editorial
A segunda edição
Comunicado
O jornal Mais Saúde está chegando à sua segunda edição com uma gama variada de assuntos relativos às especialidades oferecidas pela CliniVitta e CardioClin. A novidade
desta edição fica por conta de uma nova sessão criada pela
publicação. Ela se localiza na contracapa e irá trazer um artigo
de um médico convidado, que vai abordar algum assunto da
sua especialidade.
Desta forma, estamos agregando mais conhecimento
sobre saúde a nossos pacientes, o que é o objetivo com o lançamento da nossa publicação. O convidado desta edição é o
médico oncologista Marcelo Dotto, da Clínica Saint Gallen de
Oncologia, de Santa Cruz do Sul.
Aliás, os pacientes aprovaram a criação do Mais Saúde
pelas duas empresas. Caso queiram participar do jornal, sugerindo pautas, assuntos para tratarmos com a equipe médica da
CliniVitta e da CardioClin, é só entrar em contato pelo e-mail
[email protected] que estaremos acolhendo suas sugestões e encaminhando para os profissionais.
Por fim, queremos reiterar a felicidade deter vocês como
nossos pacientes e, principalmente, nossos amigos. Temos satisfação em cuidar de sua saúde.
Aproveite, e boa leitura. Até a próxima edição!
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Prezados leitores:
Venho por meio deste esclarecer que o texto "Cuidados
com a pele no sol", publicado na edição anterior, contém algumas informações equivocadas quanto à abordagem de exposição ao sol. O mesmo não foi editado por mim, embora conste
meu nome no final do artigo.
Entretanto, como profissional da saúde, tenho o dever
de orientá-los que os cuidados ao sol, bem como o uso de fotoprotetores, devem ser tomados em todas as estações do ano.
Atenciosamente,
Dra. Tanira Leal
CRM 28176
expediente
O jornal Mais Saúde é um órgão informativo da CliniVitta - Especialidades em Saúde
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Obesidade na infância
Obesidade e sobrepeso são situações
em que existe excesso de tecido gorduroso,
sendo que a diferença entre elas está na intensidade desse excesso. Uma maneira prática para sabermos se uma criança está acima da faixa de peso saudável é por meio
do índice de massa corporal (IMC). Existem curvas de IMC para meninas e meninos, e os valores de IMC que definem peso
adequado, sobrepeso e obesidade são diferentes para cada idade. O pediatra que
acompanha a criança deve preencher essas
curvas a cada consulta.
É comum os pais pensarem que o excesso de peso da criança decorra de algum
problema hormonal. Apesar de possível,
essa é uma situação rara. Na maioria das
vezes, resulta de hábitos alimentares inadequados e sedentarismo. Os erros alimentares mais comuns que podem levar ao excesso de peso são pular refeições, em especial
o café da manhã, com excesso compensatório nas refeições seguintes; substituição
das frutas por “calorias vazias” (doces, biscoitos recheados e salgadinhos) nos lanches
e sobremesas; poucas verduras e legumes;
excesso de massas e frituras nas refeições
principais ou substituí-las por fast-foods.
Cerca de 60% das crianças e adolescentes brasileiros têm menos de três horas
de atividade física por semana. Apesar da
genética predispor o indivíduo ao excesso
de peso, ele só se manifesta se o ambiente
permitir, ou seja, se a criança tiver uma dieta inadequada e/ou pouca atividade física.
Como as necessidades, como o gasto calórico, são diferentes de pessoa para
pessoa, é fundamental reconhecer os limites individuais de cada criança, para que
ela tenha seu ganho de peso e crescimen-
to adequados, o que é feito durante as
consultas pediátricas.
O excesso de peso é sempre
uma questão de saúde. Atualmente,
cerca de 80% das crianças e adolescentes obesos se tornam adultos obesos, mas essa previsão pode e precisa
ser mudada. A obesidade nessa faixa
etária pode causar elevação dos níveis
de gordura e açúcar no sangue, predispondo alguns a um risco maior de diabetes tipo 2, aumento da pressão arterial, dores nas pernas, maior risco de
fraturas ósseas, problemas de relacionamento social e até depressão.
Para que a criança tenha um
adequado ganho de peso, são importantes, desde o nascimento, manter o
aleitamento materno exclusivo até os
seis meses; seguir as orientações do
pediatra no momento do desmame;
pais, responsáveis e escolas devem dar
exemplo, reforçar e incentivar hábitos alimentares saudáveis, como
não pular refeições, comer frutas e
ter sempre verduras e legumes no almoço e jantar; evitar excesso de guloseimas, frituras e fast-foods; assim
como propiciar regularidade na atividade física. Para garantir a saúde e detectar precocemente um inadequado ganho de peso e evitar a
obesidade, todas as crianças e adolescentes devem manter visitas regulares ao pediatra durante toda a fase
de crescimento.
Dr. José Felipe Kalil
Pediatra
CRM 10509
Fonte: Departamento de Endocrinologia
da Sociedade Brasileira de Pediatria
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Ultrassonografia nas diversas patologias intra-abdominais
A ultrassonografia é exame útil
na avaliação de patologias e da morfologia dos órgãos abdominais. A técnica permite a caracterização de inúmeras condições e a análise de danos
causados por diversas doenças.
É um método de obtenção de
imagens que emite ondas sonoras de
alta frequência que são enviadas ao
interior do corpo, onde atingem os órAlexandre Terra Fontes gãos que se pretende visualizar. Essas
Médico radiologista
ondas sonoras originam ecos que são
Cremers 32.522
captados e transformados em imagens
em tempo real. Uma de suas grandes vantagens é que não há
radiação (raios x) durante sua execução. Portanto, é um dos
poucos métodos diagnósticos sem efeitos colaterais.
Nas doenças da vesícula biliar é considerado método
de escolha, pois permite visualização da parede da vesícula
e a identificação, de forma bastante precisa, da existência ou
não de cálculos (“pedras”) em seu interior. Estes comprometem o bom funcionamento do órgão e dificultam a digestão
dos alimentos ricos em gordura. Quando um cálculo provoca
sua obstrução pode-se desenvolver colecistite aguda (figura 1),
a qual necessita de tratamento cirúrgico de urgência. Cursa
geralmente com dor no abdome superior direito que não melhora com o jejum ou uso de analgésicos.
O fígado não costuma manifestar-se por meio de sintomas álgicos, como dor abdominal. Seus sinais clínicos frequentemente são indiretos. No adulto, a ultrassonografia é um
método eficaz principalmente para o acompanhamento de
doenças crônicas como algumas formas de hepatite viral, de
doenças causadas pelo uso excessivo do álcool ou, no caso da
diabetes e da obesidade, simplesmente para avaliar o depósito
de gordura visceral, que é um importante preditor de doenças
cardiovasculares.
O pâncreas é um órgão que tem sua avaliação prejudicada pelo exame, já que a obesidade, jejum inadequado na
véspera do exame e a presença de grande quantidade de gás
no intestino costumam ser problemas limitantes.
O aparelho urinário, constituído basicamente pelos rins,
ureter e bexiga, pode ser adequadamente avaliado pelo método, sendo facilmente identificados cálculos, tumores renais,
espessamentos focais ou pequenas áreas de enfraquecimento
da parede da bexiga (divertículos).
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Vesícula biliar com paredes espessadas e contendo cálculo no seu
interior (colecistite aguda).
Apêndice cecal espessado e com
diâmetro aumentado (apendicite
aguda).
A próstata, com o avançar da idade, costuma sofrer aumento das suas proporções por ação do hormônio testosterona
e di-hidrotestosterona. Os sintomas mais comumente relacionados a esse problema são o jato urinário cada vez mais fraco,
dificuldade ou demora para iniciar a micção, acordar à noite
com necessidade de urinar, interrupção involuntária do jato
urinário e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. O
papel da ultrassonografia, nesses casos, é medir o volume da
próstata e saber se há resíduo miccional patológico (bexiga não
esvaziada adequadamente), o que predispõe a infecções.
A aorta abdominal é a artéria mais calibrosa e importante do corpo, pois origina todas as outras artérias que levam
sangue arterial, rico em oxigênio, para órgãos nobres como
o sistema nervoso central. Grande parte de seu trajeto está
localizado no abdome. A ultrassonografia é um bom método
para detectar dilatações (aneurismas) ou a presença de trombos (coágulos sanguíneos), o que prejudica o adequado fluxo
sanguíneo.
É importante ressaltar que o exame possui limitações
relacionadas à técnica de obtenção de imagens. Com exceção
na diverticulite e na apendicite (Figura 2), que são processos
inflamatórios agudos, não costuma ser útil para avaliação do
estômago e intestinos grosso e delgado. A presença de gás no
interior das alças intestinais pode impedir a visualização de estruturas mais profundas. Pacientes obesos apresentam maiores
dificuldades para a obtenção da visualização das estruturas.
Sendo necessária, em alguns casos, a avaliação complementar
com alguns métodos como tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética ou endoscopia digestiva.
O importante papel da nutrição no controle da hipertensão
A hipertensão é o problema de saúde pública
mais comum nos países desenvolvidos. A hipertensão não tratada leva ao desenvolvimento de muitas
doenças crônico-degenerativas, como a insuficiência cardíaca congestiva, a falência renal e a doença
vascular periférica. É frequentemente chamada de
“assassina silenciosa”, porque as pessoas hipertensas
podem apresentar-se assintomáticas durante anos e
vir a sofrer um infarto fatal.
O tratamento nutricional é essencial para o
sucesso no controle da pressão arterial. O controle
da hipertensão em medidas dietéticas não visa apenas a redução dos níveis pressóricos, mas também a
adoção de hábitos alimentares permanentes. A dieta
como único recurso terapêutico tem-se mostrado ser
eficaz.
Quais alimentos o hipertenso deve consumir e dar
preferência?
Carnes magras em preparações assadas, grelhadas ou cozidas; leite e iogurte desnatados; queijos
brancos; óleos vegetais (soja, canola, azeite, milho,
girassol); inhame, feijão-preto, lentilha, abóbora, cenoura, chicória, couve-flor, vagem, espinafre, nabo,
rabanete; abacate, banana, ameixa, laranja, mamão,
maracujá; temperos como alho, salsa, coentro, cebola, cebolinha, orégano, limão, louro no lugar do sal,
couve, salsa, espinafre; gérmen de trigo, pão integral;
nozes, amêndoas, além de ler sempre o rótulo dos
alimentos industrializados, evitando sódio e cloreto
de sódio.
Alimentos que devem ser evitados:
Carnes gordas e frituras; enlatados (molho de
tomate, azeitonas, picles, salsicha); embutidos (linguiça, mortadela, salame, apresuntado, calabresa);
salgados (carne-seca, toucinho, bacon, aves/peixes
defumados); caldos (de carne, galinha ou vegetais
ou temperos prontos); sopas desidratadas; leite integral ou desnatados em pó; coalhada; iogurte integral;
queijos amarelos, cremosos; nata; ciclamato de sódio
e sacarina sódica; café; chá-preto, chá-mate; guaraná
natural; refrigerantes à base de cola (principalmente
os dietéticos).
Alternativas para ajudar no controle da pressão arterial
- Manter uma vida saudável, sem estresse;
- Manter bons hábitos de atividade física;
- Fazer pelo menos seis refeições por dia;
- Retirar o saleiro da mesa e usar temperos naturais;
- Tomar bastante água (2,5 litros/dia);
- Consumir pelo menos de três a quatro porções de frutas
e verduras por dia;
- Consumir pelo menos três porções de lácteos sem gordura como fonte de cálcio;
- Consumir alimentos que sejam fontes de fibra.
Francine Panta do Nascimento
Nutricionista - CRN2 7896
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Doenças respiratórias
e o inverno
Os meses frios representam um período de apreensão
para as pessoas em razão das chamadas doenças de inverno.
Os grupos mais afetados são os idosos e as crianças, além dos
portadores de doenças respiratórias prévias como asma, rinite, bronquite e enfisema. Nesta época ocorre a maior circulação do vírus da gripe, que é a principal infecção respiratória de
ocorrência na estação.
As principais causas de problemas respiratórios são a
asma, doença que se caracteriza pela ocorrência de chiado no
peito, tosse seca e falta de ar; a rinite, que se manifesta por corrimento nasal, espirros, dificuldade de respirar pelo nariz, coceira e irritação no nariz e na garganta (como se ficasse resfriado frequentemente ou com um “resfriado que não cura”); a
bronquite crônica, que se apresenta com tosse com expectoração acompanhada ou não de falta de ar, e às vezes chiado no
peito, em pessoas fumantes; e o enfisema, que significa o estágio mais severo da agressão aos pulmões pelo cigarro, com
destruição dos alvéolos (locais de troca de oxigênio do ar para
o sangue), caracterizado pela falta de ar progressiva, emagrecimento, fraqueza, falta de ar aos esforços e tosse.
Todas essas doenças podem apresentar crises ocasionadas pelas baixas temperaturas e mudanças de temperatura, ou
por outras situações que ocorrem no frio, como o hábito de as
pessoas ficarem agrupadas em ambientes fechados, o que facilita a transmissão do vírus da gripe; o uso de cobertores, blusões ou casacos de lã - a própria lã pode provocar alergia -,
que podem conter ácaros (animais microscópicos que vivem
na poeira e são uma causa importante de alergia); uso de lareiras ou fogões a lenha, que disseminam fumaça que, se ina-
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lada, leva a crises dessas enfermidades, entre outras.
Além do resfriado e da gripe (infecções causada por vírus, com sintomas de curta duração - entre cinco e sete dias),
ocorrem infecções bacterianas, como sinusites e pneumonia. O
resfriado é uma doença autolimitada (que melhora sem necessidade de tratamento), mais simples, com raras complicações.
Já a gripe pode apresentar complicações sérias, principalmente a sinusite, a pneumonia, a exacerbação da asma, bronquite
e enfisema, e levar até a morte.
Sinusite
A sinusite representa o acúmulo de pus nos seios da
face (espaços ocos presentes nos ossos da face, responsáveis
pelo aquecimento do ar e equalização da voz) que decorrem
da proliferação de bactérias nesses locais, principalmente por
complicações de gripes ou rinites, que alteram, entre outras
coisas, a drenagem desses seios, que levam a dores de cabeça,
às vezes intensas, sensação de irritação na garganta e pigarro,
gosto ruim na boca e mau hálito, febre, secreção nasal amarelada ou esverdeada.
A pneumonia é o acúmulo de pus nos alvéolos (no interior dos
pulmões), pela proliferação de bactérias, que têm a sua entrada facilitada nos pulmões pelas infecções virais, pelo fato de
o indivíduo respirar pela boca pela presença de rinite ou outra doença que obstrua as narinas, e se apresenta com sintomas como tosse com expectoração amarelada ou esverdeada,
dor torácica (peito e costas) que piora com respiração profunda (pontada), além de febre alta.
Rinite
Vale ressaltar que quando da ocorrência
de sintomas mais nasais, de poucos dias de duração, sem febre, trata-se de um resfriado. Mas
quando esses sintomas são muito frequentes,
como se a pessoa tivesse um resfriado que não
melhora ou que volta sempre, provavelmente trata-se de uma rinite, que deve ser tratada preventivamente.
A gripe é uma doença que compromete mais o
estado geral da pessoa, e que se cura sozinha entre cinco e sete dias, sem tratamento. Ou seja,
quem tem tosse com expectoração amarelada ou
esverdeada por mais de sete dias deve estar apresentando uma complicação da gripe, que deve
ser uma infecção como a sinusite ou pneumonia,
devendo-se sempre procurar atendimento médico para evitar o agravamento do problema.
Importante salientar que apesar de todo cuidado
é comum que as pessoas tenham entre três e cinco episódios de resfriado ou gripe durante os meses frios, ou seja, nada de superproteger as crianças principalmente. Temos é que viver a vida,
aproveitando o que o inverno tem de bom, com
algumas pequenas medidas preventivas.
O mais importante para aquelas pessoas que já
têm algum problema respiratório, ou que todo inverno passam muito mal, é procurar um médico
antes desse período, para iniciar um tratamento
preventivo, com o que poderão ter uma melhor
qualidade de vida nessa época.
Medidas preventivas das doenças de inverno
1) Vacina contra a gripe: pode ser realizada durante qualquer época do ano, mas principalmente nos meses que
antecedem a temporada de frio (março a maio) em qualquer pessoa a partir de um ano, desde que não tenha alergia à
proteína do ovo. A vacina é um procedimento seguro, pois é feita com vírus mortos e “triturados”, não tendo risco de
ninguém ficar gripado por ter feito a vacina. Fornece uma proteção em torno de 70% a 90% e que aumenta a cada ano
que a pessoa faz a vacina;
2) Inicie o tratamento preventivo para doenças respiratórias pré-existentes: asma, bronquite, enfisema, rinite. Com
o tratamento preventivo adequado, as chances de ocorrer crises dessas doenças diminuem significativamente;
3) Outras medidas úteis:
a. Usar agasalhos apropriados - nem demais, que leva a suor com resfriamento do corpo, nem de menos, que
também leva a resfriamento;
b. Manter os ambientes arejados e ensolarados;
c. Evitar o uso de cobertores e casados de lã crua;
d. Expor todas as roupas de inverno ao sol e lavá-las sempre antes de usá-las;
e. Evitar a formação de fumaça dentro das casas por lareiras ou fogões a lenha;
f. Evitar a fumaça do cigarro, não fumando e não permanecendo em locais com fumantes;
g. Evitar apertos de mãos, abraços e beijos em pessoas resfriadas ou gripadas;
h. Evitar ficar em locais fechados com pessoas gripadas;
i. Lavar as mãos com frequência.
Dr. Carlos Eurico da Luz Pereira
Médico pneumologista - Cremers 21443
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Insuficiência cardíaca
Praticamente todas as doenças do coração podem evoluir
para a chamada insuficiência cardíaca (IC), que é uma condição
na qual o coração aumenta de tamanho. Inicialmente pode haver um aumento só da espessura do músculo cardíaco (hipertrofia), mas depois começa a haver afinamento do músculo, crescimento do coração (que fica grande, ou dilatado, antigamente
popularmente conhecido como coração de boi) e diminuição de
força, havendo uma redução na função de bombear o sangue.
A condição tem uma taxa de risco de morte de até 40% ao ano.
O tratamento adequado da IC melhora a qualidade de vida dos
pacientes, decresce o número de internações por descompensação e melhora o tempo de sobrevida.
A hipertensão arterial (pressão alta), a cardiopatia isquêmica (infarto, angina), as doenças das válvulas cardíacas, o
consumo abusivo de álcool e drogas, o cigarro, o colesterol, a
obesidade, a diabetes, as doenças reumáticas (reumatismo no
sangue), o uso de alguns medicamentos usados no tratamento
do câncer, alguns tipos de infecções como viroses e doença de
chagas, entre outras, são as principais condições que levam à
dilatação e enfraquecimento do coração, geralmente de forma
lenta e insidiosa. Algumas vezes, no entanto, não há uma causa
específica, podendo a IC ser decorrente de uma doença direta
do músculo cardíaco, com determinação genética ou até desconhecida (idiopática), as chamadas miocardiopatias primárias.
Com o coração fraco, o sangue tem dificuldade de circular no corpo, ficando seu plasma (parte líquida ou água)
acumulado nos órgãos, como nos pulmões, abdome e pernas.
Além disso, há dificuldade de a parte sólida (células do sangue)
chegar ao cérebro e aos músculos. Isso gera os principais sinais
e sintomas da IC, que são: falta de ar inicialmente para esforços
maiores e depois para esforços cada vez menores, falta de ar
quando se está deitado, que melhora ao sentar (algumas pessoas dormem com vários travesseiros para conseguir respirar), tosse seca, inchaço nas pernas, estufamento da barriga, perda de
peso, fraqueza progressiva, aceleração no coração (taquicardia).
O coração vai crescendo lentamente, e os sintomas são
insidiosos. Algumas vezes, porém, eles aparecem subitamente.
Nessa situação, o paciente que até então não sentia nada de
anormal, ou quase nada, começa rapidamente a ter falta de ar,
inchaço do corpo e sensação de sufocação e taquicardia. Isso
acontece muitas vezes após a pessoa, portadora de uma das
causas de IC já relatadas, apresentar uma condição precipitante:
suspensão dos remédios que já usava, gripe, consumo de álcool,
gravidez, diminuição do funcionamento dos rins, anemia, entre
outras.
Diagnóstico
O diagnóstico é feito pelo médico por meio de um exame clínico detalhado e de exames complementares. O exame
de sangue avalia a presença de anemia, diabetes, infecções ou
outras condições que possam estar associadas à descompensação da IC. O raio x de tórax mostra, em geral, área cardíaca
aumentada e sinais de edema pulmonar (água nos pulmões).
O eletrocardiograma pode dar uma pista da causa do problema
(sinais de infarto, angina, hipertensão arterial), bem como das
consequências (sinais de crescimento do coração, arritmias secundárias à IC). O exame considerado padrão ouro para o diag-
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nóstico é, no entanto, o ecocardiograma. Por intermédio dele, o
médico pode medir o tamanho do coração, avaliar a força do
bombeamento (fração de ejeção), analisar a causa do problema
(doença de válvulas, áreas de infarto) e suas complicações (derrame de líquido na volta do coração, chamado derrame pericárdico, ruptura de músculo cardíaco). Dessa forma, pode planejar
o tratamento adequado do problema e determinar o grau de
risco do paciente (prognóstico).
O tratamento da IC deve contemplar a causa do problema - parar de fumar, suspender o consumo abusivo de bebidas
alcoólicas, fazer atividade física conforme orientação médica,
tratar doenças concomitantes, como hipertensão, diabete, anemia, cardiopatia isquêmica e doenças das válvulas (cujo tratamento pode ser medicamentoso, angioplastia ou cirurgia), infecções, entre outras. Além da correção da causa, é necessário
tratar a IC já instalada.
Para isso, o médico lança mão de medicamentos que ajudam o coração a ficar mais forte. Exemplos de medicamentos
usados para isso são: furosemide, hidroclorotiazida, espironolactona, enalapril, captopril, losartan, digoxina, amiodarona,
carvedilol, nebivolol, atenolol, metoprolol, isossorbida, AAS,
clopidogrel, atorvastatina, sinvastatina, entre outros.
Muitos desses remédios são usados também em outras
condições, e esse tratamento não é uma receita de bolo em que
se indicam todos os medicamentos sempre - o médico avaliará
cada caso. Existem situações mais graves em que o tratamento
já não consegue mais controlar a IC. Assim, pode haver necessidade de colocação de aparelhos que ajudem o coração a bater
melhor, como determinados tipos de marca-passo e desfibriladores, ou até a indicação de transplante cardíaco.
O médico cardiologista poderá investigar e tratar adequadamente cada situação em particular.
Vale lembrar que prevenir é sempre o melhor remédio:
faça exercícios regularmente, alimente-se de forma saudável,
combata a obesidade, abandone o tabagismo e o consumo
excessivo de álcool, trate adequadamente a hipertensão, a diabetes, o colesterol, faça check-up regular - em que se pode descobrir uma doença em estágio inicial muito tempo antes de ela
se manifestar com sintomas físicos e, dessa forma, tratá-la cedo
para evitar que se agrave e que se torne irreversível. A prevenção e o diagnóstico precoces são as melhores armas para garantir uma vida longa e de boa qualidade.
Dra. Leonora Scherer
Cardiologista - CRM - 21972
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A ecografia no pré-natal
A gravidez é uma fase inesquecível para os pais, mas, às vezes, eles deixam de aproveitar melhor esse período
por não saberem exatamente o que está
acontecendo com o bebê dentro do útero. O que será que ele faz? Que parte do
corpo está em formação nessa semana?
Quando ele começa a escutar? Será que
abre os olhos? Todas essas perguntas, e
procura pelas respostas, ajudam os futuros pais a participar da evolução do
feto, o que é extremamente benéfico. A
educação do ser humano pode começar
antes de ele nascer, e isso é fascinante.
A ecografia é uma técnica que utiliza o ultrassom para obtenção de imagens de feto e que não apresenta qualquer tipo de risco para a mãe ou para o
feto. Rotineiramente são recomendadas
quatro ultrassonografias durante a gestação. Porém não existem restrições quanto ao número de exames que possam ser
realizados durante a gravidez.
Na primeira ecografia, entre a 11ª
e a 14ª semana de gestação, é feita uma
avaliação da translucência nucal (uma
pequena prega na nuca do feto) que define o risco de cromossomopatia).
Nas gestações em que é observada uma
translucência nucal alterada, está indicado um estudo genético do feto. O estudo
da translucência nucal pode detectar até
80% dos casos de síndrome de Down.
Lembre-se de que uma translucência nucal normal não significa que o bebê não
tem síndrome de Down, bem como uma
translucência nucal alterada não afirma
que a criança tem síndrome de Down.
A segunda ecografia é de grande importância para a avaliação da morfologia do
feto. Esse exame, conhecido como ecografia morfológica, deve ser realizado entre a 20ª e a 24ª semana de gravidez. É
durante esse teste que é feito um estudo
anatômico detalhado dos diferentes órgãos e sistemas do feto no sentido de se
excluir eventuais malformações. É também na ecografia no segundo trimestre
que a maioria dos casais toma conhecimento pela primeira vez do sexo do feto;
ainda no segundo trimestre, entre 22 e
24 semanas, pode-se avaliar as artérias
uterinas com o estudo doppler e rastrear pré-eclampsia e/ou retardo de crescimento intrauterino que são patologias da
gestação.
Entre a 26ª e a 28ª semana, a
ecografia auxilia a avaliar o crescimento
do feto e a sua vitalidade no perfil biofísico fetal, que é feito com medição do
líquido amniótico, verificando-se movimentos respiratórios, fetais e tônus fetal.
Também se identifica a localização da
placenta e mais uma vez é estudada a
anatomia fetal.
Embora o exame ecográfico permita avaliar toda a anatomia interna e
externa, a existência de um feto estruturalmente bem formado não é sinônimo
de um recém-nascido sem problemas,
porque a ecografia não permite analisar
se os diferentes órgãos têm um funcionamento normal.
No terceiro trimestre é importante
calcular o peso fetal, a situação e apresentação fetal e crescimento intrauterino
restrito.
O pré-natal
O que é o pré-natal? É o controle que
toda gestante deve ter para assegurar um
bom desenvolvimento do feto dentro do
útero, assim como preservar a boa saúde
da mãe. Deve ser iniciado o mais breve
possível, sendo periódico e repetitivo na gestação de baixo risco os controles
devem ser: até a 28ª semana, mensal;
da 28ª à 36ª semana, quinzenal; e após,
semanal. Numa gestação de alto risco, os
controles devem ser efetuados com menos intervalo.
Na primeira consulta será realizado um
exame geral, avaliada a nutrição, necessidade ou não de vitaminas, analisadas vacinas, saúde mental da gestante e orientação sobre os cuidados e medicação que
poderá ser utilizada no caso de apresentar
sintomas como enjoo, vômitos, dor pélvica, dificuldade de evacuar, entre outros.
Serão solicitados exames de sangue, urina, citopatológico do colo uterino para
rastreamento de possíveis doenças - a fim
de que estas sejam tratadas e não prejudicar a gestação futuramente.
Períodos
1ª ecografia: entre a
de gestação;
2ª ecografia: entre a
de gestação;
3ª ecografia: entre a
de gestação;
4ª ecografia: após a
tação.
11ª e a 14ª semana
18ª e a 23ª semana
26ª e a 28ª semana
34ª semana de ges-
A quais sinais de alarme uma gestante
deve prestar atenção?
- Sangramento via vaginal;
- Contrações uterinas (dor);
- Diminuição dos movimentos fetais ou
sua ausência;
- Perda de líquidos via vaginal;
- Aumento do volume de membros inferiores e do corpo;
- Febre;
- Enjoo e vômitos repetitivos;
- Pouca urina e dor ao urinar;
- Dor no epigástrio, dor de cabeça, aumento da pressão arterial.
Quando presentes estes sintomas, deve a
gestante procurar assistência médica.
Dra. Sandra Londero
Ginecologista/obstetra
Cremers 27817
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Os benefícios da hidroginástica
A prática da hidroginástica vem ganhando cada vez mais adeptos por todos os lugares por ser uma atividade divertida, agradável, muito eficaz, estimulante e segura. O principal objetivo
é o condicionamento cardiovascular e muscular, por meio do
treinamento em flexibilidade, coordenação motora e relaxamento. Segundo especialistas, a hidroginástica é extremamente
eficaz no combate ao estresse, além de contribuir para uma
melhor qualidade de vida dos indivíduos.
A hidroginástica pode proporcionar ao indivíduo muitos benefícios, entre eles:
• Melhora do sistema cardiorrespiratório;
• Melhora do condicionamento físico;
• Desenvolvimento dos músculos;
• Ativação da circulação;
• Melhora da postura;
• As articulações sofrem mínimo impacto;
• Alívio de dores na coluna vertebral;
• Alívio das tensões e do estresse do dia a dia;
• Tem efeito relaxante e melhora da qualidade do sono;
• Proporciona bem-estar físico e mental.
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Outra vantagem importante da hidroginástica é que ela é uma
das poucas atividades que podem ser realizadas por indivíduos
com pouco ou nenhum condicionamento físico e por aqueles que possuem problemas articulares. Com isso, pessoas de
qualquer idade, inclusive gestantes, podem praticá-la. Nas gestantes, a hidroginástica ajuda na prevenção das dores lombares e cervicais e aumenta a circulação nas pernas, facilitando o
parto e o período de recuperação.
Esses benefícios que a hidroginástica proporciona ainda precisam ser conhecidos pela maioria da população, pois eles propiciam uma melhora na qualidade de vida visivelmente, desde
que a atividade seja praticada de maneira correta e com um
profissional de Educação Física capacitado para a realização
da modalidade.
Lembrando que ser sedentário não traz nenhum benefício;
mude seu estilo de vida por meio de uma alimentação saudável e realizando uma atividade prazerosa como a hidroginástica.
Educadora física Monica Souza
CREF 014234-G/RS
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Rastreamento do câncer de mama na mulher brasileira
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer
de mama é a sétima causa geral de morte em mulheres brasileiras, e a primeira entre as neoplasias malignas. Porto Alegre está
entre as capitais com maior incidência da doença no Brasil.
O câncer de mama é uma doença multifatorial, com interação de fatores genéticos e ambientais para sua gênese. Os
principais fatores de risco para câncer de mama são história familiar de parente em primeiro grau afetado (mãe, irmã ou filha);
nuliparidade (não ter filhos); idade tardia na primeira gestação
(após os 35 anos); idade precoce na menarca (início da menstruação); idade tardia na menopausa; fatores ambientais como
fumo, álcool, gorduras, sedentarismo, obesidade.
A prevenção primária do câncer de mama ainda não é
totalmente possível, porém, podemos orientar algumas modificações no estilo de vida que podem influenciar no risco de desenvolver a doença.
Evitar a obesidade por intermédio de dieta equilibrada e
prática regular de exercícios físicos é uma recomendação básica
para prevenir o câncer de mama, já que o excesso de peso aumenta o risco de ser acometida por essa enfermidade. A ingestão de álcool, mesmo em quantidade moderada, é contraindicada, pois é fator de risco para esse tipo de tumor, assim como a
exposição a radiações ionizantes em idade inferior aos 35 anos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) refere que o
câncer de mama tem condições de ser rastreado, permitindo
diagnóstico precoce e maiores chances de cura da doença. Entre
os métodos de rastreamento estão o autoexame, o exame físico
das mamas e os métodos de imagem.
O autoexame é aconselhável como forma de autocuidado e de diminuição de casos avançados da doença, não podendo ser método exclusivo de rastreamento. O teste físico das
mamas por parte do médico é importante e deve integrar a consulta ginecológica a partir dos 20 anos ou quando do início da
anticoncepção hormonal.
A mamografia é o método de imagem com maior impacto na redução da mortalidade por câncer de mama. Deve
ser realizada em mulheres assintomáticas a partir dos 40 anos,
anual ou bianualmente; em mulheres de alto risco após os 35
anos (ou cerca de dez anos antes da idade da familiar acometida
pela doença); e deve ser oferecida às mulheres idosas enquanto
tiverem condições de se locomover aos centros de atenção à
saúde e de receber tratamento. A ultrassonografia e a ressonância magnética das mamas devem ser utilizadas como método
complementar à mamografia, conforme avaliação médica.
Vale lembrar que cada paciente deve ser avaliada individualmente para os diversos fatores de risco envolvidos na gênese da doença e, assim, ser aplicado o rastreamento para cada
caso.
Andréia Maria Rauber
Cremers 29138
Mastologista/ginecologista/obstetra
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Câncer
Mitos e verdades sobre a doença
Mitos e crenças populares podem ser inimigos do paciente oncológico. Sem respaldo da ciência, podem prejudicar o
diagnóstico precoce, interferir no tratamento e reduzir as chances de cura. O que fazer com um sintoma que pode indicar a
presença de um câncer? Como reagir diante de tal diagnóstico?
Quando a realidade se torna difícil demais de ser enfrentada, buscar um alento nas memórias populares coletivas
pode representar uma esperança para um futuro desconhecido. O problema é que acreditar apenas em curas milagrosas ou
receitas caseiras pode trazer sérios problemas. Em um cenário
em que a descoberta e o tratamento precoce são fundamentais,
qualquer fator que retarde o início dos procedimentos médicos
representa riscos à saúde de quem sofre de qualquer tipo de
câncer.
Mais do que os mitos sobre prevenção, sintomas e causas
da doença, a cura é o que costuma provocar as teorias mais
inusitadas, as receitas mais inesperadas. Babosa, cartilagem de
tubarão, cogumelos, casca de banana, dietas, romã, graviola e
até mesmo urinoterapia. Enfim, sempre há algum tratamento
que está na moda, que chega com força aos consultórios, prometendo milagres.
Embora não exista estatística precisa, estima-se que até
80% dos pacientes oncológicos recorram a tratamentos alternativos. Normalmente isso não é um problema. Ruim mesmo
é quando a pessoa retarda o diagnóstico ou até abandona o
tratamento por alguma promessa milagrosa ou à base de ingredientes ditos “naturais” ou ainda desconhecidos da ciência. A
maioria dos médicos não se opõe aos tratamentos alternativos,
desde que não interfiram na terapia prescrita e seja de conhecimento do médico assistente.
Todo oncologista já teve na sua vida profissional algum
caso em que a doença não estava respondendo como o esperado, ou os efeitos colaterais estavam além dos desejados para a
medicação prescrita e o responsável era um inocente chazinho
ou uma substância “natural” que alguém bem-intencionado, recomendou para o doente. É fundamental lembrar que substâncias químicas presentes em muitas ervas podem sim interferir
no efeito dos medicamentos ou potencializar reações colaterais.
Já a espiritualidade dos pacientes e familiares é uma parte fundamental do processo de tratamento. Para quem lida com
o tratamento do câncer, os benefícios da fé podem ser muitas
vezes comprovados. Estudos já mostraram que pessoas que
acreditam em forças superiores, independentemente da orientação religiosa, podem enfrentar o tratamento de forma mais
otimista e positiva, o que contribui par a sua qualidade de vida.
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Mitos:
# Uso de desodorante pode causar câncer de mama.
# Somente quem tem histórico familiar está sujeito
a desenvolver a doença.
# A ingestão de leite prejudica o tratamento do câncer.
# A prática de relações sexuais sem preservativo
não aumenta o risco de câncer.
# Segurar a urina dá câncer de bexiga.
# Alimentos preparados no micro-ondas
podem causar câncer.
# O câncer pode ser causado por uma pancada.
# Todo nódulo se transformará em câncer.
# Toda leucemia surge a partir de uma anemia.
Verdades
# A falta de vitamina D pode aumentar os riscos de câncer de
mama.
# O vírus HPV está diretamente relacionado ao desenvolvimento de tumores no ânus e da região da cabeça e pescoço.
# O consumo de álcool e tabaco aumenta as chances de desenvolvimento de câncer.
# Ter filhos mais tarde, após os 30 anos, eleva os riscos de ter
câncer de mama.
# Quanto maior a idade, maiores as chances de desenvolver
um câncer. Mas isso não significa que os jovens não estejam
sujeitos à doença.
# Homens também podem ter câncer de mama.
# Câncer tem cura. Quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores as chances de curá-lo.
(Rev. Abrale; número 20 - 2012)
Médico convidado
Marcelo Luís Dotto
Oncologista clínico - CRM 21297
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