APRESENTAÇÃO DO DOCENTE Nome: ANDRÉ RICARDO PONCE DOS SANTOS O CENÁRIO ATUAL DA GESTÃO CONTÁBIL NO BRASIL Técnico: Técnico em Contabilidade (Colégio Dom Bosco de Lins) Graduação: Bacharel em Ciências Administrativas e Contábeis de Lins) Contábeis (Faculdades de Ciências Pós-Graduação: Nível Especialização (Lato Sensu): Contabilidade, Finanças e Auditoria pelo INBRAPE (Instituto Brasileiro de Pesquisas SócioEconômicas). Curso de Pó Pós Graduaç Graduação em Gerência Contá Contá bil e Financeira Mestrado: (Stricto Sensu): Mestrado Profissional em Administração pela FGN UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba) Dr. André André Ricardo Ponce dos Santos Doutorado: (Stricto Sensu): Doutorado em Engenharia de Produção pela FEAU UNIMEP (Universidade Metodista de Santa Bárbara D Oeste) Pesquisador na área de Gestão Econômica (GECON) E Teoria das Restrições ESTRUTURA DO MÓDULO Atuação Acadêmica: (TOC). Professor de Cursos de MBA na área de Controladoria. Autor de diversos artigos científicos publicados em eventos nacionais e A nova Lei das S/A e a Internacionalização da Contabilidade A contribuição da tecnologia no contexto Contábil internacionais Coordenador de Sessão de artigos no SIMPOI da FGV-SP Coordenador do Curso de Ciências Contábeis no Unisalesiano de Lins A Importância da Ciência Contábil para a Gestão Empresarial Contabilidade Financeira x Contabilidade Gerencial Atuação Profissional: Controladoria Contador e Consultor de empresas Modelo de Gestão Economica E-mail: [email protected] 1 Lei 11.638/07 PREMISSAS: A nova Lei 11.638/07 e a Adoção de Padrões Internacionais Comitê de Pronunciamentos Contábeis Internacionalização da Contabilidade CPC Primazia da análise de riscos e benefícios sobre a propriedade jurídica Essência sobre a forma Normas orientadas em princípios e julgamento Lei 11.638/07 ENTENDA O PORQUE DAS NORMAS INTERNACIONAIS Lei 11.638/07 ALTERAÇÕES NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOAR não mais obrigatória Adoção de uma linguagem contábil global: incremento de negócios entre nações. Melhor qualidade da informação redução do custo de capital DFC (Demonstração de Fluxos de Caixa) Para todas as cias. abertas e para as cias fechadas com PL acima de R$ 2 milhões DVA (Demonstração de Valor Adicionado) abertas. para cias. Balanço Patrimonial: Mantida a estrutura da deliberação CVM 488/05, mas sem a menção dos ativos e passivos não circulante. Manter a estrutura 2 Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 ALTERAÇÕES NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Caixa/Bancos Contas a Receber de Clientes Estoques Despesas Antecipadas Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente Investimentos Imobilizado Diferido Intangível Passivo Circulante Fornecedores Contas a pagar a Fornecedores Outras Contas a Pagar Empréstimos Bancários Receitas Antecipadas Passivo não Circulante Passivo Exigível a Longo Prazo Resultado de Exercício Futuro Patrimônio Líquido -Capital Social. -Reservas de Capital. -Ajustes de Avaliação Patrimonial. -Reservas de Lucros. -Ações em Tesouraria. -Prejuízos Acumulados INVESTIMENTOS TEMPORÁRIOS Introdução do conceito de fair value ou valor justo. As aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, serão avaliadas: Valor justo : valor de mercado ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à Destinados à negociação imediata resultado Disponíveis para venda futura Ajuste de Avaliação Patrimonial Valor do custo original (mais a apropriação pro-rata dos resultados), ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior. (caso: mantido até o vencimento) Derivativos A valor de mercado e contra resultado Lei 11.638/07 SOCIEDADES COLIGADAS São coligadas as sociedades no momento em que uma (S.A.) participa com 10% ou mais do Capital da outra, sem controlá-la. Exemplo: Se a Empresa A detiver 20% do capital da Empresa B , as empresas A e B são coligadas. Se no entanto, esta participação for de 5%, não estará caracterizada a coligação. É importante ressaltar que o termo capital refere-se tanto o Capital votante quanto o Capital não Votante . Lei 11.638/07 SOCIEDADES CONTROLADAS E CONTROLADORAS São consideradas sociedades controladas, as sociedades na qual a controladora, diretamente ou por intermédio de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e poder de eleger a maioria dos administradores. Exemplo: Se a Empresa A detiver mais de 50% do capital votante da Empresa B , configura-se o controle, ou seja, a empresa A controla a empresa B . 3 Lei 11.638/07 SOCIEDADES CONTROLADAS E CONTROLADORAS Exemplo: A empresa A detêm 15% do capital votante da Empresa C , e a empresa B (que como vimos, é controlada por A ) participa com 40% do Capital votante da empresa C . Nesse caso, a empresa A é controladora também da empresa C , porque a soma das participações ultrapassa a 50% do Capital Votante. 15% sobre a Empresa C, e 40% de sua controlada B . Total de 55% do Capital Votante na C Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 INVESTIMENTOS EM CONTROLADAS E COLIGADAS Investimentos Avaliados por equivalência patrimonial quando investimento em : Controladas Coligadas cuja administração tenha influência significativa, ou de que participe em 20% ou mais no capital votante Sociedades que façam parte do mesmo grupo ou estejam sobre controle comum (controlador comum). Eliminado conceito de relevância Investimentos, mesmo em ação sem direito a voto ou inferior a 10%, também deverão ser avaliados por equivalência se investida e investidora tiverem controlador comum. Lei 11.638/07 ATIVO PERMANENTE ATIVO PERMANENTE Mudanças: Criação do Intangível Regras mais restritas para o Diferido Depreciação pela vida útil econômica teste de recuperabilidade (impairment) Inclusão do Leasing no Imobilizado Art. 179. As contas serão classificadas do seguinte modo: III - em investimentos: (mantida a redação) IV no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens; V no diferido: as despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão-somente uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional; VI no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. 4 Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 ATIVO PERMANENTE Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios : § 3o A companhia deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado, no intangível e no diferido, a fim de que sejam: I II registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para recuperação desse valor; ou revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e amortização. ATIVO PERMANENTE Teste de recuperabilidade (impairment): Valor contábil deve ser inferior a: Mercado ou Fluxo de caixa futuro trazido a valor presente Pronunciamento Técnico CPC 01/2007 - Redução no Valor Recuperável de Ativos; 2005 - oficio circular CVM - inseriu o impairment apenas para ativos descontinuados. Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 RUMO A CONVERGÊNCIA ADOÇÃO DE AJUSTE A VALOR PRESENTE Operações de Longo de prazo: Adoção de Ajuste a Valor Presente, na data do balanço (Contas a Receber e Contas a Pagar). Circulante: Ajustados quando houver efeito relevante. Utilização de conta retificadora para registro; Conceito não é novo: existia na correção monetária integral. Art. 177. § 3º As demonstrações financeiras das companhias abertas observarão, ainda, as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, e serão obrigatoriamente auditadas por auditores independentes registrados na mesma comissão. § 5o As normas expedidas pela CVM a que se refere o § 3o deste artigo deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de valores mobiliários. 5 Lei 11.638/07 RUMO A CONVERGÊNCIA FATORES: A CONTRIBUIÇÃO DA O mundo contábil está convergindo para uma linguagem comum TECNOLOGIA NO CONTEXTO Regras baseadas em princípios e julgamentos CONTÁBIL Contabilidade da Empresa Maior importância e responsabilidade dos profissionais da área contábil CERTIFICAÇÃO DIGITAL CERTIFICAÇÃO DIGITAL DESAFIOS QUE JÁ FORAM ALCANÇADOS Criada para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras. Identificação, Autenticação Assinaturas, Não repúdio Mundo digital Instituída pela Medida Provisória 2.200 e demais instrumentos normativos posteriores Mundo físico Sigilo, Privacidade Integridade 6 CERTIFICAÇÃO DIGITAL CERTIFICAÇÃO DIGITAL ARMAZENAMENTO O QUE JÁ ESTÁ SENDO ASSINADO ELETRONICAMENTE Token Computador Smart Card Livros contábeis: Razão e Diário Resolução CFC 1020/05 e 1063/05 Balanços e balancetes Contratos, quitações, Receber e-mail, textos e planilhas: assinados e com validade jurídica Criar Grupos de Trabalhos setoriais para: Ampliar sua utilização: comercial e gerencial Interoperabilidade digital de empresas e ONGs SPED SUA ABRANGÊNCIA SPED Sistema Público de Escrituração Digital 1. Escrituração Contábil 2. Escrituração Fiscal 3. Nota Fiscal Eletrônica 7 SPED MODELO OPERACIONAL DA NF-E EFD Contribuinte Escrituração Fiscal Digital SRF SEFAZ Santa Catarina Procuração Eletrônica Leiaute Banco de Dados Arquivo Texto SPED Representante Legal Programa Java RIS Minas Gerais Recepção Validação Rio de Janeiro . Importar . Digitar . Validar . Assinar . Visualizar . Transmitir . Arquivo Original . Banco de Dados . Download São Paulo Internet Periodicidade: MENSAL SPED ECD Escrituração Contábil Digital Empresá rio ou Sociedade Empresá ria Leiaute SPED SUBTITUIÇÃO AOS DOCUMENTOS IMPRESSOS SPED - Repositório Nacional . Validar . Receber . Fornecer Recibo . Fornecer Situação BD Gerar Arquivo . Escrituração . Banco Dados Dado no meio digital Internet Impressão para o papel Encadernação Administrador Contabilista Programa Java . . . . . . . Validar Assinar Requerer Visualizar Transmitir Consultar Obter autenticação Requerimento BD . Enviar Requerimento/ Protocolo/Dados do livro . Receber Autenticação/Exigência Intranet Internet Extranet Internet Junta Comercial . Gerar GR . Verificar Pagamento . Analisar Livro e Requerimento . Autenticar Livro . Fornecer Situação . Atualizar dados no SPED Entidades BACEN SUSEP CVM OUTROS SEFAZ Estaduais e Municipais RFB Assinatura: empresá rio contabilista Registro na Junta Comercial Arquivo morto 8 SPED PRAZOS PARA ENTREGA PROTOCOLO ICMS nº 3 de 01/04/2011 A obrigatoriedade de utilização da EFD aplica-se a todos os estabelecimentos dos contribuintes a partir de 1º de janeiro de 2012, podendo ser antecipada a critério de cada Unidade Federada. PARA QUAIS ESTADOS? Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Sergipe XBRL Registro provisório da taxonomia (dicionário de dados) da contabilidade brasileira Grupo Inicial (definido pelo CPC): Bovespa CFC USP Objetivo: padronização da forma de apresentação da contabilidade brasileira para o mundo XBRL Conteúdo da informação Sped = XBRL (CPC) Informação sintética com tendência para analítica Arquivos, Relatórios ou Livros Digitais?? Modelos TXT, XML, XBRL (agilidade e interface) Visualização dos arquivos XML 9 XBRL Uso Interno Brasil NCC Lei das S/A CFC NBC-Ts Estatutos e Contratos Sociais XBRL NO BRASIL Validade jurídica Taxonomia = IFRS (mesmo princípio) IFRS Padrão IASB BRGAAP USGAAP Respeitar leis do país (Lei 11.638) Uso da certificação digital ICP-Brasil Registro no DNRC Contabilidade Normalizada Contabilidade com Validade Jurídica Usuários das informações Lei de falências Orgãos Reguladores Fisco Bacen Usuários (Acesso Público) Central de balanços CVM RFB+SERPRO+ Provedor XBRL Infra-estrutura física SPED A IMPORTÂNCIA DA CIÊNCIA IFRS CONTÁBIL PARA A GESTÃO CFC/CPC USP/Taxonomia EMPRESARIAL XBRL INTEROPERABILIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 10 CONTABILIDADE COMO CIÊNCIA O que torna a Contabilidade Importante para os gestores QUAIS AS ESCOLAS DE PENSAMENTO CONTÁBIL? Mensuração econômica das transações; Escola Americana Relatórios estruturados; GERENCIAL Processo de comunicação de informação econômica para tomada de decisão. Consistência das informações; Escola Italiana Sistematização e avaliação das operações do sistema empresa. FINANCEIRA Ciência que estuda e enuncia as leis do controle econômico das empresas. CONTABILIDADE FINANCEIRA CONTADOR Contabilidade Financeira Objetiva informar os investidores para as tomadas de (Societária ou Legal) suas decisões econômicas. Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Atendimento ao FISCO. Informações para o Mercado de Capitais CONTROLLER 11 CONTABILIDADE FINANCEIRA e a BOVESPA CONTABILIDADE GERENCIAL A Contabilidade Gerencial, que constitui o foco deste livro, preocupa-se com a informação contábil útil à administração . Mercado de Investimentos Mercado de Capitais Bolsade deValores Valores Bolsa Empresas (Robert N. Anthony, 1979) Investidores Investimentos Diretos Aplicações Aplicações Fontesde deRecursos Recursos Fontes Retorno do Investimento Prestação de Contas Contabilidade CIÊNCIA CONTÁBIL x TEORIA CONTÁBIL Contabilidade Financeira CONTABILIDADE FINANCEIRA E GERENCIAL Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Contabilidade Gerencial Ciência Contá Contábil Princípios Princípios Fundamentais Fundamentaisde de Contabilidade Contabilidade Teorias Teoriasda da Decisão, Decisão,Mensuração Mensuração eeInformação Informação Financeira Gerencial 1 - Orientação Histórica 2 - Custo como base de Valor 3 - Princípios Contábeis 4 - Relatórios Padrões 1 - Perspectiva de Futuro 2 - Valor da Empresa (Fluxo Futuro de Benefícios) 3 - Ciência Contábil 4 - Informações (Relatórios) para qualquer decisão 12 COMPARATIVO Fator Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Usuários dos relatórios Externos e internos Internos Objetivo especial de facilitar o planejamento, controle, avaliação de desempenho e tomada de decisão internamente Orçamentos, contabilidade por responsabilidade, relatórios de desempenho, relatórios de custo, relatórios especiais não rotineiros para facilitar a tomada de decisão Quando necessário pela administração Históricos e esperados (previstos) Várias bases (moeda corrente, moeda estrangeira moeda forte, medidas físicas, índices etc.) Objetivo dos relatórios Forma dos relatórios Freqüência dos relatórios Custos ou valores utilizados Bases de mensuração usadas para quantificar os dados Facilitar a análise financeira para as necessidades dos usuários externos Balanço Patrimonial, Demonstração dos Resultados, Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Anual, trimestral e ocasionalmente mensal Primariamente históricos (passados) Moeda corrente O MOMENTO ATUAL CONTABILIDADE GERENCIAL COMPARATIVO Fator Contabilidade Financeira Restrições nas informações fornecidas Arcabouço teórico e técnico Características da informação fornecida Perspectiva dos relatórios Contabilidade Gerencial Nenhuma restrição, exceto as Princípios Contábeis Geralmente determinadas pela Aceitos administração Utilização pesada de outras disciplinas, como economia, Ciência Contábil finanças, estatística, pesquisa operacional e comportamento organizacional Deve ser relevante e a tempo, podendo ser subjetiva, Deve ser objetiva (sem viés), possuindo menos verificável, relevante e a tempo verificabilidade e menos precisão Orientada para o futuro para facilitar o planejamento, controle e avaliação de desempenho antes do fato Orientação histórica (para impor metas), acoplada com uma orientação histórica para avaliar os resultados reais (para o controle posterior do fato) O MOMENTO ATUAL CONTABILIDADE FINANCEIRA Monitoramento da Estratégia; Gestão de Riscos; Prestação de Contas/Ética; Contabilidade Internacional; Preocupação com Intangíveis; Lei Sarbanes - Oxley; Abordagem de Finanças: Criação de Valor; Relações com os Investidores; Avaliação de Desempenho: Responsabilidade dos Gestores; Envolvida pelos tributos (Brasil). Sistema contábil integrado aos demais SI. 13 MENSURAÇÃO CONTÁBIL Tipo de Valor PASSADO VALOR CONTÁBIL Custo histórico PRESENTE VALOR DE MERCADO Valor de reposição FUTURO A Questão: Valor Contábil x Valor Econômico; As diferenças se ajustam ao longo do tempo; Todo lucro, em última instância, deve se transformar em caixa. VALOR ECONÔMICO Fluxos futuros de lucro ou caixa Receitas ( - ) Despesas = Lucro Contábil ( - ) Custo de Oportunidade de Capital (+/-) Goodwill = Lucro Econômico DEFERENÇA ENTRE LUCRO CONTÁBIL E LUCRO ECONÔMICO Contabilidade Financeira DEFERENÇA ENTRE LUCRO CONTÁBIL E LUCRO ECONÔMICO Contabilidade a Preços de Aquisição +/- Ganhos não realizados Contabilida de Gerencial Horizonte Temporal Necessidade de Sistemas de Informações Diferentes = Contabilidade a Preços de Reposição +/- Lucros não realizados = Contabilidade a Valor Econômico +/- Lucro Realizado = Contabilidade a Preços de Venda 14 CONTROLADORIA Controladoria Unidade Administrativa CONTROLADORIA Ciência Contábil Contabilidade Financeira CONTROLADORIA Contabilidade Gerencial CONTROLADORIA SEU SURGIMENTO A controladoria surgiu no início do século XX nas grandes empresas norte-americanas, com a finalidade de realizar rígido controle de todos os seus negócios. Essas empresas (antes concorrentes) começaram a se fundir no final do século XIX, formando grandes empresas organizadas sob formas de departamentos e divisões, mas com controle centralizado. Verticalização Diversificação dos negócios Expansão geográfica das organizações SEU SURGIMENTO NO BRASIL Instalação de multinacionais Profissionais da área financeira ou contábil Contabilidade Tradicional enraizada nos princípios fundamentais da contabilidade A busca pela eficácia nas atividades empresariais Alcance de resultados esperados por investidores 15 CONTROLADORIA ALGUMAS RESPONSABILIDADES Responsável pelo Sistema de Informação Contábil e Gerencial; Assegurar o resultado da Companhia; CONTROLADORIA MISSÃO ... A missão da controladoria é assegurar a eficácia da empresa através da otimização de seus resultados Catelli (2001) Não compete a controladoria o comando do navio, e sim, cuidar dos mapas de navegação Funções Gerenciais e Regulatórias; Ligação com os Sistemas de Informações de Apoio a Gestão; ... Dar suporte à gestão de negócios da empresa, de modo a assegurar que ela atinja seus objetivos, cumprindo assim a sua missão Peleias (2002) CONTROLADORIA MISSÃO ... É a grande responsável pela coordenação de esforços com vistas a otimização de gestão de negócios, e pela criação, implementação, operação e manutenção dos sistemas de informações para suporte ao processo de planejamento e controle. Padoveze (2003) CONTROLADORIA CONTROLLER O título de controller se aplica a diversos cargos na área da contabilidade, cujo nível e cujas responsabilidades variam de uma empresa para outra. Horngren (2004) O controller precisa conhecer e entender o funcionamento da cadeia de valores em que a organização está inserida. Schmidt, Santos (2006) 16 CONTROLADORIA CONTROLADORIA CONTROLLER HIERARQUIA DA CONTROLADORIA Função de Planejamento; Presidente Função de Controle; Função de Reporte; Vice-Presidente (Diretor) De Produção Vice-Presidente (Diretor) Administrativo Vice-Presidente (Diretor) Comercialização Função Contábil; Relatórios Externos; Avaliação Econômica; CONTROLLER TESOUREIRO Proteção dos Ativos; CONTROLADORIA CONTROLADORIA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CONTROLADORIA ESTRUTURA CONTROLADORIA DIAGNÓSTICO SOBRE A EMPRESA Relação com Investidores Planejamento e Controle Sistema de Informação Gerencial Escrituração DIAGNÓSTICO SOBRE A EMPRESA Estrutura Organizacional Unidades de Negócios Orçamento, Projeções e Análises de Investimentos Produtos e Serviços Contabilidade Societária Contabilidade de Custos Controle Patrimonial Contabilidade Divisional Contabilidade Tributária Acompanhamento do Negócio Consiste em uma análise de toda a organização Eventos Econômicos Tecnologia e Sistemas de Informações 17 GECON MODELO GECON GECON MODELO GECON Desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do NÚCLEO GECON com o apoio da Fipecafi FEA-USP. Introdução Conceito de Lucro Fundamentos Resultado Seu criador: Prof. Dr. Armando Catelli. econômico Substituição do tradicional Centro de Custos por Centro de Resultados . Relatórios e Informações voltadas para a avaliação de resultados . GECON GECON Resultados Temporais-conjunturais Custos correntes a vista Valor de Mercado Equivalência de Capitais Reconhec. ganhos pela valorização de Ativos Custos correntes a vista Reconhec. receita pela produção de bens Depreciação Econômica Moeda Constante Margem de Contribuição Custeio Direto Variável Resultados Econômicos Operacionais Resultados Econômicos Financeiros Preço de Transferência Custo de Oportunidade Planejamento Orçamentário Variações Econômicas (inflação, ajustes, volume) Centros de Resultado Centros de Investimento Custos Controláveis versus Custos não Controláveis Custos Fixos identificãveis Goodwill Controlabilidade GECON DIMENSÃO OPERACIONAL RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Vendas de Produtos e Serviços) ( - ) CUSTOS e DESPESAS VARIÁVEIS (Matéria Prima, embalagens, tributos sobre a receita, entre outros) ( = ) MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO OPERACIONAL DIMENSÃO FINANCEIRA RECEITAS FINANCEIRAS (Juros sobre aplicações, descontos obtidos, juros recebidos, entre outros) ( - ) DESPESAS FINANCEIRAS (Juros sobre capital terceiros, descontos concedidos, juros pagos, entre outros) ( = ) MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO FINENCEIRA DIMENSÃO ECONOMICA CUSTOS E DESPESAS FIXAS (Salários, encargos sociais, aluguel, energia elétrica, propaganda, entre outros) ( = ) RESULTADO ECONOMICO 18 GECON Qual o lucro que pode ser distribuído? PARA FECHAR A AULA DE HOJE Todo o lucro não-necessário à manutenção do capital pode ser distribuído . Szuster (1991) CONCLUSÃO O lucro a ser distribuído será o valor da empresa que excede o valor do Capital a ser mantido. 19 This document was created with Win2PDF available at http://www.daneprairie.com. The unregistered version of Win2PDF is for evaluation or non-commercial use only. APRESENTAÇÃO DO DOCENTE Nome: ANDRÉ RICARDO PONCE DOS SANTOS O CENÁRIO ATUAL DA GESTÃO CONTÁBIL NO BRASIL Técnico: Técnico em Contabilidade (Colégio Dom Bosco de Lins) Graduação: Bacharel em Ciências Administrativas e Contábeis de Lins) Contábeis (Faculdades de Ciências Pós-Graduação: Nível Especialização (Lato Sensu): Contabilidade, Finanças e Auditoria pelo INBRAPE (Instituto Brasileiro de Pesquisas SócioEconômicas). Curso de Pó Pós Graduaç Graduação em Gerência Contá Contá bil e Financeira Mestrado: (Stricto Sensu): Mestrado Profissional em Administração pela FGN UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba) Dr. André André Ricardo Ponce dos Santos Doutorado: (Stricto Sensu): Doutorado em Engenharia de Produção pela FEAU UNIMEP (Universidade Metodista de Santa Bárbara D Oeste) Pesquisador na área de Gestão Econômica (GECON) E Teoria das Restrições ESTRUTURA DO MÓDULO Atuação Acadêmica: (TOC). Professor de Cursos de MBA na área de Controladoria. Autor de diversos artigos científicos publicados em eventos nacionais e A nova Lei das S/A e a Internacionalização da Contabilidade A contribuição da tecnologia no contexto Contábil internacionais Coordenador de Sessão de artigos no SIMPOI da FGV-SP Coordenador do Curso de Ciências Contábeis no Unisalesiano de Lins A Importância da Ciência Contábil para a Gestão Empresarial Contabilidade Financeira x Contabilidade Gerencial Atuação Profissional: Controladoria Contador e Consultor de empresas Modelo de Gestão Economica E-mail: [email protected] 1 Lei 11.638/07 PREMISSAS: A nova Lei 11.638/07 e a Adoção de Padrões Internacionais Comitê de Pronunciamentos Contábeis Internacionalização da Contabilidade CPC Primazia da análise de riscos e benefícios sobre a propriedade jurídica Essência sobre a forma Normas orientadas em princípios e julgamento Lei 11.638/07 ENTENDA O PORQUE DAS NORMAS INTERNACIONAIS Lei 11.638/07 ALTERAÇÕES NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOAR não mais obrigatória Adoção de uma linguagem contábil global: incremento de negócios entre nações. Melhor qualidade da informação redução do custo de capital DFC (Demonstração de Fluxos de Caixa) Para todas as cias. abertas e para as cias fechadas com PL acima de R$ 2 milhões DVA (Demonstração de Valor Adicionado) abertas. para cias. Balanço Patrimonial: Mantida a estrutura da deliberação CVM 488/05, mas sem a menção dos ativos e passivos não circulante. Manter a estrutura 2 Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 ALTERAÇÕES NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Caixa/Bancos Contas a Receber de Clientes Estoques Despesas Antecipadas Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente Investimentos Imobilizado Diferido Intangível Passivo Circulante Fornecedores Contas a pagar a Fornecedores Outras Contas a Pagar Empréstimos Bancários Receitas Antecipadas Passivo não Circulante Passivo Exigível a Longo Prazo Resultado de Exercício Futuro Patrimônio Líquido -Capital Social. -Reservas de Capital. -Ajustes de Avaliação Patrimonial. -Reservas de Lucros. -Ações em Tesouraria. -Prejuízos Acumulados INVESTIMENTOS TEMPORÁRIOS Introdução do conceito de fair value ou valor justo. As aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, serão avaliadas: Valor justo : valor de mercado ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à Destinados à negociação imediata resultado Disponíveis para venda futura Ajuste de Avaliação Patrimonial Valor do custo original (mais a apropriação pro-rata dos resultados), ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior. (caso: mantido até o vencimento) Derivativos A valor de mercado e contra resultado Lei 11.638/07 SOCIEDADES COLIGADAS São coligadas as sociedades no momento em que uma (S.A.) participa com 10% ou mais do Capital da outra, sem controlá-la. Exemplo: Se a Empresa A detiver 20% do capital da Empresa B , as empresas A e B são coligadas. Se no entanto, esta participação for de 5%, não estará caracterizada a coligação. É importante ressaltar que o termo capital refere-se tanto o Capital votante quanto o Capital não Votante . Lei 11.638/07 SOCIEDADES CONTROLADAS E CONTROLADORAS São consideradas sociedades controladas, as sociedades na qual a controladora, diretamente ou por intermédio de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e poder de eleger a maioria dos administradores. Exemplo: Se a Empresa A detiver mais de 50% do capital votante da Empresa B , configura-se o controle, ou seja, a empresa A controla a empresa B . 3 Lei 11.638/07 SOCIEDADES CONTROLADAS E CONTROLADORAS Exemplo: A empresa A detêm 15% do capital votante da Empresa C , e a empresa B (que como vimos, é controlada por A ) participa com 40% do Capital votante da empresa C . Nesse caso, a empresa A é controladora também da empresa C , porque a soma das participações ultrapassa a 50% do Capital Votante. 15% sobre a Empresa C, e 40% de sua controlada B . Total de 55% do Capital Votante na C Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 INVESTIMENTOS EM CONTROLADAS E COLIGADAS Investimentos Avaliados por equivalência patrimonial quando investimento em : Controladas Coligadas cuja administração tenha influência significativa, ou de que participe em 20% ou mais no capital votante Sociedades que façam parte do mesmo grupo ou estejam sobre controle comum (controlador comum). Eliminado conceito de relevância Investimentos, mesmo em ação sem direito a voto ou inferior a 10%, também deverão ser avaliados por equivalência se investida e investidora tiverem controlador comum. Lei 11.638/07 ATIVO PERMANENTE ATIVO PERMANENTE Mudanças: Criação do Intangível Regras mais restritas para o Diferido Depreciação pela vida útil econômica teste de recuperabilidade (impairment) Inclusão do Leasing no Imobilizado Art. 179. As contas serão classificadas do seguinte modo: III - em investimentos: (mantida a redação) IV no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens; V no diferido: as despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão-somente uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional; VI no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. 4 Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 ATIVO PERMANENTE Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios : § 3o A companhia deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado, no intangível e no diferido, a fim de que sejam: I II registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para recuperação desse valor; ou revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e amortização. ATIVO PERMANENTE Teste de recuperabilidade (impairment): Valor contábil deve ser inferior a: Mercado ou Fluxo de caixa futuro trazido a valor presente Pronunciamento Técnico CPC 01/2007 - Redução no Valor Recuperável de Ativos; 2005 - oficio circular CVM - inseriu o impairment apenas para ativos descontinuados. Lei 11.638/07 Lei 11.638/07 RUMO A CONVERGÊNCIA ADOÇÃO DE AJUSTE A VALOR PRESENTE Operações de Longo de prazo: Adoção de Ajuste a Valor Presente, na data do balanço (Contas a Receber e Contas a Pagar). Circulante: Ajustados quando houver efeito relevante. Utilização de conta retificadora para registro; Conceito não é novo: existia na correção monetária integral. Art. 177. § 3º As demonstrações financeiras das companhias abertas observarão, ainda, as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, e serão obrigatoriamente auditadas por auditores independentes registrados na mesma comissão. § 5o As normas expedidas pela CVM a que se refere o § 3o deste artigo deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de valores mobiliários. 5 Lei 11.638/07 RUMO A CONVERGÊNCIA FATORES: A CONTRIBUIÇÃO DA O mundo contábil está convergindo para uma linguagem comum TECNOLOGIA NO CONTEXTO Regras baseadas em princípios e julgamentos CONTÁBIL Contabilidade da Empresa Maior importância e responsabilidade dos profissionais da área contábil CERTIFICAÇÃO DIGITAL CERTIFICAÇÃO DIGITAL DESAFIOS QUE JÁ FORAM ALCANÇADOS Criada para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras. Identificação, Autenticação Assinaturas, Não repúdio Mundo digital Instituída pela Medida Provisória 2.200 e demais instrumentos normativos posteriores Mundo físico Sigilo, Privacidade Integridade 6 CERTIFICAÇÃO DIGITAL CERTIFICAÇÃO DIGITAL ARMAZENAMENTO O QUE JÁ ESTÁ SENDO ASSINADO ELETRONICAMENTE Token Computador Smart Card Livros contábeis: Razão e Diário Resolução CFC 1020/05 e 1063/05 Balanços e balancetes Contratos, quitações, Receber e-mail, textos e planilhas: assinados e com validade jurídica Criar Grupos de Trabalhos setoriais para: Ampliar sua utilização: comercial e gerencial Interoperabilidade digital de empresas e ONGs SPED SUA ABRANGÊNCIA SPED Sistema Público de Escrituração Digital 1. Escrituração Contábil 2. Escrituração Fiscal 3. Nota Fiscal Eletrônica 7 SPED MODELO OPERACIONAL DA NF-E EFD Contribuinte Escrituração Fiscal Digital SRF SEFAZ Santa Catarina Procuração Eletrônica Leiaute Banco de Dados Arquivo Texto SPED Representante Legal Programa Java RIS Minas Gerais Recepção Validação Rio de Janeiro . Importar . Digitar . Validar . Assinar . Visualizar . Transmitir . Arquivo Original . Banco de Dados . Download São Paulo Internet Periodicidade: MENSAL SPED ECD Escrituração Contábil Digital Empresá rio ou Sociedade Empresá ria Leiaute SPED SUBTITUIÇÃO AOS DOCUMENTOS IMPRESSOS SPED - Repositório Nacional . Validar . Receber . Fornecer Recibo . Fornecer Situação BD Gerar Arquivo . Escrituração . Banco Dados Dado no meio digital Internet Impressão para o papel Encadernação Administrador Contabilista Programa Java . . . . . . . Validar Assinar Requerer Visualizar Transmitir Consultar Obter autenticação Requerimento BD . Enviar Requerimento/ Protocolo/Dados do livro . Receber Autenticação/Exigência Intranet Internet Extranet Internet Junta Comercial . Gerar GR . Verificar Pagamento . Analisar Livro e Requerimento . Autenticar Livro . Fornecer Situação . Atualizar dados no SPED Entidades BACEN SUSEP CVM OUTROS SEFAZ Estaduais e Municipais RFB Assinatura: empresá rio contabilista Registro na Junta Comercial Arquivo morto 8 SPED PRAZOS PARA ENTREGA PROTOCOLO ICMS nº 3 de 01/04/2011 A obrigatoriedade de utilização da EFD aplica-se a todos os estabelecimentos dos contribuintes a partir de 1º de janeiro de 2012, podendo ser antecipada a critério de cada Unidade Federada. PARA QUAIS ESTADOS? Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Sergipe XBRL Registro provisório da taxonomia (dicionário de dados) da contabilidade brasileira Grupo Inicial (definido pelo CPC): Bovespa CFC USP Objetivo: padronização da forma de apresentação da contabilidade brasileira para o mundo XBRL Conteúdo da informação Sped = XBRL (CPC) Informação sintética com tendência para analítica Arquivos, Relatórios ou Livros Digitais?? Modelos TXT, XML, XBRL (agilidade e interface) Visualização dos arquivos XML 9 XBRL Uso Interno Brasil NCC Lei das S/A CFC NBC-Ts Estatutos e Contratos Sociais XBRL NO BRASIL Validade jurídica Taxonomia = IFRS (mesmo princípio) IFRS Padrão IASB BRGAAP USGAAP Respeitar leis do país (Lei 11.638) Uso da certificação digital ICP-Brasil Registro no DNRC Contabilidade Normalizada Contabilidade com Validade Jurídica Usuários das informações Lei de falências Orgãos Reguladores Fisco Bacen Usuários (Acesso Público) Central de balanços CVM RFB+SERPRO+ Provedor XBRL Infra-estrutura física SPED A IMPORTÂNCIA DA CIÊNCIA IFRS CONTÁBIL PARA A GESTÃO CFC/CPC USP/Taxonomia EMPRESARIAL XBRL INTEROPERABILIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS 10 CONTABILIDADE COMO CIÊNCIA O que torna a Contabilidade Importante para os gestores QUAIS AS ESCOLAS DE PENSAMENTO CONTÁBIL? Mensuração econômica das transações; Escola Americana Relatórios estruturados; GERENCIAL Processo de comunicação de informação econômica para tomada de decisão. Consistência das informações; Escola Italiana Sistematização e avaliação das operações do sistema empresa. FINANCEIRA Ciência que estuda e enuncia as leis do controle econômico das empresas. CONTABILIDADE FINANCEIRA CONTADOR Contabilidade Financeira Objetiva informar os investidores para as tomadas de (Societária ou Legal) suas decisões econômicas. Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Atendimento ao FISCO. Informações para o Mercado de Capitais CONTROLLER 11 CONTABILIDADE FINANCEIRA e a BOVESPA CONTABILIDADE GERENCIAL A Contabilidade Gerencial, que constitui o foco deste livro, preocupa-se com a informação contábil útil à administração . Mercado de Investimentos Mercado de Capitais Bolsa de Valores Empresas (Robert N. Anthony, 1979) Investidores Investimentos Diretos Aplicações Fontes de Recursos Retorno do Investimento Prestação de Contas Contabilidade CIÊNCIA CONTÁBIL x TEORIA CONTÁBIL Contabilidade Financeira CONTABILIDADE FINANCEIRA E GERENCIAL Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Contabilidade Gerencial Ciência Contá Contábil Princípios Fundamentais de Contabilidade Teorias da Decisão, Mensuração e Informação Financeira Gerencial 1 - Orientação Histórica 2 - Custo como base de Valor 3 - Princípios Contábeis 4 - Relatórios Padrões 1 - Perspectiva de Futuro 2 - Valor da Empresa (Fluxo Futuro de Benefícios) 3 - Ciência Contábil 4 - Informações (Relatórios) para qualquer decisão 12 COMPARATIVO Fator Contabilidade Financeira Contabilidade Gerencial Usuários dos relatórios Externos e internos Internos Objetivo especial de facilitar o planejamento, controle, avaliação de desempenho e tomada de decisão internamente Orçamentos, contabilidade por responsabilidade, relatórios de desempenho, relatórios de custo, relatórios especiais não rotineiros para facilitar a tomada de decisão Quando necessário pela administração Históricos e esperados (previstos) Várias bases (moeda corrente, moeda estrangeira moeda forte, medidas físicas, índices etc.) Objetivo dos relatórios Forma dos relatórios Freqüência dos relatórios Custos ou valores utilizados Bases de mensuração usadas para quantificar os dados Facilitar a análise financeira para as necessidades dos usuários externos Balanço Patrimonial, Demonstração dos Resultados, Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Anual, trimestral e ocasionalmente mensal Primariamente históricos (passados) Moeda corrente O MOMENTO ATUAL CONTABILIDADE GERENCIAL COMPARATIVO Fator Contabilidade Financeira Restrições nas informações fornecidas Arcabouço teórico e técnico Características da informação fornecida Perspectiva dos relatórios Contabilidade Gerencial Nenhuma restrição, exceto as Princípios Contábeis Geralmente determinadas pela Aceitos administração Utilização pesada de outras disciplinas, como economia, Ciência Contábil finanças, estatística, pesquisa operacional e comportamento organizacional Deve ser relevante e a tempo, podendo ser subjetiva, Deve ser objetiva (sem viés), possuindo menos verificável, relevante e a tempo verificabilidade e menos precisão Orientada para o futuro para facilitar o planejamento, controle e avaliação de desempenho antes do fato Orientação histórica (para impor metas), acoplada com uma orientação histórica para avaliar os resultados reais (para o controle posterior do fato) O MOMENTO ATUAL CONTABILIDADE FINANCEIRA Monitoramento da Estratégia; Gestão de Riscos; Prestação de Contas/Ética; Contabilidade Internacional; Preocupação com Intangíveis; Lei Sarbanes - Oxley; Abordagem de Finanças: Criação de Valor; Relações com os Investidores; Avaliação de Desempenho: Responsabilidade dos Gestores; Envolvida pelos tributos (Brasil). Sistema contábil integrado aos demais SI. 13 MENSURAÇÃO CONTÁBIL Tipo de Valor PASSADO VALOR CONTÁBIL Custo histórico PRESENTE VALOR DE MERCADO Valor de reposição FUTURO A Questão: Valor Contábil x Valor Econômico; As diferenças se ajustam ao longo do tempo; Todo lucro, em última instância, deve se transformar em caixa. VALOR ECONÔMICO Fluxos futuros de lucro ou caixa Receitas ( - ) Despesas = Lucro Contábil ( - ) Custo de Oportunidade de Capital (+/-) Goodwill = Lucro Econômico DEFERENÇA ENTRE LUCRO CONTÁBIL E LUCRO ECONÔMICO Contabilidade Financeira DEFERENÇA ENTRE LUCRO CONTÁBIL E LUCRO ECONÔMICO Contabilidade a Preços de Aquisição +/- Ganhos não realizados Contabilida de Gerencial Horizonte Temporal Necessidade de Sistemas de Informações Diferentes = Contabilidade a Preços de Reposição +/- Lucros não realizados = Contabilidade a Valor Econômico +/- Lucro Realizado = Contabilidade a Preços de Venda 14 CONTROLADORIA Controladoria Unidade Administrativa CONTROLADORIA Ciência Contábil Contabilidade Financeira CONTROLADORIA Contabilidade Gerencial CONTROLADORIA SEU SURGIMENTO A controladoria surgiu no início do século XX nas grandes empresas norte-americanas, com a finalidade de realizar rígido controle de todos os seus negócios. Essas empresas (antes concorrentes) começaram a se fundir no final do século XIX, formando grandes empresas organizadas sob formas de departamentos e divisões, mas com controle centralizado. Verticalização Diversificação dos negócios Expansão geográfica das organizações SEU SURGIMENTO NO BRASIL Instalação de multinacionais Profissionais da área financeira ou contábil Contabilidade Tradicional enraizada nos princípios fundamentais da contabilidade A busca pela eficácia nas atividades empresariais Alcance de resultados esperados por investidores 15 CONTROLADORIA ALGUMAS RESPONSABILIDADES Responsável pelo Sistema de Informação Contábil e Gerencial; Assegurar o resultado da Companhia; CONTROLADORIA MISSÃO ... A missão da controladoria é assegurar a eficácia da empresa através da otimização de seus resultados Catelli (2001) Não compete a controladoria o comando do navio, e sim, cuidar dos mapas de navegação Funções Gerenciais e Regulatórias; Ligação com os Sistemas de Informações de Apoio a Gestão; ... Dar suporte à gestão de negócios da empresa, de modo a assegurar que ela atinja seus objetivos, cumprindo assim a sua missão Peleias (2002) CONTROLADORIA MISSÃO ... É a grande responsável pela coordenação de esforços com vistas a otimização de gestão de negócios, e pela criação, implementação, operação e manutenção dos sistemas de informações para suporte ao processo de planejamento e controle. Padoveze (2003) CONTROLADORIA CONTROLLER O título de controller se aplica a diversos cargos na área da contabilidade, cujo nível e cujas responsabilidades variam de uma empresa para outra. Horngren (2004) O controller precisa conhecer e entender o funcionamento da cadeia de valores em que a organização está inserida. Schmidt, Santos (2006) 16 CONTROLADORIA CONTROLADORIA CONTROLLER HIERARQUIA DA CONTROLADORIA Função de Planejamento; Presidente Função de Controle; Função de Reporte; Vice-Presidente (Diretor) De Produção Vice-Presidente (Diretor) Administrativo Vice-Presidente (Diretor) Comercialização Função Contábil; Relatórios Externos; Avaliação Econômica; CONTROLLER TESOUREIRO Proteção dos Ativos; CONTROLADORIA CONTROLADORIA IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CONTROLADORIA ESTRUTURA CONTROLADORIA DIAGNÓSTICO SOBRE A EMPRESA Relação com Investidores Planejamento e Controle Sistema de Informação Gerencial Escrituração DIAGNÓSTICO SOBRE A EMPRESA Estrutura Organizacional Unidades de Negócios Orçamento, Projeções e Análises de Investimentos Produtos e Serviços Contabilidade Societária Contabilidade de Custos Controle Patrimonial Contabilidade Divisional Contabilidade Tributária Acompanhamento do Negócio Consiste em uma análise de toda a organização Eventos Econômicos Tecnologia e Sistemas de Informações 17 GECON MODELO GECON GECON MODELO GECON Desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do NÚCLEO GECON com o apoio da Fipecafi FEA-USP. Introdução Conceito de Lucro Fundamentos Resultado Seu criador: Prof. Dr. Armando Catelli. econômico Substituição do tradicional Centro de Custos por Centro de Resultados . Relatórios e Informações voltadas para a avaliação de resultados . GECON GECON Resultados Temporais-conjunturais Custos correntes a vista Valor de Mercado Equivalência de Capitais Reconhec. ganhos pela valorização de Ativos Custos correntes a vista Reconhec. receita pela produção de bens Depreciação Econômica Moeda Constante Margem de Contribuição Custeio Direto Variável Resultados Econômicos Operacionais Resultados Econômicos Financeiros Preço de Transferência Custo de Oportunidade Planejamento Orçamentário Variações Econômicas (inflação, ajustes, volume) Centros de Resultado Centros de Investimento Custos Controláveis versus Custos não Controláveis Custos Fixos identificãveis Goodwill Controlabilidade GECON DIMENSÃO OPERACIONAL RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Vendas de Produtos e Serviços) ( - ) CUSTOS e DESPESAS VARIÁVEIS (Matéria Prima, embalagens, tributos sobre a receita, entre outros) ( = ) MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO OPERACIONAL DIMENSÃO FINANCEIRA RECEITAS FINANCEIRAS (Juros sobre aplicações, descontos obtidos, juros recebidos, entre outros) ( - ) DESPESAS FINANCEIRAS (Juros sobre capital terceiros, descontos concedidos, juros pagos, entre outros) ( = ) MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO FINENCEIRA DIMENSÃO ECONOMICA CUSTOS E DESPESAS FIXAS (Salários, encargos sociais, aluguel, energia elétrica, propaganda, entre outros) ( = ) RESULTADO ECONOMICO 18 GECON Qual o lucro que pode ser distribuído? PARA FECHAR A AULA DE HOJE Todo o lucro não-necessário à manutenção do capital pode ser distribuído . Szuster (1991) CONCLUSÃO O lucro a ser distribuído será o valor da empresa que excede o valor do Capital a ser mantido. 19 This document was created with Win2PDF available at http://www.daneprairie.com. The unregistered version of Win2PDF is for evaluation or non-commercial use only.