SUMÁRIO
23
23
Conversa com o leitor
29
Poesia lírica, épica e ficção
35
N ova dimensão da literatura. Gêneros. M udança de polo.
Ou de com o a linguagem aprendeu a ver
44
Os povoadores da terra e a identidade nacional
46
José Anchieta, ou a limpidez combatente
f *
.■■ ■■
55
A eminência barroca, Gregorio de M atos e Guerra
63
Os sermonistas e tribunos
64
O Padre Antônio Vieira
69
M atias Aires da Silva de Eça
73
C a p i t u l o 3 Arcádia e os p oetas
73
Cláudio M anuel da Costa
76
José de Alvarenga Peixoto
77
M anuel Inácio da Silva Alvarenga
78
Tomás Antônio Gonzaga
81
José Basilio da Gama
87
Santa Rita Durão
5S
■
:
91
C a p í t u l o 4 0 p r m u js u Romaniisrno nrdsVm i?
91
Antecedentes
95
O precursor brasileiro, Dom ingos José Gonçalves de M agalhães,
e seu contem poráneo, M anuel José de Araújo Porto-Alegre
96
Antonio Gonçalves Dias
97
O Indianismo
98
Canção do exilio
103
José M artiniano de Alencar
108
Joaquim M anuel de M acedo e A moreninha
110
M anuel Antonio de Almeida - um caso singular
113
M anuel Antonio Álvares de Azevedo
116
Casimiro de Abreu e José Junqueira Freire
121
O Albatroz, ou Antonio de Castro Alves
131
Entre o surgir de Casimiro de Abreu e de Antonio de Castro Alves,
Luís N icolau Fagundes Varela
134
Bernardo Guimarães e A escrava Isaura
141
.
157
Lima Barreto
163
João do Rio, ou “A Alma Encantadora das Ruas”
164
Humberto de Campos, cronista das sombras que sofrem
166
Afrânio Peixoto
169
Antecedentes
170
Alberto de Oliveira
'.. ' ' ; .
'
'
174
Raimundo Correia
177
O lavo Bilac
184
Vicente de Carvalho - poeta entre coração e oceano
191
Augusto de Lima, ou o mar com o elefante negro
195
Capf
195
Bernardino da Costa Lopes
198
Luís Delfino
200
201
Alceu Wamosy
203
Laurindo Rabelo
204
Emílio de Menezes: a bela e ferina época
2 07
O satírico e trágico M oacir Piza
Artur Azevedo e o riso da condição humana
209
O gênio precursor de Simões Lopes N eto
212
Alcides M aya entre as ruínas vivas e Tapera, com alma bárbara
217
A explosão literária gaúcha. Cyro Martins, Ivan Pedro Martins
e Barbosa Lessa
225
Da Costa e Silva
228
Raul de Leoni
231
José Albano
235
A singularidade: Augusto dos Anjos
241
Hermes Fontes
11
243
C a p itu lo 13 Simbolismo brasileiro
243
Antecedentes
245
João da Cruz e Sousa
25 2
Alphonsus de Guimaraens
258
Pedro M ilitão Kilkerry
2 59
Eduardo Guimarães
¿fctj
L aortuio 14 ü romance m nasta
263
Visconde Alfredo de Taunay: o esplendor da Inocência e
A retirada da Laguna
266
João Franklin da Silveira Távora
271
C a pí tu lo 15 0 Realismo tio Aluiuio da Azevedo.
Os seras simples dos cor tipos
275
C a pi tu lo 16 Naturalismo
275
Júlio Ribeiro e seu romance A carne
276
D om ingos Olím pio e Luzia-H om em
277
Adolfo Caminha
279
Inglês de Sousa
28 3
C a pí tu lo 17 t u d i d e s da Cunha e Os r e d o e s da asma,
ou a ruina de Canudos
291
C a p ítu lo 18 Coelho Neto e Rui Barbosa, homens
do murías letras
29 7
C
/
'
'o 19 Raul Pompma e o incêndio de from,
• de um a época
301
Capi tul o 20 Monteiro Lobato (Jose Bento)
o o m undo im perioso da infancia
305
C a p ítu lo 21 P í e o n o d e n o C a
305
306
Mário Pederneiras
Álvaro Moreyra, M ansueto Bernardi, Aureliano de Figueiredo
Pinto, Paulo Correia Lopes, Teimo Vergara e Olegário Mariano
311
Tyrteu Rocha Vianna, M anoelito de Ornellas, Ruy Cirne Lima e
outros; Ernani Fornari e a com paração com Tyrteu Rocha
314
O m enino Felipe, de Afonso Schmidt
315
Paulo Setúbal, o romancista da historia
317
C a p i t u l o 2 2 Meet too í s o ¡o b r o s a o ít;
317
318
Primordios
As vanguardas europeias e o M odernism o brasileiro
320
Alguns aspectos paralelos
C1
Cao-ítalo 23 P o e t a s diCvicCermtmo
321
Mário de Andrade, ou de com o M acunaíma e as saúvas podem
morder o Brasil - não sua grandeza. Graça Aranha. Antônio de
330
Alcântara M achado
O swald de Andrade, ou de com o ir contra a corrente, atuando
336
nos repuxos
M anuel Bandeira e a permanência da água
342
Augusto Frederico Schmidt, ou o profeta no caos
347
Raul Bopp - C obra N o ra to , ou Fura-M undo
353
Sosigenes Costa e o búfalo celeste
356
359
O reino impossível de Emílio M oura
Cecília Meireles - da fidência à Inconfidência M ineira, do M etal
Rosicler à Solom bra
368
Tasso da Silveira e o poema do êxtase
372
Henriqueta Lisboa, além da imagem
376
Capítulo 24 Gilberto
376
Gilberto Freyre e a imaginação da sociologia
382
Câmara Cascudo, o humanista do povo
383
Cap ítu lo 25 Outros poetas e a fgun 5 do segundo Modero o oto
385
Joaquim Cardozo, ou a engenharia do inefável
3 87
Ascenso Ferreira, ou a fala do povo
392
Dante M ilano, que não precisou ser Alighieri
395
O fogo puro e estranho na Invenção de O rfeu, de Jorge de Lima
405
i Cámara Cascudo, dois humanistas
O mundo na máquina do poem a em Carlos Drumm ond, ou o
cão devorando o futuro
414
M urilo Mendes: organização do diamante
418
Cassiano Ricardo e a sobrevivência de Jeremias
425
Ribeiro Couto, ou as coisas perdidas, irrecuperáveis
431
Ronald de Carvalho e a América
432
M enotti del Picchia - o Juca M ulato - ficcionista e poeta
435
Guilherme de Almeida e as rimas ricas
438
Augusto Meyer - o poeta e a crítica
446
Sofotulafai: Abgar Renault
451
Guilhermino César e sistemas, portulanos
45 4
D o grupo de cataguases, Rosário Fusco
455
Alphonsus de Guimaraens Filho, ou o que, sem danos, ficou e
460
M anoel de Barros, ou da gramática do chão para o livro do nada
466
Gerardo M ello M ourão
471
Odylo Costa Filho e Boca da noite
473
Cap ítu lo 2 6 Poetas da geração pos-m odernista
473
Vinicius de M oraes - a fidelidade ao eterno feminino
478
M ário Quintana: esconderijos
485
Lila Ripoll (os maduros frutos) e a túnica vazia de
saiu da sombra paterna
N ilson Bertolini
488
Lara de Lemos e Aura amara
14
493
José Américo de Almeida e A bagaceira
494
Rachel de Queiroz - dos trinta ao memorial
499
Jorge Amado e a Bahia dos velhos marinheiros e milagres
507
As Vidas secas, contínuas de Graciliano Ramos e a poética da
escassez e da negatividade
515
Octavio de Faria e a tragédia das almas vivas
521
José Lins do Rego - do M enino de engenho ao Fogo m orto
527
Amando Fontes e D ulcídio Jurandir
530
Aníbal M achado, o João Ternura
532
Rodrigo M . F. de Andrade e os velórios
534
Erico Verissimo, ou o pampa do tempo
541
O carioca M arques Rebelo (Edi Dias da Cruz)
546
Adonias Filho, ou as léguas de Itajuípe e o silêncio armado
552
da crítica
Josué M ontello e o cais do degredo: sagração, paraíso.
As autobiografias e memórias
557
Dinah Silveira de Queiroz e A muralha
560
Orígenes Lessa na Rua do sol
563
Vianna M oog e o romance-ensaio brasileiro
567
Osman Lins: o fiel da pedra
570
A expedição ficcional de Antônio Callado
574
Antonio O linto, entre A casa da água e o menino do trem
580
Cyro dos Anjos e o amanuense dos sonhos
582
Dyonélio M achado - dos ratos ao louco do Cati
58 7
Lúcio Cardoso e o subsolo
590
Breno Accioly, o Goeldi da ficção
592
Cornélio Pena: a menina não tão morta quanto se pensa
59 5 Capí tul o t
595
João Cabral: os favos de um engenheiro de pedra que se
entranha na alma
603
Lêdo Ivo, entre a noite misteriosa e o plenilúnio
Capítulo 29 Poetas e
■
35 da Geraçao de I tLo
613
Dom ingos Carvalho da Silva
614
Péricles Eugênio da Silva Ramos e Cyro Pimentel
614
M arcos Konder Reis
615
Ives Gandra da Silva Martins
61 ?
C a p ítu lo 30 Poetas aiérn dos cánones da Genacau da 1 doo
617
José Paulo Paes e as odes mínimas
620
Paulo Bonfim ou a ciência da nuvem
621
Jorge Medauar entre a estrela e os
623
bichos
Santo Souza: o profano e o sagrado
626
Lélia Coelho Frota, deitada na Alfa
627
José Santiago N aud, entre o centauro e a lua
628
628
Stella Leonardos e a canção
Izacyl Guimarães Ferreira e a criação do espaço
630
H om ero H om em e Zila Mamede: duas vozes do Nordeste
631
O mundo harm onioso de O ctávio M ora
633
634
José G odoy Garcia Arco-Íris
O Dantas M ota de M inas, ou prosa mágica do rio São Francisco
639
José Paulo Moreira da Fonseca e os simples
641
Bueno de Rivera —o ruralismo e a secura
642
648
O tecelão e pintor M auro M ota
Alberto da Costa e Silva - ou a lucidez compadecida
651
Thiago de M ello, Am azonas, ou vento armado
656
O canto mais claro de Geir de Campos
658
Paulo M endes Campos, o tímido superior
661
A fonso Félix de Souza. O chamado e os escolhidos
663
Dora Ferreira da Silva
664
666
Carlos Pena Filho
José Alcides Pinto - o catador de insônias
669
Francisco Carvalho e as verdes léguas
674
Carlos Heitor Saldanha e o grupo Q uixote
£7 9
31 Poética do romance contemporáneo
679
João Guimarães Rosa, desde o sertão dos Gerais
693
Clarice Lispector. N évoa úmida, paixão do silêncio
riji¡
Cronistas da nova ficção, ou de como a ficção
701
Rubem Braga, o poeta inventor da nova crônica
703
Fernando Sabino e o encontro marcado com Viramundo
709
Otto Lara Resende
712
712
O transgressor Antônio Fraga
Bernardo Élis e M ário Palmério, ou o sertanismo goiano-mineiro
722
Flerberto Sales ou a palavra com o o seixo do
725
Os abissais alqueires de Gustavo Corção
726
731
José Sarney, o dono do mar
Gilvan Lemos, ou o morcego da fatalidade
732
Darcy Ribeiro - índio universal
rio
735
737
Geraldo França Lima
Carlos Heitor Cony: o ventre e a informaçao ao crucificado
741
Hermilo Borba Filho, ou a decadência que se contempla
742
Salim M iguel e N u r na escuridão
747
O ex-m ágico, pirotécnico Zacarias, ou M urilo Rubião
751
Campos de Carvalho e o nariz sutil das coisas
756
Lygia Fagundes Telles, ou a disciplina do amor
760
Dalton Trevisan, ou a Curitiba mítica
763
Samuel Rawet e Ahasvérus, o judeu errante
766
768
Ricardo Ramos
Autran Dourado e M inas cada vez mais M inas
774
José J. Veiga, ou de com o é fantástico o real
780
O coronel e o lobisom em e outras histórias do picaresco
e assombrado de José Cândido de Carvalho
784
790
H ilda H ilst e o júbilo da paixão
Moacir C. Lopes e o chão de mínimos amantes
79 2
H élio Pólvora entre as noites vivas e Xerazade
797
Ferreira Gullar, ou de com o as labaredas criam o ferrel™
803
M oacyr Félix, ou as transformações de um poeta
e no tempo
807
808
Jorge Tufic e O Sétimo dia
José Chagas e o canhão do silêncio
811
814
Renata Pallotim e seu chão de palavras
Marly de Oliveira, p œ ta entte Orfeu e a vta de ver
as co.sas
817
820
Walmir Ayala e a pedra iluminada
Lupe Cotrim Garande, ou poeta do mundo e do outro
821
8 22
R e v n a ld o Jardim e Joana em flor
Foed Castro Chamma. O andar.lho eurre os róseos dedos:
a aurora das coisas
825
M ário Faustino
828
Fernando Fortes
829
833
Gilberto M endonça Teles
H aroldo de Campos, entre Stgnantia quasi coelum
e F inism undo
827
840
Augusto de Campos e Décio Pignatan
M ário Chamie e a poesia praxis. Ou Panliee.a
d,lacera a
844 Affonso Ávila e o código de M inas
847
Arranha-céu, entre as constelações: Cesar Lea
8S3
Z ero Ou a obra de Ignácio de Loyola Brandao
857
,T •
c i Sciiar Desde O exército de um bom em so ao
M oacyr (Jaime S.) Scliar. u esu c w
863
871
Centauro no jardim
N élida Piñón, de O fundador à República dos sonhos
às Vozes do deserto
Rubem Fonseca, ou a fúria e o delito sem castigo
876
Márcio Souza, imperador do Acre
881
João Ubaldo Ribeiro e Viva o p o vo brasileiro
890
João Antônio, abraçado à cidade humana
895
Fausto W olf, o acrobata
895
O s Guaianãs de Benito Barreto e o esquecimento da crítica
900
Alguns grandes nomes na ficção surgidos após a década de 1970
902
Roberto Drumm ond
904
Josué Guimarães
904
Sérgio Faraco
906
Flávio José Cardoso
907
Raimundo Carrero
908
Tânia Jamardo Faillace
909
Antônio Torres
910
Raduan Nassar
911
Assis Brasil
912
Luiz Antônio de Assis Brasil
913
Luiz Vilela
914
Lya Luft
915
Rachel Jardim
915
D eonísio da Silva
917
Vicente Cecim
918
M iguel Jorge
919
Antônio José de M oura
919
Flávio Moreira da Costa
920
Caio Fernando Abreu
921
João Gilberto N oll
922
Bernardo Carvalho
922
Ana Maria M achado
924
José Louzeiro
925
Silviano Santiago
929
C a p itu lo 36 Ariano Suassuna: do Auto
y ino podra que tem reino dentro
da Compadecida a
935
C a pí tu lo 3 ? 0 teatro brasileiro, Desde os primordios, urea
breve smtesm Até a sombra prodigiosa de Nelson Rodrigues,
se us c o n t e m p o r á n e o s e s uc e sso re s
94 5
C a pí tu lo 38 Poesia brasileira da Goracao cíe luoo ale ¡ uí u.
Denies r e pr es en t at iv os
947
Ivan Junqueira
949
Ildásio Tavares
950
951
Armindo Trevisan
Armando Freitas Filho e M auro Gama
953
Orides Fontela
953
Affonso Rom ano de Sant’Anna
955
José Carlos Capinam
957
Fernando Py
958
Cláudio Murilo Leal
960
Álvaro Pacheco
961
H. Dobal
962
Hardi Filho
962
A ntonio Fantinato
963
A. B. M endes Cadaxa
963
964
Olga Savary
Fernando M endes Vianna
965
N auro (Diniz) M achado
968
Bruno Tolentino
969
N eide Archanjo e M yriam Fraga
971
João de Jesus Paes Loureiro
973
Paulo Roberto do Carmo
975
Carlos Felipe M oisés
977
Álvaro Alves de Faria
978
Lindolfo Bell
979
Carlos Ronald Schmidt
980
Carlos Saldanha Legendre
984
Itálico José M arcon
985
Luiz de Miranda
985
Reynaldo Valinho Alvarez
986
Adélia Prado
988
Paulo Leminski
989
Francisco Alvim
990
Anderson Braga Florta
990
Antonio Carlos Brito
991
O Surrealismo: Cláudio Wilier
993
Roberto Piva, Carlos Augusto Lima, Floriano Martins, Péricles
Prado e Sebastião N unes
995
Brasigóis Felício e Aidenor Aires
996
Gabriel Nascente
997
Florisvaldo M attos
997
Marcus Accioly
1000
Ângelo M onteiro
1000
Alberto da Cunha M ello
1002
Outros nomes mais recentes
1005
Observações à parte, ou de com o “por m eios diversos chega-se
ao mesmo fim ”. (Ensaísmo modernista de linha mais universal e
dois livros esquecidos)
1007 N ota complementar de ensaístas, memorialistas, críticos,
tradutores (ou a visão do trigal de Van Gogh, depois do vento)
1017
Conclusão, ou de com o todos os povos da língua portuguesa
olham a identidade do idioma no presente e no porvir
1019
N otas
1061
Bibliografia
1081
Obras do autor
1083
índice onom ástico
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