ESGOTAMENTO SANITÁRIO
REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
UNIVASF – Universidade Federal do Vale do São Francisco/ Campus Ciências Agrárias
Esgotamento Sanitário e rede de distribuição de água
Especificações Técnicas
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OBJETO
A presente Especificação Técnica constitui, juntamente com a planta geral do Campus
com sua locação da rede e perfis do terreno, elemento fundamental para o cumprimento das
metas estabelecidas pela Universidade Federal do Vale do São Francisco, na execução dos
serviços de Esgotamento sanitário e distribuição da água para as edificações do Campus de
Ciências Agrárias, Petrolina-PE.
A elaboração deste trabalho teve como parâmetros as informações contidas nos diversos
projetos, assim como as recomendações das Normas Técnicas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT).
Embasado tecnicamente nos documentos acima citados, este trabalho visa estabelecer as
diversas fases da obra, desenvolvendo uma metodologia para execução de certas atividades ou
etapas da construção e também definir os materiais a serem empregados ou utilizados,
garantindo-se um meio de aferir os resultados obtidos, assegurar um controle permanente e o
melhor padrão de qualidade.
Todos os serviços deverão ser executados segundo estas ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS,
bem como as especificações, metodologia e materiais descritos nos projetos executivos.
Será sempre suposto que as ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS são de total conhecimento da
empresa encarregada da construção.
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Caberá ao CONSTRUTOR todo o planejamento da execução das obras e serviços, nos
seus aspectos administrativo e técnico, devendo submetê-lo, entretanto, a aprovação prévia da
fiscalização.
A obra de construção será executada de acordo com os projetos e especificações
fornecidos e/ou solicitados.
No caso de divergências entre os projetos e as especificações, serão adotados os
seguintes critérios:
Em caso de omissão das especificações prevalecerá o disposto no projeto de
execução.
Em caso de discrepância entre o disposto no projeto de execução e nas
especificações, prevalecerão estas últimas.
Quando a omissão for do projeto de execução prevalecerá o disposto nas
especificações.
Os projetos complementares prevalecerão sobre o de execução no caso de
discrepâncias.
Em casos especiais os critérios acima estabelecidos poderão ser alterados durante a
execução da obra, mediante prévio entendimento entre a CONTRATADA e a CONTRATANTE,
entendimento este cujas conclusões deverão ser expressas por escrito.
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As ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS só poderão ser modificadas, com autorização por
escrito, emitida pela FISCALIZAÇÃO e concordância dos autores do projeto.
Os serviços omitidos nestas ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, e/ou nos projetos somente
serão considerados extraordinários, quando autorizados por escrito.
A inobservância da presente ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS e dos projetos, implica na
não aceitação parcial ou total dos serviços, devendo ao Construtor refazer as partes recusadas
sem direito a indenização.
Nenhum trabalho poderá ser iniciado sem que exista na obra um Livro de Ocorrência com
um mínimo de 50 (cinqüenta) folhas fixas numeradas, intercaladas de pelo menos uma folha
serrilhada, que se destina aos relatórios de fiscalização, anotações, modificações e qualquer tipo
de solicitação tanto da FISCALIZAÇÃO como da CONTRATADA.
O uso de material similar, somente será permitido quando inexistir comprovadamente o
material ou marca previstos nas especificações. Neste caso os materiais devem ser apresentados
com antecedência a FISCALIZAÇÃO para a competente autorização, a qual será dada por escrito
em Ofício ou no Livro de Ocorrências.
Os projetos executivos de Arquitetura, Orçamento Quantitativo foram elaborados sob
responsabilidade direta da Universidade Federal do Vale do São Francisco. A CONTRATADA, ao
aceitar os projetos, assumirá a única e irrecusável responsabilidade pela execução, salvo se
comunicar por escrito sua inexeqüibilidade parcial ou total. Nesta hipótese deverão apresentar a
FISCALIZAÇÃO as modificações necessárias, as quais serão examinadas pela UNIVASF, antes
de sua execução.
Será procedida periódica remoção de entulho e detritos que venham a se acumular no
decorrer das obras. Todo o transporte de entulho correrá às expensas da Empresa Contratada e
deverá atender às normas determinadas pela Administração da UNIVASF.
Ficarão a cargo exclusivo da Empresa contratada todas as providências correspondentes
às instalações provisórias da obra, tais como instalações destinadas a depósitos de materiais e
ferramentas, oficinas e escritórios.
Caberá também à Empresa contratada o fornecimento de todo o material, mão-de-obra,
ferramentas, equipamentos, maquinário, entre outros, necessários para que todos os trabalhos
sejam desenvolvidos com segurança e qualidade.
Os serviços a serem executados deverão obedecer às presentes especificações e
quaisquer alterações nas mesmas, se necessárias, somente poderão ser feitas mediante consulta
prévia, por escrito, à Fiscalização da UNIVASF.
A execução de qualquer serviço deverá obedecer às prescrições contidas na ABNT, bem
como às recomendações e prescrições do fabricante para os diversos materiais.
Todos os materiais a serem empregados nos serviços deverão ser de primeira qualidade,
sendo recusados pela Fiscalização materiais não especificados. Os serviços imperfeitos deverão
ser prontamente refeitos às expensas da Empresa contratada.
A contratada será responsável por danos causados a terceiros, com a reparação dos
estragos por ventura causados ao imóvel e seus bens, usando-se para tal de materiais iguais ao
danificados e mão-de-obra especializada.
A contratada se obrigará a cumprir as exigências dos Órgãos públicos e da Administração
da Universidade, com relação à apresentação dos projetos de instalações e estruturas, porventura
exigidos.
A contratada se obrigará a cumprir as exigências da Administração da Universidade com
relação ao desenvolvimento de obras, tapumes, permanência de pessoal, horários de trabalho,
entrada e saída de materiais e entulhos, etc.
A retirada de entulhos e materiais porventura já existentes no local da obra ficará ao
encargo da Contratada, com a devida presteza, de modo a não atrasar a execução dos serviços
especificados. No caso de materiais utilizáveis, os mesmos serão removidos para local a ser
determinado pela UNIVASF.
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A contratada não poderá sub-empreitar a terceiros a totalidade dos serviços, podendo,
entretanto, fazê-lo parcialmente. Continuará, porém, a responder direta e exclusivamente perante
a UNIVASF.
Qualquer detalhe técnico porventura omisso nas presentes especificações e plantas serão
solucionados sempre dentro das normas técnicas construtivas usuais e dentro do bom senso
executivo, a critério da fiscalização da UNIVASF.
Correrão exclusivamente por conta da CONTRATADA todas as despesas com relação à
construção, manutenção e administração dos canteiros de obra e acampamento.
A CONTRATADA providenciará às suas expensas e manterá até a entrega definitiva da
obra, em condições e local indicados pela FISCALIZAÇÃO, placa de construção em chapa
galvanizada, conforme normas e modelo fornecido.
A CONTRATADA será responsável pela manutenção da ordem nas áreas de sua
responsabilidade, mantendo serviço de vigilância no canteiro de obra, até a conclusão do
contrato.
Em hipótese alguma a CONTRATANTE responderá por eventuais danos ou perdas de
materiais e equipamentos da CONTRATADA que venham a ocorrer no canteiro de obra.
1.0 - SERVIÇOS PRELIMINARES
Licenças, Taxas e Seguros.
Serão de inteira responsabilidade da CONTRATADA os pagamentos da taxas pertinentes
e aprovação dos projetos e registro da obra junto aos órgãos competentes.
Fornecimento e Assentamento de Placa da Obra
Será responsabilidade de a CONTRATADA providenciar a afixação da placa de obra em
chapa galvanizada, confeccionada a partir do modelo fornecido pela Universidade (3,00 x 2,00m).
Barracão de obra
A contratada deverá preparar em local adequado, barracão/escritório provisório completo
de banheiro e lavatório para uso da administração/fiscalização.
O escritório deverá ser claro, arejado e possuir área compatível com o volume dos
trabalhos.
Deverá prever espaço para depósito de materiais, refeição do pessoal e banheiros de uso
coletivo.
Consideram-se como condição básica para instalação do canteiro, a disponibilidade de
água potável e a disposição de esgotos sanitários em fossa séptica.
Cuidados deverão ser adotados para evitar represamento e empoçamento de água que
produza áreas insalubres naturais, causa de proliferação de mosquito e outros vetores.
Projeto executivo
O detalhamento dos Projetos Executivos a serem desenvolvidos pela Contratada deverá
seguir as diretrizes gerais definidas pelos Projetos Básicos, dos quais as presentes especificações
são partes integrantes.
Os Projetos Executivos se constituem num conjunto de elementos necessários e
suficientes à execução completa das obras, de acordo com as normas pertinentes da ABNT.
Faz parte do escopo dos Projetos Executivos a aprovação dos mesmos junto aos órgãos
competentes.
Todos os Projetos Executivos deverão ser previamente plotados e submetidos à
apreciação da Fiscalização da UNIVASF para que sejam analisados, e não havendo óbices,
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sejam aprovados. A versão final dos projetos, após aprovados e registrados no CREA, deverão
ser entregues à fiscalização em meio magnético no formato “dwg”, bem como plotados em papel
sulfite no formato padronizado pela ABNT “A2”, devendo estar devidamente assinados pelo seu
responsável técnico e acompanhados pela sua correspondente ART quitada.
2.0 – ADMINISTRAÇÃO DA OBRA
Despesa com pessoal
Todos os custos relacionados à Administração local do serviço, como horas do
engenheiro, técnicos e de encarregado(s), segurança, entre outros, deverá ser considerados
neste item. A administração do serviço devera contar necessariamente com dedicação total e em
período integral de pelo menos um técnico e um engenheiro por meio período para o
acompanhamento das atividades/serviços e de um encarregado experiente em período integral
responsável para o acompanhamento das atividades/serviços.
Medicina e Segurança do Trabalho
Englobam as ações necessárias para o atendimento a exigências legais, federais e
distritais, além daquelas constantes nas presentes especificações, referentes à Medicina e
Segurança do Trabalho. Para todos os fins, inclusive perante a FISCALIZAÇÃO, a CONTRATADA
será responsável, por todos os trabalhadores da obra, incluindo os ligados diretamente a
eventuais subempreiteiros. Todos os trabalhadores deverão estar uniformizados e munidos dos
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) exigidos para cada tipo de atividade – como botas,
capacetes, luvas, óculos, entre outros.
Faz parte desse item toda a sinalização, barreiras, e demais Equipamentos de Proteção
Coletiva, exigíveis por norma, que visem preservar a segurança dos empregados e a de terceiros.
Cabe a CONTRATADA responsabilizar-se pelo cumprimento das NRs – Normas
Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho Nº 4, 7 e 18, bem como as demais NRs
aplicáveis a medidas preventivas de acidentes de trabalho.
2.0 - REDE COLETORA CONDOMINIAL
Locação da obra
A locação e o acompanhamento topográfico de obras de esgotamento sanitário, consiste
nos serviços de locação de redes e emissários de esgoto e na pesquisa de interferências que
possam ocorrer nos pontos onde serão locadas as unidades do sistema.
A contratante, sempre que possível, fornecerá marcos de apoio aos serviços referenciados
ao nível do mar (RN) que terão como origem um ponto onde as obras serão executadas.
Caso constate posteriormente, quando da apresentação do trabalho, a existência de uma
referência de nível (RN) mencionada e não utilizada, as cotas altimétricas deverão ser refeitas
com a altitude da RN oficial. Serão deixadas referências de nivelamento (PS‟s) ao longo do trecho
que deverão ficar materializados com marcos de concreto e deverão ser locados na planta essas
referências (PS‟s).
A contratada deverá definir no campo os pontos representativos das singularidades da
rede (poços de visita, terminais de inspeção e limpeza, caixas de passagens etc...)
Deverão ser desenvolvidas linhas com estaqueamento de 20 em 20m acompanhando o
caminhamento previsto em projeto, onde a rede será implantada.
Será tolerado um erro máximo de 12mm x a raiz quadrada de K, onde “K” é o número de
quilômetros da linha nivelada.
Quaisquer discrepâncias entre o projeto e os dados levantados ou verificados em campo
deverão ser avaliadas pela fiscalização e pela equipe de topografia da contratante/contratada, que
poderão ao seu critério dirimir as eventuais dúvidas ou propor novas alternativas de execução.
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Limpeza mecanizada do terreno
Esse serviço deverá ser executado de modo a deixar completamente livre, não só a área
do canteiro e o trecho da obra, como também os caminhos necessários ao transporte de
equipamentos e materiais diversos.
Constarão de desmatamento, capinação, destocamento e derruba de árvores que possam
prejudicar os trabalhos de construção.
Será de responsabilidade da contratada, o transporte do material proveniente da limpeza
para locais aprovados pela fiscalização.
Sinalização
Só será permitida a abertura de vala, em trechos de circulação de veículos pessoas e
mediante a adequada sinalização do local ou autorização da fiscalização.
A contratada deverá colocar, no local da obra e em cada frente de trabalho, sinalização
adequada e eficiente, constituída de placas, cavaletes e bandeiras vermelha. Sempre que
necessário, a critério da fiscalização, deverá ser colocadas sinalizações a diferentes distâncias
das frentes de trabalho, com advertência aos veículos e pessoas. Durante a noite, se necessário,
serão instaladas e mantidas acesas lâmpadas vermelha e outros avisos luminosos em cada
cavalete ao longo do trecho.
Escavação
O processo a ser adotado na escavação dependerá da natureza do terreno, sua topografia,
dimensões e volume a remover, visando sempre o máximo rendimento e economia.
As escavações deverão se executadas com cautelas indispensáveis à preservação da vida
e da propriedade.
Antes de iniciar as escavações, a contratada deverá ter feito a pesquisa de interferência,
para que não sejam danificados quaisquer tubos, caixas, cabos, postes e outros elementos ou
estruturas existentes que estejam na área atingida pela escavação ou afetada de qualquer forma
por esta.
Quando necessário, os locais escavados deverão ser adequadamente escorados, de modo
a oferecer segurança aos operários.
Para efeito de classificação os materiais escavados serão agrupados em 03 categorias:
1ª categoria: Materiais que possam ser escavados, sem uso de explosivos, com
ferramentas manuais (pá, enxada, enxadeco ou picareta) ou com trator com lâmina e
equipamento escavo-transportador. Compreende os materiais vulgarmente denominados
“terra” e “moledo”, abrangendo, entre outros terra em geral, argila, areia, cascalho solto,
xistos, grés mole, seixos e pedras com diâmetro inferior a 0,15m, piçarra e rochas em
adiantado estado de decomposição.
2ª categoria: Materiais que só possam ser extraídos manualmente com o auxílio de
alavancas, cunhas, cavadeiras de aço e com rompedores pneumáticos; mecanicamente
com trator dotado de escarificador e lâmina, através de constante escarificação pesada; ou
com uso combinado de explosivos, máquinas de terraplenagem e ferramentas manuais.
Compreende os materiais vulgarmente denominados de “pedra solta” e “rocha branda”
abrangendo entre outros, seixos e pedras com diâmetro superior a 0,15m e volume inferior
a 0,50m³, rochas em decomposição e as de dureza inferior a do granito.
3ª categoria: Materiais que só possam ser extraídas com o emprego de equipamento de
perfuração e explosivos. Compreende os materiais vulgarmente denominados de “rocha
dura”, englobando, entre outros, blocos de pedra de volume superior a 0,50m³, granito,
gneiss, cienito, grés ou calcáreos duros e rochas de dureza igual ou superior ao granito.
As escavações em rocha deverão ser executadas por pessoal habilitado, principalmente
quando houver necessidade do emprego de explosivos.
Nas escavações com utilização de explosivos deverão ser tomadas, pelo menos, as
seguintes precauções:
O transporte e a guarda dos explosivos deverão ser feitos obedecendo às prescrições
legais que regem a matéria;
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As cargas de minas deverão ser reguladas de modo que o material por elas expelido não
ultrapasse a metade da distância do desmonte à edificação mais próxima;
A detonação da carga explosiva deverá ser precedida e seguida dos sinais de alerta;
A carga das minas deverá ser feita somente quando por ocasião de ser detonada e jamais
na véspera e sem a presença do encarregado do serviço devidamente habilitado;
As detonações não poderão ser feitas em horas que perturbem o andamento das aulas e rotinas
do Campus, ou de acordo da a fiscalização.
Não será considerado pela fiscalização, qualquer excesso de escavação, fora dos limites
pela mesma tolerados.
Só serão considerados nas medições os volumes realmente escavados, com base nos
elementos constantes da ordem de serviço correspondente.
Quando a profundidade da escavação ou tipo de terreno puder provocar
desmoronamentos, comprometendo a segurança dos operários, serão feitos escoramentos
adequados.
O eixo das valas corresponderá rigorosamente ao eixo do tubo sendo respeitados os
alinhamentos e as cotas indicadas na ordem de serviço, com eventuais modificações autorizadas
pela fiscalização.
A extensão máxima de abertura de vala deve observar as imposições dos locais de
trabalho, tendo em vista o movimento de veículos e pessoas e o necessário à progressão
contínua da obra.
Quando o material do fundo da vala permitir o assentamento sem berço, deverão ser
produzidos rebaixos, sob cada bolsa ou luva de sorte a proporcionar o apoio da tubulação sobre o
terreno, em toda a sua extensão.
O material escavado deverá ser colocado, de preferência, em um dos lados da vala,
a pelo menos 0,50m de afastamento dessas, permitindo a circulação de ambos os lados a
escavação.
Em qualquer caso, exceto nos berços especiais de concreto, a tubulação deverá ser
assentada sobre o terreno ou colchão de areia, de forma que, considerando uma seção
transversal do tubo, a sua superfície superior externa fique apoiada no terreno ou berço, em
extensão equivalente a 60% do diâmetro externo, no mínimo.
Quando for o caso, durante as escavações, os materiais de revestimentos, sub-base e
base do pavimento, serão depositados separadamente do material comum, para que possam ser
reaproveitados nas mesmas condições.
Todo material escavado e não reaproveitável no reaterro das valas, deverá ser removido
das vias, de maneira a dar logo que possível, melhores condições de circulação, sendo
depositados em locais previamente fixados pela fiscalização.
Nas redes de distribuição, a profundidade das valas deverá permitir um recobrimento
mínimo de 0,60m, quando o assentamento for sob passeio e 1,00m em vias não pavimentadas.
A largura da vala será igual ao diâmetro do coletor acrescido de 0,60m para diâmetros até
400mm, sendo esse acréscimo de 0,80m para diâmetros acima de 400mm. Esses valores serão
adotados para profundidades até 2,00m. Para cada metro ou fração, além dos 2,00m de
profundidade, a largura da vala será aumentada de 0,10m. A critério da fiscalização, a largura da
vala poderá ser aumentada ou diminuída, de acordo com as condições do terreno ou em face de
outros fatores que se apresentarem na ocasião.
A largura das valas em rede de água deverá ser tão reduzida quanto o possível,
respeitando-se, contudo um limite mínimo de “D” +0,30m sendo D o diâmetro da tubulação em
metros.
As cavas dos poços de visita deverão ter as dimensões do projeto, com acréscimo
indispensável à colocação do escoramento, quando este for necessário.
Escoramento de valas
Far-se-á uso de escoramento, sempre que os taludes das valas forem constituídos de solo
passível de desmoronamento, ou tratar-se de profundidades que possam comprometer a
segurança dos operários, a critério da fiscalização.
Poderão ser empregados os seguintes tipos de escoramento:
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Contínuo, com o emprego de pranchões, de madeira ou metálico, a cobrir inteiramente as
paredes da vala. O contraventamento será executado por meio de longarinas em ambos
os lados, devidamente presas em estroncas transversais;
Descontínuos, também denominado simples, empregando-se os mesmos materiais citados
na alínea anterior, diferindo apenas na disposição de tábuas, que serão colocadas na
direção vertical ou horizontal, distanciadas entre si, de no máximo 1,00m.
O escoramento contínuo deverá ser usado em casos em que o terreno não apresentar
estabilidade suficiente, como argilas moles, solos arenosos e/ou na presença de água, ou
quando a profundidade da escavação for superior a 3,00m. A superfície lateral será de
pranchas (em madeira 5cm de espessura, ou metálicas com espessura devidamente
dimensionada) do fundo da vala ultrapassando 0,20m do nível do terreno. As pranchas
estarão encostadas umas as outras, travadas horizontalmente por longarinas em toda a sua
extensão e contraventadas com peças de madeira (linhas, estroncas etc...) espaçadas de, no
máximo 1,35m na horizontal, e 1,00m na vertical.
O escoramento descontínuo apenas podem ser usados em valas de profundidade
máxima de 3,00m. A superfície lateral será de pranchas (em madeira 5cm de espessura, ou
metálicas com espessura devidamente dimensionada) do fundo da vala ultrapassando 0,20m
do nível do terreno. As pranchas podem ser espaçadas umas das outras em até 0,30m,
travadas horizontalmente por longarinas em toda a sua extensão e contraventadas com peças
de madeira (linhas, estroncas etc...) espaçadas de, no máximo 1,35m na horizontal, e 1,00m
na vertical.
Em ambos os casos, o escoramento deverá ser retirado cuidadosamente, à medida que a
vala ou escavação estiver na fase de reaterro e compactação.
Colchão de areia
É constituído pelo material disposto no fundo da vala, a fim de que a tubulação assentada
resista melhor aos esforços externos atuantes sobre ela. O tipo de lastro para assentamento das
tubulações deverá ser definido no projeto específico, ou então, pela fiscalização, em função do
tipo de solo, cargas atuantes e tipo de tubulação (rígida, semi-rígida, flexível).
O material a ser disposto no fundo da vala será terra isenta de pedras ou areia. Depois de
devidamente apiloado manualmente formando uma camada de 0,10m para terreno sem rocha e
0,20m para terreno com rocha, é que a tubulação poderá ser assentada. Se o material
proveniente da escavação não se prestar para este tipo de lastro, deverá ser utilizado material de
empréstimo, de acordo com a grnaulometria exigida em projeto, ou pela fiscalização.
Transporte, recebimento e manuseio de tubos e conexões
Os serviços serão executados de acordo com a presente especificação e segundo as
recomendações da ABNT.
Em todas as fases do transporte, inclusive manuseio e empilhamento, deverão ser
tomadas medidas especiais para evitar choques e atritos que afetem a integridade do material.
A serem recebidos na obra todos os tubos deverão ser examinados, a fim de constatar o
seu perfeito estado, livre de quebras, fraturas e fissuras; desde que seja descoberto algum
defeituoso, o exame dos demais será feito com o maior cuidado, na pressuposição de que a
causa do dano teve ação mais ampla sobre o lote do material. Os tubos defeituosos serão
anotados a tinta, e em seguida, separados dos demais.
Os tubos, após seu recebimento, deverão ser empilhados horizontalmente, em local livre
do movimento de veículos e de outros perigos de eventuais danos.
O empilhamento dos tubos será feito em camadas, isolados entre si por sarrafos de
madeira e calços, de modo a evitar deslizamento e choques violentos. A primeira camada também
deverá ser apoiada sobre sarrafos.
Em se tratando de tubos de ponta e bolsa, o empilhamento será disposta alternadamente,
a fim de se obter melhor acomodação e estabilidade da pilha.
Nos casos de tubo em PVC, será admitida altura de empilhamento máximo de 1,50m.
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Assentamento de tubulações
Esgoto
A fiscalização, verificados os possíveis obstáculos à execução de cada trecho, com base
nos elementos disponíveis definirá a localização exata dos poços de visita que delimitem o
referido trecho, sendo nivelados pela contratada, de 10 em 10m, ou fração, os caminhamentos
definidos pela localização dos poços.
Por ocasião do assentamento deverão ser tomadas as seguintes precauções, entre outras:
1. Antes do assentamento, os tubos deverão ser inspecionados, retirando-se aqueles que
apresentarem trincas, fissuras ou defeitos outros oriundos de fabricação;
2. Os tubos dos coletores ficarão apoiados em todo o seu comprimento no leito da vala, com
juntas perfeitamente conectadas e sem sinuosidades verticais ou horizontais;
3. A descida e montagem da tubulação nas valas serão procedidas com toda cautela,
empregando-se equipamentos adequados para cada etapa de serviço;
4. As juntas destinadas ao encaixe dos anéis serão previamente limpas antes da colocação
dos mesmos, tomando-se todas as providências necessárias para não danifica-los na
ocasião que se fizer a conexão dos tubos.
Realizada a junta, deve-se provocar uma folga de no mínimo 10mm entre as extremidades,
para permitir eventuais deformações, o que será conseguido, por exemplo, imprimindo à
extremidade livre do tubo recém unido vários movimentos circulares. Em seguida verifica-se a
posição dos anéis que devem ficar dentro da sede para isso disposto.
As juntas em anéis de borracha para as tubulações em PVC e PEAD, devem ser
executadas obedecendo as seguintes orientações:
1. Limpar cuidadosamente com estopa o interior da bolsa e o exterior da ponta;
2. Introduzir o anel de borracha no sulco da bolsa;
3. Aplicar o lubrificante recomendado pela fábrica, ou outro aprovado pela fiscalização, no
anel de borracha e na superfície externa da ponta. Não usar óleo mineral ou graxa;
4. Introduzir a ponta chanfrada do tubo até o fundo da bolsa
5. Fazer uma marca no tubo e depois recuar 10mm.
Sempre que for interrompido o trabalho, o último tubo assentado deverá ser tampado a fim
de evitar a entrada de elementos estranhos.
Água
Para o assentamento deverão ser obedecidos os seguintes itens:
1. A descida e a montagem da tubulação na vala deverão ser procedidas com a máxima
cautela, evitando-se choques com as paredes da vala e seu escoramento, utilizando
equipamentos adequados a cada etapa do serviço;
2. Os tubos deverão ser assentados sempre que possível em linha reta. Deverão ser
evitadas, na medida do possível as sinuosidades horizontais e verticais da rede ou adutora
aprofundando-se para tal as valas ou modificando-se ligeiramente o traçado, a critério da
fiscalização;
3. Os tubos deverão ficar assentes no fundo da vala em toda a sua extensão, não se
admitindo apoios isolados. Desde que o projeto assim o exigir ou, a critério da fiscalização,
poderão os tubos se apoiar em berços de concreto.
4. As extremidades dos tubos deverão ser tamponadas ao fim de cada jornada de trabalho ou
quando houver interrupção dos serviços, evitando-se desse modo a entrada de animais ou
corpos estranhos na tubulação;
5. Se houver necessidade de calçar os tubos, deverá ser feito com terra, nunca com pedras;
6. No caso de necessidade de se cortar tubos para completar trechos, o corte deverá ser
perpendicular ao eixo longitudinal do tubo, devendo a ponta ser devidamente aparelhada
de modo a satisfazer os requisitos de uma ponta normal e de acordo com o tipo de junta a
aplicar;
7. Quando utilizados tubos de ponta e bolsa, a bolsa, preferencialmente, deverá ficar voltada
contra o fluxo do líquido.
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As juntas em tubulações de pvc deverão ser executadas obedecendo as seguintes
orientações:
Juntas com anel de borracha
Realizada a junta, deve-se provocar uma folga de no mínimo 10mm entre as extremidades,
para permitir eventuais deformações, o que será conseguido, por exemplo, imprimindo à
extremidade livre do tubo recém unido vários movimentos circulares. Em seguida verifica-se a
posição dos anéis que devem ficar dentro da sede para isso disposto. Para sua montagem,
observar os seguintes preceitos:
1. Limpar cuidadosamente com estopa o interior da bolsa e o exterior da ponta;
2. Introduzir o anel de borracha no sulco da bolsa;
3. Aplicar o lubrificante recomendado pela fábrica, ou outro aprovado pela fiscalização, no
anel de borracha e na superfície externa da ponta. Não usar óleo mineral ou graxa;
4. Introduzir a ponta chanfrada do tubo até o fundo da bolsa
5. Fazer uma marca no tubo e depois recuar 10mm.
6. Sempre que for interrompido o trabalho, o último tubo assentado deverá ser tampado a fim
de evitar a entrada de elementos estranhos.
Juntas soldadas
Limpar as extremidades a serem soldadas com solução adequada, eliminando qualquer
substância gordurosa. Tirar o brilho das extremidades a soldar com lixa de água. Colocar
uniformemente adesivo nas extremidades, encaixando as por tempo suficiente ao processamento
de soldagem.
Na soldagem, na deverá ser feito nenhum movimento de torção no tubo para ajuste do
mesmo.
Assentamento de válvulas, registros e ventosas
Serão instalados registros, válvulas e ventosas onde indicado em projeto, devendo ser
obedecidas às especificações dos fabricantes referentes à instalação.
As conexões dos registros, válvulas e ventosas com os tubos deverão ser feitas de
maneira compatível e com peças adequadas ao tipo de material dos tubos.
Antes da montagem das ventosas serão inspecionadas, a fim de ser verificado o livre
funcionamento das bóias, através dos testes no canteiro.
Ancoragem
Serão executadas ancoragens em todas as curvas, derivações, registros, reduções e
demais peças sujeitas a deslocamentos oriundos de esforços transmitidos pela linha em carga
máxima.
Salvo soluções específicas, a ancoragem será constituída por blocos confeccionados com
concreto simples, armado (traço 1:3:6 com consumo mínimo de cimento de 220kg/m³ e 30kg/m³
de aço) ou ciclópico (70% de concreto com as mesmas características do item anterior e 30% de
pedra de mão, devendo as pedras ficar totalmente envolvida no concreto).
Poços de visita
Os poços de visita serão executados nos locais indicado nas ordens de serviço e
consoante às características aqui discriminadas e os detalhes fornecidos pelo projeto.
Depois de regularizada a cava de fundação será distribuída, em toda sua extensão, uma
camada de 0,05 cm de concreto magro no traço 1:4:8 em volume.
A laje de fundo poderá ser executada em concreto simples ou armado, a critério da
fiscalização, com consumo mínimo de cimento de 300kg/m³.
Sobre a laje de fundo deverão ser construídas as calhas e canaletas, necessárias, em
concordância com os coletores de chegada e saída. A plataforma correspondente ao restante do
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fundo do poço deve ter inclinação de 10% para as canaletas. As canaletas e a banqueta serão
revestidas em argamassa de cimento e areia 1:3, alisada e queimada a colher.
O embasamento será executado até a geratriz superior externa do coletor com tijolos
maciços de argamassa de cimento e areia ao traço 1:3 em volume, em forma de segmento de
coroa circular cujo raio médio será o mesmo dos tubos da câmara de trabalho.
A laje de concreto armado a ser colocada sobre a câmara de trabalho, terá abertura
excêntrica sobre a qual será, dependendo de cada caso, assentado o tampão ou construída a
chaminé de acesso. A laje deverá ser dimensionada para suportar as sobre-cargas oriundas da
chaminé de acesso, tampão e reaterro, bem como carga móvel de veículos nos poços localizados
nas faixas de rolamento.
A chaminé de acesso será em anéis de concreto armado, de 0,60m de diâmetro interno, e
demais características idênticas as dos anéis da câmara de trabalho “balão”.
O tampão será em ferro fundido com diâmetro de 600mm e especificações de acordo com
mo projeto.
Deve ser construída uma escada, com degraus em aço devidamente tratado contra
oxidação, para acesso a câmara de trabalho ou balão.
Teste de rede de esgoto
Serão realizados ensaios de estanqueidade em cada trecho do coletor compreendido entre
dois poços de visita, cabendo a contratada, providenciar o fornecimento de todo material e
pessoal necessário à realização desses testes, os quais somente poderão ser realizados na
presença da fiscalização.
Quando o nível do lençol freático for superior à cota do coletor, será tamponada a
extremidade de montante do trecho de canalização a ser testado, medindo-se com auxílio de
vertedor instalado na extremidade da jusante, ou qualquer outro processo que forneça igual
precisão, para o interior da tubulação, de água proveniente de valas, em seu nível máximo e
durante um período 10 a 15 horas, a qual, não deverá exceder 0,40l/seg. por quilômetro de
tubulação.
No caso de vala seca, poderá ser realizado teste de fumaça, utilizando-se forja acionada
por motor para insuflar a fumaça para o interior da canalização, cujas extremidades deverão estar
perfeitamente tamponadas. A fumaça poderá também ser insuflada com auxílio de equipamento
de ar comprimido.
Para a realização do teste de fumaça, todas as juntas deverão estar completamente
descobertas, inclusive sua face inferior.
A critério único e exclusivo da fiscalização, poderá ser exigidos teste com água para
determinado trecho, mesmo no caso de vala seca, que será procedido vedando-se perfeitamente
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as extremidades da tubulação, enchendo-se o trecho a testar com água através do P.V. de
montante e observando-se a perda de água, que não deverá exceder 0,10 litros por dia, por
centímetro de diâmetro e por metro de extensão de coletor.
Teste de rede de distribuição
Para facilidade de operação, os ensaios serão feitos em trechos de, no máximo, 500m de
extensão.
Serão realizados dois tipos de ensaios:
1. Ensaio de pressão também denominado “ensaio de estabilidade”, no qual é feita a
verificação de eventuais falhas, entre elas, trincas de tubos, deslocamento de ancoragens;
2. Ensaio de vazamento, no qual é feita a verificação da estanqueidade da linha.
Para o ensaio de pressão será adotada uma pressão 20% superior à de trabalho do trecho,
no caso de rede de distribuição, de no mínimo, 50% superior a de trabalho, no caso de adutora, a
qual não poderá ser superior à pressão que presidiu o dimensionamento das ancoragens nem
exceder à pressão de prova dos tubos e peças especiais. Em linhas de secundária importância a
critério da fiscalização, o ensaio poderá ser feito com a pressão da água disponível, sem o recurso
de bomba de prova.
Para o ensaio de vazamento será adotada uma pressão igual à máxima de trabalho do
trecho.
O ensaio de pressão, que terá duração de 01(uma) hora, obedecerá a seguinte
metodologia:
1. Enche-se com água, lentamente, os trechos a serem verificados;
2. Aplica-se a pressão de ensaio, a qual será obtida por meio de uma bomba de teste;
3. Durante a realização do ensaio de pressão, serão inspecionadas todas as peças e juntas
do trecho, individualmente, com a linha em carga;
4. Os defeitos porventura existentes serão reparados e repetido o ensaio no trecho.
O ensaio de vazamento será realizado após o ensaio de pressão. Para esse ensaio, devese encher lentamente a tubulação com água, expelindo o ar existente na mesma. Os trabalhos de
assentamento serão considerados satisfatórios se os vazamentos existentes e verificados durante
o ensaio de vazamento forem inferiores ao valor fornecido pela expressão abaixo:
Q=N.D√P/3,292
Onde: Q = Vazamento máximo tolerado no trecho (litros / hora)
N = Número de juntas
D = Diâmetro da tubulação em milímetro
P = Pressão de ensaio (kg/cm²)
Os vazamentos serão medidos pelas vazões (volume no tempo) de água de alimentação
da bomba de ensaio, para que a pressão nos trechos permaneça aproximadamente constante.
Desinfecção de rede de distribuição
A desinfecção somente será feita depois dos resultados satisfatórios dos ensaios de
pressão e vazamento e após lavagens sucessivas da tubulação.
A desinfecção, obrigatória em tubulações que se destinarem ao escoamento de água,
tratada, será feita com uma solução que represente, no mínimo 50mg/l de cloro e que atue no
interior do conduto durante um período de três horas. A desinfecção será repetida sempre que o
exame bacteriológico assim o indicar.
Reaterro de valas
O reaterro de valas será feito de acordo com as linhas, cotas e dimensões mostradas nos
desenhos, como especificados neste item ou a critério da fiscalização.
Os serviços deverão ser executados de modo a oferecer condições de segurança as
estruturas e tubulações bem como ter um bom acabamento da superfície.
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O material para aterro será isento de pedaços de pavimentos, tocos de madeira, detritos e
toda espécie de vegetação e corpos rochosos que possam danificar as instalações, equipamentos
ou qualquer outro elemento.
Os materiais obtidos das escavações, só serão aproveitáveis mediante autorização da
fiscalização.
De maneira geral, o reaterro será executado em camadas consecutivas, convenientemente
apiloadas, manual ou mecanicamente, em espessura máxima de 0,20m. Tratando-se de areia, o
apiloamento será substituído pela saturação da mesma, com o devido cuidado para que não haja
carregamento do material.
Em nenhuma hipótese será permitido o reaterro de valas, quando as mesmas contiverem
água estagnada, devendo a mesma ser totalmente esgotada, antes do reaterro.
Na hipótese de haver escoramento ou ensecadeira, o apiloamento do material de reaterro
junto aos taludes, deverá ser procedido de modo tal a preencher completamente os vazios
oriundos da retirada do prancheamento.
A contratada só poderá reaterrar as valas depois que o assentamento tiver sido aprovado
pela fiscalização e depois de realizados os ensaios e testes por ela exigidos.
Cuidados especiais deverão ser tomados nas camadas inferiores do reaterro das valas até
0,30m acima da geratriz superior dos tubos. Esse reaterro será executado com material granular
fino, preferencialmente arenoso passando 100% na peneira 3/8”, convenientemente molhado, e
adensado em camadas nunca superiores a 0,10m, com cuidados especiais para não danificar ou
deslocar os tubos assentados, procedendo-se o reaterro simultaneamente em ambos os lados da
tubulação.
É estritamente proibida a compactação da ultima camada do reaterro com rodado da
retroescavadeira, caminhão etc.
Toda e qualquer depressão verificada posteriormente no local das valas, serão corrigidas
as expensas da contratada e os materiais em sobra serão removidos imediatamente após a
conclusão dos serviços no trecho.
Não será permitido deixar lombadas ou leirões, acima do nível do reaterro, para garantir
eventuais recalques.
Ligações prediais de água
As ligações prediais serão executadas após os testes de desinfecção da rede, neste caso
somente serão liberadas após autorização da fiscalização.
Ligações prediais de esgoto
A conexão de ligação com a rede deverá configurar um posicionamento perpendicular ao
alinhamento predial.
5.0 – ESTAÇÃO ELEVATÓRIA E LEITO DE SECAGEM
Camada drenante
Quanto à forma construtiva, os drenos poderão ser cegos ou com tubos, neste caso
utilizando tubos dreno em polietileno de alta densidade e perfurados, instalados sob camada de
material drenante de grnaulometria satisfatória, conforme indicação de projeto.
As camadas drenante serão formadas em materiais diversos. A primeira camada que ficará
sobre o tubo de drenagem, aplicado com suas devidas inclinações, será constituída de brita nº 4
espalhada e compactada na espessura indicada em projeto, logo depois será aplicada uma
camada composta em 50% de brita nº 4 e em 50% de brita nº 3, seguindo as mesmas orientações
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de aplicação da camada anterior. A camada de brita seguinte será composta com as britas nº 1 e
nº2, na proporção de 50% de cada uma delas.
Ao final das camadas de brita será aplicado um lastro em tijolo prensado, com juntas
médias espaçadas em 1,5cm.
A camada final será em areia grossa formando um colchão, isento de pedras, raízes e
materiais estranhos.
Poço em anéis de concreto
O poço será executado em anéis de concreto, montados sobre laje de concreto armado
com espessura de 15cm, assentados com o auxílio de caminhão guindaste, apoiados
perfeitamente aprumados, sobre argamassa de cimento e areia uniformemente distribuídas sobre
os anéis para perfeita vedação das juntas.
A tampa deverá ser executada em concreto armado com 15cm de espessura, abertura e
tampa de concreto junto a lateral dos anéis para acesso ao poço. Nesse acesso deverá ser
montada uma escada em degraus fabricados em aço devidamente pintados para evitar corrosão.
Estrutura de concreto
A estrutura em concreto armado deverá ser executada em estrita obediência aos projetos
arquitetônicos, estrutural e às normas da ABNT. A execução de qualquer parte da estrutura
implicará na total responsabilidade da CONTRATADA por sua resistência, estabilidade e
durabilidade.
Todos os vão de portas e janelas, mesmo quando não previstos no Projeto Estrutural serão
vencidos por vigas de concreto armado (vergas) em apoio de no mínimo 20 cm na alvenaria.
As fundações para passagem de tubulações através de elementos estruturais deverão ser
evitadas. Para as lajes e excepcionalmente para as vigas, quando inevitáveis, as furações serão
previstas na forma, de acordo com as autorizações do Projetista, providenciados os reforços por
ele indicados e aprovados pela FISCALIZAÇÃO.
Todos os materiais constituintes do concreto deverão atender às Normas e Especificações
Brasileiras referentes a cimento, agregadas, água, aditivos e adições minerais. O uso de qualquer
tipo de aditivo, não previsto nas especificações da obra, estará condicionado à prévia autorização
de FISCALIZAÇÃO.
Os traços de concreto devem ser determinados através de dosagem experimental, de
acordo com a NBR 12655 e NBR 6118, em função da resistência característica à compressão
(fck) e da vida útil (durabilidade), estabelecidas pelo calculista, e da trabalhabilidade requerida.
Todas as dosagens de concreto deverão especificar em sua apresentação:
a resistência característica (fck) e a resistência média de dosagem aos 28 dias;
a dimensão máxima característica do agregado em função da divisão mínima das
peças a serem concretadas e do respectivo espaçamento da armadura;
a consistência medida pelo ensaio de abatimento, (NBR NM 67);
o fator água/cimento em função da resistência mecânica da durabilidade (vida útil)
desejadas;
a condição específica de execução de cada obra e o tipo de controle de qualidade a
que será submetido o concreto;
os processos que serão utilizados para a mistura, transporte, lançamento,
adensamento e a cura do concreto;
o tipo e a classe de resistência do cimento, a composição granulométrica e os
índices físicos (massa unitária, massa específica, unidade crítica e coeficiente de
enchimento) dos agregados.
A dosagem não experimental somente será permitida a critério da FISCALIZAÇÃO, e de
acordo com a NBR 12655, desde que atenda às seguintes exigências:
consumo de cimento por m3 de concreto, não inferior a 300Kg;
a proporção de agregado miúdo no volume total de agregados deve estar entre
30% e 50%;
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a quantidade de água será a mínima compatível com a trabalhabilidade necessária.
A resistência de dosagem deverá atender ao previsto na NBR 12655.
A fixação do fator água-cimento na dosagem do concreto deverá atender, além da
resistência de dosagem, também ao aspecto da durabilidade das peças em função do meio
ambiente de exposição.
Equipamento: para execução das estruturas de concreto armado a CONTRATADA deverá
dispor no canteiro de obras dos equipamentos e ferramentas necessárias à mistura, transporte,
lançamento, adensamento e cura do concreto em perfeitas condições de utilização.
Plano de Trabalho: deverá a CONTRATADA apresentar, previamente à
FISCALIZAÇÃO um plano de trabalho detalhado para a execução da concretagem,
demonstrando que os tipos e quantidades de equipamentos e ferramentas
disponíveis são compatíveis com a metodologia execução e com o cronograma
previsto para a obra.
Qualquer modificação julgada necessária no plano de trabalho, só poderá ser efetuada
depois de aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
A concretagem somente pode ser iniciada após a autorização prévia da FICALIZAÇÃO,
que procederá às devidas verificações das formas, escoramentos e armaduras; sem a qual o
serviço ficará sujeito a uma total demolição e a nova execução, sem acarretar ônus algum para a
CONTRATANTE.
A critério da FISCALIZAÇÃO, não será permitida a concretagem durante a noite ou sob
fortes chuvas. Durante a concretagem, se, por ocasião de chuvas, o concreto for encharcado, este
deverá ser removido inteiramente.
Antes de qualquer concretagem será procedida à limpeza das formas e armaduras,
preferencialmente com ar comprimido e/ou lavagem com água.
Antes da concretagem, as posições e vedação dos eletrodutos e caixas, das tubulações e
peças de água e esgoto, bem como de outros elementos, serão verificados pelos instaladores e
pela FISCALIZAÇÃO, a fim de evitar defeitos de execução nessas partes a serem envolvidas pelo
concreto.
Antes da concretagem deverá ser estocado no canteiro de serviço, o cimento
(devidamente abrigado e estocado em pilhas inferiores a 10 sacos) e os agregados necessários à
mesma, assim como também deverá se encontrar na obra o equipamento mínimo exigido pela
FISCALIZAÇÃO, bem como estarem esgotadas as cavas de fundação.
Os caminhos e plataformas de serviços para a concretagem não deverão se apoiar nas
armaduras, a fim de evitar a deformação e deslocamento das mesmas.
A fim de permitir a amarração da estrutura com a alvenaria de fechamento, deverão ser
colocados vergalhões com espaçamento de 50 cm e salientes no mínimo, 30 cm da face da
estrutura.
A mistura do concreto será feita em betoneiras com capacidade mínima para produzir um
„traço‟ correspondente a 01 (um) saco de cimento de 50 kg. Não será permitida a utilização de
frações de 01 (um) saco de cimento. O tempo de mistura deverá ser suficiente para a obtenção de
um concreto homogêneo, sendo no mínimo de 60s.
Quando, em casos especiais, a FISCALIZAÇÃO autorizar o amassamento manual do
concreto, este será feito sobre plataforma impermeável. Inicialmente serão misturados a seco, a
areia e o cimento, até adquirirem uma coloração uniforme. A mistura areia-cimento será
espalhada na plataforma, sendo sobre ela distribuída a brita. A seguir adiciona-se a água
necessária, procedendo ao revolvimento dos materiais até que se obtenha uma massa de aspecto
homogêneo. Não será permitido amassar manualmente, de cada vez, um volume de concreto
superior ao correspondente a um consumo de 100 kg de cimento.
Em qualquer caso, o volume de concreto amassado destinar-se-á a emprego imediato e
será lançado ainda fresco, antes de iniciar a pega. Não será permitido o emprego de concreto
remisturado e nem a mistura deste com concreto fresco. Entre o preparo da mistura e o seu
lançamento na forma, o intervalo de tempo máximo recomendado é de 30 (trinta) minutos
tolerando-se até 60 (sessenta) minutos do preparo até o fim do adensamento, sendo vedado o
emprego de concreto que apresente vestígios de pega ou endurecimento.
O uso de aditivos, a exemplo dos retardadores de pega e dos plastificantes e redutores de
água, bem como de adições minerais, só serão permitidas quando autorizados pela
FISCALIZAÇÃO.
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O transporte do concreto deverá ser efetuado por métodos e equipamentos que não
provoquem segregação nem perdas de seus materiais componentes por vazamentos ou sensível
evaporação.
Poderão ser utilizados para o transporte do concreto, carrinhos de mão com roda de pneu,
galeotas, caçambas e pás mecânicas. Não será permitido o uso de carrinhos com rodas metálicas
ou de borracha maciça.
A FISCALIZAÇÃO deverá rejeitar para o uso na obra, o concreto já preparado, que a seu
critério não se enquadre nestas Especificações, não sendo permitidas adições de água, ou
agregado seco e remistura, para corrigir a umidade ou consistência do concreto.
Não será permitida a remoção do concreto de um lugar para outro no interior das formas.
O lançamento do concreto deverá ser feito em trechos de camadas horizontais, convenientemente
distribuídas. Durante essa operação deverá ser observado o modo como se comporta o
escoramento, a fim de, se preciso, serem tomadas as necessárias providências para impedir
deformações ou deslocamentos.
A altura máxima permitida para lançamento de concreto será de 2,00m. Para o caso de
peças com mais de 2,00m de altura, deverá se lançar mão do uso de janelas laterais nas formas.
Neste caso deverão ser utilizadas calhas, trombas ou mangotes.
Nos lançamentos que devem ser feitos abaixo do nível d‟água, serão tomadas as
precauções necessárias para o esgotamento do local, evitando-se assim que o concreto seja
“lavado”.
O enchimento das formas deverá ser acompanhado de adensamento mecânico. Em
concreto não estrutural, e a critério exclusivo da FISCALIZAÇÃO, poderá ser permitido o
adensamento manual.
No adensamento mecânico serão empregados vibradores adequados, tornando-se as
precauções necessárias para evitar engaiolamento do agregado graúdo e falhas ou vazios nas
peças (“ninhos” de concretagem).
O adensamento deverá ser executado de tal maneira que não altere a posição da ferragem
e que o concreto envolva a armadura, atingindo todos os recantos da forma.
Os vibradores deverão ser aplicados verticalmente em um ponto, até se formar uma ligeira
camada de argamassa na superfície do concreto e cessar quase completamente o
desprendimento de bolhas de ar.
Deverão ser evitadas, ao máximo, as interrupções na concretagem em elementos
intimamente ligados, a fim de evitar o surgimento de possíveis pontos fracos na estrutura; quando
tais interrupções se tornarem inevitáveis, as juntas deverão ser bastante irregulares, e as
superfícies deverão ser tratadas, lavadas e cobertas com uma camada de argamassa em traço
igual ao do concreto, antes de se recomeçar a concretagem. Sempre que possível, deve-se fazer
coincidir as juntas de concretagem com as juntas já previstas em projeto, ou procurar localizá-las
nos pontos de esforços mínimos.
A critério da FISCALIZAÇÃO, em peças de maior responsabilidade estrutural, cuja
concretagem se reinicie após 24 horas de paralisação, deverá ser dado tratamento especial a
essa junta, com o possível emprego de barras de transmissão em aço ou adesivo estrutural a
base de resina epóxi.
As juntas de retração deverão ser executadas onde forem indicadas nos desenhos do
projeto e de acordo com as determinações específicas para o caso.
O período de cura deve ser iniciado logo após a pega e mantido durante 7 a 14 dias. Este
deverá implicar em cuidados especiais, tais como:
molhagem contínua das superfícies expostas do concreto ou proteção por tecidos
de aniagem, mantidos úmidos, ou ainda por qualquer outro método apropriado;
evitar solicitações (carregamentos na peça);
evitar acúmulo d‟água, assegurando um rápido escoamento.
A retirada dos escoramentos está condicionada aos prazos mínimos, previstos nas
normas da ABNT:
a. faces laterais - 72 horas;
b. faces inferiores deixando-se pontaletes - 14 dias;
c. faces inferiores com retirada total - 21 dias.
Após o descimbramento, as falhas de concretagem porventura existentes, deverão ser
preparadas a ponteiro e recobertas com argamassa de cimento e areia no traço 1:2 em volume,
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devendo ser tomados cuidados especiais a fim de recobrir todo e qualquer ferro que tenha ficado
aparente.
Quando houver dúvidas sobre a resistência de uma ou mais partes da estrutura poderá a
FISCALIZAÇÂO exigir, com ônus para a CONTRATADA:
verificação da resistência do concreto por ensaio não destrutivo, tipo esclerometria,
ultra-som, etc.;
extração de corpos-de-prova e respectivos ensaios à ruptura;
coleta de amostra e reconstituição do traço do concreto;
provas de carga com programa determinado pela FISCALIZAÇÃO em cada caso
particular, tendo em vista as dúvidas que se queiram dirimir, devendo essas provas
ser executadas, no mínimo 45 (quarenta e cinco) dias após o endurecimento do
concreto.
Controle Tecnológico do Concreto: visa garantir e comprovar o nível de qualidade e as
especificações previstas para o concreto estrutural, abrange as fases de:
escolha a seleção dos materiais constituintes de concreto;
estudos de dosagens experimentais;
ensaios de recepção dos materiais no canteiro de obras;
verificação das quantidades dos materiais a serem colocadas na betoneira
inclusive, as correções nas quantidades de areia úmida e de água em função do
teor de umidade da areia visando à constância da relação água/cimento;
verificação da consistência prevista para o concreto, pelos ensaios de abatimento
de acordo com a NBR 12655;
verificação das etapas de mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura do
concreto;
moldagens, cura e ruptura de corpos de prova para verificação da resistência é
compressão de acordo com o plano de amostragem previsto na NBR 12655;
controle estatístico de resistência do concreto de acordo com os estimadores
previstos na NBR 12655;
eventuais verificações e análises da resistência do concreto endurecido e da
estabilidade da estrutura, por meio de ensaios não destrutivos, brocagem de corpos
de prova e execução de provas de carga.
Concreto dosado em central
O concreto dosado em central (pré-misturado, fornecido por concreteiras), deve satisfazer
as condições de resistência e vida útil (durabilidade) estabelecidas no Projeto estrutural e outras
porventura especificadas para o concreto e deve obedecer a NBR 7212.
Os trechos a serem percorridos pelos caminhões–betoneiras na obra devem estar livres,
limpos e em terreno firme.
Deve ser verificado o dimensionamento das quantidades dos equipamentos de transporte,
lançamento e dos vibradores para o prazo de concretagem previsto de acordo com a capacidade
do caminhão–betoneira.
O tempo decorrido entre o início da mistura a partir do momento da 1ª adição de água até
a entrega do concreto deve ser:
fixado de forma que o fim do adensamento não ocorra após a pega do concreto
lançado;
o uso de aditivos retardadores e condições especiais de temperatura, umidade
relativa do ar, propriedades do cimento, etc.; podem alterar os tempos de transporte
e de descarga acima referidos, o que deverá ser comprovado por experiências e
ensaios e submetidas à aprovação da FISCALIZAÇÃO, para que possa ser
autorizada qualquer alteração.
A adição suplementar de água mantém a responsabilidade do fornecedor pelas
propriedades do concreto e deve ser autorizada por representantes das partes e obrigatoriamente
registrada no documento de entrega.
Para todo caminhão – betoneira será efetuado o ensaio de abatimento, coletando-se para
tal um volume aproximado de 30 (trinta) litros após o descarregamento de cerca de 0,5m³ de
concreto.
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A retirada de amostras para moldagem de corpos-de-prova para verificação da resistência
mecânica deve obedecer ao plano de amostragem da norma NBR 12655 e deve ser efetuada no
terço médio da descarga retirando-se uma quantidade 50% maior que o volume necessário e
nunca menor que 50l.
Após o lançamento do concreto nas formas, deve-se iniciar imediatamente o adensamento
vibratório, de modo a torná-lo o mais compacto possível.
Ao se realizar juntas de concretagem deve-se remover toda a nata de cimento, por
jateamento de material abrasivo ou por apicoamento, com posterior lavagem, de modo a deixar
aparente a brita, para que haja uma melhor aderência com o concreto a ser lançado.
Fôrmas e escoramentos
As formas e os escoramentos serão dimensionados obedecendo aos critérios da ABNT
(NBR 5118 e NBR 7190), de maneira a evitar possíveis deformações do solo, ou das próprias
formas por fatores ambientais, ou pelo adensamento do concreto.
As formas deverão ser executadas rigorosamente de acordo com as dimensões indicadas
no projeto e terem a resistência necessária para não se deformarem sob a ação do conjunto de
peso próprio, peso e pressão do concreto fresco, peso das armaduras, e das cargas acidentais e
esforços provenientes da concretagem e sob a ação das variações de temperatura e umidade.
As formas deverão ser suficientemente estanques de madeira a impedir a fuga da nata ou
pasta de cimento.
As formas serão confeccionadas ou montadas de forma que permitam a retirada dos
diversos elementos com facilidade e, principalmente, sem choques.
Não deverão ser utilizadas tábuas, folhas de compensado e chapas metálicas irregulares
ou empenadas, devendo ainda a madeira ser isenta de „nós‟ prejudiciais.
As emendas de topo das formas deverão repousar sobre „costelas‟ ou capuzes
devidamente apoiados.
A amarração das formas deverá garantir o perfeito alinhamento e paralelismo, impedindo o
aparecimento de ondulações. A FISCALIZAÇÃO poderá exigir o acompanhamento topográfico em
todas as fases de concretagem.
As formas poderão ser reutilizadas quantas vezes possível, desde que os danos sofridos
nas concretagens não comprometam o acabamento das superfícies concretadas.
No reaproveitamento de formas, as mesmas deverão ser limpas e protegidas com agentes
de desforma. Não será permitido o uso de óleo queimado ou de outros produtos que venham a
prejudicar a uniformidade de coloração ou aparência da pintura ou de outros materiais de
acabamento.
As formas e os escoramentos devem ser revistos periodicamente prevendo-se a troca de
elementos (braçadeiras, parafusos, escoramentos, mãos francesas, espaçadores, etc.) que não
ofereçam condições de uso a critério da FISCALIZAÇÃO.
Antes do lançamento do concreto deverão ser adotadas as seguintes precauções:
Conferência das medidas e das posições das formas, a fim de assegurar que a
geometria da estrutura corresponde ao projeto, com as tolerâncias previstas na
NBR 6118;
Proceder à limpeza do interior das formas e a vedação das juntas, de modo a evitar
a fuga da pasta. Nas formas de pilares, paredes e vigas estritas e altas, devem-se
deixar aberturas próximas ao fundo, para a limpeza;
As formas absorventes deverão ser moldadas até a saturação, fazendo-se furos
para o escoamento da água em excesso;
No caso em que as superfícies das formas sejam tratadas com produtos
antiaderentes, destinadas a facilitar a desmoldagem, esse tratamento deve ser
executado antes da colocação da armadura.
Os escoramentos ou cimbramentos deverão ser efetuados de modo a suportarem o peso
próprio das formas e da estrutura, e os esforços provenientes da concretagem.
Para fixação das formas, os pontaletes e escoras deverão ser encimados por “costelas”
apoiadas nos mesmos através de encaixe tipo “orelha”.
Os escoramentos deverão se apoiar em pranchas ou outros dispositivos apropriados,
sendo ajustados por meio de cunhas.
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Os pontaletes e escoras poderão ter, no máximo, uma emenda, situada fora do seu terço
médio. Essa emenda deverá ser de topo, segundo uma seção normal do eixo longitudinal da
peça, com 4 (quatro) capuzes pregados lateralmente, devendo as faces das emendas serem
rigorosamente planas.
Os pontaletes e escoras não deverão se apoiar em peças que trabalhem à flexão.
Deverá ser efetuado o necessário enrijecimento dos escoramentos por meio de
contraventamentos longitudinal e transversal.
Nas vigas de altura superior a 1,00m, as costelas situadas num mesmo plano transversal,
deverão ser amarradas entre si, com „rondantes‟ de arame ou ferro.
Nos escoramentos metálicos, cuidados especiais deverão ser tomados, a fim de garantir o
perfeito encaixe e fixação de suas peças componentes.
No caso de estruturas especiais os escoramentos deverão ser objeto de projeto específico.
O descimbramento e a retirada das formas deverão ser procedidos cuidadosamente,
consoante plano elaborado, sem choques, simetricamente em todos os vãos, dos eixos para os
apoios nos vãos centrais, e das extremidades para os apoios nos vãos em balanço.
O prazo de retirada das formas e escoramento deverá atender às exigências da NBR6118.
faces laterais: 72 horas;
faces inferiores deixando-se pontaletes: 14 dias;
retirada total: 21 dias.
Além das determinações contidas neste capítulo, deverão ser obedecidas as
recomendações feitas pelo calculista, no tocante as formas e ao escoramento.
Armaduras
As armaduras, barras e fios de aço deverão obedecer às determinações da NBR 6118 e às
condições estabelecidas no cálculo estrutural.
Para aceitação dos lotes de aço poderão ser exigidos os ensaios de tração e de
dobramento de acordo com as NBR 6158 e NBR 6153.
As barras de aço, no momento de seu emprego, deverão estar perfeitamente limpas, bem
como as formas, retirando-se as crostas de barro, manchas de óleo, graxas, devendo ser isentas
de quaisquer materiais prejudiciais à sua aderência com o concreto, não sendo aceitas aquelas
cujo estado de oxidação prejudique a sua seção teórica.
O desempeno e dobramento das barras serão feitos a frio.
As emendas deverão obedecer às prescrições da NBR 6118, não sendo admitidas
emendas de barras não previstas no Projeto, a não ser com autorização prévia da
FISCALIZAÇÃO.
A CONTRATADA deverá evitar que as barras de aço e as armaduras fiquem em contato
com o terreno, devendo as mesmas se apoiar sobre vigas ou toras de madeira.
As armaduras serão colocadas no interior das formas na posição indicada no projeto com o
espaçamento nele previsto, e de modo a se manter fixas durante o lançamento do concreto. Nas
lajes deverá haver a amarração dos ferros em todos os cruzamentos. A armadura deverá ser
calçada junto às formas com paralelepípedos de concreto de espessura igual a do cobrimento
previsto no projeto (“cocadas”).
O contato direto das armaduras com a forma deverá ser impedido através dos dispositivos
afastadores de armadura do tipo „clips‟ plásticos ou pastilhas de argamassa (“cocada”), com
espessura prevista para o cobrimento da armação (ver norma NBR 6118). Usando-se pastilhas de
argamassa, estas deverão ser confeccionadas com argamassa mais rica do que o concreto que a
envolverá (mínimo 1:3), e quando posicionados, a amarração de arame deverá ficar voltada para
o interior da peça e não para a face da forma.
Somente será permitida a substituição da categoria ou seção de aço, se autorizada pelo
calculista e pela FISCALIZAÇÃO.
Fundações
As fundações devem ser executadas de acordo com o seu projeto estrutural, as sondagens
do subsolo e o respectivo parecer técnico.
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Os serviços só podem ser iniciados após a correta locação do elemento estrutural da
fundação e a aprovação pela FISCALIZAÇÃO.
Quaisquer modificações nos projetos de fundações devem ser previamente autorizadas
pela FISCALIZAÇÃO e consignadas como alteração do projeto no livro de ocorrências da obra.
NORMAS PERTINENTES
NBR 5681- CONTROLE TECNOLÓGICO DA EXECUÇÃO DE ATERROS EM OBRAS DE
EDIFICAÇÕES
NBR 6122 - PROJETO E EXECUÇÃO DE FUNDAÇÕES
NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO ARMADO
NBR 6484 – SOLO - SONDAGENS PARA SIMPLES RECONHECIMENTO COM SPT
NBR 6489 - PROVA DE CARGA DIRETA SOBRE O TERRENO DE FUNDAÇÃO
NBR 6497 - LEVANTAMENTO GEOTÉCNICO
NBR 6484 - IDENTIFICAÇÃO E DESCRIÇÃO DE AMOSTRAS DE SOLOS
NBR 8036 - SOLO - SONDAGENS DE SIMPLES RECONHECIMENTO DE SOLOS PARA
FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS
NBR 9061 - ESCAVAÇÃO A CÉU ABERTO
NBR 9603 - SONDAGENS A TRADO
NBR 12131 - ESTACAS A PROVA DE CARGA ESTÁTICA - MÉTODO DE ENSAIO
NBR 12655 - PREPARO, CONTROLE E RECEBIMENTO DO CONCRETO DE CIMENTO
PORTLAND - PROCEDIMENTO
Lastros De Concreto
Sobre o fundo da cava de fundação devidamente compactado deverá ser executada uma
camada de regularização de concreto simples com resistência à compressão maior ou igual a 11
MPa, com espessura igual ou superior a 5 cm e superfície plana e nivelada.
Em nenhuma hipótese os elementos estruturais serão concretados usando-se o solo das
faces laterais das cavas como forma para o concreto.
Paredes, painéis e divisórias
As alvenarias deverão ser executadas em tijolos de 8 furos (1 ou ½ vez), assentados e
rejuntados com argamassa de cimento e areia no traço 1:6, em fiadas descontínuas perfeitamente
niveladas, alinhadas e aprumadas.
As juntas da alvenaria deverão ser de 1,5 cm no máximo e rebaixadas à ponta de colher.
Alvenaria de tijolos de 8 furos, assentados e rejuntados com argamassa de cimento e areia
Todas as alvenarias deverão ser executadas com tijolos de fabricação mecânica de 1ª
qualidade, ou seja, não poderão apresentar trincaduras ou outros defeitos que possam
comprometer sua resistência e durabilidade, e obedecerão as normas NBR 7170 e NBR 15270.
As paredes a serem construídas em alvenaria de tijolos cerâmicos serão indicadas no
projeto arquitetônico, devendo ser executadas de acordo com as dimensões do projeto.
Antes do início da execução da alvenaria, deverão ser marcados, por meio de cordões ou
fios de arame esticados sobre cavaletes, os alinhamentos das paredes, e por meio de fios de
prumo, todas as saliências, vãos de portas, janelas, etc.
Qualquer desaprumo ou falta de alinhamento entre as diversas fiadas de tijolos, será o
bastante para a FISCALIZAÇÃO poder determinar sua total ou parcial demolição sem nenhum
ônus para a CONTRATANTE.
Em todos os encontros de paredes deverão ser feitas amarrações de alvenaria.
As argamassas de assentamento serão de cimento e areia, cimento cal e areia ou
adesivas e deverão apresentar resistência à compressão superior aos tijolos.
Os tijolos deverão ser assentados em fiadas horizontais, sobre camada de argamassa de
1,5 cm de espessura com juntas alternadas de modo a se obter boa amarração, evitando-se com
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rigor coincidências de juntas verticais em camadas consecutivas. Todas as juntas horizontais e
verticais serão preenchidas com argamassa.
Os cantos das paredes deverão ser feitos com tijolos inteiros, assentados, alternadamente,
no sentido de uma e outra parede.
As diversas fiadas deverão ficar perfeitamente alinhadas e niveladas, apresentando, os
trechos de paredes perfeitas condições de verticalidade.
Todas as alvenarias deverão ser convenientemente amarradas aos pilares e vigas por
meio de pontas de vergalhões deixadas na estrutura de concreto armado.
As paredes que repousam sobre vigas contínuas deverão ser levantadas simultaneamente,
não sendo permitidas diferenças superiores a 1,00 m entre as alturas levantadas em vãos
contínuos.
No enchimento dos vãos, nas estruturas em concreto armado, a execução de alvenaria
nas paredes, em cada andar, será suspensa a uma distância de 20 cm da face inferior de vigas ou
lajes. O fechamento das paredes será feito em tijolos maciços inclinados e bem apertados. Esse
fechamento somente poderá ser feito após 3 dias de execução da referida parede.
Nas alvenarias de tijolos aparentes será necessário indicar, sobre as estacas
permanentemente colocadas, as marcações das fiadas e juntas de argamassa estudando na
primeira e segunda fiada o “fechamento” exato. Ainda nestes casos (alvenaria aparente), deverá
ser feita uma triagem rigorosa dos tijolos, rejeitando-se aqueles que apresentem lesões ou
deformações. Além disso, as juntas deverão ser uniformes quanto à espessura, devendo ainda
ser removidos os vestígios de argamassa que adiram aos tijolos.
Deverão ser descontados das alvenarias executadas todos os vãos de porta, janela e
cobogós que façam parte do plano da mesma, inclusive peças estruturais (pilares, vigas, sapatas
corridas e isoladas.
Chapisco comum
O chapisco prévio a ser aplicado em todas as superfícies de alvenaria externa, será
executado com argamassa de cimento e areia no traço 1:4.
A argamassa deverá ser lançada a colher, sobre as superfícies previamente limpas e
abundantemente molhadas, com força suficiente para garantir uma perfeita aderência, formando
uma camada de espessura o mais uniforme possível de no máximo 1 cm, suficientemente áspera
para permitir a ligação com o revestimento superior.
Reboco (massa única)
O reboco será executado com argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico de 1:6
e barro suficiente para formar liga, sobre chapisco.
O reboco só será iniciado após a pega completa do chapisco (72 horas de aplicação) e
depois de embutidas todas as tubulações. A camada de reboco não deverá ultrapassar 25 mm de
espessura e será regularizada com régua de alumínio e desempenadeira, sendo dado o
acabamento com camurça. As superfícies finais apresentarão acabamento perfeitamente plano,
aprumado e nivelado, com arestas vivas e alinhadas.
Pintura
Toda a superfície pintada deverá apresentar, depois de concluída, uniformidade quanto à
textura, tonalidade e brilho, devendo ser aplicadas tantas demãos de tinta quantas forem
necessárias ao perfeito acabamento.
Para as paredes em geral serão utilizadas 01 (uma) demão de líquido selador e 02 (duas)
demãos de pintura acrílica.
As superfícies internas e externas a serem pintadas deverão ser examinadas e corrigidas
de quaisquer defeitos de revestimentos antes do início dos serviços de pintura.
A segunda demão só deverá ser aplicada quando a anterior estiver inteiramente seca,
observando-se um intervalo mínimo de 24 horas (vinte e quatro) horas entre as diferentes
aplicações.
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Deverão ser evitados escorrimentos ou salpicos de tinta nas superfícies não destinadas à
pintura. Aqueles que não puderem ser evitados deverão ser removidos ainda com a tinta fresca,
com removedor adequado.
Limpeza de obras
Deverá ser removido todo o entulho, sendo cuidadosamente limpas e varridas as áreas
onde foram executados os serviços.
Remover quaisquer detritos ou salpicos de argamassa ou tinta endurecida das superfícies.
ferragens. A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, devendo ser todos
os entulhos resultantes das obras removidos pela Empresa contratada até a entrega final da
mesma.
Será removido todo entulho do terreno, sendo cuidadosamente limpos e varridos os
acessos.
Para a entrega da obra, serão verificadas pela fiscalização, as perfeitas condições de
funcionamento e segurança de todas as instalações, de água, esgoto, equipamentos diversos,
etc.
O recebimento definitivo só se dará após sanadas todas as falhas apontadas pela
fiscalização.
Recebimento da obra
PROVISÓRIO
Quando as obras estiverem concluídas, será feita uma vistoria minuciosa dos trabalhos
executados por técnicos da Contratante, da Fiscalização e do Contratado, ficando o Contratado
obrigado a corrigir as anomalias apresentadas, caso existam, no menor prazo possível. Após,
então, será elaborado e assinado pela Comissão de Recepção um Termo de Recebimento
Provisório.
Quando houver interesse do CONTRATANTE, a ocupação parcial ou total de alguma área
poderá ser feita, desde que seja elaborado um Termo Parcial de Recebimento nos mesmos
moldes do descrito no parágrafo anterior.
O recebimento provisório só poderá ocorrer após terem sido realizadas às medições e
apropriações referentes a acréscimos e modificações, caso existam.
Definitivo
O Termo de Recebimento Definitivo das obras será lavrado após o término do prazo de
garantia estipulado no item prazo de garantia da obra e dos Procedimentos e Condições Gerais
destas Especificações Técnicas, se tiverem sido atendidas todas as exigências da Comissão de
Recebimento de Obras, referentes a defeitos ou imperfeições que venham a ser verificadas e se
tiverem sido satisfeitas todas as reclamações porventura feitas quanto à falta de pagamento a
operários, fornecedores de materiais e prestadores de serviços.
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