GUIA ACADÊMICO
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
BELÉM - PA
2014
UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA - UNAMA
REITOR
ANA CÉLIA BAHIA SILVA
PRÓ-REITOR DE ENSINO
EVARISTO REZENDE
PRÓ-REITORA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
NÚBIA MARIA DE VASCONCELOS MACIEL
DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EDUCAÇÃO
EVARISTO REZENDE
COORDENADORA DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
MARILDA MARTINS CAMPOS
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
I - ANTECEDENTES HISTÓRICOS
II - REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL
III – RECONHECIMENTO DO CURSO
IV - OBJETIVOS
V - BASES FILOSÓFICAS E PRINCÍPIOS NORTEADORES DA FORMAÇÃO
VI - PERSPECTIVA PEDAGÓGICA
VII - O PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL
VIIII - TITULAÇÃO
IX - COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
X- ÁREAS / CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
XI – ORGANIZAÇÃO DO CURSO
XII - CURRÍCULO PLENO
XIII - ESTÁGIO SUPERVISIONADO, ATIVIDADES COMPLEMENTARES E
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
XIV – TRABALHO INTEGRADO
XV - PROGRAMA DE MONITORIA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO
XVI - MATRIZ CURRICULAR
XVII - COMPONENTES CURRICULARES POR SEMESTRE – EMENTÁRIO E
BIBLIOGRAFIA
XVIII – CORPO DOCENTE
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
I - ANTECEDENTES HISTÓRICOS
O Curso de Serviço Social da Universidade da Amazônia foi implantado em 1984,
no então Centro de Estudos Superiores do Estado do Pará através do parecer nº
137/84 de 17 de fevereiro de 1984 do Conselho Federal de Educação. O relatório
produzido pela Comissão Verificadora, autorizada pelo citado parecer serviu de
base para o Parecer nº 620/84, de 12 de setembro de 1984 do eminente
Conselheiro do CFE, Sr. Francisco Guido de Santana, homologado pela
excelentíssima senhora Dra. Ester de Figueiredo Ferraz, à época, Ministra da
Educação. Em 07 de novembro de 1984 o Curso de Serviço Social foi autorizado
pelo Ministério da Educação, através do Decreto nº 90.405/84, publicado no Diário
Oficial da União de 08 de novembro de 1984, Seção I, página 16.391, e
reconhecido pela Portaria MEC nº 366, de 14/06/1989, publicada no Diário Oficial
da União do dia 15/06/1989. Sua concepção, bases filosóficas e princípios,
expressos no primeiro Projeto Pedagógico do Curso (1991, p. 31):
O Curso foi concebido de acordo com os parâmetros
estabelecidos na Resolução nº 06/82 – CFE que definiu o
novo currículo mínimo para os cursos de Serviço Social,
tendo como fundamentos os princípios que inspiram a
instituição educacional na qual está inserida a profissão a
que serve e as peculiaridades da Região Amazônica, na
qual se encontra instalado.
Iniciado, efetivamente, em 02 de fevereiro de 1985, com 60 vagas, o Curso foi
estruturado segundo o regime anual. O currículo pleno distribuído em 04 (quatro)
anos contava com uma carga horária total de 3.240 horas.
Em 1988 formou-se a primeira turma de assistentes sociais, ao mesmo tempo em
que se aprovava o Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social - o primeiro
a ser formulado pela União das Escolas Superiores do Pará (UNESPA) e que
estabeleceu uma nova base curricular para a formação profissional do assistente
social.
As modificações realizadas no Currículo Pleno do Curso visavam definir e/ou
viabilizar o alcance dos seguintes objetivos terminais:
5
a) Formar profissionais habilitados para atuarem de maneira
crítica e competente, a partir da compreensão do
pluralismo das teorias sociais, nas questões sócioeconômicas, políticas e culturais da realidade latinoamericana, nacional, regional e, em particular, paraense;
b) Possibilitar
experiências práticas, conscientes e
diversificadas que contemplem a área de atuação do
Serviço Social, no âmbito das políticas sociais do Estado
e das organizações Populares, integrando o campo de
trabalho, a partir de uma sistemática curricular que vise
ao desenvolvimento de seminários, estágios e trabalho
de conclusão de curso, com estratégias para a sua
consecução;
c) Formar profissionais com habilitações específicas,
conforme a demanda da profissão, aliadas aos interesses
pessoais do aluno, através do oferecimento de disciplinas
optativas ao graduando;
d) Aproximar o Curso – formação profissional – do meio
profissional, através do oferecimento destes mesmos
cursos de habilitação aos profissionais já formados,
oportunizando o intercâmbio de conhecimentos e
aprofundamento técnico-prático do serviço Social,
colocando definitivamente a escola à serviço das
demandas profissionais (UNESPA, 1991, p. 34).
Desse modo, o modelo do Curso, seus conteúdos programáticos, suas propostas
técnico-metodológicas e filosóficas e as estratégias operacionais utilizadas no
decorrer da formação do aluno expressavam o processo pelo qual se definiria o
perfil do profissional a ser engajado no mercado:
(...) profissionais capazes de responder às demandas atuais
da profissão, bem como, identificar as demandas potenciais
alocadas à profissão pela sociedade. Dentro de um contexto
conjuntural, tornar-lhe possível a definição de uma prática
alternativa face às questões que se lhe apresentem,
garantindo assim, o constante avanço da profissão. Outro
ponto que se destaca no perfil do profissional está
relacionado ao seu desenvolvimento político e militância
comprometida com as classes dominadas, com intuito de
desenvolver sua prática numa linha libertária e
transformadora, oportunizando, assim, o desenvolvimento
pleno da sociedade e do homem que dela participa
(UNESPA, 1991, p. 35).
O Projeto Pedagógico do Curso idealizado em 1988 concluiu a implantação do
seu currículo (definido ano a ano) em 1993, formando, neste ano, a primeira
turma no novo currículo. Este se manteve inalterado em sua estrutura central até
1995, tendo sido executadas apenas alterações suplementares para adaptação
às questões conjunturais.
Em 1996, 2001, 2003 foram feitas amplas revisões. Em 1996 o currículo pleno
passou a contar com 34 componentes curriculares incluindo as habilitações,
totalizando 176 créditos e 3.276 h (três mil duzentas e setenta e seis horas) de
carga horária total.
A partir de 2002, com base nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais, a
estrutura curricular do Curso diminuiu de cinco para quatro anos contando com 29
componentes curriculares (excluindo-se a partir deste ano as habilitações),
passando a totalizar 136 créditos e 3.213 h (três mil duzentas e treze horas) de
carga horária total.
O currículo do Curso de Serviço Social que passou a vigorar a partir de 2004 é
resultado destas revisões. Dentre os fatores que motivaram o delineamento das
alterações propostas em 2004 destacam-se:
a) a adoção do regime semestral: o curso passa a se desenvolver em oito
semestres;
b) maior atenção às demandas técnico-operativas da profissão como expressão
de uma sintonia com o que efetivamente vem sendo exigido dos assistentes
sociais no contexto das políticas sociais (tanto no setor público como no privado).
A vinculação com os campos de estágio constitui-se a fonte básica da apreensão
das novas exigências ao fazer técnico profissional;
c) adequação às novas diretrizes curriculares definidas pelo MEC (Parecer
nº492/2001) tornando-se este o principal parâmetro a delimitar conteúdos e
disciplinas;
d) investimento na transversalidade com as questões amazônicas, sendo esta,
uma marca diferencial do Curso. O estudo das questões amazônicas presente no
conteúdo das disciplinas do Curso expressa a coerência com a missão da
UNAMA: “educação para o desenvolvimento da Amazônia”. Trata-se, portanto, de
uma obrigação e não opção.
De 2004 a 2007 o currículo pleno do Curso se efetivou com carga horária
semestral total de 2.736 h/a (duas mil setecentas e trinta e seis horas/aula), sendo
1.944 h/a (mil novecentas e quarenta e quatro horas aula) de Carga Horária
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Teórica e 792h/a (setecentas e noventa e duas horas aula) de Carga Horária
Prática, totalizando 37 componentes curriculares correspondendo a 130 créditos.
Considerando a necessidade de reformulação curricular para adaptação ao
calendário de 20 semanas letivas por semestre o Conselho de Centro de Ciências
Humanas e Educação (CONCCHE) aprovou, em reunião realizada no dia 22 de
janeiro de 2008, (Resolução CONCCHE 005/2008) a Reestruturação Curricular do
Curso de Graduação em Serviço Social. O currículo pleno passou a ter carga
horária total de 3.560 h (três mil quinhentas e sessenta horas) sendo 2.160 h/a
(duas mil cento e sessenta horas-aula) de Carga Horária Teórica (CHT) e 1.400
h/a (mil quatrocentas e sessenta horas-aula) de Carga Horária Prática (CHP).
Desse modo, a nova matriz curricular do Curso de Serviço da Unama passou a
contar com 36 (trinta e seis) componentes curriculares totalizando 131 (cento e
trinta e um) créditos, distribuídos em 8 (oito) semestres.
Em 2010, atendendo as determinações legais do MEC concernente à inclusão
do componente curricular Língua Brasileira de Sinais – Libras, o Curso passou a
ofertar a referida disciplina como optativa.
Em 2011, consoante à apreensão das novas exigências postas à profissão e ao
fazer técnico profissional e, considerando a necessidade do fortalecimento da
formação com ênfase numa educação integral, interdisciplinar, emancipadora, o
Curso de Serviço Social da Unama reestrutura-se, sem, contudo, distanciar-se
dos princípios que o sustentam desde a sua gênese, comprometidos com a
formação do espírito crítico-reflexivo dos futuros assistentes.
Neste sentido, a nova estrutura curricular proposta remete tanto às demandas
técnico-operativas postas à profissão, como expressão de uma sintonia com o
que efetivamente está sendo exigido dos assistentes sociais no contexto
socioeconômico e político brasileiro mais amplo, quanto no investimento na
formação profissional voltada à intervenção qualificada nas diferentes expressões
da questão social na Amazônia.
A transversalidade o estudo das questões amazônicas presente no conteúdo das
disciplinas que integram a nova matriz curricular constitui-se, portanto, numa
marca diferencial do Curso e expressa a sua coerência com a missão maior da
UNAMA: “Educação para o desenvolvimento da Amazônia”. Trata-se, portanto, de
uma obrigação e não uma opção.
O novo Projeto Pedagógico do Curso (Resolução CONSEPE Nº015/2012)
implantado no primeiro semestre de 2012, integra em seu currículo pleno, 43
(quarenta e três) componentes curriculares, sendo, 37 (trinta e sete) incorporados
da estrutura anterior e 06 (seis) novos componentes, totalizando 155 (cento e
cinquenta e cinco) créditos. A carga horária total do curso passa a contar com
3.600 h/a (três mil e seiscentas horas-aula), sendo: 2.600 h/a (duas mil e
seiscentas horas-aula) de Carga Horária Teórica (CHT), 760 h/a (setecentas e
sessenta horas-aula) de Carga Horária Prática, destas, 480h (quatrocentas e
oitenta horas) estão voltadas às atividades de Estágio Supervisionado no campo
de estágio (CHP) e 240h de Atividades Complementares.
Na estrutura organizacional da Unama, o Curso de Serviço Social está vinculado
ao Centro de Ciências Humanas e Educação, funcionando no Campus Alcindo
Cacela. Compõe a estrutura do Curso, o Laboratório de Serviço Social. Esta
instância visa articular a relação teoria-prática ao longo da formação. Para isso
desenvolve atividades nas áreas de ensino, pesquisa e extensão envolvendo o
acompanhamento do estágio, curricular obrigatório, estudos e pesquisas,
articulação interinstitucional e produção científica, entre estas o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC).
O LSS também propicia aos alunos e professores apoio teórico-pedagógico e
orientação acadêmica. Para concretizar suas finalidades promove atividades de
visita às turmas, visitas institucionais, articulação com organizações campos de
estágio, promove encontros com os assistentes sociais orientadores de estágio,
oficinas com as turmas, dentre outras atividades. Além disso, coordena a
divulgação da produção científica de discentes e docentes de Serviço Social. É
também
de
responsabilidade
do
Laboratório
de
Serviço
Social
o
acompanhamento das Atividades Complementares, com carga horária de 240
horas/aula que deverão ser integralizadas ao longo do curso. Estas atividades
compreendem: monitoria, visitas monitoradas, iniciação científica, projetos e
cursos de extensão, publicação de produção científica, participação em
seminários, publicação de produção científica e outras definidas no plano
acadêmico do curso (Diretrizes Curriculares Parecer CNE/CES 492/201).
9
As diretrizes do Curso de Serviço Social emanam das deliberações da
Congregação do Curso formada por todos os seus docentes e pela
Representação Estudantil.
O Curso mantém articulações com outros Cursos, cujas disciplinas integram o
currículo pleno do Serviço Social: Licenciaturas em Ciências Sociais, Letras,
Pedagogia, Geografia, História, Matemática e Artes, Psicologia e Direito, sendo
essa articulação atribuição da Coordenação de Curso.
II – REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL
O ensino de Serviço Social no Brasil, em nível superior, foi estruturado pela Lei n o
1.889 de 13 de junho de 1953 e regulamentado pelo Decreto no 25.311 de 02 de
abril de 1964, mas as primeiras escolas de formação profissional surgiram a partir
de 1936.
Como profissão, no Brasil, o Serviço Social teve sua primeira regulamentação em
1957 pela Lei no 3.252 de 27 de agosto de 1957. Esta Lei foi revogada em 1993
pela atual Lei de regulamentação profissional, Lei nº 8662/93, de 07 de junho de
1993.
III - RECONHECIMENTO DO CURSO
O Curso de Serviço Social da UNAMA foi autorizado pelo Ministério da Educação
em 07 de novembro de 1984, através do Decreto nº 90.405/84, publicado no
Diário Oficial da União de 08 de novembro de 1984, Seção I, página 16.391, e
reconhecido pela Portaria MEC nº 366, de 14/06/1989, publicada no Diário Oficial
da União do dia 15/06/1989.
IV – OBJETIVOS
Formar profissionais com capacidade teórico-metodológica e ético-política para
interpretar a realidade social e os fenômenos dela derivados; atender com
competência analítica e técnica, às demandas sociais nacionais e regionais,
desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão que contemplem o
enfrentamento da questão social e de suas múltiplas expressões
na Região
Amazônica; atuar no planejamento, gestão, execução, avaliação e controle social
de políticas públicas e privadas com vistas à realização dos direitos sociais e
ampliação da cidadania.
V - BASES FILOSÓFICAS E PRINCÍPIOS NORTEADORES DA
FORMAÇÃO
A formação em Serviço Social na Unama se fundamenta na compreensão crítica
da sociedade capitalista e está comprometida com os valores e princípios éticos
da profissão definidos no Código de Ética de 1993 (Resolução CFESS Nº 273/93
de 13 de Março de 1993).
São princípios éticos fundamentais do Serviço Social:
I-
Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas
políticas a ela inerentes - autonomia, emancipação e plena expansão dos
indivíduos sociais;
II- Defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do
autoritarismo;
III- Ampliação e consolidação da cidadania, considerada tarefa primordial de toda
sociedade, com vistas à garantia dos direitos civis sociais e políticos das
classes trabalhadoras;
IV- Defesa do aprofundamento da democracia, enquanto socialização da
participação política e da riqueza socialmente produzida;
11
V- Posicionamento em favor da eqüidade e justiça social, que assegure
universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e
políticas sociais, bem como sua gestão democrática;
VI- Empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o
respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e
à discussão das diferenças;
VII- Garantia do pluralismo, através do respeito às correntes profissionais
democráticas existentes e suas expressões teóricas, e compromisso com o
constante aprimoramento intelectual;
VIII-
Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de
uma nova ordem societária, sem dominação-exploração de classe, etnia e
gênero;
IX- Articulação com os movimentos de outras categorias profissionais que
partilhem dos princípios deste Código e com a luta geral dos trabalhadores;
X- Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o
aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional;
XI- Exercício do Serviço Social sem ser discriminado, nem discriminar, por
questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade,
opção sexual, idade e condição física.
VI – PERSPECTIVA PEDAGÓGICA
O Curso se norteia pela metodologia educacional que considera o graduando
sujeito do seu próprio conhecimento, o que significa estimular, permanentemente,
o potencial criativo e intelectual no seu processo formativo. Entende, também, que
na relação docente-discente o professor é um facilitador do processo ensinoaprendizagem, que através da utilização de estratégias didáticas modernas
estimulará o desenvolvimento da formação profissional do discente de forma
participativa, crítica e propositiva. O curso busca o alcance desta perspectiva
pedagógica através da articulação de atividades de ensino - pesquisa - extensão,
potencializando a relação teoria-prática na formação profissional utilizando
variadas estratégias de ensino: seminários, estudos dirigidos, oficinas, vivências,
estudos interdisciplinares, etc.
VII - O PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL
Na sociedade contemporânea, o profissional de Serviço Social é uma exigência
civilizatória. Os movimentos sociais dos últimos anos apontam como objetivo
maior a afirmação da cidadania enquanto um bem público, um patrimônio da
sociedade. O trabalho do Assistente Social se encontra nos vários processos de
afirmação da cidadania: na proteção social às famílias em situação de risco e
vulnerabilidade social, às crianças e adolescentes vítimas de abusos, abandonos
e maus tratos, aos idosos empobrecidos e vitimados pelo dilaceramento de laços
familiares e comunitários, entre outros.
Desse modo, busca-se a formação de um profissional que:
 Atue nas expressões da questão social, formulando e implementando
propostas de intervenção para seu enfrentamento, com capacidade de promover
o exercício pleno da cidadania e a inserção criativa e propositiva dos usuários do
Serviço Social no conjunto das relações sociais e no mercado de trabalho.

Seja dotado de capacidade teórica e metodológica para interpretar a
realidade social e os fenômenos dela derivados: exclusão social; pobreza:
vulnerabilidade social; conflito familiar; violência doméstica e infanto-juvenil, entre
outras.
 Esteja habilitado tecnicamente para intervir nas demandas profissionais:
habilitado
para
coletividades;
elaborar
prestar
projeto;
serviços
parecer
a
técnico;
organismos
atender indivíduos e
governamentais
e
não
governamentais, empresas, entre outros.
 Tenha competência para gerenciar organizações sociais, unidades
executoras de políticas sociais, setores de Serviço Social (em organismos
públicos ou privados), dirigir setores responsáveis pelo desenvolvimento de
recursos humanos e integrar equipes interdisciplinares.
13
 Tenha habilidade para atuar com pessoas de diferentes condições
sociais, econômicas, políticas e ideológicas: homens, mulheres, crianças,
adolescentes, idosos, portadores de necessidades especiais e a outros
segmentos populacionais.
 Preparado para atender com competência analítica e técnica, às
demandas regionais, através de atividades de ensino, pesquisa e extensão que
contemplem a intervenção qualificada no enfrentamento das múltiplas expressões
da questão social presentes na Região Amazônia.
VIII - TITULAÇÃO
O profissional formado no Curso de Serviço Social receberá a titulação de
Bacharel em Serviço Social.
IX
COMPETÊNCIAS
DESENVOLVIDAS
E
HABILIDADES
A
SEREM
De acordo com as Diretrizes Curriculares as competências e habilidades gerais a
serem desenvolvidas na formação profissional devem viabilizar a capacitação
teórico-metodológica e ético-política, como requisito fundamental para o exercício
de atividades técnico-operativas, com vistas à:
 Compreensão do significado social da profissão e de seu desenvolvimento
sócio-histórico, nos cenários internacional e nacional, desvelando as
possibilidades de ação contidas na realidade;
 Identificação das demandas presentes na sociedade, visando a formular
respostas profissionais para o enfrentamento da questão social;
 Utilização dos recursos da informática.
A formação profissional deverá desenvolver competências e habilidades
específicas, possibilitando aos egressos a capacidade de:
 Elaborar, executar e avaliar planos, programas e projetos na área social;
 Contribuir para viabilizar a participação dos usuários nas decisões
institucionais;
 Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais;
 Realizar pesquisas que subsidiem formulação de políticas e ações
profissionais;
 Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública,
empresas privadas e movimentos sociais em matéria relacionada às políticas
sociais e à garantia dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade;
 Orientar a população na identificação de recursos para atendimento e
defesa de seus direitos;
 Realizar visitas, perícias técnicas, laudos, informações e pareceres sobre
matéria de Serviço Social.
X - ÁREAS / CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
O mercado de trabalho do assistente social situa-se, principalmente, nas áreas
das políticas sociais públicas e privadas, ou seja, o assistente social é requisitado
para o planejamento, a gestão e a execução de programas, projetos e serviços
sociais, situados de forma ampla nas seguintes áreas e instituições:
1) Assistência Social Pública: Órgãos de Bem Estar Social; Centro de
Atendimento a Crianças e Adolescentes, Idosos, Migrantes, enfim, a população
em situação de risco social (Centros Sociais, FUNCAP, FUNPAPA, Secretarias
Municipais ou Estaduais de Assistência Social, etc.);
2) Saúde pública e privada: Secretarias de Saúde, Unidades Regionais de
Saúde, Centro de Saúde, Hospitais, Clínicas, Ambulatórios, Serviços de
Psiquiatria, de Maternidade, Pediatria, Centros de Reabilitação;
3) Previdência Social: órgãos da previdência social pública ou privada a nível
federal, estadual e municipal (INSS, IPASEP, IPAMB);
15
4) Área Empresarial: indústrias, empresas públicas e privadas, órgãos
patronais de Serviço Social (SESC, SESI);
5) Habitação:
Órgãos
de
financiamento
e
planejamento
habitacional,
companhias e cooperativas habitacionais, programas de desfavelamento.
6) Educação: Secretarias de Educação, escolas públicas e particulares, centros
de educação especial (portadores de deficiência), Centros de readaptação de
crianças, Universidades.
7) Área sócio-jurídica: Secretarias de Segurança Pública, Delegacias, Forças
Armadas, penitenciárias; Tribunais de Justiça, Promotorias, Defensorias Públicas.
8) Movimentos Sociais Populares: Associação de bairros e/ou moradores,
movimentos populares; comunidade de base, núcleos de produção comunitária e
cooperativados;
9) Terceiro Setor: Organizações Não-Governamentais, Cooperativas Rurais e
Urbanas,
Cooperativas
Habitacionais,
etc.,
enquanto
novas
formas
de
organização da produção e do trabalho
10) Conselhos de Políticas Públicas: Conselho dos Direitos da Criança e do
Adolescente, Conselhos de Saúde, Conselhos da Assistência Social, Conselhos
dos Idosos nas esferas federal, estadual e municipal;
11) Ensino e Pesquisa em Serviço Social: prática de ensino para o Curso de
Serviço Social e participação em pesquisas sociais;
12)
Supervisão em Serviço Social: em instituições públicas ou particulares,
em escolas, em escritórios particulares ou como profissional autônomo
(assessoria e consultoria).
XI - ORGANIZAÇÃO DO CURSO
Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em
Serviço Social, integrantes dos Pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001 o
Curso de Serviço Social da Unama está organizado atendendo às seguintes
orientações:
 Flexibilidade dos currículos plenos, integrando o ensino das disciplinas com
outros componentes curriculares, tais como: oficinas, seminários temáticos,
estágio, atividades complementares;
 Rigoroso trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e do
Serviço Social, que possibilite a compreensão dos problemas e desafios
com os quais o profissional se defronta;
 Estabelecimento das dimensões investigativa e interpretativa como
princípios formativos e condição central da formação profissional, e da
relação teoria e realidade;
 Presença da interdisciplinaridade no projeto de formação profissional;
 Exercício do pluralismo teórico-metodológico como elemento próprio da
vida acadêmica e profissional;
 Respeito à ética profissional;
 Indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional na atividade
de estágio.
XII - CURRÍCULO PLENO
A organização curricular do Curso de Serviço Social da Unama abre novos
caminhos para a construção de conhecimentos como experiência concreta no
decorrer da formação profissional. Sua estrutura busca superar as fragmentações
do processo de ensino e aprendizagem tendo como sustentação o tripé dos
conhecimentos constituídos pelos núcleos de fundamentação da formação
profissional, quais sejam:
a) NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA
SOCIAL: Compreende um conjunto de fundamentos teórico-metodológicos e
ético-políticos para conhecer o ser social enquanto totalidade histórica,
fornecendo os componentes fundamentais para a compreensão da sociedade
burguesa em seu movimento contraditório.
b) NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DA
SOCIEDADE
BRASILEIRA:
Remete
à
compreensão
dessa
sociedade,
17
resguardando as características históricas particulares que presidem a sua
formação e desenvolvimento urbano e rural em suas diversidades regionais e
locais. Compreende ainda a análise do significado do Serviço Social em seu
caráter contraditório, no bojo das relações entre classes e destas com o Estado,
abrangendo as dinâmicas institucionais nas esferas estatal e privada.
c) NÚCLEO
DE
FUNDAMENTOS
DO
TRABALHO
PROFISSIONAL:
Compreende todos os elementos constitutivos do Serviço Social como uma
especialização do trabalho: sua trajetória histórica, teórica, metodológica e
técnica, os componentes éticos que envolvem o exercício profissional, a pesquisa,
o planejamento e a administração em Serviço Social e o estágio supervisionado.
Tais elementos encontram-se articulados por meio da análise dos fundamentos
do Serviço Social e dos processos de trabalho em que se insere, desdobrando-se
em conteúdos necessários para capacitar os profissionais ao exercício de suas
funções, resguardando as suas competências específicas normatizadas por lei.
XIII - ESTÁGIO SUPERVISIONADO, TRABALHO DE CONCLUSÃO
DE CURSO E ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A atividade de supervisão direta de estágio em Serviço Social constitui momento
ímpar no processo ensino-aprendizagem, pois se configura como elemento
síntese na relação teoria-prática, na articulação entre pesquisa e intervenção
profissional e que se consubstancia como exercício teórico-prático, mediante a
inserção do aluno nos diferentes espaços ocupacionais das esferas públicas e
privadas, com vistas à formação profissional, conhecimento da realidade
institucional, problematização teórico-metodológica (Resolução CFESS Nº 533, de
29 de setembro de 2008).
Desse modo, o estágio em Serviço Social é concebido como um conjunto de
atividades que se efetivam fora dos limites da sala de aula, pedagogicamente
definidas e articuladas a um projeto de formação profissional, garantindo ao aluno
a superação das limitações inerentes a esse espaço, no que se refere ao contato
com a prática profissional do Assistente Social.
O Curso de Serviço Social da UNAMA desenvolve atividades de estágio
curricular obrigatório1 e não obrigatório2.
O componente curricular Estágio Supervisionado totaliza uma carga horária de
480 (quatrocentas e oitenta) horas de atividades integralizadas em três níveis:
Estágio Supervisionado I (6º semestre), Estágio Supervisionado II (7º semestre) e
Estágio Supervisionado III (8º semestre).
Em cada nível de estágio o aluno deverá integralizar cento e sessenta (160) horas
de atividades distribuídas em oito (08) horas semanais, sendo seis (06) horas de
práticas em campo de estágio e duas (02) horas de atividades em sala de aula.
Para a consecução das atividades de estágio obrigatório o Curso de Serviço
Social da UNAMA conta com professores - Supervisores Acadêmicos e,
obrigatoriamente, pelo menos um assistente social - Supervisor de Campo em
cada instituição campo de estágio.
Para as atividades em sala de aula os alunos estagiários são distribuídos em subturmas sob a responsabilidade de um professor – Supervisor Acadêmico.
Ao Supervisor Acadêmico cumpre ministrar a disciplina Estágio Supervisionado,
acompanhando, orientando e avaliando o desempenho do aluno nas atividades
relacionadas ao estágio, verificando seu aprendizado e avaliando seu rendimento
em conformidade com o Plano de Ensino da disciplina visando a qualificação do
processo de formação e aprendizagem das dimensões técnico-operativas,
teórico-metodológicas e ético-política da profissão.
Ao assistente social - Supervisor de Campo cabe a inserção, acompanhamento,
orientação e avaliação do estudante no campo de estágio em conformidade com
o Plano de Estágio.
1
De acordo com o que estabelece a Lei 11.788, de 25 /09/2008, a Resolução CFESS Nº 533, de
29/09/ 2008, as Diretrizes Curriculares Nacionais e o Parecer CNE/CES Nº 15/2002.
2
Lei 11.788, de 25 /09/2008 e Resolução CONSEP Nº 072/2009 de 08/09/2009.
19
A responsabilidade ética e técnica da supervisão direta é tanto do Supervisor
Acadêmico quanto do Supervisor de Campo, cabendo a ambos o dever de:
I - Avaliar conjuntamente a pertinência de abertura e encerramento do campo de
estágio;
II - Acordar conjuntamente o início do estágio, a inserção do estudante no campo
de estágio, bem como o número de estagiários por supervisor de campo, limitado
a 01 (um) estagiário para cada 10 (dez) horas semanais de trabalho do
supervisor.
III - Planejar conjuntamente as atividades inerentes ao estágio, estabelecendo o
cronograma de supervisão sistemática e presencial, que deverá constar no Plano
de Estágio;
IV - Verificar se o estudante estagiário está devidamente matriculado no semestre
correspondente ao estágio curricular obrigatório;
V - Realizar reuniões de orientação, bem como discutir e formular estratégias para
resolver problemas e questões atinentes ao estágio;
VI - Atestar/reconhecer as horas de estágio cumpridas pelo estagiário na
instituição, bem como avaliar seu desempenho nas atividades desenvolvidas sob
sua supervisão..
No Curso de Serviço Social da UNAMA Supervisor Acadêmico é o professor
responsável pelas disciplinas Estágio Supervisionado I, II e III sendo de sua
responsabilidade o acompanhamento do aluno em sala de aula e a supervisão na
instituição campo de estágio.
São atribuições do professor Supervisor Acadêmico:
I – orientar e acompanhar o aluno em todo o processo de estágio;
II - supervisionar as atividades desenvolvidas pelo aluno no campo de estágio,
através de visitas mensais in loco;
III - elaborar e entregar ao Coordenador do Laboratório de Serviço Social – LSS
um cronograma semestral de visitas a campo;
IV - planejar o acompanhamento do estágio em consonância com o conteúdo
programático das disciplinas de Estágio Supervisionado I, II e III;
V - elaborar relatório mensal das visitas a campo, com informações detalhadas de
caráter quantitativo e qualitativo dos alunos sob a sua supervisão;
VI - entregar no LSS relatório mensal das visitas a campo até o quinto dia útil do
mês subseqüente;
VII- realizar leitura sistemática dos diários de campo, utilizando seu conteúdo
como um dos elementos dinamizadores do aprendizado em sala de aula;
VIII – analisar os conteúdos registrados pelo aluno no diário de campo adotando-o
como critério de avaliação do desempenho do estagiário no campo de estágio;
IX- entregar ao coordenador do LSS relatório semestral das visitas de supervisão
às instituições concedentes de estágio, constando avaliação das condições
exigidas para manutenção das mesmas como campos de estágio.
X- participar de reuniões quinzenais no LSS para estudo e acompanhamento do
processo de supervisão de estágio;
XI - participar de reuniões extraordinárias convocadas pelo LSS.
XII- receber dos alunos sob sua supervisão as fichas de freqüência mensal ao
campo de estágio devidamente assinadas e carimbadas pelo assistente social
orientador de campo e entregar no LSS até o dia 10 do mês subseqüente.
O Supervisor de Campo deve ser um assistente social regularmente inscrito no
Conselho Regional de Serviço Social, quite com as suas obrigações legais e
regimentais, indicado pela entidade ou organização concedente do Estágio,
devidamente conveniada com a UNAMA, sendo de sua responsabilidade o
acompanhamento do aluno estagiário nas atividades desenvolvidas na instituição
concedente do estágio.
São atribuições do assistente social Supervisor de Campo de estágio:
I – acolher e acompanhar os estagiários na instituição ou organização conveniada
(campo de estágio) situando-os sobre sua função, limites, população atendida e
outros aspectos conforme a especificidade organizacional;
21
II - possibilitar ao aluno estagiário o acesso a documentos que o auxiliem a
realizar a leitura da instituição conveniada;
III – avaliar o desempenho dos alunos estagiários em conformidade com os
instrumentos de avaliação fornecidos pela Universidade;
IV - participar de reuniões e encontros acadêmicos referentes ao estágio na
Universidade;
V - prestar orientação e realizar supervisão sistemática aos alunos estagiários sob
sua responsabilidade;
VI - inserir os alunos estagiários em ações e atividades inerentes ao Serviço
Social na instituição.
São atribuições do aluno estagiário:
I - construir o plano de atividades de estágio, seguindo parâmetros acadêmicos e
as exigências de trabalho da instituição;
II - fazer registros em seu Diário de Campo das atividades desenvolvidas na
instituição campo de estágio;
III - participar das reuniões de supervisão na instituição campo de estágio;
IV - elaborar relatórios bimensais das atividades desenvolvidas e entregar ao
professor Supervisor Acadêmico;
V - cumprir tarefas designadas pelo assistente social Supervisor de Campo e na
instituição conveniada;
VI - cumprir as atividades da disciplina Estágio Supervisionado em sala de aula;
VII - socializar sua experiência de estágio nas aulas da disciplina Supervisão de
Estágio;
VIII - desenvolver práticas e utilizar instrumentos técnico-operativos de Serviço
Social sob orientação do assistente social Supervisor de Campo;
IX - cumprir as normas da instituição concedente de estágio;
São atribuições do Laboratório de Serviço Social, referentes ao processo de
estágio:
I - mediar a formalização de convênios e termos de compromisso entre a UNAMA
e as instituições concedentes do estágio;
II - representar e responder junto ao Curso de Serviço Social da UNAMA em
questões referentes aos estágios obrigatório e não-obrigatório;
III- providenciar a distribuição e a alocação dos alunos-estagiários nas instituições
concedentes do estágio;
IV - fornecer indicativos para a continuidade ou não das instituições como campos
de estágio em função da qualidade da formação profissional;
V - coordenar o planejamento das disciplinas Estágio Supervisionado I, II e III.
VI - coordenar o processo de registro mensal e integralização da carga horária de
estágio alcançada pelo aluno-estagiário relativa aos Estágios Supervisionados I, II
e III;
O cumprimento do estágio obrigatório I, II e III, sob a forma remunerada ou não,
poderá ter a sua consecução nos seguintes espaços ocupacionais:
I – organizações comunitárias que desenvolvam trabalhos na área social e
tenham em seu quadro permanente de recursos humanos assistentes sociais;
II - instituições, órgãos ou empresas de natureza pública ou privada;
III - na instituição, órgão ou empresa onde o aluno mantenha vínculo
empregatício, desde que em setor compatível com a área de estágio escolhida e
em turno diferente do seu horário de trabalho;
IV - na própria estrutura da UNAMA em programas e serviços relacionados ao
Curso de Serviço Social ou ainda em projetos de pesquisa ou de extensão.
O estágio obrigatório é avaliado ao longo do período letivo através de contínua
verificação do rendimento do aluno-estagiário ao qual são atribuídas notas
parciais de conhecimento em participação nas atividades em sala de aula e no
campo de estágio.
A aprovação do aluno dependerá da frequência às atividades de estágio que não
poderá ser inferior a 75% do total de horas previstas e de média final igual ou
superior a 6 (seis) obtida nas duas avaliações intervalares (1ª e 2ª NI).
23
Para a avaliação do rendimento do aluno no componente curricular Estágio
Supervisionado serão utilizados os seguintes instrumentos:
1) Elaboração e cumprimento do Plano Individual de Estágio;
2) Apresentação de relatórios bimensais;
3) Apresentação do Diário de Campo;
4) Prova escrita aplicada pelo Supervisor Acadêmico em sala de aula;
O aluno estagiário que, tendo cumprido a carga horária mínima exigida e não
lograr aprovação por não ter alcançado a nota mínima exigida regimentalmente,
poderá submeter-se a nova avaliação, através da apresentação de um Relatório
Global, no qual demonstre seu aprendizado, sendo-lhe então atribuída uma nota
que valerá como nota substitutiva, conforme prevê o Regimento Geral da
UNAMA.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste na realização de um trabalho
científico individual, trazendo em seu conteúdo uma reflexão sistematizada da
aprendizagem realizada durante o curso, somada à experiência de estágio,
constituindo-se síntese do processo de formação profissional.
O TCC deve ser elaborado a partir das seguintes linhas de pesquisa e respectivos
eixos temáticos:
I- POLÍTICA SOCIAL, ESTADO E SOCIEDADE CIVIL: Políticas Públicas,
participação social, democracia e poder; Políticas Sociais: gestão e
avaliação; Movimentos sociais, processos organizativos, mobilização
popular, direitos sociais e cidadania;
II- TRABALHO
E
SERVIÇO
SOCIAL:
Reestruturação
produtiva
e
transformações no mundo do trabalho; Mercado de trabalho e processo de
trabalho do Serviço Social; Exercício profissional do assistente social na
contemporaneidade;
III- RELAÇÕES SOCIAIS, IDENTIDADE E CULTURA: Relações sociais de
gênero, geração, raça, etnia e família; Seguimentos sociais e ciclos de
vida: criança, adolescência, juventude, envelhecimento;
IV- QUESTÃO SOCIAL E EXPRESSÕES DA QUESTÃO SOCIAL: Expressões
contemporâneas da Questão Social: pobreza, desigualdade, exclusão
social, violências; Expressões da Questão Social na Amazônia; Conflitos
Sócio ambientais na Amazônia;
V- FORMAÇÃO PROFISSIONAL E SERVIÇO SOCIAL: Formação e cultura
profissional, Instrumentalidade do Serviço Social; Prática profissional.
O TCC no Curso de Serviço Social será apresentado sob a forma de artigo
científico, texto dissertativo, produto do processo investigativo sobre determinado
objeto de estudo. Do artigo deve constar um quadro de conceitos e categorias a
partir dos quais são analisados os dados, sendo que a ausência desses
elementos desqualifica o TCC enquanto artigo. Este deve evidenciar o processo
pelo qual o discente sistematiza questões teóricas e práticas pertinentes à
profissão e, portanto, deve apresentar interesses temáticos de Serviço Social.
O Trabalho de Conclusão de Curso se estrutura a partir de dois componentes
curriculares: TCC I e TCC II.
No componente curricular TCC I, o aluno elabora o projeto de pesquisa definindo
teoria, método e categorias de análise do objeto de estudo, devendo o projeto ser
aprovado em banca de qualificação.
No componente curricular TCC II, o aluno elabora o artigo científico e submete-o à
avaliação final mediante defesa oral à banca examinadora.
A avaliação dos componentes curriculares TCC I e TCC II constará de dois
momentos por semestre equivalentes à primeira e à segunda NI (Nota Intervalar).
A primeira NI do TCC I corresponde à avaliação do pré-projeto de pesquisa que
deverá conter: tema, delimitação do objeto de estudo, justificativa, objetivos (geral
e específicos), definição do campo de investigação, metodologia e bibliografia
consultada.
25
A segunda NI do TCC I corresponde à avaliação do projeto de pesquisa que
deverá conter: introdução, justificativa, objetivos (geral e específicos), referencial
teórico, metodologia, cronograma de execução e bibliografia. O projeto será
submetido à qualificação em banca examinadora, composta por dois membros: o
professor orientador e um examinador.
A primeira NI do TCC II corresponde à apreciação da elaboração preliminar do
artigo incluindo o referencial teórico de análise e a sistematização de dados
empíricos, quando for o caso.
A segunda NI do TCC II compreende a avaliação da versão final do artigo e a
defesa oral em banca examinadora composta por três membros (o orientador e
dois examinadores).
São critérios de avaliação final do TCC II pela banca examinadora:
1) o texto escrito apreciado nos seguintes aspectos: a) coerência teóricometodológica e b) organização técnico-formal;
2) apresentação oral apreciando-se os seguintes aspectos: a) coerência da
exposição com o conteúdo do artigo; b) capacidade de argumentação teórica e c)
domínio do conteúdo a partir das arguições.
A versão final do TCC deve ser entregue no Laboratório de Serviço Social – LSS,
mediante protocolo, em três vias encadernadas e mais uma versão digital (CD)
em data definida pela coordenação do LSS, em consonância com o calendário
anual da Unama.
O calendário definindo a data de defesa do TCC e a composição da banca
examinadora deve ser comunicada ao discente no ato da entrega do TCC.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares fazem parte da Estrutura Curricular do Curso de
Serviço Social, normatizadas pela Resolução CONSEPE nº 056/2002 e serão
desenvolvidas com carga horária mínima de 240 (duzentas e quarenta) horas,
devendo ser integralizadas ao longo do Curso, do 1º ao 8º semestres, sendo
vedada a integralização em apenas um período letivo.
Ficará impedido de receber seu diploma o aluno que não integralizar a carga
horária destinada às atividades complementares. Para integralização desta carga
horária o aluno poderá aproveitar horas decorrentes de participação em eventos
de interesse do Curso, tais como conferências, palestras, seminários, congressos
e cursos de curta duração; participação em atividades acadêmicas tais como
monitoria, programas de extensão e de iniciação científica, ação comunitária e
voluntariado, disponibilizadas pela Unama ou por outras instituições de natureza
pública ou privada.
O aluno deverá comprovar sua participação, mediante atestados, certificados ou
declarações, firmados por dirigentes da instituição promotora, constando o
período de realização, a carga horária e o nome do responsável ou responsáveis
pelas respectivas atividades. A contabilização acadêmica deverá ser requerida
pelo aluno junto ao Laboratório de Serviço Social, que encaminhará as
solicitações à Coordenação do Curso. À vista da documentação apresentada,
Coordenação validará ou não a carga horária do “evento”, encaminhando à
Secretaria do Centro/Curso para lançamento e à Secretaria Acadêmica para as
providências de contabilização e registro individual no histórico escolar do aluno.
A carga horária cumprida pelo aluno no decorrer do ano deverá ser comprovada
semestralmente, até 30 de junho e até 30 de novembro e, em sendo dias não
letivos, nos dias anteriores.
As atividades que podem ser reconhecidas para efeito de aproveitamento de
carga horária / créditos no componente Atividades Complementares do Curso de
Serviço Social são as seguintes:
1) Atividades de iniciação à docência e à pesquisa
 Exercício de monitoria
 Participação em pesquisas e projetos institucionais
 Participação em grupos de estudo/ pesquisa sob a supervisão de
professores e/ ou alunos de Pós – graduação.
 Participação em congressos, seminários, conferências, palestras, mostras,
exposições.
27
 Assistência a Defesas de Teses, Dissertações e TCC’s .
2) Publicações
 Artigos publicados em revistas impressas e eletrônicas.
 Monografias não curriculares.
 Apresentação de trabalhos em eventos científicos.
3) Vivência profissional complementar
 Realização de estágios não obrigatórios
 Participação em projetos sociais
 Participação em atividades de Extensão
 Outras atividades, consideradas relevantes para a formação dos alunos.
As Atividades Complementares têm diferentes aproveitamentos de carga horária,
conforme o detalhamento a seguir:
Quadro de Critérios de aproveitamento de Atividades Complementares
ATIVIDADE
CARGA
HORÁRIA
até 60 horas
e até 60 horas
Exercício de monitoria
Participação em pesquisas
projetos institucionais
Participação
em
grupos
de
estudo/pesquisa sob supervisão de
professores e/ou alunos de PósGraduação
Participação
em
congressos,
seminários,
conferências,
teleconferências,
palestras,
mostras, exposições, Salas de
Diálogo.
Defesas de Trabalho de Conclusão
de Curso, dissertações e teses
assistidas
Artigos publicados em revistas
Monografias não curriculares
Apresentação de trabalhos em
eventos científicos
Realização de estágio curricular
não obrigatório
Participação em projetos sociais
Outras atividades de extensão
até 60 horas
COMPROVAÇÃO
Declaração institucional
Relatório do Professor
Orientador
Relatório do Professor
Orientador
até 90 horas
Declaração/Certificado
até 30 horas
Declaração institucional
até 60 horas
até 60 horas
até 60 horas
Artigo publicado
Apresentação
da
monografia
Trabalho
apresentado/Certificado
Declaração institucional
até 60 horas
até 90 horas
Atestado de participação
Certificado
até 60 horas
(cursos, minicursos, oficinas)
Outras atividades consideradas até 120 horas Certificado
relevantes
Obs: Deverá ser respeitado o limite de carga horária por cada atividade
complementar acima descrita. Mesmo que haja autorização para a realização da
atividade complementar e atribuição de carga horária pela Coordenação do
Curso, não poderá ser aproveitada, para os fins do que dispõe esta
Regulamentação, a carga horária que ultrapassar o respectivo limite fixado no
quadro acima.
XIV – TRABALHO INTEGRADO
O Curso está pautado em iniciativas que priorizam a interdisciplinaridade,
com permanente integração teoria-prática. Dessa forma, o aluno deverá
desenvolver competências e habilidades críticas e de colaboração ativa sobre o
seu fazer, através da construção de relações com outras áreas do saber. Para tal,
deverão ser oferecidas atividades de ensino, pesquisa e extensão que
possibilitem a integração do aluno em atividades acadêmicas intra e extra sala de
aula.
Uma das estratégias para o alcance deste objetivo é a construção do
Trabalho Integrado semestral. Este deve ser associado, não como uma
metodologia específica, mas como uma concepção de ensino, uma maneira
diferente de suscitar a compreensão dos alunos sobre os conhecimentos que
circulam dentro e fora da Universidade.
Neste sentido, ao longo de cada semestre indicado na Matriz Curricular, o
aluno desenvolverá um Trabalho Integrado envolvendo as disciplinas do semestre
tendo como objetivos:
1. Abrir perspectivas para a construção do conhecimento a partir de
questões
humanas
complexidade;
ou
problemas
reais,
com
senso
crítico
e
29
2. Promover o entrelaçamento dos conteúdos das disciplinas em torno de
um tema ou problema comum;
3. Desenvolver a capacidade de organizar idéias e métodos de estudo,
bem como, a capacidade de trabalho em grupo, liderança, organização e
autonomia;
4. Integrar as diferentes áreas de conhecimento num real trabalho de
coordenação e trocas, aberto ao diálogo interdisciplinar a partir de um
planejamento integrado.
O produto acadêmico resultado do Trabalho Integrado deverá ser
desenvolvido sob a orientação dos professores das disciplinas envolvidas a partir
da definição prévia das atividades e critérios de avaliação a serem desenvolvidos
no período. O trabalho deve partir do estudo e pesquisa de um determinado tema
ou problema, e culminará com a elaboração de um produto acadêmico que
poderá se expressar na realização de um seminário, uma exposição, uma
produção audiovisual, uma campanha ou outra forma de evidenciar a produção
acadêmica.
Os professores envolvidos devem considerar que a construção do trabalho
é um processo de questionamentos e deve favorecer a aprendizagem dos alunos
a partir do estudo, da investigação a respeito de problemas relacionados com a
vida real, da sociedade, do mundo, do trabalho, da profissão, favorecendo a
leitura e interpretação da realidade a partir dos conteúdos disciplinares. Esta é
uma maneira de entender o sentido da formação, pois os alunos participam de um
processo de pesquisa que tenha sentido para eles, no qual possam aplicar
diferentes estratégias e meios de aprendizado.
Definem-se como momentos metodológicos do Trabalho Integrado:
1) Planejamento coletivo dos docentes: definição da proposta de trabalho
para o semestre e sua intenção / objetivos de aprendizagem; escolha do
tema/problema; definição dos conhecimentos prévios que possibilitem a
problematização do conteúdo e as estratégias de desenvolvimento do trabalho e,
sistema de avaliação;
2) Discussão com a turma, sensibilização, preparação, organização dos
grupos, problematização, formulação de propósitos. Esta discussão deverá ser
feita por todos os professores das disciplinas do semestre;
3) Execução: desenvolvimento das atividades e realização das estratégias
para buscar respostas às questões iniciais levantadas na problematização
confrontando e coordenando pontos de vista diferentes.
4) Apresentação do produto acadêmico;
5) Avaliação e Auto-Avaliação.
XV - PROGRAMAS DE MONITORIA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA E
EXTENSÃO
Esses programas têm o objetivo de despertar vocações para o magistério e para
o exercício de atividades de ensino, pesquisa, extensão e da administração
educacional, no âmbito da Universidade da Amazônia.
A escolha dos monitores e dos bolsistas de Iniciação Científica e de Extensão se
faz mediante seleção própria de acordo com o Edital para cada modalidade.
O acompanhamento do Programa de Monitoria é feito pela Coordenação do
Curso e pela Assessoria Pedagógica da Unama, cuja responsabilidade é garantir
a eficácia e a eficiência do Programa desde o processo seletivo, que conta,
também, com o apoio da Assessoria de Planejamento. A formação dos monitores
inicia quando de sua aprovação e, num processo contínuo perpassa todas as
etapas do semestre e/ou ano letivo, ou seja, desde o planejamento das suas
atividades, desenvolvimento e avaliação de desempenho.
O Programa de Bolsas de Extensão tem como objetivos:
 Estimular o desenvolvimento do pensamento científico e a criatividade;
 Complementar com atividades práticas o processo de formação iniciado em
sala de aula;
 Estimular o desenvolvimento de ações que possibilitem o processo de
intervenção social, a partir do conhecimento da realidade;
31
 Ampliar a produção acadêmica.
Os alunos do Curso de Serviço Social podem concorrer às vagas, entre outros,
nos seguintes Projetos Extensionistas:
 Observatório de Violências nas Escolas;
 Pólo Unama de Liberdade Assistida;
 Agenda Criança Amazônia;
O concurso abrange:
- Entrevista;
- Prova escrita.
O aluno participante do Programa de Iniciação Científica tem as seguintes
atribuições:
 Participar da elaboração de instrumentos de coletas de dados;
 Realizar coleta de dados, organizar banco de dados e sistematizar
informações coletadas, participando da análise dos mesmos;
 Realizar visitas técnicas e viagens de estudo relacionadas com o projeto de
pesquisa, por designação do responsável pelo projeto;
 Participar da organização do acervo bibliográfico e documental do projeto
de pesquisa;
 Participar de eventos científicos relacionados com a temática do projeto da
qual participa, auxiliando, na organização dos mesmos;
 Redigir textos, resenhas e artigos, sob orientação do professor orientador;
 Auxiliar na realização de testes e experimentos.
XVI – MATRIZ CURRICULAR - PROJETO PEDAGÓGICO 2012
Código
Componentes Curriculares
1º SEMESTRE
Fundamentos Filosóficos ao Serviço
PED0715
Social
SSO0103 História do Serviço Social I
LET0141 Leitura e Produção de Texto
Fundamentos Psicológicos ao Serviço
PSI0225
Social
SSO0705 Prática Profissional I
Sub-Total
2º SEMESTRE
CSO0166 Metodologia Científica
MAT0536 Estatística
Formação Econômica, Social e Política
CSO0452
do Brasil
Fundamentos Sociológicos ao Serviço
CSO0239
Social
SSO0104 História do Serviço Social II
Sub-Total
3º SEMESTRE
CSO0442 Ciência Política
ECO0240 Economia Política
Fundamentos
Antropológicos
ao
CSO0240
Serviço Social
DIR0316 Direito e Legislação Social
Fundamentos
Teóricos
e
SSO0212
Metodológicos do Serviço Social I
Sub-Total
CSO0246
SSO050
4
4º SEMESTRE
Sociologia do Trabalho
Ética do Serviço Social
Fundamentos
Teóricos
e
Metodológicos do Serviço Social II
SSO0405 Política Social I
CSO0453 Movimentos Sociais
Sub-Total
5º SEMESTRE
Fundamentos
Teóricos
e
SSO0209
Metodológicos do Serviço Social III
SSO0305 Pesquisa em Serviço Social I
SSO0706 Prática Profissional II
SSO0505 Gestão e Planejamento Social I
SS00407 Política Social II
Sub-Total
6º SEMESTRE
SSO0804 Estágio Supervisionado I
SSO0306 Pesquisa em Serviço Social II
SSO0208
CR CHTo
CHT CHP CHST CHSP
04
80
80
-
04
-
04
03
04
80
80
80
80
40
80
40
-
04
04
04
-
02
17
80
400
280
80
120
16
04
04
03
03
04
60
60
80
60
60
80
-
03
03
04
-
04
80
80
-
04
-
04
18
80
360
80
360
-
04
18
-
04
04
04
80
80
80
80
80
80
-
04
04
04
-
04
04
80
80
80
80
-
04
04
-
20
400
400
-
20
-
03
04
60
80
60
80
-
03
04
-
04
80
80
-
04
-
04
04
19
80
80
380
80
80
380
-
04
04
19
-
04
80
80
-
04
-
04
02
04
04
18
80
80
80
80
400
80
80
80
320
80
80
04
04
04
16
04
04
04
04
160
80
80
160
-
04
08
-
-
33
Fundamentos
Teóricos
e
Metodológicos do Serviço Social IV
CSO0328 Gênero, Família e Corpo
GEO0503 Geopolítica da Amazônia
Sub-Total
7º SEMESTRE
SSO0805 Estágio Supervisionado II
CSO0330 Sociedade e Ambiente
SSO0506 Gestão e Planejamento Social II
CSO0466 Estudo das Questões Amazônicas
SSO1005 Seminários Temáticos I
SSO0903 Trabalho de Conclusão de Curso I
Sub-Total
8º SEMESTRE
SSO0806 Estágio Supervisionado III
CSO0250 Temas Contemporâneos
Elaboração e Gestão de Projetos
SSO0507
Sociais
SSO0211 Seguridade Social
SSO1006 Seminários Temáticos II
SSO0904 Trabalho de Conclusão de Curso II
Sub-Total
TOTAL
SSO1102 Atividades Complementares
TOTAL
Optativa
LET0126 Língua Brasileira de Sinais
SSO0210
04
80
80
-
04
-
03
04
19
60
80
460
60
80
300
160
03
04
19
08
04
03
04
04
03
01
19
160
60
80
80
60
40
480
60
80
80
60
280
160
40
200
03
04
04
03
14
08
02
10
04
04
03
160
80
60
80
60
160
-
04
03
08
-
04
03
01
19
149
06
155
80
80
60
60
40
40
480
280 200
3320 2600 760
240
240
3600 2600 1000
04
03
14
131
-
02
10
36
-
02
-
02
40
40
Quadro de Distribuição da Carga Horária
(CHT) Carga Horária Teórica
(CHP) Carga Horária Prática
Atividades Complementares
(CHTo) Carga Horária Total
Total de Créditos (CR)
XVII - COMPONENTES CURRICULARES
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
POR
-
2.600 h
760 h
240 h
3.600 h
155
SEMESTRE
1º SEMESTRE
DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS (80h)
EMENTA: A disciplina se propõe a oferecer o conhecimento das características
dos mais diferentes gêneros textuais, a partir de atividades que privilegiam a
linguagem verbal e não verbal, o parágrafos-padrão, as relações textuais de
coesão e coerência, a exploração da relação entre intelecção, interpretação e
compreensão de texto, buscando transformar a prática de produção textual em
um ato de reflexão, a fim de despertar a sensibilidade e a observação crítica do
aluno, capacitando-o a elaborar raciocínios lógicos, visando a uma produção de
qualidade que o habilite ao exercício da leitura e da escrita, respeitando o grau de
amadurecimento do leitor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. 3ª ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11ed. São Paulo: Ática,
2006.
FIORIN, J. Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Lições de texto: leitura e redação. 5ª ed.
São Paulo: Ática, 2006.
KARWOSKI, Acir Mário £t alli (org.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. 2ª
ed. Rio de Janeiro: lucerna, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo:
Parábola, 2005.
FARACO, Carlos A. & TEZZA, Cristóvão. Prática de texto: para estudantes
universitários. 11ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
FIORIN, J. Luiz & SAVIOLI, F. Platão. Para entender o texto. 16ª ed. São Paulo:
Ática, 2000.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 25ª ed. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2006.
KOCH, Ingedore V. Desvendando os segredos do texto. 2ª ed. São Paulo:
Cortez, 2003.
SOARES, Magda Becker & CAMPOS, Edson N. Técnica de redação. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 2004
MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1995.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h)
EMENTA: A disciplina oferece uma compreensão histórica e crítica formação do
pensamento filosófico, das ciências humanas e da ética. Privilegia a compreensão
da problemática do conhecimento desde a Antiguidade aos tempos atuais, de
modo especial numa perspectiva da antropologia filosófica, epistemológica,
política e da Filosofia Moral. Examina os principais períodos históricos da Filosofia
necessários para que se tenha uma visão adequada do contexto filosófico em que
se desenvolveu o pensamento teórico no Ocidente , presente no mito (em sua
versão épica e trágica); no humanismo clássico dos sofistas, de Sócrates e de
Platão, com ênfase no tema da linguagem, da razão e da subjetividade; nas
visões modernas da ciência em Galileu, Francis Bacon, Descartes, até chegar aos
problemas contemporâneos do homem, na filosofia social de Marx, no
existencialismo de Sartre e na psicanálise de Freud. Dá ênfase às reflexões éticas
(antiga, moderna e contemporânea) que tratam da virtude, da sociabilidade, do
35
poder, do sofrimento e da felicidade. Essas abordagens visam o desenvolvimento
da capacidade discente de interrogar, interpretar, elaborar e argumentar questões
sobre as suas subjetividades e sobre o mundo social que os cerca.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo:
Moderna, 2009.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 2008.
MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia. Dos pré-socráticos a
Wittgenstein. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREUD, S. O futuro de uma ilusão. Rio de Janeiro: Imago, 2001.
HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
NIETZSCHE, F. Além do Bem e do Mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
PAVIANI, Jayme. Platão e a República. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. Adorno. São Paulo: Publifolha, 2003.
REALE, Giovanni e ANTISERI, Mário. História da filosofia. São Paulo: Paulinas,
1990.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h)
EMENTA: A disciplina estuda o surgimento histórico da Psicologia e suas
principais teorias. Aborda o processo de socialização, a formação da identidade e
o desenvolvimento humano sobre o enfoque biopsicossocial e cultural. Discute
conceitos relacionados à Saúde Mental, Psicopatologia, Psicologia
organizacional, saúde ocupacional e qualidade de vida nas organizações visando
oferecer aos alunos subsídios teóricos da Psicologia para a intervenção
profissional do assistente social junto a indivíduos, grupos e comunidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOCK, Ana Bahia Mercê; M.L. T & FURTADO, O. Psicologias: uma introdução
ao estudo da Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008.
CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos
nas organizações. Rio de Janeiro: Campus,1999.
RODRIGUES, A. A Psicologia Social.Petrópolis:Vozes,1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALLESTERO – ALVAREZ, Maria E. Mutatis Mutandis: Dinâmica de grupo para
o desenvolvimento humano. Campinas: Papirus, 1999
MENDES, A M; BORGES, L.O; FERREIRA, M.C.(Org). Trabalho em transição,
Saúde em risco. Brasília, DF: 2002. P.43-61 SAWAIA, B. B.; NAMURA, N.M.
(orgs.). Dialética exclusão-inclusão: reflexões metodológicas e relatos de
pesquisa na perspectiva da piscologia social crítica. Taubaté, SP: Cabral Editora
Universitária, 2002 SPECTOR, Paul. Psicologia nas organizações. São Paulo:
Saraiva, 2003
SCHULTZ, Diane e Sidney. História da Psicologia moderna. A. São Paulo:
Cultrix,1994.
SAWAIA, B. B. Novas veredas da psicologia social. São Paulo: Brasiliense:
EDUC, 1995
ZIRMERMAN. David E. & OSÓRIO, L. C. Como Trabalhamos Com grupos.
Porto alegre: Artes Médicas, 1997. P.23-31.
DISCIPLINA: HISTÓRIA DO SERVIÇO SOCIAL I (80h)
EMENTA: A disciplina trata da origem e desenvolvimento do Serviço Social da
década de 30 a década de 50. Analisa os rebatimentos das transformações
sociais e econômicas da sociedade capitalista na institucionalização do Serviço
Social, permitindo ao aluno a compreensão de que o trajeto da profissão não foi
linear, e sim, permeado por condicionalidades históricas, econômicas e políticas
com peculiaridades na América Latina, Brasil e no Pará.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AGUIAR, Antonio Geraldo de. Serviço Social e Filosofia: das origens à Araxá.
São Paulo: Cortez/Universidade Metodista de Piracicaba, 3ª. Edição, 1985.
IAMAMOTO, Marilda, CARVALHO, Raul. Relações sociais e o Serviço Social:
um esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo: Cortez
Editora; CELATS, 1982.
NETTO, José Paulo. Capitalismo monopolista e Serviço Social. São Paulo:
Cortez Editora, 1992.
VIEIRA, Balbina O. História do Serviço Social - Contribuição para construção
de sua teoria. Agir: RJ. 4ª. 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro:
Editora Paz e Terra, 5ª. Edição, 1978.
MANRIQUE CASTRO, Manuel. História do Serviço Social na América Latina.
5ª. Edição revista. São Paulo: Cortez Editora, 2000.
MARTINELLI, M.Lúcia. Serviço Social: identidade e alienação. São Paulo:
Cortez Editora, 1989.
ANDER-EGG, Ezequiel. Introdução ao Trabalho Social. Vozes: Petrópolis-RJ.
1995.
SKIDMORE, Thomas E. Brasil de Getúlio Vargas a Castelo Branco (19301964). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
VIEIRA, E. A. Estado e Miséria Social no Brasil – Getúlio a Geisel. São Paulo:
Cortez, 1985.
37
PINHEIRO, Maria Esolina. Serviço Social - Documento Histórico. Cortez: SP.
1985.
DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL I (80h)
EMENTA: A disciplina discute a prática do profissional de Serviço Social.
Possibilita o contato inicial dos alunos com a profissão por meio de visitas
supervisionadas nos diferentes espaços ocupacionais do Serviço Social e
diálogos com assistentes sociais que atuam nas áreas das políticas públicas e
privadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA. Ney Luiz Teixeira de. Retomando a Temática da “Sistematização da
Prática”
em
Serviço
Social.
Disponível
em:
http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/texto3-2.pdf
BARBOSA, Mario da Costa. A Práxis do Serviço Social nas instituições.
Serviço Social e Sociedade, nº 34. São Paulo: Cortez, 1990.
ESTEVÃO, Ana M. R. O que é Serviço Social. São Paulo: Brasiliense, 1992.
SOUSA, Charles Toniolo de. A prática do assistente social: conhecimento,
instrumentalidade e intervenção profissional. Disponível em: Emancipação, Ponta
Grossa, 8(1): 119-132, 2008. Disponível em: <http://www.uepg.br/emancipacao.
FALEIROS, Vicente de Paula. Saber Profissional e Poder Institucional. SP.
Cortez. 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KARSCH, Úrsula. O Serviço Social na era dos serviços. São Paulo: Cortez,
2000.
FALEIROS, V. de P. O espaço institucional e o espaço profissional. In
Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez, ano 1, nº 1, 1983.
_________________. Estratégias em Serviço Social. SP. Cortez. 2000
RODRIGUES, Maria Lúcia. O Serviço Social e a perspectiva interdisciplinar. In: O
uno e o múltiplo nas relações entre as áreas do saber.
São Paulo: Cortez/EDUC, 1995.
2º SEMESTRE
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA (60h)
EMENTA: A disciplina propõe-se a discutir o processo de construção do
conhecimento, ressaltando a importância da Filosofia na teoria do conhecimento.
Fará um percurso da trajetória da Ciência na construção do Conhecimento
Científico, destacando os tipos de conhecimento e suas características. Trata dos
métodos e técnicas de estudo e aprendizagem, tais como: leitura, fichamento,
esquema, resumo e resenha e dos métodos e técnicas de pesquisa específicos
das ciências sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a ciência: uma perspectiva
histórica. 3. ed. Rio de janeiro: Espaço e Tempo, 1988.
CARVALHO, Maria Cecília. Construindo o Saber. Métodos e técnicas de
pesquisa científica. S. Paulo: Papirus, 1990.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1998
PIMENTEL, Rubia M. Metodologia da Pesquisa Científica. Rio de Janeiro,
Diretoria de Portos e Costas. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec,
1997.
BARROS, Aidil e LEHFELD, Neide. Projeto de pesquisa: propostas
metodológicas. R. de Janeiro: Vozes, 2000.
BASSALO, Lucélia e PIMENTEL, Rúbia. Pesquisa em Educação. Caderno de
Estudo. Belém: UNAMA/PPGEAD, 2003.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
HÜHNE, Leda (Org.). Metodologia Científica. Cadernos de Textos e Técnicas.
Rio de Janeiro: Agir, 2001.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica. Rio de Janeiro:
Vozes, 1997.
DISCIPLINA: FORMAÇÃO, ECONÔMICA, SOCIAL E POLÍTICA DO BRASIL
(80h)
EMENTA: A disciplina estuda o percurso histórico da formação econômica, social
e política brasileira analisando os principais acontecimentos e decisões políticas
do período colonial à constituição da Nova República (redemocratização). Aborda
a crise do Império, a composição da República, as transformações geradas pelo
processo de industrialização mundial e os reflexos na industrialização tardia no
Brasil. Busca compreender as contradições e entraves à democracia e analisa a
conjuntura sócio-econômica e política brasileira atual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUM, Argemiro. O Desenvolvimento Econômico Brasileiro. Petrópolis:
Vozes, 1990.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
39
NOGUEIRA, Marco Aurélio. Um Estado para a Sociedade Civil: temas éticos e
políticos da gestão democrática. São Paulo: Cortez, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BONAVIDES, Paulo. Teoria do Estado. São Paulo: Malheiros, 2007.
OHLWEIFER, Otto Alcides. Evolução Sócio-Econômica do Brasil: do
descobrimento à Nova República. São Paulo: Ortiz,1999.
SARTORI, Giovanni. Capitalismo e Social-democracia. S. Paulo: Companhia de
Letras, 1996.
SIMONSEN, Roberto C. História Econômica do Brasil 1500-1820. Brasília:
Senado Federal, 2005.
SPIG-ANDERSON Gosta. As três economias políticas do Welfare State.In:
Revista Lua Nova, 1996.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS SOCIOLÓGICOS AO SERVIÇO SOCIAL (80h)
EMENTA: A disciplina visa o estudo das principais abordagens teóricometodológicas da sociologia: positivismo, funcionalismo, materialismo histórico e
compreensão social. Tais abordagens servirão de instrumental de análise e de
pesquisa ao assistente social no que se refere aos problemas sociais e aos
estudos de grupos, das comunidades, dos movimentos sociais e das ações
públicas decorrentes das demandas sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. S. Paulo: Companhia
Editora Nacional, 1990.
MARX, Karl. Contribuição á critica da economia política. S. Paulo: Abril
Cultural, 1985.
QUINTANEIRO, Tânia. Et al. Um Toque de Clássicos: Marx, Dürkheim, Weber.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
WEBER, Max. Conceitos Básicos de sociologia. S. Paulo: Moraes, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTINO, José (org.). Durkheim. Coleção Grandes Cientistas Sociais. S.
Paulo: Ática, 1981.
BERGER, Peter. Perspectivas sociológicas. Petrópolis: Vozes, 1986.
COSTA, Maria Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2ª ed.
São Paulo: Moderna, 2001.
GOHN, Maria da Glória. Reivindicações populares. S. Paulo: Cortez, 1992.
MARTINS, José de Souza (Org). Sociologia e Sociedade: Leituras de
Introdução à Sociologia. 21ª edição, RJ: LTC Editora, 1999.
SADER, Emir. Movimentos Sociais na Transição Democrática. S. Paulo:
Cortez, 1996.
TOURAINE, Alain. Crítica da modernidade. S. Paulo: Vozes, 1998.
DISCIPLINA: ESTATÍSTICA (60h)
EMENTA: A disciplina está orientada para o estudo dos conceitos básicos da
estatística. Busca instrumentalizar o aluno a realizar o levantamento de dados
estatísticos, utilizar séries e representação gráfica e tabelar, medidas de
tendência central e de dispersão; noções de amostragem, de modo a aplicar
estes conhecimentos e técnicas na área social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDERSON, David R. Estatística Aplicada à administração e Economia. Editora
Zahar
BUNCHAFT, Guenia & Kellner, Sheilah. Estatística sem Mistério. Vol I, II e III.
Petrópolis: Vozes, 1997.
FONSECA, J.S. da, MARTINS, G. de A. Curso de Estatística. São Paulo: Atlas,
1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MEDEIROS, Ermes da Silva... let al.l.- 2 ed. São Paulo: Atlas, 1996.
SPIEGEL, Murray R. Estatística. Mc Graw-Hill 1998.
VIRGILITO, Salvatore Benito. Estatística Aplicada à Administração Financeira.
Ed. Alfa-Omega. São Paulo 2004.
DISCIPLINA: HISTÓRIA DO SERVIÇO SOCIAL II (80h)
EMENTA: A disciplina está centrada no estudo do desenvolvimento histórico do
Serviço Social da década de 60 até os dias atuais. Analisa o Movimento de
Reconceituação do Serviço Social no contexto latinoamericano e de
redemocratização brasileira. Discute os desafios, potencialidades, dinâmicas de
mobilização e de participação social pós-reconceituação, possibilitando ao
discente a percepção crítica da trajetória teórico-histórica da profissão no Brasil, e
suas particularidades na Região Amazônica e no estado do Pará.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em Serviço Social. São Paulo:
Cortez, 2004
MACEDO, Mirtes de Aguiar. Reconceituação do Serviço Social. Formulações
Diagnósticas. São Paulo: Cortez, 1982.
SILVA, Maria Ozanira da. Serviço Social e o Popular: Resgate TeóricoMetodológico do projeto profissional de ruptura. São Paulo: Cortez, 2006.
YAZBEK Maria Carmelita Os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do
Serviço Social brasileiro na contemporaneidade. SERVIÇO SOCIAL: Direitos
Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
41
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FALEIROS, Vicente de Paula. A Reconceituação do Serviço Social na América
Latina. Serviço Social e Sociedade nº 45. São Paulo:Cortez, 2006.
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janeiro: 5ª
edição. Ed. Paz e terra, 1978.
MOTA, Ana Elizabeth. O Serviço Social na Contemporaneidade: a questão social
e desafios ético-políticos. In: XXIX Encontro Nacional CFESS/CRESS. Anais.
Maceió, 2002.
UFPA. Anais do VI Seminário Avançado De Serviço Social. Cinqüentenário do
curso de Serviço Social da UFPA. Belém: UFPA, 2000.
3º SEMESTRE
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO
SOCIAL I (80h)
EMENTA: A disciplina trata do estudo de categorias básicas subjacentes à
analise das ciências sociais tendo como foco a aproximação conceitual sobre
ideologia, teoria, método e metodologia pertinentes a estrutura epistemológica do
Serviço Social, tendo em vista proporcionar ao discente a compreensão dos
elementos que se constituíram base teórico-metodológica da profissão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, P. Ciência, Ideologia e poder: uma sátira às ciências sociais. São
Paulo: Atlas, 1988, cap 1 e 2.
LOWY, M. Ideologia e Ciências Sociais. Elementos para uma análise
marxista. São Paulo: Cortez, 1990. (Introdução)
CAPALBO, CREUSA. Fenomenologia e Ciências Humanas. São Paulo: Âmbito
Cultural.1987.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOWY, M. As aventuras de K. Marx contra o Barão de Munchhausen. São
Paulo: Busca Vida, 1995. Cap. 1 e 3
YASBECK, C. Os fundamentos do serviço Social contemporâneo. In
Capacitação em Serviço Social e política social. Módulo4. Brasília/DF:
CFESS/ABEPSS/NED, 2000.
NETTO, J. P. Ditadura e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1993.
RIBEIRO JUNIOR, João. Fenomenologia. São Paulo Pancast, 1991.
DISCIPLINA: CIÊNCIA POLÍTICA (80h)
EMENTA: A disciplina estuda as principais teorias políticas, desde os clássicos
até os contemporâneos. Analisa o papel da Ciência Política na interpretação dos
fenômenos políticos relacionados ao Estado e à sociedade e a correlação de
força que envolve os diversos atores sociais que compõem essas instâncias de
poder, nos diferentes estágios da sociedade moderna, destacando o Estado
brasileiro e a participação do cidadão nas decisões políticas como exercício de
cidadania.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. 10. ed.. São Paulo: Malheiros, 2000.
CHEVALIER, Jean-Jacques. As grandes obras políticas de Maquiavel aos
nossos dias. Rio Janeiro: Agir, 1990.
GRAMSCI, Antonio. Poder, política e partido. São Paulo: Brasiliense, 1992..
JAGUARIBE, Hélio (org.). Sociedade, Estado e Partidos, na Atualidade
Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo civil. S. Paulo: Martin Claret,
2000.
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. S. Paulo: Martins Fontes, 2001.
PEREIRA, LUIZ CARLOS BRESSER. Reforma do estado para a cidadania: a
reforma gerencial brasileira na perspectiva internacional. São Paulo: Editora 34,
1998. ROUSSEAU, Jean-Jacques. O Contrato Social. S. Paulo: Abril Cultural,
1978.
SANTOS, Boaventura. Pela mão de Alice. O social e o político na
pósmodernidade. Petrópolis: Vozes, 1996.
AVELAR, Lúcia; CINTRA, Antônio Otávio (orgs.). Sistema Político Brasileiro:
uma introdução. Disponível em: http://www.kas.de/brasilien/pt/publications/12278/.
DISCIPLINA: ECONOMIA POLÍTICA (80h)
EMENTA: A disciplina visa ao estudo do capitalismo e seu desenvolvimento à luz
da economia política crítica. Enfoca a Teoria dos Modos de Produção e a análise
da formação histórica do capitalismo até a Globalização, permitindo ao aluno a
compreensão dos nexos entre as transformações contemporâneas no padrão de
acumulação e suas implicações nos mecanismos de regulação social e sua
expressão na realidade brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARVEY, David. Condição pós-moderna. S. Paulo: Loyola, 1996.
43
LANGE, Oskar. Moderna economia política. R. Janeiro: Fundo da Cultura,
1980.
MARX, Karl. Contribuição á critica da economia política. S. Paulo: Abril
Cultural, 1985.
__________. O capital. Vol. I. S. Paulo: Abril Cultural, 1985.
TEIXEIRA, Francisco e OLIVEIRA, Manfredo (Orgs.). Neoliberalismo e
Reestruturação Produtiva. As novas determinações do mundo do trabalho. S.
Paulo: Cortez, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Giovanni. Trabalho e mundialização do capital. A nova degradação do
trabalho na era da globalização. Londrina: Práxis, 2000.
BEAUD. Michael. História do Capitalismo de 1500 aos nossos dias. São
Paulo: Brasiliense, 1987.
HOBSBAWN, Eric. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de
Janeiro: Forense, 1986.
MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. Lisboa: Edições 70, 1986.
MARX, Karl & ENGELS, F. O Manifesto Comunista. São Paulo: Paz e Terra,
1996.
NAPOLEONI, Cláudio. Lições sobre o capítulo (inédito) de Marx. Ed. LECH,
1988.
SANTOS, Theotônio. Forças Produtivas e Relações de Produção. Petrópolis:
Vozes, 1996.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS ANTROPOLÓGICOS AO SERVIÇO SOCIAL
(80h)
EMENTA: A disciplina trata do estudo da abordagem antropológica na interface
com o Serviço Social. Aborda a trajetória do pensamento antropológico no quadro
das ciências sociais. Discute os conceitos de homem, cultura e sociedade, o
trabalho de campo em antropologia e temas voltados à compreensão das
relações étnico-raciais, da família, da violência e do estigma visando oferecer aos
alunos conteúdos teórico-metodológicos que lhes possibilitem uma compreensão
da diversidade dos grupos sociais e a reflexão crítica das relações sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAPLANTINE, François. 12 ed. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense,
2008.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 14 ed. Rio de
Janeiro: Zahar. 2007.
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves. Antropologia:
uma introdução. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2005.
MELO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural: iniciação, teorias e temas. 14
ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia Moritz (Orgs.). Agenda Brasileira: Temas
de uma sociedade em mudança. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia Moritz (Orgs.). Um enigma chamado
Brasil: 29 intérpretes de um país. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
CARDOSO, Ruth C. L. (Org.). A aventura antropológica: teoria e pesquisa.
Rio de Janeiro: Paz e terra, 1997.
DAMATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio
de Janeiro: Rocco, 1987.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara,
2001.
SILVA, VAGNER GONÇALVES. O antropólogo e sua magia. São Paulo: Edusp,
2000.
SANTOS, Jorge Luiz Oliveira dos. Em praias desertas os imponderáveis da vida
real. In Revista Trilhas. V. 7 Nº 16. Belém: UNAMA, 2005.
DISCIPLINA: DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL (80h)
EMENTA: A disciplina se propõe à sistematização dos estudos e reflexões sobre
a estrutura do Estado brasileiro; a Divisão dos Poderes e as Instituições
responsáveis pela efetivação dos direitos e garantias fundamentais à cidadania.
Destaca o Direito e sua relação com a Constituição Federal em busca do
conhecimento da legislação no desenvolvimento da atividade acadêmica e
profissional de Serviço Social. Estuda os Direitos e Garantias Fundamentais a
Assistência e Proteção à Criança e ao Adolescente, subsidiado no Estatuto da
Criança e do Adolescente, cujas contribuições ofereçam suporte teórico para o
entendimento dos novos marcos legais para as relações étnico/raciais no Brasil,
tendo em vista identificar as normas jurídicas que se relacionam com o Serviço
Social no contexto atual.
UNIDADE I: CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988
1.1. Direito e Justiça:
1.2. O direito Público e o direito Privado;
1.3. Direitos e Garantias Fundamentais
1.4. Direitos Sociais no contexto da Seguridade Social Brasileira:
1.4.1 Direito do trabalho – CLT;
1.4.2 Direito à Saúde - Leis 8.080/90 e 8.142/90; Sistema Único de
Saúde;
1.4.3 Direito Previdenciário: Reforma Previdenciária e Lei de Benefício
e Custeio;
1.4.4 Assistência Social: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e
Sistema Único de Assistência Social – SUAS.
UNIDADE II: LEGISLAÇÕES ESPECÍFICAS POR SEGMENTOS
45
2.1. Marco legal das relações étnico raciais: Lei 10.630/90 e Lei 11.545;08
2.2.marco legal dos direitos da criança e do adolescente: Doutrina de
Situação Irregular (Código do Menor; Doutrina de Proteção Integral
(Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e suas alterações.
2.3. ESTATUTO DO IDOSO – Lei 10.741/03
2.4. LEI MARIA DA PENHA - Lei 11.340/06 e Lei 12.015 /2009 (Lei do
Estupro)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), Lei nº8.742, de 07.12.93.
Estatuto do Idoso (Lei nº10.741, de 01.10.2003, Coleção Saraiva de Legislação,
Editora Saraiva, 2006.
OLIVEIRA, Aristeu de. Consolidação das Leis Previdenciárias (CLP). Editora
Atlas; 2008.
SIMÕES, Carlos. Curso de Direito do Serviço Social, Cortez Editora, outubro de
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Ivanildo Ferreira. Crimes contra a Vida, Belém – Pará, Unama, 1999.
Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), 3 em 1. Editora Saraiva, 2009.
REED, Barry. O Veredicto, tradução de A. B. Pinheiro de Lemos, Editora Record.
VARELLA Drauzio. Estação Carandiru, Companhia das Letras, ditora Record.
2002,
DOWER, Nelson Godoy Brasil. Instituições de Direito Público e Privado, 13ª
Edição, Editora Saraiva, 2006.
4º SEMESTRE
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO
SOCIAL II (80h)
EMENTA: A disciplina trata da instrumentalidade do Serviço Social focando a
conexão entre dimensão técnico-operativa com os paradigmas subjacentes,
possibilitando ao discente uma percepção critica do alcance técnico e político da
prática profissional do assistente social no contexto das políticas públicas e no
universo institucional da sociedade civil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Ana Augusta de. A Metodologia Dialógica: o Serviço Social num
caminhar fenomenológico. In: Pesquisa em Serviço Social. ANPESS / CBCISS:
Rio de Janeiro, 1990.
PONTES, Reinaldo Nobre. Mediação e Serviço Social. São Paulo : Cortez , 2008
p.15- 26 cap. III p.153-185
SARMENTO, Helder Boska Moraes. Serviço Social, das tradicionais formas de
regulação sócio-política ao redimensionamento de suas
funções sociais. In:
Capacitação em Serviço Social e Política Social. Módulo 4. Brasília:
CFESS/CEAD/UNB, 1999.
YAZBECK, Maria Carmelita. et al. O Serviço Social Brasileiro em Movimento:
fortalecendo a profissão na defesa dos direitos. In Serviço Social e Sociedade
N. 95- Ano XXIX- setembro de 2008 p.5-32
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em serviço social. São Paulo; Cortez,
1997.
IAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na contemporaneidade: os
Fundamentos Teórico – Metodológicos e Técnico- Operativos
do
Trabalho
Profissional. Cadernos Técnicos do SESI, nº. 23, Brasília, 1997.
____________________. Serviço Social em Tempo de Capital e Fetiche:
capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2008. Cap.III p.
209-333
MORAES, Marilda Martins. A prática do Serviço Social com grupos:
Direcionamentos para a construção de um referencial teórico-metodológico de
intervenção. Texto didático. Belém, UFPA, 1995.
PONTES, Andréa Mello. A Prática de Encaminhamento no Serviço Social:
possibilidades e limites num Plantão Social. São Paulo:
PUC,
1995.
(Dissertação de Mestrado)
ZIMERMAN, D. E.; OSÓRIO, L. C. Como trabalhamos com grupos. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1997.
DISCIPLINA: POLÍTICA SOCIAL I (80h)
EMENTA: A disciplina discute as concepções de Política Social em diferentes
perspectivas teóricas. Aborda a evolução e formulação das políticas sociais no
Brasil e analisa o papel do Estado e as novas formas de regulação social. Discute
a política social e a questão social e o desenvolvimento do Sistema brasileiro de
Proteção Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEHERING, Elaine R. e BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: fundamentos e
história. São Paulo: Cortez, 2006 (Biblioteca básica de Serviço Social, v. 2);
BOSCHETTI, Ivanete (Org.) Política Social no capitalismo: Tendências
contemporâneas. São Paulo: Cortez, 2008;
NETO, José Paulo. Cinco Notas a propósito da “Questão Social” Temporalis, Ano
2, n. 3. jan/jul. 2001 (p. 09 – 32);
PEREIRA, Potyara A. Política Social: temas em questão. São Paulo: Cortez,
2008 (Cap. II);
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COUTO, B. R. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira:
uma equação possível? São Paulo: Cortez, 2004;
47
DURIGUETTO, Maria Lúcia. Sociedade Civil e Democracia: um debate
necessário. São Paulo: Cortez, 2007 (Cap. 1);
FALEIROS, V. P. A Política social do Estado capitalista. 8 ed. São Paulo:
Cortez, 2000;
IAMAMOTO, Marilda V. Questão Social no Capitalismo. Temporalis, Ano 2, n. 3.
jan/jul. 2001 (p. 09 – 32);
PEREIRA, Potyara A. P. Questão Social, Serviço Social e direitos de cidadania.
Temporalis, Ano 2, n. 3. jan/jul. 2001 (p. 51 – 62);
TAVARES, Mª Augusta da Silva. O debate contemporâneo acerca da questão
social. Serviço Social e Sociedade Ano 28, nº 92. nov. 2007, p. 118 – 138;
SILVA E SILVA, M. O. e YASBEK, M. C. E GIOVANNI, G. A política social
brasileira no século XXI. São Paulo: Cortez, 2004;
DISCIPLINA: ÉTICA DO SERVIÇO SOCIAL (80h)
EMENTA: O componente curricular está voltado ao estudo dos fundamentos
filosóficos e ontológicos da ética da vida social e da ética profissional do serviço
Social. Aborda os princípios e valores éticos da sociedade atual e suas
implicações sobre o homem contemporâneo. Discute os componentes éticos do
Serviço Social, sua trajetória histórica e políticas. Interpreta os instrumentos legais
da profissão em suas dimensões teóricas e normativas. Analisa o papel dos entes
organizativos da categoria na luta pela consolidação do projeto ético-político
profissional do Serviço Social diante dos diferentes projetos societários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROCO, M. L. Ética: fundamentos sócio-históricos. São Paulo: Cortez, 2008
BONNETTI, Dilséa Aldeota. Serviço Social e Ética: Convite a uma nova práxis.
São Paulo: Cortez, 1996.
CFESS. Código de Ética profissional do Assistente Social de 1993. Brasília –
DF: Conselho Federal de Serviço Social, 1993.
______. Lei de Regulamentação profissional. Lei 8.662/93. Brasília – DF: CFESS,
1993.
NETO, J.P. A Construção do projeto ético-político do Serviço Social e a crise
contemporânea. In: Capacitação em Serviço Social e Política Social. Brasília,
CEAD/UNB. Módulo 1, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARROCO, M. L. Ética e Serviço Social: fundamentos ontológicos. Biblioteca
Básica de Serviço Social, v. 4. São Paulo: Cortez, 2001.
CFESS. Curso de Capacitação para Agentes Multiplicadores. 2ª edição. Mod.
I, II, III IV. Brasília: CFESS, 2003..
HELLER, Agnes. O quotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972.
(309. 09 H477c).
VASQUEZ, Adolfo S. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 12ª Ed., 1990
(170. S 211e).
DISCIPLINA SOCIOLOGIA DO TRABALHO (60h)
EMENTA: A disciplina ao tratar da categoria trabalho parte da concepção
sociológica do trabalho em Marx, Durkheim e Weber a fim de centrar-se no foco
capitalismo e trabalho. Parte do estudo da acumulação primitiva do capital a fim
de compreender o processo de desenvolvimento do capitalismo com seus
modelos de acumulação (taylorismo, fordismo, toyotismo). Discute o tema Estado
e Sociedade tendo como cenário a sociedade capitalista brasileira e o mundo do
trabalho frente ao processo de reestruturação produtiva e à globalização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a
centralidade do mundo do trabalho.São Paulo: Cortez, 1995.
DURKHEIM, Emile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Editora da
UNESP, 1998.
MARX, Karl. O capital. Vol. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
WEBER, Max. Economia e sociedade. 3ª. ed. Brasília: Editora UNB, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Giovanni. Trabalho e mundialização do capital. A nova degradação do
trabalho na era da globalização. Londrina: Práxis, 1999.
BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista. A degradação do trabalho no
século XX. Rio de Janeiro: Ed Guanabara, 1987.
CARMO, Paulo Sérgio. História e ética do trabalho no Brasil. São Paulo: Ed.
Moderna, 1998.
IANNI, Octavio. A Sociedade Global. Rio de Janeiro: Civilização brasileira,1992.
SINGER, Paul. A Formação da Classe Operária (Coleção Discutindo a História).
14ª edição.
São Paulo: Atual, 1994.
TOMAZI, Nelson Dacio (Coord.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 1993.
VITA, Álvaro de. Sociologia da Sociedade Brasileira. São Paulo: Ática, 1991.
DISCIPLINA: MOVIMENTOS SOCIAIS (80h)
EMENTA: A disciplina discute aspectos histórico-conceituais sobre movimentos
sociais, tendo por base os estudos clássicos e proposições contemporâneas.
Analisa o papel que os movimentos sociais exercem para a proposição e controle
de políticas públicas, possibilitando aos discentes a compreensão das conexões
possíveis com a defesa dos interesses coletivos e construção de uma sociedade
mais justa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
49
BRANDÃO, Carlos R. Educação Popular. São Paulo, Brasiliense, 1985
__________________. A Questão Política na Educação Popular, São Paulo,
Brasiliense, 1980.
CHAUI, Marilena. Conformismo e Resistência: aspectos da cultura popular no
Brasil. São Paulo, Brasiliense, 1986.
FREDERICO, Celso. Classes e lutas sociais. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos
Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
GOHN, M. G. Historia dos Movimentos e Lutas Sociais: a construção da
cidadania dos brasileiros. São Paulo, Loyola, 1995.
____________. Teoria dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e
contemporâneos. São Paulo, Loyola, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARTINS, J. S. Os Camponeses e a Política no Brasil. Petrópolis, Vozes,
1990.
MOISÉS, José A. Contradições Urbanas e Movimentos Sociais. Rio de
Janeiro, Paz e Terra/CEDEC, 1977.
______________. Cidade, Povo e Poder. Rio de Janeiro, Paz e Terra/CEDEC,
1985.
SADER, Emir (org.). Movimentos Sociais e Transição Democrática. São Paulo,
Cortez, 1987.
SANTOS, José A. F. Estruturas de Posições de Classe no Brasil. B. HorizonteUFMG, R. Janeiro-IUPERJ, 2002.
SCALON, Ma. Celi. Mobilidade Social no Brasil: padrões e tendências. R. de
Janeiro, IUPERJ/UCAM, Ed. Revan, 1999.
SCHERER-WARREN, Ilse. Movimentos Sociais: um ensaio de interpretação
sociológica. Florianópolis-SC, UFSC, 1984.
5º SEMESTRE
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO
SOCIAL III (80h)
EMENTA: A disciplina dá ênfase às construções teórico-metodológicas que
emergiram no pós-Movimento de Reconceituação do Serviço Social no Brasil
(décadas de 80 a 90) e aborda prioritariamente o ideal de transformação social e
sua apropriação pelo Serviço Social, visando à sistematização da dimensão
interventiva profissional e o desenvolvimento da capacidade crítica dos discentes
no que se refere às práticas contemporâneas do Serviço Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Maria do Carmo Brant e NETTO, José Paulo. COTIDIANO:
conhecimento e crítica. São Paulo. Cortez. 2005.
GUERRA, Yolanda Duarte Demétrio. A Instrumentalidade do Serviço Social.
São Paulo. Cortez, 2005.
IAMAMOTO, Marilda Vilela. O Serviço Social na Contemporaneidade: os
Fundamentos teórico-metodológicos e técnico-operativos do Trabalho
Profissional. Cadernos Técnicos do SESI, nº. 23, Brasília, 1997.
MARTINELLI, Maria Lúcia; ON RODRIGUES, Maria Lúcia e MUCHAIL, Salma
Tannus (Orgs) O Uno e o Múltiplo nas Relações entre as Áreas do Saber. São
Paulo. Editoras CORTEZ e EDUC. 1995.
PONTES, Reinaldo Nobre. Mediação e Serviço Social. São Paulo. Editora
Cortez. 2008 p.15- 26 cap. III p.153-185
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Ana Augusta de. A Metodologia Dialógica: o Serviço Social num
caminhar fenomenológico. In: Pesquisa em Serviço Social. ANPESS / CBCISS:
Rio de Janeiro, 1990.
Cadernos ABESS n.º 4. Ensino em Serviço Social: Pluralismo e Formação
Profissional. São Paulo: Cortez, 1991.
CARVALHO, Maria do Carmo Brant (Org.).Teorias da Ação em Debate. São
Paulo. Editora CORTEZ e FAPESP. 1993.
FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em Serviço Social. São Paulo;
Cortez, 1997.
IAMAMOTO, Marilda Vilela. Serviço Social em Tempo de Capital e Fetiche:
capital financeiro, trabalho e questão social. São Paulo: Cortez, 2008. Cap.III p.
209-333
YAZBECK, Maria Carmelita. et al. O Serviço Social Brasileiro em Movimento:
fortalecendo a profissão na defesa dos direitos. In Serviço Social e Sociedade
N. 95- Ano XXIX- setembro de 2008 p.5-32
DISCIPLINA: POLÍTICA SOCIAL II (80h)
EMENTA: A disciplina discute as perspectivas da política social como proteção e
como regulação social na atualidade dentro de suas implicações institucionais,
políticas e financeiras. Discute os conceitos de pobreza, desigualdade e exclusão
social no contexto do capitalismo periférico, tendo em vista a noção de cidadania,
relacionada às políticas sociais. Analisa as políticas sociais brasileiras
contemporâneas na perspectiva do desvendamento crítico de suas contradições.
Aborda as políticas sociais setoriais e por segmento
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEMO, P. Exclusão Social: Categorias novas para realidades velhas. In Ser
Social n. 3. UnB. Julho a dezembro de 1998.
ROCHA, S. Pobreza no Brasil: afinal do se trata? Rio de Janeiro: FGV, 2004.
51
SIMÕES, C. Curso de Direito do Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2006.
TELLES. V. S. Pobreza e cidadania. São Paulo: USP. Curso de Pós-graduação
em Sociologia, Ed. 34, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOSQUETTI, I., BEHERING. E. R., SANTOS, S. M. M. E MIOTO, R. C. T.
Política social no capitalismo: tendências contemporâneas. São Paulo:
Cortez/Capes, 2008.
DRAIBE, S. M. As políticas sociais nos anos 90. In BAUMANN, R. Brasil: uma
década e transição. Rio de Janeiro: Campus, pp 101 – 42, 1999.
LESBAUPIN, I. O crescimento da desigualdade social no Brasil. In Poder local e
exclusão social. Rio de janeiro: Vozes, 2ª. 2000.
PEREIRA. P. A. P. Discussões conceituais sobre política social como política
pública e direito de cidadania. In BOSQUETTI, I., BEHERING. E. R., SANTOS,
S. M. M. E MIOTO, R. C. T. Política social no capitalismo: tendências
contemporâneas. São Paulo: Cortez/Capes, 2008
VIEIRA, E. A. Os direitos e a política social. São Paulo: Cortez, 2004.
YASBECK, C. Classes subalternas e assistência social. São Paulo: Cortez,
1993.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO
SOCIAL IV (80h)
EMENTA: O componente curricular estuda a relação entre os novos paradigmas
de análise da sociedade contemporânea e os seus rebatimentos nos fundamentos
teórico-metodológicos do Serviço Social. Aborda as novas configurações e
manifestações da Questão Social no Brasil. Discute a prática do assistente social
com ênfase na compreensão do Estudo Social, Perícia Social, Mediação de
Conflitos com vistas a instrumentalizar os alunos à elaboração do Relatório
Social, Laudo Social, Parecer e Termo de Mediação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o
pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998.
NETTO, José Paulo. Introdução ao Método da Teoria Social. In: SERVIÇO
SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/
ABEPSS, 2009.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. 5. ed: São
Paulo: Cortez, 2008.
YAZBEK, Maria Carmelita. Os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do
Serviço Social brasileiro na contemporaneidade. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos
Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FÁVERO, Eunice Terezinha. Instruções sociais de processos, sentenças e
decisões. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências
Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. S. Paulo: Cortez, 2007.
KOIKE, Maria Marieta. Formação profissional em Serviço Social: exigências
atuais. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais.
Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no Capitalismo Contemporâneo. São
Paulo. Editora Cortez. 2007.
SAMPAIO, Lia Regina Castaldi; BRAGA NETO, Adolfo. O Que é Mediação de
Conflitos. São Paulo: Brasiliense, 2007.
TEMPORALIS. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em
Serviço Social-ABEPSS - Modernidade e Pós-Modernidade. Nº10, jul./dez.,
2005. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2006.
DISCIPLINA: PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL I (80h)
EMENTA: A disciplina discute as características essenciais do modo de produção
científico e as bases epistemológicas e metodológicas dos diversos tipos de
pesquisa. Aborda as diferentes estratégias e técnicas qualitativas e quantitativas
de coleta e interpretação de dados possibilitando aos discentes a
instrumentalização para construção do projeto de pesquisa e a compreensão da
investigação como dimensão constitutiva do trabalho do Assistente Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRANDÃO, C.R. Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 1989.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo:
Cortez, 1991.
GUERRA, Yolanda. A dimensão investigativa no exercício profissional. In:
SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília:
CFESS/ ABEPSS, 2009.
ROCHA Mirtes Andrade Guedes Alcoforado da. Elaboração de Projetos de
Pesquisa. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências
Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, W. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec,
1993.
GOLDEMBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 2007.
THIOLLENT, M. Metodologia de Pesquisa Ação. São Paulo: Cortez, 1985.
TRIVIÑOS, A. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987, cap. 1 e 2.
53
DISCIPLINA: GESTÃO E PLANEJAMENTO SOCIAL I (80h)
EMENTA: O componente curricular estuda a evolução histórica e teórica da
gestão contemporânea, com ênfase no planejamento como instrumento de
gestão, procurando destacar a especificidade do planejamento social e sua
aplicabilidade pelo Serviço Social. Aborda os principais modelos de gestão, dos
clássicos aos novos modelos, contextualizando-os e procurando enfatizar os seus
pressupostos, características e perspectiva homem-organização. Em relação ao
planejamento, são abordadas as expressões operacionais e as etapas do
planejamento; metodologia de avaliação de programas e projetos; características
fundamentais de dois modelos, normativo e estratégico participativo; experiências
no contexto atual.
UNIDADE I: GESTÃO E PLANEJAMENTO COMO PROCESSO
HISTÓRICO E POLÍTICO
1.1. Fundamentos filosóficos, teóricos e metodológicos da gestão pública e
privada.
1.2. Impactos econômicos, sociais e políticos da Revolução Industrial na
organização do trabalho.
1.3. Análise crítica das principais teorias: a) Escola Clássica; b) Escola das
Relações Humanas; c) Modelo Burocrático de Organização; d) Desafios
contemporâneos – Novos Modelos de Organização do Trabalho.
UNIDADE II - O PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO
2.1. Evolução histórica do planejamento nos seus aspectos sociais,
filosóficos, econômicos e políticos.
2.2. Caracterização Conceitual.
2.3. Expressões operacionais do Planejamento: planos, programas e
projetos.
2.4. Planejamento Tradicional e Planejamento Participativo.
2.5. Metodologia de avaliação de programas e projetos sociais.
2.6. Experiências de gestão e planejamento social, no contexto atual.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
BONDER, Cíntia. O assistente social e o planejamento participativo. Revista
Serviço Social e Sociedade, n. 78, São Paulo: Cortez, p. 69 – 81, julho de 2004.
(360 M411s)
BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho
no século XX. R. Janeiro: Zahar, 1981. (33111 B826t).
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração. São Paulo: Ática, 2002.
(30235 L192s)
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BARBOSA, Mário da Costa. Planejamento e Serviço social. S. Paulo: Cortez,
1991. (3610023 B238p)
BRANDÃO, Thiago Bazi. Burocracia e serviço social: uma ameaça ao projeto
ético-político da profissão. Dissertação de mestrado apresentado ao Programa de
Pós-Graduação em Política Social da Universidade de Brasília – UNB, Brasília,
2007. Disponível em: http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tdebusca/arquivo
Acesso em jan. de 2013.
HEDER, Maria Luiza. Um planejamento do povo num planejamento sem povo.
Revista Serviço Social e Sociedade, n. 7, p.45-56, set. 1983.
NOGUEIRA, Vera Maria Ribeiro. Avaliação e monitoramento de politicas e
programas sociais: revendo conceitos básicos. Revista Katálysis, v. 5, n. 2, jul. a
dez. 2002, Florianópolis, Santa Catarina, p. 141 – 152. (360. M411)
SPOSATTI, Aldaiza de Oliveira. Elementos sobre a evolução histórica do
planejamento nos seus aspectos sociais, filosóficos, econômicos e políticos.
Revista Serviço Social e Sociedade, n. 2.
DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL II (80h)
EMENTA: A disciplina propõe o estudo da formação e estruturação das
instituições. Discute a dinâmica das organizações e o processo de trabalho dos
assistentes sociais nos diferentes espaços ocupacionais. Enfatiza a compreensão
da dimensão técnico-operativa da profissão com vistas à instrumentalização dos
alunos para a aplicação das práticas, técnicas e instrumentos específicos do
Serviço Social nos espaços organizacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Mario da Costa. A Práxis do Serviço Social nas instituições.
Serviço Social e Sociedade, nº 34. São Paulo: Cortez, 1990.
FALEIROS, Vicente de Paula. Estratégias em Serviço Social. São Paulo:
Cortez, 1997.
SOUSA, Charles Toniolo de. A prática do assistente social: conhecimento,
instrumentalidade e intervenção profissional. Disponível em: Emancipação, Ponta
Grossa, 8(1): 119-132,2008. Disponível em: <http://www.uepg.br/emancipacao.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA. Ney Luiz Teixeira de. Retomando a Temática da “Sistematização da
Prática”
em
Serviço
Social.
Disponível:
http://www.fnepas.org.br/pdf/servicosocialsaude/texto3-2.pdf
BURRIOLA, MARTA Alice F. Supervisão em Serviço Social: o supervisor, sua
relação e seus papéis. São Paulo: Cortez, 1994.
CRUZ, Cláudio. Diário de Campo. Fundamental instrumento de avaliação para
Supervisão em Estágio Profissional In: Cadernos de Texto de S Social v.4, nº 5
Belém /PA. UNAMA, OUT/98.
KARSCH, Úrsula. O Serviço Social na era dos serviços. São Paulo: Cortez,
2000.
FALEIROS, Vicente de Paula. O espaço institucional e o espaço profissional
in Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez, ano 1, nº 1, 1983.
MARTINELLI, M L; Koumrouyan, E. Um novo olhar para a questão dos
instrumentais técnico-operativos em Serviço Social. Serviço Social e
Sociedade 45, São Paulo: Cortez, 1994.
55
WEISSSHAUPT, Jean Robert. As funções sócio-institucionais do serviço
social. São Paulo: Cortez, 1988.
6º SEMESTRE
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO
SOCIAL IV (80h)
EMENTA: O componente curricular estuda a relação entre os novos paradigmas
de análise da sociedade contemporânea e os seus rebatimentos nos fundamentos
teórico-metodológicos do Serviço Social. Aborda as novas configurações e
manifestações da Questão Social no Brasil. Discute a prática do assistente social
com ênfase na compreensão do Estudo Social, Perícia Social, Mediação de
Conflitos com vistas a instrumentalizar os alunos à elaboração do Relatório
Social, Laudo Social, Parecer e Termo de Mediação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIDDENS, Anthony. Política, Sociologia e Teoria Social: encontros com o
pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: Unesp, 1998.
NETTO, José Paulo. Introdução ao Método da Teoria Social. In: SERVIÇO
SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/
ABEPSS, 2009.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um Discurso sobre as Ciências. 5. ed: São
Paulo: Cortez, 2008.
YAZBEK, Maria Carmelita. Os fundamentos históricos e teórico - metodológicos
do Serviço Social brasileiro na contemporaneidade. In: SERVIÇO SOCIAL:
Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FÁVERO, Eunice Terezinha. Instruções sociais de processos, sentenças e
decisões. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências
Profissionais. Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço Social em tempo de capital fetiche: capital
financeiro, trabalho e questão social. S. Paulo: Cortez, 2007.
KOIKE, Maria Marieta. Formação profissional em Serviço Social: exigências
atuais. In: SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais.
Brasília: CFESS/ ABEPSS, 2009.
LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no Capitalismo Contemporâneo. São
Paulo. Editora Cortez. 2007.
SAMPAIO, Lia Regina Castaldi; BRAGA NETO, Adolfo. O Que é Mediação de
Conflitos. São Paulo: Brasiliense, 2007.
TEMPORALIS. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em
Serviço Social-ABEPSS - Modernidade e Pós-Modernidade. Nº10, jul./dez.,
2005. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2006.
DISCIPLINA: PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL II (80h)
EMENTA: A disciplina estuda a operacionalização do projeto de pesquisa em
Serviço Social, a partir do estudo de métodos e técnicas de coleta, tratamento e
análise de dados, fornecendo aos alunos os instrumentos necessários para que
possam organizar e sistematizar seus conhecimentos que lhe permitirão realizar
um trabalho prático de pesquisa em Serviço Social, elaborar o relatório de
pesquisa e a socializar os seus resultados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo. 2 ed. São
Paulo: Unesp, 2006.
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo:
Cortez, 1981.
GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar. Como fazer pesquisa qualitativa
em ciências sociais. 7 ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.
LUNA, Sergio Vasconcelos. Planejamento de Pesquisa. Uma introdução:
elementos para uma análise metodológica. São Paulo: EDUC, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, Howard S. Segredos e truques da pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar,
2007.
CARDOSO, Ruth (org.). A Aventura Antropológica. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1986.
CARVALHO, Maria Cecília M. de. (Org.). Construindo o saber: técnicas de
metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Papirus, 1998.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2001.
GALIANO, A. Guilherme. O método científico: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Harbra, 1999.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da
ciência e prática da pesquisa. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico. 4.ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.
SANTOS, Izequias Estevam dos. Textos selecionados de Métodos e técnicas
de pesquisa científica. 3.ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2002.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20. ed. rev. e
ampl. São Paulo: Cortez, 2000.
DISCIPLINA: GEOPOLÍTICA DA AMAZÔNIA (80h)
57
EMENTA A disciplina tem como foco de estudo a Amazônia no contexto
geopolítico brasileiro. Aborda aspectos relacionados às regiões de fronteira,
recursos naturais, gestão do território, e analisa a nova dinâmica regional e a
expansão das fronteiras econômicas com vistas à compreensão do espaço
geopolítico amazônico e sistematização de estudos e reflexões sobre a Amazônia
no cenário local, regional e mundial, dada de sua potencialidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BECKER, Bertha K, MIRANDA, Mariana; MACHADO, Lia O. Fronteira
Amazônica. Questões sobre a gestão do território. Brasília/ Rio de janeiro:
UNB/UFRJ, 1990.
CASTRO, Edna Maria R. & MARIN, Rosa, E. A. Estado e poder local: Dinâmica
das transformações na Amazõnia brasileira. In: Pará Desenvolvimento. Belém:
IDESP Nº 20/2, 1986/87. P. 09-14.
FONSECA, Sérgio de Mattos. Amazônia: receita energética para o
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p.437- 442.
GONDIM, Neide. A invenção da Amazônia. São Paulo: Marco Zero, 1994.
HALL, Anthony, L. Amazõnia. Desenvolvimento para quem?. São Paulo, Zahar,
1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, Bertha K. Geopolítica da Amazônia. São Paulo. Estudos Avançados
19 (53), 2005.
CASTRO, Iná Elias de et Alli. Brasil: questões atuais da reorganização do
território. RJ, Bertrand, Brasil, 1996.
CAVALCANTE, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e
Políticas Públicas. 2ª Edição. São Paulo. Editora Cortez. 1999.
DISCIPLINA: GÊNERO, FAMÍLIA E CORPO (60h)
EMENTA: Este componente curricular visa refletir sobre as expressões sociais de
identidade, relações sociais de raça e/ou gênero e família, discutindo a
construção das categorias, suas formas de consideração, interpretação e
imbricação com questões sociais. Ao voltar-se ao estudo do corpo, objetiva
analisar as fundações biológicas e afetivas das construções sociais da realidade,
sendo a sua preocupação central as exteriorizações e extensões do corpo como
processos e produtos decorrentes de vários contextos de interação social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da
identidade. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, [1990] 2003.
FOUCAULT, Michael. História da sexualidade: a vontade de saber. Rio de
Janeiro: Graal, [1976] 2007.
LE BRETON, David. A sociologia do corpo. Petrópolis, Vozes, [1992] 2006.
LAQUER, Thomas. Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud.
Rio de Janeiro: Relume Dumará, [1992] 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEL PRIORE, Mary. Histórias íntimas: sexualidade e erotismo no Brasil. São
Paulo: Planeta, 2011.
LE BRETON, David. Adeus ao corpo. : Antropologia e sociedade. São Paulo:
Papirus, 2003.
MALINOWSKI, Bronislaw. A vida sexual dos selvagens. Rio de Janeiro:
Francisco Alves, 1983.
MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac & Naif, [1950]
2006.
MEAD, Margaret. Sexo e temperamento. São Paulo: Perspectiva, [1935] 2006.
SEGALEM, Martine. Sociologia da família. Lisboa: Terramar, [1996] 1999.
SINGLY, François de. Sociologia da família contemporânea. Rio de Janeiro:
FGV, 2007.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I (160h)
EMENTA: A disciplina trata da inserção do aluno no campo de estágio. Focaliza o
estudo das características do espaço organizacional nos aspectos estruturais,
funcionais, econômicos e político-sociais, a implementação das políticas sociais
nas organizações institucionais permitindo ao aluno a compreensão do espaço
profissional do Serviço Social no contexto organizacional e a identificação do
instrumental técnico-operativo da profissão com vistas a elaboração do Plano de
Estágio como instrumento norteador do estágio supervisionado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURIOLLA, Marta F. Supervisão em Serviço Social: o supervisor sua relação e
seus papéis. São Paulo: Cortez, 1994;
GUERRA, Yolanda & BRAGA, Maria Elisa. Supervisão em Serviço Social. In: In:
Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília:
CEFESS / ABEPSS, 2009.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social:
desafios para a formação e exercício profissional. São Paulo: Cortez, 2009.
MORAES, Marilda Martins. Orientações para a elaboração do Plano de
Estágio. Curso de Serviço Social, Laboratório de Serviço Social. UNAMA, Belém,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABEPSS. Política Nacional de Estágio – PNE. ABEPSS – Brasília, 2010.
BRASIL. Resolução CNE/CES Nº 15, de 13 de março de 2002.
Estabelece as Diretrizes Curriculares (DCN) para os cursos de Serviço Social.
59
CFESS. Código de Ética Profissional do Assistente Social. (9ª Edição). Conselho
Federal de Serviço Social. Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações
introduzidas pelas Resoluções CFESS nº 290/94, 293/94, 333/96 e 594/11.
_____. LEI N.º 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de
Assistente Social, já com a alteração trazida pela Lei N.º 12.317, de 26 de agosto
de 2010.
_____. Resolução Nº 533, de 29 de setembro de 2008 que regulamenta a
supervisão direta de estágio no Serviço Social.CFESS, 2008.
MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem – relatório, laudos e
pareceres. São Paulo: Veras Editora; Lisboa: CPIHTS, 2003..
OLIVEIRA, Cirlene A H S. O estágio supervisionado na formação profissional do
assistente social: desenvolvendo significados. In. Revista Serviço Social &
Sociedade nº 80. São Paulo: Cortez, nov/2004.
UNAMA. Diretrizes Curriculares de Estágio Supervisionado do Curso de
Serviço Social. Belém: UNAMA, 2009.
7º SEMESTRE
DISCIPLINA: GESTÃO E PLANEJAMENTO SOCIAL II (80h)
EMENTA: A disciplina estuda as formas contemporâneas de gestão e
planejamento como instrumento essencial de gestão. Aborda a gestão pública e
privada das organizações contemporâneas discutindo o papel do terceiro Setor, a
Responsabilidade Social Empresarial e a participação da sociedade civil nas
políticas sociais por meio dos Conselhos de Políticas Públicas. Discute o conceito
de liderança e analisa as práticas executivas de direção, gerenciamento,
coordenação, assessoria e consultoria em Serviço Social com vistas a
instrumentalização teórico-metodológica dos alunos para a intervenção
profissional no planejamento e na gestão e avaliação de políticas e programas
sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAPTISTA, Myriam Veras. Planejamento Social - intencionalidade e
instrumentação. 2ª. Ed. São Paulo, Veras Editora,2002.
____________________. Administração. Teoria, Processo e Prática. S.Paulo:
Makron Books, 3ª.ed, 2000.
MELLO NETO, Francisco Paulo de & FROES, Cesar. Responsabilidade Social
e Cidadania Empresarial - A Administração do Terceiro Setor. S. Paulo:
Quality Mark, 2002.
NOGUEIRA, Marco Aurélio. Um Estado para a Sociedade Civil. Temas éticos e
políticos da gestão Democrática. São Paulo: Cortez, 2004.
MATTOS, MAURÍLIO CASTRO de. Assessoria, Consultoria, Auditoria, Supervisão
Técnica. In: Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais.
Brasília: CEFESS / ABEPSS, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, Edval Bernardino. Controle Social na Política de Assistência Social.
Belém - Pará. Digitado, 2009.
HABER, Esmeralda Mendes. A prática de assessoria do Serviço Social no
contexto das organizações do poder público e da sociedade civil. Belém: UNAMA,
Digitado, 1995.
_______________.Como se tornar um líder servidor. Os Princípios de
liderança de O Monge e o Executivo. Rio de Janeiro: Sextante, 2006.
MONTANO, Carlos. Das “lógicas do Estado” às “lógicas da sociedade civil”;
Estado e Terceiro Setor em questão. Serviço social e Sociedade, nº 59. São
Paulo: Cortez, 1999.
VASCONCELOS, Ana Maria. Relação Teoria / Prática: o processo de assessoria /
consultoria e o Serviço Social. Serviço Social e Sociedade nº56. São Paulo:
Cortez, 1999.
DISCIPLINA: ESTUDO DAS QUESTÕES AMAZÔNICAS (80h)
EMENTA: A disciplina dá ênfase às estratégias de implantação e avanços do
sistema capitalista na Região Amazônica e aborda, prioritariamente, seus
impactos nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais na
região, visando o desenvolvimento da capacidade crítica dos discentes para a
compreensão das diferentes manifestações da questão social na Amazônia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOHLHEPP, Gerd. Conflitos de Interesse no Ordenamento Territorial da
Amazônia brasileira.
São Paulo. Estudos Avançados Estudos
Avançados. vol.16 no. 45 Mai/Ago. 2002.
LESSA, Ricardo. AMAZÔNIA: as raízes da destruição. São Paulo Editora Atual.
1991.
LOUREIRO, Violeta R. Amazônia: História e Análise de Problemas(do período
da borracha aos dias atuais). Belém: Editora CEJUP, 2002
__________________. Questões fundiárias na Amazônia – um caleidoscópio de
direitos e de violências contra os direitos. Anais da 61ª Reunião Anual da SBPC
- Manaus, AM - Julho/2009.
LOUREIRO, V. R. Amazônia: estado, homem, natureza. CEJUP, 1992.
CARDOSO, F. H. e MÜLLER Geraldo. Amazônia: Expansão do Capitalismo.
Brasiliense, 2009. Disponíve: http://desenvolvimentoemquestao.wordpress.com
2010/07/09 PDF
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
61
LOUREIRO, V. R. Estado, bandidos e heróis: utopia e conflito na Amazônia.
Belém: Ed. Cejup, 1996.
LOUREIRO Violeta e GUIMARÃES, Ed Carlos. Reflexões sobre a pistolagem e
a violência na Amazônia. Disponível em: www.ces.uc.pt/bss/documentos/pdf ·
Arquivo PDF.
JATENE Simão Robison et alii. Crianças no Pará: a Explosão da Pobreza.
Belém: Associação de Universidades Amazônicas – UNAMAZ, Universidade
Federal do Pará – UFPA, 1993. 198 páginas, il. Série Pobreza e Meio Ambiente
na Amazônia, vol. 4
DOCUMENTÁRIOS (vídeos). Serra Pelada; Carajás: um projeto no coração da
floresta; Os Efeitos do Aquecimento Global no Brasil e na Amazônia; O Arco do
Desmatamento; Por uma outra Globalização.
DISCIPLINA: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS I (60h)
EMENTA: A disciplina se propõe a debater temas relacionados às linhas de
pesquisa que orientam a formação e a produção do conhecimento em Serviço
Social com ênfase na discussão de temáticas relativas às diferentes expressões
da questão social na Amazônia, tais como: trabalho escravo, trabalho infantojuvenil, violência urbana e no campo, tráfico de pessoas, prostituição infantojuvenil, entre outras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERGER, Peter. A Construção social da Realidade: Tratado de Sociologia do
conhecimento. Petrópolis: Vozes, 1983.
CHAUI, Marilena. Conformismo e resistência – aspectos da cultura popular
no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1986.
SANTOS, Milton. Urbanização Brasileira. São Paulo: Hucitec, 1996.
MONTEIRO, Maurílio de Abreu. Meio século de mineração industrial na
Amazônia e suas implicações para o desenvolvimento regional. PDF
MOTA, Ana Elizabete. Serviço Social: formação e trabalho profissional. 2 ed. São
Paulo: OPAS, OMS, Ministério da Saúde, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUÓ, E. Considerações sobre o envelhecimento da população no Brasil. In:
Néri, Anita L. & Debert, Guita G. (org.) Velhice e sociedade. Campinas: Papirus,
1998.
DRAIBE, Sônia. A desproteção social: tendências e problemas no período
recente. In: Sistemas previdenciários comparados: padrões de financiamento e
gestão da seguridade em perspectiva internacional. Campinas: Núcleo de
Estudos em Políticas Públicas.
SILVA, Gerardo. A mobilização produtiva dos territórios: instituições e
logística do desenvolvimento local. Rio de Janeiro: DP &A, 2003.
TRINDADE JR. Saint Clair. Cidade e Empresa na Amazônia: gestão do território
e desenvolvimento local. Belém: Paka-Tatu, 2002.
DISCIPLINA: SOCIEDADE E AMBIENTE (60h)
EMENTA: A disciplina visa estudar o significado do meio ambiente para a
sociedade, a partir dos paradigmas tecnológicos modernos. Para tanto, o debate
sobre a concepção e a apropriação da natureza nas diferentes culturas (oriental e
ocidental) são aspectos importantes a serem tratados, considerando as diversas
fases históricas da relação sociedade-natureza: sociedades pré-históricas,
agrárias, industriais, culminando com o debate acerca das vertentes do
movimento ambientalista e os modelos de desenvolvimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Agenda 21 brasileira, Bases para
discussão. Brasília: MMA/PNUD, 2000.
LEFF, E. Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2002.
______. Saber ambiental: Sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
Petrópolis: Vozes, 2001.
PAIXÃO, C. J. ; THOMAS, S. Educação Ambiental e sustentabilidade ecológica
na universidade. Trilhas, Belém, v.11, n.22, p. 83-94, jan./dez., 2009.
VIEIRA, P. F.; MAIMON, D. (Orgs.). As ciências sociais e a questão ambiental:
rumo a interdisciplinaridade. Belém: NAEA / UFPA, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Isabel C. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico.
São Paulo: Cortez, 2004.
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (Orgs.). A questão ambiental: diferentes
abordagens. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
SOUZA, Carlos Augusto da Silva. Urbanização na Amazônia. Belém: UNAMA,
2000.
RAVENA, N; RAVENA-CAÑETE, V; SOUSA, R.M. Capacidade institucional
Municipal e Políticas Públicas Ambientais na Amazônia: UHE Tucuruí. V
CONGRESO LATINOAMERICANO DE CIÊNCIA POLÍTICA, 5. (Anais
Integración, Diversidad y Democracia en tiempos del Bicentenario) Ciudad de
Buenos Aires, Argentina 28 al 30 de julio, 2010.
VASCONCELLOS, Mário; ROCHA, Gilberto de Miranda; LADISLAU, Evandro
(Org.). O desafio político da sustentabilidade urbana: gestão socioambiental
de Belém. Belém: Edufpa, 2009.
XIMENES, T. (Orgª). Perspectivas do desenvolvimento sustentável: uma
contribuição para a Amazônia. Belém: NAEA / UFPA, 1997.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II (160h)
63
EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a acompanhar, supervisionar e
avaliar o desempenho do aluno no segundo nível do estágio supervisionado, por
meio de aulas teóricas e práticas. Focaliza o estudo das dimensões teóricometodológica, técnico- operativa e ético-política do fazer profissional do assistente
social com vistas à compreensão e análise do espaço ocupado pelo Serviço
Social no âmbito organizacional e do seu papel na implementação das políticas
sociais. Discute a aplicação dos instrumentos, práticas e técnicas do Serviço
Social no âmbito organizacional subsidiando o aluno para a elaboração e
execução do Plano de Estágio II.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABEPSS. Política Nacional de Estágio – PNE. ABEPSS – Brasília, 2010.
BRASIL. Resolução CNE/CES Nº 15, de 13 de março de 2002.
Estabelece as Diretrizes Curriculares (DCN) para os cursos de Serviço Social.
GUERRA, Yolanda & BRAGA, Maria Elisa. Supervisão em Serviço Social. In: In:
Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília:
CEFESS / ABEPSS, 2009.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social:
desafios para a formação e exercício profissional. São Paulo: Cortez, 2009.
PINTO, Rosa Maria Ferreiro. Estágio e supervisão: um desafio teórico-prático
do Serviço Social. São Paulo, PUC/NEMERSS, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CFESS. Código de Ética Profissional do Assistente Social. (9ª Edição). Conselho
Federal de Serviço Social. Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações
introduzidas pelas Resoluções CFESS nº 290/94, 293/94, 333/96 e 594/11.
_____. Resolução Nº 533, de 29 de setembro de 2008 que regulamenta a
supervisão direta de estágio no Serviço Social. CFESS, 2008.
MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem – relatório, laudos e
pareceres. São Paulo: Veras Editora; Lisboa: CPIHTS, 2003..
MORAES, Marilda Martins. Orientações para a elaboração do Plano de
Estágio. Curso de Serviço Social, Laboratório de Serviço Social. UNAMA, Belém,
2011.
UNAMA. Diretrizes Curriculares de Estágio Supervisionado do Curso de
Serviço Social. Belém: UNAMA, 2009.
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (TCC I) (40h)
EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a contribuir para a elaboração do
projeto de pesquisa como primeira etapa do Trabalho de Conclusão do Curso em
Serviço Social. Focaliza o estudo de questões teórico-metodológicas que
subsidiam a estruturação do projeto de pesquisa em suas diferentes etapas,
possibilitando ao aluno o exercício da dimensão investigativa e a produção do
conhecimento em Serviço Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOLDENBER, Mirian. A Arte da Pesquisa: como fazer pesquisa qualitativa em
Ciências Sociais. 11a Ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.
GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de Artigos Científicos. São Paulo:
Editora Avercamp, 2004.
________. Manual de Monografia, Dissertação e Tese. São Paulo: Avercamp,
2004.
MINAYO, Maria C. de Souza. O desafio do Conhecimento. São Paulo: HUCITC,
2003.
TRIVINOS, Augusto N.S. Introdução a Pesquisa em Ciências Sociais. São
Paulo: Atlas, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANDÃO, C.R. Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense, 1989.
CARVALHO, Ma Cecília (org.) Metodologia Científica: fundamentos e técnicas
construindo o saber. Campinas: Papirus, 1991.
CASTRO, Cláudio de Moura. A prática da pesquisa. São Paulo: Mc Graw-Hill,
1977.
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo:
Cortez, 1991.
DEMO, Pedro. Pesquisa e Construção do Conhecimento. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1994.
GIL, A.C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1987.
8º SEMESTRE
DISCIPLINA: SEGURIDADE SOCIAL (80h)
EMENTA: A disciplina estuda o desenvolvimento histórico e tendências recentes
das políticas de proteção social no contexto do capitalismo desenvolvido, com
ênfase na constituição da Política de Seguridade Social no Brasil pós 1988.
Analisa as políticas públicas de Saúde, Assistência e Previdência Social a partir
dos eixos centrais da gestão, financiamento, controle social e sua
integração/articulação com outras políticas setoriais e instrumentaliza o assistente
social para a intervenção crítica e fundamentada na política de Seguridade Social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
65
BRAVO, Maria Inês Souza [et. alli] (Orgs.). Saúde e Serviço Social. São Paulo:
Cortez; Rio de Janeiro: UERJ, 2004.
COUTO, Berenice Rojas. O Direito Social e a Assistência Social na Sociedade
Brasileira: uma equação possível? São Paulo: Cortez, 2004.
TEIXEIRA, Joaquina Barata. Formulação, Administração e Execução de Políticas
Públicas. Serviço Social : Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília:
CEFESS/ ABEPSS, 2009.
HABER, Esmeralda Mendes. A Área de Assistência Social Pública no contexto
brasileiro. Revista Polêmica nº 01 – Belém: CRESS 1ª região, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Senado Federal. Constituição Federal de 1988.
_______. Lei Federal nº 8.742 de 7 de dezembro de 1993. Lei Orgânica da
Assistência Social. Dispõe sobre a Organização da assistência social e dá outras
providências.
_______. Lei Federal n.8.080, de 19 de setembro de 1990. Lei Orgânica da
Saúde. .Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da
saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá
outras providências.
_______. Lei Federal n. 8.142, de 28 de dezembro de 1990.Dispõe sobre a
participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde ( SUS ) e
transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá
outras providências.
_______ MDS / SNAS. Política Nacional de Assistência Social. Brasília,
novembro de 2004. Norma Operacional Básica- NOB / SUAS- 2005
SCHONS, Selma Maria. Assistência Social entre a ordem e a “des-ordem”
São Paulo: Cortez, 1999.
SIMÕES, CARLOS. Curso de Direito do Serviço Social.São Paulo: Cortez,2007
SPOSATI, Aldaíza. O primeiro ano do Sistema Único de Assistência Social.
Revista Serviço Social e Sociedade nº 87. São Paulo: Cortez, 2008.
DISCIPLINA: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS II (60h)
EMENTA: A disciplina se propõe ao debate de temáticas vinculadas às linhas de
pesquisa nas quais se inserem os projetos de pesquisas dos alunos concluintes
do Curso de Serviço Social enfocando a apreensão e discussão de conteúdos
voltados à construção de uma base teórico-conceitual que subsidie os alunos nas
análises dos objetos de estudo propostos para pesquisa e qualifique a elaboração
dos trabalhos de conclusão de curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACOSTA, Rojas Ana. Maria Amália Faller Vitale,(org) et al. Familias, Redes
Laços e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez: IEE – PUC –SP,2007
MELLO, Luiz. Novas Famílias: conjugalidades homossexual no Brasil
contemporâneo. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (1999), Fala galera. Juventude,
violência e cidadania no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro
NERI, Anita Liberalesso(org). Idosos no Brasil: vivências, desafios e
expectativas de vida na terceira idade. São Paulo: Ed. Fundação Perseu
Abramo, Edições SESC, 2007.
PONTES, Reinaldo, CRUZ, Cláudio e MELO, Jane. Relações Sociais e
Violências nas Escolas. Belém-PA: Editora Unama, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEGENNSZANJH, R. Desafios da gestão democrática das políticas sociais. . In
Capacitação em serviço social e política social, módulo 3. – Brasília UnB,
CEAD, 2000.
DEMO, Pedro. Serviço Social: direitos Humanos e Políticas Sociais, nº8, ed.
ser/UNB, 2001.
FALEIROS, V. P. Natureza e desenvolvimento das políticas sociais no Brasil.. In
Capacitação em serviço social e política social, módulo 3. – Brasília UnB,
CEAD, 2000.
PNAD 2008 - Aspectos Complementares de Educação, Afazeres Domésticos
e Trabalho Infantil.
DISCIPLINA: ELABORAÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS SOCIAIS (60h)
EMENTA: A disciplina está centrada no estudo dos conceitos e fundamentos
requeridos à elaboração e gerenciamento de projetos sociais como unidade de
planejamento. Discute os conceitos de Responsabilidade Social, Indicadores
Sociais; Balanço Social, Marketing Social, Certificação Social e captação de
recursos. Aborda os elementos essenciais para a elaboração de projetos sociais
visando o domínio dos recursos metodológicos necessários à sua execução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAYBROOKE, David; LINDBLON, Charles E. Uma estratégia de decisão
social. Rio de Janeiro: ZAHAR, 1972.
COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de Projetos Sociais. 6ª. ed.
Petrópolis: Vozes, 2004.
CONTADOR, Cláudio R. Projetos Sociais: avaliação e prática. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2000.
TORRES, João Camillo de Oliveira. Instituições políticas e Sociais do Brasil.
São Paulo: Coleção FTD, 1965.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
67
CAMARGO, M. Franco de, et all. Gestão do terceiro setor no Brasil. São Paulo:
Futura, 2002.
MELO NETO, Francisco Paulo de; FROES, César. Responsabilidade social e
cidadania empresarial: a administração do terceiro setor. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1999.
NAVES, R. Novas possibilidades para o exercício da Cidadania. In: PINSKY, J.
(Org.). História da Cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
VITA, A. Sociologia da sociedade brasileira. 7ed. São Paulo: Ática, 1998.
________. Teorias da globalização. Cadernos dos Problemas Brasileiros. São
Paulo, n. 318. nov./dez, 1996.
DISCIPLINA: TEMAS CONTEMPORÂNEOS (60h)
EMENTA: Este componente curricular possibilita uma reflexão sobre a
sociabilidade humana contemporânea, articulando um debate teórico sobre temas
da vida cotidiana a partir da mediação entre os espaços nacional e a realidade
urbana. Prioriza os temas da atualidade. Fornece subsídios para a compreensão
dos diferentes aspectos e problemas da vida social contemporânea, sua
expressão institucional e o papel desempenhado pelos diferentes sujeitos sociais
frente às transformações em curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA e COMPLEMENTAR
Em face da natureza do componente curricular as referências serão definidas no
semestre em que a disciplina for ofertada.
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III (160h)
EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a acompanhar, supervisionar e
avaliar o aluno no terceiro nível do estágio supervisionado, por meio de aulas
teóricas e práticas. Está centrada na análise crítica do contexto organoinstitucional com ênfase na análise da política social pertinente à organização
campo de estágio na qual o aluno está inserido. Discute a operacionalização do
instrumental técnico-operativo do Serviço Social com base nos fundamentos
teórico-metodológico e ético-políticos da profissão subsidiando o aluno para a
elaboração e execução do Plano de Estágio III e a intervenção profissional
qualificada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABEPSS. Política Nacional de Estágio – PNE. ABEPSS – Brasília, 2010.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social:
desafios para a formação e exercício profissional. São Paulo: Cortez, 2009.
MORAES, Marilda Martins. Orientações para a elaboração do Plano de
Estágio. Curso de Serviço Social, Laboratório de Serviço Social. UNAMA, Belém,
2011.
UNAMA. Diretrizes Curriculares de Estágio Supervisionado do Curso de
Serviço Social. Belém: UNAMA, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CFESS. Código de Ética Profissional do Assistente Social. (9ª Edição). Conselho
Federal de Serviço Social. Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações
introduzidas pelas Resoluções CFESS nº 290/94, 293/94, 333/96 e 594/11.
_____. LEI N.º 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de
Assistente Social, já com a alteração trazida pela Lei N.º 12.317, de 26 de agosto
de 2010.
_____. Resolução Nº 533, de 29 de setembro de 2008 que regulamenta a
supervisão direta de estágio no Serviço Social. CFESS, 2008.
GUERRA, Yolanda & BRAGA, Maria Elisa. Supervisão em Serviço Social. In: In:
Serviço Social: Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília:
CEFESS / ABEPSS, 2009.
MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e Linguagem – relatório, laudos e
pareceres. São Paulo: Veras Editora; Lisboa: CPIHTS, 2003..
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (TCC II) (40h)
EMENTA: A disciplina estrutura-se de modo a permitir a orientação teóricometodológica voltada à execução da pesquisa, à sistematização e análise de
dados teóricos e empíricos coletados no campo de pesquisa e cujos resultados
deverão ser estruturados em forma de artigo científico e apresentados (defesa
oral) à banca examinadora do Trabalho de Conclusão do Curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CFESS. Curso de Capacitação em Serviço Social e Política social. Módulo 5.
Intervenção e Pesquisa em Serviço Social. UnB/CEAD/CFESS, Brasília, 2001.
GOLDENBER, Mirian. A Arte da Pesquisa: como fazer pesquisa qualitativa em
Ciências Sociais. 11a Ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.
HORTÊNCIA, de Abreu Gonçalves. Manual de Artigos Científicos. São Paulo:
Editora Avercamp, 2004.
UNAMA. Diretrizes do TCC do Curso de Serviço Social. Laboratório de Serviço
Social (LSS). Belém, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANDÃO, C.R. Pesquisa Participante. São Paulo: Brasiliense, 1989.
CARVALHO, Maria Cecília (org). Metodologia Científica: fundamentos e
técnicas construindo o saber. Campinas: Papirus, 1991.
DEMO, Pedro. Pesquisa e Construção do Conhecimento. Rio de Janeiro,
Tempo Brasileiro, 1994.
MINAYO, Maria C. de Souza. O Desafio do Conhecimento. 3a ed. São Paulo:
HUCITC, 1994.
THIOLLENT, M. Metodologia de Pesquisa Ação. São Paulo: Cortez, 1999.
69
UNAMA. Normalização do trabalho acadêmico. UNAMA, 2011. Disponível em
www.unama.br/biblioteca
DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (Optativa) (40h)
EMENTA: A disciplina estuda a conceituação e caracterização da Língua
Brasileira de Sinais – LIBRAS como forma de comunicação e expressão do surdo.
Discute os pressupostos teóricos, históricos, filosóficos, sociológicos,
pedagógicos e técnicos da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e instrumentaliza
os alunos à utilização da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS na comunicação
com o portador de deficiência auditiva como reconhecimento dos seus direitos e
competências como sujeito e cidadão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Especial,
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. 1998. v. III (série Atualidades
pedagógicas,n.4). (3719 A886e)
BRITO, L. F. Por uma gramática da Língua de Sinais - Tempo Brasileiro - Rio
de Janeiro.1995. (419.B862p)
QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais
Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. v. 1. (419,Q1 )
___________________ Educação de surdos: a aquisição da linguagem. 1. ed.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. v. 1. (371912 Q1 e)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário
Enciclopédico Ilustrado Trilingüe da Língua de Sinais Brasileira Vol I e II. São
Paulo: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
COUTINHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa. Semelhanças e diferenças.
João Pessoa: Gráfica e Editora Arpoador, 2000.
DAMÁZIO, Mirlene F.M. (Org.). Língua de sinais brasileira no contexto do
ensino superior – Termos técnicos científicos. Uberlândia/MG: Editora Gráfica
Hebrom, 2005.
FELIPE, Tanya. LIBRAS em contexto. Curso Básico. Brasília: Ministério da
Educação e do Desporto/Secretaria de Educação Especial, 2007.
PIMENTA, Nelson ; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de Libras 1. ed. Rio de
Janeiro: LSB Vídeo, 2006. v. 1.
SÁ, Nídia L. Educação de surdos: a caminho do bilingüismo. Niterói: EDUFF,
1999.
XVIII – CORPO DOCENTE
Professor (a)
Maior
Titulação
Regime
Disciplinas
de
Trabalho
Horista Direito e Legislação
Social
Tempo Leitura e Produção de
Integral Texto
Tempo Pesquisa em Serviço
Integral Social I;
Adelvan Olivério Silva
Mestre
Amarilis Izabel Alves Tupiassu
Doutor
Andréa Mello Pontes
Doutor
Ângela do Nascimento Oliva
Doutor
Tempo
Integral
Cláudio Roberto Rodrigues Cruz
Doutor
Tempo
Integral
Elias Leopoldo Serique
Mestre
Horista
Eugênia Rosa Cabral
Doutor
Flávio Valentim de Oliveira
Mestre
Tempo
Integral
Horista
Francisco do Nascimento Felix
Heraldo Cristo Miranda
Mestre
Mestre
Horista
Horista
Jane Simone Moraes de Melo
Mestre
Tempo
Integral
Katia Cristina de Souza Santos
Mestre
Tempo
Parcial
Luciano Silva Gomes
Doutor
Tempo
Integral
Maria das Graças da Silva Lima
Mestre
Maria Ivanete de Santana Felix
Mestre
Maria José Campos Moura Melo
Mestre
Tempo
Integral
Tempo
Parcial
Tempo
Integral
Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia
Mestre
Tempo
Integral
Marilda Martins Campos
Mestre
Tempo
Integral
História do Serviço Social
II; FTMSS I;
TCCI
FTMSS II; Movimentos
Sociais; Política Social II;
TCC I
Fundamentos
Psicológicos ao SS
Gestão e Planejamento
Social I; TCC I
Fundamentos Filosóficos
ao SS
Estatística
Fundamentos
Antropológicos ao SS
Formação Econômica,
Social e Política do
Brasil, TCC I
Metodologia Científica;
Política Social I; FTMSS
IV; TCC I
FTMSS III, Ética do
Serviço Social; Estudo
das Questões
Amazônicas; TCC I
Direito e Legislação
Social
Leitura e Produção de
Texto
Prática profissional II,
Estágio Supervisionado I,
Seminários Temáticos I,
TCC I
História do Serviço Social
I, Pesquisa em Serviço
Social II; TCC I e II
Gestão e Planejamento
Social II; TCC I
71
Rosália do Socorro da Silva
Correa
Rúbia Monteiro Pimentel
Silvana Morhy Siqueira Mendes
de Nóvoa
Zoraide Leitão de Oliveira
Doutor
Mestre
Tempo
Integral
Tempo
Integral
Mestre
Horista
Mestre
Tempo
Integral
Ciência Política, TCC I
Fundamentos
Sociológicos ao SS,
Economia Política, TCC I
Fundamentos
Psicológicos ao SS
Prática Profissional I,
Estágio Supervisionado
II; TCC I
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Guia Acadêmico do curso de Serviço Social