•RALCEA CURSO Aplicación de la estructuración de problemas en multicriterio en cuencas piloto de Colombia. Planificación y evaluación estratégica para la resolución de conflictos Prof. Dr. Antonio Carlos ZUFFO ‐ Prof. Dr. Pedro Augusto Pinheiro FANTINATTI –Prof. Dr. Oscar Eduardo QUILODRÁN Alarcón BOGOTÁ – COLÔMBIA – NOVIEMBRE DE 2013 1 ESTRUCTURA ‐ PARTE 01 ENFOQUE MULTICRITERIO DECISION SUPPORT: "PENSAMIENTO ENFOCADO EN EL VALOR" (KEENEY, 1992) Y "APOYO A LAS DECISIONES: METODOLOGÍA PARA LA ESTRUCTURACIÓN DE LOS PROBLEMAS Prof. Dr. Antonio Carlos ZUFFO ‐ Prof. Dr. Pedro Augusto Pinheiro FANTINATTI –Prof. Dr. Oscar Eduardo QUILODRÁN Alarcón BOGOTÁ – COLÔMBIA – NOVIEMBRE DE 2013 2 "La decisión es un medio para alcanzar las metas y tomar la decisión consiste en hacer una elección, lo que se traduce en acción de asignación de recursos". Ronald Howard - Decision Analysis in System Engineering, 1975 "En cualquier organización, pública o privada, con o sin fines de lucro los agentes de toma de decisiones se enfrentan continuamente con la difícil tarea de asignación de recursos, teniendo en cuenta y un peso de los costos, beneficios y riesgos."L. Phillips & C.A. Bana e Costa, 2005 Raciocínio Focado no Valor O que São Valores? Valores são princípios usados para avaliação. Podem ser: Valores Éticos, Técnicos, Religiosos, enfim, o que for importante para servir de referencial para aceitar ou rejeitar uma determinada ação. Raciocínio Focado no Valor O princípio geral emergente é: -Comece com os Objetivos Fundamentais, que indicam o que realmente importa para resolver o problema. Em seguida, por meio do processo de raciocínio lógico identificar quais os mecanismos que permitirão alcançálos. Finalmente, para cada mecanismo crie alternativas questionando qual o controle que você exerce perante tais mecanismos. Raciocínio Focado em Valores Os Valores Devem e Podem Servir de Guia Condutor de Todos os Esforços nos Processos de Tomada de Decisão. Para Identificar os Valores Relevantes em uma Situação Difícil que envolve Decisão: 1 – Comece o processo, pensando nos seus valores. 2 – Questione-se sobre o que Você quer Alcançar no Contexto Decisório no qual você está envolvido. 3 – Escreva uma lista com suas respostas. 4 – Empenhe-se em pensar sobre algo mais que pode ser incluído na lista. 5 – Para cada objetivo listado, questione-se de o porque ele é importante (a resposta poderá adicionar novos objetivos à lista). MCDA X MCDM (apoio à toma de decisión) X (toma de decisión) MCDM – Escuela Americana = Solução “Ótima” 1 ponto de vista (Decisor!) MCDA – Escuela Européia = Solución de “Mejor Compromiso” con los Diferentes Actores” 7 1. Focus en los valores X Centrada en alternativas predefinidas (Para la solución del problema) 8 Paradigmas científicos y análisis multicriterio • En un contexto ambiental es difícil establecer una conexión clara entre las causas y los efectos de los distintos riesgos asociados a una decisión. Por lo tanto, la complejidad obtiene una considerable expresión. • Morin (1990) afirma que la complejidad está presente en situaciones en las que hay muchos aspectos subjetivos en el proceso de toma de decisiones y no hay garantía de que una situación pasada se repite, o mostrar las tendencias o patrones similares en el futuro. 9 Paradigmas científicos y análisis multicriterio • El análisis costo‐beneficio se resulta una herramienta insuficiente para los patrones de toma de decisiones en la actualidad (características ambientales, sociales, técnicos, culturales, históricos, etc.) • Los métodos multicriterio tratan de aclarar el proceso de toma de decisiones, tratando de incorporar los juicios de valor de los actores, con la intención de seguir el camino de cómo desarrollar preferencias y comprender el proceso con aprendizaje. 10 Paradigmas científicos y análisis multicriterio Caracteristica / Paradigma la toma de decisiones Racionalista: busca excluir la subjetividad asociada a la toma de decisiones. decisor problema a ser resuelto Paradigma Racionalista Paradigma Constructivista Que ocorre la hora de elegir la solución óptima totalmente racional problema verdadero proceso en el tiempo que implica interacciones entre los actores sistema de valores dotado problemas construidos (cada decisor construye su propio problema) los responsables son herramientas que se están aceptados como útiles en apoyo a las decisiones recomendaciones para cumplir con los valores de los tomadores de decisiones modelos representar la realidad objetiva Los resultados de los modelos soluciones óptimas objetivo del modelo encontrar la solución óptima la validez del modelo modelo es válido cuando la realidad es objetiva generar conocimiento para quienes toman las decisiones acerca de su problema modelo es válido cuando se sirve como una herramienta para el apoyo a la decisión preferencias de los decisores forma de actuación se extraen por el analista se construyen con el facilitador la toma de decisiones apoyo a las decisiones Características de los Paradigmas Racionalista e Constructivista. Fonte: Adaptado de Ensslin, Montibeller e Noronha (2001). 11 CONCEPTOS X ERRORES COMUNES (NAS OPINIONES MULTICRITERIO): Centrarse en los valores X Focus sobre alternativas predefinidas (Para la solución del problema) 2. Escalas estandarizadas X escala variadas 3. Escalas semánticas X escalas numéricas (Discretización de los criterios o para establecer los pesos entre los criterios) 4. Cardinalidad X Relación directa (Para la definición de los pesos de los criterios) * * "Error crítico más común" (Keeney, 1992, p. 147) 12 DEFININDO OS CRITÉRIOS Los criterios son los componentes esenciales para la evaluación multicriterio. Se puede definir como los aspectos cuantificables, por lo que la realización de múltiples elecciones posibles en estudio puede ser evaluado y comparado. Los criterios deben ser extraídos de los valores de los tomadores de decisiones, a través de mapas cognitivos. 13 EXPLICITAR OS VALORES DOS DECISORES É IMPORTANTÍSSIMO PARA DIRECIONAR O PROCESSO DECISÓRIO ÀS AÇÕES QUE, EFETIVAMENTE, SOLUCIONEM O PROBLEMA. É IMPORTANTÍSSIMO DEFINIR QUAL É O PROBLEMA A SER TRATADO COM O OBJETIVO DE MANTER O FOCO SOMENTE NAS AÇÕES QUE CONVERGIRÃO PARA A SOLUÇÃO DO PROBLEMA. 14 SEQUÊNCIA DE ATUAÇÃO DO FACILITADOR 1 – Estimular o Decisor a Definir o Problema, isto é, Rotulá‐lo. 2 – Identificar os Valores dos Atores “representativos” (Objetivos)perante o Problema (Mapeamento Cognitivo). Como FAZER Isso? 2.1 – Se há mais de um decisor; abordar cada um individualmente para, posteriormente, agrupar todos os objetivos que os decisores explicitarem. São os Elementos Primários de Avaliação (EPAs) (ENSSLIN et al., 2001) 15 La elección de un sistema de tratamiento de aguas residuales Compra de um Carro Novo Economia de Costos Objetivos Bajo consumo de energia Por que es Importante? • Menos paradas para reabastecimiento, por lo que la práctica de la conducción más cómoda Menos Poluición del Aire Las respuestas muestran los objetivos más importantes que el inicial (ahorro de combustible) y que dependen de otras variables que no sean combustible. O próximo passo é reorganizar os objetivos fundamentais. Por exemplo, Economia de Custos é um objetivo fim (fundamental) e economia de combustível é um objetivo meio para se atingir o Objetivo Fundamental (economia de custos). Compra de um Carro Novo Redefinindo os Objetivos Minimizar Custos Operacionais Maximizar o Conforto ao Dirigir Minimizar a Poluição do Ar Próximo passo, explicitar os valores para cada Objetivo Fundamental. Minimizar Custos Operacionais Economia combustível Fácil troca de peças (baixo custo) Funilaria resistente Benefícios Oriundos do Raciocínio Focado em Valores Revelar Objetivos Ocultos Criar Alternativas Avaliar Alternativas Raciocínio Focado em Valores Identificar Oportunidades De Decisão Orientar Pensamento Estratégico Orientar Geração Informação Melhorar Comunicação Facilitar Envolvimento Mais Pessoas DEFININDO OS EPAs (Mapeamento Cognitivo) Adaptado de ENSSLIN et al. 2001 20 Inserir VERBOS que remetem à Ação, os Elementos Primários de Avaliação identificados, bem como, e PRINCIPALMENTE, a sua Ação Oposta. QUESTIONAR ao Decisor como ele pensa sobre o EPA de modo que seja orientado à ação. Elemento Primário de Avaliação (EPA) Objetivo meio Ação (verbo) Objetivo fim Ação (verbo) ... Ação contrária => consequências 21 MAPAS COGNITIVOS DE GRUPOS Mapa Cognitivo Decisor 2 Mapa Cognitivo Decisor 1 Mapa Cognitivo Agregado Mapa Cognitivo Decisor n NEGOCIAÇÃO Mapa Cognitivo Congregado 22 ANÁLISE DE MAPAS COGNITIVOS 1 – Análise quanto à Forma 2 – Análise quanto à Forma e o Conteúdo Flecha NÓ Os nós definem os objetivos fins e objetivos meios. As flechas definem as relações de hierarquia entre os objetivos. 23 Análise Quanto à Forma do Mapa Cognitivo Identificar Conceitos Cabeças e Rabos: Conceito Cabeça – de onde não saem flechas. Indicam os objetivos mais estratégicos do decisor. Conceito Rabo – de onde saem e NÃO chegam flechas. Indicam os objetivos meios para alcançar os objetivos mais estratégicos do decisor 24 Análise Quanto à Forma do Mapa Cognitivo Identificar Clusters (Agrupamentos): Nos sistemas complexos e hierárquicos as ligações intra‐ componentes são mais fortes que as ligações inter‐ componentes 25 Análise Quanto à Forma do Mapa Cognitivo Identificar Clusters (Agrupamentos): CLUSTER – é um conjunto de nós que são relacionados por ligações intra‐componentes MAPA COGNITIVO – é um conjunto de clusters relacionados por ligações inter‐componentes 26 Análise Quanto à Forma e ao Conteúdo Objetivos: Identificar conjuntos de conceitos que são influenciados e, hierarquicamente, superiores a um conceito rabo, isto é, LINHA DE ARGUMENTAÇÃO (L.A.). Identificadas as L.A., analisar e agrupar as que são semelhantes quanto ao seu conteúdo: RAMOS. Toda L.A. se inicia em um conceito rabo e termina em um conceito fim. A partir dos RAMOS é que será feita a “Pesquisa” para Identificar os CRITÉRIOS (ou Objetivos Fundamentais) que os decisores desejam considerar na solução do problema. 27 Análise Quanto à Forma e ao Conteúdo Conceitos Chaves a fim de Identificar os CRITÉRIOS (ou Objetivos Fundamentais, também conhecidos como Pontos de Vistas Fundamentais): Sentido “Meio”–“Fim”. Buscar o que? Conceitos que sejam Essenciais. “Para quê é importante?” “Como alcançar?” Sentido “Fim”-”Meio”. Buscar o que? Conceitos que sejam Controláveis. É imprescindível definir os critérios (ou objetivos fundamentais) para que reflitam os objetivos estratégicos do decisor e delimitem as ações. 28 Como Identificar os Candidatos a Objetivos Fundamentais a Partir de um Mapa Cognitivo? Determinar, em cada Ramo do Mapa Cognitivo: • Onde estão os conceitos que expressam ideias relacionadas aos critérios (ou objetivos estratégicos) dos decisores. • Onde estão os conceitos que expressam ideias relacionadas às ações potenciais disponíveis no contexto decisório. • Em uma busca nos sentidos fins‐meios e meios‐fins do ramo, localizar os conceitos que expressam um critério (ou objetivo fundamental) ao mesmo tempo essencial e controlável, naquele contexto decisório. 29 Características que os Critérios DEVEM OBEDECER 1. Essencial: o Obj.Fund. Deve levar em conta os Aspectos de Fundamental Importância segundo o sistema de valores dos decisores. 2. Controlável: o Obj.Fund. Deve Representar um Aspecto que seja Influenciado apenas pelas Ações Potenciais. 3. Completo: o conjunto de Obj. Fund. Deve Incluir todos os Aspectos considerados como fundamentais pelos Decisores. 4. Mensurável: o Obj.Fund. Permite especificar, com a menor dúvida possível, a performance das ações potenciais, segundo os aspectos considerados fundamentais pelos decisores. 5. Operacional: o Obj.Fund. Possibilita coletar as informações requeridas sobre a performance das ações potenciais, dentro do tempo disponível e com esforço viável. 30 Características que os Critérios DEVEM OBEDECER 6. Isolável: o Obj.Fund. Permite a análise de um aspecto fundamental de forma independente com relação aos demais aspectos do conjunto. 7. Não‐Redundante: o conjunto de Obj. Fund. Não Deve levar em conta o mesmo aspecto mais de uma vez. 8. Conciso: o número de aspectos considerados pelo conjunto de Obj.Fund. Deve ser o mínimo necessário para modelar de forma adequada o problema, segundo a visão dos decisores. 9. Compreensível: o Obj.Fund. Deve ter o seu significado claro para os decisores, permitindo a geração e comunicação de ideias. OBS.: A PROPRIEDADE DE ISOLABILIDADE SÓ PODE SER TESTADA NA CONSTRUÇÃO DOS SUB‐CRITÉRIOS (OU DESCRITORES) 31 EXTRAINDO OS VALORES DOS DECISORES Estratégia Pergunta que Deve Ser Feita Aspectos Desejáveis Quais são os aspectos que você gostaria de considerar em seu problema? Ações Quais características distinguem uma ação (potencial ou fictícia) boa de uma ruim? Dificuldades Quais são as maiores dificuldades com relação ao estado atual? Conseqüências Quais são as conseqüências das ações boas / ruins / inaceitáveis? Metas/Restrições/ Linhas Gerais Quais são as metas / restrições / e linhas gerais adotadas por você? Objetivos Estratégicos Quais são os objetivos estratégicos neste contexto? Perspectivas Diferentes Quais são para você, segundo a perspectiva de um outro decisor, os aspectos desejáveis / ações / dificuldades / etc? Estratégias para Identificar Elementos Primários de Avaliação (EPA) Fontes: KEENEY, 1992; ENSSLIN et al. 2001. 32 REFERÊNCIAS BANA e COSTA, C. A.; De CORTE, J. M.; VANSNICK, J. C. MACBETH. LSE OR Working Paper, p.03-56, London, UK: London School of Economics, 2004. ______. On the mathematical foundations of MACBETH. In: FIGUEIRA, J.; GRECCO, S.; EHRGOTT, M. (Ed.). Multiple criteria decision analysis: state of art surveys. Boston, USA: Springer Science, Business Media, 2005. cap. 10, p. 409–442. BELTON, V. A comparison of the analytic hierarchy process and a simple multiattribute value function. European Journal of Operational Research, v. 26, p. 7-21, 1986. ENSSLIN, L.; MONTIBELLER NETO, G.; NORONHA, S. M.: Apoio à decisão: metodologia para estruturação de problemas e avaliação multicritério de alternativas. Florianópolis: Insular, 2001. 296 p. FABRETTI, T. R.; FANTINATTI, P. A. P.; JACOMAZZI, M. A.; ZUFFO, A. C. Cobrança pelo uso da água para fins de abastecimento: proposta de cálculo por meio de análise multicritério. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE RECURSOS HÍDRICOS, 19., Maceió, 2011. Anais... Maceió: ABHR, 2011. FANTINATTI, P. A. P. Proposta de indicadores de sustentabilidade em parcelamento do solo: abordagem MCDA como ferramenta de mudança de paradigma no gerenciamento dos recursos hídricos. 2011. 290 f. Tese (Doutorado em Engenharia Civil – Área de Concentração em Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais) - Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2011. KEENEY, R. L. Value-focused thinking: a path to creative decision-making. Cambridge: Harvard University Press, 1992. 33