PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO STANDARD OPERATING PROCEDURES ARROW III PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO FOLHA DE REVISÕES N.º Revisão Original REV-1 REV-2 REV-3 REV-4 REV-5 REV-6 REV-7 REV-8 Agosto/2014 Autor Lucas Bertelli Fogaça Guilherme Amaral Silveira Éder Henriqson André Luís Boff André Luís Boff André Luís Boff Giovane Sattler André Luís Boff Filipe Sant’Ana Luiz Gustavo de Ávila Scherer Luiz Gustavo de Ávila Scherer Luiz Gustavo de Ávila Scherer Data Assinatura Mar/2007 Out/2007 Set/2008 Out/2009 Jun/2012 Out/2012 Mar/2013 Ago/2013 Ago/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.2 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Prefácio Este manual de procedimentos operacionais foi desenvolvido com o objetivo de padronizar a operação do Arrow III durante os voos de treinamento IFR/Monomotor em simulador estático. O estudo deste manual é indispensável para um bom aproveitamento das missões de treinamento. A padronização que será apresentada é tão importante em termos de avaliação quanto o controle adequado da aeronave nas diversas situações propostas. Bom Estudo! Equipe de Instrução IMPORTANTE: AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS NÃO EXIMEM O ALUNO DA NECESSIDADE DE ESTUDO DO MANUAL DA AERONAVE E SUAS REVISÕES. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.3 [INTENCIONALMENTE EM BRANCO] Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.4 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO SUMÁRIO FILOSOFIA DO STANDARD OPERATING PROCEDURES .................................................... 3.1.6 APRESENTAÇÃO PARA A SESSÃO DE SIMULADOR .......................................................... 3.1.9 PREPARAÇÃO PARA O VOO ................................................................................................3.1.10 SAFETY PROCEDURE .................................................................................................3.1.10 BEFORE START PROCEDURE ......................................................................................3.1.10 PARTIDA DO MOTOR ............................................................................................................3.1.11 CLEARED FOR START PROCEDURE .............................................................................3.1.11 AFTER START PROCEDURE ........................................................................................3.1.12 TÁXI ........................................................................................................................................3.1.13 BEFORE TAKEOFF DOWN TO THE LINE PROCEDURE ....................................................3.1.13 VERIFICAÇÃO DO MOTOR....................................................................................................3.1.14 BEFORE TAKEOFF BELOW THE LINE PROCEDURE ....................................................... 3.1.14 DECOLAGEM .........................................................................................................................3.1.16 CLEARED FOR TAKEOFF PROCEDURE .........................................................................3.1.16 TAKEOFF PROCEDURE ...............................................................................................3.1.16 AFTER TAKEOFF PROCEDURE ....................................................................................3.1.17 SUBIDA ..................................................................................................................................3.1.18 CLIMB PROCEDURE ...................................................................................................3.1.18 CRUZEIRO .............................................................................................................................3.1.19 CRUISE PROCEDURE .................................................................................................3.1.19 DESCIDA E APROXIMAÇÃO .................................................................................................3.1.20 DESCENT AND APPROACH PROCEDURE ......................................................................3.1.20 ESPERAS ...............................................................................................................................3.1.21 HOLDING PROCEDURE ...............................................................................................3.1.21 CONFIGURAÇÃO DA AERONAVE PARA A REALIZAÇÃO DE ESPERAS ................................3.1.21 PROCEDIMENTOS IFR PARA POUSO .................................................................................3.1.22 NON-PRECISION APPROACH PROCEDURE ...................................................................3.1.22 PRECISION APPROACH PROCEDURE ...........................................................................3.1.25 RADAR VECTORING PROCEDURE ................................................................................3.1.28 APÓS O POUSO ....................................................................................................................3.1.29 AFTER LANDING PROCEDURE .....................................................................................3.1.29 SHUTDOWN PROCEDURE ...........................................................................................3.1.29 ANEXOS .................................................................................................................................3.1.30 ANEXO 1: TABELAS ....................................................................................................3.1.31 ANEXO 2: BRIEFINGS DE DECOLAGEM .........................................................................3.1.35 ANEXO 3: BRIEFINGS DE DESCIDA...............................................................................3.1.38 ANEXO 4: ARREMETIDAS NO AR ..................................................................................3.1.40 Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.5 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO FILOSOFIA DO STANDARD OPERATING PROCEDURES O SOP estabelece como, quando e onde a múltiplas ações necessárias para o voo serão realizadas na condução de uma operação normal. Também permitem que os pilotos (aluno/instrutor) operem como um time, em um ambiente altamente complexo e de rápidas mudanças com o entendimento de que cada piloto recebe uma tarefa específica a ser realizada de uma maneira conhecida. Enquanto podem existir diversas maneiras para se realizar um objetivo, o SOP vem estabelecer e garantir a maneira mais segura e eficiente de operação, baseado na fabricante, nas empresas do setor, e na experiência da Faculdade de Ciências Aeronáuticas neste tipo de formação. O uso de procedimentos e terminologia padronizados reduz a carga de um voo planejando e promovendo a comunicação de cabine através dos diferentes perfis de voo. O uso adequado dos Normal Procedures diminui as práticas inseguras, os descuidos, e o desenvolvimento de procedimentos “próprios”. Existem dois tipos de Normal Checklists adotados como filosofia-padrão no treinamento da FACA: o chamado Challenge/Response, o qual é realizado por meio de uma troca verbal e confirmação visual de ambos os pilotos; e os Memory Itens, que conforme se auto-explica, são ações realizadas de memória pelo aluno. Todos os checklists serão anunciados “Completed” pelo instrutor na realização de todos os seus respectivos itens. O aluno irá operar como PF durante todo o voo, enquanto que o instrutor possui a responsabilidade da leitura de cada checklist em seu apropriado tempo, e quando da solicitação por parte do aluno. O aluno também deve ser capaz de perceber sobre quaisquer erros na execução/leitura dos itens presentes, avisando o instrutor sobre o ocorrido dentro do tempo apropriado. Segue abaixo, um breve informativo sobre como estão estruturados os itens deste SOP: Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.6 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Praticamente todos os capítulos vêm acompanhados de um breve texto explicativo a respeito do momento em que tal procedimento deve ser iniciado ou concluído; Ações em solo que são posteriormente verificadas por checklist vêm precedidas de um travessão. Exemplo: -RADIO MASTER.......................................................................... OFF Ações em solo que não são posteriormente verificadas por checklist vêm precedidas de um asterisco. Exemplo: * RADIO MASTER......................................................................... OFF Ações em voo não possuem essa diferenciação detalhada acima e aparecem no formato “boxed itens”. Contudo, sempre que uma determinada ação for relacionada com um Standard Callout, ela virá em itálico. Exemplo: A 50 kt verificar se os velocímetros estão com marcações equivalentes. Callout: “Fifty Knots”. Os procedimentos de pouso são apresentados através de um diagrama que deve ser relacionado com a tabela de ações a executar e a de callouts. Sempre que a Challenge/Response de um determinado procedimento não for óbvia, independente da fase do voo, haverá uma breve explicação abaixo do respectivo item contemplando o que deve ser realizado. Exemplo: FLIGHT DECK PREPARATION ............................................ COMPLETE Ajustar o CRS do HSI para a primeira radial, QDM, QDR ou rumo a ser voado após a decolagem. O HDG deverá ser ajustado para o rumo da pista de decolagem. Ajustar o OBS do VOR para a próxima radial a ser voada ou balizada. Sintonizar as frequências do AFIS, TWR, APP e ACC, conforme requerido, no COMM 1. E sintonizar as frequências do ATIS, CLRC, GND, VOLMET, conforme requerido, no COMM 2. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.7 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Sintonizar rádio auxílios, conforme requerido pela carta de saída, identificar os auxílios a navegação. Acionar o transponder no modo STBY e ajustar o código passado pelo órgão ATC. Os briefings estão em itálico e existem com o objetivo de salientar as especificidades de um determinado procedimento, como a decolagem e a aproximação, por exemplo. Desta forma, a tripulação eleva sua consciência situacional e incrementa a segurança de voo. Portanto, este manual propõe uma série de tópicos que devem ser abordados em cada briefing (organizados separadamente por capítulo) e, no capítulo "Anexos", existem exemplos de como unir tais tópicos de uma forma assertiva (briefing de decolagem e táxi) e fácil de compreender. É evidente que qualquer tentativa de sequenciar um voo por completo jamais terá sucesso, pois é impossível prever os acontecimentos no decorrer do período. Por isso este manual não deve ser usado como fonte de consulta única durante o treinamento. A única coisa que capacitará o piloto da melhor forma possível para encarar qualquer situação durante o treinamento é o estudo contínuo e o empenho máximo. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.8 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO APRESENTAÇÃO PARA A SESSÃO DE SIMULADOR A preparação para o voo começa antes de o aluno chegar ao Laboratório de Simulação de Voo. Para todo e qualquer voo, é necessário que o piloto se atualize e esteja familiarizado com todos os aspectos que abrangem a rota, os espaços aéreos a serem sobrevoados e do seu avião. Logo, se faz necessário que antes de cada sessão o aluno reúna e realize um estudo detalhado dos seguintes documentos: - Formulário de plano de voo - Formulário de peso e balanceamento - Documentação meteorológica: METAR e TAF dos ADs envolvidos, Cartas de Vento, SIGWX e Imagens de Satélite - SOP e Check List - ROTAER dos ADs envolvidos - NOTAMs do ADs envolvidos. Quando o voo envolver mais de um aeródromo (Ex.: Rotas), o aluno deverá adicionar os ROTAER das TMAs e das FIRs que planeja sobrevoar, bem como os NOTAMs. É importante ressaltar que o planejamento da rota envolve também a aquisição e estudos da documentação dos aeródromos de alternativa escolhidos pelo aluno, além do preenchimento do FACA Flight Plan. O aluno também deverá trazer o material necessário para o voo, como: - Relógio de pulso - Caneta e lápis - Calculadora ou computador de voo - Régua ou compasso - Transferidor e prancheta. Ao chegar ao laboratório de Simulação de Voo, o aluno deverá ter em mãos todas as cartas de voo que se farão necessárias na sessão. É recomendado que também haja um estudo dos procedimentos existentes em cada um dos aeródromos, de modo que o aluno esteja familiarizado com a operação e apresente na forma de Briefing ao Instrutor todos estes dados. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.9 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO PREPARAÇÃO PARA O VOO SAFETY PROCEDURE -DOCUMENTS .......................................................................................ON BOARD -PREFLIGHT INSPECTION ...................................................................... COMPLETE -BAGGAGE ............................................................................................... SECURE -FLIGHT RELEASE ................................................................................ COMPLETE BEFORE START PROCEDURE -DOOR............................................................... ...........................CLOSE & LOCK -SEAT & SEAT BELTS...................... ....................................... ADJUST & FASTEN -CIRCUIT BREAKERS ........................................................................................ ARM -ELECTRICAL SWITCHES .................................................................................. OFF -BATTERY, ALTERNATOR & RADIO MASTER ........................................................ ON -ALTERNATE AIR......................................................................................... CLOSE -PARKING BRAKE........................................................................................ .APPLY -FUEL QUANTITY & SELECTOR ...................................................... CHECK & OPEN -FLIGHT DECK PREPARATION ............................................................... COMPLETE Ajustar o CRS do HSI para a primeira radial, QDM, QDR ou rumo a ser voado após a decolagem. O HDG deverá ser ajustado para o rumo da pista de decolagem. Ajustar o OBS do VOR para a próxima radial a ser voada ou balizada. Sintonizar as frequências do AFIS, TWR, APP e ACC, conforme requerido, no COMM 1. E sintonizar as freqüências do ATIS, CLRC, GND, VOLMET, conforme requerido, no COMM 2. Sintonizar rádio auxílios, conforme requerido pela carta de saída, identificar os auxílios a navegação. Acionar o transponder no modo STBY e ajustar código passado pelo órgão ATC. -ALTIMETERS.................................................................................................... SET - DEPARTURE BRIEFING ....................................................................... COMPLETE Briefing de Decolagem Veja ANEXO 2 Checklist Solicitar o “Before Start Checklist” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.10 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO PARTIDA DO MOTOR O procedimento para partida do motor consiste de uma série de itens que não são posteriormente confirmados por nenhum checklist (read-and-do procedure), portanto, deve-se ter especial atenção a execução do mesmo. Diferentes condições de densidade e temperatura do motor ditarão a necessidade de aplicação de procedimentos diferenciados para o acionamento dos mesmos. Portanto, certifique-se de operar de acordo com o manual da aeronave para adequar-se a cada situação. CLEARED FOR START PROCEDURE -RADIO MASTER .............................................................................................. OFF -NAVIGATION LIGHTS ...................................................................... AS REQUIRED -ANTI-COLLISION LIGHT ..................................................................................... ON -FUEL PUMP ...................................................................................................... ON Checklist Solicitar “Cleared For Start Checklist” *THROTTLE ................................................................................................ ½ INCH *PROPELLER ........................................................................................ FULL RPM *MIXTURE ................................................................................... RICH & CUTOFF Na partida com motor frio, o aluno deve avançar a manete de mistura para a posição RICA até que tenha indicação de fluxo de combustível ou por 4 segundos, depois recuar a manete para a posição CORTE. Com isto o motor fica escorvado. Na partida com motor quente não é preciso escorvar o motor. *MAGNETOS ...................................................................................................... ON *STARTER ......................................................................................................... ON *MIXTURE ................................................................................................. ENRICH Caso o motor não acione dentro de 30 segundos, desligue o motor de partida e aguarde dois minutos para tentar a partida novamente. *RPM……………..........................................................................................1000 Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.11 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO AFTER START PROCEDURE -ENGINE INSTRUMENTS ............................................................................... CHECK Se não houver indicação de pressão de óleo dentro de 30 segundos, cortar imediatamente o motor. Para aquecer o motor mantenha-o a 1000 RPM, sem exceder nenhum parâmetro do motor. -CAUTION LIGHTS .......................................................................................... TEST Caso haja alguma luz acesa, confirme a indicação no instrumento do referido sistema e considerar seguir ou não o voo. -FUEL PUMP .................................................................................................... OFF Este procedimento serve para certificar que a bomba acionada pelo motor está operando. -FLIGHT CONTROLS .................................................................................... CHECK -STABILIZER TRIM ............................................................................ CHECK & SET Ajustá-lo a dois dots atrás da posição neutra. -FLAP............................................................................................................... SET Selecionar Flap 10° para decolagem. -HEAT & DEFROST...................................................................................... CHECK -RADIO MASTER ................................................................................................ ON Checklist Solicitar “After Start Checklist” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.12 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO TÁXI Durante o taxi-out devem ser realizados os procedimentos constantes no Before Takeoff Procedure Down To The Line. No simulador, o táxi deve ser realizado avançando apenas o suficiente sobre a pista (realizando um “S”) de forma que realize satisfatoriamente as verificações dos itens deste checklist. BEFORE TAKEOFF DOWN TO THE LINE PROCEDURE -BRAKES .................................................................................................... CHECK Em baixa velocidade, pressionar um pedal de cada vez a fim de verificar o funcionamento dos freios, em uma velocidade maior aplicar ambos os pedais com mais força e avaliar a simetria e a eficiência da frenagem. -STEERING, COMPASSES, TURN COORDINATOR ........................................... CHECK Efetuar pequenas curvas em “S” sobre a pista, verificando o controle direcional da aeronave no solo e a coerência de todos os instrumentos giroscópicos e bússola (RMI, Turn Indicator, Turn Cordinator, HSI/Giro Direcional e a bússola). Checklist Solicitar “Before Takeoff Checklist - Down To The Line” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.13 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO VERIFICAÇÃO DO MOTOR Na verificação dos motores são checados: os instrumentos do motor, a fonte alternativa de ar do sistema de admissão, o sistema de ignição, o sistema de passo da hélice, a sucção, a alimentação elétrica e os instrumentos. BEFORE TAKEOFF BELOW THE LINE PROCEDURE -ENGINE INSTRUMENTS AT 2000 RPM......................................................... CHECK Verificar pressão do óleo entre 60 e 90 PSI. -AMMETER ................................................................................................. CHECK -SUCTION ................................................................................................... CHECK Indicação entre 4,8 e 5,1 InHg. Ajustes mais altos danificam os instrumentos giroscópicos, ajustes mais baixos fazem com que os instrumentos não sejam confiáveis. -MAGNETOS ......................................................................................CHECK & ON Deve ocorrer queda durante o teste dos magnetos. A queda máxima verificada deve é de 175 RPM em cada magneto, e a diferença máxima permitida entre os dois é de 50 RPM. A operação com um único magneto deve ser de no máximo 10 segundos, e o motor deve estar funcionando de forma suave. -ALTERNATE AIR.............................................................................. CHECK & OFF Pode haver queda de RPM quando operando com o ar alternado. -PROPELLER ........................................................................ CHECK & FULL RPM Verificar atuação do governador. Em clima frio, ciclar de MAX para MIN RPM no mínimo três vezes para circular óleo quente pelo sistema de controle de passo de hélice. Queda máxima de 500 RPM durante a verificação. -MIXTURE ...................................................................................... CHECK & RICH Reduzir, lentamente, a manete de mistura fará com que simultaneamente o Fuel Flow diminua e o EGT aumente, após o pico de EGT quando a mistura se tornar muito pobre haverá queda de RPM e quando a mistura for colocada na posição corte o fluxo de combustível será interrompido causando a parada do motor. -IDLE RPM ................................................................................................. CHECK A marcha lenta do motor deve estar acima de 500 RPM. -FLIGHT INSTRUMENTS..................................................................... CHECK & SET Checar os seguintes instrumentos: Velocímetro (zerado), Indicador de Curvas (razão de giro zero), Horizonte Artificial (referência ajustada), Altímetro (ajustado QNH), Variômetro (ajustar para zero, ou utilizar o valor lido no instrumento como zero). -TAKEOFF BRIEFING ................................................................................. REVIEW Revisões de possíveis alterações em relação ao tipo de decolagem, configuração da aeronave e VR, que possam ter ocorrido desde o acionamento. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.14 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Checklist Solicitar “Before Takeoff Checklist - Below The Line” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.15 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO DECOLAGEM O Cleared for Takeoff Procedure deve ser executado assim que a aeronave tomar posição para decolagem. CLEARED FOR TAKEOFF PROCEDURE -STROBE LIGHT ................................................................................................. ON -LANDING LIGHT ................................................................................................ ON -FUEL PUMP ...................................................................................................... ON -TRANSPONDER................................................................................................ ALT Checklist Solicitar “Cleared For Takeoff Checklist” TAKEOFF PROCEDURE Confirmar a pista em uso e a autorização recebida. Alinhar na pista, disparar cronômetro, aplicar a potência de decolagem. Verifique a primeira indicação de velocidade. Callout “Airspeed Alive”. A 50 KIAS verificar se os velocímetros estão com marcações equivalentes. Callout: “Fifty Knots”. Verificar se os parâmetros de decolagem estabelecidos no briefing operacional foram atingidos. Verificar se a pressão do óleo está entre 60 a 90 PSI. De acordo com o manual da aeronave não é necessária indicação de temperatura do óleo, desde que, ao avançar a manete de potência, o motor não vibre ou falhe. Caso positivo. Callout: “Takeoff minimums” Caso negativo. Callout: “Reject Takeoff”. Ao atingir a VR 70 KIAS. Callout: “Rotate”. Rodar a aeronave e acelerar, próximo à pista, para 80 KIAS. Manter esta velocidade ao longo da subida inicial (até a altitude de aceleração). Quando não houver mais pista em frente suficiente para pouso, com a aeronave subindo, Callout: “Positive Rate of Climb - Brakes and Gear Up”. Frear as rodas e recolher o trem de pouso, mantendo 80KIAS. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.16 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Ao atingir a altitude de aceleração (400’ AGL). Callout: “Acceleration Altitude”. Iniciar o After Takeoff Procedure. AFTER TAKEOFF PROCEDURE Diminuir a atitude e acelerar para velocidade de subida 90 KIAS Recolher os flapes. Ajustar a potência para 25 InHg, ajustar hélice para 2500 RPM e mistura na posição RICA A cada 1000 pés avançar a manete de potência a fim de manter 25 In/Hg. Esta redução de potência visa melhorar a refrigeração e consumo do motor, caso seja necessário melhor refrigeração aumente a velocidade. O fluxo de combustível é proporcional ao fluxo de ar em todas as velocidades do motor, sendo assim desnecessário empobrecimento da mistura durante a subida. Desligar a Fuel Pump e as Landing Light. Verificar todos se os instrumentos do motor estão com indicações normais (indicações dentro do arco verde). Checklist Solicitar “After Takeoff Checklist” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.17 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO SUBIDA CLIMB PROCEDURE Com o peso máximo de decolagem, trem de pouso e flapes recolhidos, manete de potência toda a frente e 2700 RPM, a Velocidade de Melhor Ângulo de Subida (VX) é de 78 KIAS e a Velocidade de Melhor Razão de Subida (VY) é de 90 KIAS. Ao passar a altitude de transição, ajustar QNE nos dois altímetros. Callout: “Transition” (altitude). Um mil pés antes de nivelar. Callout: “One thousand to level-off”. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.18 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO CRUZEIRO Gerenciar o uso dos equipamentos de navegação e comunicação, mantendo sempre uma sequência lógica sintonizada nos rádios Nav/Comm. Desta maneira, mantém a cabine organizada. CRUISE PROCEDURE Ao nivelar, acelerar a aeronave para a velocidade de cruzeiro mantendo potência de subida. Ao atingir a velocidade de cruzeiro, ajustar a potência conforme a tabela de ajuste de potência. Fase de Introdução ao IFR, Exercícios e Rota 120Kt (2NM/min) Potência de 65% (130HP) 2400 RPM F/F 10,4 US Gal/h *As trocas do tanque de combustível deverá ocorrer nos primeiros trinta minutos e após estes, de uma em uma hora. Fase de Adaptação 110Kt (2NM/min) Potência de 55% (110HP) 2400 RPM F/F 9,1 US Gal/h. -ALTIMETER……………………………………………………………………....SET Verificar se o altímetro foi ajustado para QNE na altitude de transição, ao voar Nível de voo ou se manterá QNH voando altitude. -T HROTTLE , PROPELLER, MIXTURE ..................................................SET -ENGINE INSTRUMENTS .............. .................................................CHECK Observar indicações normais dos instrumentos do motor. Checklist Solicitar o “Cruise Checklist” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.19 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO DESCIDA E APROXIMAÇÃO Antes de iniciar a descida ou antes de bloquear o auxílio principal do procedimento, o aluno deve preparar a cabine para a descida e aproximação. Ele também deve configurar os painéis de rádio conforme o procedimento em uso e planejar os possíveis ajustes que não puderem ser realizados neste instante. Da mesma forma como na preparação para a sessão, o aluno deve separar as cartas, e configurar toda a cabine de forma a diminuir a carga de trabalho durante a descida/aproximação. DESCENT AND APPROACH PROCEDURE Ao longo da descida, piloto deverá manter velocidade conforme seu planejamento e com 500ft/min, salvo restrições de procedimentos e necessidades de momento. -APPROACH BRIEFING & PREPARATION... .....................................COMPLETE Veja o exemplo no Anexo 3. -MINIMUM SAFE ALTITUDE ..................................................................CHECK Verificar a MORA, MEA e MSA do setor em que se aproxima. -SEAT & SEAT BELTS ... .......................................... ADJUST & FASTEN -FUEL SELECTOR…………………………………………….....FULLEST TANK O piloto deve conferir e, caso necessário selecionar o tanque com a maior quantidade de combustível para a descida. -MIXTURE ……………………………………………………………... .......ENRICH A mistura deve estar RICA abaixo de 5000pés. Checklist - Solicitar o “Descent Checklist” Ao cruzar o nível de transição, Callout: “Transition Level”. -ALTIMETERS.................................................................................................... SET Ajustar os altímetros para QNH ao passar o nível de transição ou, se voando altitude, ajustar o QNH da localidade. Checklist - Solicitar o “Approach Checklist” Um mil pés antes de nivelar, Callout: “One thousand to level-off” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.20 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ESPERAS HOLDING PROCEDURE Sempre que for possível, planeje-se para entrar em órbita na velocidade de “espera” de 100 KIAS com flapes na posição UP. Se não for possível, a redução deverá ser realizada tão logo houver o bloqueio do auxílio ou fixo balizador da espera. As desacelerações devem ser realizadas, preferencialmente, em voo nivelado, de forma suave. CONFIGURAÇÃO DA AERONAVE PARA A REALIZAÇÃO DE ESPERAS Espera sem autorização para iniciar o procedimento 100 KIAS Flap UP Agosto/2014 Espera com autorização para iniciar o procedimento, espera do procedimento ou afastamento direto 100 KIAS Flap 10º Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.21 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO PROCEDIMENTOS IFR PARA POUSO Nenhuma aproximação deve ser iniciada antes de ter sido realizado o Descent and Approach Checklist, uma vez que este checklist confirma a execução de ações essenciais para a segurança de qualquer aproximação. A identificação de todos os auxílios envolvidos na aproximação também é um item de extrema importância. Neste capítulo, consideramos aproximações de não-precisão, precisão e vetoração radar. NON-PRECISION APPROACH PROCEDURE No caso de uma aproximação por ADF ou RMI, o auxílio principal do procedimento deve ter seu áudio aberto a partir do momento em que for iniciada a manobra. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.22 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO 1 2 3 - Procedimento de Não Precisão (Ações a executar) Flap UP Espera 100 KIAS Flap 10° Autorizado o procedimento 100 KIAS Flap 10° Afastamento do procedimento 100 KIAS LANDING PROCEDURE Curva Base: - LANDING GEAR……………...DOWN, 3 GREEN - FLAPS ……………………………..………… SET Menos de 90° - MIXTURE ………………………..….……… RICH para a final - PROPELLER……………………………2500RPM (NDB) - FUEL PUMP……………………………...…… ON - LANDING LIGHTS ………………………….….ON ou Radial Alive (VOR) 4 MDA 5a MAP (go around) 5b Visual (landing) Agosto/2014 Checklist Solicitar o “Landing Checklist” VApp = 90 Kt Callout/ Ação: “Set go around heading and altitude” 1. 25 pol InHg e atitude de subida (90 KIAS) 2. After Takeoff Procedure 3. Callout: “Set Radios for Missed Approach” 4. Solicitar o “After Takeoff Checklist” 2800 RPM VREF Flap 10° = 80 KIAS VREF Flap 25° = 75 KIAS VREF Flap 40°= 70 KIAS Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.23 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO - Standard Callouts Aproximação de Não Precisão – Condição Callout Primeiro movimento do CDI, na “Radial alive” interceptação do curso da final (Somente procedimento VOR) 1000 pés para a cabeceira 100 pés para os mínimos MDA Pista avistada MAP Na arremetida com a aeronave configurada em subida. “One thousand” “One hundred to minimums” “Minimuns. Set go around heading & altitude” “Runway insight, landing” “MAP, go around” “Set radios for missed approach” *Em algumas situações, quando o procedimento não possuir uma curva base, configurar a aeronave para pouso antes do FAF. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.24 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO PRECISION APPROACH PROCEDURE É importante lembrar-se de realizar o teste dos marcadores durante a preparação do painel e deixar o sensor aberto em LOW. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.25 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO 1 2 - Aproximação ILS (Ações a executar) Flap UP Espera 100 KIAS Flap 10° Autorizado o procedimento 100 KIAS LANDING PROCEDURE -LANDING GEAR……………...DOWN, 3 GREEN -FLAPS ……………………..………………….SET - MIXTURE ………….….………………….....RICH - PROPELLER……..…………………..2500 RPM 1½ dot - FUEL PUMP………………….........................ON glide slope - LANDING LIGHTS ………………………….......ON 3 Interceptação G/S 4 Outer Marker or FAF 5 500ft AGL 6a DA (Go Around) 6b DA (Landing) Agosto/2014 Checklist Solicitar o “Landing Checklist” VAPP = 90 KIAS Callout/Ação: “Set go around heading and altitude” Callout: “Outer marker. XXXX ft” Ação: Disparar cronômetro e trocar frequências no ADF para o LMM (caso necessário) Crosscheck: Altitude Atual X Altitude da Carta 2800 RPM 1. Potência máxima e atitude de subida inicial (80KIAS) 2. Callout: “Positive Rate, Brakes and Gear Up” 3. 400ft AGL: After Takeoff Procedure 4. Callout/Ação: “Set radios for missed approach” 5. Solicitar o “After Takeoff Checklist” VREF Flap 10° = 80 KIAS VREF Flap 25° = 75 KIAS VREF Flap 40° = 70 KIAS Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.26 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO - Standard Callouts Aproximação ILS Condição Callout Primeiro movimento do LOC, no “Localizer alive” curso da final “Glide slope alive” Primeiro movimento do glide slope (Somente se estiver com localizer alive) Interceptação do Glide Slope Outer Marker or FAF 1000 pés sobre a cabeceira 500 pés sobre a cabeceira 100 pés para os mínimos DA (Landing) DA (Go Around) 400ft AGL Agosto/2014 Glide Slope capturado: “Set go around heading & altitude” “Outer marker, XXXX feet” “One thousand” “Five hundred” “One hundred to minimums” “Approach lights, landing” ou “Runway insight, landing” “Minimuns, go around” “Set radios for missed approach” Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.27 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO RADAR VECTORING PROCEDURE Vetoração Radar é o serviço mais completo prestado por um órgão de controle. A navegação de uma aeronave sob vetoração é de responsabilidade do controlador, que por sua vez irá instruir proas e altitudes com o objetivo de levar a aeronave a um determinado ponto de onde o piloto pode reassumir a navegação e prosseguir um procedimento de aproximação de precisão. Contudo, isto não exime o piloto de manter-se orientado ao longo do período em que o serviço é prestado. A preparação de cabine para o ILS (frequências, course, marcadores e arremetida) deve ser realizada no momento em que for declarada a Vetoração Radar, ou seja: Course Selector no rumo da aproximação final; Painel de rádios ajustado e identificado conforme IAC; Marcadores testados e áudio aberto em LOW; Arremetida planejada. A vetoração pode ser realizada em qualquer velocidade, contudo, quando for anunciada a última proa “para o curso do localizador”, deve-se reduzir a aeronave para 100 KIAS e ajustar flap 10°. Deve-se ter atenção especial para que essa redução não ocorra de forma brusca, o que poderia prejudicar o motor. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.28 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO APÓS O POUSO Os procedimentos após o pouso, em sua grande maioria, devem ser realizados apenas após a velocidade ter sido reduzida para próximo da velocidade de taxi, com o objetivo de não desviar a atenção do controle direcional e desaceleração da mesma. Todos esses procedimentos têm significativa importância para a segurança do voo e a conservação da aeronave. AFTER LANDING PROCEDURE -FLAPS ............................................................................................................... UP Diminui a sustentação, aumenta o atrito no solo, garantindo melhor controle direcional e frenagem. -STROBE LIGHT ............................................................................................... OFF -PITOT HEATER ............................................................................................... OFF -FUEL PUMP .................................................................................................... OFF -TRANSPONDER......................................................................................STANDBY Checklist Solicitar “After Landing Checklist” SHUTDOWN PROCEDURE -LANDING LIGHT .............................................................................................. OFF Desligar luzes para não ofuscar a visão do sinalizador. -PARKING BRAKE......................................................................................... APPLY -RADIOS & RADIO MASTER .............................................................................. OFF -ELECTRICAL SWITCHES .................................................................................. OFF -THROTTLE...................................................................................................... IDLE -MIXTURE ................................................................................................. CUTOFF -MAGNETOS .................................................................................................... OFF -ANTI-COLLISION LIGHT ................................................................................... OFF -BATTERY & ALTERNATOR ............................................................................... OFF -PARKING BRAKE.................................................................................... RELEASE Checklist - Solicitar “Shutdown Checklist” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.29 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ANEXOS Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.30 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ANEXO 1 – TABELAS (AOM EMB-711B) Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.31 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.32 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO TABELA DE AJUSTE DE POTÊNCIA P28R (CRUZEIRO NORMAL) 110 HP 130 HP 150 HP TEMPEPOTÊNCIA DE 55% POTÊNCIA DE 65% POTÊNCIA DE 75% ALTITUDE RATURA 9,1 US GAL/H 10,4 US GAL/H 11,6 US GAL/H PRESSÃO ISA RPM PÉS °C 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 9000 10000 11000 12000 13000 14000 Agosto/2014 15 13 11 9 7 5 3 1 -1 -3 -5 -7 -9 -11 -13 2100 22.9 22.7 22.4 22.2 21.9 21.7 21.4 21.2 21.0 MTF¹ RPM RPM 2400 2100 2400 2400 PRESSÃO DE ADMISSÃO - INHG 25.5 20.4 25.9 22.9 25.2 20.2 25.6 22.7 25.0 20.0 25.4 22.5 24.7 19.8 25.1 22.2 24.4 19.5 24.8 22.0 19.3 21.7 19.1 21.5 18.9 21.3 18.7 21.0 18.5 MTF¹ MTF¹ 18.3 18.1 MTF¹ 17.8 17.6 MTF¹ Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.33 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.34 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ANEXO 2 – BRIEFINGS DE DECOLAGEM O briefing é uma ferramenta utilizada pelos pilotos que voam em tripulação com o intuito de alinhar o entendimento da situação vivida, e criar uma tática de como realizar determinada tarefa no voo. O briefing é um reflexo direto da racionalidade do piloto com relação a situação e o que ele consegue compreender daquilo. É importante ressaltar que não existe uma maneira mais eficiente ou correta de realizar um briefing. Existem algumas diretrizes, tópicos, que devem ser salientados ao longo do briefing de forma a mantê-lo completo. Normalmente, ele pode ser sub-dividido em quatro partes: Taxi, Operacional, Saída e Emergências. EXEMPLO - Briefing de Taxi “Nós estamos estacionados no pátio dois, portanto nosso táxi até a pista 32 iniciará pelo pátio dois, onde também realizaremos as verificações de solo, não ingressaremos na taxiway Bravo por que é o único acesso de entrada e saída da pista. Após autorização para ingressar na pista vamos taxiar com uma velocidade ligeiramente maior do que a normal até a cabeceira 32, onde efetuaremos backtrack e alinharemos para decolagem. Após a autorização de taxi pelo Controle de Solo vamos Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.35 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO fazer uma breve revisão deste briefing caso houver alguma alteração. “A pista [..] possui os seguintes auxílios luminosos [...], e um comprimento e largura de [...]. De acordo com nossas aeronave, os mínimos requeridos para a decolagem são de [...]. E como mudanças na carta, as informações presentes sobre o aeroporto foram revisadas.” - Briefing Operacional “Nós vamos efetuar uma decolagem normal, Flape 10° da pista 32 de Florianópolis. Mínimos de 25 InHg, 2700 RPM, Fuel Flow entre 15 e 20 gal/h e instrumentos do motor no arco verde. Vamos rodar com 70 Kt, acelerando para 80 Kt. Quando não houver mais pista suficiente em frente e o climb for positivo vamos frear as rodas e recolher o trem de pouso, mantendo a subida com 80 Kt até a altitude de aceleração de 419 pés, quando aceleraremos para 90 kt e recolheremos o flape, e realizaremos o After Takeoff Procedure Briefing operacional completo”. - Briefing da Saída “Os mínimos de decolagem são: Teto de 1000 pés e visibilidade de 5000 metros, a informação meteorológica está acima destes mínimos. Esta SID requer um gradiente mínimo de subida de 4.0% até 1500 pés e 3.3% após. Isto significa aproximadamente 400 ft/min até 1500 pés e aproximadamente 350 ft/min após, que a aeronave cumpre Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.36 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO normalmente. Joinville/Brasil, elevação do aeródromo é 15 pés, o nível de transição é o FL 045 e a altitude de transição é 4000 pés. Nós vamos efetuar a saída NITER 2, portanto a MSA ao redor do VOR Joinville é 4000 pés. O VOR JNV está setado e identificado no NAV 1 e 2, e o NDB GABI está setado e identificado no ADF. Manteremos o curso da pista até 415 pés, subiremos sem restrições até o nível 060. Após o After Takeoff Checklist interceptaremos o curso 145° do VOR JNV até 5 DME do VOR JNV, curvaremos em seguida para a proa 077°, com o objetivo de interceptar o QDR 045° do NDB GABI. Neste QDR interceptaremos a radial 092° outbound do VOR JNV. Ajustaremos os altímetros para 1013 hPA a 4000 pés. Na radial 092° voaremos até NITER 2, que está localizado à 17 NM do aeródromo. Briefing da saída completo.” - Briefing de Emergência “Qualquer emergência será declarada em voz alta e clara. Pane antes da VR, abortaremos a decolagem reduzindo a potência e utilizando freios conforme necessário. No caso de pane após a VR, com pista em frente, controlaremos a aeronave e pousamos sobre a pista. No caso de pane após a VR, sem pista em frente e abaixo da altitude de retorno, pousaremos em frente ou aos lados. No caso de pane acima da altitude de retorno, curvaremos para o lado mais apropriado para pouso na pista oposta. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.37 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ANEXO 3 – BRIEFING DE DESCIDA Caso o piloto efetue uma STAR antes de um procedimento, o briefing desta carta deverá seguir o mesmo padrão apresentado no exemplo. EXEMPLO Antes de iniciar o briefing da carta do procedimento, o piloto deve conferir os NOTAMS, os mínimos meteorológicos da carta, preparar seu painel coerentemente, identificar o tipo da entrada em órbita e definir o seu TOD. “Iremos realizar o procedimento em SBFL, carta 16-2, Florianópolis, Echo 2 NDB para a pista 32. Painel de comunicações já foi previamente ajustado de acordo com as freqüências apresentadas. A freqüência 220 do NDB FNP está ajustada no ADF e identificada, curso de aproximação final 319°, não possui FAF, nossa MDA de 620ft, elevação do AD de 19ft e da pista de 17ft, MSA, para o nosso setor, é de 6000ft. Em caso de arremetida subiremos para 3000ft no QDR 320°, deveremos atingir 2500ft antes de 13NM do NDB FNP. Em 3000ft iremos realizar uma curva a direita para 4000ft na proa do NDB FNP e faremos espera. Antes do bloqueio da estação estaremos configurados com flape 10° e 100kt, após o bloqueio iremos acionar o cronômetro, afastar no QDR 157°, com uma descida de aproximadamente 500ft/min durante 3min e 30seg com a curva, onde não deveremos descer abaixo de 2300ft até interceptar a final. 15 segundos antes de iniciar a curva, iremos ajustar o CRS pela esquerda para o curso da aproximação final 319° e com 5 segundos antes, irei ajustar o HDG pela esquerda para uma proa de interceptação do QDM 319°. Com menos de Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.38 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO 90° para a final irei realizar o LDG Procedure e solicitar o LDG Check-list. Durante a final, com uma razão de descida não menor que 700ft/min e 90Kt, iremos realizar o callout de one thousand em 1017ft, one hundred to minimums em 720ft e mimimuns em 620ft juntamente com o set go around HDG and altitude. Caso visual com a pista ou auxílios luminosos iremos ingressar a rampa visual para pouso. Caso não consigamos contato visual, iremos realizar a arremetida no bloqueio do NDB FNP. Mínimos meteorológicos de 600ft de teto e 3600m de visibilidade que estão dentro do última informação.” Após o briefing desta carta, deverá ser realizado o briefing da carta de AD seguindo o mesmo padrão de briefing já apresentado neste SOP. Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.39 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ANEXO 4 – ARREMETIDAS NO AR Seguem abaixo dois exemplos de arremetidas no ar. Eles trazem detalhadamente o “passo-a-passo” dos tipos de arremetida. ACIMA DE 500FT AGL (“MAP. Go Around”) - Ajustar 25 InHg e atitude de subida (90 KIAS) - After Takeoff Procedure - Callout: “Set Radios for Missed Approach” - Comunicar com os órgão ATC - Solicitar o “After Takeoff Checklist” ABAIXO DE 500FT AGL - Potência máxima e atitude de subida inicial (80 KIAS) - Callout: “Positive Rate, Brakes and Gear Up” - 400ft AGL: After Takeoff Procedure - Callout/Ação: “Set radios for missed approach” - Comunicar com os órgãos ATC - Solicitar o “After Takeoff Checklist” Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.40 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO DE VOO ANOTAÇÔES Agosto/2014 Direito de cópia é do DTV-FACA D4700PVPUCRSSO3 REV-8 3.1.41