GUIA ACADÊMICO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL BELÉM - PA 2014 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA - UNAMA REITOR ANA CÉLIA BAHIA SILVA PRÓ-REITOR DE ENSINO EVARISTO REZENDE PRÓ-REITORA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NÚBIA MARIA DE VASCONCELOS MACIEL DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO EVARISTO REZENDE COORDENADORA DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL MARILDA MARTINS CAMPOS 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO I - ANTECEDENTES HISTÓRICOS II - REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL III – RECONHECIMENTO DO CURSO IV - OBJETIVOS V - BASES FILOSÓFICAS E PRINCÍPIOS NORTEADORES DA FORMAÇÃO VI - PERSPECTIVA PEDAGÓGICA VII - O PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL VIIII - TITULAÇÃO IX - COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS X- ÁREAS / CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL XI – ORGANIZAÇÃO DO CURSO XII - CURRÍCULO PLENO XIII - ESTÁGIO SUPERVISIONADO, ATIVIDADES COMPLEMENTARES E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO XIV – TRABALHO INTEGRADO XV - PROGRAMA DE MONITORIA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO XVI - MATRIZ CURRICULAR XVII - COMPONENTES CURRICULARES POR SEMESTRE – EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA XVIII – CORPO DOCENTE CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I - ANTECEDENTES HISTÓRICOS O Curso de Serviço Social da Universidade da Amazônia foi implantado em 1984, no então Centro de Estudos Superiores do Estado do Pará através do parecer nº 137/84 de 17 de fevereiro de 1984 do Conselho Federal de Educação. O relatório produzido pela Comissão Verificadora, autorizada pelo citado parecer serviu de base para o Parecer nº 620/84, de 12 de setembro de 1984 do eminente Conselheiro do CFE, Sr. Francisco Guido de Santana, homologado pela excelentíssima senhora Dra. Ester de Figueiredo Ferraz, à época, Ministra da Educação. Em 07 de novembro de 1984 o Curso de Serviço Social foi autorizado pelo Ministério da Educação, através do Decreto nº 90.405/84, publicado no Diário Oficial da União de 08 de novembro de 1984, Seção I, página 16.391, e reconhecido pela Portaria MEC nº 366, de 14/06/1989, publicada no Diário Oficial da União do dia 15/06/1989. Sua concepção, bases filosóficas e princípios, expressos no primeiro Projeto Pedagógico do Curso (1991, p. 31): O Curso foi concebido de acordo com os parâmetros estabelecidos na Resolução nº 06/82 – CFE que definiu o novo currículo mínimo para os cursos de Serviço Social, tendo como fundamentos os princípios que inspiram a instituição educacional na qual está inserida a profissão a que serve e as peculiaridades da Região Amazônica, na qual se encontra instalado. Iniciado, efetivamente, em 02 de fevereiro de 1985, com 60 vagas, o Curso foi estruturado segundo o regime anual. O currículo pleno distribuído em 04 (quatro) anos contava com uma carga horária total de 3.240 horas. Em 1988 formou-se a primeira turma de assistentes sociais, ao mesmo tempo em que se aprovava o Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social - o primeiro a ser formulado pela União das Escolas Superiores do Pará (UNESPA) e que estabeleceu uma nova base curricular para a formação profissional do assistente social. As modificações realizadas no Currículo Pleno do Curso visavam definir e/ou viabilizar o alcance dos seguintes objetivos terminais: 5 a) Formar profissionais habilitados para atuarem de maneira crítica e competente, a partir da compreensão do pluralismo das teorias sociais, nas questões sócioeconômicas, políticas e culturais da realidade latinoamericana, nacional, regional e, em particular, paraense; b) Possibilitar experiências práticas, conscientes e diversificadas que contemplem a área de atuação do Serviço Social, no âmbito das políticas sociais do Estado e das organizações Populares, integrando o campo de trabalho, a partir de uma sistemática curricular que vise ao desenvolvimento de seminários, estágios e trabalho de conclusão de curso, com estratégias para a sua consecução; c) Formar profissionais com habilitações específicas, conforme a demanda da profissão, aliadas aos interesses pessoais do aluno, através do oferecimento de disciplinas optativas ao graduando; d) Aproximar o Curso – formação profissional – do meio profissional, através do oferecimento destes mesmos cursos de habilitação aos profissionais já formados, oportunizando o intercâmbio de conhecimentos e aprofundamento técnico-prático do serviço Social, colocando definitivamente a escola à serviço das demandas profissionais (UNESPA, 1991, p. 34). Desse modo, o modelo do Curso, seus conteúdos programáticos, suas propostas técnico-metodológicas e filosóficas e as estratégias operacionais utilizadas no decorrer da formação do aluno expressavam o processo pelo qual se definiria o perfil do profissional a ser engajado no mercado: (...) profissionais capazes de responder às demandas atuais da profissão, bem como, identificar as demandas potenciais alocadas à profissão pela sociedade. Dentro de um contexto conjuntural, tornar-lhe possível a definição de uma prática alternativa face às questões que se lhe apresentem, garantindo assim, o constante avanço da profissão. Outro ponto que se destaca no perfil do profissional está relacionado ao seu desenvolvimento político e militância comprometida com as classes dominadas, com intuito de desenvolver sua prática numa linha libertária e transformadora, oportunizando, assim, o desenvolvimento pleno da sociedade e do homem que dela participa (UNESPA, 1991, p. 35). O Projeto Pedagógico do Curso idealizado em 1988 concluiu a implantação do seu currículo (definido ano a ano) em 1993, formando, neste ano, a primeira turma no novo currículo. Este se manteve inalterado em sua estrutura central até 1995, tendo sido executadas apenas alterações suplementares para adaptação às questões conjunturais. Em 1996, 2001, 2003 foram feitas amplas revisões. Em 1996 o currículo pleno passou a contar com 34 componentes curriculares incluindo as habilitações, totalizando 176 créditos e 3.276 h (três mil duzentas e setenta e seis horas) de carga horária total. A partir de 2002, com base nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais, a estrutura curricular do Curso diminuiu de cinco para quatro anos contando com 29 componentes curriculares (excluindo-se a partir deste ano as habilitações), passando a totalizar 136 créditos e 3.213 h (três mil duzentas e treze horas) de carga horária total. O currículo do Curso de Serviço Social que passou a vigorar a partir de 2004 é resultado destas revisões. Dentre os fatores que motivaram o delineamento das alterações propostas em 2004 destacam-se: a) a adoção do regime semestral: o curso passa a se desenvolver em oito semestres; b) maior atenção às demandas técnico-operativas da profissão como expressão de uma sintonia com o que efetivamente vem sendo exigido dos assistentes sociais no contexto das políticas sociais (tanto no setor público como no privado). A vinculação com os campos de estágio constitui-se a fonte básica da apreensão das novas exigências ao fazer técnico profissional; c) adequação às novas diretrizes curriculares definidas pelo MEC (Parecer nº492/2001) tornando-se este o principal parâmetro a delimitar conteúdos e disciplinas; d) investimento na transversalidade com as questões amazônicas, sendo esta, uma marca diferencial do Curso. O estudo das questões amazônicas presente no conteúdo das disciplinas do Curso expressa a coerência com a missão da UNAMA: “educação para o desenvolvimento da Amazônia”. Trata-se, portanto, de uma obrigação e não opção. De 2004 a 2007 o currículo pleno do Curso se efetivou com carga horária semestral total de 2.736 h/a (duas mil setecentas e trinta e seis horas/aula), sendo 1.944 h/a (mil novecentas e quarenta e quatro horas aula) de Carga Horária 7 Teórica e 792h/a (setecentas e noventa e duas horas aula) de Carga Horária Prática, totalizando 37 componentes curriculares correspondendo a 130 créditos. Considerando a necessidade de reformulação curricular para adaptação ao calendário de 20 semanas letivas por semestre o Conselho de Centro de Ciências Humanas e Educação (CONCCHE) aprovou, em reunião realizada no dia 22 de janeiro de 2008, (Resolução CONCCHE 005/2008) a Reestruturação Curricular do Curso de Graduação em Serviço Social. O currículo pleno passou a ter carga horária total de 3.560 h (três mil quinhentas e sessenta horas) sendo 2.160 h/a (duas mil cento e sessenta horas-aula) de Carga Horária Teórica (CHT) e 1.400 h/a (mil quatrocentas e sessenta horas-aula) de Carga Horária Prática (CHP). Desse modo, a nova matriz curricular do Curso de Serviço da Unama passou a contar com 36 (trinta e seis) componentes curriculares totalizando 131 (cento e trinta e um) créditos, distribuídos em 8 (oito) semestres. Em 2010, atendendo as determinações legais do MEC concernente à inclusão do componente curricular Língua Brasileira de Sinais – Libras, o Curso passou a ofertar a referida disciplina como optativa. Em 2011, consoante à apreensão das novas exigências postas à profissão e ao fazer técnico profissional e, considerando a necessidade do fortalecimento da formação com ênfase numa educação integral, interdisciplinar, emancipadora, o Curso de Serviço Social da Unama reestrutura-se, sem, contudo, distanciar-se dos princípios que o sustentam desde a sua gênese, comprometidos com a formação do espírito crítico-reflexivo dos futuros assistentes. Neste sentido, a nova estrutura curricular proposta remete tanto às demandas técnico-operativas postas à profissão, como expressão de uma sintonia com o que efetivamente está sendo exigido dos assistentes sociais no contexto socioeconômico e político brasileiro mais amplo, quanto no investimento na formação profissional voltada à intervenção qualificada nas diferentes expressões da questão social na Amazônia. A transversalidade o estudo das questões amazônicas presente no conteúdo das disciplinas que integram a nova matriz curricular constitui-se, portanto, numa marca diferencial do Curso e expressa a sua coerência com a missão maior da UNAMA: “Educação para o desenvolvimento da Amazônia”. Trata-se, portanto, de uma obrigação e não uma opção. O novo Projeto Pedagógico do Curso (Resolução CONSEPE Nº015/2012) implantado no primeiro semestre de 2012, integra em seu currículo pleno, 43 (quarenta e três) componentes curriculares, sendo, 37 (trinta e sete) incorporados da estrutura anterior e 06 (seis) novos componentes, totalizando 155 (cento e cinquenta e cinco) créditos. A carga horária total do curso passa a contar com 3.600 h/a (três mil e seiscentas horas-aula), sendo: 2.600 h/a (duas mil e seiscentas horas-aula) de Carga Horária Teórica (CHT), 760 h/a (setecentas e sessenta horas-aula) de Carga Horária Prática, destas, 480h (quatrocentas e oitenta horas) estão voltadas às atividades de Estágio Supervisionado no campo de estágio (CHP) e 240h de Atividades Complementares. Na estrutura organizacional da Unama, o Curso de Serviço Social está vinculado ao Centro de Ciências Humanas e Educação, funcionando no Campus Alcindo Cacela. Compõe a estrutura do Curso, o Laboratório de Serviço Social. Esta instância visa articular a relação teoria-prática ao longo da formação. Para isso desenvolve atividades nas áreas de ensino, pesquisa e extensão envolvendo o acompanhamento do estágio, curricular obrigatório, estudos e pesquisas, articulação interinstitucional e produção científica, entre estas o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O LSS também propicia aos alunos e professores apoio teórico-pedagógico e orientação acadêmica. Para concretizar suas finalidades promove atividades de visita às turmas, visitas institucionais, articulação com organizações campos de estágio, promove encontros com os assistentes sociais orientadores de estágio, oficinas com as turmas, dentre outras atividades. Além disso, coordena a divulgação da produção científica de discentes e docentes de Serviço Social. É também de responsabilidade do Laboratório de Serviço Social o acompanhamento das Atividades Complementares, com carga horária de 240 horas/aula que deverão ser integralizadas ao longo do curso. Estas atividades compreendem: monitoria, visitas monitoradas, iniciação científica, projetos e cursos de extensão, publicação de produção científica, participação em seminários, publicação de produção científica e outras definidas no plano acadêmico do curso (Diretrizes Curriculares Parecer CNE/CES 492/201). 9 As diretrizes do Curso de Serviço Social emanam das deliberações da Congregação do Curso formada por todos os seus docentes e pela Representação Estudantil. O Curso mantém articulações com outros Cursos, cujas disciplinas integram o currículo pleno do Serviço Social: Licenciaturas em Ciências Sociais, Letras, Pedagogia, Geografia, História, Matemática e Artes, Psicologia e Direito, sendo essa articulação atribuição da Coordenação de Curso. II – REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL O ensino de Serviço Social no Brasil, em nível superior, foi estruturado pela Lei n o 1.889 de 13 de junho de 1953 e regulamentado pelo Decreto no 25.311 de 02 de abril de 1964, mas as primeiras escolas de formação profissional surgiram a partir de 1936. Como profissão, no Brasil, o Serviço Social teve sua primeira regulamentação em 1957 pela Lei no 3.252 de 27 de agosto de 1957. Esta Lei foi revogada em 1993 pela atual Lei de regulamentação profissional, Lei nº 8662/93, de 07 de junho de 1993. III - RECONHECIMENTO DO CURSO O Curso de Serviço Social da UNAMA foi autorizado pelo Ministério da Educação em 07 de novembro de 1984, através do Decreto nº 90.405/84, publicado no Diário Oficial da União de 08 de novembro de 1984, Seção I, página 16.391, e reconhecido pela Portaria MEC nº 366, de 14/06/1989, publicada no Diário Oficial da União do dia 15/06/1989. IV – OBJETIVOS Formar profissionais com capacidade teórico-metodológica e ético-política para interpretar a realidade social e os fenômenos dela derivados; atender com competência analítica e técnica, às demandas sociais nacionais e regionais, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão que contemplem o enfrentamento da questão social e de suas múltiplas expressões na Região Amazônica; atuar no planejamento, gestão, execução, avaliação e controle social de políticas públicas e privadas com vistas à realização dos direitos sociais e ampliação da cidadania. V - BASES FILOSÓFICAS E PRINCÍPIOS NORTEADORES DA FORMAÇÃO A formação em Serviço Social na Unama se fundamenta na compreensão crítica da sociedade capitalista e está comprometida com os valores e princípios éticos da profissão definidos no Código de Ética de 1993 (Resolução CFESS Nº 273/93 de 13 de Março de 1993). São princípios éticos fundamentais do Serviço Social: I- Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes - autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais; II- Defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do autoritarismo; III- Ampliação e consolidação da cidadania, considerada tarefa primordial de toda sociedade, com vistas à garantia dos direitos civis sociais e políticos das classes trabalhadoras; IV- Defesa do aprofundamento da democracia, enquanto socialização da participação política e da riqueza socialmente produzida; 11 V- Posicionamento em favor da eqüidade e justiça social, que assegure universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais, bem como sua gestão democrática; VI- Empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças; VII- Garantia do pluralismo, através do respeito às correntes profissionais democráticas existentes e suas expressões teóricas, e compromisso com o constante aprimoramento intelectual; VIII- Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação-exploração de classe, etnia e gênero; IX- Articulação com os movimentos de outras categorias profissionais que partilhem dos princípios deste Código e com a luta geral dos trabalhadores; X- Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional; XI- Exercício do Serviço Social sem ser discriminado, nem discriminar, por questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade, opção sexual, idade e condição física. VI – PERSPECTIVA PEDAGÓGICA O Curso se norteia pela metodologia educacional que considera o graduando sujeito do seu próprio conhecimento, o que significa estimular, permanentemente, o potencial criativo e intelectual no seu processo formativo. Entende, também, que na relação docente-discente o professor é um facilitador do processo ensinoaprendizagem, que através da utilização de estratégias didáticas modernas estimulará o desenvolvimento da formação profissional do discente de forma participativa, crítica e propositiva. O curso busca o alcance desta perspectiva pedagógica através da articulação de atividades de ensino - pesquisa - extensão, potencializando a relação teoria-prática na formação profissional utilizando variadas estratégias de ensino: seminários, estudos dirigidos, oficinas, vivências, estudos interdisciplinares, etc. VII - O PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL Na sociedade contemporânea, o profissional de Serviço Social é uma exigência civilizatória. Os movimentos sociais dos últimos anos apontam como objetivo maior a afirmação da cidadania enquanto um bem público, um patrimônio da sociedade. O trabalho do Assistente Social se encontra nos vários processos de afirmação da cidadania: na proteção social às famílias em situação de risco e vulnerabilidade social, às crianças e adolescentes vítimas de abusos, abandonos e maus tratos, aos idosos empobrecidos e vitimados pelo dilaceramento de laços familiares e comunitários, entre outros. Desse modo, busca-se a formação de um profissional que: Atue nas expressões da questão social, formulando e implementando propostas de intervenção para seu enfrentamento, com capacidade de promover o exercício pleno da cidadania e a inserção criativa e propositiva dos usuários do Serviço Social no conjunto das relações sociais e no mercado de trabalho. Seja dotado de capacidade teórica e metodológica para interpretar a realidade social e os fenômenos dela derivados: exclusão social; pobreza: vulnerabilidade social; conflito familiar; violência doméstica e infanto-juvenil, entre outras. Esteja habilitado tecnicamente para intervir nas demandas profissionais: habilitado para coletividades; elaborar prestar projeto; serviços parecer a técnico; organismos atender indivíduos e governamentais e não governamentais, empresas, entre outros. Tenha competência para gerenciar organizações sociais, unidades executoras de políticas sociais, setores de Serviço Social (em organismos públicos ou privados), dirigir setores responsáveis pelo desenvolvimento de recursos humanos e integrar equipes interdisciplinares. 13 Tenha habilidade para atuar com pessoas de diferentes condições sociais, econômicas, políticas e ideológicas: homens, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, portadores de necessidades especiais e a outros segmentos populacionais. Preparado para atender com competência analítica e técnica, às demandas regionais, através de atividades de ensino, pesquisa e extensão que contemplem a intervenção qualificada no enfrentamento das múltiplas expressões da questão social presentes na Região Amazônia. VIII - TITULAÇÃO O profissional formado no Curso de Serviço Social receberá a titulação de Bacharel em Serviço Social. IX COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS E HABILIDADES A SEREM De acordo com as Diretrizes Curriculares as competências e habilidades gerais a serem desenvolvidas na formação profissional devem viabilizar a capacitação teórico-metodológica e ético-política, como requisito fundamental para o exercício de atividades técnico-operativas, com vistas à: Compreensão do significado social da profissão e de seu desenvolvimento sócio-histórico, nos cenários internacional e nacional, desvelando as possibilidades de ação contidas na realidade; Identificação das demandas presentes na sociedade, visando a formular respostas profissionais para o enfrentamento da questão social; Utilização dos recursos da informática. A formação profissional deverá desenvolver competências e habilidades específicas, possibilitando aos egressos a capacidade de: Elaborar, executar e avaliar planos, programas e projetos na área social; Contribuir para viabilizar a participação dos usuários nas decisões institucionais; Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais; Realizar pesquisas que subsidiem formulação de políticas e ações profissionais; Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública, empresas privadas e movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais e à garantia dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade; Orientar a população na identificação de recursos para atendimento e defesa de seus direitos; Realizar visitas, perícias técnicas, laudos, informações e pareceres sobre matéria de Serviço Social. X - ÁREAS / CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL O mercado de trabalho do assistente social situa-se, principalmente, nas áreas das políticas sociais públicas e privadas, ou seja, o assistente social é requisitado para o planejamento, a gestão e a execução de programas, projetos e serviços sociais, situados de forma ampla nas seguintes áreas e instituições: 1) Assistência Social Pública: Órgãos de Bem Estar Social; Centro de Atendimento a Crianças e Adolescentes, Idosos, Migrantes, enfim, a população em situação de risco social (Centros Sociais, FUNCAP, FUNPAPA, Secretarias Municipais ou Estaduais de Assistência Social, etc.); 2) Saúde pública e privada: Secretarias de Saúde, Unidades Regionais de Saúde, Centro de Saúde, Hospitais, Clínicas, Ambulatórios, Serviços de Psiquiatria, de Maternidade, Pediatria, Centros de Reabilitação; 3) Previdência Social: órgãos da previdência social pública ou privada a nível federal, estadual e municipal (INSS, IPASEP, IPAMB); 15 4) Área Empresarial: indústrias, empresas públicas e privadas, órgãos patronais de Serviço Social (SESC, SESI); 5) Habitação: Órgãos de financiamento e planejamento habitacional, companhias e cooperativas habitacionais, programas de desfavelamento. 6) Educação: Secretarias de Educação, escolas públicas e particulares, centros de educação especial (portadores de deficiência), Centros de readaptação de crianças, Universidades. 7) Área sócio-jurídica: Secretarias de Segurança Pública, Delegacias, Forças Armadas, penitenciárias; Tribunais de Justiça, Promotorias, Defensorias Públicas. 8) Movimentos Sociais Populares: Associação de bairros e/ou moradores, movimentos populares; comunidade de base, núcleos de produção comunitária e cooperativados; 9) Terceiro Setor: Organizações Não-Governamentais, Cooperativas Rurais e Urbanas, Cooperativas Habitacionais, etc., enquanto novas formas de organização da produção e do trabalho 10) Conselhos de Políticas Públicas: Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselhos de Saúde, Conselhos da Assistência Social, Conselhos dos Idosos nas esferas federal, estadual e municipal; 11) Ensino e Pesquisa em Serviço Social: prática de ensino para o Curso de Serviço Social e participação em pesquisas sociais; 12) Supervisão em Serviço Social: em instituições públicas ou particulares, em escolas, em escritórios particulares ou como profissional autônomo (assessoria e consultoria). XI - ORGANIZAÇÃO DO CURSO Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Serviço Social, integrantes dos Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001 o Curso de Serviço Social da Unama está organizado atendendo às seguintes orientações: Flexibilidade dos currículos plenos, integrando o ensino das disciplinas com outros componentes curriculares, tais como: oficinas, seminários temáticos, estágio, atividades complementares; Rigoroso trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e do Serviço Social, que possibilite a compreensão dos problemas e desafios com os quais o profissional se defronta; Estabelecimento das dimensões investigativa e interpretativa como princípios formativos e condição central da formação profissional, e da relação teoria e realidade; Presença da interdisciplinaridade no projeto de formação profissional; Exercício do pluralismo teórico-metodológico como elemento próprio da vida acadêmica e profissional; Respeito à ética profissional; Indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional na atividade de estágio. XII - CURRÍCULO PLENO A organização curricular do Curso de Serviço Social da Unama abre novos caminhos para a construção de conhecimentos como experiência concreta no decorrer da formação profissional. Sua estrutura busca superar as fragmentações do processo de ensino e aprendizagem tendo como sustentação o tripé dos conhecimentos constituídos pelos núcleos de fundamentação da formação profissional, quais sejam: a) NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA SOCIAL: Compreende um conjunto de fundamentos teórico-metodológicos e ético-políticos para conhecer o ser social enquanto totalidade histórica, fornecendo os componentes fundamentais para a compreensão da sociedade burguesa em seu movimento contraditório. b) NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DA SOCIEDADE BRASILEIRA: Remete à compreensão dessa sociedade, 17 resguardando as características históricas particulares que presidem a sua formação e desenvolvimento urbano e rural em suas diversidades regionais e locais. Compreende ainda a análise do significado do Serviço Social em seu caráter contraditório, no bojo das relações entre classes e destas com o Estado, abrangendo as dinâmicas institucionais nas esferas estatal e privada. c) NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL: Compreende todos os elementos constitutivos do Serviço Social como uma especialização do trabalho: sua trajetória histórica, teórica, metodológica e técnica, os componentes éticos que envolvem o exercício profissional, a pesquisa, o planejamento e a administração em Serviço Social e o estágio supervisionado. Tais elementos encontram-se articulados por meio da análise dos fundamentos do Serviço Social e dos processos de trabalho em que se insere, desdobrando-se em conteúdos necessários para capacitar os profissionais ao exercício de suas funções, resguardando as suas competências específicas normatizadas por lei. XIII - ESTÁGIO SUPERVISIONADO, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E ATIVIDADES COMPLEMENTARES ESTÁGIO SUPERVISIONADO A atividade de supervisão direta de estágio em Serviço Social constitui momento ímpar no processo ensino-aprendizagem, pois se configura como elemento síntese na relação teoria-prática, na articulação entre pesquisa e intervenção profissional e que se consubstancia como exercício teórico-prático, mediante a inserção do aluno nos diferentes espaços ocupacionais das esferas públicas e privadas, com vistas à formação profissional, conhecimento da realidade institucional, problematização teórico-metodológica (Resolução CFESS Nº 533, de 29 de setembro de 2008). Desse modo, o estágio em Serviço Social é concebido como um conjunto de atividades que se efetivam fora dos limites da sala de aula, pedagogicamente definidas e articuladas a um projeto de formação profissional, garantindo ao aluno a superação das limitações inerentes a esse espaço, no que se refere ao contato com a prática profissional do Assistente Social. O Curso de Serviço Social da UNAMA desenvolve atividades de estágio curricular obrigatório1 e não obrigatório2. O componente curricular Estágio Supervisionado totaliza uma carga horária de 480 (quatrocentas e oitenta) horas de atividades integralizadas em três níveis: Estágio Supervisionado I (6º semestre), Estágio Supervisionado II (7º semestre) e Estágio Supervisionado III (8º semestre). Em cada nível de estágio o aluno deverá integralizar cento e sessenta (160) horas de atividades distribuídas em oito (08) horas semanais, sendo seis (06) horas de práticas em campo de estágio e duas (02) horas de atividades em sala de aula. Para a consecução das atividades de estágio obrigatório o Curso de Serviço Social da UNAMA conta com professores - Supervisores Acadêmicos e, obrigatoriamente, pelo menos um assistente social - Supervisor de Campo em cada instituição campo de estágio. Para as atividades em sala de aula os alunos estagiários são distribuídos em subturmas sob a responsabilidade de um professor – Supervisor Acadêmico. Ao Supervisor Acadêmico cumpre ministrar a disciplina Estágio Supervisionado, acompanhando, orientando e avaliando o desempenho do aluno nas atividades relacionadas ao estágio, verificando seu aprendizado e avaliando seu rendimento em conformidade com o Plano de Ensino da disciplina visando a qualificação do processo de formação e aprendizagem das dimensões técnico-operativas, teórico-metodológicas e ético-política da profissão. Ao assistente social - Supervisor de Campo cabe a inserção, acompanhamento, orientação e avaliação do estudante no campo de estágio em conformidade com o Plano de Estágio. 1 De acordo com o que estabelece a Lei 11.788, de 25 /09/2008, a Resolução CFESS Nº 533, de 29/09/ 2008, as Diretrizes Curriculares Nacionais e o Parecer CNE/CES Nº 15/2002. 2 Lei 11.788, de 25 /09/2008 e Resolução CONSEP Nº 072/2009 de 08/09/2009. 19 A responsabilidade ética e técnica da supervisão direta é tanto do Supervisor Acadêmico quanto do Supervisor de Campo, cabendo a ambos o dever de: I - Avaliar conjuntamente a pertinência de abertura e encerramento do campo de estágio; II - Acordar conjuntamente o início do estágio, a inserção do estudante no campo de estágio, bem como o número de estagiários por supervisor de campo, limitado a 01 (um) estagiário para cada 10 (dez) horas semanais de trabalho do supervisor. III - Planejar conjuntamente as atividades inerentes ao estágio, estabelecendo o cronograma de supervisão sistemática e presencial, que deverá constar no Plano de Estágio; IV - Verificar se o estudante estagiário está devidamente matriculado no semestre correspondente ao estágio curricular obrigatório; V - Realizar reuniões de orientação, bem como discutir e formular estratégias para resolver problemas e questões atinentes ao estágio; VI - Atestar/reconhecer as horas de estágio cumpridas pelo estagiário na instituição, bem como avaliar seu desempenho nas atividades desenvolvidas sob sua supervisão.. No Curso de Serviço Social da UNAMA Supervisor Acadêmico é o professor responsável pelas disciplinas Estágio Supervisionado I, II e III sendo de sua responsabilidade o acompanhamento do aluno em sala de aula e a supervisão na instituição campo de estágio. São atribuições do professor Supervisor Acadêmico: I – orientar e acompanhar o aluno em todo o processo de estágio; II - supervisionar as atividades desenvolvidas pelo aluno no campo de estágio, através de visitas mensais in loco; III - elaborar e entregar ao Coordenador do Laboratório de Serviço Social – LSS um cronograma semestral de visitas a campo; IV - planejar o acompanhamento do estágio em consonância com o conteúdo programático das disciplinas de Estágio Supervisionado I, II e III; V - elaborar relatório mensal das visitas a campo, com informações detalhadas de caráter quantitativo e qualitativo dos alunos sob a sua supervisão; VI - entregar no LSS relatório mensal das visitas a campo até o quinto dia útil do mês subseqüente; VII- realizar leitura sistemática dos diários de campo, utilizando seu conteúdo como um dos elementos dinamizadores do aprendizado em sala de aula; VIII – analisar os conteúdos registrados pelo aluno no diário de campo adotando-o como critério de avaliação do desempenho do estagiário no campo de estágio; IX- entregar ao coordenador do LSS relatório semestral das visitas de supervisão às instituições concedentes de estágio, constando avaliação das condições exigidas para manutenção das mesmas como campos de estágio. X- participar de reuniões quinzenais no LSS para estudo e acompanhamento do processo de supervisão de estágio; XI - participar de reuniões extraordinárias convocadas pelo LSS. XII- receber dos alunos sob sua supervisão as fichas de freqüência mensal ao campo de estágio devidamente assinadas e carimbadas pelo assistente social orientador de campo e entregar no LSS até o dia 10 do mês subseqüente. O Supervisor de Campo deve ser um assistente social regularmente inscrito no Conselho Regional de Serviço Social, quite com as suas obrigações legais e regimentais, indicado pela entidade ou organização concedente do Estágio, devidamente conveniada com a UNAMA, sendo de sua responsabilidade o acompanhamento do aluno estagiário nas atividades desenvolvidas na instituição concedente do estágio. São atribuições do assistente social Supervisor de Campo de estágio: I – acolher e acompanhar os estagiários na instituição ou organização conveniada (campo de estágio) situando-os sobre sua função, limites, população atendida e outros aspectos conforme a especificidade organizacional; 21 II - possibilitar ao aluno estagiário o acesso a documentos que o auxiliem a realizar a leitura da instituição conveniada; III – avaliar o desempenho dos alunos estagiários em conformidade com os instrumentos de avaliação fornecidos pela Universidade; IV - participar de reuniões e encontros acadêmicos referentes ao estágio na Universidade; V - prestar orientação e realizar supervisão sistemática aos alunos estagiários sob sua responsabilidade; VI - inserir os alunos estagiários em ações e atividades inerentes ao Serviço Social na instituição. São atribuições do aluno estagiário: I - construir o plano de atividades de estágio, seguindo parâmetros acadêmicos e as exigências de trabalho da instituição; II - fazer registros em seu Diário de Campo das atividades desenvolvidas na instituição campo de estágio; III - participar das reuniões de supervisão na instituição campo de estágio; IV - elaborar relatórios bimensais das atividades desenvolvidas e entregar ao professor Supervisor Acadêmico; V - cumprir tarefas designadas pelo assistente social Supervisor de Campo e na instituição conveniada; VI - cumprir as atividades da disciplina Estágio Supervisionado em sala de aula; VII - socializar sua experiência de estágio nas aulas da disciplina Supervisão de Estágio; VIII - desenvolver práticas e utilizar instrumentos técnico-operativos de Serviço Social sob orientação do assistente social Supervisor de Campo; IX - cumprir as normas da instituição concedente de estágio; São atribuições do Laboratório de Serviço Social, referentes ao processo de estágio: I - mediar a formalização de convênios e termos de compromisso entre a UNAMA e as instituições concedentes do estágio; II - representar e responder junto ao Curso de Serviço Social da UNAMA em questões referentes aos estágios obrigatório e não-obrigatório; III- providenciar a distribuição e a alocação dos alunos-estagiários nas instituições concedentes do estágio; IV - fornecer indicativos para a continuidade ou não das instituições como campos de estágio em função da qualidade da formação profissional; V - coordenar o planejamento das disciplinas Estágio Supervisionado I, II e III. VI - coordenar o processo de registro mensal e integralização da carga horária de estágio alcançada pelo aluno-estagiário relativa aos Estágios Supervisionados I, II e III; O cumprimento do estágio obrigatório I, II e III, sob a forma remunerada ou não, poderá ter a sua consecução nos seguintes espaços ocupacionais: I – organizações comunitárias que desenvolvam trabalhos na área social e tenham em seu quadro permanente de recursos humanos assistentes sociais; II - instituições, órgãos ou empresas de natureza pública ou privada; III - na instituição, órgão ou empresa onde o aluno mantenha vínculo empregatício, desde que em setor compatível com a área de estágio escolhida e em turno diferente do seu horário de trabalho; IV - na própria estrutura da UNAMA em programas e serviços relacionados ao Curso de Serviço Social ou ainda em projetos de pesquisa ou de extensão. O estágio obrigatório é avaliado ao longo do período letivo através de contínua verificação do rendimento do aluno-estagiário ao qual são atribuídas notas parciais de conhecimento em participação nas atividades em sala de aula e no campo de estágio. A aprovação do aluno dependerá da frequência às atividades de estágio que não poderá ser inferior a 75% do total de horas previstas e de média final igual ou superior a 6 (seis) obtida nas duas avaliações intervalares (1ª e 2ª NI). 23 Para a avaliação do rendimento do aluno no componente curricular Estágio Supervisionado serão utilizados os seguintes instrumentos: 1) Elaboração e cumprimento do Plano Individual de Estágio; 2) Apresentação de relatórios bimensais; 3) Apresentação do Diário de Campo; 4) Prova escrita aplicada pelo Supervisor Acadêmico em sala de aula; O aluno estagiário que, tendo cumprido a carga horária mínima exigida e não lograr aprovação por não ter alcançado a nota mínima exigida regimentalmente, poderá submeter-se a nova avaliação, através da apresentação de um Relatório Global, no qual demonstre seu aprendizado, sendo-lhe então atribuída uma nota que valerá como nota substitutiva, conforme prevê o Regimento Geral da UNAMA. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste na realização de um trabalho científico individual, trazendo em seu conteúdo uma reflexão sistematizada da aprendizagem realizada durante o curso, somada à experiência de estágio, constituindo-se síntese do processo de formação profissional. O TCC deve ser elaborado a partir das seguintes linhas de pesquisa e respectivos eixos temáticos: I- POLÍTICA SOCIAL, ESTADO E SOCIEDADE CIVIL: Políticas Públicas, participação social, democracia e poder; Políticas Sociais: gestão e avaliação; Movimentos sociais, processos organizativos, mobilização popular, direitos sociais e cidadania; II- TRABALHO E SERVIÇO SOCIAL: Reestruturação produtiva e transformações no mundo do trabalho; Mercado de trabalho e processo de trabalho do Serviço Social; Exercício profissional do assistente social na contemporaneidade; III- RELAÇÕES SOCIAIS, IDENTIDADE E CULTURA: Relações sociais de gênero, geração, raça, etnia e família; Seguimentos sociais e ciclos de vida: criança, adolescência, juventude, envelhecimento; IV- QUESTÃO SOCIAL E EXPRESSÕES DA QUESTÃO SOCIAL: Expressões contemporâneas da Questão Social: pobreza, desigualdade, exclusão social, violências; Expressões da Questão Social na Amazônia; Conflitos Sócio ambientais na Amazônia; V- FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SERVIÇO SOCIAL: Formação e cultura profissional, Instrumentalidade do Serviço Social; Prática profissional. O TCC no Curso de Serviço Social será apresentado sob a forma de artigo científico, texto dissertativo, produto do processo investigativo sobre determinado objeto de estudo. Do artigo deve constar um quadro de conceitos e categorias a partir dos quais são analisados os dados, sendo que a ausência desses elementos desqualifica o TCC enquanto artigo. Este deve evidenciar o processo pelo qual o discente sistematiza questões teóricas e práticas pertinentes à profissão e, portanto, deve apresentar interesses temáticos de Serviço Social. O Trabalho de Conclusão de Curso se estrutura a partir de dois componentes curriculares: TCC I e TCC II. No componente curricular TCC I, o aluno elabora o projeto de pesquisa definindo teoria, método e categorias de análise do objeto de estudo, devendo o projeto ser aprovado em banca de qualificação. No componente curricular TCC II, o aluno elabora o artigo científico e submete-o à avaliação final mediante defesa oral à banca examinadora. A avaliação dos componentes curriculares TCC I e TCC II constará de dois momentos por semestre equivalentes à primeira e à segunda NI (Nota Intervalar). A primeira NI do TCC I corresponde à avaliação do pré-projeto de pesquisa que deverá conter: tema, delimitação do objeto de estudo, justificativa, objetivos (geral e específicos), definição do campo de investigação, metodologia e bibliografia consultada. 25 A segunda NI do TCC I corresponde à avaliação do projeto de pesquisa que deverá conter: introdução, justificativa, objetivos (geral e específicos), referencial teórico, metodologia, cronograma de execução e bibliografia. O projeto será submetido à qualificação em banca examinadora, composta por dois membros: o professor orientador e um examinador. A primeira NI do TCC II corresponde à apreciação da elaboração preliminar do artigo incluindo o referencial teórico de análise e a sistematização de dados empíricos, quando for o caso. A segunda NI do TCC II compreende a avaliação da versão final do artigo e a defesa oral em banca examinadora composta por três membros (o orientador e dois examinadores). São critérios de avaliação final do TCC II pela banca examinadora: 1) o texto escrito apreciado nos seguintes aspectos: a) coerência teóricometodológica e b) organização técnico-formal; 2) apresentação oral apreciando-se os seguintes aspectos: a) coerência da exposição com o conteúdo do artigo; b) capacidade de argumentação teórica e c) domínio do conteúdo a partir das arguições. A versão final do TCC deve ser entregue no Laboratório de Serviço Social – LSS, mediante protocolo, em três vias encadernadas e mais uma versão digital (CD) em data definida pela coordenação do LSS, em consonância com o calendário anual da Unama. O calendário definindo a data de defesa do TCC e a composição da banca examinadora deve ser comunicada ao discente no ato da entrega do TCC. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares fazem parte da Estrutura Curricular do Curso de Serviço Social, normatizadas pela Resolução CONSEPE nº 056/2002 e serão desenvolvidas com carga horária mínima de 240 (duzentas e quarenta) horas, devendo ser integralizadas ao longo do Curso, do 1º ao 8º semestres, sendo vedada a integralização em apenas um período letivo. Ficará impedido de receber seu diploma o aluno que não integralizar a carga horária destinada às atividades complementares. Para integralização desta carga horária o aluno poderá aproveitar horas decorrentes de participação em eventos de interesse do Curso, tais como conferências, palestras, seminários, congressos e cursos de curta duração; participação em atividades acadêmicas tais como monitoria, programas de extensão e de iniciação científica, ação comunitária e voluntariado, disponibilizadas pela Unama ou por outras instituições de natureza pública ou privada. O aluno deverá comprovar sua participação, mediante atestados, certificados ou declarações, firmados por dirigentes da instituição promotora, constando o período de realização, a carga horária e o nome do responsável ou responsáveis pelas respectivas atividades. A contabilização acadêmica deverá ser requerida pelo aluno junto ao Laboratório de Serviço Social, que encaminhará as solicitações à Coordenação do Curso. À vista da documentação apresentada, Coordenação validará ou não a carga horária do “evento”, encaminhando à Secretaria do Centro/Curso para lançamento e à Secretaria Acadêmica para as providências de contabilização e registro individual no histórico escolar do aluno. A carga horária cumprida pelo aluno no decorrer do ano deverá ser comprovada semestralmente, até 30 de junho e até 30 de novembro e, em sendo dias não letivos, nos dias anteriores. As atividades que podem ser reconhecidas para efeito de aproveitamento de carga horária / créditos no componente Atividades Complementares do Curso de Serviço Social são as seguintes: 1) Atividades de iniciação à docência e à pesquisa Exercício de monitoria Participação em pesquisas e projetos institucionais Participação em grupos de estudo/ pesquisa sob a supervisão de professores e/ ou alunos de Pós – graduação. Participação em congressos, seminários, conferências, palestras, mostras, exposições. 27 Assistência a Defesas de Teses, Dissertações e TCC’s . 2) Publicações Artigos publicados em revistas impressas e eletrônicas. Monografias não curriculares. Apresentação de trabalhos em eventos científicos. 3) Vivência profissional complementar Realização de estágios não obrigatórios Participação em projetos sociais Participação em atividades de Extensão Outras atividades, consideradas relevantes para a formação dos alunos. As Atividades Complementares têm diferentes aproveitamentos de carga horária, conforme o detalhamento a seguir: Quadro de Critérios de aproveitamento de Atividades Complementares ATIVIDADE CARGA HORÁRIA até 60 horas e até 60 horas Exercício de monitoria Participação em pesquisas projetos institucionais Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou alunos de PósGraduação Participação em congressos, seminários, conferências, teleconferências, palestras, mostras, exposições, Salas de Diálogo. Defesas de Trabalho de Conclusão de Curso, dissertações e teses assistidas Artigos publicados em revistas Monografias não curriculares Apresentação de trabalhos em eventos científicos Realização de estágio curricular não obrigatório Participação em projetos sociais Outras atividades de extensão até 60 horas COMPROVAÇÃO Declaração institucional Relatório do Professor Orientador Relatório do Professor Orientador até 90 horas Declaração/Certificado até 30 horas Declaração institucional até 60 horas até 60 horas até 60 horas Artigo publicado Apresentação da monografia Trabalho apresentado/Certificado Declaração institucional até 60 horas até 90 horas Atestado de participação Certificado até 60 horas (cursos, minicursos, oficinas) Outras atividades consideradas até 120 horas Certificado relevantes Obs: Deverá ser respeitado o limite de carga horária por cada atividade complementar acima descrita. Mesmo que haja autorização para a realização da atividade complementar e atribuição de carga horária pela Coordenação do Curso, não poderá ser aproveitada, para os fins do que dispõe esta Regulamentação, a carga horária que ultrapassar o respectivo limite fixado no quadro acima. XIV – TRABALHO INTEGRADO O Curso está pautado em iniciativas que priorizam a interdisciplinaridade, com permanente integração teoria-prática. Dessa forma, o aluno deverá desenvolver competências e habilidades críticas e de colaboração ativa sobre o seu fazer, através da construção de relações com outras áreas do saber. Para tal, deverão ser oferecidas atividades de ensino, pesquisa e extensão que possibilitem a integração do aluno em atividades acadêmicas intra e extra sala de aula. Uma das estratégias para o alcance deste objetivo é a construção do Trabalho Integrado semestral. Este deve ser associado, não como uma metodologia específica, mas como uma concepção de ensino, uma maneira diferente de suscitar a compreensão dos alunos sobre os conhecimentos que circulam dentro e fora da Universidade. Neste sentido, ao longo de cada semestre indicado na Matriz Curricular, o aluno desenvolverá um Trabalho Integrado envolvendo as disciplinas do semestre tendo como objetivos: 1. Abrir perspectivas para a construção do conhecimento a partir de questões humanas complexidade; ou problemas reais, com senso crítico e 29 2. Promover o entrelaçamento dos conteúdos das disciplinas em torno de um tema ou problema comum; 3. Desenvolver a capacidade de organizar idéias e métodos de estudo, bem como, a capacidade de trabalho em grupo, liderança, organização e autonomia; 4. Integrar as diferentes áreas de conhecimento num real trabalho de coordenação e trocas, aberto ao diálogo interdisciplinar a partir de um planejamento integrado. O produto acadêmico resultado do Trabalho Integrado deverá ser desenvolvido sob a orientação dos professores das disciplinas envolvidas a partir da definição prévia das atividades e critérios de avaliação a serem desenvolvidos no período. O trabalho deve partir do estudo e pesquisa de um determinado tema ou problema, e culminará com a elaboração de um produto acadêmico que poderá se expressar na realização de um seminário, uma exposição, uma produção audiovisual, uma campanha ou outra forma de evidenciar a produção acadêmica. Os professores envolvidos devem considerar que a construção do trabalho é um processo de questionamentos e deve favorecer a aprendizagem dos alunos a partir do estudo, da investigação a respeito de problemas relacionados com a vida real, da sociedade, do mundo, do trabalho, da profissão, favorecendo a leitura e interpretação da realidade a partir dos conteúdos disciplinares. Esta é uma maneira de entender o sentido da formação, pois os alunos participam de um processo de pesquisa que tenha sentido para eles, no qual possam aplicar diferentes estratégias e meios de aprendizado. Definem-se como momentos metodológicos do Trabalho Integrado: 1) Planejamento coletivo dos docentes: definição da proposta de trabalho para o semestre e sua intenção / objetivos de aprendizagem; escolha do tema/problema; definição dos conhecimentos prévios que possibilitem a problematização do conteúdo e as estratégias de desenvolvimento do trabalho e, sistema de avaliação; 2) Discussão com a turma, sensibilização, preparação, organização dos grupos, problematização, formulação de propósitos. Esta discussão deverá ser feita por todos os professores das disciplinas do semestre; 3) Execução: desenvolvimento das atividades e realização das estratégias para buscar respostas às questões iniciais levantadas na problematização confrontando e coordenando pontos de vista diferentes. 4) Apresentação do produto acadêmico; 5) Avaliação e Auto-Avaliação. XV - PROGRAMAS DE MONITORIA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO Esses programas têm o objetivo de despertar vocações para o magistério e para o exercício de atividades de ensino, pesquisa, extensão e da administração educacional, no âmbito da Universidade da Amazônia. A escolha dos monitores e dos bolsistas de Iniciação Científica e de Extensão se faz mediante seleção própria de acordo com o Edital para cada modalidade. O acompanhamento do Programa de Monitoria é feito pela Coordenação do Curso e pela Assessoria Pedagógica da Unama, cuja responsabilidade é garantir a eficácia e a eficiência do Programa desde o processo seletivo, que conta, também, com o apoio da Assessoria de Planejamento. A formação dos monitores inicia quando de sua aprovação e, num processo contínuo perpassa todas as etapas do semestre e/ou ano letivo, ou seja, desde o planejamento das suas atividades, desenvolvimento e avaliação de desempenho. O Programa de Bolsas de Extensão tem como objetivos: Estimular o desenvolvimento do pensamento científico e a criatividade; Complementar com atividades práticas o processo de formação iniciado em sala de aula; Estimular o desenvolvimento de ações que possibilitem o processo de intervenção social, a partir do conhecimento da realidade; 31 Ampliar a produção acadêmica. Os alunos do Curso de Serviço Social podem concorrer às vagas, entre outros, nos seguintes Projetos Extensionistas: Observatório de Violências nas Escolas; Pólo Unama de Liberdade Assistida; Agenda Criança Amazônia; O concurso abrange: - Entrevista; - Prova escrita. O aluno participante do Programa de Iniciação Científica tem as seguintes atribuições: Participar da elaboração de instrumentos de coletas de dados; Realizar coleta de dados, organizar banco de dados e sistematizar informações coletadas, participando da análise dos mesmos; Realizar visitas técnicas e viagens de estudo relacionadas com o projeto de pesquisa, por designação do responsável pelo projeto; Participar da organização do acervo bibliográfico e documental do projeto de pesquisa; Participar de eventos científicos relacionados com a temática do projeto da qual participa, auxiliando, na organização dos mesmos; Redigir textos, resenhas e artigos, sob orientação do professor orientador; Auxiliar na realização de testes e experimentos. XVI – MATRIZ CURRICULAR - PROJETO PEDAGÓGICO 2012 Código Componentes Curriculares 1º SEMESTRE Fundamentos Filosóficos ao Serviço PED0715 Social SSO0103 História do Serviço Social I LET0141 Leitura e Produção de Texto Fundamentos Psicológicos ao Serviço PSI0225 Social SSO0705 Prática Profissional I Sub-Total 2º SEMESTRE CSO0166 Metodologia Científica MAT0536 Estatística Formação Econômica, Social e Política CSO0452 do Brasil Fundamentos Sociológicos ao Serviço CSO0239 Social SSO0104 História do Serviço Social II Sub-Total 3º SEMESTRE CSO0442 Ciência Política ECO0240 Economia Política Fundamentos Antropológicos ao CSO0240 Serviço Social DIR0316 Direito e Legislação Social Fundamentos Teóricos e SSO0212 Metodológicos do Serviço Social I Sub-Total CSO0246 SSO050 4 4º SEMESTRE Sociologia do Trabalho Ética do Serviço Social Fundamentos Teóricos e Metodológicos do Serviço Social II SSO0405 Política Social I CSO0453 Movimentos Sociais Sub-Total 5º SEMESTRE Fundamentos Teóricos e SSO0209 Metodológicos do Serviço Social III SSO0305 Pesquisa em Serviço Social I SSO0706 Prática Profissional II SSO0505 Gestão e Planejamento Social I SS00407 Política Social II Sub-Total 6º SEMESTRE SSO0804 Estágio Supervisionado I SSO0306 Pesquisa em Serviço Social II SSO0208 CR CHTo CHT CHP CHST CHSP 04 80 80 - 04 - 04 03 04 80 80 80 80 40 80 40 - 04 04 04 - 02 17 80 400 280 80 120 16 04 04 03 03 04 60 60 80 60 60 80 - 03 03 04 - 04 80 80 - 04 - 04 18 80 360 80 360 - 04 18 - 04 04 04 80 80 80 80 80 80 - 04 04 04 - 04 04 80 80 80 80 - 04 04 - 20 400 400 - 20 - 03 04 60 80 60 80 - 03 04 - 04 80 80 - 04 - 04 04 19 80 80 380 80 80 380 - 04 04 19 - 04 80 80 - 04 - 04 02 04 04 18 80 80 80 80 400 80 80 80 320 80 80 04 04 04 16 04 04 04 04 160 80 80 160 - 04 08 - - 33 Fundamentos Teóricos e Metodológicos do Serviço Social IV CSO0328 Gênero, Família e Corpo GEO0503 Geopolítica da Amazônia Sub-Total 7º SEMESTRE SSO0805 Estágio Supervisionado II CSO0330 Sociedade e Ambiente SSO0506 Gestão e Planejamento Social II CSO0466 Estudo das Questões Amazônicas SSO1005 Seminários Temáticos I SSO0903 Trabalho de Conclusão de Curso I Sub-Total 8º SEMESTRE SSO0806 Estágio Supervisionado III CSO0250 Temas Contemporâneos Elaboração e Gestão de Projetos SSO0507 Sociais SSO0211 Seguridade Social SSO1006 Seminários Temáticos II SSO0904 Trabalho de Conclusão de Curso II Sub-Total TOTAL SSO1102 Atividades Complementares TOTAL Optativa LET0126 Língua Brasileira de Sinais SSO0210 04 80 80 - 04 - 03 04 19 60 80 460 60 80 300 160 03 04 19 08 04 03 04 04 03 01 19 160 60 80 80 60 40 480 60 80 80 60 280 160 40 200 03 04 04 03 14 08 02 10 04 04 03 160 80 60 80 60 160 - 04 03 08 - 04 03 01 19 149 06 155 80 80 60 60 40 40 480 280 200 3320 2600 760 240 240 3600 2600 1000 04 03 14 131 - 02 10 36 - 02 - 02 40 40 Quadro de Distribuição da Carga Horária (CHT) Carga Horária Teórica (CHP) Carga Horária Prática Atividades Complementares (CHTo) Carga Horária Total Total de Créditos (CR) XVII - COMPONENTES CURRICULARES EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA POR - 2.600 h 760 h 240 h 3.600 h 155 SEMESTRE 1º SEMESTRE DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS (80h) EMENTA: A disciplina se propõe a oferecer o conhecimento das características dos mais diferentes gêneros textuais, a partir de atividades que privilegiam a linguagem verbal e não verbal, o parágrafos-padrão, as relações textuais de coesão e coerência, a exploração da relação entre intelecção, interpretação e compreensão de texto, buscando transformar a prática de produção textual em um ato de reflexão, a fim de despertar a sensibilidade e a observação crítica do aluno, capacitando-o a elaborar raciocínios lógicos, visando a uma produção de qualidade que o habilite ao exercício da leitura e da escrita, respeitando o grau de amadurecimento do leitor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11ed. São Paulo: Ática, 2006. FIORIN, J. Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Lições de texto: leitura e redação. 5ª ed. São Paulo: Ática, 2006. KARWOSKI, Acir Mário £t alli (org.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. 2ª ed. Rio de Janeiro: lucerna, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. FARACO, Carlos A. & TEZZA, Cristóvão. Prática de texto: para estudantes universitários. 11ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003. FIORIN, J. Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Para entender o texto. 16ª ed. São Paulo: Ática, 2000. GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 25ª ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. KOCH, Ingedore V. Desvendando os segredos do texto. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2003. SOARES, Magda Becker & CAMPOS, Edson N. Técnica de redação. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004 MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1995. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h) EMENTA: A disciplina oferece uma compreensão histórica e crítica formação do pensamento filosófico, das ciências humanas e da ética. Privilegia a compreensão da problemática do conhecimento desde a Antiguidade aos tempos atuais, de modo especial numa perspectiva da antropologia filosófica, epistemológica, política e da Filosofia Moral. Examina os principais períodos históricos da Filosofia necessários para que se tenha uma visão adequada do contexto filosófico em que se desenvolveu o pensamento teórico no Ocidente , presente no mito (em sua versão épica e trágica); no humanismo clássico dos sofistas, de Sócrates e de Platão, com ênfase no tema da linguagem, da razão e da subjetividade; nas visões modernas da ciência em Galileu, Francis Bacon, Descartes, até chegar aos problemas contemporâneos do homem, na filosofia social de Marx, no existencialismo de Sartre e na psicanálise de Freud. Dá ênfase às reflexões éticas (antiga, moderna e contemporânea) que tratam da virtude, da sociabilidade, do 35 poder, do sofrimento e da felicidade. Essas abordagens visam o desenvolvimento da capacidade discente de interrogar, interpretar, elaborar e argumentar questões sobre as suas subjetividades e sobre o mundo social que os cerca. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 2008. MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia. Dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREUD, S. O futuro de uma ilusão. Rio de Janeiro: Imago, 2001. HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Abril Cultural, 1983. MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo: Martins Fontes, 2001. NIETZSCHE, F. Além do Bem e do Mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. PAVIANI, Jayme. Platão e a República. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. SELIGMANN-SILVA, Márcio. Adorno. São Paulo: Publifolha, 2003. REALE, Giovanni e ANTISERI, Mário. História da filosofia. São Paulo: Paulinas, 1990. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h) EMENTA: A disciplina estuda o surgimento histórico da Psicologia e suas principais teorias. Aborda o processo de socialização, a formação da identidade e o desenvolvimento humano sobre o enfoque biopsicossocial e cultural. Discute conceitos relacionados à Saúde Mental, Psicopatologia, Psicologia organizacional, saúde ocupacional e qualidade de vida nas organizações visando oferecer aos alunos subsídios teóricos da Psicologia para a intervenção profissional do assistente social junto a indivíduos, grupos e comunidades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOCK, Ana Bahia Mercê; M.L. T & FURTADO, O. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008. CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Campus,1999. RODRIGUES, A. A Psicologia Social.Petrópolis:Vozes,1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALLESTERO – ALVAREZ, Maria E. Mutatis Mutandis: Dinâmica de grupo para o desenvolvimento humano. Campinas: Papirus, 1999 MENDES, A M; BORGES, L.O; FERREIRA, M.C.(Org). Trabalho em transição, Saúde em risco. Brasília, DF: 2002. P.43-61 SAWAIA, B. B.; NAMURA, N.M. (orgs.). Dialética exclusão-inclusão: reflexões metodológicas e relatos de pesquisa na perspectiva da piscologia social crítica. Taubaté, SP: Cabral Editora Universitária, 2002 SPECTOR, Paul. Psicologia nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2003 SCHULTZ, Diane e Sidney. História da Psicologia moderna. A. São Paulo: Cultrix,1994. SAWAIA, B. B. Novas veredas da psicologia social. São Paulo: Brasiliense: EDUC, 1995 ZIRMERMAN. David E. & OSÓRIO, L. C. Como Trabalhamos Com grupos. Porto alegre: Artes Médicas, 1997. P.23-31. DISCIPLINA: HISTÓRIA DO SERVIÇO SOCIAL I (80h) EMENTA: A disciplina trata da origem e desenvolvimento do Serviço Social da década de 30 a década de 50. Analisa os rebatimentos das transformações sociais e econômicas da sociedade capitalista na institucionalização do Serviço Social, permitindo ao aluno a compreensão de que o trajeto da profissão não foi linear, e sim, permeado por condicionalidades históricas, econômicas e políticas com peculiaridades na América Latina, Brasil e no Pará. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AGUIAR, Antonio Geraldo de. Serviço Social e Filosofia: das origens à Araxá. São Paulo: Cortez/Universidade Metodista de Piracicaba, 3ª. Edição, 1985. IAMAMOTO, Marilda, CARVALHO, Raul. Relações sociais e o Serviço Social: um esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo: Cortez Editora; CELATS, 1982. NETTO, José Paulo. Capitalismo monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez Editora, 1992. VIEIRA, Balbina O. História do Serviço Social - Contribuição para construção de sua teoria. Agir: RJ. 4ª. 1985. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 5ª. Edição, 1978. MANRIQUE CASTRO, Manuel. História do Serviço Social na América Latina. 5ª. Edição revista. São Paulo: Cortez Editora, 2000. MARTINELLI, M.Lúcia. Serviço Social: identidade e alienação. São Paulo: Cortez Editora, 1989. ANDER-EGG, Ezequiel. Introdução ao Trabalho Social. Vozes: Petrópolis-RJ. 1995. SKIDMORE, Thomas E. Brasil de Getúlio Vargas a Castelo Branco (19301964). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. VIEIRA, E. A. Estado e Miséria Social no Brasil – Getúlio a Geisel. São Paulo: Cortez, 1985. 37 PINHEIRO, Maria Esolina. Serviço Social - Documento Histórico. Cortez: SP. 1985. DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL I (80h) EMENTA: A disciplina discute a prática do profissional de Serviço Social. Possibilita o contato inicial dos alunos com a profissão por meio de visitas supervisionadas nos diferentes espaços ocupacionais do Serviço Social e diálogos com assistentes sociais que atuam nas áreas das políticas públicas e privadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA. Ney Luiz Teixeira de. Retomando a Temática da “Sistematização da Prática” em Serviço Social. Disponível em: http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/texto3-2.pdf BARBOSA, Mario da Costa. A Práxis do Serviço Social nas instituições. Serviço Social e Sociedade, nº 34. São Paulo: Cortez, 1990. ESTEVÃO, Ana M. R. O que é Serviço Social. São Paulo: Brasiliense, 1992. SOUSA, Charles Toniolo de. A prática do assistente social: conhecimento, instrumentalidade e intervenção profissional. Disponível em: Emancipação, Ponta Grossa, 8(1): 119-132, 2008. Disponível em: <http://www.uepg.br/emancipacao. FALEIROS, Vicente de Paula. Saber Profissional e Poder Institucional. SP. Cortez. 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KARSCH, Úrsula. O Serviço Social na era dos serviços. São Paulo: Cortez, 2000. FALEIROS, V. de P. O espaço institucional e o espaço profissional. In Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez, ano 1, nº 1, 1983. _________________. Estratégias em Serviço Social. SP. Cortez. 2000 RODRIGUES, Maria Lúcia. O Serviço Social e a perspectiva interdisciplinar. In: O uno e o múltiplo nas relações entre as áreas do saber. São Paulo: Cortez/EDUC, 1995. 2º SEMESTRE DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA (60h) EMENTA: A disciplina propõe-se a discutir o processo de construção do conhecimento, ressaltando a importância da Filosofia na teoria do conhecimento. Fará um percurso da trajetória da Ciência na construção do Conhecimento Científico, destacando os tipos de conhecimento e suas características. Trata dos métodos e técnicas de estudo e aprendizagem, tais como: leitura, fichamento, esquema, resumo e resenha e dos métodos e técnicas de pesquisa específicos das ciências sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 3. ed. Rio de janeiro: Espaço e Tempo, 1988. CARVALHO, Maria Cecília. Construindo o Saber. Métodos e técnicas de pesquisa científica. S. Paulo: Papirus, 1990. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1998 PIMENTEL, Rubia M. Metodologia da Pesquisa Científica. Rio de Janeiro, Diretoria de Portos e Costas. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1997. BARROS, Aidil e LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. R. de Janeiro: Vozes, 2000. BASSALO, Lucélia e PIMENTEL, Rúbia. Pesquisa em Educação. Caderno de Estudo. Belém: UNAMA/PPGEAD, 2003. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000. HÜHNE, Leda (Org.). Metodologia Científica. Cadernos de Textos e Técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 2001. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. DISCIPLINA: FORMAÇÃO, ECONÔMICA, SOCIAL E POLÍTICA DO BRASIL (80h) EMENTA: A disciplina estuda o percurso histórico da formação econômica, social e política brasileira analisando os principais acontecimentos e decisões políticas do período colonial à constituição da Nova República (redemocratização). Aborda a crise do Império, a composição da República, as transformações geradas pelo processo de industrialização mundial e os reflexos na industrialização tardia no Brasil. Busca compreender as contradições e entraves à democracia e analisa a conjuntura sócio-econômica e política brasileira atual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUM, Argemiro. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1990. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. 39 NOGUEIRA, Marco Aurélio. Um Estado para a Sociedade Civil: temas éticos e políticos da gestão democrática. São Paulo: Cortez, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONAVIDES, Paulo. Teoria do Estado. São Paulo: Malheiros, 2007. OHLWEIFER, Otto Alcides. Evolução Sócio-Econômica do Brasil: do descobrimento à Nova República. São Paulo: Ortiz,1999. SARTORI, Giovanni. Capitalismo e Social-democracia. S. Paulo: Companhia de Letras, 1996. SIMONSEN, Roberto C. História Econômica do Brasil 1500-1820. Brasília: Senado Federal, 2005. SPIG-ANDERSON Gosta. As três economias políticas do Welfare State.In: Revista Lua Nova, 1996. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS SOCIOLÓGICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h) EMENTA: A disciplina visa o estudo das principais abordagens teóricometodológicas da sociologia: positivismo, funcionalismo, materialismo histórico e compreensão social. Tais abordagens servirão de instrumental de análise e de pesquisa ao assistente social no que se refere aos problemas sociais e aos estudos de grupos, das comunidades, dos movimentos sociais e das ações públicas decorrentes das demandas sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. S. Paulo: Companhia Editora Nacional, 1990. MARX, Karl. Contribuição á critica da economia política. S. Paulo: Abril Cultural, 1985. QUINTANEIRO, Tânia. Et al. Um Toque de Clássicos: Marx, Dürkheim, Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. WEBER, Max. Conceitos Básicos de sociologia. S. Paulo: Moraes, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTINO, José (org.). Durkheim. Coleção Grandes Cientistas Sociais. S. Paulo: Ática, 1981. BERGER, Peter. Perspectivas sociológicas. Petrópolis: Vozes, 1986. COSTA, Maria Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2001. GOHN, Maria da Glória. Reivindicações populares. S. Paulo: Cortez, 1992. MARTINS, José de Souza (Org). Sociologia e Sociedade: Leituras de Introdução à Sociologia. 21ª edição, RJ: LTC Editora, 1999. SADER, Emir. Movimentos Sociais na Transição Democrática. S. Paulo: Cortez, 1996. TOURAINE, Alain. Crítica da modernidade. S. Paulo: Vozes, 1998. DISCIPLINA: ESTATÍSTICA (60h) EMENTA: A disciplina está orientada para o estudo dos conceitos básicos da estatística. Busca instrumentalizar o aluno a realizar o levantamento de dados estatísticos, utilizar séries e representação gráfica e tabelar, medidas de tendência central e de dispersão; noções de amostragem, de modo a aplicar estes conhecimentos e técnicas na área social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDERSON, David R. Estatística Aplicada à administração e Economia. Editora Zahar BUNCHAFT, Guenia & Kellner, Sheilah. Estatística sem Mistério. Vol I, II e III. Petrópolis: Vozes, 1997. FONSECA, J.S. da, MARTINS, G. de A. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MEDEIROS, Ermes da Silva... let al.l.- 2 ed. São Paulo: Atlas, 1996. SPIEGEL, Murray R. Estatística. Mc Graw-Hill 1998. VIRGILITO, Salvatore Benito. Estatística Aplicada à Administração Financeira. Ed. Alfa-Omega. São Paulo 2004. DISCIPLINA: HISTÓRIA DO SERVIÇO SOCIAL II (80h) EMENTA: A disciplina está centrada no estudo do desenvolvimento histórico do Serviço Social da década de 60 até os dias atuais. Analisa o Movimento de Reconceituação do Serviço Social no contexto latinoamericano e de redemocratização brasileira. Discute os desafios, potencialidades, dinâmicas de mobilização e de participação social pós-reconceituação, possibilitando ao discente a percepção crítica da trajetória teórico-histórica da profissão no Brasil, e suas particularidades na Região Amazônica e no estado do Pará. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2004 MACEDO, Mirtes de Aguiar. Reconceituação do Serviço Social. Formulações Diagnósticas. São Paulo: Cortez, 1982. SILVA, Maria Ozanira da. Serviço Social e o Popular: Resgate TeóricoMetodológico do projeto profissional de ruptura. São Paulo: Cortez, 2006. YAZBEK Maria Carmelita Os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social brasileiro na contemporaneidade. SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. 41 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALEIROS, Vicente de Paula. A Reconceituação do Serviço Social na América Latina. Serviço Social e Sociedade nº 45. São Paulo:Cortez, 2006. GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: 5ª edição. Ed. Paz e terra, 1978. MOTA, Ana Elizabeth. O Serviço Social na Contemporaneidade: a questão social e desafios ético-políticos. In: XXIX Encontro Nacional CFESS/CRESS. Anais. Maceió, 2002. UFPA. Anais do VI Seminário Avançado De Serviço Social. Cinqüentenário do curso de Serviço Social da UFPA. Belém: UFPA, 2000. 3º SEMESTRE DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL I (80h) EMENTA: A disciplina trata do estudo de categorias básicas subjacentes à analise das ciências sociais tendo como foco a aproximação conceitual sobre ideologia, teoria, método e metodologia pertinentes a estrutura epistemológica do Serviço Social, tendo em vista proporcionar ao discente a compreensão dos elementos que se constituíram base teórico-metodológica da profissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, P. Ciência, Ideologia e poder: uma sátira às ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1988, cap 1 e 2. LOWY, M. Ideologia e Ciências Sociais. Elementos para uma análise marxista. São Paulo: Cortez, 1990. (Introdução) CAPALBO, CREUSA. Fenomenologia e Ciências Humanas. São Paulo: Âmbito Cultural.1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOWY, M. As aventuras de K. Marx contra o Barão de Munchhausen. São Paulo: Busca Vida, 1995. Cap. 1 e 3 YASBECK, C. Os fundamentos do serviço Social contemporâneo. In Capacitação em Serviço Social e política social. Módulo4. Brasília/DF: CFESS/ABEPSS/NED, 2000. NETTO, J. P. Ditadura e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1993. RIBEIRO JUNIOR, João. Fenomenologia. São Paulo Pancast, 1991. DISCIPLINA: CIÊNCIA POLÍTICA (80h) EMENTA: A disciplina estuda as principais teorias políticas, desde os clássicos até os contemporâneos. Analisa o papel da Ciência Política na interpretação dos fenômenos políticos relacionados ao Estado e à sociedade e a correlação de força que envolve os diversos atores sociais que compõem essas instâncias de poder, nos diferentes estágios da sociedade moderna, destacando o Estado brasileiro e a participação do cidadão nas decisões políticas como exercício de cidadania. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. 10. ed.. São Paulo: Malheiros, 2000. CHEVALIER, Jean-Jacques. As grandes obras políticas de Maquiavel aos nossos dias. Rio Janeiro: Agir, 1990. GRAMSCI, Antonio. Poder, política e partido. São Paulo: Brasiliense, 1992.. JAGUARIBE, Hélio (org.). Sociedade, Estado e Partidos, na Atualidade Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo civil. S. Paulo: Martin Claret, 2000. MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. S. Paulo: Martins Fontes, 2001. PEREIRA, LUIZ CARLOS BRESSER. Reforma do estado para a cidadania: a reforma gerencial brasileira na perspectiva internacional. São Paulo: Editora 34, 1998. ROUSSEAU, Jean-Jacques. O Contrato Social. S. Paulo: Abril Cultural, 1978. SANTOS, Boaventura. Pela mão de Alice. O social e o político na pósmodernidade. Petrópolis: Vozes, 1996. AVELAR, Lúcia; CINTRA, Antônio Otávio (orgs.). Sistema Político Brasileiro: uma introdução. Disponível em: http://www.kas.de/brasilien/pt/publications/12278/. DISCIPLINA: ECONOMIA POLÍTICA (80h) EMENTA: A disciplina visa ao estudo do capitalismo e seu desenvolvimento à luz da economia política crítica. Enfoca a Teoria dos Modos de Produção e a análise da formação histórica do capitalismo até a Globalização, permitindo ao aluno a compreensão dos nexos entre as transformações contemporâneas no padrão de acumulação e suas implicações nos mecanismos de regulação social e sua expressão na realidade brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARVEY, David. Condição pós-moderna. S. Paulo: Loyola, 1996. 43 LANGE, Oskar. Moderna economia política. R. Janeiro: Fundo da Cultura, 1980. MARX, Karl. Contribuição á critica da economia política. S. Paulo: Abril Cultural, 1985. __________. O capital. Vol. I. S. Paulo: Abril Cultural, 1985. TEIXEIRA, Francisco e OLIVEIRA, Manfredo (Orgs.). Neoliberalismo e Reestruturação Produtiva. As novas determinações do mundo do trabalho. S. Paulo: Cortez, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Giovanni. Trabalho e mundialização do capital. A nova degradação do trabalho na era da globalização. Londrina: Práxis, 2000. BEAUD. Michael. História do Capitalismo de 1500 aos nossos dias. São Paulo: Brasiliense, 1987. HOBSBAWN, Eric. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: Forense, 1986. MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. Lisboa: Edições 70, 1986. MARX, Karl & ENGELS, F. O Manifesto Comunista. São Paulo: Paz e Terra, 1996. NAPOLEONI, Cláudio. Lições sobre o capítulo (inédito) de Marx. Ed. LECH, 1988. SANTOS, Theotônio. Forças Produtivas e Relações de Produção. Petrópolis: Vozes, 1996. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS ANTROPOLÓGICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h) EMENTA: A disciplina trata do estudo da abordagem antropológica na interface com o Serviço Social. Aborda a trajetória do pensamento antropológico no quadro das ciências sociais. Discute os conceitos de homem, cultura e sociedade, o trabalho de campo em antropologia e temas voltados à compreensão das relações étnico-raciais, da família, da violência e do estigma visando oferecer aos alunos conteúdos teórico-metodológicos que lhes possibilitem uma compreensão da diversidade dos grupos sociais e a reflexão crítica das relações sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAPLANTINE, François. 12 ed. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2008. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 14 ed. Rio de Janeiro: Zahar. 2007. MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves. Antropologia: uma introdução. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2005. MELO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural: iniciação, teorias e temas. 14 ed. Petrópolis: Vozes, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia Moritz (Orgs.). Agenda Brasileira: Temas de uma sociedade em mudança. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia Moritz (Orgs.). Um enigma chamado Brasil: 29 intérpretes de um país. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. CARDOSO, Ruth C. L. (Org.). A aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1997. DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 2001. SILVA, VAGNER GONÇALVES. O antropólogo e sua magia. São Paulo: Edusp, 2000. SANTOS, Jorge Luiz Oliveira dos. Em praias desertas os imponderáveis da vida real. In Revista Trilhas. V. 7 Nº 16. Belém: UNAMA, 2005. DISCIPLINA: DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL (80h) EMENTA: A disciplina se propõe à sistematização dos estudos e reflexões sobre a estrutura do Estado brasileiro; a Divisão dos Poderes e as Instituições responsáveis pela efetivação dos direitos e garantias fundamentais à cidadania. Destaca o Direito e sua relação com a Constituição Federal em busca do conhecimento da legislação no desenvolvimento da atividade acadêmica e profissional de Serviço Social. Estuda os Direitos e Garantias Fundamentais a Assistência e Proteção à Criança e ao Adolescente, subsidiado no Estatuto da Criança e do Adolescente, cujas contribuições ofereçam suporte teórico para o entendimento dos novos marcos legais para as relações étnico/raciais no Brasil, tendo em vista identificar as normas jurídicas que se relacionam com o Serviço Social no contexto atual. UNIDADE I: CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 1.1. Direito e Justiça: 1.2. O direito Público e o direito Privado; 1.3. Direitos e Garantias Fundamentais 1.4. Direitos Sociais no contexto da Seguridade Social Brasileira: 1.4.1 Direito do trabalho – CLT; 1.4.2 Direito à Saúde - Leis 8.080/90 e 8.142/90; Sistema Único de Saúde; 1.4.3 Direito Previdenciário: Reforma Previdenciária e Lei de Benefício e Custeio; 1.4.4 Assistência Social: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e Sistema Único de Assistência Social – SUAS. UNIDADE II: LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS POR SEGMENTOS 45 2.1. Marco legal das relações étnico raciais: Lei 10.630/90 e Lei 11.545;08 2.2.marco legal dos direitos da criança e do adolescente: Doutrina de Situação Irregular (Código do Menor; Doutrina de Proteção Integral (Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e suas alterações. 2.3. ESTATUTO DO IDOSO – Lei 10.741/03 2.4. LEI MARIA DA PENHA - Lei 11.340/06 e Lei 12.015 /2009 (Lei do Estupro) BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), Lei nº8.742, de 07.12.93. Estatuto do Idoso (Lei nº10.741, de 01.10.2003, Coleção Saraiva de Legislação, Editora Saraiva, 2006. OLIVEIRA, Aristeu de. Consolidação das Leis Previdenciárias (CLP). Editora Atlas; 2008. SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social, Cortez Editora, outubro de 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Ivanildo Ferreira. Crimes contra a Vida, Belém – Pará, Unama, 1999. Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), 3 em 1. Editora Saraiva, 2009. REED, Barry. O Veredicto, tradução de A. B. Pinheiro de Lemos, Editora Record. VARELLA Drauzio. Estação Carandiru, Companhia das Letras, ditora Record. 2002, DOWER, Nelson Godoy Brasil. Instituições de Direito Público e Privado, 13ª Edição, Editora Saraiva, 2006. 4º SEMESTRE DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL II (80h) EMENTA: A disciplina trata da instrumentalidade do Serviço Social focando a conexão entre dimensão técnico-operativa com os paradigmas subjacentes, possibilitando ao discente uma percepção critica do alcance técnico e político da prática profissional do assistente social no contexto das políticas públicas e no universo institucional da sociedade civil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Ana Augusta de. A Metodologia Dialógica: o Serviço Social num caminhar fenomenológico. In: Pesquisa em Serviço Social. ANPESS / CBCISS: Rio de Janeiro, 1990. PONTES, Reinaldo Nobre. Mediação e Serviço Social. São Paulo : Cortez , 2008 p.15- 26 cap. III p.153-185 SARMENTO, Helder Boska Moraes. Serviço Social, das tradicionais formas de regulação sócio-política ao redimensionamento de suas funções sociais. In: Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo 4. Brasília: CFESS/CEAD/UNB, 1999. YAZBECK, Maria Carmelita. et al. O Serviço Social Brasileiro em Movimento: fortalecendo a profissão na defesa dos direitos. In Serviço Social e Sociedade N. 95- Ano XXIX- setembro de 2008 p.5-32 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em serviço social. São Paulo; Cortez, 1997. IAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na contemporaneidade: os Fundamentos Teórico – Metodológicos e Técnico- Operativos do Trabalho Profissional. Cadernos Técnicos do SESI, nº. 23, Brasília, 1997. ____________________. Serviço Social em Tempo de Capital e Fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2008. Cap.III p. 209-333 MORAES, Marilda Martins. A prática do Serviço Social com grupos: Direcionamentos para a construção de um referencial teórico-metodológico de intervenção. Texto didático. Belém, UFPA, 1995. PONTES, Andréa Mello. A Prática de Encaminhamento no Serviço Social: possibilidades e limites num Plantão Social. São Paulo: PUC, 1995. (Dissertação de Mestrado) ZIMERMAN, D. E.; OSÓRIO, L. C. Como trabalhamos com grupos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. DISCIPLINA: POLÍTICA SOCIAL I (80h) EMENTA: A disciplina discute as concepções de Política Social em diferentes perspectivas teóricas. Aborda a evolução e formulação das políticas sociais no Brasil e analisa o papel do Estado e as novas formas de regulação social. Discute a política social e a questão social e o desenvolvimento do Sistema brasileiro de Proteção Social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEHERING, Elaine R. e BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e história. São Paulo: Cortez, 2006 (Biblioteca básica de Serviço Social, v. 2); BOSCHETTI, Ivanete (Org.) Política Social no capitalismo: Tendências contemporâneas. São Paulo: Cortez, 2008; NETO, José Paulo. Cinco Notas a propósito da “Questão Social” Temporalis, Ano 2, n. 3. jan/jul. 2001 (p. 09 – 32); PEREIRA, Potyara A. Política Social: temas em questão. São Paulo: Cortez, 2008 (Cap. II); BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COUTO, B. R. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira: uma equação possível? São Paulo: Cortez, 2004; 47 DURIGUETTO, Maria Lúcia. Sociedade Civil e Democracia: um debate necessário. São Paulo: Cortez, 2007 (Cap. 1); FALEIROS, V. P. A Política social do Estado capitalista. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2000; IAMAMOTO, Marilda V. Questão Social no Capitalismo. Temporalis, Ano 2, n. 3. jan/jul. 2001 (p. 09 – 32); PEREIRA, Potyara A. P. Questão Social, Serviço Social e direitos de cidadania. Temporalis, Ano 2, n. 3. jan/jul. 2001 (p. 51 – 62); TAVARES, Mª Augusta da Silva. O debate contemporâneo acerca da questão social. Serviço Social e Sociedade Ano 28, nº 92. nov. 2007, p. 118 – 138; SILVA E SILVA, M. O. e YASBEK, M. C. E GIOVANNI, G. A política social brasileira no século XXI. São Paulo: Cortez, 2004; DISCIPLINA: ÉTICA DO SERVIÇO SOCIAL (80h) EMENTA: O componente curricular está voltado ao estudo dos fundamentos filosóficos e ontológicos da ética da vida social e da ética profissional do serviço Social. Aborda os princípios e valores éticos da sociedade atual e suas implicações sobre o homem contemporâneo. Discute os componentes éticos do Serviço Social, sua trajetória histórica e políticas. Interpreta os instrumentos legais da profissão em suas dimensões teóricas e normativas. Analisa o papel dos entes organizativos da categoria na luta pela consolidação do projeto ético-político profissional do Serviço Social diante dos diferentes projetos societários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROCO, M. L. Ética: fundamentos sócio-históricos. São Paulo: Cortez, 2008 BONNETTI, Dilséa Aldeota. Serviço Social e Ética: Convite a uma nova práxis. São Paulo: Cortez, 1996. CFESS. Código de Ética profissional do Assistente Social de 1993. Brasília – DF: Conselho Federal de Serviço Social, 1993. ______. Lei de Regulamentação profissional. Lei 8.662/93. Brasília – DF: CFESS, 1993. NETO, J.P. A Construção do projeto ético-político do Serviço Social e a crise contemporânea. In: Capacitação em Serviço Social e Política Social. Brasília, CEAD/UNB. Módulo 1, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROCO, M. L. Ética e Serviço Social: fundamentos ontológicos. Biblioteca Básica de Serviço Social, v. 4. São Paulo: Cortez, 2001. CFESS. Curso de Capacitação para Agentes Multiplicadores. 2ª edição. Mod. I, II, III IV. Brasília: CFESS, 2003.. HELLER, Agnes. O quotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972. (309. 09 H477c). VASQUEZ, Adolfo S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 12ª Ed., 1990 (170. S 211e). DISCIPLINA SOCIOLOGIA DO TRABALHO (60h) EMENTA: A disciplina ao tratar da categoria trabalho parte da concepção sociológica do trabalho em Marx, Durkheim e Weber a fim de centrar-se no foco capitalismo e trabalho. Parte do estudo da acumulação primitiva do capital a fim de compreender o processo de desenvolvimento do capitalismo com seus modelos de acumulação (taylorismo, fordismo, toyotismo). Discute o tema Estado e Sociedade tendo como cenário a sociedade capitalista brasileira e o mundo do trabalho frente ao processo de reestruturação produtiva e à globalização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho.São Paulo: Cortez, 1995. DURKHEIM, Emile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Editora da UNESP, 1998. MARX, Karl. O capital. Vol. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978. WEBER, Max. Economia e sociedade. 3ª. ed. Brasília: Editora UNB, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, Giovanni. Trabalho e mundialização do capital. A nova degradação do trabalho na era da globalização. Londrina: Práxis, 1999. BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. A degradação do trabalho no século XX. Rio de Janeiro: Ed Guanabara, 1987. CARMO, Paulo Sérgio. História e ética do trabalho no Brasil. São Paulo: Ed. Moderna, 1998. IANNI, Octavio. A Sociedade Global. Rio de Janeiro: Civilização brasileira,1992. SINGER, Paul. A Formação da Classe Operária (Coleção Discutindo a História). 14ª edição. São Paulo: Atual, 1994. TOMAZI, Nelson Dacio (Coord.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 1993. VITA, Álvaro de. Sociologia da Sociedade Brasileira. São Paulo: Ática, 1991. DISCIPLINA: MOVIMENTOS SOCIAIS (80h) EMENTA: A disciplina discute aspectos histórico-conceituais sobre movimentos sociais, tendo por base os estudos clássicos e proposições contemporâneas. Analisa o papel que os movimentos sociais exercem para a proposição e controle de políticas públicas, possibilitando aos discentes a compreensão das conexões possíveis com a defesa dos interesses coletivos e construção de uma sociedade mais justa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 49 BRANDÃO, Carlos R. Educação Popular. São Paulo, Brasiliense, 1985 __________________. A Questão Política na Educação Popular, São Paulo, Brasiliense, 1980. CHAUI, Marilena. Conformismo e Resistência: aspectos da cultura popular no Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1986. FREDERICO, Celso. Classes e lutas sociais. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. GOHN, M. G. Historia dos Movimentos e Lutas Sociais: a construção da cidadania dos brasileiros. São Paulo, Loyola, 1995. ____________. Teoria dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo, Loyola, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINS, J. S. Os Camponeses e a Política no Brasil. Petrópolis, Vozes, 1990. MOISÉS, José A. Contradições Urbanas e Movimentos Sociais. Rio de Janeiro, Paz e Terra/CEDEC, 1977. ______________. Cidade, Povo e Poder. Rio de Janeiro, Paz e Terra/CEDEC, 1985. SADER, Emir (org.). Movimentos Sociais e Transição Democrática. São Paulo, Cortez, 1987. SANTOS, José A. F. Estruturas de Posições de Classe no Brasil. B. HorizonteUFMG, R. Janeiro-IUPERJ, 2002. SCALON, Ma. Celi. Mobilidade Social no Brasil: padrões e tendências. R. de Janeiro, IUPERJ/UCAM, Ed. Revan, 1999. SCHERER-WARREN, Ilse. Movimentos Sociais: um ensaio de interpretação sociológica. Florianópolis-SC, UFSC, 1984. 5º SEMESTRE DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL III (80h) EMENTA: A disciplina dá ênfase às construções teórico-metodológicas que emergiram no pós-Movimento de Reconceituação do Serviço Social no Brasil (décadas de 80 a 90) e aborda prioritariamente o ideal de transformação social e sua apropriação pelo Serviço Social, visando à sistematização da dimensão interventiva profissional e o desenvolvimento da capacidade crítica dos discentes no que se refere às práticas contemporâneas do Serviço Social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Maria do Carmo Brant e NETTO, José Paulo. COTIDIANO: conhecimento e crítica. São Paulo. Cortez. 2005. GUERRA, Yolanda Duarte Demétrio. A Instrumentalidade do Serviço Social. São Paulo. Cortez, 2005. IAMAMOTO, Marilda Vilela. O Serviço Social na Contemporaneidade: os Fundamentos teórico-metodológicos e técnico-operativos do Trabalho Profissional. Cadernos Técnicos do SESI, nº. 23, Brasília, 1997. MARTINELLI, Maria Lúcia; ON RODRIGUES, Maria Lúcia e MUCHAIL, Salma Tannus (Orgs) O Uno e o Múltiplo nas Relações entre as Áreas do Saber. São Paulo. Editoras CORTEZ e EDUC. 1995. PONTES, Reinaldo Nobre. Mediação e Serviço Social. São Paulo. Editora Cortez. 2008 p.15- 26 cap. III p.153-185 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Ana Augusta de. A Metodologia Dialógica: o Serviço Social num caminhar fenomenológico. In: Pesquisa em Serviço Social. ANPESS / CBCISS: Rio de Janeiro, 1990. Cadernos ABESS n.º 4. Ensino em Serviço Social: Pluralismo e Formação Profissional. São Paulo: Cortez, 1991. CARVALHO, Maria do Carmo Brant (Org.).Teorias da Ação em Debate. São Paulo. Editora CORTEZ e FAPESP. 1993. FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em Serviço Social. São Paulo; Cortez, 1997. IAMAMOTO, Marilda Vilela. Serviço Social em Tempo de Capital e Fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2008. Cap.III p. 209-333 YAZBECK, Maria Carmelita. et al. O Serviço Social Brasileiro em Movimento: fortalecendo a profissão na defesa dos direitos. In Serviço Social e Sociedade N. 95- Ano XXIX- setembro de 2008 p.5-32 DISCIPLINA: POLÍTICA SOCIAL II (80h) EMENTA: A disciplina discute as perspectivas da política social como proteção e como regulação social na atualidade dentro de suas implicações institucionais, políticas e financeiras. Discute os conceitos de pobreza, desigualdade e exclusão social no contexto do capitalismo periférico, tendo em vista a noção de cidadania, relacionada às políticas sociais. Analisa as políticas sociais brasileiras contemporâneas na perspectiva do desvendamento crítico de suas contradições. Aborda as políticas sociais setoriais e por segmento BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, P. Exclusão Social: Categorias novas para realidades velhas. In Ser Social n. 3. UnB. Julho a dezembro de 1998. ROCHA, S. Pobreza no Brasil: afinal do se trata? Rio de Janeiro: FGV, 2004. 51 SIMÕES, C. Curso de Direito do Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2006. TELLES. V. S. Pobreza e cidadania. São Paulo: USP. Curso de Pós-graduação em Sociologia, Ed. 34, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOSQUETTI, I., BEHERING. E. R., SANTOS, S. M. M. E MIOTO, R. C. T. Política social no capitalismo: tendências contemporâneas. São Paulo: Cortez/Capes, 2008. DRAIBE, S. M. As políticas sociais nos anos 90. In BAUMANN, R. Brasil: uma década e transição. Rio de Janeiro: Campus, pp 101 – 42, 1999. LESBAUPIN, I. O crescimento da desigualdade social no Brasil. In Poder local e exclusão social. Rio de janeiro: Vozes, 2ª. 2000. PEREIRA. P. A. P. Discussões conceituais sobre política social como política pública e direito de cidadania. In BOSQUETTI, I., BEHERING. E. R., SANTOS, S. M. M. E MIOTO, R. C. T. Política social no capitalismo: tendências contemporâneas. São Paulo: Cortez/Capes, 2008 VIEIRA, E. A. Os direitos e a política social. São Paulo: Cortez, 2004. YASBECK, C. Classes subalternas e assistência social. São Paulo: Cortez, 1993. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL IV (80h) EMENTA: O componente curricular estuda a relação entre os novos paradigmas de análise da sociedade contemporânea e os seus rebatimentos nos fundamentos teórico-metodológicos do Serviço Social. Aborda as novas configurações e manifestações da Questão Social no Brasil. Discute a prática do assistente social com ênfase na compreensão do Estudo Social, Perícia Social, Mediação de Conflitos com vistas a instrumentalizar os alunos à elaboração do Relatório Social, Laudo Social, Parecer e Termo de Mediação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998. NETTO, José Paulo. Introdução ao Método da Teoria Social. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. 5. ed: São Paulo: Cortez, 2008. YAZBEK, Maria Carmelita. Os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social brasileiro na contemporaneidade. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FÁVERO, Eunice Terezinha. Instruções sociais de processos, sentenças e decisões. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. S. Paulo: Cortez, 2007. KOIKE, Maria Marieta. Formação profissional em Serviço Social: exigências atuais. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no Capitalismo Contemporâneo. São Paulo. Editora Cortez. 2007. SAMPAIO, Lia Regina Castaldi; BRAGA NETO, Adolfo. O Que é Mediação de Conflitos. São Paulo: Brasiliense, 2007. TEMPORALIS. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social-ABEPSS - Modernidade e Pós-Modernidade. Nº10, jul./dez., 2005. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2006. DISCIPLINA: PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL I (80h) EMENTA: A disciplina discute as características essenciais do modo de produção científico e as bases epistemológicas e metodológicas dos diversos tipos de pesquisa. Aborda as diferentes estratégias e técnicas qualitativas e quantitativas de coleta e interpretação de dados possibilitando aos discentes a instrumentalização para construção do projeto de pesquisa e a compreensão da investigação como dimensão constitutiva do trabalho do Assistente Social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRANDÃO, C.R. Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1989. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1991. GUERRA, Yolanda. A dimensão investigativa no exercício profissional. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. ROCHA Mirtes Andrade Guedes Alcoforado da. Elaboração de Projetos de Pesquisa. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, W. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1993. GOLDEMBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 2007. THIOLLENT, M. Metodologia de Pesquisa Ação. São Paulo: Cortez, 1985. TRIVIÑOS, A. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987, cap. 1 e 2. 53 DISCIPLINA: GESTÃO E PLANEJAMENTO SOCIAL I (80h) EMENTA: O componente curricular estuda a evolução histórica e teórica da gestão contemporânea, com ênfase no planejamento como instrumento de gestão, procurando destacar a especificidade do planejamento social e sua aplicabilidade pelo Serviço Social. Aborda os principais modelos de gestão, dos clássicos aos novos modelos, contextualizando-os e procurando enfatizar os seus pressupostos, características e perspectiva homem-organização. Em relação ao planejamento, são abordadas as expressões operacionais e as etapas do planejamento; metodologia de avaliação de programas e projetos; características fundamentais de dois modelos, normativo e estratégico participativo; experiências no contexto atual. UNIDADE I: GESTÃO E PLANEJAMENTO COMO PROCESSO HISTÓRICO E POLÍTICO 1.1. Fundamentos filosóficos, teóricos e metodológicos da gestão pública e privada. 1.2. Impactos econômicos, sociais e políticos da Revolução Industrial na organização do trabalho. 1.3. Análise crítica das principais teorias: a) Escola Clássica; b) Escola das Relações Humanas; c) Modelo Burocrático de Organização; d) Desafios contemporâneos – Novos Modelos de Organização do Trabalho. UNIDADE II - O PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO 2.1. Evolução histórica do planejamento nos seus aspectos sociais, filosóficos, econômicos e políticos. 2.2. Caracterização Conceitual. 2.3. Expressões operacionais do Planejamento: planos, programas e projetos. 2.4. Planejamento Tradicional e Planejamento Participativo. 2.5. Metodologia de avaliação de programas e projetos sociais. 2.6. Experiências de gestão e planejamento social, no contexto atual. REFERÊNCIAS BÁSICAS BONDER, Cíntia. O assistente social e o planejamento participativo. Revista Serviço Social e Sociedade, n. 78, São Paulo: Cortez, p. 69 – 81, julho de 2004. (360 M411s) BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. R. Janeiro: Zahar, 1981. (33111 B826t). LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração. São Paulo: Ática, 2002. (30235 L192s) REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES BARBOSA, Mário da Costa. Planejamento e Serviço social. S. Paulo: Cortez, 1991. (3610023 B238p) BRANDÃO, Thiago Bazi. Burocracia e serviço social: uma ameaça ao projeto ético-político da profissão. Dissertação de mestrado apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Política Social da Universidade de Brasília – UNB, Brasília, 2007. Disponível em: http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tdebusca/arquivo Acesso em jan. de 2013. HEDER, Maria Luiza. Um planejamento do povo num planejamento sem povo. Revista Serviço Social e Sociedade, n. 7, p.45-56, set. 1983. NOGUEIRA, Vera Maria Ribeiro. Avaliação e monitoramento de politicas e programas sociais: revendo conceitos básicos. Revista Katálysis, v. 5, n. 2, jul. a dez. 2002, Florianópolis, Santa Catarina, p. 141 – 152. (360. M411) SPOSATTI, Aldaiza de Oliveira. Elementos sobre a evolução histórica do planejamento nos seus aspectos sociais, filosóficos, econômicos e políticos. Revista Serviço Social e Sociedade, n. 2. DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL II (80h) EMENTA: A disciplina propõe o estudo da formação e estruturação das instituições. Discute a dinâmica das organizações e o processo de trabalho dos assistentes sociais nos diferentes espaços ocupacionais. Enfatiza a compreensão da dimensão técnico-operativa da profissão com vistas à instrumentalização dos alunos para a aplicação das práticas, técnicas e instrumentos específicos do Serviço Social nos espaços organizacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Mario da Costa. A Práxis do Serviço Social nas instituições. Serviço Social e Sociedade, nº 34. São Paulo: Cortez, 1990. FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1997. SOUSA, Charles Toniolo de. A prática do assistente social: conhecimento, instrumentalidade e intervenção profissional. Disponível em: Emancipação, Ponta Grossa, 8(1): 119-132,2008. Disponível em: <http://www.uepg.br/emancipacao. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA. Ney Luiz Teixeira de. Retomando a Temática da “Sistematização da Prática” em Serviço Social. Disponível: http://www.fnepas.org.br/pdf/servicosocialsaude/texto3-2.pdf BURRIOLA, MARTA Alice F. Supervisão em Serviço Social: o supervisor, sua relação e seus papéis. São Paulo: Cortez, 1994. CRUZ, Cláudio. Diário de Campo. Fundamental instrumento de avaliação para Supervisão em Estágio Profissional In: Cadernos de Texto de S Social v.4, nº 5 Belém /PA. UNAMA, OUT/98. KARSCH, Úrsula. O Serviço Social na era dos serviços. São Paulo: Cortez, 2000. FALEIROS, Vicente de Paula. O espaço institucional e o espaço profissional in Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez, ano 1, nº 1, 1983. MARTINELLI, M L; Koumrouyan, E. Um novo olhar para a questão dos instrumentais técnico-operativos em Serviço Social. Serviço Social e Sociedade 45, São Paulo: Cortez, 1994. 55 WEISSSHAUPT, Jean Robert. As funções sócio-institucionais do serviço social. São Paulo: Cortez, 1988. 6º SEMESTRE DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL IV (80h) EMENTA: O componente curricular estuda a relação entre os novos paradigmas de análise da sociedade contemporânea e os seus rebatimentos nos fundamentos teórico-metodológicos do Serviço Social. Aborda as novas configurações e manifestações da Questão Social no Brasil. Discute a prática do assistente social com ênfase na compreensão do Estudo Social, Perícia Social, Mediação de Conflitos com vistas a instrumentalizar os alunos à elaboração do Relatório Social, Laudo Social, Parecer e Termo de Mediação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998. NETTO, José Paulo. Introdução ao Método da Teoria Social. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. 5. ed: São Paulo: Cortez, 2008. YAZBEK, Maria Carmelita. Os fundamentos históricos e teórico - metodológicos do Serviço Social brasileiro na contemporaneidade. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FÁVERO, Eunice Terezinha. Instruções sociais de processos, sentenças e decisões. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. S. Paulo: Cortez, 2007. KOIKE, Maria Marieta. Formação profissional em Serviço Social: exigências atuais. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009. LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no Capitalismo Contemporâneo. São Paulo. Editora Cortez. 2007. SAMPAIO, Lia Regina Castaldi; BRAGA NETO, Adolfo. O Que é Mediação de Conflitos. São Paulo: Brasiliense, 2007. TEMPORALIS. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social-ABEPSS - Modernidade e Pós-Modernidade. Nº10, jul./dez., 2005. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2006. DISCIPLINA: PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL II (80h) EMENTA: A disciplina estuda a operacionalização do projeto de pesquisa em Serviço Social, a partir do estudo de métodos e técnicas de coleta, tratamento e análise de dados, fornecendo aos alunos os instrumentos necessários para que possam organizar e sistematizar seus conhecimentos que lhe permitirão realizar um trabalho prático de pesquisa em Serviço Social, elaborar o relatório de pesquisa e a socializar os seus resultados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo. 2 ed. São Paulo: Unesp, 2006. CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1981. GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. 7 ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. LUNA, Sergio Vasconcelos. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução: elementos para uma análise metodológica. São Paulo: EDUC, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Howard S. Segredos e truques da pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. CARDOSO, Ruth (org.). A Aventura Antropológica. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. CARVALHO, Maria Cecília M. de. (Org.). Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Papirus, 1998. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2001. GALIANO, A. Guilherme. O método científico: teoria e prática. Rio de Janeiro: Harbra, 1999. KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 4.ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001. SANTOS, Izequias Estevam dos. Textos selecionados de Métodos e técnicas de pesquisa científica. 3.ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2002. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2000. DISCIPLINA: GEOPOLÍTICA DA AMAZÔNIA (80h) 57 EMENTA A disciplina tem como foco de estudo a Amazônia no contexto geopolítico brasileiro. Aborda aspectos relacionados às regiões de fronteira, recursos naturais, gestão do território, e analisa a nova dinâmica regional e a expansão das fronteiras econômicas com vistas à compreensão do espaço geopolítico amazônico e sistematização de estudos e reflexões sobre a Amazônia no cenário local, regional e mundial, dada de sua potencialidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BECKER, Bertha K, MIRANDA, Mariana; MACHADO, Lia O. Fronteira Amazônica. Questões sobre a gestão do território. Brasília/ Rio de janeiro: UNB/UFRJ, 1990. CASTRO, Edna Maria R. & MARIN, Rosa, E. A. Estado e poder local: Dinâmica das transformações na Amazõnia brasileira. In: Pará Desenvolvimento. Belém: IDESP Nº 20/2, 1986/87. P. 09-14. FONSECA, Sérgio de Mattos. Amazônia: receita energética para o desenvolvimento sustentável. Rev. econ. contemp., Mai/Ago. 2005, vol.9, no.2, p.437- 442. GONDIM, Neide. A invenção da Amazônia. São Paulo: Marco Zero, 1994. HALL, Anthony, L. Amazõnia. Desenvolvimento para quem?. São Paulo, Zahar, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Bertha K. Geopolítica da Amazônia. São Paulo. Estudos Avançados 19 (53), 2005. CASTRO, Iná Elias de et Alli. Brasil: questões atuais da reorganização do território. RJ, Bertrand, Brasil, 1996. CAVALCANTE, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. 2ª Edição. São Paulo. Editora Cortez. 1999. DISCIPLINA: GÊNERO, FAMÍLIA E CORPO (60h) EMENTA: Este componente curricular visa refletir sobre as expressões sociais de identidade, relações sociais de raça e/ou gênero e família, discutindo a construção das categorias, suas formas de consideração, interpretação e imbricação com questões sociais. Ao voltar-se ao estudo do corpo, objetiva analisar as fundações biológicas e afetivas das construções sociais da realidade, sendo a sua preocupação central as exteriorizações e extensões do corpo como processos e produtos decorrentes de vários contextos de interação social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, [1990] 2003. FOUCAULT, Michael. História da sexualidade: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Graal, [1976] 2007. LE BRETON, David. A sociologia do corpo. Petrópolis, Vozes, [1992] 2006. LAQUER, Thomas. Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Rio de Janeiro: Relume Dumará, [1992] 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEL PRIORE, Mary. Histórias íntimas: sexualidade e erotismo no Brasil. São Paulo: Planeta, 2011. LE BRETON, David. Adeus ao corpo. : Antropologia e sociedade. São Paulo: Papirus, 2003. MALINOWSKI, Bronislaw. A vida sexual dos selvagens. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac & Naif, [1950] 2006. MEAD, Margaret. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, [1935] 2006. SEGALEM, Martine. Sociologia da família. Lisboa: Terramar, [1996] 1999. SINGLY, François de. Sociologia da família contemporânea. Rio de Janeiro: FGV, 2007. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I (160h) EMENTA: A disciplina trata da inserção do aluno no campo de estágio. Focaliza o estudo das características do espaço organizacional nos aspectos estruturais, funcionais, econômicos e político-sociais, a implementação das políticas sociais nas organizações institucionais permitindo ao aluno a compreensão do espaço profissional do Serviço Social no contexto organizacional e a identificação do instrumental técnico-operativo da profissão com vistas a elaboração do Plano de Estágio como instrumento norteador do estágio supervisionado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURIOLLA, Marta F. Supervisão em Serviço Social: o supervisor sua relação e seus papéis. São Paulo: Cortez, 1994; GUERRA, Yolanda & BRAGA, Maria Elisa. Supervisão em Serviço Social. In: In: Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CEFESS / ABEPSS, 2009. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e exercício profissional. São Paulo: Cortez, 2009. MORAES, Marilda Martins. Orientações para a elaboração do Plano de Estágio. Curso de Serviço Social, Laboratório de Serviço Social. UNAMA, Belém, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABEPSS. Política Nacional de Estágio – PNE. ABEPSS – Brasília, 2010. BRASIL. Resolução CNE/CES Nº 15, de 13 de março de 2002. Estabelece as Diretrizes Curriculares (DCN) para os cursos de Serviço Social. 59 CFESS. Código de Ética Profissional do Assistente Social. (9ª Edição). Conselho Federal de Serviço Social. Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações introduzidas pelas Resoluções CFESS nº 290/94, 293/94, 333/96 e 594/11. _____. LEI N.º 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social, já com a alteração trazida pela Lei N.º 12.317, de 26 de agosto de 2010. _____. Resolução Nº 533, de 29 de setembro de 2008 que regulamenta a supervisão direta de estágio no Serviço Social.CFESS, 2008. MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem – relatório, laudos e pareceres. São Paulo: Veras Editora; Lisboa: CPIHTS, 2003.. OLIVEIRA, Cirlene A H S. O estágio supervisionado na formação profissional do assistente social: desenvolvendo significados. In. Revista Serviço Social & Sociedade nº 80. São Paulo: Cortez, nov/2004. UNAMA. Diretrizes Curriculares de Estágio Supervisionado do Curso de Serviço Social. Belém: UNAMA, 2009. 7º SEMESTRE DISCIPLINA: GESTÃO E PLANEJAMENTO SOCIAL II (80h) EMENTA: A disciplina estuda as formas contemporâneas de gestão e planejamento como instrumento essencial de gestão. Aborda a gestão pública e privada das organizações contemporâneas discutindo o papel do terceiro Setor, a Responsabilidade Social Empresarial e a participação da sociedade civil nas políticas sociais por meio dos Conselhos de Políticas Públicas. Discute o conceito de liderança e analisa as práticas executivas de direção, gerenciamento, coordenação, assessoria e consultoria em Serviço Social com vistas a instrumentalização teórico-metodológica dos alunos para a intervenção profissional no planejamento e na gestão e avaliação de políticas e programas sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAPTISTA, Myriam Veras. Planejamento Social - intencionalidade e instrumentação. 2ª. Ed. São Paulo, Veras Editora,2002. ____________________. Administração. Teoria, Processo e Prática. S.Paulo: Makron Books, 3ª.ed, 2000. MELLO NETO, Francisco Paulo de & FROES, Cesar. Responsabilidade Social e Cidadania Empresarial - A Administração do Terceiro Setor. S. Paulo: Quality Mark, 2002. NOGUEIRA, Marco Aurélio. Um Estado para a Sociedade Civil. Temas éticos e políticos da gestão Democrática. São Paulo: Cortez, 2004. MATTOS, MAURÍLIO CASTRO de. Assessoria, Consultoria, Auditoria, Supervisão Técnica. In: Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CEFESS / ABEPSS, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, Edval Bernardino. Controle Social na Política de Assistência Social. Belém - Pará. Digitado, 2009. HABER, Esmeralda Mendes. A prática de assessoria do Serviço Social no contexto das organizações do poder público e da sociedade civil. Belém: UNAMA, Digitado, 1995. _______________.Como se tornar um líder servidor. Os Princípios de liderança de O Monge e o Executivo. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. MONTANO, Carlos. Das “lógicas do Estado” às “lógicas da sociedade civil”; Estado e Terceiro Setor em questão. Serviço social e Sociedade, nº 59. São Paulo: Cortez, 1999. VASCONCELOS, Ana Maria. Relação Teoria / Prática: o processo de assessoria / consultoria e o Serviço Social. Serviço Social e Sociedade nº56. São Paulo: Cortez, 1999. DISCIPLINA: ESTUDO DAS QUESTÕES AMAZÔNICAS (80h) EMENTA: A disciplina dá ênfase às estratégias de implantação e avanços do sistema capitalista na Região Amazônica e aborda, prioritariamente, seus impactos nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais na região, visando o desenvolvimento da capacidade crítica dos discentes para a compreensão das diferentes manifestações da questão social na Amazônia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOHLHEPP, Gerd. Conflitos de Interesse no Ordenamento Territorial da Amazônia brasileira. São Paulo. Estudos Avançados Estudos Avançados. vol.16 no. 45 Mai/Ago. 2002. LESSA, Ricardo. AMAZÔNIA: as raízes da destruição. São Paulo Editora Atual. 1991. LOUREIRO, Violeta R. Amazônia: História e Análise de Problemas(do período da borracha aos dias atuais). Belém: Editora CEJUP, 2002 __________________. Questões fundiárias na Amazônia – um caleidoscópio de direitos e de violências contra os direitos. Anais da 61ª Reunião Anual da SBPC - Manaus, AM - Julho/2009. LOUREIRO, V. R. Amazônia: estado, homem, natureza. CEJUP, 1992. CARDOSO, F. H. e MÜLLER Geraldo. Amazônia: Expansão do Capitalismo. Brasiliense, 2009. Disponíve: http://desenvolvimentoemquestao.wordpress.com 2010/07/09 PDF BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 61 LOUREIRO, V. R. Estado, bandidos e heróis: utopia e conflito na Amazônia. Belém: Ed. Cejup, 1996. LOUREIRO Violeta e GUIMARÃES, Ed Carlos. Reflexões sobre a pistolagem e a violência na Amazônia. Disponível em: www.ces.uc.pt/bss/documentos/pdf · Arquivo PDF. JATENE Simão Robison et alii. Crianças no Pará: a Explosão da Pobreza. Belém: Associação de Universidades Amazônicas – UNAMAZ, Universidade Federal do Pará – UFPA, 1993. 198 páginas, il. Série Pobreza e Meio Ambiente na Amazônia, vol. 4 DOCUMENTÁRIOS (vídeos). Serra Pelada; Carajás: um projeto no coração da floresta; Os Efeitos do Aquecimento Global no Brasil e na Amazônia; O Arco do Desmatamento; Por uma outra Globalização. DISCIPLINA: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS I (60h) EMENTA: A disciplina se propõe a debater temas relacionados às linhas de pesquisa que orientam a formação e a produção do conhecimento em Serviço Social com ênfase na discussão de temáticas relativas às diferentes expressões da questão social na Amazônia, tais como: trabalho escravo, trabalho infantojuvenil, violência urbana e no campo, tráfico de pessoas, prostituição infantojuvenil, entre outras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERGER, Peter. A Construção social da Realidade: Tratado de Sociologia do conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1983. CHAUI, Marilena. Conformismo e resistência – aspectos da cultura popular no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1986. SANTOS, Milton. Urbanização Brasileira. São Paulo: Hucitec, 1996. MONTEIRO, Maurílio de Abreu. Meio século de mineração industrial na Amazônia e suas implicações para o desenvolvimento regional. PDF MOTA, Ana Elizabete. Serviço Social: formação e trabalho profissional. 2 ed. São Paulo: OPAS, OMS, Ministério da Saúde, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERQUÓ, E. Considerações sobre o envelhecimento da população no Brasil. In: Néri, Anita L. & Debert, Guita G. (org.) Velhice e sociedade. Campinas: Papirus, 1998. DRAIBE, Sônia. A desproteção social: tendências e problemas no período recente. In: Sistemas previdenciários comparados: padrões de financiamento e gestão da seguridade em perspectiva internacional. Campinas: Núcleo de Estudos em Políticas Públicas. SILVA, Gerardo. A mobilização produtiva dos territórios: instituições e logística do desenvolvimento local. Rio de Janeiro: DP &A, 2003. TRINDADE JR. Saint Clair. Cidade e Empresa na Amazônia: gestão do território e desenvolvimento local. Belém: Paka-Tatu, 2002. DISCIPLINA: SOCIEDADE E AMBIENTE (60h) EMENTA: A disciplina visa estudar o significado do meio ambiente para a sociedade, a partir dos paradigmas tecnológicos modernos. Para tanto, o debate sobre a concepção e a apropriação da natureza nas diferentes culturas (oriental e ocidental) são aspectos importantes a serem tratados, considerando as diversas fases históricas da relação sociedade-natureza: sociedades pré-históricas, agrárias, industriais, culminando com o debate acerca das vertentes do movimento ambientalista e os modelos de desenvolvimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Agenda 21 brasileira, Bases para discussão. Brasília: MMA/PNUD, 2000. LEFF, E. Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2002. ______. Saber ambiental: Sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis: Vozes, 2001. PAIXÃO, C. J. ; THOMAS, S. Educação Ambiental e sustentabilidade ecológica na universidade. Trilhas, Belém, v.11, n.22, p. 83-94, jan./dez., 2009. VIEIRA, P. F.; MAIMON, D. (Orgs.). As ciências sociais e a questão ambiental: rumo a interdisciplinaridade. Belém: NAEA / UFPA, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Isabel C. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.). A questão ambiental: diferentes abordagens. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2003. SOUZA, Carlos Augusto da Silva. Urbanização na Amazônia. Belém: UNAMA, 2000. RAVENA, N; RAVENA-CAÑETE, V; SOUSA, R.M. Capacidade institucional Municipal e Políticas Públicas Ambientais na Amazônia: UHE Tucuruí. V CONGRESO LATINOAMERICANO DE CIÊNCIA POLÍTICA, 5. (Anais Integración, Diversidad y Democracia en tiempos del Bicentenario) Ciudad de Buenos Aires, Argentina 28 al 30 de julio, 2010. VASCONCELLOS, Mário; ROCHA, Gilberto de Miranda; LADISLAU, Evandro (Org.). O desafio político da sustentabilidade urbana: gestão socioambiental de Belém. Belém: Edufpa, 2009. XIMENES, T. (Orgª). Perspectivas do desenvolvimento sustentável: uma contribuição para a Amazônia. Belém: NAEA / UFPA, 1997. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II (160h) 63 EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a acompanhar, supervisionar e avaliar o desempenho do aluno no segundo nível do estágio supervisionado, por meio de aulas teóricas e práticas. Focaliza o estudo das dimensões teóricometodológica, técnico- operativa e ético-política do fazer profissional do assistente social com vistas à compreensão e análise do espaço ocupado pelo Serviço Social no âmbito organizacional e do seu papel na implementação das políticas sociais. Discute a aplicação dos instrumentos, práticas e técnicas do Serviço Social no âmbito organizacional subsidiando o aluno para a elaboração e execução do Plano de Estágio II. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABEPSS. Política Nacional de Estágio – PNE. ABEPSS – Brasília, 2010. BRASIL. Resolução CNE/CES Nº 15, de 13 de março de 2002. Estabelece as Diretrizes Curriculares (DCN) para os cursos de Serviço Social. GUERRA, Yolanda & BRAGA, Maria Elisa. Supervisão em Serviço Social. In: In: Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CEFESS / ABEPSS, 2009. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e exercício profissional. São Paulo: Cortez, 2009. PINTO, Rosa Maria Ferreiro. Estágio e supervisão: um desafio teórico-prático do Serviço Social. São Paulo, PUC/NEMERSS, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CFESS. Código de Ética Profissional do Assistente Social. (9ª Edição). Conselho Federal de Serviço Social. Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações introduzidas pelas Resoluções CFESS nº 290/94, 293/94, 333/96 e 594/11. _____. Resolução Nº 533, de 29 de setembro de 2008 que regulamenta a supervisão direta de estágio no Serviço Social. CFESS, 2008. MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem – relatório, laudos e pareceres. São Paulo: Veras Editora; Lisboa: CPIHTS, 2003.. MORAES, Marilda Martins. Orientações para a elaboração do Plano de Estágio. Curso de Serviço Social, Laboratório de Serviço Social. UNAMA, Belém, 2011. UNAMA. Diretrizes Curriculares de Estágio Supervisionado do Curso de Serviço Social. Belém: UNAMA, 2009. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (TCC I) (40h) EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a contribuir para a elaboração do projeto de pesquisa como primeira etapa do Trabalho de Conclusão do Curso em Serviço Social. Focaliza o estudo de questões teórico-metodológicas que subsidiam a estruturação do projeto de pesquisa em suas diferentes etapas, possibilitando ao aluno o exercício da dimensão investigativa e a produção do conhecimento em Serviço Social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOLDENBER, Mirian. A Arte da Pesquisa: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 11a Ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de Artigos Científicos. São Paulo: Editora Avercamp, 2004. ________. Manual de Monografia, Dissertação e Tese. São Paulo: Avercamp, 2004. MINAYO, Maria C. de Souza. O desafio do Conhecimento. São Paulo: HUCITC, 2003. TRIVINOS, Augusto N.S. Introdução a Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO, C.R. Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense, 1989. CARVALHO, Ma Cecília (org.) Metodologia Científica: fundamentos e técnicas construindo o saber. Campinas: Papirus, 1991. CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1977. CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1991. DEMO, Pedro. Pesquisa e Construção do Conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994. GIL, A.C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1987. 8º SEMESTRE DISCIPLINA: SEGURIDADE SOCIAL (80h) EMENTA: A disciplina estuda o desenvolvimento histórico e tendências recentes das políticas de proteção social no contexto do capitalismo desenvolvido, com ênfase na constituição da Política de Seguridade Social no Brasil pós 1988. Analisa as políticas públicas de Saúde, Assistência e Previdência Social a partir dos eixos centrais da gestão, financiamento, controle social e sua integração/articulação com outras políticas setoriais e instrumentaliza o assistente social para a intervenção crítica e fundamentada na política de Seguridade Social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 65 BRAVO, Maria Inês Souza [et. alli] (Orgs.). Saúde e Serviço Social. São Paulo: Cortez; Rio de Janeiro: UERJ, 2004. COUTO, Berenice Rojas. O Direito Social e a Assistência Social na Sociedade Brasileira: uma equação possível? São Paulo: Cortez, 2004. TEIXEIRA, Joaquina Barata. Formulação, Administração e Execução de Políticas Públicas. Serviço Social : Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: CEFESS/ ABEPSS, 2009. HABER, Esmeralda Mendes. A Área de Assistência Social Pública no contexto brasileiro. Revista Polêmica nº 01 – Belém: CRESS 1ª região, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Senado Federal. Constituição Federal de 1988. _______. Lei Federal nº 8.742 de 7 de dezembro de 1993. Lei Orgânica da Assistência Social. Dispõe sobre a Organização da assistência social e dá outras providências. _______. Lei Federal n.8.080, de 19 de setembro de 1990. Lei Orgânica da Saúde. .Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. _______. Lei Federal n. 8.142, de 28 de dezembro de 1990.Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde ( SUS ) e transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. _______ MDS / SNAS. Política Nacional de Assistência Social. Brasília, novembro de 2004. Norma Operacional Básica- NOB / SUAS- 2005 SCHONS, Selma Maria. Assistência Social entre a ordem e a “des-ordem” São Paulo: Cortez, 1999. SIMÕES, CARLOS. Curso de Direito do Serviço Social.São Paulo: Cortez,2007 SPOSATI, Aldaíza. O primeiro ano do Sistema Único de Assistência Social. Revista Serviço Social e Sociedade nº 87. São Paulo: Cortez, 2008. DISCIPLINA: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS II (60h) EMENTA: A disciplina se propõe ao debate de temáticas vinculadas às linhas de pesquisa nas quais se inserem os projetos de pesquisas dos alunos concluintes do Curso de Serviço Social enfocando a apreensão e discussão de conteúdos voltados à construção de uma base teórico-conceitual que subsidie os alunos nas análises dos objetos de estudo propostos para pesquisa e qualifique a elaboração dos trabalhos de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACOSTA, Rojas Ana. Maria Amália Faller Vitale,(org) et al. Familias, Redes Laços e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez: IEE – PUC –SP,2007 MELLO, Luiz. Novas Famílias: conjugalidades homossexual no Brasil contemporâneo. Rio de Janeiro: Garamond, 2005. MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (1999), Fala galera. Juventude, violência e cidadania no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro NERI, Anita Liberalesso(org). Idosos no Brasil: vivências, desafios e expectativas de vida na terceira idade. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, Edições SESC, 2007. PONTES, Reinaldo, CRUZ, Cláudio e MELO, Jane. Relações Sociais e Violências nas Escolas. Belém-PA: Editora Unama, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEGENNSZANJH, R. Desafios da gestão democrática das políticas sociais. . In Capacitação em serviço social e política social, módulo 3. – Brasília UnB, CEAD, 2000. DEMO, Pedro. Serviço Social: direitos Humanos e Políticas Sociais, nº8, ed. ser/UNB, 2001. FALEIROS, V. P. Natureza e desenvolvimento das políticas sociais no Brasil.. In Capacitação em serviço social e política social, módulo 3. – Brasília UnB, CEAD, 2000. PNAD 2008 - Aspectos Complementares de Educação, Afazeres Domésticos e Trabalho Infantil. DISCIPLINA: ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS SOCIAIS (60h) EMENTA: A disciplina está centrada no estudo dos conceitos e fundamentos requeridos à elaboração e gerenciamento de projetos sociais como unidade de planejamento. Discute os conceitos de Responsabilidade Social, Indicadores Sociais; Balanço Social, Marketing Social, Certificação Social e captação de recursos. Aborda os elementos essenciais para a elaboração de projetos sociais visando o domínio dos recursos metodológicos necessários à sua execução. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAYBROOKE, David; LINDBLON, Charles E. Uma estratégia de decisão social. Rio de Janeiro: ZAHAR, 1972. COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de Projetos Sociais. 6ª. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. CONTADOR, Cláudio R. Projetos Sociais: avaliação e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2000. TORRES, João Camillo de Oliveira. Instituições políticas e Sociais do Brasil. São Paulo: Coleção FTD, 1965. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 67 CAMARGO, M. Franco de, et all. Gestão do terceiro setor no Brasil. São Paulo: Futura, 2002. MELO NETO, Francisco Paulo de; FROES, César. Responsabilidade social e cidadania empresarial: a administração do terceiro setor. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. NAVES, R. Novas possibilidades para o exercício da Cidadania. In: PINSKY, J. (Org.). História da Cidadania. São Paulo: Contexto, 2003. VITA, A. Sociologia da sociedade brasileira. 7ed. São Paulo: Ática, 1998. ________. Teorias da globalização. Cadernos dos Problemas Brasileiros. São Paulo, n. 318. nov./dez, 1996. DISCIPLINA: TEMAS CONTEMPORÂNEOS (60h) EMENTA: Este componente curricular possibilita uma reflexão sobre a sociabilidade humana contemporânea, articulando um debate teórico sobre temas da vida cotidiana a partir da mediação entre os espaços nacional e a realidade urbana. Prioriza os temas da atualidade. Fornece subsídios para a compreensão dos diferentes aspectos e problemas da vida social contemporânea, sua expressão institucional e o papel desempenhado pelos diferentes sujeitos sociais frente às transformações em curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA e COMPLEMENTAR Em face da natureza do componente curricular as referências serão definidas no semestre em que a disciplina for ofertada. DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III (160h) EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a acompanhar, supervisionar e avaliar o aluno no terceiro nível do estágio supervisionado, por meio de aulas teóricas e práticas. Está centrada na análise crítica do contexto organoinstitucional com ênfase na análise da política social pertinente à organização campo de estágio na qual o aluno está inserido. Discute a operacionalização do instrumental técnico-operativo do Serviço Social com base nos fundamentos teórico-metodológico e ético-políticos da profissão subsidiando o aluno para a elaboração e execução do Plano de Estágio III e a intervenção profissional qualificada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABEPSS. Política Nacional de Estágio – PNE. ABEPSS – Brasília, 2010. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e exercício profissional. São Paulo: Cortez, 2009. MORAES, Marilda Martins. Orientações para a elaboração do Plano de Estágio. Curso de Serviço Social, Laboratório de Serviço Social. UNAMA, Belém, 2011. UNAMA. Diretrizes Curriculares de Estágio Supervisionado do Curso de Serviço Social. Belém: UNAMA, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CFESS. Código de Ética Profissional do Assistente Social. (9ª Edição). Conselho Federal de Serviço Social. Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações introduzidas pelas Resoluções CFESS nº 290/94, 293/94, 333/96 e 594/11. _____. LEI N.º 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social, já com a alteração trazida pela Lei N.º 12.317, de 26 de agosto de 2010. _____. Resolução Nº 533, de 29 de setembro de 2008 que regulamenta a supervisão direta de estágio no Serviço Social. CFESS, 2008. GUERRA, Yolanda & BRAGA, Maria Elisa. Supervisão em Serviço Social. In: In: Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CEFESS / ABEPSS, 2009. MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem – relatório, laudos e pareceres. São Paulo: Veras Editora; Lisboa: CPIHTS, 2003.. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (TCC II) (40h) EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a permitir a orientação teóricometodológica voltada à execução da pesquisa, à sistematização e análise de dados teóricos e empíricos coletados no campo de pesquisa e cujos resultados deverão ser estruturados em forma de artigo científico e apresentados (defesa oral) à banca examinadora do Trabalho de Conclusão do Curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CFESS. Curso de Capacitação em Serviço Social e Política social. Módulo 5. Intervenção e Pesquisa em Serviço Social. UnB/CEAD/CFESS, Brasília, 2001. GOLDENBER, Mirian. A Arte da Pesquisa: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 11a Ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. HORTÊNCIA, de Abreu Gonçalves. Manual de Artigos Científicos. São Paulo: Editora Avercamp, 2004. UNAMA. Diretrizes do TCC do Curso de Serviço Social. Laboratório de Serviço Social (LSS). Belém, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO, C.R. Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense, 1989. CARVALHO, Maria Cecília (org). Metodologia Científica: fundamentos e técnicas construindo o saber. Campinas: Papirus, 1991. DEMO, Pedro. Pesquisa e Construção do Conhecimento. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1994. MINAYO, Maria C. de Souza. O Desafio do Conhecimento. 3a ed. São Paulo: HUCITC, 1994. THIOLLENT, M. Metodologia de Pesquisa Ação. São Paulo: Cortez, 1999. 69 UNAMA. Normalização do trabalho acadêmico. UNAMA, 2011. Disponível em www.unama.br/biblioteca DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (Optativa) (40h) EMENTA: A disciplina estuda a conceituação e caracterização da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como forma de comunicação e expressão do surdo. Discute os pressupostos teóricos, históricos, filosóficos, sociológicos, pedagógicos e técnicos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e instrumentaliza os alunos à utilização da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS na comunicação com o portador de deficiência auditiva como reconhecimento dos seus direitos e competências como sujeito e cidadão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Especial, Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. 1998. v. III (série Atualidades pedagógicas,n.4). (3719 A886e) BRITO, L. F. Por uma gramática da Língua de Sinais - Tempo Brasileiro - Rio de Janeiro.1995. (419.B862p) QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. v. 1. (419,Q1 ) ___________________ Educação de surdos: a aquisição da linguagem. 1. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. v. 1. (371912 Q1 e) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingüe da Língua de Sinais Brasileira Vol I e II. São Paulo: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 2001. COUTINHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa. Semelhanças e diferenças. João Pessoa: Gráfica e Editora Arpoador, 2000. DAMÁZIO, Mirlene F.M. (Org.). Língua de sinais brasileira no contexto do ensino superior – Termos técnicos científicos. Uberlândia/MG: Editora Gráfica Hebrom, 2005. FELIPE, Tanya. LIBRAS em contexto. Curso Básico. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Especial, 2007. PIMENTA, Nelson ; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de Libras 1. ed. Rio de Janeiro: LSB Vídeo, 2006. v. 1. SÁ, Nídia L. Educação de surdos: a caminho do bilingüismo. Niterói: EDUFF, 1999. XVIII – CORPO DOCENTE Professor (a) Maior Titulação Regime Disciplinas de Trabalho Horista Direito e Legislação Social Tempo Leitura e Produção de Integral Texto Tempo Pesquisa em Serviço Integral Social I; Adelvan Olivério Silva Mestre Amarilis Izabel Alves Tupiassu Doutor Andréa Mello Pontes Doutor Ângela do Nascimento Oliva Doutor Tempo Integral Cláudio Roberto Rodrigues Cruz Doutor Tempo Integral Elias Leopoldo Serique Mestre Horista Eugênia Rosa Cabral Doutor Flávio Valentim de Oliveira Mestre Tempo Integral Horista Francisco do Nascimento Felix Heraldo Cristo Miranda Mestre Mestre Horista Horista Jane Simone Moraes de Melo Mestre Tempo Integral Katia Cristina de Souza Santos Mestre Tempo Parcial Luciano Silva Gomes Doutor Tempo Integral Maria das Graças da Silva Lima Mestre Maria Ivanete de Santana Felix Mestre Maria José Campos Moura Melo Mestre Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Integral Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia Mestre Tempo Integral Marilda Martins Campos Mestre Tempo Integral História do Serviço Social II; FTMSS I; TCCI FTMSS II; Movimentos Sociais; Política Social II; TCC I Fundamentos Psicológicos ao SS Gestão e Planejamento Social I; TCC I Fundamentos Filosóficos ao SS Estatística Fundamentos Antropológicos ao SS Formação Econômica, Social e Política do Brasil, TCC I Metodologia Científica; Política Social I; FTMSS IV; TCC I FTMSS III, Ética do Serviço Social; Estudo das Questões Amazônicas; TCC I Direito e Legislação Social Leitura e Produção de Texto Prática profissional II, Estágio Supervisionado I, Seminários Temáticos I, TCC I História do Serviço Social I, Pesquisa em Serviço Social II; TCC I e II Gestão e Planejamento Social II; TCC I 71 Rosália do Socorro da Silva Correa Rúbia Monteiro Pimentel Silvana Morhy Siqueira Mendes de Nóvoa Zoraide Leitão de Oliveira Doutor Mestre Tempo Integral Tempo Integral Mestre Horista Mestre Tempo Integral Ciência Política, TCC I Fundamentos Sociológicos ao SS, Economia Política, TCC I Fundamentos Psicológicos ao SS Prática Profissional I, Estágio Supervisionado II; TCC I