ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J JUSTIFICATIVAS PARA MANUTENÇÃO/ALTERAÇÃO DE GABARITOS DA PROVA REALIZADA EM 05/07/2009 De acordo com o Edital 05/2009, que rege o Concurso Público, os recursos com argumentações inconsistentes, extemporâneos, que estiverem fora das especificações estabelecidas para a interposição, que contiverem questionamentos de natureza administrativa (por exemplo, relacionados às normas previamente estipuladas em edital) não obterão resposta da banca avaliadora e, por isso, não terão respostas publicadas na Internet. LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÃO 02 – Mantida, pois a alternativa A, apresentada como resposta correta pelo gabarito oficial, de fato é a que apresenta as opções que preenchem as lacunas do texto corretamente, pois quando o sujeito é representado por um numeral percentual, o verbo deve concordar com esse numeral. Um quarto das pessoas que não se consideram sadias também não se considera feliz; mas, das pessoas sadias, apenas 8% _DECLARAM-SE INFELIZES _. Quanto ao dinheiro, faz diferença nos países muito pobres, ............... aí pode ser condição de sobrevivência. Mas, quanto mais afluente é o país, menos pesa a renda em termos de felicidade. Um levantamento feito com os cem americanos mais ricos mostrou que eles são apenas um pouco mais felizes que a média da população. 'Sorria' pode ser, portanto, um bom conselho, à medida que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. A propósito, recentemente pesquisadores da Universidade de Amsterdã examinaram o famoso sorriso da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, com a ajuda de um programa de computador capaz de correlacionar expressões faciais com emoções e sentimentos. Resultado: 83% do sorriso RESULTAM_ de felicidade (e 9% PROVÊM_ de desdém - afinal, Mona Lisa também tem direito a desdenhar). Cabe ainda esclarecer que tal questão abordou o conteúdo classes de palavras: emprego, flexões e valores semânticos, previsto no programa; por isso aparecem os verbos prover e provir, flexionados no plural: proveem e provêm respectivamente. Esta questão não abordou o assunto Reforma Ortográfica porque não havia tal conteúdo no programa da prova. QUESTÃO 03 – Mantida, pois a alternativa C, apontada pelo gabarito como resposta à questão, é – de fato – a que apresenta as afirmativas corretas sobre o texto. Tal questão aborda o assunto Leitura e Interpretação de Texto (que contempla: compreensão global do texto; estruturação do texto: relações entre ideias, estrutura e recursos de coesão; significação contextual de palavras e expressões; substituição vocabular; informações literais e inferências possíveis; ponto de vista do autor e recursos de Argumentação). Nesta questão, há uma solicitação maior de compreensão do texto do que de interpretação, pois nenhuma das afirmações distancia-se muito que o texto apresenta literalmente. Nas afirmações I, II e IV (as apontadas pelo gabarito como corretas – alternativa C) há modalizadores que impedem declarações peremptórias sobre as palavras do autor do texto; por exemplo: “provavelmente” (afirmativa I), “no intuito de demonstrar que não é casualidade” (afirmativa II) e “predisposição” (alternativa IV). A afirmativa III (incorreta) faz uma declaração peremptória: “O texto relaciona diretamente a vida sedentária, associada ao excesso de comida e ao consumo de drogas, à infelicidade”; tal relação não há no texto. QUESTÃO 04 – Mantida, pois a alternativa B, apontada pelo gabarito como resposta à questão, é – de fato – a única que contempla a instrução dada, a saber, fazer uma reescritura inadequada de 1 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J uma passagem do texto. Ora, entenda-se por “adequada” a reescritura que mantém a correção sintática e semântica do trecho reescrito. Tal correção não se deu, no aspecto semântico, na alternativa B porque o deslocamento do adjunto adverbial “na realidade” altera o sentido da frase, pois essa expressão deixa de referir-se ao verbo É e passa a referir-se a COSTUMAM DIZER. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade (linhas 02 e 03) – Os veteranos da área, na realidade, costumam dizer que essa é a definição de felicidade. QUESTÃO 05 – Mantida, pois a alternativa C, apontada pelo gabarito como resposta à questão, é de fato a opção que contempla a instrução dada, ou seja, assinalar certo (C) ou errado (E) nos itens acerca de ideias e estruturação do texto, como pode-se ver a seguir: ( ) O autor apresenta dados a respeito de como, tecnicamente, se define saúde; no entanto, não se exime de incidir nessa definição com seus próprios comentários e exemplos. Pode-se ler, em todo o texto, manifestações do autor, como “Pode ser”(linha 04), “O que não é de surpreender” (linha 05), “Claro que não” (linha 15), entre outras. ( ) A conclusão do autor é de que, se saúde é um direito constitucional, e a definição de saúde assemelha-se muito à de felicidade, então, todos devemos ter – assegurados pela Constituição – o direito à felicidade. Tal conclusão aparece quase literalmente no final do texto: Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde - e a Constituição brasileira de 1988 isso nos garante -, ............... não teríamos direito à felicidade, ao sorriso? ( ) O verbo considerar aparece com duas flexões diferentes, na linha 20, porque cada uma dessas flexões refere-se a um sujeito diferente; a saber: pessoas (linha 20) e Um quarto (linha 20), respectivamente. Tal concordância é indiscutível: o sujeito de “não se considera feliz” é “um quarto das pessoas que não se consideram sadias: Um quarto das pessoas que não se consideram sadias também não se considera feliz ( ) O segmento entre parênteses, nas linhas 29 e 30, é um comentário paralelo, referente a algo que não tem a ver diretamente com o assunto tratado no texto. Também é uma afirmação indiscutível, pois se trata de uma tirada bem-humorada do autor, a qual, justamente por não referir-se ao assunto em pauta, ficou entre parênteses: A propósito, recentemente pesquisadores da Universidade de Amsterdã examinaram o famoso sorriso da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, com a ajuda de um programa de computador capaz de correlacionar expressões faciais com emoções e sentimentos. Resultado: 83% do sorriso __________ de felicidade (e 9% _________ de desdém - afinal, Mona Lisa também tem direito a desdenhar). QUESTÃO 06 – Mantida, pois a alternativa apontada pelo gabarito (letra B) é a que, de fato, define a função dos dois-pontos nos trechos assinalados no texto: O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença. O inverso também é verdadeiro: se felicidade traz saúde, saúde também traz felicidade (explicitação do que seria o inverso). Um estudo realizado na Holanda, em 2004, com pessoas de 18 anos de idade ou mais, procurou correlacionar felicidade com vários fatores: renda, situação social e outros (discriminação do que seriam os vários fatores). 2 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 07 – Anulada, pois a instrução solicita que se aponte a ordem das alternativas de baixo para cima, e a resposta apontada pelo gabarito o faz, mas de cima para baixo. Como não há alternativa que contemple corretamente a instrução, a questão deve ser anulada. QUESTÃO 08 – Mantida, pois a questão aborda os assuntos Regência e Crase, e, nesse caso, as únicas substituições que mantêm a correção gramatical são as apontadas pelo gabarito: apenas I e III (letra B): A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associadas com doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral. (associadas a - correta) várias Um estudo realizado na Holanda, em 2004, com pessoas de 18 anos de idade ou mais, procurou correlacionar felicidade com vários fatores (a vários fatores – incorreta): renda, situação social e outros. Quanto ao dinheiro (Quanto à renda – correta), faz diferença nos países muito pobres, ............... aí pode ser condição de sobrevivência. A propósito, recentemente pesquisadores da Universidade de Amsterdã examinaram o famoso sorriso da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, com a ajuda de um programa de computador capaz de correlacionar expressões faciais com emoções e sentimentos (às emoções e sentimentos – incorreta, pois tal substituição acarretaria um erro de paralelismo sintático). QUESTÃO 09 – Mantida, pois a alternativa B, apontada pelo gabarito como resposta à instrução da questão, é a única que propõe a supressão de um termo que, suprimido, provocaria mudança semântica no trecho do texto a que se refere: mulheres deprimidas estão mais propensas ao endurecimento das artérias. O advérbio de intensidade “mais” indica “grandeza, aumento, superioridade” (Dicionário Aurélio Buarque de Holanda Ferreira); portanto, ele aumenta, intensifica o adjetivo “propensas”. O advérbio “mais”, na alternativa b, se suprimido, provocará mudança de sentido, pois se perderá a idéia de intensidade relativa ao adjetivo “propensas”. Cumpre, ainda, fazer algumas observações acerca de um recurso para o qual não houve manifestação da banca. O recurso de Protocolo nº 9908001859-8 aduz, trazendo argumentos de ordem técnica, que sentimento de felicidade não é o mesmo que felicidade. Porém, tendo em vista que a prova em debate não foi destinada exclusivamente a psicólogos ou psiquiatras, mas também a outros profissionais da área médica, não se pode exigir tamanho rigor técnico de interpretação. Assim, tal recurso não merece deferimento. QUESTÃO 13 – Mantida, pois a alternativa E, apontada pelo gabarito como resposta à instrução da questão, é a que, de fato, contempla corretamente tal instrução. Das palavras retiradas do texto, a única que apresenta igual número de letras e de fonemas é “felicidade” (10 letras e 10 fonemas), enquanto que “pessoas” apresenta 7 letras e seis fonemas; “paradoxalmente” apresenta 14 letras e 15 fonemas – a vogal N é um arquifonema); “dinheiro” apresenta 8 letras e 7 fonemas, e “correlacionar”apresenta 13 letras e 12 fonemas. QUESTÃO 16 – Mantida, pois a alternativa C, apontada pelo gabarito como resposta à questão, de fato, apresenta as três afirmações corretas sobre o texto “Pacientes internautas”, como podese ver: I – A preocupação com a possível influência da internet na relação entre médicos e pacientes tem sido objeto de estudo de pesquisadores. Tal afirmativa aparece no texto, inicialmente, da seguinte forma: Para descobrir como o acesso a tanta informação está influenciando as relações entre médicos e pacientes, 3 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisaram diversos artigos estrangeiros que tratam do tema e concluíram que, para os profissionais de medicina, é hora de se atualizar. II – Antes do estudo realizado por estudiosos da Fiocruz, vários artigos haviam sido escritos, sobre esse tema, em outros países. Tal afirmativa aparece no texto assim: O estudo, desenvolvido por Helena Beatriz da Rocha Garbin, Maria Cristina Rodrigues Guilam e André de Faria Pereira Neto, comparou 15 artigos publicados entre 1997 e 2006 nos periódicos britânicos Social Science and Medicine e Sociology of Health & Illness. O período de publicação dos artigos foi definido pelo início da democratização da internet, motivo __________ teria surgido esse fenômeno, ainda muito recente e pouco estudado no Brasil. III – O estudo dos pesquisadores brasileiros chegou a três conclusões sobre o fenômeno dos pacientes internautas; portanto, é um estudo sem resultados confiáveis. Tal afirmativa não é verdadeira, pois chegar-se a resultados diferentes não significa que esses resultados não sejam confiáveis: Os pesquisadores se depararam com três interpretações bastante distintas do fenômeno dos “pacientes experts”: enquanto alguns artigos defendem que pacientes mais informados valorizam o papel do médico, outros dizem que o livre acesso à informação leva a uma “desprofissionalização” do médico. Já um terceiro ponto de vista sustenta que, mesmo questionando certas posições dos médicos, pacientes mais interessados possibilitariam um diálogo mais profundo sobre os temas. IV – Perante o novo cenário, criado pela internet, para as relações entre pacientes e profissionais da saúde, estudiosos do assunto sugerem que estes profissionais devam preparar-se mantendo-se sempre atualizados. Tal afirmativa aparece no texto sob a forma: Para a equipe, o novo panorama exige que os profissionais da saúde se mantenham atualizados. QUESTÃO 18 – Mantida, pois a alternativa apontada pelo gabarito (letra D) assinala a resposta à pergunta formulada: com base na forma como é escrito, a quem se direciona o texto? A alternativa D contempla todos os possíveis leitores mencionados nas outras alternativas, pois indica que o texto veiculado no sítio http://cienciahoje.uol.com.br (linha 25 do texto) deva interessar sobretudo aos profissionais da Medicina, ainda que dirija-se, em algumas passagens, a leigos, ou pessoas interessadas em ler sobre saúde. QUESTÃO 20 – Mantida, pois a alternativa E é a única que apresenta uma palavra cuja acentuação pode ser justificada por duas regras distintas: a palavra veículos (letra E) é proparoxítona e, também, é acentuada porque tem hiato I tônico. As justificativas de acentuação das outras palavras são as seguintes: “concluíram”- hiato I tônico; “periódicos”proparoxítona; “diálogo”- proparoxítona; “período” – proparoxítona. LEGISLAÇÃO QUESTÃO 23 – Mantida. De acordo com o disposto no artigo 5º, VI, da Lei estadual n° 7356/80, os Juízes de Paz são Órgãos Judiciários. Recurso não provido. QUESTÃO 24 – Mantida. A inclusão de crase não altera a compreensão da alternativa, que deve ser analisada de forma sistemática. Recurso não provido. QUESTÃO 25 – Mantida. O recorrente recorre, questionando o gabarito e referindo que além da alternativa apontada como correta (alternativa “a”), também estaria correta a letra “c”. Houve 4 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J equívoco do recorrente, pois o gabarito ofertado em relação a esta questão aponta como correta exatamente a alternativa “c”. Recurso não provido. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 27 – Anulada. Na assertiva II deveria constar “monóxido de carbono” e não como constou. QUESTÃO 28 – Anulada. Todas as alternativas apresentam características do Delirium, não apresentando, assim, resposta correta. QUESTÃO 29 – Mantida. A questão está corretamente embasada na literatura indicada no edital: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-IV-TR - Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ªed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2002. QUESTÃO 30 – Mantida. De acordo com CORDIOLI, todas as afirmações estão corretas. QUESTÃO 34 – Anulada. A alternativa D apresenta erro de grafia. Para ser considerada correta, deveria constar: I, II e III, e não como constou. QUESTÃO 35 – Mantida. O questionamento refere-se à exceção. A alternativa B: em quadros maníacos que respondem ao lítio responde ao questionamento. Ela estaria correta se estivesse grafada: em quadros maníacos que não respondem ao lítio. QUESTÃO 37 – Mantida. A questão está corretamente embasada em KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007. QUESTÃO 39 – Mantida. Todas as assertivas estão corretas, de acordo com: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-IV-TR - Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ªed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2002. QUESTÃO 40 – Mantida. O embasamento teórico encontra-se na bibliografia indicada para o concurso: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-IV-TR - Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ªed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2002. QUESTÃO 41 – Mantida. As assertivas da questão foram extraídas na íntegra da bibliografia indicada para o concurso: KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007. QUESTÃO 43 – Anulada. A afirmação III também está correta, de acordo com KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria, na página 1455. Como não há previsão editalícia de recurso de gabarito e de alteração de gabarito, anula-se a questão. QUESTÃO 44 – Mantida. Todas as afirmações estão corretas, de acordo com CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicofármacos – Consulta rápida. 5 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 47 – Mantida. As assertivas da questão foram extraídas das bibliografias indicadas para o concurso: KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007 e CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicofármacos – Consulta rápida. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. QUESTÃO 48 – Anulada, por haver divergências entre as bibliografias divulgadas no edital: KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007 e KAPCZINSKI, E.; QUEVEDO, J.; SCHMITT, R.; CHACHAMOVICH, E. Emergências Psiquiátricas. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2008. QUESTÃO 51 – Anulada. A questão apresenta duas respostas corretas: A e D. QUESTÃO 52 – Mantida. Todas as afirmações são verdadeiras e extraídas de KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007. QUESTÃO 54 – Mantida. Estão corretas as afirmações I e II, de acordo com KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007. QUESTÃO 55 – Mantida. Todas as afirmações são verdadeiras e extraídas de KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007. QUESTÃO 58 – Mantida. Todas as afirmações são verdadeiras e extraídas de KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007, página 1453. QUESTÃO 59 – Mantida. Todas as afirmações são verdadeiras e extraídas de KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007, página 1453. QUESTÃO 61 – Mantida. Todas as afirmações são verdadeiras e extraídas de KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007, páginas 78, 79. QUESTÃO 62 – Mantida. Todas as afirmações são verdadeiras e extraídas na íntegra de KAPLAN, H.; SADOCK, B.; GREBB, J. Compêndio de Psiquiatria. 9 ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007. PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 27 – Mantida. O recurso interposto não é referente à questão, refere-se à nota. QUESTÃO 28 – Mantida. O recurso interposto não é referente à questão, refere-se à nota. QUESTÃO 29 – Mantida. O recurso interposto não é referente à questão, refere-se à nota. QUESTÃO 30 – Mantida. O recurso interposto não é referente à questão, refere-se à nota. QUESTÃO 31 – Mantida. Apesar da forma verbal não estar acentuada, não há motivo para anulação da questão. 6 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 32 – Mantida. O recurso interposto não é referente à questão, refere-se à nota. QUESTÃO 33 – Mantida. A alternativa C é a única correta por conter todos os elementos indicados pela Resolução CFP N.º 007/2003. As outras alternativas apresentam idéias incompletas e reducionistas. Vide na íntegra a respeito dos Princípios norteadores na elaboração de documentos (p 3 e 4). QUESTÃO 34 – Anulada. A alternativa correta seria a letra D. Como não há previsão editalícia de recurso de gabarito e de alteração de gabarito, anula-se a questão. QUESTÃO 35 – Mantida. Todas as afirmações estão corretas e foram extraídas da bibliografia indicada no edital: GUERRA, V. N. A. Violência de pais contra filhos: uma tragédia revisitada. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2008. QUESTÃO 36 – Anulada. Do ponto de vista legal, o encaminhamento de bebê para terceiros, sem intermediação do Poder Judiciário, constitui-se em “crime” e não em “contravenção”. Desta forma, a terceira afirmação da questão é falsa, restando a alternativa “c” (gabarito oficial) incorreta. QUESTÃO 37 – Mantida. O referencial teórico da questão foi extraído da bibliografia indicada no edital do concurso: ABERASTURY, A. A criança e seus jogos. 2ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 1992. QUESTÃO 38 – Anulada. O termo irremediavelmente não tem o sentido de inevitavelmente, assim, a afirmativa torna-se errada. QUESTÃO 39 – Mantida. As assertivas foram extraídas da bibliografia indicada para o concurso: APASE – Associação de Pais e mães separados. Síndrome de Alienação Parental. Porto Alegre: Equilíbrio, 2007, e todas elas estão corretas. QUESTÃO 40 – Mantida. Texto extraído na íntegra da bibliografia: VOLPI, M. Adolescentes privados de liberdade – a normativa nacional e internacional & reflexões a cerca da responsabilidade penal. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006. QUESTÃO 41 – Mantida. Somente as primeiras assertivas estão corretas e foram extraídas de: VOLPI,M. Adolescentes privados de liberdade – a normativa nacional e internacional & reflexões a cerca da responsabilidade penal. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006. QUESTÃO 42 – Mantida. A questão trata da entrevista clínica, e foi extraída da bibliografia indicada: CUNHA, J.A. e col. Psicodiagnóstico V. 5 ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2000. QUESTÃO 43 – Mantida. A questão trata da entrevista lúdica, e foi extraída da bibliografia indicada: CUNHA, J.A. e col. Psicodiagnóstico V. 5 ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2000, página 96. O item III não consta especificamente com as mesmas palavras no livro, porém, tem a intenção de estabelecer que “é possível” avaliar sim a inteligência, através da observação das atividades. O texto do item III não declara que o objetivo da entrevista lúdica é avaliar a inteligência, mas sim que é possível. 7 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 44 – Mantida. O texto foi extraído das obras: AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-IV-TR - Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ªed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2002 e CUNHA, J.A. e col. Psicodiagnóstico V. 5 ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2000 QUESTÃO 45 – Anulada. Os recursos trazem que não se pode trabalhar com tipos de diagnósticos pela SCID, que não foi indicada especificamente no programa (constam instrumentos, sendo que são referidos como critérios de diagnóstico o DMS IV R e o CID 10 que não possuem essa classificação). Entende-se que pode ser citada a SCID, mas não para critérios diagnósticos, na medida em que foram propostas, na bibliografia, para este fim, outros mais atuais QUESTÃO 46 – Mantida. A questão trata da Escala de Desesperança de Beck, e foi extraída da bibliografia indicada: CUNHA, J.A. e col. Psicodiagnóstico V. 5 ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2000, página 227. QUESTÃO 47 – Anulada. A resposta apontada como correta no gabarito é a “E”, a qual indica que todos os incisos apresentados na questão estão corretos. No entanto, o inciso II está incompleto para ser considerado correto. Deveria constar que o humor deprimido na maior parte do dia, na maioria dos dias, deve ocorrer por um período não menor que 2 anos. QUESTÃO 48 – Anulada. A questão apresenta falha no seu enunciado e no seu questionamento. Para não haver prejuízo aos candidatos, opina-se pela sua anulação. QUESTÃO 49 – Anulada. A afirmação I está incorreta, não havendo alternativa que contemple a questão. QUESTÃO 50 – Mantida. A terceira afirmação contém um erro de digitação. Onde consta a palavra “sem” deveria constar “seu”. Este equívoco não atrapalha a interpretação da afirmação e a marcação da resposta correta. QUESTÃO 51 – Mantida. A questão foi construída segundo o autor, Guerra, utilizando trechos de sua autoria. O item II deve ser considerado correto pelo fato de constar o termo “podem contribuir inadvertidamente”. Os pais consideram que essas crianças criam problemas, e por esse motivo, “contribuem” para que ocorra a agressão. QUESTÃO 52 – Mantida. A questão foi construída segundo o autor, Guerra, utilizando trechos de sua autoria. QUESTÃO 53 – Mantida. Considerando o contexto introdutório da questão, todas as afirmações estão corretas. A afirmação III só estaria incorreta no caso de o perito seja servidor do juízo, ou mesmo funcionário público, não há que se falar em honorários, visto que sua remuneração advém mensalmente do órgão público e o serviço pode ser efetuado em seu horário de trabalho." QUESTÃO 54 – Anulada. A afirmativa do inciso I foi retirada de livro indicado na bibliografia do edital de abertura do concurso, (CUNHA, J.A. e col. Psicodiagnóstico V. 5ª ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2000) p.29, mas de forma incompleta. Da maneira como ficou escrita vai de encontro ao Código de Ética profissional, pois o diagnóstico psicológico é privativo de Psicólogo. 8 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DOS CARGOS DE MÉDICO JUDICIÁRIO CLASSE R, PSICÓLOGO JUDICIÁRIO CLASSE R, MÉDICO PSIQUIATRA JUDICIÁRIO PJ-J E PSICÓLOGO JUDICIÁRIO PJ-J QUESTÃO 55 – Mantida. A condição econômica dos pais não pode ser o fator determinante da perda ou suspensão do poder familiar. QUESTÃO 56 – Mantida. A assertiva III está incorreta por constar o termo “jamais”. As primeiras afirmações estão corretas de acordo com o edital de abertura. QUESTÃO 57 – Anulada. Os recursos fazem crítica ao fato de não haver referência bibliográfica da origem da questão e o fato de deixar sem definição o que foi considerado como “criança mais nova”. Entende-se que muitas vezes crianças novas conseguem relatar o fato, desde a fase da infância em que passam a ter condições de se manifestarem pela fala, restando incorreto o inciso I. QUESTÃO 58 – Mantida. A questão está correta, embasada na literatura: MARCELLI, D. Manual de Psicopatologia da Infância de Ajuriaguerra. 5ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. QUESTÃO 59 – Mantida. As afirmações são verdadeiras, e retratam a psicologia forense. Estão de acordo com as bibliografias indicadas pelo edital de abertura. QUESTÃO 60 – Anulada. Existem duas justificativas para a anulação da questão: na assertiva I – “avaliação e diagnóstico de “agentes jurídicos” o texto leva ao entendimento de que o psicólogo pode avaliar indistintamente todos os agentes jurídicos envolvidos (juízes, promotores, advogados) durante o andamento de um processo, tornando a assertiva dúbia; e na assertiva II: “treinar e selecionar profissionais do sistema legal nos conteúdos e técnicas psicológicas”, a frase propõe uma atividade que vai de encontro a atividades que são exclusivas do psicólogo, não podendo ser repassada a outros profissionais (CFP), isto é, o Psicólogo não pode treinar leigos em “técnicas psicológicas. QUESTÃO 61 – Mantida. Todas as afirmações estão corretas. Referentemente ao item III: “Apesar de ser produzida por um especialista no assunto e da confiança do magistrado, não deve por si só, ser determinante de um posicionamento que o magistrado possa tomar”. Ainda: “O juiz poderá determinar, de ofício ou de requerimento da parte, a realização de nova perícia, quando a matéria não lhe parecer suficientemente esclarecida. QUESTÃO 62 – Anulada. De fato, por equívoco foi divulgado o gabarito como Letra B, quando deveria ter sido divulgado a alternativa A, sendo consideradas corretas todas as afirmações. Como não há previsão editalícia de recurso de gabarito e de alteração de gabarito, anula-se a questão. FUNDATEC Comissão de Processos Seletivos/Concursos Porto Alegre, 21 de setembro de 2009. 9