SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS. 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 014869 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 3 - CNPJ 7047251000170 4 - DENOMINAÇÃO COMERCIAL COELCE 5 - DENOMINAÇÃO SOCIAL ANTERIOR COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO CEARÁ 6 - NIRE 23300007891 7 - SITE 01.02 - SEDE 1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO Av. Barão De Sturdart, 2917 Dionísio Torres 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 60127-900 Fortaleza 6 - DDD 7 - TELEFONE 0085 5 - UF CE 8 - TELEFONE 216-1350 11 - DDD 0085 12 - FAX 9 - TELEFONE - 0 - 0 13 - FAX 14 - FAX - 0 - 0 216-1401 10 - TELEX 0 15 - E-MAIL [email protected] 01.03 - DEPARTAMENTO DE ACIONISTAS ATENDIMENTO NA EMPRESA 1 - NOME Alexandre De Araújo Nogueira 2 - CARGO Gerente Financeiro 3 - ENDEREÇO COMPLETO 4 - BAIRRO OU DISTRITO Av. Barão De Studart, 2917 Dionísio Torres 5 - CEP 6 - MUNICÍPIO 60120-002 Fortaleza 7 - UF CE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEFONE 12 - TELEX 0085 0216-1355 0000-0000 0000-0000 0000000 13 - DDD 14 - FAX 15 - FAX 16 - FAX 0085 0216-1411 0216-1422 0216-1410 8 - DDD 17 - E-MAIL [email protected] AGENTE EMISSOR / INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DEPOSITÁRIA 18 - NOME 19 - CONTATO 20 - ENDEREÇO COMPLETO 21 - BAIRRO OU DISTRITO 23 - MUNICÍPIO 22 - CEP 24 - UF 25 - DDD 30 - DDD 26 - TELEFONE 27 - TELEFONE - - 31 - FAX 32 - FAX - - 28 - TELEFONE 29 - TELEX 33 - FAX - 34 - E-MAIL 15/06/2006 03:13:55 Pág: 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 3 - CNPJ 7.047.251/0001-70 01.04 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1 - NOME Antônio Osvaldo Alves Teixeira 2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO Av. Barão De Studart, 2917 Dionísio Torres 4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 60127-900 Fortaleza 6 - UF CE 8 - TELEFONE 7 - DDD 0085 9 - TELEFONE 216-1350 13 - FAX 12 - DDD 0085 10 - TELEFONE - 0 - 0 14 - FAX 15 - FAX - 0 - 0 216-1401 11 - TELEX 0 16 - E-MAIL [email protected] 17 - DIRETOR BRASILEIRO 18 - CPF 18 - PASSAPORTE . . - 01.05 - REFERÊNCIA / AUDITOR 1 - DATA DE INÍCIO DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL 2 - DATA DE TÉRMINO DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL 01/01/2000 31/12/2000 3 - DATA DE INÍCIO DO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 4 - DATA DE TÉRMINO DO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 01/01/2001 31/01/2001 6 - CÓDIGO CVM 5 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 283-6 Arthur Andersen S/c 7 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 8 - CPF DO RESP. TÉCNICO . . 01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 1 - BOLSA DE VALORES ONDE POSSUI REGISTRO BVBAAL X BVMESB BVES BVPP BVPR X BVRG BVRJ BVST X BOVESPA 2 - MERCADO DE NEGOCIAÇÃO Bolsa 3 - TIPO DE SITUAÇÃO Operacional 4 - CÓDIGO DE ATIVIDADE 1990200 - Serviços de Eletricidade 5 - ATIVIDADE PRINCIPAL Distribuição E Comercialização De Energia Elétrica 15/06/2006 03:14:00 Pág: 2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 3 - CNPJ 7.047.251/0001-70 01.07 - CONTROLE ACIONÁRIO / VALORES MOBILIÁRIOS 1 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO Privada Nacional 2 - VALORES MOBILIÁRIOS EMITIDOS PELA CIA. X Ações Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) Debêntures Conversíveis em Ações Notas Promissórias (NP) Ações Resgatáveis BDR Partes Beneficiárias Outros Debêntures Simples DESCRIÇÃO Bônus de Subscrição Certificado de Investimento Coletivo (CIC) 01.08 - PUBLICAÇÕES DE DOCUMENTOS 1 - AVISO AOS ACIONISTAS SOBRE DISPONIBILIDADE DAS DFs. 2 - ATA DA AGO QUE APROVOU AS DFs. 30/03/2001 30/04/2001 3 - CONVOCAÇÃO DA AGO PARA APROVAÇÃO DAS DFs. 4 - PUBLICAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 18/04/2001 05/04/2001 01.09 - JORNAIS ONDE A CIA. DIVULGA INFORMAÇÕES 1 - ITEM 2 - TÍTULO DO JORNAL 3 - UF 01 Gazeta Mercantil SP 02 Diário Do Nordeste CE 01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 1 - DATA 2 - ASSINATURA 30/05/2001 15/06/2006 03:14:09 Pág: 3 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.01.01 - COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA 1 - ITEM 2 - NOME DO ADMINISTRADOR 3 - CPF 4 - DATA DA ELEIÇÃO 5 - PRAZO DO MANDATO 6 - CÓDIGO TIPO DO 7 - ELEITO P/ ADMINISTRADOR * CONTROLADOR 8 - CARGO /FUNÇÃO 7 - FUNÇÃO 01 Manoel Maria Montero Camacho 669.780.173-53 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Presidente 02 Gonzalo Alejandro Mardones Pantoja 53.736.047-63 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vice-Pres. Comercial 03 Antônio Osvaldo Alves Teixeira 218.164.924-34 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vic- Pres Adm. e Financeiro 04 José Enrique Martinez Albero 635.064.163-91 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vice-Pres. Técnico 05 José Renato Ferreira Barreto 56.503.213-53 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vice-Pres. de Org. Rec. humanos 06 Celestino Izquierdo Mansilla 635.780.343-04 02/05/2001 3 anos 1 Dir. VP. Compras Energia e Regulaç 07 Juan Pablo Harrison Calvo 333.333.333-33 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vic-Pres. Plan. e Contr. Gestão 08 Josep Pujols Ramon 643.467.143-15 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vice-Pres. de Distribuição 09 José Nunes de Almeida Neto 116.258.723-72 02/05/2001 3 anos 1 Diretor Vice-Pres. Proj. Institucionais 10 José Luis Mayoral Cenzano 646.037.843-68 30/04/2001 3 anos 2 Presidente do Conselho de Administração 11 Manuel Fernando das Neves Bento 54.824.237-27 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 12 Jorge Parente Frota Júnior 1.841.793-00 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 13 Javier Villar Montero 57.245.377-96 30/04/2001 3 anos 2 Vice-Pres. do Cons de Administração 14 Maurício Balbotín O'Ryan 111.111.111-11 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 15 Ignácio Blanco Fernández 222.222.222-22 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 16 Antônio Cleber Uchoa Cunha 53.637.133-49 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 17 Emílio López Ordobás 53.781.047-18 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 18 José MAria Martinez Roig 555.555.555-55 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 19 Laércio Peixoto do Amaral Júnior 155.775.703-87 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 20 Fernando Nadal Moya 444.444.444-44 30/04/2001 3 anos 2 Membro do Conselho de Administração 21 Francisco Javier Arias González 53.868.327-94 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 22 Antônio Carlos Viana de Barros 66.050.018-34 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração * CÓDIGO: 1 - PERTENCE APENAS À DIRETORIA; 2 - PERTENCE APENAS AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO; 3 - PERTENCE À DIRETORIA E AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. 15/06/2006 03:14:12 Pág: 4 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.01.01 - COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA 1 - ITEM 2 - NOME DO ADMINISTRADOR 3 - CPF 4 - DATA DA ELEIÇÃO 5 - PRAZO DO MANDATO 6 - CÓDIGO TIPO DO 7 - ELEITO P/ ADMINISTRADOR * CONTROLADOR 8 - CARGO /FUNÇÃO 7 - FUNÇÃO 23 Rogério Cruz Themudo Lessa 227.873.728-72 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 24 Antônio Basílio Pires e Albuquerque 721.694.197-72 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 25 Antônio Alberto Gouvêa Vieira 338.907.227-68 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 26 Isabel Carvalho Pinto Humberg 151.845.478-00 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 27 Luiz Fernando Gonçalves Lopes 53.796.707-92 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 28 Juarez Ferreira de Paula 2.505.623-91 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração 29 Priscila Cassoli Sartori 146.940.258-05 30/04/2001 3 anos 2 Suplente do Conselho de Administração * CÓDIGO: 1 - PERTENCE APENAS À DIRETORIA; 2 - PERTENCE APENAS AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO; 3 - PERTENCE À DIRETORIA E AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. 15/06/2006 03:14:12 Pág: 5 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR MANUEL MARIA MONTERO CAMACHO DIRETOR – PRESIDENTE Natural de Córdoba, Espanha, ocupou inicialmente o cargo de chefe de obras. Ocupou vários cargos em distintas áreas e províncias até chegar a Diretor de Distribuição na Compañía Sevillana de Electricidad. Possui título de Engenheiro Industrial pela Escuela Técnica Superior de Madrid, curso de Alta Direção na Escuela de Negocios de San Telmo em Sevilha. ANTÔNIO OSVALDO ALVES TEIXEIRA DIRETOR VICE-PRESIDENTE FINANCEIRO E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES De nacionalidade brasileira, ocupou diversos cargos no Banco do Estado da Paraíba S.A., tendo sido admitido em 1982, onde assumiu a Diretoria de Finanças em 1994. Lecionou nos cursos de Ciência Contábeis da UFPB e da Unidade de Ensino Superior dos Institutos Paraibanos de Educação, sendo também membro da Comissão Governamental da Reestruturação do Sistema Financeiro da Paraíba. Possui título de Contador pela Universidade Federal da Paraíba, Pós-graduação em Contabilidade e Controladoria e Pósgraduação em Finanças Empresariais pela Fundação Getúlio Vargas. JOSE ENRIQUE MARTÍNEZ ALBERO DIRETOR VICE-PRESIDENTE TÉCNICO ___ De nacionalidade Espanhola, ocupou os cargos de Chefe de Projetos Elétricos de Usinas Hidrelétricas em Barcelona (Espanha), Chefe de Gestão Tecnológica da Rede para Automação de Distribuição e Chefe do Departamento de Exploração na Empresa de Distribuição Elétrica de Lima Norte, Edelnor (Lima, Peru). Possui título de Engenheiro em Telecomunicações pela Universidade Politécnica de Catalunha. GONZALO ALEJANDRO MARDONES PANTOJA DIRETOR VICE-PRESIDENTE COMERCIAL_____________________________________________ De nacionalidade Chilena, ocupou os cargos de Engenheiro de Estudos em Planejamento da Companhia Chilena de Eletricidade, Chilectra (Santiago, Chile), Subgerente de Regionais na Chilectra, Subgerente de Regionais na Empresa de Distribuição Elétrica de Lima Norte, Edelnor (Lima-Peru) e de Diretor Comercial da Companhia Energética do Rio de Janeiro (Cerj). Possui título de Engenheiro Civil Eletricista pela Universidade de Concepción e PósGraduação em Avaliação de Projetos pela Universidade Católica do Chile. 15/06/2006 03:14:15 Pág: 6 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR JOSÉ RENATO FERREIRA BARRETO DIRETOR VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO E DE RECURSOS HUMANOS______________ De nacionalidade brasileira, ingressou na Coelce como estagiário e passou por diversos cargos dentro da empresa: Engenheiro, Chefe de Divisão, Assistente de Departamento, Chefe de Departamento, Coordenador de Projetos e Coordenador do Programa de Melhoria da Coelce. Foi Coordenador do Sub-Comitê de Transporte COGE-Eletrobrás. Possui os títulos de Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal da Paraíba, mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. CELESTINO IZQUIERDO MANSILLA DIRETOR VICE-PRESIDENTE DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA E REGULAÇÃO ___________________________________________________________________ De nacionalidade Espanhola, ocupou os cargos de Diretor das Centrais Térmicas de Puertollano e Cadiz e Diretor de Distribuição em Andalucia, em Espanha. Possui título de Engenheiro Industrial pela Universidade Politécnica de Madrid. JOSEP PUJOLS DE RAMON DIRETOR VICE-PRESIDENTE DE DISTRIBUIÇÃO ___________________________________________________________________ De nacionalidade espanhola, ocupou cargo de Diretor de Distribuição Zona Vallés, na empresa FECSA. Possui o título de Engenheiro Técnico pela Universidade Politécnica da Catalúnia. JOSÉ NUNES DE ALMEIDA NETO DIRETOR VICE-PRESIDENTE DE PROJETOS INSTITUCIONAIS __________________________________________________________________ De nacionalidade brasileira, ocupou os cargos de Chefe de Departamento de Manutenção e Transmissão, Superintendente de Distribuição, Diretor de Operação e Gerente de Projetos Institucionais. Possui o título de Engenheiro Eletricista pela Universidade Federal do Ceará. 15/06/2006 03:14:15 Pág: 7 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR JUAN PABLO HARRISON CALVO DIRETOR VICE-PRESIDENTE DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE GESTÃO __________________________________________________________________ De nacionalidade chilena, ingressou na Chilectra S.A. em 1996 como Engenheiro da área de orçamento e estudos. Ocupou os cargos de chefe da área de contabilidade e valores e da área de orçamento e estudos. Foi Sub Gerente de Finanças e de Controle. Na Enersis S.A. foi designado como Sub Gerente de Planejamento e Controle Operativo, desenvolvendo funções específicas de controle operativo das empresas filiais. Possui título de Engenheiro Comercial pela Universidade Pontificia Católica do Chile com Especialização em Administração de Empresas. JOSÉ LUIS MAYORAL CENZANO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO __________________________________________________________________ De nacionalidade Espanhola, desde 1997 ocupa o cargo de Diretor Geral de Comercialização no grupo ENDESA. Atualmente é presidente da Endesa Energia S.A e Conselheiro da PROFESA, ENHER e GET. Na empresa FECSA ocupou os seguintes cargos: Diretor de Departamento das Filiais e Participadas, Diretor geral de GEIFESA, Subdiretor Geral, Diretor de Pessoal e Administração, Subdiretor Geral e Diretor Comercial e de Distribuição. Foi Conselheiro na empresa Transportes Modernos, Diretor Comercial na Norma Europ S.A., Diretor Comercial na S.A Metalarte e Diretor de Produção na Prodena S.A. É formado em Ciências Químicas pela Universidade de Barcelona, Diplomado em Estudos Sociais e Trabalhistas pela Escola Social de Barcelona e Diplomado em Marketing pela Escola Superior de Marketing de Barcelona. JAVIER VILLAR MONTERO VICE-PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO __________________________________________________________________ De nacionalidade Espanhola, Engenheiro Industrial, atualmente desempenha as funções de Diretor Presidente da CERJ- Country Manager da Endesa, no Brasil. 15/06/2006 03:14:15 Pág: 8 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR MAURICIO BALBONTÍN O’RYAN __________________________________________________________________ Diretor Financeiro na Enersis desde setembro de 1999. Engenheiro Comercial formado pela Universidade do Chile,e Master em Economia e Finanças (MBA) pela Universidade Adolfo Ibáñez (Valparaíso). Ingressou para Enersis como Diretor Financeiro da Diprel em junho de 1990.Desde então vem assumindo responsabilidades na área financeira da Enersis e subsidiárias. Incluindo Rio Maipo, Chilectra e Endesa- Chile, onde foi diretor financeiro pelo período de 01(um) ano findo em agosto de 1999, antecedendo seu cargo atual. IGNÁCIO BLANCO FERNÁNDEZ __________________________________________________________________ De nacionalidade espanhola, Engenheiro Industrial e Economista, atualmente desempenha a função de Gerente de Desenvolvimento da Enersis, em SantiagoChile. ANTÔNIO CLEBER UCHOA CUNHA __________________________________________________________________ De nacionalidade brasileira, desde outubro de 1997 é Cônsul Honorário do Chile em Fortaleza. Ocupa o cargo de Presidente da Federação das Associações do Comércio, Indústria e Agropecuária do Estado do Ceará-FACIC, Diretor da União das Classes Produtoras do Ceará-UCP e Membro do Conselho Curador da Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas-FACTA, em Campinas-SP. É formado em Engenharia Civil pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. EMÍLIO LÓPEZ ORDOBÁZ __________________________________________________________________ De nacionalidade Espanhola, desde 1997 ocupa o cargo de Gerente de Auditoria Interna na CERJ (Rio de Janeiro). Foi Chefe de Auditoria Interna na ERZ (EndesaEspanha) e Chef de Administrativo nas Indústrias Beiruché. É membro do Instituto de Auditores e Censores Jurídicosde Cuenta de Espanha. É formado em Economia pela Universidade de Zaragoza. 15/06/2006 03:14:15 Pág: 9 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR JOSÉ MARIA MARTINEZ ROIG __________________________________________________________________ De nacionalidade Espanhola, ocupa o cargo de Gerente de Processos Técnicos, Línea de Negócio de Distribución Regional de CONDENSA, S.A . Possui o curso de especialização em Linhas e Cabos de Alta Tensão pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona. É formado em Engenharia Industrial Superior Especialidad Técnicas Energéticas pela Escuela de Barcelona. JORGE PARENTE FROTA JÚNIOR __________________________________________________________________ De nacionalidade brasileira, desde 1998 ocupa o cargo de Diretor Comercial na Companhia Brasileira de Laticínios-CBL. Atualmente é Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará-FIEC, Presidente do Conselho Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial-SENAI/CE, Diretor Regional do Serviço Social da IndústriaSESI/CE, Diretor Regional do Instituto Euvaldo Lodi-IEL/CE e Membro do Conselho Temático da Integração Nacional da Confederação Nacional da Indústria-FIEC. É formado em Ciências Econômicas e Administrativas pela Universidade Federal do Ceará. MANUEL FERNANDO DAS NEVES BENTO __________________________________________________________________ Desde 1998 ocupa o cargo de Diretor Vice-Presidente Técnico da CERJ, é Membro Suplente do Conselho de Administração da CERJ e Membro do Conselho de Administração da EDP-Brasil S.A. Possui o título de Bacharelato em Engenharia Electrotécnica pelo Instituto Superior de Engenharia de Coimbra-ISEC e Licenciatura em Engenharia Electrotécnica pela Universidade de Coimbra. LAÉRCIO PEIXOTO DO AMARAL JÚNIOR __________________________________________________________________ De nacionalidade brasileira, Engenheiro Elétrico pela graduado pela Universidade de Fortaleza- UNIFOR, com pós-graduação em análise de Sistema pela 15/06/2006 03:14:15 Pág: 10 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 02.02 - EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E DIRETOR Universidade Federal do Ceará. Atualmente exerce as funções de analista na Conpsys e no Coopfe e Professor lotado na Secretaria Federal do Ceará. FERNANDO NADAL MOYA __________________________________________________________________ De nacionalidade Espanhola, ocupa o cargo de Gerente Corporativo de Comunicação da ENERSIS. Licenciado em Direito pela Universidad de Alcalá de Henares, diplomado pela Real Academia de Legislación y Jurisprudencia, com motivo del " II Curso Jurídico para Periodistas". Ganhador de três "Premios de la Energía", convocados pelo Club Espanhol de Energia: Premio de la Eletricidad, Premio del Petróleo e Premio del Gas. 15/06/2006 03:14:15 Pág: 11 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 03.01 - EVENTOS RELATIVOS À DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL 1 - EVENTO BASE 2 - DATA DO EVENTO 3 - PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS 4 - INVESTIDORES INSTITUCIONAIS 5 - ACORDO DE ACIONISTAS 6 - AÇÕES PREFER. COM DIREITO A VOTO 30/04/2001 Ago 9.904 0 NÃO NÃO 7 - AÇÕES PREFERENCIAIS COM DIREITO A VOTO 8 - DATA DO ÚLTIMO ACORDO DE ACIONISTAS AÇÕES EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO ORDINÁRIAS PREFERENCIAIS 9 - QUANTIDADE (Unidade) 10 - Percentual 0 TOTAL 11 - QUANTIDADE (Unidade) 0,00 12 - Percentual 0 13 - QUANTIDADE (Unidade) 0,00 14 - Percentual 0 0,00 03.02 - POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DE AÇÕES COM DIREITO A VOTO 1 - ITEM 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS (Mil) 01 7-% 3 - CPF/CNPJ 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Mil) 98 99 12 - COMP.CAP.SOC. 13 - PART. NO ACORDO DE ACIONISTAS 03.032.652-0001/04 0,00 88.122.867 56,59 31/12/1999 59.574.725 100,00 67.587.733 43,41 31/12/1999 0 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 14 - CONTROLADOR BRASILEIRA RJ SIM 00.000.000-0000/00 OUTROS 8.013.008 97 11 - ¨% INVESTLUZ S/A 88.122.867 91,66 02 10 - TOTAL DE AÇÕES (Mil) 8,34 NÃO 00.000.000-0000/00 AÇÕES EM TESOURARIA 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 0 0,00 00.000.000-0000/00 OUTROS 00.000.000-0000/00 TOTAL 96.135.875 100,00 15/06/2006 03:14:17 59.574.725 100,00 155.710.600 100,00 Pág: 12 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS CONTROLADORES ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 01 INVESTLUZ S/A 31/12/1999 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 0101 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) COMP DE ELET DO RIO DE JANEIRO - CERJ 36.598.904.252 36,43 0102 0 0,00 0103 0 0,00 0104 0 0,00 0199 100.461.895.427 100,00 15/06/2006 03:14:19 0 0,00 BRASILEIRA 00.000.000-0000/00 ESPANHOLA 00.000.000-0000/00 PANAMENHA 00.000.000-0000/00 PANAMENHA RJ 15.681.945.734 15,61 ESTELMAR HOLDING S.A 10.457.979.185 10,41 33.050.071-0001/58 5 - UF 37.723.066.256 37,55 INTEROCEAN DEVELOPMENTS INC 15.681.945.734 15,61 4 - NACIONALIDADE 36.598.904.252 36,43 ENDESA INTERNACIONAL S/A 37.723.066.256 37,55 3 - CPF/CNPJ 12 - COMP.CAP.SOC. 10.457.979.185 10,41 00.000.000-0000/00 TOTAL 0 0,00 100.461.895.427 100,00 Pág: 13 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 03.03 - DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS CONTROLADORES ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA 1 - ITEM 2 - CONTROLADORA / INVESTIDORA 3 - DATA DE COMP. CAP. SOCIAL 02 OUTROS 31/12/1999 1 - ITEM 6 - AÇÕES ORDINÁRIAS/ COTAS (Unidades) 15/06/2006 03:14:19 2 - NOME/RAZÃO SOCIAL 7-% 8 - AÇÕES PREFERENCIAIS 9 - % (Unidades) 3 - CPF/CNPJ 10 - AÇÕES/COTAS TOTAL 11 - ¨% (Unidades) 4 - NACIONALIDADE 5 - UF 12 - COMP.CAP.SOC. Pág: 14 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 04.01 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 1 - Data da Última Alteração: 2- ITEM 3 - ESPÉCIE DAS AÇÕES 30/11/2000 4 - NOMINATIVA OU ESCRITURAL 01 ORDINÁRIAS 02 PREFERENCIAIS 03 PREFERENCIAIS CLASSE A 04 PREFERENCIAIS CLASSE B 05 (Reais) 6 - QTD. DE AÇÕES 7 - SUBSCRITO (Mil) 8 - INTEGRALIZADO (Reais Mil) (Reais Mil) 96.135.875 267.370 267.370 0 0 0 ESCRITURAL 56.234.134 156.396 156.396 ESCRITURAL 3.340.591 9.291 9.291 PREFERENCIAIS CLASSE C 0 0 0 06 PREFERENCIAIS CLASSE D 0 0 0 07 PREFERENCIAIS CLASSE E 0 0 0 08 PREFERENCIAIS CLASSE F 0 0 0 09 PREFERENCIAIS CLASSE G 0 0 0 10 PREFERENCIAIS CLASSE H 0 0 0 11 PREFER. OUTRAS CLASSES 0 0 0 99 TOTAIS 155.710.600 433.057 433.057 15/06/2006 03:14:21 ESCRITURAL 5 - VALOR NOMINAL Pág: 15 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 04.02 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1- ITEM 2 - DATA DA ALTERAÇÃO 01 27/01/1998 15/06/2006 03:14:23 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL (Reais Mil) 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO (Reais Mil) 433.057 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS (Mil) 18.197 Reserva de Capital 4.944.909 8 - PREÇO DA AÇÃO NA EMISSÃO (Reais) 0,0036800000 Pág: 16 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 04.04 - CAPITAL SOCIAL AUTORIZADO 1 - QUANTIDADE 2 - VALOR (Mil) 300.000.000 3 - DATA DA AUTORIZAÇÃO (Reais Mil) 0 30/04/1998 04.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL AUTORIZADO 1- ITEM 2 - ESPÉCIE 3 - CLASSE 4 - QUANTIDADE DE AÇÕES AUTORIZADAS À EMISSÃO (Mil) 01 ORDINÁRIAS 02 PREFERENCIAIS A 193.352.996 03 PREFERENCIAIS B 6.647.004 15/06/2006 03:14:25 100.000.000 Pág: 17 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 06.01 - PROVENTOS DISTRIBUÍDOS NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1 - ITEM 2 - PROVENTO 3 - APROVAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO EVENTO 4 - DATA DA APROVAÇÃO DISTRIBUIÇÃO 5 - TÉRMINO DO 6 - LUCRO OU PREJUÍZO 7 - VALOR DO LÍQUIDO NO PERÍODO PROVENTO POR AÇÃO EXERCÍCIO SOCIAL (Reais Mil) 8 - ESPÉCIE DAS AÇÕES 9 - CLASSE 10 - MONTANTE DO DAS AÇÕES PROVENTO (Reais Mil) 11 - DATA DE INÍCIO DE PAGAMENTO 01 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 08/02/1999 31/12/1998 27.721 0,0000849000 02 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 08/02/1999 31/12/1998 27.721 0,0000849000 PREFERENCIAL 5.059 25/02/1999 03 DIVIDENDO AGO 06/04/1999 31/12/1998 27.721 0,0000797075 7.663 16/04/1999 04 DIVIDENDO AGO 06/04/1999 31/12/1998 27.721 0,0000946896 PREFERENCIAL A 05 DIVIDENDO AGO 06/04/1999 31/12/1998 27.721 0,0002059364 PREFERENCIAL B 06 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 12/11/1999 31/12/1999 74.896 0,0002400000 07 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 12/11/1999 31/12/1999 74.896 0,0002400000 PREFERENCIAL A 08 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 12/11/1999 31/12/1999 74.896 0,0002400000 PREFERENCIAL B 09 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 22/02/2000 31/12/1999 74.896 0,0000561000 10 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 22/02/2000 31/12/1999 74.896 0,0000561000 PREFERENCIAL A 11 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 22/02/2000 31/12/1999 74.896 0,0000561000 PREFERENCIAL B 12 DIVIDENDO AGO 04/04/2000 31/12/1999 74.896 0,0000137142 13 DIVIDENDO AGO 04/04/2000 31/12/1999 74.896 0,0000137142 PREFERENCIAL A 771 25/05/2000 14 DIVIDENDO AGO 22/02/2000 31/12/1999 74.896 0,0000304321 PREFERENCIAL B 102 25/05/2000 15 OUTROS AGO 04/04/2000 31/12/1999 74.896 0,0079400000 16 OUTROS AGO 04/04/2000 31/12/1999 74.896 0,0079400000 PREFERENCIAL A 17 OUTROS AGO 04/04/2000 31/12/1999 74.896 0,0079400000 PREFERENCIAL B 18 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 25/04/2000 31/12/2000 83.871 0,0000666000 19 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 25/04/2000 31/12/2000 83.871 0,0000666000 PREFERENCIAL A 20 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 25/04/2000 31/12/2000 83.871 0,0000666000 PREFERENCIAL B 21 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 15/08/2000 31/12/2000 83.871 0,0000673025 22 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 15/08/2000 31/12/2000 83.871 0,0000673025 PREFERENCIAL A 23 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 15/08/2000 31/12/2000 83.871 0,0000673025 PREFERENCIAL B 24 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 09/11/2000 31/12/2000 83.871 0,0001459000 25 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 09/11/2000 31/12/2000 83.871 0,0001459000 PREFERENCIAL 15/06/2006 03:14:27 8.163 25/02/1999 ORDINÁRIA ORDINÁRIA 5.325 16/04/1999 688 16/04/1999 23.077 26/11/1999 ORDINÁRIA 13.496 26/11/1999 801 26/11/1999 5.393 28/02/2000 ORDINÁRIA 3.155 28/02/2000 187 28/02/2000 1.318 25/05/2000 ORDINÁRIA 12.976 25/05/2000 ORDINÁRIA 7.590 25/05/2000 451 25/05/2000 6.403 25/05/2000 ORDINÁRIA 3.745 25/05/2000 223 25/05/2000 6.470 30/08/2000 ORDINÁRIA 3.785 30/08/2000 225 30/08/2000 14.026 27/11/2000 ORDINÁRIA A 8.204 27/11/2000 Pág: 18 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 06.01 - PROVENTOS DISTRIBUÍDOS NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1 - ITEM 2 - PROVENTO 3 - APROVAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO EVENTO 4 - DATA DA APROVAÇÃO DISTRIBUIÇÃO 5 - TÉRMINO DO 6 - LUCRO OU PREJUÍZO 7 - VALOR DO LÍQUIDO NO PERÍODO PROVENTO POR AÇÃO EXERCÍCIO SOCIAL (Reais Mil) 8 - ESPÉCIE DAS AÇÕES 9 - CLASSE 10 - MONTANTE DO DAS AÇÕES PROVENTO (Reais Mil) 26 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO RDIR 09/11/2000 31/12/2000 83.871 0,0001459000 PREFERENCIAL 27 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO AGO 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0000028000 28 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO AGO 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0000028000 PREFERENCIAL A 29 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO AGO 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0000028000 PREFERENCIAL B 30 DIVIDENDO AGO 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0002291016 31 DIVIDENDO AGO 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0002291016 PREFERENCIAL A 32 DIVIDENDO AGO 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0002291016 PREFERENCIAL B 33 OUTROS AGE 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0078625170 34 OUTROS AGE 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0078625170 PREFERENCIAL A 10.611 29/06/2001 35 OUTROS AGE 30/04/2001 31/12/2000 83.871 0,0078625170 PREFERENCIAL B 630 29/06/2001 15/06/2006 03:14:27 B 11 - DATA DE INÍCIO DE PAGAMENTO 487 27/11/2000 269 29/06/2001 ORDINÁRIA 157 29/06/2001 9 29/06/2001 22.025 29/06/2001 ORDINÁRIA 12.883 29/06/2001 765 29/06/2001 18.141 29/06/2001 ORDINÁRIA Pág: 19 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 06.03 - DISPOSIÇÕES ESTATUTÁRIAS DO CAPITAL SOCIAL 1 - ITEM 2 - ESPÉCIE DA AÇÃO 3 - CLASSE 4 - % DO CAPITAL 5 - CONVERSÍVEL 6 - CONVERTE EM 7 - DIREITO A VOTO DA AÇÃO SOCIAL 10 - PRÊMIO 11 - TIPO DE DIVIDENDO 12 - % DIVIDENDO 01 PREFERENCIAL A NÃO 02 36,11 6,00 PREFERENCIAL B NÃO 03 13 - R$/AÇÃO ORDINÁRIA NÃO 9 - PRIORIDADE NO REEMBOLSO DE CAPITAL 17 - OBSERVAÇÃO 16 - CALCULADO SOBRE 0,00 SIM 0,00000 LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO NÃO 0,00 SIM 0,00000 61,74 0,10 15 - PRIORITÁRIO NÃO 2,15 10,00 14 - CUMULATIVO 8 - TAG ALONG % LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO PLENO 0,00000 0,00 NÃO LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO 06.04 - MODIFICAÇÃO ESTATUTÁRIA 1 - DATA DA ÚLTIMA MODIFICAÇÃO DO ESTATUTO 30/04/2001 15/06/2006 03:14:29 2 - DIVIDENDO OBRIGATÓRIO (% DO LUCRO) 25,00 Pág: 20 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Divulgação Externa Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 07.01 - REMUNERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ADMINISTRADORES NO LUCRO 1 - PARTICIPAÇÃO DOS ADMINISTRADORES NO LUCRO 2 - VALOR DA REMUNERAÇÃO GLOBAL DOS (Reais Mil) ADMINISTRADORES SIM 3 - PERIODICIDADE 1.706 ANUAL 07.02 - PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 1 - DATA FINAL DO ÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL: 31/12/2000 2 - DATA FINAL DO PENÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL: 31/12/1999 3 - DATA FINAL DO ANTEPENÚLTIMO EXERCÍCIO SOCIAL: 31/12/1998 4- ITEM 5 - DESCRIÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES 01 PARTICIPAÇÕES-DEBENTURISTAS 02 PARTICIPAÇÕES-EMPREGADOS 03 6 - VALOR DO ÚLTIMO 7 - VALOR DO PENÚL- 8 - VALOR DO ANTEPE- EXERCÍCIO (Reais Mil) TIMO EXERCÍCIO (Reais Mil) NÚLTIMO EXERCÍCIO (Reais Mil) 0 0 0 2.359 2.499 1.406 PARTICIPAÇÕES-ADMINISTRADORES 0 0 0 04 PARTIC.-PARTES BENEFICIÁRIAS 0 0 0 05 CONTRIBUIÇÕES FDO. ASSISTÊNCIA 0 0 0 06 CONTRIBUIÇÕES FDO. PREVIDÊNCIA 5.342 5.357 8.282 07 OUTRAS CONTRIBUIÇÕES 08 LUCRO LÍQUIDO NO EXERCÍCIO 09 PREJUÍZO LÍQUIDO NO EXERCÍCIO 15/06/2006 03:14:31 0 0 0 83.871 74.896 27.721 0 0 0 Pág: 21 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 09.01 - BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA Breve Histórico A Companhia Energética do Ceará – Coelce é uma sociedade anônima de capital aberto, concessionária de Serviço Público de Energia Elétrica, regulamentada pela Lei das Sociedades Anônimas e com suas atividades fiscalizadas e regulamentadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. A Companhia foi constituída através de escritura pública de 30 de agosto de 1971, publicada no Diário Oficial do Estado, no dia 2 de setembro de 1971, e autorizada a operar como Empresa de energia elétrica pelo Decreto Federal n.º 60.469, de 5 de novembro de 1971, publicado no Diário Oficial da União no dia 9 de novembro do mesmo ano. Sua criação foi resultado da unificação das quatro empresas distribuidoras de energia elétrica existentes no Ceará, a saber: Companhia de Eletrificação Centro-Norte do Ceará (Cenorte), Companhia de Eletricidade do Cariri (Celca), Companhia de Eletrificação Rural do Nordeste (Cerne) e Companhia Nordeste de Eletrificação de Fortaleza (Conefor). A Coelce tornou-se uma Empresa de capital aberto, em outubro de 1995, quando a partir de então, suas ações passaram a ser negociadas nas principais Bolsas de Valores brasileiras. Nesta época, os principais acionistas da Companhia eram as Prefeituras Municipais do Estado do Ceará, a Eletrobrás e o Governo Estadual. Em 02 de abril de 1998, através de Leilão Público, realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), a Companhia foi privatizada. O Consórcio Distriluz Energia Elétrica S.A., formado pela Endesa de España S.A., Enersis S.A., Chilectra S.A., e Companhia de Eletricidade do Rio de Janeiro – Cerj, converteu-se no novo operador da Companhia . No dia 13 maio de 1998, a Distriluz Energia Elétrica S.A, a Coelce, a Aneel, e o Estado do Ceará procederam à assinatura do Contrato de Concessão, que outorga à Coelce 30 anos de direitos exclusivos sobre a Distribuição de Energia Elétrica no Estado. No dia 27 de setembro de 1999, a Companhia concluiu um processo de reestruturação societária, através do qual a Coelce incorporou sua controladora Distriluz Energia Elétrica S.A. A Investluz S.A., atual controladora da Coelce, possui 91,66% do capital votante e 56,59% do capital total da Companhia. 15/06/2006 03:14:33 Pág: 22 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 09.01 - BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA 15/06/2006 03:14:33 Pág: 23 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 09.02 - CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO Característica do Setor de Atuação A Coelce é uma Companhia de distribuição de Energia Elétrica, no Estado do Ceará, localizado no Nordeste do Brasil, abrangendo um território de 146.817 km2 com 184 municípios, cujo período de concessão é de 30 anos. Antecedentes Principais Razão Social Tipo de Entidade Endereço Companhia Energética do Ceará Sociedade Anônima Aberta Av. Barão de Studart, 2917 – Aldeota - Fortaleza - Ceará Cep 60.127-900 Telefone (5585) 216.1100 Fax (5585) 216.1410 Página Web http:\\www.Coelce.com.br e-mail [email protected] CGC 07.047.251/0001-70 Registro na CVM 01486-9 Fisco Estadual 06.105.848-3 Auditores Externos Arthur Andersen S/C Atividades e Negócios Objeto Social (a) a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, execução de serviços correlatos que lhes venham a ser concedidos ou autorizados por qualquer título de direito, e o desenvolvimento de atividades associadas aos serviços, bem como a celebração de atos de comércio decorrentes dessas atividades; (b) a realização de estudos, planejamentos, projetos, construção e operação de sistemas de produção, transformação, transporte e armazenamento, distribuição e comércio de energia de qualquer origem ou natureza, na forma de concessão, autorização e permissão que lhes forem outorgados, com jurisdição na área territorial do Estado do Ceará, e outras áreas definidas pelo Poder Concedente; 15/06/2006 03:14:35 Pág: 24 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 09.02 - CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO (c) o estudo, projeto e execução de planos e programas de pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de energia, em especial as renováveis, ações que desenvolverá diretamente ou em cooperação com outras instituições; (d) o estudo, a elaboração e execução, no setor de energia, de planos e programas de desenvolvimento econômico e social em regiões de interesse da comunidade e da companhia, diretamente ou em colaboração com órgãos estatais ou privados, podendo, também, fornecer dados, informações e assistência técnica à iniciativa pública ou privada que revele empenho em implantar atividades econômicas e sociais necessárias ao desenvolvimento; (e) a prática de demais atos que se fizerem necessários ao objeto social, bem como a participação no capital social de outras companhias no Brasil ou no exterior, cujas finalidades sejam a exploração de serviços públicos de energia elétrica, incluindo os ligados à produção, geração, transmissão e distribuição. 15/06/2006 03:14:35 Pág: 25 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 3 - CNPJ 7.047.251/0001-70 10.01 - PRODUTOS E SERVIÇOS OFERECIDOS 1- ITEM 2 - PRINCIPAIS PRODUTOS E/OU SERVIÇOS 01 3 - % RECEITA LÍQUIDA FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA 15/06/2006 03:14:38 99,18 Pág: 26 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 3 - CNPJ 7.047.251/0001-70 10.02 - MATÉRIAS PRIMAS E FORNECEDORES 1- ITEM 2 - MATÉRIA PRIMA 7 - NOME DO FORNECEDOR 01 03 15/06/2006 03:14:40 9 - % DE FORNECIMENTO SOBRE O TOTAL DAS COMPRAS DA CIA. NÃO 0 SIM NÃO 99,32 NÃO 0 SIM NÃO NÃO LIGADO ENERGIA TÉRMICA ENERGY WORK 6 - DISPONÍVEL MERCADO EXTERNO NÃO LIGADO ENERGIA EÓLICA WOBBEN WINDPOWER IND E COM LTDA 5 - DISPONÍVEL MERCADO LOCAL 8 - TIPO DE FORNECEDOR ENERGIA ELÉTRICA CHESF 02 3 - IMPORTAÇÃO 4 - VALOR DA IMPORTAÇÃO (Reais Mil) 0,60 NÃO 0 SIM NÃO NÃO LIGADO 0,08 Pág: 27 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO Atendimento a Clientes No que diz respeito ao atendimento aos clientes, a política da empresa se orientou no sentido de modernizar os sistemas de informação, ampliar os canais de acesso aos serviços da empresa e universalizar o atendimento comercial. Além da entrada em funcionamento de um novo sistema comercial, de tecnologia avançada, foi implantado o sistema centralizado de atendimento a clientes, 24 horas por dia, através de ligação gratuita para todo o Ceará (0800.850196). Também no sentido de facilitar a comunicação e permitir acesso direto ao teleatendimento, deu-se continuidade ao programa "LIGUE COELCE", sendo instaladas 25 cabines na capital e 09 cabines no interior que proporcionam uma linha direta e gratuita do consumidor com a COELCE. A cobertura do atendimento comercial foi ampliada com a implantação do projeto "PONTOS DE SERVIÇO", que tornou possível estender o atendimento aos 184 municípios cearenses. Além disso, foi lançado o programa "COELCE NOS BAIRROS", pelo qual a empresa está levando soluções, orientações e palestras educativas às comunidades carentes da cidade de Fortaleza e Interior. Em 2000, a COELCE totalizou 43 agências de atendimento, 53 escritórios, 140 pontos de serviço e 10 unidades móveis para levar atendimento a cada município do Estado do Ceará. O pagamento de faturas foi facilitado com o aumento do número de postos arrecadadores, de 643 em dezembro 1999 para 677 em dezembro de 2000. Foram implementados, também, serviços como o atendimento especial a clientes com deficiência auditiva e contas de energia em braile para os deficientes visuais, além da criação da agência virtual na internet. Finalmente, foi implementado o projeto COELCE nas escolas que é um programa educativo visando dar dicas de segurança e do uso eficiente da energia elétrica. Como resultado dos projetos realizados houve a diminuição no tempo médio de deferimento dos processos de Aparelho Queimado, baixando de 21 dias em junho para 9 dias em dezembro de 2000. O tempo médio de espera do teleatendimento baixou de 37 segundos em março para 7 segundos em dezembro de 2000. E o tempo de espera nas filas das agências foi reduzido de 82 segundos para 39 segundos. Demonstrando-se assim, a eficiência dos projetos que vêm sendo posto em prática. Qualidade de Serviço O programa continuado de investimentos que a COELCE vem realizando nos últimos anos, objetivando distribuir energia de qualidade e oferecer um serviço eficiente, reflete-se nos indicadores operacionais, permitindo que se atinjam níveis de qualidade internacionais. 15/06/2006 03:14:43 Pág: 28 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO Contudo, em 2000 houve um aumento dos índices de DEC e FEC em decorrência da implementação do sistema SISDA de Teleatendimento com a ligação gratuita (0800) 24 horas dos 365 dias do ano em toda a área de concessão. Assim, pôde-se ter certeza que todas as interrupções foram ingressadas na hora no Sistema Informático de Cálculo dos índices. Esse novo sistema também proporcionou um erro menor na digitação manual, ao mesmo tempo que foi empregado o Processo de Verificação Interna na coleta, digitação das interrupções e posterior cálculo dos índices, aumentando, desta forma, consideravelmente a confiabilidade dos valores obtidos. A grande quantidade de Programas para obras e manutenção preventiva do sistema, com o fim de prestar um serviço de qualidade, também acabou influenciando na frequência e na duração de interrupções no período. Outros fatores externos também contribuíram para esse aumento, tais como: mudança na legislação dos tipos de interrupção a serem levados em conta e sua contabilização no Sistema de Cálculos dos índices; e a grande incidência de descargas atmosféricas no início no ano de 2000. 15/06/2006 03:14:43 Pág: 29 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO Mercado de Energia Elétrica Em 2000, a energia vendida apresentou um acréscimo de 5,4% contra 3,6% no ano anterior. A estrutura de mercado é formada basicamente pelas classes residencial, industrial e comercial, que juntas representam 81,4% das vendas, com crescimento de 7,3%, 6,7% e 8,8%, respectivamente, em relação ao ano anterior. A demanda de energia rural em 2000 foi relativamente baixa, quando comparada aos anos anteriores, isto porque esse ano foi atípico no que diz respeito a chuvas. Em 2000, o índice pluviométrico foi elevado, sendo baixa a necessidade de irrigação no campo. Como conseqüência, sendo o setor rural regido pelas condições climáticas e diretamente relacionado à irrigação, houve uma queda de 12 % na demanda por energia neste setor. Balanço de Energia 1997 1998 1999 2000 Variação % Demanda Máxima MW Energia Requerida GWh Energia Fornecida GWh 905,9 5.590,9 4.815,8 999,8 6.220,5 5.378,8 998,6 6.426,7 5.573,9 1.109,9 6.773,0 5.874,2 11,1 5,4 5,4 Residencial Industrial Comercial Rural Poderes Públicos Iluminação Pública Serviços Públicos Revenda Consumo Próprio 1.678,0 1.387,3 842,7 296,2 206,6 242,8 139,5 10,7 12,2 1.854,3 1.525,3 952,7 345,9 245,9 261,0 174,4 9,0 10,3 1.853,0 1.615,7 986,3 335,0 298,0 291,5 176,2 8,8 9,4 1.988,1 1.723,2 1.073,2 294,7 293,1 295,9 176,6 21,1 8,4 7,3 6,7 8,8 -12,1 -1,7 1,5 0,2 141,4 -10,4 Obs: Os anos de 1997 a 1999 foram ajustados segundo a metodologia de apuração considerada no ano 2000. 15/06/2006 03:14:43 Pág: 30 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 11.02 - PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO Número de Clientes Em dezembro de 2000, o número de consumidores da Coelce atingiu 1.795.824. Esse resultado significa um acréscimo de 8,7% ao total registrado no mesmo período do ano anterior, representando um total de 143.751 novas ligações. A classe residencial, que representa 86% do total dos clientes da Empresa, obteve um crescimento de 8,9% em relação à dezembro de 1999. Número de Clientes Residencial Industrial Comercial Rural Poderes Públicos Iluminação Pública Serviços Públicos Revenda Consumo Próprio Total de Clientes 15/06/2006 03:14:43 1997 1998 1999 2000 1.187.910 1.286.670 1.417.947 1.543.980 7.454 7.698 7.809 7.837 112.676 119.121 125.522 132.751 70.468 74.811 79.569 89.191 16.723 17.962 20.089 20.828 184 184 184 185 1.064 1.148 657 781 4 4 3 3 327 274 293 268 1.396.810 1.507.872 1.652.073 1.795.824 Variação (1999/2000) 8,9 0,4 5,8 12,1 3,7 0,5 18,9 0,0 -8,5 8,7 Pág: 31 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 11.03 - POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO A Coelce tem participado ativamente tanto nas discussões do Acordo de Mercado, que criou o MAE em 26 de agosto de 1998, quanto da criação do Estatuto de (ONS), instituições das quais a Coelce é membro integrante. Além disso, a Coelce está contribuindo nas discussões em andamento relacionadas com as Regras de Mercado e os Procedimentos de Operação do Sistema Elétrico. Em 29 de fevereiro de 2000 a Assembléia Geral do Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE aprovou as Regras do MAE e a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, após a realização de um processo de Audiência Pública, homologou e fixou as diretrizes para sua implantação gradual, através da Resolução nº 290/2000. A 1ª etapa, caracteriza-se pela definição, através do MAE, do preço ex-ante de energia em base mensal ou semanal, e deverá ter sua implantação até 1º de setembro de 2000. A implantação da 2ª etapa deverá ocorrer até 1º de julho de 2001 e tem como característica o início da dupla contabilização, com preços calculados ex-ante e ex-post, em base semanal. Por fim, a 3ª etapa tem prazo de implantação até 1º de janeiro de 2002 e se caracteriza pelo início da definição de preços e quantidade em intervalos de no máximo uma hora, mantida a dupla contabilização 15/06/2006 03:14:45 Pág: 32 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 14.05 - PROJETOS DE INVESTIMENTO Investimentos A COELCE investiu R$ 149,4 milhões, em 2000. A maioria dos investimentos foram destinados a expansão e melhoria no sistema elétrico de distribuição, para atender satisfatoriamente o crescimento da demanda dentro dos parâmetros de qualidade de serviços e produtos exigidos. Adicionalmente, foram aplicados recursos em automação de subestações, renovação de equipamentos de informática, ampliação e melhoria do sistema de telecomunicação, medidas de combate as perdas de energia e continuidade aos programas de eletrificação massivos. Efetuou-se ampliação de potência em 17 Subestações, acrescentando 118,5 MVA à capacidade instalada. Investiu-se na construção de 4 novas Subestações, totalizando uma potência instalada em novas Subestações de 75,8 MVA. Pode-se citar também a construção de 6 novas Linhas de Transmissão. Investimentos no Controle de Perdas de Energia No decorrer de 2000 a Companhia deu continuidade a dois Projetos para o controle e combate das perdas de Energia Elétrica: o Projeto Normalização e o Projeto PIMT. Em vigor desde julho de 1998, como medida para combate ao furto de energia e uma forma de normalizar as irregularidades nas instalações de clientes, o Projeto Normalização em 2000 realizou a inspeção de 317.379 clientes, dos quais foram normalizados 35.035. O Projeto PIMT, objetivando eliminar o desvio de energia em agrupamentos de famílias nas periferias das maiores cidades, principalmente Fortaleza e Região Metropolitana, elaborou projetos para atender 11.200 clientes, dos quais foram executados 5.200. Também foram realizadas fiscalizações rigorosas visando a segurança no trabalho, inspeções, treinamento e reciclagem do pessoal ligado aos trabalhos de controle de perdas. Quanto a área de informática, foram criados relatórios de gestão do projeto normalização no sistema synergia, resultando em qualidade e rapidez nas informações, bem como a adequação do sistema citado para as novas atividades de 2001. A ação firme da Coelce, através do Programa de Controle de Perdas, vem permitindo solucionar tal problema mediante a erradicação daqueles usuários de energia de forma irregular e sua posterior incorporação como clientes normais ao sistema de faturamento. Desta forma, este programa é o grande responsável pela redução das perdas comerciais de energia. 15/06/2006 03:14:48 Pág: 33 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 14.05 - PROJETOS DE INVESTIMENTO Investimentos no Sistema Elétrico O Estado do Ceará ganhou destaque por apresentar um plano administrativo moderno e bem fundamentado, que prioriza a instalação das indústrias. Na busca de atender as novas indústrias e o crescimento da população, a COELCE investiu para acompanhar o aumento da demanda, contribuindo para proporcionar infra-estrutura ao desenvolvimento regional. Com o objetivo de atender o crescimento da demanda e melhorar os níveis de tensão em todo Estado, a empresa construiu 4.370 quilômetros de novos trechos de alimentadores, instalou 148 bancos reguladores de tensão e 82 bancos capacitores. No ano 2000, foram construídos 154,5 quilômetros de novas Linhas de Transmissão. No ano em questão, também foram iniciadas as obras de construção de quatro novas subestações, estando Brejo Santo, Mombaça e Pici II, em fase de conclusão e Guaramiranga em início. Investimento no Programa Luz no Campo “Luz no Campo” é um programa de eletrificação rural financiado pela Eletrobrás, que visa atender ao homem do campo. No ano de 2000, foram autorizados a execução de 250 obras, atendendo a 13.591 clientes, com um investimento de R$ 13.670.583,36. No entanto, só foram concluídas 141 obras, beneficiando 6.939 famílias, totalizando um investimento de R$ 6.333.307,73. Foram executadas também as instalações domiciliares das unidades habitacionais e foram construídas 39 km de redes de distribuição em média e baixa tensões. Sistema Elétrico da Coelce O sistema elétrico da COELCE possuía, em dezembro de 2000, uma infra-estrutura de 62.651 Km de redes de distribuição, 2.810 Km de linhas de transmissão e 77 subestações. SISTEMA ELÉTRICO Unidade 1997 1998 1999 2000 Redes de Distribuição Km 44.492 48.257 55.842 62.651 Linhas de Transmissão Subestações Km Ud 2.491 72 2.587 74 2.688 75 2.810 77 1.294,80 1.384,01 1.431,00 1.597,62 Capacidade Instalada 15/06/2006 03:14:48 MVA Pág: 34 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 14.05 - PROJETOS DE INVESTIMENTO 15/06/2006 03:14:48 Pág: 35 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS Data-Base - 31/12/2000 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 16.01 - AÇÕES JUDICIAIS COM VALOR SUPERIOR A 5% DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO OU DO LUCRO LÍQUIDO 1- ITEM 2 - DESCRIÇÃO 3 - % PATRIMÔNIO 4 - % LUCRO LÍQUIDO LÍQUIDO 5 - PROVISÃO 6 - VALOR (Reais Mil) 01 TRABALHISTA 1,37 20,00 SIM 16.772 02 FISCAL/TRIBUTÁRIA 0,65 9,54 SIM 8.000 03 OUTRAS 0,43 6,22 SIM 5.217 15/06/2006 03:14:50 Pág: 36 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO,ORGANIZAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E OBJETO ARTIGO 1º - A Companhia Energética do Ceará - COELCE, que usará a abreviatura COELCE, é uma sociedade anônima, aberta, de capital autorizado, e terá suas atividades regidas por este Estatuto e pela Legislação em vigor, estando autorizada a funcionar como empresa elétrica pelo decreto federal 69.469, publicado no D.O.U edição do dia 05 de novembro de 1971. ARTIGO 2º - Constitui objeto da COELCE: (a) a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, execução de serviços correlatos que lhes venham a ser concedidos ou autorizados por qualquer título de direito, e o desenvolvimento de atividades associadas aos serviços, bem como a celebração de atos de comércio decorrentes dessas atividades; (b) a realização de estudos, planejamentos, projetos, construção e operação de sistemas de produção, transformação, transporte e armazenamento, distribuição e comércio de energia de qualquer origem ou natureza, na forma de concessão, autorização e permissão que lhes forem outorgados, com jurisdição na área territorial do Estado do Ceará, e outras áreas definidas pelo Poder Concedente; (c) o estudo, projeto e execução de planos e programas de pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de energia, em especial as renováveis, ações que desenvolverá diretamente ou em cooperação com outras instituições; 15/06/2006 03:14:53 Pág: 37 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL (d) o estudo, a elaboração e execução, no setor de energia, de planos e programas de desenvolvimento econômico e social em regiões de interesse da comunidade e da companhia, diretamente ou em colaboração com órgãos estatais ou privados, podendo, também, fornecer dados, informações e assistência técnica à iniciativa pública ou privada que revele empenho em implantar atividades econômicas e sociais necessárias ao desenvolvimento; (e) a prática de demais atos que se fizerem necessários ao objeto social, bem como a participação no capital social de outras companhias no Brasil ou no exterior, cujas finalidades sejam a exploração de serviços públicos de energia elétrica, incluindo os ligados à produção, geração, transmissão e distribuição. ARTIGO 3º - A COELCE tem sede e foro na cidade de Fortaleza, Estado do Ceará, podendo instalar em qualquer parte do Território Nacional ou no exterior subsidiárias, sucursais, filiais, agências, postos de serviço, depósito e escritórios que se fizerem necessários, mediante aprovação do Conselho de Administração. ARTIGO 4º - A COELCE tem prazo de duração indeterminado. CAPÍTULO II - DO CAPITAL E DAS AÇÕES ARTIGO 5º - O Capital Social é de R$ 433.057.722,64 (quatrocentos e trinta e três milhões, cinqüenta e sete mil, setecentos e vinte e dois reais e sessenta e quatro centavos), constituído por 155.710.600.088 (cento e cinqüenta e cinco bilhões, setecentos e dez milhões, seiscentos mil e oitenta e oito) ações nominativas, sem valor nominal, sendo 96.135.874.703 (noventa e seis bilhões, cento e trinta e cinco milhões, oitocentos e setenta e quatro mil, setecentos e três) ações ordinárias e 59.574.725.385 (cinqüenta e nove bilhões, quinhentos e setenta e quatro milhões, 15/06/2006 03:14:53 Pág: 38 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL setecentos e vinte e cinco mil, trezentas e oitenta e cinco) ações preferenciais, estas divididas em duas classes: 56.234.133.909 (cinqüenta e seis bilhões, duzentas e trinta e quatro milhões, cento e trinta e três mil, novecentas e nove) ações preferenciais “Classe A” e 3.340.591.476 ( três bilhões, trezentos e quarenta milhões, quinhentas e noventa e um mil, quatrocentas e setenta e seis) ações preferenciais “Classe B”. PARÁGRAFO PRIMEIRO - A COELCE está autorizada a aumentar seu capital até o limite de 300.000.000.000 ( trezentos bilhões) de ações sem valor nominal, sendo 100.000.000.000 (cem bilhões) ações ordinárias, 193.352.996.180 (cento e noventa e três bilhões, trezentos e cinqüenta e dois milhões, novecentos e noventa e seis mil, cento e oitenta) ações preferenciais Classe A e 6.647.003.820 (seis bilhões, seiscentos e quarenta e sete milhões, três mil, oitocentas e vinte) ações preferenciais Classe B. PARÁGRAFO SEGUNDO - As ações preferenciais Classe B poderão ser convertidas em ações preferenciais Classe A, a requerimento do interessado. PARÁGRAFO TERCEIRO - Salvo deliberação em contrário do Conselho de Administração, os acionistas não terão direito de preferência em qualquer emissão de ações, notas promissórias para distribuição pública, debêntures ou partes beneficiárias conversíveis em ações ou bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante venda em bolsa de valores, subscrição pública ou permuta por ações em oferta de aquisição de controle, nos termos do art. 172 da Lei n.º 6.404/76. 15/06/2006 03:14:53 Pág: 39 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL PARÁGRAFO QUARTO - As ações da COELCE serão escriturais, permanecendo em contas de depósito em instituição autorizada, em nome de seus titulares, sem emissão de certificados, nos termos dos artigos 34 e 35 da Lei n.º 6.404, de 15.12.76 ARTIGO 6º - A integralização das ações obedecerá às normas e condições estabelecidas pela Assembléia Geral. ARTIGO 7º - A instituição depositária poderá cobrar do acionista o custo do serviço de transferência da propriedade das ações escriturais. ARTIGO 8º - A cada ação ordinária corresponde um voto nas deliberações da Assembléia Geral, bem como o direito ao recebimento de dividendos na forma dos artigos 29,30 e 31 deste Estatuto. ARTIGO 9º - As ações preferenciais não terão direito de voto, mas às mesmas são asseguradas as seguintes vantagens: (a) prioridade no recebimento de um dividendo mínimo, não cumulativo, de 6% (seis por cento) para as da Classe A e 10% (dez por cento) para as da Classe B, calculados sobre o valor proporcional do capital social atribuído à respectiva classe, corrigido ao término de cada exercício social; (b) prioridade no reembolso de capital pelo valor do patrimônio líquido, no caso de liquidação da Companhia. ARTIGO 10 - À COELCE, por deliberação do Conselho de Administração, é facultado emitir ações, sem guardar a proporção das espécies e/ou classes das 15/06/2006 03:14:53 Pág: 40 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ações já existentes, desde que o número de ações preferenciais não ultrapasse o limite de 2/3 (dois terços) do total das ações emitidas. PARÁGRAFO ÚNICO - A COELCE poderá adquirir suas próprias ações, a fim de cancelá-las ou mantê-las em tesouraria para posterior alienação mediante autorização do Conselho de Administração. CAPÍTULO III - DA ADMINISTRAÇÃO ARTIGO 11 - A COELCE será administrada por um Conselho de Administração, órgão colegiado de funções deliberativas, com as atribuições previstas na Lei, especialmente as do art. 142 da Lei 6.404/76, sem prejuízo daquelas estabelecidas neste Estatuto, e por uma Diretoria composta por 09 (nove) membros, sendo (I) o Diretor Presidente, (II) o Diretor Vice - Presidente Técnico, (III) o Diretor Vice - Presidente Comercial, (IV) o Diretor Vice - Presidente Administrativo Financeiro, (V) o Diretor Vice-Presidente de Organização e Recursos Humanos, (VI) o Diretor Vice - Presidente de Compras de Energia e Regulação, (VII) o Diretor Vice-Presidente de Planejamento e Controle de Gestão, (VIII) Diretor Vice-Presidente de Distribuição e (IX) Diretor VicePresidente de Projetos Institucionais. ARTIGO 12 - A investidura nos cargos de Conselheiro de Administração e de Diretor far-se-á mediante termo lavrado em livro próprio. PARÁGRAFO ÚNICO - Findo o mandato, os administradores permanecerão no exercício de seus cargos, até a investidura de seus sucessores. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 15/06/2006 03:14:53 Pág: 41 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 13 - O Conselho de Administração será constituído de 11 (onze) membros e até igual número de suplentes, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de 03 (três) anos, permitida a reeleição, cabendo a um deles a Presidência do Conselho e a outro a Vice -Presidência, respectivamente. PARÁGRAFO PRIMEIRO - A posse do membro do Conselho de Administração residente ou domiciliado no exterior fica condicionada à constituição de procurador residente no País, com poderes para receber citação em ações contra ele propostas com base na legislação societária, com prazo de validade coincidente com o do mandato. PARÁGRAFO SEGUNDO - Os empregados acionistas da COELCE terão direito de eleger um membro do Conselho de Administração, mesmo no caso em que as ações que detenham não sejam suficientes para assegurar tal eleição. O Conselheiro representante dos empregados acionistas será por estes escolhido previamente, mediante eleição. PARÁGRAFO TERCEIRO - No caso de impedimento temporário do Presidente do Conselho, o seu substituto será o Vice-Presidente do Conselho. ARTIGO 14 - O Conselho de Administração reunir-se-á, com a presença da maioria de seus membros efetivos ou suplentes, trimestralmente, ou quando necessário, sempre que convocado por seu Presidente ou pelo Vice-Presidente, ou ainda por dois de seus membros, com a antecedência mínima de 05 (cinco) dias úteis, salvo se a reunião houver de se realizar em local diferente do que o da sede social, em cujo caso a convocação requererá uma antecedência mínima de 07 (sete) dias úteis, sendo certo que as convocações deverão conter as respectivas ordens do dia, acompanhadas dos documentos pertinentes. As 15/06/2006 03:14:53 Pág: 42 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL deliberações, consignadas em ata no livro próprio, serão tomadas por maioria de votos. A convocação prévia será tida como dispensada se todos os membros do Conselho estiverem presentes à reunião. Os membros do Conselho poderão ser representados nas reuniões por outro Conselheiro que indicarem, por instrumento escrito. ARTIGO 15 - Compete ao Conselho de Administração a fixação da orientação geral dos negócios da COELCE, através de diretrizes fundamentais de administração, bem como o controle superior da COELCE, pela fiscalização da observância das diretrizes por ele fixadas, o acompanhamento da execução dos programas aprovados e verificação dos resultados obtidos. PARÁGRAFO PRIMEIRO – No exercício de suas atribuições, cabe também ao Conselho de Administração deliberar sobre a contratação, pela Companhia, de empréstimos ou financiamentos em geral, no mercado financeiro internacional ou nacional, sob qualquer modalidade, e ainda sobre a emissão, nos mencionados mercados, de quaisquer títulos de crédito, para distribuição pública ou privada, inclusive Notas Promissórias Comerciais, cujos valores de principal sejam iguais ou superiores, nesta data, a R$ 96.315.000,00 (noventa e seis milhões, trezentos e quinze mil reais) equivalente à US$ 50,000,000.00 (cinqüenta milhões de dólares), no caso de contratações ou emissões no mercado internacional de acordo com qualquer das taxas de câmbio PTAX 800 divulgadas pelo Banco Central do Brasil, no caso de contratações ou emissões no mercado nacional, estabelecendo, entre outras condições: (I) o valor das contratações ou emissões e sua divisão em série, se for o caso; II – a quantidade e valor nominal dos títulos ou contratos, inclusive das Notas Promissórias; III – as garantias quando for o caso; (IV) – as condições de remuneração e de atualização monetária, se houver; (V) – o prazo de vencimento dos contratos ou dos títulos; (VI) – o demonstrativo para comprovação dos limites 15/06/2006 03:14:53 Pág: 43 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL previstos no legislação aplicável; (VII) – o local de pagamento; (VIII) – a contratação de prestação de serviços, tais como intermediação, custódia, liquidação, emissão de certificados, agente pagador, conforme o caso; e IX – e todas as demais condições e características, sejam elas principais ou acessórias, das contratações ou emissões. PARÁGRAFO SEGUNDO - O Conselho de Administração, em cada exercício, examinará e submeterá a decisão da Assembléia Geral Ordinária o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, a Demonstração do Resultado do Exercício, a Demonstração das Origens e Aplicações dos Recursos, bem como a proposta de distribuição de dividendos e de aplicação dos valores excedentes, anexando o Parecer do Conselho Fiscal e o Certificado dos Auditores Independentes. ARTIGO 16 - No caso de vacância ou impedimento temporário do cargo de membros do Conselho o mesmo será substituído por seu suplente, que servirá até a primeira Assembléia Geral que eleger o seu substituto. DIRETORIA ARTIGO 17 - A Diretoria é o órgão executivo da Companhia e é composta de 9 (nove) membros, eleitos e destituíveis pelo Conselho de Administração observadas as disposições do Art. 11, sendo o prazo de gestão de 3 (três) anos, permitida a reeleição, a qual caberá à Administração da Sociedade, somente podendo agir e/ou praticar atos que estiverem dentro dos limites das atribuições e poderes previstos no Estatuto Social. Observadas as disposições deste Estatuto Social, o Conselho de Administração poderá fixar as atribuições dos Diretores. 15/06/2006 03:14:53 Pág: 44 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 18 – À Diretoria caberá, dentro da orientação, limites e os poderes fixados pela Assembléia Geral e pelo Conselho de Administração, assegurar o funcionamento regular da COELCE. Parágrafo Único - No exercício de suas atribuições, cabe também à Diretoria Executiva deliberar sobre a contratação, pela Companhia, de empréstimos ou financiamentos em geral, no mercado financeiro internacional ou nacional, sob qualquer modalidade, e ainda sobre a emissão, nos mencionados mercados, de quaisquer títulos de crédito, para distribuição pública ou privada, inclusive Notas Promissórias Comerciais, para valores, de principal, nesta data, até R$ 96.315.000,00 (noventa e seis milhões, trezentos e quinze mil reais), equivalente à US$ 50,000,000.00 (cinqüenta milhões de dólares), no caso de contratações ou emissões no mercado internacional de acordo com qualquer das taxas de câmbio PTAX 800 divulgadas pelo Banco Central do Brasil, no caso de contratações ou emissões no mercado nacional, estabelecendo, entre outras condições: (I) o valor das contratações ou emissões e sua divisão em série, se for o caso; (II) – a quantidade e valor nominal dos títulos ou contratos, inclusive das Notas Promissórias; (III) – as garantias quando for o caso; (IV) – as condições de remuneração e de atualização monetária, se houver; (V) – o prazo de vencimento dos contratos ou dos títulos; (VI) – o demonstrativo para comprovação dos limites previstos no legislação aplicável; VII – o local de pagamento; VIII – a contratação de prestação de serviços, tais como intermediação, custódia, liquidação, emissão de certificados, agente pagador, conforme o caso; e IX – e todas as demais condições e características, sejam elas principais ou acessórias, das contratações ou emissões. ARTIGO 19 – Compete ao Diretor Presidente: (i) a representação da Sociedade, ativa e passivamente, em Juízo ou perante terceiros; (ii) a representação da 15/06/2006 03:14:53 Pág: 45 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL Companhia perante os órgãos e entidades da Administração Pública, direta ou indireta, federais, estaduais e municipais; (iii) a supervisão e a responsabilidade pelas ações desenvolvidas pela Gerência Jurídica, Gerência de Auditoria e Gerência de Comunicação. ARTIGO 20 - Compete aos demais Diretores, individuais: (i) ao Diretor Vice - Presidente Técnico, a responsabilidade pela execução e supervisão dos serviços pertinentes às áreas de planejamento técnico e de engenharia; (ii) ao Diretor Vice - Presidente Comercial, a responsabilidade pela execução dos serviços pertinentes às áreas comercial e atendimento ao consumidor, inclusive controle do seguimento dos grandes consumidores, bem como a supervisão do controle de perdas de energia; (iii) ao Diretor responsabilidade Vice pela - Presidente execução e Administrativo supervisão dos Financeiro, a serviços de movimentação financeira, a execução e organização dos serviços contábeis, elaboração das demonstrações financeiras, a execução e controle dos serviços pertinentes aos setores patrimonial, suprimentos, informática, de relações com os investidores, bem como as contratações de serviços e aquisições de bens; (iv) ao Diretor Vice - Presidente de Organização e Recursos Humanos, a execução e o controle dos serviços pertinentes às áreas de organização, de recursos humanos e segurança do trabalho, compreendendo, inclusive, a seleção, treinamento e contratação de pessoal; (v) ao Diretor Vice – Presidente de Compras de Energia e Regulação, a responsabilidade pelas compras de energia elétrica, inclusive reajustes e 15/06/2006 03:14:53 Pág: 46 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL revisões tarifárias, e supervisão da regulação do mercado de energia elétrica; (vi) ao Diretor Vice - Presidente de Planejamento e Controle de Gestão, a responsabilidade pela elaboração do planejamento estratégico e execução e controle de gestão; (vii) ao Diretor Vice - Presidente de Distribuição, a responsabilidade pelos serviços de operação e de manutenção do sistema elétrico e de investimentos em Transmissão, Sub - Transmissão e Distribuição de energia. (viii) Ao Diretor Vice – Presidente de Projetos Institucionais, a responsabilidade pela coordenação de projetos que envolvam Poderes Públicos Federais, Estaduais e Municipais, bem como temas pertinentes aos Agentes Reguladores. PARÁGRAFO ÚNICO – A assinatura de atos e contratos, referentes as atividades das Diretorias, é privativa do Diretor respectivo, salvo quando o assunto envolver duas ou mais Diretorias, caso em que será necessária a assinatura do Diretor Presidente em conjunto com outro Diretor. ARTIGO 21 – Os instrumentos de mandato nomeando Procuradores da Companhia perante terceiros, deverão obedecer as seguintes aspectos: a) terão prazo máximo de validade de 01 (um) ano e vedarão o substabelecimento, sob pena de nulidade; b) serão assinados, individualmente, por cada Diretor, para assuntos do âmbito da competência exclusiva de sua Diretoria. 15/06/2006 03:14:53 Pág: 47 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL c) dependerão da assinatura do Diretor Presidente, em conjunto com outro Diretor, quando o assunto pertencer à competência de mais de uma Diretoria. d) aqueles que contemplam a cláusula ad judicia serão assinados, individualmente, pelo Diretor Presidente, ou por quem este designar, os quais serão outorgados sem prazo de validade e vedarão o substabelecimento, sob pena de nulidade. CAPÍTULO IV - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS - ARTIGO 22 - A Assembléia Geral Ordinária realizar-se-á dentro dos quatro primeiros meses seguintes ao término do exercício social, em dia e hora previamente fixados, para tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras; deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; eleger, quando for o caso, membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. ARTIGO 23 – Compete, privativamente, à Assembléia Geral de Acionistas deliberar sobre a emissão de debêntures, estabelecendo: I – o valor da emissão ou os critérios de determinação do seu limite, e sua divisão em séries, se for o caso; II – o número e o valor nominal das debêntures; III – as garantias reais ou a garantia flutuante, se houver; IV – as condições de correção monetária, se houver; V – a conversibilidade ou não em ações e as condições a serem observadas na conversão; VI – a época e as condições de vencimento, amortização ou resgate; VII – a época e as condições do pagamento dos juros, da participação nos lucros e do prêmio de reembolso, se houver; e VIII – o modo de subscrição e colocação e o tipo das debêntures. 15/06/2006 03:14:53 Pág: 48 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL PARÁGRAFO ÚNICO - A Assembléia Geral de Acionistas poderá, caso a caso, em conformidade com o artigo 59, § 1º da Lei nº 6.404/76, delegar ao Conselho de Administração a deliberação sobre as condições mencionadas nos incisos VI a VIII deste artigo e sobre a oportunidade da emissão. ARTIGO 24 - A Assembléia Geral será convocada pelo Presidente do Conselho de Administração sempre que o Conselho de Administração achar conveniente, ou nos temos da lei. ARTIGO 25 - A mesa que dirigirá os trabalhos da Assembléia Geral será presidida pelo Presidente do Conselho de Administração, ou seu substituto, e terá um Secretário, escolhido dentre os presentes. ARTIGO 26 - A transferência de ações poderá ser suspensa pelo prazo de até 15 (quinze) dias antes da realização da Assembléia Geral. CAPITULO V - DO CONSELHO FISCAL ARTIGO 27 - A Companhia terá um Conselho Fiscal, de funcionamento não permanente, podendo ser instalado nos exercícios sociais a pedido de acionistas que representem, no mínimo, 10 % (dez por cento) com direito a voto, ou 5% (cinco por cento) das ações sem direito a voto. PARÁGRAFO PRIMEIRO - O Conselho Fiscal será composto de, no mínimo 3 (três) e, no máximo, 05 (cinco) membros efetivos e igual número de suplentes, 15/06/2006 03:14:53 Pág: 49 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL eleitos pela Assembléia Geral, na forma da lei, tendo a competência que lhe é atribuída pelo artigo 163 da Lei nº 6.404/76. PARÁGRAFO SEGUNDO - Um dos membros efetivos e o respectivo suplente poderão ser eleito, em votação em separado, pelos titulares de ações preferenciais, presente à Assembléia Geral. PARÁGRAFO TERCEIRO - No caso de comparecimento de acionistas minoritários que representem, em conjunto, 10% (dez por cento) ou mais das ações com direito a voto, e que exerçam o direito que lhes é conferido por lei, de também eleger um membro e respectivo suplente, a composição do Conselho Fiscal será alterada automaticamente, passando a ser de cinco membros efetivos e cinco suplentes, a fim de ficar assegurado aos demais acionistas com direito a voto a eleição de número de efetivos e suplentes definido no parágrafo 4º do art. 161 da Lei nº 6.404/76. CAPITULO VI - DO EXERCÍCIO SOCIAL E DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS- ARTIGO 28 - O exercício social encerra-se em 31 de dezembro de cada ano e obedecerá, quanto às demonstrações financeiras, aos preceitos da legislação federal sobre energia elétrica, a legislação sobre as sociedades por ações e ao presente Estatuto. ARTIGO 29 - Juntamente com o Relatório de Administração e respectivas Demonstrações Financeiras, o Conselho de Administração submeterá à Assembléia Geral Ordinária propostas da Diretoria sobre a destinação do lucro liquido do exercício, observados os preceitos dos artigos específicos da Lei nº 6.404/76, e as seguintes disposições: 15/06/2006 03:14:53 Pág: 50 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL (i) a COELCE poderá conceder aos empregados uma participação sobre os lucros líquidos e/ou resultados do exercício, nos termos da legislação em vigor; (ii) do lucro do exercício serão feitas as seguintes deduções: (a) 5% (cinco por cento) para constituição do “Fundo de Reserva Legal” até atingir 20% (vinte por cento) do Capital Social corrigido anualmente; (b) 25 % (vinte e cinco por cento), no mínimo, para pagamento de dividendo aos acionistas, respeitados os percentuais previstos neste Estatuto para as ações preferenciais; (c) quando se justificar serão obrigatoriamente destacadas as parcelas do lucro líquido para a constituição de reservas para contingências e de lucros a realizar, nos termos dos artigos 195 e 197 da Lei nº 6.404/76; (d) o lucro remanescente que não for destinado à formação de reservas, nem retido nos termos do art. 196 da Lei nº 6.404/76 será distribuído como dividendo, conforme deliberar a Assembléia Geral por proposta do Conselho de Administração. ARTIGO 30 - O dividendo obrigatório previsto na lei e neste Estatuto não será distribuído no exercício social em que os órgãos da administração da Companhia informarem à Assembléia Geral, com parecer favorável do Conselho Fiscal, não ser tal distribuição compatível com a situação financeira da Companhia. PARÁGRAFO ÚNICO - O dividendo que deixar de ser distribuído nos termos deste artigo será registrado como reserva especial e, se não absorvido por 15/06/2006 03:14:53 Pág: 51 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL prejuízos em exercícios subsequentes será distribuído aos acionistas assim que permitir a situação financeira da Companhia. ARTIGO 31 - Os órgãos da Administração da Companhia, ad referendum da Assembléia Geral, poderão declarar dividendos intermediários, sob quaisquer das modalidades facultadas pelo art. 204 da Lei nº 6.404/76, mediante levantamento de balanço intermediário. Os dividendos intermediários serão deduzidos do montante dos dividendos devidos ao encerramento de cada exercício social. PARÁGRAFO ÚNICO - Os órgãos da administração da Companhia poderão pagar ou creditar aos acionistas o valor dos juros sobre capital próprio, observados os termos e condições previstos no Art. 9º da Lei N° 9.249/95, de 26/12/95, na Deliberação CVM N° 207/96, e demais legislação e regulamentação pertinentes, o qual, nos termos do disposto no Parágrafo 7º, do Art. 9º, da Lei nº 9.249/95 e legislação e regulamentação pertinentes, poderá ser imputados ao valor do dividendo obrigatório e do dividendo estatutário das ações preferenciais, integrando tal valor o montante dos dividendos distribuídos pela Companhia para todos os efeitos legais. ARTIGO 32 - Os dividendos serão pagos no prazo de 60 (sessenta) dias da data em que forem declarados, salvo disposição em contrário da Assembléia Geral, mas sempre dentro do exercício social. ARTIGO 33 - Os dividendos não reclamados no prazo de três anos, contados nos termos do art. 287 da Lei das Sociedades por Ações, reverterão em benefício da Companhia. 15/06/2006 03:14:53 Pág: 52 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO VII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS - ARTIGO 34 - Deverão ser observadas as seguintes regras: (i) subordinam-se à prévia aprovação do Poder Concedente as alterações de cláusulas estatutárias que impliquem na transferência de ações ou mudança do controle acionário da COELCE; (ii) deverão ser submetidas à prévia aprovação do Poder Concedente as transferências das ações com direito a voto que impliquem na mudança do controle acionário da COELCE; (iii) não poderão ser averbadas transferências de propriedade de ações com direito de voto, que impliquem em alienação do bloco de controle, sem que o novo titular firme, junto com o termo de transferência, declaração que se obriga a observar e a cumprir todas as cláusulas estabelecidas no CONTRATO DE CONCESSÃO. A declaração será emitida em duas vias, uma das quais para o arquivo na sede da COELCE e outra para encaminhamento ao Poder Concedente; (iv) será averbado, à margem do registro de ações de titularidade dos acionistas controladores, o seguinte termo: “Estas ações não poderão ser oneradas, cedidas ou transferidas, a qualquer título, sem a prévia e expressa concordância do Poder Concedente.” 15/06/2006 03:14:53 Pág: 53 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS IAN - Informações Anuais Data-Base - 31/12/2000 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 7.047.251/0001-70 18.01 - ESTATUTO SOCIAL ARTIGO 35 - O Conselho de Administração exercerá suas atribuições no sentido de zelar pela fiel observância das normas legais, regulamentares e disposições contratuais pertinentes à prestação dos serviços de energia elétrica, bem como para que a COELCE realize os investimentos necessários à manutenção e ao aperfeiçoamento destes serviços, visando ao atendimento adequado aos usuários e outros por ventura previstos neste Estatuto. ARTIGO 36 - Constará do Relatório da Administração capítulo destacado sobre as atividades e investimentos relacionados à prestação dos serviços de energia elétrica.” 15/06/2006 03:14:53 Pág: 54 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Data-Base - 31/12/2000 IAN - INFORMAÇÕES ANUAIS 01.01 - IDENTIFICAÇÃO 1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 01486-9 COMPANHIA ENERGÉTICA DO CEARÁ - COELCE 3 - CNPJ 7.047.251/0001-70 ÍNDICE GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA 01 01 IDENTIFICAÇÃO 1 01 02 SEDE 1 01 03 DEPARTAMENTO DE ACIONISTAS 1 01 04 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 2 01 05 REFERÊNCIA / AUDITOR 2 01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2 01 07 CONTROLE ACIONÁRIO / VALORES MOBILIÁRIOS 3 01 08 PUBLICAÇÕES DE DOCUMENTOS 3 01 09 JORNAIS ONDE A CIA DIVULGA INFORMAÇÕES 3 01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3 02.01 01 COMPOSIÇÃO ATUAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DIRETORIA 4 02 02 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E FORMAÇÃO ACADÊMICA DE CADA CONSELHEIRO (ADMINISTRAÇÃO E FISCAL) E 6 DIRETOR 03 01 EVENTOS RELATIVOS A DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL 12 03 02 POSIÇÃO ACIONÁRIA DOS ACIONISTAS COM MAIS DE 5% DE AÇÕES COM DIREITO A VOTO 12 03 03 DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL DOS CONTROLADORES ATÉ O NÍVEL DE PESSOA FÍSICA 13 04 01 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 15 04 02 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 16 04 04 CAPITAL SOCIAL AUTORIZADO 17 04 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL ACIONÁRIO AUTORIZADO 17 06 01 PROVENTOS DISTRIBUÍDOS NOS 3 ÚLTIMOS ANOS 18 06 03 DISPOSIÇÕES ESTATUTÁRIAS DO CAPITAL SOCIAL 20 06 04 MODIFICAÇÃO ESTATUTÁRIA 20 07 01 REMUNERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS ADMINISTRADORES NO LUCRO 21 07 02 PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES NOS TRÊS ÚLTIMOS ANOS 21 09 01 BREVE HISTÓRICO DA EMPRESA 22 09 02 CARACTERÍSTICA DO SETOR DE ATUAÇÃO 24 10 01 PRODUTOS E SERVIÇOS OFERECIDOS 26 10 02 MATÉRIAS PRIMAS E FORNECEDORES 27 11 02 PROCESSO DE COMERCIALIZAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, MERCADOS E EXPORTAÇÃO 28 11 03 POSICIONAMENTO NO PROCESSO COMPETITIVO 32 14 05 PROJETOS DE INVESTIMENTO 33 16 01 AÇÕES JUDICIAIS 18 01 ESTATUTO SOCIAL 15/06/2006 03:14:55 36 37/054 Pág: 55