EAD
LIBRAS
A IMPORTÂNCIA DA COM
PRIMEIROS PASSOS EM PROL DOS SURDOS
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TEMA 1
TEMA 2
IDENTIDADE, COMUNIDADE
E CULTURA SURDA
CRÉDITOS
Reitor
José Carlos Pettorossi Imparato
Pró-Reitora de Graduação e Extensão
Elaine Marcílio Santos
Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa
Renato Amaro Zangaro
Pró-Reitor Administrativo
Darcy Gamero Marques Filho
Pró-Reitora Adjunta de Graduação e Extensão
Mara Regina Rösler
Diretor Acadêmico
Gustavo Duarte Mendes
Coordenadora do Curso de Administração
Adamaris Izaura Cavalcanti
Coordenadores de Polo
Mariangela Camba (Santos)
Paulo Cristiano de Oliveira (São Paulo)
Paulo Roberto Marcatto (Descalvado)
Professor(a) Autor(a)
Andrea Itiro
Professor(a) Revisor(a)
Daniele dos Santos Ramos
Revisora
Maria Ivone de Ávila Oliveira
Equipe do Núcleo de Educação a Distância - NEaD
Coordenação Geral
Magali Polozzi
Supervisor de Design
Rafael Vilares
Web Designer
Vinícius Bianchini
Suporte técnico
Daniel Lopes
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autorais, de acordo com a licença Creative Commons.
SUMÁRIO
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
TEMA 2: IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
2.1 - Identidade, comunidade e cultura surda____________________________________
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2.2 - Leis e decretos________________________________________________________
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SUMÁRIO
DESTAQUES
Durante o texto, você encontrará algumas informações em destaque. Preste atenção:
SAIBA MAIS:
Serve para apresentar
conteúdos, explicações
e observações a fim de
que você compreenda
melhor o tema estudado.
IMPORTANTE:
Indica conceitos ou explicações que merecem
destaque. Fique atento!
ANOTAÇÕES:
Espaço destinado para
suas anotações a respeito do tema estudado.
REFLITA:
São questionamentos
acerca de aspectos
centrais do texto.
OBJETIVOS:
Indicam os conhecimentos a serem desenvolvidos por você
durante o estudo
de cada tema.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A
IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
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TEMA 2
TEMA 2
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A
IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
Iniciando nosso diálogo
Prezado aluno,
Buscamos no tema dois,investigar e questionar a importância da Cultura Surda e Identidade
Surda, como também a legitimidade do uso da lingua de sinais por meio das leis vigentes em nosso
país, que apoia o modelo de educação bilingue para os alunos Surdos.
Apartir de agora iremos considerar alguns estudos realizados para legitimar que os sinais
usados pelos surdos não são somente gestos,analisaremos os aspectos fonologicos e fonéticos da
lingua portuguesa, para compreendemos os parâmetros da lingua de sinais.
OBJETIVOS
Tendo por objetivo:
• Reconhecer a lingua de sinais na sua estrutura espaço/visual;
• Dar inicio a compreensão do processo de formação da palavras em Libras.
Vamos iniciar nosso aprendizado!
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IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
2.1 – IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
De acordo com vários estudiosos, a identidade se constitui num conjunto de traços que distingue um indivíduo dos demais. A formação desse conjunto de traços se inicia quando começamos
a interagir com as demais pessoas, quando começamos a identificar nossos gostos e preferências
e a nos ver como indivíduos com limites e direitos no meio de outros indivíduos, únicos em suas
características.
REFLITA
E isso não é diferente com o surdo: ele também interage com outras pessoas.
Da mesma maneira que, para o ouvinte, a língua tem uma grande participação
nessa interação com o outro, para o surdo ela também é necessária. Mas qual
língua?
Construímos nossa identidade, nosso “eu”, quando nos identificamos com o próximo, quando
somos estimulados por gestos, sorrisos e balbucios de nossos pais ou cuidadores. Para o ouvinte,
a linguagem gesto-visual interage com a linguagem verbal. Porém, para o surdo, a única linguagem
que ele compreende é a gesto-visual.
Para muitos surdos, o processo de aquisição da linguagem gesto-visual é interrompido no
momento em que se espera que ele utilize o código verbal. Como ele não ouve, desconhece o som
desse código e isso o impossibilita de continuar livremente a construir o seu “eu”, o que o limita. Já
os surdos expostos desde a infância ao estímulo gesto-visual, estimulados por meio de uma língua
de sinais, conseguem se apropriar dos acontecimentos e interagir com outros indivíduos.
IMPORTANTE
Nesse sentido, o que significa “identidade surda”? É quando o indivíduo, através de uma língua – nesse caso a língua de sinais –, começa a formar conceitos
sobre a vida, a se ver como integrante de uma sociedade e a reconhecer sua
participação nela. Ser surdo não o impossibilita de agir, pois suas faculdades
perceptivas estão íntegras.
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IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
Claro que há muitos surdos que demoram a conhecer a língua
de sinais e a usá-la, e isso gera atraso na formação da sua identidade
surda. Em muitos lares, não há uma comunicação aberta em língua de
sinais. Isso fortalece a comunidade surda. Mas, será que essas comunidades são formadas exclusivamente por surdos? Não, isso não acontece. Há também ouvintes usuários da língua de sinais que não possuem
identidade surda, mas que conhecem a cultura surda e a respeitam.
Segundo a linguista surda, Carol Padden, “uma comunidade
surda é um grupo de pessoas que mora em uma localização particular,
compartilha as metas comuns de seus membros e, de vários modos,
trabalha para alcançar estas metas” (Padden, Carol. 1988).
SAIBA MAIS
•
Carol Padden:
Carol
Padden nasceu em 1955,
em Washington. Essa socióloga surda é professora
do Departamento de Comunicação da Universidade da
Califórnia.
• FENEIS: Para saber mais
sobre a Federação Nacional de Educação e Integra-
As pessoas que constituem uma comunidade surda costumam
ser atuantes, lutam para que seus direitos de cidadania e seus direitos linguísticos sejam respeitados. No Brasil, temos essas comunidades
organizadas em associações por todo o país. Elas promovem eventos
de discussão sobre as problemáticas regionais e nacionais da pessoa
surda.
ção dos surdos, acesse:
Atualmente, quando se fala em educação de surdo, uma instituição muito conhecida é a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – FENEIS. Ela tem sido uma das grandes divulgadoras
da importância da língua de sinais em nosso país por promover cursos
de LIBRAS ministrados por surdos em várias regiões.
tos
Há também a Confederação Brasileira de Desportos de
Surdos – CBDS, que promove campeonatos masculino e feminino em
nível nacional entre os surdos. Recentemente, a CBDS filiou-se à Confederação Internacional de Surdos, o que tem levado o Brasil a campeonatos internacionais.
Se você deseja conhecer a cultura e a identidade surda, participe dessas comunidades. Você notará características peculiares dos
surdos, como o fato de preferirem se associar intimamente com outro
surdo, de suas piadas girarem em torno da problemática surda e da
incompreensão do português – o que gera situações engraçadas – e de
eles usarem a expressão facial e corporal para se comunicar.
Nesse sentido, observamos que, mesmo com todas as dificuldades na educação dos surdos, a língua de sinais sobrevive, uma vez que
a existência de comunidades surdas propicia a manutenção da cultura
desses grupos, a qual costuma ser passada para os jovens surdos e
seus familiares de geração a geração.
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www.feneis.org.br e amplie
seus conhecimentos.
•
CBDS:
Para saber
mais sobre a Confederação Brasileira de Desporde
Surdos,
acesse:
www.surdo.com.br/ e aprenda!
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A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A
IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
SAIBA MAIS
• Benedita da Silva: Benedita Souza da Silva Santos
nasceu em 1942 na favela
da Praia do Pinto, na cidade
REFLITA
Assim podemos afirmar que a identidade surda é o resultado
do contato com a cultura surda e o reconhecer-se. Mas, o
que é “cultura surda”?
do Rio de Janeiro. Graduou-se em Serviço Social. É
uma ppolítica ativista do Movimento Negro e Feminista.
IMPORTANTE
Foi a primeira senadora negra do Brasil.
Existem várias definições para cultura, mas consideraremos a elaborada pela linguista surda Carol Padden, para
quem cultura representa um conjunto de comportamentos aprendidos de um grupo de pessoas que possuem
sua própria língua, valores, regras de comportamento e
tradições.
A cultura surda é própria de um ser que tem conhecimento de
sua existência como surdo, usa sua língua de sinais e compartilha suas
crenças surdas. Isso ocorre na maneira como adquire valores, os quais
são compartilhados entre os membros da cultura surda.
É importante compreender que nem todos os surdos internalizam a cultura surda em razão da formação de sua identidade: muitos
deles recebem grande influência da cultura ouvinte, o que representa
uma identidade híbrida.
2.2 – LEIS E DECRETOS
Foi uma grande vitória para os surdos terem sua língua reconhecida legalmente. Até o fim da década de 70 e início dos anos 80s,
era estritamente proibido o uso da língua de sinais em sala de aula. Os
surdos que frequentaram instituições de ensino nessa época sofreram
um grande prejuízo em sua formação, uma vez que não dispunham de
uma língua nativa que lhes permitisse externar suas ideias e opiniões.
Foi com Benedita da Silva que a luta pela legalização de uma
língua de sinais começou a tomar forma em Brasília. Benedita explicava
insistentemente a importância dessa língua para os cidadãos surdos
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IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
na sociedade brasileira. Entretanto, a lei não nos dá as informações de
como usar a língua de sinais. Dessa forma, fez-se necessária a criação
do Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamentou
a prática da lei.
É comum ouvirmos algo como: “Ai, meu Deus! O que faço com
um aluno surdo em sala? Eu não sei a língua de sinais!” Essa tem sido a
dificuldade de muitos educadores que se deparam com um aluno surdo.
Para resolver essa questão, o Cap. V do decreto nos fala da formação
de Intérpretes de LIBRAS. Esse profissional tem o papel de mediador
entre a língua oral e a língua gesto-visual, levando em consideração as
duas culturas e estruturas linguísticas.
Entretanto, deparamo-nos com muitas pessoas que, após um
ano ou um pouco mais de uso da língua de sinais, já se colocam como
intérpretes, o que, evidentemente, está errado. Eles são usuários da língua, pois, para que ocorra a interpretação de qualquer sistema linguístico, é fundamental técnica e conhecimento, bem como a fluência dos
dois códigos. No caso dos usuários de LIBRAS, é evidente que não há
fluência, mas técnica.
Para não desprestigiar o conhecimento empírico dos que já atuam como intérpretes, o decreto estabelece um prazo de dez anos para
que esses profissionais se capacitem e permaneçam no mercado de
trabalho.
O decreto que estabelece o direito à educação para as pessoas
surdas ou com deficiência auditiva exige a contratação de um professor
surdo bilíngue para os anos iniciais do Ensino Fundamental. É importante ressaltar que os professores titulares, na maioria das vezes, não
são bilíngues. Até na modalidade de ensino a distância, será necessária
a presença de um Intérprete de LIBRAS a fim de garantir o acesso de
alunos usuários da língua de sinais. Nesse sentido, percebemos que o
“novo rosto” da escola de inclusão é ser bilíngue.
Apesar disso, nossa realidade passa-nos a impressão de que
estamos muito longe da aplicação do Decreto nº 5.626, pois a profissão
do intérprete de LIBRAS ainda não havia sido regulamentada. Somente
em 2010, no dia 1º de setembro, essa profissão citada no referido texto
legal, se faz presente pela Lei 12.319/2010.
Em 10 de outubro de 2011 na cidade de São Paulo, o prefeito Gilberto Kassab assinou o Decreto nº 52.785, alterando o status da educa-
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SAIBA MAIS
• Decreto nº 5.626, de 22
de
Dezembro
de
2005:
Saiba mais sobre o decreto nº 5.626. Acesse o site
www.senado.gov.br/web/
senadoreduardoazeredo/
03447texto.pdf
• Lei 12.319/2010:
Saiba
mais sobre a Lei 12.319.
Acesse o site
http://www.planalto.gov.
br/ccivil_03/_Ato20072010/2010/Lei/L12319.htm
TEMA 2
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IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
ção de surdos, que até então era de educação especial, para educação bilingue. Naquele momento,
as seis escolas de educação especial para surdos passaram a ser chamadas Escolas Municipais de
Educação Bilingue para Surdos (EMEBS). Essas escolas são responsaveis pela formação dos surdos da cidade de São Paulo, onde o número de surdos é superior ao número de vagas disponiveis,
sem levar em consideração o dificil acesso a essas escolas.
Na formação de Escolas Bilingues, há necessidade de profissionais capacitados para garantir um atendimento adequado. Nesse aspecto, vamos considerar uma das peculiaridades do Decreto
nº 5.626, cujo capítulo IV assegura ao aluno uma instituição com profissionais bilíngues quando
afirma ser necessário:
III – prover as escolas com:
a) Professor de LIBRAS ou instrutor de LIBRAS;
b) Tradutor e intérprete de LIBRAS – Língua Portuguesa;
c) Professor para o ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para
pessoas surdas; e
d) Professor regente de classe com conhecimento acerca da singularidade
linguística manifestada pelos alunos surdos.
Em qual dos perfis apresentados acima você se encaixa? Muitos de nós somos professores
regentes de classe com conhecimento da singularidade linguística do surdo. Para que um professor
seja bilíngue em LIBRAS, deve apresentar fluência na língua de sinais e didática própria, considerando as características da pessoa surda. E, infelizmente, isso não se aprende em um curso básico
de LIBRAS realizado em três semestres.
Além da capacitação de profissionais, outra questão deve ser considerada: é necessário
avaliar o aluno surdo. Mas como podemos fazer isso? O capitulo IV do Decreto nº 5.626 estabelece
que devemos:
VI - adotar mecanismos de avaliação coerentes com o aprendizado de segunda língua, na correção das provas escritas, valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a singularidade linguística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa.
VII - desenvolver e adotar mecanismos alternativos para a avaliação de conhecimentos expressos em LIBRAS, desde que devidamente registrados em vídeo ou em
outros meios eletrônicos e tecnológicos.
Para isso, outros profissionais irão interagir com os professores regentes de cada disciplina,
atuando como intérpretes de LIBRAS, a fim de proporcionar ao aluno uma avaliação adequada; ou,
como professores bilíngues de ensino de segunda língua, a fim de avaliar a semântica da escrita do
aluno. Acreditem: há muitos surdos cientes de seus direitos que já requerem uma avaliação registrada em vídeo com o auxilio do intérprete de LIBRAS/Língua Portuguesa.
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A fim de contribuirmos para a melhoria da educação dos surdos, podemos trabalhar com os
profissionais citados, além de conscientizarmos nossos colegas de trabalho e pais de alunos do decreto e da lei que nos orientam acerca da inclusão dos surdos em todos os lugares.
Enfim, um profissional intérprete tem grande responsabilidade quanto à informação a ser
transmitida. Não há como ser um intérprete sem a formação específica como profissional.
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IDENTIDADE, COMUNIDADE E CULTURA SURDA
RECAPITULANDO
Procurou-se por meios dos estudos presentes sobre fonetica e fonologia das linguas orais,
em comparação com os estudos dos parâmetros das linguas de sinais, mostra a diferença de modalidade na construção e transmissão das informações.
Estes estudos revelaram que os gestos usados pelos Surdos, faz parte de um sistema linguistico que apresenta um conjunto de regras que corresponde a estrutura espaço/visual da informação.
Sabendo das principais caracteristicas da lingua de modalidade gesto/visual, partiremos para
um reflexão sobre a aquisição de segunda língua, e nas vantagens e desvantagens para o aluno
surdo em aprender um lingua de modalidade diferente.
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REFERÊNCIAS
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REFERÊNCIAS
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VYGOTYSK, L. S. Pensamento e Linguagem. Lisboa: Antídoto. 1979.
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Anotações
ANOTAÇÕES
Chegou a sua vez!
Aproveite o momento para sintetizar o que foi abordado neste tema, identificando as ideias
principais. Lembre-se de que essa é uma atividade de sistematização dos conceitos compreendidos, por isso você pode desenvolvê-la aqui em Anotações, ou se preferir, em seu
Diário Reflexivo, disponível no Ambiente Virtual da Disciplina.
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Anotações
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