1. APRESENTAÇÃO O presente documento trata da sistematização do Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Goiás reelaborado em 2006 com a participação do coletivo dos seus docentes. O diálogo que se estabeleceu com os assessores da Prograd, por um período de tempo considerável, foi determinante para ampliar os olhares sobre o curso, tendo produzido um movimento de análise e reflexão entre os membros da Comissão e da Congregação, no sentido do aprimoramento do Projeto Pedagógico do curso e da compreensão pelos docentes, dos aspectos fundantes inerentes aos saberes que compõem a proposta curricular construída, bem como, dos procedimentos didáticos pedagógicos conseqüentes com o perfil definido para o profissional dele egresso. Desse processo, emergiu com muita clareza, a proposta pedagógica do Curso a partir da consideração dos novos paradigmas, que orientam a produção da ciência, com repercussão na forma de empreender a atividade didática e o ensino, bem assim, do caráter substantivo da aprendizagem, solicitando mudanças, tanto no fazer docente, quanto no trabalho acadêmico do aluno. Os Marcos referenciais explicitados no Projeto Pedagógico trazem à luz os fundamentos que sustentam o compromisso dos docentes e dos discentes na inauguração de um movimento novo no processo de ensinar e aprender e do curso na sua nova concepção, ali consubstanciada que, pelo seu teor, deve ser objeto de permanente revisitação por parte dos segmentos todos que, com o seu trabalho atuam na sua consecução. Vale registrar, ainda, a colaboração, emprestada ao Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia, da Câmara de Graduação que, antecipando seu trabalho de análise para subsidiar as discussões no âmbito do CEPEA, onde deverá ser aprovado, se dispôs, modificando completamente a tramitação usual do processo, a discutir questões de fundo de grande importância para sua viabilidade financeira e didática. Breve histórico da Fonoaudiologia Os primeiros cursos de graduação em Fonoaudiologia surgiram na década de 60,na cidade de São Paulo. O primeiro deles, instalado na Universidade de São Paulo (USP), em 1961, era vinculado à Clínica de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, enquanto o segundo, criado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 1962, era ligado ao Instituto de Psicologia desta Universidade. De forma geral, esses cursos foram criados para legitimar e legalizar práticas que já estavam sistematizadas e operacionalizadas no cotidiano dessas instituições, bem como para atender a demandas específicas da área médica, no campo das dificuldades de comunicação verbal e escrita. Figueiredo Neto (1988) assinala que, na USP, o curso de Fonoaudiologia surgiu para atender às demandas dos médicos que necessitavam de um especialista na recuperação e tratamento das patologias da comunicação por eles detectadas. Uma das exigências para o ingresso no curso era a formação específica para o Magistério em nível de segundo grau (curso normal), e, preferencialmente, que o candidato já tivesse experiência anterior na educação de “excepcionais” (hoje denominados como pessoas com necessidades educacionais especiais). A formação do fonoaudiólogo era voltada para a identificação e tratamento dos distúrbios da comunicação, tendo com função auxiliar a área médica. Dessa forma algumas disciplinas do curso complementavam a base pedagógica dos alunos com conhecimentos teóricopráticos dos campos da Biologia e da Medicina. Percebe-se aí a nítida associação da Fonoaudiologia com as bases da educação e da medicina. Na PUC-SP, como aponta a autora acima citada, a necessidade do curso surgiu a partir de problemas educacionais, ligados às dificuldades de aprendizagem na área de comunicação, detectados por psicólogos. Após esses profissionais buscarem na área da medicina elementos para melhor diagnóstico das causas que poderiam gerar essas alterações no processo de aprendizagem, perceberam que para tal se fazia necessário um profissionalespecialista que diagnosticasse e reabilitasse as pessoas com tais dificuldades, a partir de um campo específico de conhecimentos. Surgiu assim o curso de Fonoaudiologia em nível de especialização, ligado à Faculdade de Psicologia daquela Instituição. A condição para ingresso naquele curso era que o candidato fosse portador de diploma de curso de graduação em áreas afins à educação e saúde, ou portador de outra graduação, desde que comprovada a sua atuação profissional no campo dos distúrbios de aprendizagem. O perfil clínico dos profissionais formados por esses primeiros cursos (na USP e PUC/SP) decorria do paradigma predominante na educação, qual seja, “paradigma técnico-linear”, com ênfase essencialmente técnica, cabendo-lhes a realização de testes de audição e linguagem, assim como a reabilitação dos distúrbios da comunicação. Formava-se um profissional cuja atuação era compreendida como complementar à dos médicos e psicólogos, uma vez que seu papel era o de auxiliar na realização do diagnóstico dos distúrbios detectados e cumprir as determinações de intervenção e tratamento indicadas para eliminar as alterações previamente identificadas por aqueles profissionais. Em outras palavras, a esse profissional restava a aplicação dos conhecimentos definidos pela Medicina e pela Psicologia, o que lhe conferia um caráter de dependência e subordinação a essas áreas e de mera atuação técnica, no campo do “fazer”, sem nenhuma autonomia nas decisões e ações. Os fatos da história da Fonoaudiologia, até aqui relatados, mostram que o profissional ao qual era conferida a responsabilidade de diagnóstico conjunto e do tratamento dos distúrbios de linguagem e comunicação desenvolvia uma prática de natureza corretivo/normatizadora, com objetivo de atuar na eliminação dos sintomas detectados nos pacientes, pelos médicos e/ou psicólogos, que indicavam a ele os meios para intervenção. Na década de 70 surgiram, em São Paulo, os primeiros cursos de PósGraduação Stricto Sensu voltados especificamente para os profissionais da área fonoaudiológica. Em 1972, foi criado, na PUC-SP, o Programa de Estudos Pós-Graduados em Audiologia, em nível de mestrado; e, em 1979, foram iniciados dois novos cursos: um deles, na PUC-SP (Programa de Estudos PósGraduados em Distúrbios da Comunicação - nível de mestrado), e o outro, na Escola Paulista de Medicina (Programa de Pós-Graduação em Distúrbios da Comunicação Humana), destinados à formação de mestres e doutores (FERREIRA & RUSSO, 1998). Em 1981, a Lei 6965, de 09/12/81, reconheceu o Fonoaudiólogo como profissional e assim o definiu: “Fonoaudiólogo é o profissional com graduação plena em Fonoaudiologia que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia fonoaudiológicas na área da comunicação oral e escrita, voz e audição, bem como em aperfeiçoamentos dos padrões de fala e voz.” (Artigo 1º, Parágrafo Único). Em 1996, o Conselho Federal de Fonoaudiologia deliberou em favor da criação das especialidades fonoaudiológicas, em quatro grandes áreas de atuação: voz, linguagem, audiologia e motricidade oral, regulamentadas pela Resolução nº 157/96, de 13 de abril de 1996, substituída, posteriormente, pela Resolução nº 268/01, de 03 de março de 2001. Essa profissão foi se legitimando e a demanda para novos cursos aumentando sensivelmente. Nessa primeira década do século XXI já existem no Brasil aproximadamente 98 cursos de graduação em Fonoaudiologia, sendo 06 cursos oferecidos na região Centro-Oeste. Existem ainda cursos em nível de pós-graduação Lato e Stricto Sensu, em diferentes regiões do País. A idéia da criação do curso de Fonoaudiologia na Universidade Católica de Goiás surgiu a partir da preocupação do Departamento de Psicologia e do Centro de Orientação Psicológica e Clínica (COPC), que percebiam a necessidade da estruturação de um trabalho na área fonoaudiológica, a fim de atender à solicitação de alunos e de clientes do COPC com distúrbios da comunicação. O projeto de criação do curso foi coordenado pela Professora Annete Scotti Rabelo, tendo como colaboradores, as professoras Ceres Regina Dias Fernandes e Cirinéia de Abreu Moura e representação do Núcleo de Fonoaudiologia de Goiânia. Além disso, nesta mesma época, havia no Estado de Goiás um total de 13 fonoaudiólogos, todos concentrados na cidade de Goiânia, número este insuficiente para atender à demanda da comunidade nos campos específicos de atuação e para suprir às necessidades de setores mais amplos da sociedade. Estes profissionais, além de trabalharem em instituições, exerciam atividades em clínicas particulares. Neste contexto, o Curso de Fonoaudiologia na UCG foi criado em 26 de fevereiro de 1986, pela Deliberação nº 03/86/CEP, e implantado em 1986-2. À época o curso se estruturou com um total de 206 créditos e 3090 horas. Inicialmente, foram oferecidas 40 vagas semestrais para o curso, no período vespertino, e atualmente o curso oferece 80 vagas semestralmente, no turno matutino com previsão de realização de estágios também no período matutino. Em 1989, por iniciativa da então Vice-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa, foi realizado o primeiro curso Lato Sensu na área: Especialização em Distúrbios da Comunicação Oral, com o principal objetivo de capacitar os professores que atuavam no curso de graduação em Fonoaudiologia, assim como àqueles profissionais com interesse na carreira docente. Em 1993, teve início outro curso, este na área de Audiologia. Nos anos de 1997/1998, em parceria com o Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica e Audiologia Clínica - CEFAC/SP, foram oferecidos mais dois cursos de especialização: Audiologia e Linguagem. Atualmente, o Departamento de Fonoaudiologia está mobilizado para a implantação de novos cursos de extensão, aperfeiçoamento, e pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu - Especialização e Mestrado, visando a uma melhor capacitação docente, ao desenvolvimento de novas pesquisas na área fonoaudiológica, assim como à educação continuada dos profissionais formados por esta Instituição de Ensino Superior. 2. INTRODUÇÃO O curso de Fonoaudiologia implantado na UCG, em 1986, foi orientado pelas diretrizes definidas na época pelo CFE, conforme Resolução nº 06, de 06 de abril de 1983, que determinava o Currículo Mínimo dos Cursos de Graduação nesse campo do conhecimento. Em 24 de junho de 1988, pela Deliberação 020/88-CEP foi aprovada a primeira proposta de reestruturação curricular deste curso, com o objetivo de sanar algumas falhas e distorções nele detectadas para sua efetiva implantação. Os ajustes, naturalmente, eram solicitados em decorrência da cultura ainda incipiente no campo do conhecimento de Fonoaudiologia, naquele momento não só no Estado de Goiás, mas em todo o Brasil. Corrobora essa afirmação, a consideração de que a regulamentação da profissão datava de 1981. A proposta curricular a vigorar a partir de 1988/2, teve o número de créditos reduzidos para 202 e a carga horária para 3.030 horas. Em virtude da solicitação da Comissão do MEC, responsável pelo reconhecimento do curso em 1989, o Departamento de Fonoaudiologia propôs novas alterações para o currículo do curso, tendo sido todas elas aprovadas em 31 de julho de1989, conforme Deliberação nº010/89-CEP, Processo 068/89-VA, de 26 de julho de 1989. A proposta curricular, introduzida em 1989/2, em vigência até a presente data, integraliza-se num total 3.300 horas, distribuídas em 220 créditos, incluindo as “Atividades Complementares”, hoje denominadas Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais. A portaria 1199 do Ministério de Educação e Cultura, de 13 de agosto de 1992, reconheceu o curso de Fonoaudiologia de acordo com o Parecer do Conselho Federal de Educação nº 325/92, conforme consta do processo nº 23000.003725/91-23. Em 1998, atendendo às exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB 9.394/96, e diante do novo cenário, determinado pela expansão dos cursos análogos no Estado e no País e a baixa demanda experimentada nos últimos anos em relação ao curso oferecido pela UCG, exigindo de sua Congregação a busca de alternativas de viabilidade entre as quais a elaboração de nova proposta curricular definida no seu Projeto Pedagógico, com a finalidade de aprimorá-la visando a melhora da qualidade e redução do custo para o aluno. Instituiu-se, assim, uma comissão para conduzir o processo de elaboração do Projeto Pedagógico do Curso, considerando as modificações no campo social e profissional, as Diretrizes Nacionais para os currículos dos cursos de graduação e as Diretrizes Nacionais específicas para a graduação em Fonoaudiologia. A análise dos três diagnósticos do curso feitos entre 1991 e 2003, a saber: questionários para captar a visão dos egressos diplomados no curso entre 1991 e 2002; avaliação do curso implementada pela então Vice Reitoria Acadêmica da UCG, em 1999; resultados do mesmo questionário da VA, aplicado aos docentes e discentes em 2003 pela equipe de reformulação curricular (Anexo I), foi objeto de amplas discussões. As análises dos resultados indicaram as reformulações e adequações a serem feitas no presente Projeto Pedagógico do Curso, para contemplar as aspirações e desejos de mudanças, manifestados pelos participantes, colhidas dos diagnósticos resultantes das avaliações às quais foi submetido, tais como: - reformulação da estrutura curricular de maneira que contemple os novos conceitos científicos e técnico-metodológicos da área fonoaudiológica; - promoção de maior integração ensino-pesquisa-extensão, incentivando o corpo docente e discente a desenvolver projetos de pesquisa e extensão; - ênfase, junto aos outros departamentos cujos docentes ministram disciplinas do curso de Fonoaudiologia, sobre a necessidade de uma real integração dos conteúdos inerentes a cada área, à formação do fonoaudiólogo, favorecendo o desenvolvimento de uma mentalidade interdisciplinar; - elaboração de novas estratégias de gerenciamento departamental que possibilitem um melhor atendimento e acompanhamento aos alunos do curso; - promoção de iniciativas institucionais e intradepartamentais que possibilitem uma melhor qualificação dos docentes; - disponibilização de melhores recursos para apoio didático visando a mediar a relação ensino-aprendizagem, mediante a ampliação de recursos audiovisuais e adequação de espaço físico e condições ambientais da sala de aula; - ampliação e atualização do acervo específico do curso disponível na Biblioteca Central. Além dos aspectos acima, a Comissão considerou, para elaboração deste Projeto Pedagógico de curso, Parecer do CNE/CES nº 1.210/2001 que fundamentou a definição das Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação em Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional; as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Fonoaudiologia, definidas na Resolução n° 05, de 19/02/2002, do CNE/CES; o Plano Nacional de Graduação; as orientações da Prograd e os documentos da UCG norteadores da política de graduação: (PEGP 2004/2010, Regulamentação do Estágio, Sistema de Auto Avaliação Interna, etc.) Tanto o CNE/CES, como a comissão de especialistas do SESU/MEC, reconheceram a necessidade “dos cursos criarem uma nova situação na qual se incorpore os significativos avanços alcançados pela área e reafirmarem a FONOAUDIOLOGIA como campo de saber e de fazer próprios...”, e concluíram que as Instituições Acadêmicas devem proporcionar uma formação profissional que atenda às demandas e exigências sociais e científicas, conforme dispõe a Resolução n° 05, de 19/02/2002, citada anteriormente e publicada no Diário Oficial da União, Brasília, em 04/03/2002. Vale ressaltar que, embora esta versão do Projeto tenha sido sistematizada pela comissão anteriormente referida, o seu conteúdo é fruto de intensas discussões dos docentes tanto do Departamento de Fonoaudiologia como dos Departamentos que compõem o quadro docente responsável pela implantação do curso. A Comissão se pautou no princípio de gestão colegiada, definido como critério orientador do ensino nesta Universidade. 3. MARCO REFERENCIAL Entre os anos 1970 e 1980, conforme histórico aqui descrito, o profissional de fonoaudiologia tinha uma atuação ligada às orientações e definições das áreas médica e psicológica, portanto, sem nenhuma autonomia e identidade. Mesmo com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 9.394/96, estabelecendo novos rumos parar a educação brasileira em todos os seus níveis, e assegurando o direito das Universidades fixarem seus cursos e programas (art. 53), os cursos de graduação em Fonoaudiologia até 2002 definiam seus currículos mínimos conforme orientações emanadas do “Conselho Federal de Educação” e dos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia, deixando os departamentos e cursos sem autonomia para definirem seus próprios projetos pedagógicos. A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais do CNE/CES, para cursos de graduação, novas orientações foram definidas para a elaboração de seus Projetos Pedagógicos, ampliando o campo de opções das instituições formadoras quanto à definição da Identidade do Curso, da Matriz Curricular, Fundamentos e Organização, bem como para seleção de disciplinas, ementas, conteúdos e estrutura geral do Curso. Essas Diretrizes asseguram aos cursos flexibilidade, diversidade e indicadores de qualidade para orientar a formação a ser oferecida aos estudantes. Baseando também nossas decisões na Constituição Federal de 1998, na Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde, na LDB, 9.394/96, no Plano Nacional de Graduação sistematizado no Fórum de Pró-Reitores de Graduação de 1999 (ForGRAD), buscou-se novas formas de pensar e estruturar esta graduação. Com essas novas orientações e as exaradas na Resolução do CNE/CES nº 5 de 19/02/2002, definiu-se que os cursos de graduação deveriam ser planejados e operacionalizados voltando-se essencialmente para a formação integral de seus alunos, mediante a articulação entre ensino-pesquisa e extensão, conferindo aos estudantes papel ativo, como sujeitos responsáveis por suas aprendizagens e definindo as funções dos professores como as de mediadores, facilitadores e incentivadores das aprendizagens em sala de aula. Definiu-se ainda que a natureza da formação integral em graduação implica a consideração dos aspectos éticos dos conteúdos de base humanista, do desenvolvimento do senso crítico e reflexivo conduzindo o aluno para uma postura proativa alcançada mediante trabalho multi e interdisciplinar. O Conselho Federal de Fonoaudiologia coerente com as Diretrizes Curriculares Nacionais indicou elementos para nortearem os Projetos Pedagógicos de Curso de sua área, a partir de sua concepção acerca desse profissional: “Fonoaudiólogo é um profissional da Saúde, de atuação autônoma e independente que exerce suas funções nos setores público e privado.É responsável pela promoção da saúde, avaliação e diagnóstico, orientação, terapia (habilitação e reabilitação) e aperfeiçoamento dos aspectos fonoaudiológicos da função auditiva periférica e central, função vestibular, linguagem oral e escrita, voz e fluência, articulação da fala, sistema miofuncional, orofacial, cervical e deglutição. Exerce também atividades de ensino, pesquisa e administrativa.” (http://www.fonoaudiologia.org.br/FONO.com.br/prin cipal) Essas orientações nortearam nosso trabalho sem ferir o princípio da autonomia departamental. A comissão tomou como ponto de partida a Identidade, a Missão, os Princípios, o Paradigma da UCG e as orientações nacionais quanto ao Perfil Profissional do aluno graduado em Fonoaudiologia. Considerando esses referenciais básicos e as responsabilidades deste profissional, detectou-se que as orientações emanadas do Conselho Federal de Fonoaudiologia priorizam ainda e, sobretudo, os aspectos técnicos dessa formação em nível de graduação. Em vista disso, a comissão decidiu que a proposta para o Curso da UCG deveria considerar também as orientações institucionais do CNE/CES. Traçaram-se como base para o perfil profissional do egresso do curso de graduação em Fonoaudiologia as dimensões do “saber ser, do saber conhecer, do saber fazer e do saber conviver”, propostas no documento aprovado na Conferência Mundial da Educação Superior, realizada em Paris, 1996. O Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia guarda em seus princípios os decorrentes do Paradigma da Racionalidade Humana, definido pela UCG como paradigma orientador de suas decisões e ações. A partir dele definiramse as bases filosóficas, epistemológicas, teóricas, didático-pedagógicas que presidirão a consecução de nossa utopia em nível de operacionalização do Curso. Constituem valores que orientam as decisões e ações do curso: educação e cidadania, educação e profissionalismo, educação e respeito ao multiculturalismo e às diferenças, educação e integridade, educação e ética pessoal e profissional. Nesse sentido, visa-se atribuir ao espaço pedagógico da educação profissional em Fonoaudiologia o lugar no qual a justiça, a solidariedade, a paixão pelo conhecimento, a responsabilidade frente ao binômio saúde-doença, a ética, o engajamento no ensino, na pesquisa e extensão, e o comprometimento com a educação permanente ganhem concretude. O perfil profissional que este curso se compromete a desenvolver, tendo como suporte a mediação coerente de cada docente, é o de um sujeito ativo, com autonomia de pensamento, capaz de responder por suas decisões e atos pautados na responsabilidade e habilidades e atitudes que lhe permita estar à altura das exigências de seu campo de atuação, e que, sabedor de sua incompletude, tenha uma atitude de intercâmbio com diferentes profissionais do setor de saúde no sentido de garantir sua intervenção qualificada e, portanto, da formação contínua. Nesta perspectiva, concebe-se o conhecimento como processo, como construção ativa que se dá na relação dialética entre docente e discente, frente ao mundo e aos objetos de conhecimento e que permite a ultrapassagem do senso comum para uma postura reflexiva, sistematizada e consciente. O conhecimento, assim entendido, é mediação e processo, tendo como objetivo a apreensão consciente da realidade para compreendê-la e, se necessário, fundamentar os projetos de intervenção e propostas de transformação. Conscientes das vertiginosas transformações da sociedade e dos avanços tecnológicos e científicos, a congregação entende a provisoriedade da ciência e perenidade dos questionamentos. Em função disso, o ensino dos conteúdos das disciplinas priorizará sua base epistemológica como meio para que sejam desenvolvidas as competências e habilidades requeridas para o trabalho intelectual autônomo e, portanto, com o domínio dos instrumentos do pensar e do fazer exigidos para a consecução do perfil profissional necessário ao mundo de hoje, indicadas nas Diretrizes Curriculares do Curso de Fonoaudiologia definidas pelo CNE/CSE (2002). Assim compreendido, a prática de ensinar e aprender supõe, a presença ativa do professor e do aluno na relação com os objetos de conhecimento. Os docentes devem desenvolver o trabalho de ensino numa postura mediadora, mobilizadora, participativa, flexível, inter e transdisciplinar, proativa e solidária. O Departamento e a Universidade devem prover meios para que as práticas sejam orientadas por tais princípios, cuja consecução impõem a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. As ações pedagógicas que dão corpo ao projeto e à matriz curricular devem ser ativas, interativas, operativas, prazerosas, crescentes em espiral de complexidade e que valorizem a razão emancipatória. A relação professor-aluno deve ser respeitosa, de compromisso com o ensinar, com o aprender e com a busca do desvelamento do mundo. A condução das práticas deve propiciar a motivação suficiente para o aprender pelo prazer da descoberta e da desalienação e da promoção da auto-estima. A avaliação da aprendizagem, nesta perspectiva, terá caráter construtivo e de realimentação do processo do ensino-aprendizagem. Deve ser processual e contínua e envolver o aluno, provendo-o dos instrumentos de hétero e autoavaliação. Como o Curso, na sua concepção, guarda estreita relação com os princípios que orientam a prática da UCG como Universidade Católica, Comunitária, de Excelência, o presente Projeto Pedagógico articula a formação geral, humanista, técnica conforme indicação dos instrumentos normativos que o regem. 4. PERFIL PROFISSIONAL A Universidade Católica de Goiás visa a capacitar seu alunado para investigar, prevenir, aperfeiçoar, promover e reabilitar a comunicação humana, atuando individualmente e em equipes, assessorando, planejando, dirigindo e orientando serviços de Fonoaudiologia. O curso de graduação em Fonoaudiologia da UCG tem como objetivo a formação de um profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo, assegurando uma sólida formação e domínio do conhecimento quanto ao objeto de estudo da Fonoaudiologia. O curso tem como objetivo formar profissionais habilitados para utilizarem adequadamente os métodos da ciência que possibilitem um conhecimento mais amplo de sua realidade global, regional e local, bem como das bases científicas, técnicas e tecnológicas referentes ao seu campo próprio de atuação. Pretende-se fomentar uma mentalidade que leve em consideração o estabelecimento de relações transdisciplinares, a compreensão crítica das áreas fundamentais da Fonoaudiologia e o desenvolvimento de uma atitude responsável e ética frente a si mesmo, ao curso, à sua profissão e à sociedade em geral. Além disso, a meta da formação do profissional fonoaudiólogo nesta instituição é proporcionar conhecimentos que lhe permitam uma atuação junto à comunidade, segundo a atual política do sistema de saúde, reiterada nas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN do Curso de Graduação em Fonoaudiologia, no parágrafo único do art. 5º, Resolução CNE/CES nº 5, de 19 de fevereiro de 2002, “A formação do Fonoaudiólogo deverá atender ao sistema de saúde vigente no país, a atenção integral da saúde no sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra-referência e o trabalho em equipe”. Para cumprimento dos objetivos propostos para o curso, serão desenvolvidas teorias e técnicas relativas aos conhecimentos básicos de Biologia, Psicologia, Física, Ética, Sociologia, Filosofia, Teologia, Saúde Comunitária e os específicos sobre linguagem, audiologia, motricidade orofacial, voz e saúde coletiva. O profissional graduado em Fonoaudiologia estará habilitado em que pese a natureza eminentemente clínica de sua formação, para o desenvolvimento de atividade de intervenção em hospitais e clínicas especializadas, podendo atuar nas áreas de saúde pública, escolar, creches e outros espaços pertinentes à comunidade, priorizando os aspectos educativos e preventivos. Neste intuito, os estágios são oferecidos nas diferentes áreas e campos de atuação: hospitais, instituições, escolas e na clínica-escola, no atendimento dos distúrbios da comunicação, com recursos de laboratório de voz, motricidade oral, audiologia e linguagem. 4.1. Competências e Habilidades Gerais do Fonoaudiólogo - Ter aptidão para desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo, assegurando a prática de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, e capacitado para pensar criticamente, analisar os problemas da sociedade e propor alternativas de soluções. - Prestar serviços de atenção à saúde, considerando padrões de qualidade e princípios da ética e bioética. - Desenvolver competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, fundamentadas em evidências científicas, visando ao uso apropriado, à eficácia e ao custo-efetividade; da força de trabalho, de equipamentos, de procedimentos e de práticas fonoaudiológicas. - Ser acessível e manter a confidencialidade das informações confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. - Dominar a comunicação verbal, não verbal, a produção escrita, a leitura, pelo menos em uma língua estrangeira. - Dominar as tecnologias da comunicação e da informação. - Estar apto a assumir posição de liderança no trabalho em equipe multiprofissional, com compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz, tendo sempre em vista o bem estar da comunidade. - Demonstrar a aptidão para tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e a administração, tanto dos recursos humanos, físicos e materiais e de informação, bem como assumir função de empreendedor, gestor, empregador ou líder na equipe de saúde. - Apropriar-se dos instrumentos do pensamento para empreender a formação continuada. - Compreender o valor da pesquisa, de novas formas de atuação e do redimensionamento do saber, bem como da produção do conhecimento. - Ser capaz de criar alternativas para enfrentar os problemas emergentes no mundo contemporâneo. - Executar, permanentemente, a prática do cuidar e do auxiliar. 4.2. Competências e Habilidades Específicas do Fonoaudiólogo - Compreender e analisar criticamente os conceitos teóricos e os métodos clínicos utilizados para prevenir, promover, avaliar, diagnosticar e tratar a saúde no que tange às especialidades da Fonoaudiologia: motricidade oral, voz, linguagem, audição e saúde coletiva. - Apreender as dimensões e processos fonoaudiológicos em sua amplitude e complexidade. - Compreender a constituição do ser humano, as relações sociais, o psiquismo, a linguagem, a aprendizagem como elementos para a apreensão da gênese e da evolução das alterações fonoaudiológicas. - Realizar intervenções apropriadas às diferentes demandas sociais, relativas a questões clínicas, científicas, filosóficas, éticas, políticas, sociais e culturais implicadas na atuação profissional do Fonoaudiólogo. - Dominar e integrar os conhecimentos, atitudes e informações necessárias aos vários campos de atuação profissional embasados na formação científica e generalista. - Elaborar, analisar e executar projetos disciplinares, multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares do campo fonoaudiológico. - Refletir sobre a conduta profissional a partir dos conhecimentos científicos, teórico-práticos e éticos adquiridos. - Ter autonomia pessoal e intelectual necessárias para dar continuidade à formação, buscando soluções para os problemas que emergem no mundo contemporâneo. - Pensar, atuar e ser proativo em sua profissão, com responsabilidade político-social. - Apreender os conhecimentos metodológicos e técnicas de investigação para a produção científica. - Acompanhar e utilizar, de forma crítica, as inovações tecnológicas no campo fonoaudiológico. - Utilizar métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos científicos. - Utilizar adequadamente os métodos e técnicas referentes ao campo de atuação do fonoaudiólogo, sendo capaz de propor novas modalidades de ação diante de situações imprevistas. - Compreender e analisar criticamente as áreas fundamentais da Fonoaudiologia, para subsidiar sua atuação profissional. - Assumir uma atitude responsável e ética no campo clínico-terapêutico e preventivo das práticas fonoaudiológicas, como também uma interação que se paute na relação de reciprocidade com a comunidade, no desempenho da profissão. - Desenvolver competências para atuar tanto em prevenção quanto em diagnóstico e reabilitação dos distúrbios da comunicação, tornando-se apto a realizar análise crítica do seu local de trabalho, optando pela forma de atuação mais eficiente, tendo em vista as peculiaridades da profissão. Além das competências e habilidades anteriormente definidas, o Curso de Fonoaudiologia considera as funções e atribuições do fonoaudiólogo, regulamentadas pela Lei nº 6965, de 09/12/1981, em seu art. 4º : “O fonoaudiólogo está qualificado a desenvolver trabalho de prevenção no que se refere à área da comunicação oral e escrita, voz e audição; participar de equipes de diagnóstico; realizar terapia fonoaudiológica; realizar o aperfeiçoamento dos padrões da voz e fala; projetar, dirigir e efetuar pesquisas fonoaudiológicas; lecionar teoria e prática fonoaudiológica; dirigir serviços de Fonoaudiologia; práticos de supervisionar Fonoaudiologia; trabalhos teóricos e assessorar órgãos e estabelecimentos no campo da Fonoaudiologia; participar da equipe de orientação e planejamento escolar, inserindo aspectos preventivos ligados a assuntos fonoaudiológicos; dar parecer fonoaudiológico e outros inerentes à sua formação.” A Matriz Curricular do curso deve contemplar em suas disciplinas, ementas e seleção dos conteúdos, estágios e atividades complementares, elementos e oportunidades para a consecução do perfil profissional garantindo a ele as condições para o desempenho das funções e atribuições acima descritas. 5. OBJETIVOS DO CURSO 5.1. OBJETIVOS DO DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA - Comprometer-se com a missão da UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS, isto é, formar “o cidadão que almeja não somente a empregabilidade, mas, sobretudo a sabedoria, que além da informação, procura a descoberta do conhecimento” (PEGP, 2003, p.13). - Gerir o curso de modo que em cada disciplina, com o referencial teórico significativo, a mediação e comprometimento dos docentes, possam facilitar a vivência e o exercício constantes dos princípios definidos para a formação na Educação Superior para o próximo milênio, propostos pela UNESCO (1996), sendo necessário, o alcance das dimensões cognitiva, afetiva, intra e interpessoal, e as demais dimensões da pessoa humana. - Gerir o curso de modo que cada disciplina considere o ser humano na sua totalidade, bem como os objetivos e competências explicitadas no projeto pedagógico. - Atender aos princípios da qualidade acadêmica social da Educação Superior. - Incentivar a educação continuada. - Desenvolver o conhecimento não apenas como um conjunto de saberes sistematizados, mas, sobretudo, como compromisso de produção e construção. - Desencadear um processo de avaliação departamental, docente e discente buscando a continuação dos padrões de qualidade assumidos frente ao curso. - Assumir a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão como princípio pedagógico fundante. - Respeitar a diversidade humana, promovendo a integração dos participantes do curso. - Desenvolver, na prática, as políticas da inclusão. - Manter uma prática interna baseada na ética, na transparência e na gestão coletiva. 5.2 OBJETIVOS E COMPROMISSOS DO CORPO DOCENTE - Exercitar sua autoria e autonomia de pensamento, sem perder a coerência com a missão da Universidade, com os marcos referenciais e com os objetivos do curso e do Departamento. - Integrar, em suas práticas, a pesquisa e extensão como princípios fundamentais sobre os quais o ensino se erige. - Exercer, no Departamento e na sala de aula, práticas interdisciplinares e transdisciplinares. - Exercer e incentivar a criatividade, criticidade, diálogo, proatividade e resiliência. - Trabalhar os conteúdos das disciplinas como meios para o desenvolvimento das competências, habilidades e posturas à formação do profissional. - Assumir a ética como um dos princípios da Ação Pedagógica. - Utilizar metodologias e práticas avaliativas conseqüentes com o paradigma racional humano e interacionista. - Envolver os alunos nos processos de aprendizagem, na condição de sujeitos de seu desempenho no curso, mediado pelo ensino e exemplo docente e humano. - Avaliar e rever constantemente sua atuação no curso e as ações que propõem a fim de manter seu compromisso com o que é previsto para ser alcançado durante o curso, assegurando formação conseqüente com o desempenho qualificado do profissional egresso. - Privilegiar, em sua carreira, a formação continuada em serviço, bem como a formação mediante a realização de cursos de pós-graduação. - Ter consciência de que, no ensino, o exemplo é mais importante do que as palavras. - Respeitar os saberes que os alunos trazem para a sala de aula e cultivar com eles o respeito para com as diferenças e o exercício de práticas includentes. - Ter disponibilidade de ousar e de correr riscos frente ao novo e aos desafios. - Saber utilizar e ajudar os alunos a usarem novas tecnologias. 5.3. OBJETIVOS E COMPROMISSOS DO CORPO DISCENTE - Conhecer os fundamentos históricos, filosóficos e metodológicos da Fonoaudiologia e seus diferentes modelos de intervenção. - Ter domínio dos conhecimentos básicos e específicos sobre o objeto de estudo da Fonoaudiologia. - Desenvolver ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação dos distúrbios da comunicação humana, tanto em nível individual quanto coletivo. - Utilizar adequadamente os métodos e técnicas referentes ao campo de atuação do fonoaudiólogo, sendo capaz de propor novas modalidades de ação diante de situações imprevistas. - Atuar com base no rigor científico e intelectual. - Contribuir com transdisciplinares. o seu conhecimento específico junto a equipes - Ser capaz de pensar e analisar criticamente, os problemas da sociedade e propor soluções para superá-los. - Compreender e analisar criticamente as áreas fundamentais da Fonoaudiologia para subsidiar sua atuação profissional. - Compreender o valor da pesquisa, de novas formas de atuação e redimensionamento do saber, bem como de construção, produção de conhecimento. - Ser capaz de gerar e aperfeiçoar tecnologias. - Assumir uma atitude responsável e ética no campo clínico-terapêutico e preventivo das práticas fonoaudiológicas, como também uma interação que se paute na relação de reciprocidade com a comunidade no desempenha da profissão. - Atuar como sujeito da aprendizagem. - Ser capaz de criar alternativas para enfrentar os problemas que emergem no mundo contemporâneo. - Desenvolver condições para atuar tanto em prevenção quanto no diagnóstico e reabilitação dos distúrbios da comunicação, tornando-se apto a realizar uma análise crítica do seu local de trabalho, optando pela forma de atuação mais eficiente, tendo em vista as peculiaridades da profissão. - Comprometer-se com o desempenho efetivo e eficaz que legitime e confirme cada vez mais a necessidade de seu trabalho na Sociedade. - Utilizar sempre a atitude proativa junto aos seus clientes/pacientes, buscando a autonomia destes. 6. PROPOSTA CURRICULAR 6.1. FUNDAMENTOS DO CURRÍCULO Na elaboração da proposta curricular, foram utilizados para o presente projeto os seguintes parâmetros: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS A Matriz Curricular do curso de Fonoaudiologia, disciplinas, ementas, carga horária, contempla conteúdos e enfoques que dão oportunidade aos seus segmentos, e, especialmente aos seus alunos, de compreenderem a evolução histórica da Fonoaudiologia no mundo, no Brasil e em Goiás. Oportuniza ainda seu contato com uma bibliografia que contemple os autores clássicos e contemporâneos da área, que os situem frente às perspectivas atuais desse campo de conhecimento. FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS Os fins aos quais o curso propõe, em coerência com a missão da UCG, buscam cultivar, desenvolver produzir e preservar a formação integral e ética do aluno, bem como uma postura de questionamento constante diante do mundo/realidade. O curso tem o compromisso de ser referência na formação de fonoaudiólogos engajados na vida e envolvidos com o desenvolvimento regional e nacional, capacitando-os a responderem adequadamente aos complexos desafios do mundo contemporâneo e aos problemas urgentes identificados no desempenho de sua profissão. O paradigma que orienta as decisões e ações no curso é o da RacionalidadeHumana que envolve o plano cognitivo-instrumental, o plano prático e moral e o plano estético-expressivo. FUNDAMENTOS ÉTICOS Cada docente, na disciplina que ensina, deve trabalhar transversalmente os valores e a ética para darem sustentação aos objetivos específicos da disciplina de Ética Profissional e Biossegurança. A vivência desses valores nas práticas de sala de aula permite ao aluno a construção do saber na articulação coerente entre o campo científico e o campo dos valores morais que orientam a sua conduta, gerando uma postura de respeito para consigo mesmo, para com os outros, expressando sempre o respeito às diferenças e diversidades. Trabalhar transversalmente os valores durante todo o curso, aliados ao conteúdo específico da disciplina de responsabilidade de cada docente permite ao aluno uma maior assimilação de posturas éticas e morais que contribuem para que sejam acrescentadas ao perfil profissional atitudes como: discernimento, autonomia responsável, partilha e cuidado, em qualquer que seja a área de atuação do profissional. FUNDAMENTOS POLÍTICOS O enfoque metodológico que cada docente deve conferir ao ensino de sua disciplina terá caráter de mediação entre o aluno e a ciência respectiva no sentido de oportunizar o domínio não apenas do saber e do saber-fazer, mas, especialmente, o de poder definir sempre, a serviço de que e de quem se está, quando vai decidir e agir. Numa sociedade de classes, é impossível a neutralidade e o aluno deve estar preparado para ter uma posição definida frente à vida e à sua profissão. Nesse sentido, a postura política que norteia o presente projeto político-pedagógico conduz a uma postura analítica, crítica e transformadora, que deve ser respeitada por todos os segmentos do curso. FUNDAMENTOS CULTURAIS O Projeto Pedagógico do Curso de Fonoaudiologia prevê a realização, pelo aluno, de Atividades Acadêmicas e Culturais, complementares ao curso que visam a desenvolver um conhecimento mais amplo que lhe possibilite estabelecer conexões que dão maior visibilidade ao seu campo de atuação e uma consciência cultural que desvele suas raízes mais profundas, que permita compreender, interpretar, preservar, reforçar e difundir as culturas nacionais, regionais e locais, entendendo o fenômeno da globalização mas evitando o perigo do “mimetismo” que ela pode gerar. O curso propõe-se a incentivar o aluno a querer entender o contexto atual de pluralismo e diversidade cultural com uma postura de respeito e defesa da inclusão. Incentiva, ainda, a construção de conhecimentos concebendo a pesquisa como princípio educativo. FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS As ações pedagógicas operacionalizam os fins e objetivos do curso. O perfil profissional, o paradigma definido pela UCG, o marco referencial, o ensino e a aprendizagem no curso devem se nortear pela interação, operatividade grupal, diálogo, construção coletiva do conhecimento. Deve ainda garantir a articulação entre teoria e prática, a interdisciplinaridade, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Na perspectiva da ruptura com as práticas que fragmentam e atomizam, há claramente opção por uma postura holística e totalizadora, atribuindo-se à construção do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e às oportunidades de se vivenciar a interdisciplinaridade nas aulas e nos estágios, espaço privilegiado para o aluno construir a síntese possível que nem sempre é facilitada pela grade curricular dividida e subdividida enquanto conteúdo quantificado que não lhe permitem entender a globalidade do ser humano e do conhecimento. De acordo com a Resolução n° 5 de 09/02/2002, do CNE/CES, os conteúdos curriculares do curso devem contemplar os campos de conhecimentos a saber: − Ciências Biológicas e da Saúde − Ciências Sociais e Humanas − Ciências Fonoaudiológicas O professor, ciente das diretrizes orientadoras desta nova proposta, deve ser o mediador e o integrador dessas áreas de conhecimento. O aluno deve ser sujeito de sua aprendizagem, adquirindo autonomia de pensamento, atuando ativamente no processo de aquisição do conhecimento. A aprendizagem deve ser concebida em suas quatro dimensões, quais sejam: a do corpo, a da inteligência, a do afeto e a do organismo, todas perpassadas pelo social. As aulas devem se constituir em espaços dialógicos de desafios, problematizações e pesquisas. Ali circularão não só situações de transmissãoassimilação dos saberes já sistematizados, mas as condições de produção e construção de conhecimento, com abertura para a permanente aprendizagem.. 6.2 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O curso de Graduação em Fonoaudiologia é oferecido na modalidade presencial, semestral, com aulas no período matutino, com possibilidade de estágios nos períodos matutino e vespertino, e confere ao estudante o título de bacharel. O presente projeto entrará em vigor a partir de 2006/2. 6.2.1. ESTRUTURA GERAL DO CURSO O curso de Fonoaudiologia está estruturado em 228 créditos o que equivale a uma carga horária de 3180 horas, distribuídas em oito semestres (Quadro 1). Conta, ainda, com uma carga horária de 120 horas, correspondente às Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, elaboradas a partir da Resolução n° 009/2004 do CEPEA. Quadro 1 - Distribuição da carga horária do curso de Fonoaudiologia em seus 8 períodos. PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA PRIMEIRO 24 360 SEGUNDO 26 390 TERCEIRO 26 390 QUARTO 28 420 QUINTO 28 420 SEXTO 28 420 SÉTIMO 26 390 OITAVO 26 390 TOTAL 212 3180 6.2. 2 Matriz curricular Quadro 2. MATRIZ CURRICULAR 2006/2 e 1989/1: comparação PROPOSTA para 2006/2 1º 2º prel. Introdução à Fonoaudiologia Lingüística I Histologia, Embriologia e Genética Anatomo-fisiologia Humana Lingua portuguesa I N.º de Créditos no Período Psicologia do Desenvolvimento Lingüistica II Neurofisiologia da Linguagem Neuropatologia Morfofisiol. dos Órgãos da Fala Teologia e Ciências da Vida Física Acústica e Psicoacústica prat lab. 04 04 06 04 04 04 04 e 06 02 04 02 Total 04 04 06 06 04 24 02 - - - - 04 04 06 04 04 04 -02 02 26 N.º de Créditos no Período 3º 4º 5º Morfofisiol. dos Órgãos da Audição 02 Antropologia Filosófica 04 Aquisição e Desenv. da Linguagem 06 Odontologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço aplicada a Fonoaudiologia 04 Psicologia da Educação 04 Ciências Sociais Aplic. a Saúde 04 Nº de Créditos no período Otorrinolaringologia aplicada Fonoaudiologia Audiologia Clínica I Avaliação de Linguagem COMDIS. : Motricidade Orofacial COMDIS. : VOZ Psicologia Aplicada à Saúde Deontologia fonoaudiológica Formação clínico-terapêutica Nº de Créditos no Período Voz Profissional e análise acústica Audiologia Clínica II COMDIS: Ling. Oral I Estágio Sup. em COMDIS: MO COMDIS: Linguagem Escrita Optativa Nº de Créditos no Período 02 -- -- a 04 02 04 04 04 04 e 02 02 04 06 04 04 04 04 06 04 04 04 26 04 - 02 02 04 02 02 - - - 04 04 04 04 04 04 28 04 06 06 04 04 04 28 1989/1 Lingüística Português Teologia Biologia Fundam. Sociol. e Fono Ed. Física Introd. Estatística Total ............................... Método de Estudo e Pesquisa Física Acústica Fisiologia humana Psicologia da Educ. I Lingüistica II Morfossintaxe e semântica Anatomia humana Ed. Física Total ....................... .... 04 04 04 06 04 02 04 28 04 04 04 06 04 04 04 02 26 Morfofisiologia da Fala Morfofisiologia dos Órgãos da Audição Neurofisiologia da Fala e da Lgg Psicolinguística Psicologia da Educ. II EPB Total ............................... 04 Abordagem Corporal Psicologia da Educ. FIII Ética Profissional e Princ. Filos. Dist. da Cção I Desenv. de Linguagem I Avaliação Audiológica I Total.................................... 04 04 04 Aval. Audiológica II Dist. da Comunicação II Fono Clín. I Psicologia do Excepcional T. T. de psicomotricidade Desenv. de Linguagem II Total................................... 06 06 06 04 04 04 30 04 04 04 06 04 26 04 04 04 26 6º 7º 8º COMDIS: Ling. Oral II Bioestatística Audiologia Clínica III COMDIS: Fala e Linguagem Estágio Sup. em COMDIS: VOZ Saúde coletiva e Fonoaudiologia Audiologia Educacional Nº de Créditos no Período 04 04 02 04 04 04 LIBRAS Estágio Sup. em COMDIS: Audio Educ. Estágio Sup. em COMDIS: linguagem Estágio em Audio Clínica I Metodologia do trabalho cientifico Audiologia Clínica IV Nº de Créditos no Período Estágio Sup. em COMDIS: Fono Clínica Estágio Sup. em Audio Clínica II Estágio Sup. em Ações coletivas de saúde Trabalho de Conc. de Curso II Seminários Temáticos Nº de Créditos no Período 02 02 04 04 02 04 08 04 - 04 02 Total: 04 04 06 06 04 04 Total.................................. 28 02 Aval. de Linguagem II Estudo Clínico I Fono Clínica III Audio Educ. II Est. Superv. Audio Clín. I Est. Superv. Fono Clín. II Est. Audiol. Educ. Total................................... Estudo Clínico II Estágio Sup. em Fono Clínica II Estágio Sup. em Audio Clínica II Estágio Fono Educ. Total.................................... 04 04 06 06 04 08 04 36 04 04 08 04 04 04 26 08 08 - 08 08 04 - - 04 04 02 - 660 horas 212 créditos = 3180 horas Atividades acadêmico-científico-culturais: 120 horas Carga horária total: 3300 horas Avaliação de Linguagem I T. Tec. Atendimento Fgico Dist. da Cção III Fono Clínica II Audio Educacional I Aval. Audiológica III 02 Teórica: 168 créditos = 2520 horas Estágio: 44 créditos = 04 04 04 04 04 04 04 28 26 08 08 04 24 Quadro 3. MATRIZ CURRICULAR FONOAUDIOLOGIA: VIGÊNCIA A PARTIR DE 2006/2 Grade Proposta 2006/2 Créditos 3300 horas Teor- Prát. Per 1º Prel. Prat. Lab. Total Pré requisito FON1010 Código Introdução a Fonoaudiologia Disciplinas 04 - - 04 - LET 2011 Lingüística I 04 - - 04 - CBB1120 Histologia, embriologia e genética 06 - - 06 - CBB1130 Anatomo-fisiologia humana 04 - 02 06 - LET4101 Lingua portuguesa I 04 - 04 - - 24 N.º de Créditos no Período FIT 1500 FON1020 2º Teologia e ciências da vida Neurofisiologia da linguagem 04 e 06 Neuropatologia - - - 04 - 04 Psicologia do Desenvolvimento 04 - LET 2012 - Lingüística II 04 CBB5020 Morfofisiologia dos órgãos da Fala 02 MAF1180 Física Acústica e Psicoacústica 02 CBB5030 Morfofisiologia dos órgãos Antropologia filosófica 04 FON 1030 Aquisição e desenv. da Linguagem oral 06 FON1050 Odontologia e cirurgia de cabeça e pescoço aplicadas à Fonoaudiologia Psicologia da Educação Ciências sociais aplicadas à saúde Nº de Créditos no período FON1060 FON1001 FON1070 FON1080 PSI 2662 FON1090 Otorrinolaringologia Fonoaudiologia aplicada COMDIS. : Motricidade Orofacial COMDIS. : VOZ Psicologia aplicada à saúde Formação clínico-terapêutica Nº de Créditos no Período 26 - 02 04 04 - - - 06 04 04 04 - 04 - 04 - 04 à Audiologia Clínica I fonoaudiológica 04 26 Avaliação de linguagem Deontologia 02 02 FON1040 04 da audição HGS1431 - 06 02 - FIT 1528 EDU1050 4º - PSI 1050 N.º de Créditos no Período 3º 04 e CBB5020/5030 04 - 04 - 04 FON1030 02 - 02 04 CBB5030 04 - - 04 FON1050 04 - - 04 FON1040 04 - - 04 02 04 02 - 04 28 - 5º FON1011 COMDIS: ling. oral I 06 FON1100 COMDIS: Linguagem Escrita FON1110 Estágio Sup. em COMDIS: MO - - 06 04 - - 04 - 04 - 04 FON1120 Voz profissional e Análise acústica 02 - 02 04 FON1002 Audiologia Clínica II 04 - 02 06 Optativa 04 Nº de Créditos no Período 6º FON1001 04 - 28 - COMDIS: Fala e linguagem 04 - - 04 FON1030 FON1003 Audiologia clínica III 02 - 02 04 FON1002 FON1012 COMDIS: Linguagem oral II 04 - - 04 FON1020 FON1140 Estágio Sup. em COMDIS: VOZ 04 - 04 FON1080 FON1150 Saúde coletiva e fonoaudiologia 04 FON1160 Audiologia Educacional 04 - CBB1140 Bioestatística 04 - FON1190 LIBRAS FON1170 Estágio Sup. LINGUAGEM FON5705 FON1004 FON1180 FIT1080 04 - - 04 - - 04 28 02 02 em COMDIS: Estágio Sup. em Audio Clínica I Audiologia clínica IV Estágio Sup. em COMDIS: Audio Educacional Metodologia do trabalho científico - 08 - 08 - 04 - 04 FON1002 02 - 02 04 CBB5030 - 04 - 04 FON1160 04 - - 04 Nº de Créditos no Período FON1200 8º FON1070 FON1130 Nº de Créditos no Período 7º FON1020 FON5712 26 Estágio Sup. em Ações coletivas de saúde Estágio Sup. em Audio Clínica II em COMDIS: Fono - 04 - 04 FON1150 - 08 - 08 FON5705 - 08 - 08 FON1060 FON1210 Estágio Clínica FON1220 Trabalho de Conclusão de Curso 04 - - 04 Seminários temáticos 02 - - 02 FON1230 Sup. 26 Nº de Créditos no Período LEGENDA: Disciplinas novas Disciplinas mantidas Produção científica Disciplinas básicas obrigatórias Estágios Teórica: 168 créditos = 2520 horas Estágio: 44 créditos Total: = 660 horas 212 créditos = 3180 horas Atividades acadêmico-científico-culturais: 120 horas Carga horária total: 3300 horas FON1011 QUADRO 4 - COMPARAÇÃO ENTRE O DISPOSTO PELAS DIRETRIZES CURRICULARES E A NOVA PROPOSTA CURRICULAR DIRETRIZES CURRICULARES PROPOSTA para 2006/2 Saúde Coletiva e Fonoaudiologia Psicologia da saúde Estágio Sup. em Ações coletivas de - Atenção à saúde - Comunicação saúde Seminários temáticos - Tomada de decisões - Liderança - Administração e gerenciamento Ciências Biológicas e da Saúde Histologia, embriologia e genética Anatomo-fisiologia humana Morfofisiologia dos órgãos da audição Morfofisiologia dos órgãos da Fala Neurofisiologia da linguagem e Neuropatologia Odontologia e cirurgia de cabeça e pescoço aplicado a Fonoaudiologia Ciências Sociais e Humanas Psicologia do Desenvolvimento Psicologia da aprendizagem Ciências sociais aplicadas à saúde Antropologia filosófica Lingüística I e II Morfossintaxe e semântica Aquisição e desenv. da Linguagem Teologia e ciências da vida Ciências Fonoaudiológicas Física Acústica e Psicoacústica Otorrinolaringologia aplicada a Fonoaudiologia Audiologia Clínica I, II, III e IV Estágio Sup. Em Audio Clínica I Estágio Sup. Em Audio Clínica II Audiologia Educacional Introdução à Fonoaudiologia Avaliação de linguagem Aquisição e desenvolvimento da linguagem COMDIS: ling. oral I COMDIS: ling. oral II COMDIS: Linguagem escrita COMDIS: Fala e linguagem COMDIS. : MO COMDIS. : VOZ Voz profissional e Análise acústica Deontologia fonoaudiológica e Formação clínico-terapêutica Estágios Estágio Sup. Em COMDIS: MO Estágio Sup. Em Fono Clínica Estágio Sup. Em COMDIS: VOZ Estágio Sup. Em COMDIS: Audio Educacional Estágio Sup. Em COMDIS: Linguagem Atividades Complementares: Atividades acadêmico-cientifico culturais – 120 horas Trabalho de conclusão do Curso de Bioestatistica Graduação em Fonoaudiologia Metodologia do trabalho científico Trabalho de conclusão de curso e 6.2.3 Ementário 1° PERÍODO Disciplina: Introdução à Fonoaudiologia Curso: Fonoaudiologia Código CR FON1010 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 1º Ementa: Fonoaudiologia e suas especialidades, campos de atuação e relações interdisciplinares. Histórico e conceitos básicos. Disciplina: Lingüística I Curso: Fonoaudiologia Código CR PER LET2011 04 1º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Pressupostos teóricos da lingüística como ciência da linguagem. Conceitos básicos da lingüística tradicional e da moderna. Disciplina: Histologia, Embriologia e Genética Curso: Fonoaudiologia Código CR PER CBB1120 06 1º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Histologia, Embriologia e Genética Humana, voltadas especificamente para os órgãos ligados à fala, à audição e ao sistema nervoso. Disciplina: Anátomo-Fisiologia Humana Curso: Fonoaudiologia Código CR PER CBB1130 06 1º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Estudo das estruturas, sistemas e funções que compõem o corpo humano: saúde e doença. Disciplina: Língua Portuguesa I Curso: Fonoaudiologia Código CR PER LET4101 04 1º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Leitura, análise e produção textual a partir dos elementos constitutivos do texto na elaboração do ensaio acadêmico e do relatório, bem como o exercício das técnicas de síntese textual, observando-se as normas gramaticais vigentes e as normas da ABNT. 2° PERÍODO Disciplina: Teologia e Ciências da Vida Curso: Fonoaudiologia Código CR FIT1500 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 2º Ementa: Reflexão sobre as relações entre o fenômeno religioso e o desenvolvimento das ciências da vida e da ecologia, tendo como ponto de partida a tradição teológica cristã latino-americana, e como eixos de referência os valores evangélicos da vida plena, da compaixão e da solidariedade. Disciplina: Física Acústica e Psicoacústica Curso: Fonoaudiologia Código CR MAF1180 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 2º Ementa: Fundamentos de física acústica, estudos dos efeitos acústicos, eletroacústica, biofísica da audição e da fonação. Disciplina: Morfofisiologia dos Órgãos da Fala Curso: Fonoaudiologia Código CR CBB5020 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 2º Ementa: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da fala: estrutura e funções. Disciplina: Neurofisiologia da Linguagem e Neuropatologia Curso: Fonoaudiologia Código CR FON1020 06 PER Co-Requisito Pré-Requisito , 2º Ementa: Estudo dos processos neurológicos da fala e da linguagem e da neuropatologia: disfunção e reabilitação. Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento Curso: Fonoaudiologia Código CR PSI1050 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 2º Ementa: Conceitos básicos sobre a Psicologia, desenvolvimento cognitivo-intelectual, afetivo-emocional e os processos de socialização do homem: o papel da linguagem na comunicação. Disciplina: Lingüística II Curso: Fonoaudiologia Código CR LET2012 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 2º Ementa: As unidades lingüísticas nos seus níveis Fonético e Fonológico. 3° PERÍODO Disciplina: Antropologia Filosófica Curso: Fonoaudiologia Código CR FIT1528 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 3º Ementa: Reflexão filosófica sobre as várias concepções de homem, desde os gregos até a contemporaneidade. Investigação das noções sobre natureza e vida e os diversos temas filosóficos no mundo contemporâneo sobre a idéia de humanidade. Disciplina: Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Oral Curso: Fonoaudiologia Código CR FON1030 06 PER Co-Requisito Pré-Requisito 3º Ementa: Fundamentos teóricos, aspectos estruturais, funcionais e cognitivos da aquisição e desenvolvimento da linguagem oral. Disciplina: Morfofisiologia dos Órgãos da Audição Curso: Fonoaudiologia Código CR CBB5030 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 3º Ementa: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da audição. Disciplina: Odontologia e Cirurgia de Cabeça Fonoaudiologia e Pescoço Aplicadas à Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1050 04 3º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Interface entre a Odontologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço com a Fonoaudiologia, abordando o diagnóstico e tratamentos em equipe. Disciplina: Psicologia da Educação Curso: Fonoaudiologia Código CR PER EDU1050 04 3º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Teorias de aprendizagem e reflexões sobre a inclusão dos indivíduos com necessidades especiais, com ênfase nas questões sócio-educacionais e serviços especiais para o atendimento do indivíduo. Disciplina: Ciências Sociais Aplicadas à Saúde Curso: Fonoaudiologia Código CR PER HGS1431 04 3º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Conceitos fundamentais das Ciências Sociais como instrumento para a compreensão histórica da construção do saber na área da saúde e da sua dimensão social para a atuação do profissional em saúde. O saber em fonoaudiologia. Relações de poder na área da saúde. 4° PERÍODO Disciplina: Otorrinolaringologia Aplicada à Fonoaudiologia Curso: Fonoaudiologia Código CR FON1040 04 PER Co-Requisito 4º Pré-Requisito CBB5020 Ementa: Interface entre a otorrinolaringologia e a fonoaudiologia; estudo das doenças otorrinolaringológicas. Especificidade da fonoaudiologia Disciplina: Avaliação de Linguagem Curso: Fonoaudiologia Código CR FON1060 04 PER Co-Requisito 4º Pré-Requisito FON1030 Ementa: Avaliação dos componentes da linguagem oral: fonológico, morfológico, sintático, semântico e pragmático. Disciplina: Audiologia Clínica I Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1001 04 4º Co-Requisito Pré-Requisito CBB5030 Ementa: Avaliação dos problemas da audição: testes utilizados; Audiometria aérea e óssea; execução do mascaramento e sua importância; Logoaudiometria; Testes Acumétricos e Saúde Auditiva do Trabalhador. Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Motricidade Orofacial Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1070 04 4º Co-Requisito Pré-Requisito FON1050 Ementa: Estudo do Sistema Estomatognático e das funções de sucção, deglutição, respiração, mastigação e fala, quanto à prevenção, diagnóstico e terapia fonoaudiológica. Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Voz Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1080 4 4º Co-Requisito Pré-Requisito FON1040 Ementa: Prevenção e reabilitação dos distúrbios da fonação. Disciplina: Psicologia Aplicada à Saúde Curso: Fonoaudiologia Código CR PER PSI2662 04 4º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Aplicação da psicologia da personalidade às questões da área da saúde. Relações interpessoais, relação terapêutica, reações do indivíduo no processo do adoecer e da morte. Papel proativo do fonoaudiólogo frente ao binômio saúde-doença. Disciplina: Deontologia Fonoaudiológica e Formação Clínico-Terapêutica. Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1090 04 4º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Legislação referente ao exercício profissional do fonoaudiólogo e noções de biossegurança. Atendimento clínico/terapêutico, promoção da segurança, confiança, habilidade, ética e competência quanto ao relacionamento com clientes. 5° PERÍODO Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Linguagem Oral I Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1011 06 5º Co-Requisito Pré-Requisito FON1020 Ementa: Distúrbios de linguagem infantil de origem neurológica: avaliação e terapia. Disciplina: Estágio Supervisionado em Comunicação e Seus Distúrbios: Motricidade Orofacial Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1110 04 5º Co-Requisito Pré-Requisito FON1070 Ementa: Atendimento a pessoas com Distúrbios Oromiofuncionais: avaliação e terapia. Disciplina: Voz Profissional e Análise Acústica Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1120 04 5º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Noções de análise acústica e atuação fonoaudiológica com voz profissional. Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Linguagem Escrita. Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1100 04 5º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Estágios do desenvolvimento e processamento da linguagem escrita, avaliação dos distúrbios e tratamento. Disciplina: Audiologia Clínica II Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1002 06 5º Co-Requisito Pré-Requisito FON1001 Ementa: Imitanciometria; testes supralimiares; avaliação audiológica infantil. Disciplina: Optativas Curso: Fonoaudiologia Código CR PER 04 5º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: 6° PERÍODO Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Linguagem Oral II Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1012 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito FON1020 Ementa: Distúrbios de linguagem, em adultos, de origem neurológica: avaliação e terapia. Disciplina: Comunicação e Seus Distúrbios: Fala e Linguagem Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1130 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito FON1030 Ementa: Teorias e técnicas de prevenção e reabilitação dos problemas da fala, linguagem e fluência. Disciplina: Audiologia Clínica III Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1003 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito FON1002 Ementa: Seleção e adaptação dos Aparelhos de Amplificação Sonora Individual. Disciplina: Estágio Supervisionado em Comunicação e Seus Distúrbios: Voz Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1140 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito FON1080 Ementa: Atendimento a pessoas com distúrbios de voz e voz profissional. Disciplina:Saúde Coletiva e Fonoaudiologia Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1150 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Políticas de saúde e planejamento em saúde. Disciplina: Audiologia Educacional Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1160 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Teorias, métodos e técnicas de prevenção e reabilitação dos problemas da audição. Disciplina: Bioestatística Curso: Fonoaudiologia Código CR PER CBB1140 04 6º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Conceituação de séries estatísticas, gráficos, medidas de posição e dispersão e desenvolvimento de metodologia para a sua construção e determinação, probabilidades, testes de hipótese, correlação. 7° PERÍODO Disciplina: LIBRAS Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1190 02 7º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Bases teóricas e práticas para a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Disciplina: Estágio Supervisionado em COMDIS: Linguagem Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1170 08 7º Co-Requisito Pré-Requisito FON01011 Ementa: Atuação terapêutica nos Distúrbios da Comunicação. Disciplina: Audiologia Clínica IV Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1004 04 7º Co-Requisito Pré-Requisito CBB5030 Ementa: Avaliação eletrofisiológica da audição; avaliação otoneurológica e reabilitação vestibular; avaliação do processamento auditivo central. Disciplina: Estágio Supervisionado em Audiologia Clínica I Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON5705 04 7º Co-Requisito Pré-Requisito FON1002 Ementa: Atuação em Avaliação Audiológica. Disciplina: Estágio Supervisionado em COMDIS: Audiologia Educacional Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1180 04 7º Co-Requisito Pré-Requisito FON1160 Ementa: Atendimento a pessoas com deficiência auditiva. Disciplina: Metodologia do Trabalho Científico Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FIT1080 04 7º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Ciência e conhecimento científico; metodologia científica e pesquisa; tipos de pesquisa; estrutura e organização de trabalhos científicos; projeto de pesquisa em fonoaudiologia. 8° PERÍODO Disciplina: Estágio Supervisionado em Ações Coletivas de Saúde Curso: Fonoaudiologia Código FON1200 CR 04 PER 8º Co-Requisito Pré-Requisito FON1150 Ementa: Atuação fonoaudiológica na promoção de ações coletivas da saúde. Disciplina: Estágio Supervisionado em Audiologia Clínica II Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON5712 08 8º Co-Requisito Pré-Requisito FON5705 Ementa: Atuação em Avaliação Audiológica. Disciplina: Estágio Supervisionado em COMDIS: Fonoaudiologia Clínica Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1210 08 8º Co-Requisito Pré-Requisito FON1060 Ementa: Atuação terapêutica nos distúrbios da Comunicação. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1220 04 8º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Elaboração de trabalho de conclusão de curso. Disciplina: Seminários Temáticos. Curso: Fonoaudiologia Código CR PER FON1230 02 8º Co-Requisito Pré-Requisito Ementa: Seminários de atualização técnico-científica em Fonoaudiologia. 6.2.4 PROGRAMAS DE DISCIPLINAS PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À FONOAUDIOLOGIA Código CR FON 1010 04 PER Co-Requisito Pré-Requisito 1° EMENTA: Fonoaudiologia e suas especialidades, interdisciplinares. Histórico e conceitos básicos. campos de atuação e relações OBJETIVO GERAL: Dominar os conceitos básicos necessários ao entendimento do campo de atuação de sua área profissional e da inter-relação desta com outras profissões. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Conhecer o percurso histórico da fonoaudiologia. Identificar os campos de atuação do fonoaudiólogo. Apreender os conceitos de comunicação, audição, linguagem, voz e fala. Identificar os distúrbios da comunicação oral e escrita, voz e audição. Definir as especialidades fonoaudiológicas. Compreender as relações da fonoaudiologia com áreas afins. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Introdução à Fonoaudiologia: Definição; Histórico; A formação do fonoaudiólogo. - Campos de Atuação da Fonoaudiologia: Prevenção; Reabilitação; Educacional; Estética; Pesquisa/Docência. - Conceitos básicos em Fonoaudiologia: Comunicação; Audição; Linguagem; Voz e Fala. - Especialidades fonoaudiológicas: Voz, Audiologia, Linguagem, Motricidade orofacial, Saúde Coletiva. - Introdução aos distúrbios da comunicação: Distúrbios da audição; Distúrbios da linguagem (oral e escrita); Distúrbios de fala e articulação; Distúrbios da voz. - Áreas afins: Conceitos de interdisciplinaridade e multidisciplinaridade; Noções básicas de outros campos profissionais (na medicina em geral, na psicologia, na fisioterapia, na nutrição, na pedagogia, na lingüística). - Órgãos de Classe BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOONE, D.; PLANTE, E. Comunicação humana e seus distúrbios. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. CAPELLETTI, I. A fonoaudiologia no Brasil: reflexões sobre os seus fundamentos. São Paulo: Cortez, 1985. PEÑA-CASANOVA, J. Manual de fonoaudiologia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992. SOUZA, L.B.R. Fonoaudiologia fundamental. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia preventiva: teoria e vocabulário técnico científico. São Paulo: Lovise, 1996. MOREIRA, D.R. Fonoaudiologia: o sentido que se produz nas áreas médica, odontológica e fonoaudiológica. São Paulo, 2000. Dissertação (Mestrado) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2000. NICOLOSI; HARRYMAN; KRESHECK. Vocabulário dos distúrbios da comunicação – fala, linguagem e audição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE LETRAS CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA I Código CR Per Co-Requisito Pré-Requisito LET 2011 04 1° EMENTA: Pressupostos teóricos da lingüística como ciência da linguagem. Conceitos básicos da lingüística tradicional e da moderna. OBJETIVO GERAL: Adquirir noções básicas dos fundamentos conceituais da lingüística em suas diferentes correntes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Delimitar a especificidade da lingüística face às ciências que descrevem os processos de comunicação social, dos pontos de vista sincrônico e diacrônico. - Evidenciar noções gerais de método de análise da linguagem nas diferentes correntes da lingüística moderna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Definição de linguagem; a lingüística como ciência; filologia, gramática, lingüística; dupla articulação da linguagem. - Ferdinand de Saussure e o Curso de Lingüística Geral: As dicotomias; língua, fala; sincronia, diacronia; sintagma, paradigma; língua falada, língua escrita, o signo lingüístico e suas características: arbitrariedade, motivação, linearidade do significante, mutabilidade e imutabilidade. - As correntes da lingüística moderna: Estruturalismo americano e europeu; gerativismo; lingüística textual; teoria da enunciação; pragmática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MUSSALIM, F.; BENTES, A.C. Introdução à lingüística. V 1, São Paulo: Cortez, 2001. ORLANDI, E.P. O que é lingüística. São Paulo: Brasiliense, 1990. SAUSSURE, F. Curso de lingüística geral. São Paulo: Cultrix, 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CABRAL, L. Introdução à lingüística. Porto Alegre: Globo, 1985. CÂMARA JÚNIOR, J.M. História da lingüística. Petrópolis: Vozes, 1979. CRYSTAL, D. O que é lingüística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1981. CULLER, J. As idéias de Saussure. São Paulo: Cultrix, 1979. KRISTEVA, J. História da Linguagem. Lisboa: Edições 70, 1988. LEROY, M. As grandes correntes da lingüística moderna. São Paulo: Cultrix, 1971. LYONS, J. Linguagem e lingüística. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. ROBINS, R.H. Lingüística geral. Porto Alegre: Globo, 1977. ____________. Pequena história da lingüística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1983. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: HISTOLOGIA, EMBRIOLOGIA E GENÉTICA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito 1120 06 1° EMENTA: Histologia, Embriologia e Genética Humana, voltadas especificamente para os órgãos ligados à fala, à audição e ao sistema nervoso. OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos relacionados à normalidade e anormalidade do ser humano, frente aos aspectos celulares, histológicos, embrionários e genéticos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conhecer aspectos teóricos e práticos sobre a estrutura biomolecular das células e dos tecidos. - Compreender embriogênese e histologia dos tecidos e sistemas importantes para o fonoaudiólogo. - Conhecer as bases da hereditariedade e das anomalias cromossômicas encontradas nos seres humanos. - Adquirir conhecimento e aplicabilidade do aconselhamento genético nas diversas anormalidades, incluindo a avaliação do surgimento do câncer nas áreas da fala, audição e sistema nervoso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Introdução ao estudo histológico: organização celular; multiplicação celular; organização histológica dos diversos tecidos e sistemas. - Introdução ao estudo da embriogênese: Principais eventos embrionários e fetais; Gametogênese feminina e masculina; Formação gemelar. - Introdução ao estudo genético: Gene e seu funcionamento; Composição química do gene; Padrões de transmissão gênica; Erros hereditários do metabolismo; Anomalias cromossômicas; Oncogênese; Aconselhamento genético. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GRIFFITHS, A.J.F., GELBART, W.M., MILLER, J.H., LEWONTIN, R.C. Genética Moderna. 2ª ed, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOTTA, P.A. Genética Humana aplicada à Psicologia, Nutrição, Enfermagem e Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1998. SNUSTAD, D.P. Fundamentos de Genética. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2001. VIDAL, B.C.; MELLO, M.L.S. Biologia Celular. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 2001. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ANATOMOFISIOLOGIA HUMANA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito CBB1130 06 1° EMENTA: Estudo das estruturas, sistemas e funções que compõem o corpo humano: saúde e doença. OBJETIVO GERAL: Reconhecer as estruturas e funções que compõem o corpo humano e sua posição anatômica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender o modo como o corpo reage a um estímulo. - Identificar o estado de doença. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Introdução ao Estudo da Anatomia e Fisiologia Humana: Conceitos e objetivos da anatomofisiologia; Posição e variação anatômica, planos de secção e delimitação do corpo humano; Níveis de organização do corpo humano, químico, celular e tissular; Fisiologia celular: célula, transporte através da membrana, potenciais de membrana e de ação. - Sistema Locomotor: Ossos e articulações funcionais; Anatomia funcional dos músculos estriados esqueléticos. - Sistemas de Manutenção do Corpo Humano: Anatomofisiologia do sistema cardiovascular; Organização do aparelho respiratório e funções; Sistema linfático: anatomia e fisiologia dos vasos linfáticos; Anatomofisiologia do rim, filtração glomerular, regulação do equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-base; Anatomofisiologia do aparelho digestório; Processo da digestão, vômito e defecação. - Sistemas Reprodutores: Anatomofisiologia do aparelho reprodutor feminino e masculino; Ciclo reprodutivo feminino. - Sistema Nervoso: Divisão anatômica e funcional do Sistema Nervoso; Neurônios e Neuroglias; Anatomia, fisiologia e transmissão sináptica; Sistema nervoso periférico; Considerações anátomo-clínicas da medula espinhal e tronco encefálico; Anatomofisiologia do telencéfalo, diencéfalo, tronco encefálico e cerebelo. - Sistema Endócrino: Anatomofisiologia das glândulas: hipófise, tireóide, paratireóide, pâncreas, supra-renais; Hormônios. - Sistema Sensorial: Anatomofisiologia dos órgãos sensoriais. - Sistema Tegumentar: Pele; Anexos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 2002. GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. TORTORA, G.J. Princípios de anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GRAY, H. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1973. MACHADO, A.B.M. Neuroanatomia funcional. Rio de Janeiro: Atheneu, 1991. MOORE, K. Anatomia orientada para a clínica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE LETRAS CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA I Código CR PER Co-Requisito LET 4101 04 1º Pré-Requisito EMENTA: Leitura, análise e produção textual a partir dos elementos constitutivos do texto na elaboração do ensaio acadêmico e do relatório, bem como o exercício das técnicas de síntese textual, observando-se as normas gramaticais vigentes e as normas da ABNT. OBJETIVO GERAL: Desenvolver mecanismos indispensáveis à habilidade de ler com compreensão e espírito crítico, interpretar e produzir textos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Produzir síntese de textos, em forma de esquema e resumo. - Compreender a composição do texto lido, mediante modelos apresentados e exercitados previamente. - Demonstrar domínio da comunicação escrita, quanto à coerência textual, assim como quanto à correção e clareza da linguagem, do ponto de vista da norma gramatical. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Leitura – Níveis: sensorial, emocional e racional; Fases: leitura prévia, exploratória, seletiva, reflexiva e interpretativa; Planos: compreensão, interpretação e criatividade; Modos de Composição: narrativos, descritivos e dissertativos. - Produção textual – Elementos constitutivos do texto, Palavra, Frase, Parágrafo; Fatores de textualidade, Coesão, Coerência, Informatividade, Aceitabilidade, Intencionalidade, Intertextualidade, Situacionalidade; Ensaio Acadêmico; Relatório. - Sínteses – Resumo; Esquema. - Suporte Gramatical Aplicado aos Textos – Ortografia; Pontuação; Concordância; Alguns Aspectos de Regência; Outros Aspectos Lingüísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CUNHA, C.; CINTRA, L.F.L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1985. FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CARVALHO, M.C.M. (org.) Construindo o saber: técnico de metodologia científica. Campinas: Papirus. CLAVER, R. Escrever sem doer : oficina de redação. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1992. FARACO, C.A.; TEZZA, C. Prática de texto: língua portuguesa para nossos estudantes. Petrópolis: Vozes, 1992. FÁVERO, L.L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991. FLÔRES, L.L. (org.) Redação, o texto técnico científico e o texto literário. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1994. GARCIA, O.M. Comunicação em prosa moderna. 17ª ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996. MESQUITA, R.M. Gramática da Língua portuguesa. São Paulo: Saraiva, 1997. SERAFINI, M.T. Como escrever textos. Trad. Maria A. B. de Mattos: Adap. Ana M. M. Garcia. Rio de Janeiro: Globo, 1989. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: NEUROFISIOLOGIA DA LINGUAGEM E NEUROPATOLOGIA Código CR FON 1020 06 PER 2° Co-Requisito Pré-Requisito EMENTA: Processos neurológicos da fala e da linguagem e neuropatologia: disfunções e reabilitação. OBJETIVO GERAL: Compreender a neurofisiologia e patologias do Sistema Nervoso Central aplicadas à prática clínica de Fonoaudiologia. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Dominar conhecimentos fundamentais sobre a organização cerebral da fala e da linguagem. - Apreender o papel das estruturas nervosas e as conseqüências de suas disfunções na fala e na linguagem. - Compreender as bases neurofisiológicas para a reabilitação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Fundamentos de Neuroembriologia. - Divisões e organização geral do Sistema Nervoso; Estrutura microscópica do Sistema Nervoso. - Origem e propagação do sinal nervoso. - Sistema motor – Síndrome Piramidal. - Núcleos da base – Distúrbio dos Movimentos. - Cerebelo: síndromes cerebelares. - Sistema sensitivo – Distúrbios Sensitivos. - Vascularização do Sistema Nervoso– Síndromes Vasculares. - Fundamentos de Neuropsicologia: Organização do movimento, da percepção, da memória, da fala e da linguagem. - SNC: Doenças metabólicas, Malformações, Infecções, Tumores. - Doenças heredodegenerativas. - Doenças auto-imunes e pós-infecciosas. - Trauma e asfixia perinatal. - Transtornos do desenvolvimento mental. - Epilepsia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUYTON, A.C. Tradução: Charles Alfred Esberard e Cláudia Lúcia Caetano Araújo. Neurociência Básica, Anatomia e Fisiologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1993. LURIA, A R. Fundamentos de Neuropsicologia. São Paulo: EDUSP, 1974. MACHADO, A.B.M. Neuroanatomia Funcional. São Paulo: Livraria Atheneu, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDREASEN, N.C. Tradução: Ronaldo Cataldo Costa. Admirável cérebro novo: vencendo a doença mental na era do genoma. Porto Alegre: Artmed, 2005. FONSECA L.F., PANETTI G., XAVIER C.C. Compêndio de Neurologia Infantil. Rio de Janeiro: MEDSI, 2002. LUNDY-EKMAN, L. Tradução: Charles Alfred Esberard. Neurociência – Fundamentos para a Reabilitação. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2000. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito PSI1050 04 2° EMENTA: Conceitos básicos sobre a Psicologia, desenvolvimento cognitivo-intelectual, afetivoemocional e processos de socialização do homem: o papel da linguagem na comunicação. OBJETIVO GERAL: Compreender os processos de desenvolvimento humano e o papel da linguagem na constituição do psiquismo humano. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Relacionar o desenvolvimento humano e a linguagem; - Reconhecer os processos afetivo-cognitivos do desenvolvimento humano como processo contínuo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Estudo dos processos de desenvolvimento humano: Conceito e fatores que atuam no desenvolvimento. - Desenvolvimento humano e linguagem; Os processos afetivo-cognitivos e a mediação da linguagem e do outro no desenvolvimento; Desenvolvimento como processo contínuo: da gestação à terceira idade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VYGOTSKY, L.S. A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984. ____________. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Antídoto, 1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DANTAS, H., OLIVEIRA, M.K.; TAILLE, Y. (orgs.) Teorias Psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. GÓES, M.C.R., A natureza social do desenvolvimento psicológico. Cadernos Cedes. Campinas: nº 24, julho/00. GONZÁLEZ REY, F.L.. Subjetividade e Complexidade. São Paulo: Editora Thomson Learning, 2005. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEOLOGIA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: TEOLOGIA E CIÊNCIAS DA VIDA Código CR PER Co-Requisito FIT 1500 04 2° Pré-Requisito EMENTA: Reflexão sobre as relações entre o fenômeno religioso e o desenvolvimento das ciências da vida e da ecologia, tendo como ponto de partida a tradição teológica cristã latinoamericana, e como eixos de referência os valores evangélicos da vida plena, da compaixão e da solidariedade. OBJETIVO GERAL: Reconhecer a importância da Teologia, enquanto espaço meta-disciplinar para a construção de uma visão global da existência humana e de seu mundo como sistema complexo de valores, para uma prática humana e humanizadora das ciências da vida. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Reconhecer criticamente as concepções de ser humano e bem-estar subjacente aos mais difundidos modelos de abordagem à saúde e às ciências da vida. - Utilizar criticamente as idéias da tradição teológica que define a identidade da UCG para enfrentar questões específicas do campo da saúde. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Teologia, religião e fenômeno religioso: fenômeno religioso e a experiência religiosa; elementos e estruturas do fenômeno religioso; as religiões e seus elementos; a teologia no contexto do fenômeno religioso. - Religião, vida e pessoa humana: a religião e o valor da pessoa humana; religião, saúde e sociedade; religião e diferença: gênero, raça, etnia; religião e doença na cultura pósmoderna. - Teologia e ciências da vida: teologia e paradigmas científicos das ciências da vida; a vida: interpretações científicas e religiosas; visões científicas e religiosas da doença e da cura; ciências da vida, biotecnologia e tradição teológica cristã. - Seminários temáticos: debate e análise, à luz da tradição teológica acumulada, de temas da atualidade, para ampliar os horizontes de interpretação da conjuntura e problematizar teologicamente algumas questões transdisciplinares de interesse dos alunos e das alunas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA:: BERTAZZO, G. As religiões no mundo. Fragmentos de Cultura. Vol.8, n° 2. Goiânia: UCG, 1998. CORDEIRO, D. Teologias cristãs e paradigmas científicos. Fragmentos de Cultura. Vol.6, n.2. Goiânia: UCG, 1996. LAGO, L.; REIMER, H; SILVA, V. (orgs.) O sagrado e as construções de mundo. Goiânia: UCG, 2004. LEMOS, C.T. Experiência religiosa e dignidade humana. Fragmentos de Cultura. v.8, n.2, Goiânia: UCG, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMADO, W.T. Diálogos com a fé. Goiânia: UCG, 2004. BERGER, P. Rumor de anjos. A sociedade moderna e a redescoberta do sobrenatural. Petrópolis: Vozes, 1997. BOFF, L. Ética da vida. Brasília: Letraviva, 2000. JOÃO PAULO II. Evangelium vitae. Roma: Ed. Vaticanas, 1995. MIRANDA, E.E. Corpo: território do sagrado. São Paulo: Loyola, 2000. PADEN, W.E. Interpretando o sagrado. São Paulo: Paulinas, 2001. SCHIAVO, L.; SILVA, V. Jesus milagreiro e exorcista. São Paulo: Paulinas, 2000. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE LETRAS CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: LINGÜÍSTICA II Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito LET 2012 04 2° EMENTA: Estudo de conceitos básicos de fonética/fonologia; fonética articulatória; introdução à transcrição fonética; elementos de fonologia. OBJETIVO GERAL: Compreender os princípios e conceitos da Fonética e da Fonologia, preparando para a análise lingüística em seus diversos níveis, principalmente no nível das unidades distintivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Caracterizar os níveis de análise lingüística; - Compreender os conceitos de fonética e fonologia. - Identificar as relações entre fonética e fonologia e a fonoaudiologia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Níveis de análise lingüística - A dupla articulação da linguagem: ênfase para o fonema; Definição de fonema e de morfema; A importância da dupla articulação; Sintagma e paradigma. Comutação e segmentação; Definição de fonética e fonologia. Língua e fala. - Fonética: Aparelho fonador: Partes e Funcionamento; Produção de vogais e de consoantes; Transcrição fonética; Fone e o alofone. - Fonologia: Fonema e letra, Vogais, Consoantes, Semivogais, Arquifonema; Transcrição fonológica. - Sílaba: Sílaba: Conceito e Tipologia; Encontros vocálicos e consonantais; Dígrafos. - Fonética e fonologia e suas implicações fonoaudiológicas;Fala e escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAVALIERE, R. Pontos essenciais em fonética e fonologia. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. KNIES, C.B. Elementos de fonologia e ortografia do português. [por] Clarice Bohn Knies e Ana Maria de Mattos Guimarães. Porto Alegre: Ed. Universidade/ UFRGS, 1989. SILVA, T.C. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 1999. VIEIRA, L. Os riscos da língua: oralidade e escrita, aspectos históricos da expressão gráfica, regras de ortografia da língua portuguesa. Goiânia: UCG, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CABRAL, L.S. Introdução à lingüística. Porto Alegre: Globo,1976. DUBOIS, J. (org.) Dicionário de Lingüística. São Paulo: Cultrix. 1999. FARACO, C.A. Escrita e Alfabetização. São Paulo: Contexto, 1992. LOPES, E. Fundamentos de lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1976. LYONS, J. Linguagem e lingüística. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1987. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: FÍSICA ACÚSTICA E PSICOACÚSTICA Código CR Per Co-Requisito Pré-Requisito MAF 1180 04 2° EMENTA: Fundamentos de física acústica, estudos dos efeitos acústicos, eletroacústica, biofísica da audição e da fonação. OBJETIVO GERAL: Entender os fenômenos relacionados com a Física Acústica, os quais servirão de base para as disciplinas posteriores do curso de fonoaudiologia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender os fenômenos da Física Acústica. - Relacionar os fenômenos com o cotidiano. - Aplicar os conhecimentos dos fenômenos na solução de problemas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Medidas Físicas e Notação Científica – Introdução; O sistema internacional de unidades; Grandezas físicas derivadas; Notação cientifica. - Movimentos Periódicos – Introdução; Período e freqüência; Exemplos de osciladores; Oscilações amortecidas; Oscilações forçadas. - Movimento Ondulatório – Onda; Ondas em uma corda; Classificação das ondas; Equação de uma onda; Sentido de propagação de uma onda; Número de onda e freqüência angular; Velocidade das ondas progressivas; Fenômenos ondulatórios. - Som – Ondas sonoras; O que é som; Ondas sonoras progressivas; Infra-som e ultra-som; Velocidade do som; Intensidade de energia; Intensidade de energia de uma fonte pontual; Sensibilidade do ouvido humano; Nível de intensidade sonora; Nível de pressão sonora. - Fenômenos Sonoros – Reflexão do som; Refração do som; Difração do som; Batimentos; Efeito Doppler; Ressonância em tubo de ar; Membrana vibrante. - Produção e Sensação do Som – Introdução; O som e suas características; Tom, ruído e barulho; Sons musicais; Produção da fala; Audição; Sensibilidade do ouvido humano; Binauralidade; Poluição sonora; Redução e prevenção da poluição sonora; Perda auditiva; Aparelhos auditivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, A.N.; RODRIGUES C.G. Introdução à Física Acústica. Livro texto. 2006. RUSSO, I.C.P. Acústica e psicoacústica aplicadas à fonoaudiologia. São Paulo: Ed. Lovise, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HALLIDAY D.; RESNICK R. (org.) Fundamentos da Física. 4ª ed. ,V 2. Rio de Janeiro: LTC, 1996. OKUNO E.; CALDAS I.L.; CHOW C. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Ed. Harbra, 1982. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: MORFOFISIOLOGIA DOS ÓRGÃOS DA FALA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito CBB 5020 04 2° EMENTA: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da fala: estrutura e funções. OBJETIVO GERAL: Conhecer o desenvolvimento, estruturas e funções normais dos órgãos da fala. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar, mediante conteúdo prático e teórico-prático, as estruturas que participam da produção da fala. - Identificar as estruturas que constituem os centros da fala no sistema nervoso. - Entender o funcionamento das estruturas que regem e equilibram a fala. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Conteúdo teórico: Embriologia: Aparelho faríngeo; Sistema respiratório; Fisiologia Respiratória; Fonação; Reflexo da Mastigação; Deglutição. - Conteúdo teórico-prático: Nariz; Faringe; Laringe; Traquéia; Brônquios e Pulmões; Face; Cavidade Bucal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DANGELO, J.G.; FATTINI C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. Rio de Janeiro: Livraria Atheneu, 2002. GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. MOORE, K. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEHLAU, M.; PONTES, P. Higiene Vocal – cuidando da voz, 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. HEDEGGER, G.W. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. NETTER. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artmed, 2001. SOBOTTA. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEOLOGIA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FIT 1528 04 3° EMENTA: Reflexão filosófica sobre as várias concepções de homem, desde os gregos até a contemporaneidade. Investigação das noções sobre natureza e vida e os diversos temas filosóficos no mundo contemporâneo sobre a idéia de humanidade. OBJETIVO GERAL: Compreender o ser humano nas dimensões fundamentais de sua existência. OBJETIVO ESPECÍFICO: Apreender e refletir sobre a realidade do ser humano no mundo contemporâneo, em vista de uma integração da antropologia filosófica com as ciências que tratam da vida. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Introdução: a natureza e a preocupação da antropologia filosófica; a urgência do problema antropológico na contemporaneidade; em busca da identidade do ser humano. - História das concepções do homem na filosofia ocidental: na antigüidade; no cristianismo; na renascença e na modernidade; na contemporaneidade; que humanismo para o dias de hoje?. - Fenomenologia do humano: a vida humana e o problema do seu sentido; a corporeidade humana; o problema do mal e do sofrimento; o problema do mal e do sofrimento; o amor humano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASSIRER, E. Antropologia filosófica. Ensaio sobre o homem. São Paulo: Editora Mestre Jou, s.d. DALLE NOGARE, P. Humanismo e anti-humanismus. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 1985. LIMA VAZ, H.C. Antropologia filosófica I. 3ª ed. São Paulo: Loyola, 1993. QUINTÁS, A.L. O amor humano. Petrópolis: Vozes 1995. GROETHUYSEN, B. Antropologia filosófica. Lisboa: Editorial Presença, 1982. MONDIN, B. Definição filosófica da pessoa humana. São Paulo: EDUSC, 1998. MONDIN, B. O homem. Quem é ele? Elementos de antropologia filosófica. São Paulo: Paulus, 1980. RABUSKE, E. Antropologia filosófica. Petrópolis: Vozes, 1970. SALGADO, P. Reconstrução do homem, 2ª ed. São Paulo: Voz do Oeste, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AA.VV. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 1995. ARANHA, M.L.A.; MARTINS, M.P.P. Filosofando: introdução à filosofia. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1993. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Àtica, 1995. GAEVART, J. II problema dell’uomo. Introduzine all’antroplogia filosofica. Torino: Elle Di Ci, 1995. (texto fornecido e em algumas partes traduzido pela professora) VAZ, H.C.L. Antropologia filosófica II. 2ª ed. São Paulo: Loyola, 1995. ZILLES, U. Gabriel Marcel e o existencialismo. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1995. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AQUISIÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM ORAL Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1030 06 3º EMENTA: Fundamentos teóricos, aspectos estruturais, funcionais e cognitivos da aquisição e desenvolvimento de linguagem oral. OBJETIVO GERAL: Conhecer os processos normais de aquisição e desenvolvimento da fala e da linguagem oral a partir de várias correntes teóricas para estabelecer relações de interpelação entre os principais fundamentos estruturais, funcionais e cognitivos da linguagem e a clínica fonoaudiológica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conhecer várias concepções de aquisição da linguagem oral. - Conhecer o desenvolvimento da linguagem oral no aspecto: fonético-fonológico, sintáticosemântico e pragmático. - Compreender a avaliação fonético-fonológica a partir do estudo da estratificação do sistema fonológico. - Conhecer os modelos lingüísticos normais para favorecer a compreensão das alterações da linguagem oral. - Identificar os componentes da linguagem que interferem na sua aquisição e desenvolvimento. - Estudar aspectos perceptuais, lingüísticos e cognitivos da linguagem oral e suas implicações na clínica fonoaudiológica. - Estabelecer relação entre os conhecimentos teóricos obtidos com a prática clínica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Conceito de fala, língua e linguagem. - Diferença entre alterações de fala/linguagem. - Estratificação do sistema fonológico segundo Roman Jakobson. - Inventário fonético fonológico. - Classificação dos fonemas. - Desenvolvimento dos componentes fonético, fonológico, sintático, semântico e pragmático. - Teorias sobre aquisição de linguagem. - Desenvolvimento do discurso narrativo. - Relação das principais abordagens sobre aquisição de linguagem com a prática clínica. - Estudo da construção da função simbólica baseada na teoria Piagetiana. - Estudo da hierarquia da brincadeira simbólica segundo a aplicação de Jaime Zorzi. - Formação da palavra e da frase de acordo com a Teoria Histórico-Cultural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ACOSTA, V.M.; MORENO, A.; RAMOS, V.; QUINTANA, A.; ESPINO, O. Avaliação da linguagem – teoria e prática do processo de avaliação do comportamento lingüístico infantil. São Paulo: Santos Editora, 2003. SCARPA, E. Aquisição de linguagem. In: MUSALIM, F; BENTES, A. Introdução à Lingüística II – domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001. ZORZI, J. Aquisição da linguagem infantil. São Paulo: Pancast, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DE LEMOS, C.T.G. Sobre aquisição de linguagem e seu dilema (pecado) original. Boletim da ABRALIN, nº 3, 1982. In: Cadernos de Estudos Lingüísticos, nº 5. Campinas: IEL, Unicamp, 1982. PERRONI, M.C. Colagens e combinações livres no desenvolvimento do discurso narrativo. Cadernos de Estudos Lingüísticos. Campinas: Unicamp, 1983. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: MORFOFISIOLOGIA DOS ÓRGÃOS DA AUDIÇÃO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito CBB 5030 04 3° EMENTA: Estudo da anatomia, histologia e fisiologia dos órgãos da audição e do equilíbrio. OBJETIVO GERAL: Conhecer o desenvolvimento, estrutura e função normais dos órgãos vestíbulos-cocleares. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar as estruturas que participam da audição por via aérea e via óssea. - Identificar as estruturas que constituem a via auditiva no sistema nervoso. - Identificar as estruturas que participam da função vestibular. - Aprender o funcionamento de cada região dos órgãos de audição e do equilíbrio. - Ter domínio dos conceitos básicos e específicos dos processos físicos e morfofisiológicos da audição e equilíbrio. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Orelha externa: Pavilhão auricular; Meato acústico externo; Funções e propriedades acústicas. - Orelha média: Cavidade timpânica; Tuba faringo-timpânica; Membrana timpânica; Ossículos; Ligamentos e articulações do Sistema Tímpano-ossicular; Músculos do tímpano e Funções. - Orelha interna: Labirinto ósseo; Labirinto membranáceo; Órgão de Corti; Máculas e cristas ampulares; Funções; Teorias da audição; Neurofisiologia da cóclea; Inervação da cóclea; Mecanismos da condução óssea. - Noções de psicoacústica: Conceitos; Sensibilidade auditiva; Pitch; Loudness; Sombra acústica; Efeito de oclusão. - Desenvolvimento embrionário do aparelho vestíbulo-coclear: Origem e desenvolvimento da orelha externa, média e interna. - Sensações vestibulares e a manutenção do equilíbrio: Aparelho vestibular; Função do utrículo e do sáculo na manutenção do equilíbrio estático; Canais semicirculares e a detecção de aceleração e velocidade angulares; Mecanismo vestibular para a estabilização dos olhos e para o nistagmo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CORREA, E.M. Embriologia e histologia fonoaudiológica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. COSTA, S.S.; CRUZ, O.L.M.; OLIVEIRA, J.A.A. Otorrinolaringologia. Porto Alegre: Artmed, 1994. RUSSO, I.C.P. Acústica e Psicoacústica aplicadas à fonoaudiologia. São Paulo: Lovise, 1999. ZEMLIN, W.R. Princípios de Anatomia e Fisiologia em Fonoaudiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AQUINO, A.C.M. (org.) Processamento auditivo. São Paulo: Lovise, 2002. BENTO, R.F.; MINITI, A.; MARONE, S.A.M. Tratado de otologia. São Paulo: Edusp/FORL/FAPESP, 1998. FROTA, S. (org.) Fundamentos em fonoaudiologia – Audiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1998. GRAY, H. Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1973. GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (org.) Prática da Audiologia Clínica. São Paulo: Cortez, 2005. MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. SOBOTTA, B. Atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ODONTOLOGIA E CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO APLICADAS À FONOAUDIOLOGIA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1050 04 3° EMENTA: Interface entre a Odontologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço com a Fonoaudiologia, abordando o diagnóstico e tratamentos em equipe. OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimento básico sobre a Odontologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Reconhecer a anatomia, classificação e função dentária. - Dominar a nomenclatura básica de interesse a Fonoaudiologia utilizada na Odontologia. - Desenvolver a capacidade do aluno para reconhecer e classificar: o desenvolvimento da oclusão, as maloclusões e suas etiologias, os tipos de mordidas, a tipologia facial. - Compreender a diferenciação entre Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares. - Reconhecer os aparelhos mais utilizados para correção das alterações dentárias e esqueléticas. - Compreender as cirurgias de cabeça e pescoço e suas seqüelas para reabilitação fonoaudiológica. - Compreender a embriologia da face; Anatomia do esfíncter velo-faríngeo; Cirurgia de lábio e palato; Faringoplastia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Odontologia: Crescimento e desenvolvimento crânio-facial; Anatomia Dentária; Classificação e função dos dentes; Desenvolvimento da Oclusão; Notação Dentária; Classificação das Maloclusões; Tipologia Facial; Etiologia das Maloclusões; Ortodontia Preventiva, Interceptativa e Corretiva. - Cirurgias realizadas em Cabeça e Pescoço: correção de má formações e neoplasias da face (fendas, fissuras e tumores) ; laringectomias parciais e totais (neoplasias); adenoidectomia e amigdalectomia. - Embriologia da face; Anatomia do esfíncter velo-faríngeo; Cirurgia de lábio e palato; Faringoplastia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO, M.B. Tratado de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia. São Paulo: Atheneu, 2001. PETRELLI, E. Ortodontia para Fonoaudiologia. Curitiba: Editora Lovise, 1992. ZEMLIN, W.R. Princípios de Anatomia e Fisiologia em Fonoaudiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALTMANN, E.B.C. Fissuras Labiopalatinas. Barueri: Pró-fono, 1992. FERREIRA, F.V. Ortodontia: Diagnóstico e Planejamento Clínico. São Paulo: Artes Médicas, 1997. MOYERS, R. Ortodontia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO Código Cr Per Co-Requisito Pré-Requisito EDU 1050 04 3° EMENTA: Psicologia, conceitos, campos de atuação, histórico, concepções de desenvolvimento humano e repercussões da Educação. Teoria de desenvolvimento cognitivo, emocional, social: características da aprendizagem correspondente(metodologia e relação professor - aluno). OBJETIVO GERAL: Discutir a Psicologia da Educação como disciplina constituída no âmbito da problemática da relação Psicologia e Educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender a Psicologia como ciência: pressupostos epistemológicos, históricos, teóricos e metodológicos. - Conhecer algumas das principais teorias psicológicas do desenvolvimento e da aprendizagem humana: comportamentais, psicanalíticas e cognitivas, situando suas implicações na Educação. - Discutir as relações entre os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança e do adolescente, na perspectiva dos diferentes teóricos estudados e enfatizando suas implicações na prática educativa. - Analisar criticamente as contribuições e limites da Psicologia em sua relação com a Educação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: A psicologia como ciência e a Psicologia da Educação: conceitos gerais e relação com a Educação. - A psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem; principais teorias, seus fundamentos, princípios de aprendizagem e desenvolvimento, visão crítica e implicações educacionais: Psicanálise, Psicologia Experimental do comportamento, a epistemologia genética de Piaget e a Psicologia sócio-histórico-dialética de Vygotsky. - BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRÉ, M. (org.) Pedagogia das diferenças na sala de aula. São Paulo: Papirus, 1999. BAQUERO, R. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Trad. Ernani F. da Fonseca Rosa. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. BOCK, A.M.B. Psicologias – uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Ed. Saraiva, 1999. CUNHA, M.V. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. FONTANA, R. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AQUINO, J.G. (org.) Erro e fracasso na escola; alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997. COLL, C. e outros. Desenvolvimento psicológico educação. v.1.Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. DAVIS, C.; OLIVEIRA, Z. Psicologia da educação. São Paulo: Cortez, 1990. FREUD, S. Obras completas. Rio de Janeiro: Imago,1969. GOULART, I.B. Psicologia da educação – fundamentos teóricos aplicações à prática Pedagógica. 8ª ed. Petrópolis, 2001. KUPFER, M.C.M. Freud e a educação – o mestre do impossível. 3ª ed. São Paulo: Scipione, 1995. MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1984. PILETTI, N. Psicologia educacional. 17ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1999. REGO, T.C. Vygotsky uma perspectiva histórico-cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 1985. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA, CIÊNCIAS SOCIAIS RELAÇÕES INTERNACIONAIS CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS À SAÚDE Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito HGS 1431 04 3° EMENTA: Conceitos fundamentais das Ciências Sociais como instrumento para a compreensão histórica da construção do saber médico e de sua dimensão social para a atuação do profissional em saúde. O saber em fonoaudiologia. Relações de poder na área da saúde. OBJETIVO: Apreender elementos conceituais das Ciências Sociais e a relação saúde/doença como dimensão da questão social. OBJETIVO ESPECÍFICO: Identificar os aspectos políticos econômicos sociais de nossa sociedade e relacioná-los com as políticas e serviço de saúde. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Ciência e Sociedade: Ciência e conhecimento; Ciências Sociais e saúde; Concepções sobre a origem do homem na Sociedade. - Formas Históricas de Sociedade e o Saber Médico: Elementos teóricos básicos - Estrutura social; Classes Sociais e Estado; Ideologia e Poder; Visão geral: Da sociedade primitiva à sociedade capitalista – o fazer, o poder e as ações em saúde; Desagregação da sociedade primitiva – surgimento das classes sociais e do Estado. - Serviços de Saúde e Produção Social: Origem e evolução dos serviços de saúde; Capitalismo e produção da doença; A saúde em estado de choque; Perspectivas para a sociedade: democratização/socialização dos serviços de saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAMPOS, G.W. Os médicos e políticas de saúde. São Paulo: Ucitec,1988. COSTA, M.C.C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Ed. Moderna,1987. DONNANGELO, M.C.F. Saúde e sociedade. SP: Livraria Duas Cidades, 1972. _________________. Medicina e sociedade, o médico e seu mercado de trabalho. São Paulo: Pioneira, 1977. GUIMARAES, R. (org.) Saúde e Medicina no Brasil: contribuição para um Debate. Rio de Janeiro: Graal Editores, 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LUZ, M.T. As instituições médicas no brasil, instituições e estratégias de hegemonia. Rio de Janeiro:Graal, 1979. MINAYO, M.C.S. A saúde em estado de choque. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Fase, 1986. RESENDE, A.L.M. Saúde dialética do pensar e do fazer. 2ª Ed. São Paulo: Cortez.1989. E PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: OTORRINOLARINGOLOGIA APLICADA À FONOAUDIOLOGIA Código CR FON 1040 04 Per 4° Co-Requisito Pré-Requisito CBB 5020 EMENTA: Interface entre a Otorrinolaringologia e a Fonoaudiologia; estudo das doenças otorrinolaringológicas. Especificidade da fonoaudiologia. OBJETIVO GERAL: Obter conhecimentos sobre patologias da laringe, nariz e ouvido. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Reconhecer o diagnóstico das principais patologias otorrinolaringológicas, relacionando com as suas repercussões sobre a fala e audição. - Compreender os tratamentos e reabilitações dos portadores dessas patologias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Avaliação Otorrinolaringológica do paciente disfônico. - Voz – Eufonia / Disfonia: Conceito e Classificação das disfonias. - Disfonias Funcionais - Alterações posturais e cinéticas da laringe. - Disfonias Orgânico – Funcionais (conceito). Edema de Reinke. - Pregas vocais: Nódulos, Pólipos, Úlcera de Contato e Granulomas. - Disfonias Orgânicas: Conceito – Doenças congênitas da laringe. - Papilomas, Paralisias, Laringites Agudas e Crônicas, Câncer da laringe. - Alterações Estruturais Mínimas das Pregas Vocais. - Respirador Bucal - Avaliação Otorrinolaringológica. Rinites, Sinusites e Adenoamigdalites. - Otoscopias. Cerume, Corpos Estranhos e Otites Externas. - Otites Médias: Agudas Supurativa e Não Supurativa; Crônicas Supurativas Simples e Colesteatomatosas; Secretora. - Otosclerose. - Surdez Neurossensorial: Conceito e Classificação. - Surdez de Causas Genéticas. - Presbiacusia. - Disacusias de Causas Infecciosas. - Ototoxicidade. - Perda Auditiva Induzida por Ruído. - Doença de Ménière. - Neuroma do Acústico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA, S.S.; CRUZ, O.L.; OLIVEIRA, J.A. (orgs.) Otorrinolaringologia: Princípios e Prática. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1997. HUNGRIA, H. Otorrinolaringologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2000. SOCIEDADE BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA. Tratado de Otorrinolaringologia. São Paulo: Ed. da SBORL, 2003. RUSSO, I.; SANTOS, M.T. Prática da Audiologia Clínica. 3ª ed. SP: Cortez, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ENCYCLOPÉDIE MÉDICO-CHIRURGICALE. Oto-rhino-laryngologie. Fascículos de renovação Trimestral. Editions Scientifiques et Médicales Elsevier. Paris. HALL III, J.W. Handbook of otoacoustic emissions. Singular Publishing Group Thompson Learning, USA. 2000. MINITTI, A. (org.) Otorrinolaringologia. 2ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2001. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AVALIAÇÃO DA LINGUAGEM Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1060 04 4° FON 1030 EMENTA: Avaliação dos componentes da linguagem oral: fonológico, morfológico, sintático, semântico e pragmático. OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos que possibilitem a realização da avaliação da linguagem oral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Selecionar instrumentos de avaliação da linguagem oral ou elementos fundamentais, tanto para o diagnóstico diferencial como para o futuro enfoque reeducativo. - Aplicar e descrever as provas utilizadas na avaliação da linguagem oral. - Estabelecer objetivos e estratégias utilizadas. - Interpretar os resultados que poderão ser obtidos nas provas aplicadas. - Realizar encaminhamentos necessários e decidir conduta terapêutica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Objetivos, Conteúdos e Procedimentos de Avaliação (para que, o que, e como avaliar). - Aspectos avaliados em cada componente de linguagem (fonologia, sintaxe, semântica, morfologia e pragmática). - Procedimentos de Avaliação (Testes Padronizados, Escalas de Desenvolvimento, Observação Comportamental, Protocolos para Avaliação e Testes não Padronizados). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE, C.R.F.; BEFI, D.M.; DREUX, F.M.; WERTZNER, H.F. ABFW – exame de linguagem infantil. Barueri: Pró-Fono, 2000. RODRIGUEZ, V.M.A.A. Avaliação da Linguagem. São Paulo: Santos Livraria Editora, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOGOSSIAN, M.A.; SANTOS, M.J. Teste Illinois de Habilidades Psicolingüísticas. Rio de Janeiro: EMPSI - Empr. Psicologia, 1977. HAGE, S.R.V. Avaliando a Linguagem na Ausência da Oralidade. Bauru: EDUSC, 1997. ZORZI, J.L. Linguagem e Desenvolvimento Cognitivo. São Paulo: Pancast Editora, 1994. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA I Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1001 04 4° CBB 5030 EMENTA: Avaliação dos problemas da audição: Audiometria Aérea e Óssea, mascaramento, Logoaudiometria; Testes Acumétricos e Testes supralimiares. OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos teórico-práticos para a realização de exames audiológicos subjetivos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Tornar-se capaz de executar os procedimentos da audiometria tonal limiar e logoaudiometria, acumetria e testes supralimiares. - Desenvolver a habilidade de interpretar os achados audiológicos. - Manipular de forma adequada os equipamentos audiológicos. - Associar a fisiopatologia do aparelho auditivo aos achados audiológicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Audiologia e audição. - Objetivos da audiologia, medida da audição, objetivos das medidas de audição. - Tipos de audiometrias. - Audiômetro e audiograma. - Condições para realizar audiometria tonal, procedimentos e cuidados na aplicação. - Anamnese. - Audiometria tonal por via aérea e via óssea. - Configurações audiométricas. - Classificação de perdas auditivas quanto ao tipo e grau. - Logoaudiometria. - Mascaramento – via aérea, via óssea e logoaudiometria. - Testes Acumétricos - Testes supralimiares - Interpretação dos resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BESS, F.H.; HUMES, L.E. Fundamentos de audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998. KATZ, J. Tratado de audiologia clínica. São Paulo: Manole, 1999. MOMHENSON-SANTOS,T.M; RUSSO, I.C.P.(orgs.) Prática da audiologia clínica. 5ª ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FROTA, S. (org.) Fundamentos de fonoaudiologia – audiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1998. LICHTIG, I.; CARVALHO, R.M.M. (org.) Audição – abordagens atuais. Barueri: Pró-Fono, 1997. MUSIEK, F.E.; RINTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS – MOTRICIDADE OROFACIAL Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1070 04 4º FON 1050 EMENTA: Estudo do sistema estomatognático e de suas funções quanto à prevenção, diagnóstico e terapia fonoaudiológica. OBJETIVO GERAL: Conhecer o sistema estomatognático, suas funções e a função do fonoaudiólogo frente aos distúrbios.. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Conhecer o sistema estomatognático e suas alterações. - Conhecer os aspectos relacionados à prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento fonoaudiológico dos distúrbios oromiofuncionais. - Compreender o trabalho fonoaudiológico nas alterações do sistema estomatognático de origem orgânica. - Conhecer o trabalho fonoaudiológico em berçário de alto risco. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Princípios Gerais da Motricidade Oral. - Desenvolvimento e Amadurecimento do sistema estomatognático e das funções de sucção, deglutição, respiração, mastigação e fala. - Prevenção dos distúrbios oromiofuncionais. - Distúrbios oromiofuncionais. - Avaliação, diagnóstico e tratamento dos distúrbios oromiofuncionais. - Fissura Lábio-Palatal: Classificação das fissuras; Equipe de atuação; Distúrbios da comunicação associados à fissura, Anamnese, Avaliação e Terapia. - Intervenção fonoaudiológica em berçário de alto risco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALTMAN, E.B.C.(org.) Fissuras labio-palatinas. Barueri: Pró-Fono, 1992. BASSETO, M.C.A.(org.) Neonatologia - um convite à atuação Fonoaudiológica. São Paulo: Lovise, 1998. FURKIN, A.M.; SANTINI, C. (org.) Disfagia orofaríngea. São Paulo: Pró-Fono, 1999. MARQUESAN, I.Q. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Motricidade Oral. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1998. PETRELLI, E. (org.) Ortodontia para Fonoaudiologia. Curitiba: Lovise, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIANCHINI, E.M.G. A cefalometria nas alterações miofuncionais orais: diagnóstico e tratamento. São Paulo: Pró-Fono, 1993. DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia Aplicado à Fonoaudiologia. São Paulo: Robe Editorial, 2002. FELÍCIO, C.M. Fonoaudiologia aplicada a casos odontológicos – motricidade oral e audiologia. São Paulo: Pancast, 1999. FERRAZ, M.C. Manual prático de deglutição atípica e problemas correlatos. Rio de Janeiro: Revinter, 1996. MARQUESAN, I.Q. Motricidade Oral. São Paulo: Ed. Pancast, 1993. MCMINN, R.M.H. Anatomia da cabeça e do pescoço. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1991. PROENÇA, M.G. Sistema sensório-motor oral. IN: MARCONDES, E. (org.) Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional em Pediatria. São Paulo: Sarvier, 1990. SILVA, J. (org.) Disfagia, avaliação e tratamento. Rio Janeiro: Revinter, 2003. WILLIAMS, W.N.; PEGORARO KROOK, M.I.; DUTKA, J.; TURNER, G.E.; PINTO, J.H.N. Prótese de palato no tratamento da incompetência velofaríngea. IN: MARCHESAN, I.Q.; GOMES, I.C.D.; ZORZI, J.L. (orgs.) Tópicos em Fonoaudiologia. V 3. São Paulo: Lovise, 1996. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: VOZ Código FON 1080 CR PER 04 4° Co-Requisito Pré-Requisito FON 1040 EMENTA: Prevenção e reabilitação dos distúrbios da fonação. OBJETIVO GERAL: Avaliar, diagnosticar e estabelecer um planejamento de prevenção e tratamento nas alterações vocais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conhecer o desenvolvimento da voz, sua produção e a saúde vocal. - Aprender os procedimentos para avaliação da voz: anamnese e avaliação do comportamento vocal. - Compreender o processo terapêutico dos distúrbios vocais, reconhecendo suas abrangências, limites, vantagens e desvantagens de procedimentos utilizados na terapêutica de disfonias funcionais, orgânico-funcionais e orgânicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Revisão dos aspectos anatômicos e fisiológicos da fonação. - Desenvolvimento da voz. - Saúde vocal. - Aquecimento e desaquecimento vocal. - Disfonias – conceito e classificação. - Avaliação e terapia das disfonias funcionais, orgânico-funcionais e orgânicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEHLAU, M. ;PONTES, P. Avaliação e tratamento das disfonias, São Paulo: Ed. Lovise, 1995. BEHLAU, M.; PONTES, P. Higiene Vocal – cuidando da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. PINHO, S.M.(org.) Fundamentos em Fonoaudiologia - Voz, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEHLAU, M. Voz – O livro do especialista Vol. 1. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. BEHLAU, M. Voz – O livro do especialista Vol. 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. BOONE, D.R. A voz e a terapia vocal. 5ªed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. COSTA, H.O.; SILVA, M.A.A. Voz cantada. São Paulo: Lovise, 1998. FERREIRA, L.; ANDRADA E SILVA, M. Saúde vocal. São Paulo: Ed. Rocca, 2002. FERREIRA, L.; BEFI-LOPES, D.; LIMONGI, S. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca, 2004. PINHO, S.M. Manual de higiene vocal para profissionais da voz. São Paulo: Pró-Fono, 1997. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito PSI 2662 04 4° EMENTA: Aplicação da psicologia da personalidade às questões da área da saúde. Relações interpessoais, relação terapêutica, reações do indivíduo no processo do adoecer e da morte. Papel proativo do fonoaudiólogo frente ao binômio saúde - doença. OBJETIVO GERAL: Entender o papel da psicologia no contexto da saúde, bem como as contribuições que as teorias personalísticas e do desenvolvimento humano oferecem ao diagnóstico e planejamento de ações nos diversos níveis de atenção à saúde, tanto voltadas para os clientes (pacientes e familiares) quanto à equipe de saúde. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender a estrutura da personalidade e sua influência no binômio saúde-doença. - Conhecer a ação do fonoaudiólogo nas várias especialidades dentro do contexto da saúde. - Discutir sobre a terminalidade e o processo de morrer. - Refletir sobre a dinâmica da relação profissional-cliente. - Critica e usar a criatividade, no contexto da saúde. - Elaborar projeto para atuação no contexto da saúde. - Perceber a importância da pesquisa científica, sentindo-se motivado a realizá-la. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Noções de ética em psicologia da saúde. Introdução à psicologia da saúde. As estruturas dinâmica e topográfica da personalidade. Desenvolvimento cognitivo e social. Aspectos psicológicos da pessoa enferma. A família da pessoa enferma. Psicodiagnóstico da instituição hospitalar. A morte e o paciente terminal. Trabalho em equipe de saúde. A relação fonoaudiólogo-cliente. A relação fonoaudiólogo-equipe de saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA, A.S.D.; DIAS, R.R. A psicologia da saúde no mundo e a pesquisa no contexto hospitalar – teria, aplicações e casos clínicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. OGDEN, J. Uma introdução à psicologia da saúde. Lisboa: Climepsi Editores, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANGERAMI, V.A. Elementos institucionais básicos para a implantação do serviço de psicologia no hospital. In ANGERAMI, W.A. (org.) São Paulo: Editora Traço, 1988. BRANCO, R.F.G. A relação com o paciente. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. RAPPAPORT, C.R.; FIORI, W.R.; DAVIS, C. Teorias do desenvolvimento. V. 01, 02, 04. São Paulo: E.D.U., 1981. SANTOS, C.T.; SEBASTIANI, R.W. Acompanhamento psicológico à pessoa portadora de doença crônica: a psicologia no hospital. In ANGERAMI, W.A. (org.) São Paulo: Editora Traço. 1987. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: DEONTOLOGIA FONOAUDIOLÓGICA E FORMAÇÃO CLÍNICOTERAPÊUTICA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1090 04 4° EMENTA: Legislação referente ao exercício profissional do fonoaudiólogo e noções de biossegurança. Atendimento clínico/terapêutico, promoção da segurança, confiança, habilidade, ética e competência quanto ao relacionamento com clientes. OBJETIVO GERAL: Conhecer os conceitos de ética, biossegurança e sua relação com a formação clínico terapêutica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar os conceitos de valores, moral e ética. - Dominar os preceitos do código de ética. - Adquirir noções de biossegurança. - Adquirir noções de atendimento clínico-terapêutico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Conceito de ética. - Legislação referente ao exercício profissional do fonoaudiólogo. - Atitudes éticas nas várias relações do fonoaudiólogo. - Noções de Biossegurança. - Noções de clínica fonoaudiológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRASIL. Resolução CFFa no. 305/04 de 06/03/04 Regulamenta o código de ética de Fonoaudiologia. Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília. BRASIL Lei 6965, de 09/12/81, Art. 1º, Parágrafo Único. Dispõe sobre a regulamentação da profissão de fonoaudiólogo e determina outras providências. Presidência do Brasil, Brasília. RIOS, T.A. Ética e competência. São Paulo: Cortez, 1995. MILLAN, B.A. Clínica fonoaudiológica – análise de um universo clínico. São Paulo: EDUC, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPPELLETI, I.F. A Fonoaudiologia no Brasil: Reflexões sobre seus fundamentos. São Paulo: Cortez, 1985. CAVALHEIRO, M.T.P. Formação do fonoaudiólogo no Brasil: estrutura curricular e enfoque preventivo. Dissertação ( Mestrado). Campinas: UNICAMP, 1996. NOVAES, A. Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. VALLS, A.L.M. O que é Ética? São Paulo: Brasiliense, 1986. VASQUEZ, A.S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: LINGUAGEM ORAL I Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1011 06 5° FON 1020 EMENTA: Distúrbios de linguagem infantil de origem neurológica: avaliação e terapia. OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos relacionados ao desenvolvimento normal do indivíduo, as alterações e suas seqüelas, em especial as Encefalopatias Crônicas Não Evolutivas da Infância. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Identificar, avaliar, diagnosticar e realizar terapia fonoaudiológica em pacientes com Paralisia Cerebral, Deficiência Intelectual e Autismo. - Perceber que a prevenção é preferível à reabilitação, devendo, portanto, quando profissional, atuar em ambos os aspectos. - Perceber o paciente na sua integralidade, levando-se em consideração o trabalho de uma equipe intradisciplinar, dentro dos princípios da ética. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Paralisia Cerebral: Conceito; Etiologia; Desenvolvimento motor normal e na Paralisia Cerebral; Classificação; Diagnóstico; Prevenção; Equipe Intradisciplinar; Técnicas de Tratamento; Métodos de Reabilitação; Tratamento Neuroevolutivo Bobath e Atuação Fonoaudiológica. - Deficiência Intelectual: Conceito; Identificação; Etiologia; Síndromes; Diagnóstico; Prognóstico; Prevenção; Classificação; Caracterização; Relação entre Linguagem e Deficiência Intelectual; Manifestações clínicas da comunicação oral; Distúrbios no desenvolvimento de linguagem; Anamnese; Avaliação; Diagnóstico Fonoaudiológico; Terapêutica Fonoaudiológica; Leitura e escrita; Escola Inclusiva. - Autismo: Conceito, etiologia, avaliação, anamnese e terapia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAMENT, A.; CYPEL, S. Neurologia infantil (LEFÈVRE). São Paulo: Livraria Atheneu, 1994. FINNIE, N. O manuseio em casa da criança com paralisia cerebral. São Paulo: Manole, 1980. TELES, L.; NASCIMENTO, Y.P. Atuação fonoaudiológica na Paralisia Cerebral. Goiânia: Ed. da UCG, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSUMPÇÃO JÚNIOR, F.B.; SPROVIÉRI, M.R. Introdução ao estudo da Deficiência Mental. São Paulo: Memnon, 1991. PERISSINOTO, J. Autismo. Coleção Cefac. São Paulo: Pulso, 2003. PUYUELO, M.; POO, P.; BASIL, C.; MÉTAYER, M.A. Fonoaudiologia na Paralisia Cerebral diagnóstico e tratamento. São Paulo: Santos, 2001. SASSAKI, R.K. Inclusão – construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, l997. TUPY, T.M.; PRAVETTONI, D.G. ... E se falta a palavra, qual comunicação, qual linguagem? São Paulo: Memnon, 1999. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: LINGUAGEM ESCRITA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1100 04 5° EMENTA: Estágios do desenvolvimento e processamento da linguagem escrita, avaliação dos distúrbios e tratamento. OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos que possibilitem a realização da avaliação e tratamento dos distúrbios da linguagem escrita. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conhecer os processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita a partir de diferentes perspectivas teóricas e metodológicas. - Selecionar instrumentos de avaliação da linguagem escrita. - Estabelecer objetivos e estratégias utilizadas na avaliação. - Interpretar os resultados e desenvolver uma postura crítica frente ao erro. - Encaminhar os casos para exames complementares. - Classificar os Distúrbios de Leitura e Escrita. - Selecionar estratégias de terapia dos distúrbios de leitura e escrita. - Conhecer o papel de fonoaudiólogo na escola e na clínica fonoaudiológica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Escrita: Modelos de Aquisição de Leitura e Escrita, Processamento da Escrita, Desenvolvimento da Consciência Fonológica. - Distúrbios de Leitura e Escrita: Definição, Caracterização e Classificação. - Métodos e Abordagens de Alfabetização. - Terapia da Linguagem Escrita: processamento da leitura e da escrita em todos os seus níveis: ortográfico, semântico, contextual e fonológico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SANTOS, M.T.M; NAVAS, A.L.G.P. Distúrbios de leitura e escrita, teoria e prática. São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPOVILLA, A.G.S.; CAPOVILA, F.C. Problemas de leitura e escrita. São Paulo: Memnon Edições, 2000. CAPOVILLA, A.G.S (org.) Avaliação e intervenção em habilidades metafonológicas e de leitura e escrita. São Paulo: Memnon, 2003. GIROTO, C.R.M. Perspectivas atuais da fonoaudiologia na escola. São Paulo: Plexus Editora, 2001. ZORZI, J.L. Aprendizagem e distúrbios da linguagem escrita. Porto Alegre: Artmed, 2003. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: MOTRICIDADE OROFACIAL Código CR Per Co-Requisito Pré-Requisito FON 1110 04 5º FON 1070 EMENTA: Atendimento a pessoas com Distúrbios Oromiofuncionais. OBJETIVO GERAL: oromiofuncionais. Realizar terapia fonoaudiológica supervisionada dos distúrbios OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Aplicar as questões da anamnese direcionadas a patologias relacionadas às alterações da motricidade orofacial. - Realizar avaliação específica de motricidade orofacial. - Efetuar encaminhamentos, quando necessários, às áreas afins. - Realizar os procedimentos de reabilitação seguindo o diagnóstico fonoaudiológico, obtidos por meio da anamnese e avaliação. - Discutir e analisar os casos clínicos junto com a equipe. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Prevenção, avaliação e reabilitação dos distúrbios miofuncionais orais e orgânicos. - Encaminhamentos para outros setores e exames complementares. - Ética profissional; orientação aos pais e à equipe intradisciplinar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALTMAN, E.B.C. (org.) Fissuras labio-palatinas. São Paulo: Pró-Fono, 1992. FERRAZ, M.C. Manual prático de deglutição atípica e problemas correlatos. Rio de Janeiro: Revinter, 1996. MARQUESAN, I.Q. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Motricidade Oral. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1998. PETRELLI, E. Ortodontia para Fonoaudiologia. Curitiba: Lovise, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIANCHINI, E.M.G. A cefalometria nas alterações miofuncionais orais. Diagnóstico e tratamento. São Paulo: Pró-Fono, 1993. DOUGLAS, C.R. Tratado de Fisiologia Aplicado à Fonoaudiologia. São Paulo: Robe Editorial, 2002. FELÍCIO, C.M. Fonoaudiologia nas desordens temporomandibulares – uma ação educativaterapêutica. São Paulo: Pancast, 1994. ___________ Fonoaudiologia aplicada a casos odontológicos – motricidade oral e audiologia. São Paulo: Pancast, 1999. MARQUESAN, I.Q. Motricidade Oral. São Paulo: Ed. Pancast, 1993. MARQUESAN, I.Q.; GOMES, I.C.D.; ZORZI, J.L. (orgs.) Tópicos em Fonoaudiologia. Vol I, II, III e IV. São Paulo: Lovise, 1995-1998. MCMINN, R.M.H. Anatomia da cabeça e do pescoço. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1991. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: VOZ PROFISSIONAL E ANÁLISE ACÚSTICA Código FON 1120 CR PER 04 5° Co-Requisito Pré-Requisito EMENTA: Atuação fonoaudiológica com voz profissional e introdução à análise acústica. OBJETIVO GERAL: Aprender como atuar com voz profissional e conhecer os programas de análise acústica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conhecer a anamnese e avaliação do comportamento vocal de diferentes profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho - Compreender os aspectos relacionados ao atendimento fonoaudiológico nos diferentes casos de voz profissional. - Conhecer noções básicas de análise acústica - Aprender a realizar e interpretar os dados da análise acústica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Atuação fonoaudiológica em call center com teleoperadores, cantores, professores, vendedores, oradores, atores, radialistas, teleapresentadores, repórteres de TV entre outros profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho. - Noções de Análise acústica – Freqüência fundamental, Intensidade, Jitter, Shimmer, relação harmônico ruído, ruído glótico, desvio padrão de intensidade e freqüência, tremor e vibrato. BIBLIOGRAFIA BÁSICA:: BEHLAU, M.; PONTES, P. Higiene Vocal – cuidando da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. BEHLAU, M.; REHDER, M. Higiene vocal para o canto coral. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 1997. PINHO, S.; CAMARGO, Z. Introdução à análise acústica da voz e da fala. In: PINHO, S.M. (org.) Tópicos em voz. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:: ALLOZA. Coleção CEFAC. Callcenter. São Paulo: Ed. Pulso, 2003. BEHLAU, M. Voz – o livro do especialista. Vol. 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. BOONE, D.R. A voz e a terapia vocal. 5ªed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. COSTA, H.O.; SILVA, M.A.A . Voz cantada. São Paulo: Lovise, 1998. FERREIRA, L; BEFI-LOPES, D.; LIMONGI, S. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. FERREIRA, L.; ANDRADA E SILVA, M. Saúde Vocal. São Paulo: Ed. Roca, 2002. PINHO, S.M. Manual de higiene vocal para profissionais da voz. São Paulo: Pró-Fono, 1997. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA II Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1002 06 5° FON 1001 EMENTA: Imitanciometria, avaliação audiológica infantil, saúde auditiva do trabalhador. OBJETIVO GERAL: Desenvolver conhecimentos teórico-práticos sobre medidas objetivas e subjetivas da audição no adulto e na criança. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar e executar os testes de imitância acústica, de avaliação audiológica infantil; - Relacionar os achados auditivos às doenças do sistema auditivo periférico e central; - Elaborar parecer fonoaudiológico. - Manusear os equipamentos e aplicar as técnicas entre os colegas. - Reconhecer e interpretar os resultados da avaliação audiológica específica relativa à saúde do trabalhador. - Conhecer a legislação que rege a atuação fonoaudiológica no campo da saúde auditiva do trabalhador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Medidas de Imitância Acústica: Imitância X Admitância; Aplicação Audiológica das Medidas de Imitância Acústica; Imitanciômetro; Bateria de testes. - Avaliação Audiológica Infantil: Objetivos; Condições necessárias para a realização da Avaliação Audiológica Infantil; Avaliação audiológica do recém-nascido; Avaliação Audiológica da criança de 0-2anos; Avaliação audiológica da criança de 2-6anos; Avaliação Audiológica da criança acima de 6anos; Desordens do processamento auditivo. - Saúde do Trabalhador: Histórico da audiologia ocupacional. Efeitos do ruído na saúde. Alterações auditivas em decorrência do ruído. Avaliação da audição. Discussão sobre normas regulamentadoras do ministério do trabalho. Programas de conservação auditiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole, 1999. MOMHENSON-SANTOS,T.M; RUSSO, I.C.P.(orgs.) Prática da Audiologia Clínica. 5ª Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. MORATA,T.; ZUCKI, F. (orgs.) Caminhos para a saúde auditiva – ambiental – ocupacional. São Paulo: Plexus Editora, 2005. RUSSO, I.C.P.; SANTOS, T.M.M. Audiologia infantil. 3ª ed. São Paulo: Cortez Editora, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AQUINO, A.M.C.M. (org.) Processamento auditivo – eletrofisiologia e psicoacústica. São Paulo: Lovise, 2002. BESS, F.H.; HUMES, L.E. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998. CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH, T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: OPTATIVA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 DISCIPLINAS OFERECIDAS: 1. Abordagem Corporal em Fonoaudiologia. 2. Alterações auditivas e aquisição da linguagem oral e escrita. 3. Antropologia da saúde e da doença. 4. Biossegurança aplicada à Fonoaudiologia. 5. Dinâmica de Grupo & Grupo Centrado. 6. Gestão em Fonoaudiologia (Empreendedorismo). 7. Primeiros Socorros. 8. Recursos e estratégias aplicados à terapia de Linguagem Oral. 9. Recursos e estratégias aplicados à terapia de Linguagem Escrita. 10. Recursos e estratégias aplicados à terapia de Motricidade Orofacial PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA OPTATIVA: ABORDAGEM CORPORAL Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 EMENTA: Estudo sobre o corpo nos aspectos comunicacionais dentro de uma abordagem teórica e prática. Principais contribuições teóricas para trabalhos de abordagem corporal como instrumentos de apoio terapêutico. Bases teóricas para as técnicas de relaxamento e aplicação na terapia. OBJETIVO GERAL: Conhecer e desenvolver uma atitude interna de comunicação não só verbal, mas também corporal, tendo um contato maior com o próprio corpo, o do outro e as relações com o meio. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Reconhecer as diferentes práticas de abordagem corporal e sua utilização na Fonoaudiologia. - Desenvolver a conscientização e a sensibilização corporais. - Identificar e vivenciar as técnicas de relaxamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Teórico: - O corpo: o corpo e o outro; sujeito e corpo; o corpo no imaginário, no real e no simbólico; o corpo e a linguagem; imagem e esquema corporal. - Práticas corporais de impressão: práticas de mediação proprioceptiva; práticas de mediação exteroceptiva. - Contato corporal: Zonas de contato; imobilidade prolongada; balanço e o embalo; mobilidade dos contatos, atritos, deslizes e carícias. - Mente / corpo – vida: busca do prazer. Prático: - Vivência das técnicas de relaxamento. - Exercícios e vivências para o desenvolvimento: conscientização corporal; sensibilização corporal; relação consigo mesmo, com o outro e com os objetos; dramatização e expressão corporal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AUCONTORRIER, B.; LAPIERRE, A. Fantasmas Corporais e Prática Psicomotora. São Paulo: Manole, 1984. FONSECA, V. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GAIARSA, J.A . O espelho mágico. São Paulo: Ícone, 1984. LEVIN, E.A. Clínica psicomotora. Petrópolis: Ed. Vozes, 2000. LE CAMUS, J. O Corpo em discussão. São Paulo: Artes Médicas, 1986. LOWEN, A . Bioenergética. São Paulo: Summus, 1982. VECCHIATO, M. Psicomotricidade relacional e terapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA OPTATIVA: ALTERAÇÕES AUDITIVAS E AQUISIÇÃO DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 EMENTA: Influência das alterações auditivas sobre os processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem oral e/ou escrita. Diagnóstico e intervenção fonoaudiológica. OBJETIVO GERAL: Estabelecer a relação entre as alterações auditivas e os distúrbios da comunicação oral e escrita. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender a relação entre audição e linguagem. - Estabelecer o diagnóstico diferencial entre os tipos de perdas auditivas. - Identificar os distúrbios da comunicação oral e/ou escrita decorrentes das perdas auditivas, de acordo com seus tipos e graus. - Detectar alterações do processamento auditivo e suas manifestações na comunicação oral e escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Audição e linguagem. - Classificação das perdas auditivas quanto ao tipo e grau. - Influência das perdas auditivas sobre os processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem oral - Identificação das possíveis alterações. - Influência das perdas auditivas sobre os processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita - Identificação das possíveis alterações. - Desordem do processamento auditivo e aprendizagem. - Orientação a pais e professores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH, T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. SCHOCHAT, E. (org.) Processamento Auditivo. São Paulo: Ed. Lovise, 1996. PEREIRA, L.D.; NAVAS, A.L.G.P.; SANTOS, M.T.M. Processamento auditivo: uma abordagem de associação entre audição e linguagem. IN: SANTOS, M.T.M.; NAVAS, A.L.G.P. (orgs.) Distúrbios de leitura e escrita – teoria e prática. São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole,1999. JOHNSON, D.J.; MYKLEBUST, H.R. Distúrbios de aprendizagem, 3ª ed. São Paulo: Pioneira, 1987. NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição em crianças. São Paulo: Manole, 1989. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA OPTATIVA: ANTROPOLOGIA DA SAÚDE E DA DOENÇA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 EMENTA: Estudos antropológicos sobre as dimensões socioculturais da saúde e da doença. Conceitos e metodologias. Representações sobre o corpo, saúde e doença em diferentes contextos etnográficos. Os processos da cura nas sociedades indígenas, no mundo camponês e no mundo urbano. OBJETIVO GERAL: Adquirir elementos teóricos para a interpretação do processo saúde/doença como fenômenos relacionados à cognição e à linguagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Estabelecer a relação entre identidade, sujeito e subjetividade. - Relacionar práticas de saúde a hábitos, ritos e símbolos. - Apreender os conceitos sobre biotecnologia e bioética. - Compreender o nascimento e a morte à luz do olhar médico. - Interpretar o sentido da doença em uma perspectiva religiosa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Identidades, sujeitos e subjetividades. - Doença e identidade social. - Raça e saúde. - Idade, geração e saúde. - Biotecnologia e bioética. - Nascer e morrer sob o olhar médico. - A busca de sentido e a interpretação religiosa da doença. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES, P.C.; MINAYO, M.C.S. (org.) Saúde e doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1994. LANGDON, E.J.; GARNELO, L. Saúde e povos indígenas. Reflexões sobre a antropologia participativa. Rio de Janeiro: Contra Capa/ABA, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DUARTE, L.F.; LEAL, O.F. (org.) Doença, sofrimento, perturbação: perspectivas etnográficas. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1998. LAHUDE, A. Terceira idade. Ideologia, cultura, amor e morte. Brasília: Editora da UnB, 2004. LEIBING, A. (org.) Tecnologias do corpo: Uma antropologia das medicinas no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Nau, 2002. ROHDEN, F. Uma ciência da diferença: sexo e gênero na medicina da mulher. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001. SCHWARCZ, L.M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil 1870 –1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA OPTATIVA: BIOSSEGURANÇA EM FONOAUDIOLOGIA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 EMENTA: Cuidados em biossegurança a ser tomados na prática da clínica fonoaudiológica, para preservação do meio ambiente e da saúde geral da população, proporcionando o bem estar físico e mental dos indivíduos envolvidos neste processo. OBJETIVO GERAL: Reconhecer a importância da biossegurança em fonoaudiologia, compreendendo os riscos e cuidados necessários para o atendimento fonoaudiológico, bem como, vestimenta, manipulação, limpeza e guarda dos instrumentos utilizados para esta prática. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Reconhecer criticamente as implicações da biossegurança em relação ao ecossistema, difundindo modelos de abordagem à saúde e às ciências da vida. - Utilizar criticamente os conhecimentos obtidos, proporcionando condições favoráveis para o atendimento fonoaudiológico, minimizando ou eliminando riscos inerentes ao meio ambiente e a saúde do homem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Medidas gerais de controle de infecção. - Doenças ocupacionais. - Medidas de precauções padrão: Imunizações; Lavagem das mãos; Risco de acidentes; Uso de barreiras (EPIS); Preparo do ambiente; Cuidados com os instrumentos; Cuidados com superfície; Cuidados com roupas. - Gerenciamento de resíduos. - Vigilância epidemiológica. - Controle com materiais específicos da fonoaudiologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BALDY, J.L.S. Imunização de profissionais da área de saúde e de pacientes hospitalizados. In: RODRIGUES, E.A.C. (org.) Infecções hospitalares: prevenção e controle. São Paulo: Sarvier, 1997. SOUZA, C.P.; TANIGUTE, C.C.; TIPPLE, A.F.V. Biossegurança: medidas de precauções – padrão em Fonoaudiologia. Revista do Conselho Federal de Fonoaudiologia. Ano 3, nº 4, p. 18-24, Dezembro 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de controle de infecção hospitalar. Brasília, 1987. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. Manual de condutas em exposição ocupacional a material biológico. (on line). 2000. Disponível: http// www.aids.gov.br/ (capturado em out. 2000). GOIÁS. Secretaria Municipal de Saúde. Superintendência de Vigilância Sanitária. Normas Técnicas. Goiânia, 1998. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE/ Organização Panamericana da Saúde. Federação Brasileira de Hospitais. Guias para controle de infecções hospitalares orientadas para a proteção da saúde do trabalhador hospitalar. Brasília, 1992. STIER, C.J.N. (org.) Rotinas em controle de infecção hospitalar. Curitiba: Netsul, 1995. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA OPTATIVA: DINÂMICA DE GRUPO/GRUPO CENTRADO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 EMENTA: Relações intrapsíquicas e interpessoais emergentes no grupo tendo como atividade o processo ensino-aprendizagem e as relações e conseqüências que dele derivam. O grupo como apoio. OBJETIVO GERAL: Mediante as manifestações do comportamento individual e grupal, extrair elementos que possam compor uma experiência vivida. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Colocar em questão o modo de comportamento em relação ao outro, centrando os membros do grupo sobre a explosão do seu eu, vivido “aqui-e-agora”. - Melhorar a capacidade de assumir o plano social, por meio de conscientização de seus medos dos grupos e do social, percebendo que podem comunicar-se reciprocamente em um nível profundo, sem que sejam por isso agredidos pelo outro no momento em que “abaixam suas defesas” para obter essa comunicação. - Adquirir instrumentos que dirijam a conscientização do “EU” verdadeiro que existe em cada um de nós. - Descobrir e entender sua realidade interna, a sentir-se bem com ela e a compartilhá-la com as pessoas à sua volta. - Agir de forma espontânea. - Estabelecer equilíbrio entre os elementos do grupo. - Reduzir o impacto dos sentimentos frente a situações e reações diferentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Apresentação e conhecimento do grupo; Integração e coesão do grupo; Aquecimento do grupo; Identificação do grupo; Estados emergenciais percebidos, identificados e trabalhados no grupo. - Apresentação da turma; Levantamento de expectativas do trabalho pelos alunos; Apresentação do Programa; Vivência. - Contrato de participação no grupo, focado na questão: “De que suporte preciso para participar do Grupo?”; Vivência; Técnicas de relaxamento. - Técnica de Grupo; Trabalho vivencial; Trabalhando o conteúdo que vai surgindo no “aqui-eagora”; Seminário. - Vivência; Relaxamento; Trabalhando o conteúdo que vai surgindo no “aqui-e-agora”; Seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTILHO, A. A dinâmica do trabalho de grupo. Rio de Janeiro: Ed. Qualitymark, 2001. LIEBMANN, M. Exercícios de arte para grupos: manual de temas, jogos e exercícios. São Paulo: Summus, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANTUNES, C. Manual de técnicas de dinâmica grupal de sensibilização e ludopedagogia. 19ª ed. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 2000. BALLESTERO, A.; ESMERALDA, M. Mutatis Mutandis: Dinâmicas de grupo para desenvolvimento humano. Vol II. São Paulo: Ed. Papirus, 2002. BUSTOS, M.D.O. Psicodrama: Aplicações da técnica psicodramática. 2ª ed. São Paulo: Ed. Summus, 1982. FRITZEN, J.S. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. 29ª ed. 2º Vol. Petrópolis: Vozes, 1999. GONÇALVES, M.A.; PERPETUO, C.S. Dinâmica de grupo na formação de lideranças. 3ª ed. Petrópolis: Ed. DP&A., 1999. OSÓRIO, C.L. Grupos: teorias e práticas. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 2000. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA OPTATIVA: COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E/OU SUPLEMENTAR Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º 04 5 EMENTA: Técnicas de comunicação com o uso de tecnologia assistiva englobando os sistemas gráficos, para pessoas com impedimentos ou dificuldades de comunicação. OBJETIVO GERAL: Desenvolver e aplicar de tecnologia assistiva para pessoas com disfunção neuromotora, deficiência física, auditiva ou outras alterações de comunicação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender o conceito e aplicabilidade da comunicação alternativa e suplementar (CAS). - Conhecer os sistemas gráficos de comunicação alternativa existentes. - Aprender a utilizar os critérios para seleção dos usuários da CAS. - Elaborar pranchas de comunicação. - Compreender o trabalho junto à equipe, a família, a escola e aos outros ambientes do usuário. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - CAS: conceito e aplicabilidade. - Sistemas de comunicação alternativa. - Sistemas gráficos: Bliss; PIC (Pictogram Ideogram Communication Symbols); PCS (Picture Communication Symbols). - Critérios para a definição pela comunicação alternativa e suplementar: entrevista; avaliação; questionário para os pais. - Estratégias de treinamento. - Idéias para ambientes de imersão em símbolos. - Equipe/família/escola. - Elaboração da prancha de comunicação. - Boardmaker – como utilizar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TUPY, T.M., PRAVETTONI, D.G. ... E se falta a palavra, qual comunicação, qual linguagem? São Paulo: Memnon, 1999. BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA: CAPOVILLA, F.C.; GONÇALVES, M.J.; MACEDO, E.C. (orgs.) Tecnologia em (RE)habilitação cognitiva. São Paulo: Ed. Edunisc, 1998. FOZ, B.; PICARONE, M.; BURSZTYN,C. (org.) A tecnologia informática na Fonoaudiologia. São Paulo: Editora Plexus, 1998. GILL, N.B. Comunicação através de símbolos: abordagem clínica baseada em diversos estudos. Temas sobre desenvolvimento. V.6. São Paulo: Memnon Ed. Científicas, 1997. JOHNSON, R. The picture communication symbols. Book II. Solana Beach: Mayer Johnson, 1992. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: GESTÃO EM FONOAUDIOLOGIA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito 04 5º EMENTA: Introdução ao planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos de prestação de serviços em Fonoaudiologia: Hospitais, Clínicas, Postos de Saúde. OBJETIVO GERAL: Identificar conceitos de planejamento estratégico para elaboração de projetos de prestação de serviços de Fonoaudiologia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar os conceitos de planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos. - Dominar os tipos de planejamento e etapas de planejamento estratégico. - Aprender a usar o planejamento na prática fonoaudiológica. - Aprender a elaborar diferentes tipos de projetos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Aspectos conceituais e estratégias para Gestão. - Planejamento para Gestão em Fonoaudiologia. - Tipos de Planejamento e Etapas do Planejamento Estratégico. - Usos do planejamento na prática fonoaudiológica. - Perfil e determinantes do mercado em Fonoaudiologia. - Indicadores de necessidades do Fono e estratégias de superação da pouca inserção no mercado. Aspectos Metodológicos para elaboração de projetos de prestação de serviços. - Projetos para Consultoria; Projetos para implantação de serviços de Fonoaudiologia. - Projetos para oferta de cursos. - Projetos para Campanhas e Mutirões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARRASCO, M.C.O. Fonoaudiologia empresarial – Perspectivas de consultoria, assessoria e treinamento. São Paulo: Lovise, 2001. TESTA, M. O pensamento estratégico e lógica de programação – o caso da saúde. São Paulo: Hucitec, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BROSE, M. Introdução à moderação e ao método ZOPP. Recife: GTZ, 1993. CAMPOS, F.E.; OLIVEIRA JUNIOR, M.; TONON, L.M. Planejamento e Gestão em Saúde – Cadernos de Saúde. V 1 e 2. Belo Horizonte: COOPMED, 1998. CUNHA, F.C.C. Gestão estratégica no âmbito do SUS. Curso de Capacitação para Gestores Municipais do Sistema de Saúde de Pernambuco. NESC-IAMFIOCRUZ, 1998. GIOVANELLA, L. Planejamento estratégico, programação e orçamentação em saúde. Rio de Janeiro: ENSP, 1992. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: PRIMEIROS SOCORROS Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito ENF 1475 04 5º EMENTA: Estudo dos primeiros socorros que deverão ser prestados nas situações de urgência e emergência e em casos de apoio ao cliente em necessidade de ajuda. OBJETIVO GERAL: Adquirir noções básicas de atendimento de urgência e emergência. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conceituar anatomia e fisiologia humana. - Identificar os fatos mais comuns que envolvem as situações de urgência e emergência. - Compreender as condutas que deverão ser tomadas em tais situações; - Capacitar-se para proceder com confiança ao atendimento dos primeiros socorros. III. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Introdução à Anatomia Sinais Vitais Noções de Desinfecção e Esterilização Introdução aos Primeiros Socorros Materiais Utilizados Tipos de Traumatismo Resgate e Transporte de Pessoas Acidentadas Ataduras e Bandagens Parada Respiratória Parada Cardíaca e Reanimação Cardiopulmonar Desmaio e Convulsões Choque Hipovolêmico Intoxicações e Envenenamentos Queimaduras IAM (Infarto Agudo do Miocárdio) Traumatismo Cranioencefálico e Lesões da Medula Espinhal Alergias e Asma BIBLIOGRAFIA BÁSICA MUSSI, N.M. Técnicas Fundamentais de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2005. NORO, J. Manual de Primeiros Socorros. São Paulo: Ed. Ática, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OSOL, A. (org.) Dicionário Médico Blakiston. 2ª ed. São Paulo: Organização Andrei Editora Ltda, 1998. BRASIL – Ministério da Saúde. Manual para instrutores de socorristas. Brasília, 1990. OLIVEIRA, B.F.M. Trauma – atendimento pré-hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2001. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: RECURSOS E ESTRATÉGIAS APLICADOS À TERAPIA DE LINGUAGEM ORAL Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito 04 5º EMENTA: Programa de intervenção fonoaudiológica, elaborado em função das alterações encontradas no desenvolvimento e aquisição da linguagem oral. OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos e/ou habilidades que possibilitem a utilização de estratégias diferenciadas no tratamento fonoaudiológico das alterações da linguagem oral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Selecionar metas e procedimentos particulares na dependência dos resultados da avaliação individual. - Utilizar estratégias que facilitem a aquisição de aspectos relacionados à forma, conteúdo e uso da linguagem. - Atuar, quando necessário, junto às habilidades cognitivas da linguagem. - Saber atuar no âmbito escolar, com propostas coletivas e abrangentes, que visam a intervenção e prevenção das alterações da linguagem oral. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - - Intervenção baseada em diagnóstico previamente estabelecido. Abordagem integral: atividades para as categorias formais da linguagem (fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e pragmática) e para o treino de habilidades lingüísticas que envolvam atenção, percepção, raciocínio abstrato, evocação e conhecimentos gerais. Ações fonoaudiológicas na escola que permitam a criação de um planejamento de atuação coletiva em intervenção e prevenção das alterações da linguagem oral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEVILACQUA, M.C.; MORET, A.L.M. Deficiência auditiva: conversando com familiares e profissionais de saúde. São José dos campos: Pulso, 2005. LIMONGI, F.P. Manual Papaterra de habilidades cognitivas. São Paulo: Pancast, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONDEMARÍN, M.; GALDAMES, V.; MEDINA, A. Taller de lenguaje. Madrid: CEPE, 1996. LICHTIG, I. Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas. Barueri: Pro-Fono, 2004. PAROLIN, I.C.H. Aprendendo a incluir e incluindo para aprender. São José dos Campos: Pulso, 2006. PASTORELLO, L.M.; ROCHA, A.C.O. Fonoaudiologia e linguagem oral. Os práticos do diálogo. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: RECURSOS E ESTRATÉGIAS APLICADOS À TERAPIA DE LINGUAGEM ESCRITA Código CR 04 PER 5º Co-Requisito Pré-Requisito EMENTA: Programa de intervenção fonoaudiológica, elaborado em função das alterações encontradas no desenvolvimento e aquisição da leitura-escrita. OBJETIVO GERAL: Adquirir conhecimentos e/ou habilidades que possibilitem a utilização de estratégias diferenciadas no tratamento fonoaudiológico dos distúrbios de leitura e escrita. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Selecionar metas e procedimentos particulares na dependência dos resultados da avaliação individual. - Compreender a conexão entre a linguagem oral e escrita, como uma relação dinâmica e recíproca. - Utilizar os conceitos relacionados às capacidades cognitivas e metacognitivas da linguagem, concomitantemente, com o objetivo de facilitar o processamento da leitura e escrita em todos os seus níveis (ortográfico, semântico, contextual e fonológico). - Saber atuar no âmbito escolar, com propostas coletivas e abrangentes, que visam a intervenção e prevenção das alterações de leitura e escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - - Intervenção baseada em diagnóstico previamente estabelecido. Conexão “Oral-Escrita”: procedimentos que permitam desenvolver competências de desempenhos lingüísticos. Abordagem terapêutica equilibrada, numa perspectiva de linguagem integral( leitura de textos de níveis variados, consciência fonológica e linguagem oral, leitura para compreensão, escrita com propósito e para um provável leitor). Ações fonoaudiológicas na escola que permitam a criação de um planejamento de atuação coletiva em intervenção e prevenção das alterações de aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, A.G.S.; CAPOVILLA, F.C. Problemas de leitura e escrita. São Paulo: Memnon, 2000. SANTOS, M.T.M.; NAVAS, A.L.G.P. (orgs.) Distúrbios de leitura e escrita – teoria e prática. São Paulo: Manole, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERBERIAN, A.P.; MASSI, G.; GUARINELLO, A.C. Linguagem escrita – referenciais para a clínica fonoaudiológica. São Paulo: Plexus, 2003. CAPOVILLA, F.C. (org.) Neuropsicologia e aprendizagem – uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Memnon, 2002. CAPOVILLA, A.G.S. (org.) Avaliação e intervenção em habilidades metafonológicas e de leitura e escrita. São Paulo: Memnon, 2003. LIMONGI, F.P. Manual Papaterra de habilidades cognitivas. São Paulo: Pancast, 2001. MACEDO, E.C.; CAPOVILLA, F.C. Temas em neuropsicolingüística. Ribeirão Preto: Tecmedd, 2006. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: RECURSOS E ESTRATÉGIAS APLICADOS À TERAPIA DE MOTRICIDADE OROFACIAL Código CR 04 PER 5º Co-Requisito Pré-Requisito EMENTA: Atuação terapêutica na especialidade Motricidade Orofacial. OBJETIVO GERAL: Conhecer as estratégias empregadas na prática clínica da terapia orofacial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Utilizar, de forma adequada, as estratégias terapêuticas de acordo com as alterações morfofuncionais orais. - Identificar os tipos de contração muscular, assim como os grupos musculares e funções estomatognáticas envolvidos no processo de reabilitação morfofuncional oral. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Tipos de contração muscular. - Grupos musculares. - Estruturas e funções estomatognáticas. - Material e métodos. - Exercícios isotônicos e isométricos. - Exercícios para lábios. - Exercícios para língua. - Exercícios para bochechas. - Exercícios para musculatura mastigatória. - Exercícios para as funções estomatognáticas: sucção, mastigação, deglutição, respiração e fala. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALTMAN, E.B.C.(org.) Fissuras lábio-palatinas. Barueri: Pró-Fono, 1992. FERRAZ, M.C.A. Manual prático de motricidade oral - avaliação e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CUNHA, V.L.O. Aprendendo a respirar pelo nariz - exercícios, jogos e brincadeiras. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. MORALLES, R.C. Terapia de regulação orofacial. São Paulo: Memnon, 1999. NETTO, A.C.D.; TABORDA, R.F. Dudu no mundo da respiração: orientação e conscientização para crianças respiradoras orais. São José dos Campos: Pulso, 2004. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: FALA E LINGUAGEM Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1130 04 6° FON 1030 EMENTA: Teorias e técnicas de prevenção e reabilitação fonoaudiológica dos problemas da fala, linguagem e fluência. OBJETIVO GERAL: Caracterizar os distúrbios da fluência e fala. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Conceituar fluência; diferenciar o conceito de disfluência geral – gagueira. - Caracterizar a gagueira. - Conhecer os fatores e os estímulos que influenciam a gagueira. - Realizar o diagnóstico diferencial entre as diversas formas de disfluência. - Caracterizar a gagueira infantil. - Descrever avaliação e terapia para gagueira na adolescência e na idade adulta. - Definir distúrbios articulatórios. - Distinguir desvio fonético e fonológico. - Caracterizar e classificar o retardo de linguagem. - Adquirir conhecimentos sobre a intervenção fonoaudiológica nos casos de desvios fonético-fonológicos e no retardo de linguagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Distúrbios da fluência: gagueira e taquifemia. - Desvios de fala. - Retardo de linguagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARBOSA, L.M.G.; CHIARI, B.M. Gagueira: etiologia, prevenção e tratamento. Carapicuíba, São Paulo: Pró-Fono, 1998. LOPES FILHO, O.C. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Tecmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRIEDMAN, S. Gagueira: origem e tratamento. São Paulo: Summus, 1986. GOLDFELD, M.(org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Linguagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MOTA, H.B. Terapia fonoaudiológica para os Desvios Fonológicos. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. RIBEIRO, I.M. (org.) Gagueira. São José dos Campos: Pulso, 2003. YAVAS, M. Avaliação fonológica da criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS – LINGUAGEM ORAL II Código FON 1012 CR PER 04 6° Co-Requisito Pré-Requisito FON 1020 EMENTA: Distúrbios de linguagem e de deglutição em adultos, de origem neurológica: avaliação e terapia. OBJETIVO GERAL: Conhecer as disfunções de comunicação e deglutição em doenças neurológicas no adulto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar os distúrbios de comunicação e de deglutição em adultos de origem neurológica. - Avaliar a comunicação e a deglutição de adultos com alterações neurológicas. - Diagnosticar e aprender a realizar terapia fonoaudiológica em adultos com alterações de origem neurológica. - Perceber que a prevenção é preferível à reabilitação, devendo, portanto, quando profissional, atuar em ambos os aspectos. - Aprender como orientar a família. - Conhecer o trabalho realizado pela equipe intradisciplinar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Afasia em adultos. - Afasia em crianças. - Agnosias. - Apraxias. - Disartrias. - Disfagia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAVIES, P. Recomeçando outra vez: reabilitação precoce após lesão cerebral traumática ou outra lesão cerebral severa. São Paulo: Ed. Manole Ltda, 1997. BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA: MURDOCH; B.E. Desenvolvimento da fala e distúrbios da linguagem. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 1997. SILVA, J. (org.) Disfagia avaliação e tratamento. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 2003. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA III Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1003 04 6° FON 1002 EMENTA: Seleção e adaptação de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI). OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades para a seleção e adaptação de AASI. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar avaliação específica para a seleção e adaptação dos AASI. - Manipular adequadamente os materiais utilizados para a confecção dos moldes. - Reconhecer as características físicas e eletroacústicas dos AASI. - Efetuar os ajustes internos de cada AASI. - Orientar o usuário quanto ao uso e cuidados com o AASI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Histórico. - Definição. - Classificação: modo de transmissão sonora, localização em relação a orelha, tecnologia, número de canais, linearidade do ganho. - Adaptações especiais. - Características Físicas do AASI: Microfone, Amplificador, Receptor. - Otoplástica. - Moldes auriculares. - Técnicas e cuidados na impressão. - Características Eletroacústicas do AASI. - Ganho. - Saída máxima. - Resposta de Freqüência. - Mensuração. - Métodos utilizados para seleção das características eletroacústicas dos AASI. - Método Comparativo. - Método Prescritível. - Avaliação do desempenho do indivíduo aparelhado. - Orientação e acompanhamento ao usuário de AASI. - Equipamentos auxiliares para o deficiente auditivo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALMEIDA, K.; IORIO, M.C.M. Próteses auditivas; fundamentos teóricos e aplicações clínicas. São Paulo: Lovise, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALMEIDA, K. O processo de seleção e adaptação de aparelho de amplificação sonora para criança deficiente auditiva. In: CALDAS N; CALDAS NETO S.; SIH, T. Otologia e Audiologia em pediatria. São Paulo: Revinter, 1999. COUTO, C.M.; MENEGOTTO, I.H. In PANHOCA, I.; LACERDA, C. Considerações teóricas sobre a seleção de próteses auditivas em indivíduos com perda auditiva de grau severo e profundo. Tempo de fonoaudiologia. São Paulo: Cabral Editora Universitária, 1997. IORIO, M.C.M.; MENEGOTTO, I.H. Aparelhos Auditivos. In: LOPES FILHO, O. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1977. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: VOZ Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1140 04 6° FON 1080 EMENTA: Atendimento a pessoas com distúrbios de voz e voz profissional. Correção e terapia. OBJETIVO GERAL: Conhecer na prática a avaliação e terapia dos distúrbios vocais, bem como os aspectos relacionados ao uso profissional da voz e saúde vocal. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar os fatores que mais influenciam no uso da voz, como cuidados com a voz, boa articulação, ressonância equilibrada; dependendo da especificidade de cada caso. - Realizar anamnese e avaliação do comportamento vocal. - Efetuar atendimento fonoaudiológico nas disfonias e voz profissional. - Realizar e interpretar a análise acústica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Atendimento fonoaudiológico e supervisão dos casos de alterações de voz e voz profissional. - Discussões de textos pré-selecionados sobre voz durante supervisão. - Realização e interpretação de análise acústica nos pacientes com alterações vocais. - Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e planejamento geral especificando objetivos terapêuticos e estratégias utilizadas. - Elaboração prévia de planos diários de terapia com os objetivos, estratégias e após execução relatar o processo evolutivo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEHLAU, M.; PONTES, P. Avaliação e tratamento das disfonias. São Paulo: Ed. Lovise, 1995. _____________________ Higiene Vocal – Cuidando da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. PINHO, S.M. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEHLAU, M. Voz - O livro do especialista. Vol. 1. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. __________ Voz - O livro do especialista. Vol. 2. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. BOONE, D.R. A voz e a terapia vocal. 5ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. COSTA, H. O.; SILVA, M. A . A . Voz cantada. São Paulo: Lovise, 1998. PINHO, S.M. Manual de higiene vocal para profissionais da voz. Barueri: Pró-Fono, 1997. FERREIRA, L.; ANDRADA E SILVA, M. Saúde Vocal. São Paulo: Ed. Roca, 2002. FERREIRA, L; BEFI-LOPES, D.; LIMONGI, S. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: SAÚDE COLETIVA E FONOAUDIOLOGIA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1150 04 6° EMENTA: Políticas de saúde e planejamento em saúde. A situação da fonoaudiologia nas políticas públicas. OBJETIVO GERAL: Identificar e dominar conceitos de saúde coletiva e Fonoaudiologia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar os conceitos de epidemiologia. - Dominar os tipos de políticas de saúde. - Aprender a usar o planejamento na saúde. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Epidemiologia: Bases conceituais, modelos de explicação do processo saúde x doença; e usos da epidemiologia; Descrevendo os problemas de saúde: Medidas em saúde coletiva: Indicadores epidemiológicos e demográficos; Principais Bases de dados dos danos (natalidade, morbidade, mortalidade) e riscos (Sócio-demográficos e infra-estrutura) à saúde; Padrão de distribuição das doenças e agravos à saúde; Explicando os problemas de saúde: O Método Epidemiológico e os Desenhos de estudos epidemiológicos; Vigilância Epidemiológica. - Políticas de Saúde: Política de saúde - aspectos históricos; Reforma sanitária brasileira; Sistema Único de Saúde: Arcabouço jurídico – institucional: Princípios, diretrizes (Constituição Federal, Lei orgânica de saúde, Normas operacionais básicas; Constituições Estaduais e leis orgânicas municipais, Códigos Sanitários, Normas Técnicas); Estrutura organizacional; Consolidação do Sistema Único de Saúde frente a reforma do estado: O confronte entre a universalização, eqüidade e democratização versus focalização, privatização. - Planejamento em Saúde: Planejamento em Saúde: Princípios e perspectivas; Modelos técnico-assistenciais em saúde; Recursos humanos no setor saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALMEIDA FILHO, N. A Clínica e a Epidemiologia. Salvador - Rio de Janeiro: APCE-ABRASCO, 1992. FLETCHER, R.H.; FLETCHER, S.W.; WAGNER, E.H. Epidemiologia Clínica - Bases Científicas da Conduta Médica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia preventiva. São Paulo: Lovise, 1996. BEFI, D. Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo: Lovise, 1997. CARVALHO, G.I.; SANTOS, L. Sistema único de saúde. 2ªed. São Paulo: Hucitec, 1995. HERNANDEZ, A.M. Atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. LAGROTTA, M.G.M.; CESAR, C.P.H.A. A fonoaudiologia nas instituições. São Paulo: Lovise, 1997. RIVERA, F.J.U. Planejamento e Programação em Saúde – um enfoque estratégico. São Paulo: Editora Vozes, 1989. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 4ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1993. RUSSO, I.P. Intervenção fonoaudiológica na terceira idade. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. VIEIRA, R.M. (org.) Fonoaudiologia e saúde pública. Carapicuiba: Pró-Fono, 1995. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AUDIOLOGIA EDUCACIONAL Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1160 04 6º EMENTA: Teorias, métodos e técnicas de prevenção e reabilitação fonoaudiológica dos problemas da audição. OBJETIVO GERAL: Conhecer e tratar todos os aspectos que envolvem a surdez: prevenção, diagnóstico e tratamento. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar a realidade do surdo frente à família e sociedade. - Classificar as deficiências auditivas de acordo com localização, grau, tipo e etiologia. - Identificar as características dos pacientes surdos. - Conhecer as interferências no desenvolvimento da linguagem do surdo em decorrência da privação sensorial pré e pós-lingüística. - Conhecer a situação sócio-educacional do surdo nas diferentes épocas da história da humanidade. - Conhecer os métodos de avaliação e estimulação de linguagem - Aprender como orientar os pais e a escola. - Adquirir e desenvolver estratégias de reabilitação para os surdos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Como é ser surdo. - Etiologia da Deficiência Auditiva. - Prevenção. - Caracterização dos indivíduos surdos de acordo com grau da Deficiência Auditiva. - Histórico da Educação do Surdo. - Métodos de estimulação de linguagem. - Métodos orais: Unissensoriais e Multissensoriais. - Avaliação da comunicação do Deficiente Auditivo. - Estratégias de reabilitação para o Surdo. - Implante Coclear – Noções básicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEVILACQUA, M.C. Audiologia educacional, uma opção terapêutica para a criança deficiente auditiva. São Paulo: Ed. Pró-Fono, 2000. BEVILACQUA, M.C.; MORET, A.L.M. Conversando com familiares e profissionais da saúde. São José dos Campos: Pulso, 2005. CORRÊA, J.M. Surdez e os fatores que compõem o método audiovisual de linguagem oral para crianças com perda auditiva. São Paulo: Atheneu, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BISHOP, M. Desenvolvimento da linguagem em circunstâncias excepcionais. Porto Alegre: Ed. Revinter, 2002. FONSECA, V. Aprender a aprender. Porto Alegre: Ed. Artmed, 1998. LICHTIG, I. (org.) Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas. Barueri: Pró-Fono, 2004. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: BIOESTATÍSTICA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito CBB 1140 04 6° EMENTA: Conceituação de séries estatísticas, gráficos, medidas de posição e dispersão e desenvolvimento de metodologia para a sua construção e determinação, probabilidades, testes de hipótese, correlação. Aplicações à pesquisa fonoaudiológica. OBJETIVO GERAL: Entender o papel da Estatística em relação às Ciências Sociais e à saúde. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Propiciar um instrumental para organização, classificação, apresentação e cálculo de parâmetros estatísticos que permitam descrever resumidamente os fenômenos. - Propiciar a visão crítica da realidade social e da saúde por meio da análise de parâmetros estatísticos. - Compreender os métodos e técnicas estatísticas capazes de levar ao entendimento de indicadores da área da saúde, social e, sobretudo dos indicadores da própria turma. - Desenvolver as habilidades referentes à leitura da realidade social e da saúde, codificada na linguagem matemática e estatística. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Introdução à bioestatística. - Séries estatísticas e sua representação tabular. - Representação gráfica das séries estatísticas. - Medidas de Síntese e de Posição. - Medidas de Dispersão. - Noções de Amostragem – Fases do trabalho científico, Definição do objetivo, Planejamento, coleta dos dados, Crítica e validação dos dados, Apuração dos dados, Apresentação dos dados, Análise e interpretação dos dados; Métodos: Não casual ou não probabilístico, Casual ou probabilístico, Técnicas: probabilística simples, Estratificada proporcional, Sistemática e conglomerados, Estudo de caso sobre amostragem, Estimativa de parâmetros populacionais e Cálculo do erro amostral. - Testes de hipótese. - Correlação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MALETTA, C.H. Bioestatística em saúde pública. 2ª ed. Belo Horizonte: Coopmed Editora, 1992. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. Rio de Janeiro: Ed.Campus,1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARBETA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. 3ªed. Florianópolis: Editora da UFSC, 1999. CENTENO, A.J. Curso de estatística aplicada à biologia. Goiânia: Cegraf/UFG, 1990. CRESPO, A.A. Estatística fácil. São Paulo: Editora Saraiva, 1996. GUEDES, M. Bioestatística para profissionais de saúde. Rio de Janeiro: Livro Técnico S.A., 1988. LAURENTI, R. (org.) Estatísticas de saúde. São Paulo: EPU, 1987. STEVENSON, W.J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Editora Harbra LTDA, 1981. TOLEDO, G.L. Estatística básica. 2ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 1983. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: LINGUAGEM Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1170 08 7° FON 1011 EMENTA: Atuação terapêutica nos distúrbios da comunicação: teoria e prática. Estudo de campo. OBJETIVO GERAL: Desenvolver visão do tratamento realizado pela equipe intradisciplinar que atua em instituição. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Selecionar e aplicar técnicas de avaliação formal e/ou informal em neuropediatria. - Realizar atendimento fonoaudiológico em grupo e/ou individualizado. - Orientar a família quanto ao seu papel junto ao seu filho, à Equipe e à Instituição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Prevenção, avaliação e terapia de crianças com alterações neurológicas. - Encaminhamentos para outros setores e exames complementares. - Visita à escola ou outros locais para entrevistas. - Orientação aos pais e à equipe intradisciplinar. - Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e planejamento geral especificando objetivos terapêuticos e estratégias utilizadas. - Elaboração prévia de planos diários de terapia com os objetivos, estratégias e após execução relatar o processo evolutivo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAMENT, A.; CYPEL, S. Neurologia infantil (Lefèvre). São Paulo: Atheneu, 1989. FINNIE, N. O Manuseio em casa da criança com paralisia cerebral. São Paulo: Ed. Manole, 1980. TELES, L.; NASCIMENTO, Y.P. Atuação fonoaudiológica na paralisia cerebral. Goiânia: UCG, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRAZELTON, T.B. Bebês e Mamães. Rio de Janeiro: Ed. Campus Ltda., 1981. FURKIM, A.M.; SILVA, R.G. Programas de reabilitação em disfagia neurogênica. São Paulo: Frontis Editorial, 1999. LIMONGE, S.C. Paralisia Cerebral – Linguagem e cognição. Carapicuiba: Pró-Fono, 1995. MACEDO FILHO, E.D.; PISSANI, J.C; CARNEIRO, J.; GOMES, G. Disfagia – abordagem multidisciplinar. 2ªed. Curitiba: Frontis Editorial, 1999. PUYUELO,M. (org.) A Fonoaudiologia na Paralisia Cerebral – diagnóstico e tratamento. São Paulo: Ed. Santos, 2001. PÉREZ-RAMOS, A.; PÉREZ-RAMOS, J. Estimulação precoce. Ministério da Ação Social – CORDE, 1992. TUPY, T.M.; PRAVETTONI, D.G. ... e se falta a palavra, qual comunicação, qual linguagem? São Paulo: Memnon , 1999. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AUDIOLOGIA CLÍNICA I Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 5705 04 7° FON 1002 EMENTA: Atuação em avaliação audiológica do adulto e da criança. Relação Teoria e Prática. Vivência. OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades na realização de exames audiológicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Associar os conhecimentos teóricos sobre Avaliação Audiológica à prática clínica, considerando os aspectos éticos, científicos e técnicos; - Manipular de forma adequada os equipamentos audiológicos; - Relacionar os resultados dos exames audiológicos à história do caso e sua possível hipótese diagnóstica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Aplicação de técnicas e procedimentos de exames audiológicos; classificação das perdas auditivas. - Aplicação dos conteúdos desenvolvidos na disciplina Avaliação Audiológica I - Via Aérea, Via Óssea, Logoaudiometria, Mascaramento e Testes Acumétricos. - Aplicação dos conteúdos desenvolvidos na disciplina Avaliação Audiológica II - Medidas de Imitância Acústica; Avaliação Audiológica Infantil e Saúde Auditiva do Trabalhador. - Estudo de casos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO, M.F.; VIEIRA, R.M.; VILA NOVA, L.C.P. Desenvolvimento auditivo em crianças normais e de alto risco. São Paulo: Plexus,1995. BESS, F.H.; HUMES, L.E. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998. CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH, T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. JERGER, J.; JERGER, S. Alterações auditivas. Rio de janeiro: Ateneu, 1998. KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole,1999. LOPES FILHO, O.C.(org.) Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997. MOMENSOHN-SANTOS, T.M.; RUSSO, I.C.P. (orgs.) Prática da Audiologia Clínica. 5ª Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AQUINO, A.M.C.M. (org.) Processamento Auditivo – Eletrofisiologia e psicoacústica. São Paulo: Lovise, 2002. FIGUEIREDO, M.S. (org.) Emissões Otoacústicas e BERA. São José dos Campos: Pulso, 2003. MUSIEK, F.E.; RINTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. NORTHERN, J.L.; DOWNS, M.P. Audição em Crianças, 3ª Ed. São Paulo: Manole, 1989. PEREIRA, L.D.; SCHOCHAT, E. Processamento auditivo central – manual de avaliação. São Paulo, Lovise, 1997. RUSSO, I.C.P.; SANTOS, T.M.M. Audiologia infantil. 3ª Ed. São Paulo: Cortez Editora, 1989. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: AUDIOLOGIA CLÍNICA IV Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1004 04 7° CBB 5030 EMENTA: Avaliação eletrofisiológica e eletroacústica da audição; avaliação otoneurológica e reabilitação vestibular; avaliação do processamento auditivo. OBJETIVO GERAL: Apreender os conceitos das avaliações eletrofisiológica e eletroacústica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar e interpretar os registros das Emissões Otoacústicas. - Executar e analisar os procedimentos de avaliação dos potenciais auditivos evocados. - Compreender a avaliação da função vestibular, bem como os aspectos teóricos da reabilitação vestibular. - Conhecer os testes que compõem a avaliação do processamento auditivo e os aspectos relacionados à sua reabilitação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Avaliação Eletrofisiológica – EOAs: Classificação, Registro e Tipos; Interferências nos Resultados. Aplicações Clínicas; Diferentes Protocolos de Triagem, Ocupacional X EOA. - Avaliação Eletrofisiológica – PEAs: Avaliação eletrofisiológica: terminologias, definições e histórico; PEAs de Curta (PEATE), Média (MLR) e Longa Latência (P300 e Mismatch Negativo). - Avaliação Otoneurológica e Reabilitação Vestibular: Avaliação otoneurológica no adulto; Identificação das possíveis alterações na vestibulometria nos casos periféricos e centrais; Introdução à reabilitação vestibular e protocolos utilizados. - Avaliação do Processamento Auditivo: Definição, características e diagnóstico diferencial das desordens do processamento auditivo; Indicações e objetivos da avaliação do processamento auditivo; Avaliação comportamental do processamento auditivo. Bateria de testes; Intervenção fonoaudiológica nos diferentes transtornos do processamento auditivo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAMPOS, C.A.H.; COSTA, H.O.O. Tratado de Otorrinolaringologia. Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia. São Paulo: Ed. Roca. 2003. CAOVILLA, H.H.; GANANÇA, M.M.; MUNHOZ, M.S.L..; SILVA, M.L.G. Equilibriometria clínica. Série Otoneurológica. V 1. São Paulo: Atheneu, 1999. MUSIEK, F.E.; LEE, W.W. Potenciais auditivos de média e longa latência. In: MUSIEK, F.E.; RIENTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Ed. Manole, 2001. SCHOCHAT, E. Processamento auditivo. Série Atualidades em Fonoaudiologia. V II. São Paulo: Lovise, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GATTAZ, G. Registro das emissões otoacústicas evocadas e sua aplicação clínica na audiologia infantil. In: Otologia e Audiologia em Pediatria. São Paulo: Revinter, 1999. HERDMAN, S.J. Reabilitação vestibular. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Manole, 2002. SCHOCHAT, E. Processamento Auditivo Central: Revisão da Literatura. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 5(1):24-30, 1998. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMUNICAÇÃO E SEUS DISTÚRBIOS: AUDIOLOGIA EDUCACIONAL Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1180 04 7º FON 1160 EMENTA: Atendimento a pessoas com deficiência auditiva em diferentes idades. Teoria e prática. OBJETIVO GERAL: Realizar terapia fonoaudiológica supervisionada dos distúrbios da comunicação em pacientes com perdas auditivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Aplicar as questões da anamnese direcionada à patologia específica. - Avaliar segundo os critérios específicos da patologia. - Encaminhar para exames complementares. - Reabilitar os distúrbios de comunicação em pessoas com deficiência auditiva. - Efetuar orientação à família e à escola quando necessário CONTEUDO PROGRAMÁTICO: - Aplicação de anamnese e avaliações específicas. - Encaminhamento dos pacientes para exames complementares, caso seja necessário. - Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e planejamento geral especificando objetivos terapêuticos e estratégias utilizadas. - Elaboração prévia de planos diários de terapia com os objetivos, estratégias e após execução relatar o processo evolutivo. - Orientação familiar. - Orientação escolar. - Terapias supervisionadas com discussão dos casos objetivando a conduta terapêutica. - Ênfase em terapia e reavaliação para elaboração de relatório final. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEVILACQUA, M.C.; FORMIGONI, G.P. Audiologia educacional: uma opção terapêutica para a criança deficiente auditiva. São Paulo: Ed. Pró-Fono, 2000. BEVILACQUA, M.C.; MORET, A.L.M. Conversando com familiares e profissionais da saúde. São José dos Campos: Pulso, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CASANOVA, J.P. Manual de Fonoaudiologia. São Paulo: Ed. Artes Médicas, 1992. CUPELLO, R.C.M. A linguagem do meu filho. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 1993. GOLDFELD, M. A criança surda. São Paulo: Ed. Plexus, 1997. GOLDFELD, M. Fundamentos em Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1998. JAKUBOVICZ, R. Psicomotricidade, Deficiência de Audição, Atraso de Linguagem Simples e Gagueira Infantil. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 1997. KOZLOWSKI, L. Implantes Cocleares. São Paulo: Ed. Pró-Fono, 1997. LICHTIG, I. (org.) Programa de intervenção fonoaudiológica em famílias de crianças surdas. Barueri: Pró-Fono, 2004. SIMONEK, M.C.; VALDEREZ, P.L. Surdez na Infância. Rio de Janeiro: Soluções Gráficas Design Studio, 1996. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: LIBRAS Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON1190 04 7° EMENTA: Bases teóricas e práticas para a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades necessárias para a aquisição da LIBRAS. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Interagir com surdos usuários da LIBRAS como primeira linguagem. - Conhecer os aspectos históricos e legais da LIBRAS. - Utilizar as regras gramaticais da LIBRAS. - Conhecer aspectos da cultura dos surdos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Histórico da Língua Brasileira de Sinais. - Legislação sobre o uso da Língua Brasileira de Sinais. - Aspectos sintáticos da LIBRAS. - Parâmetros da Língua de Sinais. - Organização neural da Língua de Sinais. - Aulas práticas ( vocabulário básico e estruturação de frases): alfabeto manual; sinais referentes à: números, pronomes pessoais, membros da família, dias da semana, meses do ano, advérbios de tempo, cores, frutas, animais, vestimentas e acessórios, alimentos e bebidas, partes da casa, objetos e utensílios domésticos, objetos escolares, datas comemorativas, meios de transporte, meios de comunicação, países, estados brasileiros e principais cidades, adjetivos e antônimos, verbos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOURA, M.C.; LODI, A.C.B.; PEREIRA, M.C.C. Língua de Sinais e educação do surdo. Série de Neuropsicologia. V 3. São Paulo: Tec Art, 1993. RABELO, A.S. Português sinalizado: Comunicação total. Goiânia: UCG, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira: o mundo do surdo em LIBRAS. São Paulo: USP, 2004. Dicionário de LIBRAS Ilustrado. Produção do Governo do Estado de São Paulo. São Paulo: Imprensa oficial. Sd. CD Rom. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E TEOLOGIA CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º FIT1080 04 7 EMENTA: Ciência e conhecimento científico; metodologia científica e pesquisa; tipos de pesquisa; estrutura e organização de trabalhos científicos; projeto de pesquisa em fonoaudiologia. Normas da ABNT e da UCG. OBJETIVO GERAL: Aprender a elaborar o projeto para o trabalho de conclusão de curso (TCC). OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Dominar o conceito de ciência, conhecimento científico e pesquisa científica. - Identificar a metodologia científica para os diferentes tipos de trabalho. - Aprender as normas de trabalho científico e publicações. - Elaborar o projeto do TCC. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Ciência e conhecimento científico. - Pesquisa científica. - Metodologia da pesquisa científica: Elaboração de projetos, relatórios de pesquisa, trabalhos e publicações científicas: Projeto de Pesquisa, Relatório de Pesquisa, Trabalhos científicos e Publicações científicas. - Projeto de TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3aed. São Paulo: Atlas, 1991. SILVA, M.A. Normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na UCG. Goiânia: UCG, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSENCIO, V. Conhecimentos essenciais para escrever bem um artigo científico. São Paulo: Plexus, 2003. CARVALHO, M.C. Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. São Paulo: Papirus, 1994. CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel, 2003. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Metodologia do Trabalho Científico. 4ªed. São Paulo: Atlas, 1992. SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. Minas Gerais: Interlivros, 1984. VIEIRA, S. Metodologia Científica para área de saúde. São Paulo: Sarvier, 1984. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AÇÕES COLETIVAS DE SAÚDE Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º FON 1200 04 8 FON 1150 EMENTA: Atuação fonoaudiológica na promoção de ações coletivas de saúde. OBJETIVO GERAL: Associar a teoria com a prática nas ações de promoção de saúde coletiva OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar estágio nas diferentes áreas de saúde coletiva. - Ministrar palestras e orientações fonoaudiológicas para diferentes grupos: professores, pais, idosos entre outros. - Intervir na promoção de saúde coletiva. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Prática nas ações de Serviços de Saúde coletiva. - Trabalho junto com a equipe multidisciplinar. - Atuação fonoaudiológica na Saúde coletiva em diferentes níveis de prevenção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia preventiva. São Paulo: Lovise, 1996. BEFI, D. Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo: Lovise, 1997. VIEIRA, R.M. (org.) Fonoaudiologia e saúde pública. Carapicuiba: Pró-Fono, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, C.R.F. Fonoaudiologia em berçário normal e de risco. São Paulo: Lovise, 1996. BASSETO, M.C.A.; BROCK, R.; WAYNSZTEJN, R. Neonatologia: um convite a atuação fonoaudiológica. São Paulo: Lovise, 1998. CARVALHO, G.I.; SANTOS, L. Sistema único de saúde. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 1995. HERNANDEZ, A.M. Atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. KUDO, A.M. Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional em Pediatria. 2ª ed. São Paulo: Savier, 1997. LAGROTTA, M.G.M.; CESAR, C.P.H.A. A fonoaudiologia nas instituições. São Paulo: Lovise, 1997. JUNQUEIRA, P. Amamentação, hábitos orais e mastigação: orientação, cuidados e dicas. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. RUSSO, I.P. Intervenção fonoaudiológica na terceira idade. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AUDIOLOGIA CLÍNICA II Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 5712 08 8° FON 5705 EMENTA: Atuação em avaliação audiológica do adulto e da criança. OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades na realização de exames audiológicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Associar os conhecimentos teóricos sobre Avaliação Audiológica à prática clínica, considerando os aspectos éticos, científicos e técnicos; - Manipular de forma adequada os equipamentos audiológicos; - Associar a fisiopatologia do aparelho auditivo aos achados audiológicos. - Avaliar o ganho funcional dos AASI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Realização de avaliação audiológica em crianças e adultos. - Estudo de temas envolvendo doenças das Orelhas Média e Interna. - Discussão de casos clínicos em supervisão. - Realização de avaliação funcional dos AASI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CALDAS, N.; NETO, S.C.; SIH,T. Otologia e Audiologia em Pediatria. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. JERGER, J.; JERGER, S. Alterações auditivas. Rio de Janeiro: Ateneu, 1998. LOPES FILHO, O.C. (org.) Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997. SADY, S.C.; CRUZ, O.L.; OLIVEIRA, J.A.A. (orgs.) Otorrinolaringologia – princípios e práticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KATZ, J. Tratado de Audiologia Clínica. São Paulo: Manole, 1999. LOPES FILHO, O.; CAMPOS, C.A. Tratado de Otorrinolaringologia. São Paulo: Rocca, 1994. MUSIEK, F.E.; RINTELMANN, W.F. Perspectivas atuais em avaliação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM COMDIS: FONOAUDIOLOGIA CLÍNICA Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito FON 1210 08 8° FON 1060 EMENTA: Atuação terapêutica nos distúrbios da comunicação humana nos diferentes ciclos da vida. OBJETIVO GERAL: Realizar terapia fonoaudiológica supervisionada dos distúrbios da comunicação humana. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Aplicar as questões da anamnese direcionada à patologia específica. - Avaliar segundo os critérios específicos da patologia. - Encaminhar para exames complementares, quando necessário. - Realizar reablitação dos distúrbios da comunicação humana - Efetuar orientação à familia e à escola, quando necessário CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Estudo da anamnese e avaliação para a conduta terapêutica. - Encaminhamento da paciente para exames complementares e para outros setores de atendimento. - Elaboração de relatórios de anamnese, avaliação e evolução. - Elaboração de planejamento geral de terapia, contendo objetivos geral e específicos. - Realização prévia de plano terapêutico diário especificando os objetivos terapêuticos, estratégias e evolução do caso. - Orientações aos pais e pacientes. - Estudo e análise dos casos clínicos atendidos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOONE, D. Comunicação Humana e seus distúrbios. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. LOPES FILHO, O.C. Tratado de Fonoaudiologia. Rio de Janeiro: Teccmed, 2005. RIBEIRO, I.M. (org.) Conhecimentos essenciais para atender bem a pessoa com queixa de gagueira. São José dos Campos: Pulso, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEHLAU, M. Voz – O livro do especialista. Vol. I. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. GOLDFELD, M. (org.) Fundamentos em Fonoaudiologia – Linguagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º FON 1220 04 8 EMENTA: Elaboração de trabalho de conclusão de curso. OBJETIVO GERAL: Executar o projeto de trabalho de conclusão de curso. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Compreender a importância da pesquisa científica. - Aplicar as normas de trabalho científico - Realizar a pesquisa de conclusão de curso CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Regras para elaboração da monografia. - Execução do trabalho de pesquisa bibliográfica e/ou de campo. - Redação propriamente dita do TCC. - Elaboração do material para apresentação. - Apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. Belo Horizonte: Interlivros, 1984. SILVA, M. Normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na UCG. Goiânia: Ed. UCG, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSENCIO, V. Conhecimentos essenciais para escrever bem um artigo científico. São Paulo: Plexus, 2003. CARVALHO, M.C. Construindo o saber: metodologia científica – fundamentos e técnicas. São Paulo: Papirus, 1994. CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica – teoria e prática. Rio de Janeiro: Axcel, 2003. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A.; Metodologia do Trabalho Científico. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1992. VIEIRA, S. Metodologia científica para área de saúde. São Paulo: Sarvier, 1984. PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA E TERAPIA OCUPACIONAL CURSO: FONOAUDIOLOGIA DISCIPLINA: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS. Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito º FON 1230 02 8 EMENTA: Seminários de atualização técnico-científica em Fonoaudiologia. OBJETIVOS GERAIS: - Identificar conceitos de planejamento estratégico para elaboração de projetos de prestação de serviços de Fonoaudiologia. - Receber informações atualizadas sobre questões pertinentes à Fonoaudiologia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar os conceitos de planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos. - Atualizar-se e compreender a importância da constante atualização técnico-científica. - Aprender a elaborar projetos para implantação de serviços de Fonoaudiologia. - Compreender o trabalho multiprofissional nas diferentes áreas de atuação CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Aspectos metodológicos para elaboração de projetos de serviços. - Uso do planejamento da prática fonoaudiológica. - Perfil e determinantes do mercado em Fonoaudiologia. - Temas atuais a ser selecionados de acordo com o momento da Fonoaudiologia. - Trabalho multiprofissional nas diferentes áreas de atuação do fonoaudiólogo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TESTA, M. O pensamento estratégico e lógica de programação – o caso da saúde. São Paulo: Hucitec, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BROSE, M. Introdução à moderação e ao método ZOPP. Recife: GTZ, 1993. CAMPOS, F.E.; OLIVEIRA JUNIOR, M.; TONON, L.M. Planejamento e gestão em saúde. Cadernos de Saúde. Vol 1 e 2. Belo Horizonte: COOPMED, 1998. CUNHA, F.C.C. Gestão estratégica no âmbito do SUS. Curso de Capacitação para Gestores Municipais do Sistema de Saúde de Pernambuco. NESC-IAM-FIOCRUZ, 1998. GIOVANELLA, L. Planejamento estratégico, programação e orçamentação em saúde, Rio de Janeiro: ENSP, 1992. 7- CONDIÇÕES DE OFERTA 7.1. GESTÃO DEPARTAMENTAL Em 2003/2, segundo determinação do Magnífico Reitor Wolmir Therezio Amado, a congregação elegeu uma comissão para direcionar o processo de Sucessão Departamental. O resultado deste trabalho encontra-se no Anexo II. 7.2. PERFIL DOCENTE Em 2003, quando foi iniciada a redação desse projeto pedagógico, o corpo docente era constituído por 30 professores efetivos, lotados no departamento de Fonoaudiologia e por 15 professores convidados. Atualmente (2006/1), o corpo docente efetivo é formado por 01 doutor, doze mestres, dezessete especialistas e um graduado, contando, ainda, com três professores convidados. 7.2.1. CORPO DOCENTE 7.2.1.1 Lista de Professores Efetivos, carga horária e atividades desempenhadas na UCG. PROFESSOR H/A PR E EST ADRIANA RIBEIRO DE FREITAS 40 AMÉLIA CRISTINA PORTUGAL 40 6 8 CELINA KASSUMI KUNIEDA SUZUKI 40 4 16 CEJANA BAIOCCHI SOUZA CHAVES 30 CERES REGINA DIAS FERNANDES 40 LAB 4 2 16 2 20 PSI 4 PSI OUTROS 32 h – Assessoria Especial PROEX/GAB 02 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 14 h – Assessoria Técnica – PROEX 08 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 04 h – Comissão da Biblioteca do curso de FONO 14 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 04 h – Comissão de Divulgação do Curso 08 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 07 h – Coord. de Apoio / FONO 08 h - Ativ. Coord.de Apoio – FONO 12 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros CHRISTIANE CAMARGO TANIGUTE 30 4 CLAUDIOMAR SALES SILVA 30 4 DANYA RIBEIRO MOREIRA 40 EDNA MARIA DE SENA S. ROCHA 6 4 10 20 4 2 ELLIA CHRISTINNE DE LIMA FRANÇA 40 20 LARISSA SEABRA TOSCHI 40 16 LILIANE TELES 40 20 LISA VALÉIRA VIEIRA TORRES LILIAN DE MOURA BORGES 40 4 12 LUCIANA ALVES A. MACHADO 40 6 LUCIANA MARTINS ZULIANI 40 MAIONE MARIA MILÉO 40 2 MARCO AURÉLIO MACHADO OSÓRIO MARIA APARECIDA R. MEIRELLES 40 10 6 14 h – Aulas ministradas na graduação 04 h – Aval. Do Curso – Sub-Comissão Institucional 02 h – Reuniões Departamentais e outros 08 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Assessoria Técnica – PROEX 02 h – Reuniões Departamentais e outros 14 h – Aulas ministradas na graduação 04 h – Com. de Acomp. de Estágios FONO 02 h – Reuniões Departamentais e outros 14 h – Aulas ministradas na graduação 04 h – Comissão Científica(Projeto/Pesquisa/Extensão) 02 h – Reuniões Departamentais e outros 8 4 10 h - Aulas ministradas na graduação 06 h – Coord. da Clin. Esc. FONO/Comissão de Estágio 08 h – Horas Atividades 02 h – Reuniões Departamentais e outros 12 h - Aulas ministradas na graduação 03 h – Coord. do Lab. de Eletrofisiologia da Clínica Escola FONO / Comissão de Estágio 07 h – Horas Atividades 02 h – Reuniões Departamentais e outros 36 h – Gestão Acadêmico/Adm. Coord. FONO/TO 02 h – Reuniões Departamentais e outros 10 h – Aulas ministradas na graduação 08 h – Com. Tutoria / de Egressos / Permanência / Transf. e Evasão do Curso de FONO 02 h – Reuniões Departamentais e outros 8 16 20 MARIÂNGELA DE O. ASSUNÇÃO GOUVEIA 40 2 PAULO ROBERTO R. DE MORAIS PEDRO TORMINN BORGES FILHO 14 2 4 10 h – Gestão Acadêmico/Administrativo 06 h – Aval. do curso de FONO Sub.Comissão Especialista -MEC 04 h – Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 07 h – Aulas ministradas na graduação 07.h – Comissão de egressos / Comissão de tutoria 02 h – Reuniões Departamentais e outros 14 h – Aulas ministradas na graduação 04 h – Comissão de reformulação curricular FONO 02 h – Reuniões Departamentais e outros 4 12 2 2 12 h - Aulas ministradas na graduação 02 h – Gestão de Coord. Audiologia 08 h – Horas Atividades 02 h – Reuniões Departamentais e outros 10 h – Lab. de Otorrinolaringologia / atendimento ROSANE CUNHA DE LIMA 40 4 16 SILVIA MARIA RAMOS 40 4 12 SUMAYA LEÃO TAVARES 40 TÂNIA MAESTRELLI RIBAS 40 4 16 2 THELMA IRIS PERINI 40 5 4 3 VIVIANE P. SANTANA DE BRITO 40 12 6 YVONE PORTILHO DO NASCIMENTO 40 8 2 10 h - Aulas ministradas na graduação 08 h – Com. Egressos / Tutoria / Evasão de alunos 02 h – Reuniões Departamentais e outros 13 h - Aulas ministradas na graduação 07 h – Lab. de Voz – Reformulação Curricular 02 h – Reuniões Departamentais e outros 10 h - Aulas ministradas na graduação 08 h – Comissão da Biblioteca de FONO 02 h – Reuniões Departamentais e outros 16 h - Aulas ministradas na graduação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 02 h – Deptº Educação 05 h – Aulas ministradas na graduação 09 h – Comissão de Avaliação 02 h – Reuniões Departamentais e outros 10 h – Assessoria da PROGRAD 14 h - Aulas ministradas na graduação 06 h – Reformulação Curricular 02 h – Reuniões Departamentais e outros 09 h - Aulas ministradas na graduação 05 h – Gestão Acadêmico/Administrativo 10 h – Reformulação Curricular 02 h – Reuniões Departamentais e outros 2 20 4 Fonte: Direção do Departamento de Fonoaudiologia(2006/1) 7.2.1.2 Titulação e Formação do Corpo Docente Nome Titulação Formação Adriana Ribeiro de Freitas Especialista Fono Amélia Cristina Portugal Especialista Fono Cejana B. Souza Chaves Mestre Fono Celina K. Kunieda Suzuki Especialista Fono Ceres Regina Dias Fernandes Mestre Psi Chistiane Camargo Tanigute Mestre Fono Cláudia Cruvinel Câmara* Mestre Fono Claudiomar Sales Silva Especialista Fono Danya Ribeiro Moreira Mestre Fono Edna Maria S. S. Rocha Graduada Fono Ellia C. de Lima França Especialista Fono Giovanna Sabóia B. Reis* Mestre Fono Larissa Seabra Toschi Mestre Fono Lilian de Moura Borges* Especialista Fono Liliane Teles Especialista Fono Lisa Valéria Vieira Tôrres Mestre Fono Luciana A.A. Machado Especialista Fono Luciana Martins Zuliani Doutora Fono Maione Maria Miléo Especialista Fono Marco Aurélio Machado Osório Especialista Fono Maria das Graças Nunes Brasil Mestre M.N. Mariângela O.A. Gouveia Especialista Fono Paulo Roberto R. Morais Mestre M.O. Pedro Tormin Borges Filho Especialista M.C.P. Rosane Cunha de Lima Especialista Fono Sílvia Maria Ramos Mestre Fono Sumaya Leão Tavares Especialista Fono Tânia Maestrelli Ribas Especialista Fono Thelma Iris Perini Mestre Fono Viviane P. S. Brito Especialista Fono Yvone P. do Nascimento Especialista Fono * - Professor em licença para assuntos pessoais. 7.2.1.3 Relação dos Professores Convidados em 2006/1 Nome Titulação Formação Carga Horária Lucy Jane Dantas Especialista FONO 02 Maria Aparecida Rodovalho Meireles Especialista PSI 08 Cláudio Araújo Gonzaga Especialista ODONT 02 Fonte: Direção do Departamento de Fonoaudiologia(2006/01) LEGENDA: FONO: Fonoaudiologia ODONT: Odontólogo PSI: Psicólogo M.C.P.: Médico (Cirurgião Plástico) M.N.- Médico (Neurologista) M.O. Médico (Otorrinolaringologista) 7.3. ESPAÇO FÍSICO O Departamento de Fonoaudiologia está instalado na área V do Campus I e engloba os cursos de Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia. 7.3.1. SALAS DE AULA Com exceção dos segundo e terceiro períodos que estão alocados no Bloco L da área IV, os demais alunos do curso encontram-se distribuídos em 5 salas, sendo 4 destinadas a aulas teóricas e uma sala de estudos, localizadas na área V. 7.3.2. LABORATÓRIOS E AMBULATÓRIO Os Laboratórios e Ambulatório pertencentes ao curso de Fonoaudiologia situam-se na Área V do Campus I. LABORATÓRIO DE AUDIOLOGIA: Esse laboratório, coordenado pela Professora Mariângela de Oliveira Assunção Gouveia, tem como objetivo a prevenção, avaliação, o diagnóstico funcional, tratamento de problemas relacionados à audição e elaboração de programas de prevenção de problemas auditivos. Os exames audiológicos, atualmente, são realizados por alunos do 7º e 8º períodos do curso de Fonoaudiologia, com acompanhamento de supervisores de estágio. A demanda deste laboratório é proveniente da cidade de Goiânia e de municípios vizinhos, cuja faixa etária atendida varia de 0 a 90 anos. O Laboratório funciona de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino e vespertino e serve, ainda, como espaço para realização de aulas práticas das disciplinas desenvolvidas no 4º e 5º períodos. Nele são realizados exames audiológicos que permitem: − Diagnóstico audiológico (funcional), que inclui todo e qualquer procedimento utilizado em uma avaliação audiológica (de crianças e adultos) capaz de detectar um possível comprometimento auditivo; − Seleção e Indicação de Aparelhos de Amplificação Sonora Individual; − Avaliação eletrofisiológica da audição; − Avaliação de distúrbios vestibulares Equipamentos Dos equipamentos necessários para as atividades docentes e administrativas os seguintes já estão disponíveis: ⇒Audiômetro - 1 GSI 61 – Welch \allyn - 1 AC 40 – Interacoustics - 2 AD 28 Interacoustics - 2 SD 25 – Siemens - 1 CAT 745 – Telex ⇒Imitanciômetro: - 1 GSI 33 – Welch Allyn - 1 AT 22 – Interacoustics - 2 AZ 7 – Interacoustics ⇒Ganho de Inserção: - 1 NS 25 – Interacoustics ⇒Sistema completo para Amplificação de Campo Livre de Suzuki acoplado: - 1 Modelo SO 200 - 1 Modelo SO 400 ⇒Equipamento para realização de Otoemissões Acústicas - 1 modelo ILO 292 ⇒Equipamento para realização de Potenciais Evocados Auditivos do Tronco Encefálico - 1 modelo ⇒Equipamento para realização de avaliação vestibular - 1 Vectoeletronistagmógrafo ⇒Audiômetro Pediátrico - (5 )modelo PA5 ⇒Medidor de Nível de Pressão Sonora - 2 equipamentos LABORATÓRIO DE VOZ O Laboratório de Voz, coordenado pela Professora Sílvia Maria Ramos, apresenta programas específicos utilizados na avaliação, terapia e pesquisa dos distúrbios da voz. Tais exames são realizados em pacientes provenientes dos estágios que acontecem no 7º e 8º períodos. O Laboratório funciona de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino e vespertino, sendo, ainda, espaço utilizado por estagiários do 7º Período, às segundas e quintas-feiras pela manhã e à tarde. São realizadas análises acústicas, espectrográficas, eletroglotográfica vocal e nasométrica. EQUIPAMENTOS - 2 Computadores Itautec - 1 impressora HP 695C - 1 Microfone SONY F-V9 - 1 Aparelho de som Philips - 1 TV 14” LG - 1 VÍDEO CASSETE marca LG EC 971B - 4 SOFTWARES-VOXMETRIA - 4 SOFTWARES- FONOTOOLS - 1 SOFTWARE NASALVIEW - Dr Speech - 1 SOFTWARE DE ANÁLISE ACÚSTICA DR SPEECH 4.0 1 SOFWARE DE ANÁLISE ACÚSTICA ELEMS. MULTISPEECH KAY AMBULATÓRIO DE NEUROLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA O ambulatório, coordenado pelos docentes Maria das Graças Nunes Brasil e Paulo Roberto Ribeiro de Morais, tem por objetivo oferecer atendimento aos pacientes da clínica-escola e dos estágios extra-muro, tanto aqueles incluídos no campo da Fonoaudiologia Clínica quanto aqueles que procuram atendimento audiológico . O Ambulatório é compartilhado pelos dois médicos sendo que o atendimento otorrinolaringológico é realizado às segundas, quartas e quintas-feiras no período matutino e o neurológico às terças e quartas-feiras no período vespertino. SALA DE DOCUMENTAÇÃO A sala de documentação é compartilhado pelos professores, supervisores e alunos para documentação dos pacientes e registro de pesquisa realizados pelos Núcleos de motricidade oral, voz e linguagem. EQUIPAMENTOS: − 01 computador pentium intel inside; − 01 impressora HP 3820; − 01 vídeo panasonic NV-FJ635; − 01 filmadora JVC GR-SXM347; − 01 máquina digital Sony FD Mavica; − 01 gravador fita K-7 Sony TCM-200 DV; − 01 tripé Vanguard VT-421; − 01 caixa de maturidade simbólica; − Fitas de VHS 7.3.3 CLÍNICA-ESCOLA A Clínica-Escola do Curso de Fonoaudiologia abriga alunos dos sétimo e oitavo períodos que desenvolvem atividades de estágio. Está localizada na Área V sendo composta por: − Uma secretária com dois auxiliares de secretária responsáveis pelo atendimento à população que freqüenta a clínica-escola; − oito salas de atendimento clínico; − uma sala de materiais para terapia; − uma sala de espera; − uma sala de observação; − quatro salas de supervisão; − dois banheiros. 7.3.4 DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA O Departamento está instalado na Área V e é constituído por: − uma secretaria setorial, com funcionamento de segunda a sextafeira, nos três períodos; − uma secretária e dois auxiliares que, além de serviços internos, atendem o corpo docente e discente; − uma sala de Direção; − duas salas de Coordenação, uma da Fonoaudiologia e outra da Terapia Ocupacional; − uma sala de professores; − uma copa; − dois banheiros. 7.3.5. Núcleo de Pesquisa Coordenado pela Professora Luciana Martins Zuliani, ocupa uma sala na área V, no 1º. andar. 7.3.6. BIBLIOTECAS 7.3.6.1. BIBLIOTECA CENTRAL A Biblioteca Central é um órgão suplementar, ligado a PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO, localizada na Área I. Tem por objetivos: − Proporcionar os suportes informacionais necessários às atividades de ensino, pesquisa e extensão da Universidade. − Catalisar a produção acadêmica da Universidade e disponibilizá-la ao público. − Promover atividades interdisciplinares e interdepartamentais de incentivo à leitura e à pesquisa. − Organizar e conservar os suportes informacionais sob seus cuidados. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: De Segunda a Sexta-feira, seu horário de funcionamento é das 7h às 22h. Aos sábados das 8h às 12h. 7.3.6.2 BIBLIOTECA DEPARTAMENTAL Localizada no Departamento desde 2000, conta com um acervo de livros, periódicos, teses, dissertações e monografias com temas relacionados às áreas da Fonoaudiologia, doados por professores e por egressos do Curso. Esse serviço é coordenado pelas Profª Celina Kassumi Kunieda Suzuki e Sumaya Leão Tavares, sendo que o acesso ao acervo é permitido a alunos e professores, de segunda a sexta-feira das 8:00 às 20:00horas. 8- INTER-RELAÇÃO – ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO O Núcleo de Pesquisa “Ciência e Pessoas com Necessidades Especiais(CIPENE)” foi fundado pela Profª Drª Annete S. Rabelo em 1999, tendo como suporte fundamental pesquisas ligadas ao trabalho do Programa Ciência e Desenvolvimento Técnico Científico em apoio às Pessoas com Necessidades Especiais. No primeiro semestre de 2001 este Núcleo contava com o desenvolvimento de 11 pesquisas sendo que, no segundo semestre foram reduzidas para 6, em função das solicitações da então Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa para que somente compusessem o Núcleo professores mestres e doutores. Com o término de duas pesquisas em 2002 o Núcleo contava apenas com 4 pesquisadores. Esta realidade foi totalmente modificada com a chegada dos professores que estavam em licença mestrado, lotados no Departamento de Fonoaudiologia. Atualmente, contamos em nosso corpo docente com 01 Professor com titulação de Doutor e 09 professores titulados com Mestrado. Conseqüentemente, novos temas de pesquisa foram sendo desenvolvidos o que levou à necessidade de mudanças na estrutura do referido núcleo, não só quanto ao seu nome, como no estabelecimento de novas linhas de pesquisa. Foi adotado o nome de Núcleo de Pesquisa da Comunicação e seus Distúrbios (COMDIS) em 12/03/2003, com as seguintes linhas de pesquisa: Práticas preventivas dos distúrbios da comunicação. 1. Novas tecnologias em linguagem. 2. Avaliação da linguagem e da audição. 3. Habilitação e reabilitação da linguagem e audição. 4. Linguagem – aquisição e desenvolvimento. 5. Voz e Motricidade Oral – avaliação e intervenção. PESQUISAS CONCLUÍDAS: 1. Dicionário multimídia - Desenvolvimento lingüístico do surdo. Profa. Dra Annete Scotti Rabelo (concluída em Julho/2003). 2. Predição do grau de perdas auditivas neurossensoriais - normatização do fator de correção. Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira (concluída em 2001/2). 3. Avaliação das respostas comportamentais a sons calibrados de 0 a 2 anos. Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira (concluída em .2003/1). 4. Fonoaudiologia: o sentido produzido por acadêmicos da área de saúde. Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira.(concluída em 01/2004). 5. Perfil vocal do professor da rede municipal de ensino de Goiânia. Profa Ms Sílvia Maria Ramos.(concluída em 01/2003). 6. Análise acústica da voz e fala do deficiente auditivo da clínica-escola de fonoaudiologia da UCG.(concluída em 01/2004). Profª Ms Sílvia Maria Ramos. 7. Auto-avaliação do handicap auditivo e sua relação com achados audiológicos em uma população de idosos.(concluída 08/2005). Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira. PROJETOS EM ANDAMENTO − Limiares de audibilidade mínima em altas freqüências em indivíduos sem queixa específica (inicio 01/2006). Profa. Ms Danya Ribeiro Moreira. − Potencial evocado auditivo do tronco encefálico em indivíduos com audição normal com queixa de zumbido (inicio 8/2005). Profa. Dra. Luciana Zuliani POLÍTICAS DE EXTENSÃO Atualmente o Departamento conta com o trabalho das professoras Amélia Cristina Portugal e Larissa Seabra Toschi, integradas ao programa Aprender a Pensar da PROEX. Os professores do departamento deverão apresentar projetos de extensão, que deverão ser aprovados em primeira instância pela Congregação, com posterior encaminhamento a PROEX para apreciação. 9-ESTÁGIOS CURRICULARES, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS 9.1. NORMAS GERAIS DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA Sendo o Estágio um componente curricular do processo de formação acadêmica, o presente texto disciplina e regula seu funcionamento . 1 - DAS DISCIPLINAS E MODALIDADES − O Estágio Curricular é composto por disciplinas obrigatórias a todos os alunos de graduação do Curso de Fonoaudiologia da UCG; − O Estágio curricular dar-se-á nos quatro últimos semestres do curso, para complementar a formação profissional do aluno e o aprendizado teórico-prático do Curso de Fonoaudiologia. Ele foi planejado, executado e avaliado em conformidade com a Resolução n° 0015/2004 do Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração (CEPEA) e com os Planos de Ensino das disciplinas da Matriz Curricular; − Todas as disciplinas do Estágio Curricular terão, em sua denominação, o título e a configuração de Estágio Supervisionado, sendo sua realização determinada pela estrutura curricular, nos 5°, 6°, 7° e 8° períodos. 2 - DOS OBJETIVOS O Estágio Curricular do curso de Fonoaudiologia terá como objetivos: − Estabelecer relação dinâmica teórico-prática, propiciando ao estagiário a vivência no processo ensino-aprendizagem, na prevenção, habilitação e reabilitação dos distúrbios fonoaudiológicos; − Apreender as técnicas e recursos terapêuticos utilizados pelo Fonoaudiólogo, bem como analisar clinicamente casos em diversas áreas de sua atuação; − Promover a interação do estudante com a realidade do mundo do trabalho, bem como inserir o estagiário em um trabalho junto à equipe transdisciplinar e à família; − Exercitar a ética e uma postura crítica, construtiva e transformadora nesse processo de formação profissional. 3 - DOS LOCAIS DE ESTÁGIO − Entende-se por locais de estágio: o estágio interno, oferecido na ClínicaEscola de Fonoaudiologia da UCG; e o estágio externo, oferecido pela comunidade, como empresas, instituições públicas e/ou privadas, hospitais, centros de saúde e escolas que tenham condições de propiciar a experiência prática, orientada por supervisores encaminhados pela Universidade, mediante celebração de convênio com esta instituição de ensino superior. − A realização do Estágio Supervisionado será formalizada mediante a celebração de termo de compromisso entre o aluno e a instituição concedente, com a intervenção desta instituição de ensino, por meio da aceitação das condições fixadas, verificadas pelo supervisor e o Coordenador de Estágio; − O termo de compromisso constituirá comprovante de inexistência de vínculo empregatício de qualquer natureza; − A escolha do Local de Estágio ficará a cargo do Coordenador de Estágio Curricular, juntamente com o os Supervisores, que indicarão aos estagiários os Locais de Estágio conveniados com a UCG. O estagiário escolhe o local mais adequado, desde que existam vagas disponíveis; − É obrigação do Coordenador de Estágio oferecer vagas suficientes a todos os alunos em período de estágio, em todas as disciplinas que compõem o currículo, porém os locais estarão sujeitos a disponibilidade de vagas. 4 - DA CARGA HORÁRIA − A carga horária total dos Estágios será de 720 (setecentas e vinte) horas, sendo distribuídas nos últimos quatro períodos: 60 no 5° período, 60 no 6° período, 300 no 7° período e 300 no 8° período; − As cinco grandes áreas da Fonoaudiologia deverão ser contempladas, sendo assim sub-divididas em: Linguagem, Voz, Motricidade Oral, Audiologia e Saúde Coletiva. As disciplinas que compõem o Estágio e sua carga horária são: PER. ESTÁGIO CR. C. HOR. 5° Estágio Supervisionado em COMDIS: MO (4C=60H/A) 04 60 6° Estágio Supervisionado em COMDIS: Voz (4C=60H/A) 04 60 7° Estágio Supervisionado em COMDIS: Áudio Educacional (8C=120H/A) 04 60 7° Estágio Supervisionado (8C=120H/A) 08 120 7° Estágio Supervisionado em Áudio Clínica I (8C=120H/A) 04 60 8° Estágio Supervisionado em COMDIS: Fono Clínica (8C=120H/A) 08 120 8° Estágio Supervisionado (8C=120H/A) 08 120 8° Estágio Supervisionado em ações coletivas de saúde (4C=60H/A) 04 60 44 660 Total em em COMDIS: Áudio linguagem Clínica II 5 - DAS ATIVIDADES O Estágio Curricular desenvolver-se-á em duas atividades básicas: atendimento e supervisão. As atividades de atendimento, da competência dos estagiários, compreendem: − Realizar exames de audição, linguagem, motricidade oral e voz, assim como avaliação e terapia em grupo ou individual; − Elaborar relatórios e auto-avaliação das atividades. As atividades de supervisão, da competência do supervisor, compreendem: − Informações básicas sobre o Estágio, como disciplina obrigatória: procedimentos, bibliografia a ser utilizada, normas do estágio, aprovação referente à nota e à freqüência; − Nos estágios externos, fornecer informações sobre a Instituição onde está sendo realizado o Estágio, assim como sobre suas normas, tanto para os profissionais, estagiários, como também para os usuários; − Orientações sobre o plano individual, relatórios, laudos, seminários, trabalhos e apresentações. 6 - DA AVALIAÇÃO, FREQÜÊNCIA E APROVAÇÃO O processo de avaliação será contínuo e processual, incluindo a freqüência, o desempenho das atividades de atendimento e supervisão, devendo ser considerado o desempenho estritamente individual. O estagiário é avaliado pelo supervisor, de acordo com as normas vigentes, ou seja: − Será considerado aprovado o estagiário que cumprir 75% da totalidade da carga horária e obtiver a média 05 (cinco) nos processos de avaliação do Estágio; − A freqüência será controlada pelo supervisor, devendo o aluno ser assíduo e pontual aos locais de estágio; − O atraso superior a dez minutos caracteriza falta, embora o estagiário possa permanecer no local de estágio; − O afastamento sem a devida permissão caracteriza falta; − As faltas poderão ser justificadas, mediante o cumprimento de normas previstas em lei e determinadas pelo Departamento, porém não serão de forma alguma abonadas, podendo o aluno ter o estágio suspenso, caso ultrapasse o número de faltas previstas; − Situações especiais de freqüência serão discutidas no âmbito de reuniões de supervisores e/ou de Congregação. São reconhecidas como situações especiais as previstas em lei: doenças infecto-contagiosas do próprio estagiário, gestação de risco que requeira internação; − A justificativa das faltas em situações especiais não isenta o estagiário de cumprir a carga horária determinada, apenas lhe dará a oportunidade de cumpri-la com trabalhos; − Não cabe ao Estágio Curricular a realização de prova substitutiva ou qualquer outra forma de avaliação para o estagiário que não comparecer no dia marcado para a realização das avaliações regulares; − O estagiário que não lograr aprovação em disciplina(s) que compõe(m) o Estágio Curricular deverá realizar esta(s) disciplina(s) em outro semestre letivo, respeitando os prazos legais estabelecidos para a integralização da estrutura curricular, podendo optar por outro local de Estágio, se assim lhe for oferecido. 7 - DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO A avaliação dos Estágios Curriculares obedecerá aos critérios pré- estabelecidos, de acordo com as características de cada estágio. Os processos a seguir deverão ser especificados pelo Núcleo de Supervisores e entregues aos alunos em forma de Manual do Estágio, quando este se matricular na sua primeira disciplina que compõe o quadro de Estágio, no início do semestre letivo. Serão considerados critérios de avaliação: − Demonstração de embasamento teórico para a realização do estágio; − Estudos e análise de casos individuais (escritos) direcionados à avaliação da associação teórico-prática dos casos atendidos, estudados e analisados; − Nota de avaliação do desempenho nas sessões de avaliação e terapia, elaboração de planejamentos e relatórios, orientações, palestras, realização de exames e elaboração de laudos; − Conceito relacionado à assiduidade, pontualidade, apresentação, interesse pelo estágio, participação, estabilidade emocional, cumprimento das datas previamente estipuladas, manutenção da ordem e higiene, cuidados com materiais, atitude de ético- profissional; − Notas de desempenho em estudos de casos; − Relatório contendo auto-avaliação devidamente fundamentada. 8 - DAS ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR DE ESTÁGIO E DA CLÍNICAESCOLA A Coordenação do Estágio e da Clínica de Fonoaudiologia está vinculada à Direção do Curso de Fonoaudiologia, bem como à sua representação perante a Universidade, a comunidade e ao CRFa e/ou CFFa. Quanto à coordenação da Clínica-Escola são suas atribuições: − Prever as atividades de estágio para cada semestre, de acordo com a Coordenação do Estágio de Fonoaudiologia; − Atender a reclamações e/ou sugestões de: estagiários, pacientes e/ou responsável e de supervisores, procurando envolvê-los na busca da melhoria crescente das atividades; − Convocar e presidir reuniões da clínica escola, com o pessoal de apoio: secretário, auxiliar(es), faxineiros; − Manter a funcionalidade da Sala de Espera e Consultórios, quanto à ordem e decoração; − Prover e manter atualizados os materiais de uso da clínica-escola, como protocolos de avaliação e materiais descartáveis, como luvas, etc. Com relação à coordenação de estágio é de sua competência: − Coordenar e orientar os trabalhos dos supervisores, fornecendo, sempre que necessário, subsídios para a formação dos programas e relatórios e a integração das diversas áreas de estágios; − Manter contato freqüente com órgãos e autoridades empresariais, educacionais e sociais da comunidade, bem como outros de Fonoaudiologia e órgãos de classe do Fonoaudiólogo, buscando atualização e participação efetiva da Clínica de Fonoaudiologia nos acontecimentos que interessem à classe e à comunidade; − Firmar convênios com escolas, empresas e outras entidades, juntamente com a Direção do Curso de Fonoaudiologia e com a UCG; − Apreciar os programas e planos de estágio, opinando sobre sua adequação às exigências da formação profissional; − Representar o Departamento em reuniões destinadas a discutir questões pertinentes ao estágio junto a UCG, comunidade e órgãos governamentais; − Não permitir a realização de estágios antes do 5º período fora do âmbito acadêmico sem supervisão, sob pena de conivência com exercício ilegal da profissão, devendo respeitar as resoluções vigentes no CFFa; − Visitar, regularmente, os locais de estágio externo; − Expedir certificado de estágios, quando solicitado. 10 - DAS ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA DA CLÍNICA-ESCOLA O secretário da Clínica de Fonoaudiologia, bem como seu auxiliar, estão vinculados à Coordenação de Clínica, sendo suas atribuições. − Auxiliar a coordenação no desempenho de suas funções administrativas; − Prover e manter organizado o material necessário para o funcionamento da Secretaria, desde que autorizado pelo Coordenador da Clínica; − Agendar compromissos da Coordenadora, prazos para registros acadêmicos, reuniões e outros eventos; − Efetuar contatos com pacientes, por telefonemas ou correspondência, quando necessário; − Prestar informações de sua competência a eventuais interessados, pessoalmente ou por telefone, a saber: orientação quanto a horário e dia de atendimento; − Proceder às inscrições de pacientes na Clínica de Fonoaudiologia, marcando avaliações, consultas e exames; − Responsabilizar-se pela organização e guarda das pastas dos pacientes, controlando a retirada e devolução de cada uma, assim como de cada material retirado; − Organizar e controlar entradas e saídas de materiais da Sala de Materiais; − Manter em ordem e controlar entradas e saídas das chaves das Salas de Terapia, da Sala de Documentação, do Consultório Médico, das Salas de Audiologia, da Sala de Pesquisa e do Laboratório de Voz; − Antes de seu horário de saída, checar e trancar as salas acima citadas; − Comunicar qualquer irregularidade observada no cumprimento das normas de estágio ao respectivo supervisor ou coordenador da clínicaescola, na falta daquele. 11 - DAS ATRIBUIÇÕES DOS SUPERVISORES A supervisão do Estágio Curricular é realizada exclusivamente por professores fonoaudiólogos pertencentes ao quadro docente. O Supervisor acompanhará o grupo de estagiários, tanto na clínica-escola como nos estágios externos, devendo permanecer no local do estágio desde o início até o término, em todos os dias marcados para a sua realização. Compete ao supervisor: − Supervisionar a execução de tarefas relacionadas ao trabalho a ser desenvolvido pelo estagiário, conforme expectativa da instituição em que atua. − Orientar quanto à escolha do tratamento e/ou atendimento a ser desenvolvido, buscando envolver o estagiário neste processo. − Buscar sempre aperfeiçoamento e atualização de sua capacitação profissional e humana, bem como, promover a capacitação profissional do estagiário, orientando-o na aquisição e desenvolvimento das habilidades e comportamentos específicos exigidos em cada área de estudo e familiarizando-o com a realidade do exercício da profissão de Fonoaudiólogo. − Cumprir e fazer cumprir o Código de Ética do Fonoaudiólogo e o Regulamento da Clínica de Fonoaudiologia, bem como horários, prazos e tarefas designadas pela Coordenação, com eficiência e pontualidade. − Cumprir e fazer cumprir as normas de biossegurança. − Fornecer ao estagiário o máximo de referenciais teórico-práticos e bibliográficos. − Avaliar o processo e o produto das atividades desenvolvidas pelo estagiário, conforme critérios de avaliação previamente estabelecidos. − Aplicar avaliação escrita individual bimestral. − Realizar sistematicamente com o estagiário um levantamento do seu desempenho, aproveitamento e crescimento profissional. − Fornecer periodicamente informações, sobre o andamento do estágio, à Coordenação de Estágio do Curso de Fonoaudiologia. − Responder pelas atividades desenvolvidas pelos estagiários, sob sua responsabilidade, junto ao Departamento e/ou às Instituições a eles vinculadas. − Examinar e avaliar os produtos finais das atividades desenvolvidas durante o estágio. − Quando necessário, solicitar à Direção autorização para ausentar-se de suas atividades profissionais e/ou mudança de horário, marcando reposição da supervisão com os estagiários. − Comparecer às reuniões clínicas, como também às convocadas pela Coordenação de Estágio e Direção do curso. − Manter com os colegas fonoaudiólogos, chefias, professores, funcionários e demais profissionais, consideração e solidariedade, fortalecendo, assim, a harmonia e o bom conceito do Curso de Fonoaudiologia. − É vedado demonstrar ou permitir preconceitos ou intolerâncias relacionadas às diversas abordagens ou áreas da Fonoaudiologia. − Responder pelo trabalho prestado por seu estagiário, perante os pacientes e o CRFa., como responsável direto. − Usar e exigir o uso pelos estagiários do crachá de identificação. − Zelar pelo uso e conservação dos equipamentos, materiais e instrumentos utilizados na Clinica-escola da UCG, assim como em outros campos de estágio. 12 - DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO − Obedecer às normas adotadas pela Clínica-Escola e demais campos de estágio. − Observar os programas de estágio supervisionado, sanando as dúvidas com o supervisor. − Freqüentar os estágios trajando jaleco branco de mangas compridas, crachá de identificação, ou de acordo com as normas do local de estágio. − Comparecer assídua e pontualmente a todas as atividades propostas, não sendo tolerados atrasos acima de 10 (dez) minutos sem a devida comunicação, justificativa e a devida anotação pelo supervisor. − Não ultrapassar 02 (duas) faltas no estágio de 08 (oito) e 06 (seis) créditos e 01 (uma) falta no estágio de 04 (quatro) créditos. Caso isto ocorra, haverá conseqüências sobre a avaliação global do aluno. − Em caso de falta justificada ou não, avisar antecipadamente ao supervisor. As faltas justificadas devem ser compensadas com atividades propostas pelo supervisor da respectiva área de estágio, devendo as sessões serem desmarcadas com antecedência em respeito ao paciente e sua família, sendo obrigatoriamente repostas pelo estagiário responsável. − Caso não seja possível avisar a falta com antecedência, o atendimento deverá ser realizado por outro estagiário ou pelo próprio supervisor. − Elaborar planos diários dos pacientes sob atendimento, mesmo em caso de falta. − Elaborar relatórios de avaliação do processo terapêutico, conforme solicitação do supervisor, dos pacientes que estiverem sob seu atendimento. − Manter atualizados os prontuários dos pacientes. − Elaborar relatórios finais das atividades no término do estágio ou quando da alta do paciente, comentando, sugerindo e se auto-avaliando. − Demonstrar habilidades teórico-práticas. − Demonstrar conhecimentos teóricos como suporte para a atividade prática. − Demonstrar habilidades interpessoais, de acordo com preceitos éticos. − Demonstrar atitudes de interesse, responsabilidade e disciplina como aluno do grupo de supervisão. − Demonstrar habilidades tecnológicas, com uso de termos técnicos; − Fazer uso das normas de biossegurança adotadas. 9.2 REGULAMENTO GERAL DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS I - DA CONCEITUAÇAO E OBJETIVOS O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - constitui-se numa atividade acadêmica de sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à profissão ou curso de graduação, desenvolvida mediante controle, orientação e avaliação docente, cuja exigência é um requisito essencial e obrigatório para a integralização curricular. Entende-se por atividades acadêmicas aquelas que articulam e interrelacionam os conteúdos das disciplinas estudadas com as experiências cotidianas, dentro e fora da instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o campo de conhecimento. O TCC será desenvolvido por meio de disciplinas denominadas Metodologia do Trabalho Científico (MTC) e Trabalho de Conclusão de Curso. A primeira parte dessa disciplina (MTC) terá carga horária de 68 (sessenta e oito) horas/aula, a ser desenvolvida até o decorrer do penúltimo semestre de cada curso e deverá contemplar aspectos teóricos e metodológicos do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como possibilitar ao acadêmico a elaboração do projeto a ser apresentado ao Núcleo de TCC para aprovação. Esta disciplina será ministrada por um professor do FIT que em parceria com os orientadores do TCC e alunos orientará a elaboração de projetos cujos temas sejam pertinentes às grandes áreas da Fonoaudiologia (Voz, Motricidade Orofacial, Linguagem, Audiologia e Saúde Coletiva). A segunda parte (TCC) será concluída no último semestre do curso, com a mesma carga horária e destinar-se-á à orientação e à execução final do TCC. − O TCC poderá ser elaborado de forma individual ou em equipe de, no máximo, três alunos. − A elaboração do TCC implicará rigor metodológico e científico, organização e contribuição para a ciência, sistematização e aprofundamento do tema abordado, sem ultrapassar, contudo, o nível de graduação. − O projeto de pesquisa, desenvolvido na disciplina MTC e aprovado pelo Núcleo de TCC do Departamento deverá ser OBRIGATORIAMENTE enviado ao COEP/PROPE/UCG para análise e posterior encaminhamento ao CONEP, respeitando a deliberação do Comitê de Ética em Pesquisa da UCG. São objetivos do TCC: − Possibilitar ao acadêmico a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições para a publicação de artigos e trabalhos científicos. − Sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso. − Garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na dinâmica da realidade local, regional e nacional. − Subsidiar o processo de ensino, contribuindo para a realimentação dos conteúdos programáticos das disciplinas integrantes do currículo. − Avaliar a capacidade metodológica e as habilidades de pesquisa do aluno formando. II - DA REGULAMENTAÇÃO Os Trabalhos de Conclusão do Curso de Fonoaudiologia serão regidos por regulamento próprio, aprovado pelo Colegiado de Fonoaudiologia e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, atendidas as disposições da presente Regulamentação. As normas para elaboração do TCC deverão seguir os critérios dispostos no Manual para Elaboração de TCC do Curso de Fonoaudiologia da UCG; Os prazos de entrega dos trabalhos para a Coordenação Geral, de divulgação da composição das Bancas e outros deverão ser definidos pelo Núcleo de TCC; III - DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICA Compete ao Núcleo de TCC: − Responder pelas Disciplinas TCC. − Articular-se com o Colegiado de Curso e Departamento envolvido para compatibilizar diretrizes, organização e desenvolvimento dos trabalhos. − Elaborar o regulamento específico do TCC e submetê-lo à apreciação do Colegiado de Curso. − Orientar os acadêmicos na escolha de professores orientadores. − Convocar, sempre que necessário, os orientadores para discutir questões relativas à organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso. − Emitir parecer nos casos excepcionais de substituição de orientadores. − Coordenar o processo de constituição das Bancas Examinadoras e definir o cronograma de apresentação de trabalhos a cada semestre letivo. − Divulgar, por meio de editais devidamente datados e assinados, a listagem de orientadores e orientandos e a composição da Banca Examinadora; − Arquivar os documentos referentes ao TCC. − Delimitar as áreas de conhecimento do TCC, em consonância com as linhas de pesquisa do Núcleo de Pesquisa Comunicação e seus Distúrbios (COMDIS). − Quando necessário sugerir nomes para co-orientação. IV - DA ORIENTAÇÃO A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, será de responsabilidade dos docentes do Departamento de Fonoaudiologia da UCG. Os regulamentos específicos do TCC poderão estabelecer a figura de coorientador para os casos em que não houver docente habilitado na temática escolhida pelo acadêmico. Caberá ao NTCC sugerir o nome do co-orientador. Compete ao orientador do TCC: − Orientar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do trabalho em todas as suas fases. − Estabelecer e cumprir o plano e cronograma de trabalho em conjunto com o orientando. − Informar o orientando sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação respectivos. − Presidir a Banca Examinadora do trabalho orientado. − Registrar, em folha individual do aluno, a freqüência, o acompanhamento e a nota final da Banca Examinadora. − Avaliar o TCC, encaminhando-o para a Banca Examinadora. Compete ao orientando: − Definir a temática do TCC, em conformidade com as áreas de conhecimento estabelecidas pelo NTCC. − Informar-se sobre as normas e regulamentos do TCC. − Cumprir as normas e regulamentos do TCC. − Cumprir o plano e cronograma estabelecidos em conjunto com o seu orientador. − Verificar o horário de orientação e cumpri-lo. − Rubricar a Folha Individual do Aluno, por ocasião das sessões de orientação. − Apresentar o TCC para Banca Examinadora. V - DA AVALIAÇÃO A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso constará de: − Avaliação de desempenho do aluno no processo de desenvolvimento do trabalho de pesquisa, sendo da responsabilidade do orientador, conforme ficha específica (até 10 pontos). − Trabalho final em sua forma escrita: avaliação pela banca examinadora considerando os critérios específicos. O trabalho poderá ser: aprovado, aprovado com restrição ou reprovado. Para o trabalho aprovado com restrições, a nota, somente será atribuída após as alterações promovidas pelos autores, podendo ser necessária nova avaliação pela banca examinadora. − Apresentação pública: cabendo à banca a avaliação conforme ficha específica. − Cada componente convidado da banca, seguindo critérios estabelecidos no Manual de Normas para TCC, fornecerá duas notas ao TCC- quanto à apresentação escrita (até 10 pontos) e quanto à apresentação oral (até 10 pontos), sendo que a nota dos mesmos equivalerá à média aritmética das duas avaliações supra-citadas. − A nota final do TCC será obtida a partir da média aritmética das notas dos três componentes da banca(orientador e dois examinadores). Será aprovado o aluno que obtiver o mínimo de 5,0 (cinco) pontos. − Discrepâncias significativas de avaliação serão dirimidas em reunião convocada pelo coordenador de núcleo com a banca em questão. Caso necessário, será solicitada a participação do Coordenador Pedagógico. − Os alunos que não obtiverem a nota mínima de 5,0 (cinco) e aqueles que não apresentarem o TCC dentro do prazo estabelecido serão considerados reprovados. − O TCC aprovado com restrições deverá ser entregue aos autores, com as alterações sugeridas pelos membros da banca, dentro do prazo estipulado no cronograma. Somente após os autores realizarem as alterações sugeridas pelos membros da banca, é que será atribuída a nota final ao TCC. Deste resultado não caberá recurso. − A Banca Examinadora para a avaliação do TCC será composta pelo orientador, que presidirá a Banca, e mais dois professores do curso, indicados pelo Núcleo de TCC. − A critério do NTCC, poderá integrar a Banca Examinadora docente de outra instituição ou profissional considerado autoridade na temática do TCC a ser avaliado. − O orientador e o orientando poderão sugerir a composição da Banca Examinadora. O Trabalho de pesquisa em sua versão final deverá: − Ser encaminhado pelo Orientador ao NTCC, utilizando formulário específico. − Ser elaborado segundo Manual de Normas para Trabalho de Conclusão de Curso, contendo no mínimo 20 páginas (excetuando dedicatória, agradecimentos, epígrafe, anexos e apêndice), seguindo normas da ABNT. − Conter resumo acompanhado de três descritores e/ou cabeçalho de assunto (unitermo, palavra chave), selecionados segundo a Bireme (www.bireme.br). − Ser entregue em três vias encadernadas para a banca examinadora em período determinado pelo NTCC. Se houver co-orientador. o número de vias será de quatro. − Ser entregue, após avaliação pela banca, uma cópia da versão final revisada e encadernada ao NTCC, que se comprometerá a encaminhála para a Biblioteca Departamental. − Apresentar o TCC em sessão pública, em data definida pelo NTCC, de acordo com o calendário acadêmico. 9.3. REGULAMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS (AACC) As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) serão desenvolvidas conforme critérios específicos, baseados na Resolução N.009/2004-CEPEA, os quais foram aprovados em Congregação. Os estudantes deverão cumprir, no mínimo, a carga horária estipulada, sendo as atividades realizadas gradativamente entre o primeiro e o último período do curso, exceto cursos de idiomas e informática. O texto abaixo disciplina e regula as AACC: 1. DOS OBJETIVOS As atividades complementares têm por finalidade propiciar ao aluno a oportunidade de realizar, em prolongamento ao currículo, uma trajetória autônoma e particular, com conteúdos extracurriculares, que lhe permitam tanto enriquecer o conhecimento fonoaudiológico auferido no curso quanto ampliar seu conhecimento em áreas afins à Fonoaudiologia ou em áreas complementares à sua cultura e conhecimento geral. 2. DA CARGA HORÁRIA A carga mínima das AACC para o curso de Fonoaudiologia corresponde a 120 (cento e vinte) horas. Desde que condizentes com o plano de estudos do curso, as atividades complementares podem ser realizadas em todos os módulos semestrais em que se desenvolve o currículo, nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão. Caso a carga horária mínima não seja atingida até o oitavo semestre, o aluno fica impedido de colar grau, até que providencie o cumprimento desta carga horária. 3. DAS MODALIDADES E PONTUAÇÃO As atividades representativas do ensino, pesquisa, extensão e atualização que poderão ser realizadas e comprovadas como AACC são as seguintes: a) Participação em Conferências, Simpósios, Congressos, Seminários, Fóruns, Cursos de Atualização e Aperfeiçoamento, Programas e Cursos de Extensão Universitária, Comissões Especiais de Estudos, Eventos Científico-Culturais com a chancela da UCG (até 100 horas). Observação: A carga horária será contabilizada em dobro quando o aluno assumir o papel de apresentador/expositor. b) Presença em apresentações públicas de Trabalho de Conclusão de Curso dos alunos do Curso de Fonoaudiologia, Monografias, Dissertações, Teses e outros tipos de trabalhos científicos relacionados à sua formação (até 20 horas). c) Exercício de Monitoria em disciplinas de graduação (até 40 horas). d) Participação em Projetos de Iniciação Científica e de Pesquisa, na qualidade de aluno pesquisador, bolsista ou colaborador, realizados sob orientação de docentes, com ou sem apoio financeiro institucional, desde que sejam inseridos em uma das linhas de pesquisa instituídas nos programas de graduação ou pós-graduação da Universidade (até 40 horas). e) Cursos livres de idiomas (até 30 horas). f) Cursos livres de informática (até 30 horas). g) Participação em atividades educativas e de divulgação da Fonoaudiologia (até 20 horas). h) Visitas técnicas programadas em instituições específicas e afins (até 10 horas). 4. DA ANÁLISE E APROVEITAMENTO DOS CRÉDITOS. A análise e o aproveitamento das AACC realizadas pelos alunos, considerados os critérios indicados neste regulamento, ficam a cargo de professores designados pelo Departamento, doravante denominados Comissão de AACC, em sistema de rodízio semestral. Em cada semestre, 30 (trinta dias) dias após o inicio das aulas, os alunos apresentarão um requerimento de aproveitamento das AACC realizadas no semestre anterior, instruídos com documentos comprobatórios, em original, de freqüência, conteúdo, e desempenho, tais como: certificado, programação do evento e carga horária (para os itens a, b, e, f e g); e relatórios de pesquisa, atividades de Iniciação Científica, monitoria, visitas, com carimbo e assinatura do professor responsável (para os itens c, d e h). Os professores responsáveis pela análise poderão exigir outros documentos do aluno interessado, se considerarem insuficientemente instruído o requerimento de aproveitamento, constante do parágrafo anterior. Sendo aceita a atividade complementar realizada pelo estudante, cabe a um dos membros da Comissão de AACC anotar, em ficha especial em processo próprio, a ser criada para cada aluno do curso, a carga horária correspondente. Procedido ao exame da documentação ela será devolvida ao aluno, mediante recibo, consignando no expediente a comprovação feita, com vistas ao registro acadêmico devido. 5. DA COMISSÃO DE AACC O Diretor, juntamente com a Comissão Auxiliar, escolherá semestralmente oito professores efetivos para compor a Comissão de AACC. Cada professor trabalhará isoladamente, podendo recorrer à Comissão em casos não previstos nestas normas ou sempre que sentir necessidade. Este terá um prazo de sete dias úteis para análise e devolução dos documentos apresentados. Os processos para aproveitamento das AACC serão distribuídos de forma eqüitativa entre os membros da Comissão. 6. DAS ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO DE AACC Os membros da Comissão de AACC terão como função: − Dar informações aos alunos que os procurarem, sanando suas dúvidas. − Analisar os pedidos de integração das AACC não previstas no item 3. − Criar o requerimento de solicitação de aproveitamento, as fichas para anotação das pontuações e os recibos, garantindo a quantidade necessária ao bom desempenho do trabalho. − Anotar as pontuações de cada aluno que lhe for designado. − Devolver o processo à Secretaria após anotação e preenchimento do recibo. − Imediatamente após cada aluno completar a carga horária, passar para a Secretaria o nome destes, para a devida anotação. − Levar ao conhecimento da Comissão os casos omissos, para discussão e deliberação. − Ao final de cada semestre, deixar organizadas todas as fichas, computando todas as pontuações, e formalizando a devolutiva de todos os documentos, de forma a não deixar trabalho para o semestre seguinte. 7. DAS ATRIBUIÇÕES DOS ALUNOS: Os alunos, do primeiro ao oitavo período, ou enquanto não completar a carga horária mínima, terão as seguintes obrigações: − Tomar ciência das normas relacionadas as AACC. − Garantir que seja cumprida a carga horária destinada às AACC gradativamente ao longo de seu curso, de forma a tê-la preenchido no máximo até o oitavo período. − A cada semestre, após 30 dias de aula, apresentar o requerimento preenchido, com todos os comprovantes para a Secretaria do Departamento. − Arquivar, a cada semestre, os documentos comprobatórios já apreciados e devolvidos. Manter arquivados e organizados estes documentos até o término do curso. 8. DAS ATRIBUIÇÕES DA SECRETARIA A Secretária do Departamento de Fonoaudiologia é responsável por: − Receber o requerimento com os documentos anexados e encaminhar à Comissão de AACC. − Registrar, após solicitação da Comissão de AACC, as pontuações dos alunos que finalizaram as atividades. − Devolver os documentos ao aluno. 9. DO TÉRMINO Ao completar no mínimo 120 (cento e vinte) horas em AACC distintas das disciplinas constantes da grade curricular, e independente do período em que se encontra, o aluno terá estes créditos lançados no seu histórico escolar pela Secretaria, a pedido da Comissão de AACC, sob a denominação de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais. 10. DOS CASOS OMISSOS Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de AACC, tendo em consideração os objetivos das atividades em pauta. 10 - ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS A fim de determinar qual a avaliação dos egressos sobre o curso de Fonoaudiologia da UCG foram aplicados 54 questionários com ex-alunos, cuja conclusão do curso abrangeu os anos de 1991 a 2002. Os questionários foram aplicados em dois momentos, 2000 e 2003. Após a análise dos dados, verificou-se que: − O curso de Fonoaudiologia foi caracterizado pela maioria como sendo bom. − Consideraram o corpo docente como tendo um bom nível, porém com necessidade de melhorar a titulação. − Apresentaram sugestões quanto à grade e a distribuição de carga horária e conteúdos, inclusive com ausência de conteúdos relacionados ao avanço da Fonoaudiologia. Apontaram também a ausência de interdisciplinaridade entre as disciplinas do básico e as específicas do curso. − Referiram-se à pouca oportunidade de estágio, propondo a sua ampliação. − Indicaram que houve pouco incentivo à pesquisa por parte dos professores e citaram a ausência de orientação à pesquisa e de trabalhos de conclusão de curso. − Sugeriram a implantação de ambulatórios nas áreas de Otorrinolaringologia e Neurologia para o atendimento aos pacientes da clínica-escola. − Reforçaram que os atuais laboratórios e equipamentos são pouco utilizados durante o período de estágio. − Um grande número de entrevistados mencionou a área de Linguagem como a de maior preferência, seguida pela Audiologia. Da mesma forma, demonstrou elevado interesse na realização de cursos de especialização nestas áreas. Diante dos resultados obtidos nesta pesquisa pode-se, mais uma vez, constatar a necessidade de implantação de um Mestrado em Fonoaudiologia que possibilite um aumento do número de professores titulados, o que por sua vez reforçaria a integração do tripé Ensino-Pesquisa-Extensão. Com relação à grade curricular confirma-se a real necessidade de atualização do currículo do curso, para a adequação da formação profissional e a viabilização de uma boa inserção no mercado de trabalho. Os resultados desta pesquisa forneceram subsídios para a implantação de uma educação continuada, que atenda aos egressos e, para tal, serão estabelecidas as seguintes ações: − Cadastro de egressos. − Criação de uma associação de ex-alunos. − Reuniões periódicas de ex-alunos. − Eventos que promovam atualização científica(jornadas, seminários), conforme cronograma estabelecido pela Congregação. − Implantação de cursos de Especialização Lato Sensu nas áreas de maior demanda do mercado. 11-AVALIAÇÃO DO ATUAL PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO Em atendimento às normas do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES) e da proposta de Auto Avaliação Interna da UCG, o Departamento de Fonoaudiologia fará semestralmente uma avaliação do projeto privilegiando a coerência das práticas concretas e das suas propostas. Usar-se-á diferentes categorias para se diagnosticar o grau de viabilidade e significância do presente Projeto Pedagógico de Curso, a saber: - Corpo Discente - Corpo Docente - Egressos - Infraestrutura A pesquisa citada no Anexo 1 estabeleceu um diagnóstico que lançou luzes para se montar esta proposta, atendendo às sugestões do corpo docente, discente e egressos e sanar as dificuldades detectadas. Esta mesma pesquisa servirá de parâmetro para as avaliações posteriores. A avaliação será considerada como diagnóstico e fornecerá retroalimentação para a atualização e replanejamento do atual projeto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL Lei 6965, de 09/12/81, Art. 1º, Parágrafo Único . Dispõe sobre a regulamentação da profissão de fonoaudiólogo e determina outras providências, Presidência do Brasil, Brasília. BRASIL Resolução nº 06 de 06 de abril de 1983, determina o Currículo Mínimo dos Cursos de Graduação em Fonoaudiologia. Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília. BRASIL Portaria 1199 de 13 de agosto de 1992, torna o curso de Fonoaudiologia reconhecido perante o Ministério de Educação e Cultura. Conselho Nacional de Educação. Brasília. BRASIL. Resolução nº 157/96, de 13 de abril de 1996, Art. 5º. Dispõe sobre a concessão de Título de Especialista no âmbito do CFFa e dá outras providências. Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília. BRASIL. Resolução CFFa nº 268 /01 de 03 de março de 2001 Conselho Federal de Fonoaudiologia. Brasília, 2001 BRASIL. Resolução CNE/CNS 5/2002 de 4 de março de 2002 , aprova as Leis de Diretrizes e Bases e propõe as Diretrizes Curriculares elaboradas pela Comissão dos especialistas de Fonoaudiologia da SESU/MEC. Conselho Nacional de Educação. Brasília. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Deliberação 03/86, de 26 de fevereiro de 1988, aprova a criação do Curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Goiás. Goiânia. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Deliberação 020/88, de 24 de junho de 1988, aprova a primeira proposta de reestruturação curricular do curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Goiás. Goiânia. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Deliberação 010/89, de 26 de julho de 1989, aprova correções no currículo curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Goiás. Goiânia. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO. Resolução 009/2004 institui normas para a realização das atividades acadêmico-científico-culturais da Universidade Católica de Goiás. Goiânia. CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO Resolução n° 0015/2004. UCG. Estatuto da Universidade Católica de Goiás. Goiânia: Ed. da UCG, 2000. FERREIRA, L.P. & RUSSO, I.C.P. O perfil das teses de doutorado defendidas por fonoaudiólogos brasileiros. Carapicuíba: Pró-Fono, v.10,n.2.p.64-70,1998. FIGUEIREDO NETO, L. E. O início da prática fonoaudiológica na cidade de São Paulo: Seus determinantes históricos e sociais. São Paulo, 1988 [Dissertação- Mestrado- Pontifícia Universidade Católica de São Paulo]. CNE/MEC Resolução no. 05 de 19/02/2002 Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Fonoaudiologia, 2002. MEC Lei 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, 1998. Plano Estratégico de gestão 1ª versão Goiânia: Ed. da UCG, Série Gestão Universitária 6. Plano Nacional de Graduação: um projeto em construção. Campinas: Unicamp, 1999. Política curricular. Goiânia: Ed. da UCG, 1995. UNESCO. Relatório da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. Paris, 1996. ________ Princípios da Declaração Mundial sobre o Ensino Superior. Paris: 1998. VICE-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS. Avaliação do Curso de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Goiás - Relatório Final.Goiânia, dez/1999. VICE-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS SAVA/CAP Projeto político pedagógico dos cursos de graduação de Universidade Católica de GoiásOrientações para construção. Goiânia, junho/2003. REFERÊNCIAS CONSULTADAS MOREIRA, D.R. Fonoaudiologia: o sentido que se produz nas áreas médica, odontológica e fonoaudiológica. São Paulo: 2000 [Dissertação- MestradoPontifícia Universidade Católica de São Paulo]. http://www.fmu.br Consulta em 04/10/04 http://www.fob.usp.br/grad/fono Consulta em 22/06/04 http://www.cesjf.br/cursos/graduacao/fonoaudiologia/curfonograde Consulta em 04/10/04. http://www.usc.br/graduacao/fonoaudiologia/grade.htm Consulta em 04/10/04. http://www.ibmr.br/faculdade/grade/fono.htm consulta em 21/09/04. http://www.uniceuma.br Consulta em 04/10/04. http://www.niltonlins.br Consulta em 04/10/04. http://www.pucsp.br Consulta em 04/10/04. http://www.fead.br Consulta em 04/10/04. http://www.icbs.pucminas.br/graduacao/fonoaudiologia/grade 22/06/04. http://www.fir.br Consulta em 04/10/04. http://www.fonoaudiologia.org.br/FONO.com.br/principal Consulta em ANEXOS ANEXO I - AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO EM FUNCIONAMENTO ATÉ 2006. Em 1999, foi realizada a avaliação do curso de Fonoaudiologia, pela Vice Reitoria Acadêmica, em que foram avaliados itens relacionados ao corpo docente, corpo discente, proposta e operacionalização curricular, infra-estrutura e apoio acadêmico-administrativo. Participaram desse levantamento, integrantes do corpo docente e discente. Em 2003, o mesmo questionário foi aplicado pela equipe de reformulação curricular, cujos resultados encontram-se a seguir: 9.1. ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA REALIZADA COM OS DOCENTES E DISCENTES EM 2003/2 Quanto à avaliação da proposta de operacionalização curricular, podemos observar que houve uma concordância de opiniões entre os alunos e professores, que a consideraram como sendo boa. Foi verificado que, enquanto o professor considerou ótimo o seu conhecimento sobre o currículo do curso, seus objetivos e perfil do profissional que o curso pretende formar, o aluno qualificou as informações recebidas sobre os mesmos como boa. Os corpos discente e docente consideraram como sendo boa a adequação do currículo ao perfil do profissional assim como, a integração das disciplinas oferecidas pelo Departamento de Fonoaudiologia. Qualificaram como regular a integração entre ensino, pesquisa e extensão. Com relação ao acompanhamento de alunos por parte da coordenação do curso, observou-se uma discordância nas opiniões sendo o mesmo qualificado como ótimo pelo corpo docente e regular pelo corpo discente. A organização do currículo foi apontada pelos docentes como boa, e regular pelos discentes. O corpo discente avaliou como bons os estágios oferecidos, quanto à orientação, conteúdos e contribuição dos mesmos à formação profissional do aluno. Os professores consideraram regular a integração das disciplinas oferecidas por outros departamentos. Foi observado que há uma diferença de opinião entre o pensamento dos docentes com relação à elaboração semestral do seu plano de ensino, caracterizada como ótima e o conhecimento das ementas das disciplinas, apontado como bom. INFRAESTRUTURA O item que mais chamou atenção na avaliação da infra-estrutura diz respeito à Biblioteca Central, cujo acervo foi considerado regular por metade dos docentes entrevistados e insuficiente por metade do corpo discente, não sendo qualificada como ótima por nenhum dos entrevistados (discentes e docentes). Ainda foi avaliada como regular quanto ao atendimento e ambiente de leitura e estudo. Os laboratórios foram caracterizados, pelos dois grupos, como bons. No pensamento dos alunos, os recursos audiovisuais receberam uma avaliação regular. Houve uma concordância entre alunos e professores com relação às condições de permanência fora do horário de aula, sendo apontadas como boas, e quanto às lanchonetes, áreas de convivência e condições gerais do prédio, citadas entre regular e fraco. No que concerne ao apoio acadêmico, enquanto o corpo docente considerou o desempenho da direção do departamento e da secretaria departamental como sendo de ótima qualidade, os alunos qualificaram o primeiro item como fraco e regular e o segundo item como fraco. AVALIAÇÃO GERAL DO CURSO A qualidade dos corpos docente e discente como um todo foi avaliada como boa tanto por discentes como por docentes. As avaliações globais do currículo e do apoio acadêmico e administrativo do curso foram apontadas como boas pelos professores e regulares pelos alunos. AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL Os professores e alunos consideram a participação estudantil dos órgãos colegiados da UCG como regular. Já o item sobre contribuição do centro acadêmico para a qualidade acadêmica do curso é apontado pelo primeiro grupo como fraco e pelo segundo, como insuficiente. 9.2. COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NAS PESQUISAS REALIZADAS EM 2003/2 E 1999/1. Fazendo-se um paralelo entre os índices encontrados na avaliação do curso de Fonoaudiologia realizada em 1999/1 pela então, Vice-Reitoria Acadêmica e na pesquisa desenvolvida junto aos docentes e discentes em 2003/2, foram verificados os seguintes aspectos: 1. Índice de Avaliação Geral do Curso 1.1. Índice Geral do Corpo Docente (IGCD) Os discentes e os docentes conceituaram o corpo docente com um nível B (3,0 e 3,07, respectivamente), atingindo uma média de pontuação 3,04, acima da avaliação alcançada em 1999/1, elevando assim o conceito do corpo docente de C para B. 1.2. Índice Geral do Corpo Discente (IGA) Neste item, observamos a presença do conceito D (2,17) pelos docentes e B (3,0) pelos discentes. Na média geral, a pontuação alcançada foi de 2,59, equivalente ao conceito C, sendo este também alcançado na avaliação de 1999/1. A relação número de vagas e candidatos ao vestibular em 1999/1 foi de 4,85%. Nos anos subseqüentes, observa-se uma diminuição neste índice, como pode ser observado Quadro 4: Quadro 1- Relação número de vagas e candidatos aos vestibular nos anos de 2000/1 a 2003/2 Ano Número de inscritos Vagas Candidato/vaga 2000/1 205 80 2,56 2000/2 135 80 1,68 2001/1 177 80 2,21 2001/2 114 80 1,42 2002/1 122 80 1,52 2002/2 073 80 0,91 2003/1 109 80 1,36 2003/2 059 80 0,73 1.3 - Índice Geral da Avaliação da Proposta e Operacionalização Curricular (IPOCG). Nos dois grupos de avaliadores, o IPOCG atingiu o conceito C, com pontuação de 2,30 no grupo de discentes e 2,79 no de docentes, com uma média geral de 2,55, equivalente ao conceito C, abaixo do encontrado na avaliação de 1999/1, que recebeu o conceito B. 1.4 - Índice Geral da Avaliação da Infra-Estrutura e Apoio AcadêmicoAdministrativo (IAAG). O corpo discente qualificou este item com o conceito D (1,95), e o docente, como B (2,89), cuja média atingiu o valor de 2,42, caracterizando o índice C, que em 1999/1 foi incluído no conceito B. 1.5. Avaliação Final do Curso (AFC) Em 1999/1, o AFC atingiu a pontuação de 2,78, conceito C, que para os alunos e professores, em 2003/2, também foi conceituado como C (2,56 e 2,73, respectivamente). Assim sendo, na média final da avaliação do curso, observase uma manutenção deste conceito (2,75). 2. Avaliação da Participação Estudantil 2.1. Índice da Participação Estudantil nos Colegiados (IPEC) Na avaliação dos docentes e discentes, houve uma pontuação para cada um dos grupos de 1,93 e 1,75, correspondente ao conceito D, sendo a média geral de 1,84, mantendo-se o mesmo conceito. Vale ressaltar que na pesquisa de 1999/1, este índice foi de 2,92 (B), no grupo de docentes e 2,64, (C) no de discentes, com uma média geral de 2,78 (C). 2. 2. Índice da Participação Estudantil no Centro Acadêmico (IPECA) Os dois grupos avaliaram esta participação com conceito E, sendo o índice de 1,28 para o grupo de docentes e 1.29 para discentes, com uma média geral de 1,29. Em 1999/1 estes valores foram de 2,68 (C) para docentes e 2,59 (C) para discentes, com uma média de 2,64 (C). 3-Índice de Qualificação do Corpo Docente (IQCD) Nos anos de 1999/1 e 2003/2 o corpo docente foi qualificado na categoria D( 2,05 e 2,13, respectivamente. Vale ressaltar que em 2004/2, após a realização do cálculo do Índice de Qualificação do Corpo Docente pode-se verificar uma modificação neste quadro que atingiu o conceito C (2,4). Quanto à titulação acadêmica, o número de professores do curso de Fonoaudiologia mestres e doutores pertencentes ao Departamento encontravase bem abaixo (5,56%) do mínimo exigido pela LDB e do total da UCG. Atualmente, apesar do acréscimo do número de mestres e diminuição do número de professores com graduação, a porcentagem de professores titulados permanece aquém do exigido pela LDB (19,05%), o que reflete diretamente no item de avaliação sobre produção científica. Tais dados estão de acordo, com as recomendações da Vice-Reitoria para Assuntos Acadêmicos quanto à necessidade de qualificação do quadro docente. CONCLUSÕES Após a análise, foram estabelecidos os itens que necessitam ser melhor qualificados e que, portanto, devem ser contemplados no novo projeto pedagógico. Corpo Docente - Embora, atualmente, haja uma melhor qualificação do corpo docente efetivo do curso, ainda há necessidade de se implementar um programa de incentivo à formação acadêmica já que o número de especialistas excede o número de mestres e doutores( 18 especialistas, 9 mestres, 2 doutores e 1 graduado). Corpo Discente - Como demonstrado no Quadro 4, a relação número de vagas/número de candidatos tem diminuído significativamente, o que é mais um indicador da necessidade de se reformular o projeto pedagógico do curso de Fonoaudiologia, a fim de atender aos novos conhecimentos técnicocientíficos da área não contemplados pelo projeto em vigor. PROPOSTA E OPERACIONALIZAÇÃO CURRICULAR Quanto ao currículo do curso de Fonoaudiologia, no que se refere à sua proposta e operacionalização, os alunos o qualificaram com o conceito C e os professores, com o conceito B. Alguns itens merecem ser destacados: − Consideram como regular a integração entre ensino, pesquisa e extensão. Em nível de macro-estrutura, sugere-se um maior incentivo à realização de pesquisas acadêmicas e dos trabalhos de extensão por parte das PROPE e PROEX, realizados tanto pelo corpo docente como discente. Em termos de micro-estrutura, cabe ao professor desempenhar o seu papel, não só na área de ensino, como também no desenvolvimento de mecanismos que instiguem o aluno a realizar trabalhos de pesquisa científica; − Com relação ao acompanhamento de alunos por parte da coordenação do curso, observa-se uma discordância nas opiniões, sendo o mesmo considerado ótimo pelo corpo docente e regular pelo corpo discente. Cabe ao departamento criar situações de diálogo com a comunidade discente, a fim de viabilizar os mecanismos para a efetivação deste acompanhamento; − Com relação à organização do currículo, os professores consideram bom e os discentes, regular. Mais uma vez, constata-se a necessidade da reformulação do curso, adequando-o à nova realidade da fonoaudiologia atual; − Os professores consideram regular a integração das disciplinas oferecidas por outros departamentos. Isto demonstra a necessidade de maior inter-relação entre os mesmos, com a organização de encontros entre os professores de disciplinas afins. INFRA-ESTRUTURA E APOIO ACADÊMICO-ADMINISTRATIVO O item que mais chama atenção na avaliação da infra-estrutura diz respeito à biblioteca central cujo acervo foi conceituado como regular por metade dos docentes entrevistados e insuficiente por metade do corpo discente, não sendo considerado ótimo por nenhum dos entrevistados (discentes e docentes), sendo ainda qualificado como regular quanto ao atendimento e ambiente de leitura e estudo. Assim sendo, quanto à biblioteca as ações referem-se a: − Atualização do acervo a partir do que for indicado pelo professor da disciplina em seus respectivos planos de curso; − Atualização da videoteca; − Aquisição de teses em CD-ROM (Pro-FONO); − Atualização dos periódicos específicos da área. Os recursos áudio-visuais foram caracterizados pela maioria dos alunos como regular, apontando para a necessidade de ampliação desses recursos, viabilizando as técnicas didáticas de ensino. AVALIAÇÃO GERAL DO CURSO No que concerne ao apoio acadêmico, enquanto o corpo docente considera o desempenho da direção do departamento e da secretaria departamental com ótima qualidade, os alunos qualificam o primeiro item como fraco e regular e o segundo item como fraco. As avaliações globais do currículo e do apoio acadêmico e administrativo do curso foram apontadas como boas pelos professores e regulares pelos alunos. Verifica-se, novamente, a necessidade da reformulação curricular e da criação de novas estratégias de gerenciamento departamental, anteriormente propostas no Plano de Gestão 2004-2006. AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL Os professores e alunos consideram a participação estudantil dos órgãos colegiados da UCG como regular. Já no item sobre contribuição do centro acadêmico para a qualidade acadêmica do curso é apontada pelo primeiro grupo como fraca e pelo segundo, como insuficiente. Sugere-se uma maior integração Departamento X Centro Acadêmico a fim de desenvolver posturas mais críticas e propiciar um maior envolvimento da classe estudantil junto aos assuntos pertinentes ao curso. Anexo II - GESTÃO DEPARTAMENTAL PLANO DE GESTÃO 2004/1 A 2006/1 I - COORDENAÇÃO ACADÊMICO-PEDAGÓGICA A. Quanto às reuniões de área: − Estabelecer um professor responsável por Núcleos de Estudo e Atualização na Fonoaudiologia que deverá ser selecionado semestralmente. − Os Núcleos serão definidos de acordo com eixos temáticos que farão parte do projeto pedagógico e deverão enfocar estudos sobre prevenção, avaliação e reabilitação. Em congregação, foram definidos os seguintes núcleos: • Voz • Linguagem • Motricidade oral • Audiologia • Supervisores • Trabalho de Conclusão de Curso B. Quanto à realização de cursos de atualização para docentes: Os temas serão aprovados mediante a apresentação de projeto elaborado pelos núcleos supracitados. Deverão ser determinados pela congregação, conforme as necessidades de atualização docente. C. Quanto ao controle do desempenho acadêmico-pedagógico: − Elaborar e avaliar, semestralmente, os planos de curso. − Finalizar processo de reformulação curricular do curso de Fonoaudiologia. − Eleger, junto à Congregação, um professor responsável por efetuar o levantamento do acervo da Biblioteca Central, assim como a solicitação da compra de novos livros, vídeos, CD-Room e periódicos. − Eleger junto à Congregação um professor responsável pela coordenação da Biblioteca Departamental. − Criar espaço físico para estudo e pesquisa dos docentes na Biblioteca Departamental. − Disponibilizar uma lista do acervo da Biblioteca Departamental para os alunos, que será fixada junto à lista de notas. Quanto à avaliação e seleção de pessoal docente (efetivo e convidado): − Respeitar os critérios internos da UCG. − Estabelecer sistema de tutoria por período (1º ao 8º), com o objetivo de realizar a mediação entre sala de aula, coordenações de área e direção, estabelecendo desta forma a relação intradepartamental. Cada professor-tutor será escolhido de acordo com critérios a ser definidos pela Congregação. II - COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS a) Avaliar e organizar as atividades de estágios obrigatórios e não obrigatórios, buscando, sempre que possível, a participação e o diálogo com os alunos, estimulando a gestão participativa e responsável. b) Promover a integração das áreas da saúde por meio da realização de jornadas inter e intradepartamentais, nas quais os alunos deverão apresentar seus trabalhos de conclusão de curso. c) Responsabilizar-se pela manutenção da clínica-escola, envolvendo os alunos nos compromissos com seu desempenho. d) Avaliar e controlar a qualidade dos procedimentos clínicos e dos exames realizados na clínica-escola, fornecendo feedbacks construtivos aos alunos, na busca da efetividade crescente destas práticas. e) Promover reuniões para a integração entre os estágios, assim como entre as diferentes áreas, com participação dos professores das áreas teóricas. f) Controlar as atividades de estágio, envolvendo o aluno a partir do estabelecimento mútuo de contratos de trabalho e compromissos. g) Implantar Serviço de Otorrinolaringologia e manter o serviço de Neurologia. h) Viabilizar a informatização do arquivamento de documentos e agendamento dos pacientes a ser atendidos na clínica-escola. i) Providenciar a inserção da clínica-escola na Vigilância Sanitária e no CRFa, 5ª Região. j) Atualizar (sempre que necessário) os contratos dos convênios com os locais de estágio extra-muro. k) Otimizar a utilização da sala de documentação, por meio do agendamento de pacientes junto à secretaria. O uso de uma das filmadoras desta sala poderá ser solicitado pelo supervisor mediante preenchimento de formulário próprio de retirada e devolução. l) Adquirir mais materiais e equipamentos necessários ao bom funcionamento da clínica-escola de Fonoaudiologia. m) Criar Laboratório de Linguagem. III - COORDENAÇÃO DE AUDIOLOGIA A) Responsabilizar-se pela manutenção da clínica-escola. B) Avaliar e controlar a qualidade dos procedimentos clínicos e dos exames efetuados na clínica-escola, incentivando o comprometimento do aluno com suas práticas e com princípios que a sustentam. C) Controlar as atividades de estágio, buscando envolver os alunos no compromisso e responsabilidade com as políticas e regulamentos do estágio. D) Estabelecer a obrigatoriedade da avaliação teórico-prática na seleção de monitores, que deverá ser realizada semestralmente. E) Estudar a possibilidade de ampliar a sala de reabilitação vestibular. F) Implantar o serviço de seleção e adaptação de Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) por meio do estabelecimento de convênio com o SUS. G) Adquirir novos materiais para a clínica de Audiologia. IV - COORDENAÇÃO DE APOIO A) Incentivar professores e funcionários do departamento a participarem de cursos de atualização junto ao DRH. B) Criar uma Comissão de ética, para atendimento a docentes e discentes, que deverá mediar e orientar as solicitações de cunho ético. C) Participar de reunião semestral junto à Congregação de Terapia Ocupacional, para discussão de temas definidos de acordo com as necessidades dos docentes. D) Estabelecer horário para atendimento ao professor e ao aluno. V - COORDENAÇÃO DE PESQUISA A) Arquivar as pesquisas realizadas na Biblioteca Departamental, facilitando a divulgação das mesmas. B) Divulgar as pesquisas realizadas por docentes nas reuniões de Congregação. C) Dar continuidade à publicação anual da Revista Estudos Fonoaudiologia. D) Elaborar lista de pesquisas já realizadas por docentes e discentes e disponibiliza-la na biblioteca setorial. E) Incentivar professores especialistas a realizar pesquisas em parceria com os professores titulados. F) Incentivar professores titulados a realizar pesquisas junto à PROPE. G) Promover maior divulgação do Núcleo de Pesquisa. VI - COORDENAÇÃO DE TERAPIA OCUPACIONAL A) Dar continuidade aos Núcleos de Estudo. B) Discutir nos Núcleos de Estudo os conteúdos programáticos das disciplinas. C) Manter locais de estágio curricular extra-muro. VII - COORDENAÇÃO DE BIOSSEGURANÇA A) Realizar reuniões semestrais com professores e alunos, incentivando a gestão participativa deste setor. B) Realizar reuniões com alunos do 6º período na disciplina Teorias e Técnicas Fonoaudiológicas. C) Visitar os locais de estágio para assegurar o cumprimento das normas de biossegurança. D) Elaborar um manual de normas de biossegurança que sejam gerais e específicas para cada campo de estágio. E) Criar expurgo para assepsia dos materiais da clínica-escola, laboratórios e ambulatórios. VIII - DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO A) Incentivar a gestão participativa no Departamento. B) Representar o departamento junto à Reitoria e Pró-Reitorias. C) Organizar a semana de planejamento acadêmico intradepartamental. D) Discutir nos núcleos de área a distribuição da carga horária respeitando-se as normas da instituição. E) Promover a integração entre as coordenações dos cursos. F) Organizar e divulgar eventos sobre Fonoaudiologia junto à comunidade local. G) Promover integração ensino-pesquisa-extensão, incentivando a Congregação a elaborar projetos de extensão e a partir destes desenvolver projetos de pesquisa, ampliando, assim, o campo de trabalho do profissional da Fonoaudiologia. H) Criar cursos de pós-graduação em nível de especialização e mestrado conforme demanda do mercado. I) Organizar as reuniões de Congregação de tal forma que os assuntos de interesse comum sejam compartilhados pelos dois cursos e aqueles de interesse próprio a cada curso sejam discutidos separadamente. J) Criar comissões auxiliares diferentes para os cursos de Fono/TO: DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO COMISSÃO AUXILIAR TO COORDENAÇÃO DE PESQUISA COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO PEDAGOGICA CLINICA DE ESTAGIO COORDENAÇÃO DE BIOSSEGURANÇA COORDENAÇÃO DE APOIO COMISSÃO AUXILIAR FONO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO COORDENAÇÃO PEDAGOGICA CLÍNICA DE ESTAGIO DE AUDIO Em 2004/2, a Direção do Departamento de Fonoaudiologia modificou a organização da Gestão Departamental, instituindo um novo cargo administrativo, a Coordenação do Curso de Fonoaudiologia e abolindo o cargo de Coordenação de Clínica.