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Anvisa rastreia próteses com defeito
Pacientes do Sul e do Sudeste receberam 70% dos implantes de silicone da marca PIP; mulheres
devem procurar seus médicos
03 de janeiro de 2012 | 8h 26
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Fernanda Bassette e Lisandra Paraguassu
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve divulgar até o final desta
semana um mapeamento com a distribuição das cidades, clínicas e hospitais que
adquiriram as próteses de silicone PIP (Poly Implant Prothèse) pelo País - sabe-se até o
momento que 70% delas estão nos Estados do Sul e Sudeste.
Ao todo, a empresa EMI Importação e Representação importou 34.631 próteses
defeituosas. Dessas, pouco mais de 24 mil foram usadas por cerca de 15 mil mulheres.
Um lote de 10 mil, ainda em poder da empresa, deverá ser destruído. O registro das
próteses no País foi cancelado em 30 de dezembro, uma semana após a França ter
recomendado às mulheres retirarem os implantes por apresentarem maior risco de
romper ou vazar. As cirurgias serão pagas pelo governo.
Segundo Luiz Roberto Klassmann, diretor adjunto da Anvisa, os dados da distribuição
foram recolhidos da sede da empresa em abril de 2010, quando a comercialização do
produto foi suspensa no Brasil.
Agora os dados serão tabulados e entregues para todas as vigilâncias sanitárias do País
para que elas passem a monitorar os pacientes e possíveis problemas, como o
rompimento das próteses. O levantamento possui dados como nome, endereço, cidade,
telefone, e-mail e quantidade de próteses que foram adquiridas por determinada cidade,
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,anvisa-rastreia-proteses-com-defeito,817979,0.htm[03/01/2012 21:56:07]
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Com 73% das metas pendentes,
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clínica e hospital.
Com o mapeamento, será possível apontar em quais cidades elas foram distribuídas e
usadas. Apesar disso, Klassmann ressalta que é importante que as mulheres que não
saibam a marca de suas próteses procurem a clínica ou o médico que as atendeu. A
Anvisa recomenda aos médicos que usaram essas próteses que procurem seus pacientes
e informem dos possíveis riscos de ruptura do material.
Protocolo. Na próxima semana, a Anvisa fará uma reunião com representantes das
sociedades brasileiras de mastologia e de cirurgia plástica para analisar os riscos e a
possibilidade de estabelecer um protocolo de procedimentos no caso de rupturas.
“Como não temos um número significativo de casos de alteração pós-uso das próteses no
nosso sistema, não temos uma série histórica que possamos analisar para saber como
proceder preventivamente. Há uma deficiência nas informações repassadas à agência.
Daí a necessidade de consultas à área médica”, disse.
Paraná. A Vigilância Sanitária do Paraná, por exemplo, está com os dados em mãos e já
notificou as vigilâncias municipais para que comecem o monitoramento. No Paraná
foram comercializadas ao menos 2.084 próteses - 1.507 só em Curitiba.
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“Com a lista de distribuição da empresa, estamos em campo para encontrar as clínicas e
demais pontos de aquisição. Vamos rastrear esses pacientes e ver como as clínicas vão
acompanhá-los”, afirmou Paulo Santana, responsável pela vigilância estadual.
Como a EMI tem sede no Paraná, a vigilância estadual fiscalizou o endereço na semana
passada, mas o local estava fechado - em férias coletivas. “Não havia nenhuma indicação
de que ali funciona um comércio. Vamos voltar a fiscalizar e, se encontrarmos próteses,
elas serão recolhidas”, diz Santana.
Ontem, uma nova inspeção foi feita no local pela vigilância do Paraná e o resultado foi o
mesmo: o local estava fechado.
O diretor comercial da Emi, John Arnstein, afirmou ao Estado na semana passada que a
empresa tornou-se só um galpão para guardar as próteses e um funcionário para
vigilância. “A empresa acabou”, afirmou.
Financiamento. Segundo Klassmann, a Anvisa analisa só o risco sanitário das próteses
de silicone e não entra na questão de financiar ou não a retirada das próteses. “Se isso
acontecer, essas ações serão coordenadas pelo Ministério da Saúde”, afirmou.
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Tópicos: Próteses, Silicone, PIP, Anvisa, França
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