BULLYING: COMPREENSÃO E INTERVENÇÃO – EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS AMORIM, Cloves – PUCPR [email protected] Área Temática: Formação de Professores Agência Financiadora: Não contou com financiamento Resumo A violência entre pares no âmbito escolar, foi denominada por Dan Olweus, com o nome de bullying. Este fenômeno não é novo, mas a gravidade e a intensidade desta forma de violência têm se ampliado. O objetivo desta comunicação é apresentar a compreensão e formas de intervenção já realizadas em outros países. Trata-se de uma revisão de literatura, tendo sido utilizado o acervo da Biblioteca da PUCPR, bases de dados eletrônicas, especialmente bvspsi.org.br; redalyc.com e capes. Foram encontrados 130 documentos referentes a artigos, capítulos de livros, livros, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Conclui-se que a maior produção é dos Estados Unidos,e nesta pesquisa foram encontrados muitos trabalhos espanhóis. O POPB (Programa Olweus de Prevenção ao Bullying) é o mais aplicado, mesmo em culturas não ocidentais como é o caso da China, mas sua aceitação não é unânime, cada país tem desenvolvido instrumentos com atenção à cultura local. No que diz respeito às formas de intervenção, elas variam de enfoque/modelos, mas em geral utilizam a proposta de mudança de clima do ambiente escolar ( a cultura da paz), o desenvolvimento de habilidades sociais e melhorar a autoestima dos envolvidos:agressores, vítimas e testemunhas. Destaca-se ainda que alguns autores chamam atenção para as conseqüências do bullying ao longo da existência, impactando negativamente a qualidade de vida. Palavras chave: Bullying. Violência entre pares. Violência escolar. Vitimização, Intervenção em bullying. Introdução Em 30 de abril de 2009, o Jornal Gazeta do Povo, noticiou o triste fato da morte de um menino de 10 anos que, aliás, completaria 11 anos exatamente naquele dia. Ele foi surrado na saída das aulas por três adolescentes que estudavam na mesma escola. Os agressores, alunos da sexta e sétima séries, de 13, 14 e 16 anos, continuavam a chutar a vítima mesmo depois de caída. 9572 No ano de 2008, A revista Isto é, dedicou quatro páginas a reportagem “Bullying, um crime nas escolas” alertando para a dificuldade dos pais e professores em lidar com as agressões que começam cada vez mais cedo. Também tem sido impactante um personagem da novela das oito da rede Globo de televisão, que ilustra comportamentos ante-sociais e agressivos contra professores e outros colegas. Este cenário de violência que atinge a escola brasileira não é diferente do que ocorre em outras culturas, mas lamentavelmente o Brasil foi apontado como campeão em Bullying, ao ser comparado com outros países como Argentina,Chile, Espanha e México. ( FANTE E PEDRA, 2008, p. 49). O que é bullying? Dan Olweus, pioneiro nos estudos sobre Bullying ( 1973), publicou em 2006 uma revisão geral em um capítulo do livro espanhol “Acoso y violência en la escuela: como detctar, prevenir y resolver el bullying”, organizado por Serrano. Nesta revisão Olweus afirma: Em termos gerais, a conduta de assédio escolar pode ser definida como: “um comportamento negativo ( que causa danos/sofrimento) intencional e repetido realizado por um ou mais alunos dirigido contra outro que tem dificuldades para se defender”. De acordo com essa definição amplamente aceita pelos pesquisadores e profissionais da área, o fenômeno assédio escolar pode ser descrito como: 1) Um comportamento agressivo ou com a intenção de ferir; 2) que ocorra repetidas vezes; 3) em uma relação interpessoal caracterizada por um desequilíbrio real ou imaginário de força ou poder. (p.81) Na mesma revisão, o autor também caracteriza o que se entende por agressor e por vítima. Assim ele os define: 1) Vítimas: - São prudentes, sensíveis, tranqüilos, reservados/introvertidos e tímidos; - São ansiosos inseguros, infelizes e com baixa autoestima; - São depressivos e apresentam maior tendência a ideação suicida do que os seus pares; -Normalmente não tem um bom amigo e se relacionam melhor com os adultos do que com os seus pares; - Se são meninos, normalmente são mais frágeis fisicamente do que os seus pares. 9573 2) Agressores: - Forte necessidade de dominar e submeter outros estudantes; - São impulsivos e raivosos; -Apresentam pouca empatia como os estudantes vitimizados; -Costumam ser desafiadores e agressivos com os adultos, incluindo pais e professores; -Costumam apresentar outras condutas ante-sociais como vandalismo, delinqüência e consumo de drogas; - Os meninos costumam ser mais fortes fisicamente do que o resto dos companheiros em geral e das vítimas em particular; - Não possuem problemas especiais com sua autoestima. Todos os dias, segundo Fante e Pedra (2008) 160.000 alunos americanos faltam às aulas por medo de sofrer bullying. Ao analisar a realidade americana Middelton-Moz e Zawadski ( 2007) apresentam estatísticas no mínimo estarrecedora: um em cada quatro crianças sofre bullying por outra na escola no período de um mês; 81% dos alunos pesquisados admitiram exercer bullying sobre seus colegas; dois terços dos atacantes em 37 episódios de tiroteio em escolas cometeram seus crimes como vingança em razão das constantes perseguições que sofriam por parte de seus colegas. E ainda que as provocações e rejeições estão no topo das listas dos fatores que desencadeiam intenções de suicídio. ( NUNES, HERMANN E AMORIM, 2008, p.11933.) Vários estudiosos coincidem na definição do conceito de Bullying (ROLAND and MUNTHE, 1989; ORTEGA, 1999; CARVALHOSA, LIMA E MATOS, 2001; SMITH et col., 2002; ESPELAGE & SWEARER, 2003; MARTÍN et col., 2003; RODRIGUEZ, 2004; BENITEZ e JUSTICIA, 2006; SUCKLING e TEMPLE, 2006; HOLT, FINKELHOR e KANTOR, 2007; MATEO et. col., 2007; SANTANDER, 2007; AALSMA, 2008; TORTURA et col. 2009). Todos aceitam a proposta de DAN OLWEUS. FANTE E PEDRA (2008, p.35) alertam para a diferença entre mobbing e bullying : O termo mobbing é frequentemente usado para definir o abuso de poder entre adultos em ambientes profissionais, embora alguns países se utilizem do termo bullying geralmente o termo bullying é usado para definir o abuso de poder em ambientes escolares. O termo mobb tem sido empregado para designar a máfia. assim, mobbing nos remete a idéia de constituição de grupos com caráter mafioso no ambiente laboral, ou seja, grupos que exercem pressões e ameaças sobre outros trabalhadores. no Brasil, o mobbing é definido como assédio moral. 9574 Romero (2007) ao apontar os fatores de risco para se tornar um agressor, lista os seguintes: 1) Espera e quer que façam sempre sua vontade; 2) gosta de experimentar a sensação de poder; 3) Não se sente bem ou não aproveita a companhia de outros companheiros; 4) sofre intimidações ou algum tipo de abuso em casa, na escola ou na família; 5) é frequentemente humilhado pelos adultos; 6) Vive sob constante pressão para que tenha êxito em suas atividades. Entretanto o complexo fenômeno bullying não se restringe à díade agressor ( Bullie) e Vítima. Compõe este cenário uma terceira categoria que são os espectadores. Na compreensão de Fante e Pedra (2008), “Eles não sofrem e nem praticam bullying, mas sofrem as suas conseqüências, por presenciarem constantemente as situações de constrangimento vivenciadas pelas vítimas. Muitos espectadores repudiam as ações dos agressores, mas nada fazem para intervir.”(p. 61). Na mesma perspectiva, Chalita ( 2008, p. 88) afirma que: O espectadores ou testemunhas são a grande maioria dos estudantes, que assiste a dinâmica da violência e aprende a convier com ela ou a, simplesmente a escapar dela. São igualmente personagens desse pesadelo. Não interferem não participam, mas também não acolhem a dor do outro, não defendem e nem denunciam. Há estudos que comprovam que quando há intromissão de outras pessoas, que se manifestam em defesa das vítimas, os casos de intimidação se reduzem drasticamente. Finalmente, parece ser um desafio identificar os alunos que sofrem bullying. Mas, uma atitude preventiva poderia inibir ou diminuir a freqüência do fenômeno. Além das considerações em nível macro: aspectos filosóficos, sociológicos e políticos, a Psicologia é convidada a colaborar com sua especificidade, que é o estudo do comportamento humano. Uma primeira aproximação poderia ser o diagnóstico da situação e a análise da incidência do fenômeno. Neste sentido, Cunha, Weber e Steiner Neto (2009) afirmam que “ainda há uma lacuna a ser explorada na literatura nacional visando em especial, identificar as características desse fenômeno em escolas brasileiras e para tanto, a elaboração e divulgação de um instrumental adequado faz se necessário.” Quais são as consquências do bullying? De acordo com Landa (2005), a vítima é quem padece as piores conseqüências, podendo traduzir-se em dificuldades e fracasso escolar, ansiedade, insatisfação e fobia 9575 escolar, como também pode desenvolver uma personalidade insegura. Se a vitimização for prolongada, o sujeito poderá manifestar sintomas clínicos como neurose, histeria e depressão. Em relação ao agressor, as conseqüências podem ser o desenvolvimento de comportamentos agressivos e anti-sociais, algumas pesquisas têm encontrado que sujeitos que cumprem pena em centros juvenis ou mesmo nas cadeias, relatam ter cometido bullying na época escolar. Já as testemunhas poderão aprender formas de condutas de maltratos e serem reforçados em condutas egoístas e individualistas. Poderão ainda desenvolver dessensibilização em relação ao sofrimento alheio ou ainda, de acordo com Avilés (2002) sofrerem uma sensação de desamparo aprendido semelhante ao das vítimas. Uma vez diagnosticado o Bullying, informados das terríveis conseqüências o passo seguinte é planejar a intervenção. Como ajudar os envolvidos? O que a literatura tem nos apresentado? Experiências e pesquisas internacionais O pioneirismo internacional coube ao norueguês Dan Olweus em 1970. Em 1999 o mesmo autor realizou um estudo com 130 mil estudantes, com idades compreendidas entre 07 e 16 anos, tendo encontrado os seguintes resultados: 15% dos alunos participaram em ações de intimidação, como vítimas ou como agressores, 09% eram vítimas e 07% agressores, com a predominância do gênero masculino. Na Itália, Genta et cols.(1996) realizaram um estudo com 1379 estudantes de 08-11 anos e de 11-14 anos, em 17 escolas; em relação a outros países europeus estavam acima da média. A maioria dos envolvidos também era do sexo masculino. Freire, Simão e Ferreira (2006), da Universidade de Lisboa, realizaram uma pesquisa com 242 alunos de um escola do terceiro ciclo do ensino básico de Lisboa, entre outros resultados, concluíram que existe independência entre ser agressor de bullying e o ano de escolaridade. Na Península Ibérica, a Espanha, tem contribuído com muitos estudos, elaboração de instrumentos e a publicação de muitas pesquisas. Destacam-se entre outros: Avilés ( 2002);Barrios ( 2003);Gómez ( 2009); Matamala e Huerta (2005), Martín et col. (2003); Ortega (1999). 9576 Avilés (s/d) propõe diferentes classificações dos modelos de intervenção: Modelo moralista, modelo legalista ou punitivo e modelo ecológico ou humanista. O modelo moralista tem como foco de atuação quem exerce a agressão e a proposta é levar o agressor a refletir os aspectos morais de sua conduta, ignorando a vítima e as testemunhas. O segundo modelo é denominado legalista ou punitivo, está calcado em sanções ou castigos. É mais amplo que o anterior, e se caracteriza por aplicar a lei sobre aqueles que rompem algum preceito do regulamento do regime interno, ou código disciplinar. As medidas podem ser: permanecer na escola além do tempo das aulas, perder o direito ao intervalo (recreio), multas, expulsões, processos judiciais e em alguns casos extremos até o internamento em centro especializado. Também é um modelo que situa no agressor o problema e tem outra grande limitação que é a dependência do olhar de um adulto, já que é sabido que o bullying ocorre geralmente no momento em que a vítima está sem a proteção de um adulto. O terceiro modelo é denominado de ecológico ou humanista. Convoca a todos os envolvidos: agressor, vítima, testemunhas, pais, professores e outros profissionais da escola. Seu foco está nos sentimentos das pessoas. Compreende que, mais do que identificar culpados, se trata de comprometer a todos para encontrar uma solução e que se finalize o bullying. Entendendo que o bullying é uma situação dinâmica. Uma das vantagens deste modelo é o planejamento cooperativo, compartilhado e que valoriza a capacidade empática capacidade de colocar-se no lugar do outro. Por outro lado, as dificuldades podem ocorrer quando o agressor não se dispõe a colaborar ou as famílias das vítimas não participam ou não reconhecem a dor silenciosa da vítima. Gómez (2009), propõe um protocolo de atuação frente ao bullying, este protocolo inspirou-se no realizado pela equipe técnica da “Dirección de Ordenación Académica de la Consejería de Educación y ciência del Principado de Astúrias de España (2006). Este protocolo, descreve passos e medidas, desde a avaliação até medidas de proteção a vítima, medidas corretivas com os agressores. Em relação às vítimas se propõe intervenções como “Círculo de amigos” ou “técnicas de treinamento em assertividade.” Para os agressores descreve os sete passos que constam do método de Mainés y Robinson ( este método supõe que quando não se culpabiliza e nem castiga, os alunos tomam uma atitude mais relaxada necessária para entender como se sente a vítima e para oferecer possíveis soluções). Gómez (2009, p. 55) ainda destaca que, 9577 É necessário que os estudantes aprendam a conviver de forma democrática e a resolver seus conflitos mediante o diálogo e a negociação. É necessário que, os que se sintam em desvantagem aprendam a enfrentar os seus agressores com confiança e segurança, valorizando seus próprios recursos pessoais, é necessário educar no respeito e para a convivência pacífica. Na China vários estudos foram realizados, um dos últimos disponibilizado foi o de Ju, Wang e Zhang ( 2009). Trata-se de uma pesquisa-ação realizada em escolas primárias, com 354 alunos, sendo 192 garotos e 162 garotas. O programa com pré e pós teste, com grupo experimental e grupo controle, durou cinco semanas. Destacam que no grupo experimental houve mudança na porcentagem de vítimas, que a vitimização caiu de 35% para 17% de incidência, e também diminuiu significativamente a severidade das condutas agressivas. Donohue e Achata ( 2007) apresentaram um estudo sobre a incidência e fatores de risco do bullying em um colégio particular do Peru. Participaram 185 estudantes, 54,7% mencionaram ter sofrido agressões; 91% destes afirmaram que a forma mais comum era colocar apelidos. Após diferentes análises estatísticas o único fator que se mostrou associado ao Bullying foi a falta de comunicação das agressões. Concluíram que o trabalho conjunto com pais e professores era essencial para a construção e fortalecimento de valores para construir uma cultura de paz. Na Colômbia, um estudo com 332 participantes, sendo 112 do sexo masculino e 220 do sexo feminino, com idades compreendidas entre 12 a 16 anos. Os resultados também foram que colocar apelidos estava em primeiro lugar seguido de esconder objetos. Os autores também encontraram que a medida em que aumenta a idade, decresce a incidência de bullying. ( HOYOS, APARICIO e CÓRDOBA, 2005) Chalita (2008) Nos informa que na Grã-Bretanha, no início da década de 1990, uma pesquisa mostrava que 37% dos alunos de ensino fundamental e 10% dos alunos de ensino médio admitiam ter sofrido bullying. Indiscutivelmente a literatura produzida nos Estados Unidos é a mais freqüente: Leff et. col. (2003); Hunter, Mora-Merchan e Ortega ( 2004); Smith,.; Schneider; Smith, e Ananiadou, (2004); AAlsma e Brown (2008); Tharinger (2008), entre outros. Entretanto, Cunha (2009) em sua dissertação de mestrado alerta para o fato de que diversos programas pontuais tenham tido sucesso a curto e médio prazo, os resultados a longo prazo destas intervenções são limitados, pois a violência está além das fronteiras da escola. 9578 Considerações finais Os fenômenos complexos como o bullying demandam intervenções também amplas e múltiplas. Desde intervenções macro, como através da Legislação, Lei 11.875 (São Paulo) promulgada pela Assembléia Legislativa de São Paulo, que instituiu a Política de Prevenção à Violência contra educadores da Rede de Ensino do Estado de São Paulo ( CUNHA, 2009) ou a instituição da Equipe de Enfrentamento a Violência nas Escolas da Superintendência da Educação da Secretaria de Estado da Educação do Estado do Paraná, que capacita professores e técnicos no enfrentamento da violência escolar. Por outro lado, no dia a dia das escolas os profissionais necessitam de apoio e recursos para intervir no combate ao bullying. Obras como Enseñar a ser persona, pensar y convivir (1995) ou La convivência em la Escuela (2002), nos oferecem amplos recursos para elaboração de projetos de intervenção e promoção da cultura da Paz. Outro livro que merece destaque nesta revisão é de autoria de Nora Rodriguez, “Stop Bullying: Las mejores estratégias para prevenir y frenar al acoso escolar” (2006). Construir e consolidar a autoestima dos estudantes parece ser uma estratégia tão importante quanto o treino em habilidades sociais. Muller(2006) nos apresenta em sua obra uma série de exercícios, práticos e simples, que podemos utilizar no âmbito acadêmico. Outros autores como Bermúdez, (2001); Moysés, (2001) e Beane (2008), elaboraram estratégias e programas de modificação de autoestima. Romero (2007) ao propor o desenvolvimento de habilidade sociais, destaca algumas formas de trabalhar a autoestima positiva e nos apresenta a Escala de Autoestima de Coopersmith, que é breve, curta e de fácil de aplicar. Finalmente, a experiência de Romanelli e Amorim (2005) numa escola Particular de Curitiba, confirma que o trabalho de desenvolvimento da autoestima previne e minimiza a incidência de Bullying. REFERÊNCIAS AVILÉS, J. M. El maltrato entre escolares en el contexto de las conductas de acoso. Bullying em la escuela. Modelos de Intervención. Conferencia apresentada em las jornadas de Salud Laboral y Riesgos psicosociales em la ensenanza. ( s/d) mímeo. Não publicado. 9579 AVILÉS, J.M. Bullying: intimidación y maltrato entre el alumnado. STEE-EILAS, 2002. BEANE, A. Bullying: aulas libres de acoso. (2ª. ed.) Bracelona- España: Editorial Graó, 2008 BEEBY, Marina S. BULLYING: Identificando e enfrentando o problema. Trabalho de Conclusão de Curso TCC. Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo: 2007. BERMUDEZ, M.P. Déficit de autoestima: Evaluación, tratamiento y prevención em la infância y adolescência. Madrid: Pirâmide, 2001. CAVA, M.J. y MUSITU, G. La convivência em la escuela. Barcelona: Paidós, 2002. CHALITA, Gabriel. Pedagogia da Amizade. Bullying: o sofrimento das vítimas e dos agressores. São Paulo: Editora Gente, 2008. CUNHA, Josafá Moreira da. Violência interpessoal em escolas no Brasil: Características e correlatos. Dissertação de Mestrado. Mestrado em Educação da Universidade Federal do Paraná, 2009. DONOHUE, Miguel O. e ACHATA, Armando B. Incidencia y factores de riesgo de la inimidación ( Bullying) en un colegio Particular de Lima ( Peru). Revista Peruana de Pediatria, n. 60, (3), 150-155, 2007. FANTE, Cléo. Fenômeno Bullying: Como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. Campinas –SP: Verus Editora, 2005. FANTE, Cleo e PEDRA, José Augusto. Bullying escolar: perguntas e respostas. Porto Alegre-RS: Artmed, 2008. FREIRE, Isabel P; SIMÃO, Ana M. V. e FERREIRA, A. S. O estudo da violência entre pares no terceiro ciclo do ensino básico – um questionário aferido para a população escolar portuguesa. Revista Portuguesa de Educação, 19(2), p. 157-183, 2006. GÓMEZ, Juana M R . Acoso escolar – Medidas de prevención y actuación. Educação, Porto Alegre, v. 32, n.1, p. 51-58, jan./abr., 2009. GUIMARÃES, Ana Helena Rodrigues. O orientador educacional frente fenômeno bulling – Um estudo nas escolas particulares do Plano Piloto. Dissertação de Mestrado. Mestrado em Educação da Universidade Católica de Brasília. Brasília, 2008. HOYOS, Olga; APARICIO, José y CÓRDOBA, Paola. Caracterización del maltrato entre iguales em uma muestra de Colégios de Barranquilla ( Colômbia). Psicologia desde el Caribe, n. 16, 1-28, 2005. 9580 HUNTER, S.C.; MORA-MERCHAN, J. ORTEGA, R. The long-Term effects of coping strategy use in victims of bullying. The Spanish Journal of Psychology. Vol. 7, n. 1, p. 3-12, 2004. JU, Yucui; WANG, Shuqiong e ZHANG, Wenxin. Intervention research on school bullying in primary schools. Front Edu China, LANDA, José Maria A.. El fenômeno del bullying: definición, características e incidências. In ZAFRA, E. L. e MARTOS, M.P.B. Violencia en las aulas. Jaén – España: Del Lunar, 2005. LEFF, S.S.; POWER, T.J.; COSTIGAN, T.E. e MANZ, P.H. Assessing the climate of the Playground and Lunchroom: Implications for bullying Prevention Programming. In Scholl Psychology Review, vol. 32, n. 3, 418-430, 2003. MACHIDA, Érica Emília Rodrigues. Fenômeno Bullying e a ética do saber cuidar. Dissertação de mestrado. Mestrado em Teologia. São Leopoldo – RS: EST/IEPG, 2007. MARTÍN, Elena; FERNADEZ, Isabel; ANDRËS, Soledad; DEL BARRIO, Cristina e ECHEITA, Gerardo. La intervención para la mejora de la convivência en los centros educativos: modelos y ámbitos. Infância y aprendizaje. 26(1)79-95, 2003. MATEO, Vicente F.; FERRER, Manuel S.; MESAS, Carmen G. y RUIZ, Ismael M. Prevención de la violência y promoción de la convivência escolar em ala Comunitat Valenciana ( Plan PREVI). Aula Aberta, vol. 36, n. 1 e 2, 97-110, 2007. MATAMALA, A. e HUERTA, E. El maltrato entre escolares: Técnicas de autoproteción y defensa emocional. Para alumnos, padres y educadores. Madrid: A. Machado Libros,, S.A., 2005. MOYSES, L. A auto-estima se constrói passo a passo. Campinas: Papirus, 2001. MÜLLER, N. M. Acredito em ti: Técnicas para desenvolver a auto-estima dos alunos. Petrópolis: Vozes, 2006. NUNES, Mayara Figueiredo; HERMANN, Talita Barbi e AMORIM, Cloves. Bullying em escolas particulares de Curitiba. In VIII Congresso Nacional de Educação – EDUCERE e III Congresso Ibero-americano sobre violencia nas escolas – CIAVE, Curitiba. Anais do VIII Congresso Nacional de Educação – EDUCERE e III Congresso Ibero-americano sobre violencia nas escolas – CIAVE. P. 11931-11940, 2008. OLIVEIRA, Juliana Munaretti. Indícios de casos de Bullying no ensino Médio de Araraquara – SP. Dissertação de Mestrado. Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. UNIARARA. Araraquara-SP, 2007. ORTEGA, R. La violência escolar: Qué y como abordala. Sevilla: Consejería de Educación, 1999. 9581 PUPO, Kátia Regina. Violência moral no interior da escola: um estudo das representações do fenômeno sob a perspectiva de gênero. Mestrado em Psicologia e Educação. Faculdade de Educação da USP, 2007. RODRÍGUEZ, Nora. Guerra en las aulas: como tratar a los chicos violentos y a los que sufren sus abusos. De los 4 a los 16 años. Madrid: España: Ediciones Temas de Hoy, 2004. RODRIGUEZ, Nora. Stop Bullying: Las mejores estratégias para prevenir y frenar al acoso escolar. Barcelona- España: RBA Libros, 2006. ROLLAND, R. e MUNTHE, E. (orgs.) Bullying: An international perspective. London: David Fulton, 1989. ROMANELLI, Berenice e AMORIM, Cloves. A auto-estima e o Bullying: uma possibilidade de atuação do Psicólogo Escolar/Educacional. Revista Educação em Movimento, Curitiba, v.4, n.10, p.63-69, jan./abr., 2005. ROMERO, Jerónima T. Estratégias para prevenir el bullying em las aulas. Madrid: Pirâmide, 2007. SANATNDER, Alejandro C. Violencia silenciosa en la escuela: Dinâmica dela coso escolar y laboral. Buenos Aires: Bonum, 2007 SILVA, Maria Gizele da . Fique atendo ao que acontece no colégio. In Gazeta do Povo, p. 05, 30 de abril de 2009. SUCKLING, A. e TEMPLE,C. integral. Madrid: Morata, 2006. Herramientas contra ela coso escolar. Um enfoque