FACULDADE DE INFORMÁTICA E ADMINISTRAÇÃO PAULISTA CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE MBA - GESTÃO DE PROJETOS - 33PMI Marcos Henrique Pansanato Plano de Projeto São Paulo 2008 Marcos Henrique Pansanato Plano de Projeto Monografia de Conclusão de Curso apresentada como exigência parcial para obtenção do título de pós-graduação Lato Sensu em MBA – Gestão de Projetos - PMI Orientador: Prof.(a) Augusto Camargos São Paulo 2008 Marcos Henrique Pansanato Plano de Projeto Monografia de Conclusão de Curso apresentada como exigência parcial para obtenção do título de pós-graduação Lato Sensu em MBA – Gestão de Projetos - PMI Aprovada em 22 de Outubro de 2008 BANCA EXAMINADORA ___________________________________________________________________ Prof.(a) [Titulação e Nome] Orientador: Mestre Augusto Camargos Dedico este trabalho a toda minha família pela formação que me deu até eu chegar aqui e dedico também a minha noiva pela força que tem me dado. AGRADECIMENTOS RESUMO Este trabalho é composto de um plano de projeto seguindo as melhores práticas do PMI passando por todas as disciplinas proposta no PMBOK: Integração; Escopo; Prazo; Custo; Qualidade; Comunicação; Riscos; RH; Aquisições. Artefatos para cada uma das disciplinas fazem parte do plano do projeto, artefatos que se integram para trabalharem de forma sincronizada visando o sucesso na execução do projeto. O projeto consiste na implementação de um sistema bancário, mobile, para que clientes possam acessar suas contas, verificar saldo e extrato bancário, realizar pagamentos e transferência, através de aparelhos celulares. Palavras – chaves: PMI: Project Management Institute EAP: Estrutura Analítica do Projeto RFP: Request for Proposals DT: Declaração de Trabalho ABSTRACT This work is composed of a project plan following the best practices of PMI through all disciplines proposed in PMBOK: Integration; Scope; Time; Cost; Quality; Communication; Risk; HR; Acquisitions. Artifacts for each of the disciplines are part of the plan of the project, artifacts that may be linked to work order Synchro in the successful implementation of the project. The project is the implementation of a banking system, mobile, so that customers can access their accounts, check and bank balance, make payments and transfers through mobile devices. Key-words: PMI: Project Management Institute WBS: Work Breakdown Structure RFP: Request for Proposals DT: Statement of Work Lista de Ilustrações Ilustração 1: Formulário de requisição de mudança ........................................................ 23 Ilustração 2: Fluxo de requisição de mudanças ............................................................... 24 Ilustração 3: Organograma preliminar do projeto ............................................................. 30 Ilustração 4: EAP ................................................................................................................... 31 Ilustração 5: Dicionário da EAP........................................................................................... 32 Ilustração 6: Lista de atividades .......................................................................................... 36 Ilustração 7: Cronograma com recursos............................................................................ 37 Ilustração 8: Cronograma com custo.................................................................................. 38 Ilustração 9: Curva S............................................................................................................. 40 Ilustração 10: Política de qualidade corporativa ............................................................... 42 Ilustração 11: Política de qualidade da fábrica de software ........................................... 43 Ilustração 12: Modelo do gráfico de pareto ....................................................................... 46 Ilustração 13: Relatório semanal de acompanhamento de correções.......................... 46 Ilustração 14: Matriz dos stakeholders (SAM) .................................................................. 50 Ilustração 15: Matriz de riscos ............................................................................................. 53 Ilustração 16: Organograma do projeto ............................................................................. 56 Ilustração 17: Matriz de responsabilidades no projeto .................................................... 56 Ilustração 18: Ações gerencias ........................................................................................... 64 Ilustração 19: Acompanhamento de mudanças ............................................................... 65 Ilustração 20: Gráfico de controle - Projeto linha de base .............................................. 67 Ilustração 21: Gráfico de controle – Projeto real .............................................................. 68 Ilustração 22: Ishikawa – Análise de causa raiz ............................................................... 68 Ilustração 23: Ações corretivas/preventivas...................................................................... 69 Lista de Tabelas Tabela 1: Entregas do projeto ............................................................................................. 21 Tabela 2: Cronograma preliminar ....................................................................................... 21 Tabela 3: Partes interessadas preliminar .......................................................................... 21 Tabela 4: Entregas/Faseamento do projeto ...................................................................... 28 Tabela 5: Entrega/Faseamento do produto....................................................................... 29 Tabela 6: Padrões adotados – Gerenciamento do projeto ............................................. 44 Tabela 7: Padrões adotados – Análise, design, implementação e testes.................... 45 Tabela 8: Garantia da qualidade – Matriz de responsabilidades................................... 45 Tabela 9: Ações da garantia da qualidade ........................................................................ 45 Tabela 10: Ações do controle da qualidade ...................................................................... 45 Tabela 11: Plano de comunicação...................................................................................... 48 Tabela 12: Plano de escalonamento .................................................................................. 49 Tabela 13: Matriz de relatórios ............................................................................................ 50 Tabela 14: Matriz de responsabilidades do plano de riscos........................................... 52 SUMÁRIO RESUMO.....................................................................................................................5 ABSTRACT .................................................................................................................6 LISTA DE ILUSTRAÇÕES ..........................................................................................7 LISTA DE TABELAS ...................................................................................................8 SUMÁRIO....................................................................................................................9 INTRODUÇÃO ..........................................................................................................11 1 INTEGRAÇÃO ......................................................................................................14 1.1 ESTRATÉGIAS ................................................................................................14 1.2 TERMO DE ABERTURA E DECLARAÇÃO PRELIMINAR DE ESCOPO ........16 1.3 CONTROLE INTEGRADO DE MUDANÇAS....................................................21 1.3.1 FORMULÁRIO DE REQUISIÇÃO DE MUDANÇAS.........................................22 1.3.2 FLUXO DE REQUISIÇÃO DE MUDANÇAS.....................................................24 2 GERENCIAMENTO DO ESCOPO........................................................................25 2.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO ................................................25 2.1.1 DEFINIÇÃO DO ESCOPO ...............................................................................25 2.1.2 CONTROLE DO ESCOPO...............................................................................25 2.1.3 MUDANÇA DO ESCOPO.................................................................................25 2.2 DECLARAÇÃO DO ESCOPO ..........................................................................26 2.3 EAP (ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO) .............................................30 2.4 DICIONÁRIO DA EAP ......................................................................................31 2.5 PREMISSAS ....................................................................................................32 3 GERENCIAMENTO DO PRAZO...........................................................................33 3.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DO PRAZO ...................................................33 3.1.1 DEFINIÇÃO DO CRONOGRAMA ....................................................................33 3.1.2 CONTROLE DO CRONOGRAMA....................................................................33 3.1.3 MUDANÇA DO CRONOGRAMA .....................................................................34 3.2 LISTA DE ATIVIDADES ...................................................................................34 3.3 CRONOGRAMA ...............................................................................................37 3.4 PREMISSAS ....................................................................................................38 4 GERENCIAMENTO DO CUSTO...........................................................................39 4.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DO CUSTO...................................................39 4.1.1 DEFINIÇÃO DO CUSTO ..................................................................................39 4.1.2 CONTROLE DO CUSTO..................................................................................39 4.1.3 MUDANÇA DO CUSTO ...................................................................................39 4.2 ESTIMATIVAS..................................................................................................39 4.3 CURVA S .........................................................................................................40 4.4 PREMISSAS ....................................................................................................40 5 GERENCIAMENTO DA QUALIDADE...................................................................42 5.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE ...........................................42 5.2 GARANTIA DA QUALIDADE ...........................................................................45 5.3 CONTROLE DA QUALIDADE..........................................................................45 5.4 PREMISSAS ....................................................................................................47 6 GERENCIAMENTO DA COMUNICAÇÃO ............................................................48 6.1 PLANO DA COMUNICAÇÃO ...........................................................................48 6.2 PLANO DE ESCALONAMENTO......................................................................49 6.3 MATRIZ DOS STAKEHOLDERS (SAM) ..........................................................49 6.4 MATRIZ DOS RELATÓRIOS (SRM) ................................................................50 6.5 PREMISSAS ....................................................................................................51 7 GERENCIAMENTO DE RISCOS..........................................................................52 7.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS ..................................................52 7.2 MATRIZ DE RISCOS – PROBABILIDADE X IMPACTO ..................................52 7.3 PLANO DE RESPOSTAS AOS RISCOS .........................................................53 7.4 PREMISSAS ....................................................................................................54 8 GERENCIAMENTO DE RH ..................................................................................55 8.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RH...........................................................55 8.2 ORGANOGRAMA ............................................................................................55 8.3 MATRIZ DE RESPONSABILIDADES...............................................................56 8.4 PREMISSAS ....................................................................................................57 9 GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES .................................................................58 9.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES..........................................58 9.2 RFP E DT .........................................................................................................58 9.3 PREMISSAS ....................................................................................................63 10 CONTROLE E ACOMPANHAMENTO..................................................................64 10.1 PAINEL DE CONTROLE..................................................................................64 10.2 CONTROLE QUANTITATIVO ..........................................................................65 CONCLUSÃO............................................................................................................70 REFERÊNCIAS.........................................................................................................72 INTRODUÇÃO Este trabalho representa o plano do projeto Mobile Bank – WAP da empresa TCCMHP. Este plano demonstra um conjunto de conhecimentos em gerenciamento de projetos incluindo práticas tradicionais comprovadas e amplamente aplicadas, além de conhecimentos de práticas inovadoras, segundo o PMI. O projeto Mobile Bank – WAP se trata do desenvolvimento de um aplicativo bancário pagamento de contas e transferência de valores através de celulares com a tecnologia WAP. Este aplicativo tem como finalidade proporcionar que os Bancos possam oferecer aos seus clientes um serviço moderno e inovador, proporcionando uma facilidade nas transações bancárias e atraindo novos clientes. Já para a empresa TCC-MHP, este projeto visa colocá-la entre as maiores empresas de TI do Brasil. O principal objetivo deste trabalho é fornecer uma visão geral de forma prática, das disciplinas proposta pelo PMI: Integração, Escopo, Prazo, Custo, Qualidade, Comunicação, Riscos, RH e Aquisição, demonstrando produtos da gestão de um projeto. Artefatos de cada uma das disciplinas irão compor o plano do projeto se integram de forma que trabalhem sincronizados. Um capítulo será gerado para cada uma das disciplinas, incluindo um último capítulo de controle e acompanhamento do projeto. O plano do projeto nasce na elaboração do termo de abertura e declaração preliminar do escopo, na disciplina de integração, onde é nomeado o gerente do projeto. Nesta disciplina também será realizado o plano estratégico do projeto, integrando todas as demais disciplinas. Ainda nesta disciplina será mapeado o controle de mudanças no projeto. 12 Para gerenciamento do escopo será elaborado o plano de gerenciamento de escopo, a declaração do escopo, a EAP e o dicionário da EAP visando garantir que seja feito o que foi desejado. Em gerenciamento do prazo será realizado o planejamento de gerenciamento do prazo, a lista de atividades e cronograma com o objetivo de elencar todo trabalho necessário para a conclusão do projeto e seqüenciá-lo já com previsão de tempo para cada uma das atividades. No gerenciamento do custo, está previsto uma estimativa de custo a lista de atividades prevista para o gerenciamento do prazo. Com base nessas estimativas será gerada uma curva-s representando o acumulo de gastos previstos no projeto. Quanto o gerenciamento da qualidade está previsto um plano da qualidade composto do controle e garantia da qualidade. A comunicação do projeto estará representada num plano de comunicação, num plano de escalonamento, numa matriz dos stakeholders e por fim numa matriz de relatórios. Os riscos do projeto serão planejados, identificados e mapeados numa matriz de riscos, representando a probabilidade versus impacto de cada um dos riscos. Para finalizar um plano de respostas a riscos será construído. A disciplina de recursos humanos estará mapeada no plano de gerenciamento de RH, no organograma e na matriz de responsabilidades, neste último artefato citando as principais atividades de cada um dos envolvidos no projeto. Subcontratações estão previstas e serão planejadas e geradas numa requisição de propostas e numa declaração de trabalho. 13 Para garantir que tudo planejado seja executado da forma correta, um painel de controle do projeto e uma análise quantitativa serão gerados no capítulo de controle e acompanhamento do projeto. Ao final deste trabalho teremos uma visão prática das melhores práticas proposta pelo PMBOK do PMI. 14 1 Integração Esta disciplina integra todas outras disciplinas de forma que elas se unifiquem e consolidem com o objetivo de executar e acompanhar o projeto garantindo o sucesso. 1.1 Estratégias Este documento tem por objetivo estabelecer a estratégia de condução do projeto Mobile Bank – WAP passando por todas as disciplinas proposta pelo PMI no PMBOK. Reuniões Deverão ocorrer reuniões periódicas, conforme definido no plano de comunicação do projeto. Gerenciamento de Mudanças Um comitê integrado de mudanças será montado para controle de mudanças. Vide item 1.3 Comitê Integrado de Mudanças. Gerenciamento de Versões O controle de versão do código fonte da aplicação e documentação será de responsabilidade do gerente do projeto, podendo este delegar este controle a uma pessoa da equipe. Todos os artefatos deverão estar dentro de uma ferramenta de controle de versão, com backups semanais. Requisitos de Aprovação Todos os produtos do projeto deverão ser aprovados pelo gerente e pelo sponsor do projeto. Sistema de Autorização de Trabalho Os trabalhos serão autorizados pessoalmente ou por e-mail pelo gerente do projeto. 15 Encerramento do Projeto O projeto será encerrado quando: Todos os artefatos estiverem concluídos e aprovados com o termo de aceite assinado. Uma reunião de encerramento deve ocorrer para análise final do projeto. Documentos do Plano O plano de projeto é composto pelos seguintes documentos: • Integração: Termo de abertura e declaração preliminar de escopo; Controle integrado de mudanças: • Comitê integrado de mudanças; • Formulário de requisição de mudanças; • Fluxo de requisição de mudança. • Escopo: Plano de gerenciamento de escopo; Declaração de escopo; EAP; Dicionário da EAP. • Prazo: Plano de gerenciamento do tempo; Lista de atividades; Cronograma. • Custo: Plano de gerenciamento do custo; Estimativas; Curva S. • Qualidade: Plano de gerenciamento da qualidade; Garantia da qualidade; Controle da qualidade. • Comunicação: 16 Plano da comunicação; Plano de escalonamento; Matriz dos stakeholders; Matriz dos relatórios. • Riscos: Plano de gerenciamento dos riscos; Matriz de riscos; Plano de resposta aos riscos. • RH: Plano de gerenciamento de RH; Organograma; Matriz de responsabilidades. • Aquisições: Plano de gerenciamento de aquisições; RFP e DT. • Controle/Acompanhamento: Painel de controle; Controle quantitativo. Estes produtos se integrarão uns aos outros com o propósito de desenhar um plano de ação que visa o sucesso do projeto. Produtos de controle e acompanhamento do projeto também foram gerados. 1.2 Termo de Abertura e Declaração Preliminar de Escopo Designação Marcos Pansanato, você foi designado como Gerente de Projeto do Projeto Mobile Bank - WAP. Você é responsável por assegurar que os requerimentos do cliente sejam satisfeitos e que todos os produtos e serviços cotados ou contratados sejam entregues. Você é responsável pelo sucesso do projeto e estará trabalhando próximo aos gerentes funcionais apropriados para assegurar que todos objetivos do projeto sejam atingidos. 17 Responsabilidades Abaixo seguem as responsabilidades do gerente de projetos: • Revisar a documentação formal do projeto e tomar uma decisão para (Aceitar, Recusar ou Aceitar com condições) a responsabilidade pelo projeto. • Atuar como ponto central de contato para toda comunicação formal relacionada ao projeto dentro da organização. • Assegurar que os membros da equipe do projeto estejam cientes de suas responsabilidades e também, que todos os compromissos assumidos pelos indivíduos sejam realizados. • Gerenciar os compromissos contratuais para realizá-los em tempo, dentro do orçamento e com satisfação do cliente. • Controlar os custos, cronogramas, orçamentos e variações técnicas dentro das margens estabelecidas do projeto. • Manter toda documentação atualizada nos sistemas, bem como na base de conhecimento. • Seguir todos os processos e padrões metodológicos. • Reportar formalmente o status do projeto a gerencia regularmente, evitando supressas. Autoridade Abaixo seguem as autoridades do gerente de projetos: • Engajar e substituir o pessoal da equipe de projeto quando necessário e dirigir as atividades da equipe. • Para acessar os Gerentes de Recursos em todos os assuntos relativos ao projeto. • Para controlar o orçamento do projeto. • Para dirigir ações de monitoração de atividades referentes a tempo, custo, risco, performance e qualidade de forma a garantir que todos os problemas são prontamente identificados, reportados e solucionados. • Para contatar através das unidades funcionais e com todos os níveis de gerencia para realizar os objetivos do projeto. 18 • Para delegar a responsabilidade e autoridade do projeto dos membros de sua equipe. Escopo Desenvolver um sistema Mobile Bank – WAP para o cliente BANK FIAP. Os produtos a ser entregues incluem as seguintes funcionalidades: • Login • Pagamentos Bloqueto Concessionária Recarga Celular • Transferências Transfêrencia DOC TED • Consultas Saldo Extrato Pagamentos Transferências O projeto se restringe a desenvolver a camada de apresentação utilizando a linguagem de programação Java. O cliente irá fornecer: • Serviços de regra de negócio, na tecnologia Cobol; • Um componente de comunicação entre a camada de apresentação (Java) com a camada de regras de negócio (Cobol); • Especificações de comunicação; • Requisitos do sistema. Justificativa do Projeto O desenvolvimento de um sistema Mobile Bank - WAP tem como finalidade ao Banco, oferecer aos seus clientes um serviço moderno e inovador, 19 proporcionando uma facilidade nas transações bancárias e atraindo novos clientes. Já para a empresa TCC-MHP, este projeto visa colocá-la entre as maiores empresas de TI do Brasil. Premissas Técnicas O desenvolvimento do sistema Mobile Bank será baseado nas metodologias e modelos do CMMi nível 5 da TCC-MHP. O cliente irá fornecer: • Serviços de regra de negócio, na tecnologia Cobol; • Um componente de comunicação entre a camada de apresentação (Java) com a camada de regras de negócio (Cobol); • Especificações de comunicação; • Requisitos do sistema. Organizacionais Serão utilizados como ponto de partida alguns procedimentos cooperativos existentes e disponibilizados pelo departamento de engenharia de software. Ambientais Variáveis ambientais que impactam o projeto e devem ser acompanhadas. Não aplicáveis. Restrições Técnicas Por exigência do cliente a equipe deve ser composta por analistas desenvolvedores certificados na tecnologia Java. Gerenciais A data limite para a finalização do projeto é no dia 03/09/2008. O sistema Mobile Bank – WAP será exibido na semana da tecnologia bancária que se iniciará no dia 08/09/2008. Prazos A data limite para a finalização do projeto é no dia 03/09/2008. Investimentos 20 Para o desenvolvimento e conclusão do sistema Mobile Bank - WAP será destinado um investimento em torno de R$ 130.000,00, contando com R$10.000,00 em equipamentos. Riscos Preliminares Serviços de Regras de Negócio (Cobol) fornecido pelo cliente A falta de consistência nos serviços de regra de negócio (Cobol) e nas especificações de comunicação (Cobol-Java) fornecido pelo cliente. Impacto no projeto – Atrasos no período de desenvolvimento. Compatibilidade com aparelhos reais (celulares) A falta de padrão de WAP e a grande variedade de aparelhos celulares que é lançado no mercado. Impacto no projeto – A inviabilidade do uso do sistema em alguns aparelhos e o descontentamento dos clientes. Entregas do projeto Fase Produto / Resultados Termino (dias) PACOTE INICIAL Protótipo, modelo de análise e 50 modelo de design PACOTE 1 Funcionalidades: Login; Pagamentos (Bloqueto, Concessionária e Recarga Desenvolvimento Celular); 80 e testes Consultas (Pagamentos, Extrato e Saldo); Casos e evidências de teste das funcionalidade citada acima. PACOTE 2 Funcionalidades: Transferências (Transferência, DOC e Desenvolvimento 80 TED); e testes Consultas (Transferência); Casos e evidências de teste das funcionalidade citadas acima. Análise e Design Custos (R$) 25.000,00 35.000,00 35.000,00 21 Tabela 1: Entregas do projeto SET AGO JUL JUN PACOTE INICIAL PACOTE 1 PACOTE 2 MAI 1 2 3 ABR ATIVIDADE FEV ITEM MAR Cronograma Preliminar X X X Tabela 2: Cronograma preliminar Partes Interessadas Preliminar Stakeholders Cargo Empresa Danúbio Borba Augusto Camargos Marcos Pansanato Equipe de Projeto Diretor BANK FIAP Diretor TCC-MHP Gerente Projeto Variado Participação Influencia Alta Alta TCC-MHP Media Baixa X X Media Baixa X X X X X TCC-MHP Tabela 3: Partes interessadas preliminar X 1.3 Controle Integrado de Mudanças Assim que concluído o planejamento do projeto será gerado a linha de base de escopo, uma linha de base de prazo e uma linha de base de custo que serão usadas como referência para avaliar mudanças no projeto O Comitê de Mudanças da Fábrica de Projetos da empresa será o responsável para controlar as mudanças no projeto, através da linha de base de escopo. Suas principais atividades são: • Identificar mudanças; • Revisar e aprovar mudanças solicitadas; • Gerenciar mudanças aprovadas, no momento da sua execução; • Gerar nova linha de base; • Revisar e aprovar ações preventivas e corretivas solicitadas; 22 • Analisar e controlar impactos, gerando RCM (Relatório de Controle de Mudanças), em custos, cronogramas, requisitos de qualidade e riscos. 1.3.1 Formulário de Requisição de Mudanças Toda solicitação de alteração deverá ser requisita ao comitê através do preenchimento do formulário de requisição de mudanças apresentado abaixo: Projeto ID: Baseline Versão: Título Projeto: Informações do Projeto: Mudança #: Versão: Data: Solicitante: Descrição da Mudança: Motivo da Mudança: Impacto no Cronograma: Milestone/Tarefas Data Original Nova Data Comentário Impacto no Custo: Aprovações: Função/Cargo Nome Iniciais /Chav e Comentário 23 Ilustração 1: Formulário de requisição de mudança 24 1.3.2 Fluxo de Requisição de Mudanças act Business Process Model Início Preencher Formulário de Requisição de Mudança (Equipe) Encamihar Formulário ao Comitê de Mudanças (Equipe) Comitê de Mudanças Analisa Requisição (Comitê) Comitê de Mudanças mapeia Impactos (Comitê) Aprova [Não] Emite Comunicado de Não Aprov ação (Comitê) [Sim] Emite Comunicado de Aprov ação (Comitê) Realiza Replanej amento j unto do Coordenador do Proj eto, Salv a Nov a Linha de Base e Publica (Comitê e Coordenador) Elabora RCM e Registra Mudança no Relátório de Controle de Mudanças (Comitê) Fim Ilustração 2: Fluxo de requisição de mudanças 25 2 Gerenciamento do Escopo 2.1 Plano de Gerenciamento do Escopo O plano de gerenciamento do escopo do projeto visa demonstrar os requisitos que fazem parte do projeto e os requisitos que não fazem parte do projeto. O objetivo deste plano é garantir que o trabalho proposto seja executado para proporcionar o sucesso no projeto. Fazem parte deste plano: Definição do Escopo, Controle do Escopo e Mudança do Escopo. 2.1.1 Definição do Escopo A definição do escopo deverá fornecer uma visão das necessidades e características do sistema a serem desenvolvidos pelo projeto. Detalhes do projeto podem ser verificados nos requisitos funcionais, requisitos não funcionais e na respectiva lista de requisitos. Este artefato tratará principalmente da definição do que está e do que não está incluído no projeto. Seu principal objetivo é de garantir que o resultado do trabalho do projeto corresponda à entrega do escopo do produto especificado. Por fim este plano deverá registrar os critérios de aceite do produto terminado. 2.1.2 Controle do Escopo O controle do escopo será executado em cima da linha de base de escopo que será salva no final do planejamento e no final de cada replanejamento. A cada evento inesperado o escopo deve ser verificado para garantir que está sendo elaborado exatamente o que foi proposto. 2.1.3 Mudança do Escopo Como mencionado no item de integração, toda mudança de escopo deverá ser requisitada através do preenchimento de um formulário a ser enviado ao 26 comitê integrado de mudanças. Este comitê tem a responsabilidade de aprovar a mudança e controlar os impactos. 2.2 Declaração do Escopo Escopo Desenvolver um sistema Mobile Bank – WAP para o cliente BANK FIAP. Os produtos a ser entregues incluem as seguintes funcionalidades: • Login: Processo autenticado com usuário e senha. • Pagamentos Bloqueto: Pagamento de Bloquetos através do código de barras; Concessionária: Pagamento de Concessionária através do código de barras; Recarga Celular: Recarregamento de Celular através do código da operadora e número do aparelho. • Transferências Transfêrencia: Transferência entre contas do mesmo Banco; DOC: Transferências entre Bancos diferentes e com valor inferior a R$ 5.000,00; TED: Transferências entre Bancos diferentes e com valor igual ou superior a R$ 5.000,00 • Consultas Saldo: Consulta de Saldo Bancário; Extrato: Consulta de Extrato Banário, limitado dos últimos 30 dias; Pagamentos: Consulta Pagamentos efetuados da Conta informada; Transferências: Consulta Transferências efetuados da Conta informada. • Manual do Usuário: Passo a Passo de cada funcionalidade. O projeto se restringe a desenvolver a camada de apresentação utilizando a linguagem de programação Java. 27 O cliente deverá fornecer: • Serviços de regra de negócio, na tecnologia Cobol; • Um componente de comunicação entre a camada de apresentação (Java) com a camada de regras de negócio (Cobol); • Especificações de comunicação; • Requisitos do sistema. Itens Excluídos Funcionalidades O escopo do projeto se restringe aos requisitos apresentados acima. Não incluí nenhum tipo de transação bancária de investimentos outro tipo que não esteja citado no item escopo. Premissas Técnicas O desenvolvimento do sistema Mobile Bank será baseado nas metodologias e modelos do CMMi nível 5 da TCC-MHP. O cliente irá fornecer: • Serviços de regra de negócio, na tecnologia Cobol; • Um componente de comunicação entre a camada de apresentação (Java) com a camada de regras de negócio (Cobol); • Especificações de comunicação; • Requisitos do sistema. Organizacionais Serão utilizados como ponto de partida alguns procedimentos cooperativos existentes e disponibilizados pelo departamento de engenharia de software. Ambientais Variáveis ambientais que impactam o projeto e devem ser acompanhadas. Não aplicáveis. Restrições Técnicas 28 Por exigência do patrocinador a equipe deve ser composta por analistas desenvolvedores certificados na tecnologia Java. Gerenciais A data limite para a finalização do projeto é no dia 02/09/2008. O sistema Mobile Bank – WAP será exibido na semana da tecnologia bancária que se iniciará no dia 10/09/2008. Riscos Montagem da Equipe Ter todos integrantes da equipe disponíveis na empresa e com a capacitação exigida do patrocinador. Entregas/Faseamento do Projeto Fase Produto / Resultados Iniciação Planejamento Execução e Controle Acompanhamento Encerramento e Plano de Projeto; Termo de Abertura e Dec. Preliminar de Escopo. Plano de Gerenciamento de Escopo o Declaração de Escopo; o EAP; o Dicionário da EAP. Plano de Gerenciamento do Tempo o Lista de Atividades; o Cronograma. Plano de Gerenciamento de Custo o Curva S. Plano de Gerenciamento da Qualidade o Plano de Controle e Garantia da Qualidade. Plano de Gerenciamento da Comunicação o Plano da Comunicação; o Plano de Escalonamento; o Matriz dos Stakeholders; o Matriz dos Relatórios. Plano de Gerenciamento de Riscos o Matriz de Riscos e Plano de Respostas. Plano de Gerenciamento de RH o Organograma; o Matriz de Responsabilidades. Plano de Gerenciamento de Aquisições o RFP. Painel de Controle; Controle Quantitativo. Termo de Aceite Tabela 4: Entregas/Faseamento do projeto 29 Entregas/Faseamento do Produto Fase Produto / Resultados Análise e Design Desenvolvimento e testes Desenvolvimento e testes Termino Custos (dias) (R$) PACOTE INICIAL Protótipo, modelo de análise e 50 modelo de design PACOTE 1 Funcionalidades: Login; Pagamentos (Bloqueto, Concessionária e Recarga Celular); 80 Consultas (Pagamentos, Extrato e Saldo); Casos e evidências de teste das funcionalidade citada acima. PACOTE 2 Funcionalidades: Transferências (Transferência, DOC e TED); 80 Consultas (Transferência); Casos e evidências de teste das funcionalidade citadas acima. 20.000,00 40.000,00 40.000,00 Tabela 5: Entrega/Faseamento do produto Detalhes dos Entregáveis do Produto: • Pacote Inicial: Corresponde ao Projeto Lógico e Projeto físico do projeto gerando o protótipo, o modelo de análise e o modelo de design do aplicativo; • Pacote1: Correspondem as seguintes funcionalidades do aplicativo já concluídas e testadas: o Login; o Pagamentos de Bloqueto, Concessionária e Recarga de Celular; o Consultas de pagamentos, extrato e saldo da conta corrente. • Pacote2: Corresponde as seguintes funcionalidades do aplicativo já concluídas e testadas: o Transferências de valores, DOCs eletrônicos e TED; o Consultas de transferências. 30 Organograma Preliminar do Projeto Patrocinador Danubio Borba Responsável pelo Projeto Augusto Camargos Gerente de Projeto Gerentes de Recursos Marcos Pansanato Membros da Equipe Ilustração 3: Organograma preliminar do projeto Critérios de aceitação A aceitação do produto será realizada através testes com aparelhos reais executados num ambiente de desenvolvimento do cliente. O teste será feito com pelo menos 1 aparelho de cada marca, dentre as principais do mercado. 2.3 EAP (Estrutura Analítica do Projeto) A EAP abaixo se trata do agrupamento dos elementos do projeto, orientados para resultados, que organiza e define o completo escopo do projeto. Cada nível descendente representa uma definição cada vez mais detalhada do 31 trabalho do projeto. O primeiro nível de decomposição da EAP deste projeto deve conter as fases do projeto e o segundo nível deve conter os produtos do projeto, ou seja, os pacotes de trabalho. Ilustração 4: EAP 2.4 Dicionário da EAP Segue abaixo o dicionário da EAP contem a descrição de todos os pacotes de trabalho da EAP. 32 Ilustração 5: Dicionário da EAP 2.5 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do escopo do projeto: • Caso haja qualquer alteração no escopo do projeto, será enviada uma requisição de mudança ao comitê integrado de mudanças. • Após a compreensão integral do escopo, uma nova avaliação de esforço e duração do projeto deverá ser realizada devido ao nível de detalhes do escopo fornecido. 33 3 Gerenciamento do Prazo 3.1 Plano de Gerenciamento do Prazo O plano do prazo do projeto visa planejar e controlar a lista de atividades realizando estimativas e acompanhamento de tempo, esforço e prazo de cada atividade. A lista de atividades e as estimativas devem ser compiladas num cronograma, representando a evolução do projeto seguindo a linha do tempo. Este plano se divide em Definição do Cronograma, Controle do Cronograma e Mudança do Cronograma. 3.1.1 Definição do Cronograma O cronograma contempla o seqüenciamento das atividades, a estimativa de duração e de recursos de cada atividade, e por fim demonstra uma visão do diagrama de rede do projeto. A construção do cronograma deverá seguir a estrutura da EAP e as atividades da lista de atividades. 3.1.2 Controle do Cronograma Após conclusão do planejamento do prazo, será gerada uma linha de base do tempo. Semanalmente o andamento das atividades e os prazos do projeto serão controlados. O percentual de conclusão de cada atividade será coletado junto a equipe e lançado no cronograma (MS Project). Um relatório será gerado através da função “Analisar dados de escala do tempo no Excel” da ferramenta, onde apontará a quantidade de horas acumulada do projeto perante o percentual de conclusão, através de uma curva “S”. Com este relatório será analisado o andamento do projeto, comparando com alinha de base do tempo e caso necessário, uma solicitação de alteração de prazo será 34 enviada ao Comitê de Mudanças do projeto. O gerente do projeto fica responsável pelas renegociações de prazos junto à sponsor do projeto. 3.1.3 Mudança do Cronograma Qualquer alteração no cronograma que impacte no prazo de algum entregável e até mesmo na data final de conclusão do projeto, deverá ser solicitada autorização ao comitê integrado de mudanças para o mesmo aprovar efetuar a atualização da linha de base de prazo. 3.2 Lista de Atividades A lista de atividades identifica e elenca todas as atividades necessárias para completar todo trabalho do projeto, bem como uma estimativa de tempo e de recurso necessário. 35 36 Ilustração 6: Lista de atividades 37 3.3 Cronograma O cronograma contempla o seqüenciamento das atividades, a estimativa de duração e de recursos de cada atividade, e por fim demonstra uma visão do diagrama de rede do projeto. Ilustração 7: Cronograma com recursos 38 Ilustração 8: Cronograma com custo 3.4 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do gerenciamento tempo do projeto: • Caso haja qualquer alteração no prazo do projeto, deverá ser requisitada a aprovação ao comitê integrado de mudanças; • Após a compreensão integral do escopo, uma nova avaliação do cronograma deverá ser feita devido ao nível de detalhes do escopo fornecido. 39 4 Gerenciamento do Custo 4.1 Plano de Gerenciamento do Custo O plano de gerenciamento de custo visa levantar as estimativas de custos e acompanhar os gastos do projeto. Compõe este plano a Definição do Custo, o Controle do Custo e Mudança de Custo. 4.1.1 Definição do Custo A definição do custo será realizada na estimativa de custo levantada na lista de atividades do projeto. Esta estimativa será consolidada dentro do cronograma do projeto. 4.1.2 Controle do Custo Após conclusão do planejamento do custo, será gerada uma linha de base de custo. Semanalmente os custos do projeto serão controlados através da análise da curva “S”, comparando com a linha de base de custo. Qualquer desvio de custo identificado será enviada uma solicitação de mudança ao Comitê de Mudanças. 4.1.3 Mudança do Custo Qualquer alteração no custo deverá ser solicitada autorização ao comitê integrado de mudanças para o mesmo ao aprovar e efetuar a atualização da linha de base de custo. 4.2 Estimativas 40 A estimativa de custo do projeto está representada na lista de atividades criada no gerenciamento do tempo. Vide lista de atividades com estimativa de custo no capítulo anterior. A estimativa deve ser realizada por atividade. 4.3 Curva S O resultado da acumulação das distribuições percentuais, parciais e totais de custo será representa através da curva “S”. Por conseguinte, a curva “S” será extraída do cronograma (MS Project) através da funcionalidade de “Analisar dados de escala de tempo no Excel”. 3.500,00h R$ 140.000,00 3.000,00h R$ 120.000,00 2.500,00h R$ 100.000,00 2.000,00h R$ 80.000,00 1.500,00h R$ 60.000,00 1.000,00h R$ 40.000,00 500,00h R$ 20.000,00 C u sto T rab alh o Curva - S (Trabalho / Custo) Total Trabalho acumulado Total Custo acumulado R$ 0,00 27 /1 1 0 /20 /2 0 2 4 /20 8 /2 0 8 / 9 / 20 0 3 2 3 /2 0 8 /3 0 8 / 6 / 20 0 4/ 8 20 20 /4 0 8 / 4 / 20 0 5/ 8 18 20 /5 0 8 / 1 / 20 0 6/ 8 15 20 /6 0 2 9 /20 8 /6 0 1 3 /20 8 /7 0 2 7 /20 8 /7 0 8 1 0 /20 /8 0 2 4 /20 8 /8 0 8 /2 00 8 0,00h Semanas Ilustração 9: Curva S 4.4 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do custo do projeto: • Caso haja qualquer alteração no custo do projeto deverá ser solicitada aprovação ao comitê integrado de mudanças. 41 • Após a compreensão integral do escopo, uma nova avaliação do custo deverá ser feita devido ao nível de detalhes do escopo fornecido. 42 5 Gerenciamento da Qualidade 5.1 Plano de Gerenciamento da Qualidade Política de qualidade corporativa Ilustração 10: Política de qualidade corporativa Interessada em produzir qualidade a TCC–MHP certificou pela ISO 9001 em Janeiro de 2007. Para ser líder é preciso chegar sempre à frente, por isso a TCC-MHP é reconhecida no mercado de TI e ocupa uma posição de destaque entre os líderes do segmento. O crescimento é conseqüência da visão de futuro e um objetivo que faz parte constante de nossos planejamentos. Hoje a empresa segue as normas da ISO 9001, versão 2000. Compromissos da empresa: o Constância de propósitos; o Compromisso com a qualidade; o Envolvimento e foco no cliente; o Orientado a processos; o Melhoria contínua; o Sistema centrado em gerenciamento; o Investimento em conhecimento; o Trabalho em equipe; 43 o Manutenção das pessoas o Envolvimento total; o Compromisso de longevidade. Política de qualidade da fábrica de software Ilustração 11: Política de qualidade da fábrica de software Interessada em seguir um modelo de referência que contém práticas (Genéricas ou Específicas) necessárias à maturidade em disciplinas específicas a TCC-MHP se certificou em CMMI nível 5 em Janeiro de 2008 e segue por sua vez 22 processos bem definidos: o Análise Causal e Resolução; o Gerência de Configuração; o Análise de Decisão e Resolução; o Gerenciamento Integrado de Projeto; o Medição e Análise; o Inovação Organizacional e Deployment; o Definição de Processo Organizacional; o Foco de Processo Organizacional; o Desempenho de Processo Organizacional; o Treinamento Organizacional; o Monitoração e Controle de Projeto; o Planejamento de Projeto; o Garantia da Qualidade de Processo e Produto; o Integração de Produto; o Gerenciamento Quantitativo de Projeto; 44 o Gerenciamento de Requisitos; o Desenvolvimento de Requisitos; o Gerenciamento de Riscos; o Gerenciamento de Acordo com Fornecedor; o Solução Técnica; o Validação; o Verificação. Critérios e Tolerâncias Todos os requisitos de qualidade, demonstrados acima devem estar 100% aderentes. Padrões adotados para o projeto Gerenciamento do Projeto: Tipo de Aspectos Funcionais Requisito Requisito O gerenciamento de projetos deve seguir as melhores práticas propostas pelo PMI no PMBOK. Métricas Percentual de aderência aos processos; de qualidade Critério de Atingir mais de 80% de aderência. Aceitação Método de Auditorias internas. Verificação Lista de Baseada nas disciplinas do PMBOK. Verificação da Qualidade Tabela 6: Padrões adotados – Gerenciamento do projeto Análise, Design, Implementação e Testes: Tipo de Aspectos Funcionais Requisito Requisito As fases do ciclo de vida, proposto pelo RUP, deverão seguir os processos proposto pelo CMMI. Métricas Percentual de aderência aos processos; de qualidade Critério de Atingir mais de 90% de aderência. Aceitação Método de Auditorias internas. Verificação Lista de Baseada nos processos desenhados para cada fase. 45 Verificação da Qualidade Tabela 7: Padrões adotados – Análise, design, implementação e testes 5.2 Garantia da Qualidade Matriz de Responsabilidades Função Diretor – Sponsor Diretor Gerente de Projeto Àrea de qualidade Area Jurídica Nome Danúbio Boroba Responsabilidade Patrocinar o custo do projeto e tomar decisões em tempo hábil. Augusto Camargos Supervisionar que a qualidade está sendo atendida. Marcos Pansanato Garantir que as listas de verificação estão sendo executadas. SEPG Realizar as verificações de PMI, CMMI e ISO Advogado principal Realizar a verificação do contrato de subcontratação. Tabela 8: Garantia da qualidade – Matriz de responsabilidades Ações da Garantia Ação Periodicidade Executar auditorias Semanalmente internas CMMI. Executar auditorias Mensalmente internas ISO. Responsável Impacto SEPG Processos de engenharia de software. SEPG Processos administrativos. Tabela 9: Ações da garantia da qualidade 5.3 Controle da Qualidade Ações do Controle Ação Executar as listas de verificação de código fonte. Executar verificações dos processos PMI. Acompanhamento jurídico do andamento do contrato de subcontratação. Periodicidade Responsável Impacto No final de cada Marcos Pansanato Código fonte funcionalidade do aplicativo. Quinzenalmente SEPG Processos de gestão. Quinzenalmente Advogado principal Contrato. Tabela 10: Ações do controle da qualidade 46 Controlar a implementação das correções indicadas pelas inspeções realizadas dentro do prazo pré-estabelecido; Gerar semanalmente o diagrama de pareto indicando os principais problemas encontrados – Toda Sexta-Feira; Modelo do gráfico Pareto: Ilustração 12: Modelo do gráfico de pareto Gerar semanalmente o relatório de acompanhamento das correções – Toda sexta-feira. Ilustração 13: Relatório semanal de acompanhamento de correções 47 5.4 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do gerenciamento da Qualidade: • Todos os requisitos de qualidade, demonstrados acima devem estar 100% aderentes. 48 6 Gerenciamento da Comunicação 6.1 Plano da Comunicação O plano de comunicação fornece as ligações críticas entre pessoas e informações que são necessárias para garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada. Foco Kick off Forma de Quando Comunicar Reunião Emissor Início do Projeto Gerente do Projeto Presencial Receptor Stakeholders (Marcos) Reunião Status do Presencial Quinzenal Projeto E-mail Gerente do Projeto Stakeholders (Marcos) Dúvidas Técnicas Processos e Infra- E-mail Conforme Telefone Necessário Equipe do Projeto Equipe Técnica do Cliente Estrutura Acompanha mento Interno Validação Reunião Semanal Presencial E-mail Gerente do Projeto (Marcos) Após entregas Termo de Aceite dos Produtos Equipe do Projeto Gerente do Projeto Gerente do Projeto (Marcos) Tabela 11: Plano de comunicação do lado Cliente 49 6.2 Plano de Escalonamento O plano de escalonamento representa a hierarquia e o tempo onde um evento crítico deve ser escalonado com a intenção que seja solucionada evitando maiores impactos no projeto. Severidade Alta Descrição Forma Afeta o Prazo final do Telefone Projeto Conference Afeta somente o Prazo Média de alguma fase do Projeto Afeta somente alguma Baixa atividade de uma fase do Projeto Reuniões/ E-mails Tempo 3 dias Responsável Diretor (Danúbio Borba) Diretor 2 dias (Augusto Camargos) Gerente do Reuniões E-mails 1 dia Projeto (Marcos Pansanato) Tabela 12: Plano de escalonamento 6.3 Matriz dos Stakeholders (SAM) A matriz dos stakeholders mapeará os stakeholders através das categorias: o A – Elevado interesse/ importância, Elevada influência Estes stakeholders são à base de uma coligação de suporte efetiva do projeto. o B – Elevado interesse/ importância, Baixa influência Estes stakeholders necessitarão de iniciativas especiais para os seus interesses serem protegidos. C – Baixo interesse/ importância, Elevada influência Estes stakeholders podem influenciar os resultados do projeto, mas as suas prioridades não são as do projeto. Podem ser um risco ou obstáculo ao projeto. o D – Baixo interesse/ importância, Baixa influência Estes stakeholders têm menor importância para o projeto. 50 Ilustração 14: Matriz dos stakeholders (SAM) 6.4 Matriz dos Relatórios (SRM) A Matriz de relatórios do projeto é apresentada através da seguinte tabela: Emissor Relatório Period. Formato Marcos Pansanato Status Report Quinzenal Slides (PPT) Marcos Pansanato Diário de Bordo Semanal Planilha (XLS) Marcos Pansanato Marcos Pansanato Marcos Pansanato Marcos Pansanato Receptor Augusto Camargos / Danúbio Borba Augusto Carmargos / Equipe do Projeto Acompanhamento de Prazo – Curva S Project Augusto Project: “Analise dados Quinzenal (expotado Camargos de escala do tempo no para XLS) Excel” Acompanhamento de Custo – Curva S Project Augusto Project: “Analise dados Quinzenal (expotado Camargos de escala do tempo no para XLS) Excel” Diagrama de pareto indicando os principais Planilha Augusto problemas Semanal (XLS) Camargos / SEPG encontrados de qualidade. Relatório de acomp. Planilha Augusto das correções de Semanal (XLS) Camargos / SEPG problemas Tabela 13: Matriz de relatórios Canal E-mail E-mail E-mail E-mail E-mail E-mail 51 6.5 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do gerenciamento de comunicação: • Semanalmente a eficiência da comunicação do projeto será analisada e ajustada caso necessário. 52 7 Gerenciamento de Riscos 7.1 Plano de Gerenciamento de Riscos O objetivo do plano de gerenciamento de riscos é aumentar a probabilidade e impacto dos eventos positivos e diminuir a probabilidade e impacto dos eventos negativos do projeto. Método de Identificação de Riscos Os riscos serão identificados através de uma análise das premissas e restrições do projeto. Possíveis eventos que podem impactar em escopo, prazo e custo devem ser identificados e acompanhados. Freqüência de Monitoramento dos Riscos Semanalmente os riscos do projeto serão acompanhados. Novos riscos poderão ser identificados e os já existentes serão analisados e/ou mitigado/contigenciado/eliminado. Matriz de Responsabilidades do Plano de Riscos Identificação de Riscos Equipe do Projeto Análise Quantitativa/Qualitativa Gerente do Projeto Resposta a riscos Equipe do Projeto/Gerente do Projeto Controle e Monitoramento a Riscos Gerente do Projeto Tabela 14: Matriz de responsabilidades do plano de riscos 7.2 Matriz de Riscos – Probabilidade X Impacto A matriz de riscos tem a função de quantificar as probabilidades de cada evento de risco e o seu impacto no projeto. Cada risco é priorizado de acordo com a probabilidade e impacto. Critério de Probabilidade: 53 o De 1 a 3: Provavelmente não ocorra, mas é necessário monitorar. o De 4 a 6: Tem probabilidade de ocorrer; o De 7 a 10: Bem provável que ocorra. Critério de Impacto: o De 1 a 3: Impacto insignificante no projeto; o De 4 a 6: Impacto mensurável no projeto; o De 7 a 10: Impacto significativo no projeto. Critério da Avaliação: o De 1 a 10: Severidade baixa; o De 11 a 40: Severidade média; o De 41 a 100: Severidade alta. A avaliação representa a severidade do risco e é calculada da multiplicação da probabilidade pelo impacto. Ilustração 15: Matriz de riscos 7.3 Plano de Respostas aos Riscos O plano de respostas ao risco está contido na mesma matriz de riscos, vide item anterior, e representa a ação em cima de cada risco: o Mitigar; o Contingência; 54 o Follow-Up. A matriz também representa o Status do risco: o Identificado; o Mitigado; o Contigenciado; o Eliminado. 7.4 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do gerenciamento de risco do projeto: • Após a compreensão integral do escopo, uma nova avaliação dos riscos deverá ser feita devido ao nível de detalhes do escopo fornecido. • Semanalmente os riscos do projeto serão acompanhados. Novos riscos poderão ser identificados e os já existentes serão analisados e/ou mitigado/contigenciado/eliminado. 55 8 Gerenciamento de RH 8.1 Plano de Gerenciamento de RH A equipe do projeto será montada com recursos da empresa, não havendo necessidade de envolver a área de RH da empresa em novas contratações. Alocações As alocações dos recursos devem ocorrer 10 dias antes do início do projeto. Perfil O perfil dos recursos deve ser avaliado através de uma avaliação de conhecimento técnico. Decisão de Treinamento Caso não seja montada a equipe por falta de perfil, deverá ser aplicado treinamento as pessoas selecionadas e reprovadas na avaliação técnica. Monitoramento do Recurso Quinzenalmente os recursos devem ser avaliados para verificar o andamento de suas atividades e sua motivação no projeto. 8.2 Organograma O organograma é usado para mostrar posições e relacionamentos em um formato gráfico de cima para baixo. A aparência do organograma é semelhante com a da EAP, mas em vez de ser organizado de acordo com a decomposição de entregas do projeto, ele é organizado de acordo com os níveis hierárquicos, representa a equipe do projeto. 56 Ilustração 16: Organograma do projeto 8.3 Matriz de Responsabilidades A matriz de rastreabilidade tem o objetivo de delimitar e demonstrar as responsabilidades das pessoas envolvidas no projeto. Esta matriz está contida no mesmo artefato do organograma, vide item anterior. Ilustração 17: Matriz de responsabilidades no projeto 57 8.4 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do gerenciamento de RH: • Durante todo o projeto deve ser feito o acompanhamento motivacional da equipe. 58 9 Gerenciamento de Aquisições 9.1 Plano de Gerenciamento de Aquisições A construção do módulo de Login será subcontratada. Motivo da Subcontratação: o Falta de conhecimento na equipe interna na tecnologia JAAS (Java). Forma de Subcontratação: o Uma RFP (Request for proposals) será elaborada para a seleção do fornecedor; Critérios de seleção do fornecedor: o Cumprimento de todos os requisitos e restrições com o menor valor, estipulado na forma de “Pacote Fechado”. Administração do Contrato: o O contrato será adminstrado pela área jurídica da TCC-MHP. Penalidades: o O não cumprimento integral do contrato implica em multa para a contratada. 9.2 RFP e DT A RFP (request for proposals) é o documento de aquisição onde descreve a necessidade de contratação. A RFP irá contemplar a DT (declaração de trabalho), base para a elaboração do contrato a ser assinado. 59 RFP Conceitos RFP. Segundo http://www.investorwords.com/cgi- bin/getword.cgi?4277, Request For Proposal is an invitation for providers of a product or service to bid on the right to supply that product or service to the individual or entity that issued the RFP. SLA. Service Level Agreement é um contrato entre fornecedor e contratante que especifica, em métricas, como o serviço deverá ser prestado. Entende-se por métrica de SLA, por exemplo: acuracidade de estimativa de prazos; tempo e qualidade de resposta ao atendimento a solicitações do cliente; número de atendimentos simultâneos; penalidade para o caso de atrasos no cumprimento de prazos. Requisitos Os requisitos deste sistema, objeto desta RFP, se restringem a construção do módulo de login da aplicação Móbile Bank - WAP. Requisitos do Fornecedor 1. Apresentação da TCC-MHP: funcionamento (métricas, precificação, etc), nível de atendimento (artefatos, processo, equipe, etc), avaliação do processo (padrões de qualidade, padrões de codificação, padrões de acuracidade, etc); 2. O processo de desenvolvimento da fábrica a ser contrata deve levar em consideração que os indivíduos que fazem parte do mesmo, podem estar localizados em diferentes localidades. Isso pode dificultar ou mesmo impossibilitar a realização de reuniões presenciais. 3. A fábrica deve adotar um modelo de desenvolvimento de software baseado no CMMi nível 3. 4. O processo de desenvolvimento da fábrica deve apresentar: a. Políticas que normatizem o acesso aos artefatos produzidos pela fábrica pelas instituições colaboradoras; b. Políticas de validação e aceitação de artefatos submetidos pelas instituições colaboradoras; 60 c. Mecanismos que estimulem a participação das instituições colaboradoras. 5. A fábrica deve contar com profissionais experientes na tecnologia JAAS (Java). Requisitos do Sistema 1. O sistema deve ser desenvolvido em Java e em uma arquitetura em camadas e fornecida pela TCC-MHP. Está arquitetura está preparada para funcionamento da aplicação em aparelhos móveis do tipo WAP; 2. Junto da arquitetura, também será fornecido pela TCC-MHP o protótipo, modelo de análise e modelo de design do Módulo de Login, a ser desenvolvido; 3. Mecanismos de login a serem implementados: - Autenticação: Verificação de que o cliente é realmente quem ele diz ser; • Passos: 1. O cliente instancia um novo contexto de login. Esta é uma classe fornecida pelo container. Ela é responsável por coordenar o processo de login. 2. O contexto de login instancia um novo objeto Configuration, que deve ser escrito pelo desenvolvedor. Esse objeto sabe o tipo de autenticação que o sistema irá usar. 3. O contexto de login pede ao objeto Configuration a lista de mecanismos de autenticação que serão utilizados. 4. O objeto Configuration retorna uma lista de mecanismos de autenticação. Cada um desses é chamado de módulo de login (LoginModule). Um módulo de login sabe como contactar um provedor de segurança específico e autenticar de uma maneira proprietária. 61 5. O contexto de login instancia os módulos de login. Podese ter muitos módulos de login se for necessário fazer autenticação através de vários provedores de segurança. 6. O contexto de login inicializa os módulos de login. 7. O código cliente tenta logar chamando o método login() no contexto de segurança. 8. O contexto de segurança delega a chamada ao método login() aos módulos de login, já que somente os módulos de login sabem como executar a autenticação. 9. Os módulos de login (escritos pelo desenvolvedor) autenticam o usuário usando um modo proprietário. 10. Se o login for feito com sucesso, então é indicado aos módulos de login que eles devem fazer o commit (commit()). Eles também podem abortar (abort()) se a autenticação falhar. 11. Um novo objeto Subject é retornado para o código cliente. Esse objeto Subject representa alguém (ou algo) que foi autenticado. Esse objeto pode ser usado para executar operações seguras. 12. O código cliente instancia um novo objeto Action. Esse objeto é uma instância de uma classe escrita pelo desenvolvedor. Esse objeto sabe como executar uma operação que deve ser executada de forma segura. 13. O desenvolvedor diz ao objeto Subject para fazer (do) a ação como (as) o objeto Subject, por isso o nome doAs() do método. 62 14. O objeto Subject chama o método run() do objeto Action. 15. O objeto Action executa a sua operação e o contexto de segurança do usuário logado é automáticamente propagado junto com a chamada do método. Isso completa a autenticação. Já que o contexto de segurança é passado para o servidor, o servidor pode agora executar o processo de autorização. - Autorização: Verificação de que um cliente previamente autenticado tem permissão para executar uma operação desejada. Para este caso será adota a autorização do tipo programada. • Passos: 1. Escrever a lógica de segurança. 2. Declarar os papéis de segurança abstratos que o bean usa. 3. Mapear papéis abstratos para papéis reais. Sistema Segue abaixo o escopo completo da aplicação Mobile Bank – WAP: • Login: Processo autenticado com usuário e senha. Objeto desta RFP. • Pagamentos Bloqueto: Pagamento de Bloquetos através do código de barras; Concessionária: Pagamento de Concessionária através do código de barras; Recarga Celular: Recarregamento de Celular através do código da operadora e número do aparelho. • Transferências Transfêrencia: Transferência entre contas do mesmo Banco; DOC: Transferências entre Bancos diferentes e com valor inferior a R$ 5.000,00; TED: Transferências entre Bancos diferentes e com valor igual ou superior à R$ 5.000,00 63 • Consultas Saldo: Consulta de Saldo Bancário; Extrato: Consulta de Extrato Bancário, limitado dos últimos 30 dias; Pagamentos: Consulta Pagamentos efetuados da Conta informada; Transferências: Consulta Transferências efetuados da Conta informada. Prazos e Condições • Prazo: A empresa a ser contrata deverá desenvolver o módulo de login em 5 dias úteis, concluindo até o dia 04 de abril de 2008; • Condições: Caso haja estouro de prazo na conclusão e entrega do módulo de login, será cobrada uma multa de 50% do valor a ser fechado mais 10% por dia de atraso. Premissas e Restrições • Premissas: Vide item 2.2 Requisitos do fornecedor; • Restrição: Concluir a demanda até o dia 04 de abril de 2008. Critérios de Avaliação da RFP A empresa concorrente terá enviar resposta à RFP estão dando um acordo nos requisitos e condições impostas, principalmente no cumprimento do prazo, e fornecer o valor a ser cobrado na forma de Pacote Fechado. 9.3 Premissas Segue(m) abaixo premissa(s) do gerenciamento de Aquisições: • O contrato deverá ser assinado até 10 dias antes do início previsto da atividade. 64 10 Controle e Acompanhamento Para um maior controle e acompanhamento deste projeto, segue abaixo alguns artefatos: 10.1 Painel de Controle O painel de controle do projeto é uma planilha onde será registrada todas ações gerenciais executadas para mitigação e eliminação de riscos e controle de mudanças (RCM). Abaixo segue detalhamento de como será realizado o controle e acompanhamento do projeto: Ações Gerenciais: Ilustração 18: Ações gerencias 65 Acompanhamento de Mudanças (RCM): Ilustração 19: Acompanhamento de mudanças 10.2 Controle Quantitativo O controle quantitativo do projeto representa uma análise de comparação de esforço planejado para cada atividade do projeto, perante o esforço realizado. O controle é representado numa planilha com as seguintes abas: • Análise - Atividades: o Project Baseline: 20 atividades colhidas por dados históricos da TCC-MHP como baseline para formação do desvio padrão (sigma) e por sua vez formação dos seguintes indicadores: LC Médio; LC + 1 Sigma; LC – 1 Sigma; LC + 2 Sigma; LC – 2 Sigma; LC + 3 Sigma; LC – 3 Sigma. 66 Obs: Esses indicadores formam um gráfico de controle estável para as 20 atividades de baseline. o Project Real: Local para inserir as atividades do projeto com 100% de conclusão, juntamente com seu esforço planejado mais seu esforço realizado. Com base nos limites do formados no Project Baseline um novo gráfico de controle é formado, desta vez com desvios das atividades reais. Este gráfico de controle deve ser analisado seguindo as seguintes regras: Qualquer ponto acima do limite de +3 Sigma; Qualquer ponto abaixo do limite de -3 Sigma; 2 pontos consecutivos acima do limite de +2 Sigma; 2 pontos consecutivos abaixo do limite de -2 Sigma; 4 pontos consecutivos acima do limite de +1 Sigma; 4 pontos consecutivos abaixo do limite de -1 Sigma; 6 pontos consecutivos em uma fileira tendendo para cima ou para baixo; 14 pontos consecutivos em uma fileira alternada para cima e para baixo. • Causa-Raiz: o Nesta planilha deve ser elaborado um gráfico do tipo Ishikawa para cada atividade que cair nas regras citadas acima, com a intenção de identificar a verdadeira causa do desvio. • Plano de Ações: o Nesta planilha deve ser registrado um plano de ação para cada causa raiz de desvio identificado, através dos seguintes atributos: Número (ID); Nome da Medição; Data de Inclusão; Causa Raiz; Ação; Abordagem; Data Limite; Responsável; 67 Situação; Data de Conclusão. O objetivo principal deste plano e atacar desvios de esforço identificando a causa e montando um plano de ação, para acarretar na melhoria continua do projeto. Projeto Linha de Base Ilustração 20: Gráfico de controle - Projeto linha de base 68 Projeto Real Ilustração 21: Gráfico de controle – Projeto real Análise de Causa Raiz Ilustração 22: Ishikawa – Análise de causa raiz 69 Ações corretivas/preventivas Ilustração 23: Ações corretivas/preventivas 70 CONCLUSÃO Este trabalho procurou demonstrar na prática a elaboração de um plano de projetos seguindo as melhores práticas de gerenciamento de projetos, segundo o PMI, desde a iniciação do projeto até o encerramento do mesmo, passando pelo planejamento, execução e controle do projeto. O projeto case deste planejamento é o Móbile Bank – WAP, que se trata do desenvolvimento de um aplicativo para efetuar algumas transações bancárias através de aparelhos celulares. O resultado final foi que os processos seguidos e os artefatos gerados para cada uma das disciplinas, se integrando garantem uma maior assertividade de sucesso do projeto. O primeiro capítulo abriu a disciplina de integração levantando o plano estratégico do projeto, o termo de abertura e declaração preliminar de escopo e fechando com plano de gestão de mudanças. Foi previsto a montagem de um comitê integrado de mudanças, visando o controle de mudanças incluindo replanejamento e salvamento de novas linhas de bases. Os três capítulos seguintes procuraram formar às principais linhas de base do projeto, escopo garantindo que o produto atenda as expectativas dos stakeholders, prazo controlando o tempo de conclusão e seqüenciamento de cada atividade do projeto e por fim custo, demonstrando uma previsão de gastos do projeto. O capítulo de qualidade procurou realizar um planejamento de controle da qualidade do projeto, com o objetivo de garantir que tanto o trabalho do projeto quanto do produto seja executado com qualidade. Para comunicação, quatro artefatos foram gerados com as diretrizes de planejamento da comunicação, plano de escalonamento de itens pendentes, matriz 71 dos stakeholders demonstrando os principais envolvidos no projeto e finalizando com a matriz de distribuição de relatórios do projeto. Já no capítulo de recursos humanos, em seu planejamento, foi explicitado que a equipe será reaproveitada de dentro da empresa. Em aquisições foi previsto a subcontratação da implementação do módulo de login da aplicação. Para seleção de fornecedores foi elaborada a RFP. A RFP já representa a declaração de trabalho. Por último foi criado um capítulo de controle e acompanhamento do projeto. Foi elaborado um painel de controle para registro de ações gerenciais, lições aprendidas e relatório de controle de mudanças. Por fim foi elaborado um controle quantitativo com o objetivo de analisar as divergências de tempo estimado perante tempo realizado de cada atividade e procurar a causa raiz das divergências analisadas num gráfico de controle. Como novas abordagens ficam aqui a simulação do plano, incluindo replanejamento e até a aplicação do método da corrente crítica no projeto. 72 REFERÊNCIAS PMI. Guia PMBOK: Um guia de conhecimentos em gerenciamento de projetos. 2004. Terceira Edição.