seus pais e familiares, ou seja, à comunidade em geral. É considerado cada vez mais importante a relação que a criança estabelece com o meio ambiente e a natureza, devendo por isso desenvolver uma consciencialização futura da própria humanidade. A formação desta consciência na criança deve ser incutida desde a primeira infância, sendo que este trabalho deve incluir a vertente animal, vegetal e humana, uma vez que todos temos de coexistir neste grande mundo que se chama Terra. Assim, é importante educarmos a criança pela diversidade multicultural, para a aceitação da diferença sexual, social e étnica, de forma a facilitar a Página12 igualdade de oportunidades num processo educativo que respeita as Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO diferentes maneiras de ser e de saber, para dar sentido à aquisição de novos saberes e culturas. Ao conseguirmos que todos contribuam para a responsabilidade social e moral, para a participação na comunidade, estamos a incentivar à autoconfiança e a comportamentos sociais e moralmente responsáveis, de igual modo a tornarem-se úteis na vida e nos problemas que afectam a comunidade à qual pertencem recorrendo a capacidades, valores e conhecimentos adquiridos. Pretendemos com este projecto sensibilizar as crianças para o respeito por elas próprias, o respeito e a aceitação pelo outro, pelo meio ambiente e pela natureza. “As crianças são todas diferentes, devendo cada uma delas aprender a dar e receber afecto para poder enfrentar e ultrapassar os problemas que encontrarão ao longo da vida.” Página13 (Maria Dolores Petitbó, “Enciclopédia dos Pais”, 1999) Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO 4.Áreas de Conteúdo Recursos Competências Tomar consciência de si próprio e dos outros; Estimular a inserção no grupo; Fomentar a aquisição de regras de convivência no grupo; Estimular a noção de responsabilidade, independência e autonomia; Actividades Calendarização Humanos Materiais Jogos; Outubro; Educadoras; Jogos; Tarefas em grupo; Novembro; Auxiliares; Materiais da sala; Registo de actividades; Dezembro; Crianças Janeiro; Família; Participação na rotina diária; Fevereiro; Comunidade Poesias; Março; Parceiros Educativos. Lengalengas; Abril; Adivinhas; Maio; Histórias; Junho. Logísticos Manta; Lápis de cor; Marcadores; Tintas; Pincéis; Favorecer a aquisição do espírito crítico; Incentivar a autonomia (vestir-se, calçar-se, comer sozinho); Cola; Fantoches; Canções mimadas; Livros; Área de Formação Pessoal e Social Dramatizações; Reconhecer as várias etapas da vida humana; Revistas; Canções de roda; Cd's. Conhecer normas de higiene alimentar; Promover o contacto com o meio; Respeitar e preservar a natureza; Privilegiar o contacto com a natureza; Jogo simbólico; Execução de tarefas; Interacção com as famílias e com a comunidade em geral; Pesquisas em livros, Descobrir o valor ecológico dos elementos da natureza; Revistas; Realçar a importância de todos os seres vivos; Visitas de estudo (bibliotecas, livrarias, ludotecas); Valorizar os recursos naturais do nosso planeta; Construção de árvores genealógicas; Adquirir e aplicar normas de higiene para o cuidado, a higiene e a segurança pessoal; Contactos com técnicos de saúde; Elaboração de cartazes. Promover na criança o respeito pelo espaço e materiais, quer individuais quer colectivos; Mod.5/07/0 Página14 Educar a criança no sentido de respeitar as diferenças; PROJECTO EDUCATIVO Reconhecer a família como estrutura essencial da vida; Saber respeitar o outro através da sua multiculturalidade. Actividades Interacção com as famílias e com a comunidade em geral; Calendarização Humanos Outubro; Educadoras; Novembro; Auxiliares; Visitas de estudo (bibliotecas, livrarias, ludotecas); Dezembro; Crianças Janeiro; Família; Construção de árvores genealógicas; Fevereiro; Comunidade Março; Parceiros Educativos. Elaboração de cartazes. Abril; Materiais Logísticos Materiais da sala; Lápis de cor; Marcadores; Tintas; Pincéis; Cola; Maio; Junho. Página15 Área de Formação Pessoal e Social Recursos Competências Estimular a participação nas actividades e contactar com o meio envolvente nomeadamente, as festas e tradições culturais locais; Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO Recursos Competências Actividades Calendarização Humanos Materiais Logísticos EXPRESSÃO DRAMÁTICA Explorar expressões corporais; Experimentar diferentes formas de produzir sons; Dramatizações; Outubro; Educadoras; Imitação das personagens das histórias; Novembro; Auxiliares; Dezembro; Crianças; Criação de novas personagens; Janeiro; Família; Fevereiro; Comunidade Área das Expressões e Comunicação Explorar o espaço envolvente; Março; Parceiros Educativos. Orientar-se no espaço seguindo referências visuais, auditivas, tácteis; Incorporar papéis; Desenvolver a imaginação, a criatividade e a improvisação; Dramatizar espontaneamente histórias; Favorecer a desinibição; Incentivar atitudes, gestos e movimentos espontâneos; Casa das Artes; Histórias; Salão paroquial; Rádio; Reproduzir sons; Imitar acções do dia-adia; Roupas da casinha; Imitação da voz dos animais; Cd's; Fantoches. Audição e imitação de sons da natureza; Abril; Utilização espontânea de atitudes, gestos e movimentos; Junho. Maio; Sombras corporais; Relatos de situações vividas; Confecção e utilização de fantoches; Festa de fim de ano. Recriar experiências da vida quotidiana; Página16 Utilizar diferentes formas de mimar e dramatizar. Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO Recursos Competências Actividades Calendarização Humanos Materiais Logísticos Outubro; Educadoras; Cordas; Novembro; Auxiliares; Arcos; Dezembro; Crianças; Bolas; Janeiro; Família; Colchões; Danças; Fevereiro; Comunidade Roupas da casinha; Teatro; Março; Parceiros Educativos. Jogos de movimento e drama; Abril; Jogos tradicionais; Junho. Descobrir e confirmar progressivamente a definição da própria lateralidade; Jogos em frente ao espelho; Desenvolver o equilíbrio e o controlo da postura; Actividades rítmicas; Deslocar-se no espaço seguindo orientações topológicas; Identificar e descrever a ordenação espacial de objectos situados à sua volta. Experimentar e desenvolver a percussão corporal (batimentos e palmas); Associar ritmo a movimento; Conhecer e ser capaz de através do corpo expressar sentimentos; Desenvolver a motricidade fina e global; Tomar consciência do corpo em relação ao exterior. Autocarro Jogos de roda; Lucipi Rádio; CD’s; Maio; Tesouras; Revistas; Participação na rotina diária; Jornais; Corridas; Picos; Actividades de motricidade fina (recorte, rasgagem, picotagem, enfiamentos); Jogo de enfiamento Aulas de natação; Exercícios com arcos e bolas; Fazer jogos de enfiamentos. Página17 Área das Expressões e Comunicação EXPRESSÃO MOTORA Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO Recursos Competências Actividades Calendarização Humanos Materiais Logísticos DOMINÍO DA MATEMÁTICA: Saber encontrar formas e padrões; Desenvolver a capacidade de classificação e de seriação; Favorecer a aquisição de noções tais como: cor, forma, tamanho, quantidade, peso e tempo; Agrupar objectos formando conjuntos de acordo com critérios estabelecidos (cor, forma, tamanho…); Efectuar contagens com vários elementos; Outubro; Educadoras Novembro; Dezembro; Auxiliares de acção educativa; Material existente no Jardim de Infância; Janeiro; Crianças; Jogos; Fevereiro; Comunidade; Blocos Lógicos; Março; Parceiros Educativos. Ordenar números; Régua. Abril; Memorizar a sucessão dos números cardinais; Manipular e explorar os blocos lógicos; Perceber de uma determinada quantidade a um nº (0 a 10); Formar sequências com blocos lógicos, brinquedos e outros materiais; Desenvolver noções de formas geométricas; Jogos de identificação de cores primárias e secundárias; Maio; Área das Expressões e Comunicação Junho. Adquirir noções de espaço: atrás/à frente, em baixo/em cima, longe/perto, esquerda/direita; Adquirir noções de tempo: antes/depois, manhã/tarde/noite, sequencia semanal e sazonal, tempo marcado pelo relógio; Exploração de jogos de mesa; Jogos de correspondência, de seriação, de classificação e de conjunto. Página18 Estimular o raciocínio lógico – matemático. Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO Recursos Actividades Calendarização Humanos DOMÍNIO DA EXPRESSÃO PLÁSTICA Interagir com o outro num trabalho de grupo; Explorar e tirar partido da resistência e plasticidade dos materiais; Desenvolver a criatividade e o sentido estético; Área das Expressões e Comunicação Desenvolver a coordenação visuo motora; Modelar: plasticina, barro, massa de farinha, terra; Fazer livremente ou por sugestão do adulto desenho com vários materiais; Fazer digitinta, carimbagem, actividades de sopro, esponja, pintura a dedo; Desenvolver a coordenação motora fina; Experiência com mistura de cores; Expressar-se livremente; Recorte e rasgagem de revistas e jornais; Realizar desenhos com técnicas diferentes; Explorar e conhecer as cores; Estimular o conhecimento e o domínio de diversas técnicas e formas de expressão plástica; Exprimir plasticamente expressões vividas ou imaginadas; Desenvolver destrezas manipulativas; Desenvolver a coordenação óculo manual; Dobragem de vários tipos de papel; Cartazes com colagens de elementos da natureza, materiais de desperdício e outros; Estampagem com as mãos, pés, elementos naturais, frutos, legumes; Construção de fantoches; Construção de puzzles e dominós; Desenvolver a destreza e a manipulação de materiais; Elaboração de máscaras; Desenvolver a capacidade sensorial; Elaboração de adereços para dramatizações; Experimentar construções com diferentes materiais; Promover a interdisciplinaridade relacionando a expressão plástica com outras formas de expressão; Mod.5/07/0 Materiais Logísticos Plasticina; Enfiamentos. Educadoras Barro; Massa de Farinha; Novembro; Auxiliares de acção educativa; Dezembro; Crianças; Janeiro; Comunidade Fevereiro; Parceiros Educativos. Outubro; Lápis de cor; Lápis de cera; Marcadores Março; Giz; Abril; Revistas; Maio; Jornais; Junho. Papel crepe; Papel de seda; Papel de lustro; Cartolinas lisas e/ou com texturas; Tintas; Cola; Elementos naturais; Material existente no Jardim de Infância; Frutos; Legumes; Caixas de ovos; Rolos de papel higiénico; Esponjas; Carimbos; Palhas de soprar Página19 Competências PROJECTO EDUCATIVO Recursos Competências Actividades Calendarização Humanos Materiais Logísticos EXPRESSÃO MUSICAL Despertar na criança o gosto pela música; Aulas de Expressão Musical; Desenvolver e explorar criativamente as potencialidades sonoras da voz, corpo e instrumentos; Entoar canções, lengalengas, rimas, poesias; Desenvolver a expressão musical a partir da voz; Área das Expressões e Comunicação Produzir ritmos com o corpo, com os objectos e com os instrumentos; Desenvolver a capacidade de escutar, cantar, dançar, tocar e criar; Elaboração de instrumentos musicais simples através de materiais de desperdício; Outubro; Educadoras; Canções; Novembro; Lengalengas; Dezembro; Auxiliares de acção educativa; Janeiro; Crianças; Poesias; Fevereiro; Comunidade Materiais de desperdício; Março; Parceiros Educativos. CD’s; Abril; Jogos dramáticos (batimentos, palmas, expressões faciais); Maio; Rimas; Instrumentos musicais. Junho. Jogos de imitação; Cantar canções; Reconhecer as potencialidades sonoras de alguns objectos; Estimular o desenvolvimento do sentido rítmico harmónico; Acompanhar o ritmo das canções; Explorar diferentes sons e ritmos; Escutar sons e identificá-los; Acompanhamento de danças nas várias canções; Marchar/parar ao som de vários instrumentos musicais; Uso de CD imitando vários sons. Ser capaz de identificar e reproduzir sons; Página20 Criar formas de movimento através da música. Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO Recursos Competências Actividades Calendarização Humanos Materiais Logísticos DOMÍNIO DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA Desenvolver e aperfeiçoar a linguagem como meio de comunicação oral; Compreender e transmitir mensagens orais; Área das Expressões e Comunicação Relacionar a expressão verbal com outras formas de expressão; Sensibilizar a criança ao som e desenvolvimento da percepção auditiva; Aprender a dar atenção e a escutar; Enriquecer o vocabulário; Compreender mensagens orais; Utilizar correctamente na expressão oral o vocábulo básico adequado a diferentes temas; Levar a criança a sentir necessidade da escrita como instrumento de comunicação; Estimular a leitura de imagens; Outubro; Educadoras; Livros de histórias; Novembro; Lápis; Dezembro; Auxiliar de acção educativa; Janeiro; Relatos de situações vividas; Crianças; Fevereiro; Comunidade Jogos linguísticos; Março; Reconto de pequenas histórias respeitando a sequência de acção; Abril; Parceiros Educativos. Exploração de histórias através de linguagens não verbais; Jogo de sons; Folhas de papel; Marcadores Lápis de cor; Lápis de cera; Maio; Cartolina; Junho. Cola; Elaboração de convites e cartões; Tesoura. Reprodução de histórias quer a nível de legendas, quer a nível de imagens; Ilustração de histórias; Montagem do canto da oficina da escrita; Representação gráfica; Interpretar imagens e gravuras. Aperfeiçoar a leitura de registos gráficos; Proporcionar contactos com a escrita; Despertar o interesse e o prazer pelo livro; Estimular a exploração do cantinho da leitura e da escrita; Página21 Desenvolver o grafismo. Mod.5/07/0 PROJECTO EDUCATIVO Recursos Competências Interiorizar a importância de aspectos do ambiente natural e social; Explorar o mundo que rodeia a criança; Despertar a curiosidade pelo saber; Desenvolver a capacidade de observar; Área do Conhecimento do Mundo Suscitar o desejo de experimentar; Estimular o sentido crítico; Preservar as tradições do meio envolvente; Actividades Recolha de fotografias; Observação de pessoas em diferentes etapas do seu desenvolvimento; Elaboração da roda dos alimentos; Calendarização Humanos Materiais Logísticos Outubro; Educadoras; Revistas; Autocarro Novembro; Auxiliares; Imagens; Parque; Dezembro; Crianças; Livros; Biblioteca Municipal Janeiro; Família; CD’s. Fevereiro; Comunidade Março; Parceiros Educativos. Exploração sensorial de elementos da natureza; Abril; Registo do tempo atmosférico; Junho. Casa das Artes. Maio; Utilização de objectos de higiene; Visitas ao exterior; Sensibilizar a criança para as épocas festivas e tradições da sua comunidade; Passeios; Passeio anual. Fomentar o contacto directo com a natureza; Reconhecer e identificar mudanças ocorridas na natureza; Adquirir hábitos de higiene e saúde; Desenvolver atitudes de respeito pelo ambiente e pela cultura; Observar e conhecer alguns meios físicos e naturais diferentes; Página22 Reconhecer, respeitar e valorizar as diferentes culturas. Mod.5/07/0