COLÉGIO ESTADUAL PROFESSORA MARIA APARECIDA NISGOSKI ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CASTRO/ 2010 a 2013 1. Apresentação: O Projeto Político Pedagógico do Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski – Ensino Fundamental, Médio e Profissional, constitui-se num instrumento que articula as diretrizes do processo ensino e aprendizagem, fruto de uma construção coletiva que envolve alunos, pais, professores, funcionários, equipe pedagógica e direção comprometidos com o redimensionamento dos aspectos formais, pedagógicos, políticos e técnicos. As reflexões sobre o cotidiano escolar, têm, como fundamento, a realidade dos alunos, as expectativas e os anseios da comunidade escolar, bem como, a proposta pública democrática e de qualidade, que garanta a inclusão de todos os alunos, minimizando, assim, os índices de evasão e repetência. Nesta perspectiva, o Projeto Político Pedagógico, ao ser assumido coletivamente, expõe a competência principal esperada dos professores, dos alunos e de toda equipe escolar nas ações escolares. Procura oferecer subsídios para melhoria gradativos e do processo educativo, sendo que seus resultados serão alcançados através de uma prática consciente, buscando levar os alunos do colégio a serem agentes participativos e transformadores da sociedade. 2. Identificação do Estabelecimento de Ensino: 2.1. Estabelecimento de Ensino: Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski – Ensino Fundamental, Médio e Profissional. 2.2. Código: 01819 2.3. Município: Castro - PR 2.4. Código: 0490 2.5. Dependência Administrativa: Secretaria de Estado da Educação – SEED 2.6. Código: 2.7. NRE: Ponta Grossa 2.8. Código: 25 2.9. Entidade Mantenedora: Governo do Estado do Paraná 2.10. Ato de autorização do Estabelecimento: 2.11. Resolução nº 0428/89 de 27/02/89 2.12. Ato de reconhecimento/renovação do Estabelecimento: 2.13. Reconhecimento - Resolução nº 3008/91 de 03/10/91 3. 2.8. Parecer do NRE de Aprovação do Regimento Escolar: nº 072/2004 de 17/12/2004 3.1. Distância do Estabelecimento ao NRE: 45 Km. 3. Histórico da Instituição: (Descritivo) Entrevistada, a professora Ercília Rosa Gabriel de Oliveira, forneceu os dados relevantes a nível de informação histórica. Em meados de 1988, o Colégio Vespasiano estava com muitos alunos e não havia espaço para tantos, então, na administração do Senhor Prefeito Dr. Reinaldo Cardoso, deu-se início a construção de instalações de uma nova escola “na Rua Alfredo Luiz de Mattos”. A professora Ercília Rosa Gabriel de Oliveira foi convidada pela chefe da Inspetoria Estadual de Ensino para assumir a direção da nova escola. O ano iniciou, mas a construção não havia sido concluída, a professora Ercília, preocupada com a situação, pediu ao Padre Piero da Congregação Irmãos Cavanis, quatro salas emprestadas para começar o ano letivo. No início, houve resistência dos pais, pois não aceitavam a mudança, já que os alunos foram matriculados no Colégio Vespasiano e as dependências emprestadas eram precárias, por ser um prédio antigo e que não recebia manutenção. A escola começou a funcionar sem verba, pois só receberia após a sua regulamentação, portanto, dependia de doações. As escolas do Município dividiam a merenda com a nova escola sendo a maior contribuição vinda do Colégio Agrícola Olegário Macedo. O processo da escolha do nome da escola deu-se através de uma lista, onde foram sugeridos vários nomes, a qual circulou pelas escolas do Município e, por unanimidade, foi escolhido o nome da Professora “Maria Aparecida Nisgoski”. Em setembro de 1989, as instalações foram concluídas com quatro salas, dois banheiros e duas dependências para a cozinha e secretaria. No ano seguinte, foi construída uma sala em madeira para abrigar a Direção, Secretaria e Sala dos Professores. Aos poucos o cenário foi mudando, o número de turmas foi aumentando, se fazia necessário alugar salas de casas vizinhas para atender aos alunos. A professora Ercília, constantemente, pleiteava ao Governo Estadual a ampliação da escola, e em fevereiro de 1992 foi inaugurado o Bloco II. Em 1994, com a implantação do curso de 2º Grau, hoje Ensino Médio a escola passou a denominar-se Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski. Em 1998, foram construídas as instalações para o Laboratório de Informática. A direção da escola foi representada pelos seguintes professores: 1989 a 1993 – Diretora – Ercília Rosa Gabriel de Oliveira 1994 a 1996 – Diretora – Ercília Rosa Gabriel de Oliveira Vice – Valéria Demogalski da Silva 1997 a 1999 – Diretora – Valéria Demogalski da Silva Vice – Mauren Clara Johnsson Kremer 2000 – Diretora – Valéria Demogalski da Silva Vice – Tania Mara Elias Gomes Nocera 2001- Diretor – Mário Endo Vice – Mariana Aparecida Domingues de Macedo 2002 a 2003 – Diretora – Terezinha de Jesus Feijó Gaião Vice – Mariana Aparecida Domingues de Macedo 2004 a 2005 – Diretor – Carlos Alberto de Carvalho Dias Diretora Auxiliar – Cinara de Souza 2006 a 2008 – Diretor – Carlos Alberto de Carvalho Dias Diretora Auxiliar – Juliana Zimmermann 2009 a julho de 2010 – Diretor – Carlos Alberto de Carvalho Dias Diretora Auxiliar – Juliana Zimmermann A partir de 28 de julho de 2010, o colégio passou a ser administrado pela Professora Vitória Mainardes Batista na direção e Professora Juliana Zimmermann na direção auxiliar. Atualmente, temos 820 alunos nos três turnos, distribuídos em 24 turmas, sendo, 16 turmas no Ensino Fundamental- séries finais, 03 turmas de Ensino Médio, 04 turmas do Ensino Médio Integrado – Técnico em Administração e 01 turma de Subsequente – Técnico em Administração. Contamos com 70 servidores em regência e 23 funcionários. Como respaldo legal, o colégio teve o seguinte percurso: A Escola Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski – Ensino de 1º Grau, situada à Rua: Alfredo Luiz de Mattos, nº 272, no município de Castro, mantida pelo Governo do Estado do Paraná, obra do Governo Álvaro Dias, foi criada e autorizada a funcionar pela Resolução 0428/89, conforme Deliberações 30/80 e 51/82, do Conselho Estadual de Educação, para ministrar de forma gradativa o ensino das 04 (quatro) últimas séries do 1º Grau. A referida escola iniciou suas atividades no dia 20 de fevereiro de 1989, nas dependências de uma escola particular desativada. Em agosto do mesmo ano, transferiu-se para estabelecimento próprio que contava somente com 04 (quatro) salas de aulas e duas dependências para a cozinha e secretaria, na época com 08 (oito) turmas totalizando 500 (quinhentos) alunos matriculados de 5ª a 8ª séries, sendo enquadrada no porte III, funcionando em dois turnos, matutino e vespertino, contando com 35 professores e 20 funcionários. Conforme Portaria nº 663/89, foi designada para responder pela Direção da Escola a professora Ercília Rosa Gabriel de Oliveira. O curso de 1º Grau Regular deste Estabelecimento de Ensino, foi reconhecido através do parecer nº 0038/91-DESG e pela Resolução nº 3008/91 de 11/09/1991. A renovação de reconhecimento é feita a cada 05 (cinco) anos sendo a última autorizada pela Resolução nº 4583/06 de 08/11/06 com validade até 18/10/2011. Em 1992, foram inauguradas mais 04 (quatro) salas de aulas, 01 (uma) biblioteca, 01 (um) laboratório e demais dependências. O projeto de Implantação do Curso de 2º Grau – Educação Geral – foi aprovado através do Parecer nº 445/94 – DESG/SEED. O Curso foi autorizado a funcionar pela Resolução nº 4085/94, pelo prazo de dois anos, com implantação gradativa a partir do início do ano letivo de 1994. A Resolução nº 3676/95 prorroga o prazo de autorização de funcionamento do Curso por mais dois anos. Em decorrência da autorização do funcionamento do Ensino de 2º Grau, a Escola Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski – Ensino de 1º Grau, passou a denominar-se Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski – Ensino de 1º e 2º Graus. O parecer nº 0135/99 – CEE reconhece o curso de Ensino Médio por 05 (cinco) anos, através da Resolução 2340/99 de 10/06/1999. A renovação de reconhecimento é feita a cada 05 (cinco) anos sendo a última autorizada pela Resolução nº 4582/06 de 08/11/06 com validade até 18/10/2011. A Resolução nº 686/06 de 07/03/2006, autoriza o funcionamento do Curso Profissional Técnico em Administração – Subsequente ao Ensino Médio, com oferta presencial, § 3º o Estabelecimento fica Credenciado para ofertar o curso pelo prazo de 05 (cinco) anos, § 7º o Estabelecimento de Ensino passa a denominarse Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski – Ensino Fundamental, Médio e Profissional. O Curso Profissional Técnico em Administração – Subsequente ao Ensino Médio foi reconhecido através da Resolução nº 4473/07 de 31/10/2007. A Renovação do Credenciamento encontrasse em trâmite. A Resolução nº 687/06 de 07/03/2006, autoriza o funcionamento do Curso Profissional Técnico em Administração – Integrado ao Ensino Médio, com oferta presencial,fica Credenciado para ofertar o curso pelo prazo de 05 (cinco) anos, através da Resolução nº 686/06 de 07/03/2006 e pelo Parecer nº 53/06-DEP. A Renovação do Credenciamento encontrasse em trâmite. A Resolução nº 3592/05 de 14/12/2005, autoriza o funcionamento da Sala de Recursos – área da Deficiência Mental e Distúrbios de Aprendizagem, séries finais do Ensino Fundamental-20 horas semanais, por 02 (dois) anos. A Resolução nº 1957/10 de 13/05/2010 e o Parecer nº 1280/10 renovam a autorização do funcionamento da Sala de Recursos – área da Deficiência Mental e Distúrbios de Aprendizagem, séries finais do Ensino Fundamental – com 20 horas semanais, até 31/12/2010. O processo de renovação está em tramite. A Resolução nº 1003/10 de 17/03/2010, através do Parecer nº 612/10-CEF, autoriza o funcionamento do Centro de Atendimento Especial – área de Surdez – CAE/área Surdez, com 20 horas, por 02 (dois) anos, a partir do início de 2010 a 31/12/2011. A Resolução nº 1589/10 de 23/04/2010, através do Parecer nº 1066/10CEF, autoriza o funcionamento do Centro de Atendimento Especial – Deficiente Visual – CAE/DV, com 20 horas, por 02 (dois) anos, a partir do início de 2010. O Regimento Escolar foi aprovado pelo Ato Administrativo nº 107/95 Núcleo Regional de Educação de Ponta Grossa. Parecer nº 48/95 e do O Plano de Preparação para o Trabalho foi aprovado pelo Parecer nº 431/94 – DESG/SEED. 4. Espaço Físico: Este Estabelecimento de Ensino possui uma área livre de 4.380,22 m 2 e abrange uma área construída de 1.007,65 m2 onde estão: 08 salas de aulas; 01 sala de Direção; 01 sala para a Equipe Pedagógica; 01 sala de apoio pedagógico 01 cozinha; 01 depósito de alimentos; 01 sala para biblioteca; 14 dependências sanitárias; 01 sala de professores; 01 sala para secretaria; 01 laboratório de informática; 01 sala para laboratório de Biologia, Física e Química; 01 saguão; 01 quadra coberta. 5. Oferta de cursos e turmas: 5.1. Ensino Fundamental – 5ª a 8ª séries: TURNO: Matutino Série 5ª 6ª 7ª 8ª Total – TURNO: Vespertino Série 5ª 6ª 7ª 8ª Total HORÁRIO: 07h e 30min às 11h e 50min Nº de Turmas Nº de Alunos 02 72 02 73 02 76 02 71 08 292 – HORÁRIO: 13h às 17h e 10min Nº de Turmas Nº de Alunos 02 75 02 68 02 72 02 65 08 280 5.2. Ensino Médio TURNO: Noturno Série 1ª HORÁRIO: 19h às 22h e 45min Nº de Turmas Nº de Alunos 01 33 2ª 3ª Total 01 01 03 36 37 106 5.3. Técnico em Administração: TURNO: Noturno HORÁRIO: 19h às 22h e 45min Série Profissionalizante Nº de Turmas Nº de Alunos 1º Integrado 01 42 2º Integrado 01 28 3º Integrado 01 15 4º Integrado 01 14 Total 04 99 TURNO: Noturno HORÁRIO: 19h às 22h e 20 min Série Profissionalizante Nº de Turmas Nº de Alunos 3º Subseqüente 01 33 Total 01 33 5. Caracterização da população escolar: 5.1. Alunos e pais: Os alunos do Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski são oriundos do centro da cidade, das vilas circunvizinhas e de diversas localidades da zona rural,sendo que os que moram mais distante utilizam o transporte escolar para chegar até a escola. Muitos de nossos alunos são portadores de necessidades especiais. Frequentam o nosso Colégio: na quinta série, dois alunos surdos, uma síndrome de down e um cadeirante, na sétima serie, quatro alunos surdos, na oitava série, uma aluna cadeirante, uma cega , um aluno com distrofia muscular e um aluno que possui os dois membros superiores amputados , no segundo ano do Ensino Médio temos dois alunos surdos , no terceiro ano de Administração, uma aluna surda , que também necessita de andador para se locomover. Temos também quinze alunos frequentando a sala de recursos. Contamos com a ajuda de duas professoras intérpretes de libras e duas professoras de apoio permanente. Em nosso Colégio, contamos também com o Centro de Apoio Especializado em Deficiência Visual e Auditiva. O poder aquisitivo das famílias integrantes do Colégio variam entre a classe sócio econômica média, baixa e muito baixa. A renda gira em torno de um a três salários mínimos e muitos recebem a bolsa família. A maioria dos estudantes reside só com a mãe, ou só com o pai, avós e/ou parentes, pois as famílias, na realidade atual, sofreram inúmeras modificações em sua composição e os alunos, consequentemente, trazem consigo resquícios dessa relação, muitos deles passam parte do dia “sozinhos” em casa com o computador, vídeo game e, muitas vezes, tomando conta da casa e dos irmãos menores, o que dificulta bastante a relação destes com a escola, pois, não tendo o acompanhamento dos pais em casa, a educação formal deixa bastante a desejar. No dia a dia, constatamos que a grande prioridade educandos deste Colégio na vida familiar dos é a alimentação, moradia, saúde e a educação formal encontra-se delegada a um segundo plano. Sentimos a falta de participação dos pais no Colégio, nas reuniões ou mesmo quando estes são convocados individualmente. Quanto ao nível de escolaridade familiar, constatamos que há uma grande disparidade, enquanto muitos pais não concluíram o Ensino Fundamental, alguns deles são graduados e outros estão frequentando Ensino Médio e, consequentemente, a visão que os pais têm sobre a educação é bastante distinta, alguns a consideram demasiadamente importante cobrando responsabilidade de seus filhos , enquanto outros, acomodados no status em que se encontram, nada fazem em prol de uma educação melhor para seus filhos. (…) a família é o bloco edificador da sociedade, a base da qual toda cultura se sustenta. Ela dá a civilização seu fundamento moral. A força e a estabilidade da família, em essência, determinam a vitalidade e a vida moral da sociedade mais ampla.(KLATCH, APUD Gentili, 2002, P.279) Grande percentual de alunos que iniciam a quinta série neste Colégio não permanecem aqui até a conclusão do Ensino Médio e/ou Técnico Administrativo, por não ofertarmos estes cursos no período diurno. A religião predominante das famílias é a católica. Em relação à faixa etária dos alunos do Ensino Fundamental, o que nos preocupa é o número de ingressantes na quinta série advindos de outras escolas fora da faixa etária, ou seja, com quatorze, quinze anos, o que dificulta bastante o trabalho dos professores e equipe escolar. O que nos preocupa também é o grande número de alunos inclusos, portadores de necessidades especiais, pois não temos professores capacitados para exercer, na íntegra, todos os procedimentos necessários para com esses alunos. Apesar de todos os cursos de capacitação, reuniões pedagógicas, orientações, sentimos que estas não são suficientes para sabermos agir diante de tamanha responsabilidade, dificuldade esta, agravada pelo grande número de alunos por sala de aula sociedade local, e pela visão que ficou incutida na de que “o Colégio Nisgoski é uma escola inclusiva, ” fazendo desta um polo receptor de alunos que não se adaptam em outras escolas, seja por indisciplina, dificuldade de aprendizagem e outros, causando estranheza e revolta por parte de nossos educadores, pois é de conhecimento de todos que a inclusão deve acontecer em todas as escolas estaduais. No Ensino Médio, a faixa etária é bem variada e observamos que, no transcorrer do ano letivo, os alunos ingressantes na primeira série do Ensino Médio não se mostram muito interessados, faltam muito indisciplinados, desistem com facilidade, pois alguns ingressam e são bastante no mercado de trabalho e não conseguem conciliar o trabalho e a educação formal, fato que é superado a partir da segunda série. No Integrado, Curso Técnico em Administração, com duração de quatro anos, a faixa etária inicial é de quinze a dezesseis anos, em sua grande maioria, e acreditamos que, por estes passarem por uma seleção ao ingressar no curso, a realidade apresentada é outra, os alunos se mostram bastante interessados, são assíduos e poucos desistem . Temos, em média, quarenta alunos por turma , os quais, a partir do segundo ano de curso, participam de práticas profissionais relacionadas com a Administração. Contamos também com uma turma de Subsequente, esta é formada por alunos que já têm o Ensino Médio, e que não tiveram a oportunidade de encaminhamento para o curso superior, seja por falta de recursos financeiros, seja por não conseguirem competir com os alunos que têm melhores chances para concorrer no vestibular, por terem frequentado um cursinho, etc. A maioria trabalha, e muitos deles na área de administração. A faixa etária vai de dezoito a quarenta anos. Neste curso, são trabalhadas apenas disciplinas técnicas e os alunos participam de práticas profissionais. As aulas acontecem de segunda a sexta feira , com quatro aulas diárias . 5.2. Professores/Agentes Pedagógica: Educacionais I e II/Direção/Equipe A atual Gestão Escolar conta com uma diretora, cuja habilitação é Língua Portuguesa, e a representante da Direção Auxiliar com formação acadêmica em Matemática. A equipe pedagógica é composta por cinco professoras pedagogas, e uma coordenadora de curso com formação acadêmica em Licenciatura em Matemática. Na equipe administrativa, consta uma secretária, seis agentes educacionais II e sete agentes educacionais I. O corpo docente é constituído por setenta professores, dos quais, a maioria trabalha com as disciplinas de sua área de formação. Atualmente, definitivamente, o Colégio possui quatro professores duas professoras afastadas integralmente para readaptados o PDE, seis professores encontram-se com 75% de frequência para conclusão do PDE, cinco estão afastados para tratamento de saúde e quatro em licença especial. Os professores, assim como os agentes educacionais I e II, equipe pedagógica e direção, esforçam-se para desenvolver um bom trabalho, buscando sempre atualização para atender com qualidade a comunidade escolar, analisando e atuando de forma crítica e construtiva da realidade, discutindo suas práticas pedagógicas e participando de todas as atividades oferecidas pela instituição. Um dos entraves que acaba atrapalhando as atividades escolares está ligado à mudança de professores por causa das licenças médicas, especiais e afastamento de função que ocorrem durante o ano letivo, consequentemente gerando inúmeras substituições. Se faz necessário enfatizar o quão importante seria a efetivação dos professores no Colégio, através do concurso público, pois estes passariam a incorporar o quadro de professores definitivamente. O grande avanço, é a hora atividade reservada aos professores, esta facilita o planejamento de suas aulas, propicia momentos de estudo, reflexão e a elaboração e correção das atividades avaliativas, fato que influencia diretamente na melhoria da qualidade de ensino. 5.3. Recursos Humanos: 5.3.1. Direção: Nome Vitória Mainardes Batista Juliana Zimmermann 5.3.2. Formação Licenciatura em Letras Língua Portuguesa Licenciatura em Matemática Titulação PDE Função Diretora Turno Vespertino / Noturno Matutino Vínculo QPM Especialização em Matemática / Psicopedagogia Diretora Auxiliar Turno Matutino / Noturno Vínculo QPM Matutino QPM Vespertino REPR Vespertino QPM Equipe Pedagógica Noturno QPM Coordenador de Curso Noturno QPM QPM Equipe Pedagógica: Nome MARIA DE LOURDES BARAUCE FREITAS Formação Licenciatura em Titulação Função PDE MÁRCIA MARGARETH URBANSKI Licenciatura em PDE LUCIMARY CORREA Licenciatura em - PINTO Licenciatura em LISETE CECÍLIA BUEST ROSÁRIO CARNEIRO Licenciatura em LEILA TEREZINHA SANTOS ZAPPE Licenciatura em Matemática Especialização no Magistério do Ens. Fundam. e Médio Especialização em Metodologia do Ens. Supeior Especialização em Matemática Equipe Pedagógica Equipe Pedagógica Equipe Pedagógica Equipe Pedagógica VALINDA DAS GUIMARÃES GRAÇAS Pedagogia Pedagogia Pedagogia Pedagogia Pedagogia 6.3.3. Quadro Administrativo: Nome CYNTHIA APARECIDA SENS GOBBO CRISTIANO PIRES CARNEIRO EULIA KUSDRA LETHIANE GALETTO GAIDA MARIA JOSELI MARCONDES LEAL MARÍLIA LIMA R. DE MORAES TELMARIZA FERREIRA NOLASCO Formação Função Carga Horária Vínculo Licenciatura em Letras Secretária 40 QPM II II II II II 40 40 40 40 14 QFEB QFEB QFEB QFEB QFEB Agente Educacional II 40 QFEB Ensino Médio Acadêmica de Secretariado Informática Acadêmica Ciências Contábeis Licenciatura em Ciências Biológicas Licenciatura em Pedagogia Agente Agente Agente Agente Agente Educacional Educacional Educacional Educacional Educacional 6.3.4. Quadro de Serviços Gerais: Nome CIRLENE BABI FLAVIO CORREA DA SILVA DALILA DO ROSÁRIO CORREA DA SILVA IVONE DE JESUS SOUZA MARCO ANTONIO DA COSTA TEREZINHA APARECIDA DA COSTA VERONICA DANILAU Formação Função Carga Horária Vínculo Ensino Médio Ensino Médio Ensino Médio Incompleto Agente Educacional I Agente Educacional I Agente Educacional I 40 40 40 QFBE READ QPPE Agente Agente Agente Agente 40 40 40 40 READ QFBE QFBE QFEB Técnica em Administração Ensino Médio Técnica em Alimentação Escolar Ensino Médio Incompleto Educacional Educacional Educacional Educacional I I I I 6.3.5. Quadro Docente: Nome ADRIANA MARQUES CANHA Formação Titulação Bióloga Mestrado Ecologia Botânica Especialização Psicopedagogia Especialização em Português - ALESSANDRA KACHINSKI Licenciatura em Matemática ANA MARIA SCHIMIDT ANDREIA APARECIDA DE ALMEIDA Licenciatura em Letras Português Licenciatura em Letras Português e Espanhol Licenciatura em Matemática CLAUDIA DOS S. SILVA OLIVEIRA Licenciatura em Pedagogia CLEIDE IZAMAR BENVENUTTI Bacharelado em Ciências Contábeis / Esquema I Licenciatura em Pedagogia ANA PAULA FREITAS PEREIRA CRISTIANE RIBEIRO DA ROCHA CRISTIANO SANTOS LOPES CRISTINA A. ARAGÃO DANIELE CICHACZ Licenciatura em Física Licenciatura em Letras Licenciatura em Matemática DEIZI D HENNING SILVA Licenciatura em Letras DENIS M. M. MAINARDES Bacharel em Economia Licenciatura EsquemaI Licenciatura em Artes Licenciatura em Educação Física Licenciatura em Filosofia e Ética Formação de Professor da séries finais do Ensino Fundamental ELAINE BUENO MARTINS VEIGA ELCIO DE SOUZA ERICSON BATISTA LIMA ESTELA MARCELINA CORREA ROSA EUNICE LOPES MENDES Licenciatura em Letras – Português / Inglês EVERSON HENRIQUE SANTOS Licenciatura em Biologia EZULINA RITA DUARTE Licenciatura em Física FERNANDA MACHINSKI Licenciatura e Bacharelado em Geografia Licenciatura em Matemática HILDA MARIA WEIGERT MACHADO HUMBERTO HARVELINO MARONEZE IMARA SOCELA JEAN CARLOS SILVEIRA Licenciatura em Letras e Bacharelado em Direito Licenciatura em Letras Licenciatura em Matemática Função Professora de Ciências Professora de Matemática Professora de Português Professora de Espanhol Especialização em Ed. Professora de Especial / Gestão Escolar Matemática Especialização em Ed. Professora de Especial Filosofia Mestrado PDE Professora de Disc. Técnicas Interprete de Libras Professor de Física Especialização em Professora de Português Português Especialização em Ed. Professora de Especial Matemática Cursando PDE Professora de Português Especialização em Educ. Professor de de Jovens e Adultos Disc. Técnicas Cursando PDE Professora de Artes Especialização em Professor do Personal Trainning Projeto Viva Escola Professor de Filosofia Especialização em Professora de Educação Especial Apoio Comunicação Alternativa Especialização em Professora Sala de Educação Especial e Apoio - Português Inclusão Educacional PDE Professor de Biologia Especialização em Professora de Educação Especial Física Mestrado em Ciências Professora de Sociais Aplicadas Geografia Especialização em Professora de Matemática Matemática Mestrado em Língua Professor de Portuguesa Disc. Técnicas Especialização em Professora de Português Português Mestrado em Modelagem Professor de Vínculo REPR SC02 QPM REPR REPR QPM REPR REPR REPR REPR QPM REPR QPM REPR REPR SC02 REPR QPM QPM QPM QPM QPM QPM REPR Matemática JOELI GRIMBOR MARQUES SOUZA Licenciatura em História JOSEANE KLUKESKOVSKI Licenciatura em Português JOSEBEL DE OLIVEIRA SCREMIN Licenciatura em Pedagogia JUSIANE RODRIGUES DA CRUZ Licenciatura em História Especialização Ensino Religioso / Orientação Educacional Especialização em Língua Portuguesa Especialização em Educação de Libras Especialização em Educação Patrimonial - Matemática e Professor de Disc. Técnicas Professora de História Professor da Lei 15308/06 Professora de História KAMILA CAROLINE CAMARGO Licenciatura em Biologia Professora de Biologia LEILA TEREZINHA SANTOS ZAPPE Licenciatura em Matemática Especialização em Professora de Matemática Matemática e Coordenação de Curso LIA HELENA PACHECO BASSARA Licenciatura em Letras – Especialização em Língua Professora de ANTUNES Português / Inglês Inglesa Inglês LUCIANE APARECIDA PETRECH Licenciatura plena em Especialização em Professora de MARTINS História Interdisciplinaridade História MARCIO ELOIR KOPS Licenciatura em Educação Especialização em Professor de Física Psicopedagogia Educação Física MÁRCIO JOSÉ SIMÃO CANHA Licenciatura plena em Especialização em Professor de Português / Inglês Português Português / Inglês / Artes e Apoio de Português MARCOS ANTONIO PEDROSO Licenciatura plena em Especialização em Professor de Matemática Educação de Jovens e Matemática Adultos MARCOS SALGADO GOMES Licenciatura em Letras Especialização em Professor de Português / Inglês Português / Inglês Português MARIA ANDRADINA DA SILVA Normal Superior Educação Especialização em Professora de Sala Especial Gestão Escolar de Recursos MARIA CRISTINA DE LIMA Licenciatura em Ciências Especialização em Professora de Biológicas Educação de Jovens e Ciências Adultos MARIA DO CARMO DIAS Licenciatura em Economia Especialização em Ens. Professor da Lei Doméstica Religioso Arte e 15308/06 Educação MÁRIO ENDO Licenciatura em Educação Especialização em Professor de Física Metodologia Ensino de Educação Física 1º e 2º Graus MARISANGELA PINTO GUIMARÃES Bacharelado em Economia Especialização em Professora de Projetos Empresariais Disc. Técnicas Públicos e Privados NILTON CESAR DE JESUS ANHAIA Licenciatura em Ciências Professor de Biológicas Ciências e Biologia NORMA TEREZINHA ZAPPE Licenciatura plena Especialização em Língua Professora de Português / Inglês Portuguesa / Gestão Português Escolar PAULO CESAR PAES DE ALMEIDA Licenciatura em Geografia Professor de Geografia REGIANE HARTMANN GARCIA Licenciatura plena Professora de Português / Inglês Inglês REGINA APARECIDA RIBEIRO MEIRA Licenciatura plena em Especialização em Professora de Geografia e curta em História Interdisciplinaridade Geografia REGINA DE SOUZA MARQUES Licenciatura em Ciências: PDE Professora de BUENO Habilitação em Matemática e Ciências Biologia REGINA ROSSA Licenciatura plena em Especialização em Professora de Matemática Matemática Matemática RENATO GARCIA Licenciatura em História Especialização em Artes Professor de Ens. Religioso e Artes ROSANGELA APARECIDA MACHADO Licenciatura em Pedagogia / Especialização Educação Educação Especial Auditivo RUBENS RIBAS Licenciatura Formação de Professor de Professor de Português Português RUTH APARECIDA DA SILVA Licenciatura em Ciências da Professora de QUADROS Educação Filosofia QPM QPM CAEDA Municipal QPM REPR QPM QPM QPM QPM REPR REPR REPR QPM SCO2 QPM QPM REPR REPR QPM CSO2 QPM QPM QPM QPM REPR CAEDA QPM SCO2 SIMONE CRISTINA RIBAS HEKAVEI SIMONE DINNIES CARNEIRO SLEUTJES SIMONI XAVIER DOS SANTOS SONIA MARA MAINARDES CARNEIRO Licenciatura em Educação Especialização em Física Psicopedagogia Licenciatura em Matemática / Especialização em Licenciatura em Ciências com Metodologia Ensino de Habilitação em Matemática 1º e 2º Graus Bacharelado em Ciências Especialização em Econômicas Administração Financeira Licenciatura em Pedagogia Especialização em Educação Especial TERESINHA DE BIASSIO FIDELIX Licenciatura em Pedagogia PDE VALÉRIA KING DE OLIVEIRA Licenciatura em Ciências da Educação Licenciatura plena em Geografia - VILMARA SAZZANA DA SILVA 6. Especialização em Interdisciplinaridade Professora de Educação Física Professor da Lei 15308/06 QPM Professora de Disc. Técnicas Professora de Apoio Comunicação Alternativa Professor da Lei 15308/06 Professora de Filosofia Professora de Geografia REPR QPM REPR QPM REPR QPM Objetivos Gerais: - Propor uma educação transformadora, participativa nas ações escolares, assim como na forma de crescimento da comunidade do colégio em todas as suas instâncias. - Articular a capacitação dos docentes e demais profissionais da educação, como um dos processos de formação continuada. − Adaptar e flexibilizar o currículo, utilizando metodologia adequada para atingir um aprendizado significativo. - Possibilitar efetiva participação da família no contexto escolar através de reuniões, com vistas ao aprimoramento de suas habilidades e troca de conhecimentos. - Oportunizar momentos de reflexão sobre a vida escolar dos alunos entre toda a equipe escolar para que o colégio contribua apoiando e sendo apoiado. - Estabelecer com os alunos e docentes a reflexão sobre desenvolvimento de projetos que permeiem os anseios da comunidade, possibilitando a interação entre o conhecimento e cidadania. - Dinamizar a utilização da biblioteca, incentivando a leitura de obras literárias, oficinas de poesia e dramatização, bem como aumentar o acervo bibliográfico para docentes e alunos. - Multiplicar as atividades culturais e artísticas desenvolvidas no colégio. - Buscar ações de caráter interdisciplinar amenizando a fragmentação do currículo e estabelecendo critérios diferenciados de avaliação. - Fazer do Conselho de Classe, um momento de reflexão das ações pedagógicas, reavaliando o processo de ensino e aprendizagem para que se evite a repetência e, consequentemente, a evasão escolar. - Otimizar a ação da APMF, Conselho Escolar, Grêmio Estudantil e demais segmentos da comunidade escolar, consolidando, assim, a construção da cidadania dos alunos. - Trazer, para os alunos do Curso Técnico, a realidade econômica do município de Castro, mostrando a eles as potencialidades que existem e as oportunidades que se abrem tanto em empregos diretos como indiretos. - Manter parcerias com o CIEE (Centro de Integração Empresa e Escola), SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio as: Micro e Pequenas Empresas), SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e diversas empresas, com vistas à preparação dos alunos para o mercado de trabalho e o reconhecimento do Curso Técnico no meio empresarial. - Orientar o alunado do Curso Técnico, sobre o fato de que as melhores oportunidades serão destinadas àqueles que possuem melhor preparo a nível de escolarização e de formação profissional. − Estabelecer, como parte da avaliação, critérios relevantes à formação profissional. - Estudar e definir projetos de experiências pedagógicas para melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem. - Fortalecer o coletivo escolar para enfrentar conflitos e contradições. - Buscar, em conjunto com o corpo docente, estratégias para a recuperação dos alunos que obtiveram aproveitamento insatisfatório. - Repensar o sistema de avaliação de acordo com os acontecimentos escolares. - Garantir, através da hora atividade, tempo hábil para estudos, preparação de material e pesquisa, visando um maior comprometimento com a prática educacional e a construção de uma escola de qualidade. - Incentivar a participação da comunidade em reuniões e busca de alternativas para manter e melhorar a qualidade da infra estrutura do colégio. Propiciar atividades que abordem temas de conhecimento do Estado do - Paraná, do Meio Ambiente e das Etnias, contemplando o desenvolvimento das Diretrizes de Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96. 7. Marco Situacional: O ambiente socioeconômico e político em que vivemos está em constante transformação exigindo de nós, integrantes da sociedade, inúmeras adaptações. E nós, como educadores, estando na linha de frente dessa empreitada, devemos oportunizar aos educandos a superação da alienação, do medo da manifestação, do comodismo, ou seja, através oportunizar a eles melhoria de qualidade de vida, da educação formal, fornecendo, através desta, capacidades críticas argumentativas que os tornem capazes de gerirem suas vidas e participarem ativamente na busca de melhorias para a sociedade em que vivem. Esse é, sem dúvida, um grande desafio no nosso cotidiano escolar, pois a falta de perspectiva por parte de nossos alunos em relação à sociedade, e particularmente à escola, é um grande problema para o ensino hoje, a maioria deles não encontra motivos para frequentar a escola e isso os leva a um embate declarado, ou não, às normas da escola, não importando se estas são razoáveis ou não. O que desperta maior atenção é o fato de que essas atitudes independem de idade, sexo, classe social, etnia, etc. Com os educadores encontramos dificuldades em gerenciar atos de indisciplina, pois quando esta se manifesta o que fazemos é suspeitar das causas (desinteresse, desestruturação familiar, más influências, enfim culpabilizamos a criança pelo fracasso etc,) que nos levam a um impasse sobre o que fazer. Por sua vez, muitos pais não participam ativamente da educação de seus filhos e, distanciados do sistema educacional em que estes estão inseridos, não percebem a educação formal como uma prioridade na vida dos mesmos. Isso contribui para a existência do desestímulo, pois estes não encontram na família apoio, incentivo, para que vislumbrem no compromisso do dia-a-dia escolar “possíveis” caminhos de transformação da realidade em que se encontram inseridos. ...alunos desmotivados estudam muito pouco ou nada e, consequentemente, aprendem muito pouco. Em última instância, aí se configura uma situação educacional que impede a formação de indivíduos mais competentes para exercerem a cidadania e realizarem-se como pessoas, além de se capacitarem a aprender pela vida afora. (BORUCHOVITCH,2009, p.13) Por outro lado, no âmbito da educação nos encontramos cheios de incertezas quanto ao momento que vivemos, pois ainda não conseguimos assimilar no cotidiano escolar as consequências da pós - modernidade, coletividade como um todo, consequentemente, a desigualdade da social sobrepujando o pensar nas escolas e na sociedade, a tecnologia no comando das ações com uma linguagem que não é acessível a todos e, por esta razão muito além de levar informações , conhecimentos têm o poder de massificar, fazendo com que os indivíduos passem a ter identidades coletivas, num eterno “deixe a vida me levar”. Outro fato que nos deixa ansiosos é como trabalhar de maneira diferenciada com os alunos portadores de necessidades especiais, na teoria, nos textos que estudamos, nas reuniões que realizamos tudo parece fácil, mas quando nos deparamos com o dia a dia da sala de aula onde além dos alunos com necessidades especiais possuímos uma imensa diversidade cultural nos sentimos de mãos atadas querendo colocar em prática tudo o que aprendemos, mas nem sempre conseguimos. Sabemos o quanto é importante a educação para a superação de inúmeros males que afligem a sociedade atual e, por isso, não podemos permitir que ela aconteça na base do improviso, de incertezas. Temos metas, objetivos a serem alcançados e inúmeros desafios a serem transpostos. Essa é a proposta, buscar com responsabilidade e, coletivamente, caminhos alternativos tendo em vista uma aprendizagem significativa e concreta. Não esquecendo que, na busca de superação dos problemas, na reorganização do tempo e espaço escolar, os educandos devem ser vistos como sujeitos centrais da ação educativa, como aprendizes, com tempos e maneiras diferentes de conceber a aprendizagem e que nós, como educadores, formadores de identidades. somos Essa enorme responsabilidade é compromisso de todos os envolvidos no processo educacional, mas somos nós, educadores, transformação social e, como tal, devemos os principais sujeitos de estar conscientes de que nossas escolhas metodológicas, a seleção de conteúdos a serem trabalhados, nossos procedimentos, interferem diretamente nos resultados do processo de ensino /aprendizagem, somos a linha de frente, os articuladores da prática educativa. Nesse sentido, procuramos incentivar os professores a participarem de cursos de formação, bem como a planejar suas aulas antecipadamente, buscando desenvolver atividades cognitivas, operativas, sociais e morais, bem como alternativas inovadoras para o dia a dia escolar. Sabendo ser o planejamento uma das formas mais eficientes para se buscar soluções dos problemas escolares (diferenças culturais, problemas de aprendizagem e atendimento às necessidades especiais), este é uma exigência do Colégio como ponto de partida e chegada para a concretização de todos os objetivos. necessário Sabemos, no entanto, que se faz diagnosticar permanentemente o processo educativo para que o planejamento aconteça de maneira eficiente, considerando o que os alunos aprenderam, a relevância dos conteúdos a serem ensinados, respeitando as diversidades culturais das turmas, e as necessidades individuais, como superação das dificuldades de aprendizagem . Para que haja uma maior conscientização da importância dos conteúdos trabalhados, cada professor, ao selecioná-los, deverá conscientizar os alunos sobre estes e o porquê dos mesmos terem sido escolhidos, importância, objetivos, etc isso deverá acontecer no início de cada bimestre. Mas ficamos preocupados, pois sabemos que cada aluno apresenta capacidades diferentes na forma de aprender e que o planejamento não deve ser elaborado tendo em vista o aluno “padrão”, “desejado” e, sim, planejar pensando na melhor maneira de conduzir o planejamento de forma que haja aprendizagem. “quando se fala de adaptações curriculares está se falando sobretudo e, em primeiro lugar, de uma estratégia de planejamento e de atuação docente, e nesse sentido, de um processo para tratar de responder às necessidades de aprendizagem de cada aluno (…) fundamentado em uma série de critérios para guiar a tomada de decisões com respeito ao que é , ao que o aluno ou aluna deve aprender, como e quando e qual é a melhor forma de organizar o ensino para que todos saiam beneficiados” (BRASIL, Ministério da Educação, 2006,p82) Procurando facilitar Fundamental, todo o processo educacional, as turmas do Ensino quintas séries são organizadas de maneira que em cada uma haja o mesmo número de alunos e alunas. A partir da sexta série observamos também questões como disciplina, desempenho, participação e procuramos mesclar o alunado para que não haja muita disparidade entre as turmas. Quanto ao Ensino Médio, o critério é o avanço para a turma posterior, pois possuímos uma turma de cada série. Para ingressar Ensino Médio através de na primeira série do curso de Administração Integrado ao é realizada inscrição e posteriormente o aluno é selecionado entrevista; nas turmas posteriores, o avanço acontece pelo desempenho, menção de notas. Para as turmas do curso Subsequente, Pós – médio, a seleção acontece através de inscrição e entrevista. Buscando utilizar harmoniosamente todos os espaços físicos escolares, como a biblioteca, laboratório de ciências e informática, é realizado agendamento na secretaria. O tempo é fundamental para que a organização escolar aconteça. A distribuição das aulas estabelecer critérios acontece através de horário escolar sempre procurando que contribuam para o bom desenvolvimento do ensino/aprendizagem. A hora atividade é tempo reservado ao professor em exercício de docência para estudos, avaliação e planejamento. A organização desta busca favorecer o trabalho em conjunto, priorizando o coletivo de professores que atuam na mesma área de conhecimento, as mesmas turmas, séries para efetivação do planejamento e para o desenvolvimento de ações necessárias ao enfrentamento de problemáticas específicas. Os professores aproveitam o tempo para a correção de atividades dos discentes, estudos e reflexões a respeito de metodologias que envolvam a elaboração de ações que visem a melhoria da qualidade de ensino. Esta hora é também utilizada pela equipe pedagógica para discussões, sugestões e outras atividades que se fazem necessárias no dia a dia escolar. A hora atividade é uma conquista relevante como espaço privilegiado para a discussão e análise das práticas educativas do Colégio. Este meio constitui-se como uma forma de auxiliar na melhoria do trabalho escolar, pois os professores têm espaço e tempo para compartilhar com outros professores. A qualidade de relacionamento entre os docentes e discentes é um dos fatores determinantes para a aprendizagem. Para tanto, a afetividade é preponderante durante todo o processo escolar Para que o Colégio possa realizar com eficiência sua função como provedor da educação formal, o espaço disposto deverá sempre estar organizado através do tempo escolar. O calendário escolar é o primeiro passo para se planejar o ano letivo. A preparação do ano escolar começa pela entrada dos alunos (matrículas) e a formação de turmas (séries) e para o corpo docente, a semana pedagógica é o marco onde são articulados todos os passos para o desenvolvimento do trabalho a ser desenvolvido durante o ano escolar , qual a linguagem a ser adotada por todos os protagonistas, num planejamento sério e real envolvendo a administração, equipe pedagógica, professores, agentes educacionais I e II , alunos e pais, para que os objetivos educacionais sejam alcançados num cronograma e com espaços reservados para que possa concretizar o trabalho da comunidade escolar com o comprometimento e análise das práticas educativas. O espaço só consegue ser organizado quando sabemos exatamente quais educadores fazem parte o corpo docente . O que dificulta bastante este processo é o fato de que nem todos os professores que compõe a equipe escolar participam da semana pedagógica porque a distribuição de aulas dos professores PSS acontece tardiamente. Neste contexto ,é prioridade garantir a todos os alunos um aprendizado onde haja a socialização dos conteúdos, onde todos possam avançar nos seus conhecimentos, promovendo uma educação na sua totalidade, cujo desenvolvimento humano aconteça nas dimensões físicas, social, intelectual, ética, estética e afetiva. Para tanto, o trabalho do professor é fator determinante como parte humana do desenvolvimento da proposta educacional do Colégio para articular a educação na sociedade, observando as necessidades de apropriação de conteúdos oficiais e de vida, numa construção de autonomia de pessoas críticas, participativas, criativas e responsáveis no mundo globalizado e socializado pelo conhecimento. É através do trabalho coletivo em sala de aula que se pode desenvolver uma prática adequada, respeitando as particularidades de acordo com o perfil de cada turma. Caberá ao professor, enquanto mediador do processo entre o conhecimento / aluno, selecionar e conceituar o quadro teórico de sua disciplina. Com essa forma de administrar é que se constitui o fazer coletivo pedagógico permanente em processo, que se embasa nos novos paradigmas da sociedade do conhecimento, levando em conta a finalidade e os objetivos da organização, da responsabilidade, das ações do professor. Trabalhar conhecendo bem o aluno, fazendo pontes constantes entre a realidade social e o conteúdo trabalhado , e administrar o comportamento agitado da turma requer comprometimento e planejamento apurado e muita competência para não perder o equilíbrio e domínio da sua prática pedagógica. 8. Marco Conceitual: 8.1. Concepção de Sociedade: Sociedade é um conjunto de pessoas, hoje vivendo a pós-modernidade. Nesse atual contexto, perdemos muito da identidade pessoal influenciados pela massificação imposta pelos meios de comunicação, como afirma Maffesssoli, 2004, “a tribalização” , cada tribo se forma de acordo com interesses comuns, onde a imagem é o elo principal entre os seres humanos, ou seja, nos identificamos com o visual, é ele o principal fator para a formação de grupos, somos quase domesticados pela realidade que nos é imposta pela tecnologia, esta exerce um certo fascínio que manipula de maneira invisível toda uma população e esta nem chega a perceber. Habituados que estão a aceitar sem questionamentos o que a vida lhes oferece, o que conseguimos visualizar contradições e incertezas, estas representadas pela pela seletividade, é uma sociedade cheia de má distribuição de renda, discriminação, a marginalidade que são características presentes numa sociedade capitalista como a nossa. Essa é a visão de sociedade que se apresenta para nós educadores, mas que é passível de transformações mesmo não sendo uma tarefa fácil. O caminho é repleto de armadilhas, já que os mecanismos de adaptação acionados periodicamente, a partir dos interesses dominantes, podem ser confundidos com anseios da classe dominada. Para evitar esse risco, é necessário avançar no sentido de captar a natureza específica da educação, o que nos levará à compreensão das complexas mediações pelas quais se dá sua inserção contraditória na sociedade capitalista. Uma educação crítica, função primordial da educação, poderá estar a serviço de um projeto de libertação das maiorias dessa sociedade, tornando estes capazes de refletir sobre a sociedade em que vivemos repensando seus objetivos de vida. Segundo TIBA, 1996, p.178: A sociedade praticamente não ensina, somente sinaliza as regras a serem obedecidas na esperança de que cada cidadão tenha preparo suficiente (familiar e escolar) para viver de acordo com elas. Suas leis escritas e as contravenções são punidas sem as atenuantes escolares e o afetivo clima familiar Desta forma, propomos construir uma sociedade que esteja fundamentada na dignidade da pessoa humana, reconhecendo todos, como sujeitos de sue próprio desenvolvimento e do desenvolvimento social; uma sociedade em que a prática da democracia e a participação coletiva seja uma realidade onde haja para todos, educação, cultura, lazer e boas oportunidade de trabalho, proporcionando ao nosso aluno atuar de forma consciente diante dos problemas sociais. Almejamos uma sociedade que acredite e valorize o ser humano, que seja justa, solidária, democrática, onde: - a cidadania seja assumida por todos na organização da sociedade; - possa se oferecer a todos, sem distinção, iguais oportunidades de ascensão social, com ênfase nas qualidades individuais de cada um; - sejam ofertadas oportunidades de preparar novas gerações para o desempenho das funções essenciais à sua sobrevivência e à continuidade do processo social. - o poder público esteja não somente a serviço de uma minoria, mas de todos os cidadãos. 8.2. Concepção do Homem: O homem é um ser social que interage com seu meio. Para entender e acompanhar as transformações do mundo, é necessário que tenha uma formação básica ecletiva que lhe possibilite ser um cidadão atuante e com habilidades múltiplas (reflexão, comunicação, criatividade, participação, investigação e competência para produzir) para enfrentar os desafios do mundo do trabalho, gerando para si e para os outros uma melhoria na qualidade de vida. Essa formação deve ser equânime, para que todos tenham as mesmas oportunidades de cidadãos, em condições de serem empreendedores. Portanto, na formação de nosso aluno, é fundamental levar em consideração suas peculiaridades, instrumentalizando-o para que, como sujeito histórico, possa conquistar seu espaço; desenvolver seus valores e as competências necessárias à integração de seu projeto individual ao projeto da sociedade em que se situa, aprimorar-se como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. Cientes de que o homem só alcança sua plena compreensão quando baseado em princípios morais, éticos e espirituais, acreditamos que sua vida necessita ser guiada pela cidadania, que será construída num espaço natural, social e histórico, num processo contínuo de integração do sujeito com a natureza, a sociedade e a prática, onde buscará condições de produzir e de trabalhar para conservação de sua própria existência material. Priorizando o que afirmamos, queremos nos unir em constantes esforços para sermos instrumentos de ajuda para esta realização. Neste contexto, queremos, então, que o homem: - Seja sujeito de seu próprio processo de desenvolvimento; - Domine sua cultura e esteja aberto aos valores de outras culturas; - Seja crítico, questionador, ousado, criativo, comprometido com a democracia; - Vise a transformação social, por um mundo democrático, justo, solidário e fraterno; - Seja capaz de viver em comunidade; - Seja capaz de viver e conviver com os avanços tecnológicos, humanizando-os em favor da sociedade; Enfim, Esteja consciente de suas limitações. almejamos a formação de um homem crítico, consciente e comprometido com sua história, sujeito atuante e com condições de modificar o contexto onde vive. 8.3. Concepção de Educação: A educação é imprescindível para a humanização e a socialização do homem, é através dela que o ser humano adquire capacidades para gerenciar sua vida, bem como atuar sobre a sociedade onde vive. Educação é um processo amplo, contínuo, permanente e acontece em todas as fases da vida humana, esta busca levar o homem a refletir sobre o mundo e sua própria história, assumindo a responsabilidade dos seus atos e das mudanças que realidade, fizer acontecer. É a educação que nos permite modificar a alterando o seu rumo, provocando as rupturas necessárias e aglutinando as forças que garantem a sustentação de espaços onde o novo seja buscado, constituído e refletido. É objetivo primeiro de toda educação provocar e criar condições para que se desenvolva uma atitude de reflexão crítica comprometida com a ação. É indispensável, para enfrentar os desafios da globalização, assinalar novos objetivos à educação. A educação que almejamos é aquela que tenha como ponto de referência o tipo de sociedade, escola e pessoa, que vá além do espaço escolar e, para que esta aconteça com responsabilidade, deve acontecer com vistas a um entendimento de currículo multicultural. Segundo BENNET, 1986, p.xv, apud GONÇALVES, SILVA, 2004, p. 55) A educação multicultural destina-se a todos (…) neste sentido, uma de suas metas importantes é a de ajudar todos os estudantes na aquisição de conhecimentos, atitudes e habilidades necessárias para um agir efetivo em uma sociedade democrática plural, bem como no interagir, negociar e comunicar-se com pessoas de diferentes grupos, a fim de criar uma comunidade cívica e moral que trabalhe pelo bem comum. No entanto, para atingirmos essas metas, a educação requer: - O professor como produtor, articulador e planejador da prática educativa. - Que a escola proporcione a todos um ambiente de construção do seu conhecimento. - Oportunidades que possam garantir a todos os alunos, aprendizagens essenciais para participativos, a formação capazes de de atuar cidadãos com autônomos, competência, críticos e dignidade e responsabilidade na sociedade em que vivem. - Ações que visem transformações sociais, econômicas e políticas, tendo em vista a superação de desigualdades no interior da sociedade. - Permanente esforço de pensar, planejar e viver a ação educativa, que responda aos novos desafios da realidade, tendo em vista a superação de desigualdades no interior da sociedade. - Contínuo esforço de pensar, planejar e viver a ação educativa, que responda aos novos desafios da realidade, tendo como base uma escala de valores humanos. - Qualidade, no sentido de coerência e eficiência, em caminhar na direção dos objetivos educacionais. O engajamento de todos os educadores deste Colégio é notável na busca de garantir uma educação de qualidade para todos, mas ainda não nos percebemos preparados para atuar com a eficiência que desejamos diante da inclusão, muitas vezes nos sentimos frustrados sem saber direito qual caminho devemos trilhar, de que maneira podemos ensinar sem nos tornarmos meros reprodutores de desigualdades. 8.4. Concepção de Conhecimentos: Proporcionar uma escola democrática tendo como objetivo a emancipação das camadas populares é um desafio, pois não basta abrir vagas para comportar alunos, é preciso garantir sua permanência na instituição. Sabemos que uma das funções da escola vai além de apenas transmitir os conteúdos de ensino produzidos e acumulados no movimento histórico pela humanidade. O que buscamos é assegurar aos alunos conhecimentos que lhes permitam interferir, transformar e assegurar a melhoria de suas condições de vida. O conhecimento implica nas concepções de homem, de mundo e das condições sociais que o geram, configurando das dinâmicas históricas que representam as necessidades do indivíduo a cada momento, implicando necessariamente em nova forma de ver a realidade, novo modo de atuação para obtenção do conhecimento, mudando, portanto, a forma de interferir na realidade. Essa interferência traz consequências para a escola, cabendo a ela garantir a socialização do conhecimento que foi expropriado do trabalho nas suas relações. Conforme VEIGA, Ilma Passos (1995, p.27) “o conhecimento escolar é dinâmico e não uma mera simplificação do conhecimento científico, que se adequaria à faixa etária e aos interesses dos alunos”. Dessa forma, o conhecimento escolar é resultado de fatos, conceitos e generalizações, sendo, portanto, o objeto de trabalho do professor. Nesta perspectiva, conclui-se que o conhecimento não ocorre individualmente. Ele acontece no social, gerando mudanças internas e externas nos cidadãos e nas relações sociais, tendo sempre uma intencionalidade. 8.5. Concepção da Escola: A escola é uma instituição reconhecida pela sociedade como encarregada pela educação formal. Constitui-se como um espaço de democratização e de inclusão social, e deve primar por uma ação educativa equilibrada entre a formação do homem cidadão e a construção do conhecimento, num processo interativo. A escola, enquanto espaço democrático, deve respeitar os educandos, na sua diversidade cultural, propondo ações mediadas pelos sujeitos em função das particularidades existentes, valores, atitudes, expectativas produzidas dentro de um limite cultural do qual toda comunidade escolar e familiar faz parte. Por outro lado, a escola é comunidade quando partilha seus objetivos, perspectivas e necessidades com a sociedade tornando seus membros cúmplices, ou coresponsáveis pelas ações que medeiam os acontecimentos escolares 8.6. Concepção de Ensino Aprendizagem: Os fracassos e sucessos escolares decorrentes da aprendizagem provocam reflexões sobre os aspectos que interferem no processo de ensinar e aprender, indicando que é mister dar um novo significado ao ensino e à aprendizagem, uma vez que sem aprendizagem, não há ensino. O conhecimento, portanto, é resultado de um complexo e intricado processo de construção, modificação e reorganização utilizado pelos alunos para assimilar e interpretar os conteúdos escolares. O que o aluno pode aprender em determinado momento da escolaridade depende das possibilidades delineadas pelas formas de pensamento de que dispõe naquela fase de desenvolvimento, dos conhecimentos que já construiu anteriormente e do ensino que recebe. A aprendizagem requer fundamentalmente, intenção do aluno e ousadia para aprender, ele precisa estabelecer relações entre os novos conteúdos e os que já aprendeu, revisando, ampliando, diferenciando, transferindo e tomando uma série de decisões. A possibilidade de estabelecer estes vínculos entre o que já se sabe e o que se busca aprender, é condição fundamental para que a aprendizagem se realize. Para tanto, não se pode esquecer que a educação escolar tem a incumbência de fomentar a apropriação de saberes atitudes por parte dos alunos , isso deve acontecer por intermédio da ação mediadora dos professores e pela democratização da gestão escolar. Para que isso aconteça é necessária a busca de alternativas inovadoras. O Planejamento é uma das formas mais eficientes para que se tenha uma forma precisa e organizada dos procedimentos a serem tomados , é uma previsão da ação dos acontecimentos educacionais. Quando entramos em uma sala de aula devemos saber exatamente o porquê de estarmos ali, o que almejamos com relação aos conteúdos a serem trabalhados, o que esperamos dos alunos que ali se encontram , vislumbrando as possíveis rotas a serem seguidas respeitando sempre as diversidades culturais, ritmos e necessidades de aprendizagem. Para que isso aconteça se faz necessário um diagnóstico constante do processo educativo, considerando o que os alunos aprenderam, os conteúdos que necessitam serem revistos e a relevância dos conteúdos a serem ensinados, estes devem estar condicionadas à pluralidade cultural e social que chegam com cada aluno e devem ser organizados de maneira que não se reproduza a desigualdade dentro das salas de aula. 8.7. Concepção de Cidadania: De acordo com Boff (2000, p.51), “cidadania é um processo histórico-social que capacita a massa humana a forjar condições de consciência, de organização e de elaboração de um projeto e de práticas no sentido de deixar de ser massa e de passar a ser povo, como sujeito histórico, plasmador de seu próprio destino”. Reafirmando a citação de Boff, (Martins, 2000, p.53) diz “... a construção da cidadania envolve um processo ideológico de formação da consciência pessoal e social e de reconhecimento desse processo em termos de direitos e deveres”. A realização se faz através de lutas contra as discriminações, da superação das barreiras segregativas entre indivíduos e contra as opressões e os tratamentos desiguais, ou seja, pela extensão das mesmas condições de acesso às políticas públicas e pela participação de todos nas tomadas de decisões. Nesta ótica, podemos afirmar que a cidadania não se limita a uma palavra, uma ideia, um discurso, nem está fora da vida das pessoas. A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões. Pode-se dizer que exercer a cidadania está em estabelecer uma nova forma de ver, ordenar e construir o mundo, tendo como princípios básicos os direitos humanos, a responsabilidade pessoal e o compromisso social na realização do destino coletivo. É construído historicamente e seu sentido mais pleno aponta para a possibilidade da participação efetiva na produção e usufruto de valores e bens de um determinado contexto, na configuração que se dá a esse contexto e para o reconhecimento do direito de falar a ser ouvido . Ser cidadão é poder participar da sociedade tendo direitos e deveres, é identificar-se como ser humano, criar um olhar diferenciado e, ao mesmo tempo, sintonizado com o que está ao seu redor. A cidadania se constrói pelo reconhecimento e respeito às diferenças individuais, pelo combate aos preconceitos, às discriminações (econômicas, políticas, sexuais) e os privilégios, pela participação no processo grupal, pela ampliação da consciência em relação aos direitos e deveres e pela confiança de transformação de cada um. Não há cidadania sem democracia. 8.8. Concepção de Currículo: A qualidade de ensino não acontece por acaso, é preciso conquistá-la com muito trabalho e a conscientização de todos num esforço coletivo a cerca do que é significativo desenvolver dentro dos componentes curriculares. Devemos buscar subsídios que nos dêem embasamento sobre como devemos agir . Nesta direção, para buscarmos um caminho para elucidação dos problemas que afligem o cotidiano escolar, na busca de uma escola democrática e para concretização do ensino /aprendizagem é que as práticas educativas devem se respaldar à luz das concepções de currículo, entendendo este como resultado de uma seleção de um universo mais amplo de conhecimentos e saberes, uma opção entre um conhecimento e não outro tendo em vista o tipo de pessoa que faz parte da realidade escolar e o que se espera desta pessoa ou seja, ele não é neutro e sim, formador de identidades. Portanto, temos que estar conscientes que ele exerce uma relação de poder. (SILVA 2002). Podemos também afirmar que entendemos currículo como a escola em ação, ações estas mediadas pelos sujeitos que dela fazem parte. O currículo constitui o elemento nuclear do projeto pedagógico, é ele que viabiliza o processo de ensino e aprendizagem. Dentro do marco teórico, a proposta curricular define-se como projeção do projeto pedagógico, ou seja , o currículo é um desdobramento necessário do projeto pedagógico, materializando intenções e orientações previstas no projeto em objetivos e conteúdos. Nesse sentido , a proposta curricular é a orientação prática da ação de acordo com um plano mais amplo, é um nível do planejamento entre o projeto pedagógico e a ação prática. Enquanto projeção do projeto pedagógico, o currículo define o que ensinar, o para que ensinar, o como ensinar e as formas de avaliação, em estreita colaboração com a didática. (LIBÂNEO, 2004,P.168) 9.9. Diretrizes Curriculares que norteiam a ação do Estabelecimento Dentro da busca incessante da melhoria da qualidade de ensino, em nossa instituição buscamos no currículo o alicerce para o desenvolvimento de todas as atividades, sempre acreditando estar também no emocional dos alunos suas capacidades educacionais, pois muitos de nossos alunos provem de situações sócio afetivas não resolvidas no decorrer dos anos e estas se manifestam na escola. Entendemos que vencer o conteúdo não é o objetivo principal que esperamos de nossos educadores, sabemos que com educação emocional criamos vínculos afetivos muito grandes e nesse momento solidifica-se um comprometimento mútuo entre professores e alunos e a individualidade de cada aluno como pessoa passa a ser respeitada. Wallon enfatiza em sua colocação que...“ a educação da emoção deve ser incluída entre os propósitos da ação pedagógica, o que supõe o conhecimento íntimo do seu modo de funcionamento...” Acreditamos que o nosso aluno é um ser social que necessita de afeto, carinho e compreensão além da educação formal. Procuramos, para tanto, agir de maneira a garantir o acesso, permanência e aprendizagem para todos os nossos alunos, propiciando a eles uma visão inseridos, despertando da sociedade em que estão neles a valorização pessoal, enfatizando sempre suas capacidades para enfrentamento dessa realidade. Sendo a escola um espaço da diversidade, de conflitos, de possibilidades, acreditamos na importância de uma perspectiva pedagógica multicultural, ou seja, reconhecer e valorizar a importância da diversidade étnica e cultural, na configuração de estilo de vida, experiências sociais, identidades pessoais e oportunidades educacionais acessíveis a pessoas, grupos e nações. (GONÇALVES/SILVA, 2004, p.55) 9.10. Filosofia do Estabelecimento. O Colégio Nisgoski recebe alunos de diferentes setores da cidade, com diferentes culturas e que apresentam uma multiplicidade de informações. Levando em conta essas diversidades, não temos uma filosofia pré estabelecida, pois acreditamos que a nossa filosofia, como escola, é favorecer a construção do conhecimento. Segundo Piaget: “... aprender é modificar, descobrir, inventar. Nesse enfoque a função do professor é propiciar situações para que o aluno construa seu sistema de significação ...” Outros fatos, também observados na escola, são as diferenças sociais apresentadas por nossos alunos. Nesse contexto como escola, procuramos integrar o aluno à realidade escolar e social, ofertando a ele condições de produção e cabe ao professor “... ser mediador, facilitador que interage com os alunos através da linguagem num processo dialógico”. Vigoktsky. 1925 a 1934. Pensando no aluno como um ser que apresenta etapas já alcançadas de desenvolvimento e buscamos no sócio aprendizagem, e capacidades a serem desenvolvidas, construtivismo a nossa fundamentação que enfoca “... a relação aprendizagem desenvolvimento ... apresenta um conceito de zona de desenvolvimento proximal como a distância entre o nível de desenvolvimento potencial”. Buscamos, na nossa realidade educadora, propor uma prática pedagógica repensando todo processo ensino-aprendizagem com o objetivo de propiciar, ao nosso aluno, educação de qualidade. 9.11. Princípios que norteiam a educação: 9.11.1. Éticos: Por fazermos parte de um espaço social onde grande número de pessoas se reúnem num vai e vem de troca de funcionários e sucessão de alunos, é imprescindível que haja uma organização de regras e normas, estabelecendo o bom convívio entre todos. A ética deve estar presente em todos os procedimentos tomados dentro da instituição escolar. 9.11.2. Políticos: A política, hoje, faz parte de nossas vidas, permeia todas as formas de relacionamento social no trabalho, na escola, nas ruas, no lazer e até nas atitudes afetivas. Por isso, em nossa escola, o exercício de cidadania é uma questão de fornecer subsídios para que os alunos desenvolvam aptidões necessárias para um convívio social mais digno. Começamos a nossa conquista da cidadania no relacionamento diário, respeitando as diferenças e acolhendo a todos sem distinções. 9.11.3. Religiosos: Buscamos uma escola acolhedora que desenvolva o aluno integralmente. Pensamos, para tanto, em sua intelectualidade e na sua formação como ser humano participante de uma sociedade desajustada, que exclui. Queremos incutir, em nosso aluno, que ele é um ser único e capaz de realizar transformações. Nessa busca de desenvolvimento integral, procuramos cultivar, em nossos alunos, uma identidade com princípios para que estes sejam capazes de estruturá-los para uma boa convivência na sociedade em que estão inseridos. 9.11.4. Bom Senso: É nosso bom senso que nos adverte nas tomadas de decisões, nos orienta nas tomadas de posição. Acreditamos, portanto, que o princípio do bom senso deve se fazer presente na vida de toda comunidade escolar, para que esta, na peleja do dia a dia, possa agir com coerência em defesa de seus direitos e no cumprimento de seus deveres. 9.12. Avaliação: Nós, educadores deste Estabelecimento de Ensino, compreendemos a avaliação como um instrumento que sinaliza o processo ensino-aprendizagem, possibilitando a reflexão da prática pedagógica e as intervenções que se fizerem necessárias. Acreditamos que a avaliação só é eficiente quando usada criteriosamente e de acordo com os objetivos previstos. Sendo que esta tem a função de diagnosticar a apropriação e as dificuldades de cada aluno, também é vista como uma ação que contribuiu para que professores analisem quais e de que maneira os conteúdos necessitam serem revistos. É fundamental que nossos alunos se desenvolvam, vencendo seus limites e dificuldades com relação ao aprender, também acreditamos ser muito importante, em consideração ao caráter multicultural de nossos alunos, focar o processo de desempenho dos mesmos , acreditamos ser este um importante instrumento de Gestão de Pessoas que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do aluno em função das atividades que realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. De acordo com a declaração de Salamanca: As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiências ou superdotadas, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações migradas ou nômades, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais. (UNESCO, 1994). O objetivo da avaliação de desempenho é contribuir para o desenvolvimento do aluno de forma integral, buscando superar as dificuldades de relação interpessoal que muitas vezes os tornam alijados da realidade escolar e social. Visa entre outras coisas garantir o acesso de todos a novas formas de pensar problemas éticos práticos e que interferem consequentemente no seu relacionamento, na realidade escolar e no trabalho, na escola, enfim, na sociedade como: responsabilidade, pontualidade, dedicação, esforço pessoal, assiduidade, comprometimento, disciplina, respeito, comunicação fatores preponderantes para o desenvolvimento do ser na sua integralidade, bem como na sua relação com a sociedade. Estes são analisados pelos professores, no decorrer do bimestre, através de objetivos propostos. (…) não podemos continuar a tratar com descaso o modo como educamos nossas crianças e adolescentes. Temos de ajudá-los na dificílima tarefa de se tornarem criaturas felizes e de se transformarem em pessoas preocupadas com a defesa dos seus direitos e dos das outras pessoas. (GIKOVAKE, 2001, P.11) Entre o que já foi citado, consideramos, também, importantíssimo, enfatizar a leitura, em todas as disciplinas, como fator preponderante para a aprendizagem. Para tal, foi incorporado, ao ano escolar, o projeto de leitura que acontece semanalmente através da biblioteca itinerante, sendo que o mesmo é avaliado através de resumo oral ou escrito, análise crítica de textos, ou literária de obras com menção de notas. Sendo também uma das metas da avaliação diagnosticar os objetivos não atingidos pelo aluno, com relação à aprendizagem buscando a recuperação paralela de conteúdos e a superação das dificuldades diagnosticadas, com o intuito de atingir as metas previstas. Quando o aluno está cursando a quinta série, ou sexto ano, caso constatadas dificuldades na aprendizagem, este é encaminhado para a sala de apoio ou sala de recursos, dependendo das dificuldades apresentadas. Com relação ao desempenho buscamos orientá-los mostrando diferentes perspectivas de vida, preparando-os para que tenham discernimento nas escolhas, capacidade nas ações e argumentação nas decisões , levando-os a questionar sobre como estão construindo o seu futuro. O ser humano é complexo e contraditório, ambivalente em seus sentimentos e condutas, capaz de construir e de destruir. Em condições sociais de escassez, de privação e de falta de perspectivas, as possibilidades de amar, de construir e de respeitar o outro ficam bastante ameaçadas. Na medida em que a vida a qual está submetido não o trata enquanto homem, suas respostas tendem à a rudeza de sua mera defesa de sobrevivência . As milhares de famílias sem terra, sem casa, sem trabalho, sem alimento, enfrentam situações diárias que ameaçam não só seus corpos ,território último do despossuído, mas simultaneamente, seus vínculos e subjetividades. (KALOUSTIAN, 1998, P.55) apud BEZERRA; NEGREIROS, 2007 p. 123) O processo avaliativo motiva para a correção ou progresso, garantindo a meta de qualidade, onde ela é mediadora, formativa e somativa. Para atingir os objetivos propostos acima, a avaliação do Colégio Nisgoski segue os seguintes critérios . MATUTINO E VESPERTINO • avaliação mensal – 3,0 • avaliação bimestral- 3,0 • aula de leitura – 1,0 • trabalhos e atividades diversas, a critério do professor – 3,0 EDUCAÇÃO FÍSICA • avaliação escrita- 3,0 (trabalhos e atividades diversas a critério do professor) • prática desportiva- 6,0 • aula de leitura- 1,0 ARTES • avaliação escrita – 3,0 (trabalhos e atividades diversas a critério do professor) • atividades práticas – 6,0 • aula de leitura – 1,0 NOTURNO • avaliação mensal – 4,0 ( avaliação ,trabalhos, tarefas a critério do professor) • avaliação bimestral- 5,0 • aula de leitura – 1,0 EDUCAÇÃO FÍSICA • avaliação escrita- 3,0(atividades, trabalhos , tarefas a critério do professor) • prática desportiva- 6,0 • aula de leitura- 1,0 ARTES 9. • avaliação escrita – 3,0(trabalhos e tarefas a critério do professor) • atividades práticas – 6,0 • aula de leitura – 1,0 Marco Operacional: A gestão compartilhada tem papel importante na condução deste Projeto Político Pedagógico, pois será através de encontros e reuniões que se oportunizará troca de experiências entre docentes, equipe pedagógica, direção, agentes educacionais I e II e comunidade, afim de traçar metas, discutir sobre avaliação, contextualização, interdisciplinaridade e outras questões importantes que envolvam o dia a dia do Colégio. Assim, pode-se proporcionar ao alunado, recursos necessários que lhes permitam enfrentar com autonomia, sabedoria e discernimento, as diversas situações problema que se farão presentes no seu cotidiano. Na busca de concretizar os objetivos propostos, o Colégio conta com estruturas enraizadas constituídas por alunos, professores, agentes educacionais I e II e representantes da comunidade envolvimento e comprometimento pois sabemos a necessidade de da comunidade, escolar para atingir um único objetivo: a educação de qualidade. Procuramos ampliar o horizonte educacional de nossos alunos, tornando-os críticos, criativos e politizados através também de atividades que objetivem mudanças na rotina escolar, permitindo ao aluno conhecer um pouco mais a amplitude da sociedade na qual estamos inseridos. Para tal é desenvolvido com o Projeto de Leitura que acontece semanalmente onde a biblioteca itinerante vai até as salas de aula de acordo com horário previsto bimestralmente. Realizamos também, o Festival de Poesias, este é amplamente divulgado no Colégio; os alunos fazem a inscrição de poesias de autoria própria ou de outro autor, estes, em dia estipulado, declamam os poemas e são premiados de acordo com a pontuação emitida por uma comissão de jurados. A Semana de Administração também é um evento que já está incorporado à realidade escolar. Acontece no final do 3º Bimestre com atividades e palestras organizadas pelos alunos do Curso Integrado, professores e equipe escolar. Sendo que para este evento são convidados empresários e palestrantes da comunidade para participar. Com o objetivo de conhecer costumes, tradições e o dia a dia dos estudantes da rede pública estadual do Paraná, de escolas de cidades diferentes, o colégio promove o Intercâmbio Cultural . A retomada da escrita é o ponto de partida, pois este projeto consiste no contato entre alunos através de cartas . Após meses de troca de cartas, as escolas promovem um encontro entre os alunos nas diferentes cidades para confraternização. A Implementação da Agenda 21 é outro programa que está integrado à realidade deste Colégio com o objetivo de conscientizar os alunos sobre a importância do uso e conservação ambiental (solo, água e florestas.) Com a equipe Multidisciplinar já homologada pretendemos realizar reuniões periódicas para elaboração do plano de ação a serem realizadas com todas as turmas, abordando temas sobre gênero e diversidade, educação indígena, educação cultural afro-brasileira e africana, e diversidades culturais e étnicas presentes na sociedade. Participamos também com quatro projetos “Viva Escola”, Esportes, História e Memória, Investigação Científica e Artes Visuais. As reuniões com os pais ou responsáveis sobre aproveitamento escolar dos alunos,Regimento Escolar e Regulamento Interno, são pontos aos quais estaremos dando destaque , pois acreditamos que devemos ter os pais como aliados e participadores de todo processo educacional.. Continuarão a serem realizadas parcerias com entidades educacionais, empresas e comércio com vista aos estágios dos alunos do curso profissionalizante. Acreditamos também que é extremamente importante reuniões com a APMF, Conselho Escolar e Grêmio Estudantil, pois estes devem estar interados e participar ativamente da construção do dia a dia escolar. Buscaremos ministrar palestras para a comunidade escolar sobre assuntos gerais de interesse do momento. A formação continuada dos docentes, nas áreas que se fizerem necessárias, tais como avaliação, inclusão e outros que surgirem no decorrer do ano, serão pontos abordados com prioridade . Parcerias com O Jovem Aprendiz, buscando dar continuidade ao trabalho elaborado pelos alunos do curso técnico em Administração, permitem a inserção dos mesmos no mercado de trabalho. (Parcerias com CIEE e empresas do município). Jornal da Administração – apoiar a elaboração do jornal como mecanismo incentivador da prática da escrita e da leitura, mecanismo de divulgação das atividades desenvolvidas no curso e do Colégio. Projeto de Reciclagem em parcerias a serem buscadas na comunidade implementando uma consciência ecológica, fazendo da coleta seletiva do lixo um mecanismo para conscientização da comunidade do entorno escolar e também para o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, complemento Agenda 21. 11.Tipos de gestão: O Colégio Estadual Professora Maria Aparecida Nisgoski tem sua direção escolhida através de eleição e de modo democrático, onde pais, alunos, professores e agentes educacionais I e II escolhem sua representação. A direção é participativa e administrada de modo a não concentrar a autoridade, procurando formas coletivas que propiciem a participação de todos. Com essa atitude, todos colaboram e sentem-se valorizados. Abre, também, espaço para a participação da comunidade e da família, articulando essa integração através de reuniões mensais ou quando se fizerem necessárias palestras e grupos de estudos. A gestão está voltada para os princípios éticos e científicos de administração: conhecimento, liderança, participação coletiva, autoridade e ética que vêm fundamentar o trabalho coletivo numa perspectiva compartilhada. Assim executa um trabalho voltado para as necessidades da comunidade, atendendo a sociedade com o comprometimento de fazer do aluno um cidadão, reconhecendo seus direitos e deveres, tornando-os críticos, atuantes com pleno exercício de sua cidadania. 11.1 Definição dos papéis de cada segmento do Estabelecimento de Ensino: Um papel social corresponde a um padrão esperado de determinada posição em um contexto social. O papel é a expressão da posição que corresponde à localização da pessoa do sistema. Qualquer papel social é determinado por uma série de fatores interferentes, uns de maior impacto que outros, dependendo das circunstâncias. Cabe aqui ressaltar que cada funcionário exercendo seu papel com profissionalismo, dedicação, unindo-se ao conjunto, com certeza estará cumprindo seu papel de educador e colaborando para a formação de novas gerações. 11.2 Papel do professor: O papel do professor é a parte humana da Proposta Pedagógica que implica em articular a educação na sociedade. Visa a construção da autonomia de pessoas críticas, participativas, criativas e responsáveis no mundo globalizado e socializado pelo conhecimento. Hoje, sabemos que não é possível separar o eu pessoal do profissional, sobretudo numa profissão fortemente impregnada de valores e ideais e muito exigente do ponto de vista do empenhamento e da relação humana. Houve um tempo em que a possibilidade de estudar o ensino, para além da subjetividade do professor, foi considerada um sucesso científico e um passo essencial em direção à uma ciência da educação. Mas as utopias racionalistas não conseguiram pôr entre parênteses a especificidade irredutível da ação de cada professor. Como a formação continuada deve ser prioridade na vida profissional dos professores, fato esse, facilitado pela SEED, pois essa formação está sendo ofertada com cursos, oficinas, palestras . Há também muitos cursos ofertados por outras instituições que vêm somar forças à SEED nessa empreitada, cabendo ao professor participar. A equipe docente é constituída de professores regentes, devidamente habilitados. Compete aos docentes: - participar da elaboração, implementação e avaliação do Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino, construído de forma coletiva e aprovado pelo Conselho Escolar; - elaborar, com a equipe pedagógica, a proposta pedagógica curricular do estabelecimento de ensino, em consonância com o Projeto Político Pedagógico e as Diretrizes Curriculares Nacionais e Estaduais; - participar do processo de escolha, juntamente com equipe pedagógica,dos livros e materiais didáticos, em consonância com o Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino; - elaborar seu Plano de Trabalho Docente; - desenvolver as atividades de sala de aula, tendo em vista a apreensão crítica do conhecimento pelo aluno; - proceder à reposição dos conteúdos, carga horária e/ou dias letivos aos alunos, quando se fizer necessário, a fim de cumprir o calendário escolar, resguardando prioritariamente o direito do aluno; - proceder à avaliação contínua, cumulativa e processual dos alunos utilizando-se de instrumentos e formas diversificadas de avaliação, previstas no Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino; - promover o processo de recuperação concomitante de estudos para os alunos, estabelecendo estratégias diferenciadas de ensino e aprendizagem, no decorrer do período letivo; - participar do processo de avaliação educacional no contexto escolar dos alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem, sob coordenação e acompanhamento do pedagogo, com vistas à identificação de possíveis necessidades educacionais especiais e posterior encaminhamento aos serviços e apoios especializados da Educação Especial, se necessário; - participar de processos coletivos de avaliação do próprio trabalho e da escola, com vistas ao melhor desenvolvimento do processo ensino e aprendizagem; - participar de reuniões, sempre que convocado pela direção; - assegurar que, no âmbito escolar, não ocorra tratamento discriminatório em decorrência de diferenças físicas, étnicas, de gênero e orientação sexual, de credo, ideologia, condição sócio cultural, entre outras; - viabilizar a igualdade de condições para a permanência do aluno na escola, respeitando a diversidade, a pluralidade cultural e as peculiaridades de cada aluno, no processo de ensino e aprendizagem; - participar de reuniões e nos encontros para planejamento e acompanhamento,junto ao professor de Serviços e Apoios Especializados, da Sala de Apoio à Aprendizagem, da Sala de Recursos e de Contraturno, a fim de realizar ajustes ou modificações no processo de intervenção educativa; - estimular o acesso a níveis mais elevados de ensino, cultura, ção artística; pesquisa e cria- - participar ativamente dos Pré Conselhos de Classe, na busca de alternativas pedagógicas que visem ao aprimoramento do processo educacional, responsabilizando-se pelas informações prestadas e decisões tomadas, as quais serão registradas e assinadas em Ata; - propiciar ao aluno a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelec tual e do pensamento crítico, visando ao exercício consciente da cidadania; - zelar pela frequência do aluno à escola, comunicando qualquer irregularidade à equipe pedagógica; - cumprir o calendário escolar, quanto aos dias letivos, horas aula e horas atividade estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; - cumprir suas horas atividade no âmbito escolar, dedicando-as a estudos, pesquisas e planejamento de atividades docentes, sob a orientação da equipe pedagógica, conforme determinações da SEED; - manter atualizados os Registros de Classe, conforme orientação da equipe pedagógica e secretaria escolar, deixando-os disponíveis no estabelecimento de ensino; - participar do planejamento e da realização das atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade; - desempenhar o papel de representante de turma, contribuindo para o desen volvimento do processo educativo; - dar cumprimento aos preceitos constitucionais, à legislação educacional em vigor e ao Estatuto da Criança e do Adolescente, como princípios da prática profissional e educativa; - participar, com a equipe pedagógica, da análise e definição de projetos a serem inseridos no Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino; - comparecer ao estabelecimento de ensino nas horas de trabalho ordinárias que lhe forem atribuídas e nas extraordinárias, quando convocado; -zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores, funcionários e famílias; - manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, com pais e com os demais segmentos da comunidade escolar; - participar da avaliação institucional, conforme orientação da SEED; -cumprir e fazer cumprir o disposto no Regimento Escolar. O trabalho docente constitui-se, basicamente, em ajudar o educando a aprender em todos os aspectos, isto é, na preparação e desenvolvimento de conhecimentos, habilidades, hábitos, atitudes, valores, ideais ou qualquer tipo de aprendizagem ainda não desenvolvidos e julgados importantes e necessários para o educando tanto pessoal como socialmente (REEDER). Deve sistematizar para os alunos os conteúdos, preparar a vivência, comunicar, ouvir, interagir, proporcionando, enfim, o apregoado desenvolvimento, isto é, a aprendizagem do aluno. Para desenvolver adequadamente esse importante papel o professor, com os demais profissionais, não podem ser acomodados, alguém que já considere ter chegado ao máximo em sua sabedoria. Pelo contrário, deve estar sempre insatisfeito com o seu trabalho, no sentido de que sinta que há algo mais por fazer. Há muito que aprender. Deve ser ousado no intuito de fazer tentativas, experimentos de novos procedimentos, enfim deve sempre procurar aperfeiçoar o seu trabalho, lendo jornais, revistas especializadas, para fazer na sala de aula suas conquistas e pesquisas. Todo professor deve ser continuamente reflexivo, observador, a fim de detectar novos procedimentos, novas maneiras de fazer, levando em consideração seus objetivos educativos. Trabalhar conhecendo bem o aluno, fazendo pontes constantes entre o mundo jovem e a matéria, o próprio contexto, a situação do dia a dia, o compartilhar de experiências com os próprios profissionais e com os alunos proporcionando um complexo de forças que apontam para o sucesso do saber. 11.3 Direção: - cumprir e fazer cumprir a legislação em vigor; - responsabilizar-se pelo patrimônio público escolar recebido no ato da posse; - coordenar a elaboração e acompanhar a implementação do Projeto Político Pedagógico da escola, construído coletivamente e aprovado pelo Conselho Escolar; - coordenar e incentivar a qualificação permanente dos profissionais da educação; - implementar a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino,em obser- vância às Diretrizes Curriculares Nacionais e Estaduais; - coordenar a elaboração do Plano de Ação do estabelecimento de ensino e submetê-lo à aprovação do Conselho Escolar; - convocar e presidir as reuniões do Conselho Escolar, dando encaminhamento às decisões tomadas coletivamente; - elaborar os planos de aplicação financeira sob sua responsabilidade, consultando a comunidade escolar e colocando-os em edital público; - prestar contas dos recursos recebidos, submetendo-os à aprovação do Conselho Escolar e fixando-os em edital público; - coordenar a construção coletiva do Regimento Escolar, em consonância com a legislação em vigor, submetendo-o à apreciação do Conselho Escolar e, após, encaminhá-lo ao NRE para a devida aprovação; - garantir o fluxo de informações no estabelecimento de ensino e deste com os órgãos da administração estadual; - encaminhar aos órgãos competentes as propostas de modificações no ambiente escolar, quando necessárias, aprovadas pelo Conselho Escolar; - definir os requerimentos de matrícula; - elaborar, juntamente com a equipe pedagógica, o calendário escolar, de acordo com as orientações da SEED, submetê-lo à apreciação do Conselho Escolar e encaminhá-lo ao NRE para homologação; - acompanhar, juntamente com a equipe pedagógica, o trabalho docente e o cumprimento das reposições de dias letivos, carga horária e de conteúdo aos discentes; - assegurar o cumprimento dos dias letivos, horas aula e horas atividade estabelecidos; - promover grupos de trabalho e estudos ou comissões encarregadas de estudar e propor alternativas para atender aos problemas de natureza pedagógico administrativa no âmbito escolar; - propor à SEED , via Núcleo Regional de Educação, após aprovação do Conselho Escolar, alterações na oferta de ensino e abertura ou fechamento de curso; - participar e analisar a elaboração dos regulamentos internos e encaminhá-los ao Conselho Escolar para aprovação; - supervisionar a cantina comercial e o preparo da merenda escolar ,quanto ao cumprimento das normas estabelecidas na legislação vigente relativas às exigências sanitárias e padrões de qualidade nutricional; - presidir o Conselho de Classe, dando encaminhamento às decisões tomadas coletivamente; - definir horário e escalas de trabalho da equipe técnico administrativa e equipe auxiliar operacional; - articular processos de integração da escola com a comunidade; - solicitar ao NRE suprimento e cancelamento de demanda de funcionários e professores do estabelecimento, observando as instruções emanadas da SEED; - organizar horário adequado para a realização da Prática Profissional Supervisionada dos agentes educacionais I e II cursistas do Programa Nacional de Valorização dos Trabalhadores em Educação – Profuncionário, no horário de trabalho, correspondendo a 50 % (cinquenta por cento) da carga horária da Prática Profissional Supervisionada, conforme orientação da SEED , contida no Plano de Curso; - responsabilizar-se pelo patrimônio público escolar recebido no ato da posse; - participar, com a equipe pedagógica, da análise e definição de projetos a serem inseridos no Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino, juntamente com a comunidade escolar; - cooperar com o cumprimento das orientações técnicas de vigilância sanitária e epidemiológica; - viabilizar salas adequadas quando da oferta de ensino extracurricular e plurilinguista de Língua Estrangeira Moderna, pelo Centro de Línguas Estrangeiras Modernas – CELEM; - disponibilizar espaço físico adequado quando da oferta de Serviços e Apoios Pedagógicos Especializados, nas diferentes áreas da Educação Especial;- assegurar a realização do processo de avaliação institucional do estabelecimento de ensino; - zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores,funcionários e famílias; - manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, pais e com os demais segmentos da comunidade escolar; - assegurar o cumprimento dos programas mantidos e implantados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação / MEC –FNDE; - Compete ao (à) diretor (a) auxiliar assessorar o (a) diretor(a)em todas as atribuições e substituí-lo na sua falta ou por algum impedimento. 11.4 Pedagogo: O papel do pedagogo constitui-se na somatória de esforços e ações desencadeadas com o sentido de promover a melhoria do processo educativo do colégio. Neste enfoque, também cabe ao pedagogo, assessorar a Direção em sua função e apoiar os professores atuando junto aos alunos, pais e coletivo escolar. Compete à equipe pedagógica: - coordenar a elaboração coletiva e acompanhar a efetivação do Projeto PolíticoPedagógico e do Plano de Ação do estabelecimento de ensino; – orientar a comunidade escolar na construção de um processo pedagógico, em uma proposta democrática; - participar e intervir, junto à direção, na organização do trabalho pedagógico escolar, no sentido de realizar a função social e a especificidade da educação escolar; – coordenar a construção coletiva e a efetivação da proposta pedagógica curricular do estabelecimento de ensino, a partir das políticas educacionais da SEED e das Diretrizes Curriculares Nacionais e Estaduais; – orientar o processo de elaboração dos Planos de Trabalho Docente junto ao coletivo de professores do estabelecimento de ensino; - promover e coordenar reuniões pedagógicas e grupos de estudo para reflexão e aprofundamento de temas relativos ao trabalho pedagógico visando à elaboração de propostas de intervenção para a qualidade de ensino para todos; – participar da elaboração de projetos de formação continuada dos profissionais do estabelecimento de ensino, que tenham como realização e o aprimoramento do trabalho pedagógico escolar; finalidade a – organizar, junto à direção da escola, a realização dos Pré Conselhos e dos Conselhos de Classe, de forma a garantir um processo coletivo de reflexão-ação sobre o trabalho pedagógico desenvolvido no estabelecimento de ensino; - coordenar a elaboração e acompanhar a efetivação de propostas de intervenção decorrentes das decisões do Conselho de Classe; - subsidiar o aprimoramento teórico- metodológico do coletivo de professores do estabelecimento de ensino, promovendo estudos sistemáticos, troca de experiências, debates e oficinas pedagógicas; – organizar a hora atividade dos professores do estabelecimento de ensino, de maneira a garantir que esse espaço-tempo seja de efetivo trabalho pedagógico; - proceder à análise dos dados do aproveitamento escolar de forma a desencadear um processo de reflexão sobre esses dados , junto à comunidade escolar, com vistas a promover a aprendizagem de todos os alunos; - coordenar o processo coletivo de elaboração e aprimoramento do Regimento Escolar, garantindo a participação de toda comunidade escolar; – participar do Conselho Escolar, quando representante do seu segmento, subsidiando teórica e metodologicamente as discussões e reflexões acerca da organização e efetivação do trabalho pedagógico escolar; - orientar e acompanhar a distribuição, conservação e utilização dos livros e demais materiais pedagógicos, no estabelecimento de ensino,fornecidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação / MEC -FNDE; – coordenar a elaboração de critérios para aquisição, empréstimo e seleção de materiais , equipamentos e/ou livros de uso didático- pedagógico, a partir do Projeto- Pedagógico do estabelecimento de ensino; – participar da organização pedagógica da biblioteca do estabelecimento de ensino, assim como do processo de aquisição de livros, revistas, fomentando ações e projetos de incentivo à leitura; – acompanhar as atividades desenvolvidas nos Laboratórios de Química, Física, Biologia e de Informática; - propiciar o desenvolvimento da representatividade dos alunos e de sua participação nos diversos momentos e Órgãos Colegiados da escola; - coordenar o processo democrático de representação docente de cada turma; – colaborar com a direção na distribuição das aulas, conforme orientação da SEED; – coordenar, junto à direção, o processo de distribuição de aulas e disciplinas, a partir de critérios legais, didático pedagógicos e do Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino; – acompanhar os estagiários das instituições de ensino quanto às atividades a serem desenvolvidas no estabelecimento; – acompanhar o desenvolvimento do Programa Nacional de Valorização dos Trabalhadores em Educação – Profuncionário, tanto na organização do curso, quanto no acompanhamento da Prática Profissional Supervisionada dos funcionários cursistas da escola e/ou de outras unidades escolares; – promover a construção de estratégias pedagógicas de superação de todas as formas de discriminação, preconceito e exclusão social; – coordenar a análise de projetos a serem inseridos no Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino; – acompanhar o processo de avaliação institucional do estabelecimento de ensino; – participar na elaboração do Regulamento de uso dos espaços pedagógicos; – orientar, coordenar e acompanhar a efetivação de procedimentos didáticos pedagógicos referente à avaliação processual e aos processos de classificação, reclassificação, aproveitamento de estudos, adaptação e progressão parcial, conforme legislação em vigor; - organizar e acompanhar, juntamente com a direção, as reposições de dias letivos, horas e conteúdos aos discentes; – orientar, acompanhar e visar periodicamente os Livros de Registro de Classe e da Ficha Individual de controle de nota e frequência específica para EJA; – organizar registros de acompanhamento da vida escolar do aluno; - organizar registros para acompanhamento pedagógica dos profissionais do estabelecimento de ensino; – solicitar autorização dos pais ou responsáveis para realização da Avaliação Educacional do Contexto Escolar, a fim de educacionais especiais; identificar possíveis necessidades – coordenar e acompanhar o processo de Avaliação Educacional no Contexto Escolar, para os alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem, visando encaminhamento aos serviços e apoios especializados da Educação Especial, se necessário; – acompanhar os aspectos de socialização e aprendizagem dos alunos, realizando contato com a família com o intuito de promover ações para seu desenvolvimento integral; - acompanhar a frequência escolar dos alunos, contatando as famílias e encaminhando-os aos órgãos competentes , quando necessário; – acionar serviços de proteção à criança e ao adolescente, sempre que houver necessidade de encaminhamentos; – orientar e acompanhar o desenvolvimento escolar dos alunos com necessidades educativas especiais, nos aspectos pedagógicos, adaptações físicas e curriculares e no processo de inclusão na escola; – manter contato com os professores dos serviços e apoios especializados de alunos com necessidades educacionais especiais, para intercâmbio de informações e trocas de experiências, visando a articulação do trabalho pedagógico entre Educação Especial e ensino regular; – assessorar os professores do CELEM e acompanhar as turmas,quando o estabelecimento de ensino ofertar o ensino extracurricular e plurilinguista de Língua Estrangeira Moderna; – assegurar a realização do processo de avaliação institucional do estabelecimento de ensino; – manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com colegas, alunos, pais e demais segmentos da comunidade escolar; – zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores, funcionários e famílias; – elaborar seu plano de ação; – cumprir e fazer cumprir o disposto no Regimento Escolar. Cabe ao Coordenador de Curso na Educação Profissional: - elaborar, com a equipe pedagógica, para a consolidação do processo de formação integrada: a) mantendo disponível o Plano de Trabalho Docente; b) Viabilizando os recursos didáticos; c) Incentivando e providenciando leituras específicas; d) Estimulando as inovações, quanto à dinâmica do trabalho de sala de aula, sugerindo novas práticas. – promover a intermediação com o mundo do trabalho ( estágios,práticas e projetos) - identificar e divulgar os resultados positivos dos cursos técnicos em âmbito escolar junto ao NRE /SEED; – analisar as condições de oferta (infra-estrutura) do curso e propor as adequações necessárias; – esclarecer a comunidade sobre o Plano de Curso e inserção no mundo do trabalho; – elaborar relatórios periódicos de atividades para auto-avaliação do curso; – orientar e acompanhar os professores, juntamente com a equipe pedagógica, quanto à elaboração da Proposta Pedagógica Curricular, Plano de Curso e a articulação da mesma com a prática social e o mundo do trabalho, mediada pelos conteúdos relativos a sua área de atuação; – orientar os alunos quanto às dúvidas em relação aos conteúdos, horários de aula, entre outros; – definir a necessidade de manutenção e/ou conserto de equipamentos danificados; - supervisionar o cumprimento do horário das aulas para as turmas do curso sob sua coordenação; – acompanhar o plano de trabalho docente, quanto ao desenvolvimento dos conteúdos estabelecidos para a disciplina e a carga horária; – providenciar e divulgar o material didático necessário para o desenvolvimento do trabalho pedagógico; – coordenar reuniões sistemáticas com professores e técnicos da Unidade Didático- Pedagógica para a avaliação do processo de ensino e prática pedagógica; – organizar grupo de estudos para aprofundar temas que contribuam para a atualização docente; – promover a articulação com a equipe pedagógica da escola para a discussão e avaliação do curso; - sugerir procedimentos metodológicos inovadores, acompanhando a evolução dos conhecimentos técnicos e tecnológicos , próprios do curso; – supervisionar as atividades de estágio e da Prática Profissional Supervisionada dos alunos, em Conjunto com a Coordenação de Estágio; – articular, juntamente com a Coordenação de Estágio, novas parcerias para firmar cooperação técnica; – realizar a avaliação institucional, conforme orientação da SEED; – zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores, funcionários e famílias; – manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, com pais e com os demais segmentos da comunidade escolar; – cumprir e fazer cumprir o disposto no Regimento Escolar. 11.5 Equipe Administrativa: A equipe administrativa é o setor que serve de suporte ao funcionamento de todos os setores do Estabelecimento de Ensino, proporcionando condições para que os mesmos cumpram suas funções. A equipe administrativa é composta por Secretaria e Agentes educacionais. 11.6 Secretaria: A secretaria é o setor que tem a seu encargo todos os auxiliares administrativos para manterem em dia o serviço de escrituração escolar e a correspondência do Estabelecimento de Ensino. Os serviços da secretaria são coordenados e supervisionados pela Direção do colégio, ficando a ela subordinados. O cargo de secretária é exercido por uma profissional devidamente qualificada para o exercício da função, indicada pela Direção do Estabelecimento de Ensino e de acordo com as normas da SEED em ato específico. 11.7 Auxiliares Administrativos: - A função de técnicos administrativos é exercida por profissionais que atuam nas áreas da secretaria, biblioteca e laboratório de Informática do estabelecimento de ensino. – A função de assistente de execução é exercida por profissional que atua no laboratório de Química, Física e Biologia do estabelecimento de ensino. – O técnico administrativo que atua na secretaria como secretário (a) escolar é indicado pela direção do estabelecimento de ensino e designado por Ato Oficial, conforme normas da SEED. – O serviço da secretaria é coordenado e supervisionado pela direção; Compete aos auxiliares administrativos - Cumprir e fazer cumprir determinações dos seus superiores hierárquicos. - Ajudar a manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro de assentamentos dos alunos, de forma a permitir, qualquer época, a verificação. - Realizar as atividades administrativas referentes à matrícula, transferência, adaptação e conclusão de curso. - Zelar pelo uso adequado e conservação dos bens materiais da Secretaria. 11.8 Compete a Secretária: - conhecer o Projeto Político Pedagógico do estabelecimento de ensino; - cumprir a legislação em vigor e as instruções normativas emanadas da SEED, que regem o registro escolar do aluno e a vida legal do estabelecimento de ensino; - distribuir as tarefas decorrentes dos encargos da secretaria aos demais técnicos administrativos; - receber, redigir e expedir a correspondência que lhe for confiada; - organizar e manter atualizados a coletânea de legislação, resoluções, instruções normativas, ordens de serviço, ofícios e demais documentos; -efetivar e coordenar as atividades administrativas referentes à matrícula, transferência e conclusão de curso; -elaborar relatórios e processos de ordem administrativa a serem encaminhados às autoridades competentes; - encaminhar à direção, em tempo hábil, todos os documentos que devem ser assinados; - organizar e manter atualizado o arquivo escolar ativo e conservar o inativo, de forma a permitir, em qualquer época, a verificação da identidade e da regularidade da vida escolar do aluno e da autenticidade dos documentos escolares; - responsabilizar-se pela guarda e expedição da documentação escolar do aluno, respondendo por qualquer irregularidade; - manter atualizados os registros escolares dos alunos no sistema informatizado; - organizar e manter atualizado o arquivo com os atos oficiais da vida legal da escola, referentes à sua estrutura e funcionamento; - atender a comunidade escolar, na área de sua competência, prestando informações e orientações sobre a legislação vigente e organização e funcionamento do estabelecimento de ensino, conforme disposições do Regimento Escolar; - zelar pelo uso adequado e conservação dos materiais e equipamentos da secretaria; - orientar os professores quanto ao prazo de entrega do Livro Registro de Classe com os resultados da frequência e do aproveitamento escolar dos alunos; - cumprir e fazer cumprir as obrigações inerentes às atividades administrativas da secretaria, quanto ao registro escolar do aluno referente à documentação comprobatória, de adaptação, aproveitamento de estudos, progressão parcial, classificação, reclassificação e regularização de vida escolar; - organizar o livro ponto de professores e funcionários, encaminhando ao setor competente a sua frequência, formulário próprio; - secretariar os Conselhos de Classe e reuniões, redigindo as respectivas Atas; - conferir, registrar e/ou patrimoniar materiais e equipamentos recebidos; - comunicar imediatamente à direção toda irregularidade que venha ocorrer na secretaria da escola; - participar de eventos, cursos, reuniões, sempre que convocado, ou por iniciativa própria, desde que autorizado pela direção, visando ao aprimoramento profissional de sua função; - auxiliar a equipe pedagógica e direção para manter atualizados os dados no Sistema de Controle e Remanejamento dos Livros Didáticos; - fornecer dados estatísticos inerentes às atividades da secretaria escolar, quando solicitado; - participar da avaliação institucional , conforme orientações da SEED; - zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores, funcionários e famílias; - manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, com pais e com os demais segmentos da comunidade escolar; - participar das distribuições decorrentes do Regimento Escolar e exercer as específicas da sua função; - Distribuir tarefas decorrentes dos cargos da Secretaria aos seus auxiliares. - Redigir correspondências que forem confiadas. - Organizar e manter em dia a coletânea de leis, regulamentos, diretrizes, ordens de serviços, circulares, resoluções e demais documentos. - Apresentar ao Diretor, em tempo hábil, todos os documentos que devam ser assinados. - Organizar e manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro de assentamentos dos alunos, de forma a permitir em qualquer época a verificação: a) da identidade e da regularidade da vida escolar do aluno. b) da autenticidade dos documentos escolares. 11.9 Da Equipe Auxiliar Operacional - O auxiliar operacional tem a seu encargo os serviços de conservação, manutenção, preservação, segurança e da alimentação escolar, no âmbito escolar, sendo coordenado e supervisionado pela direção de estabelecimento de ensino. - Compete ao auxiliar operacional que atua na limpeza, organização e preservação do ambiente escolar e de seus utensílios e instalações: -zelar pelo ambiente físico da escola e de suas instalações, cumprindo as normas estabelecidas na legislação vigente; -utilizar material de limpeza sem desperdícios e comunicar à direção, com antecedência, a necessidade de reposição dos produtos; - zelar pela conservação do patrimônio escolar, comunicando qualquer irregularidade à direção; - auxiliar na vigilância da movimentação dos alunos em horários de recreio, de início e de término dos períodos, mantendo a ordem e a segurança dos estudantes, quando solicitado pela direção; - atender adequadamente aos alunos com necessidades educacionais especiais temporárias ou permanentes, que demandam apoio de locomoção, de higiene e de alimentação ; - auxiliar na locomoção dos alunos que fazem uso de cadeira de rodas, andadores, muletas e outros facilitadores, viabilizando a acessibilidade e a participação no ambiente escolar; - auxiliar os alunos com necessidades educacionais especiais quanto à alimentação durante o recreio , atendimento às necessidades básicas de higiene e as correspondentes ao uso de banheiro; - auxiliar nos serviços correlatos à sua função, participando das diversas atividades escolares; - cumprir integralmente seu horário de trabalho e as escalas previstas, respeitado o seu período de férias; - participar de eventos, cursos, reuniões, sempre que convocado ou por iniciativa própria, desde que autorizado pela direção, visando ao aprimoramento profissional; - coletar lixo de todos os ambientes do estabelecimento de ensino, dando-lhe o devido destino, conforme exigências sanitárias; - participar da avaliação institucional , conforme orientação da SEED; - zelar pelo sigilo de informações pessoais de aluno, professores, funcionários e famílias; - manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, com pais e com os demais segmentos da comunidade escolar ; - exercer as demais atribuições decorrentes do Regimento Escolar e aquelas que concernem à especificidade de sua função; - São atribuições do auxiliar operacional, que atua na cozinha do estabelecimento de ensino: – zelar pelo ambiente da cozinha e por suas instalações e utensílios, cumprindo as normas estabelecidas na legislação sanitária em vigor; – selecionar e preparar a merenda escolar balanceada, observando padrões de qualidade nutricional; – servir a merenda escolar , observando os cuidados básicos de higiene e segurança; – informar ao diretor do estabelecimento de ensino da necessidade de repor estoque da merenda escolar; – conservar o local de preparação, manuseio e armazenamento da merenda escolar, conforme legislação sanitária em vigor; – zelar pela organização e limpeza do refeitório, da cozinha e do depósito de merenda escolar; – receber, armazenar e prestar contas de todo material adquirido para a cozinha e da merenda escolar; – cumprir integralmente seu horário de trabalho e as escalas previstas, respeitando o seu período de férias; – participar de eventos, cursos , reuniões sempre que convocado ou por iniciativa própria, desde que autorizado pela direção, visando o aprimoramento profissional; – auxiliar nos demais serviços correlatos à função, sempre que se fizer necessário; – respeitar as normas de segurança ao manusear fogões, aparelhos de preparação ou manipulação de gêneros alimentícios e de refrigeração; – participar da avaliação institucional, conforme orientações da SEED; – zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores, funcionários e famílias; – manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho com seus colegas, com alunos, com pais e com os demais segmentos da comunidade escolar; – participar das atribuições do Regimento Escolar e exercer as específicas de sua função; 12 -Instâncias colegiadas constituídas por : 12.1 Conselho Escolar: Objetiva promover a participação da comunidade escolar nos processos de administração e gestão, assegurando, assim, a qualidade do trabalho no colégio em termos administrativos, financeiros e pedagógicos. Portanto, desempenha funções normativas, deliberativas e de fiscalização das ações globais. 12.2 APMF ( Associação de Pais, Mestres e Funcionários): Visa auxiliar a Direção na promoção de atividades administrativas, pedagógicas e sociais do colégio. Busca arrecadar recursos para completar os gastos com ensino, cultura e o mínimo de bem estar aos alunos. 12. 3. Grêmio Estudantil: Pretende-se a reinstalação do Grêmio Estudantil, considerando ser uma instância onde o interesse dos alunos é gradativamente cultivado para a organização, participação, comprometimento e exercício da cidadania. 13. Critérios para elaboração do calendário escolar, horários letivos e não letivos: O calendário escolar é elaborado anualmente pelo Estabelecimento de Ensino atendendo ao disposto na legislação vigente, bem como às diretrizes emanadas da Secretaria Estadual de Educação. O calendário escolar é o primeiro passo para se planejar o ano letivo, devendo ter aprovação do Conselho Escolar. A preparação do ano escolar começa pela entrada dos alunos (matrículas), estas são ofertadas de acordo com o espaço disponível afim de oferecer aos alunos um ambiente mínimo adequado para a acomodação de todos. A formação das turmas dá-se por séries e o horário letivo obedece ao que preconiza a LDB e o marco do ano é organizado na semana pedagógica com um planejamento sério e real pedagógica e professores. envolvendo os setores administrativos, equipe 14. Critérios para organização e utilização dos espaços educativos: A organização do espaço escolar é muito importante, pois reflete a concepção educativa adotada pelo colégio. Assim, é importante que os alunos tenham acesso aos materiais de uso frequente como os murais e que estes possam ser utilizados para exposição de trabalhos individuais e coletivos ou para principais informações. O espaço passa a ser objeto de aprendizagem e respeito quando os alunos têm a possibilidade de assumirem a responsabilidade pela ordem e limpeza do estabelecimento. Os espaços existentes fora da sala de aula poderão ser utilizados para realização de atividades recreativas, de gincanas, coleta e exposição de materiais e produções realizadas pelas turmas. Há certas aprendizagens que necessitam de espaços da comunidade. Poderão ocorrer aulas passeios, visitas monitoradas, visita a museus, teatros e outros. 15. Diretrizes para avaliação de desempenho do pessoal docente e não docente, do currículo das atividades extra-curriculares e do projeto político pedagógico. A avaliação será abrangente porque contemplará tanto questões ligadas estritamente ao processo ensino-aprendizagem, como as que se referem à organização do trabalho escolar, à função socializadora e cultural, à formação das identidades, dos valores, etc, enfim ao Projeto Político Pedagógico do colégio. Pretende-se disponibilizar mecanismos que permitam a avaliação da instituição escolar em todos os seus aspectos numa gestão: participativa, pedagógica, de pessoas, de serviços de apoio, de recursos físicos e financeiros. Para que seja possível, será realizada com mecanismos criados pelo próprio estabelecimento de ensino para avaliação interna. O colégio propõe duas formas de avaliação: durante o ano escolar, de forma contínua e sistemática e ao final do ano letivo, de forma sistemática e abrangente. Nesse processo, será acompanhado e avaliado o material didático, o currículo, o sistema de avaliação, a infra-estrutura material, metodologia, a atuação dos professores, dos funcionários da equipe pedagógica e da direção, enfim, toda a ação relevante do Estabelecimento de Ensino, envolvendo nas avaliações, alunos, professores, pais e funcionários, para que todos compreendam que é coletivamente que se constroem ações significativas no colégio. Para esta avaliação, serão utilizados instrumentos por escrito (questionários, relatórios, pareceres, etc) e orais. Os resultados serão analisados com o Conselho Escolar, Comunidade Escolar, APMF ( Associação de Pais, Mestres e Funcionários) e servirão de subsídios para reflexão e reposicionamento. 10. Referências Bibliográficas: BORUCHOVITCH, Evely, BZUNECK,José Aloyseo (org.).A motivação do aluno: contribuições da psicologia contemporânea. 4ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009 BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Conselho Federal de Educação. Parecer nº 76/75. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura Secretaria de Educação Básica. Indagações sobre o Currículo: , 1992 apud Manjön 1995, p. 82). CANDIDO, Antonio. Tendências no desenvolvimento da sociologia da educação. PEREIRA, Luiz e FORAACCHI, Marialice M. (orgs). Educação e sociedade, leituras de sociologia da educação. 6ª Ed., São Paulo, Nacional, 1973. COSTA, João Cruz. Contribuição à história das idéias no Brasil. 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