AULA DEMONSTRATIVA
1.
APRESENTAÇÃO ..................................................................................... 2
1.1.
SOBRE O CURSO..................................................................................... 3
1.2.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS .......................................................................... 3
2.
CRONOGRAMA .......................................................................................... 4
3.
A BASE DAS PROVAS DA CESPE E DA ESAF .................................................... 5
4.
O ESPANHOL ADEQUADO AO CONCURSO ......................................................... 6
5.
INTERPRETANDO TEXTOS EM ESPANHOL ......................................................... 8
6.
GLOSSÁRIO PRELIMINAR DE DIFERENÇAS ..................................................... 10
7.
TEXTO COM QUESTÕES COMENTADAS ........................................................... 12
8.
CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................... 21
Concurso: Ministério do Trabalho
Cargo: Auditor-Fiscal do Trabalho
Matéria: Espanhol
Professor: Del Lima
Este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos
termos da Lei n.º 9.610/1998, que altera, atualiza e consolida a
legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.
AUDITOR-FISCAL DO TRABALHO
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1. Apresentação
Queridos alunos!
Iniciando nesse primeiro contato quero me apresentar, meu nome é Del Lima e
tenho 37 anos, sou professor de língua portuguesa. Estou na área dos
concursos públicos desde meus 17 anos, o que mais chamou a atenção nesses
anos é que hoje os concursos são mais profissionais e requerem uma boa carga
de estudo e um material de qualidade para garantir uma aprovação.
E não somente isso, hoje o importante é estudar e se motivar, ter uma direção.
Pode parecer uma coisa simples, mas é a chave para uma boa classificação, a
dedicação e comprometimento são muito importantes e fazem toda a diferença.
O compromisso de ajudar na sua aprovação também é minha, para isso vou
colocar toda minha experiência e conhecimento a sua disposição, para que
consiga dar um passo importante rumo a sua aprovação.
De você quero o comprometimento, que se entregue aos estudos que vamos te
passar, essa dedicação vai te guiar a atingir o que precisa para ver seu nome
na lista final dos classificados e aprovados. Verá que tudo que passou valeu a
pena.
Para firmar o meu comprometimento com você, estou sempre a inteira
disposição para conversar e esclarecer dúvidas, ou ainda para uma palavra
amiga na hora que precisar.
Email: [email protected]
Facebook: https://www.facebook.com/del.lima.professor
“Tudo o que um sonho precisa para ser
realizado é alguém que acredite
que ele possa ser realizado.”
Roberto Shinyashiki
Atenciosamente,
Prof. Del Lima
Prof. Del Lima
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1.1. Sobre o Curso
O curso de língua espanhola para o concurso público do Ministério do Trabalho
2014 para Auditor Fiscal do Trabalho tem como intuito principal o de preparar
bem o aluno com a melhor didática que temos a disposição, as aulas serão
simples, porém complexas e com uma linguagem que o concurseiro entenda e
evolua durante as aulas. Vamos unir a teoria com exercícios, macetes e
totalmente voltado para esse concurso.
Não pense que se tratando do Espanhol será um concurso igual a outros que
você deve ter visto, ele pode mudar muito mais do que podemos imaginar, por
uma série de fatores e isso você encontra aqui. Para que entenda o que falo,
muitas vezes uma organizadora tem uma forma diferente de abordar
determinadas matérias ou mesmo saber com o que elas se preocupam mais,
como são suas tendências de provas, além de ter os macetes que ajudam na
hora de escolher uma questão como a correta.
Devido a isso já temos a nossa direção que vamos seguir com esse curso, o
foco que tem que seguir, vamos atingir nas aulas o melhor que você pode
chegar para conseguir uma boa classificação. Isso já seria outro diferencial
interessante, que é a dinâmica das aulas, que estão voltadas ao melhor
conteúdo de concursos do momento.
Para finalizar, seja bem-vindo nessa aula demonstrativa e espero que goste do
que preparei para vocês, pois tenho certeza que vai gostar de fazer esse curso
e de ter reais chances de ser aprovado.
CONTEÚDO A SER MINISTRADO NO CURSO
Língua Espanhola: 1. Interpretação de texto.
1.2. Considerações Iniciais
Queridos alunos!
Como está próximo o concurso temos que estar bem preparados para as provas
então vamos manter o foco para que tudo saia como o planejado. O concurso
em questão, do Ministério do Trabalho, para o cargo de AFT 2014 é uma boa
oportunidade para servir de porta de entrada para a carreira pública. São
muitas vagas a disposição além de sempre chamarem além das vagas
disponíveis durante a validade do certame.
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As oportunidades embora muitas o que você precisa é de somente uma vaga
então vamos juntos conquistar essa vaga que tanto deseja. Além da ótima
posição que esse concurso tem, ainda contam com boa remuneração e com
uma relação satisfatória de benefícios.
Para que essa vontade se torne realidade é com muito carinho, conhecimento e
dedicação que preparei esse curso de Espanhol, e como disse o intuito dele é
preparar bem e juntos atingirmos os objetivos, o seu é a sua aprovação no
concurso e a minha é fazer de você um aprovado. O meu sucesso depende do
seu e por isso estamos juntos para atingir nossos objetivos. Peço que confie em
mim e siga as lições que vou apresentar com isso você vai atingir o que mais
deseja.
Finalmente quero dizer que estamos realmente juntos nessa nova empreitada e
que vou caprichar no conteúdo e na didática para que possam entender e tirar o
melhor proveito das aulas. Com isso sendo feito sei que sua aprovação estará a
um passo.
O curso é totalmente novo e com uma didática inovadora, chega da mesmice
que muitos estão acostumados, vamos a uma nova didática, com objetivo e
foco.
Nesse curso de Espanhol não queremos que seja fluente, não vamos focar
nisso, mas na leitura de forma simples e objetiva. Ainda te preparar contra as
pegadinhas que costumam confundir na hora de responder as questões.
Bienvenido
2. Cronograma
Baseado no edital, nosso curso será dividido 05 (oito) aulas, distribuídas da
seguinte forma:
AULA 00
DEMONSTRATIVA
AULA 01
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Interpretando textos em Espanhol.
O Espanhol adequado ao concurso.
A base das provas da CESPE e da ESAF.
Glossário preliminar de diferenças.
Texto com questões comentadas.
Discussão de provas anteriores.
Exercícios de apoio e fixação.
Teorias para base de apoio.
Práticas de estudos e provas.
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AULA 02
Discussão de provas anteriores.
Exercícios de apoio e fixação.
Teorias para base de apoio.
Práticas de estudos e provas.
AULA 03
Discussão das provas anteriores de Auditor Fiscal.
Exercícios de apoio e fixação.
Teorias para base de apoio.
Práticas de estudos e provas.
AULA 04
Discussão das provas anteriores de Auditor Fiscal.
Exercícios de apoio e fixação.
Teorias para base de apoio.
Práticas de estudos e provas.
AULA 05
Motivação e foco de prova.
Resumo de apoio final.
Simulado de fim de curso.
Conclusão do Curso.
3. A base das provas da CESPE e da ESAF
Toda a base de questões que iremos usar no curso é baseado em provas de
duas organizadoras a CESPE e a ESAF, duas das principais bancas do país. A
CESPE que por muitos é considerada a mais importante e a ESAF que por sua
vez é considerada coma a banca que desenvolve as provas mais difíceis.
Uma coisa que vamos estudar é a forma de fazer as provas de Espanhol que
mais vão se adequar ao concurso de AFT e o tipo de prova que irá fazer.
Em geral os textos são recentes e abordam coisas que fazem parte do cotidiano
da população mundial, uma boa dica para desenvolver o habito de se acostumar
com o texto em Espanhol é fazer a leitura de sites de jornais, acompanhar as
notícias de países de língua espanhola.
Uma coisa que acontece com frequência é também a prova conter pegadinhas
de interpretação, quando as perguntas são do tipo de inverter o sujeito da
oração, só para ver se quem está lendo está realmente atento ao texto. Quer
dizer que muitas questões são até de simples acerto, mas para isso se requer
atenção, então nosso foco será esse também de colocar você a par desse tipo
de pegadinha e de outros que vamos verificar mais adiante.
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4. O Espanhol adequado ao concurso
Objetivos gerais
a) Promover o conhecimento instrumental da Língua Espanhola no que se refere
à leitura, interpretação de textos de gêneros variados;
b) Desenvolver estratégias de leitura que promovam a compreensão de textos
escritos;
Objetivos específicos
a) Interpretar textos de diferentes gêneros textuais em Língua Espanhola;
b) Desenvolver o conhecimento do vocabulário básico e de estruturas
gramaticais do espanhol;
c) Promover o conhecimento de expressões idiomáticas próprias da Língua
Espanhola do ramo fiscal;
d) Praticar as estratégias de leitura;
e) Compreender a linguagem verbal e não verbal dos textos;
f) Direcionar o Espanhol para concursos.
Vejamos um exemplo de texto que seria interessante a leitura para ajudar no
entendimento, leia esse texto abaixo e verifique o que entendeu, se reconhece
algumas palavras, procurar saber o significado de outras que não entendeu.
Ensayo Argumentativo
¿Por qué odiamos a los ricos?
Aunque resulte chocante decirlo en tiempos crisis, en las sociedades libres la
riqueza se ha democratizado y el número de grandes fortunas, antaño
reservadas a unos pocos, es cada vez mayor; lejos quedan lós tiempos en que
figuras como la de Howard Hughes se contaban con los dedos de una mano.
Además, pese a que a menudo no sea suficiente con el tesón, en la actualidad
el origen social no resulta tan determinante para, como dicen los anglosajones,
“hacer dinero”. Menos aún en un mundo en constante mutación en el que hay
que actualizarse continuamente en cualquier ámbito: innovar o morir.
Pero no por ello ha desaparecido la animadversión que despiertan los ricos y
que ha repuntado en un ambiente de recesión. Para explicar este sentimiento
hay quien apunta al recurso fácil de la envidia como gran vicio nacional, como
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una pulsión inherente al ser humano y casi un aliento vital en el “ser humano
español”. Sin embargo, me parece mucho más racional utilizar un enfoque
histórico-cultural y acudir a factores ideológicos y religiosos para entender el
fenómeno. De hecho, en países de tradición católica como el nuestro pesa aún
la moral que se desprende de esta doctrina. Ya se sabe: “Es más fácil que un
camello pase por el ojo de una aguja que un rico entre en el Reino de los
Cielos”.
En el antiguo régimen, este desprecio por la riqueza fue ampliamente utilizado
por el poder como modo de contentamiento del pueblo y por la propia Iglesia
como método de recaudación entre los acaudalados. Si a ello se añade la
llamada “limpieza de oficios”, con su radical desprecio por el trabajo, se
produce una marca tan nociva como indeleble en el subconsciente colectivo. No
obstante, del mismo modo que el castigo bíblico no está en el trabajo, sino en
el sudor que acarrea, el dinero no es malo en sí; solo lo es la riqueza fácil,
injusta o deshonesta, la avaricia en suma.
La modernidad, lejos de atemperar estas fobias, las exasperó gracias a la
prevalencia en Europa —cuando menos, en la Europa continental— de un
pensamiento izquierdista que anteponía la consecución de la igualdad al
ejercicio de la libertad. Dicho sea de paso, el propio Bertrand Russell señaló
cómo “la doctrina igualitaria de la democracia y el socialismo han ampliado
enormemente la esfera de la envidia”.
Sin necesidad de desterrar por entero los ideales igualitarios, en gran parte
compatibles con los de la libertad, acaso la clave de su anacronismo radique en
el cuestionamiento de la propiedad privada, convicción de una hipocresía
inaudita por cuanto esta nunca desaparece, sino que, según muestra la
experiencia comunista, pasa de manos de unos cuantos a las de unos pocos. En
el amplio estudio que Antonio Escohotado lleva dedicado a la historia de “los
enemigos del comercio” queda agudamente trazada la genealogía de dicha
“conciencia roja”.
Sin duda, todos estos condicionantes, junto al del estatismo franquista, andan
detrás del tardío impulso que el empresariado ha experimentando en España,
tanto más grave por cuanto las exigencias burocráticas han planteado
históricamente innumerables obstáculos a la apertura de negocios.
Por si fuese poco, la sociedad —afectada por las estrecheces del momento—
continúa arrastrando una inveterada desconfianza hacia la clase empresarial y,
me atrevería a decir, a la competencia y el libre mercado. De acuerdo con una
investigación de la Fundación BBVA, un 78% de los españoles piensan que el
Estado debe controlar los beneficios bancarios y el 65% creen que ha de
mantener los precios bajo control (porcentajes mucho mayores que en el resto
de Europa). Es decir, pervive un fuerte “estatismo” a derecha e izquierda del
espectro ideológico y una especie de miedo a la libertad.
Es más, según el Pew Research Center, el 67% de los ciudadanos prefieren que
los poderes públicos garanticen que nadie viva desprotegido a que estos se
inmiscuyan en su capacidad autónoma de organizarse la vida. O sea, se
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muestran dispuestos a que el Estado entre en todos los aspectos de sus vidas.
Se trata de un clima de opinión que ojalá puedan revertir las actuales
iniciativas reformistas, las cuales —unidas al aumento de las exportaciones y al
incremento de las inversiones extranjeras— parecen estar estimulando un
entorno financiero favorable y una ligera mejora de la imagen del empresario
como verdadero generador de empleos.
Pocos recuerdan la proclama dirigida al pueblo francés por quien fuera su jefe
de Gobierno de facto en la década de 1840, François Guizot: “¡Enriqueceos!”.
Esgrimida frecuentemente como ilustración de la miserable ética empresarial,
conviene —como nos han recordado Miguel Ángel Cortés y Xavier Reyes—
contextualizar la cita en el cuerpo de su discurso: “… los derechos políticos, los
tenéis de vuestros padres, es su herencia. Ahora, usad esos derechos; fundad
vuestro Gobierno, afirmad vuestras instituciones, enriqueceos, mejorad la
condición moral y material de Francia”. De esta forma, el alegato completa su
sentido cívico e innovador, plenamente moderno y aplicable a la España y la
Europa contemporáneas. Es un buen antídoto frente al estigma que sigue
persiguiendo a aquellos que se han labrado su fortuna a golpe de esfuerzos,
talento, fracasos y riesgo.
Fin
Fuente:http://elpais.com/elpais/2013/11/08/opinion/1383929348_995907.html
5. Interpretando textos em Espanhol
Texto
Importante saber que os concursos apresentam questões interpretativas que
têm por finalidade a identificação de um leitor autônomo. Portanto, o candidato
deve compreender os níveis estruturais da língua por meio dialógica, além de
necessitar de um bom léxico internalizado.
As frases produzem significados diferentes de acordo com o contexto em que
estão inseridas. Torna-se, assim, necessário sempre fazer um confronto entre
todas as partes que compõem o texto. Além disso, é fundamental apreender as
informações apresentadas por trás do texto e as justifica-se por um texto ser
sempre produto de uma postura ideológica do autor diante de uma temática
qualquer.
No Espanhol a base de interpretação é a mesma, o diferencial é que a
intensidade de pegadinhas é maior para poder saber se a pessoa que está lendo
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o texto tem um conhecimento mínimo da língua para poder responder as
questões.
O Que é Necessário Para Ler e Entender o Sentido de um Texto
A princípio, deve-se alcançar a dois níveis de leitura: a informativa que é a de
reconhecimento e a interpretativa. A primeira deve ser feita de maneira
cautelosa por ser o primeiro contato com o novo texto. Desta leitura, extraemse informações sobre o conteúdo abordado e prepara-se o próximo nível de
leitura. Durante a interpretação propriamente dita, cabe destacar palavraschave, passagens importantes, bem como usar uma palavra para resumir a
ideia central de cada parágrafo. Este tipo vem favorecer o procedimento de
aguçar a memória visual, favorecendo o entendimento.
Não se pode desconsiderar que, embora a interpretação seja subjetiva, há
limites. A preocupação deve ser a captação da essência do texto, a fim de
responder às interpretações que a banca considerou como pertinentes. No caso
de textos literários, é preciso conhecer a ligação daquele texto com outras
formas de cultura, outros textos e manifestações de arte da época em que o
autor viveu. Se não houver esta visão global dos momentos literários e dos
escritores, a interpretação pode ficar comprometida. Aqui não se podem
dispensar as dicas que aparecem na referência bibliográfica da fonte e na
identificação do autor.
A última fase da interpretação concentra-se nas perguntas e opções de
resposta. Aqui são fundamentais marcações de palavras como não, exceto,
errada, respectivamente etc. que fazem diferença na escolha adequada. Muitas
vezes, em interpretação, trabalha-se com o conceito do "mais adequado", isto
é, o que responde melhor ao questionamento proposto. Por isso, uma resposta
pode estar certa para responder à pergunta, mas não ser a adotada como
gabarito pela banca examinadora por haver uma ou outra alternativa mais
completa.
Ainda cabe ressaltar que algumas questões apresentam um fragmento do
texto transcrito para ser a base de análise. Nunca deixe de retornar ao texto,
mesmo que aparentemente pareça ser perda de tempo, sempre é bom conferir
o conteúdo. A contextualização ou não de palavras ou frases, certas vezes, são
também um recurso para instaurar a dúvida no candidato. Leia a frase anterior
e a posterior para ter ideia do sentido global proposto pelo autor, desta maneira
a resposta será mais consciente e segura.
Desta forma, adote alguns passos para uma boa compreensão de textos:
• Leia o texto mais de uma vez, minuciosamente, para encontrar a resposta
correta;
• Na terceira ou quarta leitura do texto, pode-se destacar as palavras e
expressões-chave.
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• É necessário limitar-se às informações contidas no texto.
•Tente compreender o texto, fragmentando-o em parágrafos ou mesmo, em
períodos; fica mais fácil interpretar.
• Sempre restam duas alternativas consideradas possíveis. Nesse caso, é
necessária uma nova leitura.
6. Glossário preliminar de diferenças
Português
Espanhol
Abono: garantia gratificação.
Abono: assinatura, mensalidade;
adubo.
Aceite: aceitação, endosso.
Aceite: óleo, azeite; óleo lubrificante.
Acordar: despertar.
Acordar: lembrar(-se); decidir,
combinar.
Acreditar: crer
Acreditar: comprovar; creditar.
Ano: ano
Ano: ânus.
Apelido: alcunha (Brasil)
Apellido: sobrenome.
Balcão: mostrador, barra divisória.
Balcón: sacada.
Barata: inseto pestilento.
Barata: coisa de pouco valor
financeiro.
Borrar: manchar.
Borrar: apagar.
Borracha: goma de apagar.
Borracha: bêbada.
Botequim: bar.
Botiquín: estojo de primeiros
socorros.
Carpete: tapete.
Carpeta: pasta.
Cena: cena.
Cena: jantar.
Cola: substância para unir por
Cola: rabo, cauda; fila.
contato.
Embaraçada: confundida, atordoada. Embarazada: grávida
Emborrachar: engomar.
Emborrachar(se): embriagar(-se).
Engraçado: gracioso, divertido.
Engrasado: lubrificado, engordurado.
Esquisito: raro, estranho.
Exquisito: excelente, delicioso.
Faro: olfato.
Faro: farol.
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Fechar: cerrar.
Fechar: datar.
Ganância: ambição.
Ganancia: ganho, lucro.
Graxa: betume.
Grasa: gordura.
Graça: favor; benefício; perdão;
estado abençoado; nome da pessoa.
Oi: Olá.
Hoy: hoje.
Jugo: submissão ao poderio e
Jugo: suco.
violência de um, vários ou muitos.
Largo: amplo.
Largo: comprido, longo.
Latido: Comunicação dos cães.
Latido: batida do coração.
Ligar: chamar por telefone; unir
Ligar: paquerar.
coisas.
Logro: fraude, trapaça.
Logro: sucesso, êxito.
Mala: valise.
Mala: má.
Ninho: Abrigo ou casa de pássaros e
Niño: criança, menino.
aves.
Oficina: Estabelecimento
Oficina: escritório.
especializado em consertos.
Osso: matéria dura do esqueleto dos
Oso: urso.
vertebrados.
Polvo: denominação comum a
Polvo: pó, poeira.
diversos moluscos.
Prender: deter; sujeitar.
Prender: acender.
Rascunho: esboço.
Rasguño: arranhão.
Rato: camundongo.
Rato: momento, curto espaço de
tempo.
Reto: sem curva ou que segue em
Reto: desafio.
linha reta, não torto; ânus.
Risco: perigo.
Risco: penhasco.
Saco: Bolsa ou outro invólucro feito
Saco: paletó.
de papel, plástico, tecido etc. para
guardar coisas.
Salada: Prato de verduras ou
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Salada: salgada.
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legumes.
Solo: chão; superfície.
Solo: só, sozinho.
Taça: Copo provido de pé, especial
Tasa: taxa.
para champanhe, vinho.
Tirar: retirar; despir, descalçar.
Tirar: jogar fora; chutar; atirar;
esticar; esbanjar; abrir (uma porta)
Todavia: no entanto; mas, porém,
Todavia: ainda.
contudo.
Nas próximas aulas será o glossário baseado em termos usados no AFT para
que vá se acostumando com as palavras mais usadas.
7. Texto com questões comentadas
Questões de concursos anteriores comentados:
Leia o texto a seguir para responder às próximas questões.
Algunas reflexiones sobre la “nueva novela” hispanoamericana.
Con la incorporación de los elementos a que nos vamos a referir más adelante,
la novela hispanoamericana pretende, y consigue en mi opinión, tres objetivos
fundamentales:
1. Volver a situar al hombre en el lugar de protagonista indiscutible que le
corresponde en un gênero esencialmente antropocéntrico como es la novela.
2. Conseguir una universalización, que la ha situado al lado (y muchas veces
por encima, como ocurre con la española) de la que se escribe en países que
cuentan con viejas tradiciones novelísticas. La novela hispanoamericana se
traduce hoy a muchos idiomas, incluidos los de países, como el Japón, tan lejos
de nuestra cultura occidental. Si la novela hispanoamericana actual interesa en
tantas latitudes, es porque incorpora problemas universales, problemas
tocantes a todos lós hombres de la llamada “civilización occidental”. Alejo
Carpentier ha dicho referente a lo que comentamos:
“No es pintando a un llanero venezolano (cuya vida no se ha compartido en lo
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cotidiano) como debe cumplir El novelista nuestro su tarea, sino mostrándonos
lo que de universal, relacionado con el amplio mundo, puede hallarse en las
gentes nuestras, aunque la relación, em ciertos casos, pueda establecerse por
las vías del contraste y las diferencias”.
Ernesto Sábato expresa estos mismos conceptos de forma distinta:
“La sumersión en lo más profundo del hombre suele dar a las creaciones
literarias y artísticas de nuestro tiempo esa atmósfera fantasmal y nocturna
que sólo se conocía en los sueños… Y a este descenso corresponde un nuevo
tipo de universalidad, que es del subsuelo, de esa especie de tierra de nadie en
que casi no cuentan los rasgos diferenciales del mundo externo. Cuando
bajamos a los problemas básicos del hombre, poco importa que estemos
rodeados por las colinas de Florencia o en medio de las vastas llanuras de la
pampa”.
3. Conseguir un realismo más auténtico que El llamado “realismo
decimonónico”, que, como es sabido, es una forma superficial y externa de
entenderlo, logrado a través de un narrador omnisciente, unos procedimientos
como el análisis psicológico y una exposición lógica y ordenada de los
acontecimientos, que nada tienen que ver con la verdadera vida. La “nueva
novela” reacciona ante ellos entendiendo que el hombre es un ser ambíguo y
contradictorio, que la realidad externa no existe fuera de la perspectiva de los
sujetos y que las cosas no suceden unas detrás de las otras como causas y
efectos absolutos. Que la realidad del hombre es también la de su
subconsciente, la de sus angustias motivadas o también no motivadas, la
incoherencia e ilogicidad de algunos de sus pensamientos, sentimientos y
acciones, etc.
(Marina Gálvez Acero, La novela hispanoamericana del siglo XX, pp. 56-57.)
01. Una vez leída la totalidad del texto, podemos señalar entre los
temas que en él se tratan, los siguientes:
a) una visión negativa de la vida cotidiana de lós llaneros venezolanos.
b) una crítica por parte de la autora del texto hacia algunas corrientes literarias
que se desarrollaron a lo largo del siglo XIX.
c) una encendida defensa de la libertad en el hombre y, en especial, de algunas
de sus manifestaciones, como la incoherencia y la ilogicidad.
d) una crítica a la universalización de la literatura hispanoamericana, por no
haber respetado lós elementos autóctonos que la caracterizaban hasta ese
momento.
e) una presentación descriptiva de los objetivos que consiguió alcanzar la nueva
novela hispanoamericana.
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Comentários:
a) FALSA. Em nenhum fragmento do texto se faz uma crítica da forma de vida
dos habitantes das planícies venezuelanas. Apenas, na citação de Carpentier, se
critica um tipo de literatura circunscrita ao particular frente ao universal.
b) FALSA. No último parágrafo do texto se fala da superação conceitual do
chamado realismo do século XIX como uma das conquistas do novo romance
hispano-americano. Porém, a autora não oferece uma visão crítica do realismo
anterior: limita-se a justificar a aparição da nova visão da realidade como forma
de reação aos antigos conceitos.
c) FALSA. Como no caso anterior, a autora limita-se a descrever os novos
conceitos nos quais está fundamentado o novo romance. Não realiza nenhum
juízo de valor ao respeito.
d) FALSA. Mais uma vez, a autora não faz juízos de valor. Trata-se de um
texto descritivo, objetivo. Por outro lado, nada se diz no texto em contra da
universalização da literatura hispano-americana. Ao contrário, são oferecidos
dois testemunhos favoráveis a esse processo de superação do autóctone.
e) VERDADEIRA. A autora do texto, desde uma perspectiva objetiva, indica os
objetivos que considera como fundamentais do “novo romance” hispanoamericano, elaborando uma breve descrição de cada um deles, às vezes, como
no caso do segundo objetivo descrito, apoiando suas afirmações nos
testemunhos de alguns destacados escritores, como Carpentier ou Sábato: “La
novela hispanoamericana pretende, y consigue en mi opinión, três objetivos
fundamentales...”.
02. Con respecto a la cita de Alejo Carpentier incluida em el texto
podemos afirmar que:
a) la tarea del novelista hispanoamericano debe reducirse a describir
personajes, paisajes y motivos propios.
b) se reconoce que el tipo de vida de um determinado tipo populare le resulta
ajena AL escritor hispanoamericano.
c) lo fundamental en la novela hispanoamericana no debe ser exclusivamente
mostrar un personaje en El marco de su entorno, sino mostrarlo en su relación
con otros ajenos.
d) su testimonio representa una opinión contraria a la llamada universalización
de la literatura hispanoamericana.
e) las palabras de Carpentier contradicen las tesis defendidas por Sábato unas
líneas más abajo.
Comentários:
a) FALSA. Ao contrário, Carpentier nega que a descrição de um habitante das
planícies justifique por si mesma uma literatura hispanoamericana: “No es
pintando a un llanero venezolano como debe cumplir el novelista nuestro su
tarea”.
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b) VERDADEIRA. É o que se deduz do fragmento do texto que aparece entre
parêntese referente à figura do llanero venezolano: “cuya vida no seha
compartido en lo cotidiano”.
c) VERDADEIRA. A tarefa do escritor, segundo ele, deve superar o que há de
particular nos tipos até atingir o universal, mesmo se é necessário fazê-lo
através do contraste, mostrando as diferencias existentes entre ambos os
mundos.
d) FALSA. O testemunho de Carpentier é favorável à universalização da
literatura hispano-americana através de um processo de superação do
particular: “mostrándonos [el novelista nuestro] lo que de universal,relacionado
con el amplio mundo, puede hallarse en las gentes nuestras”.
e) FALSA. A justificativa da presença no texto dos testemunhos de Carpentier
e Sábato é precisamente apoiar a universalização do novo romance hispanoamericano, como indica expressamente a autora: “Sábato expresa estos
mismos conceptos de forma distinta”. Embora os argumentos sejam diferentes,
o conceito favorável à universalização é comum nos dois escritores.
03. Según la opinión de Ernesto Sábato que se recoge como cita en el
texto, podemos afirmar que:
a) el nuevo tipo de universalidad está íntimamente relacionado con el mundo
exterior al individuo.
b) las actuales creaciones artísticas presentan um cierto carácter onírico.
c) profundizar en el interior del hombre significa prescindir de lo diferencial y
externo.
d) los problemas básicos del hombre varían em función del espacio en el que se
desenvuelve (Florencia o la Pampa)
e) el nuevo tipo de universalidad es insensible a los rasgos diferenciales del
mundo externo.
Comentários:
a) FALSA. Ao contrário, o que se diz no texto é que no novo tipo de
universalidade não é considerado o mundo exterior: “Y a este descenso
corresponde un nuevo tipo de universalidad, que es del subsuelo, de esa
especie de tierra de nadie, en que casi no cuentan los rasgos diferenciales del
mundo exterior”.
b) VERDADEIRA. É o que se deduz da leitura do seguinte fragmento do texto:
“La sumersión en lo más profundo del hombre suele dar a las creaciones
literarias y artísticas de nuestro tiempo esa atmósfera fantasmal y nocturna que
sólo se conocía en sueños”. Como é sabido, onírico significa “pertencente ou
relativo aos sonhos”.
c) VERDADEIRA. Essa é a idéia central expressa na citação de Ernesto
Sábato: “Y a este descenso [la sumersión en lo más profundo del hombre]
corresponde un nuevo tipo de universalidad (...) en que casi no cuentan los
rasgos diferenciales del mundo externo”.
d) FALSA. A idéia expressa no texto é justamente a contrária: “Cuando
bajamos a los problemas básicos del hombre, poco importa que estemos
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rodeados por las colinas de Florencia o en medio de las vastas llanuras de la
pampa”.
e) VERDADEIRA. Efetivamente, pelas razões que já foram indicadas, o novo
conceito de universalidade, de subsolo, segundo Sábato, não tem em conta os
traços diferenciais do mundo exterior.
04. Según el contenido correspondiente al último párrafo del texto,
podemos decir que:
a) el “realismo decimonónico” no representa uma reproducción completa de la
vida real.
b) Para el realismo decimonónico las cosas suceden unas detrás de las otras
como causas y efectos absolutos.
c) para la “nueva novela”, El subconsciente del hombre forma también parte de
la realidad.
d) la “nueva novela” surge como reacción AL concepto que defiende que el
hombre es un ser ambiguo y contradictorio.
e) la “nueva novela” representa una forma superficial y externa de la realidad.
Comentários:
a) VERDADEIRA. O realismo do século XIX apenas representava, para as
novas perspectivas ideológicas e artísticas, uma forma superficial e externa de
entender a realidade e a vida como elas são: “el llamado realismo
decimonónico, como es sabido, es una forma superficial y externa de entenderlo
[el realismo, la realidad]”.
b) VERDADEIRA. É o que se deduz logicamente quando se afirma que o “novo
romance” reage àquela concepção, representando uma visão oposta à anterior:
“entendiendo [la nueva novela] (...) que las cosas no suceden unas detrás de
las otras como causas y efectos absolutos”.
c) VERDADEIRA. É o que aparece refletido no texto: “La nueva novela (...)
[entiende] que la realidad del hombre es también la de su subconsciente”.
d) FALSA. O “novo romance” defende precisamente esse conceito. Não reage,
portanto, contra ele: “La “nueva novela” reacciona (...) entendiendo que el
hombre es un ser ambiguo y contradictorio”.
e) FALSA. O “novo romance” pretende conseguir um realismo mais autêntico
acrescentando e reagindo contra o realismo do século XIX, muito mais restrito
e, portanto, mais superficial, que não tinha em conta os elementos subjetivos
que formam parte dele.
05. En diferentes lugares del texto aparecen lãs siguientes palabras:
NOVELA, LLANURA, COLINA, VASTA, HALLAR. Considere si las
siguientes series de palabras del portugués se corresponden respectiva
y significativamente con las originales del texto. (Basta con que
aparezca una correspondência incorrecta para considerar la opción
como FALSA).
a) ROMANCE – PLANÍCIE – COLINA – AMPLA – ACHAR
b) ROMANCE – PLANÍCIE – MORRO – VASTA – DESCOBRIR
c) ROMANCE – LHANURA – COLINA – VASTA – ENCONTRAR
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d) ROMANCE – PLANÍCIE – MORRO – AMPLA – ACHAR
e) ROMANCE – LHANURA – MORRO – VASTA – ENCONTRAR
Comentários:
Todas as opções são VERDADEIRAS porque, no caso do português, LHANURA –
PLANÍCIE / MORRO – COLINA / AMPLA – VASTA / ACHAR – DESCOBRIR –
ENCONTRAR apresentam significados semelhantes nas suas equivalências com
as palavras espanholas propostas.
06. En el primer párrafo del texto, aparece la siguiente expresión: nos
vamos a referir. Con respecto a dicha expresión podemos decir que:
a) es la única posibilidad de ordenación de lós elementos que la componen,
gramaticalmente aceptable en español.
b) sería también posible la siguiente construcción: vamos a nos referir.
c) también sería aceptable la siguiente ordenación: vamos a referirnos.
d) en cualquier caso, la función de nos es la de sujeto de vamos.
e) en ella hay dos verbos: IRSE y REFERIR.
Comentários:
a) FALSA. Trata-se de uma locução verbal (IR A + INFINITIVO) que, com valor
incoativo, exprime o começo da ação. Nessas construções, os pronomes
oblíquos podem aparecer de forma independente precedendo à locução, ou bem
afinal da mesma formando uma palavra só com o infinitivo. Portanto, a
construção que aparece no texto não é a única possível, porque c, que reproduz
a outra construção também está correta.
b) FALSA. Porque é vedada a colocação do pronome oblíquo entre as duas
formas verbais da locução.
c) VERDADEIRA. Está correta, pelo já indicado em a.
d) FALSA. Nos é pronome pessoal oblíquo em espanhol e, portanto, não pode
funcionar como sujeito, e só como objeto do verbo.
e) FALSA. Formalmente, as locuções verbais estão compostas por dois verbos,
dos quais o primeiro não funciona como tal verbo, perdendo o seu valor
semântico, e convertendo-se funcionalmente em verbo auxiliar com a função de
expressar os traços gramaticais de pessoa, número, tempo e modo. Como já foi
indicado, a locução é IR A + INFINITIVO; portanto, o se não forma parte do
primeiro verbo, mas do segundo: IR A + REFERIRSE. Efetivamente, em
espanhol existem dois verbos semântica e formalmente diferenciados: REFERIR
“Dar a conhecer um determinado fato” e REFERIRSE (pronominal) “remeter-se,
basear-se no que já foi dito ou feito”.
07. En el tercer párrafo del texto aparece el siguiente fragmento:
Conseguir una universalización que LA ha situado al lado de la que se
escribe en países... Considerando globalmente el contexto en El que
aparece, podemos afirmar que:
a) el referente de la forma que aparece subrayada en el enunciado de la
pregunta (LA) es “la novela hispanoamericana”.
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b) el referente de la forma que aparece subrayada en el enunciado de la
pregunta (LA) es el mismo que el del siguiente la: al lado de la que se
produce en países...
c) el referente de la forma que aparece subrayada en el enunciado de la
pregunta (LA) es “una universalización”.
d) el LA que aparece subrayado es un artículo determinado femenino singular,
porque concuerda en género y número con el sustantivo al que acompaña
(novela hispanoamericana).
e) se trata de un pronombre y cumple la función de objeto del verbo al que
acompaña (há situado).
Comentários:
a) VERDADEIRA. Efetivamente, trata-se de um caso de anáfora textual. O
pronome se refere a um termo ou expressão que já apareceu anteriormente no
texto. Neste caso, a “novela hispanoamericana”, da qual está se falando no
texto. Não é possível considerar outras referências, mesmo se possuem gênero
feminino e número singular, como “una universalización”. Podemos fazer a
prova substituindo o pronome pelos possíveis referentes: Conseguir una
universalización, que ha situado a la novela hispanoamericana al lado de la que
se escribe... Porém, não faria sentido, como aparece na opção c): Conseguir
una universalización, que ha situado a la universalización al lado de... Portanto,
a opção c) é FALSA.
b)FALSA. Aplicando a mesma prova da substituição, comprovamos que não há
exatamente um mesmo referente para as duas formas LA que foram
destacadas. No primeiro caso o referente é novela hispanoamericana; no
segundo caso, apenas novela: Conseguir una universalización, que ha situado
a la novela hispanoamericana al lado de La novela que se escribe en otros
países que cuentan con viejas tradiciones novelísticas... Porém, não faria
sentido: Conseguir una universalización, que ha situado a la novela
hispanoamericana al lado de La novela hispanoamericana que se escribe
em otros países que cuentan con viejas tradiciones novelísticas...
c) FALSA. Pelo já indicado em a.
d) FALSA. A forma LA é um pronome nesse contexto e não um artigo. Note-se
como modifica o verbo e aparece ao seu lado. Aliás, a função anafórica é
própria dos pronomes, e o artigo aparece junto de categorias nominais e, em
especial, ao lado dos substantivos.
e) VERDADEIRA. Pelo anterior, LA é pronome, e a sua função é a de objeto
direto do verbo, neste caso, do verbo situar (ha situado). Note-se que, na
língua espanhola, os pronomes lo, la, los, las funcionam como objetos diretos,
frente às outras formas oblíquas le, les que funcionam como objetos indiretos.
08. Considere el siguiente fragmento de texto: No es pintando a un
llanero venezolano como debe cumplir el novelista nuestro su tarea.
Con respecto a la preposición a que aparece subrayada, podemos decir
que:
a) su presencia se debe a una exigencia del verbo pintar. Siempre se pinta a
alguien.
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b) en portugués también se exigiría la presencia de la preposición en ese
mismo contexto y en esa misma expresión.
c) la presencia de la a se debe a que se trata de la marca del objeto indirecto.
d) la presencia de la a en esa construcción es opcional en español. También
sería correcta La siguiente construcción: No es pintando um llanero
venezolano como debe cumplir El novelista nuestro su tarea.
e) todo objeto directo con sustantivo animado exige em español la presencia de
la preposición a.
Comentários:
Em primeiro lugar, o verbo pintar apresenta no texto um valor metafórico
(próximo ao expressado pelos verbos descrever ou caracterizar). Em todo caso,
o caráter transitivo do verbo não muda. Uma das principais diferenças sintáticas
entre o português e o espanhol consiste na exigência de construir com a
preposição a os objetos diretos animados, quando isso não ocorre no
português, por exemplo: Vi teu pai no shopping /Vi a tu padre en el
centro comercial. Portanto, a única opção VERDADEIRA é a e, porque é essa
a razão da presença da preposição. A função sintática do grupo a un llanero
venezolano não muda: continua sendo o objeto direto do verbo. Também não é
exigência do verbo, como se diz em a, não é objeto indireto, como se indica em
c, nem é opcional como aparece na opção d. Por último, b é FALSA, porque,
como já foi mostrado, neste ponto, a sintaxe do português é diferente da
sintaxe do espanhol.
Los españoles sancionarían a las empresas que pagan menos a las mujeres por
igual trabajo. Una encuesta del CIS revela una alta percepción de la
desigualdad existente entre os sexos pero creen que las cosas han mejorado
en los últimos 10 años.
CARMEN MRÁN - Madrid - 31/03/2010
Los españoles perciben las desigualdades entre hombres y mujeres y más de la
mitad (53%) opina que éstas son grandes o muy grandes, aunque la mayoría
(78,5%) aprecia que las cosas han cambiado desde have unos 10 años y que
ahora las diferencias son menores. Todo el mundo está a favor de la plena
igualdad entre hombres y mujeres, según el último barômetro del CIS, pero la
mayoría detecta que los salarios, las perspectivas de promoción laboral, las
posibilidadespara compaginar el trabajo y la familia así como el acceso a los
puestos de responsabilidad de las empresas son cuestiones que siguen
atascadas para las mujeres. Sólo el acceso a la educación se percibe como
igualitario, un 83% así lo opina.
En consonancia con estas opiniones, los españoles estarían de acuerdo em que
se contrataran a mujeres en profesiones en las que hay pocas y en sancionar a
lãs empresas que pagan menos a las mujeres cuando desempeñan el mismo
trabajo que sus compañeros. Un 64% optapor garantzar por ley un número
equilibrado de ambos sexos en las listas electorales y en los altos cargos
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públicos (58%). Entre los que piensande esta manera, las prioridades serían
sancionar a las empresas que incumplan con la igualdad y flexibilizar los
horarios de trabajo de hombres y mujeres.
Casi unánime es el apoyo a la existencia de un permiso de parternidad
remunerado y a facilitar la concesión de créditos a mujeres empresrias y
emprendedoras.
La percepción sobre cómo actúan los empresarios es inequivoca. El 75% cree
que, em igualdad de condiciones, se prefieren hombres para cobrir los puestos
de responsabilidad y que las mujeres tienen que esforzarse más para denostrar
que su valía es idéntica a la de sus colegas.
Los consultados depositan una alta confianza en el poder de las leyes para
cambiar La desigualdad entre hombres y mujeres. Opinan que la ley debe
garantizarlo (92%) y em 37% no cree que la igualdad en el mundo laboral sea
una cosa que sólo dependa de lãs mujeres. El 42% discrepa con que la
conciliación de la vida familiar y laboral sea sólo um assunto privado en él que
de nada sirve que intervengan las instituiciones. A pesar de ello, un 40% cree
que a la larga se conseguirá la igualdad, sin necesidad de leyes.
Las razones por las cuales las mujeres ocupan menos puestos de
responsabilidad que los hombres son, por este orden, las cargas familiares, un
entorno laboral dominado por hombres que no confian en sus subordinadas ni
en su capacidad para desempeñar estos puestos aunque tengan la formación
necesaria. Creen que las empresas no Dan facilidades para conciliar la vida
familiar y opinan que el Gobierno debe adoptar medidas para permitirlo.
Sin embargo, cuado se les pregunta quién debe trabajar menos de forma
remunerada para ocuparse de la familia, todavia un 36% contesta que la
mujer, aunque un 57% manifesta que cualquiera de ellos, buscando aquél que
gane menos o que tenga um trabajo más precario. O sea, las mujeres.
09. De los verbos subrayados en el texto, el único que aparece a
continuación al lado de un sinônimo que no puede substituirlo sin
cambio de significado es:
a) aprecia - estima
b) detecta - extrae
c) compaginar - compatibilizar
d) incumplan - infrinjan
e) discrepa – disienten
10. En la frase "cuando se les pregunta" (último párrafo), la palabra
destacada se refere a:
a) las mujeres
b) los hombres
c) menos puestos
d) incumplan - infrinjan
e) discrepa - disienten
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11. El número que está mal escrito es:
a) cinquenta y tres
b) sesenta y cuatro
c) setenta y cinco
d) noventa y dos
e) treinta y siete
12. Es incorrecto afirmar que la mayoría de los encuestados:
a) percibe que existen desigualdades en el entorno laboral entre hombres y
mujeres.
b) entiende como igualitario el acceso a la educación.
c) piensa que depende de las mujeres conquistar la igualdad en el entorno
laboral.
d) está a favor de la licencia remunerada de paternidad.
e) cree que la ley cumple un papel importante para garantizar la igualdad.
13. El verbo "sancionarían", del título del texto, aclara que las
empresas:
a) fueron sancionadas
b) van a ser sancionadas
c) están siendo sancionadas
d) no hubieran sido sancionadas
e) no han sido sancionadas
Gabarito
09)
10)
11)
12)
13)
B
E
A
C
E
8. Considerações Finais
Queridos alumnos!
Essa foi apenas uma introdução para que possa começar a entrar na matéria,
vamos dar continuidade e nos aprofundar mais nas próximas aulas e ainda
finalizar a parte de interpretação bem como as técnicas para poder fazer a
interpretação de forma que não erre. Será as eliminações do texto, vamos
verificar os trechos e as palavras chaves, o que devemos verificar para não
errar na hora de ler um texto e de interpretar o que ele está dizendo e o que a
banca está pedindo.
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Espero ainda que tenham gostado dessa aula demonstrativa e que juntos
possamos continuar nessa caminhada rumo à aprovação, será desta forma que
vamos conduzir nossas aulas, muita teoria, macetes sobre concursos e muitos
exercícios comentados para poder dar o respaldo que merece.
Nessa aula demonstrativa vimos os seguintes assuntos:
Interpretando textos em Espanhol;
O Espanhol adequado ao concurso;
A base das provas da CESPE e da ESAF;
Glossário preliminar de diferenças;
Texto com questões comentadas.
Embora aqui foi apenas uma introdução as nossas aulas.
Agora que terminamos quero resaltar que os próximos assuntos que serão
abordados serão de muita importância para a sua preparação e alguns pontos
que iremos abordar nas próximas aulas:
Discussão de provas anteriores;
Exercícios de apoio e fixação;
Teorias para base de apoio;
Práticas de estudos e provas.
Aguardo vocês na próxima aula, um forte abraço.
Reforço aqui que qualquer dúvida sobre o conteúdo, ou qualquer outro assunto,
estou a inteira disposição de vocês para ajudar no que for preciso.
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Hasta la vista,
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Aula Inaugural - Concurseiro 24 Horas