Nossos Rumos Futuros
Planejamento
Estratégico
2010-2018
Nossos Rumos Futuros
2010-2018
Para a construção do Planejamento Estratégico do
UNASP, 2010-2018, foram realizadas algumas
reuniões a partir de 2007. Para estas reuniões,
normalmente, a participação dos membros
abrangia os Administradores e o Departamental de
Educação da UCB, os membros da Reitoria e os
componentes da Diretoria de cada Campus.
Nossos Rumos Futuros
Datas e locais destas reuniões:
21/08/07 no CEVISA, em Engenheiro Coelho/SP.
30/10/07 na CASA/CPB, em Tatuí/SP.
03-04/06/08 no Hotel Premium Norte, em Campinas/SP.
29/09/08 na Reitoria, em Engenheiro Coelho/SP.
28-30/10/08 no CEVISA, em Engenheiro Coelho/SP.
18/06/09 na Reitoria, em Engenheiro Coelho/SP.
20 e 21/10/10 - no CEVISA, em Engenheiro Coelho/SP
Nossos Rumos Futuros
NOSSAS CRENÇAS
Como uma instituição do Sistema Educacional
Adventista Mundial, CREMOS:
 Na existência de Deus como Criador e
Mantenedor do Universo;
 No Senhor Jesus Cristo como Redentor e
modelo de serviço em favor das pessoas;
 Na Bíblia, a Palavra de Deus, como único
fundamento de fé e prática;
Nossos Rumos Futuros
NOSSAS CRENÇAS
 Que os seres humanos, criados à imagem de Deus,
caíram num estado de pecado, cujas consequências
afetaram todo o planeta;
 Que Deus enfrentou o problema do pecado mediante
um plano de redenção que visa restaurar no homem a
Sua imagem;
 Que através da educação cristã podemos colaborar com
o plano de Deus em restaurar os seres humanos à sua
condição original.
Nossos Rumos Futuros
NOSSOS PRINCIPAIS VALORES INSTITUCIONAIS
 A VERDADE, revelada em Cristo e nas
Escrituras, como fonte de conhecimento e de
desenvolvimento espiritual;
 A JUSTIÇA, o RESPEITO, a HONESTIDADE e
a COOPERAÇÃO presentes, nas relações
institucionais;
 O COMPROMISSO com a missão institucional
como motivação para o serviço.
Nossos Rumos Futuros
NOSSOS PRINCIPAIS VALORES EDUCATIVOS
Valores Culturais e Sociais:
Aceitação,
Altruísmo, Bom humor,
Carinho,
Diligência, Espírito de Cooperação, Entusiasmo,
Felicidade, Gratidão, Humanidade, Humildade,
Igualdade,
Interdependência,
Lealdade,
Patriotismo, Participação, Respeito, Sinceridade,
Simpatia.
Nossos Rumos Futuros
NOSSOS PRINCIPAIS VALORES EDUCATIVOS
Valores Espirituais:
Amor, Alegria, Amabilidade, Confiança em Deus,
Consciência
de
Moralidade,
Compaixão,
Cooperação, Cortesia, Empatia, Esperança, Fé
em Deus, Generosidade, Graça, Honestidade,
Humildade,
Integridade,
Justiça,
Missão,
Mordomia, Pureza, Paz, Reverência, Respeito
Próprio, Percepção, Retidão, Serviço, Temperança,
Tolerância.
Nossos Rumos Futuros
NOSSOS PRINCIPAIS VALORES EDUCATIVOS
Valores Estéticos:
Atratividade, Beleza, Criatividade, Contraste,
Delicadeza, Diversidade, Elegância, Equilíbrio,
Espontaneidade, Forma, Harmonia, Inspiração,
Originalidade,
Postura,
Ritmo,
Serenidade,
Simetria, Simplicidade, Unidade.
Nossos Rumos Futuros
NOSSOS PRINCIPAIS VALORES EDUCATIVOS
Valores Intelectuais:
Autodisciplina,
Automotivação,
Coerência,
Cooperação, Curiosidade, Desejo de Progresso,
Determinação, Diligência, Exatidão, Interpretação,
Investigação, Ordem, Ordenação, Organização,
Estruturação de Ideias, Pensamento Crítico
Perfeição, Planejamento, Reflexão.
Nossos Rumos Futuros
NOSSA VISÃO
Ser uma Instituição Educacional reconhecida pela
excelência nos serviços prestados, pelos seus
elevados padrões éticos e pela qualidade pessoal
e profissional de seus egressos.
NOSSA MISSÃO
Educar no contexto dos valores bíblicos para um
viver pleno e para a excelência no serviço a Deus e
à humanidade.
Nossos Rumos Futuros
Análise S.W.O.T.
Planejamento Estratégico
Nossos Rumos Futuros
ANÁLISE S.W.O.T.
AMEAÇAS:
1. Intervenção estatal no plano de bolsas;
2. O atual modelo de condução da Colportagem
Estudantil;
3. Financiamento estudantil;
4. Novos internatos;
5. Oferta de cursos similares para o mesmo público;
6. Massificação do ensino.
Nossos Rumos Futuros
ANÁLISE S.W.O.T.
AMEAÇAS:
7. Preços baixos da concorrência;
8. Instabilidade da legislação;
9. EAD;
10. A percepção externa de que nossos preços são altos;
11. Possibilidade de perda da filantropia;
12. Baixa percepção do valor da educação universitária
adventista, entre os membros da igreja.
Nossos Rumos Futuros
ANÁLISE S.W.O.T.
OPORTUNIDADES:
1. Colportagem estudantil;
2. Pertencer à Rede Adventista de Educação;
3. Número de membros da Igreja Adventista;
4. Flexibilidade da legislação que permite projetos
pedagógicos com perfis específicos;
5. A baixa qualidade dos serviços dos concorrentes;
6. A percepção externa de que temos uma boa qualidade.
Nossos Rumos Futuros
ANÁLISE S.W.O.T.
PONTOS FORTES:
1. Sistema de internato;
2. Captação de alunos em nível nacional;
3. Qualidade dos serviços educacionais;
4. Pertencer ao Sistema Adventista de Educação;
5. Infraestrutura;
6. Bom clima organizacional;
Nossos Rumos Futuros
ANÁLISE S.W.O.T.
PONTOS FORTES – cont.:
7. Programa de qualificação docente;
8. Beleza natural dos Campi;
9. Envolvimento com a comunidade;
10.Serviços referenciados em valores bíblicos;
11.Qualidade e variedade das programações e
eventos.
Nossos Rumos Futuros
ANÁLISE S.W.O.T.
DEBILIDADES:
1. Atendimento ao público;
2. Sistemas de informação;
3. Comunicação interna e externa;
4. Monitoramento de desempenho;
5. Pouca vivência na “cultura universitária”.
Nossos Rumos Futuros
Fatores
Críticos de Sucesso
Planejamento Estratégico
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
FUNDAMENTOS ESTRATÉGICOS CHAVES –
Monitoramento Permanente
 Concorrência;
 Inadimplência;
 Evasão;
 Desempenho nas avaliações internas e externas;
 Equilíbrio financeiro e independência de subsídios do
status como IES Filantrópica;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
FUNDAMENTOS ESTRATÉGICOS CHAVES – cont.
Monitoramento Permanente
 Localização;
 Qualidade do corpo docente e técnicoadministrativo;
 Política de preços;
 Secularização – metodologia e filosofia;
 Clima espiritual;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
FUNDAMENTOS ESTRATÉGICOS CHAVES – cont.
Monitoramento Permanente
 Segurança;
 Comunicação interna e externa;
 Satisfação do cliente;
 Clima organizacional;
 Gestão institucional.
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO DIMENSÕES
 Moral e Espiritual (Assessoria Geral de Desenvolvimento Espiritual +
Diretores de Desenvolvimento Espiritual dos Campi)
 Infraestrutura (Pró-reitor Administrativo + Diretores Administrativos dos
Campi)
 Acadêmica
(Pró-reitora Acadêmica + Diretores Acadêmicos dos Campi)
 Desenvolvimento Estudantil (Reitor + Diretores Gerais dos Campi
+ Diretores Desenvolvimento Estudantil dos Campi)
 Administrativa e Gestão (Pró-reitor Administrativo + Diretores
Administrativos dos Campi)
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO DIMENSÕES – cont.
 Comunicação interna e externa (Reitor + Assessores de
Comunicação + Assessores Comunicação dos Campi)
 Responsabilidade Socioambiental (Reitoria)
 Atendimento ao cliente interno e externo (Reitor + Assessores
de Comunicação + Assessores Atendimento ao Cliente dos Campi)
 Planejamento e Avaliação (Reitor + Assessores de Planejamento e
Avaliação Institucional)
 Segurança (Reitor + Diretores Gerais dos Campi + Diretores
Desenvolvimento Estudantil dos Campi)
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS
1. Ser uma IES centrada em Cristo;
2. Fortalecer o clima espiritual em todos os setores
a fim de neutralizar a influência do secularismo;
3. Adequar e otimizar a Infraestrutura para a
prestação dos serviços com qualidade e
eficiência;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
4. Assegurar a qualidade acadêmica que proporcione aos
egressos uma formação profissional diferenciada para o
serviço à igreja e à sociedade;
5. Flexibilizar e diversificar a oferta dos serviços
acadêmicos (diferenciais competitivos), de modo a
enfrentar o cenário de mudança, concorrência e as
necessidades da comunidade;
6. Manter a qualidade das atividades sociais e ampliar seu
alcance no envolvimento da comunidade estudantil
externa;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
7. Preservar os valores e padrões que orientam o
estilo de vida adventista no sistema de internato;
8. Ampliar a efetividade dos procedimentos que
promovem a segurança (física, moral, “vícios”);
9. Alcançar e manter a estabilidade econômicofinanceira com desenvolvimento e com uma
política de preço competitivos;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
10. Promover ações que assegurem a
sobrevivência institucional sem a dependência
dos benefícios da Filantropia;
11. Preservar o bom clima organizacional e prover
condições para o bom desempenho de todas
as atividades institucionais;
12. Aperfeiçoar a integração e unidade entre os
Campi respeitando as características locais;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
13. Desenvolver a cultura institucional de
planejamento, seu acompanhamento e auto
avaliação permanente;
14. Organizar o Setor de Recursos Humanos;
15. Atualizar e manter atualizados os recursos
tecnológicos disponibilizados para gestão e
serviços educacionais;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
16. Rever e implantar mecanismos eficazes de
comunicação interna e externa;
17. Continuar com as ações de qualificação
docente e prover o aperfeiçoamento contínuo
visando à qualidade de vida e ao
desenvolvimento pleno dos servidores;
18. Ampliar as ações de cunho social e
implementar programas que desenvolvam a
responsabilidade ambiental;
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
19. Criar a cultura de excelência no atendimento;
20. Comunicar o evangelho de salvação aos alunos,
familiares, servidores e à comunidade;
21. Promover ações que despertem a vocação
missionária nos discentes e servidores da
instituição;
22. Revisar o atual plano de bolsas no escopo da legislação
sobre filantropia e do Ministério do Trabalho, elaborando
novas normas internas que se ajustem a essas legislações.
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
23. Manter um programa permanente de atualização dos
gestores nos aspectos: legislativo, filosófico,
concorrencial, tecnológico dentre outros.
24. Organizar um setor de gestão da competitividade que
permita uma melhor imagem externa quanto à qualidade
e valores dos serviços oferecidos pelo UNASP e, por
outro lado, a identificação de oportunidades para o
desenvolvimento institucional.
Nossos Rumos Futuros
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
MACRO OBJETIVOS – cont.
25. Acelerar o desenvolvimento do sistema de gestão
acadêmico-administrativo de modo a atender a todas as
áreas da instituição.
26. Monitorar o desenvolvimento e as variações no perfil do
entorno de cada campus de modo a aproveitar, por um
lado, novos oportunidades que se apresentarem e, por
outro lado, se antecipar ao surgimento de novos fatores de
risco à Instituição.
Nossos Rumos Futuros
Qualidade
Planejamento Estratégico
Nossos Rumos Futuros
QUALIDADE
OBJETIVOS E INDICADORES DE QUALIDADE
1. Desenvolver os aspectos intelectuais dos alunos:
ACADÊMICA
a) Indicador
i. Quantidade de linhas de pesquisa por curso (3)
ii. Número de programas de pesquisa por curso (1)
iii. Número de cursos de extensão/curso/ano (1)
Nossos Rumos Futuros
QUALIDADE
OBJETIVOS E INDICADORES DE QUALIDADE
2. Desenvolver os aspectos espirituais dos alunos:
MORAL ESPIRITUAL
a) Indicador
i. Quantidade de aulas de ensino religioso (2/semana)
ii. Número de semanas especiais para enriquecimento espiritual
(2/ano)
iii. Número de alunos participantes nas programações desenvolvidas
(70%)
iv. Tempo dedicado ao devocional em sala de aula/dia (10’)
Nossos Rumos Futuros
QUALIDADE
OBJETIVOS E INDICADORES DE QUALIDADE
3. Desenvolver os aspectos sociais dos alunos :
ATIVIDADE SOCIAL
a) Indicador
i. Número de eventos promovidos pela IES (1/semestre);
ii. Quantidade de programas de extensão comunitária por curso
(1/ano);
iii. Número de alunos envolvidos nos programas de extensão (5%);
iv. Número de projetos desenvolvidos pelo centro acadêmico
(1/semestre);
Nossos Rumos Futuros
QUALIDADE
OBJETIVOS E INDICADORES DE QUALIDADE
4. Desenvolver os aspectos MORAL E ESPIRITUAL :
MORAL E ESPIRITUAL
a) Indicador
i. Número de projetos desenvolvidos para a promoção dos valores
morais definidos pela IES (5/ano)
QUALIDADE
OBJETIVOS E INDICADORES DE QUALIDADE
5. Desenvolver os aspectos DESENVOLVIMENTO ESTUDANTIL
DESENVOLVIMENTO ESTUDANTIL
a) Indicador
i. Quantidade de disciplinas por curso, que promovam a saúde física
(1/curso)
Nossos Rumos Futuros
Metas
Planejamento Estratégico
Nossos Rumos Futuros: Projeção de Matrículas de 2011 - 2018
ANOS
C-HT
C-EC
C-SP
TOTAL
2011
4200
4544
5000
13.744
2012
4400
5219
5250
14.869
2013
4650
6079
5512
16.241
2014
4900
6200
5788
17.177
2015
5200
6700
6077
17.977
2016
5450
7220
6381
19.051
2017
5700
7772
6700
20.172
2018
6000
8404
7000
21.404
Educação Básica
3000
1362
1800
6.162
Graduação
2500
4181
4200
10.881
500
2861
1000
4.361
Pós-Graduação
Nossos Rumos Futuros: Projeção de Residentes em 2018
CAMPUS EC
1400
CAMPUS HT
600
CAMPUS SP
750
TOTAL
2750
Nossos Rumos Futuros
Moral e Espiritual
Nossos Rumos 2011: Área Administrativa
ÁREA ADMINISTRATIVA
ÉLNIO ÁLVARES DE FREITAS
Nossos Rumos 2011: Área Administrativa
Nossos Rumos 2011: Área Administrativa
APRESENTAÇÃO DO PLANO DE SEGURANÇA
DO CAMPUS
Nossos Rumos 2011: Filantropia
ÁREA ADMINISTRATIVA
(FILANTROPIA)
SUSANA MACHUCA
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
Novo Marco Juridico para
Entidades Beneficentes
Lei 12.101 de 30/11/2009
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
art. 195, § 7º
São isentas de contribuição
para a seguridade social as
entidades
beneficentes
de
assistência
social
que
atendam
às
exigências
estabelecidas em lei.
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
PROCEDIMENTOS PARA MANTER A
IMUNIDADE E/OU ISENÇÃO
1)
Cumprir as Exigências Mínimas Estabelecidas
nas Normas;
2)
Manter
Documentação
Adequada
Comprove a Filantropia Realizada;
3)
Registrar Contabilmente
Filantropia Realizada;
4)
Não Utilizar Meios de difícil comprovação ou
Proibidos.
e
que
Demonstrar
a
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
Lei 11.096/05 e 12.101/09
1)
Aplicar anualmente em gratuidade, o Mínimo de
20% da RECEITA anual;
2)
Oferecer bolsas de Estudos Integrais, para
alunos com renda per capita de até 1,5 SM; e Bolsas
Parciais, para alunos com renda per capita de
até 3 SM, quando necessário.
É vedado qualquer discriminação entre alunos
bolsistas e pagantes.
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
 Havendo candidatos em nº superior à
disponibilidade de bolsas, terão preferência na
classificação aqueles com menor renda per
capita RPC, podendo ser considerados
adicionalmente fatores agravantes, como: tipo
de moradia, problemas de saúde e portadores
de necessidades especiais.
 Em caso de empate dos candidatos na renda
per capita - RPC, o desempate e classificação
se dará para o candidato com menor Índice de
Carência Socioeconômica – ICS.
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
As bolsas de estudo poderão ser
canceladas a qualquer tempo, em caso
de constatação de falsidade da
informação prestada pelo bolsista ou
seu responsável, ou de inidoneidade de
documento apresentado, sem prejuízo
das demais sanções cíveis e penais
cabíveis. (§ 3º, Art. 15 – Lei 12.101/2009)
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CONDIÇÕES GERAIS
O Processo de seleção de
compreenderá nos seguintes itens:
bolsas
educacionais
 Solicitação de gratuidade (bolsa) através do formulário,
devidamente preenchido;
 Entrega de todos os documentos obrigatórios;
 Análise dos documentos e Avaliação Socioeconômica;
 Os responsáveis/alunos solicitantes serão entrevistados,
se necessário, por profissional habilitado (assistente
social).
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
Art. 25 – Lei 12.101/2009
Constatada,
a
qualquer
tempo, a inobservância de
exigências estabelecida em
Lei,
será
CANCELADA
a
CERTIFICAÇÃO.
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
VÔO DOS GANSOS
“No Outono, quando se vêem bandos de gansos a
voar para Sul e que formam um grande “V” no céu,
sabe-se que quando cada um bate as asas move o
ar para cima ajudando a sustentar a ave
imediatamente atrás.
Em geral, o bando se beneficia de pelo menos 71%
a mais de força de vôo do que uma ave a voar
sozinha.
Sempre que um ganso sai do bando sente
subitamente o esforço e a resistência necessários
para continuar a voar sozinho.
Rapidamente entra novamente na formação.
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
Assim todos se ajudam de forma a garantir
a sustentabilidade até ao seu destino final.
Todos têm o seu papel definido, ficando
para os gansos de trás o trabalho de gritar
encorajando os da frente para que
mantenham a velocidade.
O voo dos gansos rumo ao Sul no Outono é
um grande exemplo de trabalho em equipe
onde todos têm o mesmo objetivo, meta e
compromisso com o sucesso.
Nossos Rumos 2011: Responsabilidade Social e Filantropia
APRESENTAÇÃO DO FILME
Nossos Rumos 2011: Comunicação & Marketing
ÁREA COMUNICAÇÃO & MARKETING
ROGÉRIO SORVILLO
Visão Geral 2011 a 2018







2012 – ênfase nos agregados e lideranças, e
treinamento para relacionamentos nas redes sociais.
2013 – criação de uma rede ativa de CRM.
2014 – desenvolvimento de campanha colaborativa
(interna e externa).
2015 – portal UNASP com geração de conteúdo
próprio e de interesse geral.
2016 – construção da imagem do internato como
opção de contracultura.
2017 – inserir a marca UNASP aos meios de
relacionamento comuns do cotidiano.
2018 – foco no público internacional.
UNASP rumos 2011
Comunicação externa tri-campi:
- Consolidação das campanhas online
(vestibular).
- Desenvolvimento de campanhas de
comunicação baseadas em “experiências com a
marca”.
- Implantação do atendimento tricampi,
ao cliente, via chat e sites de relacionamento.
UNASP rumos 2011
Comunicação interna tri-campi:
- Implantação do mural eletrônico
- Implantação de comunicados via
celular
Nossos Rumos 2011: Área Acadêmica
ÁREA ACADÊMICA
TÂNIA DENISE KUNTZE
 Desenvolver,
em cada curso de graduação,
canais de comunicação e intercâmbio com
órgãos de classe e instituições empregadoras.
 Estabelecer
a vinculação das linhas de
pesquisa de todos os Cursos de PósGraduação Lato Sensu às linhas de pesquisa
institucional.
METAS
 Promover
o estudo dos princípios filosóficos
da IES em cada período dedicado ao
planejamento.
 Estimular
100% dos docentes para a
utilização de espaços diversificados para o
processo ensino-aprendizagem.
METAS
 Elaborar um Manual de Normas e Rotinas dos
Laboratórios do UNASP.
 Garantir
que pelo menos 20% do corpo
docente tenha regime de trabalho em tempo
integral.
METAS
 Garantir
que cada curso de graduação tenha
no mínimo 60% do corpo docente com
formação Stricto Sensu, e destes, 50% sejam
doutores (reconhecimento).
 Garantir
que o acervo da bibliografia básica
nos cursos de graduação seja de 1 exemplar
para cada 8 alunos.
METAS
 Garantir
que 100% dos Projetos Pedagógicos
dos Cursos (PPC) da IES reflitam plenamente
as políticas institucionais (PDI, PPI) e as
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNS).
 Implementar
METAS
a interligação das bibliotecas.
 Implementar
o intercâmbio institucional
intercampi em relação a docentes.
 Oferecer
sistematicamente, cursos de
aperfeiçoamento para coordenadores e
assessores da área acadêmica.
METAS
 Oferecer
programação
capacitação de docentes.
 Estimular
sistemática
para
a produção acadêmica docente, de
modo que cada um tenha, no mínimo, 2
publicações em 3 anos.
METAS
 Realizar
1 evento por ano que promova
articulação entre o ensino e a pesquisa.
 Consolidar
ao menos um projeto de extensão
em cada curso de graduação.
METAS
 Identificar
quantitativa e qualitativamente os
benefícios do programa de nivelamento e
promover sua consolidação.
 Obter
nota 4 no Conceito Preliminar de Curso
(CPC), em 100% dos cursos, em cada ciclo
avaliativo.
METAS
 Implementar
os núcleos de pesquisa já
aprovados pelo CONSU.
 Implantar
o programa de Pós-Graduação
Stricto Sensu em Promoção da Saúde e
Qualidade de Vida.
METAS
Nossos Rumos 2011
ÁREA ACADÊMICA
(SECRETARIA)
MARCELO FRANCA ALVES
Comunidade Acadêmica
Mercado
Docentes
Concorrentes
Discentes
Técnicos
Empregadores
Demandas
Regulação
Ministério Da
Educação - MEC
Otimização dos Fluxos
Sistema de Informática
Digitalização de
Documentos
Automatização de
Processos
(Gestores,
Docentes e
Discentes)
Planejamento
Revisão/
Definição/
Padronização
de Processos
(Re)Matrícula
Online
Atualização
Cadastral
Revisão/
Definição/
Padronização
de Atribuições
Organograma
Complementar
Responsável pela
Informação
Alimenta o Sistema

SINAES – Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior
◦ Autoavaliação Institucional
◦ Avaliação Institucional Externa
◦ ENADE -> CPC -> IGC
 Avaliação In Loco
 Não Avaliação In Loco
Regulação - MEC


ENADE
Insumos
◦
◦
◦
◦
Titulação – Corpo Docente*
Vínculo – Corpo Docente*
Infraestrutura
Questão Pedagógica
 Plano de Ensino (Calendário, Conteúdo Imexível)
 Resultados Finais (Calendário, previsão
Regimental de revisão)
*Fonte: Censo: Lattes + Comprovação
CPC – Conceito Preliminar de
Curso
Arquitetura e Urbanismo
Ciências Biológicas
Computação
Engenharias
História
Letras
Matemática
ENADE 2011
Pedagogia
- Cursos
Nossos Rumos 2011
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
RUBEM CÉSAR TAVARES
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Histórico
1999 – Constituição da Comissão Permanente de
Avaliação Institucional – CPAI;
2000 – Início das atividades da CPAI – estudos
sobre o tema, visitas a instituições que
apresentavam experiência na área, definição dos
princípios norteadores;
2001 – Delineadas as Políticas de Avaliação é
iniciada a estruturação do Programa de Avaliação
Institucional – PAI; desenvolvimento de
instrumentos de tomada de opinião;
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Histórico – cont.
2002 – Início dos levantamentos de dados e
tomada de opinião;
2004 – Constituição da CPA em conformidade
com a Lei do SINAES; elaboração de uma
Proposta de Auto-avaliação;
2005 – 2010 – Desenvolvimento de novos
instrumentos, elaboração de relatórios,
sistematização do processo.
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Missão
“Estimular os agentes institucionais a
exercitarem
permanentemente
a
reflexão e análise críticas que
conduzam à melhoria da eficiência no
educar para o viver pleno e para
excelência no servir.”
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Objetivos
 Promover a melhoria contínua da qualidade
dos processos acadêmicos através da coleta e
análise de dados, da produção de relatórios e da
sugestão de ações corretivas.
Promover a utilização eficiente, ética e
relevante dos recursos humanos e materiais do
UNASP.
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Objetivos – cont.
Conhecer como se integram o ensino, a
pesquisa e a extensão nas atividades
acadêmicas, e promover essa integração.
Firmar os valores institucionais;
Propiciar condições para a convergência das
ações na consecução da missão institucional.
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Fluxo
CPA
CIAC
NDE
Colegiados
Diretorias do Campus
Reitoria
Comunidade
acadêmica
Nossos Rumos 2011: Assessoria de Planejamento e Avaliação Institucional
Metas
- Sistematizar o processo de divulgação dos
resultados da Avaliação Institucional.
- Escrever novos relatórios mais adequados à Gestão.
- Adquirir um software estatístico adequado ao tipo
de levantamentos que é realizado pela CPA.
- Fazer a validação dos instrumentos utilizados para
a tomada de opinião na Avaliação Institucional.
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
ÁREA ESPIRITUAL
NARCIZO RAUL LIEDKE Fº
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Referência
Histórica
Implantação
parcial do PMDE
Participação
abaixo do ideal
nos cultos dos
professores e
alunos no início
das atividades
acadêmicas
diárias.
Participação dos
alunos
residentes nos
cultos dos
residencial ainda
está abaixo do
desejável.
Meta
Implantação
completa do
PMDE
Indicador de
Qualidade
Implantação
completa do PMDE
em todos Campi
Prazo
Responsável
Até 2013
Assessor do Reitor,
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual, capelães
Recursos
Necessários
R$320.000,00
Melhorar a
frequência
aos cultos.
80% de
presença.
Quando o índice de
frequência for igual
ou superior a 80%.
Durante
todo
período
Assessor do Reitor,
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual, lideres
espirituais de classe
e professores
R$25.000,00
Melhorar a
frequência
aos cultos.
80% de
presença.
Quando o índice de
frequência for igual
ou superior a 80%.
Durante
todo
período
Assessor do Reitor,
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual, capelães
e preceptores
R$20.000,00
Estratégia
Planejamento
com todos
setores dos
Campi, execução
e avaliação de
cada etapa
Campus
EC + HT + SP
Programa de 10
minutos
atrativos,
participativos e
relevantes.
Meditações e
cartazes.
EC + HT + SP
Melhor controle
de presenças.
Cultos e
programas com
temas relevantes
e adequados a
cada grupo
EC + HT + SP
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Referência
Histórica
Meta
Indicador de
Qualidade
Prazo
Responsável
A presença dos
alunos residentes
e funcionários no
seu culto de
departamento
ainda é
insatisfatório
Melhorar a
frequência
aos cultos.
80% de
presença.
Quando o índice de
frequência for igual
ou superior a 80%.
Durante
todo
período
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual e
responsável pelo
setor
Pequena
participação dos
alunos no Serviço
Voluntário
Adventista
Aumentar
o numero
de
participant
es no SVA
Ter pelo menos 15
participantes
anualmente
Até 2014
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual e DAS
Recursos
Necessários
Estratégia
Campus
R$20.000,00 Projetores,
equipamentos de
som e papéis
Cultos e
programas com
temas relevantes
e adequados a
cada grupo
EC + HT + SP
Programas
inspiradores
sobre
missionários e
pessoas que
participaram do
programa.
Material
oferecido pelo
programa de
voluntariado da
DSA
EC + HT + SP
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Referência
Histórica
Meta
Indicador de
Qualidade
Prazo
Responsável
Recursos
Necessários
Estratégia
Carência de
projetos que
eduquem os
alunos para o
serviço.
Ex: Projeto Paresis/Apinajés,
Luzeiro
Ter
anualmente um
projeto em
cada
Campus
Quando anualmente
e de forma
continuada forem
executados projetos
com boa
participação dos
alunos
Durante
todo
período
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual e Escola
de Missões da
Faculdade de
Teologia
R$20.000,00
Programas
inspiradores
Necessidade de
programas e
projetos na área
missionária.
Ter uma
Escola
Missionária
em
atividade
em cada
Campus
Realizar o
1º
Congresso
de
Capelães
Escolares
em 2012
Quando a Escola
Missionária estiver
funcionando
regularmente em
cada Campus
2013
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual
R$15.000,00
Aulas,
treinamento e
pratica das
diferentes
atividades
missionárias
Campus
EC + HT + SP
EC+HT+SP
Quando o evento for
realizado e for bem
avaliado pelos
participantes
Jan.2012
Assessor da Reitoria
para
Desenvolvimento
Espiritual –
Comissão designada
para planejar o
evento
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Referência
Histórica
Meta
Indicador de
Qualidade
Instituir o
Batismo
Universitário
Prazo
2012
Responsável
Recursos
Necessários
Estratégia
Campus
Diretor de
Desenvolvimento
Espiritual
EC+HT+SP
Pequena
presença de
professores e
funcionários nos
cultos de Sextafeira
Presença
dos
professores
e
funcionários
Presença dos
professores e
funcionários
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
ATIVIDADES PASTORAIS
RESUMO
Cultos:
. Professores
. Alunos
. Departamentos
. Residenciais
. Sexta-feira
. JA
. Cultos de Oração
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Semanas:
. Semana de Oração
. Semana Santa
. Semana de Ambientação
. Semana da Bíblia
. Semana alusiva à crença
. Semana alusiva aos Valores
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Datas Comemorativas:
•Dia Internacional da Mulher
•Dia da Mulher
•Dia dos Namorados
•Dia das Mães
•Dia dos Pais
•Dia do Estudante
•Dia do Professor
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Eventos:
1. Vigília Jovem
2. EJUC
3. Encontro de Casais
4. Encontro de Noivos
5. REUFOs
6. Paresi/Apinajés
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Atendimento
Aconselhamento
Estudos Bíblicos
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
Crença:
Mordomia
Ênfase nos seguintes aspectos:
 Tesouro – 1º Semestre
 Talentos – 2º Semestre
Nossos Rumos 2011: Área de Desenvolvimento Espiritual
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