13º Fórum Internacional AWID sobre os Direitos das Mulheres e o Desenvolvimento Salvador, Bahia, Brasil De 5 a 8 de maio de 2016 Convocatória para Participação Inscrições estendidas até 3 de Julho de 2015 Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça Fórum AWID 2016 Convocatória para Participação Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça “Um outro mundo não só é possível, ela já está a caminho... num dia tranquilo, eu posso ouvi-la respirar.” Arundhati Roy Junte-se a Nós! Em uma época marcada pelo aumento da repressão global e da tentativa de silenciamento das vozes progressistas, o Fórum AWID 2016 é um espaço para a re-imaginação e a co-criação. Este convite é feito a vocês, aquelas/es que acreditam em futuros livres de opressões de gênero, na realização de plenos direitos para as pessoas e para o planeta, e na autodeterminação do corpo à nação. Estamos vivendo em tempos de repressão e violência sem precedentes. Os principais alvos são aquelas pessoas que buscam combater a discriminação, a desigualdade e a injustiça; que trabalham em prol da transformação de estruturas de poder opressivas; que reivindicam seus direitos humanos; e que se mobilizam para proteger as Convocatória para Participação pessoas e o planeta. Ataques direcionados às mulheres e a outras/os ativistas e defensoras/es dos direitos humanos tornaram-se particularmente violentos e generalizados. Ainda que observemos a ascensão de novas forças de opressão, existem fissuras crescentes nos antigos sistemas de poder - muitas vezes graças ao impacto da resistência de nossos próprios movimentos. Estas fissuras criam uma oportunidade – apesar das ameaças - para nutrirmos novos futuros, fundamentados em nossas próprias visões de sociedades justas, de relações justas e de uma Mãe Terra saudável. As crises e oportunidades com as quais nos deparamos significam que precisamos repensar Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 2 nossas respostas. É hora de ir além de nossos espaços habituais de questões, setores, locais e identidades para criar novas e poderosas alianças. Alianças que possam transformar nossos diversos espaços de ativismo em poderosas redes interligadas de visão e ação. Somente então poderemos ter a esperança de canalizar as oportunidades existentes e reverter as forças de opressão que minam e destroem nossos direitos, nossas vidas, e nosso planeta diariamente. O Fórum AWID 2016 é um espaço para que as vozes feministas progressistas e nossas/os aliadas/ os possamos imaginar futuros livres de opressões de gênero, de injustiça racial, étnica e econômica, assim como de degradação ambiental, de exploração do trabalho, de guerra e de violência, para renovar solidariedades e fazer avançar agendas de ações concretas em comum. É um espaço para que todas/os as/os que acreditam nos valores da dignidade, dos direitos e da justiça para as pessoas e para o planeta possam se unir em uma ruptura criativa da dominação e da opressão que têm buscado silenciar alternativas. E é um espaço onde as ideias e experiências de diversas vozes e movimentos vão convergir, visando a examinar as lições do passado, evocar perspectivas renovadas e ideias ousadas, e explorar novas formas de trabalhar em conjunto que nos impulsionem a ir além dos nossos espaços habituais e a construir nosso poder coletivo. Convocatória para Participação Os objetivos do Fórum AWID 2016 são os seguintes: 1. Celebrar as conquistas de diversos movimentos sociais nos últimos 20 anos e analisar criticamente as lições com as quais podemos prosseguir; 2. Avaliar a nossa realidade atual na plenitude das diversidades dos nossos contextos, visando a identificar oportunidades para o avanço dos direitos das mulheres e de outras pessoas oprimidas, bem como as ameaças e os desafios - novos e velhos – com os quais nos confrontamos atualmente; 3. Explorar estratégias para a mobilização de uma maior solidariedade e poder coletivo entre os diversos movimentos, visando a fazer recuar as forças da opressão e canalizar as oportunidades existentes para promover visões compartilhadas de um mundo justo; 4. Inspirar, dinamizar e renovar a força e o propósito de ativistas e defensoras de direitos de diversas localidades e movimentos. Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 3 A Urgência dessa Era: Nosso Mundo Contemporâneo As reivindicações e aspirações dos povos em prol da justiça, da igualdade, da liberdade e dos direitos persistiram ao longo do tempo, e em todas as geografias. Estas reinvindicações estimularam a resistência às ditaduras, ao colonialismo e à escravidão; provocaram a subversão contra o patriarcado e os sistemas de exploração de classe e casta, muito antes das rejeições a estes sistemas serem consagradas nas doutrinas jurídicas. Direitos continuam a evoluir e são disputados tanto dentro de marcos de políticas públicas oficiais, quanto nas lutas e demandas dos movimentos sociais. A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) em 1948 deu origem ao sistema internacional de direitos humanos e expandiu o reconhecimento global da indivisibilidade e da universalidade dos direitos humanos, sendo o Estado o principal encarregado a cumprir, respeitar e proteger esses direitos. Nos últimos 50 anos, movimentos feministas e outros movimentos sociais progressitas têm expandido a extensão e profundidade dos direitos formalmente reconhecidos para abarcar as reivindicações de pessoas que enfrentam formas particulares de opressão e em resposta às rápidas mudanças das realidades no mundo. As demandas conjuntas de que “os direitos das mulheres são direitos humanos” asseguraram que a década de 1990 fosse um momento decisivo para os movimentos de defesa dos direitos das mulheres e para o marco dos direitos humanos, e tornaram central a obrigação de toda sociedade de proteger, realizar e promover os direitos das mulheres Convocatória para Participação em suas diversidades. Desde então, vitórias significativas foram conquistadas nos marcos jurídicos e na prática para as mulheres em vários contextos, em relação a questões como violência contra as mulheres, direitos reprodutivos e sexuais, acesso à educação e direito à participação. Ao mesmo tempo, as estruturas feministas têm sido também enriquecidas por outros movimentos de transformação, incluindo as/os ativistas trans, intersexuais e as/os que não se limitam às classificações tradicionais de gênero, que têm impulsionado o feminismo para além das noções binárias de gênero e de opressão de gênero, e as lutas das/os negras/os, dos povos indígenas e dos Dalits que impeliram os movimentos feministas a ir além das lutas pautadas em uma só causa, reconhecendo as interseções dos privilégios de raça, etnia, classe e casta; os movimentos por justiça ambiental que desafiaram a economia extrativista e chamaram atenção para o impacto desproporcional da mudança climática nas mulheres; e os movimentos pelos direitos trabalhistas que lutaram contra a exploração do trabalho das mulheres. Assim, quando falamos de “direitos humanos”, fazemos referência a um marco amplo de direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos estabelecidos, bem como ao trabalho contínuo destes e outros grupos para definir e reivindicar novos direitos que reflitam as aspirações por igualdade e justiça. Nesse mesmo meio século, o mundo passou por mudanças significativas: desde o período de Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 4 colonialismo direto até as promessas representadas pelas nações politicamente independentes; das ditaduras e guerras indiretas da Guerra Fria até a emergência de experimentações dos povos com a democratização. Na melhor das hipóteses, a descolonização foi incompleta, e na pior das hipóteses, ela se transformou em um clientelismo econômico, político e social ou em uma manipulação das nações colonizadas. Enquanto isso, atos continuados e novos de anexação e ocupação têm ocorrido, tais como no Saara Ocidental, na Palestina e na Ucrânia. O paradigma econômico dominante, fundamentado na legitimação do desenvolvimento baseado no mercado, na privatização e na liberalização, tem fortalecido a exploração do trabalho e as desigualdades entre e nos Estados. Novas formas de colonialismo surgiram, incluindo a apropriação de terras e recursos naturais, com efeitos devastadores para a vida de negras/os, povos indígenas, camponeses, populações rurais e empobrecidas, e também para a proteção da Terra. A exploração de recursos, a comodificação e apropriação de terras, dos nossos sistemas alimentares e dos bens comuns pelas grandes empresas estão criando uma grande crise de pessoas e do planeta, que é também claramente exacerbada pelos impactos das mudanças climáticas. A opressão em razão da classe, raça ou etnia continua inabalada, e assume novas e antigas formas dentro deste sistema duradouro de supremacia branca, de hétero-patriarcado, de preconceito e discriminação contra pessoas com deficiência, e capitalista que afeta a todos os povos oprimidos. Convocatória para Participação Avanços tecnológicos e científicos sem precedentes aumentaram as possibilidades de bem-estar global e interconexão. Contudo, a tecnologia aumentou simultaneamente o aparato de vigilância das agências de segurança dos Estados e grandes empresas, tornando a repressão mais fácil e financeiramente rentável do que nunca. Em todo o mundo, a violência continua. As tentativas de controlar os corpos de mulheres e de pessoas queer, lésbicas, bissexuais, gays, trans, e intersexuais, e a violência perpetrada contra esses grupos seguem desenfreadas e cada vez mais intensas, bem como a violência contra as/os defensoras/es dos direitos humanos das mulheres e a violência de gênero no ambiente de trabalho. Somado a esses fatores está a expansão do militarismo, que ganhou legitimidade como uma ideologia e prática para lidar com o conflito social e político, como tem sido testemunhado na Ucrânia, na Palestina, na Nigéria, no México e na Síria, para citar apenas alguns exemplos. Como resultado, o complexo-industrial-militar – o casamento entre a guerra e o lucro – tem sido ainda mais arraigado e normalizado. O novo milênio tem passado por um deslocamento de poder do Estado e uma crescente desresponsabilização por parte do Estado. Há um incremento indiscutível do poder global das grandes empresas e do capitalismo sem fronteiras. No Norte e no Sul, os interesses das grandes empresas têm influenciado significativamente o papel que o Estado tem desempenhado na proteção dos direitos humanos e dos direitos humanos Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 5 das mulheres. Da mesma forma, a Organização das Nações Unidas continua sendo importante na construção de um consenso internacional sobre o desenvolvimento, os direitos e a justiça, como acontece com a agenda de desenvolvimento pós-2015 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, mas permanece enfraquecida no que tange a responsabilizar os Estados em relação aos seus compromissos e obrigações. Além disso, em função do setor empresarial estar cada vez mais financiando o desenvolvimento e as próprias Nações Unidas, ainda não está claro se a governança global pode ocorrer de forma independente de seus patronos. Enquanto isso, em alguns contextos, redes criminosas e outros atores não-estatais estão se tornando mais poderosos, ou há conivência ativa entre atores estatais e redes criminosas, nos agora denominados narco-Estados ou mafiocracias. Isso aumentou os níveis de impunidade e violência generalizada, minando e desafiando seriamente o poder do Estado e o trabalho de diversas organizações e movimentos feministas e pelos direitos humanos. Houve também um avanço dos fascismos e fundamentalismos que utilizam justificativas como religião, tradição, cultura e soberania em Convocatória para Participação uma tentativa de aniquilar identidades diversas e impor normas patriarcais de gênero. Esses atores têm ascendido nas estruturas de poder religiosas, políticas e econômicas dos países. Em processos multilaterais em nível regional e global, os fundamentalistas e os seus apoiadores também têm obtido êxito em avançar suas agendas, revivendo argumentos baseados no relativismo cultural, minando acordos de direitos humanos existentes, bem como direitos civis e políticos fundamentais, com especial impacto sobre os direitos humanos das mulheres e os direitos dos oprimidos. Neste contexto, ‘mulheres e meninas’ são centrais para os debates sobre o desenvolvimento e estão visíveis nos meios de comunicação e instituições dominantes em um grau sem precedentes, o que apresenta tanto oportunidades quanto desafios. Compromissos por parte de novos atores em relação ao desenvolvimento e à filantropia, como no caso do setor empresarial, podem não incluir uma perspectiva baseada em direitos ou não ter organizações pelos direitos das mulheres na linha de frente. Envolver-se com o fenômeno das ‘mulheres e meninas’ é tão complexo quanto necessário. Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 6 A Situação Atual de Nossas Formas de Organização Essas agendas, no entanto, não avançaram sem resistência. Forças progressistas têm utilizado diversos arcabouços de direitos, justiça, igualdade, liberdade e de auto-determinação visando a contribuir para a construção de comunidades, sociedades e mundos justos. Mais recentemente, os marcos de direitos e de justiça estão sendo contestados em novos espaços de luta, como a internet; em relação aos que têm obrigações, como as grandes empresas; e da perspectiva de reivindicações, como os direitos da Mãe Terra, para enfrentar os desafios atuais. Nas bases, os movimentos sociais progressistas têm se organizado para resistir e responder a essas tendências e desafios. Eles continuam a pressionar pelo avanço dos direitos humanos e pela transformação das estruturas de poder que sustentam as desigualdades e devastam o nosso planeta. Na última década, novas narrativas de liberdade e de libertação têm sido escritas por pessoas comuns, fora dos salões dos espaços globais de formulação de política, nas ruas, nas casas, e nos locais de trabalho, onde as pessoas estão moldando novos destinos, apesar de todas as dificuldades encontradas. Centenas de milhares de pessoas se mobilizaram nas ruas e por meio de comunidades virtuais visando a congregar pessoas rapidamente, compartilhar informações e denunciar abusos. Outras/os têm buscado estratégias para construir alternativas que ocorram dentro ou fora das estruturas já existentes, como o Buen Vivir na Bolívia, os processos de Convocatória para Participação desenvolvimento e autonomia auto-determinados pelos povos indígenas, e os esforços de cooperação econômica na Grécia, Espanha e comunidades negras dos Estados Unidos. Não obstante, outros movimentos estão tentando trazer mudanças a partir de dentro das estruturas, assumindo cargos no Estado e contribuindo para a formulação de políticas internacionais. A setorialização de lutas, no entanto, tem fragmentado movimentos sociais, enquanto os grupos anti-direitos e anti-feministas têm cooptado, manipulado e instrumentalizado os discursos sobre direitos humanos. Contudo, em um mundo cada vez mais conectado, o potencial para a ação coletiva através de diversas formas de organização tem crescido dramaticamente. Ativistas pelos direitos e pela justiça estão trabalhando cada vez mais de forma a interconectar questões e movimentos para promover agendas comuns, e são estes exemplos de diversas coalizões que precisamos fortalecer e multiplicar. Neste momento histórico, temos uma responsabilidade compartilhada de romper e transformar as estruturas de poder atuais para o avanço dos direitos e da justiça. O Fórum AWID 2016 é sobre ir além de questões, setores, locais e identidades habituais a partir da compreensão de que nenhuma de nós será livre até que todas nós sejamos livres. Juntas podemos criar novos futuros. A hora é agora! Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 7 Questões-guia para as Propostas de Sessões “Não existe tal coisa como uma luta de um só tema, porque não vivemos vidas de um só tema.” Audre Lorde Por favor formulem suas propostas de sessão em torno de qualquer uma ou várias das questõesguia abaixo, fundamentando-as em contextos, movimentos, ou grupos específicos ou questões com as quais ou em prol das quais você trabalha: 1. Nossas conquistas e aprendizados: Quais têm sido algumas das principais conquistas para os direitos das mulheres e outras pessoas oprimidas em seu contexto regional ou nacional ou local nas últimas duas décadas? Que estratégias – particularmente de transversalização de questões ou de solidariedade e ações conjuntas entre movimentos – tornaram essas conquistas possíveis? Quais foram alguns dos desafios vivenciados nesse trabalho realizado de transversalização de questões e de movimentos? Estas conquistas permanecem como tal, ou estão sendo desgastadas? O que precisamos fazer de forma diferente para protegê-las? 2. Nossas realidades atuais: Qual é a natureza da realidade atual em que as lutas pelos direitos e pela justiça estão ocorrendo no seu contexto regional, nacional ou local? De que forma as antigas ameaças aos direitos e à justiça estão se consolidando, mudando ou expandindo? Quais Convocatória para Participação são algumas das novas oportunidades e ameaças para o avanço dos direitos e da justiça? Quem são os novos e velhos atores que impactam essas lutas? Quais os tipos de respostas que estas realidades exigem de nós? Como devemos construir estas respostas em novas formas que fortaleçam nosso poder coletivo? 3. Instituições e mecanismos: O que está acontecendo com as instituições e os mecanismos que visam a garantia dos direitos e da justiça para as pessoas e para o planeta que foram criados ao longo das últimas décadas pelo Estado e pelas agências multilaterais, bem como por movimentos sociais e progressistas? Onde e como estas instituições e mecanismos estão respondendo de forma eficaz tanto às novas quanto às antigas violações e violadores? Onde e como estas instituições e mecanismos estão falhando? Que novas instituições e mecanismos precisamos criar ou com as quais deveríamos nos engajar diante das realidades atuais? O que será necessário para fazer com que estas passem a existir? 4. Nossas visões: Quais são as visões de direitos e justiça, de uma sociedade saudável e de um planeta saudável que sustentaram as suas formas de organização? Essas visões ainda são relevantes e adequadas? Que novas visões sobre a igualdade, os Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 8 direitos e a justiça estão emergindo de suas experiências de organização e das novas oportunidades e ameaças existentes nos seus contextos? Como podemos construir novas visões que não estejam presas aos marcos do passado, mas que possam responder às lições aprendidas nesses marcos? Quais são os princípios e objetivos dessas novas visões? 5. O nosso poder coletivo: Que tipos de poder e ação coletiva essas novas visões exigem de nós? Onde estão as oportunidades para a ruptura criativa e a transformação radical? Essas podem ser alcançadas por nossos modos de organização existentes ou exigem novas formações que não existem atualmente? Como as oportunidades existentes podem ser canalizadas no sentido de construir alianças mais fortes para trabalhar conjuntamente nos movimentos de forma transversal? Quais são as alianças-chaves que precisamos construir - através de nossas fronteiras - visando a aumentar o nosso poder coletivo? Como construir essas relações? Quais são os obstáculos que devemos cruzar? Quais são as novas agendas de ação coletiva nestes tempos críticos? Como Apresentar a sua Proposta: On-line Nós a/o encorajamos a preencher o formulário de inscrição on-line em http://forum2016.awid.org. Depois de ter apresentado a sua proposta, você receberá informações de login e poderá retornar à sua proposta e fazer alterações e/ou adições/correções até a data de encerramento da convocatória. E-mail Se você preferir apresentar a sua inscrição via e-mail, por favor entre em contato com a equipe do Fórum em [email protected] para solicitar um formulário de inscrição em formato word. Os formulários preenchidos podem ser enviados para: [email protected]. Por favor observe que você não poderá fazer quaisquer alterações ou acréscimos a nenhum formulário de inscrição enviado via e-mail. Os pedidos incompletos não serão considerados. As/os candidatas/os devem aguardar a divulgação dos resultados do processo de seleção de propostas até setembro de 2015. Agradecemos por seu interesse no Fórum da AWID. Convocatória para Participação Futuros Feministas: Construindo Poder Coletivo em prol dos Direitos e da Justiça 9