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FAZENDA CARAPANÃ - PROJETO COMPLETO
Autor: Professor JOSÉ BARBOSA LEITE NETO
A FAZENDA CARAPANÃ está localizada no sudoeste do estado do Pará.A
ÁREA TOTAL DA FAZENDA CARAPANÃ, comporta uma superfície de
3.000.000 – (TRES MILHÕES DE HECTARES - área total da FAZENDA
CARAPANÃ). A fazenda, situa-se inteiramente às margens do RIO XINGÚ,
uma das mais importantes vias fluviais do centro oeste e norte do país. A Vale
mantém um estaleiro de barcaças transportadoras de minérios a duzentos KM
da fazenda CARAPANÃ e a sede das suas operações no estado do Pará. A
mineração Rio Tinto S/A, também encontra-se sediada nesta cidade, bem
como uma divisão do GRUPO VOTORANTIM. A FAZENDA CARAPANÃ,
possui as seguintes commodities extrativistas: carnaúba; banana nanica;
banana da terra; patauá; graviola; sizal; piaçaba; juta; borracha; cacau; côco;
cupuaçú; goiaba; graviola; buriti; taperebá; acerola; cajamanga; tamarindo;
manga; abacate; açaí; guaraná; marapuana, castanha do Pará; castanha de
cajú; comarú; cumbarú; mamona; babosa; jojoba; patchouli; benjoim; pau rosa;
pau de balsa; palmito pupunha; palmito Juçara, e outras commodities
extrativistas contidas em grande quantidade, (São muitas toneladas prontas
para serem extraídas da floresta de imediato).
MADEIRAS NOBRES EXISTENTES NA FAZENDA CARAPANÃ
A quantificação dos abundantes recursos madeireiros da FAZENDA
CARAPANÃ (madeira em toras para serraria e laminação) das florestas
remanescentes, que totalizam 650.00,00 há dos tres milhões de hectares
(seicentos e cinquenta mil hectres de área liquida descontadas as áreas de
preservação permanente, as desmatadas e as invadidas), foi estimada através
de um inventário florestal feito por amostragem, na qual utilizou-se o
delineamento inteiramente aleatório composto por 80 unidades amostrais de
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há ou 5.000 m2 (unidades amostrais retangulares de 20m x 250m). Este
inventário, que levou em consideração um limite de erro máximo de 10% (LE=
0,1) e um precisão de 95% (p = 0,05) apresentou uma volumetria média de
madeiras comercialmente aptas (em toros com casca) por hectare igual a
162,752 m3 e volume sem casca igual a 146,477 m3 e um volume sem
casca, pela área coberta de florestas remanescentes da propriedade (excluídas
áreas de preservação permanente, em cujo local o corte de árvores é proibido
e as desmatadas) igual a 1.032.384,000 m3/sem casca, distribuídos entre 27
espécies produtoras de madeiras aceitas nos mercados regional, nacional e
internacional (relação das espécies amostradas).A área possui também um
potencial madeireiro de espécies ou porta sementes ou de diâmetro inferior a
45 cm, não comercializáveis no momento atual, mas sem dúvidas, um estoque
com um valor de produção de mais de cinco mil metros cúbicos de madeira de
lei da mais alta qualidade a longo prazo – um ciclo de corte estimado em 20
anos.Em todo o potencial volumétrico supra referido, foram descontados os
volumes de espécies de corte proibido ou contingênciado por Lei como a
CASTANHEIRA, a SERINGUEIRA, o MOGNO e o volume das espécies não
comerciais, mas que tem altíssimo valor para geração de carvão, energia,
briquetes, e lenha, existentes no área florestal da propriedade.
LISTA DE ESPÉCIES COMERCIAIS DE MADEIRAS NOBRES
APROVADAS PARA CORTE IMEDIATO, E SUAS RESPECTIVAS
VOLUMETRIAS INVENTARIADAS NA ÁREA DE FLORESTAS
REMANESCENTES DA FAZENDA SINIMBÚ (AREA DE 650.000 HÁ
aproveitáveis de um total de 3.000.000 de hectares )
ESPECIES COMERCIAIS COM DAP>=0,45 cm ESPÉCIE ESPÉCIE VOLUME
Vol/abate S/C VOLUME
(NOME COMUM) (NOME CIENTÍFICO) (M3/HA) .-10% Matrizes (M3/AREA*)
ACACU 17,447 15,702 78.511,500
BACURI 4,784 4,306 21.528,000
BALSAMO Myroxilum balsamum 4,182 3,764 .819,000
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CASTANHARANA Desconhecido 9,772 8,795 43.974,000
CEDRO Cedrela sp 1,798 1,618 8.091,000
COPAIBA Copaifera sp 10,994 9,895 49.473,000
CUMARU Dipteryx sp 8,073 7,266 36.328,500
FAVEIRA Vatairea sp 4,978 4,480 22.401,000
JACAREUBA 8,780 7,902 39.510,000
JATOBÁ Hymenaeae sp 6,284 5,656 28.278,000
JUTAI 2,030 1,827 9.135,000
LOURO Ocotea sp 7,153 6,438 32.188,500
LOURO ABACATE Ocotea sp 4,392 3,953 19.764,000
MACACAUBA 2,063 1,857 9.283,500
MASSARANDUBA Manilkara sp 7,279 6,551 32.755,500
MAPARAJUBA 7,126 6,413 32.067,000
MARUPA 3,705 3,335 16.672,500
MUIRACATIARA 1,754 1,579 7.893,000
MUIRATINGA Naucleopsis sp 8,224 7,402 37.008,000
MUNGUBARANA 4,211 3,790 18.949,500
PEROBA 8,223 7,402 37.009,000
SUCUPIRA Andira sp 4,499 4,049 20.245,500
SUMAUMA 20,471 18,424 92.119,500
TAUARI Cariniana sp 3,071 2,764 13.819,500
UCUUBA 4,561 4,105 20.524,500
VIROLA 5,121 4,609 23.044,500
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TOTAL .-.-.-.-.-.-.- -.-.-. 192,752 146,477 732.384126,000
172.000.000 metros cúbicos de madeira de lei, da mais alta qualidade,
prontas para corte imediato dentro da Legislação.
MESORREGIÃO DO SUDOESTE DO ESTADO DO PARÁ, ONDE ESTÁ
LOCALIZADA A FAZENDA CARAPANÃ
Sudoeste Paraense
Unidade
Pará
federativa
Mesorregiões
Baixo Amazonas; Marajó;Nordeste
limítrofes
Paraense;Sudeste Paraense; Centro
Amazonense (AM); Norte MatoGrossense (MT)
Área
415.788,848 km²
População
479.962 hab. est. 2012
Densidade
1,2 hab/km²
Indicadores
PIB
R$ 2.883.290.381,00IBGE/2010
PIB per capita
R$ 5.470,50 IBGE/2010
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A mesorregião do Sudoeste Paraense é uma das seis mesorregiões do
estado brasileiro do Pará.
É
formada
pela
união
de
quatorze
municípios agrupados em duas microrregiões.É ainda a região menos povoada
do Estado do Pará, onde encontra-se uma considerável preservação
da floresta
nativa,
com
exceção
da
linha
referente
às
rodovias Transamazônica e Santarém-Cuiabá que facilitam a logística de
escoamento de soja (de Mato Grosso até o porto de Santarém e a novos portos
que serão criados) e a atividade madeireira, sendo essas duas atividades as
principais responsáveis pelo crescimento econômico da área.
Hoje a região sudoeste do Pará vive constantes mudanças com dois grande
projetos: o Complexo do Tapajós e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
O Complexo do Tapajós
O Complexo do Tapajós é um complexo hidrelétrico composto por cinco usinas
a serem construídas no Rio Tapajós. É composto pelas seguintes usinas: UHE
São Luiz do Tapajós, UHE Jatobá, UHE Jamanxim, UHE Cachoeira do Caí e
UHE Cachoeira dos Patos. As obras começaram em 2012 e durarão cerca de
cinco anos. Após a conclusão, o complexo terá uma potência instalada de
10.682 MW. Itaituba será a cidade base para a construção e operação das
usinas, e será a sede das mesmas após o funcionamento.
Usina Hidrelétrica de Belo Monte
Belo Monte é uma usina hidrelétrica projetada para ser construída no Rio
Xingu, próximo à cidade de Altamira. Sua potência instalada será de 11 233
MW, o que fará com que seja a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira,
visto que a Usina Hidrelétrica de Itaipu está localizada na fronteira entre Brasil
e Paraguai.Será a segunda maior hidroelétrica do planeta. De acordo com o
site governamental da Agência Brasil, Belo Monte será a única usina
hidrelétrica do Rio Xingu.
A IMPORTÂNCIA DAS HIDROVIAS PARA O BRASIL
Embora o Brasil possua uma rede hidrográfica considerável, a navegação,
como parte integrante de uma política pública de transportes, somente foi
utilizada durante o período colonial (1500-1822) e do Império (1822-1889), ao
contrário do que acontece nos países desenvolvidos, como Estados Unidos,
França e Alemanha, que aproveitam ao máximo seus rios e lagos.
Principalmente a partir de 1956, favoreceu-se a construção de rodovias,
concorrentes com os rios e as ferrovias, o que fez com que as ações
governamentais direcionadas ao aproveitamento do transporte hidroviário
fossem sempre menores, comparados aos feitos em outros setores da infra-
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estrutura. Apesar do elevado potencial existente, o Brasil não tem priorizado a
navegação como meio de transporte e a sua utilização, atualmente, é bastante
reduzida, representando 13,86% da carga transportada no Brasil, em
toneladas-quilômetro, no ano de 2000 (GEIPOT, 2001). Em quantidade
transportada, isso significa 103 bilhões de toneladas-quilômetro em 2000.
Esse valor inclui tanto a cabotagem (navegação marítima, de porto a porto)
quanto a navegação interior (realizada em rios).Em termos gerais, a estrutura
de produção interna de transporte, expressa em toneladas.km, nas
modalidades hidro-H, ferro-F e rodoviária-R, no período 1992-1996,
apresenta a relação unitária H:F:R=1:1,9:5,4 (SILVA et al, 2004). Além disso,
para se transportar uma TKU (1 tonelada de carga útil por 1 quilômetro)
consome-se sete vezes e meia, mais combustível por rodovia do que por
hidrovia. Uma das únicas desvantagens é o fator tempo, que pode diminuir em
muito a competitividade das hidrovias. Por isso, é necessário analisar as
características de cada hidrovia para que se possa maximizar as condições de
utilização das mesmas e avaliar os produtos transportados. Normalmente,
aqueles com baixo valor agregado e peso bruto alto (GRÃOS e MINÉRIOS),
deveriam ser transportados pelo modal hidroviário. Assim, o principal
argumento em favor das hidrovias está na custo do transporte, quando
comparado ao dos outros modais de transporte.
Esta relação pode indicar, salientando-se a importância de estudos individuais
para cada situação, a quantidade de recursos que a sociedade economizaria
ao se transferir para as hidrovias, parte da carga rodoviária, que em 2000
participava com um total de 60,50% da carga transportada no Brasil, em
toneladas-quilômetro (GEIPOT, 2001). Ao se falar em hidrovias, não se pode
deixar de mencionar que este modal, por si só, não é competitivo no mercado
no sentido de captar cargas disponíveis em uma determinada área. É
fundamental que, junto com o desenvolvimento de uma hidrovia, existam
pontos de interconexão com sistemas de transporte terrestres, sejam eles
portos ou terminais interiores, especializados em movimentar as cargas
geradas ou atraídas no sistema fluvial. Só existe transporte hidroviário numa
conjuntura de transporte intermodal, no qual se tem os modais hidroviário,
ferroviário e/ou rodoviário, trabalhando em conjunto e isto envolve a
responsabilidade de cada um garantir que a carga transportada vai cruzar
estas fronteiras modais de maneira segura, efetiva e dentro de um tempo
previamente estipulado. Caso contrário, o sistema hidroviário não funciona e
está economicamente condenado ao fracasso. Apesar de os termos hidrovia,
aquavia, via navegável, caminho marítimo ou caminho fluvial serem
considerados sinônimos, há um destaque para o que se define como hidrovia.
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Hidrovia designa as vias navegáveis interiores que foram balizadas e
sinalizadas para uma determinada embarcação tipo, isto é, aquelas que
oferecem boas condições de segurança às embarcações, suas cargas e
passageiros ou tripulantes e que dispõem de cartas de navegação.
Segundo o Ministério do Transportes (2004), as principais hidrovias do Brasil
são:
ƒ Hidrovia do Madeira;
ƒ Hidrovia do São Francisco;
ƒ Hidrovia Tocantins-Araguaia;
ƒ Hidrovia Paraná-Tietê;
ƒ Hidrovia Paraguai-Paraná.
Ressalte-se que no Programa Plurianual –PPA 2004-2007, do Governo
Federal, em relação ao transporte hidroviário, foi programada a melhoria da
navegabilidade em cerca de 10 mil km de hidrovias interiores, propiciando
condições para a movimentação de 25 milhões de toneladas de carga por ano,
tendo em vista menores custos para o escoamento de grandes volumes.
Algumas obras de grande envergadura citadas são: a navegabilidade do TietêParaná e a do rio Tocantins, com a conclusão da Eclusa de Tucuruí e a
construção da Eclusa de Lajeado.
Relação descritiva das hidrovias do Plano Nacional de Viação na região
amazônica:
BACIA AMAZÔNICA
Amazonas Foz / Benjamin Constant 3.108 km.
Negro Manaus/Cucuí 1.210 km.
Branco Foz/Confluência Urariguera/Tacutu 577 km.
Juruá Foz/Cruzeiro do Sul 3.489 km.
Tarauacá Foz/Tarauacá 660 km.
Embira Foz/Feijó 194 km.
Javari Foz/Boca do Javari-Mirim 510 km.
Japurá Foz/Vila Bittencourt 721 km.
Içá Foz/Ipiranga 368 km.
Purus Foz/Sena Madureira (norio Iaco) 2.846 km.Acre Foz/Brasiléia 796 km.
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Madeira Foz/ Confluência Mamoré/Beni 1.546 km.
Guaporé Foz/ Cidade de Mato Grosso 1.180 km.
Tapajós Santarém/Itaituba 359 km.
Xingu São Félix do Xingú/ Porto Moz/Altamira (Belo Monte) 298 km.
Tocantins Belém/Peixe 1.731 km.
Araguaia Foz/Balisa 1.800 km.
Mamoré Foz/Confluência com Guaporé 225 km.
NAVEGAÇÃO NO RIO XINGÚ
A construção da usina de Belo Monte, no Pará, irá viabilizar -- após a formação
do reservatório -- a expansão da hidrovia hoje existente, do baixo para o médio
Xingu. O lago da usina criará um desvio do maior obstáculo para a navegação
na região, os cem quilômetros de rio com leito rochoso chamado de "os
pedrais".
A formação do reservatório dentro da Volta Grande do Xingu, onde atualmente
existem só propriedades rurais, permitirá a navegação.O trecho navegável no
baixo Xingu tem 298 quilômetros (de 1.815 km de extensão) e conecta Belo
Monte (onde há um terminal da Petrobras) ao rio Amazonas.Com uma
extensão aproximada de 1.815 km sob a denominação de Xingú, este curso
ainda não se apresenta apropriado à navegação em larga escala. Atualmente
apenas o Baixo Xingú, que é o trecho compreendido entre Belo Monte e sua
foz é francamente navegável, em um estirão contínuo de 360 km, com calado
médio de 2,0 metros.Segundo Trisciuzzi (2001), a hidrovia é considerada
fracamente navegável, com pouca declividade e sofrendo a influência da maré
em todo o seu trecho, com foz até TIJUCAQUARA de aproximadamente
125milhas/232km. Tendo calado máximo na época das águas baixas de 1,8m
próximo ao muncípio de VITÓRIA do Pará.
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Município: SÃO FÉLIX DO XINGÚ – ESTADO DO PARÁ
MUNICÍPIO SEDE DA FAZENDA CARAPANÃ
-
MAPA DO ESTADO DO PARÁ
Podemos observar nitidamente pelo mapa do estado do Pará que a cidade de
São Félix do Xingú, situada na região SUDOESTE deste importante estado,
encontra-se muito próxima das principais regiões produtoras de grãos dos
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estados de: MATO GROSSO; TOCANTINS, MARANHÃO e PIAUÍ, e, ainda
possui a vantagem de estar localizada, caso venha a ser aprovado o plebiscito,
no futuro ESTADO DO TAPAJÓS. Podemos observar também de maneira
clara e precisa, que a mesma encontra-se às margens do rio Xingú e que o rio
Xingú, é navegável em uma extensão de 298 KM., e, encontra-se com o rio
Amazonas na cidade de PRAINHA.Porto de Moz, é um município portuário
tradicional, pertencente à GRANDE ALTAMIRA, e é muito próximo dos
municípios de PRAINHA e ALENQUER.PRAINHA, é uma cidade que encontrase extremamente próxima do mar, o qual encontra-se no estado do Amapá
(como pode-se ver de maneira muito clara pelo mapa acima), e, onde
desemboca o rio Amazonas, que banha PRAINHA, desaguando como se vê,
na cidade de SANTANA no estado do AMAPÁ.
RIO XINGU
Foto: Yikatuxingu
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Segundo Trisciuzzi (2001), o RIO XINGÚ tem a área aproximadamente de
531.260km² dos quais 37% pertencem ao Estado de Mato Grosso e 63% ao
Estado do Pará. Seus limites da Bacia são:
Ao Norte: foz do Amazonas;
Ao Nordeste: a região se constitui em planície;
Ao Leste e Sudeste: as serras dos GRADAUS e do RONCADOR se
constituem no divisor de águas com a bacia do Tocantins;
Ao Sul: chapada de Mato Grosso divisor de águas com a bacia do
Tocantins;Ao Sudeste e Oeste: serra FORMOSA e do CACHIMBO que se
constituem no divisor de águas com a bacia do TAPAJÓS.
Segundo o TÉCNICO EM NAVEGAÇÃO FLUVIAL Trisciuzzi (2001), o rio Xingu
nasce da vertente oeste da SERRA DO RONCADOR a uma altitude de 600m.
O ponto onde se inicia verdadeiramente o curso principal do rio, denominado
XINGU, deve ser considerado a barra do rio CULUENE. Este ponto é distante
980 milhas/1815km da foz do rio XINGU no rio AMAZONAS. O curso total é de
1105milhas/2046km. Sendo dividido em três trechos, sendo somente o seu
trecho baixo, navegável com aproximadamente 134milhas/298km.O RIO
XINGÚ tem 298 km plenamente navegáveis.
Característica da Hidrovia do rio Xingú
Segundo Trisciuzzi (2001), a hidrovia é considerada fracamente navegável,
com pouca declividade e sofrendo a influência da maré em todo o seu trecho,
com foz até TIJUCAQUARA de aproximadamente 125milhas/232km. Tendo
calado máximo na época das águas baixas de 1,8m próximo ao PORTO de
VITÓRIA DO PARÁ.
O rio XINGU se apresenta muito largo, praticamente em forma de estuário,
estreitando-se somente em sua foz, onde tem somente 3,8 milhas/7km de
largura. Não sendo a única Boca. Além do furo de URUCURICAIA (defluente
do Amazona), liga-se ao rio AMAZONAS também pelo furo do AQUIQUI que
vai sair em frente á cidade de ALMEIRIM. Este furo é o caminho natural e só
deve ser demandado na cheia, pois sua navegação tem que ser extremamente
cuidadosa devido a largura do furo, em determinado trecho chega a 15 e 20
metros apenas. Na cidade de PRAINHA, cidade esta que fica junto a cidade de
ALMEIRIM, junta-se o rio Amazonas com diversos igarapés, vai se avolumando
já começando a sentir a influência das marés e logo depois desagua no oceano
na cidade de SANTANA NO ESTADO DO AMAPÁ.
Segundo Trisciuzzi (2001) o rio XINGU tem seu regime de águas determinado
em período de seis meses, o primeiro seis meses possui bastante pluviosidade,
de janeiro a junho e o segundo é de seca, de julho a dezembro. Na época de
águas baixa, o calado mínimo pode ser considerado em torno de 2,5m.
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Profundidade que não impede a navegação que no rio MISSISSIPI nos
ESTADOS UNIDOS é feita de ponta a ponta, por grandes barcaças com uma
profundidade de 2,3. As praias são os maiores obstáculos à navegação na
época da seca, existindo ainda pedras de Canazedo e Redenção nas
proximidades de Porto de Vitória hoje amplamente utilizado pelo CONSÓRCIO
BELO MONTE e por todas as
mega empreiteiras componentes do
CONSÓRCIO.Estas pedras devem ser contornadas com a habilidade dos
comandantes das barcaças.
Limites à navegação no rio XINGÚ quanto aos pontos crítico de passagem
Segundo Trisciuzzi (2001), São apenas quatro pontos críticos de passagem na
hidrovia natural do rio Xingú:
Banco XINGU – AÇU
84 milhas/156km da foz
Banco de MOURA
88 milhas/163km da foz
Banco do JUNCAL
92 milhas/170km da foz
Passagem de BARREIRA VERMELHA
104milhas/192km da foz
A dificuldade de navegação nesses locais é encontra nestes canais são os
bancos existentes neste trecho.
Portos e Atracadouros
Para Trisciuzzi (2001), informa os seguintes portos e atracadouros.
Boca do Aquiqui
Distância da foz do rio: 33,5 milhas/62km.Nível do rio - Variação diária:
amplitude da maré – cerca de 30 a 50 cm.Variação anual: sobre o mesmo
regime de águas da cidade de ALMEIRIM que fica em frente na outra margem
do rio AMAZONAS. Cais acostável ou trapiche – trapiche de madeira.Na
verdade ALMEIRIM e PRAINHA são muncípios juntos. De PRAINHA vai-se
direto pelo RIO AMAZONAS para o porto de SANTANA no AMAPÁ.
Tapará
Para Trisciuzzi (2001), o extremo navegável é VITÓRIA, a aproximadamente
110 milhas/204km da foz, dependendo da época, tendo-se croquis até
TIJUCAQUARA. Na sua foz, aparece uma série de ilhas que podem ser em
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TAPARÁ, sua boca real. Apresenta sua água em tom verde, com grande
quantidade de matérias em suspensão, bem semelhante ao rio Tapajós. A
pureza de suas águas é mais notada a partir do porto de Moz.A melhor época
para subir o rio é de março a junho, tendo sua seca de outubro a dezembro. Os
trechos alto e médio são de difícil navegação, muito encachoeirados,
permitindo a navegação somente para pequenas embarcações. A última
cachoeira fica próxima à foz do IRIRI, maior afluente do rio XINGU, 238
milhas/440km de sua foz, único que influencia realmente as águas.Segundo
Trisciuzzi (2001), a navegação de baixo curso do rio XINGU termina no porto
de VITÓRIA, situado na sua margem esquerda. A ligação do PORTO DE
VITÓRIA com a cidade de ALTAMIRA se faz por viagem por terra, por estrada
de rodagem com cerca de 40 km de extensão.No trecho hidroviário entre o
PORTO DE VITÓRIA e ALTAMIRA, o curso do RIO XINGÚ, é impedido para a
navegação mesmo na estação das chuvas, porque, neste lugar, encontram-se
mais 13 cachoeiras. Para montante da cidade de ALTAMIRA até a barra rio
IRIRI, encontram-se mais 13 cachoeiras.Meso região de ALTAMIRA:
Municípios
limítrofes
De ALTAMIRA
Distância até
Norte: Gurupá, Medicilândia, Porto de
Moz e Rurópolis
Leste: Senador José Porfírio e São Félix do
Xingu
Sul: Estado do Mato Grosso
Oeste :Itaituba e Rurópolis
1 000 km
a capital
A Distância RODOVIÁRIA entre ALTAMIRA e ITAITUBA é de 470 KM.
Limitações à navegação quanto á época do ano
Segundo Trisciuzzi (2001), os meses de cheia ou inverno são de janeiro a maio
e o período de verão ou águas baixas, de junho a dezembro.
Porto de Moz
Distância da foz 30 milhas/56km.
Nível do rio:
Variação diária (efeito de maré): 0,8m;
Variação anual: amplitude de variação anual de aproximadamente 3m.
Época da cheia: janeiro a maio
Época da seca: junho a dezembro
Cais acostável ou trapiche – madeira.
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Perigo à navegação – deve-se ter cuidado com as pedras próximo a Serraria,
fora da margem, e a praia que sai para o meio do rio, na PONTA DE SANTA
RITA.
Porto Senador Porfírio
Distância da foz ao rio: 85,5milhas
Nível do rio:
Variação diária (efeito de maré): amplitude da maré – 10cm;
Variação anual – amplitude da variação anual: 3m;
Época da cheia: janeiro a maio;
Época da seca: junho a dezembro.
Cais acostável ou trapiche – possui trapiche com 8m de extensão
Profundidade: 5 metros
Sentido da correntada: descendo o rio – 2 nós
Vitória do Tucuruí – PORTO DO CONSÓRCIO DA HIDRELÉTRICA DE
BELO MONTE
Distância á foz: 105,3 milhas
Nível do rio:
Variação diária - amplitude da maré: 10 cm
Variação anual - amplitude da variação: 3 m
Época da cheia: janeiro a maio
Época da seca: junho a dezembro
Cais acostável ou trapiche – tipo de construção: madeira
Extensão: 10 metros
Profundidade junto aos cais: 5 metros
Sentindo da correntada: descendo o rio – 2 nós
Referência Bibliográfica
TRISCIUZZI NETO, Leonardo. Rios da Amazônia: coletânea de dados:
pequeno roteiro / Leonardo Trisciuzzi Neto. Niterói – RJ: DHN, 2001.
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MAIS DADOS EFETIVOS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Revista Apelmat Especial
Edição 141, Julho e Agosto de 2011
RIO XINGU PROTAGONIZA NOVA SAGA DA ENGENHARIA a HIDROVIA
DO RIO XINGÚ E BELO MONTE
Após 36 anos de estudos de viabilidade e aproveitamento hidrológico da
bacia do RIO XINGÚ, no Sudoeste do estado do Pará, tem início a
construção da UHE Belo Monte, para acrescentar mais 4.570 MW à matriz
A revista Apelmat foi até lá conferir
Por Cristina Bighetti e Santelmo Camilo
Rio Xingu é testemunha viva da diversidade biológica e cultural brasileira. Ao
longo de 2,3 mil quilômetros, este rio altamente estratégico para a LOGÍSTICA
NACIONAL, atravessa a parte leste do estado do Mato Grosso e serpenteia
pelo Pará até desembocar no Rio Amazonas, na cidade de Prainha, que por
sua vez está pertíssimo do mar em SANTANA - AMAPÁ, formando uma bacia
hidrográfica de 51,1 milhões de hectares (equivalente à área de dois estados
de São Paulo). Mas é no trecho paraense cortado pela Transamazônica, na
cidade de Altamira, a menos de 500 KM da cidade de ITAITUBA, que terá sua
identidade repaginada. Deixará de ser apenas berço de riquezas fluviais e
antropológicas para sustentar uma das maiores hidrelétricas brasileiras de
todos os tempos — a UHE Belo Monte.Eis uma das usinas que mais tempo
demorou para sair do papel. No final dos anos 60, quando o governo federal
iniciou os estudos de viabilidade, estava prevista a construção de cinco
hidrelétricas na região. O tempo passou e, com a otimização dos projetos, a
melhora da eficiência dos equipamentos e o aumento da restrição ambiental
das obras desta magnitude na Amazônia, chegou-se ao consenso da
construção desta usina, que consumirá aproximadamente R$ 26 bilhões de
investimentos, incluindo as ações sócioambientais. Será a terceira maior
hidrelétrica do mundo, atrás apenas de Três Gargantas. na China, e de Itaipu,
trazendo incontáveis progressos para toda a região da BACIA HIDROGRÁFICA
DO RIO XINGÚ, TAPAJÓS E TODOS OS SEUS MUNICÍPIOS.A Usina de Belo
Monte será, conforme prevêem seus idealizadores, superlativa em vários
pontos. Terá 24 turbinas, com capacidade instalada de 11.233,1 MW e
produzirá 4.570 MW de energia firme, segundo dados do Consórcio Norte
Energia, administrador do projeto. A primeira turbina vai ficar pronta no começo
de 2015, quando a hidrelétrica entrará parcialmente em operação comercial.
Entretanto, a operação da usina com capacidade total está prevista somente
para o início de 2019.A primeira licença para o início das obras foi concedida
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no mês de janeiro deste ano, em pleno período de chuvas na região
amazônica, fato que forçou o CCBM a adiar o começo das obras. Há três
meses foi emitida a licença para instalação definitiva e o grupo que construirá a
usina é liderado pela construtora Andrade Gutierrez, com participação de nove
outras empreiteiras: Camargo Corrêa, Norberto Odebrecht, OAS, Queiroz
Galvão, Contern, Galvão Engenharia, Serveng, Civilsan, Cetenco e J.
Malucelli.Para a concessão da licença, o IBAMA impôs 40 condicionantes de
saneamento, habitação, saúde, segurança, educação e outras para beneficiar a
região. O IBAMA Incluiu ainda medidas severas que garantam a
navegabilidade do Rio Xingu e a construção por parte do consórcio da urgente
criação da HIDROVIA DO RIO XINGÚ com alargamento e dragagem do RIO
XINGÚ em seus pontos criticos de navegação. De acordo com a Norte Energia,
essas condicionantes geraram mais de 100 obras na região, investimentos de
R$ 110 milhões e 70 delas já foram ou estão sendo executadas. No entanto, as
obras mais cruciais, que são de saneamento básico, estão atrasadas.José
Biajione Menezes, superintendente de Obras do Entorno da UHE Belo Monte,
afirma que a usina não acabará com nenhuma cidade, vila ou povoado. “Hoje
existem três igarapés que cortam a cidade, onde cerca de 8.000 famílias
moram em condições sub-humanas ou em palafitas. Essas famílias serão
relocadas para casas de alvenaria de, no mínimo, 60 m 2 , em lotes de 300 m2,
com infraestrutura de água, esgoto, saneamento e energia elétrica”.
DESAFIOS POR ÁGUA, TERRA E AR
A infraestrutura precária e os desafios logísticos exigem um plano de trabalho
detalhado para não atrasar a obra. A região onde a usina será construída está
longe de tudo e todos e, somadas às intempéries climáticas, o cronograma
pode ser prejudicado. O maior desafio da Norte Energia agora é garantir o
transito livre e a logística de acesso de equipamentos, máquinas, insumos,
alimentos e de pessoal, bem como implementar de forma rápida a construção
imediata da HIDROVIA DO RIO XINGÚ.A complexidade logística exige todo
tipo de obra viária para que durante os nove anos de construção o
empreendimento transcorra como planejado. Para tanto, o aeroporto de
Altamira terá de ser ampliado para dobrar a demanda atual, que é de 90 mil
passageiros por ano, segundo a Infraero, bem como, os demais aeroportos da
região da bacia hidrográfica do rio Xingú. Serão urgentes as utilizações dos
aeroportos das maiores cidades da região como SÃO FÉLIX DO XINGÚ por
exemplo, que é a maior cidade metropolitana da região do PROJETO
CARAJÁS. (SÃO FÉLIX DO XINGÚ, possui mais de cem mil habitantes) e
outro tanto em sua zona rural.A Transamazônica é outro ponto crucial para a
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construção de Belo Monte. A rodovia corta sete estados - Paraíba, Ceará,
Piauí, Maranhão, Tocantins Pará e Amazonas, tem 4.977 KM de extensão, com
apenas 1677 asfaltados. A Rodovia tem início no município de Castelo, na
Paraíba e termina na divisa com o Peru, na Cidade de Benjamin Constant, na
Amazônia. O pior trecho é justamente o que corta o estado do Pará, na região
onde será instalada a hidrelétrica, onde apenas 227 km estão asfaltados.Para
que máquinas, insumos e pessoas passem por lã e alcancem a usina, deverão
ser pavimentados pelo menos 907 km, se o cronograma do Dnit for mantido, e
outros 400 quilômetros de estrada serão abertos,bem como terão de ser
recuperadas os trechos de rodovia da TRANSAMAZÔNICA e da estrada
SANTARÉM – CUIABÁ e as estradas de TUCURUÍ, MARABÁ e SÃO FÉLIX
DO XINGÚ.Quando a alternativa de transpor te é o Rio Xingu, o maior desafio
é a variação de profundidade. Se pela estrada o problema é enfrentar centenas
de quilômetros de terra e buraco, no Xingu a questão envolve as oscilações
fluviais. Porém nas épocas de cheia é uma HIDROVIA COMPLETAMENTE
VIÁVEL. Em períodos de cheia, entre os meses de dezembro e junho, o rio já
chega a jorrar 32 mil m de água por segundo. Na baixa, de julho a novembro,
tem apenas 440 m por segundo e, em média anual, seu nível mais baixo chega
a ficar inferior a 1.000 m por segundo. “E a chamada janela hidrológica, que
não é brincadeira. Nessa região você trabalha seis, sete meses por ano, e no
resto dos meses procura um jeito de trabalhar”, revela Luiz Fernando Rufatto,
diretor do Consórcio Norte Energia.Para se ter uma idéia, a mudança no nível
de vazão é tão forte que a usina de Belo Monte passará quatro meses do ano
com as 18 turbinas de sua casa de força principal desligadas e em
manutenção, operando apenas com algumas das turbinas de sua casa de força
complementar.“O pequeno porto instalado no município de Vitória do Xingu tem
sido usado para receber os primeiros equipamentos adquiridos pelo Consórcio,
mas a baixa profundidade do rio neste ponto impede que tudo seja escoado por
ali”, declarou à imprensa o diretor do Consórcio. “Algumas peças isoladas
pesam aproximadamente mais de 600 toneladas, (uma única peça). Por isso
necessitam de uma embarcação com profundidade. “O novo porto nas
MARGENS DO RIO XINGÚ, será construído num local que poderá receber
material todos os dias do ano. O projeto já está pronto, aguarda licenciamento
da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Estado do Pará
(Sectam) para ser construído”, diz ele.Mas a HIDROVIA DO RIO XINGÚ será
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com o tempo O GRANDE CORREDOR LOGÍSTICO FLUVIAL de minérios do
país,PRINCIPALMENTE QUANDO DE ALGUMA FORMA INTEGRAR-SE COM
O RIO TAPAJÓS.
MOVIMENTAÇÃO DE TERRA
As obras de escavação tiveram início neste segundo semestre e deverão
manter um ritmo acelerado a partir do início de 2012, atingindo o pico MÁXIMO
no SEGUNDO SEMESTRE do ano de 2013 e primeiro semestre de 2.014. Para
a construção do canteiro pioneiro que irá comportar as instalações
operacionais da obra, será feito o desmata mento e raspagem de 50.700 m e
serão escavados 77.208 m de material. Nesta primeira fase, vão trabalhar
cerca de 40 equipamentos, incluindo 27 caminhões, quatro tratores de esteira,
duas carregadeiras, três escavadeiras hidráulicas e uma motoniveladora.O
engenheiro mecânico do CCBM, Paulo Carvalho, informa que atéo final de
2011 as equipes estarão focadas na terraplenagem e movimentação de terra.
“A partir do mês de agosto, pretendemos ter adquiri do cerca de 800
caminhões e mais de 250 equipamentos, e terão sido mobilizados
aproximadamente de 3.000 a 5 .000 funcionários, alavancando a geração de
empregos na região de Altamira”, diz.“O movimento de terra em Belo Monte
equivale às dimensões de três canais do Panamá”, com para o diretor
administrativo do CCBM, Marcos Sordi. “Terá cinco canteiros de obra
descentralizados com aproximadamente 30.000 pessoas contratadas, cada um
com estrutura individual, O funcionamento será da seguinte forma: enquanto
uma das casas de força terá vertedouro e geração de energia com sete
máquinas, a 50 km depois terá outra estrutura para gerar energia com 20
máquinas de 550 MW cada”, explica. O lago será totalmente artificial,
alimentado por um canal de desvio do Xingu, incluindo um grande canal para
dar maior suporte à navegabilidade total do rio, duas megaestruturas de
geração, além de duas vilas residenciais.
A barragem é um dos pontos que justificam os diferenciais de Belo Monte.
Imagine que mesmo com uma barragem bem menor, a usina do Xingu terá
potência instalada superior à de Tucuruí e quase a de Itaipu. O chamado lago
de Belo Monte ocupará uma área de 516 km enquanto Tucuruí utiliza um
reservatório de 2.430 km e Itaipu, de 1.350 km2.
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REFLEXOS SOCIOAMBIENTAIS
A Bacia do Xingu reúne 35 municípios e é historicamente habitada por povos
indígenas — cerca de 10.000 índios de 20 etnias, culturas e tradições
diferentes – que fizeram do rio a base de suas atividades, ritos e intercâmbio
de costumes entre si. Além deles, a região concentra cerca de 450.000 “não
índios” e as nascentes ou cabeceiras de rio se localizam em meio a um dos
maiores polos agropecuários do país, exatamente no leste matogrossense.“Muitas pessoas dizem que a cidade vai alagar, mas é mentira. São
grupos que espalham esse tipo de notícia para prejudicar o andamento do
projeto e atrapalhar tudo o que pode melhorar a vida aqui”, alerta a índia Maria
Augusta Borges, de 82 anos, conhecida na região como Chipaia.“Se a usina de
Tucuruí trouxe prejuízos é porque na época não foram feitos estudos
ambientais e culturais como os realizados para Belo Monte. Agora os
governantes não podem deixar de prestar assistência ao meu povo indígena e
à população ribeirinha, especialmente nos trabalhos de remoção de famílias,
porque vão ser cobrados por muita gente”, diz.As ações para a redução dos
impactos sócioambientais, causados pela inundação de 516 km2 consumirão
cerca de R$ 3, bilhões: R$ 3,2 bilhões para condicionantes sócioambientais e
mais R$ 500 milhões do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do
Xingu (PDRS Xingu). Segundo a Norte Energia, poderão ser removidas 4.362
famílias que moram em palafitas e em habitações precárias, no total de 16.420
pessoas.De acordo com o Consórcio Construtor de Belo Monte, no começo das
obras a usina hidroelétrica estará apta a proporcionar emprego para 5.600
pessoas, podendo chegar a 7 mil. A previsão é de uma oferta de 12 mil
empregos em 2012 e de 18 mil empregados em 2013, no pico da obra. Nesta
época, outras 23 mil pessoas serão empregadas indiretamente, em atividades
relacionadas às obras, e 54.300 familiares e demais pessoas atraídas para a
região, totalizando 96 mi1 pessoas.“Imaginamos que seja uma época
promissora, de crescimento e melhor qualidade de vida para a região”, diz a
prefeita da cidade de Altamira, Odileida Sampaio. “Mas para esse futuro ter
todos esses adjetivos, a cidade necessita de uma infraestrutura adequada, com
investimentos não apenas do consórcio construtor, mas principalmente do
governo federal”, completa.Os primeiros funcionários estão em treinamento.
Por enquanto, são algumas centenas de homens trabalhando em um pequeno
centro de treinamento de Altamira. Os canteiros pioneiros montados com
tendas e ar condicionado começaram a ser erguidos no meio da mata e
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funcionários passarão aproximadamente seis meses nessas bases provisórias
para construir os três canteiros definitivos e quatro refeitórios que, juntos, terão
capacidade de produzir 7.000 refeições por dia.
FROTA COM ‘SANGUE’ AMARELO
Os primeiros equipamentos que irão trabalhar nas obras de Construção da
UHE Belo Monte são da Caterpillar e já desembarcam no cais de Vitória do Rio
Xingu, e será um dos principais modais logísticos para o transporte. A frota é
constituída por 37 máquinas pesadas adquiridas recentemente pelo CCBM.Um
enorme comboio de embarcações fez o transporte do porto de Belém até o
local da obra numa viagem de aproximadamente 80 horas. Apos passarem
pela inspeção técnica, a frota composta por 10 tratores, 7 motoniveladoras, 7
rolos compactadores, 7 pás carregadeiras, 5 escavadeiras e 3
retroescavadeiras — já trabalha freneticamente no Sítio Belo Monte, em no
porto de Vitória do Xingu. Dos cerca de 700 equipamentos Caterpillar
adquiridos pelo consorcio construtor, incluídos os caminhões, a metade tem
chegada prevista à região até o fim do ano.Para atender a uma obra dessa
complexidade e com a maioria dos equipamentos da Caterpillar, a Sotreq
tomou medidas estratégicas, como a instalação de uma filial praticamente
dentro do canteiro, num ponto estratégico entre Altamira e Vitória do Xingu, que
deverá ser inaugurada no inicio de 2012, na cidade de ITAITUBA. ‘‘Será uma
filial completa, de grande porte, pronta para atender toda e qualquer
necessidade do cliente, com todo suporte técnico e operacional já treinado para
trabalhar nessas condições. Ao mesmo tempo estamos, desde o final de 2010,
treinando operadores e mecânicos da região que serão aproveitados no
canteiro pela própria Sotreq e por outras empresas que estão chegando“, diz
Giancarlo Bastianni, gerente da filial Sotreq em Altamira.Para a Caterpillar,
esse foi um dos maiores negócios da história da companhia, tanto que o
próprio vice-presidente – Stu Levenick - fez questão de conhecer toda a
estrutura.Mas não é só Belo Monte que mobiliza os negócios da Sotreq/Cat no
Pará. A filial de Belém em pouco tempo deve estar de malas prontas para
ocupar sua nova Filial em Benevides, 10 vezes maior que a anterior. “O Pará
em muito pouco tempo deve superar Minas Gerais em extração de minérios e a
região da Amazônia, principalmente a REGIÃO DO RIO XINGÚ, deve
demandar muito trabalho”, comemora o gerente da filial Sotreq em Belém
Ribamar Nóbrega. “Por isso optamos pela construção de uma nova filial com
todas as condições para atender a essas demandas e já estão em andamento.”
Fls.21
ESTRUTURA DE PESO
Na estrutura de capital do Consórcio Norte Energia, a Eletrobrás possui 15%, e
duas controladas, a Eletronorte e a Chesf, possuem 19,98% e 5% de
participação, respectivamente. No geral, o governo detém quase 50% da usina.
A Vale confirmou que ficará com 9% de participação na usina e ocupará o
espaço da Gaia Energia do Grupo Bertin, que detinha a maior fatia destinada
aos autoprodutores de energia e ficará ao lado da Sinobras, que detém 1% do
projeto para a energia de uso próprio. O investimento da Vale poderá ser de
até R$ 2,3 bilhões desconsiderando-se uma estimativa de R$ 25 bilhões para
a construção da usina.Faz parte ainda do consórcio os fundos Petros (10%) e
Funcef (2,5%); o Fundo Cevix da Caixa (5%) e Bolzano Participações (10%).O
próximo passo para a integração de Belo Monte está previsto apenas no ano
que vem. O leilão da linha de transmissão deverá ocorrer apenas no primeiro
semestre de 2012, estimou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No
momento, o projeto esta em análise no Ministério de Minas e Energia para a
definição de especificações como a tecnologia que será utilizada, se de
corrente contínua, se de corrente alternada.
ETC GBL XINGÚ – ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE CARGAS GBL/XINGÚ
A ETC GBL XINGÚ, (ETC – ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE CARGAS, É
UMA ESPÉCIE DE PEQUENO PORTO FLUVIAL ONDE NÃO PODE SER
INSTALADOS PORTOS), oficialmente destinada à plena movimentação,
utilização de berço de atracação, silagem ou armazenagem de carga própria e
de cargas de terceiros, em conformidade com o que dispõe o Decreto nº6.620,
de 29 de outubro de 2008, destinados ou provenientes de transporte
aquaviário, a serem realizadas na ETC GBL XINGÚ, na FAZENDA
CARAPANÃ às margens do RIO XINGÚ,na cidade de SÃO FÉLIX DO XINGÚ,
no estado do Pará, de uma feita que a ETC – ESTAÇÃO DE TRANSBORDO
DE CARGA GBL XINGÚ, está localizada fora da área do porto
organizado,Tendo, entretanto, sido atendidos, pelo GBL – GRUPO BARBOSA
LEITE, todos os requisitos da Habilitação Jurídica e Regularidade Fiscal e
HabilitaçãoTécnicas da ANTAQ, que disciplina a outorga de autorização para a
construção, exploração e ampliação de ETC fluvial de uso privativo, sendo que
a ETC GBL XINGÚ,será utilizada pelos participantes do CONSÓRCIO BL
CRED COMMODITIES, na modalidade de uso privativo misto (ou exclusivo),
podendo movimentar carga própria (e de terceiros), destinados ou provenientes
FLS.22
de transporte aquaviário, (BALSAS, BARCAÇAS e NAVIOS DE PEQUENO
PORTE), nos termos do art. 4º, inciso II e § 2º, inciso II, alínea “b” da Lei nº
8.630,de 25 de fevereiro de 1993, Considerando-se carga destinada ou
proveniente de transporte aquaviário: a carga movimentada diretamente de ou
para embarcação atracada ao cais da ETC – ESTAÇÃO DE TRANSBORDO
DE CARGAS,de uso privativo dos CONSORCIADOS DO CONSÓRCIO BL
CRED, sendo que a área de operação da ETC GBL XINGÚ, corresponde à
área do terreno de propriedade da EMPRESA DE NAVEGAÇÃO GBL
SITUADA DENTRO DA FAZENDA CARAPANÃ, FAZENDA A QUAL O GBL
POSSUI 40% DA FAZENDA INTEIRA, ou outras áreas das quais a EMPRESA
DE NAVEGAÇÃO GBL, detenha de maneira efetiva, o direito de uso e fruição
incluindo-se também: estuários, canais marítimos, braços de mar, represas,
lagos e rios, para a finalidade deste Instrumento, bem como a relativa às
benfeitorias que integram as referidas instalações, pelo fato deste presente
contrato, seguir as normativas inerentes à legilsação aquaviária e portuária
vigente e fundamenta-se nos arts. 4º, inciso II, e 6º, da Lei nº 8.630, de25 de
fevereiro de 1993, que disciplinam a exploração de ESTAÇÃO DE
TRANSBORDO DE CARGAS de uso privativo para movimentação de cargas,
nos arts. 12, inciso I, 14, inciso III, alínea “c”, 27, inciso XXII, da Lei nº 10.233,
de 5 de junho de 2001, que atribuem competência à ANTAQ para a presente
outorga de AUTORIZAÇÃO, e no Decreto nº 6.620, de 29 de outubro de 2008,
que dispõe sobre políticas e diretrizes do setor portuário brasileiro, de acordo
com a resolução que transcrevemos na íntegra:RESOLUÇÃO Nº 1555 ANTAQ, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2009.APROVA A NORMA PARA A
OUTORGA DE AUTORIZAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO, EXPLORAÇÃO E
AMPLIAÇÃO DE ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE CARGAS.O DIRETORGERAL SUBSTITUTO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES
AQUAVIÁRIOS – ANTAQ, tendo em vista a competência que lhe é conferida
pelo art. 27, inciso IV, nos termos do art. 68, da Lei nº 10.233, de 5 de junho
de 2001, na redação dada pela Medida Provisória nº 2.217-3, de 4 de setembro
de 2001, considerando o que consta do processo nº50300.000093/2009-11 e
o que foi deliberado pela Diretoria em sua 257ª Reunião Ordinária, realizada
em 26 de novembro de 2009,RESOLVE:Art. 1º Aprovar a NORMA PARA A
OUTORGA DE AUTORIZAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO, EXPLORAÇÃO E
AMPLIAÇÃO DE ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE CARGAS, na forma do
Anexo desta Resolução. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
Fls.23
publicação no Diário Oficial da União.TIAGO PEREIRA LIMA Diretor-Geral
Substituto
CLÁUSULA SEGUNDA – Os consorciados aderentes, (PRODUTORES
RURAIS DOS ESTADOS DO MATO GROSSO, TOCANTINS, PARÁ), além de
obterem a primazia da utilização da ETC – ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE
CARGAS GBL XINGÚ, também terão direito aos seguintes benefícios: certeza
da comercialização dos grãos; APOIO DAS MAIORES CORRETORAS DE
COMMODITIES DO BRASIL, via BL CRED COMMODITIES, para a
comercialização dos grãos, incluindo o milho da safrinha, com colocação do
SORGO e MILHETO; grande desconto na compra de fertilizantes; cinquenta
por cento de Economia na compra do calcário; elaboração e pagamento
antecipado das suas CPRs e os seguintes benefícios citados a seguir: Grande
economia de fretes rodoviários, pelo fato de que os caminhões dos produtores
rurais e cooperativas hoje, percorrerem distâncias superiores a 2.350 KM. Para
chegarem aos portos de Santos, Paranaguá e Rio Grande. E, com dez a doze
por cento a mais de grãos que não se perderão nas estradas, poderem chegar
à ETC GBL XINGÚ, percorrendo distâncias inferiores a 730 km com as
seguintes vantagens: Economia com gastos de: combustível; pneus; reparo de
eixos; amortecedores; mecânica; funilaria; salários de motoristas e ajudantes;
desgaste das carretas; seguros; juros de financiamento de Leasing e CDC;
roubos de carga; multas por excesso de velocidade; acidentes; ações
indenizatórias; processos trabalhistas; greves de motoristas; dumpings e
preços abusivos de transportadoras; estivagens; diárias e refeições dos
motoristas; custos de pátio; estacionamentos; longo tempo de espera nas
imensas filas de caminhões que se formam na chegada aos portos de Santos e
Paranaguá, com os caminhões na grande maioria das vezes permanecendo de
quinze a 35 dias nas longas filas de espera para entrarem nos portos.
Contando ainda com: Grande Economia com armazenagens; silagens;
capatazias, parcelas de leasing, e juros bancários. Economia em frete marítimo
porque, os grãos saindo das balsas de propriedade da EMPRESA DE
NAVEGAÇÃO GBL DO GRUPO BARBOSA LEITE, da ETC do XINGÚ,, até o
porto de Macapá conforme o projeto de autoria do Professor JOSÉ BARBOSA
LEITE NETO, e dali embarcarem em navios de grande tonelagem, indo direto
para os portos de destino, economizarão oito dias e meio de navegação para
chegarem aos portos de toda a Europa, além da grande proximidade com o
canal do Panamá para atingir os continentes asiáticos e a costa oeste dos
Fls.24
Estados Unidos. Este fato redundará em uma economia de cinco a seis mil e
quinhentos dólares por dia de navegação para as tradings compradoras, o que
significará mais mercados e preços muito mais competitivos, ou até mesmo um
lucro bem maior para as Cooperativas e produtores, quando o afretamento for
direto.O fato de se ter uma estação de transbordo de cargas como essa no rio
xingú, eliminará de vez, os problemas de atrasos, “demorrages” e “defaults”,
evitando-se assim, o pagamento de pesadas multas, indenizações,
inadimplementos; devolução das mercadorias e pesados processos jurídicos
internacionais contra as Cooperativas e Produtoras, evitando-se desta maneira
o pagamento de caríssimos honorários para os escritórios de advocacia
especializados em processos internacionais e os participantes do
CONSÓRCIO BL CRED, estarão colocando o Brasil na vanguarda do
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.Podemos observar com toda a clareza, que a
cidade de São Félix do Xingú, está muito próxima de todo o complexo BELO
MONTE, do projeto Carajás, de Tucuruí, do pólos produtores de FERRO GUSA
situados nas cidades de MARABÁ no estado do Pará e AÇAILÂNDIA no estado
do Maranhão, cidade esta que está a apenas 120 KM de MARABÁ e que
congrega o maior número de siderúrgicas em uma mesma cidade no Brasil, da
estrada de ferro da Vale e do principal complexo industrial de transformação da
Vale do Rio Doce. O rio Balsas que banha a cidade de Balsas no estado do
Maranhão também é navegável e desaguá no rio Tucuruí e na hidrelétrica do
mesmo nome. O rio Tucuruí, também navegável, é um dos principais afluentes
do rio Xingú. Portanto, a soja proveniente de BALSAS (que é depois do Mato
Grosso a maior produção de soja do país), no estado do Maranhão, poderá
com tranquilidade chegar na ETC GBL XINGÚ, por via fluvial. A ETC –
ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE CARGAS GBL XINGÚ, disporá de uma
grande área, maior do que todo o território da BÉLGICA, MÔNACO,
LUXEMBURGO, LINCHTESTEIN, e de todo o território da SUIÇA, a ser cedida
INTEGRALMENTE CEDIDA, em regime total de COMODATO, PARA O Senhor
José Barbosa Leite Neto, Presidente do GBL PELO SENHOR ARNALDO
BARBOSA DE ANDRADE, dentro da FAZENDA CARAPANÃ. Esta área a ser
cedida em regime total de COMODATO pelo
Fls.25
Senhor Arnaldo Barbosa de Andrade, para o GRUPO GBL – GRUPO
BARBOSA LEITE, contará de acordo com o meu projeto, com: uma ETC –
ESTAÇÃO DE TRANSBORDO DE CARGAS, com seis silos de 60.000
toneladas cada um, uma grande serraria, uma fábrica de MDF, uma fábrica de
briquetes de madeira, uma fábrica de briquetes de babaçú, uma grande
pedreira de brita, (existe uma grande pedreira de rocha basáltica dentro da
fazenda), uma mina de calcário de alta qualidade, (existem também uma mina
de gêsso, uma mina de granito cinza mauá; uma de cal e outra de calcário),
uma esmagadora de grãos, uma fábrica de envazamento de palmito pupunha e
palmito Juçara, uma indústria de castanha de cajú torrada e salgada; uma
indústria de óleo de soja, uma indústria de óleo de babaçú, uma indústria de
óleo de Copaíba, uma usina de BIODIESEL, uma grande indústria de farelo de
soja e suprimentos alimentares para bovinos, suínos aves e ovinos, um
curtume de couro de boi, uma indústria de ração para peixes, uma
moderníssima indústria de FERTILIZANTES MINERAIS NATURAIS, um
frigorífico de peixes, uma indústria de farinha de peixe, cinquenta grandes
lagos e açudes para a criação de: dourado, pintado, pacú e tilápia Saint Peters;
uma fábrica de pausteurização de AÇAÍ; uma fábrica de polpas e sucos
tropicais tais como: cupuaçú; pitanga; guaraná; taperebá; cacau; açaí; graviola;
manga; cajamanga; abacaxi; goiaba; buriti; carambola.A ETC GBL XINGÚ,
contará com seis berços de atracação para balsas e barcaças, um terminal
ferroviário com modernos troleys ligados à ferrovia da VALE DO RIO DOCE,
(os trilhos de troley são escamoteáveis e de custo barato para a sua
implantação), um granoduto para levar a soja que virão nos trens da VALE, em
sistema de permuta de transporte de grãos, por transporte de minério via
barcaças, para dentro dos seis silos que serão construídos na área da ETC
GBL, a serem instalados dentro da área da FAZENDA CARAPANÃ às
margens do rio Xingú, na cidade de São Félix do Xingú. A FAZENDA
CARAPANÃ será colonizada por Evangélicos pertencentes à Congregação
Cristã onde o AGROPECUARISTA Senhor ARNALDO BARBOSA DE
ANDRADE é o principal bispo, e é o líder nacional. O Senhor Arnaldo Barbosa
de Andrade, pretende no entorno da ETC XINGÚ, plantar 85.000 hectares de
soja, levando para dentro da FAZENDA CARAPANÃ, oitenta e cinco
famílias de agricultores do estado do MATO GROSSO DO SUL, a maioria
de ascendência sulista (gaúchos, paranaenses, catarinenses, paulistas),
ARRENDANDO, 1.000 hectares para cada família, perfazendo portanto, os
Fls.26
OITENTA E CINCO mil hectares de plantio de soja, em volta da ETC
XINGÚ.Ou Seja: a ETC GBL XINGÚ será uma ILHA DE LOGÍSTICA NO
MEIO DA SOJA. Além de cada família plantar 1.000 hectares de soja, elas
também serão ORIENTADAS SOB MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO
GBL, a criar 100 bois, vinte suínos, vinte ovinos e 1.000 frangos caipira
cada uma, dentro deste projeto de colonização integrado, perfazendo um
total de 8.000 bois rotativos. Estas famílias também serão devidamente
orientadas a plantar: abacaxi; ananáz; maracujá amarelo; manga;
carambola; graviola; açaí; goiaba; cajú; guaraná - para alimentar a fábrica
de sucos e polpas, bem como efetuar o constante replantio de palmito
pupunha, de palmito Juçara para alimentar a fábrica de envazamento de
palmitos os quais além do AÇAÍ, serão exportados para a ÁSIA, ESTADOS
UNIDOS e EUROPA. O Bispo Arnaldo Barbosa, assinará com o GBL –
GRUPO BARBOSA LEITE a total exclusividade de compra, venda e
comercialização nacional e internacional de toda a soja, todo o milho da
safrinha, sorgo, milheto, aveia, boi, dos suínos, ovinos, peixes, e das
frutas a serem produzidos dentro destes 85.000 hectares pelas famílias
evangélicas pertencentes ao seu ministério congregacional as quais
habitarão no entorno da ETC GBL XINGÚ, esta agrovila, que será
denominada AGROVILA JESUSVILLE.
Como o Professor JOSÉ BARBOSA LEITE NETO, é Ecumênico, também
disponibilizará dentro da FAZENDA CARAPANÃ, um centro de meditação
que conterá:UMA SINAGOGA; UMA MESQUITA; UM TEMPLO BUDISTA;
UM TEMPLO BRÂMANE; UM CENTRO ESPÍRITA KARDECISTA; UM
CENTRO MUNDIAL DE ESTUDOS KARDECISTAS; UMA IGREJA DA AÇÃO
CATÓLICA CARISMÁTICA; UM CENTRO DE RELIGIÕES AFRO
BRASILEIRAS.
A FAZENDA CARAPANÃ segundo os extensos relatos do Bispo Arnaldo
Barbosa de Andrade, é riquíssima nas seguintes commodities
extrativistas de COLHEITA EXTRATIVISTA IMEDIATA: cajú; acerola;
amora; muricy; pitanga; carambola; manga; abacate; urucum; pimenta do
reino; pimenta biquinho; pimenta malagueta; castanha de cajú; limão
bravo; buriti; babaçú; patchouli; palmito Juçara; palmito Pupunha; côco;
guaraná; tamarindo; piaçaba; sapé; carnaúba; ratami; junco; cana da
ìndia; cupuaçú; cacau; borracha; castanha do pará; cumbarú; comarú;
babosa; jojoba; juta; sisal; linhaça; mamona. Pode-se emitir,
FLS.27
imediatamente, por baixo, algo por volta de R$ 1. 800.000.000,00 – (HUM
BILHÃO E OITOCENTOS MILHÕES DE REAIS), sobre todas estas
mercadorias extrativistas IMEDIATAS, desde que, é claro, tenhamos o
BANCO PARCEIRO que nos emita o CETIP DESTAS CPRs, em seu nome.
Lembrando que determinadas COMMODITIES EXTRATIVISTAS como:
CACAU; BORRACHA os preços são cotados EM DÓLAR NORTE –
AMERICANO, por quilo e não por tonelada, dado o valor das mesmas ser
bastante significativo.Pode-se realizar imediatamente um plano de manejo
e remanejo de madeiras nobres na FAZENDA CARAPANÃ, cortando-se e
comercializando-se de imediato as seguintes essências que existem de
forma abundante na fazenda: CEDRO; JATOBÁ; MOGNO; SUCUPIRA;
MAÇARANDUBA; ANGELIM; PAU FERRO; IPÊ; JARANA; PAU D’ARCO;
MACAÚBA; COPAÍBA; MAPARAJUBA. Esta reserva de madeiras nobres
da FAZENDA CAPARANÃ está avaliada hoje em mais de um bilhão de
Reais. Este faturamento pode ser imediato e MUITO RÁPIDO, porque, as
madeiras estão lá tem muitos anos e podem ser cortadas no momento
que o projeto de manejo estiver pronto.
Informações pontuais sobre o município de São Félix do Xingú
Localiza-se a uma latitude 06º38'41" sul e a uma longitude 51º59'42" oeste,
estando a uma altitude de 220 metros. Sua população oficial estimada em 2012
era de 99.905 habitantes, mas seguramente possui bem mais do que 110.000
habitantes. Possui uma área de 84607,39 km². Atualmente, além da Sede, o
município é constituído por quatro distritos: Taboca, Nereu, Lindoeste e Ladeira
Vermelha, todos estes distritos dedicam-se à mineração de manganês, minério
de ferro, cassiterita, platina, ouro.
Hidrografia
São Félix do Xingu e rodeado por vários rios. Os dois principais são os rios
Fresco que liga São Félix ao Mato Grosso, e o Xingu que são atrações
turísticas do município. Estes também são usados para pesca e transporte.A
região é muito rica em peixes.
Transporte Rodoviário
A cidade é servida pela rodovia PA-279, sendo que a rodovia possui 53 km de
estrada não pavimentada em condições ruins de trafegabilidade, assim como o
asfalto, depois de dois anos, apresenta inúmeros problemas de construção. Há
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acidentes e estragos constantes aos que trafegam pela região da 279.O
aeroporto de São Félix do Xingu não está mais ativo, não havendo mais
nenhum voo comercial. Em função de BELO MONTE e da VALE, A Prefeitura
quer entregar a exploração deste aeroporto para um grande grupo
empresarial.O GBL – GRUPO BARBOSA LEITE, pode ser este grupo.
Economia
A base da economia do município é a pecuária de corte pois possui o maior
rebanho do Brasil com mais de 1,7 milhões de cabeças, sendo a grande
maioria dos pecuaristas composta por pequenas propriedades as chamadas
fazendolas.No dia 13 de julho de 2.013 foi inaugurada uma moderna unidade
FRIGORÍFICA do GRUPO FRIGOL de SÃO PAULO. www.frigol.com.br/ que
também possui uma grande unidade na cidade de ÁGUA AZUL no estado do
Pará.Esta grande unidade do GRUPO FRIGOL nos possibilitará a instalação no
município, do nosso projeto de INTEGRAÇÃO DE BOI, montando-se dentro da
área da FAZENDA CARAPANÃ,São Félix do Xingú está muito próximo a maior
região produtora de grãos do estado do Tocantins, e ao maior pólo madeireiro
do país.
Notícia da última quarta-feira, 10 de julho de 2013
São Félix do Xingu: Frigorífico entra em funcionamento em 30 dias
Diretores do Frigorífico e membros da prefeitura
13 de julho de 2.013 - O diretor do Frigorífico Frigol, Orlando Henrique disse
que já está em fase de contratação e de qualificação de mão-de-obra, e que
nos próximos 30 dias o frigorífico já deve iniciar sua operacionalização no
importante município pecuarista de São Félix do Xingú, que detém o maior
rebanho bovino do Brasil.De imediato já devem ser contratados cerca de 200
trabalhadores e que o salário deve variar de R$ 830,00 a R$ 1.700,00, ou seja,
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algo em torno de R$ 400 mil já devem ser inseridos no comércio local nos
próximos 60 dias. Henrique disse ainda que em até 6 meses a empresa deseja
chegar a 500 trabalhadores diretamente contratados.O anúncio foi feito pelo
diretor Orlando Henrique, que estava acompanhado do gerente industrial,
Valdeci de Carvalho, e do gerente de recursos humanos, Paulo Cesar, à
secretária municipal de trabalho e promoção social, Sílvia Torres, e à viceprefeita Cleide Capanema.
Com o nosso projeto de INTEGRAÇÃO DE BOI, instalado dentro da FAZENDA
CARAPANÃ, dentro dos nossos 30.000 hectares, instalaremos: Uma estação
de engorda de bois; Uma central de inseminação artificial para melhoria do
plantel da região; Uma central de vacinação de gado; Uma estação de monta;
Um Tatersal de leilões; Uma filial da BBM/BMF – BOLSA BRASILEIRA DE
MERCADORIAS.E, estaremos dentro do meu plano original atendendo os
municípios de: PRAINHA; MONTE ALEGRE; ALENQUER e toda a região de
SÃO FÉLIX DO XINGÚ.
TURISMO ECOLÓGICO
São Félix do Xingú é o maior município da região do projeto Carajás. As praias
de São Félix atraem turistas do mundo inteiro.
A praia do Porco em São Félix, é consideradas umas das mais belas da Região
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Em São Félix do Xingu é possível desfrutar a pureza das águas e areia limpa
As praias de São Félix do Xingu,
proporcionadas pelos rios Fresco e Xingu, além ser umas das mais limpas da
região, também oferecem um visual gostoso de ver. A tradicional praia do
Porco todos os anos atraem milhares de pessoas de várias cidades vizinhas.
Desde o dia 2 de julho a prefeitura do município através do Secretário
Municipal de Meio Ambiente e Turismo está promovendo atividades para
melhor recepcionar os turistas.
PLANO FINANCEIRO IMEDIATO DA FAZENDA CARAPANÃ
Para fazermos capital de giro imediato, de forma a que com o mesmo
possamos dar o pontapé inicial em todo o projeto acima, selecionei 10.000
hectares de mata que iremos derrubar.Estes dez mil hectares não possuem
nenhum tipo de árvore de valor de mercado.É composto apenas por árvores
comuns.Com a derrubada destas árvores teremos uma considerável
quantidade de lenha.Transformaremos esta lenha em cavacos, que serão
vendidos “ex wok fazenda”, para a VALE, as siderúrgicas de AÇAILÂNDIA no
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Maranhão e empresas de São Félix do Xingú.Em cada hectare de lenha que
desmataremos, iniciaremos,um cultivo IMEDIATO de REFLORESTAMENTO
de MOGNO AFRICANO
Um hectare plantado com mogno africano, após 10 anos, terá um custo de R$
22,5 mil e, neste mesmo período, o retorno por hectare é de aproximadamente,
de R$ 405 mil (veja tabela). “Cada árvore desta espécie produz em torno de 20
metros cúbicos de madeira serrada por hectare por ano e, ao longo de 12 anos,
a receita líquida do fazenda CARAPANÃ, só com estes 10.000 – (DEZ MIL
HECTARES), pode superar os R$ 415 mil, por hectare, desde que haja um
acompanhamento severo durante o crescimento das árvores
Solo e Clima: A espécie se adapta a uma ampla faixa de variação de altitude,
clima, distribuição de chuvas e fertilidade de solo.
Produtividade: Produz 20m³/ha/ano de madeira serrada. Em plantios irrigados,
ou solos próximos a grandes rios (que é exatamente o caso da CARAPANÃ),
estima-se um aumento de 50% na produtividade.
Estimativa de produção em solo de média a alta fertilidade, precipitação
pluviométrica superior a 1500 mm/ano, plantio no espaçamento de 5X5m:
1º
ano
–
400
plantas
por
hectare
10º ano – 380 plantas por hectare (5% de mortalidade) – produção de 94m³/há
(madeira
serrada)
15º ano – 190 plantas por hectare – produção de 210 m³/há/ (madeira serrada)
Total: 380 plantas cortadas por hectare e a produção de 304 m³/há (madeira
serrada)
Custo de 1 hectare de mogno africano de 1 a 12 anos:
FLS.32
O corte ideal ocorre com doze anos.Mas pode sem problemas, ocorrer o corte
com dez anos
1) Operações mecanizadas : R$ 2.264
2) Insumos: calcário, adubos, defensivos e mudas: R$ 7,818
3) Mão de obra: R$ 1,182
4) Colheita: R$ 8.841,61
5) Assistência técnica e administração: R$ 2.035
Custo total: R$ 22,5 mil
Estimativas de retorno financeiro de 1 hectare de mogno africano em 12 anos
Receita Bruta de um único hectare: R$ 521,544,59
Receita Líquida de um único hectare: R$ 404.051,85 – (SEM CONTARMOS
AINDA COM OS INCENTIVOS FISCAIS DA SUDAM).
A Organizações das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação
(FAO), a demanda por madeira no mundo, que era de 1,6 bilhão de metros
cúbicos em meados de 1990, passou a 3,8 bilhões de metros cúbicos em 2012
e a maior parte desta demanda foi puxada por países em desenvolvimento. “No
Brasil, onde a demanda por madeira é crescente, por conta da expansão do
setor de construção civil, temos apenas 7% de florestas plantadas e vamos
FLS.33
demandar, mais de 1.5 bilhão de metros cúbicos de madeira, só para
atendimento do nosso mercado interno.
Na sombra de cada árvore de MOGNO AFRICANO, plantaremos, cinco pés de
cacau anão de alta produtividade.Ou seja, aproveitando-se o mesmo espaço
dentro dos dez mil hectares, teremos uma fazenda de cacau com mais de
50.000 pés de cacau, produzindo.A FAZENDA CARAPANÃ, está sob total
gestão, comando e administração da BL CRED FACTORING SOCIEDADE DE
FOMENTO COMERCIAL.
A BL CRED emitirá CPRs – CÉDULAS DE PRODUTO RURAL DE MOGNO
AFRICANO. Estas CPRs terão como CONTRA GARANTIA, (garantia
colateral), as essências de MADEIRAS NOBRES, já referidas por mim, e
totalmente descritas nas páginas acima deste presente projeto.
O Senhor JOSÉ BARBOSA LEITE NETO, autor deste presente projeto, é sócio
em 40% - (QUARENTA POR CENTO) da FAZENDA CARAPANÃ e É TEM
CEM POR CENTO de todos os projetos acima referidos.Todas as CPRs da
FAZENDA CARAPANÃ, serão totalmente criadas, redigidas, desenvolvidas
pelo Senhor José Barbosa Leite Neto HOJE O MELHOR ESPECIALISTA DO
BRASIL EM EMISSÃO DE CPRS..
Estas CPRs da FAZENDA CARAPANÃ serão de:
Madeiras de Lei silvestres quando o projeto de manejo e remanejo destas
madeiras nobres esteja devidamente autorizado.
Palmito Juçara.
Palmito Pupunha.
Açaí.
Còco.
Guaraná
Cacau.
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Cupuaçú.
Babaçú.
Juta.
Sizal.
Piaçaba.
Sapé.
Cajú.
Castanha de Cajú.
Castanha do Pará.
Patauá.
Mamona.
Borracha.
Marapuama.
Buriti.
Manga.
Carambola.
Graviola.
Pitanga.
Goiaba.
Tamarindo.
Abacate.
Babosa (Aloé Vera).
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Jojoba.
Patchouli.
Benjoim.
Pau rosa.
Carnaúba.
Urucum.
Erva doce.
Camomila.
Erva Cidreira.
Capim Cidrão.
Goiaba.
Folha de goiaba.
Orégano.
Cogumelos Shitaki.
Fines Herbes.
Tomilho.
Hortelã Pimenta.
Pimenta do Reino.
Pimenta Malagueta.
Cravo da Índia.
Mogno Africano.
Cedro Australiano.
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E, após os desmatamentos autorizados nos 600.000 hectares disponíveis para
plantio, dentro da nossa macro área de 3.000.000 de hectares, além de todas
as commodities supra citadas que continuarão, teremos ainda, CPRs de:
SOJA.
MILHO.
SORGO.
MILHETO.
AVEIA.
TRIGUILHO.
GIRASSOL.
PALMA.
LINHAÇA.
CENTEIO.
CEVADA.
PEIXES.
FLORES TROPICAIS.
ORQUÍDEAS RARAS.
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FRANGO CAIPIRA.
BOVINOS
SUÍNOS
Atenciosamente
Professor José Barbosa Leite Neto- único autor deste PROJETO
e-mail: [email protected]
skype: josé.barbosa.leite1
blog: http://josebarbosaleitesustentabilidade.blogspot.com
facebook: josé barbosa leite
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FAZENDA CARAPANÃ - Professor Jose Barbosa Leite Neto