Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Comissão de Autoavaliação do Curso de Engenharia
Agronômica da UFPR
Prof. Dr. João Batista Padilha Junior
Presidente da Comissão
Prof. Dr. Oswaldo Teruyo Ido
Membro e Coordenador do Curso de Agronomia
Prof. MSc. Marco Aurélio de Mello Machado
Membro
Prof. Dr. Wilson Loureiro
Membro
Prof. Dr. Vismar da Costa Lima Neto
Membro
Profa. Dra. Cristina Gonçalves de Mendonça
Membro
Prof. Dr. Luiz Antônio Corrêa Lucchesi
Membro
Téc. Adm. Raquel da Silva Wos Berbetz
Membro
Curitiba
Março/2010
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Sumário
Página
Dimensão I – Contexto Institucional................................................
1 – Âmbito Universitário......................................................................
2 – Missão, Objetivos e Planos de Desenvolvimento..........................
3 – Participação da comunidade Universitária....................................
4 – Política Institucional sobre Pesquisa, Extensão e Participação
do Curso......................................................................................
5 – Coerência Administrativa, Estrutura, Gestão, Projeto Acadêmico
6 – Sistemas de Informação e Comunicação......................................
7 – Regulamentos...............................................................................
8 – Perfil Acadêmico de Autoridades..................................................
9 – Previsão Orçamentária..................................................................
10 – Financiamento.............................................................................
11 – Admissão.....................................................................................
12 – Informações do Curso.................................................................
13 – Avaliação Contínua.....................................................................
14 – Auto-Avaliação............................................................................
15 – Bolsas de Estudo e Supervisão Curricular..................................
16 – Ações de Ajuda aos Estudantes..................................................
17 – Programas de Promoção.............................................................
18 – Programas de Bem Estar............................................................
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Dimensão II – Projeto Acadêmico....................................................
2.1 – Plano de Estudos.......................................................................
2.1.1 – Perfil e Competência do Egresso............................................
2.1.2 – Estrutura Curricular.................................................................
2.2 – Processos de Ensino e Aprendizagem.......................................
2.2.1 – Metodologias de Ensino e Perfil..............................................
2.2.2 – Atividades Educativas – Perfil.................................................
2.2.3 – Sistemas de Avaliação............................................................
2.3 – Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico.................................
2.3.1 – Atividades de Pesquisa – Processo de Ensino e
Aprendizagem.....................................................................
2.3.2 – Atividades de Pesquisa – Necessidades do Meio...................
2.4 – Extensão, Vinculação e Cooperação.........................................
2.4.1 – Projeto Acadêmico e Necessidades do Meio..........................
2.4.2 – Atividades de Intercâmbio e Projeto Acadêmico.....................
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Dimensão III – Comunidade Universitária.......................................
3.1 – Estudantes..................................................................................
3.1.1 – Entrada e Admissão................................................................
3.1.2 – Número Total de Estudantes e Projeto Acadêmico.................
3.1.3 – Desempenho dos Estudantes.................................................
3.1.4 – Oferta Extracurricular..............................................................
3.2 – Graduados..................................................................................
3.2.1 – Cursos de Atualização.............................................................
3.2.2 – Sistemas de Monitoramento....................................................
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3.3 – Docentes....................................................................................
3.3.1 – Número e Formação, Coerência com o Projeto......................
3.3.1.1 – Docentes e sua Capacitação Científica e Tecnológica........
3.3.1.2 – Docentes e a Oferta de Cursos de Capacitação
Pedagógica.......................................................................
3.3.1.3 – Docentes e a Dedicação......................................................
3.3.1.4 – Sistemas de Concurso para ingresso, promoção e
permanência.....................................................................
3.3.1.5 – Sistema de Categorização Docente.....................................
3.3.1.6 – Adequação entre a formação acadêmica de graduação e
pós-graduação com as disciplinas lecionadas no Curso....
3.3.2 – Produção Acadêmica..............................................................
3.3.2.1 – Cursos de graduação por docente equivalente....................
3.3.2.2 – Número de Tutoriais no Curso.............................................
3.3.2.3 – Publicações Científicas........................................................
3.4 – Pessoal de Apoio........................................................................
3.4.1 – Quantidade de Pessoal não Docente......................................
3.4.2 – Habilidades do Pessoal não Docente......................................
3.4.3 – Capacitação do Pessoal não Docente....................................
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Dimensão IV – Infra-Estrutura..........................................................
4.1 – Infra-Estrutura Física e Logística................................................
4.1.1 – Construções – Projeto Acadêmico..........................................
4.1.2 – Construções – Bem Estar........................................................
4.1.3 – Meios de Comunicação...........................................................
4.1.4 – Disponibilidade de Transporte.................................................
4.2 – Bibliotecas..................................................................................
4.2.1 – Acervo Bibliográfico.................................................................
4.2.2 – Serviços Informatizados..........................................................
4.3 – Instalações, Laboratórios e Centros Experimentais...................
4.3.1 – Equipamento Acadêmico e de Laboratório.............................
4.3.2 – Centros e Campos Experimentais – Projeto
Acadêmico/Usuários.........................................................
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Síntese de Autoavaliação................................................................
1 – Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou
Satisfação dos Critérios em Conjunto no Curso.........................
2 – Ações para Melhoria do Curso, para Prevenir Riscos ou Evitalos................................................................................................
3 – Estratégia Principais para Implementar as Ações e Garantir a
Qualidade do Curso de Forma Permanente...............................
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – UFPR.
DIMENSÃO I – CONTEXTO INSTITUCIONAL
Componente: Características do Curso e sua Inserção Institucional
1) Âmbito Universitário.
A Universidade Federal do Paraná é a mais antiga universidade do Brasil
e símbolo de Curitiba. Fundada em 19 de dezembro de 1912 e restaurada em
1º de abril de 1946, é autarquia de regime especial com autonomia
administrativa, financeira, didática e disciplinar, mantida pela União Federal nos
termos da Lei nº. 1.254, de 4 de dezembro de 1950. Envolta por uma história
de muitas conquistas, a UFPR é referência no ensino superior para o Estado
do Paraná e para o Brasil. Símbolo maior da cultura paranaense, a
Universidade demonstra sua importância e excelência através dos cursos de
graduação, especialização, mestrado e doutorado, além de suas áreas de
extensão e pesquisa. A responsabilidade social da universidade, enquanto
instituição pública, também é valorizada em suas ações perante a comunidade
paranaense. Além dos campi em Curitiba, a UFPR dispõe de outras instalações
no interior e litoral do estado, facilitando o acesso à educação e integrando
culturalmente o Estado do Paraná. A UFPR atua em todas as áreas da
Classificação Internacional EUROSTAT/UNESCO/OCDE, que são: Educação;
Humanas e Artes; Ciências Sociais, Negócios e Direito; Ciências, Matemática e
Computação; Engenharia, Produção e Construção, Agricultura e Veterinária,
Saúde e Bem Estar Social; Serviços (http://www.ufpr.br/).
A história da Universidade Federal do Paraná e de seu Curso de
Agronomia, que iniciou as suas atividades em 1915, é marcada por grandes
feitos e está muito ligada à história do desenvolvimento econômico do Estado
do Paraná. Foi a ousadia e a competência de seus idealizadores, motivados
pela sociedade paranaense, que fizeram da UFPR a primeira Universidade do
Brasil. Historicamente, a agropecuária sempre desempenhou um papel
fundamental dentro da economia paranaense, seja na geração de alimentos e
matérias-primas para alavancar as diversas cadeias produtivas, como pelos
empregos e renda que proporciona. Nas últimas décadas, a utilização intensiva
de novas tecnologias de ponta, associada com a melhoria da capacidade
gerencial dos empresários rurais, tem proporcionado incrementos positivos
tanto de produtividade quanto de qualidade dos produtos agropecuários
paranaenses. Desta forma, o setor agropecuário constitui a principal atividade
econômica do estado. Com uma agricultura avançada e diversificada, o Paraná
é o principal estado agrícola do país.
Este contexto demonstra que o Curso de Agronomia da UFPR,
posicionado no centro geográfico do MERCOSUL, é uma instituição que vem
se renovando e evoluindo no tempo. O curso está inserido em um ambiente
universitário que garante o desenvolvimento de atividades de docência,
pesquisa e extensão de acordo com os objetivos institucionais. Comprometida
com a região e o País, procura disseminar a cultura universitária a todos que a
desejem, em um ambiente de liberdade intelectual, pluralidade e compromisso
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
social.
Após 98 anos de história, marcada por perseverança e resistência, a
UFPR é, além de símbolo de Curitiba, a maior criação da cultura paranaense.
Uma instituição fruto da audácia de seus criadores que se orgulha de ser a
primeira do Brasil e ao mesmo tempo orgulho para todos os paranaenses.
2) Missão, Objetivos e Planos de Desenvolvimento.
A UFPR, bem como o Curso de Agronomia tem como missão primordial,
fomentar, construir e disseminar o conhecimento, contribuindo para a formação
do cidadão e o desenvolvimento humano sustentável. Além disso, busca adotar
métodos de funcionamento que preservam a unidade de suas funções de
ensino e pesquisa e que autorizam a plena utilização de seus recursos
humanos e materiais, destinando-se a: (vide http://www.ufpr.br/).
1. Promover a educação, o ensino e o desenvolvimento tecnológico e a cultura
filosófica, científica, literária e artística;
2. Formar profissionais, técnicos e cientistas;
3. Contribuir para a solução dos problemas de interesse da comunidade sob a
forma de cursos, estudos e serviços; e
4. Desenvolver a pesquisa nas várias áreas de conhecimento.
Os princípios fundamentais a UFPR são:
1. Ser uma Universidade pública, gratuita, de qualidade e comprometida
socialmente;
2. Possuir indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão;
3. Possuir liberdade na construção e autonomia na disseminação do
conhecimento; e
4. Respeitar a todas as instâncias da sociedade organizada.
Como valores da UFPR, cita-se:
1. Comprometimento com a construção do saber e formação de profissionais
competentes e compromissados socialmente;
2. Ambiente pluralista, onde o debate público é instrumento da convivência
democrática;
3. Preservação e disseminação da cultura brasileira;
4. Proposição de políticas públicas;
5. Comprometimento da comunidade universitária com a Instituição;
6. Gestão participativa, dinâmica e transparente comprometida com melhores
condições de trabalho e qualidade de vida;
7. Eficiência, eficácia e efetividade no desenvolvimento das atividades
institucionais;
8. Isonomia no tratamento dispensado às Unidades da Instituição;
9. Respeito aos critérios institucionais usados na alocação interna de
recursos; e
10. Cultura de planejamento e avaliação contínua da vida universitária.
2
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Com relação aos planos de desenvolvimento, a universidade possui um
Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) plurianual que é resultante de um
processo de construção coletiva com a participação das diversas unidades da
Universidade Federal do Paraná, mas que é coordenado pela Pró-Reitoria de
Administração. A construção deste Plano está de acordo com as Resoluções,
Decretos e Portarias vigentes no MEC. O Plano de Desenvolvimento
Institucional que está vigorando atualmente é o PDI 2007/2011, que tem como
objetivos e metas principais: a) Promover a articulação entre o Ensino, a
Pesquisa e a Extensão com responsabilidade social; b) Modernizar, revitalizar
e ampliar o sistema de informação e comunicação; c) Expandir e Consolidar as
atividades de ensino; d) Ampliar e Modernizar a Infra-Estrutura de apoio ao
Ensino; e) Expandir e Consolidar as atividades de Pesquisa; f) Manter, Ampliar
e Modernizar a Infra-Estrutura de apoio à Pesquisa, priorizando os ambientes
multi-usuários; g) Ampliar e disseminar a inovação tecnológica, defendendo a
propriedade intelectual e fornecendo apoio às incubadoras tecnológicas; h)
Inovar, Expandir e Consolidar as atividades de Extensão e Cultura; i)
Modernizar a Gestão; j) Aperfeiçoar a Gestão de Pessoal e k) Ampliar e
consolidar as relações entre a Universidade e a Sociedade.
O Curso de Agronomia da UFPR possui missão, princípios, valores e
planos de desenvolvimento coerentes com a definição institucional. Neles, os
compromissos institucionais com a qualidade do ensino, pesquisa e extensão
seguem as normativas e objetivos estabelecidos pelo MEC (Ministério da
Educação e Cultura), que avalia periodicamente os cursos e emite conceitos e
pareceres que servem de base para readequação dos mesmos.
O Curso de Agronomia teve o seu reconhecimento através do Decreto Lei
nº. 8462 de 24 de dezembro de 1941 e renovação do reconhecimento
vinculado ao ciclo avaliativo pela Portaria MEC/SESu nº. 1179 de 23 de
dezembro de 2008. Atualmente, através da portaria 72/2009-AG, a Comissão
de Assessoramento do Curso de Agronomia está estruturando um plano de
desenvolvimento estratégico específico para o Curso, que passa pela
reestruturação administrativa, reformulação do currículo de agronomia e
readequação do Plano Político Pedagógico do curso.
O Curso de Agronomia da UFPR prima pelo ensino de qualidade e busca
realizar atividades de pesquisa e extensão universitária adequadas com as
demandas da sociedade. A pós-graduação permite uma formação contínua dos
alunos egressos, fazendo com que os mesmos sempre estejam atualizados. As
economias modernas e globalizadas exigem que os graduados atualizem
constantemente os seus conhecimentos, que sejam capazes de solucionar
problemas e que tenham capacidade de empreender.
Nesta perspectiva, o curso de agronomia da UFPR forma profissionais
generalistas com larga base cultural; autodidatismo; interesse em assuntos
gerais; visão de tendências sociais e de mercado; facilidade de expressão;
espírito empreendedor; liderança e, principalmente, ética nas atitudes. A
estrutura do plano de estudos será detalhada na Dimensão II.
O Curso de Agronomia da UFPR, para concretizar as funções básicas de
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
ensino, pesquisa e extensão tem se proposto aos seguintes objetivos: a) formar
engenheiros agrônomos capazes de compreender as necessidades regionais
do país e propor soluções tecnológicas adequadas a cada situação; b)
Contribuir de forma contínua na formação dos egressos, a partir da oferta
crescente de cursos de pós-graduação; c) Fortalecimento de mecanismos de
integração entre o setor produtivo e as demais instituições relativas ao
agronegócio brasileiro e, c) Promoção de atividades de vínculo científico e
tecnológico com outras Universidades com objetivo de uma contínua interação.
3) Participação da Comunidade Universitária
A Universidade Federal do Paraná, desde a sua criação, sempre foi um
espaço democrático de discussão, permitindo a ampla participação da
comunidade acadêmica em tais eventos. A UFPR tem um ambiente pluralista,
onde o debate público é instrumento da convivência democrática. As estruturas
administrativas da UFPR e do Curso de Agronomia se apóiam na participação
proporcional de todos os atores da comunidade universitária (docentes,
discentes, pessoal técnico-administrativo e membros da sociedade civil
organizada).
A UFPR possui uma estrutura administrativa que delega funções e não
concentra o poder de decisão apenas na mão do reitor. Eleito pela comunidade
acadêmica, o reitor trabalha em parceria com os conselhos – órgãos máximos
da instituição e que reúnem representantes das diversas categorias dessa
comunidade, para tomar decisões nas diversas esferas administrativas e de
ensino. Todas as diretrizes que norteiam o trabalho da instituição são
amplamente discutidas e votadas por estes conselhos paritários, tanto na
administração superior quanto na administração setorial.
Os Conselhos de Planejamento e Administração (COPLAD), de Ensino,
Pesquisa e Extensão (CEPE) e Universitário (COUN) como órgãos normativos,
deliberativos e consultivos possuem na sua estrutura, uma participação
proporcional de docentes, discentes, pessoal técnico-administrativo e membros
da sociedade civil organizada. Na administração setorial, que é gerida pelo
Diretor e pelo Conselho Setorial e na administração do curso de agronomia,
que é gerido pelo Coordenador e pelo Colegiado de Curso, o mesmo processo
democrático de gestão acontece, garantindo pluralismo e certo dinamismo à
administração universitária (vide http://www.ufpr.br/soc/).
4) Política Institucional sobre Pesquisa, Extensão e Participação do
Curso.
Uma dos aspectos mais importantes das universidades é sua produção
científica. Tanto as verbas para a instituição quanto a própria qualidade de
ensino e extensão dependem diretamente do conhecimento produzido tanto
nos cursos de graduação quanto nos de pós-graduação. A Universidade
Federal do Paraná, em 2008, atingiu a oitava colocação no ranking nacional de
produção científica, com 530 publicações. O indicador considerado foi o de
publicações em revistas científicas internacionais cadastradas no Institute of
Scientific Information (ISI). Na UFPR, no nível institucional da administração
4
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
superior, as políticas vinculadas à pesquisa científica, tecnológica e extensão
se encontram centralizadas no CEPE (Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão), que é o órgão superior, normativo, deliberativo e consultivo em
matéria de ensino, pesquisa e extensão. Dentre suas competências, destacamse a fixação de normas para processos seletivos de ingresso na UFPR,
currículos de cursos de graduação e pós-graduação, bem como a criação de
cursos de especialização, aperfeiçoamento e capacitação.
Já a condução da política institucional do Sistema de Pós-Graduação e
relação externa com as Agências Estaduais e Nacionais para o
desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, bem como a implementação de
relações externas com Instituições estrangeiras relacionadas com os temas de
Ciência e Tecnologia cabem a PRPPG, Pró-Reitoria de Pesquisa e PósGraduação (http://www.prppg.ufpr.br/).
A PRPPG, através de seus Coordenadores, participa de diversos fóruns
de discussão da Ciência e Tecnologia, cabendo destacar os seguintes:
1. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES;
2. Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq;
3. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo do
Estado do Paraná - SETI;
4. Conselho Paranaense de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-graduação CPPG;
5. Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação região Sul FOPROP SUL;
6. Fundação Araucária - Fundação.
A Coordenadoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Ciência e
Tecnologia, vinculada a PRPPG, atende as necessidades atuais do
desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, sendo responsável por conduzir os
assuntos referentes à Legislação de funcionamento (Legislação e Normas),
Comitês Setoriais de Pesquisa, Programa de auxílio-passagem, Programa de
Apoio ao Recém-Doutor, Programa de Apoio à elaboração de projetos e
organização de eventos científicos, Programa de identificação de áreas
estratégicas de pesquisa e desenvolvimento da C&T, Programa de Apoio à
divulgação dos resultados das atividades de pesquisa, Projetos de Pesquisa da
UFPR, Diretório Nacional de Grupos de Pesquisa do CNPq, Programa de
Apoio à Pesquisa, Plataforma LATTES. É responsável também pela relação
externa da PRPPG com as Instituições de Fomento, principalmente o CNPq e
Fundação Araucária.
A Coordenadoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Ciência e
Tecnologia tem como conselho consultivo e deliberativo um Comitê de Ética na
Pesquisa que é regido por normas e composto por representantes Setoriais.
A FUNPAR, Fundação da Universidade Federal do Paraná, Fundada em
1980, é uma instituição, sem fins lucrativos, de apoio a Universidade Federal
do Paraná, que atua em diversas áreas do conhecimento. A Fundação participa
5
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
da gestão técnica, administrativa e financeira de programas e projetos de
pesquisa, ensino, extensão, saúde, assistência social e desenvolvimento
institucional. Essas parcerias têm possibilitado o avanço tecnológico da UFPR
e aprimorado a qualidade da pesquisa e do ensino no Brasil.
A Extensão na UFPR é coordenada pela PROEC, Pró-Reitoria de
Extensão e Cultura. A extensão universitária é um processo educativo, cultural
e científico, que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza
a relação transformadora entre a Universidade e a sociedade. As atividades de
extensão são regidas pela Resolução nº. 70/08-CEPE, e desenvolvidas por
meio de programas, projetos, cursos, eventos e ações complementares de
extensão, visando à socialização do conhecimento acadêmico e a interação
com a sociedade. O trabalho de parceria com as comunidades, organizações
sociais e instituições públicas e privadas têm possibilitado o cumprimento da
função social da Universidade, especialmente em Curitiba, região metropolitana
e litoral paranaense, áreas de maior abrangência da UFPR. No
desenvolvimento das ações extensionistas, professores, alunos e técnicoadministrativos têm buscado o atendimento das questões prioritárias da
sociedade, com ênfase na melhoria da qualidade de vida da população, por
intermédio de atividades de educação continuada nas diferentes áreas do
conhecimento, da articulação com movimentos sociais, de programação
cultural, da difusão científica e tecnológica, da promoção do desporto e lazer e
da integração com a educação básica (http://www.proec.ufpr.br/).
O Curso de Agronomia da UFPR está perfeitamente ajustado nesta
estrutura e facilita sobremaneira a participação de seus membros nas
atividades de pesquisa e extensão. Novos projetos de pesquisa, antes de
serem aprovados, são submetidos a uma avaliação interna do Comitê Setorial
de Pesquisa. A análise dos projetos de pesquisa e extensão mostra uma
grande correspondência entre os temas dos projetos e as atividades
curriculares desenvolvidas. Informações complementares podem ser obtidas na
Dimensão 3 deste documento.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
A Universidade Federal do Paraná e o Curso de Agronomia caminham em
sinergia e possuem um âmbito universitário bastante adequado, que se
caracteriza pela existência de uma intensa atividade universitária com plena
participação de todos os atores da comunidade universitária empenhados no
desenvolvimento da instituição. Apesar de existir a pluralidade e a democracia,
a interação da comunidade universitária segue regras que permitem uma
adequada coordenação de todos.
As atividades desenvolvidas no Curso de Agronomia da UFPR são
consistentes com a missão, objetivos e valores da Universidade e tem um
adequado plano de desenvolvimento institucional.
O Curso de Agronomia da UFPR possui orientação, uma estrutura
adequada e políticas norteadoras para o desenvolvimento de suas atividades
6
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
acadêmicas de docência, para a formação e promoção de recursos humanos,
para a realização de pesquisas, de extensão universitária, de financiamento e
de cooperação institucional.
Apesar de existir alguns níveis definidos de planejamento, a
implementação de um programa permanente de planejamento estratégico
aprovado pela UFPR seria bastante eficaz.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Prosseguir participando institucionalmente do plano de desenvolvimento
institucional da UFPR e aplicar de forma efetiva um conjunto de ações para a
melhoria do curso do Curso de Agronomia. Também é preciso realizar
continuamente uma avaliação das linhas de ação em docência, na pesquisa e
na extensão, para que o curso permaneça ajustado às demandas do mercado.
DIMENSÃO I – CONTEXTO INSTITUCIONAL
Componente: Organização, Governo, Gestão e Administração do Curso.
5) Coerência Administrativa, Estrutura, Gestão, Projeto Acadêmico.
A Universidade Federal do Paraná é uma autarquia de regime especial
com autonomia administrativa, financeira, didática e disciplinar, mantida pela
União Federal nos termos da Lei nº. 1.254, de 4 de dezembro de 1950. A base
de sua organização acadêmica e administrativa é a estrutura departamental,
com o objetivo de orientar as atividades docentes, de pesquisa e de extensão
através do agrupamento de disciplinas afins que permitem a coesão da
estrutura universitária. (vide http://www.ufpr.br/).
A autonomia administrativa da UFPR consiste na faculdade de:
1. Elaborar e reformar seu Estatuto e Regimento Geral, para aprovação do
Conselho Federal de Educação;
2. Elaborar, reformar e aprovar os regimentos das unidades universitárias e
órgãos suplementares;
3. Organizar a lista de seis nomes para a escolha de Reitor e Vice-Reitor, nos
prazos previstos em lei;
4. Aplicar a legislação específica sobre o seu pessoal docente, técnico e
administrativo;
5. Nomear, demitir, exonerar e aposentar pessoal do seu quadro permanente
e contratar pessoal docente, técnico e de pesquisa; e
6. Admitir e dispensar pessoal temporário e de obras e autorizar prestação de
serviços dentro das dotações orçamentárias ou recursos financeiros.
A autonomia didática da UFPR consiste na faculdade de:
1. Instituir, organizar, modificar e extinguir cursos, fixando os respectivos
currículos;
2. Estabelecer o regime didático dos diferentes cursos, bem como os
programas de pesquisa e de extensão; e
7
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
3. Conceder graus, diplomas, títulos e dignidades universitárias.
A autonomia financeira da UFPR consiste na faculdade de:
1. Elaborar e executar o seu orçamento;
2. Administrar o seu patrimônio e dele dispor;
3. Aceitar subvenções, doações, legados e cooperação financeira, mediante
convênio com entidades públicas ou privadas; e
4. Contrair empréstimos para atender às suas necessidades.
A autonomia disciplinar da UFPR consiste na faculdade de aplicar sanções
ao pessoal docente, técnico e administrativo e corpo discente na forma da
legislação específica.
A UFPR possui uma concepção administrativa que delega funções e não
concentra o poder de decisão apenas na mão do reitor. Eleito pela comunidade
acadêmica, o reitor trabalha em parceria com os conselhos – órgãos máximos
da instituição e que reúnem representantes das diversas categorias dessa
comunidade, para tomar decisões nas diversas esferas administrativas e de
ensino. Todas as diretrizes que norteiam o trabalho da instituição são
amplamente discutidas e votadas por estes conselhos.
Além dos conselhos, a UFPR é formada por unidades administrativas que
integradas desenvolvem ações para garantir o pleno andamento de todas as
atividades da instituição. A administração e coordenação das atividades
universitárias ocorrem em níveis da:
1. Administração superior; e
2. Administração setorial.
A Administração Superior da UFPR é exercida pelos Conselhos de
Planejamento e Administração (COPLAD), de Ensino, Pesquisa e Extensão
(CEPE) e Universitário (COUN) como órgãos normativos, deliberativos e
consultivos e pela Reitoria como órgão executivo central. Na composição dos
referidos conselhos e de suas câmaras, os docentes ocupam, no mínimo,
setenta
por
cento
dos
assentos,
desprezando-se
as
frações
(http://www.ufpr.br/soc/).
COUN – Conselho Universitário
O Conselho Universitário é o órgão máximo deliberativo da UFPR e é
resultado da união dos membros do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
e do Conselho de Planejamento e Administração. Tem como principal objetivo
traçar a política universitária, funcionando também como instância recursal. É
presidido pelo Reitor e composto por 51 membros dentre professores, técnicos
administrativos, alunos e representantes da comunidade. São atribuições do
Conselho Universitário:
1. Exercer jurisdição superior e traçar a política geral da Universidade;
2. Aprovar o Estatuto e o Regimento Geral da Universidade e suas
8
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
modificações;
3. Elaborar o seu próprio regimento;
4. Julgar os recursos interpostos das decisões do Reitor, bem como das
deliberações e das demais decisões dos Conselhos de Planejamento e
Administração e de Ensino, Pesquisa e Extensão;
5. Propor ao Governo Federal, em parecer fundamentado, a destituição do
diretor ou vice-diretor de unidade universitária, no caso de ser solicitado
pelo conselho setorial;
6. Propor ao Governo Federal, com parecer fundamentado a destituição do
Reitor ou Vice-Reitor;
7. Deliberar, após inquérito administrativo, sobre a intervenção em qualquer
unidade universitária;
8. Deliberar sobre a suspensão temporária, total ou parcial do funcionamento
da Universidade;
9. Outorgar títulos de Doutor e Professor Honoris Causa e de Professor
Emérito;
10. Criar, transformar e suprimir cursos de graduação ou pós-graduação;
11. Decidir sobre os casos omissos deste Estatuto e do Regimento Geral; e
12. Deliberar sobre os vetos apostos pelo Reitor às decisões do Conselho de
Planejamento e Administração, do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão e de suas próprias e às deliberações ou atos de quaisquer órgãos
colegiados da Universidade.
Nas faltas e impedimentos do Reitor, preside as sessões do Conselho
Universitário o Vice-Reitor, e, na falta deste, o membro mais antigo no
magistério da Universidade. As decisões a que se referem os itens acima, onde
couber, devem ser aprovadas, no mínimo, por dois terços dos membros, em
votação secreta.
COPLAD – Conselho de Planejamento e Administração
O Conselho de Planejamento e Administração, órgão superior deliberativo,
normativo e consultivo em matéria de administração e de gestão econômicofinanceira. É responsável pela formulação de políticas nas áreas administrativa,
patrimonial, de recursos humanos e financeiros. O Conselho de Planejamento
e Administração é presidido pelo Reitor e composto por 32 membros, dentre os
quais cita-se: (vide http://www.ufpr.br/soc/).
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
Reitor, seu presidente;
Vice-Reitor, vice-presidente;
Diretores dos setores;
Dois representantes de cada classe docente da carreira do magistério
superior e dois
Representantes do magistério de segundo grau da Universidade Federal do
Paraná, eleitos na forma regimental;
Quatro representantes do corpo discente com mandato anual, permitida
uma recondução, observado os dispostos legais;
Três representantes dos servidores técnico-administrativos com mandato de
dois anos; e
Dois representantes da comunidade, com mandato anual, escolhidos pelo
9
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Conselho Universitário dentre os indicados pelas entidades
representam, um deles recrutado entre as classes produtoras.
que
O ex-Reitor que, no último período, tenha exercido pelo menos metade de
seu mandato, os Pró-Reitores de Administração, de Planejamento, Orçamento
e Finanças e de Recursos Humanos, os Diretores do Hospital de Clínicas e da
Escola Técnica participam do Conselho de Planejamento e Administração
apenas com direito a voz.
Os representantes mencionados no item acima e seus suplentes, são
escolhidos para mandato de dois anos pelos docentes da classe respectiva, em
eleições convocadas pelo Reitor e tem suplentes escolhidos da mesma forma
que os titulares.
O Conselho de Planejamento e Administração funciona em nível de
conselho pleno e de três câmaras, na forma de seu regimento. As Câmaras
são divididas considerando-se os princípios da diversidade, da legitimidade e
da representatividade em número de três.
São atribuições das três Câmaras do COPLAD:
1. Opinar prévia e conclusivamente sobre a matéria a ser votada pelo Conselho
Pleno;
2. Responder às consultas encaminhadas pelo Presidente do Conselho e pelos
Presidentes de outras Câmaras;
3. Tomar a iniciativa de indicações, medidas e sugestões que constituam objeto
de apreciação pelo Conselho Pleno;
4. Promover e sugerir a instrução de processos e cumprir as diligências
determinadas pelo Conselho Pleno; e
5. Encaminhar à Secretaria os processos já deliberados e os que porventura
necessitem de informações adicionais.
São atribuições do Conselho de Planejamento e Administração:
1. Discutir e propor políticas nas áreas administrativa, patrimonial, financeira e
de recursos humanos;
2. Aprovar os quadros do pessoal docente e técnico-administrativo;
3. Aprovar o regimento da Reitoria, dos setores, dos órgãos suplementares e o
seu próprio, bem como suas alterações;
4. Fixar normas gerais complementares às do Estatuto e do Regimento Geral
em matéria que lhe for afeta, ressalvando a competência do Conselho
Universitário;
5. Julgar os recursos em matéria de sua competência, bem como os de
decisões das suas câmaras;
6. Homologar a mudança de sede de docentes e técnico-administrativos de
outra instituição pública federal de ensino superior para a Universidade, ou
desta para aquela;
7. Deliberar sobre convênios, acordos, ajustes e contratos a serem firmados
pela Administração com órgãos do poder público ou entidades de caráter
privado que envolva pagamentos superiores a um valor anualmente
10
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
estipulado pelo próprio Conselho;
8. Deliberar sobre propostas de criação, modificação e extinção de órgãos
administrativos;
9. Aprovar a alienação de bens móveis e imóveis da Universidade;
10. Deliberar sobre medidas preventivas e corretivas de atos que envolvam
indisciplina coletiva no âmbito da Universidade;
11. Aprovar, acompanhar e avaliar o plano anual e plurianual da Universidade,
no âmbito de sua competência;
12. Aprovar a aceitação de legados, donativos, doações e heranças sob
condição ou encargo;
13. Emitir parecer e fixar normas em matéria de sua atribuição;
14. Homologar as eleições para compor o Conselho de Curadores
15. Aprovar, acompanhar e avaliar a proposta orçamentária global e o
orçamento da Universidade, ressalvadas as competências do Conselho de
Curadores;
16. Aprovar taxas, contribuições e emolumentos cobrados pela Universidade;
17. Homologar a prestação de contas do exercício previamente aprovada pelo
Conselho de Curadores; e
18. Homologar os resultados das eleições de representantes docentes e
técnico-administrativos.
CEPE – Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
É o órgão superior, normativo, deliberativo e consultivo em matéria de
ensino, pesquisa e extensão. Dentre suas competências, destacam-se a
fixação de normas para processos seletivos de ingresso na UFPR, currículos
de cursos de graduação e pós-graduação, bem como a criação de cursos de
especialização, aperfeiçoamento e capacitação. O Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão é presidido pelo Reitor e composto por 21 membros,
dentre os quais representantes docentes de cada um dos setores didáticos da
UFPR, representantes dos coordenadores dos cursos de graduação e pósgraduação, representantes dos servidores técnico-administrativos, da
comunidade e representantes discentes da graduação e da pós-graduação na
proporção de um quinto do total de membros. Sua composição é a seguinte:
1. Reitor, seu presidente;
2. Vice-Reitor, seu vice-presidente;
3. Um representante docente e respectivo suplente de cada setor, eleitos
pelos professores em exercício do setor, em eleições diretas, livres e
secretas, por um período de dois anos, permitida uma recondução;
4. Um representante dos servidores técnico-administrativo e respectivo
suplente, eleitos por seus pares em eleições diretas, livres e secretas, por
um período de dois anos, permitida uma recondução;
5. Um representante dos coordenadores dos cursos de graduação e
respectivo suplente, eleitos por seus pares por um período de um ano,
permitida uma recondução;
6. Um representante dos coordenadores dos cursos de pós-graduação e
respectivo suplente, eleitos por seus pares por um período de um ano,
permitida uma recondução;
7. Representantes do corpo discente na proporção de um quinto do total de
11
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
membros docentes, desprezada a fração, e seus respectivos suplentes,
com mandato anual, permitida uma recondução, observado o disposto legal;
e
8. Dois representantes da comunidade e seus respectivos suplentes, eleitos
na forma do Estatuto.
A escolha dos representantes previstos no item “4” é realizada em chapa
vinculada à eleição dos representantes dos servidores técnico-administrativos
para o COPLAD. Dentre os representantes previstos no item “7”, um discente e
respectivo suplente deverá pertencer a um curso de pós-graduação stricto
sensu, escolhido por seus pares. Os Pró-Reitores de Graduação, de Pesquisa
e Pós-Graduação e de Extensão e Cultura participam do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão, com direito a voz.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão deliberará no âmbito do
conselho pleno e de quatro câmaras. São atribuições do Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão:
1. Fixar normas gerais complementares as do Estatuto e do Regimento Geral
sobre:
a) Testes seletivos para ingresso na UFPR (concurso vestibular);
b) Currículos e programas;
c) Normas básicas de controle e registro da atividade acadêmica;
d) Cursos de graduação, pós-graduação e extensão;
e) Concursos e provas de seleção para cargos e funções de magistério; e
f) Política de pessoal docente.
2. Aprovar:
a) Os programas anuais de trabalho dos Departamentos;
b) Os planos de novos cursos de graduação,
especialização, extensão e aperfeiçoamento; e
c) Os serviços de extensão;
pós-graduação,
3. Elaborar seu regimento;
4. Integrar o Conselho Universitário, nos termos do art. 22;
5. Estabelecer e deliberar sobre políticas gerais de ensino, pesquisa e
extensão da UFPR;
6. Fixar normas para o Programa Institucional de Bolsas;
7. Opinar sobre a criação, transformação ou extinção de departamentos e
lotação dos respectivos docentes;
8. Opinar sobre a criação, transformação e suspensão de curso de graduação
e pós-graduação;
9. Opinar em matéria de sua atribuição, nos casos em que for solicitado por
qualquer órgão da administração superior da Universidade ou por decisão
da plenária deste Conselho;
10. Julgar os recursos em matéria de ensino, pesquisa e extensão;
11. Fixar anualmente o calendário escolar; e
12. Revalidar diplomas e certificados concedidos por universidades
estrangeiras.
12
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
CONCUR – Conselho de Curadores
É o órgão destinado a exercer a fiscalização econômico-financeira da
Universidade. O exame da contabilidade, os balancetes mensais e o parecer
sobre a prestação de contas anual do Reitor são realizados pelo Conselho de
Curadores, composto por cinco representantes da classe dos professores
titulares, um representante discente, um do Ministério da Educação e um
representante da Comunidade. Devido à natureza de suas atribuições, o
CONCUR é o único Conselho que não é presidido pelo Reitor.
O Conselho de Curadores, órgão destinado a exercer a fiscalização
econômico-financeira da Universidade, compõe-se de:
1. Cinco representantes da classe de professor titular e respectivos suplentes,
eleitos pela Comunidade docente para mandato de dois anos, sendo o
resultado das eleições homologado pelo Conselho de Planejamento e
Administração;
2. Um representante do Ministério da Educação, indicado pelo Ministro de
Estado;
3. Representantes do corpo discente na proporção de um quinto do total de
membros, desprezada a fração, com mandato anual, permitida uma
recondução, observando os dispositivos legais; e
4. Um representante da comunidade, escolhido na forma prevista em Estatuto.
Cabe ao Conselho de Curadores, por decisão plenária, eleger o seu
Presidente, e Vice-Presidente, com mandato de um ano. São atribuições do
Conselho de Curadores:
1. Examinar a contabilidade, os balancetes mensais e a documentação
respectiva da Universidade;
2. Exarar parecer sobre a prestação de contas do Reitor, dos diretores e
demais ordenadores de despesas;
3. Opinar sobre a aceitação de doações e legados que criem encargos
financeiros para a Universidade;
4. Apreciar quaisquer outros assuntos que digam respeito à fiscalização
econômico-financeira; e
5. Elaborar seu regimento.
Vinculado ao CONCUR, existe a Unidade de Auditoria Interna da UFPR
(AUDIN). A Unidade de Auditoria Interna da Universidade Federal do Paraná é
um órgão de avaliação independente e de assessoramento da Administração.
Tem como objetivo fortalecer a gestão através da racionalização das ações de
controle e prestar apoio aos órgãos do Sistema de Controle Interno do Poder
Executivo Federal. É vinculada ao Conselho de Curadores, nos termos do § 3º,
art. 15º, Decreto 3591/00 e Portaria nº. 471/GR, de 21/02/2003. Compete à
Unidade de Auditoria Interna:
1. Assessorar, orientar, acompanhar e avaliar os atos de gestão
administrativa, contábil, orçamentária, financeira, de material, patrimonial,
13
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
2.
3.
4.
5.
6.
7.
operacional e de pessoal, objetivando a eficiência, a eficácia, a
economicidade, a efetividade e o cumprimento da legislação pertinente;
Acompanhar a implementação das recomendações e determinações de
medidas saneadoras apontadas pelos órgãos/unidades do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal e do Tribunal de Contas da
União;
Auxiliar o Reitor na elaboração de relatórios e expedientes relacionados
com as diligências promovidas pelos órgãos/unidades do Sistema de
Controle Interno do Poder Executivo Federal e do Tribunal de Contas da
União;
Elaborar o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna – PAAAI;
Elaborar o Relatório Anual de Atividades da Auditoria Interna – RAAAI;
Examinar e emitir parecer sobre a prestação de contas anuais da
Universidade e tomadas de contas especiais; e
Examinar outras atividades inerentes à área ou que venham a ser
delegadas pela Administração.
Reitoria da UFPR
A Reitoria é o órgão executivo superior máximo da Universidade e
compõe-se pela seguinte estrutura hierárquica:
1.
2.
3.
4.
5.
Reitor;
Vice-Reitor;
Pró-Reitores;
Órgãos executivos da administração geral; e
Órgãos executivos da administração específica.
O Reitor e o Vice-Reitor são nomeados pelo Presidente da República,
escolhidos dentre os indicados pelo Colégio Eleitoral em listas tríplices,
compostas com os três primeiros nomes mais votados em escrutínio único. A
votação é uninominal, devendo cada membro do Conselho votar em apenas
um nome para cada cargo a ser preenchido.
Podem votar apenas os professores integrantes da Carreira de Magistério
Superior ocupantes do cargo de professor titular, de professor associado, de
professor adjunto, nível quatro, ou que sejam portadores do título de doutor.
As listas tríplices para escolha e nomeação do Reitor e do Vice-Reitor,
são encaminhadas ao Ministério da Educação e do Desporto, juntamente com
o regulamento do processo de consulta à comunidade universitária, quando
esta tiver ocorrido, até sessenta dias antes do fim do mandato do dirigente que
estiver sendo substituído.
Nas suas faltas e impedimentos o Reitor é substituído pelo Vice-Reitor, e
nas faltas e impedimentos de ambos, pelo membro do Conselho Universitário,
professor titular mais antigo no magistério da Universidade.
O Vice-Reitor tem atribuições permanentes no âmbito da administração
superior da Universidade, definidas pelo Reitor, além das atribuições
delegadas.
14
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
O mandato dos dirigentes é de quatro anos, sendo permitida uma única
recondução ao mesmo cargo, observado o disposto legal em vigor.
Nos casos de vacância dos cargos de Reitor ou Vice-Reitor, as listas a
que se refere este artigo são organizadas no prazo máximo de sessenta dias
após a abertura da vaga e os mandatos dos dirigentes que vierem a ser
nomeados serão de quatro anos.
O Reitor pode vetar fundamentadamente as deliberações, normas ou atos
de quaisquer órgãos colegiados da Universidade, tomados pelo pleno ou suas
câmaras, submetendo o veto ao órgão que deliberou sobre a matéria ou
praticou o ato para fins de reconsideração. Não havendo a reconsideração o
veto será submetido ao Conselho Universitário que poderá rejeitá-lo por
decisão de dois terços de seus membros, em votação secreta. Aposto o veto
suspende-se imediatamente os efeitos do ato, deliberação, norma ou decisão.
A rejeição do veto pelo Conselho Universitário importa em aprovação
definitiva do ato, deliberação ou norma, retroagindo seus efeitos à data da
oposição do veto.
Compete ao Reitor da UFPR:
1. Coordenar e superintender as atividades universitárias;
2. Representar a Universidade em juízo ou fora dele;
3. Convocar e presidir o Conselho Universitário, o de Planejamento e
Administração e o de Ensino, Pesquisa e Extensão, sempre com direito a
voto e ao voto de qualidade;
4. Dar cumprimento às deliberações dos órgãos da administração superior da
Universidade;
5. Exercer o poder disciplinar;
6. Conferir graus e assinar diplomas;
7. Praticar os atos pertinentes ao provimento e vacância de cargos, empregos
e funções do quadro permanente da Universidade, bem como os relativos
ao pessoal temporário;
8. Baixar atos de lotação referentes à distribuição dos cargos e empregos de
magistério da Universidade, após ouvir o Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão;
9. Exercer o poder de vigilância sobre todos os órgãos, atos e serviços da
Universidade, submetendo-os à apreciação dos órgãos superiores quando
for o caso;
10. Zelar pela execução do Estatuto e do Regimento Geral da Universidade;
11. Submeter ao Conselho Universitário relatório anual das atividades
universitárias antes de encaminhá-lo ao órgão competente do Ministério da
Educação;
12. Assinar convênios, inclusive os que incluam intervenção ou participação de
unidades ou órgãos suplementares, podendo, para tal, delegar poderes;
13. Submeter ao Conselho de Planejamento e Administração a proposta
orçamentária antes de remetê-la aos órgãos da Administração Federal;
14. Submeter ao Conselho de Planejamento e Administração projetos que
15
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
envolvam utilização de fundos patrimoniais, operações de crédito ou criação
de fundos especiais;
15. Administrar as finanças da Universidade;
16. Desempenhar outras atribuições não especificadas neste Estatuto, que
estejam compreendidas na área de coordenação, fiscalização e
superintendência das atividades universitárias;
17. Designar os diretores dos órgãos suplementares;
18. Delegar poderes ao Vice-Reitor, aos pró-reitores, demais autoridades
administrativas e a outros servidores para a prática de atos específicos;
19. Delegar poderes aos diretores de órgãos suplementares e de unidades
administrativas para ordenarem despesas; e
20. Aceitar legados, donativos, doações e heranças isentas de condição ou
encargo.
Gabinete do Reitor
As unidades administrativas conhecidas por Gabinete do Reitor e do
Vice-Reitor têm como principal função prover a alta administração da
Universidade com recursos e competências necessárias para o
desenvolvimento das atividades gerenciais. Nessas unidades concentram-se
as ações administrativas, políticas e de gerenciamento desenvolvidas por uma
equipe que dá suporte, não apenas à figura do Reitor e do Vice-Reitor, mas a
toda a equipe da alta administração da instituição. Nelas são desenvolvidas as
seguintes atividades pela equipe técnica:
1.
2.
3.
4.
5.
Agenda do Reitor e do Vice-Reitor;
Atendimento Telefônico;
Recepção de Autoridades e Visitantes em Geral;
Prestação de Informações e Encaminhamento Pessoal; e
Organização de Viagens do Reitor.
Reitor
Prof. Dr. Zaki Akel Sobrinho
Vice-reitor
Prof. Dr. Rogério Andrade Mulinari
Chefe de Gabinete da Reitoria
Profª. Ana Lúcia Jansen de Melo Santana
Assessor Especial do Gabinete do Reitor
Norton Nohama
Secretária do Reitor
Janete Batista Agibert
Diretora da Divisão de Expediente do Gabinete
Marinês de Pauli Thomaz
16
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Chefe da Seção de Controle e Execução Orçamentária do Gabinete
Ronaldo dos Santos Raizer
Relações Públicas e Coordenadora do Cerimonial
Flávia Chu
Secretaria do Gabinete do Reitor
Lindsey Fernanda Scuissiatto
Flávia Yamasaki
Recepção do Gabinete do Reitor
Diolinda Chipanski (Bolsista Sênior)
Rosa Helena Krainski (Bolsista Sênior)
Reitoria da UFPR
Rua XV de Novembro, 1299 - CEP 80060-000
Telefone: 3360-5001 / 3360-5002 / 3360-5003
FAX: 3264-2243
E-mail: [email protected]
A Reitoria da UFPR conta com seis pró-reitores, para desempenharem
atividades relacionadas com a administração universitária, mediante delegação
de poderes do Reitor.
Os pró-reitores são nomeados pelo Reitor, para cada uma das seguintes áreas:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Graduação;
Pesquisa e pós-graduação;
Extensão e cultura;
Recursos humanos e assuntos estudantis;
Planejamento, orçamento e finanças; e
Administração.
Pró-Reitorias da UFPR
As unidades administrativas ligadas diretamente ao Gabinete do Reitor e
que são responsáveis por implantar o plano de gestão de cada reitor eleito pela
comunidade acadêmica, assim como, por manter os procedimentos
administrativos correntes da instituição são conhecidas por pró-reitorias.
Na Universidade Federal do Paraná elas são seis, e atendem às áreas
de Graduação e Ensino Profissionalizante; Pesquisa e Pós-Graduação;
Extensão e Cultura; Administração; Recursos Humanos e Assuntos Estudantis;
Planejamento, Orçamento e Finanças. As informações de endereço e contato
das Pré-reitorias são apresentadas a seguir:
Pró-Reitoria de Administração - PRA
Rua Dr. Faivre, 405 - 2º andar
CEP 80060-140
Telefone: 3360.5292
17
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
FAX: 3360.5042
[email protected]
Pró-Reitoria de Extensão e Cultura - PROEC
Travessa Alfredo Bufren, 140
CEP 80020-240
Telefone: 3310-2601
FAX: 3360-2601
[email protected]
Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamentos e Finanças - PROPLAN
Rua XV de Novembro, 1299
CEP 80060-000
Telefone: 3360-5121
FAX: 3360-5126
[email protected]
Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD
Praça Santos Andrade, 50
CEP 80020-300
Telefone: 3310-2767
FAX: 3310-2759
[email protected]
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PRPPG
Rua Dr. Faivre, 405 - 1º andar
CEP 80060-140
Telefone: 3360-5405
FAX: 3360-5113
[email protected]
Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas – PROGEPE
Rua Dr. Faivre, 590
CEP 80060-140
Telefone: 3360-4500
FAX: 3263-4584
[email protected]
Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – PRAE
Rua Dr. Faivre, 405 - 1º Andar
CEP 80060-140
Telefone: 3360.5168
[email protected]
Cada pró-reitor, assim como seus coordenadores, são cargos de
comissão que ocupam estes espaços por quatro anos, período em que cada
reitor é eleito para administrar a instituição. São estas pró-reitorias que se
interligam para atender às demandas dos Setores, Núcleos, Laboratórios,
Departamentos e demais unidades administrativas da UFPR. A seguir,
apresenta-se em detalhes cada unidade administrativa da UFPR.
18
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Pró-Reitoria de Administração - PRA
A PRA – Pró-Reitoria de Administração tem o compromisso de produzir
alternativas para otimizar a utilização dos recursos, garantir a manutenção da
infra-estrutura e o bom funcionamento logístico da UFPR.
Pró-Reitor de Administração: Paulo Roberto Rocha Krüger.
Assessoria: José Clovis Pereira Borges
Dentre as principais atribuições e objetivos, destaca-se:
1. Otimizar os recursos orçamentários destinados a despesas com
materiais, obras e serviços;
2. Promover e renovar os procedimentos administrativos inerentes à área
de atuação;
3. Promover o contínuo abastecimento de materiais de uso comum e
serviços necessários ao desenvolvimento das atividades da UFPR;
4. Garantir a limpeza e a segurança da UFPR;
5. Gerenciar as atividades relacionadas a ampliação, manutenção e
conservação das edificações e instalações;
6. Facilitar o processo decisório da instituição, pelo fornecimento de
sistemas de informações;
7. Desenvolver novas tecnologias de informações;
8. Garantir o atendimento das necessidades de transportes à comunidade
interna - alunos, professores e funcionários;
9. Gerenciar as atividades de fornecimento de passagens terrestres,
aéreas nacionais e internacionais para docentes, funcionários e
discentes da UFPR;
10. Coordenar a veiculação de processos e correspondências;
11. Exercer a administração para garantir a manutenção da infra-estrutura
da UFPR;
12. Exercer a administração e controle da ocupação de espaços físicos da
UFPR por terceiros;
13. Administrar o sistema de telefonia da UFPR.
Vinculadas à Pró-Reitoria de Administração, existem outras cinco
unidades: o centro de computação eletrônica; a central de transportes; o
departamento de serviços gerais; a imprensa universitária e a prefeitura da
cidade universitária, que serão descritas a seguir:
CCE – Centro de Computação Eletrônica
A Universidade Federal do Paraná disponibiliza para seus usuários de
Internet um acesso doméstico sem custo e de alto desempenho, com
equipamentos de avançada tecnologia utilizados pelos maiores provedores
particulares do Brasil na atualidade.
CCE – Centro de Computação Eletrônica
Diretor: José Simão de Paula Pinto
Centro Politécnico - Prédio da Administração - 4º andar
19
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
CEP: 81.531-980 - Caixa Postal: 19037
Telefone: (41) 3361-3287 - Fax: (41) 3267-4545
e-mail: [email protected]
O Centro de Computação Eletrônica da UFPR disponibiliza os seguintes
equipamentos e serviços:
1. Acesso remoto ou acesso doméstico, acesso discado, Internet em casa;
2. Cursos de informática;
3. Solução de dúvidas de DOS, Windows, Windows 9x, Word, Excell,
Access, SQL Server, IIS;
4. Manutenção FAX-Modem, Winchester;
5. Disco Rígido ou Scanner;
6. Informações sobre Correio Eletrônico: Eudora, Pine, Netscape Mail,
Internet Explorer Mail;
7. Infra-estrutura de Redes;
8. Manutenção ou expansão de pontos conectados à rede administrativa;
9. Manutenção Micro;
10. Monitor;
11. Impresora Serpro ou Sicafi ou Extra ou infoconnect;
12. Sistema;
13. Solução para problemas com vírus;
14. Programas de computador;
15. Provedor, Servidor, Host;
16. Sistemas Administrativos: SIAD, THALES, GED, Monitoria;
17. Sistemas de Banco de Dados;
18. Solicitação de instalação de Redes, placa de Rede;
19. Terminal TB27;
CENTRAN – Central de Transportes
A CENTRAN – Central de Transportes administra a frota dos veículos
UFPR, zelando pela sua manutenção e conservação. Também atende
solicitações de transportes para fins das atividades da UFPR, provenientes
qualquer unidade – docentes, discentes e servidores, respeitando
prioridades e a cronologia de atendimento.
da
as
de
as
CENTRAN - Central de Transportes
Diretor: Vilson Kachel
Endereço: Rua dos Funcionários, S/N - Agrárias
Fone/fax: (041) 3350-5659
e-mail: [email protected]
DSG – Departamento de Serviços Gerais
O Departamento de Serviços Gerais gerencia a execução de um
conjunto de sistemas que possibilitam suporte, manutenção e continuidade ao
desenvolvimento das atividades de meio e fim da UFPR, tais como: patrimonial,
compras, importação, veiculação de processos e correspondências,
fiscalização e acompanhamento de contratos de prestação de serviços,
20
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
concessão da permissão de uso e guarda e distribuição de materiais de uso
comum.
O DSG possui, em seu quadro funcional, 35 servidores do quadro
permanente da Universidade Federal do Paraná e divide-se em Divisões de
Almoxarifado, de Importação, de Material, de Patrimônio, de Serviços Auxiliares
e Avaliação, de Acompanhamento de Serviços Terceirizados e de Comissão de
Licitação.
Atividades Realizadas:
a) Ao Diretor do Departamento compete: administrar as atividades inerentes
ao Departamento; dirigir e orientar as atividades das Divisões integrantes da
estrutura do DSG; e assessorar o Pró-Reitor de Administração nas áreas
pertinentes.
b) À secretaria compete: assistir aos Diretores na coordenação, supervisão e
planejamento das atividades; e coordenar atividades relativas ao expediente do
Departamento.
c) A Divisão de Almoxarifado tem a finalidade de: programar e solicitar a
compra de materiais de uso comum necessários à Universidade; receber,
estocar e distribuir os materiais administrados pela Divisão; e manter registro
atualizado dos materiais estocados, em valor e em quantidade.
d) A Divisão de Importação tem a finalidade de: Coordenar e executar os
processos de importação e exportação da Universidade e da FUNPAR (e-mail:
[email protected]).
e) A Divisão de Material tem a finalidade de: executar e coordenar a compra
de todo material de uso comum necessário à Universidade; executar as
compras e contratação de serviços de algumas Unidades, tais como: Agrárias,
Editora, CENTRAN, PROGRAD, PROEC; ou de outras unidades que solicitem
tais serviços; controlar o pagamento de Luz, Água, Telefone da Universidade;
controlar pagamento das compras realizadas para o DSG; manter atualizado o
cadastro de fornecedores (SICAF); e coordenar e executar tarefas relativas aos
contratos.
f) A Divisão de Patrimônio tem a finalidade de: coordenar e registrar as
informações relativas aos bens móveis e imóveis da Instituição; realizar
alienações dos materiais julgados desnecessários; preparar e acompanhar a
realização de inventários dos bens móveis. (e-mail: [email protected])
g) Divisão de Serviços Auxiliares tem a finalidade de: executar e controlar a
tramitação de documentos e correspondências; executar e controlar o
arquivamento de documentos e processos gerais da Universidade.
h) Divisão de Avaliação Acompanhamento de Serviços Terceirizados:
Avalia, Acompanha e Fiscaliza os Serviços Terceirizados da UFPR, tais como:
Limpeza, Vigilância e Atendimento das Portarias.
21
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
i) A Comissão de Licitação: Proceder as licitações para compra de materiais e
serviços nas diversas modalidades, de acordo com a legislação federal,
garantindo a observância do princípio constitucional da isonomia e selecionar a
proposta mais vantajosa para a Administração. (e-mail: [email protected])
DSG – Departamento de Serviços Gerais
Diretor: Sonia Maria da Silva Rocha
Endereço: Rua XV Novembro, 1299 - sobreloja - Centro - Edifício D.Pedro II
Fone: 3360-5199 Fax: 3360-5189 e-mail: [email protected]
Imprensa Universitária
A Imprensa Universitária objetiva a produção de materiais impressos de
qualidade e de baixo custo dentro de prazos pré-definidos. Realiza os serviços
de arte, criação, gravação, impressão e acabamento de livros, folhetos,
periódicos, relatórios, boletins, revistas, teses, dissertações, monografias,
cartazes, folders, cartões de visita, jornais na impressão laser ou off-set.
Também revisa textos e imprime os diplomas (UFPR) em pergaminho.
Imprensa Universitária da UFPR
Diretor: Álvaro Pereira de Souza
Endereço: Rua Bom Jesus, 650 - Juvevê.
Fone/Fax: (41) 3313-2006 e-mail: [email protected]
Prefeitura da Cidade Universitária
A partir do final da década de 50, a Universidade passa por uma grande
expansão. Não tendo área suficiente para atender a demanda inicia em 1960 a
construção de uma cidade universitária, o Centro Politécnico. Esse grande
crescimento fez com que o escritório técnico da UFPR se transformasse na
Prefeitura da Cidade Universitária. Novos prédios foram construídos e outros
incorporados à UFPR, compreendendo atualmente três campi em Curitiba, um
campus em Palotina, e 14 unidades dispersas pela cidade, interior do estado e
região metropolitana.
Prefeitura da Cidade Universitária
Prefeito: Prof. Ernesto Sperandio Neto
Campus Centro Politécnico - Jardim das Américas
Caixa Postal: 19.019 CEP: 81.530-900
Fone: (41)3361-3288 Fax: (41)3361-3474 e-mail: [email protected]
Pró-Reitoria de Extensão e Cultura - PROEC
A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura responsabiliza-se pelos projetos,
cursos e atividades de extensão universitária além de manter os diversos
grupos artísticos da UFPR, seus espaços culturais e teatros universitários. Os
trabalhos em parceria com as comunidades, organizações sociais e instituições
públicas e privadas também têm possibilitado o cumprimento da função social
da Universidade. (endereço eletrônico: http://www.proec.ufpr.br/).
22
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Pró-Reitora de Extensão e Cultura: Profª. Elenice Mara Matos Novak.
A extensão universitária é um processo educativo, cultural e científico,
que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação
transformadora entre a Universidade e a sociedade. As atividades de extensão
são regidas pela Resolução n. 70/08-CEPE, e desenvolvidas por meio de
programas, projetos, cursos, eventos e ações complementares de extensão,
visando à socialização do conhecimento acadêmico e a interação com a
sociedade. O trabalho de parceria com as comunidades, organizações sociais
e instituições públicas e privadas têm possibilitado o cumprimento da função
social da Universidade, especialmente em Curitiba, região metropolitana e
litoral paranaense, áreas de maior abrangência da UFPR.
No desenvolvimento das ações extensionistas, professores, alunos e
técnico-administrativos têm buscado o atendimento das questões prioritárias da
sociedade, com ênfase na melhoria da qualidade de vida da população, por
intermédio de atividades de educação continuada nas diferentes áreas do
conhecimento, da articulação com movimentos sociais, de programação
cultural, da difusão científica e tecnológica, da promoção do desporto e lazer e
da integração com a educação básica.
Atribuições e atividades realizadas:
a) Orientação, coordenação, supervisão e certificação das atividades
extensionistas realizadas pelas diferentes unidades administrativas que
compõem a UFPR.
b) Manutenção dos grupos artísticos da UFPR: Orquestra Filarmônica Juvenil
da UFPR; Coral da UFPR; Téssera Companhia de Dança da UFPR; Grupo de
MPB da UFPR; Companhia PalavrAção de Teatro da UFPR; e Grupo de
Percussão da UFPR.
c) Manutenção dos espaços artísticos da UFPR: MusA - Museu de Arte da
UFPR; e Sala Arte, Design & Cia.
d) Manutenção dos Teatros Universitários: Teatro da Reitoria; e Teatro
Experimental da UFPR.
As unidades que compõem a PROEC são as seguintes:
a) Coordenadoria de Extensão da UFPR: A Coordenação de Extensão é
responsável pela orientação, coordenação, supervisão e certificação das
atividades extensionistas realizadas pelas diferentes unidades administrativas
que compõem a Universidade Federal do Paraná.
Coordenador: Prof. José Manoel Gonçalves Gândara.
Secretaria: Michele Cristine Kuhnen.
E-mail: [email protected]
Fone: (41) 3310-2653
b) Coordenadoria de Cultura da UFPR: Promover e difundir a arte e a cultura
dentro e fora do ambiente universitário, divulgando a música, as artes visuais,
23
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
as artes cênicas e a dança. Este é o objetivo da Coordenadoria de Cultura, que
hoje é responsável por grupos artísticos, dois festivais e três espaços culturais:
o Musa – Museu de Arte da UFPR, o Teatro da Reitoria e o TEUNI – Teatro
Experimental da UFPR.
Coordenador: Prof. Walter Lima Torres Neto.
E-mail [email protected]
Fones: (41) 3310-2684 / 3310-2634
c) Coordenadoria de Desenvolvimento Social: A Coordenadoria de
Desenvolvimento Social da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (CDS-PROEC)
desenvolve ações de intervenção social com vistas ao resgate e à valorização
da cidadania. Procura realizar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e a
extensão em todas as suas ações, transferindo à sociedade o conhecimento
acumulado nas diferentes ações de intervenção social. Nela destacam-se o
Programa Interdisciplinar de Estudos e Extensão Sobre Cooperativismo e
Economia Solidária; e a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares.
Coordenadora: Prof.ª Karen Franklin da Silva
Fone: (41) 3310-2751 / 3310-2619
E-mail: [email protected]
Equipe: Arianne Carvalho e Christine Hasse
Fone: (41) 3310-2638
d) MAE – Museu de Arqueologia e Etnologia: O Museu de Arqueologia e
Etnologia da UFPR (MAE) foi inaugurado em 1962 e é o primeiro museu
universitário do Estado do Paraná. Sua sede principal está localizada no
município de Paranaguá, nas instalações do prédio que abrigou o antigo
Colégio dos Jesuítas, fundado em 1755. O prédio sede do MAE foi transferido
para a guarda da UFPR em 1958. Além desta sede em Paranaguá, possui sua
Reserva Técnica instalada no Campus Juvevê em Curitiba e uma Sala Didático
Expositiva localizada no Prédio Histórico Central da UFPR. O acervo do museu
é composto por artefatos coletados em pesquisas arqueológicas e etnográficas,
principalmente do Paraná, daí sua grande importância para a compreensão da
história do estado. Atualmente possui um acervo de aproximadamente 70.000
peças, divididas em quatro grandes coleções: Arqueologia, Cultura Popular,
Etnologia e Documentação Sonora, Visual e Textual.
Diretora: Profa. Dra. Ana Luisa Fayet Sallas.
E-mail: [email protected]
MAE Paranaguá: (41) 3423-2511 / (41) 3427-4336 e MAE Reserva Técnica:
(41) 3313-2042 / FAX: 33132045
e) Editora UFPR: A Editora da Universidade, outro órgão suplementar
vinculado à PROEC, foi criada em fins dos anos 80, concretizando-se como
uma importante unidade a elevar o nome da UFPR, possuindo duas livrarias,
uma no espaço da Reitoria, e outra no Centro Politécnico. A finalidade principal
da Editora UFPR é a publicação de periódicos e livros com a produção
intelectual e científica de autores nacionais e internacionais, sejam eles do
quadro de pesquisadores da UFPR ou não. Além disso, a Editora também
realiza anualmente, entre fins de Setembro e início de Outubro, a feira de livros
universitários, reunindo num período de uma semana as maiores editoras
universitárias do país. A Editora também participa de diversas feiras
24
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
universitárias ao longo do ano e sempre tem participação garantida nas Bienais
do livro. (endereço eletrônico: http://www.editora.ufpr.br/).
Direção: Prof. Dr. Gilberto de Castro
E-mail: [email protected]
Fone/Fax: (41) 3360 7486
Endereço: Rua João Negrão, 280 (2º andar) Centro.
CEP: 80.010-200 - Curitiba - Paraná.
Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças - PROPLAN.
A Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças é o órgão de
coordenação do planejamento global da Universidade Federal do Paraná. É
responsável também pela elaboração, controle orçamentário e administração
financeira da Universidade. (endereço eletrônico: http://www.proplan.ufpr.br/).
Pró-Reitor: Lucia R. Assumpção Montanhini.
A Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças é formada pelas
seguintes unidades:
a) CPI – Coordenadoria de Planejamento Institucional: Coordena o Sistema
de Informações Gerenciais da UFPR; Prove dados ao MEC, demais órgãos e à
comunidade em geral; Audita os dados gerencias da Instituição; e Coordena o
processo de planejamento institucional, estratégico e operacional da UFPR.
Coordenação de Planejamento Institucional: Prof. Paulo de Tarso Chaves.
b) CPCO – Coordenadoria de Programação e Controle Orçamentário:
Organiza e coordena a proposta orçamentária; Formula o Orçamento
Programa; Opera o sistema de acompanhamento e avaliação da execução
orçamentária; Orienta as unidades da UFPR quanto às técnicas orçamentárias;
e Analisa as solicitações de créditos adicionais e transferências de recursos.
Coordenação de Planej. e Controle Orçamentário: Jaqueline Cavalari Sales.
c) DCF – Departamento de Contabilidade e Finanças: Dirige, coordena,
orienta, acompanha e avalia a execução das atividades contábeis e financeiras
da Universidade; Coordena, orienta e executa as atividades de movimentação
orçamentária e financeira; Coordena, orienta, acompanha, elabora e avalia os
Balancetes mensais e os Balanços Orçamentários, Financeiro e Patrimonial,
além da Prestação de Contas da Universidade; e Presta apoio contábil aos
convênios da UFPR.
Departamento de Contabilidade e Finanças: Julio Cezar Martins
d) CRI – Coordenadoria de Relações Institucionais: Coordena as atividades
de fomento, estruturação e acompanhamento de projetos que visam à
captação de recursos junto às entidades públicas e privadas, através de
parcerias científicas e tecnológicas. A Coordenadoria de Relações
Institucionais é a unidade da PROPLAN que tem por responsabilidade
assessorar a comunidade universitária a formalizar ajustes/parcerias com
outros segmentos da sociedade, tanto da iniciativa pública como da iniciativa
privada. A assessoria prestada pela CRI baseia-se na orientação formal de
25
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
cada etapa para a formalização dos ajustes/parcerias, orientando inclusive a
tramitação dos processos para que estes possam ser mais ágeis.
A CRI também tem sua responsabilidade implementar a captação de recursos
para a UFPR, através de Emendas Parlamentares e quaisquer outras fontes de
financiamento que estejam disponíveis. A CRI também tem como incumbência
auxiliar os coordenadores dos convênios na elaboração da Prestação de
Contas da execução do convênio.
Coordenação de Relações Institucionais: Mariza Pereira Rodrigues.
Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD
A PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante
tem como objetivos a construção e a consolidação da política de ensino
profissionalizante, o projeto de educação, o desenvolvimento integrado, o
desenvolvimento de políticas formativas, o processo de ocupação de vagas
remanescentes, a modernização do acesso à universidade e a consolidação do
programa de mobilidade acadêmica. Estas ações proporcionam condições para
o desenvolvimento de política de formação fundamentada num projeto
pedagógico atualizado e adequada às atuais necessidades.
A PROGRAD é quem coordena e dirige os cursos de Graduação da
UFPR e têm a missão de criar condições para o desenvolvimento das
potencialidades para compreender a realidade cultural, social, política e
econômica do país com possibilidades à crítica e produção de conhecimentos,
à intervenção ética e à inserção dos futuros profissionais na sociedade.
(endereço eletrônico: http://www.prograd.ufpr.br/).
Pró-Reitora de Graduação: Maria Amélia Sabbag Zainko.
Principais ações:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
Início do processo avaliativo dos projetos Político-Pedagógicos;
Institucionalização do Núcleo de Educação à Distância;
Estruturação do Núcleo de Atividades Formativas;
Reestruturação do Núcleo de Concursos;
Reformulação do Processo Seletivo – Vestibular;
Execução do PROVAR - 2 edições, beneficiando mais de dois mil alunos
Implementação da Coordenadoria de Ensino Profissionalizante;
Implantação de cursos técnicos de Agroecologia em Pinhais, Maringá,
Cantagalo e São Miguel do Iguaçu.
Atribuições e Objetivos:
1. Integrar as diferentes instâncias administrativas envolvidas com a
graduação, possibilitando uma Universidade participativa e plural;
2. Construir uma política integrada de acesso e permanência dos alunos na
Universidade;
3. Estimular e programar atividades que intensifiquem o envolvimento e a
co-responsabilização dos alunos, ampliando o processo de ensino e
aprendizagem;
26
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
4. Desenvolver uma política integrada de formação didático-pedagógica
continuada para docentes;
5. Implementar uma política de gestão de pessoas para as diferentes áreas
do conhecimento;
6. Apoiar as diversas unidades da Universidade na criação de novos
espaços de convivência, que ofereçam opções de serviço e lazer aos
alunos, professores e funcionários;
7. Integrar a graduação com as demandas sociais, viabilizando novos
processos educacionais de ensino presencial e a distância;
8. Implementar um projeto pedagógico que possibilite atingir a missão e
que atenda as especificidades de cada área;
9. Institucionalizar uma nova estrutura para a Unidade de Graduação, com
a representação de núcleos que possibilitem uma gestão colegiada; e
10. Valorizar a transparência na gestão administrativa, financeira e política
dos núcleos que compõem a PROGRAD.
A PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante é
formada ainda por outras nove unidades administrativas, que coordenam a
avaliação institucional, as políticas de formação para o pessoal docente, o
ensino de graduação, a educação à distância, os estágios, o núcleo de
concursos, as pesquisas de graduação e as políticas de acesso e permanência
nos cursos de graduação.
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PRPPG
A PRPPG – Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação é responsável
em conduzir a política institucional do Sistema de Pós-Graduação e fazer a
relação externa com as Agências Estaduais e Nacionais para o
desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, bem como implementar relações
externas com Instituições estrangeiras relacionadas com os temas de Ciência e
Tecnologia. (endereço eletrônico: http://www.prppg.ufpr.br/).
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação: Sérgio Scheer.
As pesquisas de ponta desenvolvidas na UFPR e a consolidação ou
estabelecimento de programas de mestrado e doutorado recebem incentivo
das políticas públicas e encontram nos núcleos profissionais dispostos a
executá-las dentro da Universidade.
A Pós-Graduação da Universidade Federal do Paraná está obtendo
melhoras na qualidade de desempenho de seus cursos, dentro da nova política
de avaliação de critérios e mudanças na rotina de trabalho, que vem sendo
acionada pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (CAPES), órgão do Ministério da Educação e Cultura incumbido da
coordenação geral e apoio financeiro a este setor de ensino no Brasil.
Atualmente (2007) a UFPR conta com 47 cursos de mestrado e 30 de
doutorado e 3 Mestrados profissionais. São 48 Coordenações de Cursos de
Pós-Graduação, haja visto que muitos mantém sob mesma coordenação mais
de um nível de titulação. Os cursos da UFPR estão em escala ascendente nas
27
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
avaliações procedidas pela CAPES e todos os cursos ministrados na instituição
são bons, ótimos ou excelentes.
A PRPPG – Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação é constituída
pelas seguintes unidades administrativas:
a) Coordenadoria de Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu: A
Coordenadoria de Pós-Graduação Stricto Sensu tem como atribuição conduzir
administrativamente os assuntos que se referem, principalmente, aos
programas de pós-graduação – Mestrado/Doutorado/Pós-doutorado da UFPR,
desde o processo de criação até o monitoramento e acompanhamento dos
programas.
Coordenador de Programas Strictu Sensu: Prof. Edilson Sergio Silveira.
b) Coordenadoria de Programas de Pós-Graduação Lato Sensu: A
Coordenadoria de Pós-Graduação LATO SENSU foi criada para atender os
cursos de Especialização e Aperfeiçoamento.
Coordenador de Programas Latu Sensu: Prof. Hamilton Costa Junior
c) Coordenadoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Ciência e
Tecnologia: A Coordenadoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Ciência e
Tecnologia atende as necessidades atuais do desenvolvimento da Ciência e
Tecnologia e é responsável por conduzir os assuntos referentes à Legislação
de funcionamento, bem como a relação externa da PRPPG com as Instituições
de Fomento, principalmente o CNPq e Fundação Araucária.
Coordenadora: Profa. Claudia Pereira Krueger.
d) Coordenadoria de Iniciação Científica e Integração Acadêmica: A
Coordenadoria de Iniciação Científica e Integração Acadêmica é responsável
pela condução do Programa de Iniciação Científica e sua interação com as
políticas acadêmicas da PRPPG
e) Unidade de Processamento de Dados e Informática: A Unidade de
Processamento e Informática é responsável pelo desenvolvimento e aplicação
de programas gerenciadores do Sistema de Pós-Graduação. Desenvolve
também trabalhos de suporte às Coordenações dos Programas, principalmente
no preenchimento do relatório anual DATACAPES. Além do suporte técnico,
disponibiliza aos usuários os programas das Agências Nacionais.
f) Unidade de Orçamento e Finanças: A Unidade de Orçamento e Finanças é
responsável pela prestação de contas e administração de programas de auxílio
concedidos, convênios e solicitações de um modo geral.
Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas – PROGEPE
A PROGEPE – Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas é o cenário onde são
diagnosticadas, discutidas, refletidas e operacionalizadas as medidas de
suprimento, manutenção, capacitação, desenvolvimento e controle de pessoal
que, por sua vez, consolidam a política de recursos humanos institucional. A
PRHAE visa promover a requalificação e a valorização dos servidores,
28
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
procurando uma capacitação que incorpore um novo perfil profissional, voltado
para a busca contínua da qualidade dos serviços prestados na utilização mais
racional e criativa dos recursos da Universidade. (endereço eletrônico:
http://www.progepe.ufpr.br/).
Pró-Reitora de Gestão de Pessoas: Laryssa Martins Born.
A PROGEPE é constituída pelas seguintes unidades administrativas:
a) Coordenadoria de Desenvolvimento de Recursos Humanos: Coordena e
implementa as políticas de desenvolvimento, avaliação e adequação
institucional dos recursos humanos da UFPR, objetivando a valorização e
qualificação permanente de pessoal na prestação de serviços com qualidade à
comunidade universitária e à sociedade.
Coordenadora: Maria Rita Michalski.
Telefone: 3360-4531
E-mail: [email protected]
b) Coordenadoria de Assuntos Docentes: Destina-se a estudar e avaliar
assuntos da área de recursos humanos pertinentes à categoria docente dentro
da Universidade. Além disso, tem por finalidade a articulação da PROGEPE
com a PRPPG em assuntos de qualificação e com a PROGRAD na definição
de políticas de capacitação pedagógica. A CAD Desenvolve as seguintes
atividades:
1. Participa no Comitê Gestor do Programa de Professor Visitante;
2. Coordena a Comissão Institucional de Avaliação de Desempenho
Docente (CIADD-GED);
3. Desenvolve programa de capacitação didático-pedagógica para os
docentes da Universidade, em parceria com o Setor de Educação; e
4. Representa a PROGEPE na Comissão do COPLAD – Conselho de
Planejamento e Administração para Elaboração do Modelo de Alocação
de Vagas - Docentes Efetivas
Coordenador: Prof. Dr. Vitor Alberto Kerber.
Telefone: 3360-4550 / 9623-7515
E-mail: [email protected] / [email protected]
c) Coordenadoria de Assuntos Comunitários: Desenvolve ações que
buscam a melhoria da qualificação e organização estudantil e responde pelos
programas comunitários visando contribuir para o exercício da cidadania,
inclusive atenção especial à saúde e à alimentação da comunidade
universitária.
Telefone: 3360-4508
E-mail: [email protected]
d) Coordenadoria de Assuntos Técnicos: Coordena as demandas geradas
pela reestruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos
em Educação, instituído pela Lei 11.091/2005, publicada no DOU de 13/01/05
com um atendimento mais específico no que tange a carreira do pessoal
Técnico-Administrativo.
Responsável
pelo
desenvolvimento
e
29
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
acompanhamento do programa de avaliação de desempenho funcional dos
servidores, bem como pela avaliação em estágio probatório. Desenvolve, em
conjunto com a Coordenação de Desenvolvimento de Recursos Humanos,
programas de capacitação e aperfeiçoamento que contemplem a formação
específica e geral do servidor Técnico-Administrativo, bem como a conclusão
do programa de Dimensionamento das necessidades institucionais, com
definição de modelos de alocação de vagas que contemplem a diversidade da
instituição.
Coordenador: Lânia Virgínio Busnello.
Telefone: 3360-4514
E-mail: [email protected]
e) Departamento de Administração de Pessoal: Gerencia a Folha de
Pagamento, alimenta e procede a manutenção de banco de dados funcionais
dos servidores ativos, inativos e pensionistas ou, e ainda, orienta os docentes e
os técnico-administrativos sobre os seus direitos e deveres.
Diretora: Ana Maria Guimarães da Cruz
Telefone: 3360-4503
E-mail: [email protected]
f) Secretaria Administrativa: É responsável por secretariar as atividades e
agendas da PRHAE, controlar a entrada e saída de processos, coordenar as
tarefas de expedição de documentos, arquivar e dar atendimento e orientação
à comunidade universitária.
Secretário: Sueli Terezinha Heimbecher.
Telefone: 3360-4528
Fax: 3263-4584
E-mail: [email protected]
g) Gerência de Procedimentos Disciplinares: Unidade responsável por
gerenciar, realizar e acompanhar os processos disciplinares e de sindicâncias.
Gerente: Rômulo de Souza Leitão Neto
Chefe da Secretaria de Processos Administrativos Disciplinares e Sindicância:
Rômulo de Souza Leitão Neto
Telefone: 3360-4530/3360-4532
E-mail: [email protected]
h) Seção de Controle e Execução Orçamentária: Responde pelo
planejamento orçamentário e execução de despesas da PROGEPE.
Chefe: Tiago Radaskievicz
Telefone: 3360-4516
E-mail: [email protected]
i) Programa Institucional de Qualidade de Vida: Unidade responsável por
criar, executar, apoiar e divulgar projetos e ações que se relacionem com a
qualidade de vida.
Coordenador: José Carlos Assunção Belotto
Telefone: 3360-4533
E-mail: [email protected]
Site: http://www.piqv.ufpr.br
30
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
j) Comissão Interna de Supervisão do PCCTAE (Plano de Carreira dos
Cargos Técnico-Administrativos em Educação) da UFPR.
Coordenadora: Sugleri Gonçalves Rodrigues.
Coordenadora Adjunta: Márcia Venzel Messias.
Rua Dr. Faivre, 405, 2º andar, CEP 80.060-140.
Telefone: (41) 3360.5084
www.cis.ufpr.br
[email protected]
Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis – PRAE
A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, responsável pela proposição e
acompanhamento da Política Estudantil Institucional, e em sintonia com o
Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES/MEC–ANDIFES.
Desenvolve suas atividades baseadas no incentivo, apoio e acompanhamento
do estudante em suas múltiplas demandas ao longo de sua trajetória
universitária, por meio de ações efetivas nas áreas social, cultural, política,
científica e de esporte e lazer. (endereço eletrônico: http://www.prae.ufpr.br/).
Especial atenção é dedicada ao atendimento sócio-econômico,
psicológico e pedagógico do estudante, visando sua permanência e conclusão
do curso em tempo regular e com o melhor aproveitamento possível dos
conhecimentos proporcionados pela Instituição. Atuando de forma articulada ao
PIQV – Programa Institucional de Qualidade de Vida, a PRAE procura tornar a
passagem do estudante pela universidade a mais saudável possível.
Pró-Reitora de Assuntos Estudantis: Rita de Cássia Lopes.
As atividades da PRAE estão vinculadas ao desenvolvimento do Programa
Institucional de Qualidade de Vida - PIQV, considerando os seguintes
aspectos: Humanização, Assistência Estudantil e Eventos de Integração. Dente
as principais ações desenvolvidas pela PRAE, cita-se:
1. Orientação acadêmica – Servindo como centro de informações e de
auxílio aos estudantes, a PRAE contribui para que o aluno tenha acesso
ao conjunto de informações científicas, tecnológicas e culturais e para
que as utilize durante sua carreira universitária;
2. Inclusão social – A PRAE oferece bolsas de oito meses para estudantes
de baixa renda. Há também um acompanhamento estudantil do aluno
selecionado;
3. Apoio a eventos e programas estudantis – Empresas Juniores,
movimentos estudantis, reuniões e eventos organizados por
universitários são apoiados pela PRAE; e
4. Trote Humano: ações que visam recepcionar de forma alegre e festiva
os calouros da instituição, trabalhando com as comissões setoriais de
recepção ao calouro, DCE e centros acadêmicos.
31
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
UFPR – ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO.
A UFPR organiza-se com estrutura em métodos que preservam a unidade
de suas funções de ensino e pesquisa e assegurem a plena utilização de seus
recursos materiais e humanos, vedada a duplicação de meios para fins
idênticos, com os seguintes princípios de organização:
1. Unidade de patrimônio e administração;
2. Estrutura orgânica, com base em departamentos reunidos em unidades
denominadas setores;
3. Unidade das funções de ensino e pesquisa, vedada a duplicação de meios
para fins idênticos ou equivalentes;
4. Racionalidade de organização, com plena utilização de recursos humanos e
materiais;
5. Universalidade de campo, pelo cultivo das áreas fundamentais dos
conhecimentos humanos, estudados em si mesmos ou em função de
ulteriores aplicações, e de áreas técnico-profissionais; e
6. Flexibilidade de métodos e critérios, com vistas às diferenças individuais
dos alunos, às peculiaridades regionais e às possibilidades de combinação
dos conhecimentos para novos cursos e programas de pesquisa.
Cada unidade universitária da UFPR é definida como órgão
simultaneamente de ensino e pesquisa no seu campo de estudos. A pesquisa e
o ensino básicos são concentrados em unidades que formam um sistema
comum para toda a Universidade, as quais também se encarregarão do ensino
ulterior ao básico, acadêmico ou profissional, em sua área específica. O ensino
profissional e a pesquisa aplicada realizam-se conjuntamente em unidades
próprias, tão amplas quanto o permitam as características dos respectivos
campos de atividades. O ensino, a pesquisa e a extensão na UFPR
desenvolvem-se mediante cooperação das unidades responsáveis pelos
estudos envolvidos em cada curso ou projeto de pesquisa. Além das unidades,
a Universidade terá órgãos suplementares de natureza técnica, cultural,
recreativa e assistencial para a comunidade universitária. Os departamentos
reúnem-se em nove unidades denominadas setores.
São os seguintes os setores do sistema comum de ensino e da
pesquisa básica da UFPR:
1. Setor de Ciências Exatas, coordenando os departamentos de: a)
Matemática; b) Expressão Gráfica (Desenho); c) Informática; d) Química; e)
Física; e f) Estatística.
2. Setor de Ciências Biológicas, coordenando os departamentos de: a)
Fisiologia; b) Farmacologia; c) Patologia Básica; d) Botânica; e) Zoologia; f)
Bioquímica; g) Genética; h) Educação Física; i) Biologia Celular; e j)
Anatomia.
3. Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, coordenando os
departamentos de: a) Ciências Sociais; b) História; c) Antropologia; d)
Filosofia; e) Letras Estrangeiras Modernas; f) Lingüística, Letras Clássicas e
32
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Vernáculas; g) Artes; h) Psicologia; i) Comunicação Social e Turismo; e j)
Biblioteconomia.
São os seguintes os setores do ensino profissional e pesquisa aplicada:
4. Setor de Educação, coordenando os departamentos de: a) Teoria e Prática
de Ensino; b) Planejamento e Administração Escolar; e c) Teoria e
Fundamentos da Educação.
5. Setor de Ciências Sociais Aplicadas, coordenando os departamentos de:
a) Administração Geral e Aplicada; b) Economia; e c) Contabilidade.
6. Setor de Ciências da Saúde, coordenando os departamentos de: a)
Patologia Médica; b) Clínica Médica; c) Cirurgia; d) Tocoginecologia; e)
Pediatria; f) Saúde Comunitária; g) Medicina Forense e Psiquiatria; h)
Oftalmo-Otorrinolaringologia; i) Estomatologia; j) Odontologia Restauradora;
l) Farmácia; m) Enfermagem; e n) Nutrição.
7. Setor de Tecnologia, coordenando os departamentos de: a) Construção
Civil; b) Hidráulica e Saneamento; c) Transportes; d) Mecânica; e)
Eletricidade; f) Arquitetura; g) Geociências; h) Geologia; i) Tecnologia
Química; e j) Geografia.
8. Setor de Ciências Agrárias, coordenando os departamentos de: a)
Medicina Veterinária; b) Zootecnia; c) Fitotecnia e Fitossanitarismo; d)
Silvicultura e Manejo; e) Economia Rural e Extensão; f) Engenharia e
Tecnologia Rural; e g) Solos e Engenharia Agrícola.
9. Setor de Ciências Jurídicas, coordenando os departamentos de: a) Direito
Público; b) Direito Privado; c) Direito Penal e Processual Penal; e d) Direito
Civil e Processual Civil.
Além de suas atividades normais de pesquisa, caberá aos setores do
sistema do ensino e pesquisa básicos ministrar:
1. As disciplinas do primeiro ciclo, na forma definida no Regimento Geral;
2. Cursos de graduação acadêmica e profissional em campos específicos;
3. Disciplinas de suas áreas específicas, integrantes dos currículos dos
diferentes cursos; e
4. Cursos de doutorado, mestrado e outros previstos neste Estatuto ou no
Regimento Geral.
Aos setores do ensino profissional e pesquisa aplicada cabe ministrar:
1. Integradamente com seus programas de estudos e pesquisas, nos
respectivos campos de aplicação científica, tecnológica e cultural, o ensino
e treinamento profissional em nível de graduação e pós-graduação; e
2. As disciplinas de sua área que integram quaisquer cursos da Universidade,
atendidas as condições peculiares de cada curso.
A UFPR conta com os seguintes órgãos suplementares, cujo funcionamento e
33
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
organização serão definidos em regimentos próprios:
1. Biblioteca Central;
2. Centro de Estudos do Mar;
3. Centro de Computação Eletrônica;
4. Centro de Educação Física e Desportos;
5. Centro de Estações Experimentais;
6. Centro de Assessoramento Pedagógico;
7. Hospital de Clínicas;
8. Imprensa Universitária;
9. Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá;
10. Restaurante Universitário;
11. Editora da Universidade Federal do Paraná; e
12. Campus de Palotina.
Os órgãos suplementares são vinculados à Reitoria ou aos setores, nos
termos do Regimento Geral da UFPR, e servem à Universidade nos programas
de ensino, pesquisa e extensão, competindo ao Reitor designar seus diretores.
A UFPR, qualquer tempo, mediante alteração estatutária, poderá criar, suprimir
ou readaptar os atuais órgãos suplementares. Os órgãos suplementares não
têm lotação de pessoal docente, exceto os previstos em Estatuto da UFPR.
A ADMINISTRAÇÃO SETORIAL DA UFPR
O atual Estatuto da Universidade Federal do Paraná, que foi a primeira
etapa da Reforma Universitária aprovada pelo Decreto 6614/70-CFE, de 1970,
modificou sensivelmente a antiga estrutura da Universidade, constituindo e
implantado o Conselho Universitário, o Conselho de Curadores, os Institutos e
as Faculdades com seus respectivos Departamentos. A segunda etapa da
Reforma Universitária, implantada em 1973, modificou novamente a
organização da Universidade, extinguindo os Institutos e as Faculdades e
criando os Setores. Porém esta Reforma manteve os Departamentos como
unidades didático-pedagógicas.
Hoje, a Universidade Federal do Paraná mantém sua configuração
organizacional baseada em Setores e Departamentos. Ao todo são onze
setores, que têm a função de executar, coordenar e fiscalizar as unidades
didático-pedagógicas e de pesquisa das áreas de conhecimento. A seguir,
apresenta-se cada um dos setores da UFPR:
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
O Setor de Ciências Agrárias é constituído por sete Departamentos Economia Rural e Extensão, Fitotecnia e Fitossanitarismo, Solos, Silvicultura e
Manejo, Engenharia e Tecnologia Rurais, Medicina Veterinária e Zootecnia, e
oferece cinco cursos de graduação interdependentes: Engenharia Agronômica,
Engenharia Florestal e Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia Industrial
Madeireira. Conta com 200 professores que lecionam para 2000 alunos. A
eleição para diretor e vice acontece de quatro em quatro anos.
Diretor: Prof. Amadeu Bona Filho
34
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Vice-Diretor: Sidon Keinert Junior.
Endereço: Rua dos Funcionários, 1540 - Juvevê - 80035-050 - Curitiba - PR
Fone: 3350-5800.
Fax: 3350-5652
E-mail: [email protected]
http://www.agrarias.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
O Setor de Ciências Biológicas está localizado no campus do Centro
Politécnico. Sua estrutura organizacional congrega 10 Departamentos:
Anatomia, Biologia Celular, Bioquímica, Botânica, Educação Física,
Farmacologia, Fisiologia, Genética, Patologia Básica e Zoologia. Funcionando
como base de apoio para as atividades desenvolvidas pelos Departamentos,
mantém outras unidades subordinadas: Biotério, Centro de Microscopia
Eletrônica e o Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Animais
Peçonhentos (LIPAPE), o Laboratório Setorial de Microinformática, a Unidade
de Vídeo Ensino e o Museu de Ciências Naturais. A eleição para diretor e vice
acontece de quatro em quatro anos.
Diretor: Prof. José Marcelo Rocha Aranha
Vice-Diretor: Prof. Luiz Cláudio Fernandes
Endereço: Centro Politécnico - Jardim das Américas - Caixa Postal 19031
81531-900 - Curitiba - PR
Fone: (041) 3361-1799 / 3361-1798
Fax: (041) 3266-2042
e-mail: [email protected]
http://www.bio.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
O Setor de Ciências Sociais Aplicadas localiza-se no campus Jardim
Botânico e compreende os cursos de Administração, Ciências Contábeis,
Ciências Econômicas e Gestão da Informação. A eleição para diretor e vice
acontece de quatro em quatro anos.
Diretor: Prof. Vicente Pacheco
Endereço: Av. Prefeito Lothário Meissner, 3400 - Jd. Botânico
CEP: 80210-170 Curitiba-PR.
Fone: (41) 3360-4344
E-mail: [email protected]
http://www.sociais.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS
O Setor de Ciências Exatas é constituído por seis departamentos
didáticos: Expressão Gráfica (Desenho), Estatística, Física, Informática,
Matemática e Química. Além da oferta de disciplinas aos demais cursos de
graduação da instituição, também é responsável pela formação de profissionais
através dos cursos de graduação de Estatística, Física, Informática,
Matemática e Química. A eleição para diretor e vice acontece de quatro em
quatro anos.
35
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Diretor: Prof.ª Silvia Helena Soares Schwab
Vice-Diretora: Prof.ª Soraya Rosana Torres Kudri
Endereço: Edifício da Administração - 3º andar - Centro Politécnico.
81531-990 - Curitiba - PR
Fone: 3361-3293
E-mail: [email protected]
http://exatas.ufpr.br/
SETOR DE EDUCAÇÃO
O Setor de Educação desenvolve as funções universitárias básicas de
ensino, pesquisa e extensão através de atividades voltadas à produção,
sistematização, transmissão e divulgação do conhecimento na área
educacional, tendo como finalidade a formação do profissional da educação. A
eleição para diretor e vice acontece de quatro em quatro anos.
Diretora: Prof.ª Ettiène Cordeiro Guerios
Vice-diretora: Prof.ª Clara Brener Mindal
Endereço: Rua General Carneiro, 460 - 2º andar - Edifício D. Pedro I
80060-150 - Curitiba - PR
Fone: 3360-5141 e 3264-3574 (fone/fax)
E-mail: [email protected]
http://www.educacao.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS JURÍDICAS
O Setor de Ciências Jurídicas oferece os cursos de Graduação,
Mestrado e Doutorado em Direito. A comunidade universitária do Setor tem
acesso à Biblioteca de Ciências Jurídicas cujo acervo é considerado o melhor
do Paraná. Este, composto de 40.237 livros, 462 títulos de periódicos e 506
outros materiais. A eleição para diretor e vice acontece de quatro em quatro
anos.
Diretor: Dr. Luiz Alberto Machado
Vice-Diretor: Prof. João Gualberto Garcez Ramos
Endereço: Praça Santos Andrade, nº. 50.
Direção: 3310-2750 / Fax: 3225-1670
Coordenação do Curso: 3310-2690
E-mail: [email protected]
http://www.direito.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
O Setor de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Paraná
possui cinco cursos: Medicina, Odontologia, Nutrição, Enfermagem e Farmácia,
que apesar de funcionarem de forma autônoma, integram-se
interdisciplinariamente com a finalidade de formar profissionais voltados para a
melhoria das condições de saúde da população. A eleição para diretor e vice
acontece de quatro em quatro anos.
Diretora: Prof.ª Maria Emília Daudt Von der Heyde
Endereço: Rua Padre Camargo, 280 - Alto da Glória - 80.060-240 – Curitiba.
Fone: 3360-7220 / 3360-7234
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Fax: 3362-7598
Portaria: 3360-7235
E-mail: [email protected]
http://www.saude.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES.
O Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, oriundo da antiga
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, fundada em 26/01/1938, foi criado e
instituído a partir de 1973, quando da reestruturação da Universidade Federal
do Paraná. Formado por 10 Departamentos, o Setor de Ciências Humanas,
Letras e Artes engloba áreas que vão da Música às Ciências Sociais, passando
por Turismo e Desenho Industrial. A eleição para diretor e vice acontece de
quatro em quatro anos.
Diretor: Prof.ª Maria Tarcisa Silva Bega
Vice-diretora: Prof.ª Norma da Luz Ferrarini
Endereço: Rua General Carneiro, 460 - Edifício D. Pedro I, 11º andar - Centro
80060-900 - Curitiba - PR
Fone: 3360-5092
E-mail: [email protected]
http://www.humanas.ufpr.br/
SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA
O Setor de Ciências da Terra é constituído pelos Departamentos de
Geomática, Geografia, Geologia e Centros de Estudos do Mar e oferece
graduação em Engenharia Cartográfica, Geologia, Geografia e Ciências do
Mar, além de seis cursos de pós-graduação, três cursos de mestrado e dois de
doutorado. A eleição para diretor e vice acontece de quatro em quatro anos.
Diretor: Prof.ª Chisato Oka Fiori
Vice-Diretor: Prof. Edson Aparecido Mitshita
Endereço: Centro Politécnico - Jardim das Américas – Curitiba - PR
Caixa Postal 19001 - CEP 81531-990
Fone: (41)3361-3133 / (41)3361-3198
Fax: (41)3361-3648
E-mail: [email protected]
http://www.terra.ufpr.br/
SETOR DE TECNOLOGIA
O Setor de Tecnologia é o segundo maior da Universidade em número
de cursos. São oito ao todo. Esse Setor garante a plena formação profissional
de seus 2.668 alunos e a base necessária para prosseguirem em seus estudos
de aperfeiçoamento de alto nível. Além dos cursos de graduação, o Setor
oferece 11 cursos de Especialização, oito cursos em nível de Mestrado e seis
de Doutorado. Para realização de aulas práticas e desenvolvimento de projetos
de pesquisa o Setor de Tecnologia tem vinculado à sua estrutura cinco órgãos
auxiliares, entre Centros de Pesquisas e Laboratórios. A eleição para diretor e
vice acontece de quatro em quatro anos.
Diretor: Prof. Mauro Lacerda Santos Filho
37
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Vice-Diretor: Prof. Wiliam Alves Barbosa
Endereço: Centro Politécnico - Jd. das Américas - Curitiba-PR
Caixa Postal: 19011
CEP: 81531-990 –
Fone: (41) 3361-3497 / 3361-3054
E-mail: [email protected]
http://www.tecnologia.ufpr.br/
A ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO SETORIAL
Os setores organizam-se em departamentos, com o objetivo de
estabelecer o regime de cooperação entre docentes da mesma área de
conhecimento, tendo em vista a maior integração do ensino, da pesquisa e da
extensão universitária.
São órgãos de direção dos setores:
1. O Conselho Setorial; e
2. A diretoria.
Conselho Setorial
O conselho setorial, órgão deliberativo e consultivo das unidades universitárias,
é integrado:
1.
2.
3.
4.
Pelo diretor, seu presidente;
Pelo vice-diretor;
Pelos chefes de departamentos;
Por representantes do corpo discente na proporção de um quinto do
total de membros, desprezada a fração, com mandato anual, permitida
uma recondução, observando o disposto legal.
5. Pelos coordenadores de cursos de graduação;
6. Por um ou dois representantes dos servidores técnico-administrativos, a
critério de cada conselho setorial, eleito(s) com respectivo(s) suplente(s)
diretamente pelos seus pares, para mandato de dois anos; e
7. Por representação(ões) dentre o(s) coordenador(es) do(s) curso(s) de
pós-graduação stricto sensu, conforme definido no regimento setorial.
O representante do setor no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
tem assento no conselho setorial, com direito à voz. Nos conselhos setoriais,
setenta por cento, no mínimo, de sua composição são de docentes.
Direção dos Setores
A diretoria, órgão executivo e de coordenação, fiscalização e
superintendência das atividades das unidades, é exercida pelo diretor. O vicediretor substitui o diretor nas suas faltas e impedimentos. O diretor e vicediretor são nomeados pelo Reitor, escolhidos dentre os indicados pelo
conselho setorial em listas tríplices, compostas com os três primeiros nomes
mais votados em escrutínio único. Apenas podem ser votados os professores
38
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
ocupantes dos cargos dos dois níveis mais elevados da carreira do magistério
superior ou que possuam título de doutor.
Para a organização das listas tríplices serão observados, no que couber,
os mesmos procedimentos utilizados para a elaboração das listas de Reitor e
Vice-Reitor.
O diretor e o vice-diretor de setor têm mandato de quatro anos, permitida
uma recondução ao mesmo cargo, observado o dispositivo legal em vigor.
O Reitor designa o diretor ou o vice-diretor de setor, pro tempore, quando,
por qualquer motivo, estiverem vagos os cargos respectivos e não houver
condições para provimento regular imediato.
São atribuições do diretor:
1. Praticar os atos necessários à administração da área setorial de sua
jurisdição;
2. Aplicar as verbas próprias destinadas ao funcionamento das atividades
setoriais;
3. Fiscalizar os serviços da unidade;
4. Dar cumprimento às determinações do conselho setorial;
5. Convocar e presidir as reuniões do conselho setorial, com direito a voto
e ao voto de qualidade;
6. Ordenar as despesas da unidade;
7. Organizar a proposta orçamentária da unidade, levando em conta os
planos organizados pelos departamentos; e
8. Apresentar, no final de cada exercício administrativo, relatório e
prestação de contas da gestão.
Departamentos
A estrutura administrativa da Universidade Federal do Paraná que dá
suporte às atividades curriculares dos cursos de graduação e de pósgraduação diferencia-se, pois são as estruturas formadas pelos departamentos
que comportam disciplinas e professores. Assim, cursos de graduação e de
pós-graduação requerem aos departamentos as disciplinas que serão
ministradas em seus cursos, bem como os professores que irão lecionar estas
disciplinas. Desta forma, a disciplina de um departamento pode servir a mais
de um curso de graduação, bem como, professores podem lecionar em
diversos cursos.
Existem na UFPR 68 Departamentos que são responsáveis pelos 47
cursos de graduação da instituição. Estes Departamentos são administrados
por Chefes e Vice-Chefes de Departamentos, eleitos pela comunidade
acadêmica. Já os cursos de Graduação, assim como os de Mestrado e
Doutorado, por Coordenadores e Vice-Coordenadores de Curso.
O departamento, subunidade da estrutura universitária para efeito de
organização administrativa, didático-científica e de distribuição de pessoal,
39
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
compreende as disciplinas afins e congregará os docentes respectivos com o
objetivo comum do ensino e da pesquisa.
Integram também os departamentos representantes do corpo discente na
proporção de um quinto do total de membros, desprezada a fração,
regularmente matriculado em disciplinas nele ministradas, escolhidos na forma
da legislação específica, com mandato anual, permitida uma recondução,
observando o disposto legal.
Na criação de Departamentos são atendidos os seguintes requisitos:
1. Agrupamentos de disciplinas afins abrangendo áreas significativas de
conhecimento;
2. Disponibilidade de instalações e equipamentos; e
3. Número de docentes não inferior a quinze e, no conjunto, em proporção
adequada ao desenvolvimento do ensino e da pesquisa na respectiva
área.
A chefia e respectiva suplência de departamento cabem a ocupantes de
cargos da carreira de magistério em exercício, eleitos, em eleições diretas e
secretas, por professores, estudantes e funcionários, nos termos de resolução
própria do conselho universitário, para um período de dois anos, podendo ser
reconduzidos uma vez. Ao suplente compete substituir o chefe nas suas faltas
e impedimentos. Chefe e seu suplente perderão seus mandatos por decisão
de, no mínimo, dois terços dos integrantes do departamento. O Regimento
Geral da UFPR fixa as atribuições dos departamentos.
A ORGANIZAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA
O curso de Agronomia está vinculado ao Setor de Ciências Agrárias da
UFPR que possui mais quatro cursos de graduação interdependentes:
Engenharia Florestal, Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia Industrial
Madeireira. De acordo com a estrutura de funcionamento da UFPR, o Curso de
Agronomia desenvolve as suas atividades dentro de uma autonomia
universitária. A administração máxima do curso cabe ao Coordenador a ao
Colegiado do Curso. Na ausência do Coordenador, o Vice-Coordenador
desempenha as atividades administrativas. Já a administração setorial é
realizada pelo Diretor do Setor e pelo Conselho Setorial.
O mandato para a Coordenação do Curso de Agronomia dura dois anos,
com possibilidade de recondução ao cargo por mais dois anos via eleição
paritária (docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo).
Academicamente, o Curso de Agronomia é composto por 22
Departamentos (Economia Rural e Extensão, Fitotecnia e Fitossanitarismo,
Solos e Engenharia Agrícola, Engenharia e Tecnologia Florestal, Zootecnia,
Ciências Florestais, Anatomia, Botânica, Fisiologia, Genética, Patologia,
Bioquímica, Zoologia, Expressão Gráfica, Estatística, Física, Informática,
Matemática, Química, Geomática, Geologia e Ciências Sociais) de cinco
setores diferentes da UFPR (Ciências Agrárias, Ciências Sociais, Ciências
Biológicas, Ciências Exatas e Ciências da Terra).
40
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
O colegiado de Curso da Agronomia segue o Regimento Geral da
UFPR, que no seu Art. 124 do Capítulo XI diz que o colegiado de curso é órgão
de coordenação didática destinado a elaborar e implementar a política de
ensino nos respectivos cursos e acompanhar a sua execução, ressalvada a
competência do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Esse colegiado de curso é composto por um coordenador, seu
presidente, por um vice-coordenador, por, no mínimo, um docente de cada
Departamento que participe do respectivo ensino e por um quinto da
representação discente.
O funcionamento do colegiado de curso é regido pelas seguintes
competências:
a) Exercer a coordenação geral do curso e fixar as diretrizes do programa
didático e suas disciplinas;
b) Promover a integração dos planos de ensino das várias disciplinas,
elaboradas pelos departamentos, para a organização do programa
didático do curso;
c) Orientar, coordenar e fiscalizar a atividade do curso nas disciplinas que
a integram, aprovando as alterações que julgar necessária;
d) Propor ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão as alterações no
currículo do curso, bem como sugerir normas, critérios e providências
em matéria de competência;
e) Propor a instituição de período especial;
f) Decidir sobre os pedidos de reopção e opinar na transferência,
verificando a equivalência dos estudos feitos e indicando as disciplinas a
serem adaptadas ou dispensadas, ouvidas os departamentos;
g) Decidir pedido de dispensa de disciplina, ouvido o departamento;
h) Compatibilizar os pré-requisitos e co-requisitos estabelecidos pelos
departamentos, a fim de possibilitar a flexibilidade dos currículos e evitar
a seriação do curso;
i) Apreciar representação de aluno em matéria didática;
j) Estabelecer normas ao desempenho dos professores orientadores a
serem designados pelos departamentos;
k) Dispensar das aulas regulares o aluno participante de curso intensivo,
simpósios, seminários, congressos ou aulas extraordinárias, havendo
equivalência nos estudos;
41
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
l) Cumprir as determinações dos órgãos de administração superior e
cooperar com os serviços de ensino e pesquisa;
m) Processar e decidir pedido de revalidação de diploma e certificado
expedido por estabelecimento de ensino superior de país estrangeiro;
n) Instaurar procedimento e propor aplicação de pena disciplinar;
o) Fixar horários das disciplinas ofertadas pelos departamentos, eliminando
coincidências;
p) Exercer outras atribuições previstas em lei, regulamento ou regimento.
O colegiado de Curso reúne-se com a presença da maioria de seus
membros e o comparecimento terá caráter prioritário sobre outras atividades
cuja convocação para a reunião é feita por escrito, com antecedência mínima
de quarenta e oito horas.
As deliberações do colegiado serão tomadas por maioria dos votos dos
membros presentes.
O colegiado de curso da agronomia está em constante articulação com o
colegiado do Setor de Ciências Agrárias, com o Fórum de Coordenadores, com
as Pró-Reitorias, especialmente de Graduação e com o Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão.
6) Sistemas de Informação e Comunicação.
A UFPR e o Curso de Agronomia possuem sistemas de comunicação e
de informação integrados com um suporte de informática que garante
segurança, rapidez e confiabilidade na obtenção da informação.
Com relação ao sistema de comunicação, a Assessoria de Comunicação
e Marketing tem como missão buscar, estruturar e divulgar com qualidade às
informações referentes às ações da Universidade Federal do Paraná e do
Curso de Agronomia para as comunidades interna e externa com o objetivo de
contribuir para a formação do cidadão e desenvolvimento humano do Paraná e
do Brasil.
Dentro dessa perspectiva, o Planejamento de Comunicação para a
Instituição envolve a utilização de diversas formas de comunicação – incluindo
os veículos de comunicação disponíveis na Instituição, os meios externos de
comunicação (mídia em geral, regional e nacional) e materiais de comunicação
que de alguma forma levem para públicos específicos a produção nas áreas de
ensino, pesquisa e extensão da universidade, bem como de todas as demais
que estão intrinsecamente ligadas ao tripé que sustenta a Instituição pública de
ensino superior.
Dessa forma, o Planejamento de Comunicação prevê a utilização do
formato da comunicação adequado à mensagem e ao público que se quer
42
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
atingir, levando em conta os recursos existentes na Instituição e o objetivo que
se quer atingir com a ação. Atualmente fazem parte do processo de
comunicação a utilização dos meios próprios de comunicação:
Notícias da UFPR – jornal impresso mensal;
E-Boletim – boletim eletrônico semanal;
Site da UFPR – espaço exclusivo para notícias diárias;
UFPR TV – com diversos programas; e
UFPR Rádio – rádio-web com espaço para noticiário.
Também os esforços na área de Assessoria de Imprensa, que trabalha
os veículos de comunicação da imprensa regional e nacional.
Aliados ao processo jornalístico para difundir as ações desenvolvidas
pela Instituição, estão as ações da área de Marketing Institucional, que trabalha
a imagem da universidade por meio da promoção de eventos internos e para a
sociedade em geral – como é o caso do “UFPR: Cursos e Profissões. Uma
Feira de Idéias para o seu Futuro”, voltada aos alunos do ensino médio do
Paraná, já na 4ª edição e atendendo 35.000 alunos em 2006; da produção de
peças exclusivas de vestuário e objetos de uso pessoal que levam o nome da
UFPR; do uso correto da marca UFPR, por meio do Manual de Marca; da
produção de materiais institucionais como o Vídeo Institucional, do Perfil UFPR,
do Planejamento Estratégico, entre outros.
A Assessoria de Comunicação e Marketing atua ainda no suporte às
ações desenvolvidas pelas unidades da universidade que necessitam de
auxílio para produção de seus eventos e materiais de divulgação, prestando
assessoramento ou mesmo dando forma final à necessidade apresentada. A
seguir, apresenta-se alguns itens do sistema de comunicação da UFPR e do
Curso de Agronomia.
UFPR Rádio
A Rádio UFPR é a primeira emissora criada exclusivamente para a
Internet – webradio do Estado do Paraná. Com uma comunidade interna de
mais de 30 mil pessoas, a UFPR Rádio é um canal de comunicação ágil,
moderno e versátil, disponibilizando ao internauta muita cultura e informação.
A emissora representa mais uma grande conquista, no sentido de levar
a Universidade Federal do Paraná para mais perto de todos os paranaenses,
assim como, de pessoas em todo o mundo, já que grande parte dos ouvintes
está no exterior. Juntamente com a UFPR TV a rádio da UFPR chega para
exteriorizar o papel social desenvolvido por esta universidade.
A programação experimental reúne os grandes clássicos da Música
Popular Brasileira e as notícias e serviços da UFPR.
Coordenador: José Wille.
Telefone: 3252-9826
E-mail: [email protected]
43
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
UFPR TV
O Pólo de Comunicação da UFPR com 690 m2 possui estúdios de TV,
rádio e laboratório fotográfico funciona no campus de Comunicação Social, no
bairro Juvevê. É nele que se situa o espaço da UFPR TV - unidade da
Assessoria de Comunicação Social, veículo de comunicação da Universidade
que produz material inédito diariamente e os veicula pelos canais 15 da NET e
o 71 da TVA. Por enquanto a programação UFPR TV só está disponível em
canal fechado, via cabo, mas a meta é abrir esta transmissão diária para canal
aberto.
A estrutura atende a produção diária e também aos 350 alunos dos
cursos de Comunicação Social da UFPR. O Pólo de Comunicação do campus
Juvevê tem dois estúdios – um com 120m2 para gravação dos programas que
irão ao ar diariamente e outro de 40m2 exclusivo para os estudantes. A nova
estrutura conta ainda com três câmeras internas e três externas, além de três
ilhas de edição, mesa de áudio e vídeo com dez monitores, geradores de
caracteres e uma unidade externa que permitirá gravações pré-editadas.
Programas da UFPR TV
1. Agenda UFPR – agenda distribuída ao longo da programação;
2. UFPR Informa – informações rápidas em forma de notícias;
3. Universidade Pública, Utilidade Pública – informações de serviços e
atividades da universidade na e para a comunidade;
4. Em Tese – entrevistas sobre teses, dissertações e monografias;
5. Olho Clínico – o mundo da Medicina. Avanços científicos e tecnológicos
a serviço da saúde;
6. Persona – entrevistas com personalidades da universidade e da
comunidade paranaense;
7. Vocação – orientação profissional para vestibulandos;
8. Scientia – temas científicos em desenvolvimento ou desenvolvidos na
UFPR;
9. Caldo de Cultura – programa sobre o universo cultural local;
10. Cobras e Lagartos – talk-show sobre temas da atualidade;
11. UFPR Especial – programas especiais com temas variados.
12. UFPR Hoje – temas ligados aos programas institucionais da UFPR;
13. Palco UFPR – que apresenta os projetos e grupos artísticos da
universidade; e
14. Trocando em Miúdos – programas sobre economia.
Grade de Programação:
Segunda-feira: Olho Clínico e UFPR Hoje
Terça-feira: Scientia, Trocando em Miúdos.
Quarta-feira: Persona e Vocação
Quinta-feira: Caldo de Cultura e Em Tese
Sexta-feira: Cobras e Lagartos, Palco UFPR (primeira semana do mês)
Todos os dias: UFPR Informa; Universidade Pública, Utilidade Pública e
Agenda.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Eventuais: UFPR Especial.
Diretora: Patricia Favorito Dorfman.
Rua Bom Jesus, 650 Cep 80.035-010 Fone: (41) 3313-2002
E-mail: [email protected]
Com relação aos sistemas de informação, tanto a UFPR (www.ufpr.br)
quanto o Curso de Agronomia (www.agronomia.ufpr.br) possuem páginas na
internet. Nestas páginas, é possível consultar qualquer tipo de informação
relativa tanto à Universidade quanto ao Curso de Agronomia. Nestas páginas
da internet, é possível consultar as autoridades, os docentes, os cursos de
graduação e pós-graduação existentes, os projetos de pesquisa e extensão,
informações sobre as disciplinas ofertadas, planos de aula, links relacionados,
publicações digitais, material informativo, acesso às bibliotecas, processo de
matrícula e um conjunto enorme de outras informações importantes à
comunidade acadêmica em tempo real e com custo zero, mostrando a
responsabilidade social da UFPR e do Curso de Agronomia. A seguir,
apresenta-se alguns itens do sistema de informação da UFPR e do Curso de
Agronomia.
Portal da Informação
O Portal da Informação da UFPR (www.portal.ufpr.br) combina as
funções de um catálogo de acesso público de última geração com uma seleção
de bases de dados e links em diversas áreas do conhecimento. É possível
acessar periódicos, teses e dissertações, ter acesso a documentos e às
bibliotecas da Universidade.
7) Regulamentos
Os procedimentos para a eleição, seleção, designação e avaliação de
administradores e funcionários da UFPR e do Curso de Agronomia estão
regulamentados pelo Regimento Geral de UFPR, pelo Estatuto da UFPR e pelo
conjunto das Resoluções da COPLAD, COUN e CEPE (vide
http://www.ufpr.br/soc/).
Toda a atividade desenvolvida na instituição tem embasamento em
regulamentações vigentes criadas pelos órgãos Superiores da UFPR. Todavia,
e em conformidade com os órgãos diretivos da UFPR são publicadas novas
resoluções e normas regulatórias para facilitar o funcionamento institucional.
8) Perfil Acadêmico de Autoridades.
O Perfil das autoridades que administram o Curso de Agronomia é
coerente com o projeto acadêmico do Curso na UFPR. Todos possuem
titulação de Engenheiro Agrônomo com pós-graduação.
O coordenador “Pró-tempore” Decano Prof. Dr. Oswaldo Teruyo Ido é
professor com dedicação exclusiva do Curso de Agronomia. Possui graduação
em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Paraná (1970),
mestrado em Agronomia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal do
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Paraná (1997) e doutorado em Agronomia (Produção Vegetal) pela
Universidade Federal do Paraná (2003).
Professor do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo foi
pesquisador do Instituto do Açúcar e do Álcool, IAA/PLANALSUCAR e hoje
atua principalmente áreas de Agronomia, Fitotecnia, Agricultura Geral, Canade-açúcar, Melhoramento da Cana-de-Açúcar e na Metodologia de Estudos do
Sistema Radicial da Cana-de-açúcar.
É integrante da equipe de colaboradores do Projeto de Pesquisa
"Programa Cana-de-Açúcar para o Estado do Paraná" e "Produção Integrada
de Cana-de-açúcar no Estado do Paraná".
Atualmente coordena mais de 750 alunos de graduação e mais de 100
docentes distribuídos em 22 diferentes Departamentos em 5 Setores da UFPR.
A comissão de Assessoramento do Curso de Agronomia também possui
qualificação adequada com o projeto acadêmico do Curso.
9) Previsão Orçamentária
A UFPR é uma autarquia de regime especial com autonomia
administrativa, financeira, didática e disciplinar, mantida pela União Federal nos
termos da Lei nº. 1.254, de 4 de dezembro de 1950.
Os recursos financeiros da Universidade são provenientes de:
a) Dotações que, a qualquer título, lhe forem atribuídas nos orçamentos da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
b) Doações e contribuições, a título de subvenção, concedidas por
autarquias ou quaisquer pessoas físicas ou jurídicas;
c) Renda da aplicação de bens e valores patrimoniais;
d) Retribuição de atividades remuneradas de seus órgãos;
e) Taxas, contribuições e emolumentos;
f) Rendas eventuais e;
g) Preços dos seus serviços e assistência.
O exercício financeiro da Universidade coincide com o ano civil. O
orçamento da Universidade é uno. É vedada a retenção de renda, para
qualquer aplicação, a qualquer título, por parte das unidades universitárias e
órgãos suplementares, devendo o produto de toda a arrecadação ser recolhido
ao órgão central da tesouraria e escriturado na receita da Universidade. O
orçamento da Universidade consigna às unidades universitárias e órgãos
suplementares dotações globais, cuja discriminação será feita por
departamento.
No decorrer do exercício podem ser abertos créditos adicionais, quando o
exigirem as necessidades do serviço, mediante proposta justificada da unidade
universitária ao Reitor, que a submetem ao Conselho Universitário.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Os créditos suplementares provem os serviços como reforço, em virtude
de manifesta insuficiência de dotações orçamentárias, e os créditos especiais,
os objetivos não computados no orçamento.
Mediante proposta da Reitoria ou de qualquer dos seus membros, o
Conselho Universitário pode criar fundos e programas especiais, destinados ao
custeio de determinadas atividades ou programas específicos, cabendo a
gestão de seus recursos ao Reitor ou a quem ele delegar poderes.
Os fundos especiais criados de acordo com o parágrafo anterior, cujo
regime contábil é o de gestão, podem ser constituídos por dotações para tal fim
expressamente consignadas no orçamento da Universidade, por parcelas ou
pela totalidade do saldo do exercício financeiro e por dotações regularmente
aceitas.
Os saldos verificados no encerramento do exercício financeiro são
levados à conta do fundo patrimonial da Universidade ou, a critério do
Conselho Universitário, poderão ser, no todo ou em parte, lançados nos fundos
legais previstos.
10) Financiamento
A UFPR e o Curso de Agronomia são financiados quase que na sua
totalidade por fundos públicos federais, por emendas parlamentares, por
recursos da Fundação Araucária e demais formas de captação existentes que
em 2009 atingiram cifras de R$ 516,9 milhões.
Tais fundos estão previstos na Lei Orçamentária do Governo Federal
para o ano de 2010. O Orçamento do Ministério da Educação (MEC) no PLOA
2010 prevê um acréscimo de 17,8% sobre o orçamento autorizado para 2009,
o que perfaz R$ 48,9 bilhões. 46% deste orçamento será utilizado para o
pagamento de pessoal e encargos trabalhistas.
No Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPR (PDI 2007/2010)
está orçado um plano de investimento que prevê R$ 2,3 milhões para obras,
equipamentos, acervo e espaço físico em bibliotecas da UFPR; R$ 3,2 milhões
para infra-estrutura (PDINFRA), treinamento TIC e mentoring e PQS
qualificação e capacitação de servidores; R$ 15,4 milhões para ensino,
pesquisa, extensão e cultura e R$ 1,75 milhão para responsabilidade social.
Desta forma, verifica-se que o financiamento das atividades acadêmicas,
do pessoal técnico-administrativo, e para os planos de desenvolvimento,
expansão da infra-estrutura, laboratórios e bibliotecas está garantido, de modo
que o funcionamento futuro da instituição está garantido.
11) Admissão
Os mecanismos de admissão dos docentes e do pessoal técnicoadministrativo na UFPR e por conseqüência no Curso de Agronomia estão
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
claramente explicitados no Regimento Geral de UFPR, no Estatuto da UFPR e
no conjunto das Resoluções da COPLAD, COUN e CEPE.
O plano de carreira é fixado por lei em todas as Instituições Federais de
Ensino Superior (IFES) como a UFPR. Na admissão na carreira, também, o
processo é normalizado por lei, na forma de concurso público de provas e
títulos para qualquer Instituição pública, podendo variar um pouco nos critérios
específicos. De uma forma geral as provas são: escrita (demonstração de
conhecimento); didática (habilidade de transmitir conhecimento); títulos
(histórico de trabalho e estudos na área do concurso) e, se for o caso, prova
prática (demonstração de habilidade manual e técnica na área de
conhecimento). No caso da contratação de profissionais temporários o teste é
um simplificado, constituindo-se da avaliação dos títulos e prova didática,
podendo ou não haver as outras provas.
Mantendo em mente a qualificação do quadro docente e a eliminação da
necessidade de qualificação futura, a UFPR tem como práxis o estímulo à
exigência de titulação mínima de doutor e o regime de trabalho de Dedicação
Exclusiva para os concursos realizados, excetuando-se casos devidamente
justificados.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
Na UFPR e no Curso de Agronomia a realização das atividades
acadêmicas, de pesquisa e de extensão se desenvolve de forma adequada
com a atual estrutura existente, evidenciando a coerência entre a
administração universitária, a estrutura organizacional, a estrutura de gestão,
os mecanismos de participação da comunidade e os objetivos do projeto
acadêmico.
Os sistemas de informação e comunicação são bastante adequados e
informatizados, o que permite a toda a comunidade universitária e o público em
geral obter informações atualizadas em tempo real e com custo zero. Desta
forma, os mecanismos de comunicação e de difusão podem ser considerados
bastante eficazes.
Os procedimentos para a eleição, seleção, designação e avaliação da
administração e do pessoal técnico-administrativo estão respaldados pela
regulamentação vigente.
O perfil acadêmico dos responsáveis pelo Curso de Agronomia da UFPR
está plenamente coerente com o projeto acadêmico.
As previsões orçamentárias, bem como o seu exercício financeiro estão
claramente dispostas no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPR (PDI
2007/2010).
A UFPR e o Curso de Agronomia são financiados quase que na sua
totalidade por fundos públicos federais de custeio e manutenção, o que garante
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
as atividades acadêmicas, a manutenção do pessoal técnico-administrativo e o
desenvolvimento de planos plurianuais de manutenção, expansão de infraestrutura, laboratórios e bibliotecas.
Pela forte expansão de novos cursos e ofertas de vagas, a UFPR
claramente necessita de maiores previsões orçamentárias no sentido de
ampliar e melhorar ainda mais a infra-estrutura, adquirir mais equipamentos de
laboratório, insumos, material didático e outros aspectos importantes.
Atualmente, os recursos financeiros são insuficientes para ampliar a infraestrutura e adequá-la as reais necessidades da UFPR.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar cumprindo os estatutos e resoluções da UFPR e incentivar
cada vez mais a participação ativa da comunidade universitária na planificação
e avaliação do projeto acadêmico. É necessário fazer com que os sistemas de
comunicação e informação administrativos e acadêmicos se tornem cada vez
mais acessíveis a toda a comunidade universitária. É preciso haver um
processo mais dinâmico de atualização das bases de dados. É preciso também
continuar havendo um uso mais eficiente dos recursos econômicos a fim de
garantir o financiamento de todas as atividades acadêmicas.
DIMENSÃO I – CONTEXTO INSTITUCIONAL
Componente: Sistemas de Avaliação do Processo de Gestão.
12) Informações do Curso.
Conforme descrito no item 6, página 42, do “sistema de informação e
comunicação”, dentro do componente “Organização, governo, gestão e
administração do curso” (Dimensão 1), tanto a UFPR quanto o Curso de
Agronomia possuem um sistema de informação acessível, válido e atualizado
através da INTERNET e INTRANET. Todos os sistemas acadêmicos e
administrativos são administrados pelo SIE (Sistema de Informações para o
Ensino), o que permite uma agilidade no processo de gestão e busca de
informação.
O Sistema de Informações para o Ensino (SIE) é um sistema
integrado de gestão desenvolvido pela UFSM e em utilização na UFPR desde o
ano de 2003. O SIE é composto por 10 módulos: a) SIE Acadêmico
(Graduação, Pós-graduação, Ensino médio e Ensino técnico; b) SIE
Administração Orçamentária e Financeira; c) SIE Central de Atendimento; d)
SIE Recursos Humanos; e) SIE Serviços Gerais; f) SIE Protocolo e Controle de
Processos; g) SIE Informações Gerenciais; h) SIE Legislação; i) SIE
Administração do Sistema e j) SIE Biblioteca. Além do SIE, existem outros
portais de informação disponíveis para a comunidade universitária.
Um exemplo disto é o Guia de Fontes, criado para facilitar o acesso aos
pesquisadores e as suas pesquisas. A Pró-Reitoria de Pesquisa e PósGradução, por meio da sua Coordenadoria de Pesquisa, criou esta ferramenta
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
que relaciona os pesquisadores da instituição e sua produção acadêmica
(http://webapps.ufpr.br/fontes_consulta/).
Outro exemplo é o Portal de Relacionamento, principal porta de entrada
da Universidade Federal do Paraná, no Portal são encontradas informações
para os visitantes de Como, Onde, Quando e a Quem deve-se procurar para
apresentar as suas demandas. O Portal abriga o Escritório de Transferência de
Tecnologia, que atende empresários e dirigentes de instituições
governamentais e não governamentais na efetivação de parcerias com vistas
ao desenvolvimento de produtos e processos de interesse ao desenvolvimento
regional (http://www.relacionamento.ufpr.br/portal/).
O Portal da Informação da UFPR combina as funções de um catálogo de
acesso público de última geração com uma seleção de bases de dados e links
em diversas áreas do conhecimento. São muitas as possibilidades de acessos
a materiais, seja do acervo da própria UFPR, seja de outras bibliotecas
nacionais e internacionais. Estas informações estão disponibilizadas
digitalmente para a comunidade em geral e para aqueles que são cadastrados,
há a possibilidade de acessar uma parte exclusiva do site com funções
específicas (www.portal.ufpr.br/).
O Portal do Aluno da UFPR tem por objetivo permitir a matrícula
eletrônica via internet de todos os alunos, além de fornecer o cronograma e a
carga horária didática a ser cursada em determinado semestre letivo.
(https://www.portaldoaluno.ufpr.br/).
As informações relativas ao Curso de Agronomia da UFPR podem ser
obtidas no endereço eletrônico: www.agronomia.ufpr.br/. Assim, verifica-se
que existem informações institucionais e acadêmicas suficientes, válidas,
acessíveis e atualizadas, que permitem uma adequada gestão do curso.
13) Avaliação Contínua.
Em seus noventa e oito anos de existência a Instituição tem
experimentado diferentes enfoques e práticas gerenciais e de avaliação, frutos
de mudanças conjunturais internas e externas. A velocidade das
transformações sociais e a rápida evolução do conhecimento têm demandado
uma mudança no perfil da Instituição, provocando uma expansão na oferta de
cursos e melhorias nos serviços prestados pela Instituição.
Nos últimos anos, a UFPR tem buscado um processo de avaliação
integrado que analise toda a Instituição, que resulte na melhoria constante da
qualidade da formação, produção de conhecimento e da extensão realizadas
na UFPR. A avaliação institucional deve possibilitar a construção de um projeto
acadêmico sustentado por princípios como a gestão democrática e a
autonomia, que visam a consolidar a responsabilidade social e o compromisso
científico-cultural da instituição.
A Comissão Própria de Avaliação responsável pela Autoavaliação tem
realizado periodicamente reuniões de trabalho, participado em eventos
50
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
regionais e nacionais sobre Avaliação, acompanhado a temática no panorama
nacional, com troca de informações e experiências com outras instituições e
elaboração de proposta de trabalho, em discussão na comunidade, e está
preparando a operacionalização do processo.
Por meio da avaliação é possível identificar estratégias, instrumentos e
ações institucionais necessárias para a formulação de políticas acadêmicas de
mais largo alcance e, ao mesmo tempo, fornecer subsídios para a necessária
prestação de contas à sociedade. Nesse sentido, a avaliação institucional é um
processo por meio do qual não só a universidade se conhece, como se torna
conhecida por outros setores da sociedade.
A participação dos membros da comunidade acadêmica é componente
importante desse processo, bem como a promoção da articulação entre
avaliação, planejamento e o processo de tomada de decisões, que torne
possível que a avaliação institucional atue efetivamente como instrumento de
mudança e correção de rumos.
14) Autoavaliação.
A Autoavaliação é um processo contínuo por meio do qual uma
instituição constrói conhecimento sobre sua própria realidade, buscando
compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a
qualidade educativa e alcançar maior relevância social. Para tanto, sistematiza
informações, analisa coletivamente os significados de suas realizações,
desvenda formas de organização, administração e ação, identifica pontos
fracos, bem como pontos fortes e potencialidades, e estabelece estratégias de
superação de problemas. A proposta de Autoavaliação da UFPR e do Curso de
Agronomia apóia-se na Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES.
O resgate histórico mostra que a avaliação está associada a um
referencial de qualidade, e, nos diferentes modos de compreensão, fez parte
das lutas do Movimento de Docentes das Universidades Brasileiras desde a
década de 60.
Em 1987 foi criado um grupo encarregado de elaborar o projeto de
melhoria da qualidade do ensino de graduação, habilitando a UFPR junto ao
PADES/MEC – Programa de Apoio e Desenvolvimento do Ensino Superior. A
então denominada PREP - Pró-Reitoria de Ensino e Pesquisa - deu os passos
iniciais para a sistematização de ações avaliativas que se desenvolviam no
interior da Universidade e para a configuração de um projeto políticopedagógico que viesse a estabelecer uma efetiva relação entre Universidade e
Sociedade.
Em 1988 foi designada pela PREP a primeira Comissão de Avaliação da
UFPR, incumbida de organizar e estimular o processo de avaliação no âmbito
da instituição, tendo a graduação como eixo condutor. Tinha como objetivos
gerais:
51
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
•
•
•
Trazer para a Universidade os resultados do debate nacional sobre a
avaliação;
Criar espaço necessário para o desencadeamento do processo de
avaliação de forma sistemática; e
Traçar, explicitar e debater diretrizes para avaliação institucional.
Neste período foram delineadas as diretrizes básicas e promovidos
encontros e seminários sobre avaliação, além de editados a série Cadernos de
Avaliação e divulgados documentos e textos sobre o tema.
A institucionalização do Processo de Avaliação ocorreu com a inserção
da avaliação institucional no Plano de Ação da Gestão 1990/1994, ocasionando
um grande impulso às ações que vinham se desenvolvendo. Deste modo, a
avaliação institucional, entendida como condição para o desenvolvimento
qualitativo do ensino superior, passou a ser empreendida no período em
questão sob a forma de processo envolvendo três aspectos associados: o
projeto pedagógico, a estrutura curricular e o desempenho acadêmico dos
docentes. Sem representar prejuízo para as demais áreas do conjunto
universitário, a ênfase no ensino de graduação demonstrou ser uma opção
viável para o estabelecimento de uma cultura avaliativa que, aos poucos, se
disseminava.
Em função da divulgação e participação em encontros nacionais, o
processo de avaliação desenvolvido neste período na UFPR configurou-se
como uma das referências significativas na área, o que veio a se constituir em
oportunidades efetivas de intercâmbio com as demais instituições universitárias
brasileiras, contribuindo para a consolidação da proposta nacional de
avaliação. A UFPR participou da elaboração da referida proposta, explicitada
em 1993 no documento “Avaliação das Universidades Brasileiras”, base do
PAIUB – Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras,
que veio a ser implantado a partir de 1994.
A partir das ações iniciais de avaliação, foram estabelecidas as
seguintes metas:
•
•
•
•
•
•
Consolidação e expansão da avaliação dos cursos e reestruturação
curricular, abrangendo as dimensões interna e externa da Universidade;
Avaliação do conjunto dos cursos noturnos sob a ótica da relação
educação e trabalho;
Avaliação do docente pelo discente na perspectiva da avaliação das
disciplinas, a partir de experimento piloto que se expandiu para todos os
cursos;
Autoavaliação
docente
como
decorrência
da
análise
do
previsto/realizado em relação aos Planos Individuais de Trabalho;
Avaliação do desempenho docente envolvendo atividades-fim e de
administração, com vistas à progressão na carreira;
Avaliação da carga de trabalho docente através da análise dos planos
departamentais e dados disponíveis no Departamento de Assuntos
Acadêmicos;
52
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
•
•
•
Desenvolvimento de um sistema de avaliação da produtividade docente
em ação conjunta e integrada entre as instâncias competentes (próreitorias, Conselho de Ensino e Pesquisa e CPPD – Comissão
Permanente de Pessoal Docente);
Avaliação do desempenho técnico-administrativo; e
Avaliação da gestão financeira.
A partir de 1994 a avaliação passou a abranger todos os aspectos da
vida universitária, tendo como pressuposto a interação entre planejamento
institucional e avaliação enquanto elementos orientadores da tomada de
decisão. A Comissão de Avaliação Institucional, redimensionada em sua
composição e redefinida em suas atividades, ficou vinculada ao gabinete da
Reitoria, com a garantia do compromisso da administração superior da
Universidade. Com o advento do PAIUB, a Comissão passou à elaboração e
coordenação do Projeto de Avaliação Institucional da UFPR biênio 94-95. Os
objetivos gerais estabelecidos para o período foram:
•
•
•
•
•
•
Intensificar a discussão com a comunidade universitária, sensibilizandoa para uma participação mais efetiva no processo de avaliação;
Dar seqüência ao processo de avaliação do ensino de graduação na
perspectiva de avaliação dos cursos, considerando os indicadores
internos e os externos;
Consolidar o Banco de Dados sobre o ensino de graduação e o sistema
de avaliação da produtividade docente, adequando as informações aos
parâmetros estabelecidos pelo PAIUB;
Reorganizar a estrutura institucional para o planejamento, a
implementação e o acompanhamento do projeto de avaliação
institucional;
Adequar a metodologia às exigências do modelo nacional; e
Descentralizar o controle e acompanhamento das ações desenvolvidas
em termos de avaliação dos docentes pelos discentes, avaliação da
força de trabalho docente e do pessoal técnico-administrativo, avaliação
da produção acadêmica e avaliação da execução dos programas de
gestão.
A partir das necessidades detectadas pela avaliação institucional foram
implantadas medidas saneadoras como:
•
•
•
•
•
Incentivo à formação de grupos de estudo;
Promoção de assessoramento didático-pedagógico;
Criação do Fórum Permanente de Coordenadores de Cursos de
Graduação;
Desenvolvimento de projeto para os cursos de licenciatura em
articulação com o PROLICEN/MEC - Programa das Licenciaturas; e
Desenvolvimento de projeto para os laboratórios de ensino em
articulação com o PROGRAD/MEC - Programa de Graduação.
A expansão do processo de avaliação ocorreu com o Projeto de
Avaliação Institucional para o biênio 1996-97, tendo como norte o PAIUB. Entre
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
outros, os resultados até então obtidos apontavam para a necessidade de
aprofundamento em questões desafiadoras como o aperfeiçoamento das
formas de ingresso na graduação e na pós-graduação, bem como as condições
de mobilidade e permanência do corpo discente.
Como integrante da AUGM – Associação de Universidades Grupo
Montevidéu, a UFPR passou a coordenar neste âmbito o Núcleo Disciplinar
“Avaliação Institucional”, abrindo perspectivas para o intercâmbio de
experiências e possibilidades de realização da avaliação externa.
Durante praticamente três gestões administrativas (1986-90; 1990-94;
1994-98), as ações se desenvolveram num movimento crescente de
valorização e se caracterizaram pela continuidade e expansão. Durante esse
período, o cerne principal foi o ensino de graduação, mas paulatinamente
foram sendo agregadas novas visões, não só nas áreas-fim como também nas
áreas-meio.
O processo institucional de avaliação foi interrompido no período de
1998 a 2002, em função da mudança de orientação na gestão da UFPR,
quando as ações ganharam novamente as características de ações isoladas e
fragmentadas. Foi perdido com isto o elo de uma corrente que indicava um
processo contínuo de auto-conhecimento e um amplo campo para análises e
estudos calcado em análises sistemáticas do cotidiano da vida universitária.
Na retomada efetiva do processo de avaliação, foram realizados os
eventos: Seminário Internacional de Avaliação Institucional da Educação
Superior e Seminário Interno sobre Avaliação Institucional. Foram lançados
para a comunidade interna da UFPR os Cadernos de Avaliação Institucional Série Estudos e socializados com a comunidade paranaense no dia 19 de
dezembro de 2002 no Auditório da Reitoria. Dentre outras ações, foi
reformulada a avaliação do docente pelo discente na perspectiva da avaliação
das disciplinas, utilizando o sistema on-line INTRANET.
A UFPR e o Curso de Agronomia buscam construir uma cultura de
avaliação na qual a participação seja a palavra-chave no processo de autoconhecimento e culmine no aumento da qualidade da formação dos seus
alunos e dos seus serviços prestados à sociedade.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
Existem na UFPR e no Curso de Agronomia diferentes vias de acesso à
informação institucional e acadêmica que servem de apoio ao processo de
gestão do curso. Todo acesso à informação ocorre de maneira informatizada
via internet ou intranet, permitindo que a comunidade acadêmica em tempo real
e com custo zero busque as informações que necessite.
Existem também diversos mecanismos para o controle e gestão
acadêmico-institucional.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
A UFPR tem buscado um processo contínuo de avaliação integrado que
analise toda a Instituição, que resulte na melhoria constante da qualidade da
formação, produção de conhecimento e da extensão realizadas.
A proposta de Autoavaliação da UFPR e do Curso de Agronomia apóia-se
em Lei e ocorre desde o ano de 1987. Ela tem permitido uma melhora
constante no tempo, além de facilitar o planejamento estratégico da instituição.
Como aspecto desfavorável, cita-se a dificuldade que se tem em manter
atualizados os sistemas de informática (hardware e software), dada a dinâmica
de evolução dos mesmos.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Manter e melhorar os sistemas de informação acadêmica e institucional
com o objetivo de tornar o processo de gestão mais eficiente. Deve-se também
dar continuidade aos mecanismos permanentes de avaliação dos diferentes
níveis de gestão, bem como desenvolver o conjunto de ações previstas no
plano de desenvolvimento institucional.
DIMENSÃO I – CONTEXTO INSTITUCIONAL
Componente: Políticas e Programas de Bem Estar Institucional.
15) Bolsas de Estudo e Supervisão Curricular.
Com o intuito de garantir aos estudantes as condições mínimas
necessárias à permanência e conclusão do curso de graduação, de acordo
com a Resolução 31/09-COPLAD, a UFPR, via a Pró-Reitoria de Assuntos
Estudantis (PRAE) mantém um Programa de Assistência Estudantil. Uma das
modalidades de Apoio é o Programa PROBEM (http://www.prae.ufpr.br/).
O Programa de Benefícios Econômicos para Manutenção –
PROBEM é voltado os estudantes de graduação e profissionalizante, com
fragilidade sócio-econômica, o programa visa proporcionar o apoio financeiro
ao estudante com objetivo de garantir sua permanência e qualidade de
formação na UFPR através das seguintes modalidades de bolsas:
a) Bolsa Permanência: com caráter sócio educativo, a bolsa permanência
consiste no apoio financeiro ao estudante de graduação e ensino
profissionalizante com fragilidade sócio-econômica, visando garantir as
condições básicas necessárias a sua continuidade na vida acadêmica.
O cadastramento na PRAE, para participar da seleção da Bolsa
Permanência, um dos Benefícios do PROBEM - Programa de Benefícios
Econômicos para Manutenção - é feito anualmente no mês de março, com o
acompanhamento semestral do rendimento escolar dos bolsistas, que deverão
ter aprovação mínima de 75% das disciplinas em que estão matriculados,
critério para permanência na Bolsa.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Para fazer a inscrição, que possibilitará que o interessado participe do
Processo Seletivo para a Bolsa, é necessário o preenchimento do Cadastro de
Atendimento ao Estudante, em um mesmo cadastro o aluno pode participar da
seleção de outros Benefícios do PROBEM, desde que seja manifestado o
interesse por parte do acadêmico.
b) Bolsa Refeição: consiste em garantir, aos estudantes de graduação e
ensino profissionalizante, com fragilidade socioeconômica, o subsídio de 100%
nas refeições realizadas nas Unidades do Restaurante Universitário – RU
Central, Agrárias e Politécnico.
c) Bolsa Moradia: através de convênios entre a UFPR e instituições de
Moradia Estudantil, são disponibilizadas vagas aos estudantes de graduação e
ensino profissionalizante, cujas famílias moram fora de Curitiba e que
apresentem fragilidade sócio-econômica, de fora de Curitiba.
d) Bolsa Mobilidade Acadêmica: visa garantir o apoio logístico e financeiro
aos estudantes com fragilidade sócio-econômica que tenham interesse em
vivenciar um período em outra instituição de ensino Superior.
Com o objetivo de estimular a ciência e a tecnologia, a UFPR possui o
Programa de Iniciação Científica que é regulamentado por resolução do
CEPE. O programa segue a concepção do Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica, mas a UFPR também participa com recursos para
pagamento de bolsas. A cada ano a PRPPG, através do Comitê de Iniciação
Científica da UFPR, publica o EDITAL (caderno de normas) que rege o
programa. Dentre as modalidades de programas e bolsas disponíveis aos
alunos cita-se:
a) Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação (PIBITI). Este programa foi criado para estimular os
estudantes do ensino superior ao desenvolvimento e transferência de novas
tecnologias e inovação. É regido pela Resolução Normativa 017/2006 do CNPq
(http://www.cnpq.br/normas/rn_06_017.htm).
b) Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). O
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC é um
programa voltado para o desenvolvimento do pensamento científico e iniciação
à pesquisa de estudantes de graduação do ensino superior.
c) Programa de iniciação científica da UFPR (IC-UFPR). O programa busca
incentivar a participação dos estudantes de graduação da UFPR em projetos
de pesquisa, para que desenvolvam o pensamento e a prática científicos com a
orientação de pesquisadores qualificados. O programa de iniciação científica
da UFPR se desenvolverá em duas modalidades, não-remunerada (voluntária)
e remunerada (bolsista).
Com a finalidade de estimular a extensão universitária a UFPR possui
também o Programa de Bolsa Extensão, cujas atividades são regidas pela
Resolução nº. 70/08-CEPE. A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura via a
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
coordenadoria de extensão é responsável pela orientação, coordenação,
supervisão e certificação das ações extensionistas realizadas pelas diferentes
unidades administrativas que compõem a Universidade Federal do Paraná –
UFPR.
Além da ajuda econômica na forma de bolsas, a UFPR possui o
Programa de Apoio Psicossocial. Desenvolvido pela Unidade de Apoio
Psicossocial este programa está baseado na atuação de uma equipe
interdisciplinar (psicólogos, pedagogos e assistentes sociais), voltada a
identificar, orientar e encaminhar os estudantes que demandam de uma
atenção especial da Instituição.
Desta forma, verifica-se que todos os alunos da UFPR e do Curso de
Agronomia podem ter acesso a estes programas de apoio. Os formulários e
resoluções que regem estas bolsas podem ser obtidos via internet, o que
facilita e agiliza as solicitações.
16) Ações de Ajuda aos Estudantes.
A UFPR e o Curso de Agronomia realizam ações que ajudam o
estudante. Atualmente existe disponibilidade de auxílio saúde médica e
odontológica, espaço próprio dos alunos no Centro Acadêmico, áreas para
desportos, lanchonetes, além de um conjunto de programas de bem estar e
apoio psicossocial que será discutido adiante.
Existe também a semana de Recepção dos Calouros que é programada,
organizada e acompanhada pelas Comissões Setoriais e DCE, com o apoio da
Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PRAE e Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD. As comissões setoriais são constituídas por representantes da
direção do setor, das coordenações de curso e centros acadêmicos.
Durante a Semana de Recepção dos Calouros será reservado um
espaço para a realização do “Rito de Passagem” - Trote Humano, que
compreenderá um conjunto de atividades de natureza acadêmica, científica,
artística, cultural, esportiva, recreativa, compatíveis com o ambiente
universitário e a critério das comissões setoriais. As atividades serão
desenvolvidas nos espaços da UFPR, monitoradas pela equipe de servidores
designada pelas comissões setoriais.
No caso específico da Agronomia, a Coordenação do Curso e o Centro
Acadêmico de Agronomia preparam atividades de recepção aos alunos
ingressantes e apresentam o curso.
Professores de cada um dos Departamentos que lecionam para o curso
proferem palestras explicando como o departamento e as disciplinas se
inserem no curso. O Coordenador apresenta as resoluções que regem o
discente, explica os direitos e deveres e as características gerais do curso.
Neste período, acontecem visitas a todas as unidades da UFPR.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
17) Programas de Promoção.
A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura responsabiliza-se manter os
diversos grupos artísticos da UFPR, seus espaços culturais e teatros
universitários. Os trabalhos em parceria com as comunidades, organizações
sociais e instituições públicas e privadas também têm possibilitado o
cumprimento da função social da Universidade. Já a Pró-Reitoria de Assuntos
Acadêmicos responsabiliza-se por oferecer a comunidade outros tipos de
programas de promoção. Dentre os principais programas e atividades de
promoção da cultura na UFPR, cita-se:
Programa de Domínio de Língua estrangeira: visa garantir curso de línguas
de forma gratuita aos estudantes selecionados de acordo com os critérios préestabelecidos.
Programa de Informática Básica: visa garantir curso de informática básica de
forma gratuita aos estudantes selecionados de acordo com os critérios préestabelecidos.
Programa de Apoio aos Eventos Estudantis: consiste no apoio financeiro e
de logística para a realização e participação em eventos locais, estaduais e
nacionais, de natureza acadêmica, científica, cultural, esportiva. Além disso, os
estudantes têm a oportunidade de participar da organização de eventos de
integração estudantil por eles propostos.
Grupos Artísticos: os Grupos Artísticos apresentam duas temporadas oficiais
de espetáculos nos espaços culturais da UFPR. São eventos gratuitos, com
excelência artística e direcionados a um público heterogêneo. Além das
temporadas oficiais, os Grupos Artísticos também se apresentam em diversos
espaços dentro e fora da UFPR, sempre assumindo a função de pesquisa e
difusão artística. A participação nos Grupos Artísticos da UFPR é aberta a
alunos, servidores técnico-administrativos, professores e pessoas da
comunidade externa, o que se configura como uma possibilidade democrática
na experiência com linguagens artísticas, independente do vínculo com a
Universidade.
Coral da UFPR: o Coral da UFPR foi fundado em 17 de outubro de 1958, pelo
Maestro Mário Garau, por ocasião da inauguração do Teatro da Reitoria e
atualmente, é composto por 60 integrantes. Desde 1988, o principal objetivo
dos orientadores do Coral tem sido com a formação individual do elenco,
preocupação que permite o acompanhamento mais sólido de cada cantor e o
ensino e pesquisa de Técnica Vocal, Canto e Interpretação.
Curso de Dança Moderna da UFPR – CDM: Ligado à Téssera Companhia de
Dança da UFPR, o Curso de Dança Moderna da UFPR – CDM – desenvolve
um trabalho de pesquisa, produção e transmissão de conhecimentos
exclusivos da dança moderna. Aberto a toda a comunidade da UFPR e
também à comunidade externa com idade a partir dos nove anos, o CDM é um
centro de excelência no ensino de dança, que traduz o papel da Universidade
Pública oferecendo ensino de qualidade, de forma democrática e gratuita e
estabelecendo as relações entre a teoria e a prática.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Grupo de MPB da UFPR: O Grupo de MPB nasceu em 1994 a partir do desejo
de integrantes do Coral da UFPR de cantar música brasileira. É formado por
profissionais e estudantes da comunidade interna e externa à Universidade. O
Grupo de MPB comunga o propósito de pesquisar e difundir a música brasileira
e, ao mesmo tempo, explorar e aprimorar as possibilidades da voz como
recurso artístico.
Festival de Inverno da UFPR: Desde sua primeira edição, o Festival de
Inverno da UFPR propicia a abertura de um espaço alternativo de
aprendizagem, prática, reflexão crítica, apreciação e produção artístico-cultural,
numa verdadeira articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Busca,
também, formas diferenciadas de socializar o conhecimento artístico em
ambientes diferentes do acadêmico formal, num processo de integração com
os mais variados segmentos da sociedade, bem como a descoberta e o
aprofundamento da dimensão estética, servindo como elo entre as mais
variadas áreas artísticas. Ocorrendo principalmente durante dez dias do mês
de julho, o Festival de Inverno da UFPR teve 18 edições ininterruptas e
constitui-se como atividade única na Região Sul, onde oficinas, exposições e
espetáculos são direcionados tanto para pessoas experientes quanto para
iniciantes nas áreas artísticas.
Festival da Canção da UFPR: O Festival da Canção da UFPR nasceu de um
antigo sonho de resgate dos lendários festivais dos anos 60/70, que tinham
como objetivos principais a descoberta de novos talentos e a valorização da
música popular brasileira. Em todas as suas edições, contou com o
envolvimento efetivo de professores, técnicos e estudantes da UFPR que
participaram como compositores, intérpretes ou ouvintes. Torcidas amistosas
se formaram para prestigiar os novos talentos musicais que surgiam,
conferindo à competição um clima de saudável concorrência e
confraternização.
Museu de Arte da UFPR – MusA: O Museu é um espaço dedicado à
promoção de um contato reflexivo da comunidade universitária e comunidade
externa com as artes visuais. Como instituição museológica universitária, o
MusA se fundamenta no tripé Ensino – Pesquisa – Extensão, configurando-se
enquanto local onde a experiência acadêmica se constrói por meio do contato
com a comunidade externa, tendo a arte como veículo estético.
Teatro da Reitoria: A Universidade Federal do Paraná possui dois espaços
cênicos: o Teatro da Reitoria e o TEUNI – Teatro Experimental da UFPR. O
primeiro, localizado no centro de Curitiba, é um importante marco da
arquitetura modernista brasileira e foi inaugurado em 17 de outubro de 1958,
durante a ‘Semana de Cultura’. Com capacidade para 700 pessoas, o Teatro
da Reitoria recebe, anualmente, um público de cerca de 100.000 pessoas e
atende as comunidades universitária e externa. Esse teatro tem como objetivo
sediar atividades oficiais da UFPR, além de oferecer uma intensa programação
cultural. As atividades oficiais compreendem formaturas, assembléias,
congressos, simpósios e aulas inaugurais. A programação cultural diz respeito
a espetáculos, concertos e shows apresentados por relevantes grupos
artísticos da Universidade e do cenário cultural brasileiro.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Teatro Experimental da UFPR - TEUNI, por sua vez, foi criado segundo a
concepção de teatro Black-Box, para abrigar exposições convencionais e nãoconvencionais, peças teatrais, espetáculos de dança, recitais de poesia,
workshops, shows de rock ou concertos de música erudita, além de cinema e
vídeo. Localizado dentro do Prédio Histórico da UFPR, na Praça Santos
Andrade, esse espaço cênico tem capacidade para receber 85 pessoas,
dispostas em uma platéia móvel que pode ser adaptada a distintas montagens
artísticas.
18) Programas de Bem Estar.
Os membros da comunidade universitária da UFPR têm acesso a um
conjunto bastante importante de programas de bem estar. Pró-Reitoria de
Assuntos Acadêmicos é responsável pela proposição e acompanhamento da
Política Estudantil Institucional, e em sintonia com o Plano Nacional de
Assistência Estudantil – PNAES / MEC – ANDIFES. Dentre os principais
programas de bem estar estudantil, cita-se:
Programa de Incentivo às Atividades Desportivas: Visa o incentivo a pratica
de atividades físicas pelos acadêmicos da UFPR através de Isenção de Taxas
nas Atividades do CED (para alunos cadastrados nos programas de Bolsas da
PRAE), Empréstimo das Instalações do CED para prática de atividades
esportivas e Aulas de diversas modalidades esportivas e atividades físicas para
atendimento específico aos acadêmicos.
Programa de Apoio Psicossocial: Desenvolvido pela Unidade de Apoio
Psicossocial este programa está baseado na atuação de uma equipe
interdisciplinar (psicólogos, pedagogos e assistentes sociais), voltada a
identificar, orientar e encaminhar os estudantes que demandam de uma
atenção especial da Instituição.
Programa de Atenção à Saúde do Estudante: através do Centro de Atenção
à Saúde - CASA - possibilita o atendimento primário à saúde e nas
especialidades de ginecologia, odontologia e psiquiatria.
Programa de Transporte Inter Campi: consiste na circulação gratuita de
ônibus próprio entre os campi da UFPR, permitindo maior agilidade e redução
de custos aos estudantes.
Restaurante Universitário: A UFPR possui três sub-sedes que servem,
diariamente, cerca de 2700 refeições no almoço e 1500 no jantar. Os três
Restaurantes Universitários estão localizados no Campus Centro – Rua
Amintas de Barros, s/nº - ao lado da Reitoria, Campus Politécnico e Campus
Juvevê - Rua dos Funcionários, nº. 1540. Atualmente, os acadêmicos da UFPR
pagam R$ 1,30 pelo almoço ou pelo jantar; os servidores técnicoadministrativos pagam R$ 1,90 e os servidores professores pagam R$ 2,40,
assim como visitantes da UFPR. Este preço é mantido neste patamar deste
1998, pela política adotada pela atual gestão de subsidiar as refeições, como
forma de manter os acadêmicos na universidade.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Residência Estudantil Universitária: através de convênios entre a UFPR e
instituições de Moradia Estudantil, são disponibilizadas vagas aos estudantes
de graduação e ensino profissionalizante, cujas famílias moram fora de Curitiba
e que apresentem fragilidade sócio-econômica.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
A UFPR e o Curso de Agronomia possuem programas específicos de
bolsas de pesquisa, extensão e de ajuda econômica. Possuem também
supervisão curricular e apoio pedagógico aos alunos ingressantes.
Existem ações em conjunto nos vários níveis da Universidade que
permitem ao aluno ingressante ter conhecimento sobre a vida universitária,
sobre os seus direitos e deveres, sobre a estrutura e funcionamento da
instituição, bem como sobre as características gerais do Curso de Agronomia.
A UFPR e o Curso de Agronomia desenvolvem vários tipos de
programas de promoção da cultura em suas várias expressões, bem como
programas de bem estar para toda a comunidade acadêmica.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar a fortalecer os programas de promoção da cultura e do bem
estar estudantil e de toda a comunidade universitária. É preciso também
manter e incrementar os programas de bolsas institucionais dos docentes e dos
discentes. Também é necessário ampliar a ajuda aos alunos ingressantes e
melhorar o apoio pedagógico.
Resumo Evolutivo da Dimensão Contexto Institucional
A Universidade Federal do Paraná e o Curso de Agronomia caminham em
sinergia e possuem um âmbito universitário bastante adequado, que se
caracteriza pela existência de uma intensa atividade universitária com plena
participação de todos os atores da comunidade empenhados no
desenvolvimento da instituição.
As atividades desenvolvidas no Curso de Agronomia da UFPR são
consistentes com a missão, objetivos e valores da Universidade e tem um
adequado plano de desenvolvimento institucional.
O Curso de Agronomia da UFPR possui orientação, uma estrutura
adequada e políticas norteadoras para o desenvolvimento de suas atividades
acadêmicas de docência, para a formação e promoção de recursos humanos,
para a realização de pesquisas, de extensão universitária, de financiamento e
de cooperação institucional.
Na UFPR e no Curso de Agronômica a realização das atividades
acadêmicas, de pesquisa e de extensão se desenvolve de forma adequada
com a atual estrutura existente, evidenciando a coerência entre a
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
administração universitária, a estrutura organizacional, a estrutura de gestão,
os mecanismos de participação da comunidade e os objetivos do projeto
acadêmico.
Os sistemas de informação e comunicação são bastante adequados e
informatizados, o que permite a toda a comunidade universitária e o público em
geral obter informações atualizadas em tempo real e com custo zero. Desta
forma, os mecanismos de comunicação e de difusão podem ser considerados
bastante eficazes.
Os procedimentos para a eleição, seleção, designação e avaliação da
administração e do pessoal técnico-administrativo estão respaldados pela
regulamentação vigente. O perfil acadêmico dos responsáveis pelo Curso de
Agronomia da UFPR está plenamente coerente com o projeto acadêmico.
As previsões orçamentárias, bem como o seu exercício financeiro estão
claramente dispostas no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPR (PDI
2007/2010).
A UFPR e o Curso de Agronomia são financiados quase que na sua
totalidade por fundos públicos federais de custeio e manutenção, o que garante
as atividades acadêmicas, a manutenção do pessoal técnico-administrativo e o
desenvolvimento de planos plurianuais de manutenção, expansão de infraestrutura, laboratórios e bibliotecas.
Existem na UFPR e no Curso de Agronomia diferentes vias de acesso à
informação institucional e acadêmica que servem de apoio ao processo de
gestão do curso. Todo acesso à informação ocorre de maneira informatizada
via internet ou intranet, permitindo que a comunidade acadêmica em tempo real
e com custo zero busque as informações que necessite.
A UFPR tem buscado um processo contínuo de avaliação integrado que
analise toda a Instituição, que resulte na melhoria constante da qualidade da
formação, produção de conhecimento e da extensão realizadas.
A proposta de Autoavaliação da UFPR e do Curso de Agronomia apóia-se
em Lei e ocorre desde o ano de 1987. Ela tem permitido uma melhora
constante no tempo, além de facilitar o planejamento estratégico da instituição.
A UFPR e o Curso de Agronomia possuem programas específicos de
bolsas de pesquisa, extensão e de ajuda econômica. Possuem também
supervisão curricular e apoio pedagógico aos alunos ingressantes.
Existem ações em conjunto nos vários níveis da Universidade que
permitem ao aluno ingressante ter conhecimento sobre a vida universitária,
sobre os seus direitos e deveres, sobre a estrutura e funcionamento da
instituição, bem como sobre as características gerais do Curso de Agronomia.
A UFPR e o Curso de Agronomia desenvolvem vários tipos de programas de
promoção da cultura em suas várias expressões, bem como programas de bem
estar para toda a comunidade acadêmica.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
DIMENSÃO II – PROJETO ACADÊMICO
Componente: 2.1 – Plano de Estudos
2.1.1. Perfil e Competências do Egresso.
O Curso de Agronomia da UFPR, conforme as sua Diretrizes
Curriculares, aprovadas pela Câmara de Educação Superior - Conselho
Nacional de Educação do Ministério da Educação através da Resolução nº. 1,
de 2 de fevereiro de 2006, procura formar profissionais dotados de sólida
competência científica e tecnológica, associada a uma aguda e crítica
consciência quanto à necessidade de um equânime progresso sócioeconômico local, regional e nacional. Nesta perspectiva, o Curso de Agronomia
da UFPR forma profissionais generalistas com larga base cultural;
autodidatismo; interesse em assuntos gerais; visão de tendências sociais e de
mercado; facilidade de expressão; espírito empreendedor; liderança e,
principalmente, ética nas atitudes. As determinações legais acima referidas
obrigam a que o profissional de Agronomia adquira competências e
habilidades, a fim de:
a) Projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e
especificar técnica e economicamente projetos agroindustriais e do
agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade;
b) Realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e
pareceres técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e
social, respeitando a fauna e a flora e promovendo a conservação e/ou
recuperação da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de
tecnologias integradas e sustentáveis do ambiente;
c) Atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário
interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e
instituições, na gestão de políticas setoriais;
d) Produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos
agropecuários;
e) Participar e atuar em todos os segmentos e cadeias produtivas do
agronegócio;
f) Exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico
profissional, ensino superior, pesquisa, análise, experimentação, ensaios
e divulgação técnica e extensão e;
g) Enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do
mundo, do trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes.
Tal formação está estreitamente ligada ao fato de o curso de Agronomia
da UFPR estar inserido em um ambiente metropolitano, cuja agricultura local
apresenta particularidades que a caracterizam e a diferenciam de outros
sistemas. Hoje, a agricultura urbana, produzida em locais de grande
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
concentração populacional e centrada na produção agrícola com emprego de
mão-de-obra essencialmente familiar, tem por característica marcante a
produção de um grande número de produtos agropecuários, com rápida
comercialização da produção, um grau mediano de uso de insumos
tecnológicos e uma necessidade premente de emprego de técnicas de
produção que aumentem o valor agregado do produto, utilizando técnicas de
manejo e cultivo que privilegiem a qualidade de vida, a saúde humana e
animal, ao mesmo tempo em que preserve e melhore as condições do solo e
da água.
Dessa forma, levando em conta essa realidade local e também aquela
da grande agricultura macrorregional do estado do Paraná, ao profissional
formado em Agronomia na UFPR é dada a formação para o pleno
desenvolvimento das seguintes competências e habilidades, capacitando-o a
trabalhar tanto com o pequeno e médio produtores quanto com a grande
agricultura:
a) Ampla e sólida formação científica, dada pelos conteúdos curriculares
das disciplinas, no intuito de torná-los usuários e desenvolvedores de
tecnologias apropriadas, privilegiando a pesquisa e a inovação;
b) Percepção e consciência moral e ética, com capacidade de
discernimento crítico acerca da conjuntura sócio-econômica, não só em termos
locais, mas também daquela do estado do Paraná e do Brasil, sabendo
interpretar suas realidades;
c) Como resultado dos anteriores, capacidade de identificar problemas
que envolvam os sistemas agrícolas e encaminhar soluções que sejam
factíveis do ponto de vista sócio-econômico, sempre em consonância com
ditames de sustentabilidade dos recursos naturais, de equidade social e de
preservação dos valores e princípios culturais dos locais em que atuam;
d) Capacidade de entender as necessidades individuais das
comunidades em que atuam, em benefício coletivo da sociedade, sob preceitos
de utilização racional dos recursos disponíveis e da preservação e conservação
ambiental;
e) Possuir as faculdades da flexibilidade e resiliência, associado a um
espírito criativo, diante de situações novas e desafiadoras;
f) Ser capaz de atuar como agente extensionista pelo aprimoramento na
transmissão dos conhecimentos apreendidos, empregando para isso técnicas
pedagógicas adequadas ao meio em que está inserido;
g) Ser hábil para atuar em investigação e experimentação científica,
visando o alcance de resultados economicamente viáveis e ambientalmente
seguros;
64
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
h) Possuir a capacidade de interagir de forma respeitosa com o produtor
rural, empregando, para isso, uma comunicação baseada em padrões de
humildade, humanidade, responsabilidade, honestidade e tolerância;
i) Ser capaz de administrar e gerir de forma responsável as propriedades
rurais sob os ditames de uma economia de mercado, visando ao homem como
fim e não como meio;
j) Buscar efetivamente a auto-sustentabilidade da propriedade agrícola e
contribuir para que os agricultores se façam organizados em grupos
associativos que zelem pelos seus interesses e;
k) Procurar, em todas as instâncias, a valorização do profissional de
Agronomia e lutar e contribuir para a efetivação de uma política agrícola no
país.
Para efetivar, avaliar e aprimorar o processo de acesso dos egressos da
UFPR, especialmente os do curso de Agronomia, ao sistema de produção e
aquisição do conhecimento, algumas ações já foram efetivadas e outras se
encontram em fase de elaboração. Tais ações são as que seguem:
a) Promoção de cursos extras (complementares), ofertadas pelos
Departamentos Acadêmicos, relacionados às principais áreas de atuação do
Engenheiro Agrônomo e que dizem respeito às suas atribuições profissionais e
às demandas contemporâneas;
b) Acesso dos egressos à marcha das pesquisas realizadas no âmbito
da UFPR, bem como o aumento na divulgação dos resultados dessas
pesquisas junto aos profissionais já formados, em função de suas áreas de
atuação profissional;
c) Em sintonia com os itens a e b acima, ampliação do acesso ao acervo
da biblioteca do Setor de Ciências Agrárias;
d) Ampliação dos locais com acesso à Internet sem fio no campus do
Setor de Ciências Agrárias, para alunos, professores, servidores e público
itinerante que eventualmente utilize suas dependências;
e) Aumento na oferta de eventos técnicos e científicos, com tópicos em
ensino, pesquisa e extensão, ao mesmo tempo em que se fomenta a
participação de docentes, discentes e do corpo de servidores nestes eventos,
pela adoção de sistemas de valorização funcional daqueles que deles
participarem, sob estrita avaliação e checagem;
f) Aumento na freqüência de oferta de cursos seqüenciais, em áreas
específicas e sob demanda, sem embaraço burocrático, mas respeitando a
legislação pertinente. Os cursos seqüenciais são aqueles que contemplam
campos de saber específicos, envolvendo uma ou mais áreas de
conhecimento. Esses cursos representam oportunidades de formação
complementar, e sua proposição deve considerar princípios como flexibilidade
65
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
e interdisciplinaridade;
g) Aumento na participação e no emprego dos recursos técnicos e
materiais da TV UFPR e da Rádio UFPR, no sentido de disseminar o
conhecimento gerado, para localidades e comunidades que possam se
beneficiar de programas áudio-visuais com conteúdos acadêmicos e
pedagógicos específicos;
h) Criação de uma sala específica de teleconferência, com recursos
áudio-visuais e equipamentos adequados aos usos propostos desse ambiente;
i) Fomentar ações entre os docentes no sentido de criar projetos e
programas com alto grau de interdisciplinaridade, quer seja no sentido de
complementar conteúdos curriculares, quer extracurriculares e;
j) Promoção de eventos de discussão que reúnam pesquisadores de
áreas distintas e/ou afins, como um privilegiado espaço de discussão dos
nossos problemas.
Observação: em toda e qualquer situação que configure uma atividade
com conteúdo e duração regulamentares e com controle de rendimento e
freqüência, tais atividades serão consideradas formalmente como atividades
complementares para alunos da UFPR (no sentido da legislação e da reforma
curricular em curso), com direito a certificação para a comunidade acadêmica
sem vínculo formal com a instituição.
2.1.2. Estrutura Curricular
A sistemática instituída pela reforma do ensino superior, implantada pela
UFPR em 1972, como resultado daquela iniciada no final dos anos 1960 pelo
regime militar, trouxe mudanças de ordem estrutural a muitos cursos, além de
notórios prejuízos ao movimento estudantil e docente. Nesta ocasião
extinguiram-se as Faculdades e criaram-se os Setores, básicos e
profissionalizantes. Passaram-se 12 anos e em 1984 foi deflagrado novo
processo de alteração curricular. A atual estrutura curricular é decorrente desse
processo. Agora, 35 anos após a primeira intervenção federal, a estrutura
administrativa e o sistema curricular para muitos cursos continuam os mesmos.
Mais que isso, é público e notório que o atual currículo não atende mais as
necessidades de formação em vista dos avanços tecnológicos e de uma nova
configuração de forças entre os setores público e privado.
As discussões acerca da necessidade de ajustes ou de reforma do
currículo no curso de Agronomia da UFPR vêm de muito tempo e transcende
os períodos em que reformas amplas ocorreram. A primeira tentativa de
implantação de um conteúdo atualizado e contemporâneo no currículo data de
1982, em que foi feita ampla discussão na comunidade acadêmica, cujas
conclusões, à época, foram pela urgente necessidade de uma profunda
reforma do currículo. Uma segunda discussão foi feita em 1985, quando por
força de Lei do então Conselho Federal de Educação – CFE (Resolução 06, de
11/04/84) previa a obrigatoriedade da adaptação curricular. Em 1987, nova
66
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
discussão foi iniciada, pela necessidade de adequação da Resolução do
currículo implantado em 1985. Em 1990, a Coordenação do Curso à época
iniciou um debate no sentido de promover um ajuste de adequação curricular
tendo em vista propostas extraídas do Seminário Nacional de Currículo de
Agronomia, promovido pela Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil
(FEAB), das recomendações da Associação Brasileira de Ensino Agrícola
Superior (ABEAS), para atualização dos currículos no país e de análises da
Confederação das Federações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
(CONFEA) e de várias Associações de Engenheiros Agrônomos.
Em meados de 1997 a coordenação do curso de Agronomia instituiu,
sob aprovação do Colegiado do Curso, a Comissão Permanente de Avaliação
Curricular (CPACA), de caráter público, e composta por professores de
diferentes departamentos e com áreas distintas de atuação. Tal comissão
incumbiu-se das seguintes responsabilidades:
a) Elaborar um diagnóstico da questão;
b) Visualizar as tendências da sociedade e do mercado;
c) Estabelecer o perfil do profissional desejado e seu objetivo de
formação e;
d) Elaborar uma proposta estruturada de reforma curricular e estratégias
para o ensino, pesquisa e extensão, em conformidade com um Projeto
Pedagógico.
Entre os anos de 1997 e 1999 a CPACA elaborou a primeira versão de
uma mudança curricular, já nos moldes das mudanças pretendidas. Como
refinamento desta proposta, em novembro de 1999 foi apresentada uma nova
estrutura curricular que incluía modificações referentes a exigências da
legislação e outras impostas pelas mudanças naturais das condições políticas
e econômicas do país.
Das discussões prévias, no âmbito da CPACA, sobre a necessidade de
uma reforma curricular, assume-se que os pressupostos básicos desta reforma
são os seguintes:
a) O corpo acadêmico, agente ativo do processo de reforma curricular,
deve ter autonomia quanto às atividades de ensino e quanto às formas e meios
de avaliação.
b) Deve haver ampla responsabilidade dos atores envolvidos nesse
processo.
c) Deve haver uma liberdade do aluno na formulação de sua vida
acadêmica.
d) A reforma deve ter como um dos principais objetivos “oxigenação” da
carga curricular tornando-a mais objetiva, moderna e consistente.
e) Deve levar em conta a atual massificação do ensino superior no país.
67
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
f) Devem ser repensados as forma e os meios com que são utilizados os
atuais mecanismos que a UFPR oferece como atividades-extra curriculares.
g) Deve-se evitar o “docente-centrismo” do atual currículo, onde o
professor centraliza em si processo ensino-aprendizagem, através de
excessivas e repetitivas aulas teórico-expositivas, com pequena ou nenhuma
participação do aluno, fazendo deste um mero espectador ou um elemento
passivo do processo.
Uma solução que poderia se não resolver, pelo menos mitigar os
problemas apontados, seria o estabelecimento da autonomia dos cursos. Isso
pode ser particularmente verdadeiro caso seja aplicado o artigo 52 da Lei 9394
de 20/12/96, conhecida como a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional), que concede autonomia às Universidades nessa matéria. Na atual
conjuntura, para amenizarmos os problemas detectados, há a necessidade de
introduzir modificações de ordem funcional para que alguns objetivos sejam
alcançados, dentre os quais lista-se os seguintes:
a) A simplificação do sistema de matrículas;
b) A volta do “espírito de turma”;
c) O aumento do nível de responsabilização de alunos, professores e
coordenação;
d) O aumento da efetiva participação dos alunos em grupos
homogêneos (para o quê, seria de grande importância defini-los e caracterizálos);
e) A facilitação do planejamento de uma vida acadêmica mais
consistente e;
f) O oferecimento, ao professor, de um melhor planejamento de suas
atividades, a curto, médio e longo prazos.
As propostas de reforma curricular que atualmente estão em discussão
partem do princípio indissolúvel da necessidade de revisão dos conteúdos
programáticos das disciplinas, de suas cargas horárias, questionando,
inclusive, sobre a pertinência de determinadas disciplinas no rol das matérias
obrigatórias, além da instituição imediata do estágio curricular obrigatório,
conforme estipula o Artigo 53 Itens II e III da LDB. Propõe-se, novamente, a
inclusão, nestas discussões, de uma alteração responsável, na estrutura
curricular do curso, amparada na mesma LDB.
Apesar de a LDB não implicar, necessariamente, na mudança de
currículo, é de se registrar que, segundo a Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação (CNE – sucessor do CFE), “a mera alteração
de arranjos disciplinares não se constitui em mudança curricular, que passa,
fundamentalmente, pela definição do perfil profissional pretendido”. Esta
definição, segundo a mesma Câmara, “deve também partir para uma consulta
aos pares, num processo de avaliação interna e externa”.
Precisamos, para isso, estar cientes da necessidade de uma visão de
conjunto na proposta final, que englobe a revisão e avaliação dos métodos
existentes para adequá-los à uma nova realidade. Há a necessidade da
68
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
eliminação e até criação de algumas novas disciplinas, a fusão de outras que
possuam conteúdos semelhantes, de modo a eliminar duplicidade
programática, a adequação das cargas horárias dentro de uma nova proposta
de ensino, mais moderna e dinâmica, sem perder de vista a necessidade da
formação de um agrônomo voltado para o mercado, onde o exercício
profissional seja pautado em princípios éticos e para o atendimento às
demandas sociais da sociedade.
Da mesma forma, entende-se como necessária a efetivação concreta do
processo de Orientação Pedagógica – (aprovada em reunião do Colegiado do
Curso de Agronomia de 16 de dezembro de 1999), para auxílio aos professores
na execução de suas tarefas, bem como no atendimento e orientação aos
alunos.
Há também a necessidade de se criar mecanismos de avaliação
permanente do currículo, para manter os programas atualizados, de acordo
com a dinâmica da evolução atual da agricultura no Brasil e no mundo, tendo
em vista a questão dos mercados comuns em blocos regionais, os diversos
aspectos da globalização, não só dos mercados, mas também dos padrões
culturais e aqueles relativos às certificações ambientais, dentre outros temas
relevantes.
Para essas avaliações sugere-se a adoção dos critérios e metodologias
usuais da Teoria Pedagógica, além daquelas sistemáticas adotadas pelo MEC,
como o ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes do Ensino
Superior) e a avaliação da CAPES (Comissão de Aperfeiçoamento do Pessoal
de Nível Superior) nos programas de pós-graduação. Com a implantação de
um sistema eficiente de orientação acadêmica, de auxílio ao professor e de
avaliação e adequação curricular constantes, pretende-se a elevação do nível
médio do alunado e a melhoria da qualidade de ensino, formando profissionais
competitivos no mercado de trabalho e empreendedores em suas atividades
liberais (Artigo 43, Item II da LDB).
A consolidação de uma nova realidade curricular deve se adequar a uma
estrutura própria às características do perfil do curso e das necessidades da
sociedade e do estado. A esse perfil devem ser acrescentadas as
características seguintes, extraídas de um documento elaborado pelo Centro
Acadêmico Lycio Velloso, por ocasião do ciclo de atualização em Agronomia de
1998 e como fruto das discussões surgidas no período grevista daquele ano.
Essas características são as que seguem:
a) O profissional deve ter um enfoque sistêmico
b) Deve ter preparo para garantir valor agregado ao produto primário.
c) Deve ter preparo e capacidade para uma correta leitura de
conjuntura e para elaboração de cenários (pensamento
independente).
d) Que domine processos tecnológicos.
e) Que haja uma integração de seu conhecimento com o saber do
agricultor.
69
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
f) Que tenha preparo para atuar com elevados valores éticos e com
consciência profissional e ambiental.
g) Que possa ser empreendedor e motivador.
h) Que possa ser movido por metodologia científica.
i) Que tenha a capacidade de entender sistemas agrários.
j) Que saiba trabalhar com diferentes sistemas de produção.
k) Que esse profissional saiba se situar na conjuntura atual
(contextualizando problemas e encaminhando soluções).
l) Que atue com senso crítico.
Assim, de acordo com essas premissas, os diplomados nos cursos
superiores de Agronomia devem ser profissionais realizadores dos interesses
social e humano no âmbito das Ciências Agrárias, sendo profissionais
nacionais, garantido o direito a uma formação comum em todo o país.
Além disso, entende-se que o ensino de Agronomia deve garantir a
vinculação entre a formação mínima e as respectivas atribuições profissionais
previstas nos Decretos 23196/33 e 23569/33, na Lei Federal 5194/66 e na
Resolução 218 do CONFEA, bem como possibilitar a assimilação de novas
tendências e atribuições. Devem também visar uma formação integral do aluno
com idêntica proporção tanto para a aquisição de conhecimentos como para a
aquisição e desenvolvimento de atitudes e habilidades. Paralelo a isso, a
Universidade deverá assegurar ao aluno um ensino que contemple a
diversidade do conhecimento e que, simultaneamente, forme profissionais com
capazes de fazer as ligações difíceis, mas necessárias da entre valores éticos
que preservem o contrato social quando do exercício da profissão. Para
assegurar esses preceitos, assume-se a indissociabilidade entre o ensino, a
pesquisa e a extensão, com liberdade de seqüência no ordenamento curricular,
respaldado por propostas pedagógicas factíveis e claramente definidas.
A Atual Estrutura Curricular do Curso de Agronomia da UFPR
O curso de Agronomia da UFPR segue o Currículo Pleno, definido pela
Resolução nº. 36/89 do CEP, retroativo a 1984 cujo currículo é o que se segue:
A) Matérias de Formação Básica:
1. Matemática
1.1.Cálculo com Geometria Analítica I
1.2.Cálculo com Geometria Analítica II
2. Estatística e Experimentação
2.1. Estatística I
2.2. Experimentação Agrícola A
3. Física
3.1. Física para Agronomia
4. Química
4.1. Química Orgânica Geral II
70
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
4.2. Química Analítica Qualitativa
4.3. Química Analítica Quantitativa Básica
4.4. Bioquímica Vegetal
4.5. Química Agrícola B
5. Biologia Geral
5.1. Genética Vegetal
6. Botânica
6.1. Sistemática Vegetal para Agronomia
6.2. Morfologia Vegetal I
6.3. Morfologia Vegetal II
6.4. Fisiologia Vegetal para Agronomia
7. Zoologia
7.1. Anatomia dos Animais Domésticos
7.2. Fisiologia Comparada dos Animais Domésticos
7.3. Zoologia para Agronomia
8. Desenho
8.1. Desenho Técnico
8.2. Geometria Descritiva
9. Processamento de Dados
9.1. Processamentos de dados I
B) Matérias de Formação Geral
10. Ciências Humanas e Sociais
10.1. Sociologia das Sociedades Agrárias
10.2. Legislação Profissional do Engenheiro Agrônomo
11. Ciências do Ambiente
11.1. Ecologia Agrícola
C) Matérias de Formação Profissional
12. Solos
12.1. Geologia para Agronomia
12.2. Pedologia A
12.3. Nutrição Mineral de Plantas B
12.4. Conservação de solos B
12.5. Biologia do Solo A
13. Topografia
13.1. Topografia D
13.2. Fotointerpretação
14. Climatologia
14.1. Climatologia Agrícola A
71
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
15. Fitossanidade
15.1. Entomologia Agrícola
15.2. Parasitologia Agrícola
15.3. Fitopatologia Geral
15.4. Fitopatologia Especial
15.5. Defesa Sanitária Vegetal A
15.6. Controle de Plantas Daninhas
16. Mecanização Agrícola
16.1. Mecanização Agrícola
17. Irrigação e Drenagem
17.1. Irrigação e Drenagem
18. Fitotecnia
18.1. Agricultura A
18.2. Agricultura Especial I
18.3. Agricultura Especial II
18.4. Agricultura Especial III
18.5. Fruticultura I
18.6. Fruticultura II
18.7. Olericultura
18.8. Forragicultura A
18.9. Plantas Ornamentais
18.10. Melhoramento de Plantas
18.11. Análise e Tecnologia de Plantas.
19. Construções Rurais
19.1. Construções Rurais
19.2. Eletrificação Rural
20. Silvicultura
20.1. Silvicultura Geral I
20.2. Silvicultura Geral II
21. Recursos Naturais Renováveis
21.1. Recursos Naturais Renováveis
22. Zootecnia
22.1. Zootecnia Geral
22.2. Zootecnia Especial I
22.3. Zootecnia Especial II
22.4. Nutrição e Alimentação Animal
23. Tecnologia de Produtos Agrícolas
23.1. Armazenamento de Produtos Agrícolas
23.2. Tecnologia de Produtos Agrícolas
24. Economia e Administração Rural
24.1. Economia Rural
72
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
24.2. Planejamento e Administração Rural
24.3. Comercialização Agrícola
24.4. Legislação Agrária
24.5. Política Agrária
25. Extensão Rural
25.1. Extensão Rural
D) Matérias de Formação Profissional Complementar (Optativas)
1. Introdução à Engenharia Agronômica
2. Genética Quantitativa
3. Ovinocultura
4. Caprinocultura
5. Eqüinocultura
6. Aqüicultura
7. Apicultura
8. Sericicultura
9. Extensão Rural Aplicada
10. Projetos Agrícolas
11. Hidráulica Agrícola Aplicada
12. Segurança do Trabalho Agroflorestal I e II
13. Aviação Agrícola
14. Melhoramento de Culturas Econômicas
15. Técnicas de Análise Quantitativa de Dados
16. Introdução à Pesquisa em Fitotecnia
17. Agricultura Especial IV (Plantas Medicinais)
18. Manejo Integrado de Pragas
19. Introdução à Pesquisa em Solos
20. Melhoramento Animal
21. Fitossanitarismo
22. Mecanismos Fisiológicos da Produção Agrícola
23. Agronegócios
24. Marketing de Produtos Agropecuários
25. Manejo de Pastagens
26. Agricultura Especial V
27. Estruturas para o Cultivo em Ambientes Protegidos
28. Física do Solo
29. Introdução à Pesquisa em Solos
A integralização do Currículo Pleno será em um número mínimo de 4500
(quatro mil e quinhentas) horas de atividades escolares, distribuídas da
seguinte forma:
a) Disciplinas Obrigatórias: 4.260 horas (com 219 créditos)
b) Disciplinas Optativas: 240 horas (aproximadamente 12 créditos)
O Curso é desenvolvido em regime semestral e integralizado em um
limite mínimo de 10 (dez) semestres ou 5 (cinco) anos e um limite máximo de
16 (dezesseis) semestres ou 8 (oito) anos. São 68 disciplinas obrigatórias e 29
disciplinas optativas.
73
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
As atividades didáticas devem observar os limites mínimos de 19 e
máximos de 32 horas semanais, obedecendo a periodização proposta.
A carga máxima semanal poderá ser ampliada somente em casos de
reprovação ou na matrícula em disciplinas optativas a partir do 7º período,
devidamente autorizada pela coordenação do curso.
A carga horária mínima semanal poderá ser reduzida em casos
especiais, analisada e autorizada pela coordenação do curso.
O elenco de disciplinas a serem cursadas deverá obedecer às
constantes em cada período, inclusive obedecendo às condições de prérequisito, conforme aprovado por resolução. Assim, não será permitido ao
aluno cursar disciplinas de períodos subseqüentes ao matriculado, salvo
disciplinas optativas.
A atual distribuição das disciplinas nos semestres letivos é apresentada
a seguir:
a) Primeiro Período
Área
EXATAS
BIOLÓGICAS
EXATAS
BIOLÓGICAS
EXATAS
EXATAS
Disciplinas
Cálculo com Geometria
Analítica
Anatomia dos Animais
Domésticos
Geometria Descritiva
Morfologia Vegetal I
Física para Agronomia
Química Analítica
Quantitativa
Carga Horária
AT
AP
Total
Créditos
Pré-requisitos
-
04
-
04
04
-
03
02
05
04
-
02
02
04
02
02
02
04
04
06
03
03
05
-
02
04
06
04
-
Créditos
Pré-requisitos
b) Segundo Período
Carga Horária
AT
AP
Total
Área
Disciplinas
BIOLÓGICAS
Fisiologia Comparada dos
Animais Domésticos
02
02
04
03
EXATAS
Cálculo com Geometria
Analítica II
04
-
04
04
EXATAS
Estatística I
04
-
04
04
BIOLÓGICAS
Morfologia Vegetal II
02
02
04
03
EXATAS
Desenho Técnico
02
02
04
03
01
04
05
03
03
-
03
03
Anatomia dos
Animais
Domésticos
Cálculo com
Geometria
Analítica I
Morfologia
Vegetal I
Geometria
Descritiva
Química Analítica
Qualitativa
-
02
02
04
03
-
EXATAS
EXATAS
CIÊNCIAS DA
TERRA
Química analítica
Quantitativa Básica
Química Orgânica Geral II
Geologia para Agronomia
74
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
c) Terceiro Período
Carga Horária
AT AP
Total
03
03
Créditos
Pré-requisitos
03
Anatomia dos
Animais
Domésticos
Estatística I
Física para
Agronomia
Área
Disciplinas
EXATAS
Processamento de Dados I
ZOOTECNIA
Nutrição e Alimentação
Animal
02
02
04
03
BIOLÓGICAS
Genética Vegetal
04
-
04
04
ENGENHARIAS
Mecanização Agrícola
02
02
04
03
01
04
05
03
BIOLÓGICAS
Sistemática Vegetal para
Agronomia
Bioquímica Vegetal
02
02
04
03
SOLOS
Pedologia
02
04
06
04
BIOLÓGICAS
Morfologia
Vegetal II
Geologia para
Agronomia
d) Quarto Período
Área
Disciplinas
Carga Horária
AT AP
Total
Créditos
Pré-requisitos
02
02
04
Experimentação Agrícola
02
02
04
03
FITOTECNIA
Agricultura Geral
02
02
04
03
BIOLÓGICAS
Fisiologia Vegetal para
Agronomia
02
02
04
03
SOLOS
Química Agrícola
01
04
05
03
EXATAS
Topografia
03
02
05
04
ENGENHARIAS
Climatologia Agrícola
03
-
03
03
ZOOTECNIA
Zoologia para Agronomia
02
-
02
02
Nutrição e
Alimentação
Animal ou
Fisiologia
Comparada dos
Animais
Domésticos
Estatística I
Mecanização
Agrícola e
Pedologia
Sistemática
Vegetal para
Agronomia
Química
Orgânica II e
Pedologia
Física para
Agronomia
-
Créditos
Pré-requisitos
03
ZOOTECNIA
Zootecnia Geral
FITOTECNIA
03
e) Quinto Período
Carga Horária
AT AP
Total
02
02
04
Área
Disciplinas
ZOOTECNIA
Zootecnia Especial I
FITOTECNIA
Melhoramento de Plantas
04
-
04
04
ENGENHARIAS
Irrigação e Drenagem
Nutrição Mineral de
Plantas
02
04
06
04
Zootecnia Geral
Genética Vegetal
e Experimentação
Agrícola
Agricultura Geral
02
02
04
03
Química Agrícola
FITOSSANIDADE
Entomologia Agrícola
01
04
05
03
SOLOS
Fotointerpretação
01
04
05
03
SOLOS
Zoologia para
Agronomia
Topografia
75
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
FITOSSANIDADE
Legislação Profissional do
Eng. Agrônomo
02
-
02
02
-
f) Sexto Período
Área
Disciplinas
ZOOTECNIA
ECONOMIA
FITOTECNIA
Zootecnia Especial II
Análise e Tecnologia de
Sementes
Economia Rural
Agricultura Especial I
FITOTECNIA
FITOTECNIA
Carga Horária
AT AP
Total
02
02
04
Créditos
Pré-requisitos
03
Zootecnia Geral
Melhoramento de
Plantas
Agricultura Geral
Fisiologia Vegetal
para Agronomia e
Agricultura Geral
Entomologia
Agrícola
Zoologia para
Agronomia
02
02
04
03
03
02
02
03
04
03
03
Olericultura
02
04
06
04
FITOSSANIDADE
Parasitologia Agrícola
01
04
05
03
SOLOS
Biologia do Solo
02
02
04
03
g) Sétimo Período
Área
ECONOMIA
ENGENHARIAS
ECONOMIA
FITOSSANIDADE
FITOSSANIDADE
SOLOS
Disciplinas
Sociologia das
Sociedades Agrárias
Construções Rurais
Planejamento e
Administração Rural
Defesa Sanitária
Vegetal
Fitopatologia Geral
Conservação de Solos
Carga Horária
AT AP
Total
Créditos
Pré-requisitos
03
-
03
03
-
03
02
05
03
Desenho Técnico
03
-
03
03
Economia Rural
01
04
05
03
03
02
02
04
05
06
04
04
Parasitologia
Agrícola
Biologia do Solo
Fotointerpretação
h) Oitavo Período
Carga Horária
AT AP
Total
03
03
Créditos
Pré-requisitos
03
Melhoramento de
Plantas
Agricultura Geral
Fisiologia Vegetal
para Agronomia
Defesa Sanitária
Vegetal
Zootecnia Especial
II
Construções
Rurais
Área
Disciplinas
ECONOMIA
Extensão Rural
FITOTECNIA
Fruticultura I
02
02
04
03
FITOTECNIA
Agricultura Especial II
02
02
04
03
FLORESTA
Silvicultura Geral I
02
02
04
03
FITOSSANIDADE
Controle de Plantas
Daninhas
02
02
04
03
FITOTECNIA
Forragicultura
02
02
04
03
ENGENHARIA
Eletrificação Rural
02
02
04
03
i) Nono Período
Área
Disciplinas
ECONOMIA
Política Agrária
Carga Horária
AT AP
Total
03
03
Créditos
Pré-requisitos
03
Economia Rural
76
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
FITOTECNIA
ECONOMIA
Fruticultura II
Legislação Agrária
02
03
02
-
04
03
03
03
FLORESTA
Silvicultura Geral II
02
02
04
03
SOLOS
Ecologia Agrícola
02
02
04
03
ECONOMIA
Comercialização
Agrícola
03
-
03
03
Economia Rural
04
Defesa Sanitária
Vegetal e
Fitopatologia
Geral
FITOSSANIDADE
Fitopatologia Especial
03
02
05
Fruticultura I
Economia Rural
Silvicultura
Geral I
Climatologia
Agrícola
j) Décimo Período
Carga Horária
AT AP
Total
Créditos
Área
Disciplinas
FITOTECNIA
Agricultura Especial III
02
02
04
03
FITOTECNIA
Plantas Ornamentais
02
02
04
03
FITOTECNIA
Armazenamento de
Produtos Agrícolas
02
02
04
03
FITOTECNIA
Tecnologia dos Produtos
Agrícolas
02
04
06
04
SOLOS
Recursos Naturais
Renováveis
02
02
04
03
Pré-requisitos
Agricultura
Especial I
Fruticultura I
Análise e
Tecnologia de
Sementes
Fruticultura II ou
Olericultura ou
Química
analítica
Quantitativa
Básica
Conservação de
Solos
Para corroborar de que as principais áreas do estudo agronômico são
abrangidas e que permitem a formação de um profissional com perfil
adequado, apresenta-se a seguir as ementas, por departamento, das
disciplinas ofertadas no Curso de Agronomia:
AE001 - ECONOMIA RURAL
Introdução à Microeconomia. Organização do Sistema Econômico. Funções do Sistema
Econômico. Demanda. Princípios de Economia da Produção. Custos de Produção. Oferta.
Análise de Mercado. Tópicos Especiais. Noções de Macroeconomia.
AE002 - EXTENSÃO RURAL
Fundamentos da Extensão Rural. Mudança Social, Desenvolvimento e Modernização.
Modernização e Dualismo Tecnológico na Agricultura. Metodologia da Extensão Rural.
Comunicação e Mudança Social. Difusão de Inovações e Desenvolvimento de Comunidades
Rurais.
AE013 – EXTENSÃO RURAL APLICADA (OPTATIVA)
História e Desenvolvimento da Extensão Rural. A ação Pedagógica da Extensão Rural.
Estratégica em Extensão Rural. Métodos de Extensão Rural. Planejamento em Extensão Rural.
AE018 – PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO RURAL
Definição, Objetivos e Conceitos Básicos em Administração Rural. O Capital Agrário e
Contabilidade Agrícola. Custos de Produção. Medidas de Resultados Econômicos. Fatores que
afetam os Resultados Econômicos. Técnicas Básicas de Empresa Rural. Planejamento
Agrícola e Informática Agrícola.
77
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
AE019 - COMERCIALIZAÇÃO AGRÍCOLA
Demanda e Oferta de Produtos Agrícolas. Introdução à Comercialização. Métodos de Análise
de Comercialização. Transporte, Armazenamento e Processamento. Noções de Padronização
e Classificação de Produtos Agrícolas. Financiamento da Comercialização. Custos, Margens e
Eficiência da Comercialização. Análise de Preços Agropecuários. Mercados Internos e
Produtos Agrícolas. Mercado de Insumos Agrícolas. O comércio Internacional de Produtos
Agrícolas. Estratégias de Comercialização. O mercado a Termo. Política de Mercado Agrícola.
Cooperativismo.
AE020 - POLÍTICA AGRÁRIA
Estudo do Desenvolvimento Agrícola. Organização Econômica da Agricultura. Modelos de
Desenvolvimento Agrícola. Diretrizes da Política Agrícola Nacional. Instrumentos da Política
Agrícola. Política para Produtos Específicos. Programas Especiais. Formulação de uma Política
de Desenvolvimento Rural.
AE021 – LEGISLAÇÃO AGRÁRIA
O processo legislativo no Brasil. O estatuto da Terra. Tributação Rural. Legislação Creditícia.
Colonização. Contratos Agrícolas. Legislação Florestal.
AE027 - PROJETOS AGRÍCOLAS (OPTATIVA)
Introdução. Características do Planejamento. Seleção de Projetos para Investimentos.
Elaboração de Projetos. Avaliação de Projetos. Execução e Controle. Projetos Específicos.
AE034 - AGRONEGÓCIOS (OPTATIVA)
Estudo das principais cadeias agroindustriais brasileiras (soja, milho, trigo, café, cana-deaçúcar, boi gordo, suíno, frango) sob o ponto de vista econômico e de toda a logística
agroindustrial envolvida para a sua produção (processamento, armazenagem, transporte,
informação e suprimento).
AE043 - MARKETING DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS (OPTATIVA)
Introdução e Conceitos básicos de Marketing; O ambiente de marketing agronômico; O
comportamento do Consumidor; Estratégias de produto sob ótica do mercado; Estratégia de
preços; Estratégias de promoção e propaganda para produtos pecuários; Planejamento de
marketing.
AF001 - AGRICULTURA GERAL
Conceito e Importância da Agricultura. Critérios para escolha de uma propriedade agrícola.
Adaptação das terras às culturas, Mobilização e práticas complementares de preparo do solo.
Sistemas de instalação de culturas. Propagação de plantas cultivadas (assexuada e sexuada)
semeadura. Viveiros de plantas anuais, hortícolas, arbustivas e arbóreas. Tratos culturais,
colheita. Rotação de culturas.
AF025 - AGRICULTURA ESPECIAL I
Aspectos específicos de cultivos e produção das principais culturas de interesse econômico
regional, utilizadas principalmente como fornecedores de matéria-prima à indústria: Café,
Algodão, Cana-de-Açúcar e Soja.
AF026 - AGRICULTURA ESPECIAL II
Aspectos específicos de cultivo e produção das principais culturas de interesse econômico
regional, utilizadas principalmente como fornecedoras de alimento: Feijão, Milho, Arroz e Trigo.
AF027 - AGRICULTURA ESPECIAL III
Aspectos específicos do cultivo e produção de culturas de interesse econômico em algumas
regiões do Estado: Batata, Mandioca, Sorgo, Rami, Mamona, Amendoim, Girassol, Fumo e
Cereais de Inverno.
AF029 - FITOPATOLOGIA GERAL
Importância das doenças de plantas. Conceito de doença. Classificação. Características gerais
dos microorganismos fitopatogênicos: Classificação, morfologia, reprodução e crescimento de
fungos, bactérias (típicas, ricketzias e actinomicetos), vírus e viróides, micoplasmas.
78
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Antissepsia e esterilização. Meios de cultura. Sintomatologia. Diagnose. Transmissão
experimental. Princípios gerais de controle das doenças de plantas. Conceito de proteção,
imunização, suscetibilidade, tolerância e resistência. Epidemiologia. Doenças de plantas
causadas por agentes não parasitários. Técnicas de coleta de material para exame
fitopatológico. Herbário e Museu Fitopatológico.
AF030 - FRUTICULTURA I
A fruticultura na produção de alimentos. Princípios de mofogênese e ecofisiologia das fruteiras.
Frutificação. Produção de mudas frutíferas. Transplante de fruteiras. Instalação de um pomar.
Princípios de poda. Principais tratos culturais do pomar. Colheita de frutas.
AF031 - FRUTICULTURA II
Manejo para produção das fruteiras de clima temperado, subtropical e tropical, de interesse
para o sul do Brasil, visando a produção de frutas.
AF037 - ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS
Armazenagem – Introdução. Rede armazenadora de grãos. Características dos grãos
armazenados. Determinação de umidade dos grãos. Fatores que afetam a conservação dos
grãos armazenados. Microflora dos grãos armazenados. Insetos que atacam os grãos
armazenados e seu controle. Secagem dos grãos. Aeração e seca-aeração. Beneficiamento
dos grãos. Armazéns. Manuseio e armazenamento de raiz e leguminosas. Armazenamento de
produtos sob refrigeração e atmosfera controlada.
AF038 - PLANTAS ORNAMENTAIS
Produção, manejo e utilização de espécies ornamentais herbáceas, arbustivas e arbóreas para
corte, interiores, parques e jardins. Floricultura.
AF045 - DEFESA SANITÁRIA VEGETAL
Pesquisa e Desenvolvimento de Defensivos. Legislação. Classes Toxicológicas. Receituário
Agronômico. Toxicologia dos Defensivos. Toxicidade relativa. Classificação e modos de ação
dos Inseticidas, Acaricidas, Nematicidas, Raticidas e Moluscicidas. Inorgânicos. Orgânicos.
Origem Mineral, Biológica, Fisiológica, Vegetal. Clorados. Clorofosforados. Fosforados não
Sistêmicos. Foforados Sistêmicos. Carbamatos. Piretróides. Óleos Minerais. Expurgo e
Fumigantes. Aplicadores terrestres manuais, costais, tratorizados: de barra, Ultra Baixa Volume
(UBV), Baixo Volume (BV). Métodos de Calibração. Redução e Equilíbrio de percentagem de
ingrediente ativo.
AF046 - EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA
Experimentação Agrícola. Técnicas de Experimentação Agrícola. Testes de Significância.
Delineamentos Experimentais e sua Análise de Variância. Testes de Comparação de médias.
Regressão e Correlação. Planejamento de um projeto de Pesquisa.
AF047 – FORRAGICULTURA
Características morfológicas das espécies forrageiras. Importância e estudo das principais
espécies forrageiras do Paraná. Fatores climáticos na produção das espécies forrageiras.
Fisiologia das espécies forrageiras. Manejo das pastagens. Formação e recuperação das
pastagens. Valor nutritivo das espécies forrageiras. Conservação de forrageiras, ensilagem e
fenação.
AF048 - INTODUÇÃO À PESQUISA EM FITOTECNIA (OPTATIVA)
Apresentação, discussão e aplicação de metodologia de pesquisa em Fitotecnia, no manejo
das principais culturas alimentícias, industrializáveis, forrageiras, olerícolas, frutícolas.
Sementes e armazenamento de grãos.
AF051 - ANÁLISE E TECNOLOGIA DE SEMENTES
Formação das sementes. Características e propriedades físicas das sementes. Maturação.
Germinação. Dormência. Sistemas de Produção de Sementes. Secagem. Beneficiamento de
sementes. Embalagem. Fisiologia. Fatores que afetam a viabilidade das sementes.
Armazenamento e conservação das sementes. Vigor e deterioração das sementes.
79
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Comercialização de sementes. Recentes avanços em produção e Tecnologia de Sementes.
Análise de Sementes.
AF052 - CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
Estudo das plantas daninhas. Fatores de competição. Terminologia em controle de plantas
daninhas. Métodos de controle de plantas daninhas – cultural, físico, biológico e químico.
Herbicidas. Controle de plantas daninhas nas culturas de interesse econômico para o Estado
do Paraná – grandes culturas (sementes e grãos), olerícolas, frutíferas, forrageiras e essências
florestais. Uso adequado dos herbicidas – Receituário Agronômico.
AF055 – MANEJO DE PASTAGENS (OPTATIVA)
Capacitar o aluno proporcionando a este o conhecimento de técnicas de manejo de pastagens,
as quais permitem um determinado grau de controle do sistema solo-planta-animal, direcionado
para aumento na produção animal, além de garantir a estabilidade e persistência da pastagem,
uma vez que o animal exerce um forte efeito sobre a resposta da pastagem e esta por sua vez
afetará o desempenho animal.
AF053 - AGRICULTURA ESPECIAL V (OPTATIVA)
Aspectos específicos de cultivo e produção das principais plantas da flora medicinal brasileira,
principalmente aquelas de interesse regional.
AF304 – OLERICULTURA
Estudo do cultivo das principais hortaliças de importância econômica e alimentar. Técnicas de
condução de hortas, conforme suas finalidades. Manejo e fisiologia pós-colheita, visando a
conservação. Comercialização.
AF306 - MELHORAMENTO DE PLANTAS
Importância e objetivo do melhoramento de plantas. Bases genéticas do melhoramento de
plantas. Fontes de variabilidade. Melhoramento de plantas autógamas, alógamas e de
reprodução assexuada.
AF313 - FITOPATOLOGIA ESPECIAL
Estudo das doenças causadas por agentes fitopatogênicos em culturas de interesse
econômico. Métodos de controle das doenças de plantas: Químico, Biológico e Cultural.
Controle integrado. Estudo dos defensivos agrícolas utilizados no controle de fitopatógenos.
Patologia de sementes. Exame Fitopatológico de sementes. Fatores que induzem sintomas
semelhantes aos causados por fitopatógenos. Receituário Agronômico.
AF332 - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AGRONÔMICA (OPTATIVA)
Agronomia no Brasil – Realidade externa e interna. Climas e regiões agrícolas. Economia em
função da Agronomia. Apresentação e discussão sobre o desenvolvimento e avanço nas áreas
de atuação da Agronomia, bem como das inter-relações disciplinares e importância para o
Curso.
AF333 - MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS (OPTATIVA)
Estudo do Agroecosistema: patógeno, parasitos, predadores, controle físico e mecânico,
feronomas, atraentes e repelentes químicos, esterilização física e química, inseticidas
seletivos, resistência de plantas, controle mediante métodos de cultivo, técnicas e manejo
integrado de pragas, aplicação do manejo integrado nas principais culturas e essências
florestais. Entomologia Econômica.
AF335 - LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO
Papel do Engenheiro agrônomo na Sociedade e na Humanidade. Atribuições e regulamentação
da Profissão do Engenheiro Agrônomo. Código de Ética do Engenheiro Agrônomo. Sociedades
Técnicas e Científicas.
AF336 - MECANISMOS FISIOLÓGICOS DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA (OPTATIVA)
Estudo dos mecanismos envolvidos na produtividade agrícola. Relações entre a planta e o solo
e necessidades hídricas. Mecanismos e aspectos fisiológicos envolvidos na absorção e
transporte dos nutrientes fundamentais. Plantas com metabolismo C3, C4 e CAM. Efeitos da
80
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
luz sobre o crescimento desenvolvimento e produtividade das plantas cultivadas. Cultivo
hidropônico e em ambientes artificiais. Crescimento, desenvolvimento e produtividade.
AL019 - TECNOLOGIA DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS
Principais técnicas empregadas na obtenção industrial de matérias graxas (óleos comestíveis e
combustíveis), óleos essenciais, resinas naturais, amidos e féculas, purificação destes
produtos e aproveitamento dos subprodutos. Conhecimentos gerais sobre Zimotecnia:
fermentação alcoólica e obtenção do álcool (potável e carburante) e de bebidas (aguardente e
vinhos); fermentação de produtos de origem agropecuária e sua conservação (indústria da
conserva alimentícia). Instalações industriais e equipamentos modernamente empregados.
Higiene e controle de qualidade dos produtos obtidos.
AL020 - IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
Hidráulica e Hidrometria. Captação e distribuição de água. Sistemas de irrigação.
Drenagem agrícola. Projetos.
AL021 - CONSTRUÇÕES RURAIS
Introdução, planejamento das construções rurais. Projeto. Materiais de construção. Partes da
obra e técnica de sua execução. Estruturas nas obras. Esforços externos ativos. Esforços
externos reativos. Esforços internos solicitantes. Concreto armado, sedes de fazendas. Casas
de fazendas. Silos ao nível de propriedade rural. Estradas rurais.
AL022 - AVIAÇÃO AGRÍCOLA (OPTATIVA)
Posicionamento da aviação agrícola em relação à agricultura brasileira. Aerodinâmica básica.
Principais tipos de formulação de produtos químicos. Estudo da gota. Equipamentos para
aplicação aérea de produtos sólidos. Normas para calibração de equipamentos e determinação
da largura da faixa de deposição efetiva. Estudo sobre o peso e balanceamento das aeronaves
agrícolas. Planejamento operacional. Calibração de equipamentos de aplicação.
AL023 - MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Mecânica Aplicada. Motores. Tipos de tração. Máquinas e implementos agrícolas. Uso e
manutenção. Projetos de mecanização.
AL024 - ELETRIFICAÇÃO RURAL
Finalidades Sócio-Econômicas da Eletrificação Rural. Problemas específicos oriundos do baixo
fator de uso de eletrificação rural. Formas de financiamento e cobertura operacional de
eletrificação rural. Revisão sobre eletrologia. Instalações elétricas estáticas e dinâmicas.
Monofásicas e trifásicas. Correção do baixo fator de potência em propriedades rurais.
Classificação em categorias de consumidores rurais. Entrada em serviço mono, bi e trifásicos.
Dimensionamento de redes aéreas de Alta Tensão e Baixa Tensão. Dimensionamento de
transformadores, proteções e materiais para eletrificação rural. Comandos eletromagnéticos
para máquinas elétricas rurais. Planejamento e projeto de instalações elétricas rurais.
AL026 – ADUBOS E ADUBAÇÕES E A RECICLAGEM DE NUTRIENTES
A disciplina tem por objetivo oferecer aos alunos uma visão dos adubos como recursos naturais
renováveis e não renováveis, favorecendo à tomada de decisão diante de diagnósticos em
ambientes agrícolas ou não. Inicia pelos princípios da ciclagem biogeoquímica e caracterização
geral dos contaminantes ambientais. Segue com o estudo das origens, características de
qualidade e manejo de adubos minerais, orgânicos e verdes. E finaliza com a discussão da
adubação em sistemas sustentáveis e com a avaliação dos impactos ambientais decorrentes
do uso e manejo dos diversos adubos estudados.
AL035 - ESTRUTURAS PARA O CULTIVO EM AMBIENTES PROTEGIDOS (OPTATIVA)
Capacitar o aluno a projetar, fiscalizar e desenvolver projetos que envolvam ambientes
protegidos.
AL036 - FÍSICA DO SOLO (OPTATIVA)
O solo como um sistema multicomponente e suas relações Massa-Área-Volume.
O estado de energia da água no solo. O Método de Fourier na resolução das equações
diferenciais parciais de interesse na física do solo. Dinâmica da água em solo saturado.
81
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Dinâmica da água em solo não saturado. Transferência de calor no solo. Movimento de gases
no solo. Dinâmica da água e solutos no solo.
AL037 – HIDRÁULICA E HIDROLOGIA (OPTATIVA)
Introdução - Proriedades físicas da água - Hidrostática - Movimento da água - Hidrodinâmica
Conduto forçado - Canal aberto - Medicão da vazão - Ciclo hidrológico - Conservação da água
em microbacias hidrográficas.
AL314 - INTRODUÇÃO À PESQUISA EM SOLOS (OPTATIVA)
Aspectos metodológicos empregados em pesquisa de solo. Elaboração do projeto de pesquisa
a ser desenvolvido. Execução do projeto proposto. Preparação do relatório final. Seminário.
AL315 - QUÍMICA AGRÍCOLA
Solo como fornecedor de nutrientes vegetais. Formas de ocorrência. Distribuição e
transformações e Disponibilidades. Avaliação da fertilidade para fins de adubação e correção.
AL316 – PEDOLOGIA
Fatores e processos de formação do solo. Constituição do solo. Perfil do solo. Características
morfológicas do solo. Principais propriedades químicas e físicas do solo. Colóides do solo.
Classificação de solos. Solos do Brasil.
AL317 - CLIMATOLOGIA AGRÍCOLA
Importância e Conceituação. Balanço da radiação na biosfera. Temperatura na Biosfera. Vento
na Biosfera. Precipitação. Evapotranspiração e balanço hídrico. Zoneamento e calendários
agrometeorológicos. Previsões agrometeorológicas.
AL318 - CONSEVAÇÃO DE SOLOS
Levantamentos conservacionistas: Recursos básicos para o levantamento conservacionista.
Capacidade do uso do solo. Erosão de solo e relação com erosividade, erodibilidade e formas
de paisagem. Práticas mecânicas e vegetativas de controle de erosão: manejo do solo.
AL319 - BIOLOGIA DO SOLO
Importância da Biologia do solo na Agronomia. Fisiologia da população microbiana do solo e
organismos que a compõem. Meso e macro fauna do solo. Ecologia geral dos organismos do
solo. Efeitos dos organismo sobre as propriedades do solo. Os grandes ciclos biológicos:
carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre. Associações entre os organismos do solo e as plantas.
Matéria orgânica no solo.
AL320 - NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS
Nutrientes vegetais, macro e micro nutrientes. Absorção, transporte e redistribuição dos
nutrientes na planta, conceito e critério de classificação dos fertilizantes. Aspectos específicos
relacionados com a nutrição mineral e adubação das principais culturas.
AL321 - ECOLOGIA AGRÍCOLA
Condições ambientais, fatores ecológicos e sua significância. Habitat ecológico, alterações e
reflexos ambientais. Estrutura, distribuição e dinâmica da vegetação. Ecossistemas naturais e
agro-ecossistemas. Biomassa. Agricultura Alternativa.
AL 322 – FOTOINTERPRETAÇÃ0
Fotointerpretação e sua importância na agricultura. Fotogrametria: Fotografias aéreas e
princípios de fotogrametria. Levantamentos de solos. Unidades taxonômicas e de
mapeamento. Métodos de fotointerpretação aplicados a levantamentos de solos. Análise aerofotográfica do relevo, drenagem , erosão e uso da terra. Emprego de fotos aéreas em
classificação de terras e conservação de solos. Técnicas de sensoriamento remoto e suas
aplicações nos estudos de solos e agricultura.
AL323 - RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
Preservação, conservação e manejo de Recursos Naturais Renováveis. Recuperação de áreas
Degradadas. Manejo de bacias hidrográficas.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
AS018 - SILVICULTURA GERAL I
Introdução à Silvicultura. Reconhecimento de espécies florestais. Bases bioecológicas de
crescimento das árvores. Benefícios indiretos da floresta. Cuidados com o ambiente florestal.
AS019 - SILVICULTURA GERAL II
Noções de sementes. Noções de viveiros. Plantio e tratos culturais. Arborização de
propriedades rurais. Produtos florestais: primários e secundários.
AT046 – SEGURANÇA DO TRABALHO AGROFLORESTAL II (OPTATIVA)
As normas regulamentadoras (NRs) - Projetos de controles de riscos ambientais - Programa de
prevenção de riscos ambientais ( PPRA) - Instrumentos de avaliação da medida de controle
AT306 - SEGURANÇA DO TRABALHO AGROFLORESTAL (OPTATIVA)
O trabalho rural e seu ambiente de trabalho. Segurança no uso de ferramentas, equipamentos,
máquinas e materiais. Segurança na: Organização de técnica das principais atividades.
Organização da segurança e higiene do trabalho agroflorestal.
AZ003 - ZOOTECNIA GERAL
Estudo genérico dos animais domésticos de interesse econômico. Características morfológicas
das espécies, pelagem, determinação da idade, reprodução. Características taxonômicas,
exterior e julgamento dos animais, bioclimatologia e ginástica funcional.
AZ011 - EQÜINOCULTURA (OPTATIVA)
Aplicação dos princípios básicos do manejo. Reprodução. Melhoramento genético dos eqüinos,
estudo das raças visando o estudo racional e econômico da espécie.
AZ012 - CAPRINOCULTURA (OPTATIVA)
Estudo dos princípios básicos do manejo, instalações, reprodução e condições de criação dos
caprinos. Desenvolvimento da Caprinocultura no Brasil, condições de adaptação de diferentes
raças, bem como o melhoramento genético introduzido nas raças já existentes. Equipamentos
e instalações ligados à produção de leite e carne de caprinos.
AZ013 - ZOOTECNIA ESPECIAL I
Importância do gado leiteiro e de corte no Paraná e no Brasil. Criação e exploração econômica.
Raças – sistemas de produção. Instalações – manejo. Higiene Animal.
AZ014 - ZOOTECNIA ESPECIAL II
Criação e exploração econômica de aves e suínos de significado econômico no Brasil.
Cruzamentos industriais, sistemas de produção e manejo de aves e suínos. Higiene Animal.
AZ015 - MELHORAMENTO ANIMAL (OPTATIVA)
Genética aplicada no melhoramento dos animais domésticos. Seleção nas Diferentes espécies
de interesse econômico. Graus de sangue. Mestiçagem. Obtenção genética de novas raças.
AZ016 - APICULTURA (OPTATIVA)
Biologia, anatomia e comportamento das abelhas. Técnicas de controle de cruzamentos.
Instalações e manejo de apiários para obter uma boa produção. Aspectos da agressividade,
polinização, melhoramento das abelhas e manejo sanitário.
AZ017 - AQÜICULTURA (OPTATIVA)
Aplicação dos princípios básicos de manejo, criação, reprodução, alimentação e melhoramento
genético, visando a exploração racional de peixes e rãs, bem como, a manutenção e reposição
da fauna e flora referentes à disciplina de rios, lagos e represas.
AZ018 – BUBALINOCULTURA (OPTATIVA)
Distribuição mundial, Importância econômica, Reprodução, Manejo, Raças, Instalações e
equipamentos, Manejo ligado à produção de carne e à produção de leite.
83
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
AZ019 – SERICICULTURA (OPTATIVA)
Possibilidades e vantagens que oferece. Implantação da cultura da amoreira. Instalações e
equipamentos necessários à implantação da sericicultura. Doenças e pragas de amoreiras.
Doenças e o bicho-da-seda. Processos de encasulamento Metamorfose sofrida pelo sirgo.
Colheita, limpeza, escolha e venda do produto (casulo).
AZ026 – MARICULTURA (OPTATIVA)
Apresentação dos aspectos técnico-biológicos mais importantes para o sucesso comercial dos
principais tipos de cultivo de organismos marinhos potencialmente exploráveis no litoral
paranaense. Aplicação de princípios básicos para a obtenção e manutenção de reprodutores,
reprodução, cultivo de organismos-alimento, larvicultura e engorda de camarões, ostras
mexilhões e peixes marinhos.
AZ302 - NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Classificação, composição dos alimentos destinados aos animais domésticos, princípios
nutritivos dos protídios, vitaminas, minerais, aditivos, com vistas à alimentação racional dos
animais. Técnicas e métodos de alimentação racional dos animais domésticos, tendo como
base os princípios de nutrição animal e de utilização de forragens volumosas. Bromatologia.
AZ310 - OVINOCULTURA (OPTATIVA)
Aplicação de princípios básicos sobre manejo. Melhoramento genético dos ovinos. Estudo das
raças visando a criação racional e econômica da espécie. Instalações e equipamentos.
Comercialização de lã e carne.
BA010 - ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
Noções básicas sobre o significado morfológico dos diversos sistemas, utilizando-se de um
animal padrão cujos conhecimentos possam ser aplicados em outras espécies domésticas.
Proporcionar ao estudante de Agronomia um estudo sucinto da Anatomia Animal útil para o
desenvolvimento posterior dos programas das disciplinas correlatas.
BB017 - MORFOLOGIA VEGETAL I
Evolução morfológica considerando-se os diversos grupos vegetais. Caracterização
morfológica básica dos vegetais unicelulados e pluricelulados, destacando-se a importância
prática e ecológica dos mesmos.
BB018 - MORFOLOGIA VEGETAL II
Morfologia externa e anatomia dos órgãos vegetativos e reprodutivos das fanerógamas.
Fanerógamas de interesse prático.
BB019 - SISTEMÁTICA VEGETAL PARA AGRONOMIA
Estudos taxonômicos e sistemáticos dos vegetais de interesse agronômico e aspectos
complementares de importância.
BB020 - FISIOLOGIA VEGETAL PARA AGRONOMIA
A célula como unidade fisiológica e a planta como unidade funcional. Relação da planta com a
água. Nutrição Mineral e metabolismo do nitrogênio. Fotossíntese. Respiração. Secreção.
Transporte de nutrientes. Crescimento e desenvolvimento. Senescência e morte dos órgãos e
da planta.
BF013 - FISIOLOGIA COMPARADA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
A disciplina dá noções gerais de Fisiologia Comparada dos Animais Domésticos, com conteúdo
programático especial, destinado ao Curso de Engenharia Agronômica, dando-se particular
ênfase aos aspectos de digestão e reprodução dos Animais Domésticos, básicos para as
disciplinas de Nutrição e Zootecnia.
BG006 - GENÉTICA VEGETAL
Envolve conhecimentos gerais (regras fundamentais) e o entendimento de fenômenos
hereditários observados nos principais cultígenes, a fim de facilitar a compreensão da Ciência
de Melhoramento das Plantas.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
BG010 - GENÉTICA QUANTITATIVA (OPTATIVA)
Envolve as bases genéticas dos caracteres poligênicos, a Teoria do Melhoramento Genético de
plantas e a exploração de dados experimentais para estimar parâmetros genéticos e
ambientais.
BP310 - PARASITOLOGIA AGRÍCOLA
Estudo dos Insetos, Ácaros e Nematóides de interesse agrícola. Pragas das grandes culturas,
hortaliças, ornamentais e principais essências florestais. Pragas dos produtos armazenados e
dos domicílios.
BQ007 - BIOQUÍMICA VEGETAL
Química e metabolismo de carboidratos estruturais e de reserva. Pigmentos e hormônios
vegetais. Ciclos biosféricos. Biosíntese de Proteínas e controle genético. Noções de
bioenergética.
BZ013 - ZOOLOGIA PARA AGRONOMIA
Sistemática: Classificação e nomenclatura (levantamentos bibliográficos) Morfologia e
Taxonomia de animais de interesse agrícola dos seguintes grupos zoológicos: Platyelmintes,
Aschelmintes, Anellida, Arthropoda, Mollusca, Pisces, Amphíbia, Reptília, Aves e Mammalia.
BZ014 - ENTOMOLOGIA AGRÍCOLA
Conceito e classificação de insetos. Metamerização. Morfologia dos apêndices. Morfologia e
fisiologia dos sistemas: digestivos, reprodutivos, circulatório, respiratório, excretor, nervoso e
muscular. Técnicas de coleta e conservação. Estudo dos grupos de insetos de interesse
agrícola.
CD014 - GEOMETRIA DESCRITIVA
Dupla Projeção Ortogonal. Projeção Cotada.
CD015 - DESENHO TÉCNICO
Objetivos e aplicações do Desenho no Curso de Engenharia Agronômica – materiais e técnicas
especiais. Normas Técnicas da ABNT (Convenções e Normatização). Escalas Gráficas –
Cotagem e esboço técnico. Elementos gráficos na interpretação e solução de problemas.
Transformação e integração de áreas. Concordância. Noções de desenho Arquitetônico com
aplicações em obras rurais. Estudo sobre desenho em redes de drenagem, perfis de cursos
d’água, barragens, estações de recalque, etc. Instalações elétricas rurais, residenciais e em
redes de transmissão (eletrificação rural). Desenho Topográfico.
CE002 - ESTATÍSTICA I
Estatística Descritiva. Distribuições Estatísticas de Freqüências. Medidas de tendência central
e de posição. Medidas de dispersão, de assimetria e de curtose. Elementos de probabilidades.
Distribuições discretas de probabilidades. Distribuições contínuas de probabilidades.
Distribuições amostrais. Estimativa de parâmetros. Teoria das pequenas amostras. Testes de
hipóteses. Teorias de regressão e correlação.
CF342 - FÍSICA PARA AGRONOMIA
Medidas físicas. Mecânica básica. Gravitação. Hidrostática. Hidrodinâmica. Termodinâmica.
Termometria. Calorimetria. Gases e líquidos. Ótica geométrica. Fotometria. Eletricidade.
Eletromagnetismo. Noções de física moderna. Introdução à Física Atômica e Nuclear.
CI048 - PROCESSAMENTO DE DADOS I
Sistemas de computação. Tipos de computadores. Utilização de computadores. Centros de
processamento de dados. Implicações sociais e impactos futuros. Tendência da tecnologia.
CM007 - CÁLCULO COM GEOMETRIA ANALÍTICA I
Funções de uma variável real. Limites e continuidade. Derivadas, máximos e mínimos de
funções de uma variável. Diferenciais. Integral indefinida. Integral definida e Cálculo de áreas
sob uma curva. Sistema Cartesiano – reta no plano. Cônicas.
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Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
CM008 - CÁLCULO COM GEOMETRIA ANALÍTICA II
Geometria Analítica no Espaço. Funções de várias variáveis. Máximos e mínimos de funções
de variáveis. Séries. Equações Diferenciais. Matrizes e equações lineares.
CQ004 - QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA
Estudo teórico e prático das reações qualitativas de caracterização de cátions e ânions. Parte I
Cátions: estudo em seis grupos dicotômicos com as respectivas técnicas de separação,
isolamento e caracterização. Parte II – Ânions: estudo em seis grupos dicotômicos com as
respectivas técnicas de separação, isolamento e caracterização. Parte III – Via seca. Parte IV –
Análise qualitativa de sais minerais simples e produtos industriais.
CQ023 - QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA BÁSICA
Análise gravimétrica. Análise volumétrica. Equipamentos volumétricos. Soluções e reagentes.
CQ025 - QUÍMICA ORGÂNICA GERAL II
A natureza dos compostos orgânicos. A teoria orbital. Grupos funcionais. Regras de
nomenclatura dos compostos orgânicos. Estudo sucinto das principais funções orgânicas.
Isomeria.
GA002 – TOPOGRAFIA
Introdução. Medida de Distância. Medida de Ângulos. Orientação. Planimetria. Altimetria.
Estadimetria. Desenho Topográfico. Locações comuns. Execução de Projetos-altimétricos.
GC004 - GEOLOGIA PARA AGRONOMIA
Introdução. Minerais. Rochas. Meteorização das Rochas. Ação Geológica das águas. Ação
geológica das geleiras e dos ventos. Noções de estratigrafia e tectônica. Geologia do Paraná.
HC015 – SOCIOLOGIA DAS SOCIEDADES AGRÁRIAS
Sociologia rural. Aspectos históricos da formação social brasileira. O papel do Estado e suas
políticas para a agricultura. Movimentos Sociais e perspectivas para o campo.
O currículo que está em vigência consegue cobrir as principais áreas de
estudos agronômicos e permite também formar um profissional adequado ao
perfil profissional proposto pelo curso.
A seqüência de realização das disciplinas admite uma agregação
constante de conhecimento e os pré-requisitos impedem que o aluno realize
determinadas disciplinas sem um conhecimento prévio, o que permite melhorar
o aproveitamento.
A análise das ementas apresentadas anteriormente deixa claro que as
disciplinas ofertadas possuem programas detalhados de conteúdo e de acordo
com o projeto acadêmico do Curso de Agronomia.
Conforme citado no item 4.2.1, apresentado na dimensão 4, o acervo é
completo, atualizado e dispõe de todas as bibliografias necessárias para o
cumprimento do projeto acadêmico do Curso de Agronomia. Os técnicos que
atendem a biblioteca tem formação adequada e treinamento para a realização
de suas atividades. A infra-estrutura é adequada e possui acessibilidade.
Por fim, é importante destacar a qualidade do corpo docente do Curso
de Agronomia da UFPR, formado na sua maioria por Engenheiros Agrônomos
com pós-graduação em suas respectivas especialidades. Observa-se que dos
112 professores que lecionam para a Agronomia, 96 possuem doutorado, o
86
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
que representa 85,7% do total de docentes do Curso. Além disso, 91% dos
docentes têm regime de dedicação exclusiva.
O sistema de organização departamental presente no Curso de
Agronomia, que é a base organizacional da UFPR, permite que o aprendizado
ocorra dentro de áreas científicas e tecnológicas altamente especializadas e
capacitadas. Desta forma, cada uma destas interações do aluno em diferentes
departamentos permite uma integração do conhecimento e formação de uma
base de conhecimentos que serão exigidas quando da atuação profissional.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
Os objetivos do Curso de Agronomia, bem como a estrutura do currículo
pleno vigente estão de acordo Resolução nº. 36/89 do CEP, retroativo a 1984
formam um profissional dentro do perfil inicialmente proposto.
Os conteúdos curriculares das disciplinas ofertadas pelo Curso de
Agronomia bem como as competências profissionais adquiridas estão de
acordo com as dos cursos de agronomia do MERCOSUL.
A Estrutura curricular e os conteúdos programáticos das disciplinas de
formação básica, de formação geral, de formação profissional e de formação
profissional complementar são adequados e permitem tanto uma integração
horizontal (entre disciplinas do mesmo período), quanto uma integração vertical
(entre disciplinas de semestres sucessivos).
O acervo da biblioteca de agronomia é completo, pertinente, atualizado e
dispõe de todas as bibliografias necessárias para o cumprimento do projeto
acadêmico do curso.
A qualidade do corpo docente do Curso de Agronomia da UFPR é
destacada, por ser constituído na sua grande maioria por Engenheiros
Agrônomos com doutorado e dedicação exclusiva ao curso.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Dar continuidade a reforma curricular iniciada no ano de 2009 para que
inclua neste processo modificações referentes às exigências da legislação e
outras impostas pelas mudanças naturais das condições políticas e
econômicas do país.
Criar mecanismos de revisão e avaliação constante do currículo que
permita uma atualização de objetivos, metodologias e bibliografias e, caso seja
necessário, reformar os componentes curriculares para a introdução de novas
competências para garantir a formação de um profissional eficiente e
atualizado com o atual estado de arte do mercado.
87
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
DIMENSÃO II – PROJETO ACADÊMICO
Componente: 2.2 – Processos de Ensino e Aprendizagem
2.2.1. Metodologias de Ensino e Perfil
O processo de ensino e aprendizagem do Curso de Agronomia possui
um apropriado grau de organização, conteúdos coerentes com os objetivos
propostos pelo projeto acadêmico, adequada oferta de bibliografias e métodos
convencionais de ensino. Cada disciplina ofertada no curso possui uma ementa
e um conteúdo programático que é atualizado periodicamente, juntamente com
as bibliografias obrigatórias e as complementares. Tal aspecto busca proceder
a uma interdisciplinaridade e uma complementaridade ao curso.
Algumas disciplinas, procurando inovar este processo, têm se utilizado
da internet para disponibilizar aos alunos informações, conteúdos
programáticos, calendários de atividades e bibliografias eletrônicas.
Os conteúdos programáticos e as formas de abordagem utilizadas pelas
disciplinas são variados, não existindo um modelo único de ensinoaprendizagem. O que tem se observado nos últimos anos é a incorporação de
ferramentas de multimídia em complemento às aulas expositivas com quadro
negro. Algumas disciplinas têm incorporado inovações a este processo, se
utilizando de trabalhos em grupo, análises de casos, apresentação de
seminários por parte dos alunos, realização de trabalhos práticos, entre outras.
Existem também muitas disciplinas que se utilizam predominantemente da
técnica expositiva quase sem a participação dos alunos.
De maneira geral, pode-se dizer que as aulas são predominantemente
teórico-práticas e tem por objetivo combinar os fundamentos teóricos e
desenvolver capacidade para a interpretação de fenômenos físicos,
econômicos, biológicos e químicos, além da desenvolver a capacidade de
raciocínio, compreensão de textos, dedução e resolução de problemas com a
utilização dos mais diversos ferramentais existentes.
Nas aulas práticas, estimula-se os alunos a utilizar os conhecimentos
anteriormente adquiridos, desenvolvendo habilidades fundamentais que serão
necessárias quando do desempenho de sua profissão futura.
Nas viagens de estudos, os alunos tomam contato com as diversas
atividades produtivas existentes na Região Metropolitana de Curitiba e em
algumas regiões do Estado do Paraná. Nestas práticas a campo, tem a
oportunidade de entrar em contato com diferentes tipos de propriedades rurais,
diversos pacotes tecnológicos e diferentes sistemas de produção.
Estimula-se também o processo de ensino-aprendizagem via a interação
dos alunos com os docentes das diferentes disciplinas nos estágios, nas
atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas pelo Curso de Agronomia.
Muitos estudantes participam destas atividades de maneira formal, outros as
realizam informalmente objetivando aumentar seus conhecimentos e adquirir
novas capacidades em áreas temáticas de maior interesse.
88
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
2.2.2) Atividades Educativas - Perfil
Todas as disciplinas do projeto acadêmico programam e desenvolvem
atividades de ensino-aprendizagem. As matérias de formação básica, de
formação geral, de formação profissional e de formação profissional
complementar desenvolvem atividades educativas baseadas na aprendizagem
por competências, conforme é apresentado a seguir:
a) Competências das matérias de formação básica: compreender e aplicar
conceitos e princípios de matemática, estatística e experimentação, física,
química, biologia, botânica, zoologia, desenho e processamento de dados.
Interpretar conhecimentos científicos e tecnológicos.
b) Competências das matérias de formação geral: compreender e aplicar
conceitos e princípios de ciências humanas e sociais e ciências do meio
ambiente. Interpretar conhecimentos científicos e tecnológicos.
c) Competências das matérias de formação profissional e profissional
complementar: abordar cientificamente os fatores produtivos, interpretar
conhecimentos científicos e tecnológicos, aplicar conhecimentos científicos e
tecnológicos e utilizar meios para difundir conhecimentos científicos e
tecnológicos. Permitem também avaliar produtos e sistemas de produção
agropecuária, avaliar tecnologias inovadoras, avaliar problemas na área de
competência profissional, combinar fatores produtivos de maneira a obter
racionalidade ecológica, técnica, social e econômica, coordenar projetos
agropecuários, gerir empreendimentos agropecuários, entre outras.
Todas as atividades educativas desenvolvidas no Curso de Agronomia
têm como objetivo o cumprimento do perfil profissional proposto. A
especificação destas atividades pode ser observada nas fichas número 1 e 2
de cada uma das disciplinas lecionadas.
O curso também possui algumas atividades integradoras e educativas.
Estas atividades são descritas a seguir:
a) Semana do Calouro: é uma atividade que busca integrar os novos alunos
ao ambiente universitário. Neste período, existe uma série de atividades
agendadas com o objetivo de fazer com que o aluno tome conhecimento do
curso que ele está iniciando. Existe uma recepção no auditório do Setor com a
presença do Diretor, do Coordenador do Curso, de alguns Chefes de
Departamento e do Centro Acadêmico onde se procede a uma explanação
sobre o funcionamento administrativo do curso e sobre o processo de
confirmação de matrícula. Neste período, também acontecem uma série de
visitas ao Campus do Setor de Ciências Agrárias, ao Compus do Centro
Politécnico, à Estação Experimental do Cangüiri e visitas às propriedades
rurais da Região Metropolitana de Curitiba.
b) Introdução à Engenharia Agronômica: é uma disciplina optativa do
primeiro ano do curso que tem por objetivo inserir o estudante no ambiente da
profissão e ajuda-lo a definir a sua vocação. Grande parte dos alunos provém
89
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
da Cidade de Curitiba e outra parcela vem do interior do Estado do Paraná ou
de outros estados. Nesta disciplina, discuti-se a agronomia no Brasil e sua
realidade externa e interna. Analisam-se os diversos climas e as regiões
agrícolas do Brasil. Compreende-se a importância econômica da agronomia e
do agronegócio. Apresenta-se e procede-se discussão sobre o
desenvolvimento e o avanço nas áreas de atuação da agronomia, bem como
das inter-relações disciplinares e importância para o Curso.
2.2.3) Sistemas de Avaliação
O processo de implementação de um sistema de avaliação num curso
com as dimensões do curso de Agronomia da UFPR não é uma tarefa trivial.
Nem, ao menos, sua complexidade serve para deixar de fazê-lo. Em um
universo que congrega cinco Setores Acadêmicos, 22 departamentos e, 112
professores em distintas disciplinas, do básico e profissionalizante, um sistema
de avaliação, para que seja justo e para que dele se possa tirar conclusões
corretas, sob pena de desperdício de tempo e energia, deve aferir o total de
conhecimentos teóricos e práticos tornados disponíveis aos alunos em
comparação com o seu grau de apreensão.
Embora a Coordenação do Curso e o professor responsável pela
disciplina devam ter plena liberdade na aplicação do tipo e da forma de
avaliação, essa escolha deve ser feita em função da modalidade da disciplina e
do seu sistema pedagógico.
Pretende-se implementar formas e meios de avaliação que sejam
condizentes com as metodologias mais atuais para este tipo de ferramenta
avaliativa e que seja, obviamente coerente com as normas e regulamentos da
UFPR, dados pelas instâncias superiores da administração
Uma outra importante questão relativa aos processos de avaliação diz
respeito ao cruzamento de indicadores próprios do curso, informando sobre um
necessário diagnóstico do mesmo, com metas a serem propostas a cada
gestão da coordenação do curso. Tais metas seriam, portanto, um alvo ou
intento a ser atingido em função daqueles indicadores, que permitiriam
reformular estratégias no decorrer do tempo decorrido de uma gestão
administrativa, efetuar correções de rumo e checar se as metas anteriormente
traçadas foram ou não atingidas. Isso tudo poderia ser feito sob as expensas
da própria Coordenação, em eventos anuais e específicos a esse fim,
tomando-se como base de avaliação os Setores ou os Departamentos
Acadêmicos e tendo como eixo norteador o próprio PPP do curso. Contudo,
tais eventos devem necessariamente reportar suas ações e resultados às
Comissões de Avaliações da Pró-Reitoria de Graduação da UFPR, para que
essa instância tome ciência do processo de avaliação do curso de Agronomia.
De qualquer forma, essa sistemática realça a importância da
autoavaliação, sendo o Colegiado do Curso elemento central nesse processo,
não só quanto às questões meramente administrativas (aprovando as metas e
diretrizes gerais do curso), mas também, e principalmente, quanto àquelas
acadêmicas e de chancela dos resultados das avaliações.
90
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Assim, concretamente, o processo de avaliação do Curso de Agronomia da
UFPR se dará de duas formas:
1) AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (INTERNA): Será feita por meio de
Seminários Anuais de Avaliação, com a participação de docentes, discentes e
servidores, comparando as diretrizes e metas propostas no PPP com aquelas
realmente alcançadas e demonstradas nos indicadores do Curso de
Agronomia. Tais indicadores serão aqueles os quais, necessariamente, a
coordenação se baseará para tomar decisões em função das metas e diretrizes
traçadas.
2) AVALIAÇÃO EXTERNA: Composta pelos mecanismos de avaliação do
Ministério da Educação (MEC), quais sejam o Exame Nacional de Cursos –
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), previstos pelo
Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES), em consonância
com o calendário de avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
Algumas disciplinas utilizam ferramentas de tecnologia educativa e
aplicam técnicas didáticas inovadoras, incentivando desta forma uma maior
participação dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. Existem
também algumas disciplinas que são predominantemente expositivas como
conseqüência da deficiência de formação pedagógica dos docentes.
As disciplinas, de maneira geral, apresentam um grau satisfatório de
organização interna e uma boa comunicação entre os docentes.
O Curso de Agronomia, no conjunto de suas disciplinas, consegue
promover um aprendizado ativo mediante um posicionamento crítico sobre os
problemas reais do agronegócio brasileiro, através de aulas práticas, visitas
técnicas e atividades integradoras.
As disciplinas no seu conjunto geral promovem a ação de ensinoaprendizagem pelo processo das competências.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Criar mecanismos de capacitação didática e pedagógica para os
docentes, com o objetivo de aprimorar o processo de ensino-aprendizagem,
melhorar a programação das disciplinas e permitir a implementação de
propostas didáticas inovadoras.
Melhorar a articulação horizontal e vertical dos conteúdos programáticos
e das atividades didáticas para criar complementaridade e interdependência.
É preciso dar continuidade ao processo de autoavaliação do curso com
a participação de toda a comunidade universitária.
91
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
DIMENSÃO II – PROJETO ACADÊMICO
Componente: 2.3 – Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico
2.3.1) Atividades de Pesquisa – Processo de Ensino e Aprendizagem
A indissociabilidade entre as práticas de investigação científica e suas
interconexões com o ensino e a extensão, é entendida como necessária e
fundamental e um princípio norteador das ações do curso de Agronomia, como
de resto, da própria UFPR. Tal princípio já tem sido posto à prova em diversos
projetos e programas em andamento. Cumpre avaliá-los e aprimorá-los,
levando em conta suas múltiplas diversidades, público-alvo, metas e objetivos.
Nesse sentido, passa-se a propor, discutir, reformular e implementar
ações que visem colocar em prática o citado princípio da indissociabilidade.
Tais ações têm por meta principal a incorporação da prática investigatória de
cunho científico aos procedimentos do processo ensino-aprendizagem,
congregando esforços dos docentes e suas equipes, às necessidades dos
discentes quanto a uma formação plena e de qualidade.
Algumas dessas ações certamente incorporam necessidades de
mudanças nas formas e meios de divulgação dos resultados das pesquisas,
sem que, para isso, ocorra interferência nos processos metodológicos das
pesquisas de cunho científico. Contudo, para um congraçamento entre teoria e
prática e para melhor atração de quadros no e para o curso de Agronomia da
UFPR, é fundamental que haja uma maneira de inserir aqueles resultados no
cotidiano das disciplinas e dos discentes.
Assim, algumas das ações que envolvem os processos de pesquisa e
suas correlações com a aprendizagem são as seguintes, englobando práticas
educativas e atividades de ensino:
a) Avaliar e aperfeiçoar os programas de iniciação científica atualmente
utilizados pelos docentes do curso de Agronomia, visando sua ampliação em
número de discentes atendidos por bolsas e aumentando o escopo de
discussão sobre a qualidade dos trabalhos produzidos. Tal procedimento, já
adotado, carece apenas de ajustes, a partir do aprimoramento do Evento de
Iniciação Científica (EVINCI), de freqüência anual e com grande repercussão
não só no estado do Paraná, como também no país.
b) Formalizar e ampliar junto aos discentes o Estágio Voluntário em
Pesquisa, com reconhecimento, pela Coordenação do Curso (e seu Colegiado)
e pela própria UFPR, como uma atividade complementar devidamente
certificada, quer seja pela aceitação de sua carga horária ou de créditos, em
função da iminente reforma curricular do curso de Agronomia.
c) Implementar um programa de head hunter no curso de Agronomia, a
partir do quarto período (segundo ano) com vistas a identificar alunos com
vocação inegável para a pesquisa, estimulando-os a se qualificarem e, ao
mesmo tempo, dando-lhes oportunidades de crescimento, quer seja pela sua
proximidade com grupos consolidados de pesquisa, quer seja pela indicação
92
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
dos mesmos para iniciação à prática docente, como preparo para uma
inescapável pós-graduação stricto sensu. Paralelamente, instituir um Prêmio de
Desempenho Acadêmico ao melhor aluno, entregue em cada formatura. Tal
Prêmio, sob a forma de honrarias (medalhas, troféus e/ou diplomas) e uma
quantia pecuniária, seria dada em função de divulgação junto aos alunos de
que seus Índices de Rendimento Acadêmico estarão sob validação, a partir do
início do período letivo a cada ano.
d) Identificar alunos, ainda no primeiro ano, com potencial de atuação e
que tenham afinidade com as áreas de ensino e extensão.
e) Incentivar a aproximação de alunos pesquisadores e, principalmente,
com ligações com projetos de extensão, a situações práticas, em áreas
supostamente distintas, mas de interesses comuns.
f) Estabelecer vínculos entre projetos de pesquisa e projetos de
extensão às disciplinas afins. Tais vínculos se dariam de maneira formal, a
partir do registro do projeto ou programa, identificando as disciplinas que teriam
relação estreita com sua área de atuação. Entende-se que seriam palpáveis os
benefícios a serem obtidos com tais ações, especialmente para as disciplinas,
que teriam o aporte de pessoas e conhecimento gerados em outra instância
acadêmica.
g) Contando com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação, criar programas
de aperfeiçoamento do ensino, sob a ótica de experiências metodológicas no
processo ensino-pesquisa, sob um enfoque renovado nas relações de
aprendizagem para alunos de graduação.
h) Canalizar esforços no sentido de sensibilizar os coordenadores dos
projetos de extensão e de pesquisa a priorizar temas e problemas que digam
respeito a questões sócio-econômicas e ambientais diretamente ligados à
realidade regional de Curitiba e das condições sócio-econômicas do estado do
Paraná e do país. Tais abordagens seriam feitas a partir da identificação de
prioridades de desenvolvimento regional, em consonância com suas
realidades, visando ao benefício da sociedade em que a UFPR e o Curso de
Agronomia estão inseridos. Contudo, terão que ser necessariamente
contemplados alguns pressupostos básicos e norteadores dessas ações, quais
sejam os princípios da sustentabilidade ambiental, a saúde humana, animal
com respeito à qualidade de vida; a promoção e a preservação das culturas
locais e regionais; a transferência de tecnologias apropriadas; a capacitação e
qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas e
privadas; a reforma agrária e a valorização do trabalho rural.
No âmbito da UFPR, no segundo semestre de 2009, havia 1.144 alunos
realizando atividades de iniciação científica, o que resultou em 1.142 trabalhos
apresentados no Evento de Iniciação Científica. 53,2% destes alunos possuíam
algum tipo de bolsa de iniciação científica, conforme pode ser observado na
tabela 2.3.1.
93
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
No Curso de Agronomia, no ano de 2009, havia 28 alunos de graduação
realizando atividades de IC, o que significa 2,5% de toda a atividade realizada
na UFPR.
Tabela 2.3.1 - Número de Alunos de Iniciação Científica da UFPR – 2009.
Programa de Iniciação Científica
Bolsas
Bolsas
Bolsas
IC PERÍODO
PIBIC/
Fundação
UFPR/TN
Voluntária
CNPq
Araucária
Janeiro a Julho
319
160
64
641
Agosto a Dezembro
339
200
70
535
Fonte: Coordenadoria de Iniciação Científica - PRPPG
Nº. Trabalhos
apresentados
EVINCI
1.045
1.142
Conforme apresentado na tabela 3.24 do item 3.3.2.3 da Dimensão III,
no período compreendido entre 2005 e 2009, o corpo docente do Curso de
Agronomia (de acordo com informações obtidas na plataforma de Currículo
LATTES do CNPq) realizou 897 publicações científicas em revistas indexadas
(ISBN) como artigos completos publicados em periódicos. Isto significa uma
publicação média de 8,3 publicações por docente equivalente 40 horas ou 8,0
publicações em média por docente.
Com relação às publicações em Congresso, que significam trabalhos
completos publicados em anais de congressos, resumos expandidos
publicados em anais de congressos e resumos publicados em anais de
congressos, o corpo docente teve 1.450 publicações. Isto representa uma
publicação média de 13,4 publicações por docente equivalente 40 horas ou
12,9 publicações em média por docente.
Relativamente às supervisões (monografia de conclusão de curso de
graduação. MBA e especialização lato sensu) e orientações (mestrado e
doutorado) concluídas, o corpo docente do Curso de Agronomia realizou 595
atividades no interstício analisado. Isto significa uma orientação média de 5,5
trabalhos por docente equivalente 40 horas ou 5,3 trabalhos por docente.
2.3.2) Atividades de Pesquisa – Necessidades do Meio
A UFPR é a instituição de ensino paranaense que mais desenvolve
trabalhos de pesquisa no estado. O Estado do Paraná é o segundo estado
brasileiro que mais investe em ciência e tecnologia, de acordo com a base de
dados do Ministério de Ciência e Tecnologia. Os dados mostram que o Estado
do Paraná é responsável por 7,5% dos investimentos em pesquisas científicas,
atrás apenas do estado de São Paulo, com 62% dos investimentos.
O Estado do Paraná reserva 2% da sua receita bruta para investimentos
em ciência e tecnologia, o chamado Fundo Paraná. O dinheiro é dividido entre
a Unidade Gestora do Fundo (50%), a Fundação Araucária (30%) e o TECPAR
(20%). No ano de 2009, a previsão orçamentária foi de R$ 124,6 milhões.
Esses valores são distribuídos pelos órgãos responsáveis para instituições de
ensino e pesquisa públicas ou particulares sem fins lucrativos.
94
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
No ano de 2008, a UFPR ficou em sexto lugar no ranking de
investimentos do Fundo Paraná, tendo recebido (de projetos estratégicos da
União Gestora do Fundo e de projetos da Fundação Araucária) 6 milhões de
reais.
A UGF direciona seus investimentos para programas e projetos
estratégicos de órgãos e entidades que se enquadrem nas diretrizes da Política
Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (SETI) do Estado do
Paraná. Os projetos recebidos são adicionados a uma Carteira de Projetos, e
fica a cargo da Secretária da SETI analisar e listar os projetos que podem vir a
receber os investimentos. Essa lista é repassada ao governador, que permite o
convênio e a liberação da verba.
A UFPR não recebe apenas investimentos a nível estadual. Existe
também uma integração entre o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério
de Ciência e Tecnologia (MCT) para os investimentos. O recurso financeiro é
repassado à UFPR através da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior (CAPES) – ligado ao MEC -, do Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Financiadora de
Estudos e Projetos (FINEP) – ligados ao MCT.
De acordo com dados do MCT, em 2008, a UFPR teve uma participação
de 1,8% nos investimentos do CNPq, tendo recebido R$ 20,9 milhões. Em
2009 o CNPq foi responsável pelo patrocínio de 389 bolsas de iniciação
científica na UFPR, 31% do total no Estado do Paraná. Do total de bolsas
produtividade, a UFPR detém 236 bolsas (43% do total do estado).
Na UFPR, existe também o FDA (Fundo de Desenvolvimento
Acadêmico), que é constituído por recursos provenientes de taxas relativas a
Cursos de Especialização e das atividades de Prestação de Serviços, conforme
Resolução 42/03-COUN. Seus recursos são geridos por um comitê, composto
por representantes da PROPLAN, PRPPG, PROGRAD, PROEC, COPLAD e
CEPE. Os recursos do FDA são destinados ao Financiamento de Projetos
Especiais das Pró-Reitorias fim (PRPPG, PROGRAD E PROEC); a Demandas
de Fluxo Contínuo e Demandas de Fluxo Programadas. Demandas de Fluxo
Contínuo podem ser encaminhadas por Setores, Departamentos, Laboratórios,
Centros e Coordenações de Cursos de Graduação e Coordenações de
Programas de Pós-Graduação, bem como por Professores da UFPR.
Demandas de Fluxo Programadas devem obedecer ao estabelecido no Edital
Anual do FDA.
O financiamento de pesquisas na UFPR não é automático. Há uma
seleção nacional de áreas prioritárias que norteiam os editais das agências de
fomento. Para participar do processo, o pesquisador deve inscrever o seu
projeto de pesquisa e concorrer ao recurso financeiro. Desta forma, nem todas
as atividade de pesquisa recebem algum tipo de suporte financeiro.
A produção acadêmica, publicação científica e os projetos de pesquisa
desenvolvidos pelo corpo docente do Curso de Agronomia da UFPR são
adequados, suficientes, e estão diretamente relacionados com a área de
95
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
conhecimento aonde os docentes exercem suas funções. Toda a linha de
pesquisa e os projetos desenvolvidos estão registrados eletronicamente no
Sistema THALES (http://webapps.ufpr.br/fontes_consulta/palavraChave.jsp).
O Banco de Pesquisas da UFPR (Sistema THALES) é a base de dados
que contém informações consideradas relevantes sobre pesquisas
desenvolvidas na UFPR. Cada projeto registrado possui um número de
controle da pesquisa na UFPR denominado de BANPESQ. Este número
permite acesso às pesquisas docentes e informa a situação da mesma, além
de apresentar um relatório de atividades realizadas.
A pesquisa, para ser incluída no Sistema THALES, deverá ser
previamente aprovada por uma das unidades da UFPR relacionadas com o
projeto. Aprovadas e cadastradas, passarão a ter registro no Sistema Thales
(número de registro), através do qual será identificado. Basta cadastrar uma
única vez, independente do tempo de vigência do projeto. Os pesquisadores
coordenadores são responsáveis pela informação sobre o andamento da
pesquisa através de relatórios. O Relatório de Projeto de Pesquisa deverá ser
atualizado periodicamente.
Nos últimos anos, os docentes do Curso de Agronomia têm publicado
uma série de trabalhos em revistas especializadas e apresentado várias
comunicações destes trabalhos. Nestas atividades, existe uma participação
ativa dos alunos e os projetos de pesquisa estão diretamente relacionados com
os problemas regionais da agropecuária. Nos últimos anos, alguns dos projetos
de pesquisa desenvolvidos no Curso de Agronomia foram:
Projeto de Pesquisa Registrado na UFPR
Nº. BANPESQ
IMPACTO DO PLANO REAL DA AGROPECUÁRIA PARANAENSE
ANÁLISE ECONÔMICA DO SETOR SUCROALCOOLEIRO DO
PARANÁ NUMA SITUAÇÃO DE LIVRE MERCADO PARA OS
PREÇOS DA CANA, DO AÇÚCAR E DO ÁLCOOL.
A EFETIVIDADE DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NA PROTEÇÃO DA
FLORESTA ATLÂNTICA NO PARANÁ
APLICABILIDADE DA LEGISLAÇÃO FLORESTAL E AMBIENTAL
INVESTIGAÇÕES SOBRE DOENÇAS DE PLANTAS ORNAMENTAIS
ARBÓREAS, ARBUSTIVAS, HERBÁCEAS E TREPADEIRAS EM
SISTEMAS DE CULTIVO CONVENCIONAL, HIDROPÔNICO E
ORGÂNICO.
LEVANTAMENTO DAS PRINCIPAIS DOENÇAS FÚNGICAS E
BACTERIANAS EM CULTURAS DE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA NA
REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA
SELEÇÃO DE PROCARIOTAS RESIDENTES DE FILOPLANO DE
MACIEIRA (MALUS DOMESTICA BORKH.) PARA O BIOCONTROLE
DA MANCHA FOLIAR DE GLOMERELA OU PODIDRÃO AMARGA
(GLOMERELLA CINGULATA (STONEM) SPAULD.&SCHEREN
EPIDEMIOLOGIA NO MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS DE
TRIGO E SOJA
AVALIACAO DE CLONES DE CANA-DE-ACUCAR "RB" DAS SERIES
78, 80, 81, 82, 83, 84 E 85 (T3)-CEEX BANDEIRANTES.
EFEITO DA EPOCA DE SEMEADURA NO COMPORTAMENTO DE
DOIS GENOTIPOS DE GIRASSOL
2007021566
2001008798
2006019709
2008023147
2003012527
2003012558
2006019260
2007021709
1993003211
1994003696
96
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
INFLUENCIA DE DENSIDADE DE PLANTAS E ESPACAMENTO
ENTRE LINHAS SOBRE O RENDIMENTO. COMPONENTES DE
RENDIMENTO E CARACTERISTICAS AGRONOMICAS DO
GIRASSOL.
MANEJO DA LAVOURA DE GIRASSOL - NUTRICAO E ADUBACAO,
AVALIACAO DE GENOTIPOS DE GIRASSOL, A TOXIDEZ DE
ALUMINIO.
MANEJO DA CANA-DE-AÇÚCAR NO ARENITO CAIUÁ
ZONEAMENTO DA CANA-DE-AÇÚCAR NO ESTADO DO PARANÁ
MANIPULAÇÃO GENÉTICA DA BIOSSÍNTESE DE PROLINA EM
CANA-DE-AÇÚCAR, VISANDO A OBTENÇÃO DE PLANTAS COM
MAIOR TOLERÃNCIA AO ESTRESSE HÍDRICO.
PRATICAS POSTERIORES A ENXERTIA DE PESSEGUEIRO PARA
FORCAMENTO DA BROTACAO DO ENXERTO.
DIFERENTES ESPACAMENTOS NA LINHA ENTRE PLANTAS DE
MACIEIRA GALA CONDUZIDA EM FORMA DE GUIA MODIFICADO
CULTURA IN VITRO DE ARAUCARIA ANGUSTIFOLIA (BERT) O
KTZE
PRATICAS POSTERIORES A ENXERTIA DE PESSEGUEIRO PARA
FORCAMENTO DA BROTACAO DO ENXERTO.
ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE VIDEIRA, PEREIRA E FIGUEIRO,
EM FUNCAO DA POSICAO DE PLANTIO.
QUATRO DIFERENTES PREPAROS DE COVAS PARA PLANTIO DE
MUDAS DE MACIEIRA.
MICROPROPAGACAO DE MARACUJA AMARELO NATIVO
(PASSIFLORA SP.).
ESTUDO DOS EFEITOS DO USO DE HERBICIDAS NA ATIVIDADE
MICROBIANA DO SOLO
AVALIACAO DO RENDIMENTO DA MATERIA SECA, COMPOSICAO
BOTANICA E EFICACIA DO 2,4-D E 2,4-D+ PICLORAM NO
CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM TREVO BRANCO
(TRIFOLIUM REPENS L.)
INFLUENCIA DO LODO DE ESGOTO NA EXPRESSAODO BANCO
DE SEMENTES DE UM SOLO AGRICOLA E NA EFICACIA
BIOLOGICA DOS HERBICIDAS ATRAZINE E ALACHLOR.
PROGRAMA DE DEFESA SANITARIA VEGETAL NAS AREAS DE
IMPACTO AMBIENTAL E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS E
PRAGAS.
DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS.
PROGRAMA "TERRA LIMPA".
VALIDAÇÃO DE UM MODELO MATEMÁTICO DE RENDIMENTO
POTENCIAL PARA AZEVÉM (LOLIUM MULTIFLORUM LAM.)
BASEADO EM PARÂMETROS CLIMÁTICOS SIMPLES E DOSES DE
NITROGÊNIO.
DESEMPENHO ANIMAL E COMPOSIÇÃO BOTÂNICA DE
PASTAGEM DE AVEIA E AZEVÉM CONSORCIADA OU NÃO COM
TREVO BRANCO EM DIFERENTES NÍVEIS DE ADUBAÇÃO
NITROGENADA.
ADUBAÇÃO NITROGENADA E INTENSIDADE DE PASTEJO NA
BIOMASSA DO AZEVÉM E PRODUTIVIDADE DO MILHO NA
INTEGRAÇÀO LAVOURA-PECUÁRIA.
MUDANÇA ESTRUTURAL E PRODUÇÃO DE LEITE EM CAPIM
MOMBAÇA (PANICUM MAXIMUM), INFLUENCIADA PELO MANEJO
DO PASTEJO.
INTEGRAÇÃO AGRICULTURA-PECUÁRIA DE LEITE
1994003695
1999005887
2003013092
2004013779
2004013780
1982060666
1984001425
1986001689
1984001423
1987001424
1984001422
1996004528
1986001658
1993003268
1996004520
1998005485
2001009047
2000007132
2001008826
2002011287
2004014154
2005016334
97
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
SELEÇÃO DE FORRAGEIRAS ADAPTADAS AO SISTEMA
SILVIPASTORIL:
DESENVOLVIMENTO
DE
UM
SISTEMA
COMPETITIVO E SUSTENTÁVEL PARA AGRICULTURA FAMILIAR
NO AGRONEGÓCIO PECUÁRIO E MADEREIRO NA REGIÃO SUL
DO BRASIL.
VELOCIDADE DE ESTABELECIMENTO DE GRAMINEAS DE
INVERNO MODIFICADA PELO USO DE FERTIATYL S.D.
PH DO EXUDATO PARA VIABILIDADE DE SEMENTES DE SOJA
(GLYCINE MAX (L.) MERRIL).
CARACTERIZACAO DE ALGUNS DOS FATORES QUE AFETAM A
MASSA DE GRAOS/SEMENTES ARMAZENADA EM SILO METALICO
CILINDRICO.
AVALIACAO DA QUALIDADE DE DIFERENTES VARIEDADES DE
SOJA ARMAZENADAS NA REGIAO DE PONTA GROSSA, PARA
PREDIZER SUA PERMANENCIA EM ARMAZENS.
MORFO-ANATOMIA, FITOQUÍMICA E PROPAGAÇÃO VEGETATIVA
DE CUPHEA CALOPHYLLA SPP. MESOSTEMON (KOEHNE) LOURT.
(LYTHRACEAE) COMO SUBSÍDIOS PARA O SEU MANEJO.
MICROPROPAGAÇÃO
E
EMBRIOGÊNESE
SOMÁTICA
DE
CULTIVARES DE VITIS ROTUNDIFOLIA.
BASES AGRONÔMICAS PARA DOMESTICAÇÃO DE PIPERÁCEAS
PARA PRODUÇÃO COMERCIAL DE SAFROL E DILAPIOL
PRODUÇÃO DE COMPOSTOS SECUNDÁRIOS DE LAVANDULA
SPP. IN VITRO E EX VITRO SOB EFEITO DE ELICITORES
HIBRIDAÇÃO ENTRE VITIS LABRUSCA E VITIS ROTUNDIFOLIA
VISANDO À RESISTÊNCIA À PÉROLA-DA-TERRA
CULTURA DE TECIDOS E CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR PELO
USO DE RAPD DE CULTIVARES DE LAVANDULA ANGUSTIFOLIA
MILLER
GRADIENTE DE POTENCIAL HIDRAULICO UNITARIO COMO
FONTE DE ERRO NA OBTENCAO DA CONDUTIVIDADE
HIDRAULICA EM SOLO NAO SATURADO
MODELO TRIDIMENSIONAL PARA MEDIDA DA CONDUTIVIDADE
HIDRAULICA DE SOLOS NAO SATURADOS
NOVAS EQUACOES PARA A QUANTIFICACAO E DESCRICAO DO
FLUXO DA AGUA EM SOLOS NAO SATURADOS
CRITERIO PARA IDENTIFICACAO DE MEIOS POROSOS
HIDRAULICAMENTE HOMOGENEOS
NOVAS EQUAÇÕES PARA A QUANTIFICAÇÃO E DESCRIÇÃO DO
FLUXO DA ÁGUA EM SOLOS NÃO SATURADOS
DINAMICA DA MATERIA ORGANICA EM POVOAMENTOS DE PINUS
ATRAVES METODOS ISOTOPICOS.
MINERALOGIA DE SOLOS DERIVADOS DE FOLHELHO DA REGIAO
DE CONTENDA - PARANA.
MINERALOGIA DE SOLOS DERIVADOS DE FOLHELHO DA REGIAO
DE CONTENDA, PR.
CARACTERIZACAO E GENESE DE SOLOS COM ALATOS TEORES
DE VERMICULITA NA REGIAO DE CAMPINA GRANDE DO SUL - PR
COLEÇÃO E MOSTRUÁRIO DE PERFIS REPRESENTATIVOS DAS
PRINCIPAIS CLASSES DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA
(COLEÇÃO DE MONÓLITOS DE SOLOS).
INFLUENCIA
DA
ATIVIDADE
INDUSTRIAL
E
DO
COPROCESSAMENTO DE RESIDUOS NOS TEORES DE ALGUNS
ELEMENTOS TRACO DE SOLOS NO ENTORNO DE UMA FABRICA
DE CIMENTO.
ESTABELECIMENTO DE CRITERIOS PARA AVALIAÇAO DA
QUALIDADE DO AR NO ENTRONO DE UMA FABRICA DE
CIMENTOS QUE CO-PROCESSA RESIDUOS INDUSTRIAIS
2005016568
2009023865
1986001569
1993003356
1994003701
2006019099
2007021355
2007021356
2007021357
2009023539
2009023540
1990002407
1990002406
1990002405
1990002404
1999006307
1992002967
1988001829
1988000829
1999006288
2000008108
1999006084
2000007481
98
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO DE LODO DE ESGOTOURBANTO
TRATADO PELO PROCESSO DE ËSTABILIZAÇAO ALCALINA COM
SECAGEM ACELERADA "EM LATOSSOLOS DO PARANÁ”.
AVALIAÇÃO DOS PADRÕES DE VARIABILIDADES TEMPORAIS DA
PRECIPITAÇÃO DA TEMPERATURA DO AR PARA O ESTADO DO
PARANÁ
Fonte: BANPESQ, 2010.
2001008929
2001008931
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
No Curso de Agronomia a produção acadêmica, a publicação científica e
os projetos de pesquisa desenvolvidos pelo corpo docente são adequados,
suficientes, e estão diretamente relacionados com a área de conhecimento
aonde os docentes exercem suas funções.
Existe uma participação bastante ativa dos alunos em muitas das
pesquisas realizadas no Curso de Agronomia.
Existe coerência entre as pesquisas realizadas e o processo de ensinoaprendizagem, dado que muitas das informações obtidas nas pesquisas são
repassadas aos alunos em sala de aula, melhorando a sua formação
acadêmica.
Existem evidências de que muitos dos trabalhos de pesquisa têm
conseguido obter recursos financeiros para melhorar a infra-estrutura e os
laboratórios aonde estes grupos de pesquisa realizam seus trabalhos.
Os fundos de pesquisa disponíveis aos docentes do Curso de
Agronomia são limitados frente à crescente demanda por recursos e aumento
do número de pesquisas na instituição.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar com as políticas de fortalecimento da pesquisa e do
desenvolvimento tecnológico através do incremento no número de docentes
com dedicação exclusiva e elevada titulação.
Consolidar os grupos de pesquisa existentes e estimular o aumento da
pesquisa em áreas ainda não exploradas do conhecimento e que tem
importância estratégica para a instituição.
Facilitar a concretização de projetos de destacada importância
institucional, melhorar a participação dos alunos neste processo, bem como
articular a pesquisa com o processo de ensino-aprendizagem.
99
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
DIMENSÃO II – PROJETO ACADÊMICO
Componente: 2.4 – Extensão, Vinculação e Cooperação.
2.4.1) Projeto Acadêmico e Necessidades do Meio
Os projetos de extensão desenvolvidos pelo corpo docente do Curso de
Agronomia da UFPR são adequados, suficientes, e estão diretamente
relacionados com a área de conhecimento aonde os docentes exercem suas
funções. Tais atividades surgem como resposta às necessidades do meio e
são coerentes com os objetivos e a missão do projeto acadêmico.
Não resta dúvida que o curso de Agronomia é um dos que mais se vale
da abrangência e necessária utilização da área de Extensão Universitária, em
suas mais diversas manifestações. As ações de extensão hoje desenvolvidas
pelos docentes, servidores e discentes do curso de Agronomia da UFPR, em
dezenas de programas e projetos registrados na Pró-Reitoria de Extensão
(PROEC), dão sentido aos ditames do Projeto Político Pedagógico da UFPR e
do próprio curso de Agronomia. Tais concepções dizem respeito à “uma
concepção de universidade cidadã em que a socialização do conhecimento é
fundamental para o desenvolvimento social e para a criação e reestruturação
de conhecimentos novos, contribuindo na solução de problemáticas sociais
específicas e possibilitando que as comunidades possam desenvolver
capacidade de auto-gestão.
Dentre essas ações, destacam-se os Programas e Projetos de Extensão
Universitária, entendendo-se como Programa “o conjunto de projetos e outras
Ações de Extensão Universitária (curso, evento e prestação de serviços) de
caráter orgânico institucional (...) orientadas para um objetivo comum e
executadas a médio e longo prazo e Projeto a ação processual e contínua de
caráter educativo, cultural, artístico, científico ou tecnológico, com objetivo
específico e prazo determinado realizado junto à comunidade e desenvolvido
de forma sistematizada”.
Nesse sentido devem ser destacados os projetos que hoje desenvolve o
curso de Agronomia no campo da Extensão, no Setor de Ciências Agrárias,
quais sejam:
a) Projeto Solo na Escola – O solo como elemento integrador do ambiente no
ensino fundamental e médio.
Área Temática: Meio Ambiente
Local de Atuação: Curitiba e Região Metropolitana
Condutor: Departamento de Solos e Engenharia Agrícola
b) Controle de Cães Errantes e Zoonoses na APA do Irai.
Área Temática: Saúde
Local de Atuação: Quatro Barras, Campina Grande do Sul, Piraquara, Colombo
e Pinhais.
Condutor: Departamento de Medicina Veterinária
100
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
c) Controle de Zoonoses em Curitiba e Região Metropolitana.
Área Temática: Saúde
Local de Atuação: Curitiba, Pinhais e Araucária.
Condutor: Departamento de Medicina Veterinária
d) Projeto Carroceiro
Área Temática: Saúde
Local de Atuação: Curitiba e Região Metropolitana
Condutor: Departamento de Medicina Veterinária
e) Controle de Zoonoses e da População de Animais Domésticos na Ilha do
Mel.
Área Temática: Saúde
Local de Atuação: Ilha do Mel – Paranaguá
Condutor: Departamento de Medicina Veterinária
f) Trilha da Floresta.
Área Temática: Meio Ambiente
Local de Atuação: Curitiba
Condutor: Departamento de Ciências Florestais
g) Implementação de alternativas para a criação e consolidação da economia
solidária do remanescente de quilombo João Surá – Adrianópolis/PR.
Área Temática: Trabalho
Local de Atuação: Adrianópolis
Condutor: Departamento de Economia Rural e Extensão
h) Avaliação e modelagem de aspectos ambientais, produtivos e econômicos
de sistemas de produção de animais não-ruminantes no estado do Paraná.
Área Temática: Meio Ambiente
Local de Atuação: Curitiba e Região Metropolitana
Condutor: Departamento de Zootecnia
i) Núcleo de Estudos e Mediação de Conflitos Ambientais – NEMCA
Área Temática: Meio Ambiente
Local de Atuação: Curitiba
Condutor: Departamento de Extensão Rural e Economia
j) Avaliação da produção de leite e capacitação de pequenos produtores do
litoral paranaense.
Área Temática: Tecnologia e Produção
Local de Atuação: Morretes
Condutor: Departamento de Zootecnia
k) Capacitação de produtores agroecológicos nos municípios de Rio Branco do
Sul e Colombo.
Área Temática: Tecnologia e Produção
Local de Atuação: Rio Branco do Sul e Colombo
Condutor: Departamento de Economia e Extensão Rural
101
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Tais projetos, contudo, poderiam ser ampliados caso houvesse mais
recursos (materiais, humanos e financeiros) disponíveis. É urgente que se
promovam ações no sentido de fomentar entre os professores uma maior
participação do corpo docente na extensão, formulando projetos e programas e
envolvendo maior número de discentes (bolsistas ou não). Tais projetos e
programas poderão servir como atividades complementares, estágio e como
temas de Trabalhos de Conclusão de Curso, atividades obrigatoriamente
presentes na próxima reforma curricular.
2.4.2) Atividades de Intercâmbio e Projeto Acadêmico
A Assessoria de Relações Internacionais da Universidade Federal do
Paraná, ARI/UFPR, é responsável pela profissionalização e institucionalização
das
ações de cooperação para internacionalização da UFPR
(http://www.internacional.ufpr.br/portal/pagina/1).
Sua missão é propor e executar uma política consolidando a abertura da
UFPR para maior inserção internacional, enfocando a mobilidade acadêmica
(docente e discente) e técnica, promovendo a internacionalização do ensino
superior, da pesquisa e da extensão e sua excelência, a fim de formar
profissionais capazes de competir no mercado de trabalho globalizado.
A ARI/UFPR passa a ser ativa e geradora de uma política, composta de
uma Secretaria Administrativa, SA e quatro coordenadorias: TI, Tecnologia de
Informação; CCI, Cooperação Institucional; CPE, Programas Especiais e CIN,
Intercâmbio. A Assessoria pretende deste modo, um melhor aproveitamento
dos acordos e dos recursos humanos e financeiros, transformando a
cooperação internacional em uma ação de administração capaz de gerar
condições para o alcance de metas de excelência acadêmica e científicotecnológica na UFPR.
A UFPR oferece para seus alunos e para os alunos de suas instituições
parceiras a possibilidade de participação em atividades de intercâmbio.
Somente a categoria de Intercâmbio Acadêmico é ofertada pela UFPR. Outros
formatos como o intercâmbio cultural (focado no aprendizado de língua
estrangeira) ou intercâmbio de trabalho não são ofertados pela UFPR. O
intercâmbio acadêmico prevê a participação do interessado em atividades
acadêmicas como, por exemplo: matrícula em disciplinas, participação em
atividades de estágio ou a combinação de ambas as atividades.
Programa FESA
A UFPR possui, em parceria com a Fundação Eduardo dos Santos de
Angola, um acordo de cooperação chamado FESA, que permite aos
interessados angolanos a oportunidade de cursar integralmente curso superior
na UFPR. Este programa, apesar de não ser caracterizado como intercâmbio é
gerenciado pela Assessoria de Relações Internacionais. Os interessados são
selecionados pela Fundação Eduardo do Santos e encaminhados à UFPR para
registro acadêmico. Os interessados têm à sua disposição uma ampla oferta de
102
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
cursos para escolher, sendo que estas vagas são indicadas em edital
específico.
Programa PEC G
A UFPR é umas das instituições brasileiras participantes do Programa
Estudante Convênio Graduação - PEC G. Este programa, que é gerenciado
pelo Ministério de Relações Exteriores e pelo Ministério de Educação do Brasil,
permite que interessados oriundos dos países atendidos pelo programa
possam fazer curso de graduação integralmente no Brasil.
Apesar desta atividade não ser caracterizada como intercâmbio, ela é
gerenciada pela Assessoria de Relações Internacionais. A UFPR não participa
do processo seletivo, ela apenas recebe a relação de interessados
selecionados pelo Ministério de Relações Exteriores e Ministério de Educação
que tenham sido indicados para fazer curso de graduação na UFPR.
Programa AUGM
A AUGM (Associação das Universidades do Grupo Montevidéu) consiste
em um programa mobilidade estudantil, docente e de pesquisa no âmbito do
MERCOSUL. O objetivo é contribuir com o fortalecimento e consolidação da
educação superior da região bem como na consolidação da investigação
científica e tecnológica. 22 Universidades do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai,
Uruguai e Bolívia participam ativamente de diferentes atividades de mobilidade
acadêmica e de pesquisa.
A AUGM hoje é um consórcio de universidades reconhecido
internacionalmente graças criação de um espaço acadêmico comum
consolidado onde os desafios regionais são discutidos. O programa escala
estudantil de mobilidade onde a UFPR participa ativamente já recebeu em
nossos campi um total 96 alunos e já enviou as universidades parceiras 105
alunos das mais diversas áreas do conhecimento. A atual política da ARI é
ampliar o número de mobilidades no âmbito do MERCOSUL e América Latina.
Contato AUGM
Site: www.augm.ufpr.br
E-mail: [email protected]
Fones: (55) (0xx41) 3360-5154 / 3360-5343 / 3360-5346
Endereço: Rua XV de Novembro, 1299 - 1º andar - Centro, Curitiba-PR.
O Curso de Agronomia da UFPR possui cinco convênios internacionais
com os Estados Unidos da América, Itália, França e AUGM. A seguir,
apresenta-se os convênios:
a) Convênio Universidade de Pisa (Itália)/ITAIPU/UFPR
A Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade de Pisa, na
Itália, possuem um convênio com a Usina Hidrelétrica de Itaipu do Estado do
Paraná. O documento contempla pesquisas em comum sobre meio ambiente e
103
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
fontes alternativas de energia e intercâmbios de estudantes, docentes e
pesquisadores entre as instituições signatárias. Esse convênio prevê também
que alunos da graduação e pós-graduação do setor de Ciências Agrárias da
UFPR obtenham dupla titulação, ou seja, permite que seus diplomas sejam
reconhecidos por ambas as universidades.
As duas universidades e a Itaipu Binacional apresentaram um projeto de
aproximadamente € 3,5 milhões à União Européia, para estudar mudanças
climáticas no Vale do rio Paraná, região onde está instalada a usina. Existem
também projetos conjuntos para estudar a viabilidade da transformação de
rejeitos agrícolas em fontes de energia, pesquisas sobre dejetos urbanos,
vegetação ciliar e condições de vida em águas fluviais.
Nesse convênio, em 2009, a UFPR recebeu um aluno italiano e enviou
três alunos brasileiros para a Universidade de Pisa.
Os demais convênios do Curso de Agronomia da UFPR com
universidades estrangeiras são:
b) Convênio CAPES/BRAFAGRI Universidade Agrocampus Ouest (França)
e UFPR – Firmado em junho de 2009, prevê cooperação mútua visando visitas
e intercâmbio de professores e estudantes, realização de pesquisa, ensino e
extensão.
c) Convênio Universidade ISARA-Lyon (França) e UFPR – Firmado em
fevereiro de 2007, prevê desenvolvimento em conjunto de visitas e intercâmbio
de professores e estudantes objetivando a realização da pesquisa, ensino,
extensão e gestão universitária, bem como conferências, seminários,
constituição de grupos de trabalho e programas comuns de curto, médio e
longo prazos em diversas áreas acadêmicas; cursos de diferentes níveis e
espécies para o corpo docente e discente; intercâmbio de informações
bibliográficas (livros, revistas, jornais, periódicos, etc.); facilidade para o acesso
e a pesquisa em arquivos, laboratórios e bibliotecas das respectivas
instituições.
d) Convênio Ohio State University (EUA) e UFPR – prevê cooperação mútua
visando visitas e intercâmbio de professores e estudantes, realização de
pesquisa, ensino e extensão.
Nos últimos cinco anos, relativamente aos convênios, 14 alunos do
Curso de Agronomia tiveram a oportunidade de realizar um intercâmbio
internacional. Três alunos foram para a França, dois para a Itália, oito para os
Estados Unidos e um para o AUGM.
Existe também o programa de mobilidade acadêmica nacional que
permite aos alunos da Agronomia realizar atividades de estudo em outras
universidades brasileiras. Em 2009, um aluno esteve na UEL (Londrina-PR),
um aluno foi para a UTFPR (Pato Branco-PR) e um aluno foi para a UFSC
(Florianópolis-SC).
104
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
No Curso de Agronomia as atividades de extensão desenvolvidas pelo
corpo docente são adequadas e estão diretamente relacionados com a área de
conhecimento aonde os docentes exercem suas funções.
Existe uma participação bastante ativa dos alunos em muitas das
atividades de extensão realizadas no Curso de Agronomia. Há também a
colaboração de profissionais de outras instituições que tem permitido a
prestação de serviços importantes para a comunidade.
Existe coerência entre as atividades de extensão realizadas e o
processo de ensino-aprendizagem, dado que muitas das informações obtidas
no campo são repassadas aos alunos em sala de aula, melhorando a sua
formação acadêmica.
Existe uma política de intercâmbio consolidando a abertura da UFPR
para maior inserção internacional, enfocando a mobilidade acadêmica (docente
e discente) e técnica, promovendo a internacionalização do ensino superior, da
pesquisa e da extensão.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar com as políticas institucionais de fortalecimento da extensão
universitária e das atividades de intercâmbio e cooperação internacional.
Resumo Evolutivo da Dimensão Projeto Acadêmico.
Os objetivos do Curso, bem como a estrutura do currículo pleno vigente
estão de acordo Resolução nº. 36/89 do CEP, retroativo a 1984 e formam um
profissional dentro do perfil inicialmente proposto.
Os conteúdos curriculares das disciplinas ofertadas pelo Curso de
Agronomia bem como as competências profissionais adquiridas estão de
acordo com as dos cursos de agronomia do MERCOSUL.
A Estrutura curricular e os conteúdos programáticos das disciplinas de
formação básica, de formação geral, de formação profissional e de formação
profissional complementar são adequados e permitem tanto uma integração
horizontal (entre disciplinas do mesmo período), quanto uma integração vertical
(entre disciplinas de semestres sucessivos).
Algumas disciplinas utilizam ferramentas de tecnologia educativa e
aplicam técnicas didáticas inovadoras, incentivando desta forma uma maior
participação dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. Existem
também algumas disciplinas que são predominantemente expositivas como
conseqüência da deficiência de formação pedagógica dos docentes.
105
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
As disciplinas, de maneira geral, apresentam um grau satisfatório de
organização interna e uma boa comunicação entre os docentes.
O Curso de Agronomia, no conjunto de suas disciplinas, consegue
promover um aprendizado ativo mediante um posicionamento crítico sobre os
problemas reais do agronegócio brasileiro, através de aulas práticas, visitas
técnicas e atividades integradoras.
As disciplinas no seu conjunto geral promovem a ação de ensinoaprendizagem pelo processo das competências.
No Curso de Agronomia a produção acadêmica, a publicação científica e
os projetos de pesquisa desenvolvidos pelo corpo docente são adequados,
suficientes, e estão diretamente relacionados com a área de conhecimento
aonde os docentes exercem suas funções.
Existe uma participação bastante ativa dos alunos em muitas das
pesquisas realizadas no Curso de Agronomia.
Existe coerência entre as pesquisas realizadas e o processo de ensinoaprendizagem, dado que muitas das informações obtidas nas pesquisas são
repassadas aos alunos em sala de aula, melhorando a sua formação
acadêmica.
Existem evidências de que muitos dos trabalhos de pesquisa têm
conseguido obter recursos financeiros para melhorar a infra-estrutura e os
laboratórios aonde estes grupos de pesquisa realizam seus trabalhos.
Os fundos de pesquisa disponíveis aos docentes do Curso de
Agronomia são limitados frente à crescente demanda por recursos e aumento
do número de pesquisas na instituição.
No Curso de Agronomia as atividades de extensão desenvolvidas pelo
corpo docente são adequadas e estão diretamente relacionados com a área de
conhecimento aonde os docentes exercem suas funções.
Existe uma participação bastante ativa dos alunos em muitas das
atividades de extensão realizadas no Curso de Agronomia. Há também a
colaboração de profissionais de outras instituições que tem permitido a
prestação de serviços importantes para a comunidade.
Existe coerência entre as atividades de extensão realizadas e o
processo de ensino-aprendizagem, dado que muitas das informações obtidas
no campo são repassadas aos alunos em sala de aula, melhorando a sua
formação acadêmica.
Existe uma política de intercâmbio consolidando a abertura da UFPR
para maior inserção internacional, enfocando a mobilidade acadêmica (docente
e discente) e técnica, promovendo a internacionalização do ensino superior, da
pesquisa e da extensão.
106
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
DIMENSÃO III – COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA
Componente: 3.1 – Estudantes.
3.1.1) Entrada e Admissão.
A Universidade Federal do Paraná possui em sua estrutura
organizacional a unidade Núcleo de Concursos (NC), que faz parte da PróReitoria de Graduação (PROGRAD), que é responsável por realizar os
processos seletivos (Concurso Vestibular) e que também oferece seus serviços
para a realização de processos de seleção (concursos) para outras instituições
que o desejarem. Desta forma, pode-se dizer que os requisitos e mecanismos
de admissão no Curso de Agronomia são coerentes com o projeto pedagógico
e com os propósitos universitários (vide http://www.nc.ufpr.br/).
O requisito básico que o aluno precisa ter para poder participar do
Processo Seletivo de vagas para cursos de graduação da UFPR é o certificado
de conclusão do ensino médio. Assim sendo, o ingresso na universidade pode
acontecer de duas formas:
a) Pelo Vestibular – Anualmente a UFPR realiza seu processo seletivo para
candidatos a uma vaga nos cursos de graduação. Normalmente as inscrições
ao processo seletivo são abertas em agosto e as provas, realizadas em
dezembro, de acordo com o cronograma do Núcleo de Concursos
(www.nc.ufpr.br). No Concurso Vestibular 2010, a UFPR ofereceu 5.334
vagas em 91 cursos de graduação. O Curso de Agronomia ofertou 132 vagas,
com uma relação de 3,74 candidatos por vaga. No processo de inscrição, o
aluno preenche um formulário eletrônico disponível na página eletrônica do
Núcleo de Concursos, imprime um extrato de confirmação dos dados e um
boleto para o pagamento da inscrição. Na tabela 3.1, apresenta-se a evolução
de alguns números do concurso vestibular da UFPR.
Tabela 3.1 - Evolução dos Números do Vestibular da Universidade Federal do
Paraná - 2005-2009.
Indicador
2005
2006
Vagas oferecidas - vestibular
4.204
4.214
Ingresso vestibular
4.205
4.214
Ingresso - outras formas
462
396
PROVAR
788
657
Total de Ingressos
5.455
5.267
Fonte: Relatório de Atividades 05/06/07/08/09
2007
4.219
4.225
67
794
5.086
2008
4.339
4.760
406
777
5.943
2009
5.889
5.835
373
1.013
7.221
∆% 09/05
40,08
38,76
(19,26)
28,55
32,37
No período compreendido entre os anos de 2005 e 2009, a oferta de
vagas no concurso vestibular da UFPR apresentou um incremento de 40,1%,
atingindo 5.889 vagas enquanto que o número total de ingressos nas várias
formas existentes apresentou uma ampliação de 32,4% (7.221 vagas).
A UFPR é conhecida por ter um dos mais difíceis e exigentes processos
seletivos dentre as universidades federais e as provas de seu concurso
vestibular acontecem em duas fases. A primeira fase é constituída por uma
prova com 80 questões objetivas de conhecimento geral (Matemática, Física,
107
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Química, Biologia, História, Português, Geografia e Língua Estrangeira
Moderna), no formato de múltipla escolha, sobre os conteúdos do Ensino
Médio. A segunda fase é dividida em duas etapas: i) Compreensão e Produção
de Textos e ii) Provas Específicas (variáveis conforme o curso desejado).
Diferentemente de várias outras instituições, a UFPR optou por substituir
a tradicional redação dissertativa-argumentativa longa por 5 propostas mais
curtas porém mais abrangentes quanto a tema, tornando o exame mais
seletivo. Já os cursos de estatística, matemática e matemática industrial
possuem ainda uma terceira fase, que se estenderá ao longo do primeiro
semestre de 2010.
b) Pelo PROVAR – Processo de Ocupação de Vagas Remanescentes
que é uma seleção anualmente feita pela UFPR para preencher as vagas
remanescentes a partir do 2º ano em seus cursos. O PROVAR atende os
alunos da própria UFPR – com troca de turno e habilitação; alunos de outras
instituições; e ex-alunos da UFPR que queiram voltar para seus cursos ou
mesmo aqueles profissionais que queiram fazer outro curso de graduação.
Outras informações podem ser obtidas no endereço eletrônico
www.provar.ufpr.br.
No caso de cursos de pós-graduação, a UFPR, por meio da sua PróReitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) oferece cursos de
especialização, mestrado, doutorado, pós-doutorado e residência médica para
quem busca aprofundar seus conhecimentos e obter uma melhor formação
acadêmica. A seleção para os cursos ofertados em qualquer uma destas
modalidades é feita pelas coordenações de cursos. Outras informações podem
ser obtidas no endereço eletrônico www.prppg.ufpr.br.
Os alunos aprovados no Processo Seletivo do Concurso Vestibular
precisam efetivar o seu registro acadêmico confirmando o ingresso na
instituição na PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação e Ensino
Profissionalizante), apresentando os seguintes documentos: a) duas fotocópias
autenticadas da ficha modelo 19 (Histórico Escolar do Ensino Médio – 2.º grau)
ou duas cópias autenticadas do Diploma registrado na Secretaria de Educação
para quem fez curso em nível técnico de ensino médio (2.º grau). Para os
candidatos de inclusão social, tanto da apresentação da ficha modelo 19
quanto do diploma, deverá ficar comprovado que cada uma das séries foi
cursada com aprovação em escola pública no Brasil; b) fotocópia autenticada
da certidão de nascimento ou de casamento; c) fotocópia autenticada da
cédula de identidade e d) fotocópia autenticada do CPF.
3.1.2) Número Total de Estudantes e Projeto Acadêmico.
De acordo com o seu projeto acadêmico, o Curso de Agronomia prevê a
oferta de 132 vagas anuais, sendo 66 vagas ofertadas para o primeiro
semestre do ano letivo e outras 66 vagas para o segundo semestre. No
segundo semestre de 2009, o curso tinha 774 alunos regularmente
matriculados.
108
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
O corpo docente do Curso de Agronomia é de 112 professores, número
este que pode sofrer alguma variação semestral de acordo com as
necessidades e o número de alunos inscritos nas disciplinas. Sendo Composto
por 5 Setores e 22 departamentos, o Curso possui diferenciais na composição
do corpo docente e das respectivas disciplinas.
Para estimar os indicadores acadêmicos, utilizou-se os métodos de
cálculo para os Indicadores de gestão da rede federal de educação profissional
e tecnológica – EPT, determinados no acórdão 2.267/2005-TCU e MEC.
Para quantificar o número de alunos por docente em tempo integral,
dividiu-se o número total de alunos matriculados no mesmo ano pelo número
de docentes em tempo integral (efetivo ou em contrato temporário) que presta
atividades acadêmicas exclusivamente em sala de aula, equivalente ao regime
de trabalho de 40 horas semanais. Para 40 horas semanais e Dedicação
exclusiva, o fator de multiplicação é 1,0 e para carga horária de 20 horas
semanais, o fator de multiplicação é 0,5. Desta forma, o número atual de
docentes equivalente do Curso de Agronomia em tempo integral é de 109
(108,5) professores.
A tabela 3.2 apresenta algumas relações e indicadores acadêmicos para
o Curso de Agronomia da UFPR entre os anos de 2005 e 2009.
Tabela 3.2 – Alguns indicadores acadêmicos selecionados para o Curso de
Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Indicador
Docente equivalente aluno
Alunos por docente
Quantidade média de alunos por
disciplina obrigatória
Quantidade média de alunos por
disciplina obrigatória + optativa (1)
Docente equivalente por disciplina (1)
2005
0,16
6,3
2006
0,15
6,6
2007
0,15
6,7
2008
0,15
6,9
2009
0,14
7,0
10,4
10,9
11,0
11,3
11,5
7,3
7,7
7,7
7,9
8,1
1,2
1,2
1,2
1,2
1,2
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
(1) Disciplinas obrigatórias (68) e optativas (29).
Ao analisar a tabela 3.2, verifica-se que o valor médio do coeficiente de
docente equivalente por aluno no período analisado é 0,15, e que o mesmo
variou entre 0,16 e 0,14 no período 2005/2009 pelo fato de ter havido um
incremento médio de 10,9% nos alunos matriculados, enquanto que o número
equivalente de docentes em tempo integral praticamente permaneceu
constante em 109 professores.
O valor médio de alunos por docente no período 2005/2009 foi de 6,7, o
que pode ser considerado como um valor adequado. Os demais indicadores
acadêmicos também estão adequados e de acordo com o projeto acadêmico
do Curso de Agronomia.
109
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
A tabela 3.3 apresenta o número total de alunos matriculados no
primeiro e segundo semestres do Curso de Agronomia da UFPR entre os anos
de 2005 e 2009.
Tabela 3.3 – Número total de alunos matriculados no Curso de Agronomia da
UFPR, 2005/2009.
Alunos Matriculados
Primeiro Semestre Letivo
Segundo Semestre Letivo
Número médio de alunos matriculados
2005
690
726
708
2006
744
741
743
2007
744
757
751
2008
772
768
770
2009
795
774
785
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
O número médio de alunos matriculados no Curso de Agronomia entre
2005 e 2009 foi de 751. No primeiro semestre letivo do período em questão a
média foi de 749 alunos matriculados, enquanto que no segundo semestre foi
de 753 alunos matriculados. Isto significa em incremento médio de alunos
matriculados no período de 10,9%, ou um incremento anual de matrículas da
ordem de 2,6%.
A tabela 3.4 apresenta o número total médio de alunos matriculados por
ano do Curso de Agronomia da UFPR entre os anos de 2005 e 2009 e suas
relações com as disciplinas obrigatórias e optativas.
Tabela 3.4 – Número total médio de alunos matriculados por disciplina e por
ano de curso, no Curso de Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Ano do
Curso
Primeiro Ano
Segundo Ano
Terceiro Ano
Quarto Ano
Quinto Ano
Número de Alunos
Matriculados
156
142
129
113
101
Número de
Disciplinas (1)
14
20
15
25
23
Número médio de
alunos/disciplina
11
7
9
5
4
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
(1) Somatório de disciplinas obrigatórias e optativas por ano de curso.
O número médio de alunos matriculados por ano de curso entre o
período de 2005 e 2009 apresentou uma taxa de retração da ordem de 10,3%,
indicando a retenção que os alunos vão apresentando conforme evoluem no
curso. Esta retenção em algumas disciplinas obriga a coordenação em ampliar
o número de turmas extras que, associado com a ampliação do número de
disciplinas ofertadas faz com que o número médio de alunos por disciplina
apresente uma redução entre o primeiro e o quinto ano do curso.
3.1.3) Desempenho dos Estudantes.
A tabela 3.5 apresenta a porcentagem média de alunos aprovados por
ano do Curso de Agronomia da UFPR entre os anos de 2005 e 2009. Além
disso, discuti-se o desempenho dos estudantes no período em questão.
110
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Tabela 3.5 – Porcentagem Média de Alunos aprovados por ano, no Curso de
Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Ano do Curso
Primeiro Ano
Segundo Ano
Terceiro Ano
Quarto Ano
Quinto Ano
Porcentagem (%) média de Alunos Aprovados
80,5
79,9
78,2
79,3
80,1
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
A aprovação média dos alunos de agronomia ao longo do curso, no
período analisado, é da ordem de 79,6%, com um desvio padrão de 0,9%.
Percebe-se que este valor é relativo ao grau de dificuldade que os estudantes
vão encontrando conforme evoluem no curso.
A descrição do número de alunos graduados no Curso de Agronomia,
por semestre, pode ser observado na tabela 3.6 que é apresentada a seguir.
Tabela 3.6 – Número de alunos graduados por ano, no Curso de Agronomia da
UFPR, 2005/2009.
Alunos Matriculados
Primeiro Semestre Letivo
Segundo Semestre Letivo
Total de Alunos Graduados
2005
38
53
91
2006
44
41
85
2007
42
41
83
2008
52
41
93
2009
57
65
122
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
Na tabela 3.6, observa-se que no período 2005/2009, 474 alunos foram
graduados, o que significa uma média anual de 95 conclusões de curso.
Considerando a oferta anual de 132 vagas, verifica-se uma percentagem média
de conclusão de curso da ordem de 72%. Observou-se também, no período
analisado, um incremento percentual de 34,1% no número de alunos
graduados ou uma taxa média anual da ordem de 7,6%.
A relação entre alunos graduados e alunos inscritos no Curso de
Agronomia da UFPR é apresentada na tabela 3.7.
Tabela 3.7 – Relação Percentual (%) média entre alunos graduados (G) e
alunos inscritos (I), no Curso de Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Alunos
Graduados 1º Semestre (G1)
Inscritos 1º Semestre (I1)
Relação % (G1/I1)
Graduados 2º Semestre (G2)
Inscritos 2º Semestre (I2)
Relação % (G2/I2)
Relação % Média (G/I)
2005
38
690
5,5
53
726
7,3
6,4
2006
44
744
5,9
41
741
5,5
5,7
2007
42
744
5,6
41
757
5,4
5,5
2008
52
772
6,7
41
768
5,3
6,0
2009
57
795
7,2
65
774
8,4
7,8
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
111
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Na tabela 3.7, observa-se que no período 2005/2009, a relação
percentual média entre alunos graduados e inscritos no Curso de Agronomia
era de 6,3%. Pode-se perceber também, que no referido período, houve uma
variação percentual positiva de 21,9% neste indicador, o que significa um
incremento médio anual de 5,1% no período analisado.
Outro indicador acadêmico importante é o índice de retenção do fluxo de
alunos. O índice de retenção quantifica o número de alunos retidos em relação
ao total de alunos matriculados por ano de curso. Para o cálculo do índice,
considera-se o número de alunos reprovados mais o número de trancamentos
no ano, dividido pelo número total de alunos matriculados. A tabela 3.8, que
segue abaixo, apresenta estas informações.
Tabela 3.8 – Índice percentual de retenção do fluxo de alunos no Curso de
Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Alunos
Alunos retidos 1º Semestre
Alunos retidos 2º Semestre
Retenção média
2005
19,1
19,9
19,5
2006
19,7
20,4
20,1
2007
20,3
23,3
21,8
2008
20,6
20,8
20,7
2009
20,6
19,2
19,9
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
Na tabela 3.8, observa-se que no período 2005/2009, o índice percentual
médio de retenção do fluxo escolar foi de 20,4% no Curso de Agronomia. Nos
últimos três anos (2007/2009), observou-se uma variação percentual negativa
neste indicador da ordem de 8,7%, o que significa uma redução anual da
retenção dos alunos de 4,5% no período analisado.
A tabela 3.9 apresenta o tempo de permanência médio dos alunos no
Curso de Agronomia, no período entre 2005 e 2009.
Tabela 3.9 – Tempo de Permanência dos Alunos no Curso de Agronomia da
UFPR, 2005/2009.
Tempo de permanência
Permanência Média
Desvio-Padrão da Permanência
Moda da Permanência
Relação de duração real/nominal (1)
2005
5,9
1,0
6,0
1,2
2006
2007
2008
Valores em anos
6,3
6,5
6,4
1,3
1,6
1,4
6,0
6,0
6,0
1,2
1,2
1,2
2009
6,7
1,6
6,0
1,2
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
(1) calculado como a relação entre a duração real e a nominal, medida pela moda.
O tempo de permanência média dos alunos no Curso de Agronomia, no
período entre 2005 e 2009, foi de aproximadamente 6 anos, com um desviopadrão de 1,4 ano. A moda foi de 6 anos e a relação entre a duração real e a
duração nominal medida pela moda indicou um coeficiente 1,2, que indica um
tempo de permanência adequado e inferior ao valor 1,6 utilizado como
parâmetro pelo Sistema ARCO SUR.
112
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
3.1.4) Oferta Extracurricular.
São várias as atividades formativas extracurriculares realizadas no
Curso de Agronomia. Todas estas atividades constam no projeto acadêmico e
possuem apoio das diversas unidades administrativas da UFPR. Algumas
atividades são voluntárias e outras são financiadas pela UFPR via o
fornecimento de bolsas. Dentre as atividades extracurriculares que são
realizadas, cita-se a iniciação científica (IC), a monitoria, os projetos de
extensão, os programas PET e as diversas modalidades de estágio.
A iniciação científica (IC) é realizada pelo aluno na área de pesquisa
de algum professor pesquisador da universidade, que acompanha o projeto.
Pode ser remunerada ou não, de acordo com o número de bolsas concedidas
ao orientador. O processo de participação abrange a análise do currículo do
professor, do projeto de pesquisa, a seleção dos bolsistas previamente
candidatos, e a apresentação dos projetos no EVINCI (Evento de Iniciação
Científica). Trata-se de uma maneira de os acadêmicos aprofundarem seus
conhecimentos em uma área específica e de os professores receberem ajuda
para desenvolver seus estudos.
Para fazer parte do programa de IC e participar do EVINCI, alunos e
professores, que podem ser de todos os setores da UFPR, devem obedecer a
uma série de requisitos descritos em edital. Publicado no início de cada ano
pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), o documento
estabelece as normas para o período de um ano, no qual os projetos são
desenvolvidos.
Maiores informações podem ser obtidas na página eletrônica da PRPPG
http://www.prppg.ufpr.br/iniciacao/edital_anual.html.
A tabela 3.10, que segue abaixo, apresenta informações sobre a
iniciação científica na UFPR.
Tabela 3.10 - Número de Alunos de Iniciação Científica da UFPR - 2009
Programa de Iniciação Científica
Bolsas
Bolsas
Nº. Trabalhos
Bolsas
IC PERÍODO
PIBIC/
Fundação
apresentados
UFPR/TN
Voluntária
CNPq
Araucária
EVINCI
Janeiro a Julho
319
160
64
641
1.045
Agosto a Dezembro
339
200
70
535
1.142
Fonte: Coordenadoria de Iniciação Científica - PRPPG
NOTA: Os dados referem-se ao período de Janeiro a Setembro de 2009.
No âmbito da UFPR, no segundo semestre de 2009, havia 1.144 alunos
realizando atividades de iniciação científica, o que resultou em 1.142 trabalhos
apresentados no Evento de Iniciação Científica. 53,2% destes alunos possuíam
algum tipo de bolsa de iniciação científica. No Curso de Agronomia, no ano de
2009, havia 28 alunos de graduação realizando atividades de IC, o que
significa 2,5% de toda a atividade realizada na UFPR.
113
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
O estágio curricular (atividade formativa), seja ele obrigatório ou não
obrigatório, tem a função de propiciar ao estagiário o aprendizado social,
profissional e cultural, tendo como resultado uma reflexão real e futurista dos
novos cenários sócio-econômicos. A Lei 6494/77 constituiu-se no ponto de
partida para a regulamentação dos estágios no âmbito das empresas e
instituições e o Decreto 87.479/82 estabeleceu claramente que a
responsabilidade e coordenação dos estágios estão a cargo das instituições de
ensino e que cabe a elas regular a matéria (art. 2º e art. 4º).
Na UFPR, em 1987, foi constituída uma comissão para o
desenvolvimento do estudo amplo sobre os estágios que aconteciam nos
Cursos de Graduação. Após consulta à comunidade universitária, em maio de
1990, foi aprovada a resolução 19/90-CEPE que instituiu a “Política vigente
para os estágios na UFPR”, sendo criadas a Coordenação Geral de Estágios,
alocada na PROGRAD, no âmbito da Administração Superior, e as Comissões
Orientadoras de Estágios – CGE, no âmbito dos Cursos.
A política de estágio para a Universidade Federal do Paraná é
normatizada pela Resolução nº. 19/90 – CEP e por Instruções Normativas
01/92-CEP, 01/93-CEP e 01/03-CEPE. (vide http://www.estagios.ufpr.br/). O
Núcleo de Atividades Formativas (NAF) é o responsável pela implementação
da política de atividades formativas (estágios) junto aos cursos de graduação e
de ensino profissionalizante da UFPR, assessorando e intermediando essas
atividades entre a comunidade universitária e órgãos externos.
Existem duas modalidades básicas de estágios na UFPR, o estágio
curricular obrigatório (cursado como disciplina e com exigência de matrícula) e
o estágio não obrigatório (quando realizado voluntariamente pelo aluno, em
horário compatível com a grade horária do Curso, podendo ser no âmbito da
UFPR ou estágio externo).
O Curso de Agronomia não possui atualmente a modalidade de estágio
obrigatório. A reforma curricular do Curso de Agronomia que se iniciou em
novembro de 2009 prevê, em seu projeto político pedagógico, a implementação
desta modalidade de estágio. Desta forma, todo o estágio realizado hoje na
Agronomia é não obrigatório.
O Programa de Monitoria da UFPR constitui-se em atividade formativa
de iniciação à docência. Entende-se por iniciação à docência o
desenvolvimento de habilidades de ensino do estudante de graduação e a
descoberta da vocação docente. Na Universidade Federal do Paraná, a
Resolução nº. 23/88-CEP regulamentou a monitoria como um programa de
bolsas a serem distribuídas pelos setores. Em 1999, o Conselho de Ensino e
Pesquisa (CEPE) aprovou a Resolução nº. 91/99 fixando normas para o
Programa Monitoria, mais tarde Resolução nº. 43/03-CEPE aprovou os critérios
para a seleção dos candidatos (http://www.prograd.ufpr.br/insti.html).
A tabela 3.11, que segue abaixo, apresenta informações sobre o
programa de monitoria da UFPR e do Curso de Agronomia.
114
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Tabela 3.11 - Número de alunos e projetos de monitoria da UFPR e do Curso
de Agronomia – 2009/2010.
Período
2009
2010
Planos
554
643
UFPR
Monitores
964
1.062
Agronomia
Planos
Monitores
22
28
18
23
Fonte: PROGRAD.
Em 2009, foram aprovados pela PROGRAD 554 planos de monitoria
onde se ofertou 964 vagas. O Curso de Agronomia participou com uma
demanda de 22 planos e 28 monitores.
Para o ano de 2010, de acordo com a PROGRAD, houve uma ampliação
de 16,1% na demanda por planos e monitoria e houve também uma ampliação
de 10,2% no número de monitores. Atualmente, existem 554 planos de
monitoria aprovados com 964 vagas de monitores. Para o Curso de Agronomia,
foram selecionados 22 planos de monitoria (4% da demanda da UFPR) com 28
ofertas de bolsas de monitoria (3% da oferta da UFPR).
O Programa de extensão universitária é um processo educativo,
cultural e científico, que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e
viabiliza a relação transformadora entre a Universidade e a sociedade. As
atividades de extensão são regidas pela Resolução nº. 70/08-CEPE, e
desenvolvidas por meio de programas, projetos, cursos, eventos e ações
complementares de extensão, visando à socialização do conhecimento
acadêmico e a interação com a sociedade.
O trabalho de parceria com as comunidades, organizações sociais e
instituições públicas e privadas têm possibilitado o cumprimento da função
social da Universidade, especialmente em Curitiba, região metropolitana e
litoral paranaense, áreas de maior abrangência da UFPR.
No desenvolvimento das ações extensionistas, professores, alunos e
técnico-administrativos têm buscado o atendimento das questões prioritárias da
sociedade, com ênfase na melhoria da qualidade de vida da população, por
intermédio de atividades de educação continuada nas diferentes áreas do
conhecimento, da articulação com movimentos sociais, de programação
cultural, da difusão científica e tecnológica, da promoção do desporto e lazer e
da integração com a educação básica. (vide http://www.proec.ufpr.br/).
Para a divulgação das atividades de extensão de UFPR, anualmente
acontece O ENEC (Encontro de Extensão e Cultura) da UFPR que é um fórum
que vem ocorrendo periodicamente com objetivo de socializar, integrar e refletir
sobre os conhecimentos gerados pelos Programas e Projetos de Extensão
desenvolvidos na instituição. Estas ações demonstram a interação dialógica
com a sociedade paranaense numa relação transformadora da realidade por
meio da indissociabilidade entre o Ensino, a Pesquisa e a Extensão (vide
http://www.proec.ufpr.br/enec2009/index.htm). A tabela 3.12, que segue
abaixo, apresenta informações sobre o programa de extensão da UFPR.
115
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Tabela 3.12 - Evolução dos Números das Atividades de Extensão da
Universidade Federal do Paraná - 2005-2009.
Extensão
Cursos
Projetos
Programas
Certificados
expedidos
2005
336
91
23
2006
393
85
15
2007
226
113
21
2008
281
145
31
2009
125
55
27
∆% 09/05
(62,80)
(39,56)
17,39
3.853
6.205
3.864
8.296
1.755
(54,45)
Fonte: Relatório de Atividades 05/06/07/08/09 da PROEC.
Os Programas de Extensão (conjunto de trabalhos e atividades que
articulam ensino, pesquisa e extensão de caráter orgânico-institucional,
integrados a programas institucionais direcionados às questões relevantes da
sociedade) registrados na PROEC da UFPR entre Janeiro e Setembro de 2009
foram 27. Neste período houve o envolvimento de 309 docentes, 73 técnicos
administrativos e 261 alunos de graduação.
O Setor de Ciências Agrárias, neste mesmo período, desenvolveu 11
projetos de extensão (conjunto de atividades de caráter educativo, artístico,
científico e tecnológico, que envolve docentes e discentes (bolsistas e
voluntários) desenvolvidas junto à comunidade, com prazo mínimo de duração
de 01 (um) ano, mediante ações sistematizadas) e 1 curso de extensão.
A tabela 3.13, que segue abaixo, apresenta informações sobre projetos
de extensão realizados no Curso de Agronomia, 2009.
Tabela 3.13 - Número de docentes, técnicos e discentes envolvidos em
projetos de extensão do Curso de Agronomia – 2009.
Projetos de Extensão
Núcleo de Estudos e Mediação de
Conflitos Ambientais - NEMCA
João Surá: Implementação de Alternativas
para a Criação e Consolidação da
Economia Solidária do Remanescente de
Quilombo João Surá-Adrianópolis/PR
Solo na Escola: O Solo Como Elemento
Integrador do Ambiente no Ensino
Fundamental e Médio
Capacitação de Produtores
Agroecológicos nos Municípios de Rio
Branco do Sul e Colombo
Feiras Agroecológicas
Total
Docentes
Envolvidos
Técnicos
Envolvidos
Discentes
Envolvidos
1
0
5
3
0
2
12
1
20
6
0
0
4
0
2
Fonte: COEX/PROEC.
O Programa PET – Programa de Educação Tutorial – é um Programa
acadêmico direcionado a alunos de graduação selecionados pelas Instituições
de Ensino Superior em que estão matriculados. Os integrantes do PET,
organizados em grupos, recebem uma orientação tutorial que procura envolver116
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
lhes num processo de formação integral, propiciando-lhes uma compreensão
abrangente e aprofundada de sua área de estudos.
Criado e implantado em 1979 pela CAPES, o PET é um Programa
acadêmico direcionado a alunos regularmente matriculados em cursos de
graduação. Até o ano de 1999, o Programa foi coordenado pela CAPES. A
partir de 31 de dezembro de 1999, o PET teve sua gestão transferida para a
Secretaria de Educação Superior - SESu/MEC, ficando sob a responsabilidade
do Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM. Desde então, vem sendo executado, levando em conta as diretrizes e
os interesses acadêmicos das Universidades às quais se vincula, e que
passaram a ser responsáveis por sua estruturação e coordenação (vide
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=
12223&Itemid=481).
O PET tem como objetivo preponderante proporcionar aos alunos um
aprimoramento de sua formação acadêmica através da realização de
atividades extracurriculares que sejam dirigidas a sua integração plena no
mercado de trabalho profissional ou que o prepare para o prosseguimento de
seus estudos em nível de Pós-Graduação Lato Sensu e Stricto Sensu.
Através do PET, procura-se fomentar ao estudante, qualidades que o
habilitem na solução de problemas, bem como favorecer o desenvolvimento de
um pensamento crítico que lhe permita uma compreensão integral do seu papel
na sociedade. Desta forma, o bolsista PET realiza atividades de ensino,
pesquisa e extensão.
No Brasil, existem 72 instituições de ensino superior (IES) cadastradas
no MEC e 370 grupos PET. A UFPR tem 15 grupos PET cadastrados (Ciências
Sociais, Ciência da Computação, Direito, Economia, Engenharia Elétrica,
Engenharia Florestal, Engenharia Química, Engenharia Civil, Estatística,
Farmácia, Filosofia, Geologia, História, Matemática e Química), destes, o Setor
de Ciências Agrárias possui apenas um no Curso de Engenharia Florestal. O
Curso de Agronomia da UFPR até o momento não dispõe de um grupo PET
organizado.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
O sistema de entrada e admissão da UFPR é bem estruturado e
organizado, procedendo a uma adequada seleção do corpo discente que busca
uma vaga na universidade. Observa-se também que a UFPR tem buscado
constantemente ampliar tanto o número de vagas como a oferta de cursos para
atender as crescentes demandas da sociedade.
Os indicadores acadêmicos do Curso de Agronomia são satisfatórios e
estão adequados com o projeto acadêmico do curso. A relação docente
equivalente alunos, a relação alunos por docente e a quantidade média de
alunos por disciplina é adequada.
117
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Observa-se também uma melhora bastante sensível no número de
alunos matriculados por disciplina e no número de alunos graduados, com
redução no número de alunos retidos.
Existe uma oferta bastante adequada de atividades extracurriculares
como a iniciação científica (IC), a monitoria, os projetos de extensão, os
programas PET e as diversas modalidades de estágio, que estão de acordo
com o projeto acadêmico.
A Coordenação do Curso de Agronomia constantemente tem estimulado
a participação de seus alunos nas atividades extracurriculares.
Como aspecto desfavorável, cita-se o elevado número de reprovações
em algumas disciplinas básicos do curso em conseqüência da falta de alguns
conhecimentos do nível secundário.
Cita-se também como desfavorável a falta do estágio curricular
obrigatório, problema este que está sendo solucionado com a atual reforma
curricular.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
A comissão de assessoramento da Coordenação do Curso de Agronomia,
dentro do projeto de reforma curricular está estruturando um conjunto de ações
e indicadores acadêmicos com o objetivo de melhorar a gestão acadêmica e
sugerir mudanças para melhorar o curso.
DIMENSÃO III – COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA
Componente: 3.2 – Graduados.
3.2.1) Cursos de Atualização
A Universidade Federal do Paraná é uma instituição de ensino superior
pública e gratuita, que além do ensino de graduação, da pesquisa e da
extensão possui uma oferta bastante adequada de cursos de pós-graduação,
garantindo desta forma a atualização de seus alunos egressos.
Desde a primeira instalação de um programa de pós-graduação,
Mestrado em Bioquímica em 1965, o sistema de pós-graduação da UFPR vem
se expandindo e se consolidando significativamente. Atualmente, são 79
especializações; 45 Mestrados, 27 Doutorados e 2 Mestrados
Profissionalizantes, organizados em 47 Coordenações de Programas, já que
em sua maioria, os programas possuem os dois níveis de titulação.
Cursos de Mestrado e Doutorado – STRICTO SENSU
A pós-graduação Stricto Sensu na UFPR, na realidade, apresenta uma
configuração na qual se titulam mestres e doutores em muitas áreas de
concentração e linhas de pesquisa, o que permite se avaliar a abrangência do
sistema em atender as demandas sociais de formação ou capacitação
118
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
profissional. Atualmente, são 96 áreas de concentração ou de conhecimento,
onde se distribuem 307 linhas de pesquisa. Cada programa de pós-graduação
possui certo número de bolsas concedido pelas Agências Nacionais de
Fomento (CAPES e CNPq) e, alguns, bolsas concedidas por empresas ou
instituições públicas e privadas.
O Curso de Agronomia possui o Programa de Pós-Graduação em
Agronomia, área de concentração em Produção Vegetal, em nível de
Mestrado e Doutorado, que foi homologado pelo Conselho Universitário da
UFPR em 09 de junho de 1994, pelo Parecer n.º 08/94-COUN. Oferece duas
sub-áreas de formação - Fitotecnia e Fitossanidade. A primeira turma de
Mestrado teve início em agosto de 1994, e em março de 1995 o Doutorado. Em
junho de 1997 teve parecer favorável ao credenciamento, pelo Grupo Técnico
Consultivo da CAPES, recomendando o Curso de Pós-Graduação em
Agronomia nos níveis de Mestrado e Doutorado, com o número de referência:
CAA/GTC/040. Na última Avaliação Nacional realizada pela Capes, do triênio
(2004 / 2005 / 2006) o programa obteve o conceito 4.
O Curso de Agronomia possui também o Programa de Pós-Graduação
em Ciência do Solo. As atividades em nível de Pós-Graduação na área de
solos, tiveram início em 22 de novembro de 1976, com a realização de um
Curso de Aperfeiçoamento em Manejo e Conservação de Solos (184 horas),
através do Convênio n° 36/76, firmado entre o Ministério da Agricultura e a
Universidade Federal do Paraná, onde foram treinados 11 Engenheiros
Agrônomos. O Sucesso alcançado permitiu a elaboração de novo Convênio
com o Ministério da Agricultura, e em 21 de novembro de 1977, novamente o
Curso foi oferecido, e dez novos engenheiros agrônomos foram treinados.
A experiência adquirida nestes dois cursos e o interesse despertado
pelos profissionais atuantes na área, aliados à presença de pessoal qualificado
que retornavam de treinamentos em outras instituições e à infra-estrutura
laboratorial e de campo conquistada pelas realizações de Convênios (Instituto
Brasileiro do Café, Ministério da Agricultura, República Federal da Alemanha,
entre outros), culminou na criação do Curso de Pós-Graduação em
conservação de Solos (Resolução 20/77-Conselho Universitário, de 23/11/77)
cujo início se deu em agosto de 1978.
A denominação do Curso, portanto, pode ser atribuída à importância que
o Manejo e a Conservação de Solos assumiu para o Estado do Paraná, e à
realização de Cursos de Aperfeiçoamento com a denominação semelhante,
que despertaram interesse muito grande dos profissionais da área. Após
alguns estudos, a denominação do Curso, por exigência do Ministério da
Educação, passou para Curso de Pós-Graduação em Ciência do Solo. Em
1984, por ocasião do primeiro credenciamento, a denominação mudou para:
Curso de Pós-Graduação em Agronomia – Área de Concentração Ciência do
Solo (Parecer 725/84-Conselho Federal de Educação). O curso foi
recredenciado em 13/09/90, parecer n° 723/90-CEPE. No ano de 2003,
verificou-se nova reformulação na proposta do programa, criando-se três áreas
de concentração e nove linhas de pesquisa. Em 2004, através do Parecer de
nº. 366/04-CEPE, a denominação do Programa mudou para Programa de Pós-
119
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Graduação em Ciência do Solo. Em 2005, por deliberação do Colegiado, e
atendendo a sugestões da CAPES, o Programa alterou ao nome das Áreas de
Concentração e Linhas de Pesquisa, diminuindo de 9 linhas para 6 linhas de
Pesquisa, com mudança nos nomes. Portanto, o curso de Pós-Graduação
Ciência do Solo, pioneiro no Paraná na área de Solos, vem capacitando
profissionais para atender a demanda dos diversos segmentos da sociedade,
destacando-se Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado, empresas
privadas e profissionais liberais.
Algumas informações importantes dos Cursos de Pós-Graduação
ofertados pelo Setor de Ciências Agrária e Curso de Agronomia podem ser
observadas nas tabelas 3.14 e 3.15 que são apresentadas a seguir.
Tabela 3.14 - Cursos de Mestrado do Setor de Ciências Agrárias da UFPR dados acadêmicos – 2009.
Curso de Mestrado
Conceito
CAPES
Carga
Horária
Realizada
Ingressantes
Matriculados
Concluintes
1978
3
1.475
18
55
22
1994
4
1.560
8
29
7
Ano de
Instalação
Número de Alunos
Setor de Ciências Agrárias
Ciência do Solo
Agronomia Produção Vegetal
Fonte: PRPPG, 2009.
Tabela 3.15 - Cursos de Doutorado do Setor de Ciências Agrárias da UFPR dados acadêmicos – 2009.
Curso de Doutorado
Ano de
Instalação
Conceito
CAPES
Carga
Horária
Realizada
Ingressantes
Matriculados
Concluintes
4
1.560
16
64
9
Número de Alunos
Setor de Ciências Agrárias
Agronomia Produção Vegetal
Fonte: PRPPG, 2009.
1995
Cursos de Especialização e Aperfeiçoamento – LATO SENSU
Os cursos de Especialização e Aperfeiçoamento oferecidos pela UFPR
são gerenciados pela Coordenadoria de Pós-Graduação Lato Sensu, que é
responsável por conduzir a prática administrativa quanto a Legislação para o
funcionamento (Legislação e Normas), Certificados de Especialização e
Aperfeiçoamento, Residência Médica do Hospital das Clínicas, Fórum (ou
Colegiado) de Coordenadores de Cursos de Especialização e o FDA – Fundo
de Desenvolvimento Acadêmico.
Os Cursos de Pós-Graduação lato sensu – Especialização,
Aperfeiçoamento e MBA, são ofertados por todos os Setores da UFPR e a
proposta acadêmica destes cursos é feita pelos Departamentos e Setores,
submetida à apreciação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. Após a
análise da qualidade acadêmica da proposta, ela é encaminha ao CEPE –
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão para nova análise e autorização
para funcionamento. A PROPLAN – Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento
120
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
e Finanças e o COPLAD – Conselho de Planejamento analisam as propostas
sob o ponto de vista financeiro e de convênios.
A busca contínua pelo conhecimento e pela capacitação dos
profissionais das ciências agrárias é hoje uma necessidade primária dos
profissionais independentemente da sua área de atuação. Atenta a essa
importante missão, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), através do
Programa de Educação Continuada em Ciências Agrárias (PECCA), vem
desenvolvendo uma série de iniciativas que possibilitem a contínua capacitação
de profissionais egressos ou não do seu quadro discente.
Ainda por entender que não poderia permanecer restrita aos seus limites
físicos, a UFPR investe agora em programas de educação à distância,
podendo assim atingir profissionais de todo o Brasil. Há mais de sete anos
desenvolvendo programas de educação continuada, o PECCA já conta em
seus cursos de pós-graduação com mais de 1500 profissionais, entre alunos
capacitados ou em processo de capacitação.
Programa de Educação Continuada em Ciências Agrárias - PECCA
Rua dos Funcionários, 1540 Juvevê.
Curitiba – Paraná CEP 80035-050
Telefone (41) 3350-5738
Fax (41) 3253-5569
http://www.pecca.ufpr.br/
A tabela 3.16, apresenta os principais cursos de especialização
presenciais e à distância oferecidos pelo PECCA.
Tabela 3.16 - Relação dos Cursos de Especialização e Aperfeiçoamento do
Setor de Ciências Agrárias, com dados acadêmicos da UFPR – 2009.
Cursos de Especialização
Agronegócios
MBA em Gestão do Agronegócio
Agronegócios EAD Ênfase em Mercados
Integração Lavoura-Pecuária
Ambiental
Direito Ambiental
MBA em Gestão Ambiental – Ênfase em Gestão
e Projetos Ambientais
Economia do Meio Ambiente – Ênfase em
Negócios
Desenvolvimento
Desenvolvimento Regional
Florestal
Economia e Meio Ambiente EAD
Gestão da Indústria Madeireira EAD
Departamento
Economia Rural
Economia Rural
Fitotecnia - DEFITO
Economia Rural
Economia Rural
Economia Rural
Economia Rural
Economia Rural - DERE
Economia Rural - DERE
Fonte: PRPPG e PECCA, 2009.
121
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Cursos de Educação à Distância (EAD)
O NEAD – Núcleo de Educação a Distância é uma unidade vinculada à
Pró-Reitoria de Graduação com competência para implementar políticas e
diretrizes para a Educação a Distância (EAD) estabelecidas no âmbito da
Universidade Federal do Paraná.
Educação a Distância é uma forma de ensino que possibilita a autoaprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente
organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados
isoladamente ou continuados e veiculados pelos diversos meios de
comunicação.
O NEAD tem como finalidade democratizar o conhecimento científico
para as diferentes camadas sociais; proporcionar a emancipação coletiva e
oportunizar o acesso ao saber acadêmico, visando a redução das
desigualdades sociais; e acelerar o desenvolvimento humano, individual e
coletivo, reduzindo o nível de desqualificação profissional e favorecendo a
melhoria da qualidade de vida a uma maior parcela da população. A nova
política de desenvolvido da Educação à Distância pelo NEAD atende locais que
não possuem nenhuma outra instituição de ensino superior pública, reforçando
o sentido de Universidade do Paraná. Maiores informações no endereço
eletrônico http://www.cipead.ufpr.br/conteudo/pos_graduacao.php.
A tabela 3.17, apresenta os principais cursos de Especialização EAD
oferecidos pelo Setor de Ciências Agrárias.
Tabela 3.17 - Relação dos Cursos de Especialização EAD do Setor de Ciências
Agrárias, com dados acadêmicos da UFPR – 2009.
Cursos de Especialização EAD
Agronegócios EAD Ênfase em Mercados
Gestão Ambiental EAD
Economia e Meio Ambiente EAD
Gestão da Indústria Madeireira EAD
Fonte: NEAD, 2009.
Departamento
Economia Rural - DERE
Economia Rural - DERE
Economia Rural - DERE
Economia Rural - DERE
Cursos de Formação Rápida EAD.
Com duração de 60 horas a 180 horas, os cursos de formação rápida
EAD (cursos de extensão universitária) permitem aos profissionais das ciências
agrárias uma especialização com enfoques essencialmente práticos e
aplicados. Atualmente existem 10 áreas de conhecimento e mais de 30 cursos
disponíveis aos profissionais das ciências agrárias. Após a conclusão do curso,
o aluno recebe uma certificação da PROEC.
A tabela 3.18, apresenta os principais cursos de formação rápida
oferecidos pelo PECCA.
122
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Tabela 3.18 - Relação dos Cursos de Formação Rápida do Setor de Ciências
Agrárias, com dados acadêmicos da UFPR – 2009.
Cursos de Formação Rápida EAD
Área Ambiental
Auditoria Ambiental
Recuperação de Áreas Degradadas
Elaboração de Projetos para Créditos de Carbono
Sistemas de Informação Geográficas
Mercado de Carbono
Área Gestão do Agronegócio
Pequena Propriedade – Viabilidade Técnica e Econômica
Agroecologia Aplicada
Tecnologia de Aplicação Aérea – Aviação Agrícola
Avicultura Industrial
Área de Desenvolvimento Urbano
ONG’s, OSCIP’s e OS’s – Gestão e Sustentabilidade
Elaboração de Políticas Publicas
Área Gestão Empresarial
Comércio Internacional e Agronegócio
Mercados Derivativos Financeiros
Procedimentos de Exportação
Área Turismo Rural e Eventos
Eventos em Turismo Rural
Turismo de Aventura e Esportes Radicais
Hospedagem Rural – Meios Alternativos
Estratégias para o Turismo Regional
Fonte: PECCA, 2009 (http://www.pecca.ufpr.br/).
Ciclo de Atualização em Ciências Agrárias e Semana de Estudos
Agronômicos.
Há mais de trinta anos acontece também o Ciclo de Atualização em
Ciências Agrárias e a Semana de Estudos Agronômicos. O Ciclo de
Atualização em Ciências Agrárias surgiu no ano de 1978 e a Semana de
Estudos Agronômicos em 1973. Os eventos acontecem sempre no mês de
maio, durante o período de uma semana. Em 2010, deverá ocorres o 32º Ciclo
de atualização. Na semana do evento, acorrem diversas palestras, aulas
práticas, viagens técnicas e visitas técnicas. O objetivo geral deste evento é o
de promover a difusão e a discussão de temas relacionados às ciências
agrárias e a agronomia entre profissionais, docentes e estudantes de
agronomia e áreas correlatas, visando à complementação extracurricular dos
alunos.
O interesse do evento é o de oferecer aos alunos da Agronomia da
UFPR e de outras Instituições de Ensino públicas e privadas aprimoramento
em temas de domínio conexo abordados em cursos de graduação.
Esta prática proporciona o encontro de diversos profissionais, docentes
e discentes, fortalecendo a interdisciplinaridade entre instituições, assim como
123
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
a aproximação e interação dos participantes de diferentes localidades,
melhorando a formação dos recursos humanos que futuramente irão atuar no
mercado de trabalho, nos mais diversos meios (acadêmico, empresarial,
público) e contribuindo para a expansão e melhoria da agronomia no Brasil.
3.2.2) Sistemas de Monitoramento.
O Curso de Agronomia não possui de forma estruturada um sistema de
monitoramento permanente dos alunos graduados onde existam informações
sobre dados pessoais e atividades atuais de trabalho. Não se tem nenhum
mecanismo de acompanhamento dos egressos do curso de agronomia se não
por informações e contatos pessoais. Há uma significativa participação deles
nos cursos de pós-graduação oferecidos pelo curso, especialmente pelo
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo e pelo Departamento de Solos e
Engenharia Agrícola, além da participação dos mesmos no curso à distância
latu sensu em Agronegócio.
Nas festividades de comemoração dos 90 anos do Curso de Agronomia,
em abril de 2008, criou-se uma página da internet para que os ex-alunos do
curso fizessem a sua inscrição para o evento mediante uma atualização de
cadastro. Desta forma, existe um banco de dados e uma lista de contatos de
correio eletrônico que precisa ser trabalhada para gerar informações sobre os
alunos graduados.
No atual processo de reforma curricular pelo qual o curso de agronomia
vem passando, existe o projeto de um sistema de monitoramento que pretende
entrar em contato com os ex-alunos para que os mesmos possam colaborar na
reestruturação do projeto acadêmico.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
A UFPR e o curso de agronomia contam com uma oferta bastante
adequada tanto de cursos de pós-graduação “stricto sensu” (mestrado e
doutorado) quanto de cursos “lato sensu” (especializações, aperfeiçoamentos,
MBA’s, especializações EAD, cursos de formação rápida e outros). Estes
cursos possuem um pessoal docente altamente capacitado, boa infra-estrutura
de atendimento, suporte áudio-visual e um adequado sistema de comunicação
com a comunidade acadêmica.
Como aspecto desfavorável, cita-se a falta de um sistema de
monitoramento dos alunos graduados. Com a reforma curricular, providências
estão sendo tomadas para sanar este problema.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar melhorando os atuais cursos de pós-graduação e ampliar
ainda mais a oferta de novos cursos baseados nas demandas de mercado
atuais.
124
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Estabelecer estratégias para formalizar um banco de dados dinâmico e
atualizado de alunos graduados com o objetivo de estruturar uma associação
de ex-alunos do curso de agronomia da UFPR. Esta ação deverá permitir a
participação dos ex-alunos na reforma curricular e no levantamento de
demandas para potenciais cursos de atualização.
DIMENSÃO III – COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA
Componente: 3.3 – Docentes.
3.3.1) Número e Formação, Coerência com o Projeto.
3.3.1.1) Docentes e sua Capacitação Científica e Tecnológica.
A Universidade Federal do Paraná mantém sua configuração
organizacional baseada em Setores e Departamentos. Ao todo são onze
setores, que têm a função de executar, coordenar e fiscalizar as unidades
didático-pedagógicas e de pesquisa das áreas de conhecimento.
A estrutura administrativa da Universidade Federal do Paraná que dá
suporte às atividades curriculares dos cursos de graduação e de pósgraduação é formada pelos departamentos, que comportam disciplinas e
professores. Assim, cursos de graduação e de pós-graduação requerem aos
departamentos as disciplinas que serão ministradas em seus cursos, bem
como os professores que irão lecionar estas disciplinas. Desta forma, a
disciplina de um departamento pode servir a mais de um curso de graduação,
bem como, professores podem lecionar em diversos cursos.
Existem na UFPR 68 Departamentos que são responsáveis pelos 47
cursos de graduação da instituição. O número total de docentes da UFPR é de
2.135 professores. 67,2% dos docentes são do regime de dedicação exclusiva,
18,9% são do regime de 20 horas e 13,9% são do regime de 40 horas
semanais. Do total de docentes da UFPR, 67,4% são doutores, 21,0% são
mestres, 10,5% tem graduação e 3,8% tem especialização. A tabela 3.19
apresenta alguns outros indicadores de desempenho dos docentes da UFPR.
Entre 2005 e 2009, no âmbito docente da UFPR houve uma sensível
melhora na titulação dos professores. Os docentes com titulação máxima de
especialização eram 6,6% em 2005 e hoje representam apenas 3,1% dos
professores. Os docentes com titulação máxima de mestrado representavam
30,2% dos professores em 2005 e hoje são 20,3%. Já os docentes com
doutorado apresentaram um incremento de 17% no período, variando de
56,2% do corpo docente em 2005 para os atuais 65,8%.
125
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Tabela 3.19 – Alguns Indicadores de Desempenho Docente da Universidade
Federal do Paraná - 2005-2009.
Indicadores
% de docentes com titulação
máxima especialização (1)
% de docentes com titulação
máxima mestrado (1)
% de docentes com doutorado (1)
Índice de qualificação docente (2)
Relação: Doutores/docentes
(adjuntos + titulares)
% de docentes com Dedicação
Exclusiva (DE) (1)
2005
2006
2007
2008
2009 (3)
∆%
09/05
6,64
6,22
6,42
3,23
3,14
(52,73)
30,22
29,19
34,82
21,18
20,33
(32,73)
56,19
3,92
57,32
3,94
46,56
3,62
64,69
4,04
65,76
4,07
17,04
3,83
87,09
87,84
64,13
88,33
90,69
4,13
64,79
63,64
64,27
67,18
68,99
6,49
Fonte: Relatório de Atividades 05/06/07/08/09
NOTA: D - Doutorado, M - Mestrado, E - Especialização, G - Graduação, A - Adjunto, T – Titular.
(1) Docentes efetivos, substitutos e visitantes.
(2) IQCD= (5*D)+(3*M)+(2*E)+(1*G)/(D+M+E+G)
(3) Os dados referem-se ao período do de Janeiro a Setembro de 2009.
O índice de qualificação docente (IQCD) melhorou 3,8%, indo dos 3,9%
em 2005 para 4,1% em 2009. A relação doutores/docentes (adjuntos +
titulares) hoje é de mais de 90% e a porcentagem de docentes com dedicação
exclusiva é de quase 70%.
O Curso de Agronomia é formado por 5 Setores e 22 Departamentos
que ofertam 97 disciplinas (68 obrigatórias e 29 optativas). O corpo docente é
formado por 112 professores. Os docentes que lecionam para o ciclo básico da
agronomia possuem titulação adequada e de acordo com o projeto pedagógico
do curso. Já os docentes que lecionam para o ciclo profissionalizante são
quase todos Engenheiros Agrônomos ou Agrônomos. A tabela 3.20 apresenta
todos os docentes que lecionam para o Curso de Agronomia, bem como a sua
disciplina, cargo, titulação e carga horária, por setor e departamento da UFPR.
Tabela 3.20 – Discriminação dos Docentes que lecionam para o Curso de
Agronomia apresentando Disciplina, Cargo, Titulação e Carga horária, por
Setor e Departamento da UFPR, 2009.
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS
CÓDIGO
DISCIPLINA
PROFESSOR
Cargo
Titulação
AS018
AS019
Silvicultura Geral I
Silvicultura Geral II
Alessandro Camargo Ângelo
Mauricio Balensiefer
ADJ
ADJ
DR
MSc
Carga
Horária
DE
DE
DR
DR
DR
DR
DR
DR
MSc
DR
DR
DR
DR
20
DE
DE
DE
DE
DE
20
DE
DE
DE
DE
ESPEC.
DE
AE001
AE002
AE013
AE018
AE019
AE020
AE021
AE027
AE034
AE043
AT045
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL E EXTENSÃO
Economia Rural
Eugênio Librelotto Stefanello
ADJ
Extensão Rural
Luciano de Almeida
ADJ
Extensão Rural Aplicada
Luciano de Almeida
ADJ
Planejamento e Adm. Rural
José Roberto Canziani
ADJ
Vânia Di Addario Guimarães
ADJ
Comercialização Agrícola
João Batista Padilha Júnior
ADJ
Política Agrária
Joaquim Severino
ADJ
Legislação Agrária
Paulo de Tarso de Lara Pires
ADJ
Projetos Agrícolas
Vânia Di Addario Guimarães
ADJ
Agronegócios
Vânia Di Addario Guimarães
ADJ
Marketing Agropecuário
João Carlos Garzel L. da Silva
ASSOC
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA FLORESTAL
Segurança do Trabalho
Eliseu Lacerda
ADJ
Agroflorestal II
126
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
AT306
AF001
AF025
AF026
AF027
AF029
AF030
AF031
AF037
AF038
AF045
AF046
AF047
AF048
AF051
AF052
AF053
AF055
AF304
AF306
AF313
AF332
AF333
AF335
AF336
AL019
AL020
AL021
AL023
AL024
AL026
AL036
AL037
AL315
AL316
AL317
AL318
AL319
AL320
AL321
AL322
AL323
AZ003
AZ011
AZ012
AZ013
AZ014
Segurança do Trabalho
Agroflorestal
Eliseu Lacerda
ADJ
DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA E FITOSSANITARISMO
Agricultura Geral
Oswaldo Teruyo Ido
ADJ
Agricultura Especial I
Edelclaiton Daros
ASSOC
Agricultura Especial II
José Luís Camargo Zambom
ASSOC
Agricultura Especial III
Claudete Reisdorfer Lang
ADJ
Fitopatologia Geral
Louise Larissa May de Mio
ADJ
Fukuo Morimoto
ADJ
Fruticultura I
Luiz Antonio Biasi
ASSOC
Fukuo Morimoto
ADJ
Fruticultura II
Luiz Antonio Biasi
ASSOC
Armazenamento de Produtos
Edilberto Possamai
ASSOC
Agrícolas
Plantas Ornamentais
Francine Lorena Cuquel
ADJ
Mário Nieweglowski Filho
ADJ
Defesa Sanitária Vegetal
Cristina Gonçalves de Mendonça
ADJ
Experimentação Agrícola
João Carlos Possamai
ADJ
Forragicultura
Anibal de Moraes
ASSOC
Introdução à Pesquisa em
José Luís Camargo Zambon
ASSOC
Fitotecnia
Análise e Tecnologia de
Maristela Panobianco
ADJ
Sementes
Controle de Plantas Daninhas
Adelino Pelissari
ASSOC
Agricultura Especial V
Cícero Deschamps
ADJ
Manejo de Pastagens
Ricardo Augusto de Oliveira
ADJ
Olericultura
Àtila Francisco Mógor
ADJ
Melhoramento de Plantas
João Carlos Bespalhok Filho
ADJ
Lucimeris Ruaro
ADJ
Fitopatologia Especial
Vismar da Costa Lima Neto
TITULAR
Introdução à Engenharia
Wilson Loureiro
ADJ
Agronômica
Manejo Integrado de Pragas
Lino Bittencourt Monteiro
ADJ
Legislação Profissional do
Wilson Loureuro
ADJ
Engenheiro Agrônomo
Mecanismos Fisiológicos da
Cícero Deschamps
ADJ
Produção Agrícola
DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA
Tecnologia dos Produtos
Agenor Maccari Júnior
ADJ
Agrícolas
Irrigação e Drenagem
Celso Luiz Prevedello
TITULAR
Construções Rurais
Eduardo Teixeira da Silva
ASSOC
Mecanização Agrícola
Iackson de Oliveira Borges
ADJ
Eletrificação Rural
Jorge Luiz Moretti de Souza
ADJ
Adubos e Adubações e a
Luiz Antonio Corrêa Lucchesi
ADJ
Reciclagem de Nutrientes
Física do Solo
Celso Luiz Prevedello
TITULAR
Hidráulica e Hidrologia
Jorge Luiz Moretti de Souza
ADJ
Antonio Carlos Vargas Motta
ADJ
Química Agrícola
Luiz Antonio Corrêa Lucchesi
ADJ
Valmiqui Costa Lima
ASSOC
Pedologia
Vander de Freitas Melo
ASSOC
Climatologia Agrícola
Marco Aurélio de M. Machado
ASSIST
Conservação de Solos
Jeferson Dieckow
ADJ
Francisco Pereira de C.
ADJ
Carvalho
Biologia do Solo
Jair Alves Dionísio
ASSOC
Renato Marques
ADJ
Nutrição Mineral de Plantas
Volnei Pauletti
ADJ
Ecologia Agrícola
Fabiane Machado Vezzani
ADJ
Ângelo Evaristo Sirtoli
ADJ
Fotointerpretação
Luiz Cláudio de Paula Souza
ADJ
Recursos Naturais Renováveis
Nerilde Favaretto
ADJ
Zootecnia Geral
Eqüinocultura
Caprinocultura
Zootecnia Especial I
Zootecnia Especial II
DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA
Simone Gisele de Oliveira
João Ricardo Dittrich
Alda Lucia Gomes Monteiro
Rodrigo de Almeida
Edson Gonçalves de Oliveira
ADJ
ASSOC
ADJ
ADJ
ADJ
ESPEC.
DE
DR
DR
DR
DR
DR
MSc
DR
MSc
DR
DE
DE
DE
20
DE
DE
DE
DE
DE
DR
DE
DR
DR
DR
MSc
DR
DE
DE
DE
DE
DE
DR
DE
DR
DE
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DR
20
DR
DE
DR
20
DR
DE
DR
DE
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DR
DE
DR
DR
DR
DR
DR
DR
MSc
DR
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DR
20
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DR
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DE
127
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
ADJ
ADJ
ADJ
ADJ
ADJ
ADJ
ADJ
ADJ
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
ASSIST
MSc
DE
DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR
Luciano Fernandes Huergo
ADJ
Wanderson Duarte da Rocha
ADJ
DR
DR
DE
DE
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
Erika Amano
Maria Regina Torres Boeger
Cleuza Bona
Patricia Soffiatti
ADJ
ASSOC
ASSOC
ADJ
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
Elizabeth de Araújo Scwarz
ADJ
DR
DE
Kátia Christina Zufellato Ribas
Marguerite G.G. Quoirim
Luciana Lopes Fortes Ribas
Kátia Christina Zufellato Ribas
ASSOC
ASSOC
ASSOC
ASSOC
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA
Ana Vitória Fischer da Silva
Marisa Fernandes Castilho
ADJ
ADJ
DR
DR
DE
DE
DEPARTAMENTO DE GENÉTICA
Juarez Gabardo
Lygia Vitória Galli-Terasawa
Juarez Gabardo
ADJ
ADJ
ADJ
GRAD
DR
GRAD
DE
DE
DE
DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA BÁSICA
Bráulio Santos
Maria Aparecida C. Zawadneak
ADJ
ADJ
DR
DR
DE
DE
ASSOC
ASSOC
TITULAR
ADJ
ASSOC
DR
DR
DR
DR
DR
DE
DE
DE
DE
DE
DR
MSc
DR
DR
DE
40
DE
DE
AZ015
AZ016
AZ017
AZ026
Melhoramento Animal
Apicultura
Aqüicultura
Maricultura
AZ302
Nutrição e Alimentação Animal
AZ310
Ovinocultura
Antonio João Scandolera
Laila Talarico Dias Teixeira
Adhemar Pegoraro
Antonio Ostrensky Neto
Antonio Ostrensky Neto
Alex Maiorka
Fabiano Dahlke
Alda Lucia Gomes Monteiro
SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DEPARTAMENTO DE ANATOMIA
BA010
Anatomia dos Animais
Domésticos
BQ007
Bioquímica Vegetal
BB017
Morfologia Vegetal I
BB018
BB019
BB020
Amilton da Rocha Leal Júnior
Morfologia Vegetal II
Sistemática Vegetal para
Agronomia
Fisiologia Vegetal para
Agronomia
BB057
Propagação Vegetal
BF013
Fisiologia Comparada dos
Animais Domésticos
BG006
Genética Vegetal
BG010
Genética Quantitativa
BP310
Parasitologia Agrícola
BZ013
Zoologia para Agronomia
BZ014
Entomologia Agrícola
CD014
SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS
DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA
Adriana Augusta B. Santos Luz
ADJ
Geometria Descritiva
Adriana Vaz
ASSIST
Adriana Augusta B. Santos Luz
ADJ
Desenho Técnico
Luiz Henrique Antunes Lopes
ASSOC
CD015
CE002
Estatística I
CF342
Física para Agronomia
CI048
CM007
DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA
Keti Maria da Rocha Zanol
Germano Henrique Rosado Neto
Luís Amilton Foerster
Maria Christina de Almeida
Sonia Maria Noemberg Lazzari
DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
Jomar Antonio Camarinha Filho
Paulo Ricardo Bittencourt
Guimarães
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
Silvia Helena Soares Schwab
Wanderley Veiga
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA
Processamento de Dados
Roberto De Fino Bentes
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
Cálculo com Geometria Analítica
Carlos Walter Kolb
I
Hercules Alves de Oliveira Jr
ADJ
DR
DE
ASSIST
MSc
DE
ADJ
ASSOC
DR
DR
DE
DE
ADJ
MSc
20
ADJ
ASSIST
DR
GRAD
20
40
128
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
CM008
CQ004
CQ023
CQ025
Cálculo com Geometria Analítica
II
Carlos Walter Kolb
Antonio Carlos Filho
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
Deborah Maria Corrêa Guiraud
Gilberto Abate
Iara Messerschmidt
Volnei Gargioni
Lauro Camargo Dias Jr.
Química Analítica Quantitativa
Sergio Renato Vaz
Básica
Química Orgânica Geral II
Marcelo Aguiar Alves da Silva
Química Analítica Qualitativa
ASSIST
MSc
DE
ASSIST
ADJ
ADJ
ASSIST
ADJ
MSc
DR
DR
MSc
DR
DE
DE
DE
DE
DE
ADJ
DR
DE
ADJ
DR
DE
Cont.
SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
Sociologia das Sociedades
Alfio Brandenburg (1º sem)
ASSOC
Agrárias
Osvaldo Heller da Silva
ADJ
HC015
SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA
DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
Geologia para Agronomia
Juciara Carvalho Leite
Luiz Eduardo Mantovani
GC004
GA002
Topografia
DEPARTAMENTO DE GEOMÁTICA
Álvaro Muriel Lima Machado
Alex Soria Medina
Luís Augusto Koenig Veiga
DR
DR
DE
DE
ADJ
ASSOC
DR
DR
DE
DE
ADJ
ASSIST
ADJ
DR
MSc
DR
40
DE
DE
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia, 2010.
Como as contratações de corpo docente e de técnico-administrativo são
feitos via concurso público através de uma comissão que leva em conta o papel
cabível a cada vaga, existe coerência quanto à qualificação profissional. A
incoerência fica por conta de deficiência numérica, porquanto não se repõe as
vagas conforme a saída do pessoal (aposentadoria ou demissão), mas sim
conforme a disponibilidade política de vagas.
O número de docentes do Curso de Agronomia segundo a capacitação
Científica-Tecnológica pode ser observado na tabela 3.21.
Tabela 3.21 – Discriminação do Número de Docentes que Lecionam para o
Curso de Agronomia de Acordo com a Titulação Acadêmica, 2009.
Item
Número de docentes
Doutorado
96
85,7%
Titulação Acadêmica
Mestrado
Especialização
13
1
11,6%
0,9%
Graduação
2
1,8%
Relação:
Titulação/docentes (1)
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia, 2010.
(1) Relação calculada sobre o número total de docentes do Curso de Agronomia (112 professores).
Na tabela 3.21, observa-se que dos 112 professores que lecionam para o
Curso de Agronomia, 96 possuem doutorado, o que representa 85,7% do total
de docentes do Curso. Este número é bem superior ao mínimo exigido pelo
guia da autoavaliação para os cursos de Agronomia do Sistema ARCO-SUR.
Assim, percebe-se que existe uma coerência quantitativa e qualitativa do corpo
docente em relação ao projeto acadêmico.
Outro aspecto relevante a ser considerado sobre o corpo docente do
Curso de Agronomia da UFPR é o fato de que dos 112 professores, 55 (49,1%
129
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
do corpo docente) são Agrônomos ou Engenheiros Agrônomos. Além disso, na
grande maioria dos casos, a titulação de pós-graduação está diretamente
relacionada com a área disciplinar em que trabalha.
Pelo nível de titulação dos professores do Curso de Agronomia, percebese uma preocupação constante pelo aprimoramento e busca de uma melhor
qualidade para o ensino, pesquisa e extensão do curso.
3.3.1.2) Docentes e a Oferta de Cursos de Capacitação Pedagógica.
Com respeito aos cursos de capacitação pedagógica para os docentes,
a UFPR possui a PROGEPE (Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas) que é o local
onde são diagnosticadas, discutidas, refletidas e operacionalizadas as medidas
de suprimento, manutenção, capacitação/desenvolvimento e controle de
pessoal que, por sua vez, consolidam a política de recursos humanos
institucional.
A UCAP (Unidade de Capacitação e Aperfeiçoamento de Pessoas)
gerencia os projetos de qualificação e desenvolvimento de pessoal conforme o
Programa "Qualificar" - Programa de Qualificação Permanente de Recursos
Humanos da UFPR, contemplando as necessidades institucionais (vide
http://www.cdp.ufpr.br/). Dentre os vários cursos oferecidos ao longo do ano,
existe o de metodologia de ensino superior, mas não um curso de capacitação
específico em pedagogia para os docentes.
3.3.1.3) Docentes e a Dedicação.
O número de docentes do Curso de Agronomia segundo a sua dedicação
e a carga horária de trabalho semanal pode ser observado na tabela 3.22.
Tabela 3.22 – Discriminação do Número de Docentes que Lecionam para o
Curso de Agronomia de Acordo com a Carga Horária Semanal, 2009.
Item
Número de docentes
DE
102
91,1%
Carga Horária Semanal (em horas)
40 h
20 h
3
7
2,7%
6,2%
Total
112
-
Relação:
DE/docentes (1)
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia, 2010.
(1) Relação calculada sobre o número total de docentes do Curso de Agronomia (112 professores).
Na tabela 3.22, observa-se que dos 112 professores que lecionam para o
Curso de Agronomia, 102 possuem uma carga horária semanal em dedicação
exclusiva (DE), o que representa 91% dos docentes da Agronomia.
De maneira geral, os docentes com DE destinam uma média de 20
horas/semanais direcionadas às aulas e atividades complementares e os de 20
horas semanais, 12 horas, com uma média geral de 19,70 horas; para a
pesquisa e/ou para produção de conhecimento, dedicam, em média, 6,39 horas
(6,49 nos profissionalizantes); para atividades em extensão e orientação dos
alunos em extensão, dedicam em média 2,52 horas. As demais horas são
130
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
utilizadas 1,09 horas na pós-graduação, 1,42 horas na orientação dos alunos
em práticas profissionais, 4,55 em outros cursos da IES, especialmente entre
os docentes das disciplinas do básico (apenas 2,97 no profissionalizante) e
2,46 horas em atividades não correlacionadas (especialmente, docentes com
cargos de chefia ou de coordenação). Neste levantamento realizado, estão os
professores concursados, ou seja, aqueles que possuem um contrato
permanente com o Curso de Agronomia e a UFPR.
3.3.1.4) Sistemas de Concurso para ingresso, promoção e permanência.
Os mecanismos de admissão dos docentes e do pessoal técnicoadministrativo na UFPR e por conseqüência no Curso de Agronomia estão
claramente explicitados no Regimento Geral de UFPR, no Estatuto da UFPR e
no conjunto das Resoluções da COPLAD, COUN e CEPE. A fundamentação
legal está na Constituição Federal – art. 37, inciso II; na Lei nº. 8.112/90 – art.
10,11 e 12 que dispõe sobre o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos
Civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais; Medida
Provisória nº. 1.522-6 e suas reedições; a Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e em outras
Leis e Resoluções da UFPR.
(vide http://www.progepe.ufpr.br/concursos/resolucoes/cepe6809.pdf)
O plano de carreira é fixado por lei em todas as Instituições Federais de
Ensino Superior (IFES) como a UFPR. Na admissão na carreira, também, o
processo é normalizado por lei, na forma de concurso público de provas e
títulos para qualquer Instituição pública, podendo variar um pouco nos critérios
específicos. De uma forma geral as provas são: escrita (demonstração de
conhecimento); didática (habilidade de transmitir conhecimento); títulos
(histórico de trabalho e estudos na área do concurso) e, se for o caso, prova
prática (demonstração de habilidade manual e técnica na área de
conhecimento). As comissões julgadoras são compostas de 5 (cinco)
professores da carreira do magistério, de classe ou titulação igual ou superior a
que for objeto do concurso. No caso da contratação de profissionais
temporários o teste é um simplificado, constituindo-se da avaliação dos títulos e
prova didática, podendo ou não haver as outras provas.
Mantendo em mente a qualificação do quadro docente e a eliminação da
necessidade de qualificação futura, a UFPR tem como práxis o estímulo à
exigência de titulação mínima de doutor e o regime de trabalho de Dedicação
Exclusiva para os concursos realizados, excetuando-se casos devidamente
justificados.
A progressão funcional (promoção) na carreira docente na UFPR pode
ser horizontal ou vertical e acontece por um processo de avaliação, de acordo
com a Resolução nº. 09/08-CEPE. A CPPD – Comissão Permanente do
Pessoal Docente é o órgão que responde pelos professores perante a
Universidade, visando aproximar a relação do corpo docente com a Reitoria e
com a comunidade universitária. Toda e qualquer atividade relacionada aos
professores da UFPR são discutidas na CPPD. Formas de avaliação e
mudanças de regime de trabalho são algumas das funções realizadas pela
131
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
comissão. A CPPD também é responsável pela contratação de professores
substitutos e respectiva distribuição de vagas na instituição. (vide
http://www.ufpr.br/cppd/).
A progressão funcional vertical (Resolução 09/08–CEPE – Artigo 2º.)
entre categorias docentes acontece por titulação. Quando da obtenção do título
de mestre (professor assistente) ou de doutor (professor adjunto), mediante
preenchimento de formulário específico e inclusão de documentos (a) Cópia do
diploma ou certidão de conclusão do curso correspondente, b) Parecer de
validação do título apresentado, pela PRPPG, quando se tratar de curso
realizado fora da UFPR, no país ou no exterior (Resolução n° 01/01–CEPE) e
c) Recibo do depósito de 2 (dois) exemplares da dissertação ou tese na
Biblioteca Central da UFPR e certidão negativa de débito com as bibliotecas
Art. 1º da Resolução nº. 16/00-COPLAD, o professor progride entre as
categorias de professor auxiliar (graduação), assistente (mestrado) e adjunto
(doutorado).
Já a progressão funcional horizontal (Resolução 09/08–CEPE – Artigo
13) será requerida à CPPD e concedida através de avaliação do desempenho
docente a cada 2 (dois) anos, obedecendo uma pontuação mínima, segundo os
critérios gerais previstos no art. 16 e a escala de pontos constante do art. 19 da
Resolução 09/08–CEPE. Dentro da categoria de professor auxiliar entre os
níveis 1 a 4 são necessários 60 pontos em cada progressão pretendida. Para a
categoria de professor assistente entre os níveis 1 a 4 são necessários 80
pontos em cada progressão pretendida. No caso da categoria de professor
adjunto entre os níveis 1 a 4 são necessários 100 pontos em cada progressão
pretendida e, para a categoria de professor associado entre os níveis 1 a 4 são
necessários 120 pontos em cada progressão pretendida.
A contagem de pontos é vinculada, exclusivamente, à produção do
docente na UFPR durante o interstício, a partir da última progressão, ou no
caso da primeira avaliação, desde o ingresso na Instituição. Mesmo que
ultrapasse o mínimo exigido para a progressão até o nível pleiteado, não será
permitida a transferência dos pontos eventuais e excedentes para a progressão
seguinte. Para a progressão funcional, é obrigatório que o docente pontue na
atividade de ensino (no mínimo 8 horas semanais) e nas atividades de
pesquisa e ou extensão.
3.3.1.5) Sistema de Categorização Docente.
A UFPR possui cinco (5) classes de categorização docente. As classes
de professor auxiliar, professor assistente, professor adjunto e professor
associado possuem quatro níveis dentro da mesma classe. Já a classe de
professor titular possui apenas um nível. Os requisitos para cada categoria
docente da UFPR são os seguintes:
a) Professor Auxiliar – ter o diploma de graduação em curso de nível
superior, devidamente registrado ou revalidado, na área de conhecimento do
concurso ou áreas afins, especificadas no edital de abertura do concurso.
132
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
b) Professor Assistente – ter obtido o grau de mestre na forma da lei ou
revalidado na área de conhecimento ou áreas afins, especificadas no edital de
abertura do concurso.
c) Professor Adjunto – ter o título de doutor ou livre-docente obtido na
forma da lei ou revalidado na área de conhecimento ou áreas afins,
especificadas no edital de abertura do concurso.
d) Professor Associado - essa classe foi criada pelo Ministério da
Educação para professores que estejam entre os níveis de adjunto IV e titular.
Nesta classe é preciso ter o título de doutor ou livre-docente obtido na forma da
lei ou revalidado na área de conhecimento ou áreas afins.
e) Professor Titular - além de ser professor associado nível IV, o
professor titular deve realizar um outro concurso de livre-docência. Livredocência é um título concedido no Brasil por uma instituição de ensino superior
mediante concurso público aberto, desde 11 de setembro de 1976, apenas
para portadores do título de doutor, e que atesta uma qualidade superior na
docência e na pesquisa.
O concurso de livre-docência é aberto por edital e o candidato inscrito
deverá, além de submeter-se a uma prova escrita e a uma prova didática,
desenvolver também uma tese monográfica ou cumulativa sobre um tema
acadêmico e defendê-la perante uma banca examinadora. Dependendo da
área, uma prova prática pode também ser exigida no concurso de livredocência. A livre-docência é regulada pelas Leis nº. 5.802/72 e nº. 6.096/74 e
pelo Decreto 76.119/75 e pelo Parecer 826/98 do extinto Conselho Federal de
Educação.
3.3.1.6) Adequação entre a formação acadêmica de graduação e pósgraduação com as disciplina lecionadas no Curso.
Praticamente todos os docentes que ministram aulas no Curso de
Agronomia provêm de ramos especializados nas respectivas disciplinas
porquanto os concursos são abertos para uma determinada área e a comissão
constituída para tal leva em consideração a experiência do candidato nessa
área, mesmo em se tratando de professores substitutos.
Um aspecto que preocupa são os professores das disciplinas básicas
que, por serem contratados pelos seus respectivos cursos, nem sempre podem
estar selecionando docentes com visão voltada para o Curso de Agronomia.
Outro aspecto é a constante mudança dos docentes que lecionam estas
disciplinas básicas, que não permitem um acompanhamento de longo prazo de
suas atividades docentes, de pesquisa e extensão. Essa questão deverá ser
objeto de estudo no PPP em elaboração bem como no reajuste curricular.
A adequação entre a formação acadêmica de graduação e pósgraduação do docente com as disciplina lecionadas no Curso de Agronomia
pode ser observado na tabela 3.23.
133
DISCIPLINA
Silvicultura Geral I
Silvicultura Geral II
Economia Rural
Extensão Rural
Extensão Rural Aplicada
Planejamento e Administração Rural
Comercialização Agrícola
Política Agrária
Legislação Agrária
Projetos Agrícolas
Agronegócios
Segurança do Trabalho Agroflorestal II
Segurança do Trabalho Agroflorestal
Agricultura Geral
Agricultura Especial I
Agricultura Especial II
Agricultura Especial III
Fitopatologia Geral
Fruticultura I
Fruticultura II
Armazenamento de Produtos Agrícolas
Plantas Ornamentais
Defesa Sanitária Vegetal
Experimentação Agrícola
Forragicultura
CÓDIGO
AS018
AS019
AE001
AE002
AE013
AE018
AE019
AE020
AE021
AE027
AE034
AT045
AT306
AF001
AF025
AF026
AF027
AF029
AF030
AF031
AF037
AF038
AF045
AF046
AF047
Economia Rural
Extensão Rural
Extensão Rural
Economia Aplicada
Economia Aplicada
Economia Aplicada
Economia Rural
Economia Florestal
Economia Aplicada
Economia Aplicada
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL E EXTENSÃO
Eugênio Librelotto Stefanello
Eng. Agrônomo
Luciano de Almeida
Eng. Agrônomo
Luciano de Almeida
Eng. Agrônomo
José Roberto Canziani
Eng. Agrônomo
Vânia Di Addario Guimarães
Eng. Agrônomo
João Batista Padilha Júnior
Eng. Agrônomo
Joaquim Severino
Eng. Agrônomo
Paulo de Tarso de Lara Pires
Eng. Florestal
Vânia Di Addario Guimarães
Eng. Agrônomo
Vânia Di Addario Guimarães
Eng. Agrônomo
DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA E FITOSSANITARISMO
Oswaldo Teruyo Ido
Eng. Agrônomo
Produção Vegetal
Edelclaiton Daros
Eng. Agrônomo
Ciências do Solo
José Luís Camargo Zambom
Eng. Agrônomo
Fitotecnia-Produção Vegetal
Claudete Reisdorfer Lang
Eng. Agrônomo
Produção Vegetal
Louise Larissa May de Mio
Eng. Agrônomo
Fitopatologia
Fukuo Morimoto
Eng. Agrônomo
Fruticultura
Luiz Antonio Biasi
Eng. Agrônomo
Fitotecnia
Fukuo Morimoto
Eng. Agrônomo
Fruticultura
Luiz Antonio Biasi
Eng. Agrônomo
Fitotecnia
Edilberto Possamai
Eng. Agrônomo
Agronomia
Francine Lorena Cuquel
Eng. Agrônomo
Fitotecnia
Mário Nieweglowski Filho
Eng. Agrônomo
Cristina Gonçalves de Mendonça
Eng. Agrônomo
Agricultura
João Carlos Possamai
Eng. Agrônomo
Fitotecnia
Anibal de Moraes
Eng. Agrônomo
Fitotecnia
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA FLORESTAL
Eliseu Lacerda
Eng. Florestal
NÃO POSSUI
Eliseu Lacerda
Eng. Florestal
NÃO POSSUI
Mestrado
Ciências Biológicas
Engenharia Florestal
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS
PROFESSOR
FORMAÇÃO
Alessandro Camargo Ângelo
Eng. Florestal
Mauricio Balensiefer
Eng. Florestal
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Zootecnia
134
Produção Vegetal
Produção Vegetal
Agronomia -Produção Vegetal
Produção Vegetal
Fitopatologia
NÃO POSSUI
Agronomia
NÃO POSSUI
Agronomia
Agronomia
Fitotecnia
Produção Vegetal
Proteção de Plantas
NÃO POSSUI
NÃO POSSUI
Engenharia da Produção
Meio Ambiente e Desenvolvimento
Meio Ambiente e Desenvolvimento
Economia Aplicada
Economia Aplicada
Economia e Política Florestal
NÃO POSSUI
Economia e Política Florestal
Economia Aplicada
Economia Aplicada
Doutorado
Ciências Biológicas
NÃO POSSUI
Tabela 3.23 – A adequação entre a formação acadêmica de graduação e pós-graduação do docente com as disciplina lecionadas
no Curso de Agronomia, 2009.
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Agricultura Especial V
Manejo de Pastagens
Olericultura
Melhoramento de Plantas
Fitopatologia Especial
Introdução à Engenharia Agronômica
Manejo Integrado de Pragas
Legislação Profissional do Engenheiro
Agrônomo
Mecanismos Fisiológicos da Produção
Agrícola
Tecnologia dos Produtos Agrícolas
Irrigação e Drenagem
Construções Rurais
Mecanização Agrícola
Eletrificação Rural
Adubos e Adubações e a Reciclagem
Física do Solo
Hidráulica e Hidrologia
Química Agrícola
Pedologia
Climatologia Agrícola
Conservação de Solos
Biologia do Solo
Nutrição Mineral de Plantas
Ecologia Agrícola
Fotointerpretação
Recursos Naturais Renováveis
AF053
AF055
AF304
AF306
AF313
AF332
AF333
AL019
AL020
AL021
AL023
AL024
AL026
AL036
AL037
AL315
AL316
AL317
AL318
AL319
AL320
AL321
AL322
AL323
AF336
AF335
Introdução à Pesquisa em Fitotecnia
Análise e Tecnologia de Sementes
Controle de Plantas Daninhas
AF048
AF051
AF052
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Eng. Agrônomo
Fisiologia Vegetal
Engenharia Florestal
Produção Vegetal
Horticultura
Genética e Biologia Molecular
Ciências do Solo
Fitopatologia
Engenharia Florestal
Fitofarmacia
Fisiologia Vegetal
Fitotecnia -Produção Vegetal
Prod. e Tecnol. de Sementes
Ciências do Solo
DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA
Agenor Maccari Júnior
Eng. Agrônomo
Tecnologia de Alimentos
Celso Luiz Prevedello
Eng. Agrônomo
Engenharia Agrícola
Eduardo Teixeira da Silva
Eng. Agrícola
Engenharia Agrícola
Iackson de Oliveira Borges
Eng. Agrônomo
Irrigação e Drenagem
Jorge Luiz Moretti de Souza
Eng. Agrícola
Irrigação e Drenagem
Luiz Antonio Corrêa Lucchesi
Eng. Agrônomo
Ciências do Solo
Celso Luiz Prevedello
Eng. Agrônomo
Engenharia Agrícola
Jorge Luiz Moretti de Souza
Eng. Agrícola
Irrigação e Drenagem
Antonio Carlos Vargas Motta
Eng. Agrônomo
Luiz Antonio Corrêa Lucchesi
Eng. Agrônomo
Ciências do Solo
Valmiqui Costa Lima
Eng. Agrônomo
Solos e Nutrição de Plantas
Vander de Freitas Melo
Eng. Agrônomo
Solos e Nutrição de Plantas
Marco Aurélio de M. Machado
Eng. Agrícola
Jeferson Dieckow
Agrônomo
Ciências do Solo
Francisco Pereira de C. Carvalho
Eng. Agrônomo
Jair Alves Dionísio
Agrônomo
Ciências do Solo
Renato Marques
Eng. Florestal
Ciências do Solo
Volnei Pauletti
Eng. Agrônomo
Ciências do Solo
Fabiane Machado Vezzani
Agrônomo
Ciências do Solo
Ângelo Evaristo Sirtoli
Agrônomo
Engenharia Florestal
Luiz Cláudio de Paula Souza
Agrônomo
Ciências do Solo
Nerilde Favaretto
Agrônomo
Ciências do Solo
Cícero Deschamps
Wilson Loureiro
Ricardo Augusto de Oliveira
Àtila Francisco Mógor
João Carlos Bespalhok Filho
Lucimeris Ruaro
Vismar da Costa Lima Neto
Wilson Loureiro
Lino Bittencourt Monteiro
Cícero Deschamps
José Luís Camargo Zambon
Maristela Panobianco
Adelino Pelissari
135
Engenharia Florestal
Ecologia Florestal
Produção Vegetal
Ciências do Solo
Geologia
Solos e Nutrição de Plantas
Ciências do Solo
Ciências do Solo
Engenharia Agrícola
Solos e Nutrição de Plantas
Engenharia Agrícola
Engenharia Agrícola
Irrigação e Drenagem
Agronomia
Solos e Nutrição de Plantas
Irrigação e Drenagem
Agronomia e Solos
Agronomia
Solos e Nutrição de Plantas
Solos e Nutrição de Plantas
Fisiologia Vegetal/Biologia
Molecular
Engenharia Florestal
Agronomia -Produção Vegetal
Fitotecnia
Âgron.- Solo e Nutrição de Plantas
Fisiologia Vegetal/Biologia
Molecular
Produção Vegetal
Horticultura
Agricultura
Produção Vegetal
Fitopatologia
Engenharia Florestal
Ciências Agronômicas
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Zootecnia Geral
Eqüinocultura
Caprinocultura
Zootecnia Especial I
Zootecnia Especial II
Melhoramento Animal
Apicultura
Aqüicultura
Maricultura
Nutrição e Alimentação Animal
Ovinocultura
Anatomia dos Animais Domésticos
Bioquímica Vegetal
Morfologia Vegetal I
Morfologia Vegetal II
Sistemática Vegetal para Agronomia
Fisiologia Vegetal para Agronomia
Propagação Vegetal
Fisiologia Comparada dos Animais
Domésticos
AZ003
AZ011
AZ012
AZ013
AZ014
AZ015
AZ016
AZ017
AZ026
AZ302
AZ310
BA010
BQ007
BB017
BB018
BB019
BB020
BB057
BF013
Ciência Animal e Pastagem
Veterinária -Produção Animal
Nutrição Animal e Pastagem
Ciências Veterinárias
Zootecnia
Zootecnia
Genética e Melhoramento
Entomologia
Zoologia
Zoologia
Zootecnia
Zootecnia
Nutrição Animal e Pastagem
Ciências Veterinárias
Ciências Biológicas
Botânica
Botânica
DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA
Ana Vitória Fischer da Silva
Médica Veterinária
Marisa Fernandes Castilho
Biólogo
Agronomia
Biólogo
Biólogo
Botânica
Botânica
Botânica
Botânica
Botânica
Agrônomo
Biólogo
Biólogo
Elizabeth de Araújo Schwarz
Kátia Christina Zufellato Ribas
Marguerite Germaine Ghislaine
Quoirin
Luciana Lopes Fortes Ribas
Kátia Christina Zuffellato Ribas
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
Erika Amano
Biólogo
Maria Regina Torres Boeger
Biólogo
Cleusa Bona
Biólogo
Patricia Soffiatti
Biólogo
DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR
Luciano Fernandes Huergo
Biólogo
Bioquímica
Wanderson Duarte da Rocha
Agrônomo
Bioquímica e Imunologia
DEPARTAMENTO DE ANATOMIA
Amilton da Rocha Leal Júnior
Médico Veterinário
SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA
Simone Gisele de Oliveira
Zootecnista
João Ricardo Dittrich
Médico Veterinário
Alda Lucia Gomes Monteiro
Eng. Agrônomo
Rodrigo de Almeida
Médico Veterinário
Edson Gonçalves de Oliveira
Zootecnista
Antonio João Scandolera
Zootecnista
Laila Talarico Dias Teixeira
Zootecnista
Adhemar Pegoraro
Eng. Agrônomo
Antonio Ostrensky Neto
Oceanógrafo
Antonio Ostrensky Neto
Oceanógrafo
Alex Maiorka
Zootecnista
Fabiano Dahlke
Zootecnista
Alda Lucia Gomes Monteiro
Eng. Agrônomo
Zootecnia
Ciências Biológicas
Engenharia Florestal
Botânica
Agronomia
Biologia Vegetal
Botânica
Engenharia Florestal
Botânica
Botânica
Bioquímica
Bioquímica e Imunologia
136
Zootecnia
Agronomia -Produção Vegetal
Zootecnia
Ciência Animal
Zootecnia
Zootecnia
Produção Animal
Produção Vegetal
Zoologia
Zoologia
Zootecnia
Zootecnia
Zootecnia
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Genética Vegetal
Genética Quantitativa
Parasitologia Agrícola
Zoologia para Agronomia
Entomologia Agrícola
Geometria Descritiva
Desenho Técnico
Estatística I
Física para Agronomia
Processamento de Dados
Cálculo com Geometria Analítica I
Cálculo com Geometria Analítica II
BG006
BG010
BP310
BZ013
BZ014
CD014
CD015
CE002
CF342
CI048
CM007
CM008
Eng. Agrônomo
Biólogo
Físico
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
Carlos Walter Kolb
Matemático
Hercules Alves de Oliveira Jr
Físico
Carlos Walter Kolb
Matemático
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA
Roberto De Fino Bentes
Matemático
Wanderley Veiga
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
Silvia Helena Soares Schwab
Físico
DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
Jomar Antonio Camarinha Filho
Agrônomo
Paulo Ricardo Bittencourt
Estatístico
Guimarães
DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA
Adriana Augusta B. Santos Luz
Educação Artística
Adriana Vaz
Educação Artística
Adriana Augusta B. Santos Luz
Educação Artística
Luiz Henrique Antunes Lopes
Eng. Civil
SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS
DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA
Keti Maria da Rocha Zanol
Biólogo
Germano Henrique Rosado Neto
Biólogo
Luís Amilton Foerster
Eng. Agrônomo
Maria Christina de Almeida
Biólogo
Sonia Maria Noemberg Lazzari
Biólogo
DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA BÁSICA
Bráulio Santos
Eng. Agrônomo
Maria Aparecida C. Zawadneak
Eng. Agrônomo
Juarez Gabardo
Lygia Vitória Galli-Terasawa
DEPARTAMENTO DE GENÉTICA
Juarez Gabardo
Eng. Agrônomo
Matemática
Física
Matemática
Engenharia da Produção
Física
Ciências Geodésicas
Estatística
Estatística e Experimentação
Engenharia Civil
Sociologia
Entomologia
Entomologia
Entomologia
Entomologia
Genética e Melhoramento de
Plantas
137
Matemática (em andamento)
Física
Matemática (em andamento)
NÃO POSSUI
Ciências Geodésicas
Propriedades Mecânicas
Superficiais
Estatística e Experimentação
Engenharia Florestal (em
andamento)
Engenharia da Produção
Sociologia (em andamento)
Entomologia
Zoologia e Entomologia
Entomologia
Entomologia
Entomologia
Genética
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Química Analítica Quantitativa Básica
Química Orgânica Geral II
Sociologia das Sociedades Agrárias
Geologia para Agronomia
Topografia
CQ023
CQ025
HC015
GC004
GA002
Químico
Químico
Químico
Químico
Químico
Químico
Gilberto Abate
Iara Messerschmidt
Volnei Gargioni
Lauro Camargo Dias Jr.
Sergio Renato Vaz
Marcelo Aguiar Alves da Silva
DEPARTAMENTO DE GEOMÁTICA
Álvaro Muriel Lima Machado
Eng. Eletrônico
Alex Soria Medina
Eng. Cartográfico
Luís Augusto Koenig Veiga
Eng. Cartográfico
DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
Juciara Carvalho Leite
Geólogo
Luiz Eduardo Mantovani
Geólogo
SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
Alfio Brandenburg (1º sem)
Eng. Agrônomo
Osvaldo Heller da Silva
Ciências Sociais
Geotecnia
Geologia
Sociologia Rural
Sociologia Rural
Química
Química Analítica
Química
Química
Química
Ciência da Computação
Ciências Geodésicas
Engenharia de Transporte
SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
Bioquímico
Deborah Maria Corrêa Guiraud
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2009.
Química Analítica Qualitativa
CQ004
Matemático
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
Antonio Carlos Filho
Ciências Geodésicas
NÃO POSSUI
Engenharia de Transporte
Geotecnia
Geologia
Ciências Sociais
Sociologia
Química
Química Orgânica
Geologia Ambiental (em
andamento)
Química Analítica
Química
NÃO POSSUI
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
138
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
3.3.2) Produção Acadêmica.
3.3.2.1) Cursos de graduação por docente equivalente.
No período compreendido entre 2005 e 2009, o número de disciplinas de
graduação ofertadas para a o curso de agronomia por docente equivalente
permaneceu constante, conforme pode ser observado na tabela 3.24.
Tabela 3.24 – Número de Cursos de Graduação por Docente Equivalente para
o Curso de Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Indicador
2005
2006
Número de disciplinas obrigatórias por
0,63
0,63
docente equivalente
Número de disciplinas optativas por
0,27
0,27
docente equivalente
Número total de disciplinas por docente
0,90
0,90
equivalente (1)
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR, 2010.
(1) Disciplinas obrigatórias (68) e optativas (29).
2007
2008
2009
0,63
0,63
0,63
0,27
0,27
0,27
0,90
0,90
0,90
O número de disciplinas de graduação por docente equivalente no Curso
de Agronomia é 0,9, quando consideradas as disciplinas optativas e
obrigatórias do curso. No caso das disciplinas obrigatórias este valor é de 0,63
e, quando consideramos as disciplinas optativas, o coeficiente é 0,27. Assim,
este indicador pode ser considerado adequado, dado que o sistema ARCUSUR define que o mesmo deveria ser inferior a três (3).
3.3.2.2) Número de Tutorias no Curso.
A coordenação do curso implementou durante alguns anos a tutoria
acadêmica para auxiliar os discentes de todos os períodos a terem uma
orientação para a montagem da grade curricular semestral e para terem
suporte docente em outros problemas acadêmicos. Atualmente o atendimento
acontece de uma forma mais flexível, já que os docentes dispõem de horário
para atendimento aos alunos. Efetivamente não existe uma estatística para
aferir o número de tutorias por docente equivalente dedicação exclusiva por
ano.
3.3.2.3) Publicações Científicas.
O corpo de docentes da Universidade Federal do Paraná é reconhecido
nacional e internacionalmente pelas suas pesquisa, não apenas pela ampla
produção, mas, principalmente, pela qualidade e importância dos trabalhos
desenvolvidos. No período compreendido entre 2005 e 2009, o corpo docente
do Curso de Agronomia (de acordo com informações obtidas na plataforma de
Currículo LATTES do CNPq) realizou 897 publicações científicas em revistas
indexadas (ISBN) como artigos completos publicados em periódicos. Isto
significa uma publicação média de 8,3 publicações por docente equivalente 40
horas ou 8,0 publicações em média por docente. Tais informações por Setor e
Departamento podem ser observadas na tabela 3.25 que é apresentada
abaixo.
139
17
14
0
0
53
0
69
0
40
0
0
DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA E FITOSSANITARISMO
Oswaldo Teruyo Ido
Edelclaiton Daros
José Luís Camargo Zambom
Claudete Reisdorfer Lang
Louise Larissa May de Mio
Fukuo Morimoto
Luiz Antonio Biasi
Edilberto Possamai
Francine Lorena Cuquel
Mário Nieweglowski Filho
Cristina Gonçalves de Mendonça
11
17
0
0
45
0
52
0
21
1
3
0
0
0
0
9
4
3
2
0
3
12
31
3,9
30
0
30
15,0
Publicação em
Congresso (2)
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA FLORESTAL
Eliseu Lacerda
0
TOTAL DEPARTAMENTO
0
MEDIA POR DOCENTE
0
0
5
0
3
2
0
1
13
24
3,0
8
0
8
4,0
Alessandro Camargo Ângelo
Mauricio Balensiefer
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL E EXTENSÃO
Eugênio Librelotto Stefanello
Luciano de Almeida
José Roberto Canziani
Vânia Di Addario Guimarães
João Batista Padilha Júnior
Joaquim Severino
Paulo de Tarso de Lara Pires
João Carlos Garzel Leodoro da Silva
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Publicação em Revista
Indexada (ISBN) (1)
Professor
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS
2
0
0
0
15
0
23
0
8
1
0
0
0
0
0
5
16
16
13
0
1
3
54
6,8
0
0
0
0
Revista não Indexada
e Produção Técnica
0
1
0
7
3
0
4
0
0
0
3
0
0
0
1
1
5
6
3
0
3
0
19
2,4
Livros, Capítulos de
Livros e Publicação
Didática (3)
3
0
3
1,5
0
12
0
0
15
0
10
0
9
0
0
0
0
0
0
6
7
6
10
0
1
18
48
6,0
140
Dissertações, Teses e
Monografias de Graduação
e Pós Concluídas.
6
0
6
3,0
Tabela 3.25 – Produção Acadêmica e Publicação Científica do Corpo Docente do Curso de Agronomia da UFPR de acordo com o
Currículo LATTES/CNPq, 2005/2009 (vide http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do?metodo=apresentar).
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
8
6
8
0
14
0
26
8
16
0
26
0
5
12
13
1
2
7
17
169
8,9
3
30
0
13
8
18
15
9
11
5
8
0
25
295
12,8
João Carlos Possamai
Anibal de Moraes
José Luís Camargo Zambon
Maristela Panobianco
Adelino Pelissari
Cícero Deschamps
Ricardo Augusto de Oliveira
Àtila Francisco Mógor
João Carlos Bespalhok Filho
Lucimeris Ruaro
Vismar da Costa Lima Neto
Wilson Loureiro
Lino Bittencourt Monteiro
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA
Agenor Maccari Júnior
Celso Luiz Prevedello
Eduardo Teixeira da Silva
Iackson de Oliveira Borges
Jorge Luiz Moretti de Souza
Luiz Antonio Corrêa Lucchesi
Antonio Carlos Vargas Motta
Valmiqui Costa Lima
Vander de Freitas Melo
Marco Aurélio de M. Machado
Jeferson Dieckow
Francisco Pereira de C. Carvalho
Jair Alves Dionísio
Renato Marques
Volnei Pauletti
Fabiane Machado Vezzani
Ângelo Evaristo Sirtoli
Luiz Cláudio de Paula Souza
Nerilde Favaretto
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Publicação em Revista
Indexada (ISBN) (1)
Professor
3
2
6
0
4
8
28
12
31
0
42
0
3
12
28
3
0
6
37
225
11,8
2
10
0
12
16
9
26
13
40
8
3
0
28
360
15,7
Publicação em
Congresso (2)
0
0
12
0
4
1
2
4
1
0
0
0
2
1
1
16
5
0
0
49
2,6
0
0
0
0
26
3
2
2
3
2
0
0
21
108
4,7
Revista não Indexada
e Produção Técnica
8
0
1
0
8
1
6
6
10
0
3
0
3
2
7
1
2
0
4
62
3,3
Livros, Capítulos de
Livros e Publicação
Didática (3)
0
10
0
0
2
0
0
0
0
0
1
0
0
31
1,3
4
4
9
0
9
9
13
3
11
0
5
0
2
17
0
2
0
6
18
112
5,9
141
Dissertações, Teses e
Monografias de Graduação
e Pós Concluídas.
0
32
0
4
5
10
2
2
7
0
7
1
5
121
5,3
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
3
10
44
7
0
0
46
38
148
18,5
1
21
15
5
1
0
25
14
82
10,3
DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA
Erika Amano
Maria Regina Torres Boeger
Cleusa Bona
Patricia Soffiatti
Elizabeth de Araújo Schwarz
Kátia Christina Zufellato Ribas
Marguerite Germaine Ghislaine Quoirin
Luciana Lopes Fortes Ribas
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
2
2
2,0
38
42
80
40,0
0
0
0
SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DEPARTAMENTO DE ANATOMIA
Amilton da Rocha Leal Júnior
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
14
37
90
19
12
9
21
0
45
58
57
362
32,9
Publicação em
Congresso (2)
DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR
Luciano Fernandes Huergo
11
Wanderson Duarte da Rocha
13
TOTAL DEPARTAMENTO
24
MEDIA POR DOCENTE
12,0
13
18
20
4
4
10
10
2
30
32
26
169
15,4
Publicação em Revista
Indexada (ISBN) (1)
DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA
Simone Gisele de Oliveira
João Ricardo Dittrich
Alda Lucia Gomes Monteiro
Rodrigo de Almeida
Edson Gonçalves de Oliveira
Antonio João Scandolera
Laila Talarico Dias Teixeira
Adhemar Pegoraro
Antonio Ostrensky Neto
Alex Maiorka
Fabiano Dahlke
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Professor
2
1
34
0
0
0
0
3
40
5,0
1
1
2
1,0
7
7
7,0
0
0
3
12
0
0
12
1
10
1
0
39
3,5
Revista não Indexada
e Produção Técnica
2
0
1
0
0
0
2
0
5
0,6
5
0
5
2,5
0
0
0
2
0
4
0
2
0
0
0
20
5
1
34
3,1
Livros, Capítulos de
Livros e Publicação
Didática (3)
1
19
14
3
0
0
13
7
57
7,1
2
11
13
6,5
0
0
0
2
17
19
8
8
10
2
0
13
13
16
108
9,8
142
Dissertações, Teses e
Monografias de Graduação
e Pós Concluídas.
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
10
6
16
8,0
0
1
1
0,5
0
8
8
4,0
17
7
5
1
20
50
10,0
0
2
0
2
0,7
0
2
2
1,0
DEPARTAMENTO DE GENÉTICA
Juarez Gabardo
Lygia Vitória Galli-Terasawa
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA BÁSICA
Bráulio Santos
Maria Aparecida C. Zawadneak
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA
Keti Maria da Rocha Zanol
Germano Henrique Rosado Neto
Luís Amilton Foerster
Maria Christina de Almeida
Sonia Maria Noemberg Lazzari
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS
DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA
Adriana Augusta B. Santos Luz
Adriana Vaz
Luiz Henrique Antunes Lopes
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
Jomar Antonio Camarinha Filho
Paulo Ricardo Bittencourt Guimarães
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Publicação em Revista
Indexada (ISBN) (1)
DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA
Ana Vitória Fischer da Silva
Marisa Fernandes Castilho
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Professor
0
0
0
0
0
9
1
10
3,3
11
12
7
0
33
63
12,6
0
7
7
3,5
0
13
13
6,5
19
10
29
14,5
Publicação em
Congresso (2)
0
1
1
0,5
0
20
2
22
7,3
1
0
2
0
1
4
0,8
0
7
7
3,5
0
0
0
3
0
3
1,5
Revista não Indexada
e Produção Técnica
0
1
1
0,5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
4
0,8
1
0
1
0,5
0
0
0
0
0
2
2
1,0
Livros, Capítulos de
Livros e Publicação
Didática (3)
1
2
3
1,5
0
6
0
6
2,0
2
4
8
1
8
23
4,6
0
2
2
1,0
0
2
2
1,0
6
0
6
3,0
143
Dissertações, Teses e
Monografias de Graduação
e Pós Concluídas.
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
1
1
2
1,0
2
2
2,0
0
1
0
1
0,3
0
12
1
0
4
0
0
17
2,4
5
1
6
3,0
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA
Roberto De Fino Bentes
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
Carlos Walter Kolb
Hercules Alves de Oliveira Jr
Antonio Carlos Filho
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
Deborah Maria Corrêa Guiraud
Gilberto Abate
Iara Messerschmidt
Volnei Gargioni
Lauro Camargo Dias Jr.
Sergio Renato Vaz
Marcelo Aguiar Alves da Silva
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
Alfio Brandenburg
Osvaldo Heller da Silva
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Publicação em Revista
Indexada (ISBN) (1)
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
Silvia Helena Soares Schwab
Wanderley Veiga
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Professor
12
5
17
8,5
0
11
3
0
1
0
0
15
2,1
0
6
0
6
2,0
6
6
6,0
0
1
1
0,5
Publicação em
Congresso (2)
13
20
33
16,5
0
7
0
2
0
0
0
9
1,3
0
0
0
0
0
2
2
2,0
4
0
4
2,0
Revista não Indexada
e Produção Técnica
7
3
10
5,0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
2,0
3
0
3
1,5
Livros, Capítulos de
Livros e Publicação
Didática (3)
26
8
34
17,0
0
2
3
0
0
4
0
9
1,3
0
1
0
1
0,3
0
0
0
0
0
0
0
144
Dissertações, Teses e
Monografias de Graduação
e Pós Concluídas.
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
1.450
13,4
12,9
6
5
22
33
11,0
0
12
12
6,0
Publicação em
Congresso (2)
386
3,6
3,4
0
1
1
2
0,7
0
0
0
0
Revista não Indexada
e Produção Técnica
187
1,7
1,7
2
1
2
5
1,7
0
0
0
0
Livros, Capítulos de
Livros e Publicação
Didática (3)
595
5,5
5,3
2
1
34
37
12,3
0
7
7
3,5
congressos.
(3) Livros completos publicados com ISBN, capítulos de livros publicados e produção didática (apostilas, manuais, material didático).
(4) Supervisões (monografia de conclusão de curso de graduação e especialização lato sensu) e orientações (mestrado e doutorado) concluídas.
145
Dissertações, Teses e
Monografias de Graduação
e Pós Concluídas.
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia da UFPR e Plataforma do Currículo LATTES/CNPq, 2010.
(1) Publicações científicas em revistas indexadas (ISBN), Artigos completos publicados em periódicos.
(2) Trabalhos completos publicados em anais de congressos, resumos expandidos publicados em anais de congressos e resumos publicados em anais de
897
8,3
8,0
1
0
10
11
3,7
DEPARTAMENTO DE GEOMÁTICA
Álvaro Muriel Lima Machado
Alex Soria Medina
Luís Augusto Koenig Veiga
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
TOTAL CURSO DE AGRONOMIA
MÉDIA DOCENTE EQUIVALENTE
MÉDIA DOCENTE
0
8
8
4,0
Publicação em Revista
Indexada (ISBN) (1)
SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA
DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
Juciara Carvalho Leite
Luiz Eduardo Mantovani
TOTAL DEPARTAMENTO
MEDIA POR DOCENTE
Professor
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Com relação às publicações em Congresso, que significam trabalhos
completos publicados em anais de congressos, resumos expandidos
publicados em anais de congressos e resumos publicados em anais de
congressos, o corpo docente teve 1.450 publicações. Isto representa uma
publicação média de 13,4 publicações por docente equivalente 40 horas ou
12,9 publicações em média por docente
No quesito revista não indexada e produção técnica, no interstício
analisado, verificou-se 386 produções, o que perfaz em média 3,6 publicações
por docente equivalente 40 horas ou 3,4 publicações em média por docente.
Com relação à publicação de livros, capítulos de livros e outras
publicações didáticas (apostilas, manuais, material didático de graduação e
pós-graduação), o corpo docente teve 187 publicações. Isto representa uma
publicação média de 1,7 publicações por docente equivalente 40 horas ou 1,7
publicações em média por docente.
Relativamente às supervisões (monografia de conclusão de curso de
graduação. MBA e especialização lato sensu) e orientações (mestrado e
doutorado) concluídas, o corpo docente do Curso de Agronomia realizou 595
atividades no interstício analisado. Isto significa uma orientação média de 5,5
trabalhos por docente equivalente 40 horas ou 5,3 trabalhos por docente.
Para facilitar o acesso aos pesquisadores e as suas pesquisas, a PróReitoria de Pesquisa e Pós-Gradução (PRPPG), por meio da sua
Coordenadoria de Pesquisa, criou a ferramenta “Guia de Fontes” que relaciona
os pesquisadores da instituição e sua produção acadêmica. O “Guia de Fontes”
pode
ser
acessado
no
seguinte
endereço
eletrônico:
http://webapps.ufpr.br/fontes_consulta/palavraChave.jsp.
Deve-se lembrar que a produção acadêmica e científica dos docentes do
Curso de Agronomia está diretamente relacionada com a área de
conhecimento aonde os docentes exercem funções. A tabela 3.26, que segue
abaixo, apresenta uma lista das principais revistas e periódicos aonde os
decentes da Agronomia têm publicado os seus trabalhos científicos.
Tabela 3.26 – Principais Revistas Científicas Utilizadas para a Publicação de
Trabalhos do Curso de Agronomia da UFPR, 2005/2009.
Principais Revistas Científicas
Archives of Veterinary Science
Brazilian Journal of Animal Science
Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia
Acta Scientiarum
Ciência Animal Brasileira
Revista Produção da USP
Scientia Agraria Journal
Brazilian Archives of Biology and Technology
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental
Floresta
146
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Soil & Tillager Research
Scientia Agricola
Revista Árvore
Fitopatologia Brasileira
Revista Brasileira de Fruticultura
Communications in Soil Science and Plant Analysis
Scientia Forestalis
Biochemical Systematics and Ecology
Pesquisa Agropecuária Tropical
Crop Breeding and Applied Biotechnology
STAB
Cerne
Revista da FAE
Fonte: Coordenação do Curso de Agronomia, 2010.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
No Curso de Agronomia da UFPR, 85,7% do corpo docente (96 dos 112
professores) tem como titulação máxima o grau de doutorado, o que permite a
realização de docência, pesquisa e extensão de qualidade.
O aspecto desfavorável é a não existência de cursos regulares de
capacitação pedagógica docente. Existem apenas alguns cursos rápidos de
qualificação neste tema.
No aspecto da carga horária de atividades docentes, 91,1% dos
professores da Agronomia são do regime de dedicação exclusiva (DE), com
carga semanal de 40 horas.
Existem mecanismos de admissão dos docentes e os mesmos estão
claramente explicitados no regimento geral da UFPR, em seus estatutos e em
suas resoluções.
Existe também um adequado plano de carreira fixado por lei, bem como
uma categorização docente baseada em titulação e avaliação de atividades
realizadas pelo docente no interstício de cada dois anos.
Existe uma adequação entre a formação acadêmica de graduação e
pós-graduação com as disciplina lecionadas pelos docentes no Curso de
Agronomia.
Produção acadêmica e a publicação científica do corpo docente do
Curso de Agronomia da UFPR é adequada e suficiente, e está diretamente
relacionada com a área de conhecimento aonde os docentes exercem suas
funções. Toda a publicação está registrada eletronicamente na Plataforma
LATTES do CNPq.
147
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar incentivando os docentes a realizar atividades de pósgraduação para a melhoria da docência, da pesquisa e da extensão. É
fundamental que seja estabelecido um programa de capacitação pedagógica e
a criação de ferramentas educativas para a melhoria do Curso. Também é
bastante importante que haja uma ampliação da contratação de docentes
frente ao processo de reforma curricular que está acontecendo. Finalmente,
deve-se dar continuidade as políticas previstas no plano de desenvolvimento
institucional.
DIMENSÃO III – COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA
Componente: 3.4 – Pessoal de Apoio.
3.4.1 Quantidade de Pessoal não Docente.
O número total de servidores (técnico-administrativos e docentes) da
UFPR é de 5.653 pessoas em 22 Órgãos da administração setorial. Os
servidores técnico-administrativos representam 61,1% (3.456 pessoas) de
todos os funcionários da Universidade.
No Curso de Agronomia, no Campus do Juvevê, onde se localizam os
Departamentos com disciplinas profissionalizantes, tem-se um total de 64
funcionários técnico-administrativos contratados, assim distribuídos, conforme
categorias:
15 Auxiliares em Agropecuária (23,4%);
12 Técnicos em Laboratório (18,8%);
07 Servidores Seniores (10,9%);
07 Contra Mestres de Ofício (10,9%);
04 Assistentes em Administração (6,3%);
04 Auxiliares em Veterinária e Zootecnia (6,3%);
03 Auxiliares de Laboratório (4,7%);
02 Auxiliares Administrativos (3,1%);
02 Administradores (3,1%);
01 Técnico em Assuntos Educacionais (1,6%);
01 Engenheiro Agrônomo (1,6%);
01 Marceneiro (1,6%);
01 Encanador (1,6%) e;
01 Operador de Máquinas (1,6%).
O número de funcionários técnico-administrativos pode ser considerado
pequeno, frente à quantidade de atividades desenvolvidas pelo Curso de
Agronomia. Assim, verifica-se a necessidade de sua ampliação, especialmente
nas categorias de técnicos laboratoriais e de seus auxiliares.
O serviço de portaria, conservação, limpeza e segurança é terceirizado e
contratado por sistema de licitação anual. No Campus I da UFPR (Campus
Juvevê), aonde são realizadas as atividades profissionalizantes, existem 53
funcionários terceirizados de quatro empresas privadas diferentes realizando
148
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
atividades no do Edifício da Administração, nos Departamentos, nas salas de
aula, nos laboratórios e das demais dependências do campus.
O serviço de limpeza e conservação é realizado pela empresa Nova
Geração e dispões de 19 empregados. O serviço de vigilância é executado
pela empresa Betron, que dispõe de 3 vigilantes. O serviço de manutenção
(marceneiro, encanador, eletricista, carpinteiro, serviços gerais, operador de
máquinas e lavador de carros) é prestado pela empresa Facility, que dispões
de 22 funcionários e, finalmente, o serviço de portaria é realizado pela empresa
Ondrepsb, e conta com o serviço de 9 porteiros.
A segurança acontece de maneira permanente e ostensiva por parte dos
vigilantes que realizam rondas diuturnamente. Existem duas guaritas com
porteiros na entrada e na saída do campus, que controlam o fluxo de
automóveis e pedestres. À noite e nos finais de semana, o acesso ao campus
permanece fechado e a entrada é permitida somente às pessoas autorizadas
(docentes, pessoal técnico-administrativo e discentes que realizam atividades
de experimentação e de pesquisa).
3.4.2) Habilidades do Pessoal não Docente.
O pessoal técnico-administrativo do Curso de Agronomia possui uma
formação adequada para a execução de suas atividades. A perspectiva futura
é a de que haja uma melhoria bastante considerável destes profissionais pelo
fato de que o acesso aos cargos compreende a realização de um concurso
com conteúdo bastante relacionado à função que irá executar. Assim, o perfil
do pessoal técnico-administrativo que tem ingressado no UFPR nos últimos
anos está bastante adequado às atividades que devem realizar.
A partir de dezembro de 2005 com a sanção da Lei 11091/05, os
servidores técnico-administrativos da UFPR tiveram a possibilidade de optar
por uma reestruturação da sua carreira instituída pelo Plano de Carreira dos
Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).
O plano de carreira está estruturado em 05 Níveis de Classificação – A,
B, C, D e E; com 4 Níveis de Capacitação – I, II, III e IV; e 39 padrões de
vencimento básico, justapostos com intervalo de 1 padrão entre os níveis de
capacitação e 2 entre os níveis de classificação.
Atualmente os 3.456 servidores podem optar pelo Plano de Carreira que
estão distribuídos dentro dos seguintes níveis de classificação (definidos pela
escolaridade exigida para ingresso no cargo): 48 servidores estão no nível A e
239 no nível B (anteriormente denominado nível de apoio); 978 no nível C e
1.047 no nível D (anteriormente denominado nível intermediário), e 1.144 no
nível E (anteriormente denominado nível superior).
O referido Plano tem estabelecido em seu bojo três grandes programas:
Programa de Dimensionamento das Necessidades Institucionais de Pessoal,
Programa de Avaliação de Desempenho e Programa de Capacitação e
Aperfeiçoamento.
149
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
3.4.3) Capacitação do Pessoal não Docente.
Esporadicamente a instituição oferece capacitação específica para cada
categoria, em cujos treinamentos os funcionários voluntariamente ou mediante
recomendação da chefia departamental, se inscrevem e a realizam.
A PROGEPE (Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas) possui em sua
estrutura administrativa a Coordenadoria de Desenvolvimento de Pessoas
(CDP) que coordena e implementa as políticas de avaliação de desempenho e
estágio probatório, capacitação, qualificação e adequação institucional dos
recursos humanos da UFPR. A CDP coordena a Unidade de Capacitação e
Aperfeiçoamento de Pessoas (UCAP), que gerencia os projetos de qualificação
e desenvolvimento de pessoal conforme o Programa "Qualificar" - Programa de
Qualificação Permanente de Recursos Humanos da UFPR, contemplando as
necessidades institucionais e a Unidade de Qualificação (UQ) que tem por
objetivo a implantação e manutenção de um programa de qualificação para os
Servidores Técnico-Administrativos em Educação.
Este Programa visa à formação específica e a geral, nesta incluída a
educação formal constante da Lei 11.091 de 12/01/2005, que estruturou o
Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação da IFES
vinculadas ao MEC e em consonância com o Plano de Desenvolvimento
Institucional PDI-UFPR. A UQ se empenha na criação dos cursos de pósgraduação "Lato Sensu" e "Stricto Sensu" (Mestrado Profissional). Vide
http://www.cdp.ufpr.br/ucap/index.html.
O Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento dos TécnicoAdministrativos é um dos instrumentos estratégicos da Instituição para o
desenvolvimento profissional e pessoal dos seus servidores, capacitando-os
em consonância com as metas institucionais e possibilitando a ascensão nos
diversos níveis da carreira.
A elaboração e implantação do Programa de Avaliação de Desempenho
visam garantir um modelo gerencial que permita mensurar os resultados
obtidos pelo servidor ou pela equipe de trabalho, mediante critérios objetivos
decorrentes das metas institucionais, previamente pactuadas com a equipe de
trabalho, considerando o padrão de qualidade de atendimento ao usuário
definido pela Universidade, com a finalidade de subsidiar a política de
desenvolvimento institucional e do servidor.
A implementação do Programa de Dimensionamento das Necessidades
Institucionais de Pessoal Técnico-Administrativo, enquanto instrumento de
gestão, propõe um modelo gerencial priorizando os objetivos institucionais
como elemento fundamental para definição da política de gestão de pessoas.
Este programa deve analisar os aspectos quantitativos e qualitativos do
quadro atual de servidores. Nesta análise é fundamental apontar a
necessidade ideal de pessoal nas unidades de trabalho, identificando os
desvios de função existentes e a realidade da terceirização de algumas
atividades. Somente com dados consistentes será possível desenvolver
políticas de remanejamento e, sobretudo de reposição e ampliação do quadro
de servidores por meio de concursos públicos.
150
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
Observa-se uma boa integração entre do pessoal técnico-administrativo
com o projeto acadêmico do Curso de Agronomia, que resulta em adequado
funcionamento do mesmo.
Como no caso dos docentes, existem normas e regras que regem o
concurso, a contratação, a avaliação e a promoção dentro do plano de cargos
e salários.
A capacitação e o treinamento do pessoal técnico-administrativo fazem
parte das políticas da UFPR e tem acontecido com freqüência.
Como aspecto negativo cita-se que o número do pessoal técnicoadministrativo não é suficiente para atender a todas as demandas do Curso de
Agronomia.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar realizando a substituição do pessoal técnico-administrativo
que não está mais na ativa por profissionais mais adequados a atual dinâmica
do mercado. Deve-se também continuar e ampliar o processo de capacitação e
melhorar o plano de cargos e salários. Deve-se também continuar seguindo o
planejamento estratégico da instituição relativamente à evolução e
acompanhamento do pessoal de apoio.
Resumo Evolutivo da Dimensão Comunidade Universitária
O sistema de entrada e admissão da UFPR é bem estruturado e
organizado, procedendo a uma adequada seleção do corpo discente que busca
uma vaga na universidade. Observa-se também que a UFPR tem buscado
constantemente ampliar tanto o número de vagas como a oferta de cursos para
atender as crescentes demandas da sociedade.
Os indicadores acadêmicos do Curso de Agronomia são satisfatórios e
estão adequados com o projeto acadêmico do curso. A relação docente
equivalente alunos, a relação alunos por docente e a quantidade média de
alunos por disciplina é adequada.
Observa-se também uma melhora bastante sensível no número de
alunos matriculados por disciplina e no número de alunos graduados, com
redução no número de alunos retidos.
Existe uma oferta bastante adequada de atividades extracurriculares
como a iniciação científica (IC), a monitoria, os projetos de extensão, os
programas PET e as diversas modalidades de estágio, que estão de acordo
com o projeto acadêmico.
151
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
A UFPR e o curso de agronomia contam com uma oferta bastante
adequada tanto de cursos de pós-graduação “stricto sensu” (mestrado e
doutorado) quanto de cursos “lato sensu” (especializações, aperfeiçoamentos,
MBA’s, especializações EAD, cursos de formação rápida e outros). Estes
cursos possuem um pessoal docente altamente capacitado, boa infra-estrutura
de atendimento, suporte áudio-visual e um adequado sistema de comunicação
com a comunidade acadêmica.
No Curso de Agronomia da UFPR, 85,7% do corpo docente (96 dos 112
professores) tem como titulação máxima o grau de doutorado, o que permite a
realização de docência, pesquisa e extensão de qualidade.
No aspecto da carga horária de atividades docentes, 91,1% dos
professores da Agronomia são do regime de dedicação exclusiva (DE), com
carga semanal de 40 horas.
Existem mecanismos de admissão dos docentes e os mesmos estão
claramente explicitados no regimento geral da UFPR, em seus estatutos e em
suas resoluções.
Existe também um adequado plano de carreira fixado por lei, bem como
uma categorização docente baseada em titulação e avaliação de atividades
realizadas pelo docente no interstício de cada dois anos.
Existe uma adequação entre a formação acadêmica de graduação e
pós-graduação com as disciplina lecionadas pelos docentes no Curso de
Agronomia.
A produção acadêmica e a publicação científica do corpo docente do
Curso de Agronomia da UFPR são adequadas e suficientes, e estão
diretamente relacionadas com a área de conhecimento aonde os docentes
exercem suas funções. Toda a publicação está registrada eletronicamente na
Plataforma LATTES do CNPq.
Observa-se uma boa integração entre do pessoal técnico-administrativo
com o projeto acadêmico do Curso de Agronomia, que resulta em adequado
funcionamento do mesmo.
Existem normas e regras que regem o concurso, a contratação, a
avaliação e a promoção dentro do plano de cargos e salários. A capacitação e
o treinamento do pessoal técnico-administrativo fazem parte das políticas da
UFPR e tem acontecido com freqüência.
152
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
DIMENSÃO IV – INFRA-ESTRUTURA
Componente: 4.1 – Infra-Estrutura Física e Logística
4.1.1) Construções – Projeto Acadêmico.
A UFPR possui seus Campi espalhados por dez (10) municípios do
Estado do Paraná (Curitiba, Matinhos, Pontal do Paraná, Pinhais,
Bandeirantes, Paranavaí, Rio Negro, São João do Triunfo e Paranaguá). A
área física da UFPR compreende 9,0 milhões de m2 construídos em 328
edificações, sendo 197 mil m2 de área urbanizada (áreas para práticas
desportivas, circulação e outras) e 8,2 milhões de m2 não urbanizados.
Existem ainda 65,4 mil m2 de área de laboratórios e 53,3 mil m2 de área para
a prática de esportes.
Preocupada com o atendimento às pessoas com necessidades
especiais da comunidade acadêmica - estudantes e servidores - a UFPR
lançou em 2006, o Programa “Integrar com Educação”. O lançamento do
Programa iniciou uma série de discussões e de ações que irão atender
pessoas que possuam algum tipo de necessidade especial dentro da
Instituição e que ainda não estão sendo contempladas.
O Programa, também, objetiva dar visibilidade às ações que o Núcleo de
Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE), passará a executar
dentro da Instituição (vide: http://www.prograd.ufpr.br/napne.html). O Núcleo
tem entrada pela lateral esquerda da escada do Prédio Histórico da UFPR. O
local foi totalmente reformado e adaptado para receber as pessoas com
necessidades especiais, sendo que ali profissionais treinados e adequados aos
processos do Núcleo passarão a atender. Muitas outras ações já existem na
Instituição em relação ao tema. E mesmo antes do ingresso na UFPR, ainda
durante o processo seletivo (vestibular) os candidatos que apresentam
necessidades especiais, recebem atendimento diferenciado e adequado às
suas condições para a realização das provas.
Ações concretas já em andamento dentro do Programa a incluem: a
adequação física dos prédios da Universidade, o levantamento correto do
número de pessoas – entre estudantes e servidores – que possuem
necessidades especiais na Instituição e de que tipo são, além de outras que
promovam o entendimento dos docentes sobre o atendimento da parte
pedagógica para pessoas com necessidades especiais.
A infra-estrutura disponível para o Curso de Agronomia da UFPR pode
ser considerada suficiente para o desenvolvimento de todas as atividades de
ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico. Nela estão
inclusas tanto a estrutura que dá suporte às atividades teóricas quanto à
necessária para a realização das atividades práticas. Desta forma, existe
disponibilidade física, funcionalidade e segurança para a realização das
atividades didáticas. Basicamente, a infra-estrutura que atende o Curso de
Agronomia está estruturada em três Campus: Centro Politécnico, Campus
Jardim Botânico e Campus Juvevê.
153
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
No Campus do Centro Politécnico são ministradas a maioria das
disciplinas básicas, os cursos específicos (de Matemática, de Anatomia, de
Desenho, de Química, de Física, de Geologia, de Topografia, Genética,
Entomologia, Parasitologia e de Processamento de Dados) destinam salas
para suas aulas e por extensão, para algumas disciplinas do Curso de
Agronomia, constituindo-se de salas de aula normais, com ambientes
satisfatórios e com carteiras, quadro negro, telas e projetores de slides e
retroprojetor. As salas de Desenho e de Geometria Descritiva são especiais,
com carteiras tipo prancheta. Algumas disciplinas são puramente teóricas
(Cálculo com Geometria Analítica I e II, Química Orgânica Geral II,
Processamento de Dados e Genética Vegetal) e outras necessitam de
laboratórios. Os laboratórios pertencem a cada curso específico que também
os utiliza para as disciplinas do Curso de Agronomia. Todas as demais
disciplinas ministradas no Campus do Centro Politécnico possuem laboratórios
com ambientes satisfatoriamente adequados com a proposta do curso.
No Campus do Jardim Botânico são ministradas aulas das seguintes
disciplinas: Morfologia (I e II), Sistemática e Fisiologia Vegetal e Silvicultura (I e
II). Essas disciplinas também utilizam das salas de aulas normais dos cursos
aqui ofertados, todas com ambientes satisfatórios, contendo equipamentos e
materiais tradicionais das salas de aula. Todas essas disciplinas têm o seu
laboratório para realização de aulas práticas, com ambientes satisfatórios.
Exceção feita à disciplina de Silvicultura I e II que ministra as aulas práticas em
laboratórios a céu aberto (Estação Experimental do Cangüiri).
As disciplinas profissionalizantes da Agronomia estão concentradas no
Campus Juvevê (Campus I) em torno de quatro principais Departamentos. No
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, entre as obrigatórias, são
ministradas 16 disciplinas; no Departamento de Solos e Engenharia Agrícola,
14 disciplinas; no Departamento de Economia Rural e Extensão, 5 disciplinas e
no Departamento de Zootecnia, 4 disciplinas; além das disciplinas optativas
que são ofertadas por estes Departamentos.
As salas de aulas nesses Departamentos apresentam condições
ambientais satisfatórias em termos de iluminação e aeração. São também
munidas de carteiras, quadro negro, tela, projetor de slides e retroprojetor. O
que precisa acontecer com certa urgência em toda a infra-estrutura desse
Campus é a reforma do sistema hidráulico e elétrico, além de serviços de
pintura, vedação e acessibilidade para portadores de deficiência.
Quanto aos laboratórios, tem-se em número de 21, constituídos de
seguintes tipos, por Departamento:
No Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, existem 10
laboratórios: Fitopatologia, Micropropagação de Plantas, Ecofisiologia,
Fitotecnia, Manejo Integrado de Pragas, Defesa Sanitária Vegetal, Clínica
Fitopatológica, Análise e Tecnologia de Sementes, Epidemiologia e Patologia
de Sementes.
154
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
No Departamento de Solos e Engenharia Agrícola existem 8
laboratórios, quais sejam: Fertilidade do Solo, Biologia do Solo, Mineralogia do
Solo, Física do Solo, Fotointerpretação, Tecnologia de Produtos Agrícolas,
Modelagem na Agricultura e Eletrificação Rural.
No Departamento de Zootecnia, 1 laboratório: Nutrição Animal;
No Departamento de Economia Rural e Extensão, 1 laboratório de
teleconferência para aulas EAD e,
No Departamento de Informática, sediado no Campus do Juvevê, 1
laboratório de informática.
Os laboratórios das disciplinas básicas seguem um planejamento
definido pelos respectivos cursos. Os das disciplinas profissionalizantes,
localizados no Campus do Juvevê, também seguem um planejamento de uso.
Desta forma, cada laboratório é utilizado por diferentes disciplinas bem como
os laboratórios a céu aberto (Estações Experimentais e visitas técnicas às
propriedades e indústrias).
Os laboratórios do Campus Juvevê são utilizados com finalidades
didáticas (aulas práticas) e para pesquisas, sendo planejados e utilizados pelos
estudantes das seguintes disciplinas:
Laboratório
Orientação alunos/Disciplinas
a) No Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo
Fitopatologia
Fitopatologia Geral, 66 alunos.
Fitopatologia Especial, 66 alunos.
Patologia Florestal, 66 alunos.
Introd. à Pesquisa em Fitopatologia, 10 alunos.
Micropropagação de Plantas
Fruticultura, 66 alunos
Introd. à Pesquisa em Fitopatologia, 8 alunos
Agricultura IV, 30 alunos
Ecofisiologia
Introd. à Pesquisa em Fitopatologia, 6 alunos
Ecologia aplicada, 30 alunos.
Fitotecnia
Agricultura Geral, 66 alunos.
Agricultura I, 66 alunos
Agricultura II, 66 alunos
Agricultura III, 66 alunos
Fruticultura, 10 alunos
Olericultura, 10 alunos
Plantas Ornamentais, 10 alunos.
Manejo Integrado de Pragas
Parasitologia Agrícola, 66 alunos.
Defesa Sanitária Vegetal
Defesa Sanitária Vegetal, 66 alunos.
Clínica Fitopatológica
Fitopatologia Geral, 66 alunos.
Fitopatologia Especial, 66 alunos.
Patologia Florestal, 66 alunos.
Introd. à pesquisa em Fitopatologia, 5 alunos
Controle de Doenças, 5 pós-graduandos
Análise e Tecnologia de Sementes Análise e Tecnologia de sementes, 66 alunos
Armazenagem de Prod. Agrícolas, 66 alunos
Epidemiologia
Fitopatologia Geral, 66 alunos
155
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Patologia de Sementes
Patologia Florestal, 25 alunos
Fitopatologia Geral, 66 alunos
Introd. à pesquisa Em Fitopatologia, 5 alunos
B) No Departamento de Solos e Engenharia Agrícola
Fertilidade do solo
Química Agrícola, 66 alunos
Biologia do solo
Biologia do solo, 66 alunos
Mineralogia do solo
Física do solo, 66 alunos
Biologia do solo, 66 alunos
Física do solo
Física do solo, 66 alunos
Biologia do solo, 66 alunos
Química agrícola, 66 alunos
Fotointerpretação
Fotointerpretação, 66 alunos
Tecnologia de Produtos Agrícolas
Tecnologia de produtos agrícolas, 66 alunos
Modelagem na Agricultura
Conservação de Solos, 66 alunos
Eletrificação rural
Eletrificação Rural, 66 alunos
C) Departamento de Zootecnia
Nutrição animal
Zootecnia I, 66 alunos
Zootecnia II, 66 alunos
D) Departamento de Economia Rural e Extensão
Teleconferência
Forragicultura, 66 alunos
Agronegócio “lato sensu”, 140 alunos
E) Departamento de Informática
Informática
Processamento de Dados, 30 alunos
Fotointerpretação, 66 alunos
Economia Rural, 66 alunos
Comercialização Agrícola, 66 alunos
Climatologia Agrícola, 66 alunos
Forragicultura, 66 alunos
O Curso de Agronomia utiliza-se também de laboratórios a Céu aberto,
tendo seis Estações Experimentais:
1) A Estação Experimental do Cangüiri, localizado no município de Pinhais,
distante 20 km de Curitiba, com uma área de 432 ha.
2) A Estação Experimental em Castro, distante 147 km de Curitiba, com 145
ha.
3) A Estação Experimental de Paranavaí, localizada no Norte do Estado do
Paraná, no município de Paranavaí com 101 hectares.
4) A Estação Experimental de Bandeirantes, localizada no Norte do Estado do
Paraná, no município de Bandeirantes com 50 hectares,
5) A Estação Experimental de São João do Triunfo, distante 130 km de
Curitiba, com 31,5 ha. e,
6) A Estação Experimental de Rio Negro, distante 110 km de Curitiba com 120
ha.
Embora as condições dos ambientes/laboratórios estejam satisfatórias
existe carência na sua quantidade, pois em um laboratório adequado deve
156
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
conter no máximo entre 15 a 18 alunos e, no Curso de Agronomia, em cada
semestre são 66 alunos necessitando, pois, para cada disciplina, cerca de 4
laboratórios.
A carência no número de salas de aula e de laboratório é comum tanto
nos cursos de disciplinas básicas como nas profissionalizantes. Existem
disciplinas básicas que por serem teóricas e altamente reprovantes (Cálculo,
Bioquímica e Genética) onde existem turmas que aproxima de 100 alunos/sala.
Por mais que sejam teóricas, é contraproducente uma sala com tal número de
alunos.
No Campus do Juvevê (Campus I) onde está a maioria das disciplinas
profissionalizantes, há um projeto de construção de um pavilhão com área total
de 1.832 m² contendo um anfiteatro de 350 m² com capacidade para 262
pessoas e oito salas de aula, cada qual com 77 m² e capacidade para 56
alunos. Esse pavilhão está no estágio de licitação de projetos complementares
e deverá ser iniciada a sua construção, ainda em 2007. Esse anfiteatro e salas
de aula deverão suprir as carências atuais nos Departamentos sediados nesse
Campus.
A quantidade de laboratórios no Campus do Juvevê, tanto cobertos
como a céu aberto (Estações Experimentais) são praticamente suficientes,
carecendo talvez para algumas áreas como a de pós-colheita de produtos
vegetais perecíveis (frutas, olerícolas e flores).
Nos Campus onde se ministram aulas de disciplinas básicas, como
descrito anteriormente, mais do que a ampliação do espaço físico das atuais
salas de aula/laboratórios, o que se necessita é o aumento no número de salas
de aula/laboratórios.
No Campus do Juvevê, o espaço físico existente é praticamente
suficiente, exceto para o laboratório de informática, que precisa de uma área
superior à atual, devido a grande demanda de seus equipamentos de
informática por parte dos alunos.
A área total construída dos laboratórios no Campus do Juvevê é de
2.529 m², conforme é apresentado a seguir por Departamento:
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo
Área Total dos Laboratórios
Laboratório de Fitopatologia
Laboratório de Micropropagação de Plantas
Laboratório de Ecofisiologia
Laboratório de Fitotecnia
Laboratório de Manejo Integrado de Pragas
Laboratório de Defesa Sanitária Vegetal
Laboratório de Clínica Fitopatológica
Laboratório de Análise e Tecnologia de Sementes
Laboratório de Epidemiologia e Manejo Integrado de Pragas
Laboratório de Patologia de Sementes
Área
1.582 m²
25 m²
193 m²
140 m²
217 m²
133 m²
40 m²
60 m²
132 m²
70 m²
43 m²
157
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Departamento de Solos e Engenharia Agrícola
Área Total dos Laboratórios
Laboratório de Fertilidade do Solo
Laboratórios de Biologia do Solo
Laboratório de Mineralogia do Solo
Laboratório de Física do Solo
Laboratório de Fotointerpretação
Laboratório de Tecnologia de Produtos Agrícolas
Laboratório de Modelagem na Agricultura
Laboratório de Eletrificação Rural
Área
687 m²
124 m²
120 m²
148 m²
80 m²
73 m²
38 m²
36 m²
68 m²
Departamento de Zootecnia
Área Total do Laboratório
Laboratório de Nutrição Animal
Área
110 m²
110 m²
Departamento de Economia Rural e Extensão
Área Total do Laboratório
Laboratório de Teleconferência
Área
70 m²
70 m²
Departamento de Informática
Área Total do Laboratório
Laboratório de Informática
Área
80 m²
80 m²
Quanto às bibliotecas, a UFPR dispões de 13 unidades espalhadas por
todos os seus campi. O Curso de Agronomia possui uma unidade própria com
espaço físico de 700,25 m². A biblioteca do Setor de Ciências Agrárias possui
um cervo completo, possui vários recursos de acessibilidade (rampa de
acesso, elevador, entre outros) e condições suficientes para o desenvolvimento
de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto
acadêmico.
Com relação ao Laboratório de Informática, o Curso de Agronomia
possui uma unidade própria com espaço físico de 80 m² dividido em três
ambientes. Existe um ambiente de 30 m² onde estão disponibilizados 15
computadores em rede com acesso à internet para a utilização gratuita da
comunidade acadêmica. Existe uma sala de aula informatizada de 30 m² onde
existem 12 computadores em rede com acesso à internet para aulas prática,
data show e demais infra-estrutura para aula (quadro branco, apagador,
canetas). A terceira sala de 20 m² é o local onde ficam os técnicos de
informática, que prestam atendimento de manutenção para a rede e demais
equipamentos de informática do setor.
Relativamente às estufas e estruturas de produção protegida, no
Campus do Juvevê (Campus I) existem três estufas, uma de 212,4 m2 (Prof.
Edelclaiton), uma de 234,2 m2 (Prof. Biasi) e uma terceira unidade de 80 m2
(Prof. Bespalhok), localizadas no Departamento de Fitotecnia e
Fitossanitarismo. Existe também uma casa de vegetação automática de 92,5
m2 (Prof. Vismar). Na Estação Experimental do Cangüiri existem outras cinco
estufas na área de floricultura sendo duas estufas de alvenaria de 77 m², três
158
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
estufas plásticas de 336 m² e duas estufas outras de 125 m² na área de
agricultura orgânica e olericultura.
4.1.2) Construções – Bem Estar
No Curso de Agronomia existe uma disponibilidade física, acesso e
funcionalidade de construções para a recreação, realização de esportes e bem
estar para toda a comunidade acadêmica, auxiliando desta forma o
desenvolvimento de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão
previstas no projeto acadêmico.
No Campus do Juvevê (Campus I), para as práticas desportivas, de
recreação e bem estar da comunidade universitária existe: a) um campo de
futebol com medidas oficiais (6.000 m²) além equipamentos para a prática do
deporto, b) uma quadra de futebol areia completa (1.200 m²) e c) uma quadra
poli esportiva completa para a prática de futebol de salão, handebol, basquete
e voleibol (450 m²).
Para a comunidade universitária, existe também um centro de
convivência anexo ao campo de futebol de grama, que é uma infra-estrutura
coberta de 80 m² que possui banheiro masculino e feminino com duchas,
vasos sanitários e vestiários. Possui também uma churrasqueira equipada e
uma área com mesas e bancos para a realização de eventos. No seu entorno,
existe uma pequena área arborizada.
Existe também, dentro do Campus do Juvevê (Campus I), a Associação
dos Professores do Setor de Ciências Agrárias, que é uma área de 2.250 m²
que possui uma quadra de futebol de grama de 700 m², uma quadra poli
esportiva completa para a prática de futebol de salão, handebol, tênis,
basquete e voleibol (450 m²), um quiosque coberto com churrasqueiras, mesas
e bancos e outra estrutura coberta de 200 m² com churrasqueiras, banheiro
feminino e masculino, mesas, bancos, além de alguns equipamentos de
recreação como uma mesa de sinuca, uma mesa de pebolim. Para sua
utilização, a comunidade deve apenas agendar a data de uso e pagar uma taxa
de manutenção da infra-estrutura.
O Centro Acadêmico de Agronomia Lycio Vellozo, também possui uma
estrutura física que busca o bem estar dos estudantes da agronomia. Com
área de 80 m² construídos, possui vários de departamentos, entre eles o de
cultura e esporte que busca integrar os discentes pela realização de práticas
esportivas.
A UFPR, através da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) possui
também vários programas de assistência estudantil, entre eles o Programa de
Incentivo às Atividades Desportivas (UFPR atividade), que visa o incentivo a
pratica de atividades físicas pelos acadêmicos da UFPR. O Centro de
Educação Física e Desportos (CED), por meio de seu programa de extensão
universitária de atividades permanentes, visa estimular a comunidade interna e
externa de UFPR à participação em atividades de lazer, recreação e
159
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
esportivas,
visando
a
http://www.ced.ufpr.br/).
melhoria
da
qualidade
de
vida
(vide
Os projetos da CED contemplam atividades aquáticas, desportivas e de
academia. Existem também as Equipes UFPR, que são equipes permanentes
de representação da UFPR em atividades desportivas como o handebol, o
futebol de salão, o xadrez, o basquetebol, o judô, o tênis de mesa, o voleibol, a
natação e o atletismo. A UFPR também realiza anualmente os Jogos
Intercursos e participa dos Jogos Universitários Paranaenses de Calouros e
dos Jogos Universitários.
Para o bem estar dos estudantes, também existem as casas estudantis
e a Bolsa Moradia. Através de convênios entre a UFPR e instituições de
Moradia Estudantil, são disponibilizadas vagas aos estudantes de graduação e
ensino profissionalizante, cujas famílias moram fora de Curitiba e que
apresentem fragilidade sócio-econômica, de fora de Curitiba. A seguir, lista-se
as casas estudantis que participam deste convênio:
CELU - Casa do Estudante Luterano Universitário
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 239 - Centro
CEP 80020-280 - Centro - Curitiba - PR
Fone: (41) 3324 - 3313 / Fax: 3016 - 8937
http://www.celu.ufpr.br
CENIBRAC - Casa do Estudante Nipo-Brasileira de Curitiba
Rua Atílio Bório, 71 - Cristo Rei
CEP 80050-250 - Curitiba - PR
Fones: (41) 3262 - 1912 / 3264 - 5807
http://www.cenibrac.org.br
CEU - Casa do Estudante Universitário do Paraná
Rua Luiz Leão - 01 - Centro
CEP 80030-010 - Curitiba - PR
Fone: (41) 3222 - 4911
http://www.ceupr.com.br
CEUC - Casa da Estudante Universitária de Curitiba
Rua General Carneiro - 360 - Centro
CEP 80060-150 - Curitiba - PR
Fone: (41) 3079-6244 / 3360-5314
http://www.ceuc.ufpr.br
LAC - Lar da Acadêmica de Curitiba
Rua Doutor Salvador de Maio - 81 - Jd. Botânico
CEP 80215-350 - Curitiba - PR
Fones: (41) 3362-0436 / 3262-2633
http://www.lac.ufpr.br
Existe também o Programa de Atenção à Saúde do Estudante, através
do Centro de Atenção à Saúde - CASA – que possibilita o atendimento primário
à saúde e nas especialidades de ginecologia, odontologia e psiquiatria. No
Campus de Juvevê, existe o centro de atenção à saúde (Casa 4) que foi
160
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
inaugurado em novembro de 1999. Realiza atendimentos nas especialidades
de clínica geral, pediatria, ginecologia, acupuntura e odontologia. Atende na
sua maioria alunos, técnicos administrativos, docentes e seus dependentes
pertencentes ao Setor de Ciências Agrárias e Fazenda Cangüiri. A equipe
técnica é formada pelo Dr. Fernando Demário - Clínico Geral; pelo Dr. João
Gualberto - Clínico Geral; pelo Dr. Jae - Clínico Geral; pelo Dr. Margot –
Pediatria; pelo Dr. Alvarez – Pediatria; pelo Dr. Francisco – Ginecologista; pelo
Dr. Calomeno – Acupunturista; pelo Dr. Nilo – Ginecologista e pela Dra. Maria
Helena – Odontóloga. (vide: http://www.progepe.ufpr.br/).
CASA 4 - Centro de Atenção à Saúde.
Endereço: Rua dos Funcionários, 1540 – Setor de Ciências Agrárias.
Fone/fax: (041) 3350-5776
Atendimento: de segunda a sexta-feira das 07h00 às 18h00 ininterruptamente.
Para o bem estar dos estudantes, também existe a Bolsa Refeição,
subsídio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) que consiste em
garantir, aos estudantes de graduação e ensino profissionalizante, com
fragilidade socioeconômica, o subsídio de 100% nas refeições realizadas nas
três Unidades do Restaurante Universitário - RU (Central, Agrárias e
Politécnico). No Campus do Juvevê (Campus I), existe o RU Agrárias, que
trabalha com 8 funcionários em uma área de 250 m² e que dispõe de 250
lugares para servir em média 400 refeições por dia ao preço de R$ 1,30.
4.1.3) Meios de Comunicação
Os meios de comunicação disponíveis para o Curso de Agronomia da
UFPR podem ser considerados suficientes para o desenvolvimento de todas as
atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico.
A Assessoria de Comunicação e Marketing tem por objetivo buscar,
estruturar e divulgar com qualidade às informações referentes às ações da
Universidade Federal do Paraná para as comunidades interna e externa com o
fim de contribuir para a formação do cidadão e desenvolvimento humano do
Paraná e do Brasil. Dentro dessa perspectiva, o Planejamento de
Comunicação para a Instituição envolve a utilização de diversas formas de
comunicação – incluindo os veículos de comunicação disponíveis na
Instituição, os meios externos de comunicação (mídia em geral, regional e
nacional) e materiais de comunicação que de alguma forma levem para
públicos específicos a produção nas áreas de ensino, pesquisa e extensão da
universidade, bem como de todas as demais que estão intrinsecamente ligadas
ao tripé que sustenta a Instituição pública de ensino superior.
Dessa forma, o Planejamento de Comunicação prevê a utilização do
formato da comunicação adequado à mensagem e ao público que se quer
atingir, levando em conta os recursos existentes na Instituição e o objetivo que
se quer atingir com a ação. Atualmente faz parte do processo de comunicação
a utilização dos meios próprios de comunicação:
a) Notícias da UFPR – jornal impresso mensal;
b) E-Boletim – boletim eletrônico semanal;
161
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
c) Site da UFPR – espaço exclusivo para notícias diárias (http://www.ufpr.br);
d) UFPR TV – com diversos programas. O Pólo de Comunicação da UFPR
com 690 m² possui estúdios de TV, rádio e laboratório fotográfico e funciona no
campus de Comunicação Social, no bairro Juvevê. É nele que se situa o
espaço da UFPR TV - unidade da Assessoria de Comunicação Social, veículo
de comunicação da Universidade que produz material inédito diariamente e os
veicula pelos canais 15 da NET e o 71 da TVA. Por enquanto a programação
UFPR TV só está disponível em canal fechado, via cabo, mas a meta é abrir
esta transmissão diária para canal aberto. A estrutura atende a produção diária
e também aos 350 alunos dos cursos de Comunicação Social da UFPR. O Pólo
de Comunicação do campus Juvevê tem dois estúdios – um com 120m2 para
gravação dos programas que irão ao ar diariamente e outro de 40m2 exclusivo
para os estudantes. A nova estrutura conta ainda com três câmeras internas e
três externas, além de três ilhas de edição, mesa de áudio e vídeo com dez
monitores, geradores de caracteres e uma unidade externa que permitirá
gravações pré-editadas; e
e)
UFPR
Rádio
–
rádio-web
(http://www.radio.ufpr.br/).
com
espaço
para
noticiário
Também os esforços na área de Assessoria de Imprensa, que trabalha
os veículos de comunicação da imprensa regional e nacional.
Aliados ao processo jornalístico para difundir as ações desenvolvidas
pela Instituição, estão às ações da área de Marketing Institucional, que trabalha
a imagem da universidade por meio da promoção de eventos internos e para a
sociedade em geral.
A Assessoria de Comunicação e Marketing atua ainda no suporte às
ações desenvolvidas pelas unidades da universidade que necessitam de
auxílio para produção de seus eventos e materiais de divulgação, prestando
assessoramento ou mesmo dando forma final à necessidade apresentada.
No caso específico da Agronomia, além de se utilizar da estrutura
supracitada, possui também o Site do Curso de Agronomia – espaço
exclusivo para a divulgação das noticias do curso para a comunidade
universitária (vide: http://www.agronomia.ufpr.br/). Na página, é possível ter
acesso a um conjunto bastante grande de informações acadêmicas como
informações sobre o processo de matrícula, a grade horárias das disciplinas
ofertadas, a abertura de turmas extras, avisos importantes e um conjunto de
outras informações relativas ao Curso de Agronomia.
Todas as unidades administrativas da UFPR possuem também um
serviço telefônico único que permite a conectividade interna por ramal. Toda a
comunidade universitária cadastrada da UFPR possui um sistema de carreio
eletrônico e acesso gratuito à internet nos laboratórios de informática. Estas
ferramentas eletrônicas facilitam e agilizam a comunicação entre os docentes,
os discentes e as unidades administrativas da UFPR.
162
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
4.1.4) Disponibilidade de Transporte
A CENTRAN – Central de Transportes, unidade administrativa vinculada
à PRA (Pró-Reitoria de Administração), administra a frota dos veículos da
UFPR, zelando pela sua manutenção e conservação. Também atende as
solicitações de transportes para fins das atividades da UFPR, provenientes de
qualquer unidade – docentes, discentes e servidores, respeitando as
prioridades e a cronologia de atendimento, vide http://www.centran.ufpr.br/. A
utilização dos veículos da frota oficial da Universidade Federal do Paraná, bem
como as normas gerais sobre as atividades de transporte de usuários na UFPR
estão regulamentadas pela Resolução 28/09 – COPLAD.
A CENTRAN dispõe de uma frota para o atendimento de transporte nas
mais diversas modalidades. Dentre as modalidades de atendimento, cita-se:
solicitação de veículo para servidor a serviço, solicitação de veículo para
evento, solicitação de veículo aula prática, solicitação de veículo para
transporte de cargas, solicitação de veículo para projetos de extensão
universitária, solicitação de veículo para pesquisa de professor e solicitação de
veículo para aula prática de pós-graduação.
Atualmente, a CENTRAN dispõe de uma frota de sete (7) Ônibus, cinco
(5) Micro Ônibus, cinco (5) Vans e doze (12) Kombis. São 40 motoristas, 2
mecânicos, 2 lavadores e 2 frentistas responsáveis pelo funcionamento,
manutenção e conservação da frota.
Além disso, a CENTRAN dá suporte logístico ao Programa Social de
Transporte Inter Campi da PRAE (Pró - Reitoria de Assuntos Estudantis), que
consiste na circulação gratuita de ônibus próprio entre os campi da UFPR,
permitindo maior agilidade e redução de custos aos estudantes.
Manhã
Itinerário
11h30
Centro Politécnico
11h45
Jardim Botânico
11h55
Reitoria
12h30
Agrárias
12h50
Reitoria
13h10
De Artes
13h30
Jardim Botânico
13h45
Centro Politécnico
Tarde
Itinerário
17h30
De Artes
17h55
Agrárias
18h10
Reitoria
18h30
Jardim Botânico
18h40
Centro Politécnico
18h55
Reitoria
19h05
Agrárias
163
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Outra atividade desenvolvida pela CENTRAN consiste no serviço de
transporte de malotes de correspondência inter campi, que acontece em dois
turnos de funcionamento.
A infra-estrutura de transporte disponível para o Curso de Agronomia da
UFPR, desta forma, pode ser considerada suficiente para o desenvolvimento
de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto
acadêmico. Todas as atividades didáticas que necessitam de meio de
transporte devem ser previamente agendadas e devem estar constantes no
conteúdo programático da disciplina. Além disso, deve-se preencher formulário
específico de solicitação para cada atividade acadêmica a ser realizada.
CENTRAN - Central de Transportes
Diretor: Vilson Kachel
Endereço: Rua dos Funcionários, S/N – Setor de Ciências Agrárias.
Fone/fax: (041) 3350-5659
E-mail: [email protected]
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
A infra-estrutura física e logística do Curso de Agronomia da UFPR pode
ser considerada adequada para a realização de todas as atividades
contempladas no projeto acadêmico. Tanto os espaços físicos (salas de aula,
laboratórios, laboratório de informática), quanto às bibliotecas e os Centros
Experimentais satisfazem as necessidades das atividades curriculares.
A infra-estrutura para a recreação, desporto e bem estar é adequada e
suficiente para atender as demandas da comunidade universitária.
A quantidade, funcionalidade e características dos meios de
comunicação utilizados pelo Curso de Agronomia podem ser considerados
suficientes para o desenvolvimento de todas as atividades de ensino, pesquisa
e extensão previstas no projeto acadêmico.
A quantidade, qualidade, funcionalidade e características dos meios de
transporte são também suficientes para atender as necessidades de aulas
práticas, visitas técnicas, viagens, pesquisas e outras atividades previstas no
projeto acadêmico do curso.
O aspecto negativo fica por conta da necessidade de reforma, ampliação
e de melhorias infra-estruturais de algumas unidades administrativas do curso.
Ë necessário também melhorar o aspecto de acessibilidade para portadores de
necessidades especiais.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar com a política de manutenção e de melhoria da infra-estrutura
física, dos meios de comunicação e de transporte, além de agilizar a
implementação das medidas de acessibilidade aos portadores de
164
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
necessidades especiais. Por em prática o que está estabelecido no Plano de
Desenvolvimento Institucional da UFPR para o período 2007/2011.
DIMENSÃO IV – INFRA-ESTRUTURA
Componente: 4.2 – Bibliotecas
4.2.1) Acervo Bibliográfico
O Sistema de Bibliotecas (SIBI) da Universidade Federal do Paraná é
constituído por uma sede administrativa, treze bibliotecas universitárias e uma
biblioteca de ensino médio. Das treze bibliotecas universitárias, nove estão
localizadas nos campi de Curitiba e três estão localizadas em outros municípios
do estado do Paraná (Palotina, Paranaguá e Pontal do Paraná).
As diretrizes consistem em prover o SIBI com os recursos humanos,
recursos financeiros e condições físicas adequadas para que ele mantenha o
seu nível de crescimento e melhoria contínua dos serviços e produtos
ofertados.
O SIBI utiliza o software SOPHIA para o gerenciamento eletrônico de
serviços e da rede de Bibliotecas da UFPR.
Biblioteca Central da UFPR
É a unidade Administrativa que coordena o Sistema de Bibliotecas (SIBI)
da UFPR. Na Biblioteca Central encontra-se a Coleção Memória da UFPR,
composto por 8.754 itens. São eles: teses, dissertações, livros, separatas e
monografias de cursos de especialização. A Biblioteca Central conta ainda com
um acervo de fotografias, dispondo de 2.744 itens. É possível acessar o
acervo e as bases de dados da biblioteca através do site Portal da Informação.
Endereço: Rua General Carneiro, 370 / 380 Centro.
Curitiba (PR) CEP: 81.531-990
Telefones:
(041) 3360-5000
(041) 3360-5288 (recepção);
(041) 3360-5285 (Núcleo de Automação Documentária);
(041) 3360-5237 / 5056 (Departamento de Bibliotecas e Documentação);
(041) 3360-5284 (Divisão Administrativa)
Fax: (041) 3360-5400
E-mail: [email protected]
Departamento de Bibliotecas e Documentação: [email protected]
Departamento Técnico/Seção de aquisição: [email protected]
Coordenação de Formação e Desenvolvimento de Acervo: [email protected]
Divisão Administrativa: [email protected]
Núcleo de Automação Documentária: [email protected]
Horário: 8h00 às 18h00, de segunda a sexta-feira, e sábado das 8h00 às
12h00.
165
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Outras Bibliotecas da UFPR
Biblioteca da Escola Técnica
Endereço: Rua Dr. Alcides Vieira Arco-Verde, 1225
Jardim das Américas – Curitiba (Pr) CEP: 81.520-260
Telefone: (041) 3361-3138 / 3360-5160 (Ramal 228)
Fone-Fax: (041) 3365-2836
E-mail: @[email protected]
Horário: 07h30 às 21:00, de segunda a sexta-feira
Especialidade do Acervo: Enfermagem, Contabilidade, Processamento de
Dados, Administração, Prótese Odontológica, Transações Imobiliárias, além de
obras de assuntos gerais para o ensino médio.
Biblioteca de Ciência e Tecnologia
Endereço: Centro Politécnico - Jardim das Américas
Edifício da Biblioteca - Curitiba (Pr) CEP: 81.531-970
Telefone: (041) 3361-3000 Ramais: 3033, 3060, 3061
Fax: (041) 3361-3060
E-mail: [email protected]
Periódicos: [email protected]
Comutação: [email protected]
Preparo Técnico: [email protected]
Chefia: [email protected]
Horário: 7h30 às 21h00, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Arquitetura e Urbanismo, Física, Geografia,
Estatística, Fotogrametria, Engenharias (Cartográfica, Civil, Elétrica, Mecânica,
Química), Matemática, Química, Informática, Astronomia e Ciências
Geodésicas.
Biblioteca de Ciências Agrárias
Endereço: Rua dos Funcionários, 1540.
Juvevê – Curitiba (Pr) CEP: 80.050-035
Telefone: (041) 3350-5748
Fone/Fax: (041) 3350-5611
E-mails:
Biblioteca: [email protected]
Preparo Técnico: [email protected]
Empréstimo: [email protected]
Periódicos: [email protected]
Comutação: [email protected]
Chefia: [email protected]
Horário: 8h00 às 17h45, de segunda a sexta-feira, e sábado das 8h00 às
12h00.
Especialidade do Acervo: Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia, Meio
Ambiente, Plantas Ornamentais e Fitopatologia.
Biblioteca de Ciências Biológicas
Endereço: Centro Politécnico - Jardim das Américas
Edifício do Setor de Ciências Biológicas – Curitiba (Pr) CEP: 81.531-970
Telefones:
166
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
(041) 3361-3000 Fax: (041) 3361-1547
(041) 3361-1675 - Balcão de Empréstimo
(041) 3361-1677 - Chefia/COMUT/Periódicos/Busca Bibliográfica
(041) 3361-1678 - Processos Técnicos
E-mail: [email protected]
Horário: 08h00 às 18h20, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Anatomia, Biofísica, Bioquímica, Botânica, Citologia,
Fisiologia, Genética, Histologia, Microbiologia, Parasitologia, Zoologia.
Biblioteca de Ciências da Saúde
Endereço: Rua Padre Camargo, 280 1º Andar - Curitiba - PR CEP: 80.060-240.
Telefone: (041) 3262-4147, 3360-7224, 3360-7277
Fone/Fax: (041) 3263-4961
E-mail: [email protected]
Horário: 7h30min às 19h50min, de Segunda Sexta-feira. Sábado das 8h à 12h.
Especialidade do Acervo: Enfermagem, Medicina, Nutrição Clínica e Saúde
Pública.
Biblioteca de Ciências da Saúde - Sede Botânico
Endereço: Avenida Prefeito Lothário Meissner, 3.400 - Jardim Botânico.
Campus III – Curitiba (Pr) CEP: 80.210-170
Telefones:
(41) 3360-4121(administração)
(41) 3360-4047(empréstimo)
(41) 3360-4115(pesquisas bibliográficas & referência eletrônica),
(41) 3360-4116(periódicos & comutação bibliográfica)
(41) 3360-4117(preparo técnico)
Fax: (41) 3360-4102
Administração: [email protected]
Empréstimo: [email protected]
Levantamentos Bibliográficos e Referências: [email protected]
Periódicos: [email protected]
Comutação Bibliográfica: [email protected]
Preparo Técnico: [email protected]
Horário: 07h00 às 17h40 de segunda a sexta-feira.
Especialidade do acervo: Farmácia, Nutrição e Odontologia.
Biblioteca de Ciências Florestais e da Madeira
Endereço: Avenida Prefeito Lothário Meissner, 3400 - Jardim Botânico.
Curitiba (Pr) CEP: 80.210-170
Telefone: (041) 3360-4311 – Balcão de Empréstimo
E-mails:
Biblioteca: [email protected]
Horário: 8h30 às 17h45, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Ciências florestais, Tecnologia da madeira, Meio
Ambiente.
Biblioteca de Ciências Humanas e Educação
Endereço: Rua General Carneiro, 460 - Edifício D. Pedro I
2º, 3º e 4º andares – Curitiba (Pr)
167
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Telefone: (041) 3360-5144 e 3360-5229
Fone/Fax: (041) 3262-8926
E-mail: [email protected]
Horário: 07h45 às 21h45, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Belas Artes, Biblioteconomia, Ciências Sociais,
Comunicação Educação, Filosofia, História, Lingüística, Literatura, Psicologia,
turismo e Antropologia.
Biblioteca de Ciências Jurídicas
Endereço: Praça Santos Andrade, 50 - térreo – Curitiba (Pr) CEP: 80.020-300
Telefones: (041) 3310-2666
Fone/Fax: (041) 3232-9372
E-mail: [email protected]
Horário: 8h00 às 20h50, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Direito Público e Direito Privado.
Acervo Bibliográfico:
Biblioteca de Ciências Sociais Aplicadas
Endereço: Avenida Prefeito Lothário Meissner, 3400 Jardim Botânico.
Campus III - Curitiba (PR) - CEP 80210-170
Telefones: (041) 3360-4352
E-mail: [email protected]
Horário: 8:30 às 21:45 segunda a sexta-feira
Especialidade do Acervo: Administração Geral e Aplicada, Contabilidade,
Economia e Ciência da Informação.
Biblioteca de Educação Física
Endereço: Rua Coração de Maria, 92.
Jardim Botânico - Curitiba (Pr) CEP: 80.215-370
Telefone: (041) 3360-4334
Fax: (041) 3264-2090
E-mail: [email protected]
Horário: 08h30 às 16h30, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Educação Física.
Biblioteca do Campus de Palotina
Endereço: Rua Pioneiro, 2.153 - Jardim Dallas Cep. 85950-000 - Palotina (Pr)
Telefone: (44) 3649-3444 - ramal 224
Fax: (44) 3649-6616
E-mail: [email protected]
Horário: 7h30 às 12h00 e das 13h30 às 17h30
Especialidade do Acervo: Medicina Veterinária
Biblioteca do Centro de Estudos do Mar
Endereço: Avenida Beira-Mar, s/n - Pontal do Sul (Pr) CEP: 83.255-000.
Telefone: (041) 3455-1333 R203
Fone-Fax: (041) 3455-1105
E-mail: [email protected]
Horário: 8h00 às 12h00, das 14h00 às 18h00 de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Biologia Marinha, Oceanografia e Aqüicultura.
168
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Biblioteca da UFPR Litoral
Endereço: Rua Jaguariaíva, 512.
Matinhos (Pr) CEP: 83260-000
Telefone/Fax: (041) 3452-2662
E-mail: [email protected]
Horário: 9h00 às 21h00, de segunda a sexta-feira.
Especialidade do Acervo: Agroecologia, Enfermagem, Fisioterapia, Gestão
Ambiental, Hotelaria e Transações Imobiliárias.
Portal da Informação da UFPR
O Portal da Informação da UFPR combina as funções de um catálogo de
acesso público de última geração com uma seleção de bases de dados e links
em diversas áreas do conhecimento. É possível acessar periódicos, teses e
dissertações, ter acesso a documentos e às bibliotecas da Universidade. Vide
página eletrônica: http://www.portal.ufpr.br/index.php.
Acervo das Bibliotecas da UFPR
O Sistema de Bibliotecas (SIBI) da UFPR atualmente dispõe de 287.428
títulos de livros, 462.790 exemplares de livros, 13.129 títulos de periódicos e
50.570 outros itens (CD-ROM, DVD, fitas de vídeo e cassete, folhetos, mapas,
testes psicológicos, partituras, slides, filmes, gravuras, apostilas e fotografias).
Em 2009, o SIBI recebeu a doação de 8.259 livros e adquiriu 64 periódicos,
recebeu a doação de 762 periódicos e fez a permuta de 1.677 periódicos. Com
relação aos serviços prestados ao público, no aspecto de atendimento ao
público, realizou 272.948 consultas e 182.947 empréstimos. No empréstimo
entre bibliotecas houve 185 solicitações e 213 atendimentos. Na comutação
bibliográfica, houve 1.411 solicitações e 2.199 atendimentos.
A Biblioteca do Curso de Agronomia.
A Biblioteca de Ciências Agrárias, localizada no Setor de Ciências
Agrárias/Campus I – Juvevê faz parte do sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal do Paraná e possui acervo referente às áreas de
Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária e Meio Ambiente.
O SIBI disponibiliza “on line” para toda a comunidade universitária o
Portal da informação, onde é possível acessar o acervo de todas as bibliotecas
da UFPR, bases de dados, textos completos de livros e periódicos e outros
links em diversas áreas do conhecimento.
À comunidade universitária da UFPR o SIBI disponibiliza o acesso à
consulta e empréstimo de materiais em qualquer de suas bibliotecas, com a
apresentação do cartão de identificação do Sistema de Bibliotecas ou do
Cartão de Identificação da UFPR. Após a informatização a Biblioteca oferece o
serviço de reserva de livros e teses “on line”.
O espaço físico da Biblioteca de Ciências Agrárias compreende hoje
uma área de 700,25 m², quando o espaço anterior era de 428,18 m². A
169
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
ampliação do espaço físico foi realizada em abril de 2006 visando atender as
necessidades dos usuários quanto às salas de estudos (individual e coletiva),
de sala de vídeo, de acesso para facilitar portadores de necessidades
especiais e para ampliação do acervo.
Atualmente, a biblioteca oferece: a) sala de estudo individual com área
de 38 m², b) sala de estudo em grupo com área de 110 m², c) sala de vídeo
com área de 13 m², d) sala para acesso a internet com área de 38 m², e) sala
para processos administrativos com área de 69 m², f) sala para coleção
especial do meio ambiente com área de 13 m² e g) guarda volume, balcão de
empréstimo, copiadora e área de circulação com área de 70 m².
Em função dessa ampliação, a Biblioteca teve o seu “layout” alterado
quanto à entrada de usuários, quanto ao local de armazenamento de material
pessoal dos usuários e quanto ao balcão de empréstimo e instalação de
sistema de segurança para a coleção. A Biblioteca de Ciências Agrárias
oferece à comunidade universitária os seguintes serviços: a) empréstimo
domiciliar de livros, folhetos, periódicos, teses, dissertações, fitas de vídeo, CDROM; b) consulta local ao material bibliográfico; c) reprografia; d) comutação
bibliográfica; e) orientação ao acesso ao Portal da Informação; e) orientação ao
acesso a base de dados; f) normalização de documentos e g) palestras sobre o
uso da biblioteca e suas fontes.
O acervo da Biblioteca das Ciências Agrárias provém de recursos
federais, projetos apresentados pelas Coordenações de Cursos de Graduação
e de Pós-Graduação, doações e permutas. O sistema de bibliotecas participa
da Rede Bibliodata/CALCO da Fundação Getúlio Vargas para cooperação e
catalogação de seu acervo de livros e do Catálogo Nacional de Periódicos do
Instituto Brasileiro de Informação e Ciência e Tecnologia.
O acervo total para o Curso de Agronomia é composto por 19.256 títulos
e 28.078 exemplares de livros, sendo que 4.247 títulos são de formação geral,
mais acesso aos 9.448 e-books e a indicação de sites com texto completo. A
Biblioteca tem também no seu acervo uma coleção de 2.580 teses defendidas
na instituição ou recebidas por doações de outras instituições cujo assunto é
pertinente às áreas de agronomia, medicina veterinária e zootecnia. O acervo
da biblioteca conta hoje com o sistema de segurança. Com o apoio da
Coordenação está fazendo um estudo para atualização da bibliografia básica
do curso, quanto aos títulos a serem adquiridos e sobre a necessidade de se
adquirir mais exemplares, incorporando-as às obras já existentes na biblioteca.
Dos 19.256 títulos, 6.806 são de formação específica.
O acervo atual é composto por 2.632 títulos mais o acesso ao Portal da
CAPES, SCIELO e outros sites, com textos completos. Para atualização dos
usuários do Sistema estão disponíveis jornais e revistas em Bibliotecas do
sistema. A Biblioteca conta com um acervo de 272 fitas de vídeo e 120 obras
em CD-ROM que são disponibilizadas para empréstimo.
Com o apoio da Coordenação do Curso de Agronomia, a Biblioteca está
realizando um estudo para a atualização das bibliografias básicas do curso.
170
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Em novembro de 2004 inseriu-se a coleção de livros e teses no Sistema
Virtual que utiliza o protocolo Z-39.50 e também com o serviço de empréstimo
domiciliar e reserva informatizado. As teses defendidas na instituição a partir de
agosto de 2005 passaram a ter obrigatoriedade de entrega do documento em
arquivo pdf para compor a biblioteca virtual de teses da instituição.
Estão previstos nos próximos anos a inclusão de outros materiais no
sistema. O serviço de catalogação é efetuado desde 1989, utilizando a Rede
Biblioteca. O sistema de Biblioteca implantou um Portal de informação,
disponível em: http://www.portal.ufpr.br com acesso a sua coleção, bases de
dados, CCN, COMUT, Portal da CAPES, entre outros.
No portal de informação estão disponíveis bases de dados específicas
da área e também outras bases relacionadas e/ou complementares, por
exemplo: CAB Abstracts; VetCD; Biological Abstracts, etc.
A política de aquisição, expansão e atualização de material bibliográfico
do Sistema de Bibliotecas da UFPR é efetuada com recursos da União e
próprios. Os projetos dos Cursos de Graduação, da Pós-Graduação e do
Capes, permuta com instituições nacionais e estrangeiras e doações de
pessoas físicas e jurídicas.
4.2.2) Serviços Informatizados
Conforme citado (no item 4.2.1), o SIBI utiliza o software SOPHIA para o
gerenciamento de serviços e da rede de Bibliotecas da UFPR.
Possui também um serviço informatizado chamado de Portal da
Informação da UFPR, que combina as funções de um catálogo de acesso
público de última geração com uma seleção de bases de dados e links em
diversas áreas do conhecimento. É possível acessar periódicos, teses e
dissertações, ter acesso a documentos e às bibliotecas da Universidade. Vide
página eletrônica: http://www.portal.ufpr.br/index.php.
O Portal da Informação da UFPR permite um acesso “on line” ao acervo
das 13 bibliotecas da UFPR, permite também acesso público “on line” às bases
de dados referenciais (pesquisa agropecuária/EMBRAPA, Eric, Etdweb World
Energy Base, Patentes, Peri, Scielo, Toxline, Medline Bireme, BRAPCI, SICON
e Medline PUBMED); bases temáticas; bases textuais (Teses, Dissertações,
Livros e Periódicos) e de periódicos “on line” (sala de leitura, Artsource,
Biochemical and Molecular Biology, Economy, OASIS/IBICT, OPEN ACCESS
CONTROL, Highwire Press, Psycho Journals, Sciencekomm, UFPR, PLoS
Biology, Directory of Open Access Journals, Sumário de Revistas Brasileiras).
Permite também acesso “on line” as normas para editoração de
trabalhos, a algumas ferramentas de internet, acesso a alguns links
selecionados (CCN/IBICT periódicos, CBBU, Bibliotecas do Brasil, Bibliotecas
do Mundo, Editoras Nacionais, Editoras Estrangeiras, Fotocópias e livrarias) e
acesso ao Sistema SIBI.
171
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Assim, pode-se dizer que o sistema de bibliotecas disponível para o
Curso de Agronomia da UFPR pode ser considerado suficiente, totalmente
informatizado, de qualidade e atualizado para o desenvolvimento de todas as
atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
O sistema de bibliotecas pode ser considerado suficiente, totalmente
informatizado, de qualidade e atualizado para o desenvolvimento de todas as
atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico.
O SIBI disponibiliza “on line” para toda a comunidade universitária o
Portal da informação, onde é possível acessar o acervo de todas as bibliotecas
da UFPR, bases de dados, textos completos de livros e periódicos e outros
links em diversas áreas do conhecimento.
A infra-estrutura é ampla, atual e conta com mecanismos de
acessibilidades para portadores de necessidades especiais. O acervo é
completo, atualizado e dispõe de todas as bibliografias necessárias para o
cumprimento do projeto acadêmico do Curso de Agronomia. Os técnicos que
atendem a biblioteca tem formação adequada e treinamento para a realização
de suas atividades.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Dar continuidade a política prevista no Plano de Desenvolvimento
Institucional para as bibliotecas da UFPR. Destinar uma quantidade maior de
recursos financeiros para a aquisição de material bibliográfico mais atualizado
utilizado pelos alunos. Manter o aporte de recursos para a manutenção da
infra-estrutura e equipamentos disponíveis para o funcionamento das
bibliotecas.
DIMENSÃO IV – INFRA-ESTRUTURA
Componente: 4.3 – Instalações, laboratórios e Centros Experimentais.
4.3.1) Equipamento Acadêmico e de Laboratório
Conforme citado no item 4.1.1, nas salas de aula dos campi aonde
acontecem as atividades docentes do Curso de Agronomia, existem
equipamentos acadêmicos tradicionais (projetor de slides, retroprojetor, tela,
quadro negro, carteiras e demais itens) em condições satisfatórias e
adequadas para atender as necessidades do projeto acadêmico. Muitos destes
itens por estarem sendo utilizados há bastante tempo necessitam de reparos,
concertos e renovação, principalmente por equipamentos mais modernos e
atualizados (data show, multimídia, computadores, cadeiras estofadas, entre
outros).
Relativamente aos equipamentos de laboratórios, no Campus do
Juvevê (Campus I), os principais são:
172
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
a) No Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo o equipamento
acadêmico é o seguinte: são sete salas de aula com espaço físico útil total de
677,9 m2 que comportam 440 carteiras. Todas as salas possuem equipamento
áudio-visual com telas para projeção. Já os principais equipamentos existentes
por laboratório são: 1) Laboratório de Análise de Sementes: balanças
analíticas de precisão, condutivímetros, medidores de umidade de sementes,
estufa para secagem de sementes, incubadoras para B.O.D., germinadores,
homogeneizadores e divisores de amostra; 2) Laboratório de Clínica
Fitopatológica: microscópios, microscópios estereoscópicos, câmara de fluxo
contínuo, balança digital, autoclave; 3) Laboratório de Defesa Sanitária
Vegetal: simulador de pulverizador tratorizado de barra, pulverizadores costais
Jacto de 20l (5); 4) Laboratório de Ecofisiologia: espectrofotômetro uv
shimadzu, centrífuga refrigerada, microcentrífuga, balança de precisão,
destiladores tipo clevenger; 5) Laboratório de Epidemiologia e Manejo de
Doenças de Plantas: incubadoras para B.O.D. (5), geladeira (2), câmara de
fluxo (1), autoclave (1), microscópio (1), lupa (1), pHmetro (1), balança digital
(2), sala climatizada (1), destilador (1), microondas (1), fogão (1), estufa de
secagem e esterilização (1), estufa para microorganismos (1), agitador tubos
(1), banho maria (1); 6) Laboratório de Fitopatologia: microscópios,
microscópios estereoscópicos, balança digital, autoclave, estufa, sistema
fotográfico televisionado Sony; 7) Laboratório de Fitotecnia: balanças digitais
analíticas (3), estufas (3), WINRHIZO (1), Freezer (2), geladeira (2); 8)
Laboratório de Manejo Integrado de Pragas: incubadoras para B.O.D. (4),
microscópios estereoscópicos (2), computadores (2), torre de Potter (2),
geladeira (1), freezer (1), balança de precisão (1); 9) Laboratório de
Micropropagação de Plantas: câmara de fluxo laminar (3), microscópio
estereoscópico com sistema de fotos (1), microscópio ótico com sistema de
fotos (1), microscópio estereoscópico com iluminação (1), bomba de vácuo (1),
estufa incubadora (1), centrífuga (1), banho maria (1), capela de exaustão (1),
micropipetas (5), pHmetro (2), balança analítica (2), agitador magnético (1),
freezer (1), refrigerador (4), microondas (2), autoclave (2), deionizador (1),
destilador (2), estufa para secagem (1), mesa agitadora (3); 10) Laboratório
de Patologia de Sementes: autoclave vertical (1), balança analítica (1), estufa
de esterilização e secagem (1), estufa para cultura bacteriológica (1),
incubadora refrigerada (1), refrigerador (1), bomba de vácuo (1), pHmetro (1),
mesa agitadora de microplacas (1), microscópio ótico (1), microscópio
estereoscópico (1).
b) No Departamento de Solos e Engenharia Agrícola o equipamento
acadêmico é o seguinte: são quatro salas de aula com espaço físico útil total
de 500 m2 que comportam 400 carteiras. Todas as salas possuem
equipamento áudio-visual com telas para projeção. Os principais equipamentos
existentes por laboratório são: 1) Laboratório de Biogeoquímica: aparelhos
de espectrofotometria de absorção atômica e de emissão de chama,
centrífuga, estufas, capela especial para digestão fluorídrica; 2) Laboratório de
Fertilidade de Solos: pHmetro, espectrofotômetro de emissão de chama,
agitadores, estufas, balança de precisão; 3) Laboratório de Física do Solo: 3
conjuntos extratores de Richards (1, 5 e 15 bar) e placas porosas, 2
compressores de ar para os extratores de Richards, 1 dispersor de ultra-som
500 W Sonics and Materials, 1 sonda de nêutrons para determinação da
173
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
umidade do solo, 1 aparelho TDR para determinação da umidade Solotest, 1
penetrômetro Solotest, 1 balança eletrônica (precisão de 0,001 g), 3
clinômetros, 3 estufas para secagem de solo e tecido (110°C), 1 simulador de
chuvas (1 bico 80100 Veejet), 2 bombas de vácuo, 1 mesa de tensão, 1
aparelho para peneiração úmida de agregados, 1 agitador para peneiração
seca de agregados, 6 agitadores tipo Stirr, 1 balança capacidade 150 kg, 1
balança capacidade 3.000g (precisão de 0,001g), 1 agitador orbital (100
lugares), 1 agitador horizontal, 1 capela com exaustão, 1 banho-maria, 1
refrigeradores, 2 freezer, 4 conjuntos de anéis concêntricos (para infiltração de
água), 1 microcomputador com impressora, 50 tensiometros de mercúrio,
Bancadas, Vidrarias, Anéis volumétricos, Peneiras para análises
granulométricas; 4) Laboratório de Mineralogia do Solo: aparelho de difração
de raios-X,(marca PHILIPS), instrumentos e equipamentos para confecção de
lâminas de seção delgada de amostras de solo, agitador, balanças de precisão,
aparelho para análise térmica-diferencial, estufas, ultracentrífuca (até 26.000
rpm), pHmetro, banho-maria, chapa aquecedora, além de diversos reagentes e
vidrarias; 5) Laboratório de Fotointerpretação: Softwares, equipamentos de
geoprocessamento de imagens, mesa digitalizadora; 6) Laboratório de
Biologia do Solo: conta com diversos reagentes e vidrarias, autoclave,
centrífugas, balanças analítica, pHmetro, estufas, capela de fluxo laminar,
microondas, 15 microscópios binoculares, 15 lupas; 7) Laboratório de
Modelagem de Sistemas Agrícolas: possui quadro de vidro, computadores,
impressoras, scanner, softwares; 8) Laboratório da Eletrificação Rural:
conjunto de motores mono e trifásicos, conjunto de chaves manuais e semiautomáticos; 9) Laboratório de Tecnologia de Produtos Agrícolas.
c) No Departamento de Zootecnia o equipamento acadêmico é o seguinte:
são seis salas de aula com espaço físico útil total de 500 m2 que comportam
360 carteiras. Já os principais itens existentes no Laboratório de Nutrição
Animal são: 3 balanças analíticas (0,1 mg), 3 blocos extratores de gordura, 1
bloco de fibra bruta (macro), 1 bloco de fibra (micro), 1 centrífuga refrigerada, 1
mesa agitadora orbital, 2 fornos muflas, 4 estufas de vidraria (105º C), 2
estufas de vegetais (65º C), 2 estufas de umidade e temperatura controlada, 3
moinhos, 2 balanças de vegetais, 2 blocos completos de proteína (macro), 1
bloco completo proteína (micro), 1 determinador de fibras com bag, 1 destilador
micro, 1 infravermelho, 1 absorção atômica, 1 bomba calorimétrica, 1 fotômetro
de chama.
d) No Departamento de Economia Rural e Extensão o equipamento
acadêmico é o seguinte: são cinco salas de aula no prédio da administração do
Setor com espaço físico útil total de 300 m2 que comportam 190 carteiras.
Todas as salas possuem equipamento usual (quadro-negro, mesa e suporte
para multimídia). Já os principais itens existentes no laboratório são:
equipamentos de multimídia e computadores.
e) No Departamento de Informática existe um ambiente climatizado de 30 m²
onde estão disponibilizados 15 computadores em rede com acesso à internet
para a utilização gratuita da comunidade acadêmica. Há também uma sala de
aula informatizada e climatizada de 30 m² onde existem 12 computadores em
174
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
rede com acesso à internet para aulas prática, data show e demais infraestrutura para aula (quadro branco, apagador, canetas).
Os tipos e quantidade de equipamentos são satisfatórios (exceto no
Departamento de Informática em que há necessidade de se dobrar o número
de aparelhos de computação), mas, as condições de uso podem ser
consideradas apenas regulares.
As bases físicas que cediam o Curso de Agronomia e especialmente no
Campus do Juvevê necessitam de reforma no sistema hidráulico e elétrico bem
como de reparos nos rebocos e na pintura geral. As condições de conservação
de laboratórios são boas nos de fitopatologia, micropropagação, ecofisiologia,
fitotecnia, manejo integrado de pragas e de análise e tecnologia de sementes.
Os demais estão em condições apenas regulares.
Os materiais de laboratórios normalmente são deficitários especialmente
os mais raros, mais nobres e modernos. Os materiais das salas de aula,
conforme o item 4.1.1 necessitam ser trocados, reformados e modernizados.
Os equipamentos de segurança para os laboratórios como os lava-olhos,
chuveiros, máscaras, óculos, luvas e outros equipamentos foram solicitados e
estão em fase de licitação.
4.3.2) Centros e Campos Experimentais – Projeto Acadêmico/Usuários
Os Centros Experimentais da UFPR podem ser considerados suficientes
e adequados para o desenvolvimento de todas as atividades de ensino,
pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico. Neles estão inclusos
tanto a estrutura que dá suporte às atividades teóricas quanto à necessária
para a realização das atividades práticas. Desta forma, existe disponibilidade
física, funcionalidade e segurança para a realização das atividades didáticas.
A história dos Centros Experimentais da UFPR teve inicio em 1951,
quando o Governador do Estado do Paraná, Sr. Bento Munhoz da Rocha Neto,
comprou para o Estado uma área de 290 hectares, da chamada Fazenda
Superior de Agricultura e Veterinária visando implantar uma estação de ensino
e pesquisa.
A área, que recebeu naquela época a denominação de Granja do
Cangüiri, ficou sob a custódia do Estado até 1957 quando foi transferida par a
Escola Superior de Agricultura e Veterinária. Nesse ano o professor Arlindo
Loyola de Camargo, até então Secretário da Escola, passou a ocupar o cargo
de Diretor da Fazenda dando início às atividades agropecuárias vinculadas aos
dois cursos existentes, quais sejam de Engenharia Agronômica e de Medicina
Veterinária. Em 1958 cinco funcionários iniciaram os trabalhos de infraestrutura, e em 1960, já com 20 funcionários, a Fazenda foi dividida nos
setores de agricultura e pecuária.
Em 1963, sendo diretor da Escola o professor Lycio Greyn de Castro
Vellozo, foram adquiridos mais 160 hectares, que somados aos existentes
correspondem a área atual da Fazenda. Em 1964, com a transferência da
175
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Escola Nacional de Florestas para Curitiba, foram agregadas mais duas áreas,
uma em 1965, no município de Rio Negro com 120 hectares, e outra em 1972,
no município de São João do Triunfo com 31,5 hectares.
Como resultado da reforma das Universidades, em 1974 foi criado o
Setor de Ciências Agrárias (SCA) e consolidada a criação do Centro de
Estações Experimentais (CEEx), este congregando as três unidades
existentes, quais sejam, a Granja do Cangüiri e as áreas de rio Negro e São
João do Triunfo. A partir desta reforma o CEEx passou a ser
administrativamente ligado à Pró-Reitoria de Órgãos Suplementares, e retornou
para a administração direta do SCA, por ato do Conselho Universitário, a partir
de 1986.
Nos anos de 1992 e 1993 foram feitas gestões no sentido de agregar
mais duas áreas. Estas áreas, oriundas do extinto Instituto do Açúcar e do
Álcool (IAA), encontram-se nos municípios de Paranavaí, com 101 hectares, e
Bandeirantes, com 50 hectares, a primeira totalmente integrada ao complexo
do CEEx por meio de comodato com o Instituto Agronômico do Paraná
(IAPAR), e a segunda com a empresa Açúcar e Álcool Bandeirantes S.A.
(Usina Bandeirantes). Em 2009 foi incorporada mais uma área do Município de
Castro, com 120 ha.
O CEEx é atualmente dirigido pelo Engenheiro Agrônomo Edilberto
Possamai, professor doutor do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo
e é constituído de seis estações experimentais, a saber, Estação Experimental
do Cangüiri, Estação Experimental do Rio Negro, Estação Experimental de São
João do Triunfo, Estação Experimental de Paranavaí, Estação Experimental de
Bandeirantes e Estação Experimental de Castro. Estas unidades são utilizadas,
basicamente, para as atividades didáticas dos cursos do SCA, quais sejam
Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal, Medicina Veterinária, Zootecnia
e Engenharia Industrial Madeireira. São também o principal local para o
desenvolvimento dos trabalhos de pesquisa, tanto de professores quanto dos
alunos. Alunos de graduação ou pós-graduação dos diferentes cursos
trabalham sob a supervisão e orientação dos professores encontrando
condições adequadas para a realização de suas investigações. As áreas de
produção, também utilizadas como campos de demonstração para atividades
de extensão rural, atendem a demanda interna e o excedente, quando ocorre,
é comercializado.
A Estação Experimental do Cangüiri, localizada em Pinhais (a apenas
17 km de Curitiba), em uma área de 440 hectares, é um centro de atividades
didáticas e de pesquisa, ligado ao Setor de Ciências Agrárias da UFPR. A
fazenda atende alunos e professores dos cursos de Zootecnia, Agronomia,
Medicina Veterinária, Engenharia Florestal e Engenharia Industrial Madeireira.
Foi criada na década de 50 para atender ao Curso de Agronomia da UFPR.
A Estação Experimental do Cangüiri é o centro de pesquisas mais
acessível e completo para o Curso de Agronomia. Possui salas de aula,
auditório para 300 pessoas, áreas de olericultura, fruticultura, floricultura,
176
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
agricultura orgânica, criação de bovinos de corte e de leite, ovinos, caprinos,
entre outras atividades.
Dentro da fazenda do Cangüiri está localizado o CETREFA, um Centro
de Treinamento. A construção do Centro de Treinamento da Faculdade de
Agronomia (CETREFA) foi concluída em 1965. Esta realização foi fruto de
recursos doados pelo extinto Instituto Brasileiro do Café. Tem 1.355 m² de
construção distribuídos em alojamentos coletivos com capacidade para abrigar
até 85 pessoas, auditório par 210 pessoas, várias salas para aulas ou
reuniões, e serviços de cozinha industrial para 180 pessoas e lavanderia. A
manutenção é feita por 62 funcionários, dos quais 36 são terceirizados.
O CETREFA tem permitido a realização de diferentes tipos de cursos e
encontros de formação profissional além de reuniões administrativas
atendendo, desta forma, os acadêmicos do SCA, de outros setores da UFPR e
de outras universidades, os participantes dos cursos dos Convênios Case New
Holland, Irriga Brasil, Montana, os estagiários da EMATER, e os
administradores do SCA e de toda UFPR.
A Estação Experimental possui também uma série de convênios com
empresas privadas do agronegócio brasileiro, destacando-se o da Case/New
Holland, Montana, Irriga Brasil, FUNPAR e IBAMA/IAP. Estes têm as
finalidades de melhor atender as necessidades acadêmicas que são
desenvolvidas nas unidades experimentais, de melhorar a qualidade da
produção, e de proporcionar mais agilidade administrativa, especialmente, para
atender a comunidade que freqüentemente procura o CEEx.
A Estação Experimental do Cangüiri se encontra na Área de Proteção
Ambiental (APA) do Rio Iraí, que impõe limitações ao desenvolvimento de
algumas atividades de produção e a utilização de defensivos agrícolas. Desde
2003 a área de suinocultura não pode ser desenvolvida.
A seguir, apresenta-se os principais convênios firmados pela Estação
Experimental do Cangüiri que favorecem a melhoria da qualidade do ensino,
pesquisa e extensão do Curso de Agronomia.
Convênio FUNPAR
O Convênio com a Fundação da Universidade Federal do Paraná
(FUNPAR) foi firmado em 1983 com o objetivo de agilizar uma série de
atividades administrativas junto à Estação Experimental do Cangüiri. Por meio
deste convênio a Fundação, utilizando a estrutura operacional da Estação
Experimental, realiza a comercialização dos produtos agropecuários tanto dos
trabalhos de pesquisa quanto da produção propriamente dita. Os recursos
gerados são reaplicados na manutenção e no aprimoramento das instalações e
demais atividades da Estação Experimental. Passados vários anos da
celebração do convênio e considerando que os objetivos vem sendo atingidos
plenamente, o convênio foi estendido de forma contemplar as demais unidades
experimentais do CEEx.
177
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Convênio Case New-Holland
O Convênio Case New-Holland, tem objetivo de: (a) Prover melhores
condições para as atividades de pesquisa dos acadêmicos do SCA; (b) Prover
condições para manutenção das atividades da Estação Experimental do
Cangüiri; (c) Proporcionar o treinamento dos distribuidores, representantes e
mecânicos da hoje denominada Case New Holland.
Máquinas agrícolas, equipamentos e ferramental mecânico, destinados
à manutenção e reparos de máquinas, são garantidos pela Case New-Holland,
enquanto que, edificações e áreas para demonstrações e treinamentos são
providas pela UFPR. Máquinas agrícolas que não foram lançadas no mercado
são testadas na Estação Experimental.
Convênio Irriga Brasil
Está em vigor, desde 1983, um convênio com a firma Irriga Brasil,
empresa que tem seus interesses voltados para o campo da irrigação de áreas
agrícolas. Esse convênio que é coordenado pelo professor Celso Luiz
Prevedello, do Departamento de Engenharia e Tecnologia Rural.
Tem sido evidente que foi estabelecida uma relação empresa-escola
mais estreita de forma que as vantagens ocorrem para ambas as partes, ou
seja, os acadêmicos do Curso de Agronomia recebem um treinamento de alto
nível enquanto são realizados testes dos diferentes modelos de sistemas
mecanizados de irrigação, testes estes que são acompanhados inclusive pelos
professores. Os benefícios para os estudantes e professores do SCA são
notórios e se complementam pela difusão de tecnologia de irrigação para os
produtores que procuram o CEEx, particularmente aqueles interessados na
produção de hortaliças. Este convênio possui uma sala de treinamento para
técnicos e produtores. A empresa fornece equipamentos para a irrigação da
olericultura. Parte da água captada por suas bombas abastece a avicultura e
parte da bovinocultura.
Convênio Montana
A empresa Montana produz pulverizadores autopropelidos, de arrasto,
acoplados, a colheitadeira de algodão Cotton Blue e os tratores da marca
Landini. Possui convênio com a UFPR e realiza o empréstimo de diversos
equipamentos de pulverização para as disciplinas de defesa sanitária vegetal e
controle de plantas daninhas do Departamento de Fitotecnia e
Fitossanitarismo.
Convênio IBAMA/IAP
Permite o funcionamento de Laboratório de Criação e Incubação de
Animais Alternativos e Silvestres (LACRIAS), coordenado pelo professor Edson
Gonçalves Oliveira, que realiza a produção de animais como papagaios,
calopsitas, entre outros.
178
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
A Área de Produção Animal da Estação Experimental do Cangüiri
A grande área de produção animal contempla, de modo geral, as
disciplinas que envolvem as diferentes espécies de animais de fazenda que
são estudados nos cursos de Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária e
Zootecnia, tais como a avicultura, a bovinocultura de leite e a de corte.
Avicultura
A estrutura da área foi projetada em 1966, pelo professor Luimar Perly,
na época responsável pela disciplina de Avicultura de Departamento de
Zootecnia. Os objetivos eram os de proporcionar aos acadêmicos dos Cursos
de Engenharia Agronômica e Medicina Veterinária formação prática em
avicultura e de proporcionar condições adequadas para o desenvolvimento de
pesquisas considerando que o Paraná era um Estado com potencial
extraordinário para a produção de aves o que se confirma na atualidade.
A área está equipada para permitir atividades de ensino e pesquisa na
criação de frangos de corte, poedeiras comerciais, perus, codornas, faisões e
palmípedes. Há 5.533 m² de área construída em escala industrial com
capacidade para alojar 15.000 aves. A coordenação é dos professores Edson
Gonçalves Oliveira e Alex Maiorka do Departamento de Zootecnia.
Suinocultura
A área da suinocultura ocupa cerca de 7 hectares distribuídos em
piquetes para exercício e/ou pastoreio de reprodutores e de capineiras onde
são cultivadas alfafa, batata-doce, confrei e mandioca.
A área construída de 1.846 m² consta de seis salas com quatro celas
parideiras cada, seis salas com quatro unidades de creche cada, 39 boxes de
crescimento e terminação, conjunto de pré-gestação com um box para machos,
outro para fêmeas e sala de coberturas, onze boxes para gestação, oito
abrigos para reprodutores, gaiolas para experimentos sobre o metabolismo dos
animais, 31 unidades de abrigo experimental, dois boxes para quarentena,
centro administrativo com salas, depósito de ração, farmácia, almoxarifado e
vestíbulo, e centro de estágio com capacidade para oito pessoas tendo dois
apartamentos, sala de estudos, cozinha, copa e despensa. E como fator de
importância destaca-se que os dejetos das instalações são canalizados para
quatro esterqueiras visando o aproveitamento na criação de peixes. Tudo
organizado com os objetivos de ensino, pesquisa e extensão. Desde 2003, não
existem atividades de suinocultura devido ao fato da Estação Experimental do
Cangüiri fazer parte da APA do Rio Iraí.
Ovinocultura e Caprinocultura
A produção acontece no LAPOC (Laboratório de Produção e Pesquisa
em Ovinos e Caprinos), sob coordenação da professora Dra. Alda Lúcia
Gomes Monteiro em uma área de 18 hectares. O rebanho ovino do LAPOC é
composto por cerca de 90 fêmeas da raça Suffolk com e sem registro
179
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
genealógico, e dois reprodutores da mesma raça. Esse rebanho é a base das
pesquisas desenvolvidas com ovinos. Além disso, há cerca de dez fêmeas da
raça Santa Inês para fins didáticos de aulas e cursos.
O rebanho caprino é recente no LAPOC composto de fêmeas Boer, dois
reprodutores Boer, que foram cedidas por contrato de comodato com o Sr.
Lidovino Mazetto de Campo Erê – SC.
Pecuária de Leite
Estação Experimental do Cangüiri também possui a atividade de
pecuária de leite. São 79 animais, tendo atualmente 60 deles em produção no
sistema extensivo. A atividade possui infra-estrutura adequada além de uma
leiteria com máquina ordenhadeira mecanizada. O leite produzido está sendo
comercializado para um laticínio.
A Área de Produção Vegetal da Estação Experimental do Cangüiri
A produção vegetal contempla as duas grandes áreas aqui denominadas
de agricultura e silvicultura. Por meio das disciplinas correlacionadas são
contempladas as atividades didáticas direcionadas aos acadêmicos dos Cursos
de Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal e Medicina Veterinária. As
grandes áreas contemplam também atividades de extensão rural, por meio de
dias de campo nas áreas demonstrativas e são também utilizadas na produção
propriamente dita quer de alimentos quer de madeira.
A Agricultura
A área de agricultura atende, principalmente, as atividades do Curso de
Agronomia, por meio das múltiplas disciplinas que com os anos instalaram
seus “laboratórios” ao nível de campo. Devido ao fato da Estação Experimental
do Cangüiri fazer parte da APA do Rio Iraí, existe uma restrição de uso para
qualquer tipo de defensivo agropecuário, assim, toda a produção realizada é
dita orgânica.
Fitossanidade
A área de fitossanidade conta com uma edificação de 380 m², que é
dividida em sala de aula e laboratório para atender as atividades didáticas
relacionadas com as disciplinas de Defesa Fitossanitária e também os
estagiários que são regularmente recrutados entre os acadêmicos do Curso de
Agronomia, além de atender ao convênio da empresa Montana.
Floricultura
A área de floricultura está instalada em área de 2.000 m² próxima ao
prédio da administração da Estação Experimental. Como infra-estrutura tem
duas estufas de alvenaria de 77 m², três estufas plásticas de 336 m² e 311 m²
de canteiros com 37 espécies ornamentais de importância econômica no Brasil,
entre elas, Antúrio, Coníferas, Crisântemo, Gladíolo, Rosa e Violeta-africana.
180
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Nesta área são desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão
relacionadas com a disciplina de Plantas Ornamentais do Curso de Agronomia.
Atuam na área funcionários da UFPR, contratados pela FUNPAR e estagiários.
Estão em andamento projetos de pesquisa e inúmeros testes nas áreas
demonstrativas que envolvem, diretamente, os estagiários, visando propiciar
formação e desenvolvimento do pensamento científico além de enriquecer na
capacitação para o mercado profissional.
A floricultura é no Brasil um setor de crescimento. Os pólos produtivos
encontram-se no Estado de São Paulo, porém, o Paraná vem investindo
significativamente nesta área de tal forma que a Estação Experimental do
Cangüiri tem sido frequentemente procurada pelo público interessado em
ingressar no mercado de produção de plantas ornamentais, em busca de
informações sobre tecnologia adaptada para condições de clima temperado. A
coordenação desta área de produção é da professora Dra. Francine Cuquel do
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo.
Forragicultura
A produção de forragens tem sido baseada em pastagens e silagens de
milho, aveia pré-secada, azavém e papuã. As opções de espécies forrageiras
estão de acordo com as exigências da espécie e categoria animal formando
sistemas de produção com o objetivo de atender a demanda alimentar ao longo
de todo o ano. O estabelecimento das pastagens está sendo feito no sentido
de compor diferentes alternativas de produção de leite para fins de avaliação
do potencial das espécies estudadas e divulgação entre os pecuaristas dos sul
do Paraná. Têm-se trabalhado com azevém, ema gramínea anual de inverno, e
milheto, sorgo ou papua, gramíneas anuais de verão, associadas ao trevo
branco, trevo vermelho e cornichão, leguminosas perenes de inverno, em
sistemas de produção. Nestes o azevém e o papua retornam por
ressemeadura natural enquanto que milheto e sorgo são implantados por
semeadura em plantio direto.
A área teve como ponto de partida o campo agrostológico idealizado
pelos professores Ítalo Minardi e José Carlos Gavazoni, e atualmente é
coordenada pelo professor Aníbal de Moraes, do Departamento de Fitotecnia e
Fitossanitarismo, que está também implantando a utilização de capim quicuio e
estrela africana, duas gramíneas perenes de verão, em associação com os
trevos branco e vermelho e o cornichão, além do azevém. Há na área também
trabalhos com o capim elefante, uma gramínea perene de verão e a
associação de capim pensacola, outra gramínea perene de verão, associado
com os trevos branco e vermelho e cornichão. Todas as atividades são
voltadas, basicamente, para sustentação dos rebanhos de bovinos de leite e
ovinos e são largamente utilizadas em atividades didáticas, tanto por alunos da
graduação quanto da pós-graduação, estes inclusive desenvolvendo trabalhos
de tese. A coordenação desta área de produção é do professor Dr. Aníbal de
Moraes do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo.
181
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Fruticultura
A área de Fruticultura foi realizada pelo professor Amur Ferreira do
Amaral por volta de 1962. Atualmente ocupa uma área de 8 hectares. Há 15
diferentes espécies de frutíferas, quais sejam, Ameixa, Caqui, Castanha,
Cereja, Citrus, Figo, Framboesa, Kiwi, Maçã, Nectarina, Nêspera, Oliveira,
Pêra, Pêssego e Uva. Destas espécies há 45 diferentes variedades distribuídas
nas 2.500 plantas em produção.
A área está estruturada para aulas práticas de produção de mudas,
implantação de pomar, manejo de pomares e colheita de frutos. Tanto o poder
responsável quanto os servidores e estagiários envolvidos nas atividades da
área realizam trabalho de fomento da fruticultura por meio da produção de
mudas de espécies e variedades adaptadas para a região sul do Estado do
Paraná. Tem sido produzidas cerca de 6.000 mudas anuais para atender a
comunidade.
São desenvolvidos diversos projetos de pesquisa, especialmente na
propagação vegetativa e formação de mudas. Frutos deste trabalho são as
mudas de macieira e kiwi oriundas da micropropagação que é feita em
laboratório próprio no Setor de Ciências Agrárias. Anualmente são também
atendidos os produtores por meio de cursos sobre manejo de fruteiras. A
coordenação desta área de produção é do professor Dr. Luiz Antonio Biasi do
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo.
Lavouras de Espécies Anuais
A área destinada para a produção vegetal é de aproximadamente 100
hectares. Antes da limitação da APA do Rio Iraí, produzia-se nos diferentes
ciclos produtivos aproximadamente 80 hectares de milho, 20 hectares de feijão,
25 hectares de trigo, 25 hectares de triticale e 50 hectares de aveia branca.
Utilizava-se os sistemas de plantio direto, em 60% da área, e convencional no
restante. Além da finalidade de melhor utilização da área na presença dos dois
sistemas de cultivo, havia também a finalidade didática explorada pelos
professores das diferentes disciplinas correlacionadas, havendo integração
entre as disciplinas de agricultura propriamente dita, as de defesa fitossanitária
e a de nutrição e adubação mineral. Atualmente existe apenas a produção
orgânica de milho para silagem em uma área de 80 ha para abastecer a
sistema de produção da pecuária de leite.
Agricultura e Olericultura Orgânica
A área de olericultura foi idealizada e instalada pelo professor Aldinir
Curial Gondim. Conta com aproximadamente um hectare, possui como infraestrutura um sistema de irrigação por aspersão, um microtrator, duas estufas
de 125 m², um barracão para ferramentas e adubos que também serve de
abrigo para os trabalhadores, e dois tanques para lavagem e preparo das
hortaliças, uma sala de aulas e um gabinete didático. Conta também com
trabalhadores efetivos e nos picos de trabalho conta com o auxilio de
182
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
trabalhadores diaristas. A área da horta é dividida para atender as aulas
práticas e a produção propriamente dita.
Os acadêmicos do Curso de Agronomia, quando cursando a disciplina
Olericultura, durante o período letivo, desenvolvem trabalhos de
experimentação, de acordo com os projetos apresentados por eles mesmos,
onde o objetivo é fundamentalmente didático. Utilizam as mais diferentes
espécies de hortaliças em uma área aproximadamente 3.000 m² e também as
estufas.
Toda área que não é utilizada para fins didáticos é cultivada durante o
ano todo com alface, almeirão, brócolis, cebolinha, cenoura, chicória, couveflor, mostarda, rabanete, repolho e salsinha em sistema de escalonamento, ou,
em épocas oportunas devido a restrições climáticas, com abóbora, abobrinha,
cebola e chuchu. Esta área da horta também atende as atividades didáticas
possibilitando o estudo botânico das espécies. A produção é consumida pelo
restaurante do Centro de Treinamento da Estação Experimental do Cangüiri e
o excedente é comercializado pelo CEEx.
Atualmente, o centro é referência para produção de agricultura orgânica,
realizando experimentos que podem ser aplicadas em olerícolas tradicionais
como alface, repolho, cenoura, feijão vagem, pepino, morango, cebola, alho,
abobrinha e tomate e em culturas potenciais como a fisalis. Em 2009
aconteceu o terceiro dia de campo que contou com a presença de
aproximadamente 300 agricultores familiares da Região Metropolitana de
Curitiba (RMC) e foi promovido em parceria com a Emater/PR e o Centro
Paranaense de Referência em Agroecologia. A coordenação desta área de
produção é do professor Dr. Átila Francisco Mógor do Departamento de
Fitotecnia e Fitossanitarismo.
Estação Experimental de Rio Negro
A Estação Experimental de Rio Negro está focalizada no Município de
Rio Negro, no distrito de Tijuco Preto, às margens da BR 116, no km 200. Dista
110 km do centro de Curitiba e é de fácil acesso. Ocupa uma área de 120
hectares que foi viabilizada a partir de 1965 para atender as atividades de
ensino e pesquisa da então recém criada e transferida para Curitiba, Escola
Nacional de Florestas.
Antes de 1965 a Estação servia de Posto de Fomento do Ministério
Agricultura apenas com infra-estrutura básica para o desenvolvimento
atividades de pesquisa. Entre 1967 e 1970, com auxílio da FAO, tanto
recursos humanos quanto financeiros, foram implantados vários testes
espécies florestais e testes de procedência. A partir da saída dos técnicos
FAO os professores do Departamento de Silvicultura e Manejo assumiram
trabalhos de pesquisa continuando na implantação de áreas experimentais.
da
de
de
de
da
os
Nos últimos anos a Estação tem sido muito útil para fornecer matéria
para inúmeras pesquisas na área de tecnologia da madeira, manejo florestal e
silvicultura. Conta com uma equipe fixa de cinco operários, um trator com
183
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
implementos e instalações para produção de mudas de espécies florestais.
Mesmo considerada a distância, muitas atividades didáticas são desenvolvidas
na área aproveitando o excelente material disponível. Aproximadamente 50%
da área está ocupada com plantios florestais, 30% com florestas secundárias
de preservação permanente e 20% são utilizados para o cultivo de espécies
anuais e pastagens.
As principais atividades de pesquisa realizada são: a) Teste de espécies
do gênero Pinus spp. e Eucalyptus spp. adaptadas ao clima do sul do Brasil; b)
Teste de procedência de Pinus elliottii; c) Teste de procedência de Pinus taeda;
d) Teste de procedência de Eucalyptus viminalis; e) Teste de procedência de
Araucaria angustifólia; f) Testes de procedências de Cryptomeria japonica; g)
Teste de resistência de Pinus spp. a herbicidas; h) Regeneração natural de
Pinus spp.; i) Implantação de Araucaria angustifolia; j) Agrossilvicultura; k)
Implantação de erva-mate (Ilex paraguariensis) e l) Teste de procedência de
Pinus glabra.
Estação Experimental de São João do Triunfo
A Estação Experimental de São João do Triunfo foi incorporada a UFPR
em 1972, em continuidade ao programa de estabelecimento de rede de
estações para apoio ao ensino e à pesquisa florestal. Está localizada na
Colônia Bromado, município de São João do Triunfo, a aproximadamente 130
km de Curitiba, sendo que o acesso nos últimos 12 km é em estrada sem
cobertura asfáltica. A área da Estação é de 31,5 hectares que originalmente
era uma propriedade de colonos poloneses.
Atualmente toda a área está ocupada por floresta secundária em que
predominam pinheiros (Araucária angustifólia). Não obstante a vegetação ser
basicamente secundária existem muitas árvores remanescentes da cobertura
original, conforme atestam análises de troncos efetuadas. Alguns dos
pinheiros, com até dói metros de diâmetro a altura do peito, e imbuias (Ocotea
porosa) têm entre 200 e 300 anos de idade.
A cobertura florestal é típica da região central do Estado do Paraná o
que permite muitas pesquisas e atividades didáticas com o objetivo de
trabalhar com a floresta nativa. É possível também a coleta de sementes de
espécies nativas tanto para pesquisa quanto para a propagação das mesmas.
O professor Maurício Balensiefer, do Departamento de Silvicultura e Manejo é
o atual administrador da Estação Experimental que tem uma casa mobiliada
que permite a acomodação confortável de até oito pessoas. Encontra-se lotado
nesta Estação um funcionário que é encarregado da vigilância e manutenção.
Dentre as pesquisas realizadas na área, destacam-se: a) Estudo da
estrutura do povoamento; b) Estudo da fauna predadora de sementes de
araucárias; c) Recuperação das florestas secundárias através do
enriquecimento; d) Regeneração natural das espécies nativas e e) Avaliação
da dinâmica da floresta.
184
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Estação Experimental de Paranavaí
Com a extinção do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) o Programa de
Desenvolvimento do Setor Sucro Alcooleiro, que era desenvolvido no Paraná
pelo PLANALSUCAR, foi assumido pela Universidade Federal do Paraná. Com
isto foi incorporada, como estação experimental, uma área de 101 hectares
em Paranavaí, localizada na estrada Paranavaí-Cristo Rei a 7 km da BR 376.
Esta área pertence ao Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) e está cedida
em comodato para a UFPR, por um período de 40 anos a partir de 1992, sendo
coordenador do convênio o professor José Luis Camargo Zambon, do
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo.
A Estação que é administrada pelo professor Paulo Afonso Graciano, do
Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, possui área construída de
aproximadamente 750 m². As edificações são duas residências, dois prédios
para laboratórios, um depósito para máquinas e almoxarifado, e uma instalação
para tratamento térmico de mudas de cana-de-açúcar.
O principal trabalho de pesquisa na área é com a cultura da cana-deaçúcar, particularmente dirigido para a avaliação do germoplasma oriundo do
programa da Rede Inter-Universitária para Desenvolvimento do Setor Sucro
Alcooleiro (RIDESA). A área é também utilizada como apoio didático para as
disciplinas de agricultura.
Estação Experimental de Bandeirantes
De forma semelhante ao que ocorreu em Paranavaí e pela mesma razão
da extinção do Instituto do Açúcar e do Álcool foram feitas gestões no sentido
de concretizar acordo de comodato com a firma Açúcar e Álcool Bandeirantes
S.A. (Usina Bandeirantes), para que uma área de 50 hectares, no município de
Bandeirantes, fosse cedida em comodato por 40 anos. Isto ocorreu a partir de
1995 visando à atividade primordial de pesquisa com a cultura da cana-deaçúcar em ensaios de avaliação de germoplasma e aproveitamento para
atividades didáticas das disciplinas da área de agricultura.
O professor José Luis Camargo Zambon, do departamento de Fitotecnia
e Fitossanitarismo, é o coordenador deste convênio e o professor Paulo Afonso
Graciano, do mesmo departamento, é o administrador desta área que foi a
primeira Estação Experimental do extinto PLANALSUCAR no Paraná. A
Estação Experimental está localizada na estrada Bandeirantes – Sertãozinho a
aproximadamente 2 km da BR 369. A área construída é de cerca de 400 m²,
composta de uma residência, um depósito para máquinas, escritório e
almoxarifado.
Estação Experimental de Castro
Distante 147 km de Curitiba, com 145 ha, desempenha a função de
ensino e pesquisa e onde se desenvolvem as seguintes atividades: a)
Agricultura de verão (milho, soja e feijão) e b) Agricultura de inverno (trigo e
cevada). Em 2007 aconteceu a última produção, devido ao fato da UFPR não
185
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
poder realizar financiamento formal para o plantio de sua safra. A área da
estação veio do IAP em comodato para a UFPR no ano de 2002.
Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação do
Componente.
Os equipamentos das salas de aula, dos laboratórios e do laboratório de
informática são adequados para a realização das atividades de docência e
pesquisa. Os tipos e quantidades de equipamentos são satisfatórios, mas, as
condições de uso podem ser consideradas apenas regulares. Assim, existe
coerência entre o equipamento acadêmico e de laboratório com o projeto
acadêmico.
Muitos dos equipamentos por estarem sendo utilizados há bastante
tempo necessitam de reparos, concertos e renovação, principalmente por
equipamentos mais modernos e atualizados (data show, multimídia,
computadores, cadeiras estofadas, entre outros).
A infra-estrutura física e logística dos Centros Experimentais do Curso
de Agronomia da UFPR pode ser considerada adequada para a realização de
todas as atividades contempladas no projeto acadêmico. Todos os espaços
físicos satisfazem as necessidades das atividades curriculares. Destaca-se o
Centro Experimental do Cangüiri como o mais representativo para o curso.
O Centro Experimental do Cangüiri é principal local para o
desenvolvimento dos trabalhos de pesquisa, tanto de professores quanto dos
alunos. Alunos de graduação ou pós-graduação dos diferentes cursos da
UFPR trabalham sob a supervisão e orientação dos professores encontrando
condições adequadas para a realização de suas investigações. As áreas de
produção também são utilizadas como campos de demonstração para
atividades de extensão rural. Neste centro existe uma representatividade
agroecológica em relação às principais atividades agropecuárias realizadas no
Estado do Paraná.
Ações para Garantir a Qualidade de Forma Permanente.
Continuar com as políticas de ampliação, melhoramento e conservação
dos equipamentos acadêmicos, dos equipamentos de laboratório e dos centros
experimentais que estão previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional.
Tentar obter fundos alternativos para implementar as políticas de
ampliação do Campus, melhoria da infra-estrutura e aquisição de
equipamentos acadêmicos e de laboratório para garantir a manutenção de
qualidade do ensino, pesquisa e extensão.
Resumo Evolutivo da Dimensão Infra-Estrutura
A infra-estrutura física e logística do Curso de Agronomia da UFPR pode
ser considerada adequada para a realização de todas as atividades
contempladas no projeto acadêmico. Tanto os espaços físicos (salas de aula,
186
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
laboratórios, laboratório de informática), quanto às bibliotecas e os Centros
Experimentais satisfazem as necessidades das atividades curriculares. A infraestrutura para a recreação, desporto e bem estar é adequada e suficiente para
atender as demandas da comunidade universitária.
A quantidade, funcionalidade e características dos meios de
comunicação utilizados pelo Curso de Agronomia podem ser considerados
satisfatórios para o desenvolvimento de todas as atividades de ensino,
pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico.
A quantidade, qualidade, funcionalidade e características dos meios de
transporte são também aceitáveis para atender as necessidades de aulas
práticas, visitas técnicas, viagens, pesquisas e outras atividades previstas no
projeto acadêmico do curso.
O sistema de bibliotecas pode ser considerado suficiente, totalmente
informatizado, de qualidade e atualizado para o desenvolvimento de todas as
atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico. A
infra-estrutura é ampla, atual e conta com mecanismos de acessibilidades para
portadores de necessidades especiais.
O SIBI disponibiliza “on line” para toda a comunidade universitária o
Portal da informação, onde é possível acessar o acervo de todas as bibliotecas
da UFPR, bases de dados, textos completos de livros e periódicos e outros
links em diversas áreas do conhecimento.
Os equipamentos das salas de aula, dos laboratórios e do laboratório de
informática são adequados para a realização das atividades de docência e
pesquisa. Os tipos e quantidades de equipamentos são satisfatórios, mas, as
condições de uso podem ser consideradas apenas regulares. Assim, existe
coerência entre o equipamento acadêmico e de laboratório com o projeto
acadêmico.
A infra-estrutura física e logística dos Centros Experimentais do Curso
de Agronomia da UFPR pode ser considerada apropriada para a realização de
todas as atividades contempladas no projeto acadêmico. Todos os espaços
físicos satisfazem as necessidades das atividades curriculares. Destaca-se o
Centro Experimental do Cangüiri como o mais representativo para o curso.
O Centro Experimental do Cangüiri é principal local para o
desenvolvimento dos trabalhos de pesquisa, tanto de professores quanto dos
alunos. Alunos de graduação ou pós-graduação dos diferentes cursos da
UFPR trabalham sob a supervisão e orientação dos professores encontrando
condições adequadas para a realização de suas investigações. As áreas de
produção também são utilizadas como campos de demonstração para
atividades de extensão rural. Neste centro existe uma representatividade
agroecológica em relação às principais atividades agropecuárias realizadas no
Estado do Paraná.
187
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
Síntese da Autoavaliação
1 - Aspectos Favoráveis e Desfavoráveis de Cumprimento ou Satisfação
dos Critérios em Conjunto no Curso.
O Curso de Agronomia possui um âmbito acadêmico bastante
adequado, que se caracteriza pela existência de uma intensa atividade
universitária com plena participação de todos os atores da comunidade
empenhados no desenvolvimento da instituição.
As atividades acadêmicas, de pesquisa e de extensão são consistentes
com a missão, objetivos e valores da Universidade e se desenvolvem de forma
adequada com a atual estrutura existente, evidenciando a coerência entre a
administração universitária, a estrutura organizacional, a estrutura de gestão,
os mecanismos de participação da comunidade e os objetivos do projeto
acadêmico.
Os procedimentos para a eleição, seleção, designação e avaliação dos
cargos dirigentes da administração universitária estão respaldados pela
legislação vigente. O perfil acadêmico dos responsáveis pelo curso está
plenamente em sintonia com o projeto acadêmico.
As previsões orçamentárias, bem como o seu exercício financeiro estão
claramente dispostas no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFPR (PDI
2007/2010). O curso é financiado por fundos públicos federais de custeio e
manutenção, o que garante as atividades acadêmicas, a manutenção do
pessoal técnico-administrativo e o desenvolvimento de planos plurianuais de
manutenção, expansão de infra-estrutura, laboratórios e bibliotecas.
Existem programas específicos de bolsas de pesquisa, extensão e de
ajuda econômica. A cada ano os programas são aperfeiçoados e as bolsas são
aumentadas em número procurando ampliar o universo de alunos atendidos.
Existe também supervisão curricular e apoio pedagógico aos alunos
ingressantes. Desenvolve-se também vários tipos de programas de promoção
da cultura em suas várias expressões, bem como programas de bem estar
para toda a comunidade acadêmica.
Os objetivos do curso bem como a estrutura curricular vigente estão de
acordo Resolução nº. 36/89 do CEP e formam profissionais dotados de sólida
competência científica e tecnológica, associada a uma aguda e crítica
consciência quanto à necessidade de um equânime progresso sócioeconômico local, regional e nacional.
A Estrutura curricular e os conteúdos programáticos das disciplinas são
adequados e permitem tanto uma integração horizontal quanto vertical. As
disciplinas no seu conjunto geral promovem ações integradoras do processo de
ensino-aprendizagem, que redundam no oferecimento, ao aluno, das
competências e habilidades necessárias ao pleno exercício profissional, em
consonância com os requerimentos legais exigidos pelos organismos de classe
profissional.
188
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
O curso, no conjunto de suas disciplinas, consegue promover um
aprendizado ativo mediante um posicionamento crítico sobre os problemas
reais da agricultura brasileira, desde aqueles que acometem o pequeno
agricultor até aqueles do agronegócio brasileiro, através de aulas práticas,
visitas técnicas e atividades integradoras.
A produção acadêmica, a publicação científica e os projetos de pesquisa
e extensão desenvolvidos pelo corpo docente são adequados, suficientes, e
estão diretamente relacionados com a área de conhecimento aonde os
docentes exercem suas funções. Existe uma participação bastante ativa dos
alunos em muitas das pesquisas realizadas.
Existe coerência entre as pesquisas, as atividades de extensão e o
processo de ensino-aprendizagem, dado que muitas das informações obtidas
nas nestas atividades são repassadas aos alunos em sala de aula, melhorando
a sua formação acadêmica.
Existe uma política de intercâmbio consolidando a abertura da UFPR
para maior inserção internacional, enfocando a mobilidade acadêmica (docente
e discente) e técnica, promovendo a internacionalização do ensino superior, da
pesquisa e da extensão.
O sistema de entrada e admissão é bem estruturado e organizado,
procedendo a uma adequada seleção do corpo discente que busca uma vaga
na universidade.
Os indicadores acadêmicos são satisfatórios e estão adequados com o
projeto acadêmico do curso. A relação docente equivalente alunos, a relação
alunos por docente e a quantidade média de alunos por disciplina é satisfatória.
Existe uma oferta bastante adequada tanto de cursos de pós-graduação
“stricto sensu” (mestrado e doutorado) quanto de cursos “lato sensu”
(especializações, aperfeiçoamentos, MBA’s, especializações EAD, cursos de
formação rápida e outros).
O número, a formação, a titulação, a dedicação e a produção acadêmica
dos docentes permitem cumprir adequadamente os requerimentos legais para
garantir os ditames do curso com alto nível de qualidade. Existe também um
adequado plano de carreira fixado por lei, bem como uma categorização
docente baseada em titulação e avaliação de atividades realizadas pelo
docente no interstício de cada dois anos.
A infra-estrutura física e logística pode ser considerada adequada para a
realização de todas as atividades contempladas no projeto acadêmico. Tanto
os espaços físicos (salas de aula, laboratórios, laboratório de informática),
quanto às bibliotecas e os Centros Experimentais satisfazem as necessidades
das atividades curriculares. Eventuais falhas detectadas em áreas específicas
são pronta e prioritariamente atendidas.
189
Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica da UFPR
O sistema de bibliotecas pode ser considerado suficiente, totalmente
informatizado, de qualidade e atualizado para o desenvolvimento de todas as
atividades de ensino, pesquisa e extensão previstas no projeto acadêmico. A
maioria das áreas contempladas possui um acervo em número e atualidade
bastante satisfatório. Algumas delas, eventualmente desatualizadas, são
também tratadas com celeridade no atendimento às suas necessidades.
A infra-estrutura para a recreação, desporto e bem estar é adequada e
suficiente para atender as demandas da comunidade universitária. Os
cronogramas de construção de novas plantas desportivas e de recreação, bem
como de reforma e ampliação das já existentes, é a garantia de que a
ampliação do número de vagas discentes será bem atendida nesse quesito.
Síntese da Autoavaliação
2 - Ações para Melhoria do Curso, para Prevenir Riscos ou Evita-los.
Prosseguir com a comissão de assessoramento da coordenação
objetivando melhorar a organização e a gestão institucional através da
execução de um plano estratégico de desenvolvimento e formalizando um
banco de informações organizadas e integradas.
Continuar com o processo de reforma curricular e de construção do
Projeto Político Pedagógico para melhorar a qualidade do curso e ajustá-lo às
atuais demandas do mercado de trabalho e das necessidades sócioeconômicas do estado e do país.
Estabelecer e implementar uma política de avaliação permanente da
formação propiciada pelo curso, reformulando seu projeto pedagógico sempre
que necessário.
Manter um dinâmico plano estratégico de prospecção de novas áreas de
atuação profissional e criar mecanismos para incorporá-las à estrutura
curricular vigente.
Melhorar o desempenho dos estudantes, diminuir o tempo de
permanência e desenvolver um conjunto de indicadores acadêmicos que
permitam ajustes na estrutura curricular e nas disciplinas. Investigar os motivos
que levam à evasão acadêmica e propiciar meios aos estudantes de evitá-la.
Tornar mais efetiva a participação da comunidade acadêmica no
processo contínuo de autoavaliação do curso.
Implementar programas de capacitação pedagógica para os docentes
melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a prática no uso de
recursos áudio-visuais.
Manter atualizado e ampliar o banco de dados dos alunos egressos.
Ampliar e consolidar as formas e meios de divulgação das atividades
acadêmicas.
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Ampliar a captação de recursos públicos para o fortalecimento do
ensino, pesquisa e extensão, tanto em nível de graduação quanto de pósgraduação.
Melhorar a infra-estrutura, a acessibilidade para portadores de
necessidades especiais e os equipamentos das salas de aula, laboratórios
científicos (didáticos ou não), laboratórios de informática e centros
experimentais.
Melhorar e ampliar a infra-estrutura para a recreação, desporto e bem
estar da comunidade acadêmica.
Garantir a segurança, a manutenção e a conservação dos espaços
utilizados para o ensino, pesquisa e extensão.
Melhorar a atualização do acervo bibliográfico. Modernizar, revitalizar e
ampliar o sistema de informação e comunicação.
Fortalecer as linhas de pesquisa já consolidadas e realizar a prospecção
de novas áreas de conhecimento ainda não exploradas.
Consolidar a posição de referência regional das atividades de pesquisa
e ampliar a participação no cenário nacional e internacional.
Ampliar a contratação de professores para os departamentos e
disciplinas cujo número se encontra abaixo do que seria considerado
satisfatório
Ampliar a contratação de pessoal técnico-administrativo capacitado para
dar suporte às atividades de ensino-aprendizagem.
Síntese da Autoavaliação
3 – Estratégias Principais para Implementar as Ações e Garantir a
Qualidade do Curso de Forma Permanente.
Acompanhar e avaliar as ações realizadas pela comissão de
assessoramento da coordenação. Dar seguimento e acompanhar o plano
estratégico institucional. Criar, implantar e consolidar o Projeto Pedagógico
Institucional. Capacitar os docentes em temas didático-pedagógicos.
Promover a articulação entre o Ensino, a Pesquisa e a Extensão com
responsabilidade social. Manter um ambiente universitário plural.
Modernizar, revitalizar e ampliar a infra-estrutura do curso e o sistema de
informação e comunicação. Ampliar a captação de recursos públicos para o
fortalecimento do ensino. Ampliar o espaço físico destinado aos laboratórios,
às salas de aula e demais atividades formativas. Incrementar e melhorar os
equipamentos de laboratório.
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Consolidar o Programa de Planejamento Institucional. Desenvolver
sistemas de informação gerencial, numa base de dados única. Inovar e
aperfeiçoar a gestão acadêmica e a gestão administrativa.
Expandir e consolidar as atividades de ensino. Ampliar e modernizar a
infra-estrutura de apoio ao ensino. Inovar os procedimentos didáticos
pedagógicos.
Criar, implantar e consolidar um novo software de acompanhamento
acadêmico que permita uma maior flexibilidade no cruzamento de informações
e a geração de melhores indicadores acadêmicos.
Expandir e Consolidar as atividades de pesquisa. Manter, ampliar e
modernizar a infra-estrutura de apoio à pesquisa, priorizando os ambientes
multi-usuários. Ampliar e disseminar a inovação tecnológica.
Inovar, expandir e consolidar as atividades de extensão e cultura.
Promover o bem estar e a inclusão social. Ampliar e consolidar as
relações entre a Universidade e a sociedade.
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