BULLYING: COMPREENSÃO E INTERVENÇÃO – EXPERIÊNCIAS
INTERNACIONAIS
AMORIM, Cloves – PUCPR
[email protected]
Área Temática: Formação de Professores
Agência Financiadora: Não contou com financiamento
Resumo
A violência entre pares no âmbito escolar, foi denominada por Dan Olweus, com o nome de
bullying. Este fenômeno não é novo, mas a gravidade e a intensidade desta forma de violência
têm se ampliado. O objetivo desta comunicação é apresentar a compreensão e formas de
intervenção já realizadas em outros países. Trata-se de uma revisão de literatura, tendo sido
utilizado o acervo da Biblioteca da PUCPR, bases de dados eletrônicas, especialmente bvspsi.org.br; redalyc.com e capes. Foram encontrados 130 documentos referentes a artigos,
capítulos de livros, livros, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Conclui-se que a
maior produção é dos Estados Unidos,e nesta pesquisa foram encontrados muitos trabalhos
espanhóis. O POPB (Programa Olweus de Prevenção ao Bullying) é o mais aplicado, mesmo
em culturas não ocidentais como é o caso da China, mas sua aceitação não é unânime, cada
país tem desenvolvido instrumentos com atenção à cultura local. No que diz respeito às
formas de intervenção, elas variam de enfoque/modelos, mas em geral utilizam a proposta de
mudança de clima do ambiente escolar ( a cultura da paz), o desenvolvimento de habilidades
sociais e melhorar a autoestima dos envolvidos:agressores, vítimas e testemunhas. Destaca-se
ainda que alguns autores chamam atenção para as conseqüências do bullying ao longo da
existência, impactando negativamente a qualidade de vida.
Palavras chave: Bullying. Violência entre pares. Violência escolar. Vitimização, Intervenção
em bullying.
Introdução
Em 30 de abril de 2009, o Jornal Gazeta do Povo, noticiou o triste fato da morte de
um menino de 10 anos que, aliás, completaria 11 anos exatamente naquele dia. Ele foi
surrado
na saída das aulas por três adolescentes que estudavam na mesma escola. Os
agressores, alunos da sexta e sétima séries, de 13, 14 e 16 anos, continuavam a chutar a
vítima mesmo depois de caída.
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No ano de 2008, A revista Isto é, dedicou quatro páginas a reportagem “Bullying, um
crime nas escolas” alertando para a dificuldade dos pais e professores em lidar com as
agressões que começam cada vez mais cedo. Também tem sido impactante um personagem
da novela das oito da rede Globo de televisão, que ilustra comportamentos ante-sociais e
agressivos contra professores e outros colegas.
Este cenário de violência que atinge a escola brasileira não é diferente do que ocorre
em outras culturas, mas lamentavelmente o Brasil foi apontado como campeão em Bullying,
ao ser comparado com outros países como Argentina,Chile, Espanha e México. ( FANTE E
PEDRA, 2008, p. 49).
O que é bullying?
Dan Olweus, pioneiro nos estudos sobre Bullying ( 1973), publicou em 2006 uma
revisão geral em um capítulo do livro espanhol “Acoso y violência en la escuela: como
detctar, prevenir y resolver el bullying”, organizado por Serrano. Nesta revisão Olweus
afirma:
Em termos gerais, a conduta de assédio escolar pode ser definida como: “um
comportamento negativo ( que causa danos/sofrimento) intencional e repetido
realizado por um ou mais alunos dirigido contra outro que tem dificuldades para se
defender”. De acordo com essa definição amplamente aceita pelos pesquisadores e
profissionais da área, o fenômeno assédio escolar pode ser descrito como: 1) Um
comportamento agressivo ou com a intenção de ferir; 2) que ocorra repetidas vezes;
3) em uma relação interpessoal caracterizada por um desequilíbrio real ou
imaginário de força ou poder. (p.81)
Na mesma revisão, o autor também caracteriza o que se entende por agressor e
por vítima. Assim ele os define:
1)
Vítimas:
- São prudentes, sensíveis, tranqüilos, reservados/introvertidos e tímidos;
- São ansiosos inseguros, infelizes e com baixa autoestima;
- São depressivos e apresentam maior tendência a ideação suicida do que os seus
pares;
-Normalmente não tem um bom amigo e se relacionam melhor com os adultos do que
com os seus pares;
- Se são meninos, normalmente são mais frágeis fisicamente do que os seus pares.
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2)
Agressores:
- Forte necessidade de dominar e submeter outros estudantes;
- São impulsivos e raivosos;
-Apresentam pouca empatia como os estudantes vitimizados;
-Costumam ser desafiadores e agressivos com os adultos, incluindo pais e professores;
-Costumam apresentar outras condutas ante-sociais como vandalismo, delinqüência e
consumo de drogas;
- Os meninos costumam ser mais fortes fisicamente do que o resto dos companheiros
em geral e das vítimas em particular;
- Não possuem problemas especiais com sua autoestima.
Todos os dias, segundo Fante e Pedra (2008) 160.000 alunos americanos faltam às
aulas por medo de sofrer bullying. Ao analisar a realidade americana Middelton-Moz e
Zawadski ( 2007) apresentam estatísticas no mínimo estarrecedora: um em cada quatro
crianças sofre bullying por outra na escola no período de um mês; 81% dos alunos
pesquisados admitiram exercer bullying sobre seus colegas; dois terços dos atacantes em 37
episódios de tiroteio em escolas cometeram seus crimes como vingança em razão das
constantes perseguições que sofriam por parte de seus colegas. E ainda que as provocações e
rejeições estão no topo das listas dos fatores que desencadeiam intenções de suicídio. (
NUNES, HERMANN E AMORIM, 2008, p.11933.)
Vários estudiosos coincidem na definição do conceito de Bullying (ROLAND and
MUNTHE, 1989; ORTEGA, 1999; CARVALHOSA, LIMA E MATOS, 2001; SMITH et
col., 2002;
ESPELAGE & SWEARER, 2003; MARTÍN et col., 2003; RODRIGUEZ,
2004; BENITEZ e JUSTICIA, 2006; SUCKLING e TEMPLE, 2006; HOLT, FINKELHOR
e KANTOR, 2007; MATEO
et. col., 2007; SANTANDER, 2007;
AALSMA, 2008;
TORTURA et col. 2009). Todos aceitam a proposta de DAN OLWEUS.
FANTE E PEDRA (2008, p.35) alertam para a diferença entre mobbing e bullying :
O termo mobbing é frequentemente usado para definir o abuso de poder entre
adultos em ambientes profissionais, embora alguns países se utilizem do termo
bullying geralmente o termo bullying é usado para definir o abuso de poder em
ambientes escolares. O termo mobb tem sido empregado para designar a máfia.
assim, mobbing nos remete a idéia de constituição de grupos com caráter mafioso no
ambiente laboral, ou seja, grupos que exercem pressões e ameaças sobre outros
trabalhadores. no Brasil, o mobbing é definido como assédio moral.
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Romero (2007) ao apontar os fatores de risco para se tornar um agressor, lista os
seguintes: 1) Espera e quer que façam sempre sua vontade; 2) gosta de experimentar a
sensação de poder; 3) Não se sente bem ou não
aproveita a companhia de outros
companheiros; 4) sofre intimidações ou algum tipo de abuso em casa, na escola ou na família;
5) é frequentemente humilhado pelos adultos; 6) Vive sob constante pressão para que tenha
êxito em suas atividades.
Entretanto o complexo fenômeno bullying não se restringe à díade agressor ( Bullie) e
Vítima. Compõe este cenário uma terceira categoria que são os espectadores. Na compreensão
de Fante e Pedra (2008), “Eles não sofrem e nem praticam bullying, mas sofrem as suas
conseqüências, por presenciarem constantemente as situações de constrangimento vivenciadas
pelas vítimas. Muitos espectadores repudiam as ações dos agressores, mas nada fazem para
intervir.”(p. 61). Na mesma perspectiva, Chalita
( 2008, p. 88) afirma que:
O espectadores ou testemunhas são a grande maioria dos estudantes, que assiste a
dinâmica da violência e aprende a convier com ela ou a, simplesmente a escapar
dela. São igualmente personagens desse pesadelo. Não interferem não participam,
mas também não acolhem a dor do outro, não defendem e nem denunciam. Há
estudos que comprovam que quando há intromissão de outras pessoas, que se
manifestam em defesa das vítimas, os casos de intimidação se reduzem
drasticamente.
Finalmente, parece ser um desafio identificar os alunos que sofrem bullying. Mas, uma
atitude preventiva poderia inibir
ou diminuir a freqüência do fenômeno. Além das
considerações em nível macro: aspectos filosóficos, sociológicos e políticos, a Psicologia é
convidada a colaborar com sua especificidade, que é o estudo do comportamento humano.
Uma primeira aproximação poderia ser o diagnóstico da situação e a análise da incidência do
fenômeno. Neste sentido, Cunha, Weber e Steiner Neto (2009) afirmam que “ainda há uma
lacuna a ser explorada na literatura nacional visando em especial, identificar as características
desse fenômeno em escolas brasileiras e para tanto, a elaboração e divulgação de um
instrumental adequado faz se necessário.”
Quais são as consquências do bullying?
De acordo com Landa (2005), a vítima é quem padece as piores conseqüências,
podendo traduzir-se em dificuldades e fracasso escolar, ansiedade, insatisfação e fobia
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escolar, como também pode desenvolver uma personalidade insegura. Se a vitimização for
prolongada, o sujeito poderá manifestar sintomas clínicos como neurose, histeria e depressão.
Em relação ao agressor, as conseqüências podem ser o desenvolvimento de comportamentos
agressivos e anti-sociais, algumas pesquisas têm encontrado que sujeitos que cumprem pena
em centros juvenis ou mesmo nas cadeias, relatam ter cometido bullying na época escolar. Já
as testemunhas poderão aprender formas de condutas de maltratos e serem reforçados em
condutas egoístas e individualistas. Poderão ainda desenvolver dessensibilização em relação
ao sofrimento alheio ou ainda, de acordo com Avilés (2002) sofrerem uma sensação de
desamparo aprendido semelhante ao das vítimas.
Uma vez diagnosticado o Bullying, informados das terríveis conseqüências o passo
seguinte é planejar a intervenção. Como ajudar os envolvidos? O que a literatura tem nos
apresentado?
Experiências e pesquisas internacionais
O pioneirismo internacional coube ao norueguês Dan Olweus em 1970. Em 1999 o
mesmo autor realizou um estudo com 130 mil estudantes, com idades compreendidas entre
07 e 16 anos, tendo encontrado os seguintes resultados: 15% dos alunos participaram em
ações de intimidação, como vítimas ou como agressores, 09% eram vítimas e 07% agressores,
com a predominância do gênero masculino.
Na Itália, Genta et cols.(1996) realizaram um estudo com 1379 estudantes de 08-11
anos e de 11-14 anos, em 17 escolas; em relação a outros países europeus estavam acima da
média. A maioria dos envolvidos também era do sexo masculino.
Freire, Simão e Ferreira (2006), da Universidade de Lisboa, realizaram uma pesquisa
com 242 alunos de um escola do terceiro ciclo do ensino básico de Lisboa, entre outros
resultados, concluíram que existe independência entre ser agressor de bullying e o ano de
escolaridade.
Na Península Ibérica, a Espanha, tem contribuído com muitos estudos, elaboração de
instrumentos e a publicação de muitas pesquisas. Destacam-se entre outros: Avilés (
2002);Barrios ( 2003);Gómez ( 2009); Matamala e Huerta (2005), Martín et col. (2003);
Ortega (1999).
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Avilés (s/d) propõe diferentes classificações dos modelos de intervenção: Modelo
moralista, modelo legalista ou punitivo e modelo ecológico ou humanista. O modelo moralista
tem como foco de atuação quem exerce a agressão e a proposta é levar o agressor a refletir os
aspectos morais de sua conduta, ignorando a vítima e as testemunhas.
O segundo modelo é denominado legalista ou punitivo, está calcado em sanções ou
castigos. É mais amplo que o anterior, e se caracteriza por aplicar a lei sobre aqueles que
rompem algum preceito do regulamento do regime interno, ou código disciplinar. As medidas
podem ser: permanecer na escola além do tempo das aulas, perder o direito ao intervalo
(recreio), multas, expulsões, processos judiciais e em alguns casos extremos até o
internamento em centro especializado. Também é um modelo que situa no agressor o
problema e tem outra grande limitação que é a dependência do olhar de um adulto, já que é
sabido que o bullying ocorre geralmente no momento em que a vítima está sem a proteção de
um adulto.
O terceiro modelo é denominado de ecológico ou humanista. Convoca a todos os
envolvidos: agressor, vítima, testemunhas, pais, professores e outros profissionais da escola.
Seu foco está nos sentimentos das pessoas. Compreende que, mais do que identificar
culpados, se trata de comprometer a todos para encontrar uma solução e que se finalize o
bullying. Entendendo que o bullying é uma situação dinâmica. Uma das vantagens deste
modelo é o planejamento cooperativo, compartilhado e que valoriza a capacidade empática capacidade de colocar-se no lugar do outro. Por outro lado, as dificuldades podem ocorrer
quando o agressor não se dispõe a colaborar ou as famílias das vítimas não participam ou não
reconhecem a dor silenciosa da vítima.
Gómez (2009), propõe um protocolo de atuação frente ao bullying, este protocolo
inspirou-se no realizado pela equipe técnica da “Dirección de Ordenación Académica de la
Consejería de Educación y ciência del Principado de Astúrias de España (2006). Este
protocolo, descreve passos e medidas, desde a avaliação até medidas de proteção a vítima,
medidas corretivas com os agressores. Em relação às vítimas se propõe intervenções como
“Círculo de amigos” ou “técnicas de treinamento em assertividade.” Para os agressores
descreve os sete passos que constam do método de Mainés y Robinson ( este método supõe
que quando não se culpabiliza e nem castiga, os alunos tomam uma atitude mais relaxada
necessária para entender como se sente a vítima e para oferecer possíveis soluções). Gómez
(2009, p. 55) ainda destaca que,
9577
É necessário que os estudantes aprendam a conviver de forma democrática e a
resolver seus conflitos mediante o diálogo e a negociação. É necessário que, os que
se sintam em desvantagem aprendam a enfrentar os seus agressores com confiança e
segurança, valorizando seus próprios recursos pessoais, é necessário educar no
respeito e para a convivência pacífica.
Na China vários estudos foram realizados, um dos últimos disponibilizado foi o de Ju,
Wang e Zhang ( 2009). Trata-se de uma pesquisa-ação realizada em escolas primárias, com
354 alunos, sendo 192 garotos e 162 garotas. O programa com pré e pós teste, com grupo
experimental e grupo controle, durou cinco semanas. Destacam que no grupo experimental
houve mudança na porcentagem de vítimas, que a vitimização caiu de 35% para 17% de
incidência, e também diminuiu significativamente a severidade das condutas agressivas.
Donohue e Achata ( 2007) apresentaram um estudo sobre a incidência e fatores de
risco do bullying em um colégio particular do Peru. Participaram 185 estudantes, 54,7%
mencionaram ter sofrido agressões; 91% destes afirmaram que a forma mais comum era
colocar apelidos. Após diferentes análises estatísticas o único fator que se mostrou associado
ao Bullying foi a falta de comunicação das agressões. Concluíram que o trabalho conjunto
com pais e professores era essencial para a construção e fortalecimento de valores para
construir uma cultura de paz.
Na Colômbia, um estudo com 332 participantes, sendo 112 do sexo masculino e 220
do sexo feminino, com idades compreendidas entre 12 a 16 anos. Os resultados também
foram que colocar apelidos estava em primeiro lugar seguido de esconder objetos. Os autores
também encontraram que a medida em que aumenta a idade, decresce a incidência de
bullying. ( HOYOS, APARICIO e CÓRDOBA, 2005)
Chalita (2008) Nos informa que na Grã-Bretanha, no início da década de 1990, uma
pesquisa mostrava que 37% dos alunos de ensino fundamental e 10% dos alunos de ensino
médio admitiam ter sofrido bullying.
Indiscutivelmente a literatura produzida nos Estados Unidos é a mais freqüente: Leff
et. col. (2003); Hunter, Mora-Merchan e Ortega ( 2004);
Smith,.; Schneider; Smith, e
Ananiadou, (2004); AAlsma e Brown (2008); Tharinger (2008), entre outros. Entretanto,
Cunha (2009) em sua dissertação de mestrado alerta para o fato de que diversos programas
pontuais tenham tido sucesso a curto e médio prazo, os resultados a longo prazo destas
intervenções são limitados, pois a violência está além das fronteiras da escola.
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Considerações finais
Os fenômenos complexos como o bullying demandam intervenções também amplas e
múltiplas. Desde intervenções macro, como através da Legislação, Lei 11.875 (São Paulo)
promulgada pela Assembléia Legislativa de São Paulo, que instituiu a Política de Prevenção à
Violência contra educadores da Rede de Ensino do Estado de São Paulo ( CUNHA, 2009) ou
a instituição da Equipe de Enfrentamento a Violência nas Escolas da Superintendência da
Educação da Secretaria de Estado da Educação do Estado do Paraná, que capacita professores
e técnicos no enfrentamento da violência escolar.
Por outro lado, no dia a dia das escolas os profissionais necessitam de apoio e recursos
para intervir no combate ao bullying. Obras como Enseñar a ser persona, pensar y convivir
(1995) ou La convivência em la Escuela (2002), nos oferecem amplos recursos para
elaboração de projetos de intervenção e promoção da cultura da Paz. Outro livro que merece
destaque nesta revisão é de autoria de Nora Rodriguez, “Stop Bullying:
Las mejores
estratégias para prevenir y frenar al acoso escolar” (2006).
Construir e consolidar a autoestima dos estudantes parece ser uma estratégia
tão
importante quanto o treino em habilidades sociais. Muller(2006) nos apresenta em sua obra
uma série de exercícios, práticos e simples, que podemos utilizar no âmbito acadêmico.
Outros autores como Bermúdez, (2001); Moysés, (2001) e Beane (2008), elaboraram
estratégias e programas de modificação de autoestima. Romero (2007) ao propor
o
desenvolvimento de habilidade sociais, destaca algumas formas de trabalhar a autoestima
positiva e nos apresenta a Escala de Autoestima de Coopersmith, que é breve, curta e de fácil
de aplicar.
Finalmente, a experiência de Romanelli e Amorim (2005) numa escola Particular de
Curitiba, confirma que o trabalho de desenvolvimento da autoestima previne e minimiza a
incidência de Bullying.
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