1.
APRESENTAÇÃO
O presente documento trata da sistematização do Projeto Pedagógico do
Curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Goiás reelaborado em
2006 com a participação do coletivo dos seus docentes.
O diálogo que se estabeleceu com os assessores da Prograd, por um período
de tempo considerável, foi determinante para ampliar os olhares sobre o curso,
tendo produzido um movimento de análise e reflexão entre os membros da
Comissão e da Congregação, no sentido do aprimoramento do Projeto
Pedagógico do curso e da compreensão pelos docentes, dos aspectos
fundantes inerentes aos saberes que compõem a proposta curricular
construída,
bem
como,
dos
procedimentos
didáticos
pedagógicos
conseqüentes com o perfil definido para o profissional dele egresso. Desse
processo, emergiu com muita clareza, a proposta pedagógica do Curso a partir
da consideração dos novos paradigmas, que orientam a produção da ciência,
com repercussão na forma de empreender a atividade didática e o ensino, bem
assim, do caráter substantivo da aprendizagem, solicitando mudanças, tanto no
fazer docente, quanto no trabalho acadêmico do aluno.
Os Marcos referenciais explicitados no Projeto Pedagógico trazem à luz os
fundamentos que sustentam o compromisso dos docentes e dos discentes na
inauguração de um movimento novo no processo de ensinar e aprender e do
curso na sua nova concepção, ali consubstanciada que, pelo seu teor, deve ser
objeto de permanente revisitação por parte dos segmentos todos que, com o
seu trabalho atuam na sua consecução.
Vale registrar, ainda, a colaboração, emprestada ao Projeto Pedagógico do
Curso de Fonoaudiologia, da Câmara de Graduação que, antecipando seu
trabalho de análise para subsidiar as discussões no âmbito do CEPEA, onde
deverá ser aprovado, se dispôs, modificando completamente a tramitação
usual do processo, a discutir questões de fundo de grande importância para
sua viabilidade financeira e didática.
Breve histórico da Fonoaudiologia
Os primeiros cursos de graduação em Fonoaudiologia surgiram na década de
60,na cidade de São Paulo. O primeiro deles, instalado na Universidade de São
Paulo (USP), em 1961, era vinculado à Clínica de Otorrinolaringologia do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, enquanto o segundo, criado
na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 1962, era
ligado ao Instituto de Psicologia desta Universidade. De forma geral, esses
cursos foram criados para legitimar e legalizar práticas que já estavam
sistematizadas e operacionalizadas no cotidiano dessas instituições, bem como
para atender a demandas específicas da área médica, no campo das
dificuldades de comunicação verbal e escrita.
Figueiredo Neto (1988) assinala que, na USP, o curso de Fonoaudiologia
surgiu para atender às demandas dos médicos que necessitavam de um
especialista na recuperação e tratamento das patologias da comunicação por
eles detectadas. Uma das exigências para o ingresso no curso era a formação
específica para o Magistério em nível de segundo grau (curso normal), e,
preferencialmente, que o candidato já tivesse experiência anterior na educação
de “excepcionais” (hoje denominados como pessoas com necessidades
educacionais especiais). A formação do fonoaudiólogo era voltada para a
identificação e tratamento dos distúrbios da comunicação, tendo com função
auxiliar a área médica. Dessa forma algumas disciplinas do curso
complementavam a base pedagógica dos alunos com conhecimentos teóricopráticos dos campos da Biologia e da Medicina. Percebe-se aí a nítida
associação da Fonoaudiologia com as bases da educação e da medicina.
Na PUC-SP, como aponta a autora acima citada, a necessidade do curso
surgiu a partir de problemas educacionais, ligados às dificuldades de
aprendizagem na área de comunicação, detectados por psicólogos. Após
esses profissionais buscarem na área da medicina elementos para melhor
diagnóstico das causas que poderiam gerar essas alterações no processo de
aprendizagem, perceberam que para tal se fazia necessário um profissionalespecialista que diagnosticasse e reabilitasse as pessoas com tais dificuldades,
a partir de um campo específico de conhecimentos. Surgiu assim o curso de
Fonoaudiologia em nível de especialização, ligado à Faculdade de Psicologia
daquela Instituição. A condição para ingresso naquele curso era que o
candidato fosse portador de diploma de curso de graduação em áreas afins à
educação e saúde, ou portador de outra graduação, desde que comprovada a
sua atuação profissional no campo dos distúrbios de aprendizagem.
O perfil clínico dos profissionais formados por esses primeiros cursos (na USP
e PUC/SP) decorria do paradigma predominante na educação, qual seja,
“paradigma técnico-linear”, com ênfase essencialmente técnica, cabendo-lhes a
realização de testes de audição e linguagem, assim como a reabilitação dos
distúrbios da comunicação. Formava-se um profissional cuja atuação era
compreendida como complementar à dos médicos e psicólogos, uma vez que
seu papel era o de auxiliar na realização do diagnóstico dos distúrbios
detectados e cumprir as determinações de intervenção e tratamento indicadas
para eliminar as alterações previamente identificadas por aqueles profissionais.
Em outras palavras, a esse profissional restava a aplicação dos conhecimentos
definidos pela Medicina e pela Psicologia, o que lhe conferia um caráter de
dependência e subordinação a essas áreas e de mera atuação técnica, no
campo do “fazer”, sem nenhuma autonomia nas decisões e ações.
Os fatos da história da Fonoaudiologia, até aqui relatados, mostram que o
profissional ao qual era conferida a responsabilidade de diagnóstico conjunto e
do tratamento dos distúrbios de linguagem e comunicação desenvolvia uma
prática de natureza corretivo/normatizadora, com objetivo de atuar na
eliminação dos sintomas detectados nos pacientes, pelos médicos e/ou
psicólogos, que indicavam a ele os meios para intervenção.
Na década de 70 surgiram, em São Paulo, os primeiros cursos de PósGraduação Stricto Sensu voltados especificamente para os profissionais da
área fonoaudiológica. Em 1972, foi criado, na PUC-SP, o Programa de Estudos
Pós-Graduados em Audiologia, em nível de mestrado; e, em 1979, foram
iniciados dois novos cursos: um deles, na PUC-SP (Programa de Estudos PósGraduados em Distúrbios da Comunicação - nível de mestrado), e o outro, na
Escola Paulista de Medicina (Programa de Pós-Graduação em Distúrbios da
Comunicação Humana), destinados à formação de mestres e doutores
(FERREIRA & RUSSO, 1998).
Em 1981, a Lei 6965, de 09/12/81, reconheceu o Fonoaudiólogo como
profissional e assim o definiu: “Fonoaudiólogo é o profissional com graduação
plena em Fonoaudiologia que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e
terapia fonoaudiológicas na área da comunicação oral e escrita, voz e audição,
bem como em aperfeiçoamentos dos padrões de fala e voz.” (Artigo 1º,
Parágrafo Único).
Em 1996, o Conselho Federal de Fonoaudiologia deliberou em favor da criação
das especialidades fonoaudiológicas, em quatro grandes áreas de atuação:
voz, linguagem, audiologia e motricidade oral, regulamentadas pela Resolução
nº 157/96, de 13 de abril de 1996, substituída, posteriormente, pela Resolução
nº 268/01, de 03 de março de 2001. Essa profissão foi se legitimando e a
demanda para novos cursos aumentando sensivelmente.
Nessa primeira década do século XXI já existem no Brasil aproximadamente 98
cursos de graduação em Fonoaudiologia, sendo 06 cursos oferecidos na região
Centro-Oeste. Existem ainda cursos em nível de pós-graduação Lato e Stricto
Sensu, em diferentes regiões do País.
A idéia da criação do curso de Fonoaudiologia na Universidade Católica de
Goiás surgiu a partir da preocupação do Departamento de Psicologia e do
Centro de Orientação Psicológica e Clínica (COPC), que percebiam a
necessidade da estruturação de um trabalho na área fonoaudiológica, a fim de
atender à solicitação de alunos e de clientes do COPC com distúrbios da
comunicação. O projeto de criação do curso foi coordenado pela Professora
Annete Scotti Rabelo, tendo como colaboradores, as professoras Ceres Regina
Dias Fernandes e Cirinéia de Abreu Moura e representação do Núcleo de
Fonoaudiologia de Goiânia.
Além disso, nesta mesma época, havia no Estado de Goiás um total de 13
fonoaudiólogos, todos concentrados na cidade de Goiânia, número este
insuficiente para atender à demanda da comunidade nos campos específicos
de atuação e para suprir às necessidades de setores mais amplos da
sociedade. Estes profissionais, além de trabalharem em instituições, exerciam
atividades em clínicas particulares.
Neste contexto, o Curso de Fonoaudiologia na UCG foi criado
em 26 de
fevereiro de 1986, pela Deliberação nº 03/86/CEP, e implantado em 1986-2. À
época o curso se estruturou com um total de 206 créditos e 3090 horas.
Inicialmente, foram oferecidas 40 vagas semestrais para o curso, no período
vespertino, e atualmente o curso oferece 80 vagas semestralmente, no turno
matutino com previsão de realização de estágios também no período matutino.
Em 1989, por iniciativa da então Vice-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa,
foi realizado o primeiro curso Lato Sensu na área: Especialização em
Distúrbios da Comunicação Oral, com o principal objetivo de capacitar os
professores que atuavam no curso de graduação em Fonoaudiologia, assim
como àqueles profissionais com interesse na carreira docente. Em 1993, teve
início outro curso, este na área de Audiologia. Nos anos de 1997/1998, em
parceria com o Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica e
Audiologia Clínica - CEFAC/SP, foram oferecidos mais dois cursos de
especialização: Audiologia e Linguagem.
Atualmente, o Departamento de Fonoaudiologia está mobilizado para a
implantação de novos cursos de extensão, aperfeiçoamento, e pós-graduação
Lato Sensu e Stricto Sensu - Especialização e Mestrado, visando a uma melhor
capacitação docente, ao desenvolvimento de novas pesquisas na área
fonoaudiológica, assim como à educação continuada dos profissionais
formados por esta Instituição de Ensino Superior.
2. INTRODUÇÃO
O curso de Fonoaudiologia implantado na UCG, em 1986, foi orientado pelas
diretrizes definidas na época pelo CFE, conforme Resolução nº 06, de 06 de
abril de 1983, que determinava o Currículo Mínimo dos Cursos de Graduação
nesse campo do conhecimento.
Em 24 de junho de 1988, pela Deliberação 020/88-CEP foi aprovada a primeira
proposta de reestruturação curricular deste curso, com o objetivo de sanar
algumas falhas e distorções nele detectadas para sua efetiva implantação. Os
ajustes, naturalmente, eram solicitados em decorrência da cultura ainda
incipiente no campo do conhecimento de Fonoaudiologia, naquele momento
não só no Estado de Goiás, mas em todo o Brasil. Corrobora essa afirmação, a
consideração de que a regulamentação da profissão datava de 1981. A
proposta curricular a vigorar a partir de 1988/2, teve o número de créditos
reduzidos para 202 e a carga horária para 3.030 horas.
Em virtude da solicitação da Comissão do MEC, responsável pelo
reconhecimento do curso em 1989, o Departamento de Fonoaudiologia propôs
novas alterações para o currículo do curso, tendo sido todas elas aprovadas
em 31 de julho de1989, conforme Deliberação nº010/89-CEP, Processo
068/89-VA, de 26 de julho de 1989.
A proposta curricular, introduzida em 1989/2, em vigência até a presente data,
integraliza-se num total 3.300 horas, distribuídas em 220 créditos, incluindo as
“Atividades Complementares”, hoje denominadas Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais.
A portaria 1199 do Ministério de Educação e Cultura, de 13 de agosto de 1992,
reconheceu o curso de Fonoaudiologia de acordo com o Parecer do Conselho
Federal
de Educação
nº 325/92, conforme consta do
processo nº
23000.003725/91-23.
Em 1998, atendendo às exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB 9.394/96, e diante do novo cenário, determinado pela expansão dos
cursos análogos no Estado e no País e a baixa demanda experimentada nos
últimos anos em relação ao curso oferecido pela UCG, exigindo de sua
Congregação a busca de alternativas de viabilidade entre as quais a
elaboração de nova proposta curricular definida no seu Projeto Pedagógico,
com a finalidade de aprimorá-la visando a melhora da qualidade e redução do
custo para o aluno.
Instituiu-se, assim, uma comissão para conduzir o processo de elaboração do
Projeto Pedagógico do Curso, considerando as modificações no campo social e
profissional, as Diretrizes Nacionais para os currículos dos cursos de
graduação e as Diretrizes Nacionais específicas para a graduação em
Fonoaudiologia.
A análise dos três diagnósticos do curso feitos entre 1991 e 2003, a saber:
questionários para captar a visão dos egressos diplomados no curso entre
1991 e 2002; avaliação do curso implementada pela então Vice Reitoria
Acadêmica da UCG, em 1999; resultados do mesmo questionário da VA,
aplicado aos docentes e discentes em 2003 pela equipe de reformulação
curricular (Anexo I), foi objeto de amplas discussões.
As análises dos resultados indicaram as reformulações e adequações a serem
feitas no presente Projeto Pedagógico do Curso, para contemplar as
aspirações e desejos de mudanças, manifestados pelos participantes, colhidas
dos diagnósticos resultantes das avaliações às quais foi submetido, tais como:
-
reformulação da estrutura curricular de maneira que contemple os novos
conceitos científicos e técnico-metodológicos da área fonoaudiológica;
-
promoção de maior integração ensino-pesquisa-extensão, incentivando o
corpo docente e discente a desenvolver projetos de pesquisa e extensão;
-
ênfase, junto aos outros departamentos cujos docentes ministram
disciplinas do curso de Fonoaudiologia, sobre a necessidade de uma real
integração dos conteúdos inerentes a cada área, à formação do
fonoaudiólogo, favorecendo o desenvolvimento de uma mentalidade
interdisciplinar;
-
elaboração de novas estratégias de gerenciamento departamental que
possibilitem um melhor atendimento e acompanhamento aos alunos do
curso;
-
promoção de iniciativas institucionais e intradepartamentais que possibilitem
uma melhor qualificação dos docentes;
-
disponibilização de melhores recursos para apoio didático visando a mediar
a relação ensino-aprendizagem, mediante a ampliação de recursos
audiovisuais e adequação de espaço físico e condições ambientais da sala
de aula;
-
ampliação e atualização do acervo específico do curso disponível na
Biblioteca Central.
Além dos aspectos acima, a Comissão considerou, para elaboração deste
Projeto Pedagógico de curso, Parecer do CNE/CES nº 1.210/2001 que
fundamentou a definição das Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação
em Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional; as Diretrizes
Curriculares do Curso de Graduação em Fonoaudiologia, definidas na
Resolução n° 05, de 19/02/2002, do CNE/CES; o Plano Nacional de
Graduação; as orientações da Prograd e os documentos da UCG norteadores
da política de graduação: (PEGP 2004/2010, Regulamentação do Estágio,
Sistema de Auto Avaliação Interna, etc.)
Tanto o CNE/CES, como a comissão de especialistas do SESU/MEC,
reconheceram a necessidade “dos cursos criarem uma nova situação na qual
se incorpore os significativos avanços alcançados pela área e reafirmarem a
FONOAUDIOLOGIA como campo de saber e de fazer próprios...”, e concluíram
que as Instituições Acadêmicas devem proporcionar uma formação profissional
que atenda às demandas e exigências sociais e científicas, conforme dispõe a
Resolução n° 05, de 19/02/2002, citada anteriormente e publicada no Diário
Oficial da União, Brasília, em 04/03/2002.
Vale ressaltar que, embora esta versão do Projeto tenha sido sistematizada
pela comissão anteriormente referida, o seu conteúdo é fruto de intensas
discussões dos docentes tanto do Departamento de Fonoaudiologia como dos
Departamentos que compõem o quadro docente responsável pela implantação
do curso. A Comissão se pautou no princípio de gestão colegiada, definido
como critério orientador do ensino nesta Universidade.
3. MARCO REFERENCIAL
Entre os anos 1970 e 1980, conforme histórico aqui descrito, o profissional de
fonoaudiologia tinha uma atuação ligada às orientações e definições das áreas
médica e psicológica, portanto, sem nenhuma autonomia e identidade.
Mesmo com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, 9.394/96, estabelecendo novos rumos parar a educação brasileira
em todos os seus níveis, e assegurando o direito das Universidades fixarem
seus cursos e programas (art. 53), os cursos de graduação em Fonoaudiologia
até 2002 definiam seus currículos mínimos conforme orientações emanadas do
“Conselho
Federal
de
Educação”
e
dos
Conselhos
Regionais
de
Fonoaudiologia, deixando os departamentos e cursos sem autonomia para
definirem seus próprios projetos pedagógicos.
A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais do CNE/CES, para cursos de
graduação, novas orientações foram definidas para a elaboração de seus
Projetos Pedagógicos, ampliando o campo de opções das instituições
formadoras quanto à definição da Identidade do Curso, da Matriz Curricular,
Fundamentos e Organização, bem como para seleção de disciplinas, ementas,
conteúdos e estrutura geral do Curso. Essas Diretrizes asseguram aos cursos
flexibilidade, diversidade e indicadores de qualidade para orientar a formação a
ser oferecida aos estudantes. Baseando também nossas decisões na
Constituição Federal de 1998, na Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde, na
LDB, 9.394/96, no Plano Nacional de Graduação sistematizado no Fórum de
Pró-Reitores de Graduação de 1999 (ForGRAD), buscou-se novas formas de
pensar e estruturar esta graduação.
Com essas novas orientações e as exaradas na Resolução do CNE/CES nº 5
de 19/02/2002, definiu-se que os cursos de graduação deveriam ser planejados
e operacionalizados voltando-se essencialmente para a formação integral de
seus alunos, mediante a articulação entre ensino-pesquisa e extensão,
conferindo aos estudantes papel ativo, como sujeitos responsáveis por suas
aprendizagens e definindo as funções dos professores como as de
mediadores, facilitadores e incentivadores das aprendizagens em sala de aula.
Definiu-se ainda que a natureza da formação integral em graduação implica a
consideração dos aspectos éticos dos conteúdos de base humanista, do
desenvolvimento do senso crítico e reflexivo conduzindo o aluno para uma
postura proativa alcançada mediante trabalho multi e interdisciplinar.
O Conselho Federal de Fonoaudiologia coerente com as Diretrizes Curriculares
Nacionais indicou elementos para nortearem os Projetos Pedagógicos de
Curso de sua área, a partir de sua concepção acerca desse profissional:
“Fonoaudiólogo é um profissional da Saúde, de
atuação autônoma e independente que exerce suas
funções nos setores público e privado.É responsável
pela promoção da saúde, avaliação e diagnóstico,
orientação, terapia (habilitação e reabilitação) e
aperfeiçoamento dos aspectos fonoaudiológicos da
função
auditiva
periférica
e
central,
função
vestibular, linguagem oral e escrita, voz e fluência,
articulação da fala, sistema miofuncional, orofacial,
cervical e deglutição. Exerce também atividades de
ensino, pesquisa e administrativa.”
(http://www.fonoaudiologia.org.br/FONO.com.br/prin
cipal)
Essas orientações nortearam nosso trabalho sem ferir o princípio da autonomia
departamental.
A comissão tomou como ponto de partida a Identidade, a Missão, os Princípios,
o Paradigma da UCG e as orientações nacionais quanto ao Perfil Profissional
do aluno graduado em Fonoaudiologia.
Considerando esses referenciais básicos e as responsabilidades deste
profissional, detectou-se que as orientações emanadas do Conselho Federal
de Fonoaudiologia priorizam ainda e, sobretudo, os aspectos técnicos dessa
formação em nível de graduação. Em vista disso, a comissão decidiu que a
proposta para o Curso da UCG deveria considerar também as orientações
institucionais do CNE/CES. Traçaram-se como base para o perfil profissional
do egresso do curso de graduação em Fonoaudiologia as dimensões do “saber
ser, do saber conhecer, do saber fazer e do saber conviver”, propostas no
documento aprovado na Conferência Mundial da Educação Superior, realizada
em Paris, 1996.
O Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia guarda em seus princípios
os decorrentes do Paradigma da Racionalidade Humana, definido pela UCG
como paradigma orientador de suas decisões e ações. A partir dele definiramse as bases filosóficas, epistemológicas, teóricas, didático-pedagógicas que
presidirão a consecução de nossa utopia em nível de operacionalização do
Curso.
Constituem valores que orientam as decisões e ações do curso: educação e
cidadania,
educação
e
profissionalismo,
educação
e
respeito
ao
multiculturalismo e às diferenças, educação e integridade, educação e ética
pessoal e profissional.
Nesse sentido, visa-se atribuir ao espaço pedagógico da educação profissional
em Fonoaudiologia o lugar no qual a justiça, a solidariedade, a paixão pelo
conhecimento, a responsabilidade frente ao binômio saúde-doença, a ética, o
engajamento no ensino, na pesquisa e extensão, e o comprometimento com a
educação permanente ganhem concretude.
O perfil profissional que este curso se compromete a desenvolver, tendo como
suporte a mediação coerente de cada docente, é o de um sujeito ativo, com
autonomia de pensamento, capaz de responder por suas decisões e atos
pautados na responsabilidade e habilidades e atitudes que lhe permita estar à
altura das exigências de seu campo de atuação, e que, sabedor de sua
incompletude, tenha uma atitude de intercâmbio com diferentes profissionais do
setor de saúde no sentido de garantir sua intervenção qualificada e, portanto,
da formação contínua.
Nesta perspectiva, concebe-se o conhecimento como processo, como
construção ativa que se dá na relação dialética entre docente e discente, frente
ao mundo e aos objetos de conhecimento e que permite a ultrapassagem do
senso comum para uma postura reflexiva, sistematizada e consciente. O
conhecimento, assim entendido, é mediação e processo, tendo como objetivo a
apreensão consciente da realidade para compreendê-la e, se necessário,
fundamentar os projetos de intervenção e propostas de transformação.
Conscientes das vertiginosas transformações da sociedade e dos avanços
tecnológicos e científicos, a congregação entende a provisoriedade da ciência
e perenidade dos questionamentos. Em função disso, o ensino dos conteúdos
das disciplinas priorizará sua base epistemológica como meio para que sejam
desenvolvidas as competências e habilidades requeridas para o trabalho
intelectual autônomo e, portanto, com o domínio dos instrumentos do pensar e
do fazer exigidos para a consecução do perfil profissional necessário ao mundo
de hoje, indicadas nas Diretrizes Curriculares do Curso de Fonoaudiologia
definidas pelo CNE/CSE (2002).
Assim compreendido, a prática de ensinar e aprender supõe, a presença ativa
do professor e do aluno na relação com os objetos de conhecimento.
Os docentes devem desenvolver o trabalho de ensino numa postura
mediadora, mobilizadora, participativa, flexível, inter e transdisciplinar, proativa
e solidária. O Departamento e a Universidade devem prover meios para que as
práticas sejam orientadas por tais princípios, cuja consecução impõem a
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
As ações pedagógicas que dão corpo ao projeto e à matriz curricular devem
ser ativas, interativas, operativas, prazerosas, crescentes em espiral de
complexidade e que valorizem a razão emancipatória.
A relação professor-aluno deve ser respeitosa, de compromisso com o ensinar,
com o aprender e com a busca do desvelamento do mundo. A condução das
práticas deve propiciar a motivação suficiente para o aprender pelo prazer da
descoberta e da desalienação e da promoção da auto-estima.
A avaliação da aprendizagem, nesta perspectiva, terá caráter construtivo e de
realimentação do processo do ensino-aprendizagem. Deve ser processual e
contínua e envolver o aluno, provendo-o dos instrumentos de hétero e autoavaliação.
Como o Curso, na sua concepção, guarda estreita relação com os princípios
que orientam a prática da UCG como Universidade Católica, Comunitária, de
Excelência, o presente Projeto Pedagógico articula a formação geral,
humanista, técnica conforme indicação dos instrumentos normativos que o
regem.
4. PERFIL PROFISSIONAL
A Universidade Católica de Goiás visa a capacitar seu alunado para investigar,
prevenir, aperfeiçoar, promover e reabilitar a comunicação humana, atuando
individualmente e em equipes, assessorando, planejando, dirigindo e
orientando serviços de Fonoaudiologia.
O curso de graduação em Fonoaudiologia da UCG tem como objetivo a
formação de um profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo,
assegurando uma sólida formação e domínio do conhecimento quanto ao
objeto de estudo da Fonoaudiologia. O curso tem como objetivo formar
profissionais habilitados para utilizarem adequadamente os métodos da ciência
que possibilitem um conhecimento mais amplo de sua realidade global,
regional e local, bem como das bases científicas, técnicas e tecnológicas
referentes ao seu campo próprio de atuação.
Pretende-se fomentar uma mentalidade que leve em consideração o
estabelecimento de relações transdisciplinares, a compreensão crítica das
áreas fundamentais da Fonoaudiologia e o desenvolvimento de uma atitude
responsável e ética frente a si mesmo, ao curso, à sua profissão e à sociedade
em geral.
Além disso, a meta da formação do profissional fonoaudiólogo nesta instituição
é proporcionar conhecimentos que lhe permitam uma atuação junto à
comunidade, segundo a atual política do sistema de saúde, reiterada nas
Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN do Curso de Graduação em
Fonoaudiologia, no parágrafo único do art. 5º, Resolução CNE/CES nº 5, de 19
de fevereiro de 2002, “A formação do Fonoaudiólogo deverá atender ao
sistema de saúde vigente no país, a atenção integral da saúde no sistema
regionalizado e hierarquizado de referência e contra-referência e o trabalho em
equipe”.
Para cumprimento dos objetivos propostos para o curso, serão desenvolvidas
teorias e técnicas relativas aos conhecimentos básicos de Biologia, Psicologia,
Física, Ética, Sociologia, Filosofia, Teologia, Saúde Comunitária e os
específicos sobre linguagem, audiologia, motricidade orofacial, voz e saúde
coletiva.
O profissional graduado em Fonoaudiologia estará habilitado em que pese a
natureza eminentemente clínica de sua formação, para o desenvolvimento de
atividade de intervenção em hospitais e clínicas especializadas, podendo atuar
nas áreas de saúde pública, escolar, creches e outros espaços pertinentes à
comunidade, priorizando os aspectos educativos e preventivos. Neste intuito,
os estágios são oferecidos nas diferentes áreas e campos de atuação:
hospitais, instituições, escolas e na clínica-escola, no atendimento dos
distúrbios da comunicação, com recursos de laboratório de voz, motricidade
oral, audiologia e linguagem.
4.1. Competências e Habilidades Gerais do Fonoaudiólogo
-
Ter aptidão para desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação
da
saúde,
tanto
em
nível
individual
quanto
coletivo,
assegurando a prática de forma integrada e contínua com as demais
instâncias do sistema de saúde, e capacitado para pensar criticamente,
analisar os problemas da sociedade e propor alternativas de soluções.
-
Prestar serviços de atenção à saúde, considerando padrões de qualidade e
princípios da ética e bioética.
-
Desenvolver competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir
as condutas mais adequadas, fundamentadas em evidências científicas,
visando ao uso apropriado, à eficácia e ao custo-efetividade; da força de
trabalho,
de
equipamentos,
de
procedimentos
e
de
práticas
fonoaudiológicas.
-
Ser acessível e manter a confidencialidade das informações confiadas, na
interação com outros profissionais de saúde e o público em geral.
-
Dominar a comunicação verbal, não verbal, a produção escrita, a leitura,
pelo menos em uma língua estrangeira.
-
Dominar as tecnologias da comunicação e da informação.
-
Estar apto a assumir posição de liderança no trabalho em equipe
multiprofissional, com compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade
para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e
eficaz, tendo sempre em vista o bem estar da comunidade.
-
Demonstrar a aptidão para tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e a
administração, tanto dos recursos humanos, físicos e materiais e de
informação, bem como assumir função de empreendedor, gestor,
empregador ou líder na equipe de saúde.
-
Apropriar-se dos instrumentos do pensamento para empreender a formação
continuada.
-
Compreender o valor da pesquisa, de novas formas de atuação e do
redimensionamento do saber, bem como da produção do conhecimento.
-
Ser capaz de criar alternativas para enfrentar os problemas emergentes no
mundo contemporâneo.
-
Executar, permanentemente, a prática do cuidar e do auxiliar.
4.2. Competências e Habilidades Específicas do Fonoaudiólogo
-
Compreender e analisar criticamente os conceitos teóricos e os métodos
clínicos utilizados para prevenir, promover, avaliar, diagnosticar e tratar a
saúde no que tange às especialidades da Fonoaudiologia: motricidade oral,
voz, linguagem, audição e saúde coletiva.
-
Apreender as dimensões e processos fonoaudiológicos em sua amplitude e
complexidade.
-
Compreender a constituição do ser humano, as relações sociais, o
psiquismo, a linguagem, a aprendizagem como elementos para a
apreensão da gênese e da evolução das alterações fonoaudiológicas.
-
Realizar intervenções apropriadas às diferentes demandas sociais, relativas
a questões clínicas, científicas, filosóficas, éticas, políticas, sociais e
culturais implicadas na atuação profissional do Fonoaudiólogo.
-
Dominar e integrar os conhecimentos, atitudes e informações necessárias
aos vários campos de atuação profissional embasados na formação
científica e generalista.
-
Elaborar, analisar e executar projetos disciplinares, multidisciplinares,
interdisciplinares e transdisciplinares do campo fonoaudiológico.
-
Refletir sobre a conduta profissional a partir dos conhecimentos científicos,
teórico-práticos e éticos adquiridos.
-
Ter autonomia pessoal e intelectual necessárias para dar continuidade à
formação, buscando soluções para os problemas que emergem no mundo
contemporâneo.
-
Pensar, atuar e ser proativo em sua profissão, com responsabilidade
político-social.
-
Apreender os conhecimentos metodológicos e técnicas de investigação
para a produção científica.
-
Acompanhar e utilizar, de forma crítica, as inovações tecnológicas no
campo fonoaudiológico.
-
Utilizar métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos
científicos.
-
Utilizar adequadamente os métodos e técnicas referentes ao campo de
atuação do fonoaudiólogo, sendo capaz de propor novas modalidades de
ação diante de situações imprevistas.
-
Compreender
e
analisar
criticamente
as
áreas
fundamentais
da
Fonoaudiologia, para subsidiar sua atuação profissional.
-
Assumir uma atitude responsável e ética no campo clínico-terapêutico e
preventivo das práticas fonoaudiológicas, como também uma interação que
se paute na relação de reciprocidade com a comunidade, no desempenho
da profissão.
-
Desenvolver competências para atuar tanto em prevenção quanto em
diagnóstico e reabilitação dos distúrbios da comunicação, tornando-se apto
a realizar análise crítica do seu local de trabalho, optando pela forma de
atuação mais eficiente, tendo em vista as peculiaridades da profissão.
Além das competências e habilidades anteriormente definidas, o Curso de
Fonoaudiologia considera as funções e atribuições do fonoaudiólogo,
regulamentadas pela Lei nº 6965, de 09/12/1981, em seu art. 4º :
“O fonoaudiólogo está qualificado a desenvolver trabalho
de prevenção no que se refere à área da comunicação
oral e escrita, voz e audição; participar de equipes de
diagnóstico; realizar terapia fonoaudiológica; realizar o
aperfeiçoamento dos padrões da voz e fala; projetar,
dirigir e efetuar pesquisas fonoaudiológicas; lecionar
teoria e prática fonoaudiológica; dirigir serviços de
Fonoaudiologia;
práticos
de
supervisionar
Fonoaudiologia;
trabalhos
teóricos
e
assessorar
órgãos
e
estabelecimentos no campo da Fonoaudiologia; participar
da equipe de orientação e planejamento escolar,
inserindo aspectos preventivos ligados a assuntos
fonoaudiológicos; dar parecer fonoaudiológico e outros
inerentes à sua formação.”
A Matriz Curricular do curso deve contemplar em suas disciplinas, ementas e
seleção dos conteúdos, estágios e atividades complementares, elementos e
oportunidades para a consecução do perfil profissional garantindo a ele as
condições para o desempenho das funções e atribuições acima descritas.
5. OBJETIVOS DO CURSO
5.1. OBJETIVOS DO DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
-
Comprometer-se com a missão da UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS,
isto é, formar “o cidadão que almeja não somente a empregabilidade, mas,
sobretudo a sabedoria, que além da informação, procura a descoberta do
conhecimento” (PEGP, 2003, p.13).
-
Gerir o curso de modo que em cada disciplina, com o referencial teórico
significativo, a mediação e comprometimento dos docentes, possam facilitar
a vivência e o exercício constantes dos princípios definidos para a formação
na Educação Superior para o próximo milênio, propostos pela UNESCO
(1996), sendo necessário, o alcance das dimensões cognitiva, afetiva, intra
e interpessoal, e as demais dimensões da pessoa humana.
-
Gerir o curso de modo que cada disciplina considere o ser humano na sua
totalidade, bem como os objetivos e competências explicitadas no projeto
pedagógico.
-
Atender aos princípios da qualidade acadêmica social da Educação
Superior.
-
Incentivar a educação continuada.
-
Desenvolver o conhecimento não apenas como um conjunto de saberes
sistematizados, mas, sobretudo, como compromisso de produção e
construção.
-
Desencadear um processo de avaliação departamental, docente e discente
buscando a continuação dos padrões de qualidade assumidos frente ao
curso.
-
Assumir a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão como
princípio pedagógico fundante.
-
Respeitar
a
diversidade
humana,
promovendo
a
integração
dos
participantes do curso.
-
Desenvolver, na prática, as políticas da inclusão.
-
Manter uma prática interna baseada na ética, na transparência e na gestão
coletiva.
5.2 OBJETIVOS E COMPROMISSOS DO CORPO DOCENTE
-
Exercitar sua autoria e autonomia de pensamento, sem perder a coerência
com a missão da Universidade, com os marcos referenciais e com os
objetivos do curso e do Departamento.
-
Integrar, em suas práticas, a pesquisa e extensão como princípios
fundamentais sobre os quais o ensino se erige.
-
Exercer, no Departamento e na sala de aula, práticas interdisciplinares e
transdisciplinares.
-
Exercer e incentivar a criatividade, criticidade, diálogo, proatividade e
resiliência.
-
Trabalhar os conteúdos das disciplinas como meios para o desenvolvimento
das competências, habilidades e posturas à formação do profissional.
-
Assumir a ética como um dos princípios da Ação Pedagógica.
-
Utilizar metodologias e práticas avaliativas conseqüentes com o paradigma
racional humano e interacionista.
-
Envolver os alunos nos processos de aprendizagem, na condição de
sujeitos de seu desempenho no curso, mediado pelo ensino e exemplo
docente e humano.
-
Avaliar e rever constantemente sua atuação no curso e as ações que
propõem a fim de manter seu compromisso com o que é previsto para ser
alcançado durante o curso, assegurando formação conseqüente com o
desempenho qualificado do profissional egresso.
-
Privilegiar, em sua carreira, a formação continuada em serviço, bem como a
formação mediante a realização de cursos de pós-graduação.
-
Ter consciência de que, no ensino, o exemplo é mais importante do que as
palavras.
-
Respeitar os saberes que os alunos trazem para a sala de aula e cultivar
com eles o respeito para com as diferenças e o exercício de práticas
includentes.
-
Ter disponibilidade de ousar e de correr riscos frente ao novo e aos
desafios.
-
Saber utilizar e ajudar os alunos a usarem novas tecnologias.
5.3. OBJETIVOS E COMPROMISSOS DO CORPO DISCENTE
-
Conhecer os fundamentos históricos, filosóficos e metodológicos da
Fonoaudiologia e seus diferentes modelos de intervenção.
-
Ter domínio dos conhecimentos básicos e específicos sobre o objeto de
estudo da Fonoaudiologia.
-
Desenvolver ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação dos
distúrbios da comunicação humana, tanto em nível individual quanto
coletivo.
-
Utilizar adequadamente os métodos e técnicas referentes ao campo de
atuação do fonoaudiólogo, sendo capaz de propor novas modalidades de
ação diante de situações imprevistas.
-
Atuar com base no rigor científico e intelectual.
-
Contribuir
com
transdisciplinares.
o
seu
conhecimento
específico
junto
a
equipes
-
Ser capaz de pensar e analisar criticamente, os problemas da sociedade e
propor soluções para superá-los.
-
Compreender
e
analisar
criticamente
as
áreas
fundamentais
da
Fonoaudiologia para subsidiar sua atuação profissional.
-
Compreender o valor da pesquisa, de novas formas de atuação e
redimensionamento do saber, bem como de construção, produção de
conhecimento.
-
Ser capaz de gerar e aperfeiçoar tecnologias.
-
Assumir uma atitude responsável e ética no campo clínico-terapêutico e
preventivo das práticas fonoaudiológicas, como também uma interação que
se paute na relação de reciprocidade com a comunidade no desempenha
da profissão.
-
Atuar como sujeito da aprendizagem.
-
Ser capaz de criar alternativas para enfrentar os problemas que emergem
no mundo contemporâneo.
-
Desenvolver condições para atuar tanto em prevenção quanto no
diagnóstico e reabilitação dos distúrbios da comunicação, tornando-se apto
a realizar uma análise crítica do seu local de trabalho, optando pela forma
de atuação mais eficiente, tendo em vista as peculiaridades da profissão.
-
Comprometer-se com o desempenho efetivo e eficaz que legitime e
confirme cada vez mais a necessidade de seu trabalho na Sociedade.
-
Utilizar sempre a atitude proativa junto aos seus clientes/pacientes,
buscando a autonomia destes.
6. PROPOSTA CURRICULAR
6.1. FUNDAMENTOS DO CURRÍCULO
Na elaboração da proposta curricular, foram utilizados para o presente projeto
os seguintes parâmetros:
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS
A Matriz Curricular do curso de Fonoaudiologia, disciplinas, ementas, carga
horária, contempla conteúdos e enfoques que dão oportunidade aos seus
segmentos, e, especialmente aos seus alunos, de compreenderem a evolução
histórica da Fonoaudiologia no mundo, no Brasil e em Goiás. Oportuniza ainda
seu contato com uma bibliografia que contemple os autores clássicos e
contemporâneos da área, que os situem frente às perspectivas atuais desse
campo de conhecimento.
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS
Os fins aos quais o curso propõe, em coerência com a missão da UCG,
buscam cultivar, desenvolver produzir e preservar a formação integral e ética
do aluno, bem como uma postura de questionamento constante diante do
mundo/realidade. O curso tem o compromisso de ser referência na formação
de fonoaudiólogos engajados na vida e envolvidos com o desenvolvimento
regional e nacional, capacitando-os a responderem adequadamente aos
complexos desafios do mundo contemporâneo e aos problemas urgentes
identificados no desempenho de sua profissão.
O paradigma que orienta as decisões e ações no curso é o da RacionalidadeHumana que envolve o plano cognitivo-instrumental, o plano prático e moral e o
plano estético-expressivo.
FUNDAMENTOS ÉTICOS
Cada docente, na disciplina que ensina, deve trabalhar transversalmente os
valores e a ética para darem sustentação aos objetivos específicos da
disciplina de Ética Profissional e Biossegurança. A vivência desses valores nas
práticas de sala de aula permite ao aluno a construção do saber na articulação
coerente entre o campo científico e o campo dos valores morais que orientam a
sua conduta, gerando uma postura de respeito para consigo mesmo, para com
os outros, expressando sempre o respeito às diferenças e diversidades.
Trabalhar transversalmente os valores durante todo o curso, aliados ao
conteúdo específico da disciplina de responsabilidade de cada docente permite
ao aluno uma maior assimilação de posturas éticas e morais que contribuem
para que sejam
acrescentadas
ao
perfil
profissional
atitudes
como:
discernimento, autonomia responsável, partilha e cuidado, em qualquer que
seja a área de atuação do profissional.
FUNDAMENTOS POLÍTICOS
O enfoque metodológico que cada docente deve conferir ao ensino de sua
disciplina terá caráter de mediação entre o aluno e a ciência respectiva no
sentido de oportunizar o domínio não apenas do saber e do saber-fazer, mas,
especialmente, o de poder definir sempre, a serviço de que e de quem se está,
quando vai decidir e agir. Numa sociedade de classes, é impossível a
neutralidade e o aluno deve estar preparado para ter uma posição definida
frente à vida e à sua profissão. Nesse sentido, a postura política que norteia o
presente projeto político-pedagógico conduz a uma postura analítica, crítica e
transformadora, que deve ser respeitada por todos os segmentos do curso.
FUNDAMENTOS CULTURAIS
O Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia prevê a realização, pelo
aluno, de Atividades Acadêmicas e Culturais, complementares ao curso que
visam a desenvolver um conhecimento mais amplo que lhe possibilite
estabelecer conexões que dão maior visibilidade ao seu campo de atuação e
uma consciência cultural que desvele suas raízes mais profundas, que permita
compreender, interpretar, preservar, reforçar e difundir as culturas nacionais,
regionais e locais, entendendo o fenômeno da globalização mas evitando o
perigo do “mimetismo” que ela pode gerar.
O curso propõe-se a incentivar o aluno a querer entender o contexto atual de
pluralismo e diversidade cultural com uma postura de respeito e defesa da
inclusão. Incentiva, ainda, a construção de conhecimentos concebendo a
pesquisa como princípio educativo.
FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS
As ações pedagógicas operacionalizam os fins e objetivos do curso. O perfil
profissional, o paradigma definido pela UCG, o marco referencial, o ensino e a
aprendizagem no curso devem se nortear pela interação, operatividade grupal,
diálogo, construção coletiva do conhecimento. Deve ainda garantir a
articulação entre teoria e prática, a interdisciplinaridade, a indissociabilidade
entre ensino, pesquisa e extensão.
Na perspectiva da ruptura com as práticas que fragmentam e atomizam, há
claramente opção por uma postura holística e totalizadora, atribuindo-se à
construção do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e às oportunidades de
se vivenciar a interdisciplinaridade nas aulas e nos estágios, espaço
privilegiado para o aluno construir a síntese possível que nem sempre é
facilitada pela grade curricular dividida e subdividida enquanto conteúdo
quantificado que não lhe permitem entender a globalidade do ser humano e do
conhecimento.
De acordo com a Resolução n° 5 de 09/02/2002, do CNE/CES, os conteúdos
curriculares do curso devem contemplar os campos de conhecimentos a saber:
− Ciências Biológicas e da Saúde
− Ciências Sociais e Humanas
− Ciências Fonoaudiológicas
O professor, ciente das diretrizes orientadoras desta nova proposta, deve ser o
mediador e o integrador dessas áreas de conhecimento.
O aluno deve ser sujeito de sua aprendizagem, adquirindo autonomia de
pensamento, atuando ativamente no processo de aquisição do conhecimento.
A aprendizagem deve ser concebida em suas quatro dimensões, quais sejam:
a do corpo, a da inteligência, a do afeto e a do organismo, todas perpassadas
pelo social.
As
aulas
devem
se
constituir
em
espaços
dialógicos
de
desafios,
problematizações e pesquisas. Ali circularão não só situações de transmissãoassimilação dos saberes já sistematizados, mas as condições de produção e
construção de conhecimento, com abertura para a permanente aprendizagem..
6.2 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O curso de Graduação em Fonoaudiologia é oferecido na modalidade
presencial, semestral, com aulas no período matutino, com possibilidade de
estágios nos períodos matutino e vespertino, e confere ao estudante o título de
bacharel. O presente projeto entrará em vigor a partir de 2006/2.
6.2.1. ESTRUTURA GERAL DO CURSO
O curso de Fonoaudiologia está estruturado em 228 créditos o que equivale a
uma carga horária de 3180 horas, distribuídas em oito semestres (Quadro 1).
Conta, ainda, com uma carga horária de 120 horas, correspondente às
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, elaboradas a partir da Resolução n°
009/2004 do CEPEA.
Quadro 1 - Distribuição da carga horária do curso de Fonoaudiologia em
seus 8 períodos.
PERÍODO
CRÉDITOS
CARGA
HORÁRIA
PRIMEIRO
24
360
SEGUNDO
26
390
TERCEIRO
26
390
QUARTO
28
420
QUINTO
28
420
SEXTO
28
420
SÉTIMO
26
390
OITAVO
26
390
TOTAL
212
3180
6.2. 2 Matriz curricular
Quadro 2.
MATRIZ CURRICULAR
2006/2
e
1989/1:
comparação
PROPOSTA para 2006/2
1º
2º
prel.
Introdução à Fonoaudiologia
Lingüística I
Histologia, Embriologia e Genética
Anatomo-fisiologia Humana
Lingua portuguesa I
N.º de Créditos no Período
Psicologia do Desenvolvimento
Lingüistica II
Neurofisiologia da Linguagem
Neuropatologia
Morfofisiol. dos Órgãos da Fala
Teologia e Ciências da Vida
Física Acústica e Psicoacústica
prat
lab.
04
04
06
04
04
04
04
e
06
02
04
02
Total
04
04
06
06
04
24
02
-
-
-
-
04
04
06
04
04
04
-02
02
26
N.º de Créditos no Período
3º
4º
5º
Morfofisiol. dos Órgãos da Audição
02
Antropologia Filosófica
04
Aquisição e Desenv. da Linguagem
06
Odontologia e Cirurgia de Cabeça e
Pescoço aplicada a Fonoaudiologia
04
Psicologia da Educação
04
Ciências Sociais Aplic. a Saúde
04
Nº de Créditos no período
Otorrinolaringologia
aplicada
Fonoaudiologia
Audiologia Clínica I
Avaliação de Linguagem
COMDIS. : Motricidade Orofacial
COMDIS. : VOZ
Psicologia Aplicada à Saúde
Deontologia fonoaudiológica
Formação clínico-terapêutica
Nº de Créditos no Período
Voz Profissional e análise acústica
Audiologia Clínica II
COMDIS: Ling. Oral I
Estágio Sup. em COMDIS: MO
COMDIS: Linguagem Escrita
Optativa
Nº de Créditos no Período
02
--
--
a 04
02
04
04
04
04
e
02
02
04
06
04
04
04
04
06
04
04
04
26
04
-
02
02
04
02
02
-
-
-
04
04
04
04
04
04
28
04
06
06
04
04
04
28
1989/1
Lingüística
Português
Teologia
Biologia
Fundam. Sociol. e Fono
Ed. Física
Introd. Estatística
Total ...............................
Método de Estudo e
Pesquisa
Física Acústica
Fisiologia humana
Psicologia da Educ. I
Lingüistica II
Morfossintaxe e semântica
Anatomia humana
Ed. Física
Total ....................... ....
04
04
04
06
04
02
04
28
04
04
04
06
04
04
04
02
26
Morfofisiologia da Fala
Morfofisiologia
dos
Órgãos da Audição
Neurofisiologia da Fala e
da Lgg
Psicolinguística
Psicologia da Educ. II
EPB
Total ...............................
04
Abordagem Corporal
Psicologia da Educ. FIII
Ética Profissional e Princ.
Filos.
Dist. da Cção I
Desenv. de Linguagem I
Avaliação Audiológica I
Total....................................
04
04
04
Aval. Audiológica II
Dist. da Comunicação II
Fono Clín. I
Psicologia do Excepcional
T. T. de psicomotricidade
Desenv. de Linguagem II
Total...................................
06
06
06
04
04
04
30
04
04
04
06
04
26
04
04
04
26
6º
7º
8º
COMDIS: Ling. Oral II
Bioestatística
Audiologia Clínica III
COMDIS: Fala e Linguagem
Estágio Sup. em COMDIS: VOZ
Saúde coletiva e Fonoaudiologia
Audiologia Educacional
Nº de Créditos no Período
04
04
02
04
04
04
LIBRAS
Estágio Sup. em COMDIS: Audio
Educ.
Estágio Sup. em COMDIS: linguagem
Estágio em Audio Clínica I
Metodologia do trabalho cientifico
Audiologia Clínica IV
Nº de Créditos no Período
Estágio Sup. em COMDIS: Fono
Clínica
Estágio Sup. em Audio Clínica II
Estágio Sup. em Ações coletivas de
saúde
Trabalho de Conc. de Curso II
Seminários Temáticos
Nº de Créditos no Período
02
02
04
04
02
04
08
04
-
04
02
Total:
04
04
06
06
04
04
Total..................................
28
02
Aval. de Linguagem II
Estudo Clínico I
Fono Clínica III
Audio Educ. II
Est. Superv. Audio Clín. I
Est. Superv. Fono Clín. II
Est. Audiol. Educ.
Total...................................
Estudo Clínico II
Estágio Sup. em Fono
Clínica II
Estágio Sup. em Audio
Clínica II
Estágio Fono Educ.
Total....................................
04
04
06
06
04
08
04
36
04
04
08
04
04
04
26
08
08
-
08
08
04
-
-
04
04
02
-
660 horas
212 créditos = 3180 horas
Atividades acadêmico-científico-culturais: 120 horas
Carga horária total: 3300 horas
Avaliação de Linguagem I
T. Tec. Atendimento Fgico
Dist. da Cção III
Fono Clínica II
Audio Educacional I
Aval. Audiológica III
02
Teórica: 168 créditos = 2520 horas
Estágio: 44 créditos =
04
04
04
04
04
04
04
28
26
08
08
04
24
Quadro 3.
MATRIZ CURRICULAR FONOAUDIOLOGIA: VIGÊNCIA A
PARTIR DE 2006/2
Grade Proposta 2006/2
Créditos
3300 horas
Teor- Prát.
Per
1º
Prel.
Prat.
Lab.
Total
Pré requisito
FON1010
Código
Introdução a Fonoaudiologia
Disciplinas
04
-
-
04
-
LET 2011
Lingüística I
04
-
-
04
-
CBB1120
Histologia, embriologia e genética
06
-
-
06
-
CBB1130
Anatomo-fisiologia humana
04
-
02
06
-
LET4101
Lingua portuguesa I
04
-
04
-
-
24
N.º de Créditos no Período
FIT 1500
FON1020
2º
Teologia e ciências da vida
Neurofisiologia
da
linguagem
04
e
06
Neuropatologia
-
-
-
04
-
04
Psicologia do Desenvolvimento
04
-
LET 2012
-
Lingüística II
04
CBB5020
Morfofisiologia dos órgãos da Fala
02
MAF1180
Física Acústica e Psicoacústica
02
CBB5030
Morfofisiologia
dos
órgãos
Antropologia filosófica
04
FON 1030
Aquisição e desenv. da Linguagem
oral
06
FON1050
Odontologia e cirurgia de cabeça e
pescoço aplicadas à Fonoaudiologia
Psicologia da Educação
Ciências sociais aplicadas à saúde
Nº de Créditos no período
FON1060
FON1001
FON1070
FON1080
PSI 2662
FON1090
Otorrinolaringologia
Fonoaudiologia
aplicada
COMDIS. : Motricidade Orofacial
COMDIS. : VOZ
Psicologia aplicada à saúde
Formação clínico-terapêutica
Nº de Créditos no Período
26
-
02
04
04
-
-
-
06
04
04
04
-
04
-
04
-
04
à
Audiologia Clínica I
fonoaudiológica
04
26
Avaliação de linguagem
Deontologia
02
02
FON1040
04
da
audição
HGS1431
-
06
02
-
FIT 1528
EDU1050
4º
-
PSI 1050
N.º de Créditos no Período
3º
04
e
CBB5020/5030
04
-
04
-
04
FON1030
02
-
02
04
CBB5030
04
-
-
04
FON1050
04
-
-
04
FON1040
04
-
-
04
02
04
02
-
04
28
-
5º
FON1011
COMDIS: ling. oral I
06
FON1100
COMDIS: Linguagem Escrita
FON1110
Estágio Sup. em COMDIS: MO
-
-
06
04
-
-
04
-
04
-
04
FON1120
Voz profissional e Análise acústica
02
-
02
04
FON1002
Audiologia Clínica II
04
-
02
06
Optativa
04
Nº de Créditos no Período
6º
FON1001
04
-
28
-
COMDIS: Fala e linguagem
04
-
-
04
FON1030
FON1003
Audiologia clínica III
02
-
02
04
FON1002
FON1012
COMDIS: Linguagem oral II
04
-
-
04
FON1020
FON1140
Estágio Sup. em COMDIS: VOZ
04
-
04
FON1080
FON1150
Saúde coletiva e fonoaudiologia
04
FON1160
Audiologia Educacional
04
-
CBB1140
Bioestatística
04
-
FON1190
LIBRAS
FON1170
Estágio
Sup.
LINGUAGEM
FON5705
FON1004
FON1180
FIT1080
04
-
-
04
-
-
04
28
02
02
em
COMDIS:
Estágio Sup. em Audio Clínica I
Audiologia clínica IV
Estágio Sup. em COMDIS: Audio
Educacional
Metodologia do trabalho científico
-
08
-
08
-
04
-
04
FON1002
02
-
02
04
CBB5030
-
04
-
04
FON1160
04
-
-
04
Nº de Créditos no Período
FON1200
8º
FON1070
FON1130
Nº de Créditos no Período
7º
FON1020
FON5712
26
Estágio Sup. em Ações coletivas de
saúde
Estágio Sup. em Audio Clínica II
em
COMDIS:
Fono
-
04
-
04
FON1150
-
08
-
08
FON5705
-
08
-
08
FON1060
FON1210
Estágio
Clínica
FON1220
Trabalho de Conclusão de Curso
04
-
-
04
Seminários temáticos
02
-
-
02
FON1230
Sup.
26
Nº de Créditos no Período
LEGENDA:
Disciplinas novas
Disciplinas mantidas
Produção científica
Disciplinas básicas obrigatórias
Estágios
Teórica: 168 créditos = 2520 horas
Estágio: 44 créditos
Total:
=
660 horas
212 créditos = 3180 horas
Atividades acadêmico-científico-culturais: 120 horas
Carga horária total: 3300 horas
FON1011
QUADRO 4 - COMPARAÇÃO ENTRE O DISPOSTO PELAS DIRETRIZES
CURRICULARES E A NOVA PROPOSTA CURRICULAR
DIRETRIZES CURRICULARES
PROPOSTA para 2006/2
Saúde Coletiva e Fonoaudiologia
Psicologia da saúde
Estágio Sup. em Ações coletivas de
- Atenção à saúde
- Comunicação
saúde
Seminários temáticos
- Tomada de decisões
- Liderança
- Administração e gerenciamento
Ciências Biológicas e da Saúde
Histologia, embriologia e genética
Anatomo-fisiologia humana
Morfofisiologia dos órgãos da audição
Morfofisiologia dos órgãos da Fala
Neurofisiologia
da
linguagem
e
Neuropatologia
Odontologia e cirurgia de cabeça e
pescoço aplicado a Fonoaudiologia
Ciências Sociais e Humanas
Psicologia do Desenvolvimento
Psicologia da aprendizagem
Ciências sociais aplicadas à saúde
Antropologia filosófica
Lingüística I e II
Morfossintaxe e semântica
Aquisição e desenv. da Linguagem
Teologia e ciências da vida
Ciências Fonoaudiológicas
Física Acústica e Psicoacústica
Otorrinolaringologia
aplicada
a
Fonoaudiologia
Audiologia Clínica I, II, III e IV
Estágio Sup. Em Audio Clínica I
Estágio Sup. Em Audio Clínica II
Audiologia Educacional
Introdução à Fonoaudiologia
Avaliação de linguagem
Aquisição
e
desenvolvimento
da
linguagem
COMDIS: ling. oral I
COMDIS: ling. oral II
COMDIS: Linguagem escrita
COMDIS: Fala e linguagem
COMDIS. : MO
COMDIS. : VOZ
Voz profissional e Análise acústica
Deontologia fonoaudiológica e Formação
clínico-terapêutica
Estágios
Estágio Sup. Em COMDIS: MO
Estágio Sup. Em Fono Clínica
Estágio Sup. Em COMDIS: VOZ
Estágio
Sup.
Em
COMDIS:
Audio
Educacional
Estágio Sup. Em COMDIS: Linguagem
Atividades Complementares:
Atividades acadêmico-cientifico culturais
– 120 horas
Trabalho de conclusão do Curso de Bioestatistica
Graduação em Fonoaudiologia
Metodologia do trabalho científico
Trabalho de conclusão de curso
e
6.2.3 Ementário
1° PERÍODO
Disciplina: Introdução à Fonoaudiologia
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FON1010
04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
1º
Ementa: Fonoaudiologia e suas especialidades, campos de atuação e relações
interdisciplinares. Histórico e conceitos básicos.
Disciplina: Lingüística I
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
LET2011
04
1º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Pressupostos teóricos da lingüística como ciência da linguagem. Conceitos
básicos da lingüística tradicional e da moderna.
Disciplina: Histologia, Embriologia e Genética
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
CBB1120
06
1º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Histologia, Embriologia e Genética Humana, voltadas especificamente para os
órgãos ligados à fala, à audição e ao sistema nervoso.
Disciplina: Anátomo-Fisiologia Humana
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
CBB1130
06
1º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Estudo das estruturas, sistemas e funções que compõem o corpo humano:
saúde e doença.
Disciplina: Língua Portuguesa I
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
LET4101
04
1º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Leitura, análise e produção textual a partir dos elementos constitutivos do
texto na elaboração do ensaio acadêmico e do relatório, bem como o exercício das
técnicas de síntese textual, observando-se as normas gramaticais vigentes e as
normas da ABNT.
2° PERÍODO
Disciplina: Teologia e Ciências da Vida
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FIT1500
04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
2º
Ementa: Reflexão sobre as relações entre o fenômeno religioso e o desenvolvimento
das ciências da vida e da ecologia, tendo como ponto de partida a tradição teológica
cristã latino-americana, e como eixos de referência os valores evangélicos da vida
plena, da compaixão e da solidariedade.
Disciplina: Física Acústica e Psicoacústica
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
MAF1180
04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
2º
Ementa: Fundamentos de física acústica, estudos dos efeitos acústicos, eletroacústica,
biofísica da audição e da fonação.
Disciplina: Morfofisiologia dos Órgãos da Fala
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
CBB5020
04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
2º
Ementa: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da fala: estrutura e
funções.
Disciplina: Neurofisiologia da Linguagem e Neuropatologia
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FON1020
06
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
,
2º
Ementa: Estudo dos processos neurológicos da fala e da linguagem e da
neuropatologia: disfunção e reabilitação.
Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PSI1050 04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
2º
Ementa: Conceitos básicos sobre a Psicologia, desenvolvimento cognitivo-intelectual,
afetivo-emocional e os processos de socialização do homem: o papel da linguagem na
comunicação.
Disciplina: Lingüística II
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
LET2012 04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
2º
Ementa: As unidades lingüísticas nos seus níveis Fonético e Fonológico.
3° PERÍODO
Disciplina: Antropologia Filosófica
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FIT1528
04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
3º
Ementa: Reflexão filosófica sobre as várias concepções de homem, desde os gregos
até a contemporaneidade. Investigação das noções sobre natureza e vida e os diversos
temas filosóficos no mundo contemporâneo sobre a idéia de humanidade.
Disciplina: Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Oral
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FON1030
06
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
3º
Ementa: Fundamentos teóricos, aspectos estruturais, funcionais e cognitivos da
aquisição e desenvolvimento da linguagem oral.
Disciplina: Morfofisiologia dos Órgãos da Audição
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
CBB5030
04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
3º
Ementa: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da audição.
Disciplina: Odontologia e Cirurgia de Cabeça
Fonoaudiologia
e Pescoço
Aplicadas à
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1050
04
3º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Interface entre a Odontologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço com a
Fonoaudiologia, abordando o diagnóstico e tratamentos em equipe.
Disciplina: Psicologia da Educação
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
EDU1050
04
3º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Teorias de aprendizagem e reflexões sobre a inclusão dos indivíduos com
necessidades especiais, com ênfase nas questões sócio-educacionais e serviços
especiais para o atendimento do indivíduo.
Disciplina: Ciências Sociais Aplicadas à Saúde
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
HGS1431
04
3º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Conceitos fundamentais das Ciências Sociais como instrumento para a
compreensão histórica da construção do saber na área da saúde e da sua dimensão
social para a atuação do profissional em saúde. O saber em fonoaudiologia. Relações
de poder na área da saúde.
4° PERÍODO
Disciplina: Otorrinolaringologia Aplicada à Fonoaudiologia
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FON1040
04
PER
Co-Requisito
4º
Pré-Requisito
CBB5020
Ementa: Interface entre a otorrinolaringologia e a fonoaudiologia; estudo das doenças
otorrinolaringológicas. Especificidade da fonoaudiologia
Disciplina: Avaliação de Linguagem
Curso: Fonoaudiologia
Código CR
FON1060
04
PER
Co-Requisito
4º
Pré-Requisito
FON1030
Ementa: Avaliação dos componentes da linguagem oral: fonológico, morfológico,
sintático, semântico e pragmático.
Disciplina: Audiologia Clínica I
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1001
04
4º
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB5030
Ementa: Avaliação dos problemas da audição: testes utilizados; Audiometria aérea e
óssea; execução do mascaramento e sua importância; Logoaudiometria; Testes
Acumétricos e Saúde Auditiva do Trabalhador.
Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Motricidade Orofacial
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1070
04
4º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1050
Ementa: Estudo do Sistema Estomatognático e das funções de sucção, deglutição,
respiração, mastigação e fala, quanto à prevenção, diagnóstico e terapia
fonoaudiológica.
Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Voz
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1080
4
4º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1040
Ementa: Prevenção e reabilitação dos distúrbios da fonação.
Disciplina: Psicologia Aplicada à Saúde
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
PSI2662
04
4º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Aplicação da psicologia da personalidade às questões da área da saúde.
Relações interpessoais, relação terapêutica, reações do indivíduo no processo do
adoecer e da morte. Papel proativo do fonoaudiólogo frente ao binômio saúde-doença.
Disciplina: Deontologia Fonoaudiológica e Formação Clínico-Terapêutica.
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1090
04
4º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Legislação referente ao exercício profissional do fonoaudiólogo e noções de
biossegurança. Atendimento clínico/terapêutico, promoção da segurança, confiança,
habilidade, ética e competência quanto ao relacionamento com clientes.
5° PERÍODO
Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Linguagem Oral I
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1011
06
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1020
Ementa: Distúrbios de linguagem infantil de origem neurológica: avaliação e terapia.
Disciplina: Estágio Supervisionado em Comunicação e Seus Distúrbios:
Motricidade Orofacial
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1110
04
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1070
Ementa: Atendimento a pessoas com Distúrbios Oromiofuncionais: avaliação e terapia.
Disciplina: Voz Profissional e Análise Acústica
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1120
04
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Noções de análise acústica e atuação fonoaudiológica com voz profissional.
Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Linguagem Escrita.
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1100
04
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Estágios do desenvolvimento e processamento da linguagem escrita,
avaliação dos distúrbios e tratamento.
Disciplina: Audiologia Clínica II
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1002
06
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1001
Ementa: Imitanciometria; testes supralimiares; avaliação audiológica infantil.
Disciplina: Optativas
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
04
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa:
6° PERÍODO
Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Linguagem Oral II
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1012
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1020
Ementa: Distúrbios de linguagem, em adultos, de origem neurológica: avaliação e
terapia.
Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Fala e Linguagem
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1130
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1030
Ementa: Teorias e técnicas de prevenção e reabilitação dos problemas da fala,
linguagem e fluência.
Disciplina: Audiologia Clínica III
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1003
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1002
Ementa: Seleção e adaptação dos Aparelhos de Amplificação Sonora Individual.
Disciplina: Estágio Supervisionado em Comunicação e Seus Distúrbios: Voz
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1140
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1080
Ementa: Atendimento a pessoas com distúrbios de voz e voz profissional.
Disciplina:Saúde Coletiva e Fonoaudiologia
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1150
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Políticas de saúde e planejamento em saúde.
Disciplina: Audiologia Educacional
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1160
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Teorias, métodos e técnicas de prevenção e reabilitação dos problemas da
audição.
Disciplina: Bioestatística
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
CBB1140
04
6º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Conceituação de séries estatísticas, gráficos, medidas de posição e dispersão
e desenvolvimento de metodologia para a sua construção e determinação,
probabilidades, testes de hipótese, correlação.
7° PERÍODO
Disciplina: LIBRAS
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1190
02
7º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Bases teóricas e práticas para a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS).
Disciplina: Estágio Supervisionado em COMDIS: Linguagem
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1170
08
7º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON01011
Ementa: Atuação terapêutica nos Distúrbios da Comunicação.
Disciplina: Audiologia Clínica IV
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1004
04
7º
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB5030
Ementa: Avaliação eletrofisiológica da audição; avaliação otoneurológica e reabilitação
vestibular; avaliação do processamento auditivo central.
Disciplina: Estágio Supervisionado em Audiologia Clínica I
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON5705
04
7º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1002
Ementa: Atuação em Avaliação Audiológica.
Disciplina: Estágio Supervisionado em COMDIS: Audiologia Educacional
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1180
04
7º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1160
Ementa: Atendimento a pessoas com deficiência auditiva.
Disciplina: Metodologia do Trabalho Científico
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FIT1080
04
7º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Ciência e conhecimento científico; metodologia científica e pesquisa; tipos de
pesquisa; estrutura e organização de trabalhos científicos; projeto de pesquisa em
fonoaudiologia.
8° PERÍODO
Disciplina: Estágio Supervisionado em Ações Coletivas de Saúde
Curso: Fonoaudiologia
Código
FON1200
CR
04
PER
8º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1150
Ementa: Atuação fonoaudiológica na promoção de ações coletivas da saúde.
Disciplina: Estágio Supervisionado em Audiologia Clínica II
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON5712
08
8º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON5705
Ementa: Atuação em Avaliação Audiológica.
Disciplina: Estágio Supervisionado em COMDIS: Fonoaudiologia Clínica
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1210
08
8º
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1060
Ementa: Atuação terapêutica nos distúrbios da Comunicação.
Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1220
04
8º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Elaboração de trabalho de conclusão de curso.
Disciplina: Seminários Temáticos.
Curso: Fonoaudiologia
Código
CR
PER
FON1230
02
8º
Co-Requisito
Pré-Requisito
Ementa: Seminários de atualização técnico-científica em Fonoaudiologia.
6.2.4 PROGRAMAS DE DISCIPLINAS
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À FONOAUDIOLOGIA
Código
CR
FON 1010 04
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
1°
EMENTA: Fonoaudiologia e suas especialidades,
interdisciplinares. Histórico e conceitos básicos.
campos de
atuação
e
relações
OBJETIVO GERAL: Dominar os conceitos básicos necessários ao entendimento do campo de
atuação de sua área profissional e da inter-relação desta com outras profissões.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
­
­
­
­
­
­
Conhecer o percurso histórico da fonoaudiologia.
Identificar os campos de atuação do fonoaudiólogo.
Apreender os conceitos de comunicação, audição, linguagem, voz e fala.
Identificar os distúrbios da comunicação oral e escrita, voz e audição.
Definir as especialidades fonoaudiológicas.
Compreender as relações da fonoaudiologia com áreas afins.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Introdução à Fonoaudiologia: Definição; Histórico; A formação do fonoaudiólogo.
- Campos de Atuação da Fonoaudiologia: Prevenção; Reabilitação; Educacional; Estética;
Pesquisa/Docência.
- Conceitos básicos em Fonoaudiologia: Comunicação; Audição; Linguagem; Voz e Fala.
- Especialidades fonoaudiológicas: Voz, Audiologia, Linguagem, Motricidade orofacial,
Saúde Coletiva.
- Introdução aos distúrbios da comunicação: Distúrbios da audição; Distúrbios da linguagem
(oral e escrita); Distúrbios de fala e articulação; Distúrbios da voz.
- Áreas afins: Conceitos de interdisciplinaridade e multidisciplinaridade; Noções básicas de
outros campos profissionais (na medicina em geral, na psicologia, na fisioterapia, na
nutrição, na pedagogia, na lingüística).
- Órgãos de Classe
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOONE, D.; PLANTE, E. Comunicação humana e seus distúrbios. Porto Alegre: Artes Médicas,
1994.
CAPELLETTI, I. A fonoaudiologia no Brasil: reflexões sobre os seus fundamentos. São Paulo:
Cortez, 1985.
PEÑA-CASANOVA, J. Manual de fonoaudiologia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
SOUZA, L.B.R. Fonoaudiologia fundamental. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia preventiva: teoria e vocabulário técnico científico. São
Paulo: Lovise, 1996.
MOREIRA, D.R. Fonoaudiologia: o sentido que se produz nas áreas médica, odontológica e
fonoaudiológica. São Paulo, 2000. Dissertação (Mestrado) - Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo, 2000.
NICOLOSI; HARRYMAN; KRESHECK. Vocabulário dos distúrbios da comunicação – fala,
linguagem e audição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE LETRAS
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA I
Código CR Per
Co-Requisito
Pré-Requisito
LET 2011 04
1°
EMENTA: Pressupostos teóricos da lingüística como ciência da linguagem. Conceitos básicos
da lingüística tradicional e da moderna.
OBJETIVO GERAL: Adquirir noções básicas dos fundamentos conceituais da lingüística em
suas diferentes correntes.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Delimitar a especificidade da lingüística face às ciências que descrevem os processos de
comunicação social, dos pontos de vista sincrônico e diacrônico.
- Evidenciar noções gerais de método de análise da linguagem nas diferentes correntes da
lingüística moderna.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Definição de linguagem; a lingüística como ciência; filologia, gramática, lingüística; dupla
articulação da linguagem.
- Ferdinand de Saussure e o Curso de Lingüística Geral: As dicotomias; língua, fala;
sincronia, diacronia; sintagma, paradigma; língua falada, língua escrita, o signo lingüístico e
suas características: arbitrariedade, motivação, linearidade do significante, mutabilidade e
imutabilidade.
- As correntes da lingüística moderna: Estruturalismo americano e europeu; gerativismo;
lingüística textual; teoria da enunciação; pragmática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MUSSALIM, F.; BENTES, A.C. Introdução à lingüística. V 1, São Paulo: Cortez, 2001.
ORLANDI, E.P. O que é lingüística. São Paulo: Brasiliense, 1990.
SAUSSURE, F. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1972.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CABRAL, L. Introdução à lingüística. Porto Alegre: Globo, 1985.
CÂMARA JÚNIOR, J.M. História da lingüística. Petrópolis: Vozes, 1979.
CRYSTAL, D. O que é lingüística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1981.
CULLER, J. As idéias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979.
KRISTEVA, J. História da Linguagem. Lisboa: Edições 70, 1988.
LEROY, M. As grandes correntes da lingüística moderna. São Paulo: Cultrix, 1971.
LYONS, J. Linguagem e lingüística. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
ROBINS, R.H. Lingüística geral. Porto Alegre: Globo, 1977.
____________. Pequena história da lingüística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1983.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: HISTOLOGIA, EMBRIOLOGIA E GENÉTICA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
1120
06
1°
EMENTA: Histologia, Embriologia e Genética Humana, voltadas especificamente para os
órgãos ligados à fala, à audição e ao sistema nervoso.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos relacionados à normalidade e anormalidade
do ser humano, frente aos aspectos celulares, histológicos, embrionários e genéticos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer aspectos teóricos e práticos sobre a estrutura biomolecular das células e dos
tecidos.
- Compreender embriogênese e histologia dos tecidos e sistemas importantes para o
fonoaudiólogo.
- Conhecer as bases da hereditariedade e das anomalias cromossômicas encontradas nos
seres humanos.
- Adquirir conhecimento e aplicabilidade do aconselhamento genético nas diversas
anormalidades, incluindo a avaliação do surgimento do câncer nas áreas da fala, audição e
sistema nervoso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Introdução ao estudo histológico: organização celular; multiplicação celular; organização
histológica dos diversos tecidos e sistemas.
- Introdução ao estudo da embriogênese: Principais eventos embrionários e fetais;
Gametogênese feminina e masculina; Formação gemelar.
- Introdução ao estudo genético: Gene e seu funcionamento; Composição química do gene;
Padrões de transmissão gênica; Erros hereditários do metabolismo; Anomalias
cromossômicas; Oncogênese; Aconselhamento genético.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GRIFFITHS, A.J.F., GELBART, W.M., MILLER, J.H., LEWONTIN, R.C. Genética Moderna. 2ª
ed, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOTTA, P.A. Genética Humana aplicada à Psicologia, Nutrição, Enfermagem e
Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1998.
SNUSTAD, D.P. Fundamentos de Genética. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan,
2001.
VIDAL, B.C.; MELLO, M.L.S. Biologia Celular. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 2001.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ANATOMOFISIOLOGIA HUMANA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB1130 06
1°
EMENTA: Estudo das estruturas, sistemas e funções que compõem o corpo humano: saúde e
doença.
OBJETIVO GERAL: Reconhecer as estruturas e funções que compõem o corpo humano e sua
posição anatômica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender o modo como o corpo reage a um estímulo.
- Identificar o estado de doença.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Introdução ao Estudo da Anatomia e Fisiologia Humana: Conceitos e objetivos da
anatomofisiologia; Posição e variação anatômica, planos de secção e delimitação do corpo
humano; Níveis de organização do corpo humano, químico, celular e tissular; Fisiologia
celular: célula, transporte através da membrana, potenciais de membrana e de ação.
- Sistema Locomotor: Ossos e articulações funcionais; Anatomia funcional dos músculos
estriados esqueléticos.
- Sistemas de Manutenção do Corpo Humano: Anatomofisiologia do sistema cardiovascular;
Organização do aparelho respiratório e funções; Sistema linfático: anatomia e fisiologia dos
vasos linfáticos; Anatomofisiologia do rim, filtração glomerular, regulação do equilíbrio
hidroeletrolítico e ácido-base; Anatomofisiologia do aparelho digestório; Processo da
digestão, vômito e defecação.
- Sistemas Reprodutores: Anatomofisiologia do aparelho reprodutor feminino e masculino;
Ciclo reprodutivo feminino.
- Sistema Nervoso: Divisão anatômica e funcional do Sistema Nervoso; Neurônios e
Neuroglias; Anatomia, fisiologia e transmissão sináptica; Sistema nervoso periférico;
Considerações anátomo-clínicas da medula espinhal e tronco encefálico; Anatomofisiologia
do telencéfalo, diencéfalo, tronco encefálico e cerebelo.
- Sistema Endócrino: Anatomofisiologia das glândulas: hipófise, tireóide, paratireóide,
pâncreas, supra-renais; Hormônios.
- Sistema Sensorial: Anatomofisiologia dos órgãos sensoriais.
- Sistema Tegumentar: Pele; Anexos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. Rio de Janeiro:
Livraria Atheneu, 2002.
GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
TORTORA, G.J. Princípios de anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GRAY, H. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1973.
MACHADO, A.B.M. Neuroanatomia funcional. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991.
MOORE, K. Anatomia orientada para a clínica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1999.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE LETRAS
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA I
Código
CR PER
Co-Requisito
LET 4101
04
1º
Pré-Requisito
EMENTA: Leitura, análise e produção textual a partir dos elementos constitutivos do texto na
elaboração do ensaio acadêmico e do relatório, bem como o exercício das técnicas de síntese
textual, observando-se as normas gramaticais vigentes e as normas da ABNT.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver mecanismos indispensáveis à habilidade de ler com
compreensão e espírito crítico, interpretar e produzir textos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Produzir síntese de textos, em forma de esquema e resumo.
- Compreender a composição do texto lido, mediante modelos apresentados e exercitados
previamente.
- Demonstrar domínio da comunicação escrita, quanto à coerência textual, assim como
quanto à correção e clareza da linguagem, do ponto de vista da norma gramatical.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Leitura – Níveis: sensorial, emocional e racional; Fases: leitura prévia, exploratória,
seletiva, reflexiva e interpretativa; Planos: compreensão, interpretação e criatividade;
Modos de Composição: narrativos, descritivos e dissertativos.
- Produção textual – Elementos constitutivos do texto, Palavra, Frase, Parágrafo; Fatores de
textualidade, Coesão, Coerência, Informatividade, Aceitabilidade, Intencionalidade,
Intertextualidade, Situacionalidade; Ensaio Acadêmico; Relatório.
- Sínteses – Resumo; Esquema.
- Suporte Gramatical Aplicado aos Textos – Ortografia; Pontuação; Concordância; Alguns
Aspectos de Regência; Outros Aspectos Lingüísticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CUNHA, C.; CINTRA, L.F.L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira,1985.
FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, M.C.M. (org.) Construindo o saber: técnico de metodologia científica. Campinas:
Papirus.
CLAVER, R. Escrever sem doer : oficina de redação. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1992.
FARACO, C.A.; TEZZA, C. Prática de texto: língua portuguesa para nossos estudantes.
Petrópolis: Vozes, 1992.
FÁVERO, L.L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
FLÔRES, L.L. (org.) Redação, o texto técnico científico e o texto literário. Florianópolis: Ed. da
UFSC, 1994.
GARCIA, O.M. Comunicação em prosa moderna. 17ª ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 1996.
MESQUITA, R.M. Gramática da Língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 1997.
SERAFINI, M.T. Como escrever textos. Trad. Maria A. B. de Mattos: Adap. Ana M. M. Garcia.
Rio de Janeiro: Globo, 1989.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: NEUROFISIOLOGIA DA LINGUAGEM E NEUROPATOLOGIA
Código CR
FON 1020 06
PER
2°
Co-Requisito
Pré-Requisito
EMENTA: Processos neurológicos da fala e da linguagem e neuropatologia: disfunções e
reabilitação.
OBJETIVO GERAL: Compreender a neurofisiologia e patologias do Sistema Nervoso Central
aplicadas à prática clínica de Fonoaudiologia.
OBJETIVO ESPECÍFICO:
- Dominar conhecimentos fundamentais sobre a organização cerebral da fala e da
linguagem.
- Apreender o papel das estruturas nervosas e as conseqüências de suas disfunções na fala
e na linguagem.
- Compreender as bases neurofisiológicas para a reabilitação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Fundamentos de Neuroembriologia.
- Divisões e organização geral do Sistema Nervoso; Estrutura microscópica do Sistema
Nervoso.
- Origem e propagação do sinal nervoso.
- Sistema motor – Síndrome Piramidal.
- Núcleos da base – Distúrbio dos Movimentos.
- Cerebelo: síndromes cerebelares.
- Sistema sensitivo – Distúrbios Sensitivos.
- Vascularização do Sistema Nervoso– Síndromes Vasculares.
- Fundamentos de Neuropsicologia: Organização do movimento, da percepção, da memória,
da fala e da linguagem.
- SNC: Doenças metabólicas, Malformações, Infecções, Tumores.
- Doenças heredodegenerativas.
- Doenças auto-imunes e pós-infecciosas.
- Trauma e asfixia perinatal.
- Transtornos do desenvolvimento mental.
- Epilepsia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUYTON, A.C. Tradução: Charles Alfred Esberard e Cláudia Lúcia Caetano Araújo.
Neurociência Básica, Anatomia e Fisiologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1993.
LURIA, A R. Fundamentos de Neuropsicologia. São Paulo: EDUSP, 1974.
MACHADO, A.B.M. Neuroanatomia Funcional. São Paulo: Livraria Atheneu, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDREASEN, N.C. Tradução: Ronaldo Cataldo Costa. Admirável cérebro novo: vencendo a
doença mental na era do genoma. Porto Alegre: Artmed, 2005.
FONSECA L.F., PANETTI G., XAVIER C.C. Compêndio de Neurologia Infantil. Rio de Janeiro:
MEDSI, 2002.
LUNDY-EKMAN, L. Tradução: Charles Alfred Esberard. Neurociência – Fundamentos para a
Reabilitação. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2000.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
PSI1050 04
2°
EMENTA: Conceitos básicos sobre a Psicologia, desenvolvimento cognitivo-intelectual, afetivoemocional e processos de socialização do homem: o papel da linguagem na comunicação.
OBJETIVO GERAL: Compreender os processos de desenvolvimento humano e o papel da
linguagem na constituição do psiquismo humano.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Relacionar o desenvolvimento humano e a linguagem;
- Reconhecer os processos afetivo-cognitivos do desenvolvimento humano como processo
contínuo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Estudo dos processos de desenvolvimento humano: Conceito e fatores que atuam no
desenvolvimento.
- Desenvolvimento humano e linguagem; Os processos afetivo-cognitivos e a mediação da
linguagem e do outro no desenvolvimento; Desenvolvimento como processo contínuo: da
gestação à terceira idade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VYGOTSKY, L.S. A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
____________. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Antídoto, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DANTAS, H., OLIVEIRA, M.K.; TAILLE, Y. (orgs.) Teorias Psicogenéticas em discussão. São
Paulo: Summus, 1992.
GÓES, M.C.R., A natureza social do desenvolvimento psicológico. Cadernos Cedes.
Campinas: nº 24, julho/00.
GONZÁLEZ REY, F.L.. Subjetividade e Complexidade. São Paulo: Editora Thomson Learning,
2005.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEOLOGIA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: TEOLOGIA E CIÊNCIAS DA VIDA
Código
CR PER
Co-Requisito
FIT 1500
04
2°
Pré-Requisito
EMENTA: Reflexão sobre as relações entre o fenômeno religioso e o desenvolvimento das
ciências da vida e da ecologia, tendo como ponto de partida a tradição teológica cristã latinoamericana, e como eixos de referência os valores evangélicos da vida plena, da compaixão e
da solidariedade.
OBJETIVO GERAL: Reconhecer a importância da Teologia, enquanto espaço meta-disciplinar
para a construção de uma visão global da existência humana e de seu mundo como sistema
complexo de valores, para uma prática humana e humanizadora das ciências da vida.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer criticamente as concepções de ser humano e bem-estar subjacente aos mais
difundidos modelos de abordagem à saúde e às ciências da vida.
- Utilizar criticamente as idéias da tradição teológica que define a identidade da UCG para
enfrentar questões específicas do campo da saúde.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Teologia, religião e fenômeno religioso: fenômeno religioso e a experiência religiosa;
elementos e estruturas do fenômeno religioso; as religiões e seus elementos; a teologia no
contexto do fenômeno religioso.
- Religião, vida e pessoa humana: a religião e o valor da pessoa humana; religião, saúde e
sociedade; religião e diferença: gênero, raça, etnia; religião e doença na cultura pósmoderna.
- Teologia e ciências da vida: teologia e paradigmas científicos das ciências da vida; a vida:
interpretações científicas e religiosas; visões científicas e religiosas da doença e da cura;
ciências da vida, biotecnologia e tradição teológica cristã.
- Seminários temáticos: debate e análise, à luz da tradição teológica acumulada, de temas
da atualidade, para ampliar os horizontes de interpretação da conjuntura e problematizar
teologicamente algumas questões transdisciplinares de interesse dos alunos e das alunas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA::
BERTAZZO, G. As religiões no mundo. Fragmentos de Cultura. Vol.8, n° 2. Goiânia: UCG,
1998.
CORDEIRO, D. Teologias cristãs e paradigmas científicos. Fragmentos de Cultura. Vol.6, n.2.
Goiânia: UCG, 1996.
LAGO, L.; REIMER, H; SILVA, V. (orgs.) O sagrado e as construções de mundo. Goiânia: UCG,
2004.
LEMOS, C.T. Experiência religiosa e dignidade humana. Fragmentos de Cultura. v.8, n.2,
Goiânia: UCG, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AMADO, W.T. Diálogos com a fé. Goiânia: UCG, 2004.
BERGER, P. Rumor de anjos. A sociedade moderna e a redescoberta do sobrenatural.
Petrópolis: Vozes, 1997.
BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000.
JOÃO PAULO II. Evangelium vitae. Roma: Ed. Vaticanas, 1995.
MIRANDA, E.E. Corpo: território do sagrado. São Paulo: Loyola, 2000.
PADEN, W.E. Interpretando o sagrado. São Paulo: Paulinas, 2001.
SCHIAVO, L.; SILVA, V. Jesus milagreiro e exorcista. São Paulo: Paulinas, 2000.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE LETRAS
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA II
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
LET 2012 04
2°
EMENTA: Estudo de conceitos básicos de fonética/fonologia; fonética articulatória; introdução
à transcrição fonética; elementos de fonologia.
OBJETIVO GERAL: Compreender os princípios e conceitos da Fonética e da Fonologia,
preparando para a análise lingüística em seus diversos níveis, principalmente no nível das
unidades distintivas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Caracterizar os níveis de análise lingüística;
- Compreender os conceitos de fonética e fonologia.
- Identificar as relações entre fonética e fonologia e a fonoaudiologia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Níveis de análise lingüística - A dupla articulação da linguagem: ênfase para o fonema;
Definição de fonema e de morfema; A importância da dupla articulação; Sintagma e
paradigma. Comutação e segmentação; Definição de fonética e fonologia. Língua e fala.
- Fonética: Aparelho fonador: Partes e Funcionamento; Produção de vogais e de
consoantes; Transcrição fonética; Fone e o alofone.
- Fonologia: Fonema e letra, Vogais, Consoantes, Semivogais, Arquifonema; Transcrição
fonológica.
- Sílaba: Sílaba: Conceito e Tipologia; Encontros vocálicos e consonantais; Dígrafos.
- Fonética e fonologia e suas implicações fonoaudiológicas;Fala e escrita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAVALIERE, R. Pontos essenciais em fonética e fonologia. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
KNIES, C.B. Elementos de fonologia e ortografia do português. [por] Clarice Bohn Knies e Ana
Maria de Mattos Guimarães. Porto Alegre: Ed. Universidade/ UFRGS, 1989.
SILVA, T.C. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São
Paulo: Contexto, 1999.
VIEIRA, L. Os riscos da língua: oralidade e escrita, aspectos históricos da expressão gráfica,
regras de ortografia da língua portuguesa. Goiânia: UCG, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CABRAL, L.S. Introdução à lingüística. Porto Alegre: Globo,1976.
DUBOIS, J. (org.) Dicionário de Lingüística. São Paulo: Cultrix. 1999.
FARACO, C.A. Escrita e Alfabetização. São Paulo: Contexto, 1992.
LOPES, E. Fundamentos de lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1976.
LYONS, J. Linguagem e lingüística. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1987.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: FÍSICA ACÚSTICA E PSICOACÚSTICA
Código CR Per
Co-Requisito
Pré-Requisito
MAF 1180 04
2°
EMENTA: Fundamentos de física acústica, estudos dos efeitos acústicos, eletroacústica,
biofísica da audição e da fonação.
OBJETIVO GERAL: Entender os fenômenos relacionados com a Física Acústica, os quais
servirão de base para as disciplinas posteriores do curso de fonoaudiologia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender os fenômenos da Física Acústica.
- Relacionar os fenômenos com o cotidiano.
- Aplicar os conhecimentos dos fenômenos na solução de problemas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Medidas Físicas e Notação Científica – Introdução; O sistema internacional de unidades;
Grandezas físicas derivadas; Notação cientifica.
- Movimentos Periódicos – Introdução; Período e freqüência; Exemplos de osciladores;
Oscilações amortecidas; Oscilações forçadas.
- Movimento Ondulatório – Onda; Ondas em uma corda; Classificação das ondas; Equação
de uma onda; Sentido de propagação de uma onda; Número de onda e freqüência angular;
Velocidade das ondas progressivas; Fenômenos ondulatórios.
- Som – Ondas sonoras; O que é som; Ondas sonoras progressivas; Infra-som e ultra-som;
Velocidade do som; Intensidade de energia; Intensidade de energia de uma fonte pontual;
Sensibilidade do ouvido humano; Nível de intensidade sonora; Nível de pressão sonora.
- Fenômenos Sonoros – Reflexão do som; Refração do som; Difração do som; Batimentos;
Efeito Doppler; Ressonância em tubo de ar; Membrana vibrante.
- Produção e Sensação do Som – Introdução; O som e suas características; Tom, ruído e
barulho; Sons musicais; Produção da fala; Audição; Sensibilidade do ouvido humano;
Binauralidade; Poluição sonora; Redução e prevenção da poluição sonora; Perda auditiva;
Aparelhos auditivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGES, A.N.; RODRIGUES C.G. Introdução à Física Acústica. Livro texto. 2006.
RUSSO, I.C.P. Acústica e psicoacústica aplicadas à fonoaudiologia. São Paulo: Ed. Lovise,
1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HALLIDAY D.; RESNICK R. (org.) Fundamentos da Física. 4ª ed. ,V 2. Rio de Janeiro: LTC,
1996.
OKUNO E.; CALDAS I.L.; CHOW C. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo:
Ed. Harbra, 1982.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: MORFOFISIOLOGIA DOS ÓRGÃOS DA FALA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB 5020 04
2°
EMENTA: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da fala: estrutura e funções.
OBJETIVO GERAL: Conhecer o desenvolvimento, estruturas e funções normais dos órgãos da
fala.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar, mediante conteúdo prático e teórico-prático, as estruturas que participam da
produção da fala.
- Identificar as estruturas que constituem os centros da fala no sistema nervoso.
- Entender o funcionamento das estruturas que regem e equilibram a fala.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Conteúdo teórico: Embriologia: Aparelho faríngeo; Sistema respiratório; Fisiologia
Respiratória; Fonação; Reflexo da Mastigação; Deglutição.
- Conteúdo teórico-prático: Nariz; Faringe; Laringe; Traquéia; Brônquios e Pulmões; Face;
Cavidade Bucal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DANGELO, J.G.; FATTINI C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. Rio de Janeiro:
Livraria Atheneu, 2002.
GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
MOORE, K. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEHLAU, M.; PONTES, P. Higiene Vocal – cuidando da voz, 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter,
2001.
HEDEGGER, G.W. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
NETTER. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artmed, 2001.
SOBOTTA. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEOLOGIA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FIT 1528 04
3°
EMENTA: Reflexão filosófica sobre as várias concepções de homem, desde os gregos até a
contemporaneidade. Investigação das noções sobre natureza e vida e os diversos temas
filosóficos no mundo contemporâneo sobre a idéia de humanidade.
OBJETIVO GERAL: Compreender o ser humano nas dimensões fundamentais de sua
existência.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Apreender e refletir sobre a realidade do ser humano no mundo
contemporâneo, em vista de uma integração da antropologia filosófica com as ciências que
tratam da vida.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Introdução: a natureza e a preocupação da antropologia filosófica; a urgência do problema
antropológico na contemporaneidade; em busca da identidade do ser humano.
- História das concepções do homem na filosofia ocidental: na antigüidade; no cristianismo;
na renascença e na modernidade; na contemporaneidade; que humanismo para o dias de
hoje?.
- Fenomenologia do humano: a vida humana e o problema do seu sentido; a corporeidade
humana; o problema do mal e do sofrimento; o problema do mal e do sofrimento; o amor
humano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASSIRER, E. Antropologia filosófica. Ensaio sobre o homem. São Paulo: Editora Mestre Jou,
s.d.
DALLE NOGARE, P. Humanismo e anti-humanismus. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 1985.
LIMA VAZ, H.C. Antropologia filosófica I. 3ª ed. São Paulo: Loyola, 1993.
QUINTÁS, A.L. O amor humano. Petrópolis: Vozes 1995.
GROETHUYSEN, B. Antropologia filosófica. Lisboa: Editorial Presença, 1982.
MONDIN, B. Definição filosófica da pessoa humana. São Paulo: EDUSC, 1998.
MONDIN, B. O homem. Quem é ele? Elementos de antropologia filosófica. São Paulo: Paulus,
1980.
RABUSKE, E. Antropologia filosófica. Petrópolis: Vozes, 1970.
SALGADO, P. Reconstrução do homem, 2ª ed. São Paulo: Voz do Oeste, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AA.VV. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 1995.
ARANHA, M.L.A.; MARTINS, M.P.P. Filosofando: introdução à filosofia. 2ª ed. São Paulo:
Moderna, 1993.
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Àtica, 1995.
GAEVART, J. II problema dell’uomo. Introduzine all’antroplogia filosofica. Torino: Elle Di Ci,
1995. (texto fornecido e em algumas partes traduzido pela professora)
VAZ, H.C.L. Antropologia filosófica II. 2ª ed. São Paulo: Loyola, 1995.
ZILLES, U. Gabriel Marcel e o existencialismo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1995.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AQUISIÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM ORAL
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1030
06
3º
EMENTA: Fundamentos teóricos, aspectos estruturais, funcionais e cognitivos da aquisição e
desenvolvimento de linguagem oral.
OBJETIVO GERAL: Conhecer os processos normais de aquisição e desenvolvimento da fala e
da linguagem oral a partir de várias correntes teóricas para estabelecer relações de
interpelação entre os principais fundamentos estruturais, funcionais e cognitivos da linguagem
e a clínica fonoaudiológica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer várias concepções de aquisição da linguagem oral.
- Conhecer o desenvolvimento da linguagem oral no aspecto: fonético-fonológico, sintáticosemântico e pragmático.
- Compreender a avaliação fonético-fonológica a partir do estudo da estratificação do
sistema fonológico.
- Conhecer os modelos lingüísticos normais para favorecer a compreensão das alterações
da linguagem oral.
- Identificar os componentes da linguagem que interferem na sua aquisição e
desenvolvimento.
- Estudar aspectos perceptuais, lingüísticos e cognitivos da linguagem oral e suas
implicações na clínica fonoaudiológica.
- Estabelecer relação entre os conhecimentos teóricos obtidos com a prática clínica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Conceito de fala, língua e linguagem.
- Diferença entre alterações de fala/linguagem.
- Estratificação do sistema fonológico segundo Roman Jakobson.
- Inventário fonético fonológico.
- Classificação dos fonemas.
- Desenvolvimento dos componentes fonético, fonológico, sintático, semântico e pragmático.
- Teorias sobre aquisição de linguagem.
- Desenvolvimento do discurso narrativo.
- Relação das principais abordagens sobre aquisição de linguagem com a prática clínica.
- Estudo da construção da função simbólica baseada na teoria Piagetiana.
- Estudo da hierarquia da brincadeira simbólica segundo a aplicação de Jaime Zorzi.
- Formação da palavra e da frase de acordo com a Teoria Histórico-Cultural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ACOSTA, V.M.; MORENO, A.; RAMOS, V.; QUINTANA, A.; ESPINO, O. Avaliação da
linguagem – teoria e prática do processo de avaliação do comportamento lingüístico infantil.
São Paulo: Santos Editora, 2003.
SCARPA, E. Aquisição de linguagem. In: MUSALIM, F; BENTES, A. Introdução à Lingüística II
– domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001.
ZORZI, J. Aquisição da linguagem infantil. São Paulo: Pancast, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DE LEMOS, C.T.G. Sobre aquisição de linguagem e seu dilema (pecado) original. Boletim da
ABRALIN, nº 3, 1982. In: Cadernos de Estudos Lingüísticos, nº 5. Campinas: IEL, Unicamp,
1982.
PERRONI, M.C. Colagens e combinações livres no desenvolvimento do discurso narrativo.
Cadernos de Estudos Lingüísticos. Campinas: Unicamp, 1983.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: MORFOFISIOLOGIA DOS ÓRGÃOS DA AUDIÇÃO
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB 5030 04
3°
EMENTA: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da audição e do equilíbrio.
OBJETIVO GERAL: Conhecer o desenvolvimento, estrutura e função normais dos órgãos
vestíbulos-cocleares.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar as estruturas que participam da audição por via aérea e via óssea.
- Identificar as estruturas que constituem a via auditiva no sistema nervoso.
- Identificar as estruturas que participam da função vestibular.
- Aprender o funcionamento de cada região dos órgãos de audição e do equilíbrio.
- Ter domínio dos conceitos básicos e específicos dos processos físicos e morfofisiológicos
da audição e equilíbrio.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Orelha externa: Pavilhão auricular; Meato acústico externo; Funções e propriedades
acústicas.
- Orelha média: Cavidade timpânica; Tuba faringo-timpânica; Membrana timpânica;
Ossículos; Ligamentos e articulações do Sistema Tímpano-ossicular; Músculos do tímpano
e Funções.
- Orelha interna: Labirinto ósseo; Labirinto membranáceo; Órgão de Corti; Máculas e cristas
ampulares; Funções; Teorias da audição; Neurofisiologia da cóclea; Inervação da cóclea;
Mecanismos da condução óssea.
- Noções de psicoacústica: Conceitos; Sensibilidade auditiva; Pitch; Loudness; Sombra
acústica; Efeito de oclusão.
- Desenvolvimento embrionário do aparelho vestíbulo-coclear: Origem e desenvolvimento da
orelha externa, média e interna.
- Sensações vestibulares e a manutenção do equilíbrio: Aparelho vestibular; Função do
utrículo e do sáculo na manutenção do equilíbrio estático; Canais semicirculares e a
detecção de aceleração e velocidade angulares; Mecanismo vestibular para a estabilização
dos olhos e para o nistagmo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CORREA, E.M. Embriologia e histologia fonoaudiológica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
COSTA, S.S.; CRUZ, O.L.M.; OLIVEIRA, J.A.A. Otorrinolaringologia. Porto Alegre: Artmed,
1994.
RUSSO, I.C.P. Acústica e Psicoacústica aplicadas à fonoaudiologia. São Paulo: Lovise, 1999.
ZEMLIN, W.R. Princípios de Anatomia e Fisiologia em Fonoaudiologia. Porto Alegre: Artmed,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AQUINO, A.C.M. (org.) Processamento auditivo. São Paulo: Lovise, 2002.
BENTO, R.F.; MINITI, A.; MARONE, S.A.M. Tratado de otologia. São Paulo:
Edusp/FORL/FAPESP, 1998.
FROTA, S. (org.) Fundamentos em fonoaudiologia – Audiologia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1998.
GRAY, H. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1973.
GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986.
MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (org.) Prática da Audiologia Clínica. São Paulo:
Cortez, 2005.
MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1994.
SOBOTTA, B. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ODONTOLOGIA E CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO
APLICADAS À FONOAUDIOLOGIA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1050 04
3°
EMENTA: Interface entre a Odontologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço com a
Fonoaudiologia, abordando o diagnóstico e tratamentos em equipe.
OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimento básico sobre a Odontologia e Cirurgia de Cabeça
e Pescoço.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer a anatomia, classificação e função dentária.
- Dominar a nomenclatura básica de interesse a Fonoaudiologia utilizada na Odontologia.
- Desenvolver a capacidade do aluno para reconhecer e classificar: o desenvolvimento da
oclusão, as maloclusões e suas etiologias, os tipos de mordidas, a tipologia facial.
- Compreender a diferenciação entre Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares.
- Reconhecer os aparelhos mais utilizados para correção das alterações dentárias e
esqueléticas.
- Compreender as cirurgias de cabeça e pescoço e suas seqüelas para reabilitação
fonoaudiológica.
- Compreender a embriologia da face; Anatomia do esfíncter velo-faríngeo; Cirurgia de lábio
e palato; Faringoplastia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Odontologia: Crescimento e desenvolvimento crânio-facial; Anatomia Dentária;
Classificação e função dos dentes; Desenvolvimento da Oclusão; Notação Dentária;
Classificação das Maloclusões; Tipologia Facial; Etiologia das Maloclusões; Ortodontia
Preventiva, Interceptativa e Corretiva.
- Cirurgias realizadas em Cabeça e Pescoço: correção de má formações e neoplasias da
face (fendas, fissuras e tumores) ; laringectomias parciais e totais (neoplasias);
adenoidectomia e amigdalectomia.
- Embriologia da face; Anatomia do esfíncter velo-faríngeo; Cirurgia de lábio e palato;
Faringoplastia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, M.B. Tratado de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia. São Paulo:
Atheneu, 2001.
PETRELLI, E. Ortodontia para Fonoaudiologia. Curitiba: Editora Lovise, 1992.
ZEMLIN, W.R. Princípios de Anatomia e Fisiologia em Fonoaudiologia. Porto Alegre: Artmed,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALTMANN, E.B.C. Fissuras Labiopalatinas. Barueri: Pró-fono, 1992.
FERREIRA, F.V. Ortodontia: Diagnóstico e Planejamento Clínico. São Paulo: Artes Médicas,
1997.
MOYERS, R. Ortodontia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Código
Cr
Per
Co-Requisito
Pré-Requisito
EDU 1050 04
3°
EMENTA: Psicologia, conceitos, campos de atuação, histórico, concepções de
desenvolvimento humano e repercussões da Educação. Teoria de desenvolvimento cognitivo,
emocional, social: características da aprendizagem correspondente(metodologia e relação
professor - aluno).
OBJETIVO GERAL: Discutir a Psicologia da Educação como disciplina constituída no âmbito
da problemática da relação Psicologia e Educação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender a Psicologia como ciência: pressupostos epistemológicos, históricos, teóricos
e metodológicos.
- Conhecer algumas das principais teorias psicológicas do desenvolvimento e da
aprendizagem humana: comportamentais, psicanalíticas e cognitivas, situando suas
implicações na Educação.
- Discutir as relações entre os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança e
do adolescente, na perspectiva dos diferentes teóricos estudados e enfatizando suas
implicações na prática educativa.
- Analisar criticamente as contribuições e limites da Psicologia em sua relação com a
Educação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
A psicologia como ciência e a Psicologia da Educação: conceitos gerais e relação com a
Educação.
- A psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem; principais teorias, seus fundamentos,
princípios de aprendizagem e desenvolvimento, visão crítica e implicações educacionais:
Psicanálise, Psicologia Experimental do comportamento, a epistemologia genética de
Piaget e a Psicologia sócio-histórico-dialética de Vygotsky.
-
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRÉ, M. (org.) Pedagogia das diferenças na sala de aula. São Paulo: Papirus, 1999.
BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Trad. Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1996.
BOCK, A.M.B. Psicologias – uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Ed. Saraiva,
1999.
CUNHA, M.V. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
FONTANA, R. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AQUINO, J.G. (org.) Erro e fracasso na escola; alternativas teóricas e práticas. São Paulo:
Summus, 1997.
COLL, C. e outros. Desenvolvimento psicológico educação. v.1.Porto Alegre: Artes Médicas,
1995.
DAVIS, C.; OLIVEIRA, Z. Psicologia da educação. São Paulo: Cortez, 1990.
FREUD, S. Obras completas. Rio de Janeiro: Imago,1969.
GOULART, I.B. Psicologia da educação – fundamentos teóricos aplicações à prática
Pedagógica. 8ª ed. Petrópolis, 2001.
KUPFER, M.C.M. Freud e a educação – o mestre do impossível. 3ª ed. São Paulo: Scipione,
1995.
MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1984.
PILETTI, N. Psicologia educacional. 17ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1999.
REGO, T.C. Vygotsky uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 1985.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA, CIÊNCIAS SOCIAIS
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS À SAÚDE
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
HGS 1431 04
3°
EMENTA: Conceitos fundamentais das Ciências Sociais como instrumento para a
compreensão histórica da construção do saber médico e de sua dimensão social para a
atuação do profissional em saúde. O saber em fonoaudiologia. Relações de poder na área da
saúde.
OBJETIVO: Apreender elementos conceituais das Ciências Sociais e a relação saúde/doença
como dimensão da questão social.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Identificar os aspectos políticos econômicos sociais de nossa
sociedade e relacioná-los com as políticas e serviço de saúde.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Ciência e Sociedade: Ciência e conhecimento; Ciências Sociais e saúde; Concepções
sobre a origem do homem na Sociedade.
- Formas Históricas de Sociedade e o Saber Médico: Elementos teóricos básicos - Estrutura
social; Classes Sociais e Estado; Ideologia e Poder; Visão geral: Da sociedade primitiva à
sociedade capitalista – o fazer, o poder e as ações em saúde; Desagregação da sociedade
primitiva – surgimento das classes sociais e do Estado.
- Serviços de Saúde e Produção Social: Origem e evolução dos serviços de saúde;
Capitalismo e produção da doença; A saúde em estado de choque; Perspectivas para a
sociedade: democratização/socialização dos serviços de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, G.W. Os médicos e políticas de saúde. São Paulo: Ucitec,1988.
COSTA, M.C.C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Ed. Moderna,1987.
DONNANGELO, M.C.F. Saúde e sociedade. SP: Livraria Duas Cidades, 1972.
_________________. Medicina e sociedade, o médico e seu mercado de trabalho. São Paulo:
Pioneira, 1977.
GUIMARAES, R. (org.) Saúde e Medicina no Brasil: contribuição para um Debate. Rio de
Janeiro: Graal Editores, 1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LUZ, M.T. As instituições médicas no brasil, instituições e estratégias de hegemonia. Rio de
Janeiro:Graal, 1979.
MINAYO, M.C.S. A saúde em estado de choque. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Fase, 1986.
RESENDE, A.L.M. Saúde dialética do pensar e do fazer. 2ª Ed. São Paulo: Cortez.1989.
E
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: OTORRINOLARINGOLOGIA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA
Código CR
FON 1040 04
Per
4°
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB 5020
EMENTA: Interface entre a Otorrinolaringologia e a Fonoaudiologia; estudo das doenças
otorrinolaringológicas. Especificidade da fonoaudiologia.
OBJETIVO GERAL: Obter conhecimentos sobre patologias da laringe, nariz e ouvido.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer o diagnóstico das principais patologias otorrinolaringológicas, relacionando
com as suas repercussões sobre a fala e audição.
- Compreender os tratamentos e reabilitações dos portadores dessas patologias.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Avaliação Otorrinolaringológica do paciente disfônico.
- Voz – Eufonia / Disfonia: Conceito e Classificação das disfonias.
- Disfonias Funcionais - Alterações posturais e cinéticas da laringe.
- Disfonias Orgânico – Funcionais (conceito). Edema de Reinke.
- Pregas vocais: Nódulos, Pólipos, Úlcera de Contato e Granulomas.
- Disfonias Orgânicas: Conceito – Doenças congênitas da laringe.
- Papilomas, Paralisias, Laringites Agudas e Crônicas, Câncer da laringe.
- Alterações Estruturais Mínimas das Pregas Vocais.
- Respirador Bucal - Avaliação Otorrinolaringológica. Rinites, Sinusites e Adenoamigdalites.
- Otoscopias. Cerume, Corpos Estranhos e Otites Externas.
- Otites Médias: Agudas Supurativa e Não Supurativa; Crônicas Supurativas Simples e
Colesteatomatosas; Secretora.
- Otosclerose.
- Surdez Neurossensorial: Conceito e Classificação.
- Surdez de Causas Genéticas.
- Presbiacusia.
- Disacusias de Causas Infecciosas.
- Ototoxicidade.
- Perda Auditiva Induzida por Ruído.
- Doença de Ménière.
- Neuroma do Acústico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COSTA, S.S.; CRUZ, O.L.; OLIVEIRA, J.A. (orgs.) Otorrinolaringologia: Princípios e Prática.
Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1997.
HUNGRIA, H. Otorrinolaringologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2000.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA. Tratado de Otorrinolaringologia.
São Paulo: Ed. da SBORL, 2003.
RUSSO, I.; SANTOS, M.T. Prática da Audiologia Clínica. 3ª ed. SP: Cortez, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ENCYCLOPÉDIE MÉDICO-CHIRURGICALE. Oto-rhino-laryngologie. Fascículos de renovação
Trimestral. Editions Scientifiques et Médicales Elsevier. Paris.
HALL III, J.W. Handbook of otoacoustic emissions. Singular Publishing Group Thompson
Learning, USA. 2000.
MINITTI, A. (org.) Otorrinolaringologia. 2ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2001.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1060 04
4°
FON 1030
EMENTA: Avaliação dos componentes da linguagem oral: fonológico, morfológico, sintático,
semântico e pragmático.
OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos que possibilitem a realização da avaliação da
linguagem oral.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Selecionar instrumentos de avaliação da linguagem oral ou elementos fundamentais, tanto
para o diagnóstico diferencial como para o futuro enfoque reeducativo.
- Aplicar e descrever as provas utilizadas na avaliação da linguagem oral.
- Estabelecer objetivos e estratégias utilizadas.
- Interpretar os resultados que poderão ser obtidos nas provas aplicadas.
- Realizar encaminhamentos necessários e decidir conduta terapêutica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Objetivos, Conteúdos e Procedimentos de Avaliação (para que, o que, e como avaliar).
- Aspectos avaliados em cada componente de linguagem (fonologia, sintaxe, semântica,
morfologia e pragmática).
- Procedimentos de Avaliação (Testes Padronizados, Escalas de Desenvolvimento,
Observação Comportamental, Protocolos para Avaliação e Testes não Padronizados).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, C.R.F.; BEFI, D.M.; DREUX, F.M.; WERTZNER, H.F. ABFW – exame de
linguagem infantil. Barueri: Pró-Fono, 2000.
RODRIGUEZ, V.M.A.A. Avaliação da Linguagem. São Paulo: Santos Livraria Editora, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOGOSSIAN, M.A.; SANTOS, M.J. Teste Illinois de Habilidades Psicolingüísticas. Rio de
Janeiro: EMPSI - Empr. Psicologia, 1977.
HAGE, S.R.V. Avaliando a Linguagem na Ausência da Oralidade. Bauru: EDUSC, 1997.
ZORZI, J.L. Linguagem e Desenvolvimento Cognitivo. São Paulo: Pancast Editora, 1994.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA I
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1001 04
4°
CBB 5030
EMENTA: Avaliação dos problemas da audição: Audiometria Aérea e Óssea, mascaramento,
Logoaudiometria; Testes Acumétricos e Testes supralimiares.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos teórico-práticos para a realização de exames
audiológicos subjetivos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Tornar-se capaz de executar os procedimentos da audiometria tonal limiar e
logoaudiometria, acumetria e testes supralimiares.
- Desenvolver a habilidade de interpretar os achados audiológicos.
- Manipular de forma adequada os equipamentos audiológicos.
- Associar a fisiopatologia do aparelho auditivo aos achados audiológicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Audiologia e audição.
- Objetivos da audiologia, medida da audição, objetivos das medidas de audição.
- Tipos de audiometrias.
- Audiômetro e audiograma.
- Condições para realizar audiometria tonal, procedimentos e cuidados na aplicação.
- Anamnese.
- Audiometria tonal por via aérea e via óssea.
- Configurações audiométricas.
- Classificação de perdas auditivas quanto ao tipo e grau.
- Logoaudiometria.
- Mascaramento – via aérea, via óssea e logoaudiometria.
- Testes Acumétricos
- Testes supralimiares
- Interpretação dos resultados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BESS, F.H.; HUMES, L.E. Fundamentos de audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998.
KATZ, J. Tratado de audiologia clínica. São Paulo: Manole, 1999.
MOMHENSON-SANTOS,T.M; RUSSO, I.C.P.(orgs.) Prática da audiologia clínica. 5ª ed. São
Paulo: Cortez Editora, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FROTA, S. (org.) Fundamentos de fonoaudiologia – audiologia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 1998.
LICHTIG, I.; CARVALHO, R.M.M. (org.) Audição – abordagens atuais. Barueri: Pró-Fono, 1997.
MUSIEK, F.E.; RINTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo:
Manole, 2001.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS – MOTRICIDADE
OROFACIAL
Código
CR
PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1070
04
4º
FON 1050
EMENTA: Estudo do sistema estomatognático e de suas funções quanto à prevenção,
diagnóstico e terapia fonoaudiológica.
OBJETIVO GERAL: Conhecer o sistema estomatognático, suas funções e a função do
fonoaudiólogo frente aos distúrbios..
OBJETIVO ESPECÍFICO:
- Conhecer o sistema estomatognático e suas alterações.
- Conhecer os aspectos relacionados à prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento
fonoaudiológico dos distúrbios oromiofuncionais.
- Compreender o trabalho fonoaudiológico nas alterações do sistema estomatognático de
origem orgânica.
- Conhecer o trabalho fonoaudiológico em berçário de alto risco.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Princípios Gerais da Motricidade Oral.
- Desenvolvimento e Amadurecimento do sistema estomatognático e das funções de sucção,
deglutição, respiração, mastigação e fala.
- Prevenção dos distúrbios oromiofuncionais.
- Distúrbios oromiofuncionais.
- Avaliação, diagnóstico e tratamento dos distúrbios oromiofuncionais.
- Fissura Lábio-Palatal: Classificação das fissuras; Equipe de atuação; Distúrbios da
comunicação associados à fissura, Anamnese, Avaliação e Terapia.
- Intervenção fonoaudiológica em berçário de alto risco.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALTMAN, E.B.C.(org.) Fissuras labio-palatinas. Barueri: Pró-Fono, 1992.
BASSETO, M.C.A.(org.) Neonatologia - um convite à atuação Fonoaudiológica. São Paulo:
Lovise, 1998.
FURKIN, A.M.; SANTINI, C. (org.) Disfagia orofaríngea. São Paulo: Pró-Fono, 1999.
MARQUESAN, I.Q. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Motricidade Oral. Rio de Janeiro:
Ed. Guanabara Koogan, 1998.
PETRELLI, E. (org.) Ortodontia para Fonoaudiologia. Curitiba: Lovise, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BIANCHINI, E.M.G. A cefalometria nas alterações miofuncionais orais: diagnóstico e
tratamento. São Paulo: Pró-Fono, 1993.
DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia Aplicado à Fonoaudiologia. São Paulo: Robe Editorial,
2002.
FELÍCIO, C.M. Fonoaudiologia aplicada a casos odontológicos – motricidade oral e audiologia.
São Paulo: Pancast, 1999.
FERRAZ, M.C. Manual prático de deglutição atípica e problemas correlatos. Rio de Janeiro:
Revinter, 1996.
MARQUESAN, I.Q. Motricidade Oral. São Paulo: Ed. Pancast, 1993.
MCMINN, R.M.H. Anatomia da cabeça e do pescoço. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1991.
PROENÇA, M.G. Sistema sensório-motor oral. IN: MARCONDES, E. (org.) Fisioterapia,
Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional em Pediatria. São Paulo: Sarvier, 1990.
SILVA, J. (org.) Disfagia, avaliação e tratamento. Rio Janeiro: Revinter, 2003.
WILLIAMS, W.N.; PEGORARO KROOK, M.I.; DUTKA, J.; TURNER, G.E.; PINTO, J.H.N.
Prótese de palato no tratamento da incompetência velofaríngea. IN: MARCHESAN, I.Q.;
GOMES, I.C.D.; ZORZI, J.L. (orgs.) Tópicos em Fonoaudiologia. V 3. São Paulo: Lovise, 1996.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: VOZ
Código
FON 1080
CR PER
04
4°
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1040
EMENTA: Prevenção e reabilitação dos distúrbios da fonação.
OBJETIVO GERAL: Avaliar, diagnosticar e estabelecer um planejamento de prevenção e
tratamento nas alterações vocais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer o desenvolvimento da voz, sua produção e a saúde vocal.
- Aprender os procedimentos para avaliação da voz: anamnese e avaliação do
comportamento vocal.
- Compreender o processo terapêutico dos distúrbios vocais, reconhecendo suas
abrangências, limites, vantagens e desvantagens de procedimentos utilizados na
terapêutica de disfonias funcionais, orgânico-funcionais e orgânicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Revisão dos aspectos anatômicos e fisiológicos da fonação.
- Desenvolvimento da voz.
- Saúde vocal.
- Aquecimento e desaquecimento vocal.
- Disfonias – conceito e classificação.
- Avaliação e terapia das disfonias funcionais, orgânico-funcionais e orgânicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEHLAU, M. ;PONTES, P. Avaliação e tratamento das disfonias, São Paulo: Ed. Lovise, 1995.
BEHLAU, M.; PONTES, P. Higiene Vocal – cuidando da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
PINHO, S.M.(org.) Fundamentos em Fonoaudiologia - Voz, Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEHLAU, M. Voz – O livro do especialista Vol. 1. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
BEHLAU, M. Voz – O livro do especialista Vol. 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
BOONE, D.R. A voz e a terapia vocal. 5ªed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
COSTA, H.O.; SILVA, M.A.A. Voz cantada. São Paulo: Lovise, 1998.
FERREIRA, L.; ANDRADA E SILVA, M. Saúde vocal. São Paulo: Ed. Rocca, 2002.
FERREIRA, L.; BEFI-LOPES, D.; LIMONGI, S. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca,
2004.
PINHO, S.M. Manual de higiene vocal para profissionais da voz. São Paulo: Pró-Fono, 1997.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
PSI 2662 04
4°
EMENTA: Aplicação da psicologia da personalidade às questões da área da saúde. Relações
interpessoais, relação terapêutica, reações do indivíduo no processo do adoecer e da morte.
Papel proativo do fonoaudiólogo frente ao binômio saúde - doença.
OBJETIVO GERAL: Entender o papel da psicologia no contexto da saúde, bem como as
contribuições que as teorias personalísticas e do desenvolvimento humano oferecem ao
diagnóstico e planejamento de ações nos diversos níveis de atenção à saúde, tanto voltadas
para os clientes (pacientes e familiares) quanto à equipe de saúde.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender a estrutura da personalidade e sua influência no binômio saúde-doença.
- Conhecer a ação do fonoaudiólogo nas várias especialidades dentro do contexto da saúde.
- Discutir sobre a terminalidade e o processo de morrer.
- Refletir sobre a dinâmica da relação profissional-cliente.
- Critica e usar a criatividade, no contexto da saúde.
- Elaborar projeto para atuação no contexto da saúde.
- Perceber a importância da pesquisa científica, sentindo-se motivado a realizá-la.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
-
Noções de ética em psicologia da saúde.
Introdução à psicologia da saúde.
As estruturas dinâmica e topográfica da personalidade.
Desenvolvimento cognitivo e social.
Aspectos psicológicos da pessoa enferma.
A família da pessoa enferma.
Psicodiagnóstico da instituição hospitalar.
A morte e o paciente terminal.
Trabalho em equipe de saúde.
A relação fonoaudiólogo-cliente.
A relação fonoaudiólogo-equipe de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAPTISTA, A.S.D.; DIAS, R.R. A psicologia da saúde no mundo e a pesquisa no contexto
hospitalar – teria, aplicações e casos clínicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
OGDEN, J. Uma introdução à psicologia da saúde. Lisboa: Climepsi Editores, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANGERAMI, V.A. Elementos institucionais básicos para a implantação do serviço de psicologia
no
hospital. In ANGERAMI, W.A. (org.) São Paulo: Editora Traço, 1988.
BRANCO, R.F.G. A relação com o paciente. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
RAPPAPORT, C.R.; FIORI, W.R.; DAVIS, C. Teorias do desenvolvimento. V. 01, 02, 04. São
Paulo: E.D.U., 1981.
SANTOS, C.T.; SEBASTIANI, R.W. Acompanhamento psicológico à pessoa portadora de
doença crônica: a psicologia no hospital. In ANGERAMI, W.A. (org.) São Paulo: Editora Traço.
1987.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: DEONTOLOGIA FONOAUDIOLÓGICA E FORMAÇÃO CLÍNICOTERAPÊUTICA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1090
04
4°
EMENTA: Legislação referente ao exercício profissional do fonoaudiólogo e noções de
biossegurança. Atendimento clínico/terapêutico, promoção da segurança, confiança,
habilidade, ética e competência quanto ao relacionamento com clientes.
OBJETIVO GERAL: Conhecer os conceitos de ética, biossegurança e sua relação com a
formação clínico terapêutica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar os conceitos de valores, moral e ética.
- Dominar os preceitos do código de ética.
- Adquirir noções de biossegurança.
- Adquirir noções de atendimento clínico-terapêutico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Conceito de ética.
- Legislação referente ao exercício profissional do fonoaudiólogo.
- Atitudes éticas nas várias relações do fonoaudiólogo.
- Noções de Biossegurança.
- Noções de clínica fonoaudiológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Resolução CFFa no. 305/04 de 06/03/04 Regulamenta o código de ética de
Fonoaudiologia. Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília.
BRASIL Lei 6965, de 09/12/81, Art. 1º, Parágrafo Único. Dispõe sobre a regulamentação da
profissão de fonoaudiólogo e determina outras providências. Presidência do Brasil, Brasília.
RIOS, T.A. Ética e competência. São Paulo: Cortez, 1995.
MILLAN, B.A. Clínica fonoaudiológica – análise de um universo clínico. São Paulo: EDUC,
1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPPELLETI, I.F. A Fonoaudiologia no Brasil: Reflexões sobre seus fundamentos. São Paulo:
Cortez, 1985.
CAVALHEIRO, M.T.P. Formação do fonoaudiólogo no Brasil: estrutura curricular e enfoque
preventivo. Dissertação ( Mestrado). Campinas: UNICAMP, 1996.
NOVAES, A. Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
VALLS, A.L.M. O que é Ética? São Paulo: Brasiliense, 1986.
VASQUEZ, A.S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: LINGUAGEM ORAL I
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1011
06
5°
FON 1020
EMENTA: Distúrbios de linguagem infantil de origem neurológica: avaliação e terapia.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos relacionados ao desenvolvimento normal do
indivíduo, as alterações e suas seqüelas, em especial as Encefalopatias Crônicas Não
Evolutivas da Infância.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Identificar, avaliar, diagnosticar e realizar terapia fonoaudiológica em pacientes com
Paralisia Cerebral, Deficiência Intelectual e Autismo.
- Perceber que a prevenção é preferível à reabilitação, devendo, portanto, quando
profissional, atuar em ambos os aspectos.
- Perceber o paciente na sua integralidade, levando-se em consideração o trabalho de uma
equipe intradisciplinar, dentro dos princípios da ética.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Paralisia Cerebral: Conceito; Etiologia; Desenvolvimento motor normal e na Paralisia
Cerebral; Classificação; Diagnóstico; Prevenção; Equipe Intradisciplinar; Técnicas de
Tratamento; Métodos de Reabilitação; Tratamento Neuroevolutivo Bobath e Atuação
Fonoaudiológica.
- Deficiência Intelectual: Conceito; Identificação; Etiologia; Síndromes; Diagnóstico;
Prognóstico; Prevenção; Classificação; Caracterização; Relação entre Linguagem e
Deficiência Intelectual; Manifestações clínicas da comunicação oral; Distúrbios no
desenvolvimento de linguagem; Anamnese; Avaliação; Diagnóstico Fonoaudiológico;
Terapêutica Fonoaudiológica; Leitura e escrita; Escola Inclusiva.
- Autismo: Conceito, etiologia, avaliação, anamnese e terapia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DIAMENT, A.; CYPEL, S. Neurologia infantil (LEFÈVRE). São Paulo: Livraria Atheneu, 1994.
FINNIE, N. O manuseio em casa da criança com paralisia cerebral. São Paulo: Manole, 1980.
TELES, L.; NASCIMENTO, Y.P. Atuação fonoaudiológica na Paralisia Cerebral. Goiânia: Ed.
da UCG, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSUMPÇÃO JÚNIOR, F.B.; SPROVIÉRI, M.R. Introdução ao estudo da Deficiência Mental.
São Paulo: Memnon, 1991.
PERISSINOTO, J. Autismo. Coleção Cefac. São Paulo: Pulso, 2003.
PUYUELO, M.; POO, P.; BASIL, C.; MÉTAYER, M.A. Fonoaudiologia na Paralisia Cerebral diagnóstico e tratamento. São Paulo: Santos, 2001.
SASSAKI, R.K. Inclusão – construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, l997.
TUPY, T.M.; PRAVETTONI, D.G. ... E se falta a palavra, qual comunicação, qual linguagem?
São Paulo: Memnon, 1999.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: LINGUAGEM ESCRITA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1100 04
5°
EMENTA: Estágios do desenvolvimento e processamento da linguagem escrita, avaliação dos
distúrbios e tratamento.
OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos que possibilitem a realização da avaliação e
tratamento dos distúrbios da linguagem escrita.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer os processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita a partir de
diferentes perspectivas teóricas e metodológicas.
- Selecionar instrumentos de avaliação da linguagem escrita.
- Estabelecer objetivos e estratégias utilizadas na avaliação.
- Interpretar os resultados e desenvolver uma postura crítica frente ao erro.
- Encaminhar os casos para exames complementares.
- Classificar os Distúrbios de Leitura e Escrita.
- Selecionar estratégias de terapia dos distúrbios de leitura e escrita.
- Conhecer o papel de fonoaudiólogo na escola e na clínica fonoaudiológica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Escrita: Modelos de Aquisição de Leitura e
Escrita, Processamento da Escrita, Desenvolvimento da Consciência Fonológica.
- Distúrbios de Leitura e Escrita: Definição, Caracterização e Classificação.
- Métodos e Abordagens de Alfabetização.
- Terapia da Linguagem Escrita: processamento da leitura e da escrita em todos os seus
níveis: ortográfico, semântico, contextual e fonológico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANTOS, M.T.M; NAVAS, A.L.G.P. Distúrbios de leitura e escrita, teoria e prática. São Paulo:
Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPOVILLA, A.G.S.; CAPOVILA, F.C. Problemas de leitura e escrita. São Paulo: Memnon
Edições, 2000.
CAPOVILLA, A.G.S (org.) Avaliação e intervenção em habilidades metafonológicas e de leitura
e escrita. São Paulo: Memnon, 2003.
GIROTO, C.R.M. Perspectivas atuais da fonoaudiologia na escola. São Paulo: Plexus Editora,
2001.
ZORZI, J.L. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita. Porto Alegre: Artmed, 2003.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS
DISTÚRBIOS: MOTRICIDADE OROFACIAL
Código
CR Per
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1110 04
5º
FON 1070
EMENTA: Atendimento a pessoas com Distúrbios Oromiofuncionais.
OBJETIVO GERAL:
oromiofuncionais.
Realizar
terapia
fonoaudiológica
supervisionada
dos
distúrbios
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Aplicar as questões da anamnese direcionadas a patologias relacionadas às alterações da
motricidade orofacial.
- Realizar avaliação específica de motricidade orofacial.
- Efetuar encaminhamentos, quando necessários, às áreas afins.
- Realizar os procedimentos de reabilitação seguindo o diagnóstico fonoaudiológico, obtidos
por meio da anamnese e avaliação.
- Discutir e analisar os casos clínicos junto com a equipe.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Prevenção, avaliação e reabilitação dos distúrbios miofuncionais orais e orgânicos.
- Encaminhamentos para outros setores e exames complementares.
- Ética profissional; orientação aos pais e à equipe intradisciplinar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALTMAN, E.B.C. (org.) Fissuras labio-palatinas. São Paulo: Pró-Fono, 1992.
FERRAZ, M.C. Manual prático de deglutição atípica e problemas correlatos. Rio de Janeiro:
Revinter, 1996.
MARQUESAN, I.Q. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Motricidade Oral. Rio de Janeiro:
Ed. Guanabara Koogan, 1998.
PETRELLI, E. Ortodontia para Fonoaudiologia. Curitiba: Lovise, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BIANCHINI, E.M.G. A cefalometria nas alterações miofuncionais orais. Diagnóstico e
tratamento. São Paulo: Pró-Fono, 1993.
DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia Aplicado à Fonoaudiologia. São Paulo: Robe Editorial,
2002.
FELÍCIO, C.M. Fonoaudiologia nas desordens temporomandibulares – uma ação educativaterapêutica. São Paulo: Pancast, 1994.
___________ Fonoaudiologia aplicada a casos odontológicos – motricidade oral e audiologia.
São Paulo: Pancast, 1999.
MARQUESAN, I.Q. Motricidade Oral. São Paulo: Ed. Pancast, 1993.
MARQUESAN, I.Q.; GOMES, I.C.D.; ZORZI, J.L. (orgs.) Tópicos em Fonoaudiologia. Vol I, II, III
e IV. São Paulo: Lovise, 1995-1998.
MCMINN, R.M.H. Anatomia da cabeça e do pescoço. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1991.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: VOZ PROFISSIONAL E ANÁLISE ACÚSTICA
Código
FON 1120
CR PER
04
5°
Co-Requisito
Pré-Requisito
EMENTA: Atuação fonoaudiológica com voz profissional e introdução à análise acústica.
OBJETIVO GERAL: Aprender como atuar com voz profissional e conhecer os programas de
análise acústica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conhecer a anamnese e avaliação do comportamento vocal de diferentes profissionais que
utilizam a voz como instrumento de trabalho
- Compreender os aspectos relacionados ao atendimento fonoaudiológico nos diferentes
casos de voz profissional.
- Conhecer noções básicas de análise acústica
- Aprender a realizar e interpretar os dados da análise acústica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Atuação fonoaudiológica em call center com teleoperadores, cantores, professores,
vendedores, oradores, atores, radialistas, teleapresentadores, repórteres de TV entre
outros profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho.
- Noções de Análise acústica – Freqüência fundamental, Intensidade, Jitter, Shimmer,
relação harmônico ruído, ruído glótico, desvio padrão de intensidade e freqüência, tremor e
vibrato.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA::
BEHLAU, M.; PONTES, P. Higiene Vocal – cuidando da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
BEHLAU, M.; REHDER, M. Higiene vocal para o canto coral. Rio de Janeiro: Ed. Revinter,
1997.
PINHO, S.; CAMARGO, Z. Introdução à análise acústica da voz e da fala. In: PINHO, S.M.
(org.) Tópicos em voz. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR::
ALLOZA. Coleção CEFAC. Callcenter. São Paulo: Ed. Pulso, 2003.
BEHLAU, M. Voz – o livro do especialista. Vol. 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
BOONE, D.R. A voz e a terapia vocal. 5ªed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
COSTA, H.O.; SILVA, M.A.A . Voz cantada. São Paulo: Lovise, 1998.
FERREIRA, L; BEFI-LOPES, D.; LIMONGI, S. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca,
2004.
FERREIRA, L.; ANDRADA E SILVA, M. Saúde Vocal. São Paulo: Ed. Roca, 2002.
PINHO, S.M. Manual de higiene vocal para profissionais da voz. São Paulo: Pró-Fono, 1997.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA II
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1002 06
5°
FON 1001
EMENTA: Imitanciometria, avaliação audiológica infantil, saúde auditiva do trabalhador.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos teórico-práticos sobre medidas objetivas e
subjetivas da audição no adulto e na criança.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar e executar os testes de imitância acústica, de avaliação audiológica infantil;
- Relacionar os achados auditivos às doenças do sistema auditivo periférico e central;
- Elaborar parecer fonoaudiológico.
- Manusear os equipamentos e aplicar as técnicas entre os colegas.
- Reconhecer e interpretar os resultados da avaliação audiológica específica relativa à saúde
do trabalhador.
- Conhecer a legislação que rege a atuação fonoaudiológica no campo da saúde auditiva do
trabalhador.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Medidas de Imitância Acústica: Imitância X Admitância; Aplicação Audiológica das Medidas
de Imitância Acústica; Imitanciômetro; Bateria de testes.
- Avaliação Audiológica Infantil: Objetivos; Condições necessárias para a realização da
Avaliação Audiológica Infantil; Avaliação audiológica do recém-nascido; Avaliação
Audiológica da criança de 0-2anos; Avaliação audiológica da criança de 2-6anos; Avaliação
Audiológica da criança acima de 6anos; Desordens do processamento auditivo.
- Saúde do Trabalhador: Histórico da audiologia ocupacional. Efeitos do ruído na saúde.
Alterações auditivas em decorrência do ruído. Avaliação da audição. Discussão sobre
normas regulamentadoras do ministério do trabalho. Programas de conservação auditiva.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole, 1999.
MOMHENSON-SANTOS,T.M; RUSSO, I.C.P.(orgs.) Prática da Audiologia Clínica. 5ª Ed. São
Paulo:
Cortez Editora, 2005.
MORATA,T.; ZUCKI, F. (orgs.) Caminhos para a saúde auditiva – ambiental – ocupacional. São
Paulo: Plexus Editora, 2005.
RUSSO, I.C.P.; SANTOS, T.M.M. Audiologia infantil. 3ª ed. São Paulo: Cortez Editora, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AQUINO, A.M.C.M. (org.) Processamento auditivo – eletrofisiologia e psicoacústica. São Paulo:
Lovise, 2002.
BESS, F.H.; HUMES, L.E. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998.
CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH, T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: OPTATIVA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
DISCIPLINAS OFERECIDAS:
1. Abordagem Corporal em Fonoaudiologia.
2. Alterações auditivas e aquisição da linguagem oral e escrita.
3. Antropologia da saúde e da doença.
4. Biossegurança aplicada à Fonoaudiologia.
5. Dinâmica de Grupo & Grupo Centrado.
6. Gestão em Fonoaudiologia (Empreendedorismo).
7. Primeiros Socorros.
8. Recursos e estratégias aplicados à terapia de Linguagem Oral.
9. Recursos e estratégias aplicados à terapia de Linguagem Escrita.
10. Recursos e estratégias aplicados à terapia de Motricidade Orofacial
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA OPTATIVA: ABORDAGEM CORPORAL
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
EMENTA: Estudo sobre o corpo nos aspectos comunicacionais dentro de uma abordagem
teórica e prática. Principais contribuições teóricas para trabalhos de abordagem corporal como
instrumentos de apoio terapêutico. Bases teóricas para as técnicas de relaxamento e aplicação
na terapia.
OBJETIVO GERAL: Conhecer e desenvolver uma atitude interna de comunicação não só
verbal, mas também corporal, tendo um contato maior com o próprio corpo, o do outro e as
relações com o meio.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer as diferentes práticas de abordagem corporal e sua utilização na
Fonoaudiologia.
- Desenvolver a conscientização e a sensibilização corporais.
- Identificar e vivenciar as técnicas de relaxamento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Teórico:
- O corpo: o corpo e o outro; sujeito e corpo; o corpo no imaginário, no real e no simbólico; o
corpo e a linguagem; imagem e esquema corporal.
- Práticas corporais de impressão: práticas de mediação proprioceptiva; práticas de
mediação exteroceptiva.
- Contato corporal: Zonas de contato; imobilidade prolongada; balanço e o embalo;
mobilidade dos contatos, atritos, deslizes e carícias.
- Mente / corpo – vida: busca do prazer.
Prático:
- Vivência das técnicas de relaxamento.
- Exercícios e vivências para o desenvolvimento: conscientização corporal; sensibilização
corporal; relação consigo mesmo, com o outro e com os objetos; dramatização e expressão
corporal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AUCONTORRIER, B.; LAPIERRE, A. Fantasmas Corporais e Prática Psicomotora. São Paulo:
Manole, 1984.
FONSECA, V. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GAIARSA, J.A . O espelho mágico. São Paulo: Ícone, 1984.
LEVIN, E.A. Clínica psicomotora. Petrópolis: Ed. Vozes, 2000.
LE CAMUS, J. O Corpo em discussão. São Paulo: Artes Médicas, 1986.
LOWEN, A . Bioenergética. São Paulo: Summus, 1982.
VECCHIATO, M. Psicomotricidade relacional e terapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA OPTATIVA: ALTERAÇÕES AUDITIVAS E AQUISIÇÃO DE
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
EMENTA: Influência das alterações auditivas sobre os processos de aquisição e
desenvolvimento da linguagem oral e/ou escrita. Diagnóstico e intervenção fonoaudiológica.
OBJETIVO GERAL: Estabelecer a relação entre as alterações auditivas e os distúrbios da
comunicação oral e escrita.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender a relação entre audição e linguagem.
- Estabelecer o diagnóstico diferencial entre os tipos de perdas auditivas.
- Identificar os distúrbios da comunicação oral e/ou escrita decorrentes das perdas auditivas,
de acordo com seus tipos e graus.
- Detectar alterações do processamento auditivo e suas manifestações na comunicação oral
e escrita.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Audição e linguagem.
- Classificação das perdas auditivas quanto ao tipo e grau.
- Influência das perdas auditivas sobre os processos de aquisição e desenvolvimento da
linguagem oral - Identificação das possíveis alterações.
- Influência das perdas auditivas sobre os processos de aquisição e desenvolvimento da
linguagem escrita - Identificação das possíveis alterações.
- Desordem do processamento auditivo e aprendizagem.
- Orientação a pais e professores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH, T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
SCHOCHAT, E. (org.) Processamento Auditivo. São Paulo: Ed. Lovise, 1996.
PEREIRA, L.D.; NAVAS, A.L.G.P.; SANTOS, M.T.M. Processamento auditivo: uma abordagem
de associação entre audição e linguagem. IN: SANTOS, M.T.M.; NAVAS, A.L.G.P. (orgs.)
Distúrbios de leitura e escrita – teoria e prática. São Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole,1999.
JOHNSON, D.J.; MYKLEBUST, H.R. Distúrbios de aprendizagem, 3ª ed. São Paulo: Pioneira,
1987.
NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição em crianças. São Paulo: Manole, 1989.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA OPTATIVA: ANTROPOLOGIA DA SAÚDE E DA DOENÇA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
EMENTA: Estudos antropológicos sobre as dimensões socioculturais da saúde e da doença.
Conceitos e metodologias. Representações sobre o corpo, saúde e doença em diferentes
contextos etnográficos. Os processos da cura nas sociedades indígenas, no mundo camponês
e no mundo urbano.
OBJETIVO GERAL: Adquirir elementos teóricos para a interpretação do processo
saúde/doença como fenômenos relacionados à cognição e à linguagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Estabelecer a relação entre identidade, sujeito e subjetividade.
- Relacionar práticas de saúde a hábitos, ritos e símbolos.
- Apreender os conceitos sobre biotecnologia e bioética.
- Compreender o nascimento e a morte à luz do olhar médico.
- Interpretar o sentido da doença em uma perspectiva religiosa.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Identidades, sujeitos e subjetividades.
- Doença e identidade social.
- Raça e saúde.
- Idade, geração e saúde.
- Biotecnologia e bioética.
- Nascer e morrer sob o olhar médico.
- A busca de sentido e a interpretação religiosa da doença.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALVES, P.C.; MINAYO, M.C.S. (org.) Saúde e doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro:
FIOCRUZ, 1994.
LANGDON, E.J.; GARNELO, L. Saúde e povos indígenas. Reflexões sobre a antropologia
participativa. Rio de Janeiro: Contra Capa/ABA, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DUARTE, L.F.; LEAL, O.F. (org.) Doença, sofrimento, perturbação: perspectivas etnográficas.
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1998.
LAHUDE, A. Terceira idade. Ideologia, cultura, amor e morte. Brasília: Editora da UnB, 2004.
LEIBING, A. (org.) Tecnologias do corpo: Uma antropologia das medicinas no Brasil. Rio de
Janeiro: Ed. Nau, 2002.
ROHDEN, F. Uma ciência da diferença: sexo e gênero na medicina da mulher. Rio de Janeiro:
FIOCRUZ, 2001.
SCHWARCZ, L.M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil
1870 –1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA OPTATIVA: BIOSSEGURANÇA EM FONOAUDIOLOGIA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
EMENTA: Cuidados em biossegurança a ser tomados na prática da clínica fonoaudiológica,
para preservação do meio ambiente e da saúde geral da população, proporcionando o bem
estar físico e mental dos indivíduos envolvidos neste processo.
OBJETIVO GERAL: Reconhecer a importância da biossegurança em fonoaudiologia,
compreendendo os riscos e cuidados necessários para o atendimento fonoaudiológico, bem
como, vestimenta, manipulação, limpeza e guarda dos instrumentos utilizados para esta
prática.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer criticamente as implicações da biossegurança em relação ao ecossistema,
difundindo modelos de abordagem à saúde e às ciências da vida.
- Utilizar criticamente os conhecimentos obtidos, proporcionando condições favoráveis para
o atendimento fonoaudiológico, minimizando ou eliminando riscos inerentes ao meio
ambiente e a saúde do homem.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Medidas gerais de controle de infecção.
- Doenças ocupacionais.
- Medidas de precauções padrão: Imunizações; Lavagem das mãos; Risco de acidentes;
Uso de barreiras (EPIS); Preparo do ambiente; Cuidados com os instrumentos; Cuidados
com superfície; Cuidados com roupas.
- Gerenciamento de resíduos.
- Vigilância epidemiológica.
- Controle com materiais específicos da fonoaudiologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BALDY, J.L.S. Imunização de profissionais da área de saúde e de pacientes hospitalizados. In:
RODRIGUES, E.A.C. (org.) Infecções hospitalares: prevenção e controle. São Paulo: Sarvier,
1997. SOUZA, C.P.; TANIGUTE, C.C.; TIPPLE, A.F.V. Biossegurança: medidas de precauções
– padrão em Fonoaudiologia. Revista do Conselho Federal de Fonoaudiologia. Ano 3, nº 4, p.
18-24, Dezembro 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de controle de infecção hospitalar. Brasília, 1987.
BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. Manual de condutas em exposição ocupacional a
material biológico. (on line). 2000. Disponível: http// www.aids.gov.br/ (capturado em out. 2000).
GOIÁS. Secretaria Municipal de Saúde. Superintendência de Vigilância Sanitária. Normas
Técnicas. Goiânia, 1998.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE/ Organização Panamericana da Saúde. Federação
Brasileira de Hospitais. Guias para controle de infecções hospitalares orientadas para a
proteção da saúde do trabalhador hospitalar. Brasília, 1992.
STIER, C.J.N. (org.) Rotinas em controle de infecção hospitalar. Curitiba: Netsul, 1995.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA OPTATIVA: DINÂMICA DE GRUPO/GRUPO CENTRADO
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
EMENTA: Relações intrapsíquicas e interpessoais emergentes no grupo tendo como atividade
o processo ensino-aprendizagem e as relações e conseqüências que dele derivam. O grupo
como apoio.
OBJETIVO GERAL: Mediante as manifestações do comportamento individual e grupal, extrair
elementos que possam compor uma experiência vivida.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Colocar em questão o modo de comportamento em relação ao outro, centrando os
membros do grupo sobre a explosão do seu eu, vivido “aqui-e-agora”.
- Melhorar a capacidade de assumir o plano social, por meio de conscientização de seus
medos dos grupos e do social, percebendo que podem comunicar-se reciprocamente em
um nível profundo, sem que sejam por isso agredidos pelo outro no momento em que
“abaixam suas defesas” para obter essa comunicação.
- Adquirir instrumentos que dirijam a conscientização do “EU” verdadeiro que existe em cada
um de nós.
- Descobrir e entender sua realidade interna, a sentir-se bem com ela e a compartilhá-la com
as pessoas à sua volta.
- Agir de forma espontânea.
- Estabelecer equilíbrio entre os elementos do grupo.
- Reduzir o impacto dos sentimentos frente a situações e reações diferentes.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Apresentação e conhecimento do grupo; Integração e coesão do grupo; Aquecimento do
grupo; Identificação do grupo; Estados emergenciais percebidos, identificados e
trabalhados no grupo.
- Apresentação da turma; Levantamento de expectativas do trabalho pelos alunos;
Apresentação do Programa; Vivência.
- Contrato de participação no grupo, focado na questão: “De que suporte preciso para
participar do Grupo?”; Vivência; Técnicas de relaxamento.
- Técnica de Grupo; Trabalho vivencial; Trabalhando o conteúdo que vai surgindo no “aqui-eagora”; Seminário.
- Vivência; Relaxamento; Trabalhando o conteúdo que vai surgindo no “aqui-e-agora”;
Seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTILHO, A. A dinâmica do trabalho de grupo. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2001.
LIEBMANN, M. Exercícios de arte para grupos: manual de temas, jogos e exercícios. São
Paulo: Summus, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANTUNES, C. Manual de técnicas de dinâmica grupal de sensibilização e ludopedagogia. 19ª
ed. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 2000.
BALLESTERO, A.; ESMERALDA, M. Mutatis Mutandis: Dinâmicas de grupo para
desenvolvimento humano. Vol II. São Paulo: Ed. Papirus, 2002.
BUSTOS, M.D.O. Psicodrama: Aplicações da técnica psicodramática. 2ª ed. São Paulo: Ed.
Summus, 1982.
FRITZEN, J.S. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. 29ª ed. 2º Vol. Petrópolis: Vozes,
1999.
GONÇALVES, M.A.; PERPETUO, C.S. Dinâmica de grupo na formação de lideranças. 3ª ed.
Petrópolis: Ed. DP&A., 1999.
OSÓRIO, C.L. Grupos: teorias e práticas. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 2000.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA
OPTATIVA:
COMUNICAÇÃO
ALTERNATIVA
E/OU
SUPLEMENTAR
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
04
5
EMENTA: Técnicas de comunicação com o uso de tecnologia assistiva englobando os
sistemas gráficos, para pessoas com impedimentos ou dificuldades de comunicação.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver e aplicar de tecnologia assistiva para pessoas com disfunção
neuromotora, deficiência física, auditiva ou outras alterações de comunicação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender o conceito e aplicabilidade da comunicação alternativa e suplementar (CAS).
- Conhecer os sistemas gráficos de comunicação alternativa existentes.
- Aprender a utilizar os critérios para seleção dos usuários da CAS.
- Elaborar pranchas de comunicação.
- Compreender o trabalho junto à equipe, a família, a escola e aos outros ambientes do
usuário.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- CAS: conceito e aplicabilidade.
- Sistemas de comunicação alternativa.
- Sistemas gráficos: Bliss; PIC (Pictogram Ideogram Communication Symbols); PCS (Picture
Communication Symbols).
- Critérios para a definição pela comunicação alternativa e suplementar: entrevista;
avaliação; questionário para os pais.
- Estratégias de treinamento.
- Idéias para ambientes de imersão em símbolos.
- Equipe/família/escola.
- Elaboração da prancha de comunicação.
- Boardmaker – como utilizar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TUPY, T.M., PRAVETTONI, D.G. ... E se falta a palavra, qual comunicação, qual linguagem?
São Paulo: Memnon, 1999.
BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA:
CAPOVILLA, F.C.; GONÇALVES, M.J.; MACEDO, E.C. (orgs.) Tecnologia em (RE)habilitação
cognitiva. São Paulo: Ed. Edunisc, 1998.
FOZ, B.; PICARONE, M.; BURSZTYN,C. (org.) A tecnologia informática na Fonoaudiologia.
São Paulo: Editora Plexus, 1998.
GILL, N.B. Comunicação através de símbolos: abordagem clínica baseada em diversos
estudos. Temas sobre desenvolvimento. V.6. São Paulo: Memnon Ed. Científicas, 1997.
JOHNSON, R. The picture communication symbols. Book II. Solana Beach: Mayer Johnson,
1992.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: GESTÃO EM FONOAUDIOLOGIA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
04
5º
EMENTA: Introdução ao planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos de prestação
de serviços em Fonoaudiologia: Hospitais, Clínicas, Postos de Saúde.
OBJETIVO GERAL: Identificar conceitos de planejamento estratégico para elaboração de
projetos de prestação de serviços de Fonoaudiologia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar os conceitos de planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos.
- Dominar os tipos de planejamento e etapas de planejamento estratégico.
- Aprender a usar o planejamento na prática fonoaudiológica.
- Aprender a elaborar diferentes tipos de projetos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Aspectos conceituais e estratégias para Gestão.
- Planejamento para Gestão em Fonoaudiologia.
- Tipos de Planejamento e Etapas do Planejamento Estratégico.
- Usos do planejamento na prática fonoaudiológica.
- Perfil e determinantes do mercado em Fonoaudiologia.
- Indicadores de necessidades do Fono e estratégias de superação da pouca inserção no
mercado. Aspectos Metodológicos para elaboração de projetos de prestação de serviços.
- Projetos para Consultoria; Projetos para implantação de serviços de Fonoaudiologia.
- Projetos para oferta de cursos.
- Projetos para Campanhas e Mutirões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARRASCO, M.C.O. Fonoaudiologia empresarial – Perspectivas de consultoria, assessoria e
treinamento. São Paulo: Lovise, 2001.
TESTA, M. O pensamento estratégico e lógica de programação – o caso da saúde. São Paulo:
Hucitec, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BROSE, M. Introdução à moderação e ao método ZOPP. Recife: GTZ, 1993.
CAMPOS, F.E.; OLIVEIRA JUNIOR, M.; TONON, L.M. Planejamento e Gestão em Saúde –
Cadernos de Saúde. V 1 e 2. Belo Horizonte: COOPMED, 1998.
CUNHA, F.C.C. Gestão estratégica no âmbito do SUS. Curso de Capacitação
para Gestores Municipais do Sistema de Saúde de Pernambuco. NESC-IAMFIOCRUZ, 1998.
GIOVANELLA, L. Planejamento estratégico, programação e orçamentação em saúde. Rio de
Janeiro: ENSP, 1992.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: PRIMEIROS SOCORROS
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
ENF 1475
04
5º
EMENTA: Estudo dos primeiros socorros que deverão ser prestados nas situações de
urgência e emergência e em casos de apoio ao cliente em necessidade de ajuda.
OBJETIVO GERAL: Adquirir noções básicas de atendimento de urgência e emergência.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conceituar anatomia e fisiologia humana.
- Identificar os fatos mais comuns que envolvem as situações de urgência e emergência.
- Compreender as condutas que deverão ser tomadas em tais situações;
- Capacitar-se para proceder com confiança ao atendimento dos primeiros socorros.
III. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
-
Introdução à Anatomia
Sinais Vitais
Noções de Desinfecção e Esterilização
Introdução aos Primeiros Socorros
Materiais Utilizados
Tipos de Traumatismo
Resgate e Transporte de Pessoas Acidentadas
Ataduras e Bandagens
Parada Respiratória
Parada Cardíaca e Reanimação Cardiopulmonar
Desmaio e Convulsões
Choque Hipovolêmico
Intoxicações e Envenenamentos
Queimaduras
IAM (Infarto Agudo do Miocárdio)
Traumatismo Cranioencefálico e Lesões da Medula Espinhal
Alergias e Asma
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MUSSI, N.M. Técnicas Fundamentais de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2005.
NORO, J. Manual de Primeiros Socorros. São Paulo: Ed. Ática, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OSOL, A. (org.) Dicionário Médico Blakiston. 2ª ed. São Paulo: Organização Andrei Editora
Ltda, 1998.
BRASIL – Ministério da Saúde. Manual para instrutores de socorristas. Brasília, 1990.
OLIVEIRA, B.F.M. Trauma – atendimento pré-hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2001.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: RECURSOS E ESTRATÉGIAS APLICADOS À TERAPIA DE
LINGUAGEM ORAL
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
04
5º
EMENTA: Programa de intervenção fonoaudiológica, elaborado em função das alterações
encontradas no desenvolvimento e aquisição da linguagem oral.
OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos e/ou habilidades que possibilitem a utilização de
estratégias diferenciadas no tratamento fonoaudiológico das alterações da linguagem oral.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Selecionar metas e procedimentos particulares na dependência dos resultados da
avaliação individual.
- Utilizar estratégias que facilitem a aquisição de aspectos relacionados à forma, conteúdo e
uso da linguagem.
- Atuar, quando necessário, junto às habilidades cognitivas da linguagem.
- Saber atuar no âmbito escolar, com propostas coletivas e abrangentes, que visam a
intervenção e prevenção das alterações da linguagem oral.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
-
-
Intervenção baseada em diagnóstico previamente estabelecido.
Abordagem integral: atividades para as categorias formais da linguagem (fonologia,
morfologia, sintaxe, semântica e pragmática) e para o treino de habilidades lingüísticas que
envolvam atenção, percepção, raciocínio abstrato, evocação e conhecimentos gerais.
Ações fonoaudiológicas na escola que permitam a criação de um planejamento de atuação
coletiva em intervenção e prevenção das alterações da linguagem oral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEVILACQUA, M.C.; MORET, A.L.M. Deficiência auditiva: conversando com familiares e
profissionais de saúde. São José dos campos: Pulso, 2005.
LIMONGI, F.P. Manual Papaterra de habilidades cognitivas. São Paulo: Pancast, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONDEMARÍN, M.; GALDAMES, V.; MEDINA, A. Taller de lenguaje. Madrid: CEPE, 1996.
LICHTIG, I. Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas. Barueri:
Pro-Fono, 2004.
PAROLIN, I.C.H. Aprendendo a incluir e incluindo para aprender. São José dos Campos:
Pulso, 2006.
PASTORELLO, L.M.; ROCHA, A.C.O. Fonoaudiologia e linguagem oral. Os práticos do diálogo.
Rio de Janeiro: Revinter, 2006.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: RECURSOS E ESTRATÉGIAS APLICADOS À TERAPIA DE
LINGUAGEM ESCRITA
Código
CR
04
PER
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
EMENTA: Programa de intervenção fonoaudiológica, elaborado em função das alterações
encontradas no desenvolvimento e aquisição da leitura-escrita.
OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos e/ou habilidades que possibilitem a utilização de
estratégias diferenciadas no tratamento fonoaudiológico dos distúrbios de leitura e escrita.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Selecionar metas e procedimentos particulares na dependência dos resultados da
avaliação individual.
- Compreender a conexão entre a linguagem oral e escrita, como uma relação dinâmica e
recíproca.
- Utilizar os conceitos relacionados às capacidades cognitivas e metacognitivas da
linguagem, concomitantemente, com o objetivo de facilitar o processamento da leitura e
escrita em todos os seus níveis (ortográfico, semântico, contextual e fonológico).
- Saber atuar no âmbito escolar, com propostas coletivas e abrangentes, que visam a
intervenção e prevenção das alterações de leitura e escrita.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
-
-
Intervenção baseada em diagnóstico previamente estabelecido.
Conexão “Oral-Escrita”: procedimentos que permitam desenvolver competências de
desempenhos lingüísticos.
Abordagem terapêutica equilibrada, numa perspectiva de linguagem integral( leitura de
textos de níveis variados, consciência fonológica e linguagem oral, leitura para
compreensão, escrita com propósito e para um provável leitor).
Ações fonoaudiológicas na escola que permitam a criação de um planejamento de atuação
coletiva em intervenção e prevenção das alterações de aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPOVILLA, A.G.S.; CAPOVILLA, F.C. Problemas de leitura e escrita. São Paulo: Memnon,
2000.
SANTOS, M.T.M.; NAVAS, A.L.G.P. (orgs.) Distúrbios de leitura e escrita – teoria e prática. São
Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERBERIAN, A.P.; MASSI, G.; GUARINELLO, A.C. Linguagem escrita – referenciais para a
clínica fonoaudiológica. São Paulo: Plexus, 2003.
CAPOVILLA, F.C. (org.) Neuropsicologia e aprendizagem – uma abordagem multidisciplinar.
São Paulo: Memnon, 2002.
CAPOVILLA, A.G.S. (org.) Avaliação e intervenção em habilidades metafonológicas e de leitura
e escrita. São Paulo: Memnon, 2003.
LIMONGI, F.P. Manual Papaterra de habilidades cognitivas. São Paulo: Pancast, 2001.
MACEDO, E.C.; CAPOVILLA, F.C. Temas em neuropsicolingüística. Ribeirão Preto: Tecmedd,
2006.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: RECURSOS E ESTRATÉGIAS APLICADOS À TERAPIA DE
MOTRICIDADE OROFACIAL
Código
CR
04
PER
5º
Co-Requisito
Pré-Requisito
EMENTA: Atuação terapêutica na especialidade Motricidade Orofacial.
OBJETIVO GERAL: Conhecer as estratégias empregadas na prática clínica da terapia
orofacial.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Utilizar, de forma adequada, as estratégias terapêuticas de acordo com as alterações
morfofuncionais orais.
- Identificar os tipos de contração muscular, assim como os grupos musculares e funções
estomatognáticas envolvidos no processo de reabilitação morfofuncional oral.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Tipos de contração muscular.
- Grupos musculares.
- Estruturas e funções estomatognáticas.
- Material e métodos.
- Exercícios isotônicos e isométricos.
- Exercícios para lábios.
- Exercícios para língua.
- Exercícios para bochechas.
- Exercícios para musculatura mastigatória.
- Exercícios para as funções estomatognáticas: sucção, mastigação, deglutição, respiração e
fala.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALTMAN, E.B.C.(org.) Fissuras lábio-palatinas. Barueri: Pró-Fono, 1992.
FERRAZ, M.C.A. Manual prático de motricidade oral - avaliação e tratamento. Rio de Janeiro:
Revinter, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CUNHA, V.L.O. Aprendendo a respirar pelo nariz - exercícios, jogos e brincadeiras. Rio de
Janeiro: Revinter, 2006.
MORALLES, R.C. Terapia de regulação orofacial. São Paulo: Memnon, 1999.
NETTO, A.C.D.; TABORDA, R.F. Dudu no mundo da respiração: orientação e conscientização
para crianças respiradoras orais. São José dos Campos: Pulso, 2004.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: FALA E LINGUAGEM
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1130 04
6°
FON 1030
EMENTA: Teorias e técnicas de prevenção e reabilitação fonoaudiológica dos problemas da
fala, linguagem e fluência.
OBJETIVO GERAL: Caracterizar os distúrbios da fluência e fala.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Conceituar fluência; diferenciar o conceito de disfluência geral – gagueira.
- Caracterizar a gagueira.
- Conhecer os fatores e os estímulos que influenciam a gagueira.
- Realizar o diagnóstico diferencial entre as diversas formas de disfluência.
- Caracterizar a gagueira infantil.
- Descrever avaliação e terapia para gagueira na adolescência e na idade adulta.
- Definir distúrbios articulatórios.
- Distinguir desvio fonético e fonológico.
- Caracterizar e classificar o retardo de linguagem.
- Adquirir conhecimentos sobre a intervenção fonoaudiológica nos casos de desvios
fonético-fonológicos e no retardo de linguagem.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Distúrbios da fluência: gagueira e taquifemia.
- Desvios de fala.
- Retardo de linguagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, L.M.G.; CHIARI, B.M. Gagueira: etiologia, prevenção e tratamento. Carapicuíba,
São Paulo: Pró-Fono, 1998.
LOPES FILHO, O.C. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Tecmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRIEDMAN, S. Gagueira: origem e tratamento. São Paulo: Summus, 1986.
GOLDFELD, M.(org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Linguagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
MOTA, H.B. Terapia fonoaudiológica para os Desvios Fonológicos. Rio de Janeiro: Revinter,
2001.
RIBEIRO, I.M. (org.) Gagueira. São José dos Campos: Pulso, 2003.
YAVAS, M. Avaliação fonológica da criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS – LINGUAGEM ORAL II
Código
FON 1012
CR PER
04
6°
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1020
EMENTA: Distúrbios de linguagem e de deglutição em adultos, de origem neurológica:
avaliação e terapia.
OBJETIVO GERAL: Conhecer as disfunções de comunicação e deglutição em doenças
neurológicas no adulto.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar os distúrbios de comunicação e de deglutição em adultos de origem neurológica.
- Avaliar a comunicação e a deglutição de adultos com alterações neurológicas.
- Diagnosticar e aprender a realizar terapia fonoaudiológica em adultos com alterações de
origem neurológica.
- Perceber que a prevenção é preferível à reabilitação, devendo, portanto, quando
profissional, atuar em ambos os aspectos.
- Aprender como orientar a família.
- Conhecer o trabalho realizado pela equipe intradisciplinar.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Afasia em adultos.
- Afasia em crianças.
- Agnosias.
- Apraxias.
- Disartrias.
- Disfagia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DAVIES, P. Recomeçando outra vez: reabilitação precoce após lesão cerebral traumática ou
outra lesão cerebral severa. São Paulo: Ed. Manole Ltda, 1997.
BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA:
MURDOCH; B.E. Desenvolvimento da fala e distúrbios da linguagem. Rio de Janeiro: Ed.
Revinter, 1997.
SILVA, J. (org.) Disfagia avaliação e tratamento. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 2003.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA III
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1003
04
6°
FON 1002
EMENTA: Seleção e adaptação de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI).
OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades para a seleção e adaptação de AASI.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Realizar avaliação específica para a seleção e adaptação dos AASI.
- Manipular adequadamente os materiais utilizados para a confecção dos moldes.
- Reconhecer as características físicas e eletroacústicas dos AASI.
- Efetuar os ajustes internos de cada AASI.
- Orientar o usuário quanto ao uso e cuidados com o AASI.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Histórico.
- Definição.
- Classificação: modo de transmissão sonora, localização em relação a orelha, tecnologia,
número de canais, linearidade do ganho.
- Adaptações especiais.
- Características Físicas do AASI: Microfone, Amplificador, Receptor.
- Otoplástica.
- Moldes auriculares.
- Técnicas e cuidados na impressão.
- Características Eletroacústicas do AASI.
- Ganho.
- Saída máxima.
- Resposta de Freqüência.
- Mensuração.
- Métodos utilizados para seleção das características eletroacústicas dos AASI.
- Método Comparativo.
- Método Prescritível.
- Avaliação do desempenho do indivíduo aparelhado.
- Orientação e acompanhamento ao usuário de AASI.
- Equipamentos auxiliares para o deficiente auditivo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, K.; IORIO, M.C.M. Próteses auditivas; fundamentos teóricos e aplicações clínicas.
São Paulo: Lovise, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALMEIDA, K. O processo de seleção e adaptação de aparelho de amplificação sonora para
criança deficiente auditiva. In: CALDAS N; CALDAS NETO S.; SIH, T. Otologia e Audiologia em
pediatria. São Paulo: Revinter, 1999.
COUTO, C.M.; MENEGOTTO, I.H. In PANHOCA, I.; LACERDA, C. Considerações teóricas
sobre a seleção de próteses auditivas em indivíduos com perda auditiva de grau severo e
profundo. Tempo de fonoaudiologia. São Paulo: Cabral Editora Universitária, 1997.
IORIO, M.C.M.; MENEGOTTO, I.H. Aparelhos Auditivos. In: LOPES FILHO, O. Tratado de
Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1977.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS
DISTÚRBIOS: VOZ
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1140
04
6°
FON 1080
EMENTA: Atendimento a pessoas com distúrbios de voz e voz profissional. Correção e terapia.
OBJETIVO GERAL: Conhecer na prática a avaliação e terapia dos distúrbios vocais, bem
como os aspectos relacionados ao uso profissional da voz e saúde vocal.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar os fatores que mais influenciam no uso da voz, como cuidados com a voz, boa
articulação, ressonância equilibrada; dependendo da especificidade de cada caso.
- Realizar anamnese e avaliação do comportamento vocal.
- Efetuar atendimento fonoaudiológico nas disfonias e voz profissional.
- Realizar e interpretar a análise acústica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Atendimento fonoaudiológico e supervisão dos casos de alterações de voz e voz
profissional.
- Discussões de textos pré-selecionados sobre voz durante supervisão.
- Realização e interpretação de análise acústica nos pacientes com alterações vocais.
- Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e planejamento geral especificando
objetivos terapêuticos e estratégias utilizadas.
- Elaboração prévia de planos diários de terapia com os objetivos, estratégias e após
execução relatar o processo evolutivo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEHLAU, M.; PONTES, P. Avaliação e tratamento das disfonias. São Paulo: Ed. Lovise, 1995.
_____________________ Higiene Vocal – Cuidando da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
PINHO, S.M. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEHLAU, M. Voz - O livro do especialista. Vol. 1. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
__________ Voz - O livro do especialista. Vol. 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
BOONE, D.R. A voz e a terapia vocal. 5ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
COSTA, H. O.; SILVA, M. A . A . Voz cantada. São Paulo: Lovise, 1998.
PINHO, S.M. Manual de higiene vocal para profissionais da voz. Barueri: Pró-Fono, 1997.
FERREIRA, L.; ANDRADA E SILVA, M. Saúde Vocal. São Paulo: Ed. Roca, 2002.
FERREIRA, L; BEFI-LOPES, D.; LIMONGI, S. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca,
2004.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: SAÚDE COLETIVA E FONOAUDIOLOGIA
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1150
04
6°
EMENTA: Políticas de saúde e planejamento em saúde. A situação da fonoaudiologia nas
políticas públicas.
OBJETIVO GERAL: Identificar e dominar conceitos de saúde coletiva e Fonoaudiologia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar os conceitos de epidemiologia.
- Dominar os tipos de políticas de saúde.
- Aprender a usar o planejamento na saúde.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Epidemiologia: Bases conceituais, modelos de explicação do processo saúde x doença; e
usos da epidemiologia; Descrevendo os problemas de saúde: Medidas em saúde coletiva:
Indicadores epidemiológicos e demográficos; Principais Bases de dados dos danos
(natalidade, morbidade, mortalidade) e riscos (Sócio-demográficos e infra-estrutura) à
saúde; Padrão de distribuição das doenças e agravos à saúde; Explicando os problemas
de saúde: O Método Epidemiológico e os Desenhos de estudos epidemiológicos;
Vigilância Epidemiológica.
- Políticas de Saúde: Política de saúde - aspectos históricos; Reforma sanitária brasileira;
Sistema Único de Saúde: Arcabouço jurídico – institucional: Princípios, diretrizes
(Constituição Federal, Lei orgânica de saúde, Normas operacionais básicas; Constituições
Estaduais e leis orgânicas municipais, Códigos Sanitários, Normas Técnicas); Estrutura
organizacional; Consolidação do Sistema Único de Saúde frente a reforma do estado: O
confronte entre a universalização, eqüidade e democratização versus focalização,
privatização.
- Planejamento em Saúde: Planejamento em Saúde: Princípios e perspectivas; Modelos
técnico-assistenciais em saúde; Recursos humanos no setor saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA FILHO, N. A Clínica e a Epidemiologia. Salvador - Rio de Janeiro: APCE-ABRASCO,
1992.
FLETCHER, R.H.; FLETCHER, S.W.; WAGNER, E.H. Epidemiologia Clínica - Bases Científicas
da Conduta Médica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia preventiva. São Paulo: Lovise, 1996.
BEFI, D. Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo: Lovise, 1997.
CARVALHO, G.I.; SANTOS, L. Sistema único de saúde. 2ªed. São Paulo: Hucitec, 1995.
HERNANDEZ, A.M. Atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar. Rio de Janeiro: Revinter,
2001.
LAGROTTA, M.G.M.; CESAR, C.P.H.A. A fonoaudiologia nas instituições. São Paulo: Lovise,
1997.
RIVERA, F.J.U. Planejamento e Programação em Saúde – um enfoque estratégico. São
Paulo: Editora Vozes, 1989.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 4ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1993.
RUSSO, I.P. Intervenção fonoaudiológica na terceira idade. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.
VIEIRA, R.M. (org.) Fonoaudiologia e saúde pública. Carapicuiba: Pró-Fono, 1995.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AUDIOLOGIA EDUCACIONAL
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1160 04
6º
EMENTA: Teorias, métodos e técnicas de prevenção e reabilitação fonoaudiológica dos
problemas da audição.
OBJETIVO GERAL: Conhecer e tratar todos os aspectos que envolvem a surdez: prevenção,
diagnóstico e tratamento.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar a realidade do surdo frente à família e sociedade.
- Classificar as deficiências auditivas de acordo com localização, grau, tipo e etiologia.
- Identificar as características dos pacientes surdos.
- Conhecer as interferências no desenvolvimento da linguagem do surdo em decorrência da
privação sensorial pré e pós-lingüística.
- Conhecer a situação sócio-educacional do surdo nas diferentes épocas da história da
humanidade.
- Conhecer os métodos de avaliação e estimulação de linguagem
- Aprender como orientar os pais e a escola.
- Adquirir e desenvolver estratégias de reabilitação para os surdos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Como é ser surdo.
- Etiologia da Deficiência Auditiva.
- Prevenção.
- Caracterização dos indivíduos surdos de acordo com grau da Deficiência Auditiva.
- Histórico da Educação do Surdo.
- Métodos de estimulação de linguagem.
- Métodos orais: Unissensoriais e Multissensoriais.
- Avaliação da comunicação do Deficiente Auditivo.
- Estratégias de reabilitação para o Surdo.
- Implante Coclear – Noções básicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEVILACQUA, M.C. Audiologia educacional, uma opção terapêutica para a criança deficiente
auditiva. São Paulo: Ed. Pró-Fono, 2000.
BEVILACQUA, M.C.; MORET, A.L.M. Conversando com familiares e profissionais da saúde.
São José dos Campos: Pulso, 2005.
CORRÊA, J.M. Surdez e os fatores que compõem o método audiovisual de linguagem oral
para crianças com perda auditiva. São Paulo: Atheneu, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BISHOP, M. Desenvolvimento da linguagem em circunstâncias excepcionais. Porto Alegre: Ed.
Revinter, 2002.
FONSECA, V. Aprender a aprender. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1998.
LICHTIG, I. (org.) Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas.
Barueri: Pró-Fono, 2004.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: BIOESTATÍSTICA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
CBB 1140 04
6°
EMENTA: Conceituação de séries estatísticas, gráficos, medidas de posição e dispersão e
desenvolvimento de metodologia para a sua construção e determinação, probabilidades, testes
de hipótese, correlação. Aplicações à pesquisa fonoaudiológica.
OBJETIVO GERAL: Entender o papel da Estatística em relação às Ciências Sociais e à saúde.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Propiciar um instrumental para organização, classificação, apresentação e cálculo de
parâmetros estatísticos que permitam descrever resumidamente os fenômenos.
- Propiciar a visão crítica da realidade social e da saúde por meio da análise de parâmetros
estatísticos.
- Compreender os métodos e técnicas estatísticas capazes de levar ao entendimento de
indicadores da área da saúde, social e, sobretudo dos indicadores da própria turma.
- Desenvolver as habilidades referentes à leitura da realidade social e da saúde, codificada
na linguagem matemática e estatística.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Introdução à bioestatística.
- Séries estatísticas e sua representação tabular.
- Representação gráfica das séries estatísticas.
- Medidas de Síntese e de Posição.
- Medidas de Dispersão.
- Noções de Amostragem – Fases do trabalho científico, Definição do objetivo,
Planejamento, coleta dos dados, Crítica e validação dos dados, Apuração dos dados,
Apresentação dos dados, Análise e interpretação dos dados; Métodos: Não casual ou não
probabilístico, Casual ou probabilístico, Técnicas: probabilística simples, Estratificada
proporcional, Sistemática e conglomerados, Estudo de caso sobre amostragem, Estimativa
de parâmetros populacionais e Cálculo do erro amostral.
- Testes de hipótese.
- Correlação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MALETTA, C.H. Bioestatística em saúde pública. 2ª ed. Belo Horizonte: Coopmed Editora,
1992.
VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Ed.Campus,1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARBETA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. 3ªed. Florianópolis: Editora da UFSC,
1999.
CENTENO, A.J. Curso de estatística aplicada à biologia. Goiânia: Cegraf/UFG, 1990.
CRESPO, A.A. Estatística fácil. São Paulo: Editora Saraiva, 1996.
GUEDES, M. Bioestatística para profissionais de saúde. Rio de Janeiro: Livro Técnico S.A.,
1988.
LAURENTI, R. (org.) Estatísticas de saúde. São Paulo: EPU, 1987.
STEVENSON, W.J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Editora Harbra LTDA,
1981.
TOLEDO, G.L. Estatística básica. 2ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 1983.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS
DISTÚRBIOS: LINGUAGEM
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1170 08
7°
FON 1011
EMENTA: Atuação terapêutica nos distúrbios da comunicação: teoria e prática. Estudo de
campo.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver visão do tratamento realizado pela equipe intradisciplinar que
atua em instituição.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Selecionar e aplicar técnicas de avaliação formal e/ou informal em neuropediatria.
- Realizar atendimento fonoaudiológico em grupo e/ou individualizado.
- Orientar a família quanto ao seu papel junto ao seu filho, à Equipe e à Instituição.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Prevenção, avaliação e terapia de crianças com alterações neurológicas.
- Encaminhamentos para outros setores e exames complementares.
- Visita à escola ou outros locais para entrevistas.
- Orientação aos pais e à equipe intradisciplinar.
- Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e planejamento geral especificando
objetivos terapêuticos e estratégias utilizadas.
- Elaboração prévia de planos diários de terapia com os objetivos, estratégias e após
execução relatar o processo evolutivo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DIAMENT, A.; CYPEL, S. Neurologia infantil (Lefèvre). São Paulo: Atheneu, 1989.
FINNIE, N. O Manuseio em casa da criança com paralisia cerebral. São Paulo: Ed. Manole,
1980.
TELES, L.; NASCIMENTO, Y.P. Atuação fonoaudiológica na paralisia cerebral. Goiânia: UCG,
2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRAZELTON, T.B. Bebês e Mamães. Rio de Janeiro: Ed. Campus Ltda., 1981.
FURKIM, A.M.; SILVA, R.G. Programas de reabilitação em disfagia neurogênica. São Paulo:
Frontis Editorial, 1999.
LIMONGE, S.C. Paralisia Cerebral – Linguagem e cognição. Carapicuiba: Pró-Fono, 1995.
MACEDO FILHO, E.D.; PISSANI, J.C; CARNEIRO, J.; GOMES, G. Disfagia – abordagem
multidisciplinar. 2ªed. Curitiba: Frontis Editorial, 1999.
PUYUELO,M. (org.) A Fonoaudiologia na Paralisia Cerebral – diagnóstico e tratamento. São
Paulo: Ed. Santos, 2001.
PÉREZ-RAMOS, A.; PÉREZ-RAMOS, J. Estimulação precoce. Ministério da Ação Social –
CORDE, 1992.
TUPY, T.M.; PRAVETTONI, D.G. ... e se falta a palavra, qual comunicação, qual linguagem?
São Paulo: Memnon , 1999.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AUDIOLOGIA CLÍNICA I
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 5705 04
7°
FON 1002
EMENTA: Atuação em avaliação audiológica do adulto e da criança. Relação Teoria e Prática.
Vivência.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades na realização de exames audiológicos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Associar os conhecimentos teóricos sobre Avaliação Audiológica à prática clínica,
considerando os aspectos éticos, científicos e técnicos;
- Manipular de forma adequada os equipamentos audiológicos;
- Relacionar os resultados dos exames audiológicos à história do caso e sua possível
hipótese diagnóstica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Aplicação de técnicas e procedimentos de exames audiológicos; classificação das perdas
auditivas.
- Aplicação dos conteúdos desenvolvidos na disciplina Avaliação Audiológica I - Via Aérea,
Via Óssea, Logoaudiometria, Mascaramento e Testes Acumétricos.
- Aplicação dos conteúdos desenvolvidos na disciplina Avaliação Audiológica II - Medidas de
Imitância Acústica; Avaliação Audiológica Infantil e Saúde Auditiva do Trabalhador.
- Estudo de casos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO, M.F.; VIEIRA, R.M.; VILA NOVA, L.C.P. Desenvolvimento auditivo em crianças
normais e de alto risco. São Paulo: Plexus,1995.
BESS, F.H.; HUMES, L.E. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998.
CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH, T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
JERGER, J.; JERGER, S. Alterações auditivas. Rio de janeiro: Ateneu, 1998.
KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole,1999.
LOPES FILHO, O.C.(org.) Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (orgs.) Prática da Audiologia Clínica. 5ª Ed. São
Paulo: Cortez Editora, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AQUINO, A.M.C.M. (org.) Processamento Auditivo – Eletrofisiologia e psicoacústica. São
Paulo: Lovise, 2002.
FIGUEIREDO, M.S. (org.) Emissões Otoacústicas e BERA. São José dos Campos: Pulso,
2003.
MUSIEK, F.E.; RINTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo:
Manole, 2001.
NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição em Crianças, 3ª Ed. São Paulo: Manole, 1989.
PEREIRA, L.D.; SCHOCHAT, E. Processamento auditivo central – manual de avaliação. São
Paulo, Lovise, 1997.
RUSSO, I.C.P.; SANTOS, T.M.M. Audiologia infantil. 3ª Ed. São Paulo: Cortez Editora, 1989.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA IV
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1004 04
7°
CBB 5030
EMENTA: Avaliação eletrofisiológica e eletroacústica da audição; avaliação otoneurológica e
reabilitação vestibular; avaliação do processamento auditivo.
OBJETIVO GERAL: Apreender os conceitos das avaliações eletrofisiológica e eletroacústica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Realizar e interpretar os registros das Emissões Otoacústicas.
- Executar e analisar os procedimentos de avaliação dos potenciais auditivos evocados.
- Compreender a avaliação da função vestibular, bem como os aspectos teóricos da
reabilitação vestibular.
- Conhecer os testes que compõem a avaliação do processamento auditivo e os aspectos
relacionados à sua reabilitação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Avaliação Eletrofisiológica – EOAs: Classificação, Registro e Tipos; Interferências nos
Resultados. Aplicações Clínicas; Diferentes Protocolos de Triagem, Ocupacional X EOA.
- Avaliação Eletrofisiológica – PEAs: Avaliação eletrofisiológica: terminologias, definições e
histórico; PEAs de Curta (PEATE), Média (MLR) e Longa Latência (P300 e Mismatch
Negativo).
- Avaliação Otoneurológica e Reabilitação Vestibular: Avaliação otoneurológica no adulto;
Identificação das possíveis alterações na vestibulometria nos casos periféricos e centrais;
Introdução à reabilitação vestibular e protocolos utilizados.
- Avaliação do Processamento Auditivo: Definição, características e diagnóstico diferencial
das desordens do processamento auditivo; Indicações e objetivos da avaliação do
processamento auditivo; Avaliação comportamental do processamento auditivo. Bateria de
testes; Intervenção fonoaudiológica nos diferentes transtornos do processamento auditivo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, C.A.H.; COSTA, H.O.O. Tratado de Otorrinolaringologia. Sociedade Brasileira de
Otorrinolaringologia. São Paulo: Ed. Roca. 2003.
CAOVILLA, H.H.; GANANÇA, M.M.; MUNHOZ, M.S.L..; SILVA, M.L.G. Equilibriometria clínica.
Série Otoneurológica. V 1. São Paulo: Atheneu, 1999.
MUSIEK, F.E.; LEE, W.W. Potenciais auditivos de média e longa latência. In: MUSIEK, F.E.;
RIENTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Ed. Manole, 2001.
SCHOCHAT, E. Processamento auditivo. Série Atualidades em Fonoaudiologia. V II. São
Paulo: Lovise, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GATTAZ, G. Registro das emissões otoacústicas evocadas e sua aplicação clínica na
audiologia infantil. In: Otologia e Audiologia em Pediatria. São Paulo: Revinter, 1999.
HERDMAN, S.J. Reabilitação vestibular. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Manole, 2002.
SCHOCHAT, E. Processamento Auditivo Central: Revisão da Literatura. Revista Brasileira de
Otorrinolaringologia, 5(1):24-30, 1998.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS
DISTÚRBIOS: AUDIOLOGIA EDUCACIONAL
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1180
04
7º
FON 1160
EMENTA: Atendimento a pessoas com deficiência auditiva em diferentes idades. Teoria e
prática.
OBJETIVO GERAL: Realizar terapia fonoaudiológica supervisionada dos distúrbios da
comunicação em pacientes com perdas auditivas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Aplicar as questões da anamnese direcionada à patologia específica.
- Avaliar segundo os critérios específicos da patologia.
- Encaminhar para exames complementares.
- Reabilitar os distúrbios de comunicação em pessoas com deficiência auditiva.
- Efetuar orientação à família e à escola quando necessário
CONTEUDO PROGRAMÁTICO:
- Aplicação de anamnese e avaliações específicas.
- Encaminhamento dos pacientes para exames complementares, caso seja necessário.
- Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e planejamento geral especificando
objetivos terapêuticos e estratégias utilizadas.
- Elaboração prévia de planos diários de terapia com os objetivos, estratégias e após
execução relatar o processo evolutivo.
- Orientação familiar.
- Orientação escolar.
- Terapias supervisionadas com discussão dos casos objetivando a conduta terapêutica.
- Ênfase em terapia e reavaliação para elaboração de relatório final.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEVILACQUA, M.C.; FORMIGONI, G.P. Audiologia educacional: uma opção terapêutica para a
criança deficiente auditiva. São Paulo: Ed. Pró-Fono, 2000.
BEVILACQUA, M.C.; MORET, A.L.M. Conversando com familiares e profissionais da saúde.
São José dos Campos: Pulso, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASANOVA, J.P. Manual de Fonoaudiologia. São Paulo: Ed. Artes Médicas, 1992.
CUPELLO, R.C.M. A linguagem do meu filho. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 1993.
GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Ed. Plexus, 1997.
GOLDFELD, M. Fundamentos em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan,
1998.
JAKUBOVICZ, R. Psicomotricidade, Deficiência de Audição, Atraso de Linguagem Simples e
Gagueira Infantil. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 1997.
KOZLOWSKI, L. Implantes Cocleares. São Paulo: Ed. Pró-Fono, 1997.
LICHTIG, I. (org.) Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas.
Barueri: Pró-Fono, 2004.
SIMONEK, M.C.; VALDEREZ, P.L. Surdez na Infância. Rio de Janeiro: Soluções Gráficas
Design Studio, 1996.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: LIBRAS
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON1190 04
7°
EMENTA: Bases teóricas e práticas para a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS).
OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades necessárias para a aquisição da LIBRAS.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Interagir com surdos usuários da LIBRAS como primeira linguagem.
- Conhecer os aspectos históricos e legais da LIBRAS.
- Utilizar as regras gramaticais da LIBRAS.
- Conhecer aspectos da cultura dos surdos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Histórico da Língua Brasileira de Sinais.
- Legislação sobre o uso da Língua Brasileira de Sinais.
- Aspectos sintáticos da LIBRAS.
- Parâmetros da Língua de Sinais.
- Organização neural da Língua de Sinais.
- Aulas práticas ( vocabulário básico e estruturação de frases): alfabeto manual; sinais
referentes à: números, pronomes pessoais, membros da família, dias da semana, meses
do ano, advérbios de tempo, cores, frutas, animais, vestimentas e acessórios, alimentos e
bebidas, partes da casa, objetos e utensílios domésticos, objetos escolares, datas
comemorativas, meios de transporte, meios de comunicação, países, estados brasileiros e
principais cidades, adjetivos e antônimos, verbos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOURA, M.C.; LODI, A.C.B.; PEREIRA, M.C.C. Língua de Sinais e educação do surdo. Série
de Neuropsicologia. V 3. São Paulo: Tec Art, 1993.
RABELO, A.S. Português sinalizado: Comunicação total. Goiânia: UCG, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira: o mundo do
surdo em LIBRAS. São Paulo: USP, 2004.
Dicionário de LIBRAS Ilustrado. Produção do Governo do Estado de São Paulo. São Paulo:
Imprensa oficial. Sd. CD Rom.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEOLOGIA
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
FIT1080
04
7
EMENTA: Ciência e conhecimento científico; metodologia científica e pesquisa; tipos de
pesquisa; estrutura e organização de trabalhos científicos; projeto de pesquisa em
fonoaudiologia. Normas da ABNT e da UCG.
OBJETIVO GERAL: Aprender a elaborar o projeto para o trabalho de conclusão de curso
(TCC).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Dominar o conceito de ciência, conhecimento científico e pesquisa científica.
- Identificar a metodologia científica para os diferentes tipos de trabalho.
- Aprender as normas de trabalho científico e publicações.
- Elaborar o projeto do TCC.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Ciência e conhecimento científico.
- Pesquisa científica.
- Metodologia da pesquisa científica: Elaboração de projetos, relatórios de pesquisa,
trabalhos e publicações científicas: Projeto de Pesquisa, Relatório de Pesquisa, Trabalhos
científicos e Publicações científicas.
- Projeto de TCC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3aed. São Paulo: Atlas, 1991.
SILVA, M.A. Normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na UCG.
Goiânia: UCG, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSENCIO, V. Conhecimentos essenciais para escrever bem um artigo científico. São Paulo:
Plexus, 2003.
CARVALHO, M.C. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. São
Paulo: Papirus, 1994.
CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel, 2003.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Metodologia do Trabalho Científico. 4ªed. São Paulo: Atlas,
1992.
SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. Minas Gerais: Interlivros, 1984.
VIEIRA, S. Metodologia Científica para área de saúde. São Paulo: Sarvier, 1984.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AÇÕES COLETIVAS DE
SAÚDE
Código
CR PER Co-Requisito
Pré-Requisito
º
FON 1200
04
8
FON 1150
EMENTA: Atuação fonoaudiológica na promoção de ações coletivas de saúde.
OBJETIVO GERAL: Associar a teoria com a prática nas ações de promoção de saúde coletiva
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Realizar estágio nas diferentes áreas de saúde coletiva.
- Ministrar palestras e orientações fonoaudiológicas para diferentes grupos: professores,
pais, idosos entre outros.
- Intervir na promoção de saúde coletiva.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Prática nas ações de Serviços de Saúde coletiva.
- Trabalho junto com a equipe multidisciplinar.
- Atuação fonoaudiológica na Saúde coletiva em diferentes níveis de prevenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia preventiva. São Paulo: Lovise, 1996.
BEFI, D. Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo: Lovise, 1997.
VIEIRA, R.M. (org.) Fonoaudiologia e saúde pública. Carapicuiba: Pró-Fono, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia em berçário normal e de risco. São Paulo: Lovise, 1996.
BASSETO, M.C.A.; BROCK, R.; WAYNSZTEJN, R. Neonatologia: um convite a atuação
fonoaudiológica. São Paulo: Lovise, 1998.
CARVALHO, G.I.; SANTOS, L. Sistema único de saúde. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 1995.
HERNANDEZ, A.M. Atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar. Rio de Janeiro: Revinter,
2001.
KUDO, A.M. Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional em Pediatria. 2ª ed. São
Paulo: Savier, 1997.
LAGROTTA, M.G.M.; CESAR, C.P.H.A. A fonoaudiologia nas instituições. São Paulo: Lovise,
1997. JUNQUEIRA, P. Amamentação, hábitos orais e mastigação: orientação, cuidados e
dicas. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.
RUSSO, I.P. Intervenção fonoaudiológica na terceira idade. Rio de Janeiro: Revinter, 1999.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AUDIOLOGIA CLÍNICA II
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 5712 08
8°
FON 5705
EMENTA: Atuação em avaliação audiológica do adulto e da criança.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades na realização de exames audiológicos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Associar os conhecimentos teóricos sobre Avaliação Audiológica à prática clínica,
considerando os aspectos éticos, científicos e técnicos;
- Manipular de forma adequada os equipamentos audiológicos;
- Associar a fisiopatologia do aparelho auditivo aos achados audiológicos.
- Avaliar o ganho funcional dos AASI.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Realização de avaliação audiológica em crianças e adultos.
- Estudo de temas envolvendo doenças das Orelhas Média e Interna.
- Discussão de casos clínicos em supervisão.
- Realização de avaliação funcional dos AASI.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH,T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter,
1999.
JERGER, J.; JERGER, S. Alterações auditivas. Rio de Janeiro: Ateneu, 1998.
LOPES FILHO, O.C. (org.) Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
SADY, S.C.; CRUZ, O.L.; OLIVEIRA, J.A.A. (orgs.) Otorrinolaringologia – princípios e práticas.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole, 1999.
LOPES FILHO, O.; CAMPOS, C.A. Tratado de Otorrinolaringologia. São Paulo: Rocca, 1994.
MUSIEK, F.E.; RINTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo:
Manole, 2001.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMDIS: FONOAUDIOLOGIA
CLÍNICA
Código CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
FON 1210 08
8°
FON 1060
EMENTA: Atuação terapêutica nos distúrbios da comunicação humana nos diferentes ciclos da
vida.
OBJETIVO GERAL: Realizar terapia fonoaudiológica supervisionada dos distúrbios da
comunicação humana.
OBJETIVO ESPECÍFICO:
- Aplicar as questões da anamnese direcionada à patologia específica.
- Avaliar segundo os critérios específicos da patologia.
- Encaminhar para exames complementares, quando necessário.
- Realizar reablitação dos distúrbios da comunicação humana
- Efetuar orientação à familia e à escola, quando necessário
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Estudo da anamnese e avaliação para a conduta terapêutica.
- Encaminhamento da paciente para exames complementares e para outros setores de
atendimento.
- Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e evolução.
- Elaboração de planejamento geral de terapia, contendo objetivos geral e específicos.
- Realização prévia de plano terapêutico diário especificando os objetivos terapêuticos,
estratégias e evolução do caso.
- Orientações aos pais e pacientes.
- Estudo e análise dos casos clínicos atendidos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOONE, D. Comunicação Humana e seus distúrbios. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
LOPES FILHO, O.C. Tratado de Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Teccmed, 2005.
RIBEIRO, I.M. (org.) Conhecimentos essenciais para atender bem a pessoa com queixa de
gagueira. São José dos Campos: Pulso, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEHLAU, M. Voz – O livro do especialista. Vol. I. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
GOLDFELD, M. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Linguagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
FON 1220
04
8
EMENTA: Elaboração de trabalho de conclusão de curso.
OBJETIVO GERAL: Executar o projeto de trabalho de conclusão de curso.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Compreender a importância da pesquisa científica.
- Aplicar as normas de trabalho científico
- Realizar a pesquisa de conclusão de curso
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Regras para elaboração da monografia.
- Execução do trabalho de pesquisa bibliográfica e/ou de campo.
- Redação propriamente dita do TCC.
- Elaboração do material para apresentação.
- Apresentação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. Belo Horizonte: Interlivros, 1984.
SILVA, M. Normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na UCG.
Goiânia: Ed. UCG, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSENCIO, V. Conhecimentos essenciais para escrever bem um artigo científico. São Paulo:
Plexus, 2003.
CARVALHO, M.C. Construindo o saber: metodologia científica – fundamentos e técnicas. São
Paulo: Papirus, 1994.
CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica – teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel, 2003.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A.; Metodologia do Trabalho Científico. 4ª ed. São Paulo: Atlas,
1992.
VIEIRA, S. Metodologia científica para área de saúde. São Paulo: Sarvier, 1984.
PROGRAMA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL
CURSO: FONOAUDIOLOGIA
DISCIPLINA: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS.
Código
CR PER
Co-Requisito
Pré-Requisito
º
FON 1230
02
8
EMENTA: Seminários de atualização técnico-científica em Fonoaudiologia.
OBJETIVOS GERAIS:
- Identificar conceitos de planejamento estratégico para elaboração de projetos de prestação
de serviços de Fonoaudiologia.
- Receber informações atualizadas sobre questões pertinentes à Fonoaudiologia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Identificar os conceitos de planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos.
- Atualizar-se e compreender a importância da constante atualização técnico-científica.
- Aprender a elaborar projetos para implantação de serviços de Fonoaudiologia.
- Compreender o trabalho multiprofissional nas diferentes áreas de atuação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Aspectos metodológicos para elaboração de projetos de serviços.
- Uso do planejamento da prática fonoaudiológica.
- Perfil e determinantes do mercado em Fonoaudiologia.
- Temas atuais a ser selecionados de acordo com o momento da Fonoaudiologia.
- Trabalho multiprofissional nas diferentes áreas de atuação do fonoaudiólogo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TESTA, M. O pensamento estratégico e lógica de programação – o caso da saúde. São Paulo:
Hucitec, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BROSE, M. Introdução à moderação e ao método ZOPP. Recife: GTZ, 1993.
CAMPOS, F.E.; OLIVEIRA JUNIOR, M.; TONON, L.M. Planejamento e gestão em saúde.
Cadernos de Saúde. Vol 1 e 2. Belo Horizonte: COOPMED, 1998.
CUNHA, F.C.C. Gestão estratégica no âmbito do SUS. Curso de Capacitação para Gestores
Municipais do Sistema de Saúde de Pernambuco. NESC-IAM-FIOCRUZ, 1998.
GIOVANELLA, L. Planejamento estratégico, programação e orçamentação em saúde, Rio de
Janeiro: ENSP, 1992.
7- CONDIÇÕES DE OFERTA
7.1. GESTÃO DEPARTAMENTAL
Em 2003/2, segundo determinação do Magnífico Reitor Wolmir Therezio
Amado, a congregação elegeu uma comissão para direcionar o processo de
Sucessão Departamental. O resultado deste trabalho encontra-se no Anexo II.
7.2. PERFIL DOCENTE
Em 2003, quando foi iniciada a redação desse projeto pedagógico, o corpo
docente era constituído por 30 professores efetivos, lotados no departamento
de Fonoaudiologia e por 15 professores convidados.
Atualmente (2006/1), o corpo docente efetivo é formado por 01 doutor, doze
mestres, dezessete especialistas e um graduado, contando, ainda, com três
professores convidados.
7.2.1. CORPO DOCENTE
7.2.1.1 Lista de Professores Efetivos, carga horária e atividades
desempenhadas na UCG.
PROFESSOR
H/A
PR
E
EST
ADRIANA RIBEIRO DE FREITAS
40
AMÉLIA CRISTINA PORTUGAL
40
6
8
CELINA KASSUMI KUNIEDA
SUZUKI
40
4
16
CEJANA BAIOCCHI SOUZA
CHAVES
30
CERES REGINA DIAS
FERNANDES
40
LAB
4
2
16
2
20
PSI
4
PSI
OUTROS
32 h – Assessoria Especial PROEX/GAB
02 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
14 h – Assessoria Técnica – PROEX
08 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
04 h – Comissão da Biblioteca do curso de
FONO
14 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
04 h – Comissão de Divulgação do Curso
08 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
07 h – Coord. de Apoio / FONO
08 h - Ativ. Coord.de Apoio – FONO
12 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
CHRISTIANE CAMARGO
TANIGUTE
30
4
CLAUDIOMAR SALES SILVA
30
4
DANYA RIBEIRO MOREIRA
40
EDNA MARIA DE SENA S. ROCHA
6
4
10
20
4
2
ELLIA CHRISTINNE DE LIMA
FRANÇA
40
20
LARISSA SEABRA TOSCHI
40
16
LILIANE TELES
40
20
LISA VALÉIRA VIEIRA TORRES
LILIAN DE MOURA BORGES
40
4
12
LUCIANA ALVES A. MACHADO
40
6
LUCIANA MARTINS ZULIANI
40
MAIONE MARIA MILÉO
40
2
MARCO AURÉLIO MACHADO
OSÓRIO
MARIA APARECIDA R. MEIRELLES
40
10
6
14 h – Aulas ministradas na graduação
04 h – Aval. Do Curso – Sub-Comissão
Institucional
02 h – Reuniões Departamentais e outros
08 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Assessoria Técnica – PROEX
02 h – Reuniões Departamentais e outros
14 h – Aulas ministradas na graduação
04 h – Com. de Acomp. de Estágios FONO
02 h – Reuniões Departamentais e outros
14 h – Aulas ministradas na graduação
04 h – Comissão
Científica(Projeto/Pesquisa/Extensão)
02 h – Reuniões Departamentais e outros
8
4
10 h - Aulas ministradas na graduação
06 h – Coord. da Clin. Esc.
FONO/Comissão de Estágio
08 h – Horas Atividades
02 h – Reuniões Departamentais e outros
12 h - Aulas ministradas na graduação
03 h – Coord. do Lab. de Eletrofisiologia da
Clínica Escola FONO / Comissão de
Estágio
07 h – Horas Atividades
02 h – Reuniões Departamentais e outros
36 h – Gestão Acadêmico/Adm. Coord.
FONO/TO
02 h – Reuniões Departamentais e outros
10 h – Aulas ministradas na graduação
08 h – Com. Tutoria / de Egressos /
Permanência / Transf. e Evasão do Curso
de FONO
02 h – Reuniões Departamentais e outros
8
16
20
MARIÂNGELA DE O. ASSUNÇÃO
GOUVEIA
40
2
PAULO ROBERTO R. DE MORAIS
PEDRO TORMINN BORGES FILHO
14
2
4
10 h – Gestão Acadêmico/Administrativo
06 h – Aval. do curso de FONO
Sub.Comissão Especialista -MEC
04 h – Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
07 h – Aulas ministradas na graduação
07.h – Comissão de egressos / Comissão
de tutoria
02 h – Reuniões Departamentais e outros
14 h – Aulas ministradas na graduação
04 h – Comissão de reformulação
curricular FONO
02 h – Reuniões Departamentais e outros
4
12
2
2
12 h - Aulas ministradas na graduação
02 h – Gestão de Coord. Audiologia
08 h – Horas Atividades
02 h – Reuniões Departamentais e outros
10 h – Lab. de Otorrinolaringologia /
atendimento
ROSANE CUNHA DE LIMA
40
4
16
SILVIA MARIA RAMOS
40
4
12
SUMAYA LEÃO TAVARES
40
TÂNIA MAESTRELLI RIBAS
40
4
16
2
THELMA IRIS PERINI
40
5
4
3
VIVIANE P. SANTANA DE BRITO
40
12
6
YVONE PORTILHO DO
NASCIMENTO
40
8
2
10 h - Aulas ministradas na graduação
08 h – Com. Egressos / Tutoria / Evasão
de alunos
02 h – Reuniões Departamentais e outros
13 h - Aulas ministradas na graduação
07 h – Lab. de Voz – Reformulação
Curricular
02 h – Reuniões Departamentais e outros
10 h - Aulas ministradas na graduação
08 h – Comissão da Biblioteca de FONO
02 h – Reuniões Departamentais e outros
16 h - Aulas ministradas na graduação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
02 h – Deptº Educação
05 h – Aulas ministradas na graduação
09 h – Comissão de Avaliação
02 h – Reuniões Departamentais e outros
10 h – Assessoria da PROGRAD
14 h - Aulas ministradas na graduação
06 h – Reformulação Curricular
02 h – Reuniões Departamentais e outros
09 h - Aulas ministradas na graduação
05 h – Gestão Acadêmico/Administrativo
10 h – Reformulação Curricular
02 h – Reuniões Departamentais e outros
2
20
4
Fonte: Direção do Departamento de Fonoaudiologia(2006/1)
7.2.1.2 Titulação e Formação do Corpo Docente
Nome
Titulação
Formação
Adriana Ribeiro de Freitas
Especialista
Fono
Amélia Cristina Portugal
Especialista
Fono
Cejana B. Souza Chaves
Mestre
Fono
Celina K. Kunieda Suzuki
Especialista
Fono
Ceres Regina Dias Fernandes
Mestre
Psi
Chistiane Camargo Tanigute
Mestre
Fono
Cláudia Cruvinel Câmara*
Mestre
Fono
Claudiomar Sales Silva
Especialista
Fono
Danya Ribeiro Moreira
Mestre
Fono
Edna Maria S. S. Rocha
Graduada
Fono
Ellia C. de Lima França
Especialista
Fono
Giovanna Sabóia B. Reis*
Mestre
Fono
Larissa Seabra Toschi
Mestre
Fono
Lilian de Moura Borges*
Especialista
Fono
Liliane Teles
Especialista
Fono
Lisa Valéria Vieira Tôrres
Mestre
Fono
Luciana A.A. Machado
Especialista
Fono
Luciana Martins Zuliani
Doutora
Fono
Maione Maria Miléo
Especialista
Fono
Marco Aurélio Machado Osório
Especialista
Fono
Maria das Graças Nunes Brasil
Mestre
M.N.
Mariângela O.A. Gouveia
Especialista
Fono
Paulo Roberto R. Morais
Mestre
M.O.
Pedro Tormin Borges Filho
Especialista
M.C.P.
Rosane Cunha de Lima
Especialista
Fono
Sílvia Maria Ramos
Mestre
Fono
Sumaya Leão Tavares
Especialista
Fono
Tânia Maestrelli Ribas
Especialista
Fono
Thelma Iris Perini
Mestre
Fono
Viviane P. S. Brito
Especialista
Fono
Yvone P. do Nascimento
Especialista
Fono
* - Professor em licença para assuntos pessoais.
7.2.1.3 Relação dos Professores Convidados em 2006/1
Nome
Titulação
Formação
Carga Horária
Lucy Jane Dantas
Especialista
FONO
02
Maria Aparecida Rodovalho Meireles
Especialista
PSI
08
Cláudio Araújo Gonzaga
Especialista
ODONT
02
Fonte: Direção do Departamento de Fonoaudiologia(2006/01)
LEGENDA:
FONO: Fonoaudiologia
ODONT: Odontólogo
PSI: Psicólogo
M.C.P.: Médico (Cirurgião Plástico)
M.N.- Médico (Neurologista)
M.O. Médico (Otorrinolaringologista)
7.3. ESPAÇO FÍSICO
O Departamento de Fonoaudiologia está instalado na área V do Campus I e
engloba os cursos de Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia.
7.3.1. SALAS DE AULA
Com exceção dos segundo e terceiro períodos que estão alocados no Bloco L
da área IV, os demais alunos do curso encontram-se distribuídos em 5 salas,
sendo 4 destinadas a aulas teóricas e uma sala de estudos, localizadas na
área V.
7.3.2. LABORATÓRIOS E AMBULATÓRIO
Os Laboratórios e Ambulatório pertencentes ao curso de Fonoaudiologia
situam-se na Área V do Campus I.
LABORATÓRIO DE AUDIOLOGIA:
Esse laboratório, coordenado pela Professora Mariângela de Oliveira Assunção
Gouveia, tem como objetivo a prevenção, avaliação, o diagnóstico funcional,
tratamento de problemas relacionados à audição e elaboração de programas
de prevenção de problemas auditivos.
Os exames audiológicos, atualmente, são realizados por alunos do 7º e 8º
períodos do curso de Fonoaudiologia, com acompanhamento de supervisores
de estágio. A demanda deste laboratório é proveniente da cidade de Goiânia e
de municípios vizinhos, cuja faixa etária atendida varia de 0 a 90 anos.
O Laboratório funciona de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino e
vespertino e serve, ainda, como espaço para realização de aulas práticas das
disciplinas desenvolvidas no 4º e 5º períodos. Nele são realizados exames
audiológicos que permitem:
− Diagnóstico audiológico (funcional), que inclui todo e qualquer
procedimento utilizado em uma avaliação audiológica (de crianças e
adultos) capaz de detectar um possível comprometimento auditivo;
− Seleção e Indicação de Aparelhos de Amplificação Sonora Individual;
− Avaliação eletrofisiológica da audição;
− Avaliação de distúrbios vestibulares
Equipamentos
Dos equipamentos necessários para as atividades docentes e administrativas
os seguintes já estão disponíveis:
⇒Audiômetro
-
1 GSI 61 – Welch \allyn
-
1 AC 40 – Interacoustics
-
2 AD 28 Interacoustics
-
2 SD 25 – Siemens
-
1 CAT 745 – Telex
⇒Imitanciômetro:
-
1 GSI 33 – Welch Allyn
-
1 AT 22 – Interacoustics
-
2 AZ 7 – Interacoustics
⇒Ganho de Inserção:
-
1 NS 25 – Interacoustics
⇒Sistema completo para Amplificação de Campo Livre de Suzuki
acoplado:
-
1 Modelo SO 200
-
1 Modelo SO 400
⇒Equipamento para realização de Otoemissões Acústicas
-
1 modelo ILO 292
⇒Equipamento para realização de Potenciais Evocados Auditivos
do Tronco Encefálico
-
1 modelo
⇒Equipamento para realização de avaliação vestibular
-
1 Vectoeletronistagmógrafo
⇒Audiômetro Pediátrico
-
(5 )modelo PA5
⇒Medidor de Nível de Pressão Sonora
-
2 equipamentos
LABORATÓRIO DE VOZ
O Laboratório de Voz, coordenado pela Professora Sílvia Maria Ramos,
apresenta programas específicos utilizados na avaliação, terapia e pesquisa
dos distúrbios da voz. Tais exames são realizados em pacientes provenientes
dos estágios que acontecem no 7º e 8º períodos.
O Laboratório funciona de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino e
vespertino, sendo, ainda, espaço utilizado por estagiários do 7º Período, às
segundas e quintas-feiras pela manhã e à tarde.
São realizadas análises acústicas, espectrográficas, eletroglotográfica vocal e
nasométrica.
EQUIPAMENTOS
-
2 Computadores Itautec
-
1 impressora HP 695C
-
1 Microfone SONY F-V9
-
1 Aparelho de som Philips
-
1 TV 14” LG
-
1 VÍDEO CASSETE marca LG EC 971B
-
4 SOFTWARES-VOXMETRIA
-
4 SOFTWARES- FONOTOOLS
-
1 SOFTWARE NASALVIEW - Dr Speech
-
1 SOFTWARE DE ANÁLISE ACÚSTICA DR SPEECH 4.0
1 SOFWARE DE ANÁLISE ACÚSTICA
ELEMS.
MULTISPEECH KAY
AMBULATÓRIO DE NEUROLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA
O ambulatório, coordenado pelos docentes Maria das Graças Nunes Brasil e
Paulo Roberto Ribeiro de Morais, tem por objetivo oferecer atendimento aos
pacientes da clínica-escola e dos estágios extra-muro, tanto aqueles incluídos
no campo da Fonoaudiologia Clínica quanto aqueles que procuram
atendimento audiológico .
O Ambulatório é compartilhado pelos dois médicos sendo que o atendimento
otorrinolaringológico é realizado às segundas, quartas e quintas-feiras no
período matutino e o neurológico às terças e quartas-feiras no período
vespertino.
SALA DE DOCUMENTAÇÃO
A sala de documentação é compartilhado pelos professores, supervisores e
alunos para documentação dos pacientes e registro de pesquisa realizados
pelos Núcleos de motricidade oral, voz e linguagem.
EQUIPAMENTOS:
− 01 computador pentium intel inside;
− 01 impressora HP 3820;
− 01 vídeo panasonic NV-FJ635;
− 01 filmadora JVC GR-SXM347;
− 01 máquina digital Sony FD Mavica;
− 01 gravador fita K-7 Sony TCM-200 DV;
− 01 tripé Vanguard VT-421;
− 01 caixa de maturidade simbólica;
− Fitas de VHS
7.3.3 CLÍNICA-ESCOLA
A Clínica-Escola do Curso de Fonoaudiologia abriga alunos dos sétimo e oitavo
períodos que desenvolvem atividades de estágio.
Está localizada na Área V sendo composta por:
− Uma secretária com dois auxiliares de secretária responsáveis
pelo atendimento à população que freqüenta a clínica-escola;
− oito salas de atendimento clínico;
− uma sala de materiais para terapia;
− uma sala de espera;
− uma sala de observação;
− quatro salas de supervisão;
− dois banheiros.
7.3.4 DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
O Departamento está instalado na Área V e é constituído por:
− uma secretaria setorial, com funcionamento de segunda a sextafeira, nos três períodos;
− uma secretária e dois auxiliares que, além de serviços internos,
atendem o corpo docente e discente;
− uma sala de Direção;
− duas salas de Coordenação, uma da Fonoaudiologia e outra da
Terapia Ocupacional;
− uma sala de professores;
− uma copa;
− dois banheiros.
7.3.5. Núcleo de Pesquisa
Coordenado pela Professora Luciana Martins Zuliani, ocupa uma sala na área
V, no 1º. andar.
7.3.6. BIBLIOTECAS
7.3.6.1. BIBLIOTECA CENTRAL
A Biblioteca Central é um órgão suplementar, ligado a PRÓ REITORIA DE
GRADUAÇÃO, localizada na Área I.
Tem por objetivos:
− Proporcionar os suportes informacionais necessários às atividades de
ensino, pesquisa e extensão da Universidade.
− Catalisar a produção acadêmica da Universidade e disponibilizá-la ao
público.
− Promover atividades interdisciplinares e interdepartamentais de incentivo
à leitura e à pesquisa.
− Organizar e conservar os suportes informacionais sob seus cuidados.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
De Segunda a Sexta-feira, seu horário de funcionamento é das 7h às 22h. Aos
sábados das 8h às 12h.
7.3.6.2 BIBLIOTECA DEPARTAMENTAL
Localizada no Departamento desde 2000, conta com um acervo de livros,
periódicos, teses, dissertações e monografias com temas relacionados às
áreas da Fonoaudiologia, doados por professores e por egressos do Curso.
Esse serviço é coordenado pelas Profª Celina Kassumi Kunieda Suzuki e
Sumaya Leão Tavares, sendo que o acesso ao acervo é permitido a alunos e
professores, de segunda a sexta-feira das 8:00 às 20:00horas.
8- INTER-RELAÇÃO – ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
O
Núcleo
de
Pesquisa
“Ciência
e
Pessoas
com
Necessidades
Especiais(CIPENE)” foi fundado pela Profª Drª Annete S. Rabelo em 1999,
tendo como suporte fundamental pesquisas ligadas ao trabalho do Programa
Ciência e Desenvolvimento Técnico Científico em apoio às Pessoas com
Necessidades Especiais.
No primeiro semestre de 2001 este Núcleo contava com o desenvolvimento de
11 pesquisas sendo que, no segundo semestre foram reduzidas para 6, em
função das solicitações da então Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa
para que somente compusessem o Núcleo professores mestres e doutores.
Com o término de duas pesquisas em 2002 o Núcleo contava apenas com 4
pesquisadores. Esta realidade foi totalmente modificada com a chegada dos
professores que estavam em licença mestrado, lotados no Departamento de
Fonoaudiologia. Atualmente, contamos em nosso corpo docente com 01
Professor com titulação de Doutor e 09 professores titulados com Mestrado.
Conseqüentemente, novos temas de pesquisa foram sendo desenvolvidos o
que levou à necessidade de mudanças na estrutura do referido núcleo, não só
quanto ao seu nome, como no estabelecimento de novas linhas de pesquisa.
Foi adotado o nome de Núcleo de Pesquisa da Comunicação e seus Distúrbios
(COMDIS) em 12/03/2003, com as seguintes linhas de pesquisa:
Práticas preventivas dos distúrbios da comunicação.
1. Novas tecnologias em linguagem.
2. Avaliação da linguagem e da audição.
3. Habilitação e reabilitação da linguagem e audição.
4. Linguagem – aquisição e desenvolvimento.
5. Voz e Motricidade Oral – avaliação e intervenção.
PESQUISAS CONCLUÍDAS:
1. Dicionário multimídia - Desenvolvimento lingüístico do surdo.
Profa. Dra Annete Scotti Rabelo (concluída em Julho/2003).
2. Predição do grau de perdas auditivas neurossensoriais - normatização
do fator de correção. Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira (concluída em
2001/2).
3. Avaliação das respostas comportamentais a sons calibrados de 0 a 2
anos.
Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira (concluída em .2003/1).
4. Fonoaudiologia: o sentido produzido por acadêmicos da área de saúde.
Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira.(concluída em 01/2004).
5. Perfil vocal do professor da rede municipal de ensino de Goiânia.
Profa Ms Sílvia Maria Ramos.(concluída em 01/2003).
6. Análise acústica da voz e fala do deficiente auditivo da clínica-escola de
fonoaudiologia da UCG.(concluída em 01/2004).
Profª Ms Sílvia Maria Ramos.
7. Auto-avaliação do handicap auditivo e sua relação com achados
audiológicos em uma população de idosos.(concluída 08/2005).
Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira.
PROJETOS EM ANDAMENTO
− Limiares de audibilidade mínima em altas freqüências em
indivíduos sem queixa específica (inicio 01/2006). Profa. Ms
Danya Ribeiro Moreira.
− Potencial evocado auditivo do tronco encefálico em indivíduos
com audição normal com queixa de zumbido (inicio 8/2005).
Profa. Dra. Luciana Zuliani
POLÍTICAS DE EXTENSÃO
Atualmente o Departamento conta com o trabalho das professoras Amélia
Cristina Portugal e Larissa Seabra Toschi, integradas ao programa Aprender a
Pensar da PROEX.
Os professores do departamento deverão apresentar projetos de extensão, que
deverão ser aprovados em primeira instância pela Congregação, com posterior
encaminhamento a PROEX para apreciação.
9-ESTÁGIOS CURRICULARES, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E
ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
9.1. NORMAS GERAIS DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE
FONOAUDIOLOGIA
Sendo o Estágio um componente curricular do processo de formação
acadêmica, o presente texto disciplina e regula seu funcionamento .
1 - DAS DISCIPLINAS E MODALIDADES
− O Estágio Curricular é composto por disciplinas obrigatórias a todos os
alunos de graduação do Curso de Fonoaudiologia da UCG;
− O Estágio curricular dar-se-á nos quatro últimos semestres do curso,
para complementar a formação profissional do aluno e o aprendizado
teórico-prático do Curso de Fonoaudiologia. Ele foi planejado, executado
e avaliado em conformidade com a Resolução n° 0015/2004 do
Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração (CEPEA) e
com os Planos de Ensino das disciplinas da Matriz Curricular;
− Todas as disciplinas do Estágio Curricular terão, em sua denominação, o
título e a configuração de Estágio Supervisionado, sendo sua realização
determinada pela estrutura curricular, nos 5°, 6°, 7° e 8° períodos.
2 - DOS OBJETIVOS
O Estágio Curricular do curso de Fonoaudiologia terá como objetivos:
− Estabelecer relação dinâmica teórico-prática, propiciando ao estagiário a
vivência no processo ensino-aprendizagem, na prevenção, habilitação e
reabilitação dos distúrbios fonoaudiológicos;
− Apreender
as
técnicas
e
recursos
terapêuticos
utilizados
pelo
Fonoaudiólogo, bem como analisar clinicamente casos em diversas
áreas de sua atuação;
− Promover a interação do estudante com a realidade do mundo do
trabalho, bem como inserir o estagiário em um trabalho junto à equipe
transdisciplinar e à família;
− Exercitar a ética e uma postura crítica, construtiva e transformadora
nesse processo de formação profissional.
3 - DOS LOCAIS DE ESTÁGIO
− Entende-se por locais de estágio: o estágio interno, oferecido na ClínicaEscola de Fonoaudiologia da UCG; e o estágio externo, oferecido pela
comunidade, como empresas, instituições públicas e/ou privadas,
hospitais, centros de saúde e escolas que tenham condições de
propiciar
a
experiência
prática,
orientada
por
supervisores
encaminhados pela Universidade, mediante celebração de convênio
com esta instituição de ensino superior.
− A realização do Estágio Supervisionado será formalizada mediante a
celebração de termo de compromisso entre o aluno e a instituição
concedente, com a intervenção desta instituição de ensino, por meio da
aceitação das condições fixadas, verificadas pelo supervisor e o
Coordenador de Estágio;
− O termo de compromisso constituirá comprovante de inexistência de
vínculo empregatício de qualquer natureza;
− A escolha do Local de Estágio ficará a cargo do Coordenador de Estágio
Curricular, juntamente com o os Supervisores, que indicarão aos
estagiários os Locais de Estágio conveniados com a UCG. O estagiário
escolhe o local mais adequado, desde que existam vagas disponíveis;
− É obrigação do Coordenador de Estágio oferecer vagas suficientes a
todos os alunos em período de estágio, em todas as disciplinas que
compõem o currículo, porém os locais estarão sujeitos a disponibilidade
de vagas.
4 - DA CARGA HORÁRIA
− A carga horária total dos Estágios será de 720 (setecentas e vinte)
horas, sendo distribuídas nos últimos quatro períodos: 60 no 5° período,
60 no 6° período, 300 no 7° período e 300 no 8° período;
− As cinco grandes áreas da Fonoaudiologia deverão ser contempladas,
sendo assim sub-divididas em: Linguagem, Voz, Motricidade Oral,
Audiologia e Saúde Coletiva.
As disciplinas que compõem o Estágio e sua carga horária são:
PER.
ESTÁGIO
CR.
C. HOR.
5°
Estágio Supervisionado em COMDIS: MO (4C=60H/A)
04
60
6°
Estágio Supervisionado em COMDIS: Voz (4C=60H/A)
04
60
7°
Estágio Supervisionado em COMDIS: Áudio Educacional
(8C=120H/A)
04
60
7°
Estágio Supervisionado
(8C=120H/A)
08
120
7°
Estágio Supervisionado em Áudio Clínica I (8C=120H/A)
04
60
8°
Estágio Supervisionado em COMDIS: Fono Clínica
(8C=120H/A)
08
120
8°
Estágio
Supervisionado
(8C=120H/A)
08
120
8°
Estágio Supervisionado em ações coletivas de saúde
(4C=60H/A)
04
60
44
660
Total
em
em
COMDIS:
Áudio
linguagem
Clínica
II
5 - DAS ATIVIDADES
O
Estágio
Curricular
desenvolver-se-á
em
duas
atividades
básicas:
atendimento e supervisão.
As atividades de atendimento, da competência dos estagiários, compreendem:
− Realizar exames de audição, linguagem, motricidade oral e voz, assim
como avaliação e terapia em grupo ou individual;
− Elaborar relatórios e auto-avaliação das atividades.
As atividades de supervisão, da competência do supervisor, compreendem:
− Informações básicas sobre o Estágio, como disciplina obrigatória:
procedimentos, bibliografia a ser utilizada, normas do estágio, aprovação
referente à nota e à freqüência;
− Nos estágios externos, fornecer informações sobre a Instituição onde
está sendo realizado o Estágio, assim como sobre suas normas, tanto
para os profissionais, estagiários, como também para os usuários;
− Orientações sobre o plano individual, relatórios, laudos, seminários,
trabalhos e apresentações.
6 - DA AVALIAÇÃO, FREQÜÊNCIA E APROVAÇÃO
O processo de avaliação será contínuo e processual, incluindo a freqüência, o
desempenho das atividades de atendimento e supervisão, devendo ser
considerado o desempenho estritamente individual. O estagiário é avaliado
pelo supervisor, de acordo com as normas vigentes, ou seja:
− Será considerado aprovado o estagiário que cumprir 75% da totalidade
da carga horária e obtiver a média 05 (cinco) nos processos de
avaliação do Estágio;
− A freqüência será controlada pelo supervisor, devendo o aluno ser
assíduo e pontual aos locais de estágio;
− O atraso superior a dez minutos caracteriza falta, embora o estagiário
possa permanecer no local de estágio;
− O afastamento sem a devida permissão caracteriza falta;
− As faltas poderão ser justificadas, mediante o cumprimento de normas
previstas em lei e determinadas pelo Departamento, porém não serão de
forma alguma abonadas, podendo o aluno ter o estágio suspenso, caso
ultrapasse o número de faltas previstas;
− Situações especiais de freqüência serão discutidas no âmbito de
reuniões de supervisores e/ou de Congregação. São reconhecidas como
situações especiais as previstas em lei: doenças infecto-contagiosas do
próprio estagiário, gestação de risco que requeira internação;
− A justificativa das faltas em situações especiais não isenta o estagiário
de cumprir a carga horária determinada, apenas lhe dará a oportunidade
de cumpri-la com trabalhos;
− Não cabe ao Estágio Curricular a realização de prova substitutiva ou
qualquer outra forma de avaliação para o estagiário que não comparecer
no dia marcado para a realização das avaliações regulares;
− O estagiário que não lograr aprovação em disciplina(s) que compõe(m) o
Estágio Curricular deverá realizar esta(s) disciplina(s) em outro semestre
letivo, respeitando os prazos legais estabelecidos para a integralização
da estrutura curricular, podendo optar por outro local de Estágio, se
assim lhe for oferecido.
7 - DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO
A
avaliação
dos
Estágios
Curriculares
obedecerá aos
critérios
pré-
estabelecidos, de acordo com as características de cada estágio. Os processos
a seguir deverão ser especificados pelo Núcleo de Supervisores e entregues
aos alunos em forma de Manual do Estágio, quando este se matricular na sua
primeira disciplina que compõe o quadro de Estágio, no início do semestre
letivo.
Serão considerados critérios de avaliação:
− Demonstração de embasamento teórico para a realização do estágio;
− Estudos e análise de casos individuais (escritos) direcionados à
avaliação da associação teórico-prática dos casos atendidos, estudados
e analisados;
− Nota de avaliação do desempenho nas sessões de avaliação e terapia,
elaboração de planejamentos e relatórios, orientações, palestras,
realização de exames e elaboração de laudos;
− Conceito relacionado à assiduidade, pontualidade, apresentação,
interesse
pelo
estágio,
participação,
estabilidade
emocional,
cumprimento das datas previamente estipuladas, manutenção da ordem
e higiene, cuidados com materiais, atitude de ético- profissional;
− Notas de desempenho em estudos de casos;
− Relatório contendo auto-avaliação devidamente fundamentada.
8 - DAS ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR DE ESTÁGIO E DA CLÍNICAESCOLA
A Coordenação do Estágio e da Clínica de Fonoaudiologia está vinculada à
Direção do Curso de Fonoaudiologia, bem como à sua representação perante a
Universidade, a comunidade e ao CRFa e/ou CFFa.
Quanto à coordenação da Clínica-Escola são suas atribuições:
− Prever as atividades de estágio para cada semestre, de acordo com a
Coordenação do Estágio de Fonoaudiologia;
− Atender a reclamações e/ou sugestões de: estagiários, pacientes e/ou
responsável e de supervisores, procurando envolvê-los na busca da
melhoria crescente das atividades;
− Convocar e presidir reuniões da clínica escola, com o pessoal de apoio:
secretário, auxiliar(es), faxineiros;
− Manter a funcionalidade da Sala de Espera e Consultórios, quanto à
ordem e decoração;
− Prover e manter atualizados os materiais de uso da clínica-escola, como
protocolos de avaliação e materiais descartáveis, como luvas, etc.
Com relação à coordenação de estágio é de sua competência:
− Coordenar e orientar os trabalhos dos supervisores, fornecendo, sempre
que necessário, subsídios para a formação dos programas e relatórios e
a integração das diversas áreas de estágios;
− Manter contato freqüente com órgãos e autoridades empresariais,
educacionais
e sociais da comunidade, bem como outros de
Fonoaudiologia e órgãos de classe do Fonoaudiólogo, buscando
atualização e participação efetiva da Clínica de Fonoaudiologia nos
acontecimentos que interessem à classe e à comunidade;
− Firmar
convênios
com
escolas,
empresas
e
outras
entidades,
juntamente com a Direção do Curso de Fonoaudiologia e com a UCG;
− Apreciar os programas e planos de estágio, opinando sobre sua
adequação às exigências da formação profissional;
− Representar o Departamento em reuniões destinadas a discutir
questões pertinentes ao estágio junto a UCG, comunidade e órgãos
governamentais;
− Não permitir a realização de estágios antes do 5º período fora do âmbito
acadêmico sem supervisão, sob pena de conivência com exercício ilegal
da profissão, devendo respeitar as resoluções vigentes no CFFa;
− Visitar, regularmente, os locais de estágio externo;
− Expedir certificado de estágios, quando solicitado.
10 - DAS ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA DA CLÍNICA-ESCOLA
O secretário da Clínica de Fonoaudiologia, bem como seu auxiliar, estão
vinculados à Coordenação de Clínica, sendo suas atribuições.
− Auxiliar a coordenação no desempenho de suas funções administrativas;
− Prover e manter organizado o material necessário para o funcionamento
da Secretaria, desde que autorizado pelo Coordenador da Clínica;
− Agendar compromissos da Coordenadora, prazos para registros
acadêmicos, reuniões e outros eventos;
− Efetuar contatos com pacientes, por telefonemas ou correspondência,
quando necessário;
− Prestar informações de sua competência a eventuais interessados,
pessoalmente ou por telefone, a saber: orientação quanto a horário e dia
de atendimento;
− Proceder às inscrições de pacientes na Clínica de Fonoaudiologia,
marcando avaliações, consultas e exames;
− Responsabilizar-se pela organização e guarda das pastas dos
pacientes, controlando a retirada e devolução de cada uma, assim como
de cada material retirado;
− Organizar e controlar entradas e saídas de materiais da Sala de
Materiais;
− Manter em ordem e controlar entradas e saídas das chaves das Salas
de Terapia, da Sala de Documentação, do Consultório Médico, das
Salas de Audiologia, da Sala de Pesquisa e do Laboratório de Voz;
− Antes de seu horário de saída, checar e trancar as salas acima citadas;
− Comunicar qualquer irregularidade observada no cumprimento das
normas de estágio ao respectivo supervisor ou coordenador da clínicaescola, na falta daquele.
11 - DAS ATRIBUIÇÕES DOS SUPERVISORES
A supervisão do Estágio Curricular é realizada exclusivamente por professores
fonoaudiólogos pertencentes ao quadro docente. O Supervisor acompanhará o
grupo de estagiários, tanto na clínica-escola como nos estágios externos,
devendo permanecer no local do estágio desde o início até o término, em todos
os dias marcados para a sua realização.
Compete ao supervisor:
− Supervisionar a execução de tarefas relacionadas ao trabalho a ser
desenvolvido pelo estagiário, conforme expectativa da instituição em que
atua.
− Orientar quanto à escolha do tratamento e/ou atendimento a ser
desenvolvido, buscando envolver o estagiário neste processo.
− Buscar sempre aperfeiçoamento e atualização de sua capacitação
profissional e humana, bem como, promover a capacitação profissional
do estagiário, orientando-o na aquisição e desenvolvimento das
habilidades e comportamentos específicos exigidos em cada área de
estudo e familiarizando-o com a realidade do exercício da profissão de
Fonoaudiólogo.
− Cumprir e fazer cumprir o Código de Ética do Fonoaudiólogo e o
Regulamento da Clínica de Fonoaudiologia, bem como horários, prazos
e tarefas designadas pela Coordenação, com eficiência e pontualidade.
− Cumprir e fazer cumprir as normas de biossegurança.
− Fornecer ao estagiário o máximo de referenciais teórico-práticos e
bibliográficos.
− Avaliar o processo e o produto das atividades desenvolvidas pelo
estagiário, conforme critérios de avaliação previamente estabelecidos.
− Aplicar avaliação escrita individual bimestral.
− Realizar sistematicamente com o estagiário um levantamento do seu
desempenho, aproveitamento e crescimento profissional.
− Fornecer periodicamente informações, sobre o andamento do estágio, à
Coordenação de Estágio do Curso de Fonoaudiologia.
− Responder pelas atividades desenvolvidas pelos estagiários, sob sua
responsabilidade, junto ao Departamento e/ou às Instituições a eles
vinculadas.
− Examinar e avaliar os produtos finais das atividades desenvolvidas
durante o estágio.
− Quando necessário, solicitar à Direção autorização para ausentar-se de
suas atividades profissionais e/ou mudança de horário, marcando
reposição da supervisão com os estagiários.
− Comparecer às reuniões clínicas, como também às convocadas pela
Coordenação de Estágio e Direção do curso.
− Manter
com
os
colegas
fonoaudiólogos,
chefias,
professores,
funcionários e demais profissionais, consideração e solidariedade,
fortalecendo, assim, a harmonia e o bom conceito do Curso de
Fonoaudiologia.
− É vedado demonstrar ou permitir preconceitos ou intolerâncias
relacionadas às diversas abordagens ou áreas da Fonoaudiologia.
− Responder pelo trabalho prestado por seu estagiário, perante os
pacientes e o CRFa., como responsável direto.
− Usar e exigir o uso pelos estagiários do crachá de identificação.
− Zelar pelo uso e conservação dos equipamentos, materiais e
instrumentos utilizados na Clinica-escola da UCG, assim como em
outros campos de estágio.
12 - DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO
− Obedecer às normas adotadas pela Clínica-Escola e demais campos de
estágio.
− Observar os programas de estágio supervisionado, sanando as dúvidas
com o supervisor.
− Freqüentar os estágios trajando jaleco branco de mangas compridas,
crachá de identificação, ou de acordo com as normas do local de
estágio.
− Comparecer assídua e pontualmente a todas as atividades propostas,
não sendo tolerados atrasos acima de 10 (dez) minutos sem a devida
comunicação, justificativa e a devida anotação pelo supervisor.
− Não ultrapassar 02 (duas) faltas no estágio de 08 (oito) e 06 (seis)
créditos e 01 (uma) falta no estágio de 04 (quatro) créditos. Caso isto
ocorra, haverá conseqüências sobre a avaliação global do aluno.
− Em caso de falta justificada ou não, avisar antecipadamente ao
supervisor. As faltas justificadas devem ser compensadas com
atividades propostas pelo supervisor da respectiva área de estágio,
devendo as sessões serem desmarcadas com antecedência em respeito
ao paciente e sua família, sendo obrigatoriamente repostas pelo
estagiário responsável.
− Caso não seja possível avisar a falta com antecedência, o atendimento
deverá ser realizado por outro estagiário ou pelo próprio supervisor.
− Elaborar planos diários dos pacientes sob atendimento, mesmo em caso
de falta.
− Elaborar relatórios de avaliação do processo terapêutico, conforme
solicitação do supervisor, dos pacientes que estiverem sob seu
atendimento.
− Manter atualizados os prontuários dos pacientes.
− Elaborar relatórios finais das atividades no término do estágio ou quando
da alta do paciente, comentando, sugerindo e se auto-avaliando.
− Demonstrar habilidades teórico-práticas.
− Demonstrar conhecimentos teóricos como suporte para a atividade
prática.
− Demonstrar habilidades interpessoais, de acordo com preceitos éticos.
− Demonstrar atitudes de interesse, responsabilidade e disciplina como
aluno do grupo de supervisão.
− Demonstrar habilidades tecnológicas, com uso de termos técnicos;
− Fazer uso das normas de biossegurança adotadas.
9.2 REGULAMENTO GERAL DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE
CURSO
DO
CURSO
DE
FONOAUDIOLOGIA
DA
UNIVERSIDADE
CATÓLICA DE GOIÁS
I - DA CONCEITUAÇAO E OBJETIVOS
O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - constitui-se numa atividade
acadêmica de sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo
pertinente à profissão ou curso de graduação, desenvolvida mediante controle,
orientação e avaliação docente, cuja exigência é um requisito essencial e
obrigatório para a integralização curricular.
Entende-se por atividades acadêmicas aquelas que articulam e interrelacionam os conteúdos das disciplinas estudadas com as experiências
cotidianas, dentro e fora da instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o
campo de conhecimento.
O TCC será desenvolvido por meio de disciplinas denominadas Metodologia do
Trabalho Científico (MTC) e Trabalho de Conclusão de Curso.
A primeira parte dessa disciplina (MTC) terá carga horária de 68 (sessenta e
oito) horas/aula, a ser desenvolvida até o decorrer do penúltimo semestre de
cada curso e deverá contemplar aspectos teóricos e metodológicos do
Trabalho de Conclusão de Curso, bem como possibilitar ao acadêmico a
elaboração do projeto a ser apresentado ao Núcleo de TCC para aprovação.
Esta disciplina será ministrada por um professor do FIT que em parceria com
os orientadores do TCC e alunos orientará a elaboração de projetos cujos
temas sejam pertinentes às grandes áreas da Fonoaudiologia (Voz,
Motricidade Orofacial, Linguagem, Audiologia e Saúde Coletiva). A segunda
parte (TCC) será concluída no último semestre do curso, com a mesma carga
horária e destinar-se-á à orientação e à execução final do TCC.
− O TCC poderá ser elaborado de forma individual ou em equipe de, no
máximo, três alunos.
− A elaboração do TCC implicará rigor metodológico e científico,
organização
e
contribuição
para
a
ciência,
sistematização
e
aprofundamento do tema abordado, sem ultrapassar, contudo, o nível de
graduação.
− O projeto de pesquisa, desenvolvido na disciplina MTC e aprovado pelo
Núcleo de TCC do Departamento deverá ser OBRIGATORIAMENTE
enviado
ao
COEP/PROPE/UCG
para
análise
e
posterior
encaminhamento ao CONEP, respeitando a deliberação do Comitê de
Ética em Pesquisa da UCG.
São objetivos do TCC:
− Possibilitar ao acadêmico a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições
para a publicação de artigos e trabalhos científicos.
− Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso.
− Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática
profissional, inserida na dinâmica da realidade local, regional e nacional.
− Subsidiar o processo de ensino, contribuindo para a realimentação dos
conteúdos programáticos das disciplinas integrantes do currículo.
− Avaliar a capacidade metodológica e as habilidades de pesquisa do
aluno formando.
II - DA REGULAMENTAÇÃO
Os Trabalhos de Conclusão do Curso de Fonoaudiologia serão regidos por
regulamento próprio, aprovado pelo Colegiado de Fonoaudiologia e Conselho
de Ensino, Pesquisa e Extensão, atendidas as disposições da presente
Regulamentação.
As normas para elaboração do TCC deverão seguir os critérios dispostos no
Manual para Elaboração de TCC do Curso de Fonoaudiologia da UCG;
Os prazos de entrega dos trabalhos para a Coordenação Geral, de divulgação
da composição das Bancas e outros deverão ser definidos pelo Núcleo de
TCC;
III - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICA
Compete ao Núcleo de TCC:
− Responder pelas Disciplinas TCC.
− Articular-se com o Colegiado de Curso e Departamento envolvido para
compatibilizar diretrizes, organização e desenvolvimento dos trabalhos.
− Elaborar o regulamento específico do TCC e submetê-lo à apreciação do
Colegiado de Curso.
− Orientar os acadêmicos na escolha de professores orientadores.
− Convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir
questões relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e
avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso.
− Emitir parecer nos casos excepcionais de substituição de orientadores.
− Coordenar o processo de constituição das Bancas Examinadoras e
definir o cronograma de apresentação de trabalhos a cada semestre
letivo.
− Divulgar, por meio de editais devidamente datados e assinados, a
listagem de orientadores e orientandos e a composição da Banca
Examinadora;
− Arquivar os documentos referentes ao TCC.
− Delimitar as áreas de conhecimento do TCC, em consonância com as
linhas de pesquisa do Núcleo de Pesquisa Comunicação e seus
Distúrbios (COMDIS).
− Quando necessário sugerir nomes para co-orientação.
IV - DA ORIENTAÇÃO
A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, será de responsabilidade dos docentes do Departamento de
Fonoaudiologia da UCG.
Os regulamentos específicos do TCC poderão estabelecer a figura de coorientador para os casos em que não houver docente habilitado na temática
escolhida pelo acadêmico. Caberá ao NTCC sugerir o nome do co-orientador.
Compete ao orientador do TCC:
− Orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas
as suas fases.
− Estabelecer e cumprir o plano e cronograma de trabalho em conjunto
com o orientando.
− Informar o orientando sobre as normas, procedimentos e critérios de
avaliação respectivos.
− Presidir a Banca Examinadora do trabalho orientado.
− Registrar,
em
folha
individual
do
aluno,
a
freqüência,
o
acompanhamento e a nota final da Banca Examinadora.
− Avaliar o TCC, encaminhando-o para a Banca Examinadora.
Compete ao orientando:
− Definir a temática do TCC, em conformidade com as áreas de
conhecimento estabelecidas pelo NTCC.
− Informar-se sobre as normas e regulamentos do TCC.
− Cumprir as normas e regulamentos do TCC.
− Cumprir o plano e cronograma estabelecidos em conjunto com o seu
orientador.
− Verificar o horário de orientação e cumpri-lo.
− Rubricar a Folha Individual do Aluno, por ocasião das sessões de
orientação.
− Apresentar o TCC para Banca Examinadora.
V - DA AVALIAÇÃO
A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso constará de:
− Avaliação de desempenho do aluno no processo de desenvolvimento do
trabalho de pesquisa, sendo da responsabilidade do orientador,
conforme ficha específica (até 10 pontos).
− Trabalho final em sua forma escrita: avaliação pela banca examinadora
considerando os critérios específicos. O trabalho poderá ser: aprovado,
aprovado com restrição ou reprovado. Para o trabalho aprovado com
restrições, a nota, somente será atribuída após as alterações
promovidas pelos autores, podendo ser necessária nova avaliação pela
banca examinadora.
− Apresentação pública: cabendo à banca a avaliação conforme ficha
específica.
− Cada componente convidado da banca, seguindo critérios estabelecidos
no Manual de Normas para TCC, fornecerá duas notas ao TCC- quanto
à apresentação escrita (até 10 pontos) e quanto à apresentação oral (até
10 pontos), sendo que a nota dos mesmos equivalerá à média aritmética
das duas avaliações supra-citadas.
− A nota final do TCC será obtida a partir da média aritmética das notas
dos três componentes da banca(orientador e dois examinadores). Será
aprovado o aluno que obtiver o mínimo de 5,0 (cinco) pontos.
− Discrepâncias significativas de avaliação serão dirimidas em reunião
convocada pelo coordenador de núcleo com a banca em questão. Caso
necessário, será solicitada a participação do Coordenador Pedagógico.
− Os alunos que não obtiverem a nota mínima de 5,0 (cinco) e aqueles
que não apresentarem o TCC dentro do prazo estabelecido serão
considerados reprovados.
− O TCC aprovado com restrições deverá ser entregue aos autores, com
as alterações sugeridas pelos membros da banca, dentro do prazo
estipulado no cronograma. Somente após os autores realizarem as
alterações sugeridas pelos membros da banca, é que será atribuída a
nota final ao TCC. Deste resultado não caberá recurso.
− A Banca Examinadora para a avaliação do TCC será composta pelo
orientador, que presidirá a Banca, e mais dois professores do curso,
indicados pelo Núcleo de TCC.
− A critério do NTCC, poderá integrar a Banca Examinadora docente de
outra instituição ou profissional considerado autoridade na temática do
TCC a ser avaliado.
− O orientador e o orientando poderão sugerir a composição da Banca
Examinadora.
O Trabalho de pesquisa em sua versão final deverá:
− Ser encaminhado pelo Orientador ao NTCC, utilizando formulário
específico.
− Ser elaborado segundo Manual de Normas para Trabalho de Conclusão
de Curso, contendo no mínimo 20 páginas (excetuando dedicatória,
agradecimentos, epígrafe, anexos e apêndice), seguindo normas da
ABNT.
− Conter resumo acompanhado de três descritores e/ou cabeçalho de
assunto (unitermo, palavra chave), selecionados segundo a Bireme
(www.bireme.br).
− Ser entregue em três vias encadernadas para a banca examinadora em
período determinado pelo NTCC. Se houver co-orientador. o número de
vias será de quatro.
− Ser entregue, após avaliação pela banca, uma cópia da versão final
revisada e encadernada ao NTCC, que se comprometerá a encaminhála para a Biblioteca Departamental.
− Apresentar o TCC em sessão pública, em data definida pelo NTCC, de
acordo com o calendário acadêmico.
9.3. REGULAMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS (AACC)
As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) serão desenvolvidas
conforme critérios específicos, baseados na Resolução N.009/2004-CEPEA, os
quais foram aprovados em Congregação. Os estudantes deverão cumprir, no
mínimo, a carga
horária
estipulada, sendo
as
atividades
realizadas
gradativamente entre o primeiro e o último período do curso, exceto cursos de
idiomas e informática. O texto abaixo disciplina e regula as AACC:
1. DOS OBJETIVOS
As atividades complementares têm por finalidade propiciar ao aluno a
oportunidade de realizar, em prolongamento ao currículo, uma trajetória
autônoma e particular, com conteúdos extracurriculares, que lhe permitam
tanto enriquecer o conhecimento fonoaudiológico auferido no curso quanto
ampliar seu conhecimento em áreas afins à Fonoaudiologia ou em áreas
complementares à sua cultura e conhecimento geral.
2. DA CARGA HORÁRIA
A carga mínima das AACC para o curso de Fonoaudiologia corresponde a 120
(cento e vinte) horas.
Desde que condizentes com o plano de estudos do curso, as atividades
complementares podem ser realizadas em todos os módulos semestrais em
que se desenvolve o currículo, nas áreas do ensino, da pesquisa e da
extensão.
Caso a carga horária mínima não seja atingida até o oitavo semestre, o aluno
fica impedido de colar grau, até que providencie o cumprimento desta carga
horária.
3. DAS MODALIDADES E PONTUAÇÃO
As atividades representativas do ensino, pesquisa, extensão e atualização que
poderão ser realizadas e comprovadas como AACC são as seguintes:
a) Participação em Conferências, Simpósios, Congressos, Seminários,
Fóruns, Cursos de Atualização e Aperfeiçoamento, Programas e Cursos
de Extensão Universitária, Comissões Especiais de Estudos, Eventos
Científico-Culturais com a chancela da UCG (até 100 horas).
Observação: A carga horária será contabilizada em dobro quando o
aluno assumir o papel de apresentador/expositor.
b) Presença em apresentações públicas de Trabalho de Conclusão de
Curso
dos
alunos
do
Curso
de
Fonoaudiologia,
Monografias,
Dissertações, Teses e outros tipos de trabalhos científicos relacionados
à sua formação (até 20 horas).
c) Exercício de Monitoria em disciplinas de graduação (até 40 horas).
d) Participação em Projetos de Iniciação Científica e de Pesquisa, na
qualidade de aluno pesquisador, bolsista ou colaborador, realizados sob
orientação de docentes, com ou sem apoio financeiro institucional,
desde que sejam inseridos em uma das linhas de pesquisa instituídas
nos programas de graduação ou pós-graduação da Universidade (até 40
horas).
e) Cursos livres de idiomas (até 30 horas).
f) Cursos livres de informática (até 30 horas).
g) Participação
em
atividades
educativas
e
de
divulgação
da
Fonoaudiologia (até 20 horas).
h) Visitas técnicas programadas em instituições específicas e afins (até 10
horas).
4. DA ANÁLISE E APROVEITAMENTO DOS CRÉDITOS.
A análise e o aproveitamento das AACC realizadas pelos alunos, considerados
os critérios indicados neste regulamento, ficam a cargo de professores
designados pelo Departamento, doravante denominados Comissão de AACC,
em sistema de rodízio semestral.
Em cada semestre, 30 (trinta dias) dias após o inicio das aulas, os alunos
apresentarão um requerimento de aproveitamento das AACC realizadas no
semestre anterior, instruídos com documentos comprobatórios, em original, de
freqüência, conteúdo, e desempenho, tais como: certificado, programação do
evento e carga horária (para os itens a, b, e, f e g); e relatórios de pesquisa,
atividades de Iniciação Científica, monitoria, visitas, com carimbo e assinatura
do professor responsável (para os itens c, d e h).
Os professores responsáveis pela análise poderão exigir outros documentos do
aluno interessado, se considerarem insuficientemente instruído o requerimento
de aproveitamento, constante do parágrafo anterior.
Sendo aceita a atividade complementar realizada pelo estudante, cabe a um
dos membros da Comissão de AACC anotar, em ficha especial em processo
próprio, a ser criada para cada aluno do curso, a carga horária correspondente.
Procedido ao exame da documentação ela será devolvida ao aluno, mediante
recibo, consignando no expediente a comprovação feita, com vistas ao registro
acadêmico devido.
5. DA COMISSÃO DE AACC
O Diretor, juntamente com a Comissão Auxiliar, escolherá semestralmente oito
professores efetivos para compor a Comissão de AACC.
Cada professor trabalhará isoladamente, podendo recorrer à Comissão em
casos não previstos nestas normas ou sempre que sentir necessidade. Este
terá um prazo de sete dias úteis para análise e devolução dos documentos
apresentados. Os processos para aproveitamento das AACC serão distribuídos
de forma eqüitativa entre os membros da Comissão.
6. DAS ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO DE AACC
Os membros da Comissão de AACC terão como função:
− Dar informações aos alunos que os procurarem, sanando suas dúvidas.
− Analisar os pedidos de integração das AACC não previstas no item 3.
− Criar o requerimento de solicitação de aproveitamento, as fichas para
anotação das pontuações e os recibos, garantindo a quantidade
necessária ao bom desempenho do trabalho.
− Anotar as pontuações de cada aluno que lhe for designado.
− Devolver o processo à Secretaria após anotação e preenchimento do
recibo.
− Imediatamente após cada aluno completar a carga horária, passar para
a Secretaria o nome destes, para a devida anotação.
− Levar ao conhecimento da Comissão os casos omissos, para discussão
e deliberação.
− Ao final de cada semestre, deixar organizadas todas as fichas,
computando todas as pontuações, e formalizando a devolutiva de todos
os documentos, de forma a não deixar trabalho para o semestre
seguinte.
7. DAS ATRIBUIÇÕES DOS ALUNOS:
Os alunos, do primeiro ao oitavo período, ou enquanto não completar a carga
horária mínima, terão as seguintes obrigações:
− Tomar ciência das normas relacionadas as AACC.
− Garantir que seja cumprida a carga horária destinada às AACC
gradativamente ao longo de seu curso, de forma a tê-la preenchido no
máximo até o oitavo período.
− A cada semestre, após 30 dias de aula, apresentar o requerimento
preenchido, com todos os comprovantes para a Secretaria do
Departamento.
− Arquivar, a cada semestre, os documentos comprobatórios já apreciados
e devolvidos. Manter arquivados e organizados estes documentos até o
término do curso.
8. DAS ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA
A Secretária do Departamento de Fonoaudiologia é responsável por:
− Receber o requerimento com os documentos anexados e encaminhar à
Comissão de AACC.
− Registrar, após solicitação da Comissão de AACC, as pontuações dos
alunos que finalizaram as atividades.
− Devolver os documentos ao aluno.
9. DO TÉRMINO
Ao completar no mínimo 120 (cento e vinte) horas em AACC distintas das
disciplinas constantes da grade curricular, e independente do período em que
se encontra, o aluno terá estes créditos lançados no seu histórico escolar pela
Secretaria, a pedido da Comissão de AACC, sob a denominação de Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais.
10. DOS CASOS OMISSOS
Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de AACC, tendo em
consideração os objetivos das atividades em pauta.
10 - ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
A fim de determinar qual a avaliação dos egressos sobre o curso de
Fonoaudiologia da UCG foram aplicados 54 questionários com ex-alunos, cuja
conclusão do curso abrangeu os anos de 1991 a 2002. Os questionários foram
aplicados em dois momentos, 2000 e 2003. Após a análise dos dados,
verificou-se que:
− O curso de Fonoaudiologia foi caracterizado pela maioria como sendo
bom.
− Consideraram o corpo docente como tendo um bom nível, porém com
necessidade de melhorar a titulação.
− Apresentaram sugestões quanto à grade e a distribuição de carga
horária e conteúdos, inclusive com ausência de conteúdos relacionados
ao avanço da Fonoaudiologia. Apontaram também a ausência de
interdisciplinaridade entre as disciplinas do básico e as específicas do
curso.
− Referiram-se à pouca oportunidade de estágio, propondo a sua
ampliação.
− Indicaram que houve pouco incentivo à pesquisa por parte dos
professores e citaram a ausência de orientação à pesquisa e de
trabalhos de conclusão de curso.
− Sugeriram
a
implantação
de
ambulatórios
nas
áreas
de
Otorrinolaringologia e Neurologia para o atendimento aos pacientes da
clínica-escola.
− Reforçaram que os atuais laboratórios e equipamentos são pouco
utilizados durante o período de estágio.
− Um grande número de entrevistados mencionou a área de Linguagem
como a de maior preferência, seguida pela Audiologia. Da mesma forma,
demonstrou
elevado
interesse
na
realização
de
cursos
de
especialização nestas áreas.
Diante dos resultados obtidos nesta pesquisa pode-se, mais uma vez,
constatar a necessidade de implantação de um Mestrado em Fonoaudiologia
que possibilite um aumento do número de professores titulados, o que por sua
vez reforçaria a integração do tripé Ensino-Pesquisa-Extensão.
Com relação à grade curricular confirma-se a real necessidade de atualização
do currículo do curso, para a adequação da formação profissional e a
viabilização de uma boa inserção no mercado de trabalho.
Os resultados desta pesquisa forneceram subsídios para a implantação de uma
educação continuada, que atenda aos egressos e, para tal, serão
estabelecidas as seguintes ações:
− Cadastro de egressos.
− Criação de uma associação de ex-alunos.
− Reuniões periódicas de ex-alunos.
− Eventos que promovam atualização científica(jornadas, seminários),
conforme cronograma estabelecido pela Congregação.
− Implantação de cursos de Especialização Lato Sensu nas áreas de
maior demanda do mercado.
11-AVALIAÇÃO DO ATUAL PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
Em atendimento às normas do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino
Superior (SINAES) e da proposta de Auto Avaliação Interna da UCG, o
Departamento de Fonoaudiologia fará semestralmente uma avaliação do
projeto privilegiando a coerência das práticas concretas e das suas propostas.
Usar-se-á diferentes categorias para se diagnosticar o grau de viabilidade e
significância do presente Projeto Pedagógico de Curso, a saber:
- Corpo Discente
- Corpo Docente
- Egressos
- Infraestrutura
A pesquisa citada no Anexo 1 estabeleceu um diagnóstico que lançou luzes
para se montar esta proposta, atendendo às sugestões do corpo docente,
discente e egressos e sanar as dificuldades detectadas. Esta mesma pesquisa
servirá de parâmetro para as avaliações posteriores.
A avaliação será considerada como diagnóstico e fornecerá retroalimentação
para a atualização e replanejamento do atual projeto.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL Lei 6965, de 09/12/81, Art. 1º, Parágrafo Único . Dispõe sobre a
regulamentação
da
profissão
de
fonoaudiólogo
e
determina
outras
providências, Presidência do Brasil, Brasília.
BRASIL Resolução nº 06 de 06 de abril de 1983, determina o Currículo Mínimo
dos Cursos de Graduação em Fonoaudiologia. Conselho Federal de
Fonoaudiologia. Brasília.
BRASIL Portaria 1199 de 13 de agosto de 1992, torna o curso de
Fonoaudiologia reconhecido perante o Ministério de Educação e Cultura.
Conselho Nacional de Educação. Brasília.
BRASIL. Resolução nº 157/96, de 13 de abril de 1996, Art. 5º. Dispõe sobre a
concessão de Título de Especialista no âmbito do CFFa e dá outras
providências. Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília.
BRASIL. Resolução CFFa nº 268 /01 de 03 de março de 2001 Conselho
Federal de Fonoaudiologia. Brasília, 2001
BRASIL. Resolução CNE/CNS 5/2002 de 4 de março de 2002 , aprova as Leis
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Nacional de Educação. Brasília.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Deliberação 03/86, de
26 de fevereiro de 1988, aprova a criação do Curso de Fonoaudiologia da
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CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Deliberação 020/88, de
24 de junho de 1988, aprova a primeira proposta de reestruturação curricular
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CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Deliberação 010/89, de
26 de julho de 1989, aprova correções no currículo curso de Fonoaudiologia da
Universidade Católica de Goiás. Goiânia.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO.
Resolução 009/2004 institui normas para a realização das atividades
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CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO
Resolução n° 0015/2004.
UCG. Estatuto da Universidade Católica de Goiás. Goiânia: Ed. da UCG, 2000.
FERREIRA, L.P. & RUSSO, I.C.P. O perfil das teses de doutorado defendidas
por fonoaudiólogos brasileiros. Carapicuíba: Pró-Fono, v.10,n.2.p.64-70,1998.
FIGUEIREDO NETO, L. E. O início da prática fonoaudiológica na cidade de
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VICE-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS SAVA/CAP Projeto político
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REFERÊNCIAS CONSULTADAS
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http://www.fonoaudiologia.org.br/FONO.com.br/principal
Consulta
em
ANEXOS
ANEXO I - AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO EM FUNCIONAMENTO
ATÉ 2006.
Em 1999, foi realizada a avaliação do curso de Fonoaudiologia, pela Vice
Reitoria Acadêmica, em que foram avaliados itens relacionados ao corpo
docente, corpo discente, proposta e operacionalização curricular, infra-estrutura
e
apoio
acadêmico-administrativo.
Participaram
desse
levantamento,
integrantes do corpo docente e discente. Em 2003, o mesmo questionário foi
aplicado pela equipe de reformulação curricular, cujos resultados encontram-se
a seguir:
9.1. ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA REALIZADA COM OS
DOCENTES E DISCENTES EM 2003/2
Quanto à avaliação da proposta de operacionalização curricular, podemos
observar que houve uma concordância de opiniões entre os alunos e
professores, que a consideraram como sendo boa. Foi verificado que,
enquanto o professor considerou ótimo o seu conhecimento sobre o currículo
do curso, seus objetivos e perfil do profissional que o curso pretende formar, o
aluno qualificou as informações recebidas sobre os mesmos como boa.
Os corpos discente e docente consideraram como sendo boa a adequação do
currículo ao perfil do profissional assim como, a integração das disciplinas
oferecidas pelo Departamento de Fonoaudiologia. Qualificaram como regular a
integração entre ensino, pesquisa e extensão.
Com relação ao acompanhamento de alunos por parte da coordenação do
curso, observou-se uma discordância nas opiniões sendo o mesmo qualificado
como ótimo pelo corpo docente e regular pelo corpo discente.
A organização do currículo foi apontada pelos docentes como boa, e regular
pelos discentes.
O corpo discente avaliou como bons os estágios oferecidos, quanto à
orientação, conteúdos e contribuição dos mesmos à formação profissional do
aluno.
Os professores consideraram regular a integração das disciplinas oferecidas
por outros departamentos.
Foi observado que há uma diferença de opinião entre o pensamento dos
docentes com relação à elaboração semestral do seu plano de ensino,
caracterizada como ótima e o conhecimento das ementas das disciplinas,
apontado como bom.
INFRAESTRUTURA
O item que mais chamou atenção na avaliação da infra-estrutura diz respeito à
Biblioteca Central, cujo acervo foi considerado regular por metade dos
docentes entrevistados e insuficiente por metade do corpo discente, não sendo
qualificada como ótima por nenhum dos entrevistados (discentes e docentes).
Ainda foi avaliada como regular quanto ao atendimento e ambiente de leitura e
estudo.
Os laboratórios foram caracterizados, pelos dois grupos, como bons.
No pensamento dos alunos, os recursos audiovisuais receberam uma
avaliação regular.
Houve uma concordância entre alunos e professores com relação às condições
de permanência fora do horário de aula, sendo apontadas como boas, e quanto
às lanchonetes, áreas de convivência e condições gerais do prédio, citadas
entre regular e fraco.
No que concerne ao apoio acadêmico, enquanto o corpo docente considerou o
desempenho da direção do departamento e da secretaria departamental como
sendo de ótima qualidade, os alunos qualificaram o primeiro item como fraco e
regular e o segundo item como fraco.
AVALIAÇÃO GERAL DO CURSO
A qualidade dos corpos docente e discente como um todo foi avaliada como
boa tanto por discentes como por docentes.
As avaliações globais do currículo e do apoio acadêmico e administrativo do
curso foram apontadas como boas pelos professores e regulares pelos alunos.
AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL
Os professores e alunos consideram a participação estudantil dos órgãos
colegiados da UCG como regular. Já o item sobre contribuição do centro
acadêmico para a qualidade acadêmica do curso é apontado pelo primeiro
grupo como fraco e pelo segundo, como insuficiente.
9.2. COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NAS PESQUISAS
REALIZADAS EM 2003/2 E 1999/1.
Fazendo-se um paralelo entre os índices encontrados na avaliação do curso de
Fonoaudiologia realizada em 1999/1 pela então, Vice-Reitoria Acadêmica e na
pesquisa desenvolvida junto aos docentes e discentes em 2003/2, foram
verificados os seguintes aspectos:
1. Índice de Avaliação Geral do Curso
1.1. Índice Geral do Corpo Docente (IGCD)
Os discentes e os docentes conceituaram o corpo docente com um nível B (3,0
e 3,07, respectivamente), atingindo uma média de pontuação 3,04, acima da
avaliação alcançada em 1999/1, elevando assim o conceito do corpo docente
de C para B.
1.2. Índice Geral do Corpo Discente (IGA)
Neste item, observamos a presença do conceito D (2,17) pelos docentes e B
(3,0) pelos discentes. Na média geral, a pontuação alcançada foi de 2,59,
equivalente ao conceito C, sendo este também alcançado na avaliação de
1999/1.
A relação número de vagas e candidatos ao vestibular em 1999/1 foi de 4,85%.
Nos anos subseqüentes, observa-se uma diminuição neste índice, como pode
ser observado Quadro 4:
Quadro 1- Relação número de vagas e candidatos aos vestibular nos anos de
2000/1 a 2003/2
Ano
Número de
inscritos
Vagas
Candidato/vaga
2000/1
205
80
2,56
2000/2
135
80
1,68
2001/1
177
80
2,21
2001/2
114
80
1,42
2002/1
122
80
1,52
2002/2
073
80
0,91
2003/1
109
80
1,36
2003/2
059
80
0,73
1.3 - Índice Geral da Avaliação da Proposta e Operacionalização Curricular
(IPOCG).
Nos dois grupos de avaliadores, o IPOCG atingiu o conceito C, com pontuação
de 2,30 no grupo de discentes e 2,79 no de docentes, com uma média geral de
2,55, equivalente ao conceito C, abaixo do encontrado na avaliação de 1999/1,
que recebeu o conceito B.
1.4 - Índice Geral da Avaliação da Infra-Estrutura e Apoio AcadêmicoAdministrativo (IAAG).
O corpo discente qualificou este item com o conceito D (1,95), e o docente,
como B (2,89), cuja média atingiu o valor de 2,42, caracterizando o índice C,
que em 1999/1 foi incluído no conceito B.
1.5. Avaliação Final do Curso (AFC)
Em 1999/1, o AFC atingiu a pontuação de 2,78, conceito C, que para os alunos
e professores, em 2003/2, também foi conceituado como C (2,56 e 2,73,
respectivamente). Assim sendo, na média final da avaliação do curso, observase uma manutenção deste conceito (2,75).
2. Avaliação da Participação Estudantil
2.1. Índice da Participação Estudantil nos Colegiados (IPEC)
Na avaliação dos docentes e discentes, houve uma pontuação para cada um
dos grupos de 1,93 e 1,75, correspondente ao conceito D, sendo a média geral
de 1,84, mantendo-se o mesmo conceito. Vale ressaltar que na pesquisa de
1999/1, este índice foi de 2,92 (B), no grupo de docentes e 2,64, (C) no de
discentes, com uma média geral de 2,78 (C).
2. 2. Índice da Participação Estudantil no Centro Acadêmico (IPECA)
Os dois grupos avaliaram esta participação com conceito E, sendo o índice de
1,28 para o grupo de docentes e 1.29 para discentes, com uma média geral de
1,29. Em 1999/1 estes valores foram de 2,68 (C) para docentes e 2,59 (C) para
discentes, com uma média de 2,64 (C).
3-Índice de Qualificação do Corpo Docente (IQCD)
Nos anos de 1999/1 e 2003/2 o corpo docente foi qualificado na categoria D(
2,05 e 2,13, respectivamente. Vale ressaltar que em 2004/2, após a realização
do cálculo do Índice de Qualificação do Corpo Docente pode-se verificar uma
modificação neste quadro que atingiu o conceito C (2,4).
Quanto à titulação acadêmica, o número de professores do curso de
Fonoaudiologia mestres e doutores pertencentes ao Departamento encontravase bem abaixo (5,56%) do mínimo exigido pela LDB e do total da UCG.
Atualmente, apesar do acréscimo do número de mestres e diminuição do
número de professores com graduação, a porcentagem de professores
titulados permanece aquém do exigido pela LDB (19,05%), o que reflete
diretamente no item de avaliação sobre produção científica. Tais dados estão
de acordo, com as recomendações da Vice-Reitoria para Assuntos Acadêmicos
quanto à necessidade de qualificação do quadro docente.
CONCLUSÕES
Após a análise, foram estabelecidos os itens que necessitam ser melhor
qualificados e que, portanto, devem ser contemplados no novo projeto
pedagógico.
Corpo Docente - Embora, atualmente, haja uma melhor qualificação do corpo
docente efetivo do curso, ainda há necessidade de se implementar um
programa de incentivo à formação acadêmica já que o número de especialistas
excede o número de mestres e doutores( 18 especialistas, 9 mestres, 2
doutores e 1 graduado).
Corpo Discente - Como demonstrado no Quadro 4, a relação número de
vagas/número de candidatos tem diminuído significativamente, o que é mais
um indicador da necessidade de se reformular o projeto pedagógico do curso
de Fonoaudiologia, a fim de atender aos novos conhecimentos técnicocientíficos da área não contemplados pelo projeto em vigor.
PROPOSTA E OPERACIONALIZAÇÃO CURRICULAR
Quanto ao currículo do curso de Fonoaudiologia, no que se refere à sua
proposta e operacionalização, os alunos o qualificaram com o conceito C e os
professores, com o conceito B. Alguns itens merecem ser destacados:
− Consideram como regular a integração entre ensino, pesquisa e
extensão. Em nível de macro-estrutura, sugere-se um maior incentivo à
realização de pesquisas acadêmicas e dos trabalhos de extensão por
parte das PROPE e PROEX, realizados tanto pelo corpo docente como
discente.
Em
termos
de
micro-estrutura,
cabe
ao
professor
desempenhar o seu papel, não só na área de ensino, como também no
desenvolvimento de mecanismos que instiguem o aluno a realizar
trabalhos de pesquisa científica;
− Com relação ao acompanhamento de alunos por parte da coordenação
do curso, observa-se uma discordância nas opiniões, sendo o mesmo
considerado ótimo pelo corpo docente e regular pelo corpo discente.
Cabe ao departamento criar situações de diálogo com a comunidade
discente, a fim de viabilizar os mecanismos para a efetivação deste
acompanhamento;
− Com relação à organização do currículo, os professores consideram
bom e os discentes, regular. Mais uma vez, constata-se a necessidade
da reformulação do curso, adequando-o à nova realidade da
fonoaudiologia atual;
− Os professores consideram regular a integração das disciplinas
oferecidas por outros departamentos. Isto demonstra a necessidade de
maior inter-relação entre os mesmos, com a organização de encontros
entre os professores de disciplinas afins.
INFRA-ESTRUTURA E APOIO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVO
O item que mais chama atenção na avaliação da infra-estrutura diz respeito à
biblioteca central cujo acervo foi conceituado como regular por metade dos
docentes entrevistados e insuficiente por metade do corpo discente, não sendo
considerado ótimo por nenhum dos entrevistados (discentes e docentes),
sendo ainda qualificado como regular quanto ao atendimento e ambiente de
leitura e estudo.
Assim sendo, quanto à biblioteca as ações referem-se a:
− Atualização do acervo a partir do que for indicado pelo professor da
disciplina em seus respectivos planos de curso;
− Atualização da videoteca;
− Aquisição de teses em CD-ROM (Pro-FONO);
− Atualização dos periódicos específicos da área.
Os recursos áudio-visuais foram caracterizados pela maioria dos alunos como
regular, apontando para a necessidade de ampliação desses recursos,
viabilizando as técnicas didáticas de ensino.
AVALIAÇÃO GERAL DO CURSO
No que concerne ao apoio acadêmico, enquanto o corpo docente considera o
desempenho da direção do departamento e da secretaria departamental com
ótima qualidade, os alunos qualificam o primeiro item como fraco e regular e o
segundo item como fraco.
As avaliações globais do currículo e do apoio acadêmico e administrativo do
curso foram apontadas como boas pelos professores e regulares pelos alunos.
Verifica-se, novamente, a necessidade da reformulação curricular e da criação
de
novas
estratégias
de
gerenciamento
departamental,
anteriormente
propostas no Plano de Gestão 2004-2006.
AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL
Os professores e alunos consideram a participação estudantil dos órgãos
colegiados da UCG como regular. Já no item sobre contribuição do centro
acadêmico para a qualidade acadêmica do curso é apontada pelo primeiro
grupo como fraca e pelo segundo, como insuficiente. Sugere-se uma maior
integração Departamento X Centro Acadêmico a fim de desenvolver posturas
mais críticas e propiciar um maior envolvimento da classe estudantil junto aos
assuntos pertinentes ao curso.
Anexo II - GESTÃO DEPARTAMENTAL
PLANO DE GESTÃO 2004/1 A 2006/1
I - COORDENAÇÃO ACADÊMICO-PEDAGÓGICA
A. Quanto às reuniões de área:
− Estabelecer um professor responsável por Núcleos de Estudo e
Atualização na Fonoaudiologia que deverá ser selecionado
semestralmente.
− Os Núcleos serão definidos de acordo com eixos temáticos que
farão parte do projeto pedagógico e deverão enfocar estudos
sobre prevenção, avaliação e reabilitação.
Em congregação,
foram definidos os seguintes núcleos:
•
Voz
•
Linguagem
•
Motricidade oral
•
Audiologia
•
Supervisores
•
Trabalho de Conclusão de Curso
B. Quanto à realização de cursos de atualização para docentes:
Os temas serão aprovados mediante a apresentação de projeto
elaborado pelos núcleos supracitados. Deverão ser determinados pela
congregação, conforme as necessidades de atualização docente.
C. Quanto ao controle do desempenho acadêmico-pedagógico:
− Elaborar e avaliar, semestralmente, os planos de curso.
− Finalizar processo de reformulação curricular do curso de
Fonoaudiologia.
− Eleger, junto à Congregação, um professor responsável por
efetuar o levantamento do acervo da Biblioteca Central, assim
como a solicitação da compra de novos livros, vídeos, CD-Room
e periódicos.
− Eleger junto à Congregação um professor responsável pela
coordenação da Biblioteca Departamental.
− Criar espaço físico para estudo e pesquisa dos docentes na
Biblioteca Departamental.
− Disponibilizar uma lista do acervo da Biblioteca Departamental
para os alunos, que será fixada junto à lista de notas.
Quanto à avaliação e seleção de pessoal docente (efetivo e convidado):
− Respeitar os critérios internos da UCG.
− Estabelecer sistema de tutoria por período (1º ao 8º), com o objetivo de
realizar a mediação entre sala de aula, coordenações de área e direção,
estabelecendo
desta
forma a
relação
intradepartamental.
Cada
professor-tutor será escolhido de acordo com critérios a ser definidos
pela Congregação.
II - COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS
a) Avaliar e organizar as atividades de estágios obrigatórios e não
obrigatórios, buscando, sempre que possível, a participação e o
diálogo com os alunos, estimulando a gestão participativa e
responsável.
b) Promover a integração das áreas da saúde por meio da
realização de jornadas inter e intradepartamentais, nas quais os
alunos deverão apresentar seus trabalhos de conclusão de curso.
c) Responsabilizar-se
pela
manutenção
da
clínica-escola,
envolvendo os alunos nos compromissos com seu desempenho.
d) Avaliar e controlar a qualidade dos procedimentos clínicos e dos
exames realizados na clínica-escola, fornecendo feedbacks
construtivos aos alunos, na busca da efetividade crescente destas
práticas.
e) Promover reuniões para a integração entre os estágios, assim
como entre as diferentes áreas, com participação dos professores
das áreas teóricas.
f) Controlar as atividades de estágio, envolvendo o aluno a partir do
estabelecimento mútuo de contratos de trabalho e compromissos.
g) Implantar Serviço de Otorrinolaringologia e manter o serviço de
Neurologia.
h) Viabilizar a informatização do arquivamento de documentos e
agendamento dos pacientes a ser atendidos na clínica-escola.
i) Providenciar a inserção da clínica-escola na Vigilância Sanitária e
no CRFa, 5ª Região.
j) Atualizar (sempre que necessário) os contratos dos convênios
com os locais de estágio extra-muro.
k) Otimizar a utilização da sala de documentação, por meio do
agendamento de pacientes junto à secretaria. O uso de uma das
filmadoras desta sala poderá ser solicitado pelo supervisor
mediante preenchimento de formulário próprio de retirada e
devolução.
l) Adquirir mais materiais e equipamentos necessários ao bom
funcionamento da clínica-escola de Fonoaudiologia.
m) Criar Laboratório de Linguagem.
III - COORDENAÇÃO DE AUDIOLOGIA
A) Responsabilizar-se pela manutenção da clínica-escola.
B) Avaliar e controlar a qualidade dos procedimentos clínicos e dos
exames efetuados na clínica-escola, incentivando o comprometimento do aluno
com suas práticas e com princípios que a sustentam.
C) Controlar as atividades de estágio, buscando envolver os alunos no
compromisso e responsabilidade com as políticas e regulamentos do estágio.
D) Estabelecer a obrigatoriedade da avaliação teórico-prática na seleção
de monitores, que deverá ser realizada semestralmente.
E) Estudar a possibilidade de ampliar a sala de reabilitação vestibular.
F) Implantar o serviço de seleção e adaptação de Aparelho de
Amplificação Sonora Individual (AASI) por meio do estabelecimento de
convênio com o SUS.
G) Adquirir novos materiais para a clínica de Audiologia.
IV - COORDENAÇÃO DE APOIO
A) Incentivar professores e funcionários do departamento a participarem
de cursos de atualização junto ao DRH.
B) Criar uma Comissão de ética, para atendimento a docentes e
discentes, que deverá mediar e orientar as solicitações de cunho ético.
C) Participar de reunião semestral junto à Congregação de Terapia
Ocupacional, para discussão de temas definidos de acordo com as
necessidades dos docentes.
D) Estabelecer horário para atendimento ao professor e ao aluno.
V - COORDENAÇÃO DE PESQUISA
A) Arquivar as pesquisas realizadas na Biblioteca Departamental,
facilitando a divulgação das mesmas.
B) Divulgar as pesquisas realizadas por docentes nas reuniões de
Congregação.
C) Dar continuidade à publicação anual da Revista Estudos Fonoaudiologia.
D) Elaborar lista de pesquisas já realizadas por docentes e discentes e
disponibiliza-la na biblioteca setorial.
E) Incentivar professores especialistas a realizar pesquisas em parceria
com os professores titulados.
F) Incentivar professores titulados a realizar pesquisas junto à PROPE.
G) Promover maior divulgação do Núcleo de Pesquisa.
VI - COORDENAÇÃO DE TERAPIA OCUPACIONAL
A) Dar continuidade aos Núcleos de Estudo.
B) Discutir nos Núcleos de Estudo os conteúdos programáticos das
disciplinas.
C) Manter locais de estágio curricular extra-muro.
VII - COORDENAÇÃO DE BIOSSEGURANÇA
A) Realizar reuniões semestrais com professores e alunos, incentivando
a gestão participativa deste setor.
B) Realizar reuniões com alunos do 6º período na disciplina Teorias e
Técnicas Fonoaudiológicas.
C) Visitar os locais de estágio para assegurar o cumprimento das
normas de biossegurança.
D) Elaborar um manual de normas de biossegurança que sejam gerais e
específicas para cada campo de estágio.
E) Criar expurgo para assepsia dos materiais da clínica-escola,
laboratórios e ambulatórios.
VIII - DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO
A) Incentivar a gestão participativa no Departamento.
B) Representar o departamento junto à Reitoria e Pró-Reitorias.
C) Organizar a semana de planejamento acadêmico intradepartamental.
D) Discutir nos núcleos de área a distribuição da carga horária
respeitando-se as normas da instituição.
E) Promover a integração entre as coordenações dos cursos.
F) Organizar e divulgar eventos sobre Fonoaudiologia junto à
comunidade local.
G) Promover integração ensino-pesquisa-extensão, incentivando a
Congregação a elaborar projetos de extensão e a partir destes desenvolver
projetos de pesquisa, ampliando, assim, o campo de trabalho do profissional da
Fonoaudiologia.
H) Criar cursos de pós-graduação em nível de especialização e
mestrado conforme demanda do mercado.
I) Organizar as reuniões de Congregação de tal forma que os assuntos
de interesse comum sejam compartilhados pelos dois cursos e aqueles de
interesse próprio a cada curso sejam discutidos separadamente.
J) Criar comissões auxiliares diferentes para os cursos de Fono/TO:
DIREÇÃO
DO
DEPARTAMENTO
COMISSÃO AUXILIAR
TO
COORDENAÇÃO
DE PESQUISA
COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO
PEDAGOGICA
CLINICA
DE ESTAGIO
COORDENAÇÃO DE
BIOSSEGURANÇA
COORDENAÇÃO
DE APOIO
COMISSÃO AUXILIAR
FONO
COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO
PEDAGOGICA
CLÍNICA
DE ESTAGIO
DE AUDIO
Em 2004/2, a Direção do Departamento de Fonoaudiologia modificou a
organização
da
Gestão
Departamental,
instituindo
um
novo
cargo
administrativo, a Coordenação do Curso de Fonoaudiologia e abolindo o cargo
de Coordenação de Clínica.
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1. APRESENTAÇÃO O presente documento trata da