Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação EDIÇÃO ELECTRÓNICA LISBOA TRIMESTRAL ANO II VOLUME 2 Nº 1 Palácio Foz – Praça dos Restauradores 1250-187 LISBOA – Tel. 21 322 13 14 [email protected] JAN-MAR. 2008 0 – NOTA INTRODUTÓRIA Com a distribuição deste número do Boletim Bibliográfico do GMCS, aproveitamos para alertar os seus leitores para a muito provável futura alteração do modelo de divulgação do acervo documental do GMCS. Tratando-se de um produto extraído da base de dados bibliográficos instalada no DSA, o seu objectivo primeiro é facultar aos técnicos da Instituição o conhecimento e o acesso à documentação constante da referida base de dados. Todavia, a sua edição trimestral, limita temporalmente a celeridade com que se pretende fazer chegar a informação aos seus principais destinatários. Por outro lado, a já considerável dimensão dos conteúdos veiculados em cada registo que integra o Boletim…, imprimiu a este documento secundário um custo de reprodução que ultrapassa o que seria desejável, mesmo reduzindo-se significativamente o número de exemplares impressos em frente e verso, mercê da distribuição mais alargada de uma versão electrónica. Acresce, ainda, que se pretende conceber um modelo que permita ao utilizador gerir melhor os seus tempos de leitura e/ou consulta do mesmo, recorrendo-se a uma organização interna da apresentação dos conteúdos que possa proporcionar essa faculdade. Assim, o DSA trabalhará proximamente na concepção do modelo alternativo àquele que é hoje divulgado, esperando que o mesmo possa cumprir os objectivos em vista. Concluída esta breve nota, procedemos agora à apresentação da organização interna do presente número: 1 - O primeiro capítulo contém, por ordem sequencial, os registos ordenados por número de entrada na base de dados [MFN], de 5465 a 5558 2 - O segundo capítulo contém o índice alfabético de autores, com indicação do número total de entradas de cada entidade autoral. 3 - O terceiro capítulo é o habitual índice alfabético de descritores (assuntos), com o indicador do número de vezes que o mesmo se repete ao longo da presente edição. Palácio Foz – Praça dos Restauradores 1250-187 LISBOA – Tel. 21 322 13 14 [email protected] www.gmcs.pt III A versão electrónica deste fascículo do Boletim Bibliográfico pode igualmente ser disponibilizada por e-mail, em ficheiros PDF e a pedido dos interessados, a partir do dia 10 do corrente mês. Lisboa, 07 de Abril de 2008. Palácio Foz – Praça dos Restauradores 1250-187 LISBOA – Tel. 21 322 13 14 [email protected] www.gmcs.pt IV Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5465] FE.748 EUROPEAN COMISSION Commission sees need for a stronger more consumer-friendly Single Market for Online Music, Films and Games in Europe - IP/08/5 : [seguido de] Communication from the Comission to the European Parliament, the Council, the European Economic and Social Committee and the Committee of the Regions : on Creative Content Online in the Single Market : ANNEX: Questionnaire [documento electronico] / European Commission. - Adobe Acrobat 7.0 ; 904 KB. - Brussels : European Commission, 2008. múltiplos ficheiros. - acedido a 17-012008. – http://europa.eu/rapid/pressReleasesActi on.do?reference=IP/08/5 http://ec.europa.eu/avpolicy/other_actio ns/content_online/index_en.htm . - A Comissão Europeia decidiu hoje (03JAN.2008) dar um novo desenvolvimento ao sector europeu dos conteúdos em linha. No seu entender, os cidadãos da União Europeia deveriam gozar de um acesso mais fácil e mais rápido a uma vasta variedade de conteúdos musicais, de programas emitidos pela televisão, de filmes ou jogos disponíveis na Internet, no telefone móvel ou noutros dispositivos. Por conseguinte, a Comissão incentiva a indústria de conteúdos, as empresas de telecomunicações e os fornecedores de serviços de Internet a cooperarem estreitamente para aumentar a disponibilidade dos conteúdos em linha, assegurando ao mesmo tempo uma forte protecção dos direitos de propriedade intelectual. A Comissão deseja também facilitar as licenças de direito de autor para os conteúdos em linha que cobrem o território de vários, ou mesmo de todos os Estados-Membros da UE. De acordo com estudos da Comissão, um verdadeiro mercado interno dos conteúdos criativos em linha poderia reforçar consideravelmente a competitividade da indústria europeia da música, do filme e dos jogos e permitir até ao ano de 2010 quadruplicar os rendimentos das venda de retalho, se medidas claras e atraentes para os consumidores forem entretanto tomadas pela indústria e pelas autoridades públicas (...) Entretanto, a Comissão adoptou neste mesmo dia uma Comunicação (disponível a versão provisória) sobre «os conteúdos criativos em linha no mercado único». Este documento estratégico marca o ponto de partida de novas acções da União Europeia que visam apoiar o desenvolvimento de modelos comerciais inovadores, de serviços transfronteiriços e de ofertas atractivas para os consumidores. As vendas a retalho e a distribuição em linha de conteúdos criativos de elevada qualidade, representam uma mudança estrutural essencial no mercado europeu dos conteúdos. Enquanto que o sector do mercado de vendas de música em linha atinge já 25% em certos países europeus, como o Reino Unido p. ex., a venda a retalho de conteúdos áudiovisuais e a disponibilidade de programas televisivos a pedido (on demand) na Internet permanece um mercado em estado emergente. Estes "conteúdos criativos" de elevado valor abrangem igualmente a rádio, os jogos online, as publicações electrónicas e os conteúdos educativos em linha. Novas evoluções do mercado são igualmente visíveis com o advento da Web 2.0, pelos conteúdos criados pelos utilizadores, que podem desejar proteger essas criações contra a reutilização não autorizada. A Comissão efectuou uma consulta pública sobre estas questões em 2006. Nesta base, a Comissão considerou necessário reforçar o mercado dos conteúdos europeus, bem como a influência das necessidades dos consumidores sobre este mesmo mercado (excerto de IP/08/5, de 3 de Janeiro de 2008, também disponível nesta base de dados. - Comunicação da 2 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Comissão publicada sob a referência COM (2007) 836 final. DOCUMENTOS RELACIONADOS: «Commission Staff Working Paper: Document accompanying the Communication from the Commission to the European Parliament...on Creative Content Online in the Single Market SEC (2007) 1710», disponível em http://ec.europa.eu/avpolicy/docs/other_ actions/col_swp_en.pdf e também sob este número de registo desta base de dados; OUTROS DOCUMENTOS: «Uma oportunidade para a Europa, IP/07/95, de 25 de Janeiro»; «European Charter for Film Online endorsed by major industry players, IP/06/672, de 23 de Maio de 2006», também disponíveis nesta base de dados. Para conhecer o teor das contribuições à CONSULTA PÚBLICA, aceda a: http://ec.europa.eu/avpolicy/other_actio ns/content_online/consultation_2008/in dex_en.htm . - Contém: IP/08/5; COM (2007) 836 final: 1. INTRODUCTION; 1.1. Creative Content Online; 1.2. Re-sults of the public consultation; 1.3. Objectives of this Communication; 2. CHALLENGES & PROPOSALS: 2.1. Availability of creative content; 2.2. Multi-territory licensing for creative content; Interoperability and transparency of Digital Rights Management systems (DRM's); 2.4. Legal offers and piracy; 3. CONCLUSION ASPECTO JURÍDICO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / COMISSÃO EUROPEIA-Proposta CE / CONSUMO--Procura de Bens de Consumo / CONTEÚDO / DIREITO DE AUTOR / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio de Retalho / FILME / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INDÚSTRIAS CRIATIVAS / INQUÉRITO / INTERCONECTIVIDADE / INTERESSE PÚBLICO / INTERNET-Difusão da Informação / ISP-INTERNET SERVICE PROVIDER / JOGO ELECTRÓNICO / MERCADO INTERNO--Mercado Único / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / MÚSICA / PIRATARIA AUDIOVISUAL / PROPRIEDADE INTELECTUAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / QUESTIONÁRIO / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO [5466] FE.749 CULLEN INTERNATIONAL, SA Study on the Regulation Broadcasting Issues under the New Regulatory Framework : prepared for The European Commission, Information Society and Media Directorate-General [documento electrónico] / Cullen International SA ; in association with Bavid Betts, Tal Activities ; Phillipa Marks, Indepen ; Clare Mulholland. Adobe Acrobat 7.0 ; 11,6 MB. Brussels : European Communities, 2006. - múltiplos ficheiros. - acedido a 17-01-2008. – http://ec.europa.eu/information_society/ policy/ecomm/doc/library/ext_studies/re g_bc_issues_under_nrf/broadcasting_st udy_report.pdf http://ec.europa.eu/information_society/ policy/ecomm/doc/library/ext_studies/re g_bc_issues_under_nrf/broadcasting_ta bles_topics_2007.pdf http://ec.europa.eu/information_society/ policy/ecomm/library/ext_studies/index _en.htm#2007 . - As tecnologias da comunicação estão a reformular a paisagem da radiodifusão. Em particular, os programas de rádio e de televisão são difundidos num número crescente de plataformas e meios tecnológicos de transmissão. Alguns destes meios recorrem a tecnologias de comunicação sem fios ou a radiofrequências que não estão tradi3 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação cionalmente ligadas a um plano nacional de frequências alocadas à radiodifusão. As formas tradicionais de radiodifusão confrontam-se, igualmente, cada vez mais com uma maior concorrência proveniente da oferta dos novos comteúdos de media audiovisuais ou baseados no 'on-demand'. Esta evolução torna necessária reconsiderar as políticas e a regulação da radiodifusão. Este relatório focaliza-se nos aspectos ligados à implementação do quadro regulatório de 2003 das comunicações electrónicas para o sector da radiodifusão, isto é, no licenciamento e autorização, nas radiofrequências, nas regras relativas ao 'must-carry' e nos aspectos relacionados com o acesso, bem com o acesso às transmissões de radiodifusão do mercado grossista e facilidades associadas. Não aborda os aspectos relacionados com os conteúdos, mas estabelece as pontes e a necessária articulação entre a regulação das comunicações electrónicas e a regulação da radiodifusão. A convergência e as condições tecnológicas e económicas subjacentes aos sectores das comunicações electrónicas e do audiovisual devem ser combinadas pelo menos num patamar mínimo de convergência e racionalização dos regimes regulatórios. Há três temas-chave que percorrem a análise contida neste relatório. Primeiramente, a estrutura regulatória de 2003 da UE é normalmente definida como aplicável às redes e aos aspectos relacionados com a transmissão, enquanto que o quadro regulatório da radiodifusão reporta aos conteúdos. É menos reconhecido que ambos os quadros regulatórios se ocupam dos aspectos da distribuição, e o conceito de distribuição e as suas implicação para o sector da radiodifusão são aqui superficialmente discutidos. Em segundo lugar, no sector das comunicações electrónicas está claramente identificado o objectivo de evitar as barreiras regulatórias à partida. De muitas maneiras discutidas neste documento, conclui-se que as barreiras regulatórias à partida podem afectar o desenvolvimento da concorrência a um ou mais níveis da cadeia de valor do sector da radiodifusão. Em terceiro lugar, a articulação entre a implementação da estrutura regulatória de 2003 da UE e a existência de uma regulação para radiodifusão pode gerar um efeito adicional e tornar a regulação menos transparente, sendo tal facto exacerbado pelos actores do novo mercado. O relatório discute ainda como uma maior transparência é crucial para o eclodir da estrutura regulatória. O documento, que foca a radiodifusão televisiva analógica e digital, fornece informação sobre relevantes disposições para a implementação do quadro regulatório em todos os 25 Estados-membros onde as mesmas se verificam, destacando a complexidade do seu incremento. Avança, igualmente, com recomendações sobre melhorias que podem ser introduzidas tendo em vista a evolução da paisagem audiovisual, a qual se caracteriza pelas mutações tecnológicas (incluindo a digitalização), as múltiplas plataformas de distribuição para a radiodifusão, bem como as alternativas à radiodifusão tradicional de conteúdos proporcionada pela Internet (trad. adapt. de 'Scope and study objectives'). - Contém: A. Scope and study objectives; B. Licensing and authorisation; C. Radio frequencies; D. Must-carry and must-offer; E. Access to wholesale broadcasting transmission; F. Access to associated facilities; I. STUDY OVERVIEW: A. The regulatory environment for the broadcasting sector; B. The review of the EU 2003 regulatory framework and the study objectives; C. Key themes in our analysis; D. Implementation of the framework for broadcasting in the Member States; E. The report structure; II. IMPLEMENTATION OF THE FRAMEWORK FOR BROADCASTING IN THE MEMBER STATES: A. Introduction; B. Data collection and analysis; C. 4 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Recommendations; III. ANALYSIS AND RECOMMENDATIONS: A. Licensing and authorisation; B. Radio frequencies for broadcasting; C. Mustcarry and must-offer rules; D. Access and competition; E. Radio broadcasting; IV. "REGULATION FOR THE FUTURE": A. Licensing and authorisation; B. Radio frequencies; C. Must-carry and must-offer; D. Access issues; E. Radio broadcasting; F. Other recommendations; G. Overview of recommendations affecting different broadcasting categories; APPENDIX: GLOSSARY; ANNEXES: Database of regulatory information for the broadcasting sector: Data collection by topic; Database of regulatory information for the broadcasting sector: Data collection by country ACESSO / ACESSO CONDICIONAL / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DE DADOS / ASPECTO JURÍDICO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / BASE DE DADOS / COMISSÃO EUROPEIA--Proposta CE / CONCORRÊNCIA--Política da Concorrência / DIREITO COMUNITÁRIO-Aplicação do Direito Comunitário / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DVB-T / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / ESTADO MEMBRO / ESTUDO DE CASO / GLOSSÁRIO / LEGISLAÇÃO / LICENÇA / MERCADO GROSSISTA NACIONAL--Distribuição Comercial / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / MUDANÇA TECNOLÓGICA / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PLATAFORMA DIGITAL / RÁDIO / RADIODIFUSÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REGULAÇÃO / SISTEMA DE TRANSMISSÃO / TELEVISÃO-Teledistribuição / TRANSMISSÃO ANALÓGICA / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5467] M.652 YEARBOOK. Television in 36 European States, 2007 Yearbook : Television in 36 European States = Annuaire : La télévisions dans 36 Etats européens = Jahrbuch : Fernsehen in 36 europaischen Staaten : 2007 : volume 1 / European Audiovisual Observatory ; dir. Wolfgang Closs ; edit. André Lange. - Strasbourg : EAO, 2007. - 288 p : il., tab. e gráficos ; 30 cm. - Esta 13ª edição segue o mesmo modelo da sua congénere do ano transacto que, recorde-se, havia adoptado uma nova fórmula de apresentação em três volumes: o primeiro volume descreve a paisagem televisiva de 36 Estados-membros do Observatório, numa abordagem país a país; o segundo volume sumariza os desenvolvimentos registados pela televisão na Europa, enquanto o terceiro continua a ser consagrado ao cinema e ao vídeo. Para além dos quadros, gráficos e tabelas clássicos - sobre a situação financeira das empresas de televisão, as audiências, os programas por género dos principais canais, etc.), o leitor encontrará elementos novos: um texto que descreve as evoluções recentes de cada paisagem nacional e uma página de dados de elementos de base. Nestes, encontrará os indicadores clássicos (população, numero de domicílios, modalidades de recepção de televisão) e, também, dados sobre o número de plataformas e o número de canais emitidos num, ou a partir de um dado país, bem como uma descrição, com enfoque por grandes géneros, das ofertas de canais das principais plataformas digitais (Cabo, Satélite, TDT, IPTV). O Observatório tem o dever de reportar de forma célere o rápido desenvolvimento das ofertas televisivas digitais. É justo reconhecerse que a tarefa é cada vez mais complexa. Enquanto que na Europa Ocidental assistimos a uma con5 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação centração de plataformas digitais distribuídas via satélite, já na Europa Central as mesmas tendem a multiplicar-se. A TDT, por sua vez, tende a generalizarse: 2012 é agora a meta mais apontada para a extinção da transmissão analógica (switch-off), facto que já ocorreu em vários países. Além disso, num espaço de três anos, surgiram na Europa cerca de cinquenta operadores de IPTV. Os mesmos propõem, geralmente no quadro de uma oferta 'triple play', ao mesmo tempo que o acesso à Internet e à telefonia fixa, o acesso a vários 'bouquets' de canais de televisão, combinados com a oferta de serviços de vídeo-on-demand, todos eles fornecidos em modo ADSL através das linhas telefónicas. Outras modalidades de transmissão, tais como a televisão móvel presente nos telemóveis de terceira geração ('Unicast'), ou a radiodifusão para os receptores móveis (na Europa, essencialmente, pela adopção da norma DVB-H), estão finalmente a encontrar o seu lugar no mercado (...) A multiplicação de plataformas corresponde igualmente, na maior parte dos casos, a um aumento da concorrência entre os operadores. Este crescimento da concorrência, é bom de notar, provoca um impacto na transparência. Os novos operadores recém-chegados estão reticentes a revelar os seus dados sobre o volume de negócios ou os números de assinantes, dados de valor estratégico evidente. Mas é conveniente ter em consideração que também certos difusores ou grupos em posição dominante se têm tornado mais reticentes em matéria de transparência (trad. adapt. de um excerto de 'Introduction'). - Contém: Chap. 1: Country by country reports: Albania; Austria; Belgium; Bulgaria; Switzerland; Cyprus Czech Republic; Germany; Denmark; Estonia; Spain; Finland; France; United Kingdom; Greece; Croatia; Hungary; Ireland; Iceland; Italy; Lithuania; ; Luxembourg; Latvia; 'The Former Yugoslav Republic of Macedonia'; Malta; Netherlands; Norway; Poland; Portugal; Romania; Russia; Sweden; Slovenia; Slovak Republic; Turkey ISBN 978-92-871-6302-8 (brochado) : Oferta ANÁLISE DE CUSTOS E BENEFÍCIOS--Análise Financeira / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANUÁRIO / AUDIÊNCIA / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / CANAL DE TELEVISÃO / DADOS ESTATÍSTICOS / DEMOGRAFIA / DVB / DVB-H / DVB-T / DADOS ESTATÍSTICOS / DEMOGRAFIA / DOMICÍLIO / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / FINANCIAMENTO / GÉNEROS TELEVISIVOS / INDICADOR DE COMUNICAÇÃO / INTERNET--IPTV-Internet Protocol TV / OBSERVATÓRIO EUROPEU DO AUDIOVISUAL / OFERTA / PAÍSES EUROPEUS / PLATAFORMA DIGITAL / PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA / RECEITA / SECTOR PÚBLICO / TELEVISÃO / TELEVISÃO COMERCIAL / TELEVISÃO GENERALISTA / TELEVISÃO LOCAL / TELEVISÃO POR CABO / TELEVISÃO POR SATÉLITE / TELEVISÃO REGIONAL / TELEVISÃO TEMÁTICA / TRANSMISSÃO ANALÓGICA / TRANSMISSÃO NUMÉRICA / VOLUME DE NEGÓCIOS [5468] M.653 BOAVIDA, Nuno, et alli. O Estado e a Economia = The State and the Economy : O modelo económico e social europeu no séc. XXI = The European Social and Economic Model in the 21st Century / orgs. Nuno Boavida / Reinhard Naumann ; colab. Alexander Petring et alli. - ed. bilingue. - Lisboa : Fundação Friedrich Ebert ; Instituto de Estudos para o Desenvol6 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação vimento, 2007. - 144 + 135 p. - Com o seminário que deu origem a esta publicação, a Fundação Friedrich Ebert e o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento deram continuação a uma série de debates sobre os problemas actuais do modelo económico e social europeu. Os promotores pretendem oferecer com este tipo de iniciativa um «fórum» para um debate sobre os desafios resultantes das profundas mudanças económicas, políticas e sociais da nossa época. Com esta brochura, preparada por Nuno Boavida, pretendese demonstrar que o diálogo foi realmente produtivo. Esta publicação reproduz a estrutura do seminário acima referido, com uma primeira parte sobre o estado social e uma segunda sobre o estado regulador. Reúnem-se os textos que deram origem às intervenções dos oradores, e apresentam-se os resumos dos debates que se seguiram no final de cada uma das partes. O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Fundação Friedrich Ebert esperam contribuir com esta publicação para uma melhor compreensão das oportunidades e dos problemas que surgem no contexto da actual mudança política, económica e social na Europa e em Portugal (In: 'Prefácio'). - Contém (Índice da versão em língua portuguesa): Prefácio; Parte I: O Estado Social: A reforma do modelo socioeconómico europeu: deve a Europa esforçar-se para emular o modelo europeu?, João Cravinho; Mudanças relacionais entre o Estado e o Governo: reformas recentes de governos social-democratas em seis países europeus, Alexander Petring; Áreas centrais para a intervenção pública na economia: mudanças na relação entre Estado e mercado, João Ferreira do Amaral; Debate; Parte II: O Estado Regulador: O Estado regulador e o desenvolvimento das instituições autónomas de governo do mercado, Jacint Jordana; O Estado regulador e a liberalização; Debate; Lista de Tabelas e de Figuras ISBN 978-989-8005-01-4 (brochado) : Oferta ASPECTO ECONÓMICO / ASPECTO SOCIAL / COESÃO ECONÓMICA E SOCIAL / COMPETITIVIDADE / DEBATE / ECONOMIA DE MERCADO-Liberalismo Económico / ESTADO / FISCALIZAÇÃO DO MERCADO-Intervenção no Mercado / GOVERNO / INTERVENÇÃO ESTATAL / MERCADO / MODELO DE SOCIEDADE / MUDANÇA SOCIAL / MUDANÇA TECNOLÓGICA / PODERES PÚBLICOS / REGULAÇÃO [5469] FE.750 THE WORK FOUNDATION Staying ahead : the economic performance of the UK's Criative Industries [documento electrónico] / The Work Foundation ; edit. by Department for Culture, Media and Sport. - Adobe Acrobat 7.0 ; 8,07 MB. - [London] : DMCS, 2007. - múltiplos ficheiros. acedido a 22-01-2008. – http://www.culture.gov.uk/Reference_li brary/Publications/archive_2007/staying ahead_epukci.htm . - O Programa da Economia Criativa, a que o DMCS deu início em Novembro de 2005, é um dos segmentos mais importantes do trabalho empreendido por aquele organismo. A dimensão das indústrias criativas é comparável ao sector de serviços financeiros. Perfazem agora para cima de 7,3 por cento da economia, e estão a crescer a 5 por cento ao ano (quase duas vezes a taxa do resto da economia). Incluindo aqueles que trabalham em ocupações relacionadas com a criatividade, a economia criativa emprega 1,8 milhões de péssoas. As indústrias criativas britânicas ultrapassam a de qualquer outro estado 7 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Europeu e, no século XXI, deslocaramse para o centro da economia britânica. É vital para a totalidade da actividade económica que o governo trabalhe com a indústria para criar uma estrutura na qual estes sectores possam florescer. A análise do GMCS à economia criativa começou com criação em 1998 de uma Task Force, e a elaboração de documentos programáticos. Muitos dos desafios que aqueles documentos traçam e identificam ainda hoje são relevantes, mas as indústrias, elas mesmas, estão em constante mutação, particularmente determinada pela velocidade da tecnologia e da globalização. Após a elaboração dos documentos orientadores, o interesse no desenvolvimento das indústrias criativas e na economia criativa alargou-se rapidamente. O Programa de Economia Criativa desenvolve-se a partir do trabalho inicial, e este relatório elaborado pela The Work Foundation, que foi encomendado pelo Governo como fazendo parte do próprio programa, é uma contribuição importante para o trabalho e para o debate continuados. É significativo, e não somente para o DCMS, mas para todos os departamentos de governo e também para a economia em geral. A análise pela The Work Foundation põe no cerne da economia do Reino Unido argumentistas, programadores informáticos, designers e músicos. Focalizase em instituições como o Victoria and Albert Museum, a British Library, a BBC e o National Theatre. Ao fazê-lo, reconhece não apenas a sua influência cultural, mas também o seu valor crítico do ponto de vista económico. O relatório da The Work Foundation reconhece o significado do projecto e da inovação não somente às indústrias criativas e culturais, mas também à economia em geral, e o trabalho desenvolvido pelo Programa da Economia Criativa complementa o anterior relatório George Cox's, publicado em 2005 (trad. adap. de um excerto de 'Foreword'). - OUTROS DOCUMEN- TOS: Para mais informação sobre este tema aceda à seguinte URL: http://www.culture.gov.uk/what_we_do/ Creative_industries/creative_economy_ programme.htm . - Contém: Acknowledgements; Forewords: The Rt Hon Tessa Jowell, MP, Secretary of State for Culture, Media and Sport; Will Hutton, Chief Executive of The Work Foundation; Chap. 1: The creative industries - an overview; Chap. 2: Economic performance; Chap. 3: The knowledge economy; Chap. 4: Defining the creative industries; Chap 5: Drivers of the creative industries; Chap. 6: Conclusion; Annex: Snapshots of the creative industries:data and issues; Glossary ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ASPECTO ECONÓMICO / CONCEITO / CONHECIMENTO / CRIATIVIDADE / DADOS ESTATÍSTICOS / DEFINIÇÃO / DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO / DMCS-DEPARTMENT FOR MEDIA, CULTURE AND SPORT / EMPREGO / GLOSSÁRIO / INDÚSTRIA CULTURAL / INDÚSTRIAS CRIATIVAS / INOVAÇÃO / PLANEAMENTO ECONÓMICO / PRODUTIVIDADE / PROGRAMA ECONÓMICO / PROJECTO DE DESENVOLVIMENTO / RELATÓRIO / REINO UNIDO / RELATÓRIO / VALOR--Valor Acrescentado [5470] M.654 EUROPEAN AUDIOVISUAL OBSER-VATORY Legal Aspects of Video on Demand / dir. Wolfgang Closs ; edit. Susanne Nikoltchev. - Strasbourg : OEA, 2007. 91 p. - (IRIS Special). - A presente publicação é uma colectânea de artigos fruto do contributo de diferentes autores, conforme se explicita na 'Nota de 8 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Conteúdo'. Na primeira contribuição resume de forma breve as diferentes exposições orais apresentadas aquando de um atelier que tratou deste tema, oferecendo seguidamente um resumo global das diferentes mesas-redondas em que participou um círculo de peritos de elevada craveira, durante as quais as questões abordadas fizeram emergir pontos de vista em boa parte muito divergentes. No segundo capítulo descreve-se a estrutura e a dinâmica da oferta de serviços VoD em 24 países europeus, destacando-se as vantagens e os inconvenientes das diferentes plataformas e métodos técnicos de difusão, os principais fornecedores de serviços VoD em função da sua posição actual no mercado, bem como os 3 principais modelos de empresas. O terceiro capítulo inspira-se no caso do YouTube para debater aspectos jurídicos relativos a uma alternativa específica ao VoD; as plataformas de conteúdos criados pelos utilizadores. Após um curto resumo dos serviços propostos pelo YouTube, o seu historial e o seu modelo de empresa, abordam-se temas particularmente caros ao direito de autor, tendo como pano de fundo a acção intentada pela Viacom contra YouTube. Os debates incidiram também nos aspectos ligados à protecção de dados e à liberdade de expressão. A quarta contribuição trata três aspectos ligados à utilização de obras via serviços VoD; a isenção de direitos de autor, mas também dos direitos de exploração musical, o papel das sociedades de gestão de direitos de autor, bem como o problema das obras autorais anónimas, ou seja, obras para as quais é difícil ou impossível determinar os beneficiários. O quinto capítulo é dedicado à aplicação das regras da concorrência ao sector dos meios de comunicação social. Analisa-se o alcance das licenças de VoD e, neste mesmo contexto, a sua classificação jurídica complexa. Trata da localização dos serviços VoD na cadeia de exploração (dita cronologia dos media) e os problemas das licenças limitadas a certos países em comparação com a concessão de licenças a nível pan-europeu. O sexto capítulo contém duas contribuições que constituem uma reflexão sobre as relações determinantes entre os concorrentes no mercado dos direitos musicais e a sua evolução, devida à exploração online. É sobre esta base que se coloca a questão de saber em que medida a indústria do filme poderia adoptar os modelos da indústria da música, apesar das diferenças estruturais actuais e dos modelos de licenças e de empresas tradicionais serem muito diferentes. Com base na Directiva que acaba de ser adoptada relativa à regulação dos serviços de meios de comunicação social audiovisuais e na perspectiva de uma mudança do papel do utilizador, esta sétima contribuição examina muito de perto a justificação das intervenções do Estado no sector do audiovisual. Analisa a imagem do utilizador, a natureza da intervenção e as novas questões que, no futuro, poderiam ser de uma importância essencial em matéria de direito audiovisual e política dos meios de comunicação social. A contribuição seguinte resume as exigências fundamentais colocadas pela União Europeia de Radiotelevisão (UER) perante as necessidades imediatas dos radiodifusores em matéria de direito de autor num ambiente digital e globalizado. Para concluir, dois dos mais prementes temas para o mercado do VoD e procedentes do direito francês são resumidos: os processos em curso abertos contra os serviços de partilha de vídeos e os acordos comerciais e a gestão colectiva obrigatória.. - Contém: The legal Bonds between Business Partners, Competitors and Users, Sebastian Schweda; Parameters for Business Models, André Lange; YouTube and User Generated Content Platform - New Kids on the Block?, Erik Valgaeren and Nicolas Roland; Copyright Clearance 9 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação and the Role of Copyright Societies, Stefan Ventroni; Licence and Media Windows, Caroline Cichon; The Music Industry's Experience, Philippe Kern; Transferability of the Music Industry's Experience to the Film Sector, Bertrand Moullier; The Changing Role of the User in the 'Television without Frontiers' Directive, Natali Helberger; The Position of Public Service Broadcasters, Gregor Wichert; Current Issues under French Law, European Audiovisual Observatory ISBN 978-92-871-6391-2 (brochado) : Oferta ASPECTO JURÍDICO / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / CONCORRÊNCIA / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / CONTEÚDO / CONTENCIOSO / DEBATE / DIREITO À INFORMAÇÃO / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DIREITO DE AUTOR / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO--Modelo Económico / DIREITO DA COMUNICAÇÃO / EMPRESA--Empresa Europeia / ESTUDO DE CASO / FRANÇA / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / GLOBALIZAÇÃO / GRUPO DE PERITOS / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA / INDÚSTRIA FONOGRÁFICA / INFRACÇÃO / INTERNET--Difusão da Informação / INTERVENÇÃO ESTATAL / LICENÇA COMERCIAL / OBSERVATÓRIO EUROPEU DO AUDIOVISUAL / ORGANIZAÇÃO DE EMPRESA / PARCERIA / PLATAFORMA DIGITAL / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PROPRIEDADE INTELECTUAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / RADIODIFUSÃO / REGULAÇÃO / SERVIÇO PÚBLICO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL--Serviços Audiovisuais Não-Lineares / VIDEO-ON-DEMAND--FVoD-Free Video-on-demand [5471] M.655 YEARBOOK. Film and home video, 2007 Yearbook : Film and home video = Annuaire : Cinéma et vidéo = Jahrbuch : Film und Video : 2007 : volume 3 / European Audiovisual Observatory ; dir. Wolfgang Closs ; edit. André Lange. - Strasbourg : EAO, 2007. - 128 p : il., tab. gráf. e quadros ; 20 cm. Nada distingue a organização interna deste 3º volume do Anuário do Observatório europeu do Audiovisual, já no seu 13º ano consecutivo de publicação e que, desde o ano passado, conhece este modelo de divulgação em três volumes. Assim, nas 128 páginas que compõem este 3º volume do "Anuário" do Observatório Europeu do Audiovisual, traça-se de uma forma detalhada um retrato dos principais desenvolvimentos registados pela mercado do filme e do cinema de domicílio na Europa, e isto nos seus 7 capítulos principais (numerados de 10 a 16). DOCUMENTO RELACIONADO: «Monitoring of EU Audiovisual exchanges with third countries», por André Lange (Cota M.655 a). - Contém: Cap. 10. Production; 11. Theatrical distribution and exhibition; 12. Digital cinema; 13. Admissions; 14. The DVD market; 15. Video on demand; 16. Economy of the European Film industry; Sources ISBN 978-92871-6304-2 (brochado) : Oferta ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE QUANTITATIVA / ANUÁRIO / AUDIÊNCIA / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / CINEMA / DADOS ESTATÍSTICOS / DIGITALIZAÇÃO / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio de Retalho / DVD / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / EMPRESA CINEMATOGRÁFICA / ESPECTADOR / FILME / 10 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA / MERCADO / OBSERVATÓRIO EUROPEU DO AUDIOVISUAL / PAÍSES CE / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL-Co-Produção Audiovisual / PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA / SALA DE CINEMA / SISTEMA DE TRANSMISSÃO / SITUAÇÃO FINANCEIRA / VIDEO-ON-DEMAND [5472] M.656 FAUSTINO, Paulo Ética e responsabilidade social dos media / org. Paulo Faustino ; colabs. Alan Albarran et alli.. - Lisboa : MEDIA XXI, 2007. - 299 p. : il., quad. gráf, e fotos ; 33 cm. - (Colecção Media XXI). - «À semelhança de outros livros que a Media XXI tem vindo a publicar sobre temas de grande actualidade na área dos media, comunicação e sociedade da informação, também esta obra intitulada ‘Ética e Responsabilidade dos Media’, resulta de um conjunto diversificado de contributos de reputados especialistas nacionais e internacionais. A Media XXI tem vindo a desafiar investigadores para partilhar conhecimento sobre temas-chave relacionados com a Indústria da Comunicação. Nos últimos anos a produção científica sobre temas relacionados com a ética, responsabilidade social, qualidade e gestão corporativa das empresas de media - e de produtos gerados por esta , tem crescido substancialmente a nível internacional, especialmente nos países onde a indústria apresenta maior dinâmica, como são os casos dos Estados Unidos e Inglaterra. Em Portugal esta é uma área pouco estudada, razão pela qual se espera que esta obra seja um contributo para uma maior discussão sobre as práticas de ética e responsabilidade social dos media» (In: 'Introdução'). - Publicação editada com o apoio do ICS. - Contém: Introdução; Capítulo 1: Perspectivas Nacionais e Internacionais da Ética nos Media: 1.1 Responsabilidade Ética e Social das Empresas de Comunicação; 1.2 Sobre a Responsabilidade Social dos Media; 1.3 Jornalismo, Liberdade e Responsabilidade; 1.4 Liderança, Moral, Criatividade e os Objectivos Financeiros da Empresa; 1.5 Gestão de Empresas de Informação e Responsabilidade Pública; 1.6 A Ética Jornalística e Fotojornalística como Sinónimo de Jornalismo de Qualidade; Cap. 2: Ética e Responsabilidade Social dos Media: 2.1 Os Meios de Comunicação como Empresas; 2.2 Comunicação e Responsabilidade Social; 2.3 Regulação da Actividade Jornalística; 2.4 Os Compromissos Éticos dos Meios de Comunicação; Cap. 3: Responsabilidade Social e Gestão da Qualidade: 3.1 Introdução; 3.2 Conceito de Responsabilidade Social Empresarial; 3.3 O Conceito de Jornalismo; 3.4 Os Media e a Responsabilidade Social; 3.6 Responsabilidade Social e Gestão da Qualidade; 3.7 Conclusões e Recomendações; Cap. 4: Boas e Más Práticas Jornalísticas; - o caso do Porto: 4.1 Caracterização do Mercado Mediático do Porto; 4.2 Relações entre a Imprensa e a Política; 4.3 Actividade Jornalística: Entre a Informação e a Política; 4.4 Análise da Estrutura e Conteúdo da Notícia: Anexos; Bibliografia; ISBN 978-989-95191-3-8 (brochado) : Oferta AUTO-REGULAÇÃO / COMUNICAÇÃO SOCIAL / DEMOCRACIA / CRÍTICA DOS MEDIA / DEONTOLOGIA / DIREITOS DO CIDADÃO / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / EMPRESA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / ÉTICA PROFISSIONAL / FUNÇÃO DA INFORMAÇÃO / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / GESTÃO / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / INTERESSE PÚBLICO / JORNALISMO / JORNALISTA / MEIOS DE COMU11 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação NICAÇÃO SOCIAL / NOTÍCIA / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / POLÍTICA / PORTUGAL / REGULAÇÃO / RESPONSABILIDADE DA INFORMAÇÃO / RESPONSABILIDADE SOCIAL [5473] M.657 RIBEIRO, Luísa Coelho A Televisão paga : Dinâmicas de mercado em Portugal e na Europa / Luísa Coelho Ribeiro ; prefac. Francisco Rui Cádima. - Lisboa : Media XXI, 2007. - 296 : il. quad., tab. gráf. e diagramas ; 33 cm. - Por cabo, satelite, ou mais recentemente, por linha telefónica, os canais internacionais e os canais premium já chegam a quase metade dos lares portugueses e conquistaram um lugar incontornável na nossa sociedade e nas nossas vidas. Este livro analisa o mercado da televisão paga em Portugal no contexto das dinamicas internacionais, com especial enfoque nos aspectos da concorrência, produtos e serviços, caracterização do consumidor tipo, modelos de negócio, performance e estratégias empresariais. Qual o futuro que se adivinha para a televisão paga em Portugal? Quais os desafios colocados pelos avanços tecnológicos, nomeadamente o impacto que terá a televisão digital terrestre cujo concurso para atribuição de licenças está em preparação? O que podem esperar os operadores (carriers, canais de televisão paga, produtores de conteúdos) e os consumidores finais nos próximos anos? Estas e outras questões são analisadas neste livro que estuda o mercado português sob uma perspectiva internacional e inovadora (da Contracapa). Publicação editada com o apoio do ICS. - Contém: Introdução: 1. Âmbito e Oportunidade; 2. Organização do Livro; Capítulo 1 - A Indústria de Televisão Paga como Indústria com Tecnologias em Rede: 1.1 O aparecimento da Televisão por Cabo; 1.2 As Tecnologias de Informação e Comunicação; 1.3 A Indústria de Televisão Paga como Indústria com Tecnologias de Rede; Capítulo 2 - O Negócio da Televisão Paga: Concorrência e Tendências: 2.1 Principais Tendências do Sector; 2.2 O Modelo de Negócio - Evolução e Relação com a Tecnologia Digital; 2.3 A Evolução Tecnológica da Indústria de Cabo; 2.4 A Televisão Digital; Cap. 3 A Indústria de Televisão Paga na Europa: 3.1 Caracterização Geral da Indústria na Europa; 3.2 A Europa por Países; Tendências do Sector de Cabo na Europa: Convergência e Concentração; Cap. 4 - Regulação, Concentração e Concorrência: 4.1 A Teoria Económica da Regulação; 4.2 As Indústrias com Tecnologias de Rede e os Monopólios Naturais; 4.3 O Poder de Mercado da Indústria de Cabo; 4.4 Revisão da Literatura sobre Concentração e suas Consequências; 4.5 Regulação Norte-Americana; 4.6 Regulação Portuguesa e Comunitária; 4.7 Recentes desafios aos Reguladores do Mercado de Telecomunicações; Cap. 5 - A Indústria de Televisão Paga em Portugal: 5.1O Mercado Português das Telecomunicações; 5.2 A Televisão Paga em Portugal; 5.3 Concorrência versus Monopólio no sector da Televisão Paga; 5.4 Informação Estatística do Mercado em Portugal; 5.5 O Sector de Cabo e a Internet; 5.6 A Televisão Digital Terrestre em Portugal; 5.7 Concentração no Mercado de Televisão Paga: Portugal versus peers; Cap. 6 Investigação Empírica: Inquérito à População Portuguesa: 6.1 Estrutura do Inquérito e Caracterização dos Inquiridos; 6.2 Hábitos de Consumo de Televisão; 6.3 Caracterização do Consumo de Televisão Paga; 6.4 Hábitos de Internet e Telefone por Cabo; 6.5 Grau de Satisfação dos Clientes de Televisão Paga; 6.6 Limitações e Perspectivas da Indústria; Cap. 7 - Televisão Paga: Prin12 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação cipais Tendências e Dinâmicas de Mercado: 7.1 A Indústria de Televisão Paga em Portugal no contexto internacional; 7.2 Dinâmicas de Mercado em Portugal e na Europa; Bibliografia; Anexos: Anexo 1. Comparação do produto Internet 8 Kbps da PT Comunicações e TV Cabo; Anexo 2. Canais oferecidos pelos operadores portugueses de televisão paga. ISBN 978-989-95191-7-6 (brochado) : Oferta ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE QUANTITATIVA / CONVERGÊNCIA / CONCENTRAÇÃO ECONÓMICA-Conglomerado de Empresas / CONCENTRAÇÃO ECONÓMICA--Fusão de Empresas / CONCORRÊNCIA--Política da Concorrência / CONSUMO-Procura de Bens e Serviços / DIREITO COMUNITÁRIO--Aplicação do Direito Comunitário / DVB / DVB-T / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO--Modelo Económico / ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INQUÉRITO / ISPINTERNET SERVICE PROVIDER / INVESTIGAÇÃO APLICADA / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PAÍSES EUROPEUS / PAY-TV / PLATAFORMA DIGITAL / PORTUGAL / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REGULAÇÃO / REGULAMENTAÇÃO DO MERCADO / RESTRIÇÃO DE CONCORRÊNCIA--Posição Dominante / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO--Tecnologia Digital / TELEVISÃO--DTH- Direct to Home / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO POR CABO / TELEVISÃO POR SATÉLITE [5474] R.173 ANACOM, Autoridade Nacional de Comunicações Situação das Comunicações 006 : Fluidez nas Comunicações / ANACOM, Autoridade Nacional de Comunicações. - Lisboa : ANACOM, 2007. - 252, [4] p. : il., gráf., tab., quadros e mapas ; 30 cm + 1 CD-ROM. - De acordo com os estatutos do ICP-ANACOM aprovados pelo Decreto-Lei n.º 309/2001, de 7 de Dezembro, compete a esta Autoridade elaborar um relatório sobre a situação das comunicações, nomeadamente para ser apresentado ao membro do Governo que tutela o sector e para ser divulgado publicamente (...) O documento mantém a estrutura idêntica à adoptada no ano anterior - deixando, contudo, de integrar o Relatório de Regulação. Foram, no entanto, alterados os conteúdos disponibilizados, tendo em conta as sugestões constantes do parecer do Conselho Consultivo do ICP-ANACOM sobre o relatório da Situação das Comunicações referente ao ano de 2005. O Conselho Consultivo sugeriu, concretamente que se «[privilegiassem] as comparações internacionais [e] a evolução percentual do crescimento». Por outro lado, procurou complementar-se o relatório com uma análise integrada do sector e do consumidor das comunicações electrónicas. O período de referência das análises efectuadas é, em regra, o período de 2000-2006. Assim, o presente Relatório, após uma análise inicial do enquadramento internacional, em que é analisada a evolução do sector das comunicações electrónicas na União Europeia (UE), apresenta uma visão integrada do sector e caracteriza globalmente o consumidor das comunicações electrónicas. De seguida, dedicase um capítulo a cada um dos principais serviços retalhistas de comunicações electrónicas: o serviço telefónico em local fixo (STF), serviço telefónico móvel 13 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação (STM), serviço de acesso à Internet (SAI) e serviço de distribuição de sinal de televisão por assinatura. Na segunda parte apresenta-se a evolução dos serviços postais (...) Como se referiu anteriormente, sempre que possível, recorre-se a comparações internacionais de forma a avaliar a evolução do serviço em Portugal. Em anexo apresenta-se um conjunto de elementos estatísticos sobre o sector e os serviços considerados. Estes elementos constavam em anos anteriores do Anuário Estatístico das Comunicações. No entanto, decidiu-se publicar estes elementos juntamente com a Situação das Comunicações, facto que permitirá uma disponibilização mais expedita dos mesmos e uma análise mais pormenorizada das principais tendências descritas no corpo do Relatório (excerto de 'Introdução'. Contém: Introdução; PARTE 1: 1.Enquadramento: As comunicações electrónicas na União Europeia; 2. A evolução e o consumo de serviços de comunicações electrónicas - perspectiva alargada: 2.1 Evolução global das comunicações electrónicas; 2.2 Perfil da utilização do utilizador residencial de comunicações electrónicas; 3. Serviço Telefónico em Local Fixo (STF): 3.1 Principais aspectos da evolução em 2006; 3.2 A oferta do STF; 3.3 O perfil da utilização do STF; 3.4 A evolução do STF em 2006; 4. Serviço Telefónico Móvel (STM): 4.1 Principais aspectos da evolução em 2006; 4.2 A oferta do STM; 4.3 O perfil do utilizador e da utilização do STM; 4.4 A evolução do STM em 2006; 5. Serviço de acesso à internet: 5.1 Principais aspectos da evolução em 2006; 5.2 A oferta do serviço de acesso à Internet; 5.3 O perfil do cliente e da utilização do serviço de acesso à Internet; 5.4 A evolução do serviço de acesso à Internet em 2006; 6. Serviço de distribuição de televisão por assinatura: 6.1 Principais aspectos da evolução em 2006; 6.2 A oferta do serviço de Distribuição de TV por Assinatura; 6.3 O perfil do assinante do serviço de televisão por assinatura; 6.4 Barreiras à adesão ao serviço; 6.5 A evolução do SDC, do DTH e do IPTV em 2006; PARTE 2: 7. Serviços Postais: 7.1 Principais aspectos da evolução em 2006; 7.2 A oferta dos serviços postais; 7.3 O perfil do consumo dos serviços postais; 7.4 A evolução dos serviços postais em 2006; Anexo Estatístico: SERVIÇOS POSTAIS: 1. Serviços Postais; COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS 2. Infra-estruturas de Comunicações Electrónicas; 3. Serviço de Circuitos Alugados; 4. Serviço telefónico Fixo e Postos Públicos; 5. Serviço Telefónico Móvel; 6. Redes de Distribuição de Televisão por Assinatura; 7. Serviços de transmissão de Dados (STD) / Serviço de acesso à Internet (ISP); 8. Radiocomunicações; Índice de Quadros; Índice de Gráficos ISBN 978-972-786-024-1 (brochado) : Oferta ACESSO / ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE QUANTITATIVA / ANUÁRIO / ASSINANTE / CONSUMO-Procura de Bens e Serviços / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / CORREIO--Serviço Postal / DADOS ESTATÍSTICOS / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio de Retalho / INDICADOR DE COMUNICAÇÃO / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INFRA-ESTRUTURA DE COMUNICAÇÃO / INTERNET--Internauta / INTERNET-IPTV-Internet Protocol TV / ISPINTERNET SERVICE PROVIDER / PAY-TV / OFERTA / RADIOCOMUNICAÇÃO / RADIODIFUSÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / TELEFONE / TELEFONE MÓVEL--DTH-Direct to Home / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO POR CABO / TRANSMISSÃO DE DADOS 14 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5475] M.658 ERC. Entidade Reguladora para a Comunicação Social Relatório de Regulação 2006 / ERC, Entidade Reguladora para a Comunicação Social. - Lisboa : ERC, 2007. - 596 p : il., tab., quad. e gráficos a cores ; 23 cm. - «Com a apresentação do presente relatório à Assembleia da República, em cumprimento de um dever estatutário (cfr. arts. 24º, n.º 2, al. d) e 73º, n.º2 EstERC), divulga-se uma das peças (entre outras) com que, no exercício das suas actividades, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) pode e deve dar contributo para uma cultura de regulação no nosso país. Esse é um factor importante, não só para o reforço de uma verdadeira cidadania como, também, para protecção e garantia dos direitos dos orgão de comunicação social. A criação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, em Novembro de 2005, depois concretizada com a entrada em funções do Conselho Regulador (em Fevereiro de 2006), provocou um debate estimulante sobre estas questões, o que, por si, representa uma vantagem para uma discussão sobre o sentido e o alcance da regulação que dê contributo para a definição dos seus âmbito e alcance. Realmente, a regulação da comunicação social é, por definição, polémica e discutida, sujeita a contestação - por vezes, muito veemente. A ERC não escapa a esta que deve ser uma lei de bronze das instituições democráticas de regulação da comunicação social, como pode, aliás, ver-se por experiências europeias congéneres (excerto de 'Apresentação). - Contém: Apresentação; Organigrama da ERC; Atribuição das direcções e departamentos dos orgãos de estrutura; I PARTE: I. GRUPOS ECONÓMICOS: 1. PT Multimédia; 2. Impresa; 3. Media Capital; 4. Grupo RTP; 5. Cofina; 6. Controlinveste; 7. Impala; 8. Renascença; II. PUBLICIDADE: 1. Distribuição do investimento publicitário (estimativas Marktest); 2. Distribuição do investimento publicitário (estimativas de outras fontes de informação); 3. Tempo reservado à publicidade; III. TELEVISÃO HERTZIANA: CONSUMOS E PERFIS DOS PÚBLICOS: 1. Serviço público de televisão (RTP1 e 2:); 2. Canais comerciais (SIC e TVI); 3. Financiamento público do Grupo RTP (radiodifusão televisiva e sonora) IV. TELEVISÃO POR CABO, SATÉLITE E OUTROS SUPORTES: CONSUMOS: 1. Taxa de penetração do serviço de televisão por cabo; 2. Taxa de penetração do serviço de televisão por satélite; 3. Vídeo/Outros; V. RÁDIO: CONSUMOS E PERFIS DOS PÚBLICOS: 1. Serviço Público de Radiodifusão Sonora (RDP: Antena 1, Antena 2, Antena 3); 2. Serviço comercial de radiodifusão sonora (Grupo Rádio Renascença, Media Capital Rádios e TSF); Mapa das rádios em Portugal; 4. Financiamento público das rádios locais; VI. IMPRENSA: CONSUMOS: 1. Circulação dos títulos nacionais de informação geral; 2. Circulação dos jornais de economia, negócios e gestão; 3. Circulação dos jornais desportivos; 4. Circulação dos jornais gratuitos; 5. Circulação das revistas femininas/moda; 6. Circulação das revistas masculinas; 7. Circulação das revistas de sociedade; 8. Circulação das revistas de televisão; 9. Imprensa local e regional; 10. Financiamento público da imprensa local e regional; VII. INTERNET: CONSUMOS: 1. Taxa de penetração e modalidades de acesso à Internet; 2. Consumos dos meios de comunicação social em rede; II PARTE: Difusão de Obras Audiovisuais: 1. Notas Introdutórias; RÁDIO E TELEVISÃO DE PORTUGAL, SA; SIC SOCIEDADE INDEPENDENTE DE COMUNICAÇÃO, SA; TVI 15 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação TELEVISÃO INDEPENDENTE, SA; LISBOA TV - INFORMAÇÃO E MULTIMÉDIA, SA; III PARTE: Grelhas de programas: RTP1 - SIC TVI: I. Sumário Executivo; II. Sumário da análise de grelhas de programas dos canais RTP1, SIC e TVI; III. Programação dos canais generalistas de sinal aberto; IV Anexo; V. Cumprimento dos horários de programação na RTP1; IV PARTE: Secção 1: Conteúdos informativos na televisão e na imprensa (padrões e tendências) I. Sumário Executivo; I. Introdução; Secção 2: Televisão: RTP1 - SIC - TVI (blocos informativos da 20h00): I. Televisão; II. Metodologia e objectivos da monitorização; III. Blocos informativos das 20h00 da RTP1, SIC, e TVI; IV. Serviço público de televisão (Telejornal da RTP1); V. Operadores SIC e TVI; Secção 3: Introdução - Aspectos metodológicos da análise de imprensa; I. Imprensa Generalista de Expansão Nacional (Semanários); II. Imprensa Generalista de Expansão Nacional (Diarios): A. Correio da Manhã; B. Diário de Notícias e Público: análise comparativa; C. Jornal de Notícias; D. 24 horas; III. Imprensa de Capitais Públicos: A. Jornal da Madeira; B. Diário do Alentejo; V PARTE: Sondagens; 1. Introdução; 2. Actividade da ERC na área das sondagens em 2006 ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE DE CONTEÚDO / ANÁLISE QUANTITATIVA / CIRCULAÇÃO / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONTEÚDO / DADOS ESTATÍSTICOS / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / FINANCIAMENTO / GÉNEROS TELEVISIVOS / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / GRUPOS ECONÓMICOS / HORÁRIO / IMPRENSA / IMPRENSA / INFORMAÇÃO / ISP-INTERNET SERVICE PROVIDER / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO / NOTICIÁRIO / PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA / PUBLICIDADE / RÁDIO / RÁDIO LOCAL / RADIODIFUSÃO COMERCIAL / REGULAÇÃO / RELATÓRIO / SERVIÇO PÚBLICO / SONDAGEM / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO COMERCIAL / TELEVISÃO GENERALISTA / TELEVISÃO POR CABO / TELEVISÃO POR SATÉLITE [5476] FE.751 OECD. Organization for Economic Co-operation and Development. Directorate for Science, Technology and Industry. Committee for Information, Computer and Communications Policy, Working Party on Communication Infrastructures and Services Policy IPTV : Market Developments and Regulatory Treatment [documento electrónico] / OECD, Organisation for Economic Co-operation and Development, Directorate for Science, Technology and Industry ; Working Party on Communication Infrastructures and Services Policy. - Adobe Acrobat 7.0 ; 407 KB. - Paris : OECD, 2007. - 41 p. acedido a 29-01-2008. – http://www.oecd.org/dataoecd/44/11/39 869349.pdf . - Este 'paper' aborda as tendências actuais do mercado e da regulação para o IPTV e, fornece também informação sobre os desenvolvimentos da oferta de serviços de IPTV num certo número de países da OCDE. O IPTV é difícil de definir. Para os objectivos deste documento e em ordem a capturar alguns dos mais interessantes desenvolvimentos do mercado nos países membros da OCDE, o IPTV é definido como vídeo e serviços subordinados, tais como áudio/texto/dados, fornecidos através de Protocolo Internet (IP), e oferecidos como canais de programas lineares e/ou 16 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação não-lineares projectados com a necessária qualidade de radiodifusão para serem vistos num receptor de televisão. As tendências actuais do mercado na área do IPTV incluem: - Operadores de Telecomunicações de Linhas Fixas: os dados do mercado indicam que os operadores de telecomunicações estão a tornar-se competitivos no mercado de distribuição de programas de vídeo, como um dos serviços oferecidos com restantes serviços de IPTV. Estas previsões têm em consideração os múltiplos serviços que os fornecedores de IPTV proporcionam aos seus clientes, também designados "multipleplay". Apesar da entrada bem sucedida no mercado, entretanto, é improvável que estes novos operadores alcancem receitas nos mercados de IPTV proporcionais às receitas dos seus concorrentes mais consolidados; - Mercados de IPTV: os operadores de telecomunicações de linhas fixas necessitam de renovar as suas redes de DSL para tornar as suas ofertas de serviços mais competitivas. Esta é uma das razões para os mercados de IPTV se encontrarem ainda num patamar emergente, com excepção de alguns países tais como a França, a Itália e a Espanha, onde os serviços de IPTV começam a massificar-se; - Renovação das Redes de Apoio ao IPTV: os operadores de telecomunicações de linhas fixas estão a renovar as suas redes de DSL ou a substituí-las por fibra óptica cablada para suportar o IPTV e outros serviços multimédia. Entretanto, o momento e a tecnologia exactas a adoptar variam, dependendo de um número de factores complexos incluindo o nível de concorrência no mercado, o estado das redes existentes, a densidade populacional, e da estrutura do mercado de habitação; - Diferenciação de Serviços dos Operadores de IPTV: embora o processo de competitividade resulte em vários concorrentes oferecendo produtos ou pacotes muito similares, os operadores de IPTV poderão ser mais ino- vadores do que os seus concorrentes tradicionais e esforçarem-se por diferenciar as suas ofertas de serviços; - Os conteúdos on-Demand estão a Crescer: os consumidores sentem-se cada vez mais atraídos pelo opção tempo/lugar de visionamento, razão pela qual o mercado do video-on-demand denota já um assinalável crescimento. Em acréscimo à procura dos consumidores, outros factores conduziram o mercado de VoD a incluir uma disponibilidade crescente de conteúdos VoD em condições de acesso mais favoráveis, à emergência de registos de DVD em alta definição, ao crescimento do mercado de vídeo/TV móvel e ao aumento do recurso à utilização dos gravadores de vídeo pessoais (PVR's); - Acesso a Conteúdos Premium: os operadores de IPTV necessitam de deter os conteúdos premium exigidos pelos telespectadores. Entretanto, os proprietários dos conteúdos premium estão conscientes que os mesmos serão livre e directamente distribuídos através do peer-to-peer disponível na Internet. O sucesso do mercado legal de música em linha para download, entretanto, pode alterar a percepção dos proprietários de conteúdos premium. Consequentemente, os operadores de IPTV estão a adquirir cada vez mais conteúdos premium porque estão a aplicar tecnologias de gestão de direitos em ambiente digital (DRM's) aos conteúdos, para assegurar aos seus proprietários que os conteúdos que fornecem estarão devidamente protegidos. - Revendo a Regulamentação: o desenvolvimento das redes baseadas em protocolos IP para a transmissão de conteúdos vídeo, tal como o desenvolvimento de diferentes tipos de conteúdos vídeo ou a disponibilidade de um vasto leque de modelos de distribuição utilizados para o fornecimento de conteúdos vídeo, requer uma revisão da estrutura regulatória de modo a não asfixiar a inovação e a difusão de novos serviços. Alguns países membros da 17 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação OCDE iniciaram já alguns passos nesta direcção; - A Importância da Estrutura Regulatória para o IPTV: o desenvolvimento de serviços de IPTV beneficiou em muitos países de um quadro regulatório que facilitava o acesso às redes de banda larga por parte dos novos operadores, através do acesso ao lacete local (LLU), bem como do 'toque' de uma regulação suave que prevaleceu no respeito pela abstenção de imposição de quaisquer exigências onerosas para o fornecimento de serviços de IPTV. Tem aumentado o reconhecimento político da convergência tecnológica e, tal facto tem facilitado o desenvolvimento do IPTV ; - O Acesso ao Lacete Local: a desagregação do lacete local permite aos ISP's replicar o lacete local do operador incumbente a um custo base, ao mesmo tempo que faculta uma diferenciação de serviços daqueles que são ofertados pelo incumbente, estimulando dessa forma novas entradas no mercado de IPTV. Enquanto que na maioria dos países da OCDE os operadores de televisão por cabo não estão sujeitos à desagregação, nalguns países decidiu-se também pelo recurso à desagregação do lacete local (LLU) para as redes de cabo (trad. adapt. de 'Main Points'). - Documento publicado sob a referência DSTI/ICCP/CISP(2006)5/FINAL. - Contém: I. Foreword; Table of Contents; Main Points; I. INTRODUCTION: Definition of IPTV and scope; How IPTV works; II. MARKET TRENDS: IPTV markets: competitive outlook; IPTV markets: At an early stage; Upgrading DSL networks to support IPTV; Differentiation of services by IPTV operators; On-demand content is increasing; Access to Premium Content; III. REGULATORY TRENDS: Reviewing regulations; Importance of regulatory framework for IPTV; Access to Local Loops; IV. COUNTRY INFORMATION: Australia; Austria; Belgium; Canada; Czech Republic; France; Germany; Hungary; Italy; Japan; Korea; Netherlands; Portugal; Spain; Sweden; Switzerland; United Kingdom; United States; Notes ACESSO / ANÁLISE COMPARATIVA / ASPECTO JURÍDICO / ASPECTO TÉCNICO / BANDA LARGA / CONCEITO / CONCORRÊNCIA / CONTEÚDO / CONVERGÊNCIA / DEFINIÇÃO / DSL-DIGITAL SUBSCRIBER LINE / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / EMPRESA DE RADIODIFUSÃO / ESTUDO DE CASO / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES / INTERNET--IPTV-Internet Protocol TV / INTERNET SERVICE PROVIDER / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / OCDE / OFERTA / PAÍSES DA OCDE / PAY-TV / PORTUGAL / PREVISÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REGULAÇÃO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL--Serviços Áudiovisuais Não-Lineares / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO--Tecnologia Digital / TELEVISÃO--Teledistribuição / VIDEO-ON-DEMAND [5477] FE.752 MENDONÇA, Sandro, et al. Imprensa sob pressão : As dinâmicas competitivas no mercado da imprensa escrita portuguesa entre 1985 e 2007 [documento electrónico] / coord. Sandro Mendonça / Gustavo Cardoso / investig. David Castro / Pedro Cavaco ; Gonçalo Lopes ; edit. OberCom, Observatório da Comunicação. - Adobe Acrobat 7.0 ; 682 KB. - Lisboa : OberCom, 2007. 120 p. - (Research Report). - acedido a 29-01-2008 18 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação http://www.obercom.pt/client/?newsId= 29&fileName=rr5.pdf . - 1) O estudo faz a anatomia das grandes variáveis gerais que têm influenciado o contexto em que a imprensa opera (isto é, as macroenvolventes, as quais moldam o ambiente de negócios do sector) e mostra como a política de media e a regulação foram variáveis progressivamente ultrapassadas em influência pelas variáveis de natureza económica, tecnológica e sociológica, 2) O contexto próximo do sistema sectorial da imprensa escrita é definido neste trabalho pela interacção recíproca de um conjunto de forças estruturantes para o todo dos operadores (ou seja, as microenvolventes), e é argumentado que as forças que vêm exercendo a pressão mais determinante para a sobrevivência e para o desempenho das empresas têm sido a emergência de produtos substitutos (os jornais gratuitos, curiosamente não tanto os jornais online) e o aumento da rivalidade (não tanto por manipulações muito radicais da política de preços, embora já existam jornais generalistas que se estão a disponibilizar gratuitamente em certos canais de distribuição como hipermercados ou estações de serviço, mas sim através de iniciativas de tipo qualitativo que vão desde a multiplicação de suplementos, passando por ofertas de brindes, e indo até ao redesenho do próprio produto jornalístico e editorial), 3) O estudo dá conta da diversidade do sector e analisa as tendências na imprensa generalista e de especialidade (desportiva, económica, etc.), diária e semanal, jornais e revistas, etc., 4) O estudo faz uma análise dos acontecimentos vitais (entradas, saídas, re-estruturações) que redefinem a todo o momento a vida económica da população de projectos editoriais e desta análise, baseada em dados originais produzidos pela primeira vez para o presente estudo, surgem dois factos estilizados básicos para compreender o sector (ver os dois pontos seguintes), 5) O perfil temporal dos nascimentos e mortes de jornais parece sugerir que as entradas e saídas tendem a ocorrer em momentos delimitados no tempo, ou seja, existem vários momentos distintos de reconfiguração da população de projectos em jogo (viragem dos anos 80 para os 90 do século passado, segunda metade da década de 1990; desde 2001 ou 2002 até ao presente momento, inclusivé), 6) A esta turbulência de mercado (isto é, entradas e saídas aglutinadas cronologicamente e muitas vezes simultâneas, com vários lançamentos de novos jornais e falências de antigos no mesmo ano, como recentemente em 2006 e 2007) soma-se um aumento do número de turbulência interna dos projectos editoriais existentes, patente no boom de remodelações dos jornais que se verificou na presente década (os anos de 2006 e 2007 sendo novamente um bom exemplo), 7) Estes reajustamentos têm convivido com uma estagnação generalizada da circulação paga dos jornais nos últimos anos (embora no segmento da imprensa económica haja sinais contraditórios, ao que não são alheias as diferenças observadas nos sub-segmentos diário e semanal), algo que contrasta com o aparecimento em força e o vibrante crescimento da imprensa gratuita, 8) A conjunção de todos estes factores, assim como as características deste sector, ao nível da diferenciação dos títulos e da proliferação de segmentos, não permitem, infelizmente, extrair ilações claras da aplicação de indicadores de concentração e de instabilidade (novas temtativas neste sentido serão de privilegiar em futuros estudos sobre o andamento da coexistência estratégica entre as empresas), 9) É tentada uma primeira abordagem ao fenómeno da autopromoção na imprensa escrita, uma perspectiva que sem dúvida será útil aprofundar no futuro (em particular, como meio para identificar oscilações 19 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação na pressão competitiva sentida neste meio como um todo, e para identificar diferenciais entre os vários segmentos), 10) Uma análise econométrica da relação entre os preços e as vendas é ensaiada e, embora dificultada pelos sérios problemas que advêm da escassa quantidade e diversidade dos dados disponíveis (o que faz que a análise tenha apenas valor exploratório, e não confirmatório), consegue, no entanto, fornecer pistas sobre as diversas trajectórias do binómio valor-volume nos vários segmentos jornalísticos (excerto de 'Introdução'). - Contém: 1. Introdução; 2. Retrospectiva histórica do sector da Imprensa escrita (19852007); 3. Macroenvolventes estruturais: 3.1. Envolvente Político-Legal; 3.2. Envolvente Económica; 3.3. Envolvente Sócio-Cultural; 3.4. Envolvente Tecnológica; 3.5. Envolvente Ecológica; 4. Microenvolventes competitivas de Porter: 4.1. Produtos substitutos; 4.2. Poder negocial dos fornecedores; 4.3. Potenciais entradas e barreiras à entrada; 4.4. Poder negocial dos clientes; 4.5. Rivalidade no sector; 4.6 Súmula da análise das Microenvolventes competitivas; 5. Caracterização do sector das publicações periódicas; 6. O mercado e as suas dinâmicas concorrenciais; 6.1. Entradas, saídas e remodelações de 'players' do sector; 6.2. Dinâmicas de crescimento do mercado; 6.3. Quotas de mercado: evolução da repartição do poder de mercado; 6.4. Concentração de mercado; 6.5. Instabilidade do mercado; 6.6. Audiências versus circulação; 6.7. A disputa pelo mercado publicitário; 7. Conclusões; Bibliografia; Estudo anexo: «A influência do preço na procura de jornais»; Anexos ANÁLISE QUANTITATIVA / ASPECTO ECONÓMICO / ASPECTO CULTURAL / ASPECTO JURÍDICO / ASPECTO SOCIAL / ASPECTO TÉCNICO / AUDIÊNCIA / CIRCULAÇÃO / COMPETITIVIDADE / CON- CENTRAÇÃO ECONÓMICA--Monopólio da Informação / CONCORRÊNCIA--Formação de Preços / DADOS ESTATÍSTICOS / ECONOMIA DE MERCADO--Oferta e Procura / ESTUDO DE CASO / HISTÓRIA DA IMPRENSA / IMPRENSA / ÍNDICE DE LEITURA / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / JORNAL / MERCADO / OBERCOM / OLIGOPÓLIO / PORTUGAL / PUBLICAÇÃO PERIÓDICA / PUBLICIDADE / RELATÓRIO--Relatório de Investigação / SUPORTE DE INFORMAÇÃO [5478] FE.753 OECD. Organization for Economic Co-operation and Development. Directorate for Science, Technology and Industry. Committee for Information, Computer and Communications Policy, Working Party on the Information Economy Broabband and ICT access and use by Households and individuals [documento electrónico] / OECD, Organisation for Economic Co-operation and Development, Directorate for Science, Technology and Industry ; Working Party on Communication Infrastructures and Services Policy. - Adobe Acrobat 7.0 ; 742 KB. - Paris : OECD, 2007. – 84 p. acedido a 30-01-2008. http://www.oecd.org/dataoecd/44/11/39 869349.pdf . - A Internet na sua mais recente expressão, a banda larga, é agora parte da vida diária para biliões de pessoas, mas outros biliões estão ainda excluídos deste enorme avanço tecnológico. Este 'paper' focaliza-se na questão de como é que as TIC's, designadamente a Internet e a difusão da banda larga e a sua utilização pelos lares e pelos indivíduos, são fontes de mudança significativa e de que forma estas tecnologias têm, e 20 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação continuarão a ter, importantes impactos económicos e sociais. Os indicadores e a discussão aqui apresentados clarificam áreas seleccionadas da sua utilização doméstica e individual. Outras áreas, tais como o comércio eletrónico, o egovernment, a fronteira nublosa entre a vida privada e a vida laboral devido ao uso das TIC's, ou os impactos associados à produção, à organização e à produtividade, não são o objecto desta análise. Uma parte acrescida do total dos rendimentos de um lar é devotada às comunicações. Esta é uma tendência geral em todos os países da OCDE, embora haja algumas diferenças entre eles (secção 1). Os computadores pessoais, a Internet e a banda larga alcançaram níveis relativamente elevados de difusão nos países do OCDE mas, mais uma vez, registam-se diferenças significativas entre eles. Tal facto conduziu a mudanças profundas na vida das pessoas, dado que estas tecnologias constituem ferramentas poderosas. Focalizando-se principalmente na Internet e na banda larga, os testes-padrão da difusão e da utilização são analisados por variáveis sócio-económicas seleccionadas, detectando a penetração e a variedade da utilização e do impacto da banda larga nos seus padrões e na sua frequência de uso (secção 2). Com o aumento da frequência do uso da Internet há sinais claros de alterações no padrão de tempo que lhe é dedicada, com a banda larga a ter um efeito significativo nesse padrão (secção 3). Finalmente, as diferentes taxas de penetração dos PC's e da difusão da Internet junto das várias populações, resultou numa fractura digital (os que têm, contra os que não-têm) e, como se demonstra na análise precedente da OCDE, enquanto o acesso digital simples declina, a fractura digital em relação à sua utilização é cada vez mais significativa. Como se tem dado esta evolução? Este segundo patamar de fractura digital de uso persiste para além dos utilizadores conectados e é cada vez mais importante com aumento do acesso à banda larga (secção 4). A aprendizagem e a utilização da tecnologia desempenham um papel vital e o défice de estatuto sócio-económico tem uma relação com a forma como as pessoas utilizam as tecnologias da informação em geral, e a banda larga em particular. Algumas implicações sobre políticas e propostas de trabalho futuro concluem este documento (trad. adap. de 'Summary'). - Contém: SUMMARY; Introduction; 1. Communication expenditures: A decade of relative expansion; 2. Access and usage pattern of broadband and selected ICTs: Recent developments: 2.1. Speed of diffusion; 2.2. PC, Internet and broadband: Recent changes in diffusion; 2.3. Internet and broadband access and use patterns across selected socio-economic variables; 2.4. Broadband’s impacts on Internet activities; 3. Time use changes with the Internet: Amplification with broadband; 3.2. Private lives and work lives are blurring; 3.3. Multitasking is increasing; 4. From the digital divide to the knowledge divide: 4.1. The digital divide: Some signs of decline; 4.2. The changing face of the digital divide: Towards a second level socio-economic divide 4.2. The changing face of the digital divide: Towards a second level socio-economic divide; Conclusion: Some policy implications and future work; New approaches to education and training?; Possible future work; ANNEX 1: FIGURES; ANNEX 2: TABLES; BIBLIOGRAPHY ACESSO / ACESSO À INFORMAÇÃO / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE QUANTITATIVA / BANDA LARGA / COMPUTADOR / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / DADOS ESTATÍSTICOS / DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO / DESIGUALDADE SOCIAL / DIGITAL / DOMICÍLIO / EDUCA21 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação ÇÃO / IMPACTO / INTERNET-Internauta / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / OCDE / PAÍSES DA OCDE / POLÍTICA SOCIAL / PREVISÃO / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO-Tecnologia Digital / UTILIZADOR [5479] P.P.30 MASCARENHAS, Raul Desafios do 'pequeno ecrã' / dir. Raul Mascarenhas. - O negócio da televisão promete ir ao rubro em 2008. Ao arranque da TDT juntam-se as ofertas já instaladas do cabo e do satélite. Com a IPTV a dar os primeiros passos, enquanto a TV Mobile aguarda Bruxelas para ganhar dimensão. Acresce que a PT, agora sem a PTM, promete uma investida rápida num produto a massificar In: Comunicações. - Lisboa. - ISSN 0870-4449. - A. 21, nº 183 (Dez. 2007), pp. 64-68 AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Decisão / CONCORRÊNCIA / CONCURSO PÚBLICO--Contrato Público / DVB-T / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO / INTERESSE PÚBLICO / INTERNET--IPTV-Internet Protocol TV / NORMA / MUDANÇA TECNOLÓGICA / OFERTA / PLATAFORMA DIGITAL / PORTUGAL / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO--Televisão Móvel / TELEVISÃO POR CABO / TELEVISÃO POR SATÉLITE / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5480] FE.754 OECD, Organisation for Economic Co-operation and Development Guia de Avaliação da Concorrência : versão 1.0 [documento electrónico] / OECD, Organisation for Economic Cooperation and Development. - Adobe Acrobat 7.0 ; 866 KB. - 193 p. - acedido a 01-02-2008. – http://www.oecd.org/dataoecd/15/43/39 680119.pdf . - O aumento da concorrência pode melhorar o desempenho económico dum país, proporcionar oportunidades de negócio aos cidadãos e reduzir o custo dos bens e serviços na economia. Contudo, a existência de numerosas leis e regulamentações contribui para restringir a concorrência, indo, por vezes, muito além do necessário para atingir os objectivos prosseguidos pelas políticas. Os governos poderão reduzir as restrições desnecessárias utilizando o «Guia de Avaliação da Concorrência da OCDE». O Guia proporciona uma metodologia genérica para identificar restrições desnecessárias e desenvolver políticas alternativas, menos restritivas, que, ainda assim, permitam atingir os objectivos prosseguidos pelos governos. Um dos principais elementos do Guia consiste numa 'Lista de Controlo em Matéria de Concorrência', que coloca uma série de questões simples e que permitem examinar as leis e regulamentações que podem potencialmente ter um impacto restritivo sobre a concorrência. Este escrutínio permite afectar os recursos limitados do governo às áreas onde a avaliação da concorrência é mais necessária. O Guia pode ser usado pelos governos de três formas principais: 1. Numa avaliação genérica da legislação e regulamentações existentes (na economia no seu todo ou em sectores específicos); 2. Na avaliação de propostas de legislação ou de novas regulamentações (por exem22 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação plo, através dos programas de avaliação do impacto da regulação, RIAs, por parte do Governo); 3. Pelas instituições governamentais encarregues de formular e/ou de rever políticas, tal como ministérios que preparam a legislação ou a autoridade da concorrência na sua própria avaliação do impacto da legislação sobre a concorrência. O Guia foi concebido para ser usado de forma descentralizada pelo governo, tanto a nível nacional como subnacional. A razão para ter sido concebido com esta flexibilidade prende-se com o facto de as restrições à concorrência poderem ser introduzidas por diferentes níveis de governo e a avaliação do impacto comcorrencial poder ser muito útil a estes diferentes níveis. De facto, um dos mais bem sucedidos exemplos de reformas pró-concorrenciais aconteceu num sistema federal quando a Austrália aplicou reformas amplas, quer ao nível nacional quer ao nível dos estados, em meados dos anos 1990. Desde essa altura, a Austrália vem experimentando um forte desempenho económico, com um crescimento elevado e sustentado que a conduziu de um nível médio para o topo das economias da OCDE. O Guia é suficientemente simples para ser utilizado por profissionais não especializados em economia, nem com formação específica em política da concorrência. Do ponto de vista institucional, os utilizadores potenciais podem ser ministérios, legisladores, líderes de departamentos governamentais, governos sub-nacionais e avaliadores externos de políticas. O «Guia de Avaliação da Concorrência da OCDE» está disponível em várias línguas, de forma a incentivar a sua ampla utilização e adopção (In: 'Prefácio'). Contém: Uma introdução à avaliação da concorrência; Opções institucionais em matéria de avaliação da concorrência; Integração da avaliação da concorrência na análise de impacto regulamentar; Avaliação da concorrência - orientações AVALIAÇÃO / CONCENTRAÇÃO ECONÓMICA--Controlo das Concentrações / CONCENTRAÇÃO ECONÓMICA--Fusão de Empresas / CONCORRÊNCIA--Formação de Preços / DIREITO DA CONCORRÊNCIA--Política da Concorrência / DIREITO DA CONCORRÊNCIA--Regulamentação de Acordos e Práticas Concertadas / FISCALIZAÇÃO DO MERCADO--Intervenção no Mercado / GOVERNO / GUIA / IMPACTO / LEGISLAÇÃO-Lei / MERCADO / METODOLOGIA / MONOPÓLIO / OCDE / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PAÍSES DA OCDE / PODER DE CONTROLO / PODERES PÚBLICOS / POLÍTICA DA CONCORRÊNCIA / REGULAÇÃO / REGULAMENTAÇÃO DO MERCADO / RESTRIÇÃO DE CONCORRÊNCIA-Posição Dominante / RESTRIÇÃO DE CONCORRÊNCIA--Publicidade Comparativa / RESTRIÇÃO DE CONCORRÊNCIA--Protecção do Consumidor [5481] FE.755 THE DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Media Predictions : TMT Trendes 2008 [documento electrónico] / The Deloitte Touche Tohmatsu. - Adobe Acrobat 7.0 ; 531 Kb. - New York : Deloitte, 2008. 24 p. - acedido a 01-02-2008. – http://www.deloitte.com/dtt/cda/doc/con tent/dtt_tmt_mediapredictions2008.pdf . - Tal como se previu no ano transacto, as redes sociais continuaram a ganhar popularidade, e as sugestões formuladas sobre a privacidade e a segurança revelaram ser correctas. Os novos media, igualmente, desfrutaram de ano positivo, embora o seu poder em relação aos media tradicionais permaneça um debate em aberto e o domínio da televisão, da rádio e da imprensa sejam mais largamente reconhecidos. Igual23 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação mente, como foi sugerido no ano passado, o sucesso do mundo virtual foi perspectivado durante 2007 e dados exactos sobre a sua utilização tornaramse viáveis. A designada 'longa cauda' parece afirmar-se, com a maioria dos consumidores a optar pelos conteúdos mais populares, apesar de gastarem tempo na pesquisa de nichos de conteúdos. O VoD, como era expectável, cresceu, mas a um nível baixo e a um ritmo mais lento do que muitos previam, em grande parte devido às limitações de largura de banda disponíveis, facto que colide com o efeito qualidade. Entretanto, na Internet, os conteúdos produzidos pelos utilizador tiveram supremacia, com o volume de upload’s e de download’s a continuar a surpreender, se bem que não tanto como os preços pagos pelas empresas do sector. Como se previu, as empresas de media do 'mainstream' começaram a usar os sites das redes sociais como um meio de promoção dos seus conteúdos e programas. O recurso a uma forma de participação em televisão - os concursos televisivos - foi afectado pelo números de inquéritos que questionavam a sua autenticidade. Os media impressos deram início a uma utilização mais simbiótica da Internet e verificou-se um recorde de receitas nas suas actividades no online. A China, tal como estava previsto, permanece um 'osso difícil de roer'. A edição das «Predictions» deste ano cobre, entre outros temas, os potenciais obstáculos que se colocam à publicidade online; a nova reinvenção do e-book; a crescente relação de complementaridade entre a televisão e a Internet; o declínio da pirataria online e o aumento da contrafacção, a diversificação da exibição cinematográfica; o possível restabelecimento da indústria da música como tangível; a legitimação dos produtores de notícias para a Internet; o crescimento do 'offshoring' na indústria dos media e a continuidade do processo de convergência entre os media e as tecnologias (excerto trad. e adapt. de 'Foreword'). - Contém: Foreword; Executive Summary: Obstacles ahead for the online advertisement; Forget the e-Book. Bring on a e-Reference! The livingroom moves closer to being Public Enemy Number One; Long live traditional television, thanks to Internet television; Overcoming online piracy may not mean the end of counterfeit content; The movie Theater becomes about more than just the movies; Time for music music to get tangible again; Stop the presses! Online is moving (slowly) to the front page; Offshoring gets bigger and more creative in the media sector; Converging technology and media: don't forget the business plan! Notes; Glossary of tecnichal terms; Recent thouhgt leadership; Contacts at DTT and its member firms; ANÁLISE DA SITUAÇÃO / BANDA LARGA / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONVERGÊNCIA / DIGITAL / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / EDIÇÃO ELECTRÓNICA / ENTRETENIMENTO / GLOSSÁRIO / IMPRENSA ONLINE / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INTERNET—Difusão da Informação / INTERNET--IPTVInternet Protocol TV / MÚSICA / PIRATARIA AUDIOVISUAL / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PUBLICIDADE ONLINE / PREVISÃO / RESTRIÇÃO AO COMÉRCIO / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO-Tecnologia Digital / TELEVISÃO / VIDEO-ON-DEMAND [5482] P.P.118 VOORHOOF, Dirk Cour européenne des Droits de l’Homme : Affaire Glas Nadezhda EOOD et Elenkov c. Bulgarie / Dirk 24 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Voorhoof. - A sociedade Dobre Nadezhda EOOD, dirigida pelo Sr. Elenkov, tinha apresentado junto da Comissão Nacional de Telecomunicações (CNT) búlgara, um pedido de concessão de uma licença para a criação de uma estação de rádio destinada a difundir emissões cristãs em Sófia e na região limítrofe. O CNT havia rejeitado este pedido baseando a sua recusa na decisão tomada pela Comissão Nacional de Rádio e de Televisão (CNRT), na qual se considerava, a partir de documentos apresentados pela Dobre Nadezhda EOOD, que a estação de rádio em causa não satisfazia as suas exigências: realizar emissões de carácter social e comercial orientadas para um público regional. Além disso, o projecto respeitava parcialmente a obrigação de produzir emissões originais, de velar pela satisfação dos ouvintes e de fornecer os recursos profissionais e tecnológicos necessários. A Dobre Nadezhda EOOD havia então requerido ao SupremoTribunal Administrativo um pedido de controlo jurisdicional das decisões do CNT e do CNRT. O Tribunal considerou que o CNRT gozava de um poder arbitrário para apreciar se um pedido de licença de radiodifusão respeitava os critérios definidos, e que esse poder arbitrário não era susceptível de controlo júrisdicional. De permeio, o Sr. Elenkov tinha-se esforçado por obter uma cópia da acta das deliberações do CNRT, susceptível de ser divulgada ao público, ao abrigo da lei relativa ao acesso às informações públicas de 2000. Apesar dos seus pedidos e de uma prescrição do Tribunal a seu favor, o Sr. Elenkov não conseguiu obter este documento. Mais informação sobre este caso e proveniente do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, pode ser consultada em língua inglesa em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =9237 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 3 ACESSO AOS DOCUMENTOS OFICIAIS / ACORDO INTERNACIONAL / BULGÁRIA / CONTENCIOSO / DECISÃO / ESTAÇÃO DE RÁDIO / INTERPRETAÇÃO DO DIREITO / LICENÇA / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PODER DE CONTROLO / RÁDIO / RADIODIFUSÃO / TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS DO HOMEM [5483] P.P.118 MASTROIANNI, Roberto Cour de justice de Communautées européennes : Les jeux dotés d’un prix à la télévision constituent-ils du «téléachat » ou de la « publicité télévisée » ? / Roberto Mastroianni / Amedeo Arena. - No seu acordão de 18 de Outubro de 2007, relativo ao processo C-195/06, KommAustria c. ORF, o Tribunal de Justiça estabeleceu diversos critérios a fim de determinar se um jogo dotado de um preço e organizado durante a difusão de um programa emitido por televisão, pode ser qualificado de "televenda" ou "publicidade emitida por televisão", na acepção do artigo 1º da Directiva 89/552/CEE (Directiva 'Televisão Sem fronteiras'). Este acórdão funda-se numa questão prejudicial introduzida pelo Bundeskommunikationssenat (Áustria), no âmbito de um litígio que opõe o Kommunikationsbehörde Austria (a Autoridade de controlo das comunicações austríaca - KommAustria) ao ORF (o radiodifusor austríaco de serviço público), a respeito da qualificação de "televenda" ou "publicidade emitida por televisão" de um jogo dotado de um preço e organizado aquando da difusão, pelo ORF, de uma emissão intitulada 25 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação "Quiz-Express". Durante esta emissão, o animador propunha ao público que participasse num jogo dotado de um preço, um número de telefone de valor acrescido apresentado no ecrã. Alguns telespectadores seleccionados respondiam a uma pergunta durante a emissão, enquanto outros, que não participavam em directo na emissão, eram relegados participar no "prémio da semana". À luz das disposições nacionais aplicáveis, que transpunham a Directiva 89/552/CEE, o Bundeskommunikationssenat decidiu suspender tais procedimentos e colocar ao Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias as seguintes questões prejudiciais: (1) As emissões, ou as partes de emissões, organizadas por uma entidade de radiodifusão televisiva e oferecendo aos telespectadores a possibilidade de participar num jogo dotado de um preço reflectido de imediato nos números de telefone de valor acrescido, e por conseguinte mediante pagamento, devem ser consideradas como sequências de uma "televenda", na acepção do artigo 1º, alínea f), da Directiva 89/552/CEE? (2) As mensagens difundidas em emissões, ou em partes de emissões, como as citadas previamente, devem ser consideradas como "publicidade emitida por televisão", na acepção do artigo 1º d(c) da directiva supracitada? Antes de deliberar a título prejudicial, o Tribunal observou que as noções de "publicidade emitida por televisão" e de "televenda" devem ser definidas de maneira uniforme e autónoma em toda a Comunidade, tendo em conta o objectivo prosseguido pela Directiva 89/552/CEE. Inspirando-se na sua decisão pronunciada àcerca do caso do radiodifusor alemão RTL, o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias declarou que "a protecção dos consumidores que são telespectadores contra a publicidade excessiva" constitui um aspecto essencial do objectivo desta directiva, que se afasta assim de maneira significativa dos propósitos que tinha tido no caso do radiodifusor alemão ARD, no decurso do qual o tribunal havia declarado que «visto que uma diposição da Directiva 89/552/CEE impõe uma restrição à difusão e à distribuição de serviços de televisão, sem que o legislador comunitário a tenha redigido em termos claros e não equívocos, esta deve ser interpretada de maneira restritiva» (que é conforme ao designado princípio "in dubio pro libertate"). O acordão do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias respeitante a este caso - C-195/06 -, pode ser consultado em : http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11036 , estando também disponível em português In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 4-5 ÁUSTRIA / CONTENCIOSO / DECISÃO / DEFESA DO CONSUMIDOR / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / EMISSÃO DE TELEVISÃO / INTERPRETAÇÃO DO DIREITO / JOGO TELEVISIVO / KOMMAUSTRIA / ORF-AUSTRIAN BROADCASTING CORPORATION / PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO / PUBLICIDADE / TAXA / TELEFONE / TELEVENDA / TELEVISÃO / TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS / TRIBUNAL DE JUSTIÇA DAS COMUNIDADES EUROPEIAS [5484] P.P.118 ROSSINI, Mara Conseil de l’UE / Parlement européen : Adption de la Directive relative aux services de media audiovisuels / Mara Rossini. - A 29 de Novembro de 2007, o Parlamento Europeu aprovou sem alterações a Posição Comum do Conselho 26 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação sobre a proposta de nova directiva relativa aos serviços de meios de comunicação social audiovisual. A Posição Comum adoptada a 15 de Outubro de 2007, formaliza um texto que havia sido objecto de negociações interinstitucionais ao longo de todo o procedimento legislativo: os contactos informais entre o Parlamento, a Comissão e o Conselho conduziram a um texto final aprovado sem modificações pelo Parlamento. A Comissão inicialmente havia proposto um pacote regulamentar que consistia num núcleo de disposições aplicáveis ao conjunto dos serviços de meios de comunicação social audiovisual, ao qual se acrescentava uma série de obrigações impostas unicamente à radiodifusão televisiva. Esta linha de condução parecia ser a melhor solução, na medida em que, como o precisa o considerando 42º do texto da directiva, «os serviços de meios de comunicação social áudiovisual a pedido (video-on-demand) diferem da radiodifusão televisiva tendo em conta a escolha, o controlo que o utilizador pode exercer e o impacto que tem sobre a sociedade. Tal justifica uma regulamentação mais ligeira dos serviços de meios de comunicação social audiovisual a pedido, que deveriam conformar-se apenas às regras mínimas previstas pela Directiva». Apesar de certas alterações estruturais introduzidas à versão inicial do texto (criação de novos capítulos e reordenação de certos artigos) foi, por conseguinte, esta abordagem que prevaleceu. Quanto às alterações mais substanciais trazidas pelo Conselho na sua versão do texto, a Comissão declarou que este último correspondia aos objectivos visados pelas propostas da Comissão na sua versão inicial e alterada. O texto da Directiva 2007/65/CE está disponível em todas as línguas de trabalho da UE a partir da seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11051 (publicado no JOCE n.º 332, série 'L', pp, 27 e segs). Poderá tambem aceder a um dossier informativo constante da seguinte página do sitio Web do GMCS: http://www.gmcs.pt/verfs.php?fscod=11 04&lang=pt In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 5-6 ASPECTO JURÍDICO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMISSÃO EUROPEIA--Proposta CE / CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA--Poder de Decisão / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DIREITO COMUNITÁRIO--Direito Comunitário-Direito Nacional / ESTADO MEMBRO / LEGISLAÇÃO-Redacção Legislativa / PARLAMENTO EUROPEU--Proposta CE / RADIODIFUSÃO / REVISÃO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL--Serviços Audiovisuais Lineares / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL-Serviços Audiovisuais Não-Lineares / TELEVISÃO / TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS [5485] P.P.118 KULK, Stefan European Commission : Sixth Report on Application of TWF Directive / Stefan Kulk. - A 24 de Outubro de 2007, a Comissão Europeia adoptou o seu Sexto relatório sobre a aplicação da Directiva "Televisão Sem Fronteiras" (Directiva TSF). Em conformidade com o artigo 26º da Directiva TSF, a Comissão está obrigadação a adoptar tais relatórios duas vezes por ano. O sexto relatório refere-se à aplicação da directiva durante do período de 2005-2006. O objectivo principal deste relatório é 27 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação descrever e analisar os factos salientes relativos à aplicação da directiva durante do período de referência. O relatório começa evocando os recentes desenvolvimentos do mercado da televisão na Europa e a razão destes desenvolvimentos. Aborda, seguidamente, o processo "Extasi TV" (ver ÍRIS 2005-3: 12), um serviço de radiodifusão televisiva no qual o Reino Unido tinha pronunciado uma prescrição de proibição, fazendo uso da disposição do artigo 2º (2) da Directiva TSF, que permite derrogar no princípio do país de origem o artigo 2a (1) da Directiva TSF. A 11 de Julho de 2005, a Comissão tinha decidido que as medidas tomadas pelo Reino Unido eram compatíveis com o direito comunitário e em conformidade com o artigo 2a (2) da Directiva TSF (ver C (2005) 2335 final). Problemas similares tinham-se colocado para determinar o órgão jurisdicional aplicável aos serviços RtlTVi, Clube RTL e "Plug TV" (ver ÍRIS 2006-3: 10). Para além de mais esclarecimentos sobre o conteúdo do relatório que esta notícia proporciona, o mesmo está disponível em todas as línguas de trabalho através da seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11039 , ou nesta mesma base de dados bibliográficos sob o número de registo [MFN] 5380 e com a Cota FE.721 In: IRIS : Observations Jutidiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 6-7 ANÁLISE DA SITUAÇÃO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Controlo / COMPETÊNCIA JURISDICIONAL--Competência Extraterritorial / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DIREITO COMUNITÁRIO--Aplicação do Direito Comunitário / DIREITO COMUNI- TÁRIO--Directiva CE / DIREITO COMUNITÁRIO--Direito Comunitário-Direito Nacional / MERCADO INTERNO--Livre Prestação de Serviços / POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO-Livre Circulação de Programas / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PROGRAMA DE TELEVISÃO / PROTECÇÃO À INFÂNCIA / PUBLICIDADE / RECOMENDAÇÃO / RELATÓRIO / SERVIÇOS DE COMUNIÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS [5486] P.P.118 SCHWEDA, Sebastian European Commission : DVB-T Subsidies in North Rhine-Westphalia in Breach of EC State Aid Rules / Sebastian Schweda. - A Comissão Europeia proíbe as subvenções do Estado tal como foram atribuídas pelo Landesanstalt für Medien da Renânia do Norte-Vestefália (Serviço regional dos meios de comunicação social - LfM) aos radiodifusores privados para financiar a transição para a televisão digital terrestre, pelo facto de não serem conformes ao direito comunitário em matéria de auxílios estatais. O LfM tinha previsto tomar o encargo de uma parte das despesas a pagar aos radiodifusores privados para a radiodifusão em sinal digital; por conseguinte, tinha desbloqueado um montante de 6,8 milhões de EUR cujo pagamento se estendia por um período de cinco anos. Em Novembro de 2005, a Comissão já tinha condenado uma medida muito similar de subvenção da TDT pelo Medienanstalt BerlimBrandeburgo (Serviço regional dos meios de comunicação social de BerlimBrandeburgo - Mabb), considerando que estava em infracção com o direito 28 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação comunitário (ver ÍRIS 2006-3: 5). No caso presente, a Comissão justifica a sua decisão pelo facto de a ajuda atribuída não ser adequada para resolver os problemas ligados à digitalização. Além disso, contesta a sua necessidade para assegurar a transição para o digital: a Alemanha não demonstrou que este financiamento era susceptível de comduzir a uma mudança no comportamento dos radiodifusores privados e a Comissão constata a ausência do efeito de estímulo. Por último, o apoio de apenas um dos três modos de radiodifusão (terrestre, por cabo e por satélite) não é conforme com o princípio de neutralidade tecnológica e corre o risco de distorcer a concorrência. Em contrapartida, o LfM considera que é relevante considerar os modos de radiodifusão de maneira diferenciada e retorquiu, a esse respeito, que subvenções públicas bem mais importantes foram atribuídas, à época, à rede cabografada. Em reacção a esta decisão, o LfM afirma ter reconhecido a necessidade de agir ao nível da televisão terrestre para incentivar a penetração do mercado sobre no território. Já que os organismos públicos de radiodifusão financiam a sua passagem para o digital através da taxa audiovisual, os radiodifusores privados deveriam, numa preocupação de preservação de uma concorrência equitativa, estar igualmente em condições de propor uma oferta de televisão digital hertziana. O LfM examina, actualmente, a elaboração de uma queixa contra esta proibição. O comunicado de imprensa da Comissão Europeia sobre este assunto está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11008 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 7 ALEMANHA--Regiões da Alemanha / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUXÍLIO DO ESTADO / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Controlo / DIREITO COMUNITÁRIO-Aplicação do Direito Comunitário / DIREITO DA CONCORRÊNCIA-Controlo dos Auxílios Estatais / DVB-T / ESTÍMULO / FINANCIAMENTO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL--Meios de Comunicação Privados / TELEVISÃO--Teledistribuição / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5487] P.P.118 AUBRY, Patrice Renewal of MEDIA Agreement with the European Union / Patrice Aubry. - O acordo de participação da Suíça no programa MEDIA, concluído a 26 de Outubro de 2004 entre aquele país e a União Europeia como parte da segunda ronda de negociações bilaterais, chegou ao termo no passado 31 de Dezembro de 2006. Na sequência das negociações retomadas em Março de 2007, a Confederação Helvética e a UE assinaram a 11 de Outubro a renovação daquele acordo, o qual habilita a Suíça a participar no pograma MEDIA 2007. O texto do novo acordo é apenas ligeiramente diferente do que o que havia sido redigido em 2004. Assim sendo, a Suíça permanece como parceiro de direito pleno associado a todas as actividades do programa MEDIA. Os profissionais dos sectores do cinema e do audiovisual estarão, doravante, habilitados a beneficiar dos mesmos incentivos que os seus colegas dos outros países que integram a UE. A comtribuição financeira global da Suíça para o programa MEDIA 2007 elevar-se-á para um montante perto dos 41 milhões de euros. Para conhecer o texto do acordo, disponível em todas as línguas de trabalho da UE e também publicado 29 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação no JOCE nº 303, série 'L' de 21 de Novembro de 2007, deverá aceder à seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11020 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 9 ACORDO INTERNACIONAL / COOPERAÇÃO BILATERAL / COMPETÊNCIA JURISDICIONAL / DIREITO COMUNITÁRIO--Aplicação do Direito Comunitário / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / FINANCIAMENTO / INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / MEDIA 2007 / PESSOAL DA COMUNICAÇÃO / PROGRAMA COMUNITÁRIO--Acção Comunitária / PUBLICIDADE / RADIODIFUSÃO / REGULAÇÃO / TELEVISÃO / TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS / TELEVISÃO TRANSFRONTEIRAS / TRANSMISSÃO / UNIÃO EUROPEIA--Acção Comum [5488] P.P.118 BLOCMAN, Amélie Le droit de réponse en ligne enfin opérationnel / Amélie Blocmam. - Se o direito de resposta «para qualquer pessoa nomeada ou designada num serviço de comunicação em linha» foi instituído pelo artigo 6 IV da Lei para a confiança na economia digital, de 21 de Junho de 2004, as suas normas de execução deveriam, contudo, ser precisadas por decreto... Ora, tal decreto só foi adoptado o 24 de Outubro passado. O texto precisa, em primeiro lugar, as modalidades do pedido de exercício do direito de resposta. Assim, a necessidade, para o requerente, de indicar as referências da mensagem, as suas condições de acesso sobre o serviço de comunicação ao público em linha e, se for mencionado, o nome do seu autor. O pedido deve, igualmente, conter a menção das passagens contestadas e o teor da resposta solicitada (artigo 2). O texto precisa todas as formas de informações em linha que podem dar lugar ao direito de resposta: textos, sons, imagens. A resposta solicitada apenas pode revestir a forma escrita, qualquer que seja a natureza da mensagem à qual se reporte. É limitada ao comprimento da mensagem que a provocou e não pode exceder 200 linhas (artigo 3). Para conhecer na íntegra o texto do Decreto nº 20071527, de 24 de Outubro de 2007 e publicado no Jornal Oficial de 26 de Outubro de 2007, deverá aceder a: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11035 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 11-12 ASPECTO JURÍDICO / COMUNICAÇÃO SOCIAL / DIREITO DA COMUNICAÇÃO / DIREITO DE RESPOSTA / EDIÇÃO ELECTRÓNICA / ESTRUTURA DA MENSAGEM / FRANÇA / INTERNET--Difusão da Informação / LEGISLAÇÃO--Decreto / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS [5489] P.P.118 BLOCMAN, Amélie Signature d’un accord sur l’offre culturelle et la lutte contre la piraterie sur Internet / Amélie Blocman. - Os detentores de direitos sobre o audiovisual, o cinema e a música, os fornecedores de acesso à Internet (ISP's) e os poderes públicos, assinaram a 23 de Novembro um acordo sobre a oferta cultural e a luta contra a pirataria na 30 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Internet. Este acordo, resultado da missão confiada por Nicolas Sarkozy a Denis Olivennes em Setembro passado (ver ÍRIS 2007-9: 14 e ÍRIS 2007-10: 14), e reunindo primeira vez, em redor de propostas comuns, 42 organismos e empresas, foi qualificado pelo ministro da Cultura "de historico". Nos termos deste, os poderes públicos comprometeram-se a tomar as medidas regulamentares e legislativas necessárias para instaurar, através dos ISP's, um mecanismo de advertências e de sanções contra os adeptos dos telecarregamentos ilegais. Estas poderão ir até à interrupção do acesso à Internet ou à rescisão do contrato de assinatura. Este mecanismo deveria repousar sobre o princípio da responsabilidade do assinante face à utilização fraudulenta do seu acesso, actualmente previsto no artigo L. 33512 do Código da propriedade intelectual. Uma autoridade administrativa independente (que poderá ser a Autoridade de Regulação das Medidas Técnicas de Protecção instaurada pela lei DADVSI de 1 Agosto de 2006) será encarregue aplicar estas medidas. Terá, nomeadamente, um poder de sanção em relação aos ISP's que não respondam de maneira diligente às suas injunções, e tornará públicas estatísticas mensais que referem a sua actividade. As plataformas de alojamento e divisão de conteúdos comprometem-se, pelo seu lado, a avaliar, escolher e promover, em colaboração com os beneficiários, sistemas de protecção dos conteúdos. O texto deste acordo, disponível apenas em língua francesa, pode ser consultado em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11029. - DOCUMENTO RELACIONADO: «Le dévelopement et la protection des oeuvres culturelles sur les nouveaux réseaux», (Relatório OLIVENNES), disponível nesta mesma base de dados sob o número de registo [MFN] 5459 e com a Cota FE.745 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Europeen de L'Audio- visuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 12 ACORDO / ASPECTO JURÍDICO / ASPECTO TÉCNICO / BEM CULTURAL / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / CONTEÚDO / DIREITO DE AUTOR / INFRACÇÃO / FRANÇA / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA / INDÚSTRIA / FONOGRÁFICA / INTERNET--Internauta / INTERNET--Difusão da Informação / ISP-INTERNET SERVICE PROVIDER / MEDIDAS DE SEGURANÇA / PIRATARIA AUDIOVISUAL / PODER DE CONTROLO / PODERES PÚBLICOS / PROPRIEDADE INTELECTUAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / SANÇÃO / TECNOLOGIA E REGULAMENTAÇÃO TÉCNICA--Processo Tecnológico [5490] P.P.118 BLOCMAN, Amélie Reinforcement of Rules Governing Call TV Programmes / Amélie Blocman. As designadas emissões de 'Call TV', programas que convidam os telespectadores a telefonar ou enviar SMS's sobretaxados para ganhar hipotéticos prémios, estão desde há alguns meses na mira do CSA francês. A instância de regulação, em 2002, já tinha adoptado uma recomendação que estabelecia regras para as chamadas telefónicas sobretaxadas, tendo-as autorizado quando "pontuais e discretas" e se se inscrevessem no prolongamento de uma emissão no decurso da sua difusão. Mas os 'Call TV' respondem a um modelo diferente, porque as chamadas sobretaxadas são o próprio objectivo da emissão, e toda a problemática para o Conselho consiste em definir o estatuto destes programas e saber se se inscrevem na categoria de 'televenda' ou de 'publi31 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação cidade camuflada'. O seu incremento em França, nomeadamente na estação hertziana M6 (com o "Star6Music" e o "Clube", por ex.), bem como na NT1, canal da TDT, com "A Noite é Vossa", incitaram o CSA a adoptar a 4 de Dezembro passado uma nova recomendação, que vem substituir a de 2002. O texto tem por objectivo reforçar a protecção do telespectador, nomeadamente ao permitir uma melhor informação sobre a possibilidade de ser reembolsado das despesas em que incorreu no âmbito da participação num jogo. Poderá conhecer a deliberação do orgão regulador francês sobre esta matéria através da seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11028 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de LAudiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 13 CSA-CONSEIL SUPÉRIEUR DE L'AUDIOVISUEL / DEFESA DO CONSUMIDOR / EMISSÃO DE TELEVISÃO / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / FRANÇA / PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO / PROGRAMA DE TELEVISÃO / PUBLICIDADE CAMUFLADA / RECOMENDAÇÃO / SMS-SHORT MESSAGE SERVICE / TAXA / TELEFONE / TELEVENDA queixas apresentadas por várias razões: a) pelo facto de estes cartazes glorificarem o 'glamour' de um crime com arma de fogo; (b) eram insensíveis à dor das famílias das vítimas de crimes cometidos através de uma arma de fogo; (c) apresentava um carácter chocante e excessivamente ameaçador; (d) eram susceptíveis de perturbar as crianças. A ASA examinou a questão em relação às diversas disposições do Código de boas práticas publicitárias (artigos 2.2, 5.1, 5.2.9, 91 e 11.1). Assim, considerou que os dois cartazes apresentavam as armas de fogo sob um prisma sedutor, em vez reflectir simplesmente o conteúdo do filme - devido ao carácter proeminente da imagem da arma de fogo, à expressão do rosto do actor e à cena de acção do crime. Foram considerados contrários aos artigos 2.2 (responsabilidade social) e 11.1 (violência), mas não às disposições relativas ao carácter chocante e à sensibilidade do público. A ASA, por conseguinte, ordenou a proibição da afixação dos dois cartazes. Recorde-se que esta entidade havia organizado um seminário a 21 de Novembro passado consagrado ao tema da violência na publicidade. Para mais informação relativa a este seminário poderá aceder a: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11032 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - ISSN 1023-8565. - nº 1 (2008), pp. 13 [5491] P.P.118 GOLDBERG, David Interdiction par l’ASA d’affiches d’un film / David Goldberg. - A Adverstising Standards Authority, autoridade britanica para as normas que regem a publicidade no Reino Unido, proibiu a instalação de dois cartazes publicitários sobre o filme "Shoot Em Up". Esta proibição dá seguimento a cinquenta e cinco ASA-ADVERTISING STANDARDS AUTHORITY / AUTO-REGULAÇÃO / CARTAZ / FILME / HOMICÍDIO / PROIBIÇÃO / PUBLICIDADE / REINO UNIDO / REUNIÃO / VIOLÊNCIA 32 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5492] FE.756 PORTUGAL. Conselho Superior de Estatística. Grupo de Trabalho para Acompanhamento das Estatísticas da Sociedade da Informação A Sociedade de Informação em Portugal : 2007 [documento electrónico] / GTAESI, Grupo de Trabalho para Acompanhamento das Estatística da Sociedade da Informação. - Adobe Acrobat 7.0 ; 465 KB. - [Lisboa] : Conselho Superior de Estatística, GTAESI, [2008]. - 36 p. - acedido a 0802-2008. – http://www.igfse.pt/upload/docs/gabdoc /2008/01Jan/SI_Portugal_2007_PT%5b1%5d.pd f . - Apresentam-se agora, de forma integrada, dados estatísticos actualizados sobre a Sociedade da Informação em Portugal 2007, continuando a prática iniciada há um ano com a publicação electrónica integrada dos dados de inquéritos sobre a Sociedade da Informação efectuados por várias entidades públicas. O conjunto de dados publicados permite ter uma perspectiva bastante completa da situação e progresso de Portugal na Sociedade da Informação. A compilação estruturada de dados obtidos em vários inquéritos da responsabilidade de entidades públicas produtoras de estatísticas sobre a Sociedade da Informação em Portugal, na sua maioria de periodicidade anual, foi iniciada há um ano concretizando um dos objectivos de trabalho do Grupo de Trabalho para Acompanhamento das Estatísticas da Sociedade da Informação (GTAESI) do Conselho Superior de Estatística. Os dados incluem os resultados de inquéritos nacionais realizados em 2007, séries cronológicas desde o início da fase sistemática dos respectivos inquéritos, e benchmarkings de vários indicadores no âmbito da União Europeia, com base em dados do EUROSTAT. São publicados pela primeira vez os resultados da edição de 2007 de três inquéritos realizados pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, nomeadamente à utilização das TIC na Administração Pública Central, na Administração Pública Regional, e nas Câmaras Municipais. Incluem-se no conjunto de dados publicados, os resultados dos inquéritos realizados em 2007 em colaboração pelo INE – Instituto Nacional de Estatística e pela UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, à utilização das TIC pelas famílias, e à utilização das TIC nas empresas. Também são incluídos dados sobre comunicações electrónicas obtidos pelo ICP- ANACOM, relativos ao 2º ou 3º trimestre de 2007, assim como os dados de 2007 relativos a educação e formação em TIC, da responsabilidade do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) do Ministério da Educação, e Direcção de Serviços de Planeamento da Educação (GEPE) do Ministério da Educação, e Direcção de Serviços de Informação Estatística em Ensino Superior (DSIEES) do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. São ainda incluídos os dados do último inquérito à utilização das TIC nos hospitais, realizado em 2006 em colaboração pelo INE – Instituto Nacional de Estatística e pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, inquérito este que se realiza de dois em dois anos. A importância da compilação e estruturação de dados actualizados sobre a Sociedade da Informação em Portugal foi já claramente assinalada há um ano, em particular porque, tal como referido no prefácio da Presidente do INE, Dra. Alda de Caetano Carvalho, à publicação de 2006, “constitui um excelente exemplo de articulação interinstitucional no âmbito do Sistema Estatístico Nacional”. Foi ainda assinalado 33 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação no prefácio do Presidente da UMIC, Professor Luis Magalhães, à mesma publicação que “o trabalho a realizar nesta área ainda terá de ser consideravelmente aprofundado” e “deverá mobilizar instituições e investigadores para a análise e compreensão das multifacetadas e complexas alterações que se estão a sentir na sociedade”. A compilação de dados agora apresentados, coordenada pela UMIC, contou uma vez mais com a indispensável colaboração institucional das entidades produtoras de estatísticas nacionais e outras entidades que integram o GTAESI. Não é demais acentuar a importância desta colaboração para a permanente actualização de dados pretendida. O formato adoptado para a disponibilização dos dados permite que a sua actualização se faça de forma ágil e flexível, dando prioridade a simplificar o acesso dos utilizadores aos dados e facilitando a sua utilização e actualização flexível de forma a acompanhar a dinâmica da Sociedade da Informação, contribuindo, assim, para um cada vez maior e mais rigoroso conhecimento sobre a sua evolução. (in: 'Apresentação', por Graça Simões, presidente do GTAESI). Contém: APRESENTAÇÃO; PRINCIPAIS RESULTADOS ESTATÍSTICOS: I. Comunicações Electrónicas; II. A População e as TIC; III. Governo Electrónico: 1. Administração Pública Central; 2. Administração Pública Regional; 3. Câmaras Municipais; IV. Educação e Formação em TIC: 1. As TIC nas Escolas; 2. Formação em TIC no Ensino Superior; V. As TIC nos Hospitais; VI. Economia Digital: 1. Empresas; 2. Empresas - Sector Financeiro; 3. Micro Empresas; GTAESI; GLOSSÁRIO ACESSO / ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA / AUTARQUIA LOCAL / COMPUTADOR / ECONOMIA--Microeconomia / EDUCAÇÃO / EMPRESA / ESTABELECIMENTO DE ENSINO / ENSINO SUPERIOR / ESTATÍSTICA-Estatísticas Nacionais / FORMAÇÃO / GLOSSÁRIO / GOVERNO / GOVERNANÇA / HOSPITAL / INTERNET-Internauta / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / PORTUGAL--Regiões de Portugal / SERVIÇOS--Sector Terciário / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO / UTILIZADOR [5493] FE.757 GROENEMBOOM, Margreet, et al. Guía del consumidor sobre Gestión de Derechos Digitales : Digital Rights Management (DRM) : Que repercusiones conlleva? [documento electrónico] / Margreet Groenemboom / Natali Helberger. - Adobe Acrobat 7.0 ; 278 KB. - Karlsruhe : INDICARE, 2006. 20 p. - acedido a 11-02-2008. – http://www.indicare.org/tikidownload_file.php?fileId=201 . - Há muito tempo, na era pré-digital, a compra de música e de outro material audiovisual era muito simples. Comprávamos discos ou cassetes, possuíamolos, podíamos reproduzi-los em toda uma variedade de aparelhos e podíamos emprestá-los, oferecê-los e inclusivé vendê-los. Também os podíamos copiar, ainda que não muito bem. Os nossos direitos como consumidores estavam relativamente clarificados e com frequência se impunham. Os novos suportes de dados digitais, comos os CDs, os DVDs e outros meios de armanezamento podem copiar-se muito facilmente, e é precisamente aqui que radica o problema. Os criadores, artistas e autores não recebem uma suficiente remuneração se as suas obras se puderem copiar sem limitações e vender-se livremente por aqueles que as copiam. Para proteger as obras neste ambiente digital são necessárias novas disposições e sistemas de regulação. Devem introduzir-se limitações sobre o modo de em34 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação prego do material digital. Tal como se descreve no presente Guia, é justamente disso que se ocupa a Gestão de Direitos Digitais ou Digital Rights Management (DRM). Os consumidores que pagam por obras digitais têm, não obstante, também os seus direitos, ou pelo menos deveriam tê-los. Contudo, tal como demonstra esta publicação, desgraçadamente, os consumidores têm de facto muito poucos direitos num tal contexto digital, e até esses estão ameaçados pelo desenvolvimento dos DRM's. O consumidor é continuamente bombardeado tanto pela indústria como pela classe política com comunicados em que se lhe diz que NÃO pode comprar online. Raras vezes ouvimos comunicados em que se diga ao consumidor que pode comprar online. Este Guia é uma útil fonte de importe informação sobre o DRM, que cada vez ganha mais peso junto dos consumidores. Trata-se de um bom primeiro passo: os consumidores devem saber em que é que são afectados. Espera-se que este Guia motive também os consumidores a reclamar junto da classe política e da indústria um pacote de direitos digitais para si próprios. Deseja-se que haja um justo equilíbrio entre os direitos dos proprietários de conteúdos (content holders) e os direitos dos consumidores. Presentemente, encontramo-nos ainda a uma longa distância de haver alcançado um tal equilíbrio, e existem poderosas forças que actuam em sentido contrário. Por favor, retire as suas próprias conclusões deste Guia e faça ouvir a sua opinião (trad. adap. de 'Prólogo'). - Contém: Prólogo; 1. Introducción; 2. Que és la Gestión de Derechos Digitales? 3. Como perjudican los sistemas DRM sus opciones de uso de contenidos digitales; 4. Detección de um sistema DRM; 5. La DRM y la Ley; Enlaces útiles ASPECTO JURÍDICO / CONCEITO / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / DEFESA DO CONSU- MIDOR / DEFINIÇÃO / DIREITO DE AUTOR / DIREITOS DE REPRODUÇÃO / EDIÇÃO ELECTRÓNICA / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / GUIA / INTERNET--Internauta / LEGISLAÇÃO / PROTECÇÃO JURÍDICA / SEGURANÇA / SOFTWARE / SUPORTE DE INFORMAÇÃO / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO--Tecnologia Digital / UTILIZADOR DA INFORMAÇÃO [5494] M.659 CABO, Ana Isabel Os Novos Movimentos Sociais e os Media : Os Movimentos Antiglobalização nas Páginas do Público / Ana Isabel Cabo. - Lisboa : Livros Horizonte, 2008. - 126, [2] p : il., gráf. e tabelas ; 24 cm. - (Media e Jornalismo / dir. CIMJ-Centro de Investigação Media e Jornalismo ; 27). - Quando um jornal faz manchete com a morte de um jovem durante os confrontos entre a polícia e Movimentos Antiglobalização, ou quando rádios e televisões abrem os blocos informativos com esta mesma notícia, que imagem pública fica daqueles movimentos? Provavelmente uma imagem de incitação à desobediência e ao conflito. Mas estes movimentos também sabem que este poderá ser o preço a pagar para garantir o preenchimento dos critérios de noticiabilidade. Os Movimentos Antiglobalização estariam assim dependentes do poder dos media para que as suas iniciativas pudessem brilhar num espaço público cada vez mais mediatizado. Foi esta relação de aparente desequilíbrio que Ana Isabel Cabo procurou analisar neste livro a partir de duas centenas de notícias publicadas no jornal 'Público' ao longo de um período de quatro anos (1999-2003). No fundo, procurou perceber como é construída a imagem final daqueles movimentos (e 35 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação de uma forma mais ampla dos novos movimentos sociais) a partir do comfronto entre a mensagem que querem difundir e aquela que são "obrigados" a construir. A autora quis perspectivar até que ponto os Movimentos Antiglobalização conseguem marcar a agenda mediática, impondo-se como actores relevantes num espaço público global (retirado da contracapa). - Publicação editada com o patrocínio do Gabinete para os Meios de Comunicação SocialGMCS). - Contém: Introdução; Capítulo I: Modernidade e Globalização: 1. A sociedade moderna como sociedade de risco: 1.1 A globalização: na teia dos conceitos; 1.2 A contradição entre o global e o local; 1.3 O Estado-nação e o não-Estado transnacional; 1.4 A contradição político-ideológica; 2. Dimensões da globalização: 2.1 A globalização económica; 2.2 A globalização económica no domínio dos media; 2.3 A globalização política e o Estado-nação; 2.4 A globalização cultural; Capítulo II : Os Novos Quadros Sociais e a Acção Colectiva: 1. Sociedades em mudança; 2. A acção colectiva e os movimentos sociais; 3. As diferentes abordagens no estudo dos movimentos sociais: 3.1 Teoria da Mobilização de Recursos; 3.2 A Teoria dos Novos Movimentos Sociais; Capítulo III: Movimentos Sociais em Tempos de Globalização: 1. Os novos movimentos sociais e o poder político; 2. Características de novos movimentos sociais; 3. Os Movimentos Antiglobalização (MAG): 3.1 O contexto dos MAG; 3.2 De Seatle até Porto Alegre; 3.3 Os Fóruns Sociais Mundiais; Capítulo IV: O Espaço Público e os Novos Actores Sociais: 1. O espaço público; 2. Os actores do espaço público; 3. A dimensão simbólica do espaço público; 4. Movimentos sociais e media: uma relação assimétrica; 5. A luta pelos enquadramentos; 6. Os problemas do espaço público contemporâneo; Capítulo V: Análise de Caso: Os Movimentos Antiglobalização nas Páginas do Público: 1. Metodologia; 2. Análise de resultados: 2.1 Distribuição temporal de notícias; 2.2 Distribuição por evento; 2.3 O lugar dos eventos no jornal: a Secção; 2.4 Género jornalístico; 2.5 Espaço; 2.6 Assunto; 2.7 Espaços geográfico-políticos; 2.8 Proveniência; 2.9 Fontes; 2.10 Enquadramentos; Conclusão; Notas; Bibliografia; Anexo; Nota Final; ISBN 978-972-24-1538-5 (brochado) : Oferta ASPECTO POLÍTICO / ASPECTO SOCIAL / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONFLITO / ESPAÇO PÚBLICO / ESTADO / ESTUDO DE CASO / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / GLOBALIZAÇÃO / GRUPO DE INTERESSES / INFORMAÇÃO / JORNAL 'PÚBLICO' / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / MODELO DE SOCIEDADE / MOVIMENTO SOCIAL--Participação Social / MUDANÇA SOCIAL--Modernidade / NOTÍCIA / PODER DA COMUNICAÇÃO SOCIAL / PODER POLÍTICO / SIMBOLISMO / SOCIOLOGIA DA INFORMAÇÃO / TEORIA [5495] M.660 MARTINS, Christiana 30 anos de Jornalismo Económico em Portugal (1974-2004) / Christiana Martins. - Lisboa : Livros Horizonte, 2007. - 189, [3] p ; 24 cm. - (Media e Jornalismo / dir. CIMJ-Centro de Investigação Media e Jornalismo ; 25). O antigo ministro português das Finanças, Ernâni Lopes, diz que o sucesso depende de sete vectores: estudar, estudar, estudar, estudar, trabalhar, trabalhar, trabalhar. Na voragem do jornalismo, não é normal os jornalistas que estão no activo terem tempo, vontade e persistência para voltar a estudar, revendo os velhos e sólidos princípios 36 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação jornalísticos do relacionamento com as fontes, da ética, da forma como se divulga a informação nos vários meios de comunicação, da maneira diferente como se escreve uma notícia, uma reportagem ou uma investigação, mas debruçando-se igualmente sobre tudo o que a aceleração mediática da última década trouxe à comunicação social em todo o mundo: uma enorme concorrência, que obriga a responder ainda mais rapidamente aos acontecimentos, com risco de não serem cumpridos os procedimentos obrigatórios na elaboração de uma notícia, a emergência em força da internet, onde a esmagadora maioria da informação não está confirmada e os seus autores são anónimos, a concentração editorial, aumentando a pressão sobre os jornalistas, e a competição cada vez maior entre diferentes plataformas (rádio, jornais, televisões, mas também internet, que cada vez mais ocupa o centro das redacções). Além do mais, esta nova realidade mediática é tão recente que nem sequer houve ainda tempo para sobre ela se sedimentarem reflexões, estudos e análises que permitam uma base sólida e coerente de conhecimentos, que possam ser transmitidos «chaves na mão» a quem se interessa pelo fenómeno. Ao contrário, quem quer reflectir sobre o tema, aprendendo com os que mais sabem, acaba também por contribuir para o conhecimento destes com as experiências profissionais que viveu (excerto do texto de Nicolau Santos, na contracapa). Publicado com o patrocínio do Instituto da Comunicação Social. - Contém: Apresentação; I - O Jornalismo Económico como forma de Jornalismo Especializado: 1. A essência da actividade jornalística e o jornalismo especializado; 3. As difíceis relações entre o jornalismo, a economia e a opinião pública; 3. Os problemas do jornalismo especializado e da especialização em economia; 4. Critérios para autonomizar uma especialidade jornalística. O caso da economia; 5. A economia como pensamento sistémico e como conteúdo noticioso; 6. A moeda: o elemento concreto da economia; 7. Olhares cruzados dos profissionais sobre o jornalismo económico; 8. As origens do jornalismo económico em Portugal e em alguns outros países (Estados Unidos da América, França, Dinamarca e Brasil); II - Uma Contextualização Histórica: 1. Os cenários económicos; 2. Os cenários da comunicação social: os meios de comunicação no Portugal pré e pósrevolucionário; 3. Os cenários dos jornalistas; III - O Jornalismo Económico em Portugal entre 1974 e 2004: 1. A pesquisa documental; 2. O incipiente início do jornalismo económico em Portugal; 3. A análise documental: os critérios escolhidos; 4. Retratos ou a análise de casos concretos; 5. As entrevistas. Os critérios e os inquiridos; 6. Inquérito aos jornalistas de economia em actividade; 7. Resumo da terceira parte e confronto das várias metodologias; IV - Questões para o Futuro; Notas; Bibliografia ISBN 978-972-24-1534-7 (brochado) : Oferta ANÁLISE DOCUMENTAL / ASPECTO ECONÓMICO / CIÊNCIA ECONÓMICA / CONHECIMENTO / ENTREVISTA / ESTUDO DE CASO / FUNÇÃO DO JORNALISTA / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / HISTÓRIA DA IMPRENSA / IMPRENSA ESPECIALIZADA / INFORMAÇÃO ECONÓMICA / INQUÉRITO / JORNALISMO / JORNALISTA / NOTICIÁRIO / OPINIÃO PÚBLICA / PORTUGAL [5496] M.661 RODRIGUES, Ana Luísa Aos Olhos do Mundo : Portugal e os Portugueses Retratados por Correspon37 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação dentes Estrangeiros / Ana Luísa Rodrigues. - Lisboa : Livros Horizonte, 2008. - 214 p : il., gráficos ; 24 cm. (Media e Jornalismo / dir. CIMJ-Centro de Investigação Media e Jornalismo ; 29). - «Aos Olhos do Mundo» dá voz aos jornalistas estrangeiros que vivem em Portugal e trabalham para orgãos de comunicação social de várias nacionalidades. Motivo de curiosidade: a ideia de que os correspondentes são testemunhas privilegiadas. Porque possuem um "olhar de fora", o estranhamento que permite reparar no que os portugueses nem sempre perspectivam. E porque têm por tarefa analisar a sociedade portuguesa e veicular discursos passíveis de influenciar as opiniões públicas internacionais. Baseado numa investigação que cruza vários contributos teóricos das ciências sociais e num trabalho de terreno junto dos correspondentes, «Aos Olhos do Mundo» pretende chegar a investigadores e jornalistas mas também a um público mais generalizado. Numa linguagem acessível, traça-se um retrato falado sobre o país, a várias vozes e tons. Dos estereótipos clássicos sobre os portugueses, à crescente importância do futebol, passando pela persistente burocracia ou pela abençoada qualidade de vida, muitos são os motivos de análise ora crítica, ora com um toque de humor. Uma obra que igualmente tira da obscuridade a discreta comunidade de correspondentes: quem são e quantos são os jornalistas estrangeiros em Portugal? Como se integram na vida portuguesa? Como evoluiu a comunidade desde os "dias quentes" de 1974? De que forma seleccionam e constroem as notícias sobre o nosso país? Com este livro conhecemos melhor o processo de trabalho dos correspondentes e as suas histórias de vida. E de que forma essas duas dimensões se cruzam com o Portugal actual, nos seus contrastes e encruzilhadas (retirado da contracapa). Contém: Prefácio; Nota Prévia; In- trodução; I PARTE: Fundamentos da Investigação e Aproximação ao Tema: Cap. 1 - Enquadramento Teórico Orientador: Abordagem Multifacetada; Cap. 2 - O "Mundo" dos Correspondentes Internacionais; Cap. 3 - Estratégia Metodológica: Opções para o Trabalho de Terreno; II PARTE: Correspondentes Estrangeiros em Portugal: Cap. 4 – Correspondentes em Portugal: Contextualização Histórica; Cap. 5 - Perfil da Comunidade em 2004; Cap. 5 - Retratos e Histórias de Vida; III PARTE: O Olhar dos Correspondentes: Retrato Falado de Portugal e dos Portugueses: Cap. 7 Imagens Prévias e Primeiras Impressões; Cap. 8 - Retrato de Portugal: Empatia e Ambivalência; Cap. 9 Os Portugueses: Acolhedores e pouco Autoconfiantes; Cap. 10 – Acontecimentos e Personalidades: 25 de Abril e Luis Figo; Cap. 11 As razões de ser ou não ser notícia; Conclusões; Notas; Bibliografia e Outras Fontes ISBN 978-972-24-1540-8 (brochado) : Oferta ACONTECIMENTO / ANÁLISE CONTEXTUAL / CIDADÃO ESTRANGEIRO / CIDADÃO PORTUGUÊS / COMPORTAMENTO COLECTIVO / COMUNIDADE / CORRESPONDENTE / ENTREVISTA / ESTEREÓTIPO / GRUPO MINORITÁRIO / IMAGEM / INQUÉRITO / INVESTIGAÇÃO / JORNALISTA / METODOLOGIA / NOTÍCIA / OBSERVAÇÃO / OPINIÃO / POPULAÇÃO AUTÓCTONE / PORTUGAL / VIDA PRIVADA / VIDA SOCIAL-Comportamento Social [5497] M.662 SALGADO, Susana Os Veículos da Mensagem Política : Estudo de uma Campanha Eleitoral nos Media / Susana Salgado. - Lisboa : 38 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Livros Horizonte, 2007. - 191 p : il., tab. e gráficos ; 2007. - (Media e Jornalismo / dir. CIMJ-Centro de Investigação Media e Jornalismo ; 29). - Os media são actualmente a principal fonte de informação política para os eleitores, o que os transforma numa importante esfera de representação política. Por isso, não é possível, nos nossos dias, pensar a política, as eleições e as campanhas eleitorais, sem a questão da mediatização. Este estudo das Eleições Legislativas de 1999 inscreve-se na preocupação de perceber como é formada a informação a que os eleitores têm acesso, que influências sofre, no fundo o que contribui para a construção da imagem que fazemos de determinada eleição, dos respectivos candidatos e da campanha eleitoral. Acresce que a campanha eleitoral destas eleições fi particularmente mediática, porque enquadrou questões de grande mobilização exteriores a ela, mas que foram, de certa forma, aproveitadas pelos partidos, como sucedeu com o caso de Timor e a visita de Xanana Gusmão a Portugal em pleno período de campanha, bem como a morte da fadista Amália Rodrigues, apresentada como um símbolo nacional. Com este livro, tentou perceber-se, por um lado, se a intervenção dos jornalistas introduz alterações na mensagem dos políticos e, por outro, se os partidos conseguem tornar a sua agenda coincidente com a agenda dos media, utilizando os orgãos de informação em seu benefício. Para o efeito foram estudados os diversos suportes da mensagem política durante a campanha eleitoral, como os programas de Governo ou os Direitos de Antena e, através de uma análise de conteúdo, a cobertura noticiosa na imprensa escrita e na televisão (retirado da contracapa). Edição publicada com o patrocínio do ICS. - Contém: Introdução; Parte I: Enquadramento Teórico e Metodológico; Capítulo I - Comunicação Política: O Conceito; Cap. II - Media: A Lin- guagem dos Suportes Mediáticos; Cap. III - Interacções entre Comunicação Política e Media; Cap. IV - Métodos e Técnicas; Parte II: A Campanha Eleitoral das Eleições Legislativas de Outubro de 1999: Uma Campanha Mediática; Cap. I - Interesse do Estudo das Campanhas Eleitorais; Cap. II Naturezada Campanha para as Legislativas d Outubro de 1999: uma Campanha de Emoções e Rostos? Cap. III - Contexto Político da Campanha Eleitoral para as Eleições Legislativas de Outubro de 1999 - Enquadramento da Campanha Eleitoral e de Cada Partido na Campanha; Cap. IV - Efeitos da Campanha Eleitoral: Nas Intenções de Voto, na Abstenção, e nas Posições Relativas de cada Partido Político; Parte III: Partidos Políticos. Actores (Líderes dos Partidos) e suas Mensagens nos Diferentes Suportes Mediáticos; Cap. I Partidos Políticos e Mensagens nos Diferentes Suportes Mediáticos; Cap. II - Escrita: A Mensagem Mediada e a Mensagem Mediatizada; Cap. III Análise de Conteúdo da Mensagem Escrita Mediatizada: A Imprensa Escrita; Cap. IV - Imagem: A Mensagem Mediada e a Mensagem Mediatizada; Cap. V - Análise de Conteúdo: Mensagem Política Mediatizada na Televisão; Conclusões; Notas; Bibliografia; Índice de Quadros; Índice de Gráficos; Agradecimentos ISBN 978-972-24-1522-4 (brochado) : Oferta ANÁLISE CONTEXTUAL / ANÁLISE DE CONTEÚDO / CAMPANHA ELEITORAL / COMUNICAÇÃO / CONCEITO / CONTEÚDO DA MENSAGEM / EFEITO SOBRE O PÚBLICO / ELEIÇÃO / FUNÇÃO DA INFORMAÇÃO / FUNÇÃO DO JORNALISTA / IMPRENSA / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / LINGUAGEM / MEDIADOR / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / MENSAGEM / METODO39 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação LOGIA / PARTIDO POLÍTICO / POLÍTICO / PODER DA COMUNICAÇÃO / PORTUGAL / SUPORTE DA INFORMAÇÃO / TELEVISÃO / TEORIA DA COMUNICAÇÃO [5498] M.663 FARINHA, Isabel "Audiências Cativas"? : As imagensmarca no Manual Escolar / Isabel Farinha. - Lisboa : Livros Horizonte, 2007. - 183 p : il., gráf., quad., diagr., e reproduções ; 24 cm. - (Media e Jornalismo / dir. CIMJ-Centro de Invéstigação Media e Jornalismo ; 28). «Estamos perante um tema de reflexão e um objecto de estudo que, de tão corriqueiro, tem escapado a uma análise mais aprofundada. Não deixa por isso de ser relevante a sua escolha para uma pesquisa de valor científico. Acontece na vida real lidarmos com coisas tão comuns e banais que passam despercebidas à nossa atenção. Acontece de igual modo no plano da investigação científica. Talvez por isso o primeiro mérito deste trabalho de Isabel Farinha é ter constituído ‘essa banalidade’ da proliferação de publicidade nos livros escolares como objecto de estudo sociológico. Com a ajuda dos meus mestres, como confessa, mas no resultado desse intercâmbio de experiências e competências que é a missão fulcral do ensino e aprendizagem...» (excerto de 'Prefácio', de José Manuel Paquete de Oliveira). – Contém: Prefácio; Agradecimentos; Introdução; Primeira Parte: Enquadramento Teórico; 1 - Circuito Reflexivo em Torno do Manual Escolar: 1.Em que consiste? 2.Quem o produz? Abordagem ao mercado editorial; 3.Quem o regulamenta? Regulamentação institucional; 2 - O Fenómeno do Marketing Escolar: 1.Classificação e Sistematização do Marketing Escolar; 2.Manual Escolar como Suporte Publicitário: as imagens-marca; 3.A Educação do Comsumidor: programas e propostas em espaço escolar; 3 - O Impacto da Publicidade no Consumidor Infantil: Um Efeito Tridimensional: 1.A socialização do consumidor infantil; 2.O mercado infantil - o mercado «três em um»; 3.Mensagem Publicitária: um processo de identificação e descodificação; 4.O Curriculum e a Aquisição de Competências em Media e Consumo; 4 Construção do SELF e a sua Conexão com a Mercadorização Escolar: 1.Gestão escolar e a indústria educativa; 2. A "colonização do mundo interno da vida" em Habermas; 3.A construção identitária na cultura de consumo contemporânea; Segunda Parte: Investigação Empírica; 5 - Objecto de Estudo - A Construção de um "Edifício de Sentido": 1.Manual escolar e publicidade: dicotomia produto público/privado; 6 Operacionalização de um Paradigma: 1.Imagens de marcas nos livros escolares: instrumentos de análise; 2.Agentes sociais do circuito do livro escolar: ferramentas analíticas; 7 - O Espaço do Manual no Marketing Escolar - Resultados: 1.Práticas de colocação de produtos comerciais: as marcas-ilustração; 2.Posicionamento dos agentes sociais: a comercialização do manual escolar e a mercadorização do espaço escolar; 8 - Reflexões Conclusivas / Implicações: 1.Balanço: práticas comerciais/publicitárias, contributos e limites; 2.Considerações acerca da reflexidade de um circuito aos paradoxos presentes nos discursos dos agentes sociais; Notas; Anexos; Bibliografia ISBN 978-972-24-1548-4 (brochado) : Oferta AUDIÊNCIA / COMÉRCIO DO LIVRO / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONSUMIDOR--Procura de Bens e Serviços / CRIANÇA / DEFESA DO CONSUMIDOR / EDUCAÇÃO--Lite40 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação racia para os Media / EDUCAÇÃO EXTRA-CURRICULAR / EFEITO SOBRE O PÚBLICO / ESCOLA / IDENTIDADE / IMAGEM / INFÂNCIA / INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA / LEGISLAÇÃO / MANUAL / MARCA COMERCIAL / MEDIA SMART / MENSAGEM / MERCADO / PUBLICIDADE / REGULAMENTAÇÃO DO MERCADO / SOCIALIZAÇÃO / SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO [5499] M.664 TRAQUINA, Nelson et alli. A Problemática da Sida como Notícia / Nelson Traquina, Marisa Torres da Silva, Vanda Calado. - Lisboa : Livros Horizonte, 2007. - 174, [2] p : il., tab., quad., e gráficos ; 2007. - (Media e Jornalismo / dir. CIMJ-Centro de Investigação Media e Jornalismo). - O VIH-SIDA teve a sua disseminação mundial em meados dos anos 70, tornando-se na primeira pandemia moderna. Devido à sua globalidade e transversalidade, este foi o estudo de caso escolhido para analisar o tratamento jornalístico que lhe é conferido. Para além disso, o campo de investigação do jornalismo tem concedido pouca atenção a esta problemática, pretendendo este estudo colmatar essa lacuna, através de uma análise profunda, longitudinal e inovadora em termos de dados obtidos. Através dos procedimentos metodológicos permitidos pela análise de conteúdo, este trabalho comtempla as notícias publicadas em Portugal no Diário de Notícias e no Correio da Manhã ao longo de 20 anos (19812000). Para uma componente comparativa multinacional foram também inseridos na análise o Jornal de Angola e outras publicações oriundas de Espanha, Brasil e Estados Unidos. O grande objectivo deste estudo é compreender a forma como o campo jornalístico, espaço de mediação, selecciona, trata e enquadra a problemática VIH-SIDA. No essencial, pretende-se identificar que valores-notícia operam, quais as vertentes da problemática mais noticiáveis, que mudanças se verificam ao longo dos anos e quais as semelhanças ou diferenças entre jornais e países (extraído da contracapa). Contém: Introdução; Objectivos, questões e metodologias; Elementos para uma teoria da notícia; VIH/SIDA COMO ASSUNTO NOTICIÁVEL: 1. Análise longitudinal da cobertura jornalística portuguesa 1981-2000: os casos do Diário de Notícias (jornal de referência) e do Correio da Manhã (jornal popular); 2. Análise comparativa do jornal angolano (Jornal de Angola) e os jornais portugueses (Diário de Notícias e Correio da Manhã) 3. As notícias de primeira página; 4. A cobertura jornalística do Dia Mundial da SIDA; 5. A consolidação teórica e a exploração teórica: o estudo das notícias sobre a problemática VIH/SIDA em quatro países do mundo; Conclusão; Anexo (figuras e quadros) Bibliografia ISBN 978-972-24-1510-1 (brochado) : Oferta ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DE CONTEÚDO / CONTEÚDO DA MENSAGEM / CORREIO DA MANHÃ / DIÁRIO DE NOTÍCIAS / DOENÇA / ESTUDO DE CASO / FONTE DE INFORMAÇÃO / FUNÇÃO DA INFORMAÇÃO / IMPRENSA DIÁRIA / IMPRENSA ESTRANGEIRA / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / JORNALISMO / METODOLOGIA / NOTÍCIA / SELECÇÃO DA INFORMAÇÃO / TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO / VALOR 41 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5500] FE.758 BAZALGETTE, Cary, et alli. Lifeblood of democracy? : Learning about broadcast news : A BFI research report for Ofcom [documento electronico] / Cary Bazalgette, John Harland, Christine James ; edit. OFCOM, Office of Communications. - Adobe Acrobat 7.0 ; 1,56 MB. - London : OFCOM, 2008. - 101 p. - acedido a 13-02-2008. – http://www.ofcom.org.uk/advice/media _literacy/lifeblood/lifeblood.pdf . - O documento de trabalho do Ofcom do último Verão intitulado «News, News, Future News» identificava que o noticiário televisivo é encarado pelos telespectadores como o mais importante de todos os géneros televisivos, e que a televisão permanece, de longe, a fonte de notícias a que os cidadãos do Reino Unido mais recorrem. O papel das notícias e da informação como parte do processo democrático há muito que está estabelecido, e o seu estatuto está especificamente consagrado no 'Communications Act 2003'. Este documento de trabalho do Ofcom aborda o ambiente no qual as notícias televisivas correntemente operam, e avalia como é que elas se poderão alterar futuramente. Uma investigação do OFCOM sugeria que 94% das pessoas afirmavam recorrer ao noticiário televisivo hertziano em algum momento, e que 90% concordavam ser importante manter-se a par das notícias. Mas há indicadores de um alto nível de desconexão em relação ao conteúdo das notícias. Cerca de 55% das pessoas estão de acordo que muitas das notícias televisivas não são relevantes para elas. A faixa dos 16-24 anos, geralmente, demonstra menos interesse pelos tópicos das notícias que as pessoas mais velhas, e tem-se verificado um aumento entre os jovens que afirmam apenas ver o noticiário quando algo de importante ou interessante acontece. Os jovens estão menos interessados nos tópicos noticiosos, incluindo-se aqui acontecimentos, política ou os assuntos internacionais. Não obstante, a radiodifusão noticiosa é uma das principais formas de sabermos o que se passa no mundo onde vivemos e conhecermos os factos com que nos confrontamos na moderna sociedade. Para alguns, a informação é a essência da democracia. O «BBC News School Report» foi concebido para envolver os jovens de 12-13 anos na informação e no jornalismo, fornecendo-lhes a oportunidade de produzirem e radiodifundirem os seus próprios trabalhos jornalísticos. Tal significa um contributo significativo para a promoção da literacia para os media no Reino Unido. Tanto o Ofcom como a BBC tem o dever de promover a literacia para os media. O Ofcom reconhece que num mundo de convergência mediática o balanço entre a tradicional regulação dos media e a responsabilidade assumida pelas pessoas para gerir a sua relação com os conteúdos está a alterar-se. No seu Plano de Actividades para 20082009, o Ofcom elencou a promoção da literacia para os media como uma prioridade-chave. Por conseguinte, encorajará todas as partes a reflectir sobre que contribuição podem dar para assegurar que as pessoas detém as competências, o conhecimento e a compreensão acerca dos media e das telecomunicações de forma a estarem melhor apetrechadas para beneficiar da riqueza de conteúdos e serviços que estão à sua disposição (trad. adapt de um excerto de 'Foreward'). - Contém: Section 1: The Project and the Research; 1.1 Introduction; 1.2 Origins of the Project; 1.3 The BBC’s Aims for the Project; 1.4 Organisation of the Project; 1.5 The Research; 1.6 The Case Study Schools; References; Section 2: Learning Outcomes; 2.1 Introduction; 2.2 Collecting evidence on learning outcomes; 2.3 The scale of students’ learning outcomes; 2.4 The main 42 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação learning outcomes; 2.5 Rarely and barely achieved learning outcomes; 2.6 Summary; References; Section 3: Factors Contributing to Learning; 3.1 Introduction; 3.2 Students identifying factors contributing to learning; 3.3 Other factors that may have contributed to learning; 3.4 Factors that may have limited learning outcomes; 3.5 Summary; References; Section 4: Implications for Policy and Practice: 4.1 Introduction; 4.2 The Importance of the School Report Project; 4.3 The Aims of the Project; 4.4 Resources; 4.5 Mentoring and Training; 4.6 Organisational Issues; 4.7 Wider implications for education; 4.8 Implications for Ofcom; 4.9 Summary; References; Annex 1: Follow-up interview schedule for students; Annex 2: Follow-up interview schedule for teachers APRENDIZAGEM / APRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO / BBC / BFIBRITISH FILM INSTITUTE / DEMOCRACIA / EDUCAÇÃO--Literacia para os Media / EDUCAÇÃO EXTRA-CURRICULAR / ESCOLA / ESTUDO DE CASO / ESTUDANTE / FONTE DE INFORMAÇÃO / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / GRUPO ETÁRIO / INFORMAÇÃO / INVESTIGAÇÃO APLICADA / JORNALISMO / JORNALISTA / JOVEM / NOTÍCIA / OFCOM / NOTICIÁRIO TELEVISIVO / PRODUÇÃO TELEVISIVA / PROFESSOR / PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO / PROGRAMA EDUCATIVO / RECOLHA DE INFORMAÇÃO / REINO UNIDO / TELEVISÃO / TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO [5501] FE.759 CHETA, Rita Cinema em Ecrãs Privados, Múltiplos e Personalizados : Transformação nos consumos cinematográficos [documento electrónico] / Rita Cheta ; coords. Gustavo Cardoso, Rita Espanha ; edit. OberCom, Observatório da Comunicação. - Adobe Acrobat 7.0 ; 310 KB. Lisboa : OberCom, 2007. - 42 p. (Research Report) acedido a 14-02-2008 http://www.obercom.pt/client/?newsId= 29&fileName=rr6_2.pdf . - O consumo de cinema e audiovisual está em profunda transformação. É uma transformação que tem vindo a ser pressentida nos últimos 20 anos, mas que se tem tornado progressivamente efectiva nos últimos 10 anos, por via dos novos produtos que têm sido disponibilizados e comercializados, por um lado, mas principalmente por via das novas possibilidades entretanto criadas para consumir, visionar, jogar e interagir com os bens culturais cinematográficos e audiovisuais. As interrogações que se colocam são essencialmente duas: de onde decorre essa mudança e para onde nos conduz. A análise dos dados sobre consumos cinematográficos e audiovisuais permite-nos fornecer algumas pistas para a resposta a estas questões, mas, fundamentalmente dá-nos um olhar mais centrado nas pessoas e nos seus hábitos e não tanto na quantificação dos seus consumos. O que se consome é naturalmente importante, mas perceber porque se consome e, principalmente, como se consomem produtos cinematográficos e audiovisuais, permite-nos identificar tendências de consumo e perfis de consumidores de bens culturais audiovisuais. O presente estudo baseiase na análise dos dados do inquérito por questionário A Sociedade em Rede em Portugal 2006, aplicado a uma amostra representativa da população portuguesa composta por 2000 indivíduos residentes em Portugal continental com idade igual ou superior a 8 anos, no âmbito de um projecto desenvolvido no CIES-ISCTE por uma equipa coordenada por Gustavo Cardoso. Dado que o questionário incluía um amplo leque de questões relacionadas com a trans43 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação formação do uso dos media (novos e tradicionais) em vários campos da vida social seleccionaram-se apenas os dados relativos ao bloco temático sobre o uso dos media relacionados com o consumo cinematográfico, nas suas múltiplas formas, da população portuguesa. Na estrutura de apresentação do presente estudo, procurou-se responder a um conjunto diversificado de objectivos organizados analiticamente do seguinte modo: 1) Identificar as características mais significativas em termos do consumo cinematográfico na sociedade portuguesa, salientando a penetração das várias gerações de media e equipamentos tecnológicos e o seu papel nas transformações nos modos de consumo; 2) Captar o sentido das potenciais transformações nos modos de consumo dos conteúdos cinematográficos no seio da população portuguesa; 3) Caracterizar os principais perfis de consumo e do consumidor de conteúdos cinematográficos; 4) Identificar exploratoriamente alguns factores condicionadores de um crescimento rápido e generalizado desses consumos, designadamente os consumos cinematográficos/audiovisuais em banda larga. Este estudo procurou ainda responder a um conjunto concreto de questões, tais como: Em que locais e com que frequência se vê cinema? Quem vê cinema e quais os media mais utilizados e preferidos para o consumo de cinema? Quais os equipamentos tecnológicos de uso doméstico que os indivíduos adquirem com a finalidade de satisfazer os seus consumos culturais na esfera endodomiciliária? Que factores e atitudes estão associadas à utilização dos diversos tipos de media para o consumo cinematográfico? Quais os perfis de consumo cinematográfico existentes entre a população portuguesa? E quais os perfis sociodemográficos que lhes estão associados? E, ainda, de que modo esses perfis de consumidor estão mais próximos ou distantes socialmente dos desafios colocados aos consumos de conteúdos culturais na sociedade em rede, e na fase de transição actual da sociedade massificada para a sociedade em rede. - Contém: 1. Introdução; 2. As Recentes Transformações no Sistema dos Media e a sua relação com o Campo do Consumo Cinematográfico; 3. Caracterização do Consumo de Conteúdos Cinematográficos na Sociedade Portuguesa: 3.1. Consumos no Espaço Domestico e no Espaço Público: um acentuado processo de privatização; 3.2. Consumos Domésticos: mono-plataforma versus multi-plataforma; 3.3. O lugar do DVD nos consumos de conteúdos cinematográficos no espaço doméstico: forte penetração e transversalidade; 4. Atitudes face ao uso actual e futuro dos novos media nos consumos de conteúdos cinematográficos; 5. Perfis de Consumo e de Consumidor de Conteúdos Cinematográficos; 6. Conclusão; Bibliografia ANÁLISE QUANTITATIVA / ASPECTO SOCIAL / AUDIOVISUAL / BEM CULTURAL / CINEMA / COMPUTADOR / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONSUMIDOR-Comportamento do Consumidor / CONVERGÊNCIA / DADOS ESTATÍSTICOS / DOMICÍLIO / DVD / EQUIPAMENTO ELECTRÓNICO / ESPECTADOR / ESTATÍSTICA-ostragem / FILME / GRUPO ETÁRIO / HÁBITO / INTERNET--Difusão da Inormação / INVESTIGAÇÃO / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNIOS / MUDANÇA SOCIAL--Moderniade / OBERCOM / POPULAÇÃO / PORTUGAL / RELATÓRIO--Relatório de Investigação / SALA DE CINEMA / TELESPECTADOR / TELEVISÃO GENERALISTA / TELEVISÃO POR CABO / VÍDEO 44 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5502] FE.760 EUROPEAN COMMISSION Directive on the protection of conditional-access services : Commission consultation of interested parties [seguido de] : Study on the Impact of the Conditional Access Directive : Study prepared on behalf of the European Commission Directorate General for Internal Market & Services [documento electrónico] / European Commission ; KEA European Affairs ; CERNA. Adobe Acrobat 7.0 ; 1,86 MB. Brussels : Eur0pean Commission, 2007. - múltiplos ficheiros. - acedido a 15-022008. – http://europa.eu/rapid/pressReleasesActi on.do?reference=IP/08/202&format=HT ML&aged=0&language=EN&guiLangu age=fr http://ec.europa.eu/internal_market/med ia/docs/elecpay/study_en.pdf . - A Comissão Europeia lançou uma consulta aberta e pede a todas as partes interessadas que lhe enviem informações relativas aos serviços que utilizam sistemas de acesso condicional, como a televisão a pagamento (pay-TV) ou o vídeo a pedido (VoD). Esta consulta vem no seguimento um estudo sobre o impacto da directiva relativa aos serviços de acesso condicional. As informações recolhidas por meio do estudo e da consulta devem permitir aos serviços da Comissão redigir o segundo relatório de aplicação da directiva. A consulta está aberta até ao dia 4 de Abril de 2008. O desenvolvimento da televisão paga beneficiou da protecção concedida em toda a União Europeia pela directiva 98/84/CE, relativa aos serviços de acesso condicional. Dez anos após a sua adopção, a Comissão Europeia deseja elaborar um segundo relatório sobre a implementação da directiva, num ambiente económico e tecnológico que conheceu significativas alterações. Os serviços da Comissão prevêem, portanto, recolher o máximo de informação antes da redacção deste relatório, cuja adopção está prevista para antes do fim do ano de 2008. O estudo sobre o impacto da directiva encomendado pelos serviços da Comissão foi concluído em Dezembro de 2007 pelo consórcio formado pela KEA European Affairs e pela CERNA, e está disponível no sítio Internet da Comissão, no mesmo endereço que a consulta em apreço. A Comissão convida agora todas as partes interessadas a comunicar-lhe as suas observações e opiniões sobre o sector dos serviços de acesso condicional, circunscritas a seis tópicos principais: - o desenvolvimento dos serviços transfronteiriços; - a efectividadde da implementação da directiva nos Estados-Membros; - os novos serviços abrangidos pela directiva; - a contribuição da directiva para a protecção do direito de autor; - a gestão dos direitos em ambiente digital (DRM);- o acesso condicional utilizado para outros fins que não a protecção dos serviços pagos oferecidos (trad. adapt. baseada em IP/08/202). SOBRE O ESTUDO: O estudo examina, primeiramente, os diferentes papéis desempenhados pelos serviços de acesso condicional nos serviços não mediáticos da Sociedade da Informação e na distribuição de conteúdos de media. Descreve em seguida a economia da distribuição de conteúdos audiovisuais e o papel desempenhado pelos dispositivos de acesso condicional neste domínio, mostrando que os incentivos à pirataria são bastante numerosos ao longo dos canais de distribuição. Uma avaliação jurídica da aplicação da Directiva Acesso Condicional é então realizada, revelando que um número de fragilidades constrangem a eficiência regulatória. O estudo focaliza-se numa amostra de Estados-Membros, seleccionados com base na importância dos seus mercados nacionais com vista a assegurar uma representação equilibrada das dua45 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação lidades grande/pequeno e velho/novo Estado-Membro; outro critério para a selecção da amostra foi a introdução da proximidade linguística, por meio da qual se examinam as áreas linguísticas que transcendem fronteiras. A amostra inclui, assim, onze países: O Reino Unido, a Alemanha, a França, a Itália, a Espanha, a Irlanda, a Áustria, a Suécia, a Bélgica, a Polónia e a Lituânia. As conclusões do estudo justificam a importância de um debate a nível europeu sobre como construir uma protecção sistemática à propriedade intelectual através do aumento do quadro regulatório (incluindo a Directiva Acesso Condicional) e assegurar o reforço das medidas existentes, bem como incrementar a cooperação transfronteiriça e monitorizar o reforço da Directiva Acesso Condicional (trad. adapt. de 'Executive Summary: The Study in brief'). - DOCUMENTOS RELACIONADOS: Toda a informação relacionada com este dossier disponível em: http://ec.europa.eu/internal_market/med ia/elecpay/index_en.htm#study Em complemento deste dossier, o GMCS conserva os seguintes documentos (versão em português): COM (96) 76, «Livro Verde da Comissão: A Protecção Jurídica dos Serviços Codificados no Mercado Interno»; Directiva 98/84/CE relativa à protecção jurídica dos serviços que se baseiem ou consistam num acesso condicional; COM(2003) 198 final, «Sobre a Protecção Jurídica dos Serviços Electrónicos de Acesso Pago». - Contém: IP/08/2002, de 11 de Fevereiro (Francês e Inglês): STUDY ON THE IMPACT...: EXECUTIVE SUMMARY; CHAPTER I: WHAT IS THE CONDITIONAL ACCESS DIRECTIVE (CAD)? 1.1 GENERAL HISTORICAL CONTEXT; 1.2 LEGAL BACKGROUND; 1.3 OBJECTIVES; 1.4 COVERAGE OF THE DIRECTIVE; 1.5 METHODO- LOGICAL REMARKS; CHAPTER II: ECONOMIC ANALYSIS; 2.1 CONCEPTS; 2.2 CONDITIONAL ACCESS SYSTEM ECONOMICS; 2.3 AV CONTENT MARKETS; 2.4 THE CONDITIONAL ACCESS INDUSTRY; 2.5 IP RIGHT ECONOMICS IN THE DIGITAL ENVIRONMENT: IP FUNDAMENTALS, VERTICAL RELATIONS AND; MORAL HAZARD; 2.6 THE PIRACY DILEMMA: MORAL HAZARD AND HOW TO MASTER IT; 2.7 PRELIMINARY CONCLUSION; CHAPTER III: LEGAL ANALYSIS; 3.1 METHODOLOGICAL ISSUES; 3.2 MAPPING OUT OF THE LEGAL FRAMEWORK IN THE SELECTED SAMPLE OF MEMBER STATES; 3.3 PRELIMINARY CONCLUSION; CHAPTER IV: ASSESSMENT OF THE CAD; 4.1 EFFECTIVENESS OF THE CAD IN TACKLING PIRACY; 4.2 EFFECTIVENESS OF THE CAD IN PROMOTING CROSS-BORDER SERVICES; 4.3 THE CAD AND THE INTERNATIONAL REGULATORY FRAMEWORK; CHAPTER V: CONCLUSIONS: 5.1 MAIN FINDINGS OF THE STUDY; 5.2 IP PROTECTION AND THE CAD; 5.3 FINAL REMARK; CHAPTER VI: ANNEXES ACESSO CONDICIONAL / ANÁLISE COMPARATIVA / ASPECTO JURÍDICO / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / CONCORRÊNCIA-Política da Concorrência / DIREITO COMUNITÁRIO--Aplicação do Direito Comunitário / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DIREITO DE AUTOR / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / ESTADO MEMBRO / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / IMPACTO / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA JORNALÍSTICA / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INFRACÇÃO / INQUÉRITO / INTERESSE PÚBLICO / ISP-INTERNET SER46 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação VICE PROVIDER / LEGISLAÇÃO / MERCADO INTERNO--Mercado Unico / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / PAY-TV / PIRATARIA AUDIOVISUAL / PROPRIEDADE INTELECTUAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / RADIODIFUSÃO / REGULAÇÃO / REGULAMENTAÇÃO DO MERCADO / SANÇÃO / SERVIÇO DE INTERESSE GERAL / TELEVISÃO--Teledistribuição / VIDEO-ON-DEMAND [5503] FE.761 GOLOVANOV, Dmitri Transformation of Authors’ Rights and Neighbouring Rights in Russia = L’évolution des droits d’auteur et des droits voisins en Russie [documento electronico] / Dmitri Golovanov ; edit. Susanne Nikoltchev. - Adobe Acrobate 7.0 ; 605 KB. - Strasbourg : EAO, 2008. - 8 p. - acedido a 18-02-2008. – http://www.obs.coe.int/oea_publ/iris/iris _plus/iplus2_2008.pdf.en http://www.obs.coe.int/oea_publ/iris/iris _plus/iplus2_2008.pdf.fr . - Transformar a propriedade intelectual em ouro: esta é uma actividade essencial para o sector do audiovisual de criação. E se fosse necessário uma prova suplementar, assiste-se hoje a uma avalancha de queixas que denunciam violações do direito de autor a nível nacional ou mundial, designadamente relativas a obras audiovisuais. Os acordos internacionais, como os TRIPS da OMC, têm em conta o valor económico que representam os direitos de autor e propõem-se garantir o seu respeito a nível internacional - do mesmo modo, existem legislações nacionais que visam proteger os direitos de autor e os direitos conexos. Se é verdadeiro que a propriedade intelectual pode ser transformada em ouro, Shakespeare recordanos também, contando-nos as peripécias de um falso advogado extremamente hábil, que "nem tudo o que brilha é ouro". Para julgar do valor financeiro da propriedade intelectual, é necessário saber onde e junto de quem os direitos encontram a sua fonte, quais são as modalidades contratuais para se tornar proprietário ou utilizador desses direitos, como são recolhidas as verbas que correspondem às licenças e qual é o seu montante e, por último, como combater legalmente a pirataria. A Rússia é um actor muito importante na economia do direito de autor. Além disso, faz parte dos países que recentemente têm vindo a rever o seu quadro jurídico relativo aos direitos de autor e os direitos conexos - com vista, nomeadamente, a uma potencial adesão à OMC. Todos os elementos justificam, por conseguinte, a publicação desta nova ÍRISplus, no qual Dmitry Golovanov esboça um quadro preciso e vivo dos problemas, as suas evoluções, bem como a situação actual da instituição jurídica russa relativa ao direito de autor. Uma leitura vivamente recomendada (trad. adap. de 'Editorial', de Susanne Nikoltchev). - A IRISplus é um fascículo suplementar da revista 'IRIS', editada pelo Observatório Europeu do Audiovisual. No caso vertente, do fascículo n.º 2 de 2008. - Contém: Editorial; Introduction; Intellectual Property Legislation; Objects of Authors’ Rights and Neighbouring Rights: Emergence of 'Intellectual Rights'; Subjects of Authors’ Rights and Neighbouring Rights; Concept of 'Intellectual Rights'; Term of Protection; Contractual Regulation; Status of Collective Rights Management Societies; Protection of 'Intellectual Rights' and Liability for their Violation Conclusions AUTOR / ASPECTO JURÍDICO / CÓDIGO CIVIL / CÓDIGO DE DIREITO DE AUTOR / CONCEITO / CONTRATO / DEFINIÇÃO / DIREITO DE AUTOR / DIREITOS EXCLUSIVOS / ESTATUTO / 47 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação FEDERAÇÃO RUSSA / GESTÃO COLECTIVA DE DIREITO DE AUTOR / LEGISLAÇÃO / PROPRIEDADE INTELECTUAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / REGULAÇÃO / SOCIEDADE [5504] FE.706 FRANCE. Centre National de la Cinématographie Les nouvelles formes de consommation des images : TNT, TVIP, VOD, sites de partage, piraterie… : Analyse qualitative [documento electrónico] / QualiQuanti ; CNC, Centre National de la Cinématographie. - Adibe Acrobat 7.0 ; 311 KB. - Paris : CNC, 2007. - 46 p. - acedido a 18-02-2008. – http://www.cnc.fr/CNC_GALLERY_C ONTENT/DOCUMENTS/publications/ etudes/qualivideo_271107.pdf . - Perante o desenvolvimento das tecnologias digitais e das ofertas de serviços que lhes estão associadas, o Centro Nacional da Cinematografia francês procurou efectuar um estudo qualitativo sobre as novas formas de consumo de programas audiovisuais e cinematográficos. Este estudo foi confiado ao Instituto QualiQuanti. O estudo procura avaliar a diversidade dos comportamentos de consumo, as modalidades de visionamento de acordo com o terminal, a percepção dos telespectadores em relação estas novas ofertas audiovisuais, a satisfação dos utilizadores, as suas motivações e as suas expectativas. Trata-se, igualmente, de compreender o funcionamento das eventuais alterações de escolhas do público no seu consumo de programas de televisão (cabo, satélite, ADSL, TNT), de filmes em salas, de DVD e de vídeo na Internet. Este estudo tenta pôr em destaque as novas tendências de consumo. Para apreender estes novos comportamentos, optou-se por uma abordagem voluntariamente abrangente e multidimensional. Os diferentes modos de acesso e as suas especificidades em termos de consumo e de percepção pelo público foram examinados. O impacto das modalidades financeiras de acesso aos conteúdos foi também avaliado. Os comportamentos de pirataria foram igualmente objecto de uma análise em relação a estas novas ofertas. A diversidade dos apoios (físico ou desmaterializado), os conteúdos (de acordo com a sua tipologia) foi tida em conta (trad. de 'Objectifs'). - Contém: Avertissement; Objectifs; Méthodologie; Synthèse; Montée en puissance de la technologie: I.Nouveaux moyens d’accès et multiplication des écrans; II.La mise en réseau des appareils; III.La montée en puissance du stockage numérique; IV.La prise de contrôle sur la vidéo; V.Un effet immédiat sur la publicité; Élargissement de l’offre: I.L’offre gratuite est abondante, accessible et de qualité; II.Une attitude plus sélective vis-à-vis de l’offre payante; III.Les atouts de l’offre payante à la carte; La VOD: I.Un service novateur au potentiel important; II.Un mode de visionnage très motivant; III.Pratiques de consommation actuelles de la VOD; IV.VOD via la télévision et VOD sur le Web; V.Attentes et tendances vis-à-vis de la VOD payante; VI.La télévision à la demande gratuite ou «catch-up TV»; Les sites de partage de vidéos: I.Motivations à l’usage des sites communautaires de vidéos; II.Usages et perception des leaders YouTube et Dailymotion; III.Le streaming illégal : la piraterie «douce»; La Piraterie: I.Durcissement et banalisation de la piraterie; II.Maturité et généralisation de la piraterie «classique»; III.Le streaming contre le téléchargement; IV.Le développement de la piraterie nomade; V.La pression de l’illégalité et les moyens de lutte 48 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação ACESSO À INFORMAÇÃO / ANÁLISE QUALITATIVA / CINEMA / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / DIGITAL / DOMICÍLIO / DVB-T / ECRÃ / ESPECTADOR / EQUIPAMENTO DE TELEVISÃO / FRANÇA--Internauta / INTERNET--Difusão da Informação / INTERNET--IPTV-Internet Protocol TV / INTERNET--Sítio Internet / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / METODOLOGIA / OFERTA / PAY-TV / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / PIRATARIA AUDIOVISUAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / SUPORTE DE INFORMAÇÃO / TELESPECTADOR / TELEVISÃO--Teledistribuição / VIDEO-ON-DEMAND [5505] FE.763 FRANCE. NPA Conseil Vidéo à la demande en Europe : Second recensement des services de VoD : Mission pour la Direction du developpement des médias et l’Observatoire Européen de l’Audiovisuel [documento electrónico] / NPA Conseil. - Adobe Acrobat 7.0 ; 181 KB. - [Paris?] : NPA Conseil, 2008. - 32 p. - acedido a 2002-2008. – http://www.obs.coe.int/online_publicati on/expert/vod2008_note.pdf . - Duzentos e cinquenta e oito serviços de VoD foram contabilizados nos 24 países europeus que integram este estudo. A França, os Países Baixos e a Alemanha são, tal como em 2006, os países líderes em termos de ofertas. Mais de 70% dos serviços estão, pelo menos, presentes na Internet, que constitui a primeira rede de distribuição das ofertas de VoD. É nomeadamente na Internet que se desenvolvem os serviços 'catch up TV' dos editores de canais, e que constituiram uma das grandes evoluções em matéria de ofertas este ano. Os editores de canais até então pouco ou mal posicionados no mercado do VoD dispõem actualmente, através destas ofertas, de serviços fortemente diferenciados e atractivos. Na sua esteira, as outras plataformas de VoD, posicionadas antes originariamente num catálogo de filmes de cinema, apostam agora fortemente nos conteúdos de TV. Os distribuidores, nomeadamente os operadores de IPTV, permanecem contudo os actores mais implicados no fornecimento de ofertas de VoD. É sobre as suas redes que o consumo é hoje mais sustentado, à imagem do que acontece na França, onde 80% dos conteúdos são visionados numa oferta de IPTV contra 20% para as ofertas propostas na Internet. O ano 2007 ter-se-á caracterizado pelos sítios de partilha de vídeos que (a exemplo do Dailymotion e do YouTube) limitaram o fornecimento de serviços de VoD de conteúdo profissional (em oposição aos conteúdos User Generated Content). Para estes serviços, assim como para as ofertas de VoD globais gratuitas, a exemplo do Joost, o acesso ao conteúdo de qualidade é contudo um dos principais desafios para poder fazer concorrência às ofertas dos actores domésticas. A emergência das ofertas 'catch up TV' e a influência dos sites de partilha de vídeos contribuíram para introduzir o modelo de comercialização de vídeos em FoD (Free on Demand), cujo conteúdo, financiado pela publicidade, é proposto gratuitamente ao telespectador/internauta. Com o SVoD, aparece um dos modelos escrutinados para o futuro pelos editores dos serviços europeu (trad. adap. de 'Executive Summary'). DOCUMENTO RELACIONADO: «La Video à la Demand en Europe: Étude réalisée par NPA Conseil pour la Direction du développement des médias ( DDM-France) et L'Observatoire euro49 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação péen de l'audiovisuel», disponível nesta mesma base de dados sob o número de referência [MFN] 5224, e com a Cota FE.678. - Contém: 1. EXECUTIVE SUMMARY; 2. CONTEXTE DE L’ETUDE ET METHODOLOGIE: 2.1 Rappel du contexte de l´étude; 2.2 Méthodologie; 3. RECENSEMENT DES SERVICES DE VOD; 4. SYNTHESE DES EVOLUTIONS DU MARCHE DE LA VOD; 4.1 Etat des lieux des services de VoD selon leurs supports de distribution; 4.1.1 Internet, réseau de distribution de la majorité des services de VoD, et notamment des nouvelles offres de catch up TV; 4.1.2 La VoD devient un élément indissociable des offres multi-services des opérateurs DSL; 4.1.3 Le câble présentera de solides atouts une fois la numérisation de ses réseaux achevée; 4.1.4 Handicapés par l’absence de voie de retour de leurs réseaux, les opérateurs d´offres de télévision par le satellite et l´hertzien pourraient investir dans des boîtiers convergents 4.2 Les différents types d´acteurs évoluant sur le marché de la VoD; 4.2.1 Parmi les distributeurs, les opérateurs DSL sont toujours les plus dynamiques; 4.2.2 Les chaînes de télévision profitent de l´essor de la catch up TV; 4.2.3 Les autres éditeurs de services de VoD : une pléiade d´acteurs toujours plus nombreux et hétérogènes; 4.2.4 De nouveaux acteurs/intermédiaires apparaissent sur la chaîne des métiers : les comparateurs de prix et les solutions de recherche vidéo; 4.3 Etat des lieux des développements des services de VoD concernant l´offre éditoriale; 4.3.1 Une offre de films de cinema toujours plus importante bien que toujours en peine d´exclusivités 4.3.2 Les contenus télévisuels en forte progression avec l´émergence des offres de catch up TV; 4.4 Etat des lieux des développements des services de VoD en termes de modèles économiques; 4.4.1 Les modèles de location encore largement dominants et soutenus par l´émergence de la SVoD; 4.4.2 La FoD et l’insertion de publicité contextuelle, des tendances fortes pour un futur proche AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONSUMIDOR-Comportamento do Consumidor / CONTEÚDO / CONVERGÊNCIA / DADOS ESTATÍSTICOS / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio de Retalho / DVB-T / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO--Modelo Económico / EMPRESA EDITORA / EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES / ESTUDO DE CASO / FILME / INTERNET--Internauta / INTERNET-Difusão da Informação / INTERNET-IPTV-Internet Protocol TV / INTERNET--Sítio Internet / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / METODOLOGIA / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS-Mercado 18 / OFERTA / NPA CONSEIL / PAÍSES EUROPEUS / PLATAFORMA DIGITAL / PROGRAMA DE TELEVISÃO / PVRPERSONAL VIDEO RECORDER / RECOLHA DE INFORMAÇÃO / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO POR CABO / TELEVISÃO POR SATÉLITE / VÍDEO / VIDEOON-DEMAND--FVoD-Free Video-ondemand / VIDEO-ON-DEMAND-SVoD-Subscription Video-On-Demand [5506] FE.764 UNESCO. United Nations Educational, Scientific and Cultural Organisation Press Freedom, safety of journalists and impunity / UNESCO, United Nation Educational, Scientific and Cultural Organisation. - Adobe Acrobat 7.0 ; 432 KB. - Paris : UNESCO, 2007. - 84 p. acedido a 20-02-2008. – 50 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação http://unesdoc.unesco.org/images/0015/ 001567/156773e.pdf . - O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é a ocasião para recordar ao mundo a importância da protecção de um dos direitos humanos fundamentais, como o é a liberdade de expressão, consagrado no artº 19º da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Com a violência contra os profissionais dos media a constituir uma das maiores ameaças à liberdade de expressão, o Director-geral da Unesco resolveu dedicar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (3 de Maio) do ano de 2007 à segurança dos jornalistas. Durante a década transacta, testemunhámos uma dramática escalada do nível de violência contra os jornalistas e profissionais dos media. Em muitos países, são molestados, atacados, detidos e até assassinados. De acordo com as organizações profissionais, 2006 foi o ano mais sangrento, com o número de mortos a ultrapassar os 150. Centenas de outros profissionais foram presos, ameaçados ou atacados devido ao seu trabalho. Ser jornalista nunca foi tão perigoso. Sabemos que as zonas de conflito ou de pós-conflito são ambientes particularmente perigosos para os jornalistas. O pior exemplo é o Iraque, onde 69 profissionais dos media foram mortos em 2006. Mais de 170 trabalhadores, na sua larga maioria jornalistas locais, foram mortos naquele país desde o início do conflito em Abril de 2003. Não há memória de em toda a história ter havido uma matança de jornalistas em tão larga escala. Aqueles que arriscam a vida para fornecer informação independente e de confiança merecem a nossa admiração, respeito e apoio. Eles compreendem melhor do que ninguém que os media dão um contributo significativo no processo de recuperação, reconstrução e reconciliação. Certamente que o aumento da violência contra os jornalistas é, tragicamente, a prova da importância dos media para as sociedades modernas. A segurança dos jornalistas é uma questão que nos afecta a todos. Qualquer agressão contra um jornalista é um ataque aos nossos direitos fundamentais. A liberdade de imprensa e a liberdade de expressão não podem ser desfrutadas sem um patamar de segurança básica No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, consequentemente, devemos prometer reforçar os nossos esforços em prol da garantia da segurança dos jornalistas. Em particular, apela-se aos governos e às autoridades públicas para por um fim à cultura de permissividade e impunidade que rodeia a violência contra os jornalistas. Os governos devem cumprir as suas responsabilidades ao assegurar que os crimes contra os profissionais dos media são investigados e punidos. Este dia é também a ocasião para reconhecer os progressos que têm sido realizados para proteger a liberdade de imprensa. A UNESCO saúda a recente resolução das Nações Unidas que condena os ataques contra os jornalistas em cenários de conflito. Essa resolução representa uma vitória da campanha contra a impunidade e daqueles que se empenham a proteger a independência e os direitos dos profissionais dos media. Devemos aproveitar este momento para construir uma cultura de segurança dos media. Como celebramos o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, reflectamos nos meis de propagação dos valores que respeitam o papel vital dos media na promoção da paz, democracia e desenvolvimento sustentáveis. Vamos homenagear os profissionais dos media que perderam as suas vidas e honrar aqueles que nos oferecem informação apesar dos riscos e dos perigos. Sobretudo, enalteçamos a íntima relação entre a segurança dos jornalistas e a realização das nossas próprias liberdades. A nossa capacidade de agir no mundo enquanto cidadãos informados depende da forma como os media podem trabalhar livremente e em segu51 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação rança (trad. adap. de 'Foreword'). Contém: The safety of journalists is an issue thet affects us all; Pervasive climate of impunity makes journalists easy targets; States turn a blind eye to attacks on journalists; Keynote Speeches: How assassination in Colombia spurred fight against impunity; A climate of fear inhibits press freedom; Session I : Addressing the rising challenges to the safety of journalists and media workers; Session 2: The status of journalists and media workers in dangerous conflict; Session 3: Criminal organizations, corruption and investigative jornalism; Session 4: Impunity; Session 5: Actions to promote the safety of journalists; Concluding statement; Medellin Declaration: Securing the safety of journalists and combating impunity AGRESSÃO / ASSASSINATO / COMEMORAÇÃO / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONFLITO / CRIMINALIDADE / DECLARAÇÃO / FUNÇÃO DO JORNALISTA / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / GUERRA / GOVERNO / JORNALISTA / LIBERDADE DE EXPRESSÃO / LIBERDADE DE IMPRENSA / MEDELIN / PESSOAL DA COMUNICAÇÃO / PODERES PÚBLICOS / PREVENÇÃO / PRISÃO / PROTECÇÃO JURÍDICA / REUNIÃO INTERNACIONAL / SEGURANÇA / UNESCO / VIOLÊNCIA [5507] FE.765 OFCOM. Office of Communications Participation TV Part 1 : protecting viewers and consumers : Ofcom statement on consumer protection measures for viewers participating in programmes [documento electrónico] / OFCOM, Office of Communications. - Adobe Acrobat 7.0 ; 162 KB. - London : OFCOM, 2008. - 47 p. - acedido a 2102-2008. – http://www.ofcom.org.uk/consult/condo cs/participationtv/statement/ptvstatemen t.pdf . - Esta comunicação do Ofcom apresenta as novas medidas destinadas a proteger os consumidores e ajudá-los a restaurar a sua confiança nos programas que apelam aos membros do público à participação através do telefone, da Internet ou por meio de qualquer outra forma de comunicação. O tratamento conferido pelos radiodifusores às comunicações dos telespectadores e dos radiouvintes suscitou um sério crescendo do interesse público a seu respeito durante o ano de 2007. Os exemplos de práticas confrangedoras, na maior parte dizendo respeito aos serviços telefónicos taxados em valor acrescido, conduziram a sérias divergências entre a regulamentação do Ofcom e da PhonepayPlus (PP+). Pesadas multas foram aplicadas por ambos os organismos: o Ofcom impôs multas aos radiodifusores televisivos que totalizam mais de três milhões e meio de libras; a PP+ emitiu multas contra os fornecedores de serviços que totalizam £.580.000. Por causa do número e da aparente gravidade das divergências, em Março de 2007 o Ofcom abriu um inquérito ('O inquérito'), conduziu por Richard Ayre, um membro nãoexecutivo do Ofcom Content Board. O inquérito concluiu que os problemas sistémicos aparentam resultar do recurso pelos radiodifusores televisivos às chamadas telefónicas de valor acrescido, e emitiu várias recomendações sobre a questão e também acerca de outras formas de comunicação do público. O Ofcom procedeu a uma consulta sobre estas recomendações resultantes do inquérito, entre Julho e Outubro de 2007, num documento intitulado «Participation TV: protecting viewers and consumers, and keeping advertising 52 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação separate from editorial» ('A consulta'). Este documento apresenta em detalhe os resultados da consulta. A consulta abordou igualmente, a separação dos conteúdos editoriais do material publicitado, a propósito dos programas dedicados à promoção de chamadas telefónicas taxadas com valor acrescido. Esta questão não aparece tratada neste documento e será considerada separadamente (como parte do documento «Participation TV Part 2»), que o Ofcom espera vir a publicar brevemente (trad. adapt. de um excerto de 'Executive Summary'). - Contém: 1. Executive summary; 2. Background; 3. Licence amendment; 4. Verification; 5. Summary of responses; 6. New Guidance to broadcasters; ANNEX: 1. Draft licence variation CANAL DE TELEVISÃO / CONCURSO / CONTEÚDO / DEFESA DO CONSUMIDOR / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / INQUÉRITO / INTERESE PÚBLICO / INTERNET--Internauta / JOGO TELEVISIVO / LICENÇA COMERCIAL / OFCOM / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO / PROGRAMA DE TELEVISÃO / PUBLICIDADE / RECOMENDAÇÃO / REGULAÇÃO / REINO UNIDO / RELATÓRIO / SMSSHORT MESSAGE SERVICE / TAXA / TELEFONE / TELESPECTADOR / TELEVISÃO / VALOR--Valor Acrescentado [5508] FE.766 EUROPEAN COMMISSION. Enterprise and Industry Directorate-General Promoting entrepreneurship on TV and in other audio-visual media : Report of the Expert Group [documento electronico] / European Commission, Enterprise and Industry Directorate-General. Adobe Acrobat 7.0 ; 315 KB. - Brussels : European Commission, 2007. - 43 p. acedido a 22-02-2008. – http://ec.europa.eu/enterprise/entreprene urship/support_measures/av/media_repo rt_en.pdf . - O presente relatório, elaborado por um grupo de peritos em media e em cooperação com a Comissão Europeia, debruça-se sobre as possibilidades que a televisão e os outros meios audiovisuais proporcionam na melhoria da imagem do empreendedorismo na Europa. O empreendedorismo é o principal dinamizador da inovação, da competitividade e do crescimento económico. Contudo, menos de metade da população da Europa gostaria de ser empresária; a maioria prefere trabalhar por conta de outrém. Nos EUA, mais de 60% da população prefere ser 'patrão de si mesma', e só cerca de 40% manifesta uma preferência pelo estatuto de empregado. O nosso conhecimento acerca de qualquer assunto sobre o qual não possuímos nenhuma experiência pessoal é largamente influenciado pelos media, e em especial pela televisão. Muitas das nossas noções sobre negócios e empreendedorismo foram-nos transmitidas por meio da TV. Além disso, a televisão pode influenciar as escolhas ocupacionais e o desejo de nos tornarmos em empresários. A TV, a rádio e a Internet alcançam uma audiência vasta; podem divulgar como é ser um empresário, e podem fornecer esta informação factual de forma descontraída. O empreendedorismo é um fenómeno com muitas facetas, algo que é reflectido na grande variedade de programas que tratam desta questão, entre eles reportagens com um conteúdo empreendedorístico, documentários (por exemplo, histórias do sucesso dos empresários), a informação, os programas de consultoria (por exemplo, como começar um negócio num determinado ramo de actividade), os filmes ou as séries em que o carácter empreendedor desempenha um papel importante, as novelas sobre empresá53 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação rios e, também, concursos em que os potenciais empreendedores tentam ganhar uma oportunidade de ínicio. Este documento analisa como os diferentes programas podem ser concebidos para apresentar e promover os vários aspectos do empreendedorismo. Algumas das oportunidades que os meios audiovisuais oferecem para a promoção do empreendedorismo estão já a ser utilizadas pelos Estados-Membro, enquanto que outras permanecem, na sua maior parte, inexploradas. Algumas actividades que este relatório aborda são de promoção indirecta, tal como a criação de eventos e de colocação de mensagens nos media da comunidade, a tradicional promoção na televisão (anúncios de TV), bem como os patrocínios e as concessões. O relatório apresenta também algumas idéias para o trabalho e iniciativa futuras, que poderiam ajudar a promover mais e melhor o empreendedorismo através da televisão e de outros media audiovisuais. Um exemplo é a acrescida troca de informação entre Estados-membro sobre boas práticas acerca de como as partes interessadas e o público em geral podem ser melhor informados sobre o empreendedorismo. Um trabalho acrescidamente científico sobre esta questão, mas também a criação de uma maior consciência para a mesma e uma melhor cooperação entre governos, administrações, produtores e radiodifusores, são também aqui incentivados. As primeiras etapas nesse sentido poderiam ser discutidas numa conferência européia sobre o empreendedorismo. Uma outra possibilidade de aumentar a atracção por esta temática pelos media poderia ser premiar os programas que apresentassem o empreendedorismo actual de uma forma particularmente interessante e estimulante. O relatório propõe também a selecção dos "embaixadores para o empreendedorismo". Os empresários bem sucedidos e responsáveis poderiam enviar aos media comunicações credíveis sobre empreendedorismo. (trad. adapt. baseada no resumo de Thomas Jaegers ). - DOCUMENTO RELACIONADO: «The Promotion of Entrepreneurship in the Adio-Visual Media (Esp. TV)», disponível nesta mesma base de dados sob o número de referência (MFN) 5312 e com a Cota FE.705, ou ainda em: http://ec.europa.eu/enterprise/entreprene urship/support_measures/av/media_stud y.pdf . - Contém: EXECUTIVE SUMMARY; 1. OBJECTIVES OF THE PROJECT AND STRUCTURE OF THE REPORT; 2. MEDIA AND CAREER DECISIONS - SHORT SUMMARY OF THE LITERATURE; 3. PRESENTING AND PROMOTING ENTREPRENEURSHIP IN THE MEDIA: 3.1. Different types of TV programmes that feature entrepreneurial issues; 3.2. Promotion of entrepreneurship in other audiovisual media, e.g. radio and Internet; 4. INSTRUMENTS AND WAYS TO PROMOTE ENTREPRENEURSHIP ON TV AND IN OTHER AUDIOVISUAL MEDIA 4.1. Indirect promotion: events that are covered by the media; 4.2. Sponsorship and media cooperation; 4.3. Promotional spots on TV and on the Internet; 5. PROPOSALS AND IDEAS FOR FUTURE WORK, RECOMMENDATIONS; LIST OF EXPERTS ACESSO AO EMPREGO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / CARREIRA PROFISSIONAL / COMISSÃO EUROPEIA--Proposta CE / COMPORTAMENTO SOCIAL / CRIAÇÃO DE EMPREGO / EFEITO SOBRE O PÚBLICO / EMPRESÁRIO-Espírito Empresarial / ESTADO MEMBRO / ESTÍMULO / FUNÇÃO DA INFORMAÇÃO / FUNÇÃO DA TELEVISÃO / GÉNEROS TELEVISIVOS / GRUPO DE PERITOS / INFLUÊNCIA / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / PATROCÍNIO-Promoção Comercial / PUBLICIDADE 54 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação / PROGRAMA DE TELEVISÃO / RECOMENDAÇÃO / TELEVISÃO [5509] P.P.30 MASCARENHAS, Raul Congresso das Comunicações 07 : as mudanças do Portugal 2.0 / dir. Raul Mascarenhas. - Sob o mote «Portugal 2.0: Comunicações em Mudança», a edição de 2007 do Congresso das Comunicações voltou a reunir, desta vez no Centro de Congressos do Estoril, todos os responsáveis e interessados no sector das tecnologias da informação e comunicação (TIC). Naquele que é considerado o maior debate em Portugal neste mercado, fizeram-se pontos da situação, traçaram-se cenários e perspectivas, confrontaram-se ideias e posições. Foram tratados de forma detalhada os vários temas ligados às TIC, desde os mais gerais, como as comunicações em mudança, novo sector num contexto global, o i2010, o desenvolvimento sustentável e a info-inclusão e as tendências do novo consumo, até questões mais concretas, como a nova regulação europeia e nacional, a visão dos investidores, a formação e competitividade e a mobilidade e convergência. A TDT esteve em grande destaque, numa altura em que o processo de concurso está prestes a arrancar. E a sessão do 'estado da Nação das comunicações' voltou a juntar todos os protagonistas das operadoras de comunicações num encontro mais uma vez animado. Contém: Sumário; Frases; Principais ideias; Sessão de Abertura; Sessão Plenária 1: No limiar de uma Nova Era; Sessão Plenária 2: Revolução da WEB; Sessão Plenária 3: Portugal surpreende; Sessão Plenária 4: Um 'novo mundo'; sessão Plenária 5: Sector em mudança; Sessão Simultânea 1: Nas mãos do consumidor; Sessão Simultânea 2: Que regulação? Sessão Simultânea 3: Info- inclusão: um dever de todos; Sessão Simultânea 4: Prioridades nacionais: Sessão Simultânea 5: Rumo à convergência total; Sessão Simultânea 6: Investidores apostam; Sessão Simultânea 7: Mais e melhor formação; Sessão Plenária 6: Incertezas na TDT; Sessão Plenária 7: Que estado para a Nação; Encerramento In: Comunicações. - Lisboa. - ISSN 0870-4449. - A. 22, nº 184 (Jan. 2008), pp. 4-59 ACESSO / APDC / BALANÇO / COMPETITIVIDADE / COMUNICAÇÃO / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONVERGÊNCIA / DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL / DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO / DIGITAL / DVB-T / ESTORIL / FORMAÇÃO PROFISSIONAL / GOVERNO / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INTEGRAÇÃO SOCIAL / INTERNET--Sistema de Informação / INVESTIMENTO / LEGISLAÇÃO / LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / MUDANÇA TECNOLÓGICA / PORTUGAL / REDES E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REGULAÇÃO / REUNIÃO INTERNACIONAL / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO--Nova Tecnologia / TELECOMUNICAÇÃO--Política das Telecomunicações / TELEVISÃO [5510] P.P.30 MASCARENHAS, Raul TDT : O ano da TV / dir. Raul Mascarenhas. - O concurso para a TDT arranca em breve. Um ano depois, será disponiblizado um quinto canal generalista. 2008 vai ser mesmo o ano da 55 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação televisão. O grupos posicicionam-se (...) O novo canal é visto como uma ameaça para as estações de TV, mas como uma grande oportunidade para quem quer entrar. In: Comunicações. - Lisboa. - ISSN 0870-4449. - A. 22, nº 184 (Jan. 2008), pp. 82 ANACOM / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / CANAL DE TELEVISÃO / CONCURSO PÚBLICO-Contrato Público / DECISÃO / DVB-T / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / GOVERNO / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / INQUÉRITO / INTERESSE PÚBLICO / INTERNET--IPTV-Internet Protocol TV / MINISTRO DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES / MUDANÇA TECNOLÓGICA / PLATAFORMA DIGITAL / PORTUGAL / SET-TOP-BOX / TELEVISÃO DE ALTA DEFINIÇÃO / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5511] P.P.30 MASCARENHAS, Raul Broadcast Mobile : TV sem consensos / dir. Raul Marcarenhas. - A televisão móvel é cada vez mais um tema que motiva paixões. As oportunidades de negócio que oferece são quase ilimitadas, mas os desafios que acarreta também o são. Que tecnologias escolher, quais as infra-estruturas mais eficientes, quais os modelos regulatórios mais adequados e que estratégias de negócio implementar são questões ainda por responder. In: Comunicações. - Lisboa. - ISSN 0870-4440. - A. 22, nº 184 (Jan. 2008), pp. 84-87 APDC / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / DEBATE / DVB-H / DVB-SH / ESPECTRO RADIO- ELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / FREQUÊNCIA RADIOELÉCTRICA--Banda de Frequências / GESTÃO / GOVERNO / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS--Mercado 18 / MUDANÇA TECNOLÓGICA / POLÍTICA GOVERNAMENTAL / NORMA / PORTUGAL / RADIODIFUSÃO / REGULAÇÃO / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO / TELEVISÃO--Televisão Móvel / T-DMB / UNIÃO EUROPEIA--Acção Comum [5512] FE.767 CHAMPNISS, Guy, et. alli. Integrated entertainment : Our insight, our foresight [documento electrónico] / Guy Champniss / Dinah Gray / Kristi Maroc ; edit. B6 Integrated Entertainment. - Adobe Acrobat 7.0 ; 0,97 MB. London : B6 Integrated Entertainment, 2006. - 50 p. - acedido a 25-02-2008.http://www.b6entertainment.com/news/I ntegrated_Entertainment_Insight_and_F oresight_Dec_2006.pdf . - A integração (ou colocação) de produtos é hoje tema de debate nas indústrias de entretenimento e da publicidade, visto tratar-se de uma nova forma de encarar os problemas colocados pela diminuição das audiências e pela desatenção dos consumidores. Mas será realmente uma novidade? O historiador Alessandro Giannatasio reivindica que já há quinhentos anos atrás o negócio era florescente e que o artista veneziano Paolo Veronese estava entre os primeiros a reconhecer que as marcas poderiam ser integradas nos conteúdos com mútuos benefícios. O historiador afirma que Veronese e o seu irmão fizeram negócios que incluíam mostrar as últimas modas nos temas das suas 56 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação pinturas, tornando dessa forma altamente visível o rico e poderoso séc. XV de Veneza. Igualmente, há mais de um século, que os dois imão irmãos Lumière, Auguste e Louis, criaram o primeiro projector de imagens em movimento e iniciaram a produção dos primeiros filmes em todo o mundo. Envolveram-se neste negócio juntamente com um produtor, Henri Lavanchy-Clarke, que desenvolvia uma actividade paralela - como publicista dos Lever Brothers - e que foi o primeiro a perceber o potencial que uma tal invenção tinha na influência de massas. Com Lavanchy-Clarke no centro das operações, a curta-metragem intitulada «Washing Day in Switzerland» (1897), caracterizou-se pela disposição em locais estratégicos de inúmeras caixas de 'Sunlight Soap'. Mas não foi tudo... Os clientes que adquirissem embalagens de 'Sunlight Soap' durante a digressão cinematográfica de 1897, beneficiavam do acesso à exibição fílmica a metade do preço. Detalhes sobre os aspectos financeiros desta operação ou os pormenores sobre o impacto nos índices de vendas perderam-se com o tempo, mas trata-se de indicadores inequívocos de que o conteúdo do entretenimento pode exercer uma poderosa influência no comportamento do consumidor. Por conseguinte, a colocação de produtos ('product placement') é mesmo mais antiga que Hollywood, e cem anos após aquele primeiro filme o negócio está de volta, como uma vingança. Neste documento, apresentam-se as diferentes áreas que na indústria do entretenimento se envolveram no 'branded', bem como os seus principais intervenientes e os negócios por eles empreendidos, ilustrados com exemplos de trabalhos interessantes e criativos (trad. adapt). Contém: 1. History and Definitions; 2. Why now?; 3. Regulations; 4. Worldwid; 5. Deal structures; 6. Measurement; 7. The Value of tv format rights; 8. Lights, camera, integration; 9. TV is dead. Long live TV; 10. In conclusion; 11. Contact us; 12. The a-z of branded entertainment; 13. Appendix ANUNCIANTE / ARGUMENTAÇÃO / AUDIÊNCIA / CONCEITO / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONTEÚDO / CRIATIVIDADE / DEFINIÇÃO / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO-Modelo Económico / EFEITO SOBRE O PÚBLICO / ENTRETENIMENTO / ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA / FICÇÃO / FINANCIAMENTO / INFLUÊNCIA / GÉNEROS TELEVISIVOS / GLOSSÁRIO / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / PAÍSES EUROPEUS--Marca Comercial / PATROCÍNIO--Promoção Comercial / PATROCÍNIO / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA / PUBLICIDADE / TELEVISÃO COMERCIAL / TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS [5513] P.P.29 THOMSON, Stuart News of the Web / Stuart Thomson. - A Internet tem vindo a ser encarada desde há muito como a chave para a futura distribuição de canais de notícias. Com o aumento do número de Websites cujos conteúdos de vídeo se estão a tornar cada vez mais ricos, assim como de texto, os canais noticiosos procuram agora integrar a televisão e o negócio online como nunca antes o haviam feito In: Cable and Satellite Europe. London. - n.º 273 (Jan-Feb. 2008), pp. 10-17 AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / CANAL TEMÁTICO / CONTEÚDO / CONVERGÊNCIA / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO-57 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Modelo Económico / EDIÇÃO ELECTRÓNICA / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / INFORMAÇÃO / INTERACTIVIDADE / INTERNET--Internauta / INTERNET--Difusão da Informação / INTERNET--IPTV-Internet Protocol TV / MULTIMÉDIA / NOTÍCIA / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PUBLICIDADE / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO--Televisão Móvel / VÍDEO [5514] P.P.29 POMPHREY, Graham Safety in numbers / Graham Pomphrey. - Os fornecedores de serviços estão nesta altura confrontados com a necessidade de oferecer serviços de redes domésticas aos clientes que são detentores de um variado leque de dispositivos digitais. Neste artigo, o seu autor investiga as estratégias de mudança empreendidas pelos operadores para garantir a segurança dos conteúdos fornecidos aos seus clientes In: Cable and Satellite Europe. London. - n.º 273 (Jan-Fev. 2008), pp. 18-20 AUDIOVISUAL / COMPUTADOR / CONTEÚDO / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL / DIREITOS DE REPRODUÇÃO / EMPRESA DE RADIODIFUSÃO / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / INTERNET-IPTV-Internet Protocol TV / PAY-TV / PIRATARIA AUDIOVISUAL / SEGURANÇA / SOFTWARE / SUBSCRITOR / SUPORTE DE INFORMAÇÃO / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO--Televisão Móvel [5515] FE.768 CONSEIL DE L'EUROPE. Comité des Ministres Déclaration du Comité des Ministres sur l’affectation et la gestion du dividende numérique et l’intérêt général : adoptée par le Comité des Ministres le 20 février 2008 lors de la 1018e réunion des Délégués des Ministres = Declaration of the Committee of Ministers on the allocation and management of the digital dividend and the public interest : Adopted by the Committee of Ministers on 20 February 2008 at the 1018th meeting of the Ministers’ Deputies [documento electrónico] / Conseil de L'Europe, Comité des Ministres. MHTML Document ; 309 KB. Strasbourg : Conseil de L'Europe, 2008. - acedido a 27-02-2008. – https://wcd.coe.int/ViewDoc.jsp?Ref=D ecl(20.02.2008)&Language=lanFrench &Ver=0002&Site=COE&BackColorInt ernet=9999CC&BackColorIntranet=FF BB55&BackColorLogged=FFAC75 versão inglesa: https://wcd.coe.int/ViewDoc.jsp?Ref=D ecl(20.02.2008)&Language=lanEnglish &Ver=0002&Site=COE&BackColorInt ernet=9999CC&BackColorIntranet=FF BB55&BackColorLogged=FFAC75 . - Contém (texto da Declaração) : Recordando o compromisso dos Estados-Membros em respeitar o direito fundamental à liberdade de expressão e de informação, como está garantido pelo artigo 10 da Convenção de salvaguarda dos Direitos do Homem e das Liberdades fundamentais (Convenção Europeia dos Direitos do Homem - STE n° 5); Recordando a importância para as sociedades democráticas da existência de um vasto leque de meios de comunicação independentes e autónomos, permitindo reflectir a diversidade de ideias e de opiniões, como enunciado na sua Declaração do Comité de Ministros sobre a liberdade de expressão e de informação 58 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação (29 de Abril de 1982); Consciente das vantagens e das oportunidades mas também dos desafios que apresenta a tecnologia digital para uma comunicação livre e pluralista, bem como a necessidade de salvaguardar os objectivos essenciais de interesse geral no ambiente digital, incluindo a liberdade de expressão e o acesso à informação, o pluralismo dos meios de comunicação social e a diversidade cultural, a coesão social, a participação democrática, a protecção dos consumidores e a vida privada; Consciente do facto que as escolhas técnicas e legislativas induzidas pela transição para um ambiente digital não deveriam ser determinadas únicamente por factores económicos, mas deveriam também ter em conta os factores sociais, culturais e políticos, e que conciliem um equilíbrio a encontrar entre os interesses económicos e os objectivos de interesse geral; Consciente do facto de que poderá ser necessário estabelecer um equilíbrio entre o desenvolvimento de uma abordagem da afectação e da gestão do espectro baseada numa pura lógica de mercado por um lado, e a promoção do pluralismo, da diversidade cultural e linguística e do acesso do público aos serviços audiovisuais na Europa, em especial à radiodifusão de acesso livre por outro; Consciente, em especial, que o espectro radioeléctrico será libertado devido à transição da radiodifusão analógica para a radiodifusão digital e da necessidade para os Estados de tomar decisões sobre a afectação e a gestão deste recurso público raro, no quadro do interesse geral; Sublinhando que o dividendo digital (1) oferece uma excelente oportunidade para satisfazer a procura em rápido crescimento de novos serviços, e que pode abrir o espectro aos radiodifusores para que estes possam desenvolver e alargar os seus serviços significativamente, assegurando que outras importantes utilizações sociais e económicas, como os serviços de alto débito ou os serviços multimédia móveis, capazes de contribuir para preencher o fosso digital, sejam tidas em conta aquando da afectação e da gestão deste recurso precioso; Preocupados com importância que todos os esforços sejam empreendidos para assegurar a todos o acesso efectivo e equitativo aos novos serviços de comunicação, à educação e ao saber, especialmente com o objectivo de evitar a exclusão digital e de reduzir, ou idealmente, preencher a fractura digital; Recordando a Recomendação Rec(2003)9, cujas medidas visam promover a contribuição democrática e social da radiodifusão digital, e em especial a sua abordagem orientada para o cidadão e as suas disposições relativas à transição para a radiodifusão digital; Recordando também a Recomendação Rec(2007)3, sobre a missão dos meios de comunicação social de serviço público na Sociedade da Informação, que sublinha o papel fundamental dos meios de comunicação social de serviço público no novo ambiente digital na promoção dos valores das sociedades democráticas, em particular, o respeito pelos direitos do homem, das culturas e do pluralismo político, oferecendo a todas as categorias de públicos uma larga gama de programas e de serviços, e promovendo a coesão social, a diversidade cultural e uma comunicação pluralista acessível a todos; Reconhecendo, sem estar a préjulgar os esforços em curso nas outras instâncias internacionais para uma abordagem harmonizada, o direito dos Estados-Membros de definir a sua própria política relativa à transição da radiodifusão analógica para a radiodifusão digital e a utilização do dividendo digital, compreendido como sendo o espectro radioeléctrico libertado por esta transição para um ambiente digital; Tendo presente a diversidade de situações do dividendo digital nos diferentes Estados-Membros por razões geográficas, históricas, políticas, cultu59 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação rais, linguísticas e por outras razões que, ainda que podendo ser tidas em conta por uma coordenação e uma planificação internacionais, podem tornar difícil uma harmonização rígida; Insistindo na necessidade de garantir aos utentes uma recepção dos serviços de radiodifusão hertziana estável e de resolver os problemas de interferência antes que uma eventual decisão seja tomada de colocar os serviços de radiodifusão e os serviços de telefonia móvel sobre as mesmas bandas ou em bandas adjacentes, Declara que os EstadosMembros: I. deveriam reconhecer a natureza pública do dividendo digital resultante da transição e a necessidade de o gerir como um bem público, de maneira eficaz, no interesse geral, e tendo em conta as necessidades presentes e futuras do espectro radioeléctrico; ii. deveriam prestar uma atenção específica à promoção da inovação, do pluralismo, da diversidade cultural e linguística, e ao acesso do público aos serviços audiovisuais, aquando da afectação e da gestão do dividendo digital e, para esse efeito, ter devidamente em conta as necessidades dos radiodifusores e dos meios de comunicação social em geral, tanto os meios de comunicação social de serviço público como os comerciais, bem como os dos outros utilizadores do espectro, existentes ou futuros; iii. deveriam também tomar em consideração o benefício que a afectação e a gestão do dividendo digital pode trazer à sociedade por um maior número de serviços audiovisuais diversificados, incluindo os serviços móveis, uma cobertura geográfica e uma capacidade de interactividade potencialmente melhoradas, bem como dos serviços que oferecem tecnologia de alta definição, recepção móvel, ou um acesso mais facilitado e menos oneroso. (1) espectro radioeléctrico libertado devido à transição da radiodifusão analógica para a radiodifusão digital (trad. adap.) AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONSELHO DA EUROPA / DECLARAÇÃO / DEMOCRACIA / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DIGITAL / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / ESTADO MEMBRO / GESTÃO / INTERESSE PÚBLICO / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL--Meios de Comunicação Privados / MUDANÇA TECNOLÓGICA / PLANEAMENTO DA COMUNICAÇÃO / PLURALISMO / RADIODIFUSÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / SERVIÇO DE INTERESSE GERAL / SERVIÇO PÚBLICO / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5516] P.P.118 MCGONAGLE, Tarlach Conseil de L'Europe, Comité des Ministres : Recommandation pour prómouvoir la valeur de service public de l'Internet / Tarlach McGonagle. - O Comité dos Ministros (CM) do Conselho da Europa adoptou recentemente uma recomendação que visa promover o valor de serviço público da Internet. O seu objectivo central, em adequação à cooperação com o conjunto das partes interessadas, é incitar os Estados a tomar todas as medidas necessárias para promover o valor de serviço público da Internet (...) As medidas propostas para atingir o objectivo central da recomendação deverão ser analisadas tendo em conta as linhas directrizes formuladas no anexo detalhado e completo da recomendação. A Recomendação CM/Rec (2007) 16 de 7 de Novembro está disponível para consulta em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11078 60 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 3-4 ACESSO À INFORMAÇÃO / ACESSO AOS DOCUMENTOS OFICIAIS / AUTO-REGULAÇÃO / CONSELHO DA EUROPA / CO-REGULAÇÃO / DEMOCRACIA / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DIREITO À VIDA PRIVADA / DIREITOS DO HOMEM / EDUCAÇÃO--Literacia para os Media / ESTADO MEMBRO / GOVERNANÇA / INTERESSE PÚBLICO / INTERCONECTIVIDADE / INTERNET--Difusão da Informação / INTERNET--Sistema de Informação / ISPINTERNET SERVICE PROVIDER / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / PLURALISMO / PROPRIEDADE INTELECTUAL / RECOMENDAÇÃO / SEGURANÇA / SERVIÇO DE INTERESSE GERAL / SERVIÇO PÚBLICO / SOFTWARE / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO-Tecnologia Digital / VALOR [5517] P.P.118 ROSSINI, Mara Cour de justice des Communautés européennes : Arrêt portant sur les obligations de distribution et la libre prestation des services / Mara Rossini. Um grupo de operadores de cabo da Bélgica (UPC, Coditel Brabant SPRL, Brutele e Wolu TV ASBL) contestou em 2001 perante o Conselho de Estado belga a obrigação que lhes era exigida pela legislação daquele país de difundir, na região bilingue de Bruxelas-Capital, os programas de televisão transmitidos por certos radiodifusores privados designados pelos poderes públicos. A contestação das suas obrigações de distribuição ("must-carry") baseava-se nos artigos 49 CE e 86 CE (este último interpretado em combinação com o artigo 82 CE). Os operadores de cabo defendiam que os radiodifusores privados que beneficiavam do estatuto de 'must-carry' gozavam de um direito especial que, em violação dos artigos 82 CE e 86 CE, seria de molde a falsear a concorrência entre os radiodifusores e a desfavorecer os radiodifusores estabelecidos num Estado-Membro outro que não a Bélgica, enquanto que um destes radiodifusores privados ocupava uma posição dominante no mercado da televisão paga na Bélgica francófona. Consideravam, igualmente, que em violação do artigo 49 CE, a livre prestação dos serviços sofria diversas restrições. O órgão jurisdicional nacional admitiu que a posição dos radiodifusores estrangeiros desejosos de ver os seus programas difundidos na rede de cabo na região bilingue de Bruxelas-Capital, encontrava-se certamente enfraquecida, no caso de negociações, em relação à dos radiodifusores privados beneficiários da obrigação de distribuição ('must-carry'). Para conhecer todos os contornos deste processo, para além da leitura integral da presente notícia, recomenda-se a leitura do Acordão de 13 de Dezembro de 2007 do Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, C-250/06, disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11101 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº (2008), pp. 4-5 AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / BÉLGICA--Regiões da Belgica / COMPETÊNCIA JURISDICIONAL / CONSELHO DE ESTADO / DECISÃO / DIREITO COMUNITÁRIO--Violação do Direito Comunitário / DIREITO DA CONCORRÊNCIA-Política de Concorrência / DIREITO TERRITORIAL--Fronteira 61 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Intracomunitária / DISTRIBUIÇÃO / EMPRESA DE RADIODIFUSÃO / LEGISLAÇÃO / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL--Meios de Comunicação Privados / MERCADO INTERNO--Livre Prestação de Serviços / PAY-TV / POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO / POLÍTICA DA CONCORRÊNCIA--Livre Concorrência / PROGRAMA DE TELEVISÃO / TELEVISÃO POR CABO / TRANSMISSÃO / TRIBUNAL DE JUSTIÇA DAS COMUNIDADES EUROPEIAS / UNIÃO EUROPEIA--Tratado da União Europeia [5518] P.P.118 ROSSINI, Mara Commission européenne : Comunication sur les contenus créatifes en ligne dans le marché unique / Mara Rossini. De acordo com um estudo sobre «os conteúdos interactivos e a convergência», concluído há um ano, os rendimentos que provêm dos conteúdos em linha deveriam quadruplicar entre 2005 e 2010 e passar de 1,8 para 8,3 mil milhões de euros. Estes rendimentos deveriam igualmente representar uma parte importante do volume de negócios total de certos sectores, nomeadamente os da música (20%) e dos videojogos (33%). A generalização do acesso alta velcidade e o aparecimento de novos aparelhos, de redes e serviços, oferecem novas possibilidades e criam novos desafios: conferem aos consumidores, que têm um papel cada vez mais importante a desempenhar, novos meios para aceder aos conteúdos criativos disponíveis e permitem-lhes mesmo exercer uma influência sobre esses mesmos conteúdos. As empresas, por seu turno, têm a possibilidade de propor novos serviços e de desenvolver novos mercados. A Comissão Europeia consi- dera que o sucesso destes desenvolvimentos e destes esforços será determinante para o crescimento, o emprego e a inovação na Europa. Pensa, igualmente, que estas questões devem, preferencialmente, ser tratadas a nível europeu, porque a maior parte destes novos serviços tem necessidade da dupla vantagem que representam as economias de escala e a diversidade cultural, facultadas pelo mercado interno da UE. A Comissão considera como "conteúdos criativos em linha", conteúdos e serviços tais como as criações audiovisuais em linha (cinema, televisão, música e rádio), os jogos em linha, e as publicações online, os conteúdos educativos em linha, bem como os conteúdos criados pelos utilizadores. A comunicação da comissão sobre esta matéria, COM (2007) 836 final, está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11096 . Consulte igualmente o dossier electrónico disponível nesta mesma base de dados bibliográficos, sob o número de referência [MFN] 5465 e com a cota FE.748 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 5 ASPECTO JURÍDICO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / COMISSÃO EUROPEIA-Proposta CE / COMUNICAÇÃO / CONCEITO / CONSUMO--Procura de Bens e Serviços / CONTEÚDO / CRIATIVIDADE / EDIÇÃO ELECTRÓNICA / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / INDÚSTRIAS CRIATIVAS / INQUÉRITO / INTERCONECTIVIDADE / INTERESSE PÚBLICO / INTERNET-Difusão da Informação / MERCADO INTERNO--Mercado Único / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELEC62 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação TRÓNICAS / PIRATARIA AUDIOVISUAL / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO [5519] P.P.118 KULK, Stefan Document de consultation sur le cadre futur du financement étatique des services publics de radiodiffusion / Stefan Kulk. - Em 2001, a Comissão adoptou a comunicação sobre a radiodifusão relativa à aplicação ao serviço público de radiodifusão das regras relativas aos auxílios estatais (ver ÍRIS 2001-10: 4). A comunicação sobre a radiodifusão visa determinar se o financiamento dos serviços públicos de radiodifusão é conforme com o artigo 86 (2) do Tratado CE e o protocolo sobre o sistema de radiodifusão pública nos EstadosMembros (protocolo de Amsterdão). A Comunidade Europeia publicou um documento de consulta sobre o quadro futuro que será aplicado ao financiamento estatal dos serviços públicos de radiodifusão. A consulta é a ocasião para os Estados-Membros e os receptores exporem o seu parecer a partir de um ponto inicial, antes de qualquer proposta da Comissão acerca da possível revisão da comunicação sobre a radiodifusão. O lançamento desta comsulta marca o início do exame da comunicação sobre a radiodifusão anunciado no plano de acção relativo aos auxílios estatal. A análise da comunicação sobre a radiodifusão será baseada em princípios fundamentais, como o reconhecimento da liberdade dos Estados-Membros na definição do serviço público de radiodifusão, a exigência aos Estados-Membros do estabelecimento das obrigações de serviço público de maneira clara e precisa e, a missão da Comissão na preservação de uma concorrência justa, examinando os possíveis efeitos desproporcionados sobre a concorrência decorrentes do sobrefinanciamento e subvenções cruzadas, com benefício tanto das actividades comerciais como de uma conduta anticoncorrencial. As principais questões abertas à discussão são a missão de serviço público no domínio dos novos meios de comunicação social e o controlo do sobrefinanciamento. Três documentos estão disponíveis sobre este assunto e que se indicam, respectivamente: Revisão da comunicação da Comissão relativa à aplicação ao serviços público de radiodifusão das regras relativas aos auxílios estatais, em: http://merlin.obs.coe..int/redirect.php/re direct.php?id=11080 Memorando explicativo relativo ao Questionário, em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11082 «Auxílios Estatais: a Comissão lança uma consulta pública sobre o quadro futuro do financiamento estatal do serviço público de radiodifusão», comunicado de imprensa de 10 de Janeiro 2008, IP/08/24, disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11084 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Europeen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 6 AUXÍLIO DO ESTADO / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / DIREITO COMUNITÁRIO--Controlo dos Auxílios Estatais / DIREITO DA CONCORRÊNCIA--Controlo dos Auxílios Estatais / DOCUMENTO DE TRABALHO / FINANCIAMENTO / ESTADO MEMBRO / INQUÉRITO / INTERESSE PÚBLICO / QUESTIONÁRIO / RADIODIFUSÃO / REVISÃO / SERVIÇO PÚBLICO / UNIÃO EUROPEIA--Tratado da União Europeia 63 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5520] P.P.118 ROSSINI, Mara Commission européenne : Communication sur l'éducation aux médias dans l'environnement numérique / Mara Rossini. - Numa recente comunicação, a Comissão Europeia explica querer promover a educação para os meios de comunicação social na União Europeia, visto que os media "permanecem factores determinantes para permitir aos Europeus melhor apreender o mundo e tomar parte na vida democrática e cultural". A diversificação das plataformas de comunicação e a abundância de produtos digitais, associadas a uma mobilidade crescente, convenceram a Comissão que são necessárias medidas para "melhor saber e compreender como é que os meios de comunicação social funcionam no mundo digital", nomeadamente porque tal poderá contribuir amplamente para "a realização dos objectivos que o Conselho Europeu de Lisboa, em 2000, fixou para a União", colocando a tónica numa economia do conhecimento concorrencial. A educação para os media é definida como "a capacidade de aceder aos meios de comunicação social, compreender e apreciar, com um sentido crítico, os diferentes aspectos dos media e o seu conteúdo e comunicar em diversos contextos". A abordagem sublinhada na comunicação refere-se a todos os meios de comunicação social, quer se trate de meios de comunicação de massa ("meios de comunicação social capazes de alcançar um público vasto através de diferentes canais de distribuição") ou de mensagens mediáticas (compreender como "conteúdo informativo e criativo os textos, os sons e as imagens emitidas e veiculados por diversos meios de comunicação, entre os quais a televisão, o cinema, o vídeo, os sítios Web, a rádio, os jogos de video e as comunidades virtuais")." A comunicação deseja melhorar a educação para os meios de comunicação social em três domínios: a comunicação comercial, as obras audiovisuais e o conteúdo em linha. A comunicação comercial inclui a publicidade, que é citada como fazendo "parte da vida diária e [... ] um dos elementos constitutivos da economia de mercado". A COM (2007) 833 final está disponível em todos os idiomas de trabalho da UE e pode ser consultada através da seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11087 Outras informações sobre este mesmo tema estão patentes nesta mesma base de dados sob o número de referência 5460 e com a Cota FE.746 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 6-7 ACESSO À INFORMAÇÃO / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / AUTO-REGULAÇÃO / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / COMUNICAÇÃO / COMUNICAÇÃO SO-CIAL / CONCEITO / CONTEÚDO / CO-REGULAÇÃO / DEFINIÇÃO / DIGITAL / EDUCAÇÃO--Literacia para os Media / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / GRUPO ETÁRIO / INTERNET--Internauta / INTERNET--Difusão da Informação / INTERPRETAÇÃO DA COMUNICAÇÃO / INVESTIGAÇÃO APLICADA / JUVENTUDE / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / POLÍTICA DO AUDIOVISUAL / PROGRAMA COMUNITÁRIO-Acção Comunitária / PUBLICIDADE / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL-Serviços Audiovisuais Lineares / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL--Serviços Audiovisuais Não-Lineares 64 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5521] [5522] P.P.118 KULK, Stefan Autorisation de plusiers régimes britaniques d'aides à la création cinématographique financés par la loterie nationale / Stefan Kulk. - A Comissão Europeia autorizou até o 31 de Dezembro de 2012, em consonância com as regras comunitárias sobre os auxílios estatais, doze regimes britânicos de apoio à criação cinematográfica. A Comissão considerou que estes regimes eram conformes com as regras comunitárias sobre os auxílios estatais à criação cinematográfica. Estes regimes têm por objectivo apoiar as produções de filmes culturais britânicos. São geridos por várias sociedades ou organismos - o UK Film Council, o Scottish Screen, o Northern Ireland Screen e o Film Agency for Wales - e a representam mais de 30,6 milhões de euros de apoio em cada ano. O Comunicado de Imprensa que se refere a esta matéria, IP/07/1890, está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11094 In: IRIS : Observations juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 7 APOIO ESTATAL / CINEMA / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Controlo / DIREITO DA CONCORRÊNCIA--Controlo dos Auxílios Estatais / FILME / FINANCIAMENTO / INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA / INVESTIMENTO / PODER EXECUTIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA--Organismo Público / POLÍTICA CULTURAL / PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA / REINO UNIDO-Regiões do Reino Unido P.P.118 ROSSINI, Mara Autorisation d'un régime d'aides français pour la création de jeux vidéo / Mara Rossini. - A Comissão Europeia aprovou recentemente um projecto de ajudas francês que visa incentivar a criação de jogos vídeo. Este regime de ajudas foi notificado pelas autoridades francesas em virtude do artigo 87 (3) de (d) do Tratado CE; a Comissão lançou seguidamente um procedimento de inquérito exaustivo para assegurar-se de que esta medida, que serve de instrumento de política industrial em prol do sector francês dos jogos vídeos, não era prejudicial às condições das trocas e da concorrência. Este regime de ajudas permite às empresas de fabrico de jogos vídeo implantadas na França deduzir até a 20% dos custos de produção de certos jogos. Esta medida é unicamente aplicável aos jogos vídeo que preenchem critérios de qualidade e de originalidade, contribuindo ao mêsmo tempo para a diversidade cultural. Os critérios de selecção inicialmente notificados eram julgados suficientemente vastos para englobar ao mesmo tempo os jogos produzidos para fins culturais e outras categorias, como os jogos vídeo de pura simulação. Poderá consultar o IP/07/1908, de 12 de Dezembro de 2007, na seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11098 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - nº 2 (2008), pp. 78 APOIO ESTATAL / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Controlo / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DIREITO DA CONCORRÊNCIA--Controlo dos Auxílios Estatais / FISCALIDADE--Dedução Fiscal / FRANÇA / EMPRESA EUROPEIA / 65 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação INDÚSTRIAS CRIATIVAS / JOGO ELECTRÓNICO / QUALIDADE / VÍDEO TELEVISÃO / TAXA DE RADIODIFUSÃO / TAXA DE TELEVISÃO [5524] P.P.118 [5523] P.P.118 RITTLER, Robert Hausse de la redevance de l'ORF / Robert Rittler. - A pedido do Director Geral do ORF (Radiotelevisão da Áustria), o Conselho da Fundação do Österreichischer Rundfunk decidiu aumentar a taxa do audiovisual. Este aumento foi adoptado com 15 votos a favor, 13 contra e 2 abstenções. A 1 Junho de 2008 a taxa aumentará de 9,4%; doravante, um lar pagará 15,10 euros por mês para a recepção dos canais emitidos por televisão. Os lares que recebem unicamente a rádio pagarão uma taxa mensal de 4,20 euros. Este aumento da taxa do audiovisual trará um suplemento de receitas anuais de 41 milhões de euros a partir de 2009. Na Áustria, qualquer pessoa que possa receber os programas de rádio e televisão da ORF é sujeito a uma taxa de audiovisual. As pessoas que possuem um receptor devem pagar uma taxa federal suplementar (1,16 EUR por mês para as televisões e 0,36 EUR para as rádios). Além disso, a posse de um aparelho de rádio dá lugar à cobrança de uma contribuição para o desenvolvimento artístico no montante de 0,48 euros por mês. Por último, os Länder cobram uma taxa pública atribuída à utilidade cultural. In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 8 AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / ÁUSTRIA--Regiões da Áustria / DOMICÍLIO / RECEITA / RECEPTOR DE RÁDIO / RECEPTOR DE NIKOLOVA, Rayna Report de la création du Fonds de radiotélévision / Rayna Nikolova. - A criação do Fundo búlagro de rádio-televisão foi adiado para 1 de Janeiro de 2009. Em conformidade com a lei relativa à radiotelevisão (ver ÍRIS 2002-2: 3), o financiamento dos operadores públicos (a televisão nacional búlgara e a rádio nacional búlgara) e do regulador dos meios de comunicação social (o Conselho dos meios de comunicação social electrónicos) é assegurado por um Fundo especialmente concebido para esse efeito: o Fundo de radiotelevisão, instaurado em cooperação com o Conselho dos meios de comunicação social electrónicos. Este Fundo é dirigido por um conselho de administração cuja composição é definida pelo Conselho dos meios de comunicação social electrónicos. Após uma recomendação do Fundo Monetário Internacional em 2001, a criação desta entidade havia sido adiada. Em virtude do artigo 2, parágrafos 1 e 4 das disposições transitórias e definitivas da lei relativa à radiotelevisão (publicada no Jornal Oficial nº 113 de 28 de Dezembro de 2007), a criação do Fundo conheceu um novo adiamento de um ano, ou seja, para 1 Janeiro de 2009. De acordo com as alterações introduzidas na lei, o Conselho dos meios de comunicação social electrónicos será subvencionado pelo orçamento do Estado até ao fim do ano 2008. A partir de 1 Janeiro de 2009, esta subvenção pública que reverte para a televisão nacional búlgara, a rádio nacional búlgara e o Conselho dos meios de comunicação social electrónicos, será integralmente financiada pelo Fundo. Para conhecer as disposições legislativas atrás referidas, dis66 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação poníveis numa versão em língua inglesa, deverá aceder a: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11064 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 8-9 AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / BULGÁRIA / ESTAÇÃO DE RÁDIO / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / LEGISLAÇÃO--Lei / ORÇAMENTO / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO / RÁDIO / SERVIÇO PÚBLICO / TELEVISÃO CanalSatellite, a 20 de Dezembro de 2006, cessou a sua divulgação. In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 11 AUDIOVISDUAL--Espaço Audiovisual Europeu / CANAL TEMÁTICO / CONTENCIOSO / CONTRATO / DECISÃO / FRANÇA / INTERPRETAÇÃO DO DIREITO / TELEVISÃO-Teledistribuição / TELEVISÃO POR SATÉLITE / TRIBUNAL [5526] P.P.118 [5525] P.P.118 BLOCMAN, Amélie Difficultés d'interpretation d'un contrat de distribution de TV par satellite / Amélie Blocman. - O canal temático Fox Life, lançado na França em 2005 com uma programação centrada em redor filmes, de ficções e séries, já não é mais, desde o fim do ano 2007 e no termo de uma batalha judicial, distribuído pelo CanalSatélite, o único 'bouquet' de satélite francês desde a sua fusão com o TPS no início 2007. O litígio referia-se sobretudo à duração do contrato de distribuição do canal, devido a divergências de interpretação, pelas partes, de uma adenda adicional ao mencionado contrato. Com efeito, esta previa que era válido por um período inicial de dois anos, ou seja até o 30 de Abril de 2007, susceptível de prorrogações sob reserva de uma notificação prévia enviada pelo menos 6 meses antes da data de expiração da duração inicial. É a razão pela qual, tendo em conta a ausência do exercício desta faculdade de opção pela Fox Life, o BLOCMAN, Amélie Annonce de la suppression de la publicité sur les chaînes publiques / Amélie Blocman. - Por ocasião de uma conferência de imprensa a 8 de Janeiro de 2008, o Presidente da República francesa, Nicolas Sarkozy, fez um anúncio muito comentado, dizendo estar a reflectir sobre a supressão total da publicidade nos canais públicos (a France2, a France3, a France4, e a France5). Porque «se os canais públicos funcionam de acordo com os mesmos critérios, as mesmas exigências, a mesma lógica que os canais privados, então não vê porque é que há um serviço público», observou aquele chefe de Estado. Recorde-se que os canais públicos são financiadas pela taxa (116 euros na Metrópole, por lar, em 2007) e pela publicidade. Os recursos provenientes da taxa do grupo deverão ascender a 1,945 mil milhões de euros em 2008; e as receitas da publicidade a 802 milhões de euros em 2007. O tempo de divulgação das mensagens publicitárias está regulamentado em oito minutos por hora nos canais da France Television, e os ecrãs publicitários destes canais não podem durar mais que quatro minutos (contra oito para os 67 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação outros canais). Qualificada de «verdadeira revolução cultural no serviço público da televisão», esta supressão será compensada «por uma taxa sobre as receitas publicitárias acrescidas dos canais privados e por uma taxa infinitesimal sobre o volume de negócios dos novos meios de comunicação, como a telefonia móvel e o acesso à Internet». Em contrapartida, nada foi evocado pelo chefe de Estado quanto a um possível aumento da taxa. A 11 de Janeiro, o Primeiro-ministro François Fillon anunciou que o governo contava «apresentar um projecto de lei durante o ano de 2008» para visar «o objectivo de aplicação» a 1 de Janeiro de 2009. Christine Albanel, ministra da Cultura e da Comunicação, por seu lado, indicou ter pedido a manutenção dos patrocínios publicitários no grupo de televisão público (10% das receitas publicitárias). A ministra, anunciou igualmente uma flexibilização das regras de publicidade televisiva aquando da transposição da directiva 'Serviços de comunicação social audiovisual', que será efectivada por ocasião do voto da lei sobre a supressão da publicidade na France Televisions. Uma acerca deste tema deverá em breve ser lançada, para concluir com os Franceses «um novo contrato de serviço público audiovisual». Para esse efeito, um fórum de discussão será aberto em breve no sítio do ministério da Cultura, «a fim de recolher as sugestões e desejos dos Franceses». O presidente da France Televisions considerou que um «esclarecimento» havia hoje sido feito e que, validava a estratégia editorial do grupo em prol de uma programação de qualidade. In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 12 ANÚNCIO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUDIO- VISUAL--Política do Audiovisual / CANAL DE TELEVISÃO / CONTRATO--Contrato Público / DIREITO COMUNITÁRIO--Aproximação das Legislações / FINANCIAMENTO / FRANÇA / GOVERNO / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / PATROCÍNIO / PRESIDENTE DA REPÚBLICA / PROPOSTA DE LEGISLAÇÃO / PUBLICIDADE / SERVIÇO PÚBLICO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL / TELEVISÃO / TEMPO DE ATENÇÃO [5527] P.P.118 BLOCMAN, Amélie Pistes pour une modernisation des rapports entre producteurs et diffuseurs audiovisiels / Amélie Blocman. Christine Albanel, ministra da Cultura e da Comunicação da França, recebeu uma nota da etapa da missão confiada aos senhores Kessler e Richard sobre a modernização da regulamentação das relações entre produtores e difusores audiovisuais (ver ÍRIS 2007-10: 13). Recordam que o governo deseja, nomeadamente, implementar os designados decretos 'Tasca' de 2001 e 2002, os quais submetem os canais a quotas, e os obrigam a consagrar 16% do seu volume de negócios às obras audiovisuais, das quais dois terços devem ser encomendadas a produtores independentes do canal. No fim desta primeira etapa, no decurso da qual os relatores receberam os intervenientes em causa (criadores, produtores, autores, difusores, distribuidores e fornecedores de acesso à Internet), os relatores estabeleceram um 'estado da arte' e identificaram pistas de reforma. Por um lado, a constatação é elaborada com base no crescimento limitado dos recursos para a criação audiovisual e também das receitas publicitárias dos 68 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação canais. A esse respeito, os relatores apelam aos poderes públicos que tomem as medidas que se impõem, nomeadamente por ocasião da transposição da Directiva de Serviços de Comunicação Social Audiovisuais (SMAV), para melhorar o financiamento que provém da publicidade, bem como da televisão pública. Assinalam, além disso, um forte aumento dos investimentos dos canais históricos nas obras audiovisuais entre 2000 e 2006: mais 38 por cento. O documento de trabalho sobre este tema pode ser consultado em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11090 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 12-13 AUDIOVISUAL--Política do Áudiovisual / CANAL DE TELEVISÃO / DIREITO COMUNITÁRIO--Direito Comunitário-Direito Nacional / DOCUMENTO DE TRABALHO / FRANÇA / GOVERNO / GRUPO DE PERITOS / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INVESTIMENTO / LEGISLAÇÃO--Decreto / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PRODUTOR AUDIOVISUAL / PUBLICIDADE / QUOTA / RELATÓRIO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL / TELEVISÃO / VOLUME DE NEGÓCIOS [5528] P.P.118 PROSSER, Tony Adoption par la BBC d'un Code de conduite relatif aux concurs et aux appels téléphoniques facturés au prix fort / Tony Prosser. - Na sequência das vivas críticas causadas pelo recurso às chamadas telefónicas facturadas a preço acrescido, aquando da realização de concursos, que se referiam tanto à BBC como aos radiodifusores comerciais (ver ÍRIS 2007-8: 11), a BBC publicou um Código de conduta relativo aos concursos e aos votos dos telespectadores, bem como novas disposições que restringem severamente a utilização deste tipo de chamadas telefónicas. O novo Código é aplicável ao conjunto dos concursos e votações interactivas, que sejam acompanhadoas ou não de chamadas telefónicas. A organização deste tipo de concursos deve ser com fins não lucrativos e, unicamente, fazerse com o objectivo de recolher fundos destinados a obras caritativas às quais a BBC presta o seu apoio. A honestidade, transparência, equidade e legalidade são as orientações soberanas no desen-rolar dos concursos e das votações. Os vencedores devem ser autênticos e em caso algum fictícios ou escolhidos previamente pela produção, ou mesmo cúmplices desta última; cada candidato deverá ter, verdadeiramente, a possibilidade de ganhar. Nenhum dentre eles poderá ser solicitado ar fazer-se passar por candidato ou vencedor. A descrição dos prémios corresponderá à realidade e estes serão entregues aos vencedores num prazo razoável. Os concursos ou os votos serão objecto de um regulamento claro e facilmente consultável pelos telespectadores. Independentemente das pressões exercidas para "fazer durar o espectáculo", a BBC não poderá comprometer a sua integridade editorial, nem dissimular eventuais práticas inconvenientes ou falsificar os resultados. O 'BBC Code of Conduct for Competitions and Voting' está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11069 Um comunicado de imprensa da BBC sobre esta matéria também pode ser consultado em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =1106 69 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação AUTO-REGULAÇÃO / BBC / CÓDIGO DEONTOLÓGICO / CONCURSO / DEFESA DO CONSUMIDOR / EMISSÃO DE TELEVISÃO / INTERACTIVIDADE / JOGO TELEVISIVO / PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO / PROGRAMA DE TELEVISÃO / REGULAMENTO / REINO UNIDO / TAXA / TELEFONE / TELESPECTADOR / VALOR--Valor Acrescentado [5529] P.P.118 PROSSER, Tony Publication par l'autorité de régulation de nouvelles recommandations relatives à la protection des mineurs dans les émissions télévisées / Tony Prosser. - O Office of Communications (Ofcom), autoridade britânica de regulação das comunicações, publicou recomendações relativas à protecção dos menores nas emissões difundidas pela televisão. Apesar do seu carácter não coercivo, trazem esclarecimentos sobre as disposições vinculativas do Código da radiodifusão. Estas recomendações compreendem uma série de conselhos a respeito das emissões susceptíveis de ser televisionadas por crianças, como a restrição horária das 21 horas aplicável aos programas destinados aos adultos, a cobertura mediática de infracções sexuais ou outras, o abuso de droga e de álcool, a violência e os comportamentos perigosos. Contudo, versam principalmente sobre a participação de menores nas emissões. O Código da radiodifusão prevê assim que «uma maior atenção deve ser conferida ao bem-estar físico e psicológico, bem como à dignidade» destes participantes, independentemente do consentimento dos pais, e que a sua participação não deve ser fonte de perturbações ou de ansiedade inúteis. As recomendações precisam que a consi- deração do bem-estar da criança deveria figurar no cerne das preocupações da produção. O sentido da expressão "uma maior atenção" varia de acordo com o formato da emissão e do grau de participação, bem como em função da idade, da maturidade e da capacidade dos participantes em pronunciar-se sobre a sua participação e as suas consequências prováveis. O «Guidance Notes Section One: Protecting the Under 18s» está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11070 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 14 AUTO-REGULAÇÃO / COMPORTAMENTO SOCIAL / CONTEÚDO / CRIANÇA / EMISSÃO DE TELEVISÃO / GÉNEROS TELEVISIVOS / HORA DE EMISSÃO / JUVENTUDE / OFCOM / PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO / PROGRAMA DE TELEVISÃO / PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA / PROTECÇÃO À INFÂNCIA / PROTECÇÃO À JUVENTUDE / RECOMENDAÇÃO / REGULAÇÃO / REINO UNIDO / TELEVISÃO [5530] P.P.118 LENGYEL, Mark Publication d'un document conceptuel relatif à une législation en matière de médias / Mark Lengyel. - No início de Janeiro de 2008, o Comissário da regulação dos meios de comunicação social audiovisuais da Hungria publicou um documento conceptual generalista relativo a nova legislação em matéria de meios de comunicação social. A publicação deste documento surge no seguimento da elaboração de uma es.tratégia nacional dos meios de comunicação social audiovisuais, durante do 70 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Verão de 2007. Uma consulta pública foi efectuada na sequência da publicação do projecto de estratégia. Aquando desta, sessenta e sete observações, ou seja um total de cerca de 650 páginas, foram apresentadas ao Comissário da regulação dos meios de comunicação social. O documento conceptual, já publicado, resume as repercussões sobre a legislação da estratégia nacional dos meios de comunicação social audiovisuais, tendo em conta os resultados da consulta pública. É consagrado essencialmente a cinco questões legislativas essenciais: - tratando-se das disposições gerais sobre o fornecimento dos serviços dos meios de comunicação social audiovisuais, visa instaurar um quadro regulamentar conforme à Directiva de Serviços de Comunicação Social Audiovisual, recentemente adoptada a nível europeu; - o documento conceptual prevê um regime regulamentar ex ante, a fim de promover a concorrência e o pluralismo de opinião no sector dos meios de comunicação social. Este regime baseie-se na análise das empresas de media, a fim de estabelecer se são susceptíveis de exercer uma influência determinante na opinião pública. Este estudo deve ser efectuado pela autoridade dos meios de comunicação social. Desde que uma empresa atinja os critérios fixados, que serão definidos pela lei, será objecto de uma série de sanções que visam preservar o pluralismo dos meios de comunicação social; - o terceiro domínio essencial abordado pelo documento conceptual é o dos meios de comunicação social de serviço público. A esse respeito, visa criar um quadro que seja conforme com a regulamentação comunitária em matéria de auxílios estatais. Convida à criação de um mecanismo de financiamento contratual que se coadune com o cumprimento efectivo de uma missão de serviço público claramente definida. O documento conceptual prevê, além disso, a integração dos orgãos dirigentes dos radiodifusores do serviço público húngaro e a integração organizacional das duas sociedades de televisão de serviço público; - a questão do controlo é igualmente colocada em destaque pelo documento conceptual. De acordo com este último, o Országos Rádió és Televízió Testület (Comissão nacional da rádio e a televisão - ORTT), actual autoridade da radiodifusão, cessará as suas actividades e será substituída por uma nova instância de regulação. Para além desta, o documento propõe a nomeação de um provedor para os direitos dos consumidores em matéria de meios de comunicação social; - o documento conceptual aborda igualmente o financiamento dos meios de comunicação social num capítulo distinto. A maior parte do financiamento público deve ser consagrada ao cumprimento, pelas empresas de meios de comunicação social de serviço público, da sua missão de serviço público. No Orçamento nacional reside a fonte deste financiamento. Este último, contudo, será reforçado com o pagamento hipotético de um montante (taxa) calculado por lar. Um resumo das observações recolhidas durante o processo de consulta ao documento de estratégia, numa versão em língua inglesa, está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11067 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - nº 2 (2008), pp. 14-15 AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMUNICAÇÃO SOCIAL / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DOCUMENTO DE TRABALHO / EMPRESA DE TELEVISÃO / ESTRATÉGIA / FINANCIAMENTO / FUSÃO DE EMPRESAS / INQUÉRITO / INTERESSE PÚBLICO / HUNGRIA / MEIOS DE COMUMICAÇÃO SOCIAL / PROJECTO DE 71 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação LEGISLAÇÃO / OPINIÃO / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO / PROVEDOR / RADIODIFUSÃO / REGULAÇÃO / SERVIÇO PÚBLICO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL / TAXA / TELEVISÃO esta notícia, numa versão inglesa, pode ser consultada na seguinte URL: http://merlin.obs.coe.int/redirect?id=110 74 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - ISSN 1023-8557. - nº 2 (2008), pp. 16 [5531] AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / CONTEÚDO / CONVERGÊNCIA / DIGITAL / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DIREITO COMUNITÁRIO--Direito Comunitário-Direito Nacional / DVB-T / INTERCONECTIVIDADE / LEGISLAÇÃO--Lei / MALTA / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PODER DE CONTROLO / POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO / RADIODIFUSÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REGULAÇÃO / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL--Serviços Audiovisuais NãoLineares P.P.118 AQUILINA, Kevin Récentes modification apportées à la loi relative à la radiodiffusion / Kevin Aquilina. - No seguimento das consultas da Autoridade de Malta das Comunicações e dos serviços do ProcuradorGeral, a Autoridade de regulação da radiodifusão propôs a modificação pelo governo de uma disposição da lei relativa à radiodifusão, capítulo 350 do diploma, nomeadamente o artigo 16B que trata das rádio digital. A modificação proposta visa alargar o âmbito de aplicação do artigo 16B de maneira a atribuir à Autoridade de regulação da radiodifusão o poder de autorização dos conteúdos radiodifundidos não apenas pelas rádios digitais, mas também das outras redes de comunicações electrónicas que fornecem este tipo de conteúdos, como a rede cabografada, os canais de televisão digital terrestre e os serviços de meios de comunicação social audiovisuais não-lineares (...) Esta modificação foi adoptada pelo Parlamento no âmbito dos artigos 19º e 20º da parte IIIª da lei de 2007, que contém modificações na legislação relativa às comunicações - lei n° XXX de 2007. Uma deliberação deverá ser publicada pelo Primeiroministro para permitir a entrada em vigor desta alteração. De permeio, a Autoridade da radiodifusão redigirá um projecto de regulamento de aplicação do artigo 16B, alterado pela lei relativa à radiodifusão, para proceder a consultas sobre o seu âmbito. A lei a que se refere [5532] P.P.118 SANTOS, Luis António Une nouvelle résolution ministérielle permet la création d'une chaîne gratuite supplémentaire sur la plateforme de TNT / Luis António Santos. - O Conselho de Ministros português adoptou uma resolução que permite a criação de uma quinto canal de televisão nacional gratuita sobre a próxima plataforma de televisão digital terrestre. A resolução, adoptada a 3 de Janeiro de 2008, precisa que a capacidade do espectro radioeléctrico disponível sobre multiplex A deve ser reservada para: a) à radiodifusão de um novo serviço gratuito de programas emitidos por televisão que não esteja sujeito a 72 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação nenhumas condições; b) à radiodifusão não simultânea (até à supressão da televisão analógica) de fluxos de alta definição pelos fornecedores de serviços disponíveis no multiplex A; c) a outros serviços das comunicações electrónicas, em função da capacidade do espectro. Esta iniciativa decorre no seguimento da publicação da nova lei relativa à televisão portuguesa, que regula ao mesmo tempo o acesso às actividades de radiodifusão e o exercício destas - lei nº 27/2007 de 30 de Julho de 2007. O diploma legal contém disposições relativas à adopção da televisão digital terrestre e está de acordo com a Comunicação da Comissão Europeia de 24 de Maio de 2005, relativa à aceleração da transição da radiodifusão analógica para a radiodifusão digital. O Comunicado de imprensa do Conselho de Ministros a que se refere esta notícia está disponível em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11075 Mais informações relativas às principais etapas do processo de implentação da TDT em Portugal disponíveis em: http://merlin.obs.coe.int/redirect.php?id =11076 i.e., http://ics.pt/index.php?op=cont&lang=p t&Pid=78&area=332 In: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel. - Strasbourg. - nº 2 (2008), pp. 16 AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / CANAL DE TELEVISÃO-Poder de Decisão / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Decisão / COMUNICADO DE IMPRENSA / CONSELHO DE MINISTROS / DVB-T / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO / FREEVIEW / GESTÃO / LEI DA TELEVISÃO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / PLATAFORMA DIGITAL / PORTUGAL / RADIODIFUSÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNI- CAÇÕES ELECTRÓNICAS / RESOLUÇÃO / TELEVISÃO DE ALTA DEFINIÇÃO / TELEVISÃO GENERALISTA / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5533] FE.769 COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Comunicação da Comissão ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comíté das Regiões : Estratégia Política Anual para 2009 [documento electrónico] / Comissão das Comunidades Europeias. - Adobe Acrobat 7.0 ; 249 KB. - Bruxelas : Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 2008. - 20 p. - acedido a 0503-2009. – http://eurlex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.d o?uri=COM:2008:0072:FIN:PT:PDF . - 2009 será um ano importante para a União Europeia, uma vez que disporemos de um novo Parlamento Europeu e de uma nova Comissão Europeia. Na condição de serem concluídos os processos de ratificação nacionais, 2009 deverá assistir igualmente à entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Com um quadro institucional estável, a União poderá concentrar os seus esforços na resposta a dar aos desafios concretos que se colocarão no futuro, como promover o crescimento sustentável e o emprego na era da globalização e galvanizar a transição da Europa para uma economia com emissões reduzidas e baseada numa utilização racional de recursos. A presente Estratégia Política Anual enuncia as prioridades para o último ano do mandato da Comissão actual. Os objectivos estratégicos definidos pela Comissão no início do seu mandato, designadamente promover a prosperi73 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação dade, a solidariedade, a liberdade e a segurança e reforçar o papel da Europa no mundo, continuam a estar no âmago dos seus trabalhos. Desde a sua entrada em funções, a Comissão tem lançado iniciativas de envergadura no intuito de prosseguir estes objectivos, fazer avançar a agenda europeia e confirmar o papel da UE no mundo globalizado. Atendendo às alterações institucionais que advirão em 2009, a Comissão deverá apresentar a maioria das suas principais iniciativas legislativas pendentes durante 2008. Em 2009, a Comissão cooperará estreitamente com o Conselho e o Parlamento com vista a chegar a acordo sobre as propostas mais importantes. Centrará os seus esforços em garantir a aplicação correcta do acervo, em conformidade com a nova abordagem acordada em Setembro de 2007. Assegurará igualmente que os programas financeiros acordados para o período 2007-2013 sejam geridos de forma eficaz e eficiente e que os programas financeiros referentes ao período 2000-2006 sejam concluídos de forma satisfatória, em plena consonância com os princípios da boa gestão financeira. A Comissão situar-se-á também numa perspectiva de futuro e lançará os alicerces para os próximos anos. A entrada em vigor do Tratado de Lisboa exigirá que a Comissão apresente uma série de propostas específicas, a fim de assegurar plena eficácia às suas disposições e garantir novas possibilidades e benefícios para os cidadãos da União. Os trabalhos de revisão do orçamento, bem como a consulta pública actualmente em curso, foram concebidos para criar as condições para a elaboração do próximo quadro financeiro a ser proposto pela próxima Comissão. A Comissão apresentará o roteiro que estabelecerá os domínios mais prioritários no âmbito da próxima etapa da Estratégia para o Desenvolvimento Sustentável. A Comissão comprometeu-se a manter níveis de pessoal estáveis e a não solicitar novos lugares para o período 20092013, uma vez atribuído o último conjunto de lugares relacionados com a adesão da Bulgária e da Roménia. Quaisquer outras necessidades em matéria de recursos humanos serão satisfeitas através da reafectação de efectivos a nível interno (in: 'Fazer avançar a Europa'). - Documento COM (2008) 72 final. - Contém: 1. Fazer avançar a Europa; 2. Parte I - Acções prioritárias em 2009: Prioridade aos cidadãos: 2.1. Crescimento e emprego; 2.2. Alterações climáticas e uma Europa sustentável; 2.3. Realizar uma política Comum de Imigração; 2.4. Prioridade aos cidadãos; 2.5. A Europa como parceiro mundial; 2.6. Legislar melhor – cumprir as promessas e mudar a cultura regulamentar; 2.7. Comunicação sobre a Europa; 3. Parte II - Quadro geral dos recursos humanos e financeiros para 2009: 3.1. Recursos humanos; 3.1.2. Afectar recursos humanos às prioridades políticas; 3.1.3. Reforçar a cooperação interinstitucional; 3.2. Alterações na afectação dos recursos financeiros; 3.2.1. Competitividade para o crescimento e o emprego (rubrica 1A); 3.2.2. Coesão para o crescimento e emprego (rubrica 1B); 3.2.3. Preservação e gestão dos recursos naturais (rubrica 2); 3.2.4. Liberdade, segurança e justiça (rubrica 3A); 3.2.5. Cidadania (rubrica 3B); 3.2.6. A UE enquanto parceiro mundial (rubrica 4); 3.2.7. Resumo das alterações por rubrica do Quadro Financeiro; Anexo – Acções fundamentais previstas para 2009 ANÁLISE FINANCEIRA / ASPECTO POLÍTICO / CIDADANIA EUROPEIA / CLIMA--Alteração Climática / COESÃO ECONÓMICA E SOCIAL / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Execução / COMISSÃO EUROPEIA-Poder de Iniciativa / COESÃO ECONÓMICA E SOCIAL / COMPETITIVIDADE / COOPERAÇÃO INTE74 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação RINSTITUCIONAL CE / COOPERAÇÃO MULTILATERAL / DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL / EMPREGO / ESTRATÉGIA / GESTÃO / IMIGRAÇÃO / JUSTIÇA / LEGISLAÇÃO / MERCADO INTERNO--Mercado Único / ORÇAMENTO / PARCERIA / PROGRAMA COMUNITÁRIO--Acção Comum / PROGRAMA POLÍTICO / RECURSOS FINANCEIROS / RECURSOS NATURAIS / RECURSOS HUMANOS / RELAÇÕES INTERNACIONAIS / SEGURANÇA / UNIÃO EUROPEIA-Tratado de Lisboa [5534] FE.770 OLIVER & OHLBAUM ASSOCIATES LTD et al. The Effects of a Market-Based Approach to Spectrum : Management of UHF and the Impact on Digital Terrestrial Broadcasting [documento electrónico] / by Oliver & Ohlbaum Associates Ltd / and DotEcon Ltd. Adobe Acrobat 7.0 ; 591 KB. [Geneva] : EBU, 2008. - 60 p. - acedido a 05-03-2008. – http://www.ebu.ch/CMSimages/en/UHF %20Spectrum%20Management_ENG_ FINAL_tcm6-57755.pdf Executive Summary: http://www.ebu.ch/CMSimages/en/Exec utive_summary_ENG_FINAL_tcm657752.pdf . - O switchover digital - a transição do modo analógico para a televisão e rádio digital - representa uma importante opor-tunidade para os reguladores do espectro radioeléctrico reverem as várias utilizações da banda de frequência UHF (ultra-high frequency) do espectro electromagnético em 470-862 megahertz (MHz). Historicamente, esta banda tem sido alocada na Europa à televisão analógica terrestre. Porque a tecnologia digital permitirá que os serviços de radiodifusão existentes sejam fornecidos usando menos espectro, há um espaço para utilizar algum do espectro UHF para aplicações alternativas. Este espectro extra é geralmente conhecido como 'o dividendo digital'. O dividendo digital é assim designado devido aos benefícios que pode trazer à sociedade, que pode potenciar esta realização sob a forma de exploração financeira directa desta 'reserva' do espectro ou, indirectamente, através dos benefícios associados ao lançamento de novos serviços que recorrem ao espectro. Este relatório investiga o potencial impacto nos países europeus de uma abordagem baseada no mercado, da gestão do espectro da banda UHF e o seu impacto na rádio e televisão digital terrestre. A conclusão geral é de é necessária uma precaução considerável na determinação de quais os mecanismos de mercado a ser utilizados e como poderão ser aplicados às diferentes partes da banda de frequências. Uma abordagem optimizada também será variável consoante os paises europeus. Esta investigação funda-se em quatro observações-chave: - Há fundadas razões económicas para que um mercado para o espectro da banda UHF possa falhar e não alavancar uma optimização social entre o espectro da televisão terrestre; - Tal acontece porque a televisão terrestre gera um significativo valor público para a sociedade que não seria visível em nenhuma hipotética disputa do espectro para outros fins, visto que não é fácil d ser replicado pelo fornecimento de serviços de televisão através de outras plataformas; - O valor que poderia ser criado a médio-prazo através das outras utilizações do espectro UHF - incluindo a banda larga no mundo rural -, parece modesto; - A situação dos países europeus individualmente considerados é muitíssimo variada, o que constrange severamente o espaço de manobra de uma abordagem pan-Europeia da gestão 75 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação do espectro da banda UHF (trad. adap. de um excerto do 'Executive Summary'). - DOCUMENTOS RELACIONADOS: «The future use of UHF spectrum : The truth about the mobile myth: Study shows that consumers will not reap the benefits of letting the market decide (EBU View Point)»; «European Broadcasters Press Briefing: media invitation»; «European broadcasters unite to highlight the dangers from EU spectrum proposals», in: 'Broadcaster's News'; «Future of Digital TV could depend on ITU decisions», in: 'EBU News'; «Technology alone will not decide the future of Mobile TV», in: 'EBU News'; «Kerstin Brunnberg speech, Brussels on the 27 of February 2008»; «Michael Wagner speech, Deputy Director, EBU Legal and Public Affairs Department, Budapest, 27 November 2007»; «Nicola Frank speech, EBU, European Platform of Regulatory Authorities Meeting, 5 October 2007»; «Viviane Reding, SPEECH/07/644, Capri, 18-19 October 2007» (todos os documentos disponíveis no GMCS na cotagem deste mesmo registo). - Contém: 1. EXECUTIVE SUMMARY; 2. INTRODUCTION: A Valuable National Resource: The Historical Allocation of UHF Spectrum; New Opportunities: Analogues Switch Off and the Digital Dividend; The Future of Spectrum Usage: A Purely Market-Based Approach? 3. THE ROLE OF THE MARKET IN SEPCTRUM MANAGEMENT: Why Use Market Mechanisms for Spectrum Allocation? Market-Based Mechanisms for Spectrum Management; Change of Use; Auctions; Trading; Administrative Incentive Pricing; 4. UNDERSTANDING WHEN MARKETS WORK AND WHEN THEY FAIL: A Framework for Understanding When Markets for Spectrum and When they May Fail; The Main Reasons Why Markets May Fail: 1. High Public Value; Funding Models; 3. Network Effects and Externalities; Implications for the Use of Market Mechanisms in the UHF Band; 5. IS BROADCASTING DIFFERENT? THE DIFFICULTIES OD APPLYING MARKET_BASED APPROACHES TO SPECTRUM ALLOCATION IN BROADCAST MARKETS: 1. Broadcasting generates High Public Value; 2. Broadcasting Bussiness Models Are Different; 3. Network Effects and the Possible Distortion of Broadcasting Markets; 6. WHY UHF SPECTRUM IS MOST SUITED TO BROADCASTING AND THE LIMITATIONS OF ALTERNATIVES USES: UHF Spectrum Is Particulary Suited to Broadcasting; Digital Terrestrial Broadcasting and the Use of Specific Spectrum Channels; The Value Created by Terrestrial Broadcasting Cannot Be Captured by Other Platforms; The Need to Retain the Competitiveness of DTT Broadcasting Platforms; HighDefinition Required on DTT Platforms to Retain European Competitiveness; Appropriate UHF Spectrum Required for DTT Future Technology Transition; Substitutability of Terrestrial Broadcasting and Social Value; Legacy Reasons Why there Are Limitations to Alternative Uses of UHF Spectrum; Difficulties of Harmonising UHF Bands; The Digital Dividend Differs by Country; The Mobile Myth; Other Alternative Uses of UHF Spectrum are Unproven; UHF Is Not the Most Suitable Band for Rural Broadband; Interleaved Spectrum Is Available for Broadband Services; 7. ONE SIZE DOES NOT FIT ALL: NATIONAL BROADCAST MARKETS ARE DIFFERENT: The Difficulties of a PanEuropean Approach to UHF Spectrum Management; The TV Reception Platform Mix Differs by Country; Terrestrial Plays an Important Role in Digital TV Market Development; Programme Production Markets Are at Different Stages of Development; Tra76 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação ditional Broadcaster Network Strength Varies from Market to Market; Secondary TV Set Viewing Raises the Public Value Associated with Terrestrial TV Services; 8. CONCLUSIONS: Market Mechanisms Might Not Be Appropriate for UHF Spectrum Management; Market Mechanisms Must Be Tailored to Specifc National Circumstances; Terrestrial Broadcasting Generates Significant Value for Society; National Broadcast Markets Differ Considerably; Applicability of MarketBased Mechanisms will Vary Country and Sub-Band; 9. ABOUT THE AUTHORS; Figures ANÁLISE COMPARATIVA / ASPECTO ECONÓMICO / ASPECTO SOCIAL / BANDA LARGA / COMERCIALIZAÇÃO / DADOS ESTATÍSTICOS / DVB-T / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO--Modelo Económico / EFEITO ESPERADO / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / ESTUDO DE MERCADO / FREQUÊNCIA RADIOELÉCTRICA-Banda de Frequência / GESTÃO / IMPACTO / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INTERESSE PÚBLICO / INVESTIGAÇÃO / MEIO RURAL / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / UMDANÇA TECNOLÓGICA / PAÍSES EUROPEUS / PLATAFORMA DIGITAL / RADIODIFUSÃO / RELATÓRIO / SINAL DIGITAL / TELEVISÃO--Teledistribuição / TRANSMISSÃO NUMÉRICA / UTILIZAÇÃO COMERCIAL / VALOR [5535] FE.771 EBU. European Broadcasting Union Digital Dividend : How big is the slice of cake? : and other questions on Spectrum Policy and Broadcasting : [seguido de] How should the digital dividend be used? : Long-term public interest versus short-term profit [documento electrónico] / EBU, European Broadcasting Union. - Adobe Acrobat 7.0 ; 1,90 MB. - GrandSaconnex [Switzerland] ; Brussels : EBU, 2008. - múltiplos ficheiros. – acedido a 06-03-2008. – http://www.ebu.ch/CMSimages/en/Spec trum_Q%26A_ENG_FINAL_tcm654544.pdf http://www.ebu.ch/CMSimages/en/A5_ digital-dividend_EN_final_tcm657587.pdf . - O espectro radioeléctrico é um recurso natural escasso e todos os utilizadores devem apoiar a sua eficiente gestão em todas as bandas de frequência do mesmo. Os radiodifusores europeus demonstraram o seu comprometimento com este princípio, pondo em marcha a transição para o digital; investiram fortemente em tecnologia de rádio e televisão digitais e, igualmente, na programação televisiva. Onde o espectro das bandas de frequência UHF foi libertado, graças aos investimentos realizados pelos radiodifusores no 'switchover' digital, os Estados-Membro devem utilizar todo o potencial do dividendo digital e promover a introdução de novos serviços, que incluirão com especial relevo os novos serviços de radiodifusão (como por exemplo, a televisão de alta definição) adequados às necessidades criadas e às legítimas expectativas dos cidadãos. As preocupações-chave da EBU/UER são: - as políticas de transição (para o digital) devem respeitar os direitos dos consumidores e os seus interesses e, ainda, os seus investimentos em tecnologia; - a utilização do dividendo digital deverá reflectir as políticas nacionas para os media e para o audiovisual, e não ser orientada apenas por uma abordagem do mercado; - é impossível prever a dimensão do dividendo digital e quando é que o mesmo estará disponível nos diferentes Estados-Membro da União 77 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Europeia; - tal facto torna a harmonização da sua utilização ao nível europeu uma dificuldade; - a interferência é um problema, em particular entre a radiodifusão e os serviços móveis de dois sentidos; a televisão digital terrestre apenas pode ser fornecida em bandas de frequência UHF; a política de gestão do espectro tem de ser dinâmica e também deverá permitir que os radiodifusores desenvolvam novos serviços (trad. adapt. de 'How should we use the digital dividend'). DOCUMENTOS RELACIONADOS: «European Broadcasters’ view on Spectrum policy», disponível em: http://www.ebu.ch/CMSimages/en/Spec trum_keymessages_final_ENG_version%2002.20 08_tcm6-57742.pdf «Number of multiplexes across the EU 27 allocated in GE-06», disponível em: http://www.ebu.ch/CMSimages/en/map _GE-06_tcm6-55533.pdf - Contém: DIGITAL DIVIDEND: 1. WHAT IS RADIO FREQUENCY SPECTRUM? 2. WHY IS FREQUENCY SPECTRUM MANAGEMENT; 3. WHAT IS THE ITU GENEVA 2006 FREQUENCY PLAN (GE06)? 4. WIRELESS BROADBAND SERVICES AND TWO-WAY MOBILE COMMUNICATION: IS IT EFFICIENT TO USE THE BROADCASTING BANDS FOR NONBROADCASTING SERVICES? 5. WHY DOES INTERFERENCE SERIOUSLY REDUCE THE POTENTIAL OF SERVICE NEUTRALITY? 6. WOULD RE-PLANNING OF THE ‘EUROPEAN’ PART OF THE GENEVA PLAN AND CREATING THE "EU FREQUENCY PLAN" BE A FEASIBLE AND EFFICIENT SOLUTION TO THE INTERFERENCE PROBLEM? 7. WHAT IS THE DIGITAL SWITCHOVER AND WHY IS IT BEING DONE? 8. WHAT IS THE DIGITAL DIVIDEND? 9. HOW BIG IS THE DIGITAL DIVIDEND? 10. WHY DO BROADCASTERS NEED SPECTRUM? 11. WHY DO PUBLIC SERVICE BROADCASTERS WANT TO OFFER HIGH DEFINITION TELEVISION? 12. WHAT IS THE VALUE OF FTA BROADCASTING? 13. DOES SPECTRUM MANAGEMENT NEED MORE FLEXIBLITY? 14. WILL SPECTRUM TRADING AND AUCTIONING INCREASE SPECTRUM EFFICIENCY? 15. WHAT SHOULD BE THE ROLE OF EU SPECTRUM MANAGEMENT? 16. WHAT IS THE OPINION OF MEMBER STATES EXPERTS? 17. WHAT IS THE EUROPEAN PARLIAMENT’S VIEW? 18. WHAT IS THE PURPOSE OF THE ITU WRC07? GLOSSARY; HOW SHOULD THE DIGITAL DIVIDEND BE USED: How should we use the digital dividend? The EBU’s key concerns; Why is the EBU concerned? Background; The size of the digital dividend; Consumer interest in the digital switch-over; Universal coverage - digital television on all platforms; Bridging the digital divide; Harmonization - an EU spectrum plan; Interference ASPECTO ECONÓMICO / ASPECTO TÉCNICO / BANDA LARGA / CONCEITO / CONDIÇÕES DE RECEPÇÃO / DEFESA DO CONSUMIDOR / DEFINIÇÃO / DVB-T / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / ESTADO MEMBRO / FREQUÊNCIA RADIOELÉCTRICA-Banda de Frequências / GENEBRA / GESTÃO / GLOSSÁRIO / INTERCONECTIVIDADE / INTERFERÊNCIA NA COMUNICAÇÃO / INTERESSE PÚBLICO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / OPINIÃO / PARLAMENTO EUROPEU / PLANEAMENTO / PERITO / PLATAFORMA DIGITAL / PROPOSTA / RADIOCOMUNICAÇÃO / RADIODIFUSÃO / REUNIÃO INTERNACIONAL / SER78 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação VIÇO PÚBLICO / SERVIÇO UNIVERSAL / TELECOMUNICAÇÃO-Política das Telecomunicações / TELECOMUNICAÇÃO SEM FIOS / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO DE ALTA DEFINIÇÃO / TRANSMISSÃO NUMÉRICA / UER / UIT-UNIÃO INTERNACIONAL DAS TELECOMUNICAÇÕES / UTILIZAÇÃO COMERCIAL [5536] FE.772 TONGUE, Carole, et al. Kulturelle Vielfalt konkret = Cultural Diversity in Practice : FILM : European Priorities for Film Policy Proposals for Visual Diversity [documento electronico] / Carole Tongue / Holly Aylett acedido a 07-03-2008. – http://www.unesco.de/fileadmin/medien /Dokumente/Bibliothek/kulturelle_vielf alt_handbuch/kv_handbuch_Kapitel_III _Konkret.pdf . - Carole Tongue e Holly Aylett, membros do organismo do filme independente da Grã-Bretanha, desenvolvem neste seu artigo as prioridades para uma política do filme europeu - as propostas para uma diversidade visual. Apelam para uma integração (maisntreaming) da diversidade cultural para o conjunto da política europeia: Um plano de acção para a aplicação da Convenção da UNESCO deve compreender também o sector do audiovisual - sobretudo respeitando a sociedade civil, os artistas e os produtores. A exemplo das iniciativas existente para o sector do filme da UE e do Conselho da Europa, os autores mostram domínios possíveis para a aplicação da Convenção. A directiva da UE "Televisão Sem Fronteiras" tem necessidade do apoio de todas as estações de televisão e dos fornecedores de serviços de vídeo a pedido, bem como das indústrias audiovisuais locais. Quanto à produção, a distribuição e a cooperação norte-sul no sector do filme, o princípio do desenvolvimento sustentável deve ser o princípio motor. A Convenção fornece, para tanto, as possibilidades e o quadro legal necessário (trad. adapt. de 'Abstracts'). Contém: Introduction: EU Film Industry and Film Policy: What is the role of the film industry in bringing the UNESCO Convention to life? How can the Convention be used to advance the role of film? Key principles to be taken into account across the board; Existing Positive European Support for Film Diversity; Additional Initiatives; Policy to encourage north-south exchange needs to take into account several general contexts to maximise benefits of co-operation: SOME IDEAS to be explored: UNESCO; Conclusion In: Cultural Diversity - Our Common Wealth : The Essen/RUHR.2010 Bellini Manual On Prospects of Cultural Diversity / "Cultural Diversity – Europe's Wealth. Bringing the UNESCO Convention to Life". Conference in the context of the German EU Council Presidency 2007. - Bonn, 2007. - ISBN 3-927907-98-7. - Kapitel III, pp. 136147 ACORDO INTERNACIONAL / ASPECTO JURÍDICO / AUDIOVISUAL-Espaço Audiovisual Europeu / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMISSÃO EURIPEIA--Poder de Iniciativa / COOPERAÇÃO MULTILATERAL / CULTURA / DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / ESSEN / FILME / INDÚSTRIA AUDIOVISUAL / INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA / INICIATIVA / POLÍTICA CULTURAL / PROGRAMA COMUNITÁRIO--Acção Comunitária / PROPOSTA / REUNIÃO INTERNACIONAL / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO--Tecnologia Digital / TELEVISÃO--Teledistribuição / 79 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS / UNESCO / VIDEO-ON-DEMAND [5537] FE.772a MAZZONE, Giacomo Kulturelle Vielfalt konkret = Cultural Diversity in Practice ; Cultural Diversity and Public Service Broadcasting 2010 : A Marriage of Interests? [documento electrónico] / Giacomo Mazzone. – acedido a 07-032008. – http://www.unesco.de/fileadmin/medien /Dokumente/Bibliothek/kulturelle_vielf alt_handbuch/kv_handbuch_Kapitel_III _Konkret.pdf . - Giacomo Mazzone, responsável pela Unidade de Estratégia da União Europeia de RadioTelevisão (EBU), traça uma visão sobre a radiodifusão de serviço público no contexto da Convenção: É um exemplo vivo da protecção e da promoção da diversidade cultural. Um dos seus objectivos é promover as culturas e as identidades nacionais e estabelecer relações estreitas entre os artistas e os produtores nas regiões respectivas. Exprime e reflecte, por conseguinte, uma sociedade (o estilo de vida europeu, baseado na integração e na solidariedade). É a razão pela qual a Convenção e a radiodifusão de serviço público têm um objectivo comum, que deve ser ancorado globalmente na política europeia. O desafio para a radiodifusão de serviço público e as sociedades europeias é conciliar a cultura global com a diversidade das expressões culturais (trad. adap. de 'Abstracts'). Artigo inserido no mesmo ficheiro electrónico do registo anterior, diferindo apenas a sua paginação. - Contém: [Introduction]; Urgent and / or doable action 2007 / 2008; Important and / or feasible action 2007 / 2010; Scenarios for the future (2007 / 2017 / 2027); Elaborate ideas and proposals for a European agenda; Develop practical steps from a global governance perspective: deliver comprehensive and durable solutions for the democratic governance of cultural diversity; Debate what the concept means for the European integration process; Address ways to understand ‘protection’ and ‘promotion’ of cultural diversity in a dynamic rather than diametrical way explore dynamic diversities In: Cultural Diversity - Our Common Wealth : The Essen/RUHR.2010 Bellini Manual On Prospects of Cultural Diversity / "Cultural Diversity – Europe's Wealth. Bringing the UNESCO Convention to Life". Conference in the context of the German EU Council Presidency 2007. - Bonn, 2007. - ISBN 3-927907-98-7. - Kapitel III, pp. 252259 ACORDO INTERNACIONAL / ASPECTO CULTURAL / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / CONCEITO / CULTURA / DEFINIÇÃO / DEMOCRACIA / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / ENTRETENIMENTO / ESSEN / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / FORMAÇÃO / FUNÇÃO DA RADIODIFUSÃO / INFORMAÇÃO / MODELO DE SOCIEDADE / PAÍSES CE / POLÍTICA COMUNITÁRIA-Política Comunitária-Política Nacional / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PROGRAMAÇÃO / PROPOSTA / RADIODIFUSÃO / REUNIÃO INTERNACIONAL / SERVIÇO PÚBLICO / UNESCO [5538] M.665 RIBEIRO, Susana de Almeida Infografia de Imprensa : História e Análise Ibérica Comparada / Susana de Almeida Ribeiro. - Coimbra : MinervaCoimbra, 2008. - 206, [4] p. : il., quad., gráficos, fotos e desenhos ; 24 80 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação cm. - (Colecção Comunicação / dir. Mário Mesquita ; 51). - As infografias são uma das ferramentas mais úteis do jornalismo moderno. Das infografias das páginas dos jornais aos gráficos animados online, estes utensílios informativos estão ganhar espaço. As infografias simplificam, resumem, aclaram e fazem reter a informação nas mentes dos leitores. Elas dão a conhecer pormenores que as fotografias não captam e explicam fenómenos que a palavra escrita nem sempre consegue fazer passar, por muito descritiva que seja. As infografias são visualidade. Elas mostram. Condensam o que de importante há a reter em determinada notícia e apresentam-na num "formato de leitura rápida". Com uma vista de olhos, o leitor apressado de hoje consegue captar o básico sobre determinado fenómeno ou acontecimento. Mais que necessárias, as infografias assumem um papel de utilidade pública. Elas são uma democratização dos gráficos explicativos que antigamente só se viam em enciclopédias ilustradas. Esta obra é um esforço de síntese teórica do universo da infografia: o que são infografias, de que forma se inserem no contexto do jornalismo visual, quando surgiram e em que jornais... Exibe-se igualmente a primeira infografia publicada na imprensa periódica portuguesa, que data de 1723, e ensaia-se um primeiro "retrato de família" da classe profissional em Portugal (da 'contracapa'). Edição patrocinada pelo Instituto da Comunicação Social. - Contém: INTRODUÇÃO; PARTE I: A infografia: Definição, Objectivos e Tipologias: 1. Definição de infografia: o binómio texto+imagem (info+grafia); 2. O campos de aplicação da infografia e a infografia jornalística de imprensa como objecto de estudo; 3. O jornalismo visual, o jornalismo iconográfico, os casos de fronteira e o infojornalismo; 4. A infografia como género jornalístico; 5. Infografias: O quê? Quem?, Onde? Quando? Como? Porquê?; 6. As unidades fundamentais de uma infografia e as tipologias de apresentação visual - o modelo proposto por Valero Sancho; 7. Infografia: as agências, as organizações, os prémios; PARTE II: História e Análise da Infografia de Imprensa: 1. Dos primeiros jornais à Guerra do Golfo; 2. Primórdios da infografia em Portugal; 3. Radiografia do universo profissional português da actualidade; 4. Análise de imprensa: cinco meses de infografias em dois diários portugueses e dois espanhóis; PARTE III: A Infografia Jornalística Digital Animada: 1. Conceito e definição de infografia jornalística digital animada; 2. Características do meio, propriedades e tipologias da infografia jornalística animada; 3. Questões éticas; 4. Breve história das infografias digitais animadas; 5. Portugal e Espanha: o 28 e o 80"; 6. Cenários de futuro para a infografia jornalística animada; Conclusões; Bibliografia; Apêndices ISBN 978-972-789-216-5 (brochado) : Oferta ANÁLISE COMPARATIVA / CONCEITO / DEFINIÇÃO / DIGITALIZAÇÃO / EDIÇÃO ELECTRÓNICA / ESPANHA / GÉNEROS JORNALÍSTICOS / INFOGRAFIA / INFORMAÇÃO / IMAGEM / IMPRENSA / IMPRENSA ONLINE / JORNALISMO / JORNALISTA / PORTUGAL / TEXTO [5539] M.666 GREGÓRIO, Ruth A Bela e o Monstro : Publicidade, Sociedade da Informação e Tematização / Ruth Gregório. - Coimbra : MinervaCoimbra, 2008. - 166, [4] p : il., quad., tab. e gráficos ; 24 cm. (Colecção Comunicação / dir. Mário 81 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Mesquita). - A Bela e o Monstro: Estudo Comparativo das Representações da Sociedade da Informação na Publicidade Televisiva é um livro que divulga, com as devidas adaptações, uma recente investigção de doutoramento em sociologia da comunicação, cujo objectivo foi a análise comparativa da tematização publicitária da sociedade da informação em Portugal e na Irlanda. Trata-se de uma investigação única onde se analisa de uma forma articulada dois temas significativos no espaço público actual que se encontram profundamente interligados, mas que tendem a ser estudados em separado: a Publicidade e a Sociedade da Informação. Este livro explora os papéis que a publicidade, tanto de novas tecnologias como de outros produtos, desempenha na definição, formação e promoção da sociedade da informação, aplicando-se originalmente o conceito de tematização ao estudo da publicidade e recorrendo-se tanto a metodologias quantitativas como qualitativas. Os resultados empíricos obtidos decorrem de questões sociológicas mais vastas no âmbito do construtivismo social e da ideia de influência negociada dos media, reflectindo-se nomeadamente sobre o papel sócio-cultural da publicidade, a ideia de representação e construção da realidade, as dinâmicas de legitimação e a recuperação dos conceitos de ideologia e de espaço público. Fica ao critério do leitor decidir quem é afinal a Bela e quem é o Monstro - tanto a Publicidade como a Sociedade da Informação têm sido rotuladas com um ou outro papel. Uma certeza fica porém: estamos perante um livro que se recomenda tanto ao leitor que procura reflectir sobre conceitos teóricos como ao leitor que procura metodologias empíricas para aplicar a estas duas temáticas de actualidade que suscitam tanta apreensão e fascínio (da 'contracapa'). - Obra patrocinada pelo ICS. Contém: Prefácio: A Bela e o Monstro ou o Monstro e a Bela; Agradecimentos; Introdução; I - ENQUADRAMENTO TEÓRICO DE REFERÊNCIA: 1. Premissas Epistemológicas; 2. A Sociedade da Informação; 3. Recuperação de um Certo Conceito de Ideologia; 4. A Tematização; 5. Publicidade e o seu Papel Sócio-Cultural; 6. Publicidade e o Novo Espaço Público; 7. Motivos para um Estudo Comparativo; II - MODELO DE ANÁLISE: A TEMATIZAÇÃO PUBLICITÁRIA da SI: 1. Grelha de Análise da Tematização Publicitária da SI; III. ANÁLISE EMPÍRICA: ANÁLISE DA TEMATIZAÇÃO PUBLICITÁRIA DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: 1. Primeira Fase da Análise da Tematização: Análise de Conteúdo; 2. Segunda Fase da Análise da Tematização da Sociedade da Informação; 3. Terceira Fase da Análise da Tematização - Estudos de Caso; OBSERVAÇÕES FINAIS; BIBLIOGRAFIA; ANEXO ISBN 978-972-798-221-9 (brochado) : Oferta ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DE CONTEÚDO / ANÁLISE QUALITATIVA / ANÁLISE QUANTITATIVA / ASPECTO CULTURAL / ASPECTO SOCIAL / CONCEITO / ESPAÇO PÚBLICO / IDEOLOGIA / INFLUÊNCIA / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / METODOLOGIA / PUBLICIDADE / REPRESENTAÇÃO / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO / SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO [5540] FE.773 WOUTERS, Jan, et al. The Implementation by the European Community of the UNESCO Convention on Cultural Diversity [documento electrónico] / Jan Wouters / Bart De Meester. - Adobe Acrobat 7.0 ; 324 82 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação KB. - Leuven : Leuven Centre for Global Governance Studies, 2008. - 6 p. - acedido a 11-02-2008. – http://www.europarl.europa.eu/documen t/activities/cont/200802/20080227ATT2 2450/20080227ATT22450EN.pdf . - Em 18 Dezembro 2006, a Comunidade Europeia tornou-se parte directamente interessada da Convenção da UNESCO para a protecção e promoção da diversidade de expressões culturais (daqui por diante: "a Convenção da Diversidade Cultural" ou "a Convenção"). A 18 Março 2007, a Convenção entrou em vigor. Este comtributo foca os aspectos legais da implementação da Convenção da Diversidade Cultural no quadro da ordem jurídica da Comunidade Europeia. Apresenta-se estruturado em quatro secções. Primeiramente, as obrigações específicas da Convenção serão explicitadas de forma sucinta. Em segundo lugar, o estatuto jurídico da Convenção, agora ractificado pela Comunidade, e a ordem jurídica interna da Comunidade Europeia, serão aqui discutidos. Em terceiro lugar, os autores apresentam um número de exemplos sobre papel da Convenção nas relações externas da Comunidade Europeia. Em quarto, debatem-se algumas consequências possíveis da Convenção no âmbito da ordem jurídica interna da Comunidade Europeia (trad. adapt. de 'Introduction'). - Contém: Introduction; 1. Obligations in the UNESCO Convention on Cultural Diversity; 2. Legal status of the Convention in the EC legal order; 3. Role of the Convention in the external relations of the EC; 4. Consequences of the Convention within the internal legal order of the EC: 4.1. Creative content online; 4.2. Audiovisual Media Services Directive ACORDO INTERNACIONAL / ASPECTO JURÍDICO / CONTEÚDO / COOPERAÇÃO MULTILATERAL / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DI- REITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / EFEITO ESPERADO / ESTATUTO / GESTÃO DE DIREITOS EM AMBIENTE DIGITAL / GLOBALIZAÇÃO / INTERNET--Difusão da Informação / ORDEM JURÍDICA COMUNITÁRIA / PARLAMENTO EUROPEU / POLÍTICA CULTURAL / PROTECÇÃO JURÍDICA / SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AUDIOVISUAL / UNESCO / UNIÃO EUROPEIA--Tratado da União Europeia [5541] FE.774 CLUB AVERROES Bilan sur la diversité dans les médias audiovisuels français : De Novembre 2005 à Octobre 2006 [documento electrónico] / Club Averroes, La diversité dans les Médias. - Adobe Arobat 7.0 ; 215 KB. - [Paris] : ClubAverroes, 2006. - 30 p. - acedido a 11-03-2008. http://www.coe.int/t/dg2/media/restricte d/F/PDF/54RapportDiversite_averroes.p df . - A 27 de Outubro de 2005, um drama agita a França; dois jovens de Clichysous-Bois, em Seine Saint-Denis, morrem electrocutados após se terem refugiado numa sala EDF para escapar a um controlo de identidade. Na sequência deste drama, motins urbanos de uma excepcional violência e uma amplitude nunca conhecida em França eclodiram durante cinco semanas. Para além da emoção geral naturalmente suscitada pelo falecimento dos dois jovens adolescentes de Clichy-sous-Bois, esta onda de violência urbana revelava numerosos males de que padecem, nomeadamente, uma parte da juventude francesa dita "saída das minorias visíveis". Estes males são os do racismo, da discriminação no emprego, da discriminação no alojamento, do 'delito de facies'... O pacto republicano é decepado gravemente. Todos os Franceses a quem se 83 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação chama "blacks", "beurs", os "asiáticos", os "mestiços", etc. são brutalmente afastados das grandes empresas privadas, da função pública, das instâncias representativas, e dos meios de comunicação social. Não se sabe porque razão anómala, mas é inequívoca a constatação que a sua participação na sociedade francesa e na sua economia lhes é confiscada, ou mesmo recusada. À contra-corrente das críticas sobre o malogro do modelo republicano, o clube Averroes faz outra análise destes acontecimentos, e considera que constituem uma chamada em prol de uma melhor consideração da sua diversidade e da sua participação no futuro do país. Todas as forças vivas da França e todos os sectores-chave da sociedade francesa são chamados a dar a sua contribuição para tentar parar estes sofrimentos que corroem a França e dividem os Franceses. A hora é de mobilização nacional. O fosso que cresce entre a realidade da diversidade das origens e das culturas dos Franceses e a sua representação, nos nossos meios de comunicação social e as suas consequências para a coesão nacional, não escapou ao Presidente da República. Perante esta constatação esmagadora, o Presidente da República reage vigorosamente. O Sr. Jacques Chirac convida ao Eliseu os proprietários das grandes estações francesas e o clube Averroes, a uma reunião de mobilização em prol de uma melhor consideração da diversidade das origens e das culturas dos Franceses nos meios de comunicação social. Na sequência desta reunião, é por unanimidade que os participantes estão de acordo com o Chefe do Estado, o Ministro da Cultura e o Presidente do CSA, sobre a necessidade de que: «os meios de comunicação social reflictam mais fielmente a realidade dos Franceses na sua diversidade». Evitando ao mesmo tempo posicionar-se como 'doador de lições', o Presidente da República pede claramente aos radiodifusores presentes que demonstrem mais voluntarismo e pragmatismo sobre este assunto essencial. A problemática de diversidade constitui, efectivamente, um desafio da democracia e, por conseguinte, da coesão nacional. Transversalmente aos grandes discursos e às boas intenções, constitui sobretudo uma urgente necessidade (excerto trad. e adapt. de 'Préambule'). - Contém: Avertissement; Remerciements; Préambule; Partie I. Les chaînes de télévision: TF1; France Télévision; Canal +; Arte France; M6; France 24; BFM; La chaîne parlementaire et le Public Sénat; Partie II. Les institutions et les annonceurs; La diversité, marque de fabrique du CNC; La Publicité monochrome, un secteur en pleine en mutation; [Aparté] : Le cas Alexandre Michelin; Partie III. Analyse et préconisations ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ASPECTO CULTURAL / ASPECTO SOCIAL / AUDIÊNCIA / CANAL DE TELEVISÃO / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONTEÚDO / CNC / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DISCRIMINAÇÃO / ETNOCENTRISMO / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / ESTRUTURA SOCIAL / FRANÇA / FUNÇÃO DA TELEVISÃO / GRUPO ÉTNICO / GRUPO MINORITÁRIO / INSTITUIÇÃO / PESSOAL DA COMUNICAÇÃO / PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA / PUBLICIDADE / RELATÓRIO / REPRESENTAÇÃO / TELEVISÃO [5542] M.667 YEARBOOK. Trends in European television, 2007 Yearbook : Trends in European television = Annuaire : Les tendances de la télévision européenne = Jahrbuch : Trends im europaischen Fernsehen : 2007 : volume 2 / European Audiovisual 84 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Observatory. - Strasbourg : EAO, 2008. - 223 p : il. tab. gráf e quadros ; 30 cm. Com a edição deste segundo volume do Anuário de 2007 do Observatório Europeu do Audiovisual encerra-se a publicação da trilogia dedicado ao cinema, à televisão e ao vídeo na Europa. Este volume é publicado sob o título «As tendências da televisão europeia». Este volume oferece uma excelente visão da paisagem televisiva europeia através dos capítulos que se descrevem exaustivamente na 'Nota de Conteúdo'. É de recordar que o OEA procedeu, já desde o ano passado, a algumas alterações no modelo editorial do seu «Anuário». Para além da sua condensação em três volumes na versão impressa, o Observatório dispõe agora de um serviço em linha designado 'Premium Service 2007', que faculta o acesso aos dados estatísticos contidos nos três volumes. - Contém: Chap. 2: The Global audiovisual market: Media groups worldwide ; Size of the European audiovisual market ; Convergence players ; Chap. 3: Radio and television companies in Europe: Leading European television and radio companies ; Growth and financial performances of the various families of radio-television companies ; Chap. 4: Financial resources of the radio-television industry: Methodological issues ; The financing of the public radio-television companies; Advertising expenditure ; The diversification of private broadcasters' revenues ; Chap. 5: Digital television and broadband networks: Estimated number of households ; Households passed and connected to cable ; Internet Protocol TV (IPTV) services in Europe ; DVB-T implementation progress overview ; Broadband households by platform ; Chap. 6: Supply of television channels: a multichannels universe : Number of television channels in Europe; The supply by digital platform; International TV channels ; Chap. 7: Trends in television audience: Viewing time and audience trends; Subscribers to satellite digital platforms ; Chap. 8 Trends in television programmimng: Volume and origin of fiction broadcast by television channels in Europe; TV Films ; Series and Soap ; Animation ; Feature films ; Short films ; Other TV programmes ; 9. Television production companies: Leading TV production groups and companies in Europe ; TV fiction production companies ; Animation production companies ; TV news agencies ; TV distribution companies ; Sources ISBN 978-92-871-6303-5 (brochado) : Oferta ANÁLISE DE CUSTOS E BENEFÍCIOS--Análise Financeira / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANUÁRIO / AUDIÊNCIA / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / BANDA LARGA / CANAL DE TELEVISÃO / CONVERGÊNCIA / DAB / DADOS ESTATÍSTICOS / DIGITAL / DOMICÍLIO / DVB-T / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / EMPRESA DE TELEVISÃO / ESTAÇÃO DE TELEVISÃO / FINANCIAMENTO / GÉNEROS TELEVISIVOS / GRUPOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / INTERNET--IPTVD-Internet Protocol TV / INVESTIMENTO / MERCADO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / OBSERVATÓRIO EUROPEU DO AUDIOVISUAL / OFERTA / PAÍSES EUROPEUS / PLATAFORMA DIGITAL / PRODUÇÃO AUDIOVISUAL / PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA / RECURSOS FINANCEIROS / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / SECTOR PRIVADO / SECTOR PÚBLICO / SERVIÇO PÚBLICO / TELECOMUNICAÇÃO-Fornecedor de Acesso / TELEVISÃO-Teledistribuição / TRANSMISSÃO NÚMÉRICA 85 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5543] 5543 FIDALGO, Joaquim O Jornalista em Construção / Joaquim Fidalgo. - Porto : Porto Editora, 2007. 191 p ; 21 cm. - (Colecção Comunicação / dir. Manuel Pinto / Joaquim Fidalgo. Teorias e Debates ; 17). - Este livro procura analisar o percurso histórico feito pelos jornalistas, sobretudo entre a segunda metade do século XIX e a primeira metade do século XX, com vista à afirmação da sua actividade como uma autêntica profissão, socialmente reconhecida e juridicamente legitimada. Numa primeira parte, faz-se uma breve abordagem teórica da sociologia das profissões e dos diversos paradigmas que, ao longo das últimas décadas, foram sendo objecto de estudo e de debate. Na segunda parte, percorre-se o caminho, nem sempre linear, feito pelos jornalistas, em diversas latitudes e em diferentes contextos socioculturais, procurando definir e autonomizar o seu ofício por relação com outros ofícios da comunicação. A conclusão genérica sugere que este esforço de profissionalização dos jornalistas tem sido um processo difícil, contraditório, feito de avanços e recuos, de tensões e negociações permanentes, à medida de uma actividade cuja catalogação suscita ainda hoje algumas controvérsias (da 'contracapa'). - Obra editada com o patrocínio do GMCS. Contém: Apresentação; Capítulo I Profissão, profissionalismo e profissionalização: 1. Profissão: a difícil definição; 1.1 O paradigma funcionalista; 1.2 O paradigma interaccionista; 1.3 Os movimentos críticos e o "paradigma do poder"; 1.4 A abordagem sistémica de Abbot; 2. Da "profissão" ao "processo de profissionalização"; 2.1 As ambiguidades asssociadas ao profissionalismo; 2.2 Presente e futuro do estatuto profissional; 3. Síntese conclusiva; Cap. II - Jornalistas: a história de construção de uma profissão; 1. O '"princípio da diferenciação"; 2. Entre o "ser" e o "querer existir" como profissão; 2.1 Os primórdios do novo ofício; 2.2 O jornalismo industrializado; 2.3 Um estatuto para os jornalistas; 2.4 Os desafios do pós-guerra e a consolidação; 2.5 As novas tecnologias e o alargamento do "campo"; 3. Síntese conclusiva; Nota final; Bibliografia ISBN 978-972-0-45267-2 (brochado) : Oferta DEFINIÇÃO / ESTATUTO DO JORNALISTA / ÉTICA PROFISSIONAL / FUNÇÃO DO JORNALISTA / INDÚSTRIA JORNALÍSTICA / JORNALISMO / PROFISSÃO / SITUAÇÃO PROFISSIONAL / SOCIOLOGIA-Análise Social / TEORIA [5544] FE.775 EBU. European Broadcasting Union, The Eurovision Intercultural and Diversity Group A Diversity Toolkit : for factual programmes in public service television [documento electrónico] / EBU, European Broadcasting Union, The Eurovision Intercultural & Diversity Group ; European Union. European Social Fund ; The Swedish EFS Council. - Adobe Acrobat 7.0 ; 933 KB. - [Luxembourg?] : European Union Agency for Fundamental Rights, 2007. 90 p. - acedido a 12-03-2008. – http://www.coe.int/t/dg2/media/restricte d/e/PDF/toolkit%20low_tcm656142.pdf . - A grande questão que se coloca a todos os jornalistas é a descoberta da verdade. Para compreender o fluxo de informação numa Europa em mudança e de diferentes culturas e minorias é extremamente importante conhecer o cenário de fundo, os factos e as opiniões envolvidas, caso contrário torna-se im86 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação possível analisar correctamente as situações. Numa sociedade formada por muitas nacionalidades, a verdade pode ser 'colorida' pela perspectiva cultural de quem a anuncia ou narra. Os jornalistas e os editores que ajuízam tudo segundo apenas uma determinada perspectiva são, por definição, prejudiciais. Em tais casos, um número crescente de Telespectadores ou ouvintes não acreditará na mensagem e deslocar-se-á a outras fontes em busca de melhor informação. Para assegurar a futura independência dos media é vital criar equipas editoriais cuja composição garanta perspectivas diferentes dos factos e das opiniões e, em particular, em relação àqueles que se relacionam com as minorias étnicas ou culturais. Espera-sa que este 'toolkit' sobre a Diversidade contribua para este processo, visto que pode auxiliar os profissionais dos media a tornarem-se conscientes dos seus próprios preconceitos e a iniciar um debate sobre a credibilidade da informação que veiculam e, talvez o mais importante, do impacto das imagens que exibem. O trabalho com esta 'caixa de ferrramentas' deverá proporcionar um acréscimo de diversidade nas redacções e nos ecrãs. Estimulará também o processo de detecção de novas formas de narração e novas audiências. Pode dizer-se que a diversidade se encontra nas nossas mentes. É necessário a abertura da mente a outras opiniões e ter em consideração as nossas próprias concepções. Trata-se de um processo inacabado que amplia a criatividade de cada jornalista ou pogramador. Naturalmente que tudo isto torna as questões mais complicadas. Mas permite, igualmente, um aprofundamento das mesmas e, consequentemente, conduz a mais perspectivas. Todavia, a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade, provavelmente, nunca será encontrada. (trad. adap. da mensagem de Frans Jennekens, chairman of Eurovision Intercultural and Diversity Group). - Contém: Introduction; Part One: Questions around the portrayal of minority audiences; 1. Balanced representation; 2. Checking the facts; 3. Who do we see? 4. Who chooses the stories? 5. Going that bit further; 6. Tell it like it is; 7. Diversity checklist; Part Two: Useful tools; 8. In the newsroom; 9. In the workplace; 10. Measuring progress; 11. Managing diversity; 12. Annexes AMBIENTE / APRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO / ASPECTO SOCIAL / ASPECTO CULTURAL / AUDIÊNCIA / COMPOSIÇÃO DA AUDIÊNCIA / CONTEÚDO DA MENSAGEM / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DISCRIMINAÇÃO / EDITOR / ESTEREÓTIPO / ETNOCENTRISMO / FUNÇÃO DO JORNALISTA / GRUPO ÉTNICO / GRUPO MINORITÁRIO / GRUPO DE TRABALHO / IMAGEM / INFORMAÇÃO / JORNALISTA / MANUAL / PESSOAL DA COMUNICAÇÃO / REDACÇÃO DA NOTÍCIA / REPRESENTAÇÃO / SERVIÇO PÚBLICO / TELEVISÃO / TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO / UER / VERACIDADE DA INFORMAÇÃO [5545] FE.776 OFCOM. Office of Communications Digital Switchover : Management of Transition Coverage Issues : Discussion Paper [documento electrónico] / OFCOM, Office of Communications. Adobe Acrobat 7.0 ; 66 KB. - London : OFCOM, 2007. - 16 p. - acedido a 1203-2008. – http://www.ofcom.org.uk/consult/condo cs/transition/transition.pdf . - Em Setembro de 2005 o governo britânico confirmou que a transição para o digital teria lugar entre 2008 e 2012, região por região, começando no centro e dirigindo-se aos territórios periféricos. 87 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação O digital switchover é o processo de mudança na radiodifusão televisiva do Reino Unido para o digital. O digital switchover irá envolver a conversão da actual rede de radiodifusão televisiva, bem como o incentivo necessário a todos os cidadãos para a conversão ou actualização dos seus equipamentos de televisão e gravação das emissões para a recepção da televisão digital. O Ofcom introduziu determinadas condições no licenciamento para os multiplexes de radiodifusão digital, com vista a garantir que a implementação do switchover digital se fará no tempo previsto. Durante o período de transição entre o início do trabalho preparatório do switchover digital (2006) e o final da sua implementação (2012), a execução do plano é potencialmente susceptível de causar interferências na normal recepção dos serviços terrestres analógicos (BBC1, BBC2, Channel 3, Channel4/S4C e Channel 5), nos serviços existentes da televisão digital terrestre (incluídos nos seis multiplexes que transmitem actualmente de 80 pontos distintos em todo o Reino Unido) e nos seis multiplexes de televisão digital terrestres que irão radiodifundir depois do switchover, com base em cada região. O licenciamento dos multiplexes pelo Ofcom, presentemente, inclui a exigência aos radiodifusores do cumprimento do 'Code of Practice on Changes to Existing Transmission and Reception Arrangements' ('The Code'). Este Código foi originalmente elaborado em 1998 pelo antecessor do OFCOM, a Independent Television Commission, e visava fornecer aos radiodifusores um guia sobre como minimizar o impacto inicial do lançamento da televisão digital terrestre nos telespectadores da televisão analógica. Este Código foi sendo, de tempos a tempos, revisto pelo Ofcom. O Ofcom crê que é importante que qualquer disrupção causada pela implementação do programa do switchover digital nos telespectadores seja mini- mizado, conquanto permita aos radiodifusores a execução do mesmo em tempo oportuno e de forma eficaz. A finalidade deste documento é a apresentação das propostas do Ofcom de como deverá o Código ser actualizado de modo a alcançar aqueles objectivos. Pretende-se fornecer uma orientação clara aos detentores das licenças do multiplex digital sobre como é que poderão minimizar o impacto do switchover digital junto dos Telespectadores da radiodifusão analógica e da televisão digital terrestre . - Contém: Section: 1. Introduction; 2. The frequency planning process; 3. Proposed Ofcom Action; 4. How to respond; Annex: 1. Draft - Ofcom Code of Practice on Changes to Existing Transmission and Reception Arrangements; 2. Impact Assessment ASPECTO TÉCNICO / AVALIAÇÃO / CONDIÇÕES DE RECEPÇÃO / DEFESA DO CONSUMIDOR / DOCUMENTO DE TRABALHO / DVB-T / EFEITO ESPERADO / EMISSÃO DE TELEVISÃO / EMPRESA DE RADIODIFUSÃO / GUIA / IMPACTO / INFRA-ESTRUTURA TECNOLÓGICA / INTERFERÊNCIA NA COMUNICAÇÃO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / OFCOM / PLANEAMENTO / PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO / PROPOSTA / RADIODIFUSÃO / REINO UNIDO / TELESPECTADOR / TELEVISÃO / TRANSMISSÃO ANALÓGICA / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5546] FE.777 KLUTE, Ed Thinking Forward: Making the Media more Diverse and the Role of "Change Agents" [documento electrónico] / Ed Klute. - Adobe Acrobat 7.0 ; 523 KB. 88 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [Strasbourg] : European Council, s.d.. 26 p. - acedido a 12-03-2008. – http://www.coe.int/t/dg2/media/restricte d/e/PDF/EdKlute_Thinking_en.PDF . - A investigação tem demonstrado que as pessoas transpõem as imagens que emanam dos media para as suas próprias percepções acerca da sociedade na qual vivem e, ao fazê-lo, as representações veiculadas pelos media podem torna-se parte da sua realidade percebida. Se as comunidades de minorias étnicas ou de imigrantes sentem que são retratados nos media como cidadãos 'de segunda', isso pode reforçar o sentido de exclusão ou de marginalização do mainstream cultural do país. Se as representações dos media contiverem de forma aberta ou velada, estereótipos e racismo, elas tenderão a confirmar os preconceitos para com as comunidades minoritárias que, por sua vez, podem em resposta provocar, legitimar ou exacerbar práticas de exclusão ou discriminação no tecido social. A integração é uma questão de coesão social e, também, um prérequisito para a eficiência económica. Por conseguinte, é crucial assegurar a integração bem sucedida das comunidades étnicas minoriárias, tanto do presente como do futuro. A integração deverá ser entendida como um processo de duplo sentido baseado nos direitos mútuos e nas obrigações correspondentes. Isso implica que cada sociedade assegure a igualdade de participação das comunidades étnicas e dos grupos minoritários na vida económica, social, política, cultural e cívica, e que todas as comunidades da sociedade respeitam as nomas e os valores fundamentais do país de residência e que participam activamente no processo de integração sem terem de renegar a sua própria identidade. Tornar a diversidade cultural como parte da realidade televisiva e radiofónica terá um profundo efeito nas percepções e nas atitudes das audiências. Mostrará as comunidades étnicas e os grupos minoritários no desempenho de papéis e modelos positivos, ao mesmo tempo que oferecerá a um vasto público uma imagem mais realista e equilibrada destes grupos sociais e da sociedade multicultural como um todo. Ambos os aspectos revestem uma enorme importância ao assegurar aos imigrantes e às minorias étnicas um lugar respeitado nas sociedades em que vivem. A crescente mudança na atitude dos media face à sociedade multicultural, está não apenas na expressão da sua correcção política, mais muito mais exemplificada nas questões comerciais. O aumento do poder de compra dos consumidoes destas comunidades está já a provocar um impacto acrescido nas futuras políticas dos radiodifusores. Tanto os radiodifusores públicos como os comerciais digladiam-se para legitimar a sua existência, confrontadas com a sempre crescente concorrência entre estações. Neste sentido, as audiências multiculturais estão a tornar-se, em todos os países da União Europeia e numa perspectiva económica, um importante e crescente foco de audiência. Ao longo dos anos, tem havido muitas conferências sobre os media, tanto a nível nacional como internacional. Códigos de conduta e guias orientadores foram desenvolvidos e os manuais para jornalistas foram elaborado tendo em vista o combate ao racismo e a promoção da diversidade. Desde o início que o seu o objectivo principal era «como obter mais diversidade nas redacções?». Desde então, os debates moveram-se das questões sobre o antiracismo para os aspectos relacionados com a exclusão social, a igualdade de cidadania, a representação negativa, a integração, o Islão, os imigrantes ilegais e os pedidos de asilo. Recentemente, a responsabilidade dos media na definição da agenda política e o seu papel de instigador do empolamento mediático tornou-se um tema 'quente' do debate. Assim, apesar de todas as conferências, 89 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação projectos e de mais discussões, permanece ainda residual o número de jornalistas de background minoritário a trabalhar na indústria dos media; e muitos jornalistas e radiodifusores batem-se ainda por uma representação justa da imagem de uma sociedade multicultural. Enquanto que a maioria das recomendações e guias de orientação permanecem válidos, a grande questão subsiste: «Como pô-las em prática?» (trad. adapt. de um excerto de 'Introduction'). - Contém: 1. INTRODUCTION; 2. WHY EQUAL AND HOW? Making News Reporting More Representative; Developing New Forms of Training; Providing Opportunities for Young People; Promoting Diversity; Conclusions and lessons learnt; A. MAKING A CHANGE: 1. WHO ARE THE ‘CHANGE AGENTS’; 2. THE MEDIA ENVIRONMENT; 2.1. THE MEDIA IN THE MULTICULTURAL SOCIETY; 2.2. THE MEDIA LABOUR MARKET; 2.3. GROWING INFLUENCE OF THE MEDIA CONSUMER; 3. MAPPING THE MEDIA ENVIRONMENT: 3.1. Media outlets; 3.2. Labor Market; 3.3. Legislation and Controlling Bodies; 3.3.1. Controlling Bodies; 3.4. Users; 4. ANALYSING THE MEDIA ENVIRONMENT IN MULTICULTURAL SOCIETIES: 4.1. Media outlets; 4.1.1. Public Broadcasting; 4.1.2. Minority community media; 4.2. Labor Market; 4.2.1. Media industry; 4.2.2. Vocational training; 4.2.3. Journalists; 4.2.4. Ethnic minority media professionals; 4.3. Legislation and Controlling Bodies; 4.4. Media users; B. HOW TO DEVELOP STRATEGIES FOR CHANGE: 1. PREPARATIONS; 2. EXAMPLES OF GOOD PRACTICE ASPECTO CULTURAL / ASPECTO SOCIAL / AUDIÊNCIA / COMPORTAMENTO COLECTIVO / COMUNICAÇÃO SOCIAL / COMUNIDADE / CONSUMIDOR--Comportamento do Consumidor / DIFERENCIALÇÃO CULTURAL / DISCRIMINAÇÃO / EMPRESA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / ESTEREÓTIPO / ESTRATÉGIA / FORMAÇÃO PROFISSIONAL / GRUPO ÉTNICO / GRUPO MINORITÁRIO / IGUALDADE / IMIGRANTE / INDÚSTRIA JORNALÍSTICA / INTEGRAÇÃO SOCIAL / JORNALISTA / JUVENTUDE / LEGISLAÇÃO / MEDIA PLUS / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / MODELO DE SOCIEDADE / MOVIMENTO SOCIAL--Participação Social / MUDANÇA CULTURAL / MULTICULTURALISMO / ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PERCEPÇÃO / PESSOAL DA COMUNICAÇÃO / POLÍTICA DE TRABALHO / PROGRAMA COMUNITÁRIO--Acção Comunitária / RADIODIFUSÃO / REPRESENTAÇÃO / TELEVISÃO SEM FRONTEIRAS / UTILIZADOR DA INFORMAÇÃO [5547] FE.778 INSTITUT PANOS Media and Information : practices and realities of diversity in France [documento electrónico] / Intitut PANOS ; edit. European Council. Adobe Acrobat 7.0 ; 323 KB. Strasbourg : European Council, [2006]. - 32 p. - acedido a 14-03-2008. http://www.coe.int/t/dg2/media/restricte d/e/PDF/MC-SMDFrance_Med_Rad_en.pdf . - Este relatório apresenta os resultados de um estudo comparativo da cobertura noticiosa produzida e disseminada pelos media étnicos, pelos mass-media e pelos media de organizações não-governamentais. É parte integrante do programa do Instituto Panos de Paris, designado Mediam'Rad - Ethnic Media in Europe. 90 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação O objectivo global deste programa europeu é demonstrar em que casos os media étnicos da Europa constituem um recurso de informação alternativo, designadamente nos aspectos de tratamento da informação internacional e intercultural. Como tal, eles contribuem para o pluralismo dos media, reflectindo a composição diversificada da sociedade europeia em geral, e da francesa em particular. A análise de conteúdo centrase na cobertura mediática das relações internacionais e interculturais de uma amostra dos media editados em França. Uma análise similar foi levada a efeito na Holanda (Mira Media) e na Itália (Cospe). Este relatório baseia-se numa tripla abordagem. Numa primeira instância, uma selecção de meios de comunicação social foram observados na sua cobertura geral dos aspectos internacionais e interculturais (abordagem quantitativa). O estudo debruçou-se seguidamente num evento internacional, designadamente a Cimeira do G8 que decorreu em Gleneagles (Scotland) em Julho de 2005. De acordo com a sua agenda inicial, esta cimeira destinavase, principalmente, a tratar da dívida e do desenvolvimento de África. Em terceiro lugar, a análise focalizou-se num acontecimento nacional - a selecção da cidade que irá receber dos Jogos Olímpicos em 2012, com Paris a ser uma das principais candidatas. Com base nestes três níveis de observação cobertura global, cobertura de um tema internacional e de um evento nacional o estudo visa ilustrar a importância dos temas internacionais e interculturais nos três grupos de media analisados e como é que esses três temas são tratados. O estudo também lança um olhar à forma comos estes três grupos de media diferem e os aspectos nos quais os mesmos são complementares. O objecttivo final é chegar a uma melhor compreensão da contribuição original que pode ser dada pelos media étnicos (trad. adap. de 'From Media Diversity to Media of Diversity, content for analysis). - Contém: From Media Diversity to Media of Diversity, content for analysis: Intercultural and International Relations, a general comparison between media; Audiences and their opinions; Diverse realms of information; International and intercultural - differences in treatment; Treatment of the diversity of French society; The G8 summit of July 2005 - Pluralist media coverage of the same international event; Hosting the Olympic games - a national, intercultural or international event? A world ready to be opened, areas to be covered, voiced to be discovered... ACONTECIMENTO / ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DE CONTEÚDO / ASPECTO CULTURAL / AUDIÊNCIA / DIFERENCIAÇÃO CULTURAL / DIFUSÃO DA INFORMAÇÃO / FRANÇA / GRUPO ÉTNICO / IMIGRANTE / IMPRENSA DO IMIGRANTE / INFORMAÇÃO / INFORMAÇÃO LOCAL / INFORMAÇÃO INTERNACIONAL / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOSIAL / OPINIÃO PÚBLICA / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / PLURALISMO CULTURAL / PROGRAMA COMUNITÁRIO--Acção Comunitária / QUALIDADE DA INFORMAÇÃO / RELATÓRIO / TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO [5548] FE.779 CARDOSO, Gustavo, et alli. A Internet em Portugal : (2003-2007) [documento electrónico] / coord. Gustavo Cardoso / Rita Espanha ; Ana Sofia Gonçalves. - Adobe Acrobat 7.0 ; 1,51 MB. - Lisboa : OberCom, 2008. - 54 p. acedido a 17-03-2008. – 91 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação http://www.obercom.pt/client/?newsId= 462&fileName=relatorio_internet_novo. pdf . - Vivemos numa Sociedade Informacional, caracterizada por uma nova estrutura social dominante – a sociedade em rede – onde a Internet assume um papel primordial, e onde se dissolvem as nossas concepções tradicionais de espaço e de tempo. É hoje reconhecido o leque de possibilidades que o advento dessa nova tecnologia, que é a Internet, veio facultar à condição humana e, por conseguinte, a crescente importância que aquela vem assumindo nas nossas vidas. Esse interesse tem motivado e suscitado diferentes estudos e investigações, tanto no universo académico como empresarial. Enquanto tecnologia da informação e tecnologia social, a Internet possibilita o armazenamento e distribuição, a uma escala global, de uma vasta gama de informação e de uma comunicação em rede. É por isso que esta análise se inicia com a afirmação de estarmos perante uma nova tecnologia propiciadora quer de autonomia quer de controlo. A Internet é o que fazemos dela e o facto de ela ser usada por portugueses, em Portugal e noutros países, torna a nossa sociedade em rede diferente de outras sociedades. A nossa sociedade em rede é aquela que se abre ao vosso escrutínio nas próximas páginas (Gustavo Cardoso). A publicação aqui apresentada pelo Obercom baseiase nos dados produzidos pelo inquérito do projecto A Sociedade em Rede em Portugal, o qual teve já duas edições, uma em 2003 e outra no ano de 2006. São também aqui utilizados os dados produzidos pelo Oxford Internet Institute no âmbito do seu estudo The Oxford Internet Survey de 2003 e 2005. Este “Executive Summary” tem como objectivo apresentar uma síntese dos resultados portugueses, com o intuito de complementar os saberes já existentes sobre o quadro da Internet no nosso país, abrindo espaço numa segunda fase deste relatório, a uma análise comparativa com o quadro britânico, tendo em consideração as variáveis comummente utilizadas ou as variáveis próximas em termos analíticos, em ambos os estudos. Da consulta de informação académica ao download de música, da leitura de jornais à busca de pornografia, ou de informação de saúde à compra de livros o mundo em mudança da Internet acompanha-nos ao longo de quatro capítulos. O nosso convite redobrado é o de que possamos oferecer-lhe em 2008 um novo ponto da situação para a Internet em Portugal, o que é o mesmo que dizer o que é Portugal e o que fazem, ou não, os portugueses (Rita Espanha). - Contém: Metodologia; I. Utilizadores da Internet: Adesão à Internet; Níveis e modos de acesso à Internet; Equipamentos e serviços tecnológicos em casa; Experiência: proximidade à Internet; II. Funcionalidades da Internet: Utilizações da Internet; III. Impactos da Internet: Os jornais e a Internet; Internet e interacção social; Usos do tempo; Experiências negativas e preocupações; IV. Info-exclusão: Não utilização da Internet: Caracterização sócio demográfica dos utilizadores da Internet; Anexo: Portugal e Reino Unido em análise: A Sociedade em Rede em Portugal e o The Oxford Internet Survey: uma breve análise comparativa dos resultados ACESSO À INFORMAÇÃO / ADESÃO / AMOSTRA / ANÁLISE COMPARATIVA / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE FUNCIONAL / DADOS ESTATÍSTICOS / DEMOGRAFIA / DESFAVORECIDO / DOMICÍLIO / EQUIPAMENTO ELECTRÓNICO / ESTATÍSTICA--Método Estatístico / HÁBITO DE LEITURA / IMPACTO / INDICADOR DE COMUNICAÇÃO / INQUÉRITO / INTERACTIVIDADE / INTERNET--Internauta / INTERNET--Difusão da Informação / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMU92 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação NICAÇÃO / METODOLOGIA / PORTUGAL / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REINO UNIDO / SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO / TELEVISÃO--Teledistribuição / UTILIZADOR DA INFORMAÇÃO [5549] FE.780 EUROPEAN COMMISSION. Directorate-General for Competition Revisão da Comunicação da Comissão relativa à Aplicação da Regras em matéria de Auxílios Estatais ao Serviço Público de Radiodifusão : [seguido de] Explanatory Memorandum [documento electrónico] / European Commission, Directorate-General for Competition. Brussels : Directorate-General for Competition, 2008. - acedido a 19-032008. – http://ec.europa.eu/comm/competition/st ate_aid/reform/broadcasting_comm_que stionnaire_pt.pdf http://ec.europa.eu/comm/competition/st ate_aid/reform/broadcasting_comm_me morandum.pdf . - A Comissão adoptou, em 2001, a sua comunicação relativa à aplicação das regras em matéria de auxílios estatais ao serviço público de radiodifusão ("Comunicação relativa à radiodifusão") a fim de fornecer orientações quanto ao financiamento dos organismos de rádiodifusão de serviço público em conformidade com o n.º 2 do artigo 86.º do Tratado e o Protocolo de Amesterdão. A avaliação da Comissão baseia-se nos seguintes princípios orientadores: nos termos do Protocolo de Amesterdão, os Estados-Membros dispõem de uma ampla margem discricionária na definição, organização e financiamento do serviço público de radiodifusão. Consequentemente, a Comissão aceita uma definição alargada de serviço público, incluindo o desporto e a diversão, en- quanto parte integrante da missão de garantir uma programação equilibrada e variada. A escolha do financiamento inclui igualmente, em princípio, a possibilidade de os organismos de radiodifusão de serviço público combinarem o financiamento estatal com receitas provenientes de publicidade. Apesar de os Estados-Membros poderem definir a missão de serviço público, estando apenas sujeitos ao controlo da existência de "erros manifestos", são obrigados a estabelecer as obrigações de serviço público de forma clara e precisa. Além disso, a Comissão analisa os eventuais efeitos desproporcionados sobre a concorrência provocados por uma sobrecompensação e por subvenções cruzadas em benefício das actividades comerciais, bem como os comportamentos anticoncorrenciais. A Comunicação relativa à radiodifusão revelou-se, na generalidade, um instrumento adequado para analisar os regimes de financiamento num número significativo de Estados-Membros. Desde a adopção da Comunicação relativa à radiodifusão em 2001, a Comissão tomou quase 20 decisões neste domínio. Na maior parte dos casos as investigações foram suscitadas por denúncias. Os serviços da Comissão consideram que uma actualização da Comunicação relativa à radiodifusão, de modo a reflectir a experiência obtida com estas investigações individuais e as clarificações adicionais decorrentes da prática decisória da Comissão desde 2001, reforçaria a transparência e a segurança jurídica. Verificaram-se igualmente alterações no contexto jurídico (como a Decisão e o Enquadramento da Comissão em matéria de pagamentos sob a forma de compensação de serviço público e a Directiva "televisão sem fronteiras" revista, a Directiva relativa aos serviços de comunicação audiovisual). Além disso, a evolução dos mercados devido à digitalização e à convergência dos meios de comunicação exige uma aná93 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação da consulta, antes de decidir em que medida são necessárias alterações às regras actuais. Se tal for adequado, apresentará uma proposta de Comunicação revista relativa à radiodifusão, possivelmente no segundo semestre de 2008, para que possa entrar em vigor até ao Verão de 2009 (in: 'INTRODUÇÃO').. - DOCUMENTOS RELACIONADOS: «Comunicação da Comissão relativa à aplicação das regras em matéria de auxílios estatais ao serviço, (2001/C 320/04)», disponível em: http://eurlex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.d o?uri=OJ:C:2001:320:0005:0011:PT:PD F «Commission decisions on State aid to public service broadcasting (19982007)», disponível em: http://ec.europa.eu/comm/competition/s ectors/media/decisions_psb.pdf «Enquadramento comunitário dos auxílios estatais sob a forma de compensação de serviço público, (2005/C 297/04)», disponível em: http://eurlex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.d o?uri=OJ:C:2005:297:0004:0007:PT:PD F «Decisão da Comissão de 28 de Novembro de 2005, relativa à aplicação do n.o 2 do artigo 86.o do Tratado CE aos auxílios estatais sob a forma de compensação de serviço público concedidos a certas empresas encarregadas da gestão de serviços de interesse econó-mico geral (2005/842/CE)», disponível em: http://eurlex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.d o?uri=OJ:L:2005:312:0067:0073:PT:PD F «Directiva 2007/65/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Dezembro de 2007, que altera a Directiva 89/552/CEE do Conselho relativa à coordenação de certas disposições legislativas, regulamentares 94 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 lise cuidadosa e, possivelmente, um maior desenvolvimento das regras vigentes. Tanto a Comunicação relativa à radiodifusão como a Directiva relativa aos serviços de comunicação áudiovisual recentemente adoptada fazem referência à Resolução do Conselho e dos representantes dos Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho de 25 de Janeiro de 1999, relativa ao serviço público de radiodifusão, afirmando essa Directiva: "o cumprimento da missão do serviço público de radiodifusão deve continuar a beneficiar do progresso tecnológico. A coexistência de fornecedores de serviços de comunicação social audiovisual públicos e privados é uma característica distintiva do mercado europeu dos meios de comunicação social audiov-sual". O objectivo global da Comissão consiste em conceber um quadro jurídico adequado para o futuro financiamento do serviço público de radiodifusão no contexto dos novos meios de comunicação social. Este quadro deve tomar em consideração a importância do serviço público de radiodifusão e a necessidade de apoio público, por um lado, e os possíveis efeitos negativos para a concorrência, por outro. Os princípios orientadores devem ser a transparência, a proporcionalidade e a responsabilização. As regras devem respeitar um justo equilíbrio entre a necessidade de prever exigências suficientemente claras e precisas a nível da UE e a liberdade dos Estados-Membros a nível da concepção do seu sistema de serviço público de radiodifusão em função das suas tradições jurídicas (em conformidade com o Protocolo de Amesterdão) e da escolha das modalidades de aplicação concreta das exigências previstas na comunicação. A presente consulta dá aos Estados-Membros e aos interessados a oportunidade de expressarem a sua opinião sobre as diversas questões em jogo. A Comissão analisará cuidadosamente os resultados Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação e administrativas dos Estados-Membros relativas ao exercício de actividades de radiodifusão televisiva», disponível em: http://eurlex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.d o?uri=OJ:L:2007:332:0027:0045:PT:PD F «Directiva 2005/81/CE da Comissão, de 28 de Novembro de 2005, que altera a Directiva 80/723/CEE relativa à transparência das relações financeiras entre os Estados-Membros e as empresas públicas, bem como à transparência financeira relativamente a certas empresas», disponível em: http://eurlex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.d o?uri=OJ:L:2005:312:0047:0048:PT:PD F . - A Comissão Europeia publicará as respostas a este questionário na seguinte URL: http://ec.europa.eu/comm/competition/st ate_aid/reform/reform.cfm (localizar 'Broadcasting'). - Contém: REVISÃO DA COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO RELATIVA À APLICAÇÃO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE AUXÍLIOS ESTATAIS AO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIODIFUSÃO: 1. INTRODUÇÃO; 2. COMO PARTICIPAR NA CONSULTA; 1. ASPECTOS GERAIS; 2. APRECIAÇÃO DA COMPATIBILIDADE NOS TERMOS DO N.º 2 DO ARTIGO 86.º DO TRATADO CE, EM ARTICULAÇÃO COM A COMUNICAÇÃO RELATIVA À RADIODIFUSÃO: 2.1. Coerência com a Decisão e o Enquadramento da Comissão em matéria de compensação de serviço público; 2.2. Definição da missão de serviço público; 2.3. Atribuição e supervisão; 2.4. Financiamento duplo dos organismos de radiodifusão de serviço público; 2.5. Obrigações em matéria de transparência; 2.6. Critério da proporcionalidade - Critério da proporcionalidade; 2.7. Critério da proporcionalidade proibição de distorções de mercado não necessárias para o cumprimento da mis- são de serviço público; 2.8. Outros aspectos; 3. OBSERVAÇÕES FINAIS; EXPLANATORY MEMORANDUM: 1. GENERAL; 2. COMPATIBILITY ASSESSMENT - ARTICLE 86 (2) EC TREATY AND THE BROADCASTING COMMUNICATION: 2.1. Coherence with the Commission Decision and Framework on public service compensation; 2.2. Definition of the public service remit; 2.3. Entrustment and Supervision; 2.4. Dual Funding of public service broadcasters; 2.5. Transparency requirements; 2.6. Proportionality test - Exclusion of overcompensation; 2.7. Proportionality test – exclusion of market distortions not necessary for the fulfilment of the public service mission; 2.8. Other issues; 3. FINAL REMARKS AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUDIOVISUAL--Política do Audiovisual / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / COMUNICAÇÃO / CONCEITO / CONCORRÊNCIA--Política da Concorrência / DEFINIÇÃO / DIREITO COMUNITÁRIO--Aplicação do Direito Comunitário / DIREITO COMUNITÁRIO--Controlo dos Auxílios Estatais / DIREITO COMUNITÁRIO--Directiva CE / DIREITO COMUNITÁRIO--Princípio da Proporcionalidade / DIREITO COMUNITÁRIO--Regulamento CE / DOCUMENTO DE TRABALHO / FINANCIAMENTO / ESTADO MEMBRO / INQUÉRITO / INTERESSE PÚBLICO / MERCADO INTERNO-Mercado Único / QUESTIONÁRIO / RADIODIFUSÃO / RESTRIÇÃO DE CONCORRÊNCIA--Obrigação de NãoConcorrência / REVISÃO / SERVIÇO DE INTERESSE GERAL / SERVIÇO PÚBLICO / UNIÃO EUROPEIA--Tratado da União Europeia 95 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5550] P.P.29 THOMSON, Stuart Delivering Digital Switch Over : Preparing the public / by Stuart Thomson. - O trabalho de divulgação dos benefícios e exigências do digital switchover para a população do Reino Unido tem recaído nos ombros do grupo Digital UK. Trata-se de uma organização criada no âmbito governamental, a pedido de vários dos radiodifusores e dos operadores dos multiplexes digitais terrestres especificamente para este efeito. O seu trabalho é o de assegurar que todos no país saibam que a transição para o digital já está em curso, quando tal acontecerá na sua área de residência, e o que precisam de saber e fazer para se prepararem para esta mudança tecnológica. In: Cable and Satellite Europe. Suplem. - London. - Autumn 2007, pp. 8-9 CAMPANHA DE INFORMAÇÃO / CONSUMO--Consumo de Bens e Serviços / DEFESA DO CONSUMIDOR / DOMICÍLIO / DVB-T / EQUIPAMENTO DE TELEVISÃO / GRUPO DE TRABALHO / INFORMAÇÃO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / PLANEAMENTO DA COMUNICAÇÃO / POLÍTICA GOVERNAMENTAL / REINO UNIDO / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5551] P.P.29 THOMSON, Stuart The digital dividend / by Stuart Thomson. - A motivação económica que está por trás do digital switchover é o dividendo digital - a parte do espectro radioeléctrico que será libertada após ser desligado o sinal de televisão analógico. Enquanto que a maior parte dos debates sobre o futuro do espectro se centram na questão da sua escassez, na realidade, os quinze canais que ficarão disponíveis (no Reino Unido, refira-se) poderão acomodar uma larga gama de outras aplicações. O regulador britânico das comunicações, o Ofcom, já decidiu que o dividendo digital será alocado através de leilão. In: Cable and Satellite Europe. Suplem. - London. - Autumn 2007, p. 10 ASPECTO ECONÓMICO / AUDIOVISUAL--Política do Audovisual / COMERCIALIZAÇÃO / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio por Grosso / DVB-T / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO--Modelo Económico / ESPECTRO DE FREQUÊNCIA--Frequência Radioeléctrica / FREQUÊNCIA RADIOELÉCTRICA--Banda de Frequências / GESTÃO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / OFCOM / PLANEAMENTO / PLATAFORMA DIGITAL / REGULAÇÃO / SERVIÇO DE INTERESSE GERAL / TELEVISÃO--Teledistribuição / TELEVISÃO--Televisão Móvel / TELEVISÃO DE ALTA DEFINIÇÃO / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5552] P.P.29 THOMSON, Stuart The case for HDTV / by Stuart Thomson. - Há presentemente no Reino Unido uma imensa discussão sobre o uso a dar ao espectro radioeléctrico do dividendo digital. O regulador britânico das telecomunicações, o OFCOM, propôs a abertura de um leilão para uma plataforma tecnologicamente neutra. Mas a maioria dos radiodifusores do Reino Unido preferiam a alocação adicional do espectro disponível para suportar as emissões de televisão em alta definição. 96 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação In: Cable and Satellite Europe. Suplem. - London. - Autumn, pp. 11 ASPECTO TÉCNICO / AUDIOVISUAL--Espaço Audiovisual Europeu / AUDIOVISUAL--Política do Áudiovisual / COMERCIALIZAÇÃO / DEBATE / DVB-T / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Rádioeléctrica / ESTAÇÃO DE RADIODIFUSÃO / INTERCONECTIVIDADE / LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO / MUDANÇA TECNOLÓGICA / NORMA / OPINIÃO / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / PLATAFORMA DIGITAL / RADIODIFUSÃO / REINO UNIDO / TECNOLOGIA DA COMUNICAÇÃO--Tecnologia Digital / TELEVISÃO DE ALTA DEFINIÇÃO / TRANSMISSÃO NUMÉRICA [5553] FE.781 UNIVERSIDAD AUTONOMA DE BARCELONA, et alli. Study on current trends and approaches to Media Literacy in Europe [documento electrónico] / coord. Universidad Autonoma de Barcelona ; edit. EAVI, European Association for Viewers Interests. - Adobe Acrobat 7.0 ; 4,64 MB. Brussels : EAVI, 2007. - múltiplos ficheiros. - acedido a 24-03-2008. – http://www.eavi.org/study%20ML/study %20ML.htm . - Este estudo procura responder à tarefa endereçada pela Comissão Europeia aos seus autores no sentido de: - Identificar a existência e as abordagens possíveis para a Literacia para os Media; - Fornecer uma descrição das temdências emergentes na Europa neste campo de actuação; - Apresentar recomendações sobre medidas a serem implementadas ao nível da Comunidade Europeia destinadas a ajudar a promover o aumento do nível da literacia para os media na Europa; - Esboçar o possível impacto económico e social da intervenção da União Europeia neste campo de actuação. Através do estudo dos materiais provenientes de muitos dos recursos possíveis, a equipa de investigação elaborou uma carta evolutiva da literacia para os media e um modelo conceptual de literacia para os media. Para ilustrar os seus aspectos históricos, cada patamar evolutivo da tecnologia dos media e das linguagens que correspondem ao respectivo desenvolvimento, foi explorado neste estudo. Foram revelados quatro patamares de literacia: * a Literacia Clássica (lerescrever-compreender) foi dominante durante séculos e correspondia ao processo de leitura e escrita, e no qual a escolaridade primária jogava um papel essencial; * a Literacia Audiovisual, que se relaciona com os media electrónicos, tais como o cinema e a televisão, focalizada na imagem ou na sequência de imagens. É o princípio de uma diversidade de iniciativas educacionais que começaram prematuramente, mas que não foram suficientemente acompanhadas por políticas efectivas; * a Literacia Digital ou literacia da informação, baseda nos media digitais, o que exige a aprendizagem do manejo de novas competências. Trata-se de um conceito muito recente e é geralmente utilizado como sinónimo para referir as competências técnicas requeridas pelas modernas ferramentas digitais: * a Literacia para os Media, que resulta da convergência dos media, e que é a fusão dos media electrónicos com os media digitais multimédia e que ocorre em estádios avançados de desenvolvimento de uma sociedade da informação. Em cada um destes quatro patamares existem três tipos distintos de competências e capacidades que se entrecruzam: Semiologia para a codificação e descodificação: cada um dos processos de literacia requer o domínio de um certo número de signos e símbolos que se relacionam com significados e sentidos 97 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação específicos; - Técnico-instrumental: em todos os processos de literacia, uma determinada capacidade para utilizar instrumentos específicos para a leitura ou para a produção de leitura são necessários; Interpretativa e cultural: finalmente, para além do recurso aos instrumentos ou à descodificação de certos repertórios de signos, a literacia em qualquer dos seus estádios - requer capacidades que asseguram o relacionamento da leitura e da escrita com uma vasta gama de contextos semióticos e pragmáticos. São de referir, em particular, o contexto cultural e o contexto da interacção social (trad. adap. baseada em excertos do 'Executive Summary'). Contém: Executive Summary; Development of the Factors ML; Europe; Austria; Finland; France; Germany; Hungary; Ireland; Italy; Portugal; Slovenia; Spain; United Kingdom; Final Report : Chapter I - Approaches – existing and possible - to media literacy; Chap. II - Emerging trends and good practices in the development of media literacy in Europe; Chap. III – Recommendations on measures to be implemented at EC level to help foster and increase the level of media literacy in Europe; Chap. IV - Possible economic and social impact of an European Union intervention in this field; Bibliography ACESSO À INFORMAÇÃO / ALEMANHA / ANÁLISE DA SITUAÇÃO / APRENDIZAGEM / ASPECTO ECONÓMICO / ASPECTO SOCIAL / ÁUSTRIA / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Iniciativa / COMPETÊNCIA / COMUNICAÇÃO SOCIAL / CONCEITO / DADOS ESTATÍSTICOS / DEFINIÇÃO / EDUCAÇÃO--Literacia para os Media / EDUCAÇÃO EXTRACURRICULAR--Literacia para os Media / EDUCAÇÃO PERMANENTE-Literacia para os Media / ESCOLA / ESLOVÁQUIA / ESLOVÉNIA / ESPANHA / FINLÂNDIA / FRANÇA / GRUPO DE PERITOS / EUROPA / HUNGRIA / IMPACTO / INTERACTIVIDADE / INVESTIGAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO / IRLANDA / ITÁLIA / MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELECTRÓNICOS / MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL / MULTIMÉDIA / PAPEL DOS PAIS / PORTUGAL / PROGRAMA COMUNITÁRIO--Acção Comunitária / PROGRAMA EDUCATIVO / PROJECTO DE DESENVOLVIMENTO / RECOMENDAÇÃO / REINO UNIDO-Relatório de Investigação / RELATÓRIO / UNIÃO EUROPEIA--Acção Comum / UTILIZADOR DA INFORMAÇÃO [5554] FE.782 MENDEL, Toby Freedom of Information : A Comparative Legal Survey [documento electrónico] / by Toby Mendel. - 2º ed. revista e aumentada. - Adobe Acrobat 7.0 ; . - Paris : Unesco, 2008. - 167 p. acedido a 25-03-2008. – http://portal.unesco.org/ci/en/files/2615 9/12054862803freedom_information_en .pdf/freedom_information_en.pdf . - A livre circulação da informação e das ideias encontra-se no cerne da verdadeira noção de democracia e é crucial para um efectivo respeito dos direitos humanos. Na ausência do respeito pela liberdade de expressão, que inclui o direito a procurar, receber e dar informação e ideias, não é possível o exercício do direito de voto; os abusos dos direitos humanos têm lugar em segredo e não há nenhma forma de denunciar a corrupção ou a ineficiência governamental. Questão central para a salvaguarda na prática do livre fluxo de informação e das ideias é o princípio de que os organismos públicos detém a informação não para si próprios mas em nome do público. Estes organismos possuem um vasto acervo de informação e, 98 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação se esta for mantida em segredo, o direito à liberdade de expressão, garantido tanto pelo direito internacional como pela maior parte das Constituições, é seriamente subvertido. A importância do direito de acesso à informação detida pelos organismos públicos, por vezes referido como o direito ao conhecimento, tem sido reconhecido pela Suécia de há duzentos anos a esta parte. Importante, entretanto, é que nos últimos dez anos este direito ganhou um reconhecimento em todas as regiões do mundo inteiro. Tal representa o reflexo na orientação dos Estados, que assinalam a importância deste direito para um número de organizações internacionais, incluindo vários actores das Nações Unidas e a totalidades dos três sistemas regionais de direitos humanos, na garantia específica deste direito em muitas das novas Constituições adoptadas em países em processos de transição democráticos, e na mudança da legislação e das políticas que conferem um efeito prático a este direito por um rapidamente crescente número de países e organizações internacionais. Um valor fundamental subjacente ao direito de conhecimento é o princípio da divulgação máxima, a qual estabelece a presunção de que toda a informação detida pelos organismos públicos ser sujeita a divulgação, a menos que haja uma justificada objecção de interesse público na sua não divulgação. Este princípio também implica a introdução de mecanismos eficazes através dos quais o público possa ter acesso à informação, incluindo sistemas de gestão dos pedidos de informação, bem como a proactiva publicação e difusão de matérias-chave. Um certo número de questões enfrentam os que esboçam e/ou promovem legislação garantindo o direito de conhecer de acordo com o princípio da divulgação máxima. Como deverá ser um regime de excepções capaz de adequar um equilibrado balanço entre o direito de saber e a necessidade de secretismo para proteger certos interesses públicos e privados? Quão extensiva deverá ser a obrigação de publicar e disseminar informação e como como poderá a lei garantir que que essa obrigação crescerá na linha do desenvolvimento tecnológico e a significativa redução de custos de publicação? Que procedimentos necessários à solicitação de informação podem equilibar a necessidade de oportunidade e baixo custo, contra as pressões e confinamentos de recursos a que estão sujeitos os funcionários públicos? Que direito de reclamação deverão os particulares ter quando vêem recusados os seus pedidos de informação? Que medidas positivas serão necessárias tomar para alterar a cultura de secretismo que prevalece na administração pública de inúmeros países, e como informar o público acerca desses direitos? Esta publicação ajuda a responder a algumas destas questões através da descrição dos padrões internacionais que têm vindo a ser estabelecidos nesta área, e algumas das características-chave de uma legislação eficaz para a liberdade de informação. Também importante, ilustra a forma como como dez países e duas organizações internacionais lidaram com estas difíceis questões. Procurou-se assegurar que neste documento estivessem representadas todas as regiões do mundo, com uma focalização naqueles países onde existem efectivas garantias jurídicas do direito à informação. As duas organizações intergovernamentais O PNUD e o Banco Mundial - foram seleccionadas, em parte devido ao alcance das suas políticas de liberdade de informação, e igualmente pelo seu papel de liderança na promoção daquele direito junto de organizações similares (trad. e adapt. de um excerto de 'Foreword'). - Contém: Foreword and Note to the Second Edition; Introduction; International Standards and Trends: The United Nations; Regional Standards; The Commonwealth; Inter99 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação national Jurisprudence; Information in Specific Areas; National Developments; Intergovernmental Organisations; Features of an FOI Regime: PRINCIPLE 1. MAXIMUM DISCLOSURE; PRINCIPLE 2. OBLIGATION TO PUBLISH; PRINCIPLE 3. PROMOTION OF OPEN GOVERNMENT; PRINCIPLE 4. LIMITED SCOPE OF EXCEPTIONS; PRINCIPLE 5. PROCESSES TO FACILITATE ACCESS; PRINCIPLE 6. COSTS; PRINCIPLE 7. OPEN MEETINGS; PRINCIPLE 8. DISCLOSURE TAKES PRECEDENCE; PRINCIPLE 9. PROTECTION FOR WHISTLEBLOWERS; Country Chapters: Azerbaijan; Bulgaria; India; Jamaica; Japan; Kyrgyzstan; Mexico; Peru; South Africa; Sweden; Thailand; Uganda; United Kingdom; United States; Comparative Analysis: Introduction; The Right of Access; Procedural Guarantees; Duty to Publish; Exceptions; Appeals; Sanctions and Protections; Promotional Measures; Conclusion ACESSO À INFORMAÇÃO / ACESSO AOS DOCUMENTOS OFICIAIS / ÁFRICA DO SUL / ANÁLISE COMPARATIVA / ASPECTO JURÍDICO / AZERBEIJÃO / CIRCULAÇÃO DA INFORMAÇÃO / BULGÁRIA / CONSTITUCIONALIDADE / DEMOCRACIA / DIREITO À INFORMAÇÃO / DIREITO DE INFORMAR / DIREITO INTERNACIONAL / DIREITOS HUMANOS / DIVULGAÇÃO / EDIÇÃO / ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA / GOVERNANÇA / ÍNDIA / JAMAICA / JAPÃO / JURISPRUDÊNCIA / LEGISLAÇÃO / LIBERDADE DE INFORMAÇÃO / MÉXICO / ONU / ORGANIZAÇÃO INTERGOVERNAMENTAL / PERÚ / PODER EXECUTIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA / PROTECÇÃO JURÍDICA / QUIRGUISTÃO / REINO UNIDO / SANÇÃO / SUÉCIA / TAILÂNDIA / TRATADO IN- TERNACIONAL / TRIBUNAL INTERNACIONAL / UGANDA [5555] FE.783 COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho, Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões : Relatório de Progresso sobre o Mercado Europeu das Comunicações Electrónicas em 2007 (13º Relatório) : [seguido de] Commission Staff Working Document : volume 1 [e] Volume 2 [documento electrónico] / Comissão das Comunidades Europeias. - Adobe Acrobat ; 2,62 MB. - Bruxelas : Serviço de Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 2008. múltiplos ficheiros. - acedido a 26-052008. – http://ec.europa.eu/information_society/ policy/ecomm/doc/library/annualreports /13th/com_2008_153_pt_final.pdf http://ec.europa.eu/information_society/ policy/ecomm/doc/library/annualreports /13th/SEC(2008)356DTSVol1final.pdf http://ec.europa.eu/information_society/ doc/factsheets/13thimplementation/921-pt.pdf . - Segundo o 13.º Relatório de Progresso sobre o mercado único das telecomunicações hoje publicado pela Comissão Europeia, a Dinamarca, a Finlândia, os Países Baixos e a Suécia são líderes mundiais na implantação da banda larga, com taxas de penetração superiores a 30% no final de 2007. Estes países da União Europeia, juntamente com o Reino Unido, a Bélgica, o Luxemburgo e a França, apresentavam, em Julho de 2007, taxas de penetração da banda larga superiores à dos Estados Unidos (22,1%). Houve um aumento de 19 milhões de linhas de banda larga na UE em 2007, o equivalente a mais de 50 000 residências por dia. Estima-se que o sector da banda larga tenha gerado 62 100 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação 000 milhões de euros de receitas, tendo a penetração global na Europa atingido os 20%. No entanto, é perfeitamente possível aumentar os benefícios para os consumidores através do reforço do mercado único, do reforço da concorrência e da redução da regulamentação para os intervenientes no mercado (excerto do IP/08/460, de 19 de Março). A presente comunicação dá conta de evolução observada no sector das comunicações electrónicas em 2007. O quadro regulamentar da União Europeia destina-se a beneficiar os utilizadores e os consumidores, garantindo que a concorrência e a crescente integração do mercado europeu induzam o investimento em serviços inovadores, atraentes e a preços acessíveis. O seu objectivo último é eliminar a regulamentação económica ex ante, desde que a concorrência esteja suficientemente desenvolvida. Esta abordagem tem surtido bons resultados. No entanto, é possível obter ainda maiores benefícios através do fortalecimento do mercado único, da intensificação da concorrência e da redução do peso regulamentar. Por conseguinte, a Comissão publicou uma recomendação revista sobre os mercados relevantes e apresentou propostas de alteração das directivas que formam o quadro regulamentar comunitário, com o principal objectivo de consolidar o mercado interno através de uma regulamentação mais coerente, do reforço da protecção dos consumidores e dos direitos dos utilizadores e de uma gestão e utilização mais eficientes do espectro (in: 'COM(2008) 153, 1.Introdução'). - Documentos publicados com as seguintes referências, respectivamente: COM (2008) 153 e SEC(2008) 356 (vols. 1 e 2). DOCUMENTOS RELACIONADOS: «Comissão propõe mercado único europeu das telecomunicações para 500 milhões de consumidores - IP/07/1677» [seguido de] «Commission acts to reduce telecoms regulation by 50% to focus on broadband competition IP/07/1678», ambos disponíveis nesta mesma base de dados sob o número de registo [MFN] 5044 e com a Cota FE.731. Vt.: «8 EU Member States ahead of the US in broadband deployment says Commission’s Telecoms Report - IP/08/460»; «Focus on consumers»; «Country Factsheets» ; «Glossary»; «Press conference by Commissioner Viviane Reding – powerpoint presentation» (todos os documentos disponíveis no GMCS). Contém: COM (2008) 153: 1. Introdução; 2. Evolução do Mercado: Investimento; Panorama financeiro; Banda larga; 3. Contexto Regulamentar: Quadro institucional; Aplicação das medidas regulatórias; Gestão do espectro; 4. Interesses dos Consumidores: Transparência das tarifas; Serviço universal; Portabilidade dos números; 112; 5. Conclusões; SEC(2008) 256, Vol. 1: MARKET AND ECONOMIC DEVELOPMENTS: Financial and Economic Sector Overview; The Mobile Market; Fixed Voice Sector; Broadband; Technology Trends; REGULATORY DEVELOPMENTS: Institucional Framework; Implementation of Regulatory Measures; The Consumer Interest; Horizontal Regulation; SPECTRUM MANAGEMENT: Spectrum Liberalization and Secondary Trading; Implementation of Spectrum Decisions; Assignment of Spectrum; MONITORING AND ENFORCEMENT; IMPLEMENTATION IN THE MEMBER STATES: Belgium; Bulgaria; Czech Republic; Denmark; Germany; Estonia; Ireland; Greece; Spain; France; Italy; Cyprus; Latvia; Lithuania; Luxembourg; Hungary; Malta; The Netherlands; Austria; Poland; Portugal; Romania; Slovenia; Slovakia; Finland; Sweden United Kingdom; SEC(2008) 256, Vol. 2: INTRODUCTION: MARKET INDICATORS; 1. MOBILE MAR-KET; 2. FIXED MARKET; 3. BROADBAND ACCESS AND PRI101 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação CING; 4. CONVERGED SERVICES BUNDLED OFFERS; 5. BROADCASTING; 6. LEASED LINES RETAIL TARIFFS; 7. EXCHANGE RATES AND POPULATION; 8. OECD TELECOMMUNICATIONS BASKET DEFINITIONS ANÁLISE DA SITUAÇÃO / ANÁLISE ECONÓMICA / ANÁLISE FINANCEIRA / BANDA LARGA / COMISSÃO EUROPEIA--Poder de Controlo / COMUNICAÇÃO / COMCORRÊNCIA--Formação de Preços / CONCORRÊNCIA--Política da Concorrência / DEFESA DO CONSUMIDOR / DIREITO COMUNITÁRIO-Aplicação do Direito Comunitário / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio de Retalho / DISTRIBUIÇÃO COMERCIAL--Comércio por Grosso / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO / ESPECTRO RADIOELÉCTRICO--Frequência Radioeléctrica / ESTADO MEMBRO / INDICADOR DE COMUNICAÇÃO / INDÚSTRIA DAS TELECOMUNICAÇÕES / INFRA-ESTRUTURA TECNOLÓGICA / INVESTIMENTO / LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO / MERCADO INTERNO-Mercado Único / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / ORGÃOS DE REGULAÇÃO / RADIODIFUSÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / REGULAÇÃO / RELATÓRIO / REVISÃO / SERVIÇO UNIVERSAL / TELECOMUNICAÇÃO-Política das Telecomunicações / TELECOMUNICAÇÃO--Regulamentação das Telecomunicações / TELECOMUNICAÇÃO SEM FIOS / TELEVISÃO-Teledistribuição [5556] FE.784 BANISAR, David Freedom of Information Around the World 2006 : A Global Survey of Access to Government Information Laws [documento electrónico] / David Banisar ; edit. Privacy International, The Freedom of Information Project. Adobe Acrobat 7.0 ; 3,51 MB. - London : Privacy International, 2006. - 168 + 32 p. - acedido a 26-03-2006. – http://www.privacyinternational.org/foi/ foisurvey2006.pdf . - A liberdade de informação é um direito essencial de todas as pessoas. Permite que os indivíduos e os grupos protejam os seus direitos. É uma salvaguarda importante contra os abusos, a má gestão e a corrupção. Pode também ser benéfica para os próprios governos a abertura e a transparência no processo de tomada de decisão podem melhorar a confiança dos cidadãos na acção governativa. A liberdade de informação está agora a ser mais amplamente reconhecida pelo direito internacional. Numerosos tratados, acordos e orientações de organismos internacionais e regionais obrigam ou incentivam os governos a adoptar legislação. Os casos começam a ser conhecidos nos 'fora' internacionais. Quase setenta países em todo o mundo adoptaram actos legislativos detalhados que facilitam o acesso aos registos detidos por organismos governamentais, e outros cinquenta desenvolvem esforços nesse sentido. Alguns países publicaram decretos ou utilizaram os preceitos constitucionais. Outros países adoptaram outros tipos de leis, que facultam um acesso limitado, incluindo as leis de protecção de dados que permitem aos indivíduos o acesso aos seus próprios dados pessoais detidos pelas agências governamentais ou por organizações privadas, ou ainda regulamentação específica que confere o direito de acesso 102 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação à informação em certas áreas específicas, como a saúde, o ambiente ou a defesa do consumidor. Embora a liberdade de informação exista desde à duzentos anos, está ainda a evoluir. Mais de metade das leis de liberdade de informação foi apenas adoptada nos últimos dez anos. O aumento do grau de transparência tem sido uma resposta às solicitações das organizações da sociedade civil, dos media e da finança internacional. Muitas das novas leis adoptaram processos inovadores para melhorar o acesso à informação. Comtudo, subsiste muito trabalho a realizar para se alcançar uma governação verdadeiramente transparente. A cultura de secretismo permanece forte em muitos países. Muitas das leis não são adequadas e a promoção do acesso à informação é apenas letra morta. Nalguns países é latente o logro legislativo devido à incapacidade de a implementar correctamente ou, à ausência de solicitações nesse sentido. Noutros, as taxas cobradas - ou a isenção das mesmas -, são objecto de abusos por parte dos governos. Algumas das leis mais antigas carecem de uma actualização que reflicta os desenvolvimentos sociais e tecnológicos. Por seu turno, as mais recentes, que promoveram o secretismo na guerra global ao terrorismo, impedem o acesso à informação. A finalizar, as organizações internacionais analisaram as funções dos governos nacionais neste domínio mas, não se sujeitaram elas próprias às mesmas regras (In: ‘Overview'). Este documento constitui-se como uma revisão levada a efeito pelo Freedom of Information Project of Privacy International, do panorama dos países que adoptaram regimes nacionais de acesso à informação. Todos os países constantes deste relatório adoptaram, sob alguma forma, um sistema de acesso à informação. Na maioria dos casos, tal reveste a forma de uma lei nacional de liberdade de informação, mas esta investigação inclui alguns países, tais como a Argentina, o Paquistão e as Filipinas, que possuem sistemas alternativos. A investigação inclui também países com sistemas extremamente frágeis e na sua maior parte negativos, tais o Zimbabué ou o Uzbequistão, e e isto para facilitar uma melhor compreensão dos efeitos gerados por estes diferentes sistemas. A informação incluída neste relatório foi recolhida por meio de investigação independente, entrevistas e através de peritos da sociedade civil, dos media, dos meios académicos e governamentais. A informação está actualizada a Abril de 2006. O investigador principal e autor do relatório é David Banisar, um investigador associado da Faculdade de Direito da Universidade de Leeds e director do Freedom of Information Project of Privacy International. A assistência na concepção, pesquisa e actualização dos relatórios nacionais foi concedida por Pablo Palazzi (países falantes de espanhol e português), Charmaine Rodrigues (países da Commonwealth), Marina Savintseva (países falantes de russo) e Nick Pauro (Direitos constitucionais). O apoio à exe-cução deste relatório foi fornecido pela Open Society Justice Initiative e pelo Privacy International. Previamente, recebeu também apoios do freedominfo.org, do Open Society Institute e do Information Infrastructure Program, da Kennedy School of Government, Universidade de Harvard. Actualizações, traduções, o mapa global FOI (Freedom of Information) e as edições anteriores estão disponíveis em: http://www.privacyinternational.org/foi/ survey (in: 'About this Survey'). Verbete dedicado a PORTUGAL nas pp. 126-127. - Contém: Foreword for 2006 Edition; The Right to Know: Domestic and International Developments: Overview; Benefits of Freedom of Information; International Sources of FOI; National Efforts on Freedom of Information; Common Features of FOI 103 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Laws; Problems; Conclusion; Albania; Angola; Antigua & Barbuda; Argentina; Armenia; Australia; Austria; Azerbaijan; Belgium; Belize; Bosnia and Herzegovina; Bulgaria; Canada; Colombia; Croatia; Czech Republic; Denmark; Dominican Republic; Ecuador; Estonia; Finland; France; Georgia; Germany; Greece; Hungary; Iceland; India; Ireland; Israel; Italy; Jamaica; Japan; South Korea; Kosovo; Latvia; Liechtenstein; Lithuania; Macedonia; Mexico; Moldova; Montenegro; Netherlands; New Zealand; Norway; Pakistan; Panama; Peru; Philippines; Poland; Portugal; Romania; Serbia; Slovakia; Slovenia; South Africa; Spain; Sweden; Switzerland; Tajukistan; Thailand; Trinidad and Tobago; Turkey; Uganda; Ukraine; United Kingdom; United States; Uzbekistan; Zimbabwe; Appendix A Table of FOI Laws and Decrees ACESSO À INFORMAÇÃO / ACESSO AOS DOCUMENTOS OFICIAIS / ACORDO INTERNACIONAL / ASPECTO JURÍDICO / CIDADANIA / CIRCULAÇÃO DA INFORMAÇÃO / DEMOCRACIA / DIREITO À INFORMAÇÃO / DIREITO CONSTITUCIONAL / DIREITO DE INFORMAR / DIREITO INTERNACIONAL / DIREITOS HUMANOS / DIVULGAÇÃO / EFEITO ESPERADO / GOVERNO / INICIATIVA / INTERESSE PÚBLICO / INVESTIGAÇÃO / LEGISLAÇÃO-Decreto / LEGISLAÇÃO--Lei / LEGISLAÇÃO--Redacção Legislativa / LIBERDADE DE INFORMAÇÃO / ORGANIZAÇÃO INTERGOVERNAMENTAL / ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL / ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS / PODER EXECUTIVO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA--Organismo Público / PROTECÇÃO JURÍDICA / PROVEDOR / RELATÓRIO / REUNIÃO INTERNACIONAL / SISTEMA DE INFORMAÇÃO [5557] FE.785 GROTECK CO., LTD Digital Television in Russia : Report [documento electrónico] / edit. by Groteck Co., Ltd ; for the European Audiovisual Observatory. - Adobe Acrobat. 7.0 ; 9,69 MB. - Moscow : European Audiovisual Observatory, 2008. - 156 + 85 p. - acedido a 28-032008. – http://www.obs.coe.int/online_publicati on/reports/digitaltv_groteck.pdf . - De acordo com os dados preliminares do Ministério para as Tecnologias de Informação e Comunicação da Federação Russa, a dimensão do mercado de ICT (inclui TI's, telecomunicações e TV/Rádio) atingiu €.42,1 biliões em 2007, um aumento de 25,4% comparativamente com 2006. Espera-se que a dimensão deste mercado seja de €.50 biliões em 2008. O aumento dos rendimentos pessoais dos russos (o rendimento médio mensal per capita é, actualmente, de €.400) representou um crescimento no consumo de certo tipo de bens e serviços. Entretanto, de acordo com a iKS-consulting, um pacote completo de serviços de telecomunicações, presentemente, pode atingir os €.39,98 por mês. O domínio da televisão terrestre de acesso livre no fornecimento de conteúdos de alta qualidade é uma característica única da Rússia. A radiodifusão terrestre foi a única forma de fornecimento de sinal de televisão aos cidadãos até próximo dos finais de 1991 - antes da desintegração da URSS. O custo do acesso da televisão terrestre para as habitações atingiu menos de 0,08% do custo médio das habitações por mês. A transição da televisão analógica terrestre para o formato digital (na norma DVB-T) já foi anunciada como uma prioridade governamental para a Rússia. O principal aspecto positivo na introdução da radiodifusão digital terrestre pela norma DVB-T, de 104 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação acordo com a opinião dos actores do mercado foi a aprovação da infraestrutura de desenvolvimento da radiodifusão digital na Federação Russa para o período de 2008-2015 (resolução governamental datada de 29 de Novembro de 2007. Tendo adoptado o padrão europeu par a televisão digital, os reguladores do mercado russos terão de ter agora em consideração os constrangimentos temporais relacionados com a transferência europeia para a radiodifusão digital e, também, com abordagem europeia em relação à organização da radiodifusão digital. O operadores russos têm, no seu horizonte, revelado um acentuado interesse no modelo americano de distribuição de sinal à população, como é notório pela prevalência da televisão por satélite e por cabo como os principais modos de fornecimento de canais de televisão. Com uma tal abordagem, os operadores estão a seguir a opinião dos mais destacados peritos (por exemplo, a do académico Y. Zubarev, do Instituto de Rádio do Estado) sobre o mercado russo de televisão, o qual acredita que a televisão terrestre será apenas realmente necessária para um máximo de 10-15% dos domicílios russos. Todas as outras habitações podem ser cobertas pela televisão por satélite (em particular, quando os novos players oferecerem os serviços emergentes mais 'económicos') e pela televisão por cabo. A maioria dos operadores de telecomunicações estão actualmente a direccionar os seus principais investimentos para o desenvolvimento das redes de acesso à banda larga. O total dos investimentos na transição da televisão analógica terrestre para o modo de transmissão digital é expectável que venha a ser de 10 biliões de euros durante o período de 200820015 (trad. adap. de um excerto de '1. Main Results'). - Contém: Chapter 1: Main results; Chapter 2. The Russian Economy: 2.1 Russian Economic Structure; 2.2 Demographic Situation and Population Income Growth; 2.3 Expenses for Telecommunication and TV Facilities; 2.4 Television landscape; 2.5 Investments; Chapter 3. Russian DTV market: current situation; 3.1 Evolution of DTV in its various modes: analogue and digital TV in Russia; 3.2 Strategies of main DTV market vendors; 3.3 VoD projects in Russia; 3.4 Convergence of TV with other media; Chapter 4. The Russian DTV market: trends and development: 4.1 Terrestrial DTV; 4.2 Cable DTV; 4.3 Satellite DTV; 4.4 IPTV; APPENDIX ANÁLISE DA SITUAÇÃO / BANDA LARGA / CANAL DE TELEVISÃO / CONCENTRAÇÃO ECONÓMICA-Participação / CONSUMO--Consumo de Bens e Serviços / CONVERGÊNCIA / DADOS ESTATÍSTICOS / DEMOGRAFIA / DIGITAL / DVB-C / DVB-S / DVB-T / ECONOMIA--Macroeconomia / ECONOMIA DA COMUNICAÇÃO--Modelo Económico / EMPRESA DE RADIODIFUSÃO / EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES / ESTRATÉGIA / FEDERAÇÃO RUSSA / FINANCIAMENTO / GRUPOS ECONÓMICOS / INDICADOR ECONÓMICO / INDICADOR DE COMUNICAÇÃO / INTERNET-IPTV-Internet Protocol TV / INVESTIMENTO / MERCADOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / MUDANÇA TECNOLÓGICA / OBSERVATÓRIO EUROPEU DO AUDIOVISUAL / PAY-TV / POLÍTICA GOVERNAMENTAL / PREVISÃO / REDE E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS / RELATÓRIO / SECTOR PRIVADO / SECTOR PÚBLICO / TELEVISÃO-Teledistribuição / TRANSMISSÃO ANALÓGICA / TRANSMISSÃO NUMÉRICA / VIDEO-ON-DEMAND 105 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação [5558] FE.786 BANISAR, David Silencing Sources : An International Survey of Protections and Threats to Journalists’ Sources [documento electrónico] / David Banisar. - Adobe Acrobat 7.0 ; 1,61 MB. - London : Privacy International. - 97 p. - acedido a 28-03-2008. – http://www.privacyinternational.org/foi/ silencingsources.pdf . - A protecção das fontes dos jornalistas é essencial para assegurar a livre informação aos jornalistas e ao público. O direito à protecção das fontes está bem reconhecido pelo direito internacional. Foi especificamente reconhecido pelas Nações Unidos, pelo Conselho da Europa, pela Organização dos Estados Americanos, pela União Africana e pela Organização para a Segurança e Cooperação Europeia. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos detectou, em vários casos, que se trata de uma questão essencial da liberdade de expressão. Um importante número de países reconhece hoje a protecção das fontes jornalísticas. Quase cem países adoptaram protecção jurídica específica para as fontes dos jornalistas nas suas leis ou constituições. Em menos de vinte países, uma tal protecção tem carácter absoluto. Muitos países também reconheceram a protecção das fontes através da jurisprudência ou, integrada no direito constitucional de liberdade de expressão. O reconhecimento da necessidade de protecção jurídica tem vindo a crescer. Nos últimos anos muitos países adoptaram legislação nesse sentido, incluindo a Bélgica, o México, a Suíça, a Nova Zelândia, a Austrália, Angola, o Luxemburgo e El Salvador. Os Estados Unidos, o Canadá e a Irlanda mantém-se como dos poucos países democráticos que não respeitam de forma automática o direito à protecção das fontes. Na maioria dos países com legislação para este efeito, parece terem ocorrido poucos casos em que aos jornalistas tenha sido solicitado a divulgação das fontes de informação. O direito à protecção das fontes é mais ameaçado nas jurisdições onde não existem leis para o efeito. No Estados Unidos, diversos jornalistas foram detidos por períodos prolongados nos anos mais recentes. Também na Holanda foram presos jornalistas e multados na Austrália e no Canadá. Em muitas jurisdições, a protecção está a ser subvertida pelo recurso regular aos mandatos de busca às sedes de orgãos de comunicação social ou às residências dos jornalistas. Poucos países detêm protecção jurídica específica contra estas acções. Este é um problema recorrente na Europa, mesmo após o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ter decidido claramente sobre o assunto. A Protecção é igualmente subvertida em muitas jurisdições através do recurso a meios legais e ilegais de segurança. Os apelos à segurança nacional estão também a ameaçar a protecção jurídica em muitos países. O segredo de Estado e as Leis do Segredo de Estado representam um contínuo problema para os jornalistas. Tem havido numerosos casos em que jornalistas foram presos, processados ou perseguidos por divulgação de informação. As novas legislações anti-terrorismo adoptadas em numerosos países conferem às autoridades poderes acrescidos para exigir colaboração aos jornalistas, interceptar comunicações ou ou apoderar-se da informação. Poucos países fornecem protecção às fontes de informação, uma vez estas últimas identificadas. Poucos países possuem na sua legislação a protecção à denúncia e apenas alguns autorizam a sua divulgação nos media. Apenas nalguns deles é de interesse público a defesa da legislação do segredo de Estado. - Contém: Executive Summary; Acknowledgements; About Privacy International; Introduction; I. 106 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008 Direcção de Serviços de Assessoria, Concepção e Avaliação Defining Protection of Journalists’ Sources: The Boundaries of Protection of Sources; Why the Protection of Sources is Important for the Media; The Consequences of Lack of Source Protection; II. International Recognition of Protection of Sources: United Nations; Council of Europe; Organization for Security and Co-operation in Europe; Organization for American States; African Union; III. National Regulations on Protection of Sources: Constitutional Rights; Laws with Absolute Protections; Qualified Laws; Duty Not to Disclose; What Information is Protected; Who is a Journalist? Searches; Interception of Communications; National Security and Sources; Defamation Laws; Whistleblower Protections; Regional Reports; Africa: Continental Protections; Legal Protections; Attacks on Sources; Rule of Law Issues; Terrorism and National Security Laws; Wiretaps and Transactional Records; Asia & Pacific: Legal Protections; Searches; National Security and Terrorism Laws; Europe: The Importance of International Standards in European Law; Legal Protections; Searches; Wiretapping; National Security; Latin America: Regional Protections; Legal Protections; Searches; Wiretapping; National Security; North America: Legal Protections and Controversies; Surveillance of Journalists; National Security and Anti-terrorism; Proposed Guidelines on Protection of Journalists’ Sources (trad. adapt. de 'Executive Summary') MAÇÃO / INFORMAÇÃO / INFORMAÇÃO GRAVADA / JORNALISTA / JURISPRUDÊNCIA / LEGISLAÇÃO--Lei / LIBERDADE DE COMUNICAÇÃO / LIBERDADE DE INFORMAÇÃO / OEA / OUA / ONU / OSCE / PROTECÇÃO JURÍDICA / RECOLHA DE INFORMAÇÃO / SEGURANÇA / SEGREDO DE ESTADO / SEGREDO PROFISSIONAL / TERRORISMO / TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS HUMANOS ACESSO À INFORMAÇÃO / ÁFRICA / AMÉRICA DO NORTE / AMÉRICA LATINA / ÁSIA / ASPECTO JURÍDICO / CONSELHO DA EUROPA / CONTROLO DA COMUNICAÇÃO / DEMOCRACIA / DIFAMAÇÃO / DIREITO À INFORMAÇÃO / DIREITO CONSTITUCIONAL / DIREITO INTERNACIONAL / DIVULGAÇÃO / EUROPA / FONTE DE INFOR107 Boletim Bibliográfico do GMCS, Ano II, Vol. 2 (n.º 1), Jan-Mar. 2008