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IOB Guia Prático - Novas Regras Tributárias - MP 627/2013 x Lei 12.973/2014
Novas Regras
Tributárias
Quadro Comparativo
MP 627/2013
X
Lei 12.973/2014
Elaborado pela Equipe
Técnica Especializada IOB
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Apresentação
CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 627/2013
NA LEI Nº 12.973/2014
COMENTÁRIOS
A Lei nº 12.973/2014, objeto de conversão da Medida Provisória nº 627/2013,
foi sancionada com vetos pela Presidente da República e contemplou algumas alterações, inclusões e exclusões, em relação ao texto original da citada Medida Provisória, diante das emendas apresentadas durante a sua tramitação no Congresso
Nacional.
Dentre elas destacamos as seguintes:
a)extinção do regime tributário de transição (RTT);
b)ratificação das práticas contábeis internacionais;
c)alteração nos percentuais das multas no caso de atraso, falta de entrega ou
entrega com erros, inexatidões ou omissões de informações do Lalur;
d)alteração na base de cálculo dos juros sobre o capital próprio;
e)tratamento da mais-valia e da menos-valia nos casos de incorporação, fusão ou cisão;
f) desconsideração do laudo pelas autoridades fiscais se o mesmo contiver
vícios e incorreções de caráter relevante, nos casos de incorporação, fusão
ou cisão;
g)nas operações de arrendamento mercantil, possibilidade de computar as
despesas financeiras na determinação do lucro real;
h)não incidência do IRPJ e CSLL sobre a distribuição dos lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados entre 1º.01.2008 e
31.12.2013, em valores superiores aos apurados com observância dos métodos e critérios contábeis vigentes em 31.12.2007, dentre outras.
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Quanto ao cálculo do PIS-Pasep e Cofins pelo regime cumulativo, foram reincorporados ao texto do art. 3º da Lei nº 9.718/1998 as hipóteses de exclusão da
receita bruta vinculadas ao resultado positivo da avaliação de investimento pelo
valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de participações
societárias que tenham sido computados como receita bruta, bem como a receita
decorrente da venda de bens classificados no ativo não circulante, computada como
receita bruta, que haviam sido retirados do texto legal pela Medida Provisória nº
627/2013.
As demais alterações e comentários constam do quadro comparativo apresentado neste encarte.
Equipe Técnica
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Quadro Comparativo
MP nº 627/2013 (DOU 12.11.2013)
x
Lei nº 12.973/2014 (DOU 14.05.2014)
As alterações que não repercutem na interpretação dos artigos não serão comentadas. Os apontamentos em negrito correspondem às alterações entre o texto da conversão
da Medida Provisória nº 627/2013 e a Lei nº 12.973/2014.
Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 1º O Imposto sobre a Renda das
Pessoas Jurídicas - IRPJ, a Contribuição
Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, a
Contribuição para o PIS/PASEP e a
Contribuição para o Financiamento
da Seguridade Social - COFINS serão
determinados segundo as normas da
legislação vigente, com as alterações
desta Medida Provisória.
Art. 1º O Imposto sobre a Renda das
Pessoas Jurídicas - IRPJ, a Contribuição
Social sobre o Lucro Líquido - CSLL,
a Contribuição para o PIS/Pasep e a
Contribuição para o Financiamento
da Seguridade Social - Cofins serão
determinados segundo as normas da
legislação vigente, com as alterações
desta Lei.
A pessoa jurídica poderá optar pela aplicação do disposto nos
arts. 1º e 2º e 4º a 70
para o ano-calendário
de 2014 (art. 75 x
119, § 1º)
Art. 2º O Decreto-Lei nº 1.598, de 26
de dezembro de 1977, passa a vigorar
com as seguintes alterações:
Art. 2° O Decreto-Lei nº 1.598, de 26
de dezembro de 1977, passa a vigorar
com as seguintes alterações:
Vigência: 1º.01.2015
“Art. 7º.............................................
“Art. 7º.............................................
........................................................
........................................................
§ 6º A escrituração prevista neste artigo deverá ser entregue em meio digital
ao Sistema Público de Escrituração Digital - Sped.” (NR)
§ 6º A escrituração prevista neste artigo deverá ser entregue em meio digital
ao Sistema Público de Escrituração Digital - SPED.” (NR)
“Art. 8º.............................................
“Art. 8º.............................................
I - de apuração do lucro real, que será
entregue em meio digital e no qual:
I - de apuração do lucro real, que será
entregue em meio digital, e no qual:
........................................................
........................................................
b) será transcrita a demonstração do
lucro real e a apuração do Imposto sobre a Renda;
b) será transcrita a demonstração do
lucro real e a apuração do Imposto sobre a Renda;
........................................................
........................................................
ALTERAÇÕES NO DECRETO-LEI Nº
1.598/1977:
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 1º Completada a ocorrência de cada
fato gerador do imposto, o contribuinte deverá elaborar o livro de que trata
o inciso I do caput, de forma integrada
às escriturações comercial e fiscal, que
discriminará:
§ 1º Completada a ocorrência de cada
fato gerador do imposto, o contribuinte deverá elaborar o livro de que trata
o inciso I do caput, de forma integrada
às escriturações comercial e fiscal, que
discriminará:
b) os registros de ajuste do lucro líquido, com identificação das contas analíticas do plano de contas e indicação
discriminada por lançamento correspondente na escrituração comercial,
quando presentes;
b) os registros de ajuste do lucro líquido, com identificação das contas analíticas do plano de contas e indicação
discriminada por lançamento correspondente na escrituração comercial,
quando presentes;
........................................................
........................................................
d) a apuração do Imposto sobre a Renda devido, com a discriminação das
deduções quando aplicáveis; e
d) a apuração do Imposto sobre a Renda devido, com a discriminação das
deduções, quando aplicáveis; e
e) demais informações econômico-fiscais da pessoa jurídica.
e) demais informações econômico-fiscais da pessoa jurídica.
........................................................
........................................................
§ 3º O disposto neste artigo será disciplinado em ato normativo da Secretaria da Receita Federal do Brasil.
§ 3º O disposto neste artigo será disciplinado em ato normativo da Secretaria da Receita Federal do Brasil.
........................................................
........................................................
§ 4º Para fins do disposto na alínea “b”
do § 1º, considera-se conta analítica
aquela que registra em último nível os
lançamentos contábeis.” (NR)
§ 4º Para fins do disposto na alínea “b”
do § 1º, considera-se conta analítica
aquela que registra em último nível os
lançamentos contábeis.” (NR)
“Art. 8º-A. O sujeito passivo que deixar de apresentar o livro de que trata o
inciso I do caput do art. 8º, nos prazos
fixados no ato normativo a que se refere o seu § 3º, ou que o apresentar com
inexatidões, incorreções ou omissões,
fica sujeito às seguintes multas:
“Art. 8º-A. O sujeito passivo que deixar de apresentar o livro de que trata o
inciso I do caput do art. 8º, nos prazos
fixados no ato normativo a que se refere o seu § 3o, ou que o apresentar
com inexatidões, incorreções ou omissões, fica sujeito às seguintes multas:
I - equivalente a 0,025% (vinte e
cinco milésimos por cento), por mês-calendário ou fração, da receita bruta da pessoa jurídica no período a que
se refere a apuração, limitada a um
por cento, relativamente às pessoas
jurídicas que deixarem de apresentar
ou apresentarem em atraso o livro; e
I - equivalente a 0,25% (vinte e
cinco centésimos por cento), por
mês-calendário ou fração, do lucro
líquido antes do Imposto de Renda da
pessoa jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, no período
a que se refere a apuração, limitada
a 10% (dez por cento) relativamente
às pessoas jurídicas que deixarem de
apresentar ou apresentarem em atraso o livro; e
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Aumentado o percentual da multa e alterada a base de cálculo
para a sua aplicação,
para quem entregar ou
não, ou entregar com
erros, omissões ou inexatidão, o Lalur eletrônico
ENTREGA EM ATRASO OU NÃO APRESENTAÇÃO
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
II - cinco por cento, não inferior a R$
500,00 (quinhentos reais), do valor
omitido, inexato ou incorreto.
II - 3% (três por cento), não inferior a
R$ 100,00 (cem reais), do valor omitido, inexato ou incorreto.
§ 1º A multa de que trata o inciso I do
caput será reduzida:
§ 1º A multa de que trata o inciso I do
caput será limitada em:
I - à metade, quando o livro for apresentado depois do prazo, mas antes de
qualquer procedimento de ofício; e
I - R$ 100.000,00 (cem mil reais)
para as pessoas jurídicas que no ano-calendário anterior tiverem auferido
receita bruta total, igual ou inferior a
R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais);
II - em vinte e cinco por cento, se
houver a apresentação do livro no prazo fixado em intimação.
II - R$ 5.000.000,00 (cinco milhões
de reais) para as pessoas jurídicas que
não se enquadrarem na hipótese de
que trata o inciso I deste parágrafo.
§ 2º A multa de que trata o inciso I do
caput será reduzida:
I - em 90% (noventa por cento),
quando o livro for apresentado em até
30 (trinta) dias após o prazo;
II - em 75% (setenta e cinco por cento), quando o livro for apresentado em
até 60 (sessenta) dias após o prazo;
III - à metade, quando o livro for apresentado depois do prazo, mas antes de
qualquer procedimento de ofício; e
Vigência,
comentários
e notas
A multa aumentou de
0,025% para 0,25%.
A base de cálculo inicial era a receita bruta.
Agora a base é o lucro
líquido antes do IRPJ e
da CSLL.
Antes a limitação era
de 1%, agora é de
10%.
O limite máximo da
multa passa a ser de
R$ 100 mil a R$ 5 milhões em função da
receita bruta total do
ano-calendário anterior.
O percentual de redução foi escalonado
em 25%, 50%, 75% e
90%.
ERRO, OMISSÃO E
VALOR INEXATO
A multa diminuiu de
5% para 3%. O valor
mínimo dessa multa foi
reduzido de R$ 500,00
para R$ 100,00.
IV - em 25% (vinte e cinco por cento), se houver a apresentação do livro
no prazo fixado em intimação.
§ 2º A multa de que trata o inciso II
do caput:
§ 3º A multa de que trata o inciso II
do caput:
I - não será devida se o sujeito passivo
corrigir as inexatidões, incorreções ou
omissões antes de iniciado qualquer
procedimento de ofício; e
I - não será devida se o sujeito passivo
corrigir as inexatidões, incorreções ou
omissões antes de iniciado qualquer
procedimento de ofício; e
II - será reduzida em vinte e cinco
por cento, se forem corrigidas as inexatidões, incorreções ou omissões no
prazo fixado em intimação.
II - será reduzida em 50% (cinquenta
por cento) se forem corrigidas as inexatidões, incorreções ou omissões no
prazo fixado em intimação.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 3º Quando não houver receita bruta informada no período de apuração
a que se refere a escrituração, deverá
ser utilizada a receita bruta do último
período de apuração informado, atualizada pela taxa Selic até o termo final
de encerramento do período a que se
refere a escrituração.
§ 4º A multa prevista no inciso I do
caput não poderá ser inferior à R$
5.000,00 (cinco mil reais), por mês-calendário ou fração.
§ 4º Quando não houver lucro líquido, antes do Imposto de Renda e da
Contribuição Social, no período de
apuração a que se refere a escrituração, deverá ser utilizado o lucro líquido,
antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social do último período de
apuração informado, atualizado pela
taxa referencial do Sistema Especial de
Liquidação e de Custódia - Selic, até o
termo final de encerramento do período
a que se refere a escrituração.
§ 5º Sem prejuízo das penalidades
previstas neste artigo, aplica-se o disposto no art. 47 da Lei nº 8.981, de
20 de janeiro de 1995, à pessoa jurídica que não escriturar o livro de que
trata o inciso I do caput do art. 8º de
acordo com as disposições da legislação tributária.” (NR)
§ 5º Sem prejuízo das penalidades previstas neste artigo, aplica-se o disposto
no art. 47 da Lei nº 8.981, de 20 de
janeiro de 1995, à pessoa jurídica que
não escriturar o livro de que trata o inciso I do caput do art. 8o da presente
Lei de acordo com as disposições da
legislação tributária.”
“Art. 12. A receita bruta compreende:
“Art. 12. A receita bruta compreende:
I - o produto da venda de bens nas
operações de conta própria;
I - o produto da venda de bens nas
operações de conta própria;
II - o preço da prestação de serviços
em geral;
II - o preço da prestação de serviços
em geral;
III - o resultado auferido nas operações
de conta alheia; e
III - o resultado auferido nas operações
de conta alheia; e
IV - as receitas da atividade ou objeto
principal da pessoa jurídica, não compreendidas nos incisos I a III.
IV - as receitas da atividade ou objeto
principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III.
§ 1º A receita líquida será a receita
bruta diminuída de:
§ 1º A receita líquida será a receita
bruta diminuída de:
I - devoluções e vendas canceladas;
I - devoluções e vendas canceladas;
II - descontos concedidos incondicionalmente;
II - descontos concedidos incondicionalmente;
III - tributos sobre ela incidentes; e
III - tributos sobre ela incidentes; e
IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404,
de 1976, das operações vinculadas à
receita bruta.
IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976, das operações vinculadas à receita bruta.
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 4º Na receita bruta, não se incluem
os tributos não cumulativos cobrados,
destacadamente, do comprador ou
contratante, pelo vendedor dos bens
ou pelo prestador dos serviços na condição de mero depositário.
§ 4º Na receita bruta não se incluem
os tributos não cumulativos cobrados,
destacadamente, do comprador ou
contratante pelo vendedor dos bens ou
pelo prestador dos serviços na condição de mero depositário.
§ 5º Na receita bruta, incluem-se os tributos sobre ela incidentes e os valores
decorrentes do ajuste a valor presente,
de que trata o inciso VIII do caput do
art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976,
das operações previstas no caput, observado o disposto no § 4º.” (NR)
§ 5º Na receita bruta incluem-se os tributos sobre ela incidentes e os valores
decorrentes do ajuste a valor presente,
de que trata o inciso VIII do caput do
art. 183 da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976, das operações
previstas no caput, observado o disposto no § 4º.” (NR)
“Art. 13............................................
“Art. 13............................................
§ 3º O disposto nas alíneas “c”, “d” e
“e” do § 1º não alcança os encargos
de depreciação, amortização e exaustão gerados por bem objeto de arrendamento mercantil, na pessoa jurídica
arrendatária.
§ 3º O disposto nas alíneas “c”, “d” e
“e” do § 1º não alcança os encargos
de depreciação, amortização e exaustão gerados por bem objeto de arrendamento mercantil, na pessoa jurídica
arrendatária.
§ 4º No caso de que trata o § 3º, a
pessoa jurídica deverá proceder ao
ajuste no lucro líquido para fins de
apuração do lucro real, no período de
apuração em que o encargo de depreciação, amortização ou exaustão for
apropriado como custo de produção.”
(NR)
§ 4º No caso de que trata o § 3º, a
pessoa jurídica deverá proceder ao
ajuste no lucro líquido para fins de
apuração do lucro real, no período de
apuração em que o encargo de depreciação, amortização ou exaustão for
apropriado como custo de produção.”
(NR)
“Art. 15. O custo de aquisição de
bens do ativo não circulante imobilizado e intangível não poderá ser deduzido como despesa operacional, salvo
se o bem adquirido tiver valor unitário
não superior a R$ 1.200,00 (mil e duzentos reais) ou prazo de vida útil não
superior a um ano.
“Art. 15. O custo de aquisição de
bens do ativo não circulante imobilizado e intangível não poderá ser deduzido como despesa operacional, salvo
se o bem adquirido tiver valor unitário
não superior a R$ 1.200,00 (mil e duzentos reais) ou prazo de vida útil não
superior a 1 (um) ano.
Vigência: 1º.01.2015
“Art. 17............................................
“Art. 17............................................
Vigência: 1º.01.2015
§ 1º Sem prejuízo do disposto no art.
13 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, os juros pagos ou incorridos pelo contribuinte são dedutíveis
como custo ou despesa operacional,
observadas as seguintes normas:
§ 1º Sem prejuízo do disposto no art.
13 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, os juros pagos ou incorridos pelo contribuinte são dedutíveis
como custo ou despesa operacional,
observadas as seguintes normas:
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
a) os juros pagos antecipadamente,
os descontos de títulos de crédito, a
correção monetária prefixada e o deságio concedido na colocação de debêntures ou títulos de crédito deverão
ser apropriados, pro rata tempore,
nos exercícios sociais a que competirem; e
a) os juros pagos antecipadamente,
os descontos de títulos de crédito, a
correção monetária prefixada e o deságio concedido na colocação de debêntures ou títulos de crédito deverão
ser apropriados, pro rata tempore,
nos exercícios sociais a que competirem; e
b) os juros e outros encargos, associados a empréstimos contraídos, especificamente ou não, para financiar a
aquisição, construção ou produção de
bens classificados como estoques de
longa maturação, propriedade para
investimentos, ativo imobilizado ou
ativo intangível, podem ser registrados
como custo do ativo, desde que incorridos até o momento em que os referidos bens estejam prontos para seu uso
ou venda.
b) os juros e outros encargos, associados a empréstimos contraídos, especificamente ou não, para financiar a
aquisição, construção ou produção de
bens classificados como estoques de
longa maturação, propriedade para
investimentos, ativo imobilizado ou
ativo intangível, podem ser registrados
como custo do ativo, desde que incorridos até o momento em que os referidos bens estejam prontos para seu uso
ou venda.
§ 2º Considera-se como encargo associado a empréstimo aquele em que
o tomador deve necessariamente incorrer para fins de obtenção dos recursos.
§ 2º Considera-se como encargo associado a empréstimo aquele em que
o tomador deve necessariamente incorrer para fins de obtenção dos recursos.
§ 3º Alternativamente, nas hipóteses a
que se refere a alínea “b” do § 1º, os
juros e outros encargos poderão ser
excluídos na apuração do lucro real
quando incorridos, devendo ser adicionados quando o respectivo ativo for
realizado, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação
ou baixa.” (NR)
§ 3º Alternativamente, nas hipóteses a
que se refere a alínea “b” do § 1º, os
juros e outros encargos poderão ser
excluídos na apuração do lucro real
quando incorridos, devendo ser adicionados quando o respectivo ativo for
realizado, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação
ou baixa.” (NR)
“Art. 19............................................
“Art. 19............................................
V - as subvenções para investimento,
inclusive mediante isenção e redução
de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de
empreendimentos econômicos, e as
doações, feitas pelo Poder Público; e
V - as subvenções para investimento,
inclusive mediante isenção e redução
de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de
empreendimentos econômicos, e as
doações, feitas pelo poder público; e
VI - ganhos ou perdas decorrentes de
avaliação de ativo ou passivo com
base no valor justo.
VI - ganhos ou perdas decorrentes de
avaliação de ativo ou passivo com
base no valor justo.
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
§ 3º O valor do imposto que deixar
de ser pago em virtude das isenções
e reduções de que tratam as alíneas
“a”, “b”, “c” e “e” do § 1º não poderá
ser distribuído aos sócios, e constituirá
a reserva de incentivos fiscais de que
trata o art. 195-A da Lei nº 6.404, de
1976, que poderá ser utilizada somente para:
§ 3º O valor do imposto que deixar
de ser pago em virtude das isenções
e reduções de que tratam as alíneas
“a”, “b”, “c” e “e” do § 1o não poderá
ser distribuído aos sócios e constituirá
a reserva de incentivos fiscais de que
trata o art. 195-A da Lei nº 6.404, de
15 de dezembro de 1976, que poderá ser utilizada somente para:
I - absorção de prejuízos, desde que
anteriormente já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas
de Lucros, com exceção da Reserva
Legal; ou
I - absorção de prejuízos, desde que
anteriormente já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas
de Lucros, com exceção da Reserva
Legal; ou
II - aumento do capital social.
II - aumento do capital social.
§ 4º..................................................
§ 4º..................................................
b) a partilha do acervo líquido da sociedade dissolvida, até o valor do saldo da reserva de que trata o art. 195-A
da Lei nº 6.404, de 1976.
b) a partilha do acervo líquido da sociedade dissolvida, até o valor do saldo da reserva de que trata o art. 195-A
da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976.
§ 5º A inobservância do disposto nos
§§ 3º, 4º, 8º e 9º importa em perda
da isenção e em obrigação de recolher, com relação à importância distribuída ou valor da reserva não constituída, não recomposta ou absorvida
indevidamente, o imposto que deixou
de ser pago.
§ 5º A inobservância do disposto nos
§§ 3º, 4º, 8º e 9º importa em perda
da isenção e em obrigação de recolher, com relação à importância distribuída ou valor da reserva não constituída, não recomposta ou absorvida
indevidamente, o imposto que deixou
de ser pago.
........................................................
........................................................
§ 7º No cálculo da diferença entre as
receitas e despesas financeiras a que
se refere o inciso I do caput, não serão
computadas as receitas e despesas financeiras decorrentes do ajuste a valor
presente de que tratam o inciso VIII do
caput do art. 183 e o inciso III do caput
do art. 184 da Lei nº 6.404, de 1976.
§ 7º No cálculo da diferença entre as
receitas e despesas financeiras a que
se refere o inciso I do caput, não serão
computadas as receitas e despesas financeiras decorrentes do ajuste a valor
presente de que tratam o inciso VIII do
caput do art. 183 e o inciso III do caput
do art. 184 da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976.
§ 8º Se, no período em que deveria ter
sido constituída a reserva de incentivos
fiscais de que trata o art. 195-A da Lei
nº 6.404, de 1976, a pessoa jurídica tiver apurado prejuízo contábil ou
lucro líquido contábil inferior ao valor
do imposto que deixou de ser pago na
§ 8º Se, no período em que deveria ter
sido constituída a reserva de incentivos
fiscais de que trata o art. 195-A da Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, a pessoa jurídica tiver apurado
prejuízo contábil ou lucro líquido contábil inferior ao valor do imposto que
Vigência,
comentários
e notas
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
forma prevista no § 3º, a constituição
da reserva deverá ocorrer nos períodos
subsequentes.
deixou de ser pago na forma prevista
no § 3º, a constituição da reserva deverá ocorrer nos períodos subsequentes.
§ 9º Na hipótese do inciso I do § 3º,
a pessoa jurídica deverá recompor a
reserva à medida que forem apurados
lucros nos períodos subsequentes.”
(NR)
§ 9º Na hipótese do inciso I do § 3º,
a pessoa jurídica deverá recompor a
reserva à medida que forem apurados
lucros nos períodos subsequentes.”
(NR)
“Art. 20. O contribuinte que avaliar
investimento pelo valor de patrimônio
líquido deverá, por ocasião da aquisição da participação, desdobrar o custo de aquisição em:
“Art. 20. O contribuinte que avaliar
investimento pelo valor de patrimônio
líquido deverá, por ocasião da aquisição da participação, desdobrar o custo de aquisição em:
........................................................
........................................................
II - mais ou menos valia, que corresponde à diferença entre o valor justo
dos ativos líquidos da investida, na
proporção da porcentagem da participação adquirida, e o valor de que
trata o inciso I do caput; e
II - mais ou menos-valia, que corresponde à diferença entre o valor justo
dos ativos líquidos da investida, na
proporção da porcentagem da participação adquirida, e o valor de que
trata o inciso I do caput; e
III - ágio por rentabilidade futura (goodwill), que corresponde à diferença entre o custo de aquisição do investimento e o somatório dos valores de que
tratam os incisos I e II do caput.
III - ágio por rentabilidade futura (goodwill), que corresponde à diferença entre o custo de aquisição do investimento e o somatório dos valores de que
tratam os incisos I e II do caput.
§ 1º Os valores de que tratam os incisos I a III do caput serão registrados
em subcontas distintas.
§ 1º Os valores de que tratam os incisos I a III do caput serão registrados
em subcontas distintas.
........................................................
........................................................
§ 3º O valor de que trata o inciso II
do caput deverá ser baseado em laudo elaborado por perito independente
que deverá ser protocolado na Secretaria da Receita Federal do Brasil ou
cujo sumário deverá ser registrado em
Cartório de Registro de Títulos e Documentos, até o último dia útil do décimo
terceiro mês subsequente ao da aquisição da participação.
§ 3º O valor de que trata o inciso II
do caput deverá ser baseado em laudo elaborado por perito independente
que deverá ser protocolado na Secretaria da Receita Federal do Brasil ou
cujo sumário deverá ser registrado em
Cartório de Registro de Títulos e Documentos, até o último dia útil do 13º
(décimo terceiro) mês subsequente ao
da aquisição da participação.
........................................................
........................................................
§ 5º A aquisição de participação societária sujeita à avaliação pelo valor
do patrimônio líquido exige o reconhecimento e a mensuração:
§ 5º A aquisição de participação societária sujeita à avaliação pelo valor
do patrimônio líquido exige o reconhecimento e a mensuração:
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
I - primeiramente, dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos a valor justo; e
I - primeiramente, dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos a valor justo; e
II - posteriormente, do ágio por rentabilidade futura (goodwill) ou do ganho
proveniente de compra vantajosa.
II - posteriormente, do ágio por rentabilidade futura (goodwill) ou do ganho
proveniente de compra vantajosa.
§ 6º O ganho proveniente de compra vantajosa de que trata o § 5º, que
corresponde ao excesso do valor justo dos ativos líquidos da investida, na
proporção da participação adquirida,
em relação ao custo de aquisição do
investimento, será computado na determinação do lucro real no período
de apuração da alienação ou baixa do
investimento.
§ 6º O ganho proveniente de compra
vantajosa de que trata o § 5o, que
corresponde ao excesso do valor justo dos ativos líquidos da investida, na
proporção da participação adquirida,
em relação ao custo de aquisição do
investimento, será computado na determinação do lucro real no período
de apuração da alienação ou baixa do
investimento.
§ 7º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil disciplinará o disposto neste artigo, podendo estabelecer formas alternativas de registro e de apresentação
do laudo previsto no § 3º.” (NR)
§ 7º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil disciplinará o disposto neste artigo, podendo estabelecer formas alternativas de registro e de apresentação
do laudo previsto no § 3º.” (NR)
“Art. 21. Em cada balanço, o contribuinte deverá avaliar o investimento
pelo valor de patrimônio líquido da investida, de acordo com o disposto no
art. 248 da Lei nº 6.404, de 1976, e
as seguintes normas:
“Art. 21. Em cada balanço, o contribuinte deverá avaliar o investimento
pelo valor de patrimônio líquido da investida, de acordo com o disposto no
art. 248 da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976, e com as seguintes normas:
I - o valor de patrimônio líquido será
determinado com base em balanço
patrimonial ou balancete de verificação da investida levantado na mesma
data do balanço do contribuinte ou até
dois meses, no máximo, antes dessa
data, com observância da lei comercial, inclusive quanto à dedução das
participações nos resultados e da provisão para o imposto sobre a renda;
I - o valor de patrimônio líquido será
determinado com base em balanço
patrimonial ou balancete de verificação da investida levantado na mesma
data do balanço do contribuinte ou
até 2 (dois) meses, no máximo, antes
dessa data, com observância da lei
comercial, inclusive quanto à dedução
das participações nos resultados e da
provisão para o imposto sobre a renda;
II - se os critérios contábeis adotados
pela investida e pelo contribuinte não
forem uniformes, o contribuinte deverá fazer no balanço ou balancete da
investida os ajustes necessários para
eliminar as diferenças relevantes decorrentes da diversidade de critérios;
II - se os critérios contábeis adotados
pela investida e pelo contribuinte não
forem uniformes, o contribuinte deverá fazer no balanço ou balancete da
investida os ajustes necessários para
eliminar as diferenças relevantes decorrentes da diversidade de critérios;
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
O investimento deverá
ser avaliado pelo valor
de patrimônio líquido
da investida, de acordo com o art. 248 da
Lei das S/A.
Na conversão da MP
em lei exige-se também que filiais, sucursais,
controladas
e coligadas de empresas brasileiras domiciliadas no exterior
apliquem as mesmas
normas da legislação
correspondente
do
país de domicílio.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
III - o balanço ou balancete da investida, levantado em data anterior à do
balanço do contribuinte, deverá ser
ajustado para registrar os efeitos relevantes de fatos extraordinários ocorridos no período;
IV - o prazo de dois meses de que trata
o inciso I do caput aplica-se aos balanços ou balancetes de verificação das
sociedades de que a investida participe, direta ou indiretamente, com investimentos que devam ser avaliados pelo
valor de patrimônio liquido para efeito
de determinar o valor de patrimônio
liquido da investida; e
V - o valor do investimento do contribuinte será determinado mediante a
aplicação, sobre o valor de patrimônio
líquido ajustado de acordo com os números anteriores, da porcentagem da
participação do contribuinte na investida.” (NR)
III - o balanço ou balancete da investida, levantado em data anterior à do
balanço do contribuinte, deverá ser
ajustado para registrar os efeitos relevantes de fatos extraordinários ocorridos no período;
IV - o prazo de 2 (dois) meses de que
trata o inciso I do caput aplica-se aos
balanços ou balancetes de verificação
das sociedades de que a investida participe, direta ou indiretamente, com investimentos que devam ser avaliados
pelo valor de patrimônio líquido para
efeito de determinar o valor de patrimônio líquido da investida;
V - o valor do investimento do contribuinte será determinado mediante a aplicação sobre o valor de patrimônio líquido
ajustado de acordo com os números anteriores da porcentagem da participação
do contribuinte na investida; e
VI - no caso de filiais, sucursais,
controladas e coligadas, domiciliadas no exterior, aplicam-se as normas da legislação correspondente
do país de domicílio.” (NR)
“Art. 22. O valor do investimento na
data do balanço, conforme o disposto
no inciso I do caput do art. 20, deverá ser ajustado ao valor de patrimônio
líquido determinado de acordo com o
disposto no art. 21, mediante lançamento da diferença a débito ou a crédito da conta de investimento.
Parágrafo único. Os lucros ou dividendos distribuídos pela investida deverão
ser registrados pelo contribuinte como
diminuição do valor do investimento, e
não influenciarão as contas de resultado.” (NR)
“Art. 23............................................
“Art. 22. O valor do investimento na
data do balanço, conforme o disposto
no inciso I do caput do art. 20, deverá ser ajustado ao valor de patrimônio
líquido determinado de acordo com o
disposto no art. 21, mediante lançamento da diferença a débito ou a crédito da conta de investimento.
Parágrafo único. Os lucros ou dividendos distribuídos pela investida deverão
ser registrados pelo contribuinte como
diminuição do valor do investimento, e
não influenciarão as contas de resultado.” (NR)
“Art. 23............................................
Parágrafo único. Não serão computadas na determinação do lucro real as
contrapartidas de ajuste do valor do
investimento ou da redução dos valores de que tratam os incisos II e III
do caput do art. 20, derivados de investimentos em sociedades estrangeiras, que não funcionem no País.” (NR)
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Parágrafo único. Não serão computadas na determinação do lucro real as
contrapartidas de ajuste do valor do
investimento ou da redução dos valores de que tratam os incisos II e III
do caput do art. 20, derivados de investimentos em sociedades estrangeiras que não funcionem no País.” (NR)
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
“Ajuste Decorrente de Avaliação a
Valor Justo na Investida
“Ajuste Decorrente de Avaliação a
Valor Justo na Investida
Art. 24-A. A contrapartida do ajuste
positivo, na participação societária,
mensurada pelo patrimônio líquido,
decorrente da avaliação pelo valor
justo de ativo ou passivo da investida,
deverá ser compensada pela baixa do
respectivo saldo da mais-valia de que
trata o inciso II do caput do art. 20.
§ 1º O ganho relativo à contrapartida
de que trata o caput, no caso de bens
diferentes dos que serviram de fundamento à mais-valia referente ao inciso II do caput do art. 20, ou relativo
à contrapartida superior ao saldo da
mais-valia, deverá ser computado na
determinação do lucro real, salvo se o
ganho for evidenciado contabilmente
em subconta vinculada à participação
societária, com discriminação do bem,
do direito ou da obrigação da investida objeto de avaliação com base no
valor justo, em condições de permitir a
determinação da parcela realizada, liquidada ou baixada em cada período.
§ 2º O valor registrado na subconta de
que trata o § 1º será baixado à medida
que o ativo da investida for realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
ou quando o passivo da investida for
liquidado ou baixado, e o ganho respectivo não será computado na determinação do lucro real nos períodos de
apuração em que a investida computar o ganho na determinação do lucro
real.
§ 3º O ganho relativo ao saldo da
subconta de que trata o § 1º deverá
ser computado na determinação do
lucro real do período de apuração em
que o contribuinte alienar ou liquidar o
investimento.
§ 4º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil irá disciplinar o controle em subcontas de que trata este artigo.” (NR)
Art. 24-A. A contrapartida do ajuste
positivo, na participação societária,
mensurada pelo patrimônio líquido,
decorrente da avaliação pelo valor
justo de ativo ou passivo da investida,
deverá ser compensada pela baixa do
respectivo saldo da mais-valia de que
trata o inciso II do caput do art. 20.
§ 1º O ganho relativo à contrapartida
de que trata o caput, no caso de bens
diferentes dos que serviram de fundamento à mais-valia de que trata o inciso II do caput do art. 20, ou relativo
à contrapartida superior ao saldo da
mais-valia, deverá ser computado na
determinação do lucro real, salvo se o
ganho for evidenciado contabilmente
em subconta vinculada à participação
societária, com discriminação do bem,
do direito ou da obrigação da investida objeto de avaliação com base no
valor justo, em condições de permitir a
determinação da parcela realizada, liquidada ou baixada em cada período.
§ 2º O valor registrado na subconta de
que trata o § 1º será baixado à medida
que o ativo da investida for realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
ou quando o passivo da investida for
liquidado ou baixado, e o ganho respectivo não será computado na determinação do lucro real nos períodos de
apuração em que a investida computar o ganho na determinação do lucro
real.
§ 3º O ganho relativo ao saldo da
subconta de que trata o § 1º deverá
ser computado na determinação do
lucro real do período de apuração em
que o contribuinte alienar ou liquidar o
investimento.
§ 4º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil irá disciplinar o controle em subcontas de que trata este artigo.”
Vigência,
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Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
“Art. 24-B. A contrapartida do ajuste negativo na participação societária,
mensurada pelo patrimônio líquido,
decorrente da avaliação pelo valor
justo de ativo ou passivo da investida,
deverá ser compensada pela baixa do
respectivo saldo da menos-valia de
que trata o inciso II do caput do art.
20.
“Art. 24-B. A contrapartida do ajuste negativo na participação societária,
mensurada pelo patrimônio líquido,
decorrente da avaliação pelo valor
justo de ativo ou passivo da investida,
deverá ser compensada pela baixa do
respectivo saldo da menos-valia de
que trata o inciso II do caput do art.
20.
§ 1º A perda relativa à contrapartida
de que trata o caput, no caso de bens
diferentes dos que serviram de fundamento à menos-valia, ou relativa
à contrapartida superior ao saldo da
menos-valia, não será computada na
determinação do lucro real, e será evidenciada contabilmente em subconta
vinculada à participação societária,
com discriminação do bem, do direito
ou da obrigação da investida objeto
de avaliação com base no valor justo,
em condições de permitir a determinação da parcela realizada, liquidada ou
baixada em cada período.
§ 1º A perda relativa à contrapartida
de que trata o caput, no caso de bens
diferentes dos que serviram de fundamento à menos-valia, ou relativa
à contrapartida superior ao saldo da
menos-valia não será computada na
determinação do lucro real e será evidenciada contabilmente em subconta
vinculada à participação societária,
com discriminação do bem, do direito
ou da obrigação da investida objeto
de avaliação com base no valor justo,
em condições de permitir a determinação da parcela realizada, liquidada ou
baixada em cada período.
§ 2º O valor registrado na subconta de
que trata o § 1º será baixado à medida
que o ativo da investida for realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
ou quando o passivo da investida for
liquidado ou baixado, e a perda respectiva não será computada na determinação do lucro real nos períodos de
apuração em que a investida computar a perda na determinação do lucro
real.
§ 2º O valor registrado na subconta de
que trata o § 1º será baixado à medida
que o ativo da investida for realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
ou quando o passivo da investida for
liquidado ou baixado, e a perda respectiva não será computada na determinação do lucro real nos períodos de
apuração em que a investida computar a perda na determinação do lucro
real.
§ 3º A perda relativa ao saldo da subconta de que trata o § 1º poderá ser
computada na determinação do lucro
real do período de apuração em que
o contribuinte alienar ou liquidar o investimento.
§ 3º A perda relativa ao saldo da subconta de que trata o § 1º poderá ser
computada na determinação do lucro
real do período de apuração em que
o contribuinte alienar ou liquidar o investimento.
§ 4º Na hipótese de não ser evidenciada por meio de subconta na forma
prevista no § 1º, a perda será considerada indedutível na apuração do lucro
real.
§ 4º Na hipótese de não ser evidenciada por meio de subconta na forma
prevista no § 1º, a perda será considerada indedutível na apuração do lucro
real.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 5º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil disciplinará o controle em subcontas de que trata este artigo.” (NR)
§ 5º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil disciplinará o controle em subcontas de que trata este artigo.”
“Redução da Mais ou Menos-Valia
e do Goodwill
“Redução da Mais ou Menos-Valia
e do Goodwill
Art. 25. A contrapartida da redução
dos valores de que tratam os incisos
II e III do caput do art. 20 não será
computada na determinação do lucro real, ressalvado o disposto no art.
33.” (NR)
Art. 25. A contrapartida da redução
dos valores de que tratam os incisos
II e III do caput do art. 20 não será
computada na determinação do lucro real, ressalvado o disposto no
art. 33.
“Atividade Imobiliária - Permuta- Determinação do Custo e Apuração do
Lucro Bruto
Atividade Imobiliária - Permuta - Determinação do Custo e Apuração do
Lucro Bruto
Art. 27..............................................
Art. 27..............................................
§ 3º Na hipótese de operações de
permuta envolvendo unidades imobiliárias, a parcela do lucro bruto decorrente da avaliação a valor justo das
unidades permutadas será computada
na determinação do lucro real do período da ocorrência da operação.
§ 3º Na hipótese de operações de
permuta envolvendo unidades imobiliárias, a parcela do lucro bruto decorrente da avaliação a valor justo das
unidades permutadas será computada
na determinação do lucro real pelas pessoas jurídicas permutantes,
quando o imóvel recebido em permuta for alienado, inclusive como
parte integrante do custo de outras
unidades imobiliárias ou realizado a qualquer título, ou quando, a
qualquer tempo, for classificada no
ativo não circulante investimentos
ou imobilizado.
§ 4º A parcela do lucro bruto de que
trata o § 3º poderá ser computada na
determinação do lucro real quando a
unidade recebida for alienada, baixada, incorporada ao custo de produção
de outras unidades imobiliárias ou
quando, a qualquer tempo, for classificada no ativo não circulante investimentos ou imobilizado.
§ 5º O disposto no § 4º será disciplinado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.” (NR)
§ 4º O disposto no § 3º será disciplinado pela Secretaria da Receita
Federal do Brasil.” (NR)
“Art. 29. Na venda a prazo, ou em
prestações, com pagamento após o
término do período de apuração da
venda, o lucro bruto de que trata o §
“Art. 29. Na venda a prazo, ou em
prestações, com pagamento após o
término do período de apuração da
venda, o lucro bruto de que trata o §
1º do art. 27 poderá, para efeito de
determinação do lucro real, ser reco-
1º do art. 27 poderá, para efeito de
determinação do lucro real, ser reco-
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
O novo texto estende
o tratamento do diferimento do lucro nas
operações de permuta
de unidades imobiliárias na determinação
do lucro real às pessoas jurídicas permutantes.
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
nhecido proporcionalmente à receita
de venda recebida, observadas as seguintes normas:
nhecido proporcionalmente à receita
de venda recebida, observadas as seguintes normas:
........................................................
........................................................
II - por ocasião da venda será determinada a relação entre o lucro bruto
e a receita bruta de venda e, em cada
período, será computada, na determinação do lucro real, parte do lucro
bruto proporcional à receita recebida
no mesmo período;
II - por ocasião da venda, será determinada a relação entre o lucro bruto
e a receita bruta de venda e, em cada
período, será computada, na determinação do lucro real, parte do lucro
bruto proporcional à receita recebida
no mesmo período;
III - a relação entre o lucro bruto e a
receita bruta de venda, de que trata
o inciso II do caput, deverá ser reajustada sempre que for alterado o
valor do orçamento, em decorrência
de modificações no projeto ou nas
especificações do empreendimento, e
apurada diferença entre custo orçado
e efetivo, devendo ser computada na
determinação do lucro real, do período de apuração desse reajustamento,
a diferença de custo correspondente
à parte da receita de venda já recebida;
III - a relação entre o lucro bruto e a
receita bruta de venda, de que trata
o inciso II do caput, deverá ser reajustada sempre que for alterado o
valor do orçamento, em decorrência
de modificações no projeto ou nas
especificações do empreendimento, e
apurada diferença entre custo orçado
e efetivo, devendo ser computada na
determinação do lucro real, do período de apuração desse reajustamento,
a diferença de custo correspondente
à parte da receita de venda já recebida;
........................................................
........................................................
V - os ajustes pertinentes ao reconhecimento do lucro bruto, na forma do
inciso II do caput, e da diferença de
que trata o inciso III do caput, deverão
ser realizados no livro de apuração do
lucro real de que trata o inciso I do caput do art. 8º.
V - os ajustes pertinentes ao reconhecimento do lucro bruto, na forma do
inciso II do caput, e da diferença de
que trata o inciso III do caput deverão
ser realizados no livro de apuração do
lucro real de que trata o inciso I do caput do art. 8o.
...............................................” (NR)
...............................................” (NR)
“Art. 31. Serão classificados como ganhos ou perdas de capital, e computados na determinação do lucro real, os
resultados na alienação, inclusive por
desapropriação (§ 4º), na baixa por
perecimento, extinção, desgaste, obsolescência ou exaustão, ou na liquidação de bens do ativo não circulante,
classificados como investimentos, imobilizado ou intangível.
“Art. 31. Serão classificados como ganhos ou perdas de capital, e computados na determinação do lucro real, os
resultados na alienação, inclusive por
desapropriação (§ 4o), na baixa por
perecimento, extinção, desgaste, obsolescência ou exaustão, ou na liquidação de bens do ativo não circulante,
classificados como investimentos, imobilizado ou intangível.
Vigência,
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 1º Ressalvadas as disposições especiais, a determinação do ganho ou
perda de capital terá por base o valor
contábil do bem, assim entendido o
que estiver registrado na escrituração
do contribuinte, diminuído, se for o
caso, da depreciação, amortização ou
exaustão acumulada e das perdas estimadas no valor de ativos.
§ 1º Ressalvadas as disposições especiais, a determinação do ganho ou
perda de capital terá por base o valor
contábil do bem, assim entendido o
que estiver registrado na escrituração
do contribuinte, diminuído, se for o
caso, da depreciação, amortização ou
exaustão acumulada e das perdas estimadas no valor de ativos.
§ 2º Nas vendas de bens do ativo não
circulante classificados como investimentos, imobilizado ou intangível,
para recebimento do preço, no todo
ou em parte, após o término do exercício social seguinte ao da contratação,
o contribuinte poderá, para efeito de
determinar o lucro real, reconhecer o
lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração.
§ 2º Nas vendas de bens do ativo não
circulante classificados como investimentos, imobilizado ou intangível,
para recebimento do preço, no todo
ou em parte, após o término do exercício social seguinte ao da contratação,
o contribuinte poderá, para efeito de
determinar o lucro real, reconhecer o
lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração.
........................................................
........................................................
§ 6º A parcela de depreciação anteriormente excluída do lucro líquido na
apuração do lucro real deverá ser adicionada na apuração do imposto no
período de apuração em que ocorrer
a alienação ou baixa do ativo.
§ 6º A parcela de depreciação anteriormente excluída do lucro líquido na
apuração do lucro real deverá ser adicionada na apuração do imposto no
período de apuração em que ocorrer
a alienação ou baixa do ativo.
§ 7º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil, no âmbito de suas atribuições,
disciplinará o disposto neste artigo.”
(NR)
§ 7º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil, no âmbito de suas atribuições,
disciplinará o disposto neste artigo.”
(NR)
“Art. 33. O valor contábil, para efeito de determinar o ganho ou perda
de capital na alienação ou liquidação
do investimento avaliado pelo valor
de patrimônio líquido (art. 20), será a
soma algébrica dos seguintes valores:
“Art. 33. O valor contábil, para efeito de determinar o ganho ou perda
de capital na alienação ou liquidação
do investimento avaliado pelo valor
de patrimônio líquido (art. 20), será a
soma algébrica dos seguintes valores:
........................................................
........................................................
II - de que tratam os incisos II e III do
caput do art. 20, ainda que tenham
sido realizados na escrituração comercial do contribuinte, conforme previsto
no art. 25 deste Decreto-Lei;
II - de que tratam os incisos II e III do
caput do art. 20, ainda que tenham
sido realizados na escrituração comercial do contribuinte, conforme previsto
no art. 25 deste Decreto-Lei;
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 2º Não será computado na determinação do lucro real o acréscimo ou a
diminuição do valor de patrimônio líquido de investimento, decorrente de ganho ou perda por variação na porcentagem de participação do contribuinte no
capital social da investida.” (NR)
“Despesa com Emissão de Ações
§ 2º Não será computado na determinação do lucro real o acréscimo ou a
diminuição do valor de patrimônio líquido de investimento, decorrente de ganho ou perda por variação na porcentagem de participação do contribuinte no
capital social da investida.” (NR)
“Despesa com Emissão de Ações
Art. 38-A. Os custos associados às
transações destinadas à obtenção de
recursos próprios, mediante a distribuição primária de ações ou bônus de
subscrição contabilizados no patrimônio líquido poderão ser excluídos, na
determinação do lucro real, quando
incorridos.” (NR)
Art. 38-A. Os custos associados às
transações destinadas à obtenção de
recursos próprios, mediante a distribuição primária de ações ou bônus de
subscrição contabilizados no patrimônio líquido, poderão ser excluídos, na
determinação do lucro real, quando
incorridos.”
Art. 38-B. A remuneração, os encargos, as despesas e demais custos, ainda que contabilizados no
patrimônio líquido, referentes a instrumentos de capital ou de dívida
subordinada, emitidos pela pessoa
jurídica, exceto na forma de ações,
poderão ser excluídos na determinação do lucro real e da base de
cálculo de Contribuição Social sobre
o Lucro Líquido quando incorridos.
§ 1º No caso das entidades de que
trata o § 1º do art. 22 da Lei nº
8.212, de 24 de julho de 1991, a remuneração e os encargos mencionados no caput poderão, para fins
de determinação da base de cálculo
das contribuições para o PIS/Pasep
e Cofins, ser excluídos ou deduzidos
como despesas de operações de intermediação financeira.
§ 2º O disposto neste artigo não se
aplica aos instrumentos previstos
no art. 15 da Lei nº 6.404, de 15
de dezembro de 1976.
§ 3º Na hipótese de estorno por
qualquer razão, em contrapartida
de conta de patrimônio líquido, os
valores mencionados no caput e
anteriormente deduzidos deverão
ser adicionados nas respectivas bases de cálculo.”
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Artigo incluído na conversão da MP em lei.
Possibilitada a exclusão, na determinação
do lucro real e da base
de calculo da CSLL,
de remuneração, encargos, despesas e
demais custos referentes a instrumentos de
capital ou de dívida
subordinados, ainda
que contabilizados no
patrimônio líquido.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 3º Ficam isentos do Imposto
sobre a Renda das Pessoas Físicas
os rendimentos recebidos pelos
condomínios residenciais constituídos nos termos da Lei nº 4.591, de
16 de dezembro de 1964, limitado
a R$ 24.000,00 (vinte e quatro mil
reais) por ano-calendário, e desde
que sejam revertidos em benefício
do condomínio para cobertura de
despesas de custeio e de despesas
extraordinárias, estejam previstos e
autorizados na convenção condominial, não sejam distribuídos aos
condôminos e decorram:
I - de uso, aluguel ou locação de
partes comuns do condomínio;
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 14.05.2014
Artigo incluído na conversão da MP em lei.
Possibilitada aos condôminos de imóveis
residenciais a isenção
para os rendimentos
recebidos por condomínios
residenciais,
até o limite de R$ 24
mil, atendidas as condições e desde que tais
valores não lhes sejam
distribuídos.
II - de multas e penalidades aplicadas em decorrência de inobservância das regras previstas na convenção condominial; ou
III - de alienação de ativos detidos
pelo condomínio.
Ajuste a Valor Presente
Ajuste a Valor Presente
Art. 3º Os valores decorrentes do
ajuste a valor presente, de que trata o
inciso VIII do caput do art. 183 da Lei
nº 6.404, de 1976, relativos a cada
operação, somente serão considerados na determinação do lucro real no
mesmo período de apuração em que a
receita ou resultado da operação deva
ser oferecido à tributação. (Vigência)
Art. 4º Os valores decorrentes do
ajuste a valor presente, de que trata
o inciso VIII do caput do art. 183 da
Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976, relativos a cada operação,
somente serão considerados na determinação do lucro real no mesmo período de apuração em que a receita ou
resultado da operação deva ser oferecido à tributação.
Art. 4º Os valores decorrentes do
ajuste a valor presente, de que trata o
inciso III do caput do art. 184 da Lei nº
6.404, de 1976, relativos a cada operação, somente serão considerados na
determinação do lucro real no período
de apuração em que: (Vigência)
Art. 5º Os valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso III do caput do art. 184 da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976,
relativos a cada operação, somente
serão considerados na determinação
do lucro real no período de apuração
em que:
I - o bem for revendido, no caso de
aquisição a prazo de bem para revenda;
I - o bem for revendido, no caso de
aquisição a prazo de bem para revenda;
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
II - o bem for utilizado como insumo na
produção de bens ou serviços, no caso
de aquisição a prazo de bem a ser utilizado como insumo na produção de
bens ou serviços;
II - o bem for utilizado como insumo na
produção de bens ou serviços, no caso
de aquisição a prazo de bem a ser utilizado como insumo na produção de
bens ou serviços;
III - o ativo for realizado, inclusive
mediante depreciação, amortização,
exaustão, alienação ou baixa, no caso
de aquisição a prazo de ativo não classificável nos incisos I e II do caput;
III - o ativo for realizado, inclusive
mediante depreciação, amortização,
exaustão, alienação ou baixa, no caso
de aquisição a prazo de ativo não classificável nos incisos I e II do caput;
IV - a despesa for incorrida, no caso
de aquisição a prazo de bem ou serviço contabilizado diretamente como
despesa; e
IV - a despesa for incorrida, no caso
de aquisição a prazo de bem ou serviço contabilizado diretamente como
despesa; e
V - o custo for incorrido, no caso de
aquisição a prazo de bem ou serviço
contabilizado diretamente como custo
de produção de bens ou serviços.
V - o custo for incorrido, no caso de
aquisição a prazo de bem ou serviço
contabilizado diretamente como custo
de produção de bens ou serviços.
§ 1º Nas hipóteses previstas nos incisos I, II e III do caput, os valores decorrentes do ajuste a valor presente deverão ser evidenciados contabilmente em
subconta vinculada ao ativo.
§ 1º Nas hipóteses previstas nos incisos I, II e III do caput, os valores decorrentes do ajuste a valor presente deverão ser evidenciados contabilmente em
subconta vinculada ao ativo.
§ 2º Os valores decorrentes de ajuste a
valor presente de que trata o caput não
poderão ser considerados na determinação do lucro real:
§ 2º Os valores decorrentes de ajuste a
valor presente de que trata o caput não
poderão ser considerados na determinação do lucro real:
I - na hipótese prevista no inciso III do
caput, caso o valor realizado, inclusive
mediante depreciação, amortização,
exaustão, alienação ou baixa, não seja
dedutível;
I - na hipótese prevista no inciso III do
caput, caso o valor realizado, inclusive
mediante depreciação, amortização,
exaustão, alienação ou baixa não seja
dedutível;
II - na hipótese prevista no inciso IV do
caput, caso a despesa não seja dedutível; e
II - na hipótese prevista no inciso IV do
caput, caso a despesa não seja dedutível; e
III - nas hipóteses previstas nos incisos I, II e III do caput, caso os valores
decorrentes do ajuste a valor presente
não tenham sido evidenciados conforme disposto no § 1º.
III - nas hipóteses previstas nos incisos I, II e III do caput, caso os valores
decorrentes do ajuste a valor presente
não tenham sido evidenciados conforme disposto no § 1º.
Vigência,
comentários
e notas
ALTERAÇÕES NA LEI 9.430/1996
Art. 5º A Lei nº 9.430, de 27 de
dezembro de 1996, passa a vigorar
com as seguintes alterações: (Vigência)
Art. 6º A Lei nº 9.430, de 27 de
dezembro de 1996, passa a vigorar
com as seguintes alterações:
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
“Art. 2º A pessoa jurídica sujeita a tributação com base no lucro real poderá optar pelo pagamento do imposto,
em cada mês, determinado sobre base
de cálculo estimada, mediante a aplicação dos percentuais de que trata o
art. 15 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, sobre a receita bruta
definida pelo art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 26 de dezembro de 1977,
auferida mensalmente, deduzida das
devoluções, vendas canceladas e dos
descontos incondicionais concedidos,
observado o disposto nos §§ 1º e 2º
do art. 29 e nos arts. 30, 32, 34 e 35
da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de
1995.
“Art. 2º A pessoa jurídica sujeita a tributação com base no lucro real poderá optar pelo pagamento do imposto,
em cada mês, determinado sobre base
de cálculo estimada, mediante a aplicação dos percentuais de que trata o
art. 15 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, sobre a receita bruta
definida pelo art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 26 de dezembro de 1977,
auferida mensalmente, deduzida das
devoluções, vendas canceladas e dos
descontos incondicionais concedidos,
observado o disposto nos §§ 1º e 2º
do art. 29 e nos arts. 30, 32, 34 e 35
da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de
1995.
...............................................” (NR)
...............................................” (NR)
“Art. 25............................................
“Art. 25............................................
I - o valor resultante da aplicação dos
percentuais de que trata o art. 15 da
Lei nº 9.249, de 1995, sobre a receita
bruta definida pelo art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, auferida no
período de apuração de que trata o
art. 1º, deduzida das devoluções e
vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos; e
I - o valor resultante da aplicação dos
percentuais de que trata o art. 15 da
Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de
1995, sobre a receita bruta definida
pelo art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598,
de 26 de dezembro de 1977, auferida no período de apuração de que trata o art. 1º, deduzida das devoluções
e vendas canceladas e dos descontos
incondicionais concedidos; e
II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos
em aplicações financeiras, as demais
receitas, os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas
pelo inciso I, com os seus respectivos
valores decorrentes do ajuste a valor
presente de que trata o inciso VIII do
caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de
15 de dezembro de 1976, e demais
valores determinados nesta Lei, auferidos naquele mesmo período.
II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos
em aplicações financeiras, as demais
receitas, os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo
inciso I, com os respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de
que trata o inciso VIII do caput do art.
183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e demais valores determinados nesta Lei, auferidos naquele
mesmo período.
§ 1º O ganho de capital nas alienações de investimentos, imobilizados e
intangíveis corresponderá à diferença
positiva entre o valor da alienação e o
respectivo valor contábil.
§ 1º O ganho de capital nas alienações de investimentos, imobilizados e
intangíveis corresponderá à diferença
positiva entre o valor da alienação e o
respectivo valor contábil.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 2º Para fins do disposto no § 1º, poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos valores decorrentes dos efeitos do
ajuste a valor presente de que trata o
inciso III do caput do art. 184 da Lei nº
6.404, de 1976.
§ 2º Para fins do disposto no § 1o, poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos
valores decorrentes dos efeitos do ajuste a valor presente de que trata o inciso
III do caput do art. 184 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976.
§ 3º Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo não integrarão a base de
cálculo do imposto, no momento em
que forem apurados.
§ 3º Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo não integrarão a base de
cálculo do imposto, no momento em
que forem apurados.
§ 4º Para fins do disposto no inciso II do
caput, os ganhos e perdas decorrentes
de avaliação do ativo com base em valor justo não serão considerados como
parte integrante do valor contábil.
§ 4º Para fins do disposto no inciso II do
caput, os ganhos e perdas decorrentes
de avaliação do ativo com base em valor justo não serão considerados como
parte integrante do valor contábil.
§ 5º O disposto no § 4º não se aplica
aos ganhos que tenham sido anteriormente computados na base de cálculo
do imposto.” (NR)
§ 5º O disposto no § 4º não se aplica
aos ganhos que tenham sido anteriormente computados na base de cálculo
do imposto.” (NR)
“Art. 27............................................
“Art. 27............................................
I - o valor resultante da aplicação dos
percentuais de que trata o art. 16 da
Lei nº 9.249, de 1995, sobre a receita
bruta definida pelo art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, auferida no
período de apuração de que trata o
art. 1º, deduzida das devoluções e
vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos; e
I - o valor resultante da aplicação dos
percentuais de que trata o art. 16 da
Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de
1995, sobre a receita bruta definida
pelo art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598,
de 26 de dezembro de 1977, auferida no período de apuração de que trata o art. 1º, deduzida das devoluções
e vendas canceladas e dos descontos
incondicionais concedidos; e
II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos
em aplicações financeiras, as demais
receitas, os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo
inciso I do caput, com os seus respectivos valores decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso VIII
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404,
de 1976, e demais valores determinados nesta Lei, auferidos naquele mesmo período.
II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos
em aplicações financeiras, as demais
receitas, os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo
inciso I do caput, com os respectivos
valores decorrentes do ajuste a valor
presente de que trata o inciso VIII do
caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de
15 de dezembro de 1976, e demais
valores determinados nesta Lei, auferidos naquele mesmo período.
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
22 ............................................................................................................................................ Quadro Comparativo - MP 627/2013 x Lei 12.973/2014
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 3º O ganho de capital nas alienações de investimentos, imobilizados e
intangíveis corresponderá à diferença
positiva entre o valor da alienação e o
respectivo valor contábil.
§ 3º O ganho de capital nas alienações de investimentos, imobilizados e
intangíveis corresponderá à diferença
positiva entre o valor da alienação e o
respectivo valor contábil.
§ 4º Para fins do disposto no § 3º, poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos valores decorrentes dos efeitos do
ajuste a valor presente de que trata o
inciso III do caput do art. 184 da Lei nº
6.404, de 1976.
§ 4º Para fins do disposto no § 3º, poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos
valores decorrentes dos efeitos do ajuste a valor presente de que trata o inciso
III do caput do art. 184 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976.
§ 5º Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo não integrarão a base de
cálculo do imposto, no momento em
que forem apurados.
§ 5º Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo não integrarão a base de
cálculo do imposto, no momento em
que forem apurados.
§ 6º Para fins do disposto no inciso II
do caput, os ganhos e perdas decorrentes de avaliação do ativo com base
em valor justo não serão considerados
como parte integrante do valor contábil.
§ 6º Para fins do disposto no inciso II
do caput, os ganhos e perdas decorrentes de avaliação do ativo com base
em valor justo não serão considerados
como parte integrante do valor contábil.
§ 7º O disposto no § 6º não se aplica
aos ganhos que tenham sido anteriormente computados na base de cálculo
do imposto.” (NR)
§ 7º O disposto no § 6º não se aplica
aos ganhos que tenham sido anteriormente computados na base de cálculo
do imposto.” (NR)
“Art. 29............................................
“Art. 29............................................
II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos
em aplicações financeiras, as demais
receitas, os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo
inciso I do caput, com os seus respectivos valores decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso VIII
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404,
de 1976, e demais valores determinados nesta Lei, auferidos naquele mesmo período.” (NR)
II - os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos
em aplicações financeiras, as demais
receitas, os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pelo
inciso I do caput, com os respectivos
valores decorrentes do ajuste a valor
presente de que trata o inciso VIII do
caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de
15 de dezembro de 1976, e demais
valores determinados nesta Lei, auferidos naquele mesmo período.” (NR)
“Art. 54. A pessoa jurídica que, até o
ano-calendário anterior, houver sido
tributada com base no lucro real, deverá adicionar à base de cálculo do
imposto de renda, correspondente
ao primeiro período de apuração no
“Art. 54. A pessoa jurídica que, até o
ano-calendário anterior, houver sido
tributada com base no lucro real deverá adicionar à base de cálculo do
imposto de renda, correspondente
ao primeiro período de apuração no
Vigência,
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Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
qual houver optado pela tributação
com base no lucro presumido ou for
tributada com base no lucro arbitrado,
os saldos dos valores cuja tributação
havia diferido, independentemente da
necessidade de controle no livro de
que trata o inciso I do caput do art. 8º
do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977.”
(NR)
qual houver optado pela tributação
com base no lucro presumido ou for
tributada com base no lucro arbitrado,
os saldos dos valores cuja tributação
havia diferido, independentemente da
necessidade de controle no livro de
que trata o inciso I do caput do art.
8o do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977.” (NR)
Custo de empréstimos - Lucro Presumido e Arbitrado
Custo de Empréstimos - Lucro Presumido e Arbitrado
Art. 6º Para fins de determinação do
ganho de capital previsto no inciso II
do caput do art. 25 da Lei nº 9.430,
de 1996, é vedado o cômputo de
qualquer parcela a título de encargos
associados a empréstimos, registrados
como custo na forma da alínea “b”
do § 1º do art. 17 do Decreto-Lei nº
1.598, de 1977. (Vigência)
Art. 7º Para fins de determinação do
ganho de capital previsto no inciso II
do caput do art. 25 da Lei nº 9.430,
de 27 de dezembro de 1996, é vedado o cômputo de qualquer parcela
a título de encargos associados a empréstimos, registrados como custo na
forma da alínea “b” do § 1º do art.
17 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977.
Parágrafo único. O disposto no caput
aplica-se também ao ganho de capital
previsto no inciso II do caput do art. 27
e no inciso II do caput do art. 29 da Lei
nº 9.430, de 1996.
Parágrafo único. O disposto no caput
aplica-se também ao ganho de capital
previsto no inciso II do caput do art.
27 e no inciso II do caput do art. 29
da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro
de 1996.
Art. 7º No caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido
ou arbitrado, as receitas financeiras
relativas às variações monetárias dos
direitos de crédito e das obrigações
do contribuinte, em função da taxa de
câmbio, originadas dos saldos de valores a apropriar decorrentes de ajuste
a valor presente não integrarão a base
de cálculo do imposto sobre a renda.
(Vigência)
Art. 8º No caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido
ou arbitrado, as receitas financeiras
relativas às variações monetárias dos
direitos de crédito e das obrigações
do contribuinte, em função da taxa de
câmbio, originadas dos saldos de valores a apropriar decorrentes de ajuste
a valor presente não integrarão a base
de cálculo do imposto sobre a renda.
Vigência: 1º.01.2015
Art. 8º A Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, passa a vigorar com
as seguintes alterações:
Art. 9º A Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, passa a vigorar com
as seguintes alterações:
Vigência: 1º.01.2014
ou 2015.
“Art. 9º.............................................
“Art. 9º.............................................
Vigência: 1º.01.2015
ALTERAÇÕES NA LEI Nº 9.249/1995
§ 12 do art. 9º da Lei
nº 9.249/1995 incluí-
24 ............................................................................................................................................ Quadro Comparativo - MP 627/2013 x Lei 12.973/2014
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Lei nº 12.973/2014
§ 8º Para fins de cálculo da remuneração prevista neste artigo, serão consideradas exclusivamente as seguintes
contas do patrimônio líquido:
§ 8º Para fins de cálculo da remuneração prevista neste artigo, serão consideradas exclusivamente as seguintes
contas do patrimônio líquido:
I - capital social;
I - capital social;
II - reservas de capital;
II - reservas de capital;
III - reservas de lucros;
III - reservas de lucros;
IV - ações em tesouraria; e
IV - ações em tesouraria; e
V - prejuízos acumulados.
V - prejuízos acumulados.
........................................................
........................................................
§ 11. O disposto neste artigo aplica-se
à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.” (NR)
§ 11. O disposto neste artigo aplica-se
à Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido.
Vigência,
comentários
e notas
do na conversão da
MP em lei.
Determinado que no
cálculo dos JCP a
conta capital social
inclui todas as espécies de ações previstas
no art. 15 da Lei nº
6.404/1976,
ainda
que classificadas em
contas de passivo na
escrituração
comercial.
§ 12. Para fins de cálculo da remuneração prevista neste artigo, a
conta capital social, prevista no inciso I do § 8º deste artigo, inclui todas as espécies de ações previstas
no art. 15 da Lei nº 6.404, de 15
de dezembro de 1976, ainda que
classificadas em contas de passivo
na escrituração comercial.” (NR)
“Art. 10..........................................
Vigência: 1º.01.2015
§ 1º No caso de quotas ou ações
distribuídas em decorrência de aumento de capital por incorporação
de lucros apurados, a partir do mês
de janeiro de 1996, ou de reservas
constituídas com esses lucros, o custo de aquisição será igual à parcela
do lucro ou reserva capitalizado, que
corresponder ao sócio ou acionista.
Alteração no § 1º
do art. 10 da Lei nº
9.249/1995, incluído
na conversão da MP
em lei.
§ 2º A não incidência prevista no
caput inclui os lucros ou dividendos
pagos ou creditados a beneficiários
de todas as espécies de ações previstas no art. 15 da Lei nº 6.404, de
15 de dezembro de 1976, ainda que
a ação seja classificada em conta de
passivo ou que a remuneração seja
classificada como despesa financeira na escrituração comercial.
Não incide o Imposto de Renda sobre os
lucros ou dividendos
pagos ou creditados a
beneficiários de todas
as espécies de ações
previstas no art. 15 da
Lei nº 6.404/1976,
ainda que a ação seja
classificada em conta
de passivo ou que a
remuneração seja classificada como despesa
financeira.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
§ 3º Não são dedutíveis na apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL os lucros ou dividendos
pagos ou creditados a beneficiários
de qualquer espécie de ação prevista no art. 15 da Lei nº 6.404, de 15
de dezembro de 1976, ainda que
classificados como despesa financeira na escrituração comercial.” (NR)
“Art. 13............................................
Art. 13. ...........................................
VIII - de despesas de depreciação,
amortização e exaustão geradas por
bem objeto de arrendamento mercantil
pela arrendatária, na hipótese em que
esta reconheça contabilmente o encargo. (NR)
VIII - de despesas de depreciação,
amortização e exaustão geradas por
bem objeto de arrendamento mercantil
pela arrendatária, na hipótese em que
esta reconheça contabilmente o encargo. (NR)
“Art. 15. A base de cálculo do imposto, em cada mês, será determinada
mediante a aplicação do percentual
de oito por cento sobre a receita bruta auferida mensalmente, observado o
disposto no art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 1977, deduzida das devoluções, vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos, sem
prejuízo do disposto nos arts. 30, 32,
34 e 35 da Lei nº 8.981, de 1995.
“Art. 15. A base de cálculo do imposto, em cada mês, será determinada
mediante a aplicação do percentual de
8% (oito por cento) sobre a receita bruta auferida mensalmente, observado o
disposto no art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 26 de dezembro de 1977,
deduzida das devoluções, vendas canceladas e dos descontos incondicionais
concedidos, sem prejuízo do disposto nos arts. 30, 32, 34 e 35 da Lei nº
8.981, de 20 de janeiro de 1995.
§ 1º..................................................
III - ...................................................
e) prestação de serviços de construção, recuperação, reforma, ampliação
ou melhoramento de infraestrutura vinculados a contrato de concessão de
serviço público. (NR)
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
§ 1º..................................................
III - ...................................................
e) prestação de serviços de construção, recuperação, reforma, ampliação
ou melhoramento de infraestrutura vinculados a contrato de concessão de
serviço público. (NR)
“Base de cálculo da CSLL - Estimativa e Presumido
“Base de cálculo da CSLL - Estimativa e Presumido
Art. 20. A base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido, devida
pelas pessoas jurídicas que efetuarem
o pagamento mensal ou trimestral a
que se referem os arts. 2º, 25 e 27 da
Lei nº 9.430, de 1996, corresponderá
Art. 20. A base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
devida pelas pessoas jurídicas que
efetuarem o pagamento mensal ou trimestral a que se referem os arts. 2º,
25 e 27 da Lei nº 9.430, de 27 de
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
a doze por cento sobre a receita bruta
definida pelo art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 1977, auferida no período,
deduzida das devoluções, vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos, exceto para as pessoas jurídicas que exerçam as atividades
a que se refere o inciso III do § 1º do
art. 15, cujo percentual corresponderá
a trinta e dois por cento. (NR)
dezembro de 1996, corresponderá a
12% (doze por cento) sobre a receita
bruta definida pelo art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de
1977, auferida no período, deduzida
das devoluções, vendas canceladas e
dos descontos incondicionais concedidos, exceto para as pessoas jurídicas
que exerçam as atividades a que se refere o inciso III do § 1º do art. 15, cujo
percentual corresponderá a 32% (trinta
e dois por cento). (NR)
“Incorporação, Fusão e Cisão
“Incorporação, Fusão e Cisão
Art. 21. A pessoa jurídica que tiver
parte ou todo o seu patrimônio absorvido em virtude de incorporação, fusão ou cisão deverá levantar balanço
específico para esse fim, observada a
legislação comercial....” (NR)
ALTERAÇÕES NA LEI Nº 8.981/1995
Art. 9º A Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995, passa a vigorar com as
seguintes alterações:
“Art. 32............................................
Art. 10. A Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995, passa a vigorar com as
seguintes alterações:
“Art. 32............................................
........................................................
........................................................
§ 2º O ganho de capital nas alienações de bens ou direitos classificados
como investimento, imobilizado ou intangível e de aplicações em ouro, não
tributadas na forma do art. 72, corresponderá à diferença positiva verificada
entre o valor da alienação e o respectivo valor contábil.
§ 3º Na apuração dos valores de que
trata o caput deverão ser considerados
os respectivos valores decorrentes do
ajuste a valor presente de que trata o
inciso VIII do caput do art. 183 da Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
§ 4º Para fins do disposto no § 2º, poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos valores decorrentes dos efeitos do
ajuste a valor presente de que trata o
inciso III do caput do art. 184 da Lei nº
6.404, de 1976.
§ 2º O ganho de capital nas alienações de bens ou direitos classificados
como investimento, imobilizado ou intangível e de aplicações em ouro, não
tributadas na forma do art. 72, corresponderá à diferença positiva verificada
entre o valor da alienação e o respectivo valor contábil.
§ 3º Na apuração dos valores de que
trata o caput, deverão ser considerados
os respectivos valores decorrentes do
ajuste a valor presente de que trata o
inciso VIII do caput do art. 183 da Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
§ 4º Para fins do disposto no § 2o, poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos
valores decorrentes dos efeitos do ajuste a valor presente de que trata o inciso
III do caput do art. 184 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Art. 21. A pessoa jurídica que tiver
parte ou todo o seu patrimônio absorvido em virtude de incorporação, fusão ou cisão deverá levantar balanço
específico para esse fim, observada a
legislação comercial...” (NR)
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 5º Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo não integrarão a base de
cálculo do imposto, no momento em
que forem apurados.
§ 5º Os ganhos decorrentes de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo não integrarão a base de
cálculo do imposto, no momento em
que forem apurados.
§ 6º Para fins do disposto no caput, os
ganhos e perdas decorrentes de avaliação do ativo com base em valor justo não serão considerados como parte
integrante do valor contábil.
§ 6º Para fins do disposto no caput, os
ganhos e perdas decorrentes de avaliação do ativo com base em valor justo não serão considerados como parte
integrante do valor contábil.
§ 7º O disposto no § 6º não se aplica
aos ganhos que tenham sido anteriormente computados na base de cálculo
do imposto.” (NR)
§ 7º O disposto no § 6º não se aplica
aos ganhos que tenham sido anteriormente computados na base de cálculo
do imposto.” (NR)
“Art. 51............................................
“Art. 51............................................
§ 4º Nas alternativas previstas nos incisos V e VI, as compras serão consideradas pelos valores totais das operações, devendo ser incluídos os valores
decorrentes do ajuste a valor presente
de que trata o inciso III do art. 184 da
Lei nº 6.404, de 1976.” (NR)
§ 4º Nas alternativas previstas nos incisos V e VI do caput, as compras serão
consideradas pelos valores totais das
operações, devendo ser incluídos os
valores decorrentes do ajuste a valor
presente de que trata o inciso III do art.
184 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.” (NR)
Despesas Pré-operacionais ou Pré-industriais
Despesas Pré-Operacionais ou Pré-Industriais
Art. 10. Para fins de determinação do
lucro real, não serão computadas, no
período de apuração em que incorridas, as despesas: (Vigência)
Art. 11. Para fins de determinação do
lucro real, não serão computadas, no
período de apuração em que incorridas, as despesas:
I - de organização pré-operacionais ou
pré-industriais, inclusive da fase inicial
de operação, quando a empresa utilizou apenas parcialmente o seu equipamento ou as suas instalações; e
I - de organização pré-operacionais ou
pré-industriais, inclusive da fase inicial
de operação, quando a empresa utilizou apenas parcialmente o seu equipamento ou as suas instalações; e
II - de expansão das atividades industriais.
II - de expansão das atividades industriais.
Parágrafo único. As despesas referidas
no caput poderão ser excluídas para
fins de determinação do lucro real, em
quotas fixas mensais e no prazo mínimo de cinco anos, a partir:
Parágrafo único. As despesas referidas
no caput poderão ser excluídas para
fins de determinação do lucro real, em
quotas fixas mensais e no prazo mínimo de 5 (cinco) anos, a partir:
I - do início das operações ou da plena
utilização das instalações, no caso do
inciso I do caput; e
I - do início das operações ou da plena
utilização das instalações, no caso do
inciso I do caput; e
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
II - do início das atividades das novas instalações, no caso do inciso II do caput.
II - do início das atividades das novas instalações, no caso do inciso II do caput.
Variação Cambial - Ajuste a Valor
Presente
Variação Cambial - Ajuste a Valor
Presente
Art. 11. As variações monetárias em
razão da taxa de câmbio referentes
aos saldos de valores a apropriar decorrentes de ajuste a valor presente
não serão computadas na determinação do lucro real. (Vigência)
Art. 12. As variações monetárias em
razão da taxa de câmbio referentes
aos saldos de valores a apropriar decorrentes de ajuste a valor presente
não serão computadas na determinação do lucro real.
Avaliação a Valor Justo - Ganho
Avaliação a Valor Justo Ganho
Vigência: 1º.01.2015
Art. 12. O ganho decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base
no valor justo não será computado na
determinação do lucro real desde que
o respectivo aumento no valor do ativo
ou redução no valor do passivo seja
evidenciado contabilmente em subconta vinculada ao ativo ou passivo.
(Vigência)
Art. 13. O ganho decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base
no valor justo não será computado na
determinação do lucro real desde que
o respectivo aumento no valor do ativo
ou a redução no valor do passivo seja
evidenciado contabilmente em subconta vinculada ao ativo ou passivo.
Na conversão da MP
em lei foi:
§ 1º O ganho evidenciado por meio
da subconta de que trata o caput será
computado na determinação do lucro
real à medida que o ativo for realizado, inclusive mediante depreciação,
amortização, exaustão, alienação ou
baixa, ou quando o passivo for liquidado ou baixado.
§ 1º O ganho evidenciado por meio
da subconta de que trata o caput será
computado na determinação do lucro
real à medida que o ativo for realizado, inclusive mediante depreciação,
amortização, exaustão, alienação ou
baixa, ou quando o passivo for liquidado ou baixado.
§ 2º O ganho a que se refere o § 1º
não será computado na determinação
do lucro real caso o valor realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
seja indedutível.
§ 2º O ganho a que se refere o § 1º
não será computado na determinação
do lucro real caso o valor realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
seja indedutível.
§ 3º Na hipótese de não ser evidenciado por meio de subconta na forma prevista no caput, o ganho será tributado.
§ 3º Na hipótese de não ser evidenciado por meio de subconta na forma prevista no caput, o ganho será tributado.
b) incluído um novo
§ 6º ao art. 13 dessa
Lei, dispondo que no
caso de operações de
permuta que envolvam
troca de ativo ou passivo, o ganho decorrente da avaliação com
base no valor justo
poderá ser computado
na determinação do
lucro real na medida
da realização do ativo
ou passivo recebido
na permuta, de acordo
com as hipóteses previstas nos §§ 1º a 4º.
§ 4º Na hipótese de que trata o § 3º, o
ganho não poderá acarretar redução
de prejuízo fiscal do período, devendo,
neste caso, ser considerado em período de apuração seguinte em que exista
lucro real antes do cômputo do referido ganho.
§ 4º Na hipótese de que trata o § 3º, o
ganho não poderá acarretar redução
de prejuízo fiscal do período, devendo,
neste caso, ser considerado em período de apuração seguinte em que exista
lucro real antes do cômputo do referido ganho.
Vigência: 1º.01.2015
a) alterado o § 5º dispondo que o constante no art. 13 da Lei nº
8.981/1995 não se
aplica às doações recebidas de terceiros;
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 5º O disposto neste artigo não se
aplica aos ganhos no reconhecimento
inicial de ativos avaliados com base no
valor justo decorrentes de transações
com terceiros, tais como doações.
§ 5º O disposto neste artigo não se
aplica aos ganhos no reconhecimento inicial de ativos avaliados com base
no valor justo decorrentes de doações
recebidas de terceiros.
Vigência,
comentários
e notas
§ 6º No caso de operações de permuta que envolvam troca de ativo
ou passivo de que trata o caput, o
ganho decorrente da avaliação com
base no valor justo poderá ser computado na determinação do lucro
real na medida da realização do ativo ou passivo recebido na permuta,
de acordo com as hipóteses previstas nos §§ 1º a 4º.
Avaliação a Valor Justo - Perda
Perda
Art. 13. A perda decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo somente poderá ser computada na determinação do lucro real à
medida que o ativo for realizado, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
ou quando o passivo for liquidado ou
baixado, e desde que a respectiva redução no valor do ativo ou aumento
no valor do passivo seja evidenciada
contabilmente em subconta vinculada
ao ativo ou passivo. (Vigência)
Art. 14. A perda decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base no
valor justo somente poderá ser computada na determinação do lucro real à
medida que o ativo for realizado, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
ou quando o passivo for liquidado ou
baixado, e desde que a respectiva redução no valor do ativo ou aumento
no valor do passivo seja evidenciada
contabilmente em subconta vinculada
ao ativo ou passivo.
§ 1º A perda a que se refere este artigo
não será computada na determinação
do lucro real caso o valor realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
seja indedutível.
§ 1º A perda a que se refere este artigo
não será computada na determinação
do lucro real caso o valor realizado,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa,
seja indedutível.
§ 2º Na hipótese de não ser evidenciada por meio de subconta na forma
prevista no caput, a perda será considerada indedutível na apuração do
lucro real.
§ 2º Na hipótese de não ser evidenciada por meio de subconta na forma
prevista no caput, a perda será considerada indedutível na apuração do
lucro real.
Art. 14. A Secretaria da Receita Federal do Brasil irá disciplinar o controle
em subcontas previsto nos arts. 4º, 12
e 13.
Art. 15. A Secretaria da Receita Federal do Brasil irá disciplinar o controle
em subcontas previsto nos arts. 5º, 13
e 14.
Vigência: 1º.01.2015
Vigência 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
Ajuste a Valor Justo - Lucro Presumido para Lucro Real
Ajuste a Valor Justo - Lucro Presumido para Lucro Real
Art. 15. A pessoa jurídica tributada
pelo lucro presumido que, em período
de apuração imediatamente posterior,
passar a ser tributada pelo lucro real,
deverá incluir na base de cálculo do
imposto apurado pelo lucro presumido
os ganhos decorrentes de avaliação
com base no valor justo, que façam
parte do valor contábil, e na proporção deste, relativos aos ativos constantes em seu patrimônio. (Vigência)
Art. 16. A pessoa jurídica tributada
pelo lucro presumido que, em período
de apuração imediatamente posterior,
passar a ser tributada pelo lucro real
deverá incluir na base de cálculo do
imposto apurado pelo lucro presumido
os ganhos decorrentes de avaliação
com base no valor justo, que façam
parte do valor contábil, e na proporção deste, relativos aos ativos constantes em seu patrimônio.
§ 1º A tributação dos ganhos poderá
ser diferida para os períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real, desde que observados os procedimentos e requisitos
previstos no art. 12.
§ 1º A tributação dos ganhos poderá
ser diferida para os períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real, desde que observados os procedimentos e requisitos
previstos no art. 13.
§ 2º As perdas verificadas nas condições do caput somente poderão ser
computadas na determinação do lucro
real dos períodos de apuração posteriores se observados os procedimentos
e requisitos previstos no art. 13.
§ 2º As perdas verificadas nas condições do caput somente poderão ser
computadas na determinação do lucro
real dos períodos de apuração posteriores se observados os procedimentos
e requisitos previstos no art. 14.
§ 3º O disposto neste artigo aplica-se, também, na hipótese de avaliação
com base no valor justo de passivos
relacionados a ativos ainda não totalmente realizados na data de transição
para o lucro real.
§ 3º O disposto neste artigo aplica-se, também, na hipótese de avaliação
com base no valor justo de passivos
relacionados a ativos ainda não totalmente realizados na data de transição
para o lucro real.
Ajuste a Valor Justo - Ganho de Capital Subscrição de Ações
Ganho de Capital Subscrição de
Ações
Art. 16. O ganho decorrente de avaliação com base no valor justo de
bem do ativo incorporado ao patrimônio de outra pessoa jurídica, na
subscrição em bens de capital social,
ou de valores mobiliários emitidos
por companhia, não será computado
na determinação do lucro real desde
que o aumento no valor do bem do
ativo seja evidenciado contabilmente
em subconta vinculada à participação
societária ou aos valores mobiliários,
com discriminação do bem objeto de
Art. 17. O ganho decorrente de avaliação com base no valor justo de bem
do ativo incorporado ao patrimônio
de outra pessoa jurídica, na subscrição em bens de capital social, ou de
valores mobiliários emitidos por companhia, não será computado na determinação do lucro real, desde que
o aumento no valor do bem do ativo
seja evidenciado contabilmente em
subconta vinculada à participação
societária ou aos valores mobiliários,
com discriminação do bem objeto de
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
O ganho do bem evidenciado
contabilmente em subconta
será computado na
determinação do lucro real na alienação
ou na liquidação da
participação societária
ou dos valores mobiliários, pelo montante
realizado.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
avaliação com base no valor justo, em
condições de permitir a determinação
da parcela realizada em cada período.
(Vigência)
§ 1º O ganho evidenciado por meio da
subconta de que trata o caput será computado na determinação do lucro real:
a) na alienação ou na liquidação da
participação societária ou dos valores
mobiliários, pelo montante realizado;
b) em cada período-base, em montante igual à parte dos lucros, dividendos,
juros ou participações recebidos pelo
contribuinte, que corresponder à participação ou aos valores mobiliários adquiridos com o aumento do valor do
bem do ativo; ou
c) proporcionalmente ao valor realizado, no período-base em que a pessoa
jurídica que houver recebido o bem realizar seu valor, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa, ou com ele integralizar
capital de outra pessoa jurídica.
avaliação com base no valor justo, em
condições de permitir a determinação
da parcela realizada em cada período.
§ 2º Na hipótese de não ser evidenciado por meio de subconta na forma prevista no caput, o ganho será tributado.
§ 3º Na hipótese de que trata o § 2º, o
ganho não poderá acarretar redução
de prejuízo fiscal do período, e deverá,
nesse caso, ser considerado em período de apuração seguinte em que exista
lucro real antes do cômputo do referido ganho.
§ 4º Na hipótese de a subscrição de
capital social de que trata o caput ser
§ 1º O ganho evidenciado por meio da
subconta de que trata o caput será computado na determinação do lucro real:
I - na alienação ou na liquidação da
participação societária ou dos valores
mobiliários, pelo montante realizado;
Supressão da alínea “b”.
Vigência,
comentários
e notas
O texto atual suprimiu
a alínea “b” do § 1º
na conversão da MP
em lei.
O novo texto inclui
também o inciso III,
dando tratamento nas
hipóteses de o bem
não estar sujeito à realização por depreciação, amortização ou
exaustão.
II - proporcionalmente ao valor realizado, no período-base em que a pessoa
jurídica que houver recebido o bem realizar seu valor, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa, ou com ele integralizar
capital de outra pessoa jurídica; ou
III - na hipótese de bem não sujeito
a realização por depreciação, amortização ou exaustão que não tenha
sido alienado, baixado ou utilizado
na integralização do capital de outra
pessoa jurídica, nos 5 (cinco) anos-calendário subsequentes à subscrição em bens de capital social, ou
de valores mobiliários emitidos por
companhia, à razão de 1/60 (um
sessenta avos), no mínimo, para
cada mês do período de apuração.
§ 2º Na hipótese de não ser evidenciado por meio de subconta na forma prevista no caput, o ganho será tributado.
§ 3º Na hipótese de que trata o § 2º, o
ganho não poderá acarretar redução
de prejuízo fiscal do período e deverá,
nesse caso, ser considerado em período de apuração seguinte em que exista
lucro real antes do cômputo do referido ganho.
§ 4º Na hipótese de a subscrição de
capital social de que trata o caput ser
32 ............................................................................................................................................ Quadro Comparativo - MP 627/2013 x Lei 12.973/2014
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Lei nº 12.973/2014
feita por meio da entrega de participação societária, será considerada realização, nos termos na alínea “c” do §
1º, a absorção do patrimônio da investida, em virtude de incorporação, fusão
ou cisão, pela pessoa jurídica que teve o
capital social subscrito por meio do recebimento da participação societária.
feita por meio da entrega de participação societária, será considerada realização, nos termos do inciso III do §
1º, a absorção do patrimônio da investida, em virtude de incorporação, fusão
ou cisão, pela pessoa jurídica que teve
o capital social subscrito por meio do
recebimento da participação societária.
§ 5º O disposto no § 4º aplica-se inclusive quando a investida absorver, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, o
patrimônio da pessoa jurídica que teve
o capital social subscrito por meio do
recebimento da participação societária.
§ 5º O disposto no § 4º aplica-se inclusive quando a investida absorver, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, o
patrimônio da pessoa jurídica que teve
o capital social subscrito por meio do
recebimento da participação societária.
Art. 17. A perda decorrente de avaliação com base no valor justo de bem
do ativo incorporado ao patrimônio de
outra pessoa jurídica, na subscrição em
bens de capital social, ou de valores
mobiliários emitidos por companhia, somente poderá ser computada na determinação do lucro real caso a respectiva
redução no valor do bem do ativo seja
evidenciada contabilmente em subconta vinculada à participação societária
ou aos valores mobiliários, com discriminação do bem objeto de avaliação
com base no valor justo, em condições
de permitir a determinação da parcela
realizada em cada período, e: (Vigência)
Art. 18. A perda decorrente de avaliação com base no valor justo de bem
do ativo incorporado ao patrimônio de
outra pessoa jurídica, na subscrição em
bens de capital social, ou de valores
mobiliários emitidos por companhia, somente poderá ser computada na determinação do lucro real caso a respectiva
redução no valor do bem do ativo seja
evidenciada contabilmente em subconta vinculada à participação societária
ou aos valores mobiliários, com discriminação do bem objeto de avaliação
com base no valor justo, em condições
de permitir a determinação da parcela
realizada em cada período, e:
I - na alienação ou na liquidação da
participação societária ou dos valores
mobiliários, pelo montante realizado;
I - na alienação ou na liquidação da
participação societária ou dos valores
mobiliários, pelo montante realizado;
II - em cada período-base, em montante igual à parte dos lucros, dividendos, juros ou participações recebidos pelo contribuinte, que corresponder à participação ou aos valores
mobiliários adquiridos com a redução do valor do bem do ativo; ou
Supressão do inciso “III”.
III - proporcionalmente ao valor realizado, no período-base em que a pessoa jurídica que houver recebido o bem
realizar seu valor, inclusive mediante
depreciação, amortização, exaustão,
alienação ou baixa, ou com ele integralizar capital de outra pessoa jurídica.
II - proporcionalmente ao valor realizado, no período-base em que a pessoa
jurídica que houver recebido o bem
realizar seu valor, inclusive mediante
depreciação, amortização, exaustão,
alienação ou baixa, ou com ele integralizar capital de outra pessoa jurídica; ou
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Mesma alteração do
artigo anterior, agora,
porém, para a “perda”.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 1º Na hipótese de não ser evidenciada por meio de subconta na forma
prevista no caput, a perda será considerada indedutível na apuração do
lucro real.
§ 2º Na hipótese da subscrição de capital social de que trata o caput ser feita
por meio da entrega de participação
societária, será considerada realização,
nos termos do inciso III do caput, a
absorção do patrimônio da investida,
em virtude de incorporação, fusão ou
cisão, pela pessoa jurídica que teve o
capital social subscrito por meio do recebimento da participação societária.
§ 3º O disposto no § 2º aplica-se inclusive quando a investida absorver, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, o
patrimônio da pessoa jurídica que teve o
capital social subscrito por meio do recebimento da participação societária.
Art. 18. A Secretaria da Receita Federal do Brasil irá disciplinar o controle
em subcontas de que tratam os arts.
16 e 17.
Incorporação, Fusão ou Cisão Mais-Valia
III - na hipótese de bem não sujeito
a realização por depreciação, amortização ou exaustão que não tenha
sido alienado, baixado ou utilizado
na integralização do capital de outra pessoa jurídica, a perda poderá
ser amortizada nos balanços correspondentes à apuração de lucro
real, levantados durante os 5 (cinco) anos-calendário subsequentes à
subscrição em bens de capital social,
ou de valores mobiliários emitidos
por companhia, à razão de 1/60
(um sessenta avos), no máximo, para
cada mês do período de apuração.
§ 1º Na hipótese de não ser evidenciada por meio de subconta na forma
prevista no caput, a perda será considerada indedutível na apuração do
lucro real.
§ 2º Na hipótese da subscrição de capital social de que trata o caput ser feita
por meio da entrega de participação
societária, será considerada realização,
nos termos do inciso II do caput, a
absorção do patrimônio da investida,
em virtude de incorporação, fusão ou
cisão pela pessoa jurídica que teve o
capital social subscrito por meio do recebimento da participação societária.
§ 3º O disposto no § 2º aplica-se inclusive quando a investida absorver, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, o
patrimônio da pessoa jurídica que teve o
capital social subscrito por meio do recebimento da participação societária.
Art. 19. A Secretaria da Receita Federal do Brasil irá disciplinar o controle
em subcontas de que tratam os arts.
17 e 18.
Incorporação, Fusão ou Cisão Mais -Valia
Art. 19. Nos casos de incorporação,
fusão ou cisão, o saldo existente na
contabilidade, na data do evento, referente à mais-valia de que trata o inciso II do caput do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, decorrente da
Art. 20. Nos casos de incorporação,
fusão ou cisão, o saldo existente na
contabilidade, na data da aquisição
da participação societária, referente à mais-valia de que trata o inciso II
do caput do art. 20 do Decreto-Lei nº
Vigência,
comentários
e notas
Vigência 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
A nova redação menciona que para fins de
incorporação, fusão ou
cisão, o saldo existente
na contabilidade deve
ser observado na data
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
aquisição de participação societária entre partes não dependentes, poderá ser
considerado como integrante do custo
do bem ou direito que lhe deu causa
para efeito de determinação de ganho
ou perda de capital e do cômputo da
depreciação, amortização ou exaustão. (Vigência)
II - os valores que compõem o saldo
da mais-valia não puderem ser identificados em decorrência da não observância do disposto no § 3º do art. 35
ou no § 1º do art. 37.
§ 4º O laudo de que trata o inciso I do
§ 3º será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele constantes estiverem incorretos ou não mereçam
fé.
1.598, de 26 de dezembro de 1977,
decorrente da aquisição de participação societária entre partes não dependentes, poderá ser considerado como
integrante do custo do bem ou direito que lhe deu causa, para efeito de
determinação de ganho ou perda de
capital e do cômputo da depreciação,
amortização ou exaustão.
§ 1º Se o bem ou direito que deu causa ao valor de que trata o caput não
houver sido transferido, na hipótese de
cisão, para o patrimônio da sucessora,
esta poderá, para efeitos de apuração
do lucro real, deduzir a referida importância em quotas fixas mensais e no
prazo mínimo de 5 (cinco) anos contados da data do evento.
§ 2º A dedutibilidade da despesa de
depreciação, amortização ou exaustão
está condicionada ao cumprimento da
condição estabelecida no inciso III do
caput do art. 13 da Lei nº 9.249, de
26 de dezembro de 1995.
§ 3º O contribuinte não poderá utilizar
o disposto neste artigo, quando:
I - o laudo a que se refere o § 3º do
art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
26 de dezembro de 1977, não for
elaborado e tempestivamente protocolado ou registrado; ou
II - os valores que compõem o saldo
da mais-valia não puderem ser identificados em decorrência da não observância do disposto no § 3º do art. 37
ou no § 1º do art. 39 desta Lei.
§ 4º O laudo de que trata o inciso I do
§ 3º será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele constantes apresentem comprovadamente vícios ou
incorreções de caráter relevante.
§ 5º A vedação prevista no inciso I
do § 3º não se aplica para participações societárias adquiridas até 31 de
dezembro de 2013, para os optantes
conforme art. 71, ou até 31 de dezembro de 2014 para os não optantes.
§ 5º A vedação prevista no inciso I do
§ 3o não se aplica para participações
societárias adquiridas até 31 de dezembro de 2013, para os optantes conforme o art. 75, ou até 31 de dezembro
de 2014, para os não optantes.
§ 1º Se o bem ou direito que deu causa ao valor de que trata o caput não
houver sido transferido, na hipótese de
cisão, para o patrimônio da sucessora,
esta poderá, para efeitos de apuração
do lucro real, deduzir a referida importância em quotas fixas mensais e no
prazo mínimo de cinco anos contados
da data do evento.
§ 2º A dedutibilidade da despesa de
depreciação, amortização ou exaustão
está condicionada ao cumprimento da
condição estabelecida no inciso III do
caput do art. 13 da Lei nº 9.249, de
1995.
§ 3º O contribuinte não poderá utilizar
o disposto neste artigo, quando:
I - o laudo a que se refere o § 3º do art.
20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977,
não for elaborado, e tempestivamente
protocolado ou registrado; ou
Vigência,
comentários
e notas
da aquisição da participação societária, para
fins de mais-valia.
O § 4º do artigo esclarece ainda que o laudo
será desconsiderado
na hipótese em que os
dados nele constantes
apresentem comprovadamente vícios ou
incorreções de caráter
relevante.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Incorporação, Fusão ou Cisão Menos-Valia
Menos -Valia
Art. 20. Nos casos de incorporação,
fusão ou cisão, o saldo existente na
contabilidade, na data do evento,
referente à menos-valia de que trata o
inciso II do caput do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, deverá ser
considerado como integrante do custo
do bem ou direito que lhe deu causa
para efeito de determinação de ganho
ou perda de capital e do cômputo da
depreciação, amortização ou exaustão. (Vigência)
Art. 21. Nos casos de incorporação,
fusão ou cisão, o saldo existente na
contabilidade, na data da aquisição
da participação societária, referente
à menos-valia de que trata o inciso
II do caput do art. 20 do Decreto-Lei
nº 1.598, de 26 de dezembro de
1977, deverá ser considerado como
integrante do custo do bem ou direito
que lhe deu causa para efeito de determinação de ganho ou perda de capital
e do cômputo da depreciação, amortização ou exaustão.
§ 1º Se o bem ou direito que deu causa ao valor de que trata o caput não
houver sido transferido, na hipótese de
cisão, para o patrimônio da sucessora,
esta poderá, para efeitos de apuração
do lucro real, diferir o reconhecimento
da referida importância, oferecendo à
tributação quotas fixas mensais no prazo máximo de cinco anos contados da
data do evento.
§ 1º Se o bem ou direito que deu causa ao valor de que trata o caput não
houver sido transferido, na hipótese de
cisão, para o patrimônio da sucessora,
esta poderá, para efeitos de apuração
do lucro real, diferir o reconhecimento
da referida importância, oferecendo à
tributação quotas fixas mensais no prazo máximo de 5 (cinco) anos contados
da data do evento.
§ 2º A dedutibilidade da despesa de
depreciação, amortização ou exaustão
está condicionada ao cumprimento da
condição estabelecida no inciso III do
caput do art. 13 da Lei nº 9.249, de
1995.
§ 2º A dedutibilidade da despesa de
depreciação, amortização ou exaustão
está condicionada ao cumprimento da
condição estabelecida no inciso III do
caput do art. 13 da Lei nº 9.249, de
26 de dezembro de 1995.
§ 3º O valor de que trata o caput será
considerado como integrante do custo
dos bens ou direitos que forem realizados em menor prazo depois da data
do evento, quando:
§ 3º O valor de que trata o caput será
considerado como integrante do custo
dos bens ou direitos que forem realizados em menor prazo depois da data
do evento, quando:
I - o laudo a que se refere o § 3º do art.
20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977,
não for elaborado e tempestivamente
protocolado ou registrado; ou
I - o laudo a que se refere o § 3º do
art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
26 de dezembro de 1977, não for
elaborado e tempestivamente protocolado ou registrado; ou
II - os valores que compõem o saldo
da menos-valia não puderem ser identificados em decorrência da não observância do disposto no § 3º do art. 35
ou no § 1º do art. 37.
II - os valores que compõem o saldo
da menos-valia não puderem ser identificados em decorrência da não observância do disposto no § 3o do art. 37
ou no § 1º do art. 39 desta Lei.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
O mesmo ajuste da
mais-valia foi aplicado
à menos-valia na conversão da MP em lei.
Nos casos de incorporação, fusão ou cisão,
o saldo existente na
contabilidade,
deve
ser observado na data
da aquisição da participação societária e
não mais na data do
evento como dispunha
a MP.
O § 4º esclarece ainda que o laudo seja
desconsiderado
na
hipótese em que os
dados nele constantes
apresentem comprovadamente vícios ou
incorreções de caráter
relevante.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 4º O laudo de que trata o inciso I do
§ 3º será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele constantes estiverem incorretos ou não mereçam
fé.
§ 4º O laudo de que trata o inciso I do
§ 3º será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele constantes apresentem comprovadamente vícios ou
incorreções de caráter relevante.
§ 5º A vedação prevista no inciso I
do § 3º não se aplica para participações societárias adquiridas até 31 de
dezembro de 2013, para os optantes
conforme art. 71, ou até 31 de dezembro de 2014 para os não optantes.
§ 5º A vedação prevista no inciso I
do § 3º não se aplica para participações societárias adquiridas até 31 de
dezembro de 2013, para os optantes
conforme o art. 75, ou até 31 de dezembro de 2014, para os não optantes.
Incorporação, Fusão ou Cisão Goodwill
Goodwill
Art. 21. A pessoa jurídica que absorver patrimônio de outra, em virtude de
incorporação, fusão ou cisão, na qual
detinha participação societária adquirida com ágio por rentabilidade futura (goodwill) decorrente da aquisição
de participação societária entre partes
não dependentes, apurado segundo o
disposto no inciso III do caput do art.
20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977,
poderá excluir para fins de apuração
do lucro real dos períodos de apuração subseqüentes o saldo do referido
ágio existente na contabilidade na
data do evento, à razão de um sessenta avos, no máximo, para cada mês
do período de apuração. (Vigência)
Art. 22. A pessoa jurídica que absorver patrimônio de outra, em virtude de
incorporação, fusão ou cisão, na qual
detinha participação societária adquirida com ágio por rentabilidade futura (goodwill) decorrente da aquisição
de participação societária entre partes
não dependentes, apurado segundo o
disposto no inciso III do caput do art.
20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977, poderá excluir
para fins de apuração do lucro real
dos períodos de apuração subsequentes o saldo do referido ágio existente
na contabilidade na data da aquisição da participação societária, à
razão de 1/60 (um sessenta avos), no
máximo, para cada mês do período de
apuração.
§ 1º O contribuinte não poderá utilizar
o disposto neste artigo, quando:
§ 1º O contribuinte não poderá utilizar
o disposto neste artigo, quando:
I - o laudo a que se refere o § 3º do
art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977, não for elaborado, e tempestivamente protocolado ou registrado;
I - o laudo a que se refere o § 3º do
art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
26 de dezembro de 1977, não for
elaborado e tempestivamente protocolado ou registrado;
II - os valores que compõem o saldo
do ágio por rentabilidade futura (goodwill) não puderem ser identificados
em decorrência da não observância
do disposto no § 3º do art. 35 ou no §
1º do art. 37; e
II - os valores que compõem o saldo
do ágio por rentabilidade futura (goodwill) não puderem ser identificados
em decorrência da não observância
do disposto no § 3º do art. 37 ou no
§ 1º do art. 39 desta Lei.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
O ar. 22 determina
que o ágio existente
na contabilidade (goodwill) deve ser apurado na data da aquisição da participação
societária, para fins
de exclusão do lucro
real, à razão de 1/60
para cada mês. A MP
mencionava a data do
evento.
Extinto o inciso III do §
1º da MP na conversão em lei.
Em relação ao laudo,
o novo § 2º esclarece
que ele será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele
constantes apresentem
comprovadamente vícios ou incorreções de
caráter relevante.
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Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
III - o valor do ágio por rentabilidade
futura (goodwill), relativo à participação societária extinta em decorrência
da incorporação, fusão ou cisão, tiver
sido apurado em operação de substituição de ações ou quotas de participação societária.
Suprimido o inciso III.
§ 2º O laudo de que trata o inciso I do
§ 1º será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele constantes estiverem incorretos ou não mereçam fé.
§ 2º O laudo de que trata o inciso I do
§ 1º será desconsiderado na hipótese
em que os dados nele constantes apresentem comprovadamente vícios ou
incorreções de caráter relevante.
§ 3º A vedação prevista no inciso I
do § 1º não se aplica para participações societárias adquiridas até 31 de
dezembro de 2013, para os optantes
conforme art. 71, ou até 31 de dezembro de 2014 para os não optantes.
§ 3º A vedação prevista no inciso I
do § 1º não se aplica para participações societárias adquiridas até 31 de
dezembro de 2013, para os optantes
conforme o art. 75, ou até 31 de
dezembro de 2014, para os não optantes.
Incorporação, Fusão ou Cisão Ganho por compra vantajosa
Ganho por Compra Vantajosa
Art. 22. A pessoa jurídica que absorver patrimônio de outra, em virtude de
incorporação, fusão ou cisão, na qual
detinha participação societária adquirida com ganho proveniente de compra vantajosa, conforme definido no §
6º do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598,
de 1977, deverá computar o referido
ganho na determinação do lucro real
dos períodos de apuração subsequentes à data do evento, à razão de um
sessenta avos, no mínimo, para cada
mês do período de apuração. (Vigência)
Art. 23. A pessoa jurídica que absorver patrimônio de outra, em virtude de
incorporação, fusão ou cisão, na qual
detinha participação societária adquirida com ganho proveniente de compra vantajosa, conforme definido no §
6º do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598,
de 26 de dezembro de 1977, deverá
computar o referido ganho na determinação do lucro real dos períodos
de apuração subsequentes à data do
evento, à razão de 1/60 (um sessenta
avos), no mínimo, para cada mês do
período de apuração.
Art. 23. O disposto nos arts. 19, 20,
21 e 22 aplica-se inclusive quando a
empresa incorporada, fusionada ou
cindida for aquela que detinha a propriedade da participação societária.
(Vigência)
Art. 24. O disposto nos arts. 20, 21,
22 e 23 aplica-se inclusive quando a
empresa incorporada, fusionada ou
cindida for aquela que detinha a propriedade da participação societária.
Vigência: 1º.01.2015
Art. 24. Para fins do disposto nos arts.
19 e 21, consideram-se partes dependentes quando: (Vigência)
Art. 25. Para fins do disposto nos arts.
20 e 22, consideram-se partes dependentes quando:
Vigência: 1º.01.2015
Vigência:
1º.01.2015
Foi alterada a definição de “partes dependentes”, com a altera-
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Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
I - o adquirente e o alienante são controlados, direta ou indiretamente, pela
mesma parte ou partes;
I - o adquirente e o alienante são controlados, direta ou indiretamente, pela
mesma parte ou partes;
ção do inciso V e ainclusão do parágrafo
único ao art. 25.
II - existir relação de controle entre o
adquirente e o alienante;
II - existir relação de controle entre o
adquirente e o alienante;
III - o alienante seja sócio, titular, conselheiro ou administrador da pessoa
jurídica adquirente;
III - o alienante for sócio, titular, conselheiro ou administrador da pessoa
jurídica adquirente;
IV - o alienante seja parente ou afim
até o terceiro grau, cônjuge ou companheiro das pessoas relacionadas no
inciso III; ou
IV - o alienante for parente ou afim
até o terceiro grau, cônjuge ou companheiro das pessoas relacionadas no
inciso III; ou
V - em decorrência de outras relações
não descritas nos incisos I a IV, que
permitam inferir dependência entre as pessoas jurídicas envolvidas,
ainda que de forma indireta.
V - em decorrência de outras relações
não descritas nos incisos I a IV, em que
fique comprovada a dependência
societária.
Incorporação, Fusão ou Cisão - AVJ
na sucedida transferido para a sucessora
Avaliação com Base no Valor Justo na Sucedida Transferido para a
Sucessora
Art. 25. Nos casos de incorporação,
fusão ou cisão, os ganhos decorrentes
de avaliação com base no valor justo
na sucedida não poderão ser considerados na sucessora como integrante
do custo do bem ou direito que lhe deu
causa para efeito de determinação de
ganho ou perda de capital e do cômputo da depreciação, amortização ou
exaustão. (Vigência)
Art. 26. Nos casos de incorporação,
fusão ou cisão, os ganhos decorrentes
de avaliação com base no valor justo
na sucedida não poderão ser considerados na sucessora como integrante
do custo do bem ou direito que lhe deu
causa para efeito de determinação de
ganho ou perda de capital e do cômputo da depreciação, amortização ou
exaustão.
Parágrafo único. Os ganhos e perdas
evidenciados nas subcontas de que
tratam os arts. 12 e 13 transferidos em
decorrência de incorporação, fusão ou
cisão, terão, na sucessora, o mesmo
tratamento tributário que teriam na sucedida.
Parágrafo único. Os ganhos e perdas
evidenciados nas subcontas de que
tratam os arts. 13 e 14 transferidos
em decorrência de incorporação, fusão ou cisão terão, na sucessora, o
mesmo tratamento tributário que teriam na sucedida.
Parágrafo único. No caso de participação societária adquirida em
estágios, a relação de dependência entre o(s) alienante(s) e o(s)
adquirente(s) de que trata este artigo deve ser verificada no ato da
primeira aquisição, desde que as
condições do negócio estejam previstas no instrumento negocial.
Vigência: 1º.01.2015
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Ganho por Compra Vantajosa
Ganho por Compra Vantajosa
Art. 26. O ganho decorrente do excesso do valor líquido dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos, mensurados pelos respectivos
valores justos, em relação à contraprestação transferida, será computado na
determinação do lucro real no período
de apuração relativo à data do evento
e posteriores, à razão de um sessenta
avos, no mínimo, para cada mês do período de apuração. (Vigência)
Art. 27. O ganho decorrente do excesso do valor líquido dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos, mensurados pelos respectivos
valores justos, em relação à contraprestação transferida, será computado
na determinação do lucro real no período de apuração relativo à data do
evento e posteriores, à razão de 1/60
(um sessenta avos), no mínimo, para
cada mês do período de apuração.
Parágrafo único. Quando o ganho
proveniente de compra vantajosa se
referir ao valor de que trata o inciso II
do § 5º do art. 20 do Decreto-Lei nº
1.598, de 1977, deverá ser observado, conforme o caso, o disposto no §
6º do art. 20 do mesmo Decreto-Lei,
ou o disposto no art. 21 desta Medida
Provisória.
Parágrafo único. Quando o ganho
proveniente de compra vantajosa se
referir ao valor de que trata o inciso
II do § 5º do art. 20 do Decreto-Lei
nº 1.598, de 26 de dezembro de
1977, deverá ser observado, conforme o caso, o disposto no § 6º do art.
20 do mesmo Decreto-Lei ou o disposto no art. 22 desta Lei.
Tratamento Tributário do Goodwill
Tratamento Tributário do Goodwill
Art. 27. A contrapartida da redução do
ágio por rentabilidade futura (goodwill),
inclusive mediante redução ao valor
recuperável, não será computada na
determinação do lucro real. (Vigência)
Art. 28. A contrapartida da redução
do ágio por rentabilidade futura (goodwill), inclusive mediante redução ao
valor recuperável, não será computada na determinação do lucro real.
Parágrafo único. Quando a redução se
referir ao valor de que trata o inciso III
do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977, deve ser observado o disposto
no art. 25 do mesmo Decreto-Lei.
Parágrafo único. Quando a redução
se referir ao valor de que trata o inciso
III do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598,
de 26 de dezembro de 1977, deve
ser observado o disposto no art. 25 do
mesmo Decreto-Lei.
Contratos de Longo Prazo
Contratos de Longo Prazo
Art. 28. Na hipótese de a pessoa jurídica utilizar critério, para determinação
da porcentagem do contrato ou da
produção executada, distinto dos previstos no § 1º do art. 10 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, que implique
resultado do período diferente daquele
que seria apurado com base nesses
critérios, a diferença verificada deverá
ser adicionada ou excluída, conforme
o caso, quando da apuração do lucro
real. (Vigência)
Art. 29. Na hipótese de a pessoa jurídica utilizar critério, para determinação
da porcentagem do contrato ou da produção executada, distinto dos previstos
no § 1o do art. 10 do Decreto-Lei nº
1.598, de 26 de dezembro de 1977,
que implique resultado do período diferente daquele que seria apurado com
base nesses critérios, a diferença verificada deverá ser adicionada ou excluída, conforme o caso, por ocasião da
apuração do lucro real.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Subvenções Para Investimento
Subvenções Para Investimento
Art. 29. As subvenções para investimento, inclusive mediante isenção
ou redução de impostos, concedidas
como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos econômicos, e as doações, feitas pelo Poder
Público, não serão computadas na
determinação do lucro real, desde que
seja registrada em reserva de lucros a
que se refere o art. 195-A da Lei nº
6.404, de 1976, que somente poderá
ser utilizada para: (Vigência)
Art. 30. As subvenções para investimento, inclusive mediante isenção
ou redução de impostos, concedidas
como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos econômicos e as doações feitas pelo poder
público não serão computadas na determinação do lucro real, desde que
seja registrada em reserva de lucros a
que se refere o art. 195-A da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976,
que somente poderá ser utilizada para:
I - absorção de prejuízos desde que
anteriormente já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas
de Lucros, com exceção da Reserva
Legal; ou
I - absorção de prejuízos, desde que
anteriormente já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas
de Lucros, com exceção da Reserva
Legal; ou
II - aumento do capital social.
II - aumento do capital social.
§ 1º Na hipótese do inciso I do caput,
a pessoa jurídica deverá recompor a
reserva à medida que forem apurados
lucros nos períodos subsequentes.
§ 1º Na hipótese do inciso I do caput,
a pessoa jurídica deverá recompor a
reserva à medida que forem apurados
lucros nos períodos subsequentes.
§ 2º As doações e subvenções de que
tratam o caput serão tributadas, caso
não seja observado o disposto no §
1º, ou seja dada destinação diversa
da que está prevista no caput, inclusive
nas hipóteses de:
§ 2º As doações e subvenções de que
trata o caput serão tributadas caso não
seja observado o disposto no § 1º ou
seja dada destinação diversa da que
está prevista no caput, inclusive nas hipóteses de:
I - capitalização do valor e posterior
restituição de capital aos sócios ou ao
titular, mediante redução do capital
social, hipótese em que a base para
a incidência será o valor restituído, limitado ao valor total das exclusões decorrentes de doações ou subvenções
governamentais para investimentos;
I - capitalização do valor e posterior
restituição de capital aos sócios ou ao
titular, mediante redução do capital
social, hipótese em que a base para
a incidência será o valor restituído, limitado ao valor total das exclusões decorrentes de doações ou subvenções
governamentais para investimentos;
II - restituição de capital aos sócios ou
ao titular, mediante redução do capital social, nos cinco anos anteriores
à data da doação ou da subvenção,
com posterior capitalização do valor
da doação ou da subvenção, hipótese
em que a base para a incidência será
o valor restituído, limitada ao valor
total das exclusões decorrentes de do
II - restituição de capital aos sócios ou
ao titular, mediante redução do capital
social, nos 5 (cinco) anos anteriores
à data da doação ou da subvenção,
com posterior capitalização do valor
da doação ou da subvenção, hipótese
em que a base para a incidência será
o valor restituído, limitada ao valor
total das exclusões decorrentes de do
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
ações ou de subvenções governamentais para investimentos; ou
ações ou de subvenções governamentais para investimentos; ou
III - integração à base de cálculo dos
dividendos obrigatórios.
III - integração à base de cálculo dos
dividendos obrigatórios.
§ 3º Se no período de apuração a
pessoa jurídica apurar prejuízo contábil ou lucro líquido contábil inferior
à parcela decorrente de doações e de
subvenções governamentais, e nesse
caso não puder ser constituída como
parcela de lucros nos termos do caput,
esta deverá ocorrer à medida que forem apurados lucros nos períodos subsequentes.
§ 3º Se, no período de apuração, a
pessoa jurídica apurar prejuízo contábil ou lucro líquido contábil inferior à
parcela decorrente de doações e de
subvenções governamentais e, nesse
caso, não puder ser constituída como
parcela de lucros nos termos do caput,
esta deverá ocorrer à medida que forem apurados lucros nos períodos subsequentes.
Prêmio na emissão de debêntures
Prêmio na Emissão de Debêntures
Art. 30. O prêmio na emissão de debêntures não será computado na determinação do lucro real, desde que:
(Vigência)
Art. 31. O prêmio na emissão de debêntures não será computado na determinação do lucro real, desde que:
I - a titularidade da debênture não seja
de sócio ou titular da pessoa jurídica
emitente; e
I - a titularidade da debênture não seja
de sócio ou titular da pessoa jurídica
emitente; e
II - seja registrado em reserva de lucros
específica, que somente poderá ser utilizada para:
II - seja registrado em reserva de lucros
específica, que somente poderá ser utilizada para:
a) absorção de prejuízos desde que
anteriormente já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas
de Lucros, com exceção da Reserva
Legal; ou
a) absorção de prejuízos, desde que
anteriormente já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas
de Lucros, com exceção da Reserva
Legal; ou
b) aumento do capital social.
b) aumento do capital social.
§ 1º Na hipótese da alínea a do inciso
II do caput, a pessoa jurídica deverá
recompor a reserva à medida que forem apurados lucros nos períodos subsequentes.
§ 1º Na hipótese da alínea “a” do inciso II do caput, a pessoa jurídica deverá recompor a reserva à medida que
forem apurados lucros nos períodos
subsequentes.
§ 2º O prêmio na emissão de debêntures de que trata o caput será tributado,
caso não seja observado o disposto no
§ 1º, ou seja dada destinação diversa
da que está prevista no caput, inclusive
nas hipóteses de:
§ 2º O prêmio na emissão de debêntures de que trata o caput será tributado
caso não seja observado o disposto no
§ 1º ou seja dada destinação diversa
da que está prevista no caput, inclusive
nas hipóteses de:
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
I - capitalização do valor e posterior
restituição de capital aos sócios ou ao
titular, mediante redução do capital
social, hipótese em que a base para
a incidência será o valor restituído,
limitado ao valor total das exclusões
decorrentes do prêmio na emissão de
debêntures;
I - capitalização do valor e posterior
restituição de capital aos sócios ou ao
titular, mediante redução do capital
social, hipótese em que a base para
a incidência será o valor restituído,
limitado ao valor total das exclusões
decorrentes do prêmio na emissão de
debêntures;
II - restituição de capital aos sócios ou
ao titular, mediante redução do capital
social, nos cinco anos anteriores à data
da emissão das debêntures, com posterior capitalização do valor do prêmio
na emissão de debêntures, hipótese em
que a base para a incidência será o
valor restituído, limitada ao valor total
das exclusões decorrentes de prêmio na
emissão de debêntures; ou
II - restituição de capital aos sócios ou
ao titular, mediante redução do capital
social, nos 5 (cinco) anos anteriores à
data da emissão das debêntures, com
posterior capitalização do valor do prêmio na emissão de debêntures, hipótese em que a base para a incidência será
o valor restituído, limitada ao valor total
das exclusões decorrentes de prêmio na
emissão de debêntures; ou
III - integração à base de cálculo dos
dividendos obrigatórios.
III - integração à base de cálculo dos
dividendos obrigatórios.
§ 3º Se no período de apuração a pessoa jurídica apurar prejuízo contábil
ou lucro líquido contábil inferior à parcela decorrente de prêmio na emissão
de debêntures, e nesse caso não puder
ser constituída como parcela de lucros
nos termos do caput, esta deverá ocorrer à medida que forem apurados lucros nos períodos subsequentes.
§ 3º Se, no período de apuração, a
pessoa jurídica apurar prejuízo contábil ou lucro líquido contábil inferior à
parcela decorrente de prêmio na emissão de debêntures e, nesse caso, não
puder ser constituída como parcela de
lucros nos termos do caput, esta deverá ocorrer à medida que forem apurados lucros nos períodos subsequentes.
§ 4º A reserva de lucros específica a
que se refere o inciso III do caput, para
fins do limite de que trata o art. 199 da
Lei nº 6.404, de 1976, terá o mesmo
tratamento dado à reserva de lucros
prevista no art. 195-A da referida Lei.
§ 4º A reserva de lucros específica a
que se refere o inciso II do caput, para
fins do limite de que trata o art. 199
da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976, terá o mesmo tratamento
dado à reserva de lucros prevista no
art. 195-A da referida Lei.
§ 5º Para fins do disposto no inciso I
do caput, serão considerados os sócios
com participação igual ou superior a
dez por cento do capital social da pessoa jurídica emitente.
§ 5º Para fins do disposto no inciso I
do caput, serão considerados os sócios
com participação igual ou superior a
10% (dez por cento) do capital social
da pessoa jurídica emitente.
Teste de Recuperabilidade
Teste de Recuperabilidade
Art. 31. O contribuinte poderá reconhecer na apuração do lucro real somente os valores contabilizados como
Art. 32. O contribuinte poderá reconhecer na apuração do lucro real somente os valores contabilizados como
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
redução ao valor recuperável de ativos,
que não tenham sido objeto de reversão,
quando ocorrer a alienação ou baixa do
bem correspondente. (Vigência)
Parágrafo único. No caso de alienação ou baixa de um ativo que compõe
uma unidade geradora de caixa, o valor a ser reconhecido na apuração do
lucro real deve ser proporcional à relação entre o valor contábil desse ativo e
o total da unidade geradora de caixa
à data em que foi realizado o teste de
recuperabilidade.
Pagamento Baseado em Ações
redução ao valor recuperável de ativos
que não tenham sido objeto de reversão, quando ocorrer a alienação ou
baixa do bem correspondente.
Parágrafo único. No caso de alienação ou baixa de um ativo que compõe
uma unidade geradora de caixa, o valor a ser reconhecido na apuração do
lucro real deve ser proporcional à relação entre o valor contábil desse ativo e
o total da unidade geradora de caixa
à data em que foi realizado o teste de
recuperabilidade.
Pagamento Baseado em Ações
Art. 32. O valor da remuneração dos
serviços prestados por empregados ou
similares, efetuada por meio de acordo
com pagamento baseado em ações,
deve ser adicionado ao lucro líquido
para fins de apuração do lucro real no
período de apuração em que o custo ou
a despesa forem apropriados. (Vigência)
§ 1º A remuneração de que trata o
caput será dedutível somente depois
do pagamento, quando liquidados
em caixa ou outro ativo, ou depois da
transferência da propriedade definitiva
das ações ou opções, quando liquidados com instrumentos patrimoniais.
§ 2º Para efeito do disposto no § 1º, o
valor a ser excluído será:
I - o efetivamente pago, quando a liquidação baseada em ação for efetuada
em caixa ou outro ativo financeiro; ou
II - o reconhecido no patrimônio líquido nos termos da legislação comercial,
quando a liquidação for efetuada em
instrumentos patrimoniais.
Art. 33. As aquisições de serviços, na
forma do art. 32 e liquidadas com instrumentos patrimoniais, terão efeitos
no cálculo dos juros sobre o capital
próprio de que trata o art. 9º da Lei nº
9.249, de 1995, somente depois da
transferência definitiva da propriedade
dos referidos instrumentos patrimoniais. (Vigência)
Art. 33. O valor da remuneração dos
serviços prestados por empregados
ou similares, efetuada por meio de
acordo com pagamento baseado em
ações, deve ser adicionado ao lucro
líquido para fins de apuração do lucro
real no período de apuração em que o
custo ou a despesa forem apropriados.
§ 1º A remuneração de que trata o
caput será dedutível somente depois
do pagamento, quando liquidados
em caixa ou outro ativo, ou depois da
transferência da propriedade definitiva
das ações ou opções, quando liquidados com instrumentos patrimoniais.
§ 2º Para efeito do disposto no § 1º, o
valor a ser excluído será:
I - o efetivamente pago, quando a liquidação baseada em ação for efetuada
em caixa ou outro ativo financeiro; ou
II - o reconhecido no patrimônio líquido nos termos da legislação comercial,
quando a liquidação for efetuada em
instrumentos patrimoniais
Art. 34. As aquisições de serviços, na
forma do art. 33 e liquidadas com
instrumentos patrimoniais, terão efeitos no cálculo dos juros sobre o capital próprio de que trata o art. 9o da
Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de
1995, somente depois da transferência definitiva da propriedade dos referidos instrumentos patrimoniais.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
Contratos de Concessão
Contratos de Concessão
Art. 34. No caso de contrato de concessão de serviços públicos em que a
concessionária reconhece como receita o direito de exploração recebido do
poder concedente, o resultado decorrente desse reconhecimento deverá ser
computado no lucro real à medida que
ocorrer a realização do respectivo ativo intangível, inclusive mediante amortização, alienação ou baixa. (Vigência)
Art. 35. No caso de contrato de concessão de serviços públicos em que a
concessionária reconhece como receita o direito de exploração recebido do
poder concedente, o resultado decorrente desse reconhecimento deverá ser
computado no lucro real à medida que
ocorrer a realização do respectivo ativo intangível, inclusive mediante amortização, alienação ou baixa.
Parágrafo único. Para fins dos pagamentos mensais referidos no art. 2º da
Lei nº 9.430, de 1996, a receita mencionada no caput não integrará a base
de cálculo, exceto na hipótese prevista
no art. 35 da Lei nº 8.981, de 1995.
Parágrafo único. Para fins dos pagamentos mensais referidos no art. 2o da
Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de
1996, a receita mencionada no caput
não integrará a base de cálculo, exceto
na hipótese prevista no art. 35 da Lei
nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995.
Art. 36. No caso de contrato de
concessão de serviços públicos, o
lucro decorrente da receita reconhecida pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo financeiro
representativo de direito contratual
incondicional de receber caixa ou
outro ativo financeiro, poderá ser
tributado à medida do efetivo recebimento.
Parágrafo único. Para fins dos pagamentos mensais determinados
sobre a base de cálculo estimada de que trata o art. 2º da Lei
nº 9.430, de 27 de dezembro de
1996, a concessionária poderá
considerar como receita o montante efetivamente recebido.
Aquisição de Participação Societária em Estágios
Aquisição de Participação Societária em Estágios
Art. 35. No caso de aquisição de controle de outra empresa na qual se detinha participação societária anterior, o
contribuinte deve observar as seguintes
disposições: (Vigência)
Art. 37. No caso de aquisição de controle de outra empresa na qual se detinha participação societária anterior, o
contribuinte deve observar as seguintes
disposições:
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
O art. 36 é novo e foi
incluído na conversão
da MP em lei.
Dispõe sobre o tratamento tributário em
que, no caso de contrato de concessão de
serviços públicos, o
lucro decorrente da receita reconhecida pela
construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento
da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo
financeiro decorrente
de direito contratual incondicional, poderá ser
tributado à medida do
efetivo recebimento.
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
I - o ganho decorrente de avaliação da
participação societária anterior com
base no valor justo, apurado na data
da aquisição, poderá ser diferido, sendo reconhecido para fins de apuração
do lucro real quando da alienação ou
baixa do investimento;
I - o ganho decorrente de avaliação da
participação societária anterior com
base no valor justo, apurado na data
da aquisição, poderá ser diferido, sendo reconhecido para fins de apuração
do lucro real por ocasião da alienação
ou baixa do investimento;
II - a perda relacionada à avaliação da
participação societária anterior com
base no valor justo, apurada na data
da aquisição, poderá ser considerada
na apuração do lucro real somente
quando da alienação ou baixa do investimento; e
II - a perda relacionada à avaliação da
participação societária anterior com
base no valor justo, apurada na data
da aquisição, poderá ser considerada
na apuração do lucro real somente por
ocasião da alienação ou baixa do investimento; e
III - o ganho decorrente do excesso
do valor justo dos ativos líquidos da
investida, na proporção da participação anterior, em relação ao valor dessa participação avaliada a valor justo,
também poderá ser diferido, sendo
reconhecido para fins de apuração
do lucro real quando da alienação ou
baixa do investimento.
III - o ganho decorrente do excesso
do valor justo dos ativos líquidos da
investida, na proporção da participação anterior, em relação ao valor dessa participação avaliada a valor justo,
também poderá ser diferido, sendo
reconhecido para fins de apuração do
lucro real por ocasião da alienação ou
baixa do investimento.
§ 1º Para fins do disposto neste artigo,
a pessoa jurídica deverá manter controle dos valores de que tratam o caput
no livro de que trata o inciso I do caput
do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977, que serão baixados quando do
cômputo do ganho ou perda na apuração do lucro real.
§ 1º Para fins do disposto neste artigo,
a pessoa jurídica deverá manter controle dos valores de que tratam o caput
no livro de que trata o inciso I do caput
do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de
26 de dezembro de 1977, que serão baixados quando do cômputo do
ganho ou perda na apuração do lucro
real.
§ 2º Os valores apurados em decorrência da operação, relativos à participação societária anterior, que tenham
a mesma natureza das parcelas discriminadas nos incisos II e III do caput
do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598,
de 1977, sujeitam-se ao mesmo disciplinamento tributário dado a essas
parcelas.
§ 2º Os valores apurados em decorrência da operação, relativos à participação societária anterior, que tenham
a mesma natureza das parcelas discriminadas nos incisos II e III do caput do
art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
26 de dezembro de 1977, sujeitam-se ao mesmo disciplinamento tributário dado a essas parcelas.
§ 3º Deverão ser contabilizadas em
subcontas distintas:
§ 3º Deverão ser contabilizadas em
subcontas distintas:
I - a mais ou menos valia e o ágio por
rentabilidade futura (goodwill) relativos
à participação societária anterior, existente antes da aquisição do controle; e
I - a mais ou menos-valia e o ágio por
rentabilidade futura (goodwill) relativos
à participação societária anterior, existente antes da aquisição do controle; e
Vigência,
comentários
e notas
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
II - as variações nos valores a que se
refere o inciso I, em decorrência da
aquisição do controle.
§ 4º O disposto neste artigo aplica-se
aos demais casos em que o contribuinte avalia a valor justo a participação
societária anterior no momento da
aquisição da nova participação societária.
Aquisição de Participação Societária em Estágios - Incorporação, Fusão e Cisão
II - as variações nos valores a que se
refere o inciso I, em decorrência da
aquisição do controle.
§ 4º O disposto neste artigo aplica-se
aos demais casos em que o contribuinte avalia a valor justo a participação
societária anterior no momento da
aquisição da nova participação societária.
Incorporação, Fusão e Cisão
Art. 36. Na hipótese tratada no art.
35, caso ocorra incorporação, fusão
ou cisão: (Vigência)
I - deve ocorrer a baixa dos valores
controlados no livro de que trata o inciso I do caput do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, a que se refere o § 1º do art. 35, sem qualquer
efeito na apuração do lucro real;
II - não deve ser computada na apuração do lucro real a variação da mais-valia ou menos-valia de que trata o
inciso II do § 3º do art. 35, que venha
a ser:
a) considerada contabilmente no custo
do ativo ou no valor do passivo que lhe
deu causa; ou
b) baixada, na hipótese de o ativo ou o
passivo que lhe deu causa não integrar
o patrimônio da sucessora; e
III - não poderá ser excluída na apuração do lucro real a variação do ágio
por rentabilidade futura (goodwill) de
que trata o inciso II do § 3º do art. 35.
Parágrafo único. Excetuadas as hipóteses previstas nos incisos II e III do
caput, aplica-se ao saldo existente na
contabilidade, na data do evento, referente a mais ou menos valia e ao ágio
por rentabilidade futura (goodwill) de
que tratam os incisos II e III do caput
do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977, o disposto nos arts. 19 a 21.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Art. 38. Na hipótese tratada no art.
37, caso ocorra incorporação, fusão
ou cisão:
I - deve ocorrer a baixa dos valores
controlados no livro de que trata o inciso I do caput do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de
1977, a que se refere o § 1º do art.
37, sem qualquer efeito na apuração
do lucro real;
II - não deve ser computada na apuração do lucro real a variação da mais-valia ou menos-valia de que trata o
inciso II do § 3º do art. 37, que venha
a ser:
a) considerada contabilmente no custo
do ativo ou no valor do passivo que lhe
deu causa; ou
b) baixada, na hipótese de o ativo ou o
passivo que lhe deu causa não integrar
o patrimônio da sucessora; e
III - não poderá ser excluída na apuração do lucro real a variação do ágio
por rentabilidade futura (goodwill) de
que trata o inciso II do § 3º do art. 37.
Parágrafo único. Excetuadas as hipóteses previstas nos incisos II e III do
caput, aplica-se ao saldo existente na
contabilidade, na data da aquisição
da participação societária, referente
a mais ou menos-valia e ao ágio por
rentabilidade futura (goodwill) de que
tratam os incisos II e III do caput do art.
20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977, o disposto nos
arts. 20 a 22 da presente Lei.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 37. Nas incorporações, fusões ou
cisões de empresa não controlada na
qual se detinha participação societária
anterior, que não se enquadrem nas
situações previstas nos arts. 35 e 36,
não terá efeito na apuração do lucro
real: (Vigência)
Art. 39. Nas incorporações, fusões ou
cisões de empresa não controlada na
qual se detinha participação societária
anterior que não se enquadrem nas situações previstas nos arts. 37 e 38,
não terá efeito na apuração do lucro
real:
I - o ganho ou perda decorrente de
avaliação da participação societária
anterior com base no valor justo, apurado na data do evento; e
I - o ganho ou perda decorrente de
avaliação da participação societária
anterior com base no valor justo, apurado na data do evento; e
II - o ganho decorrente do excesso do
valor justo dos ativos líquidos da investida, na proporção da participação
anterior, em relação ao valor dessa
participação avaliada a valor justo.
II - o ganho decorrente do excesso do
valor justo dos ativos líquidos da investida, na proporção da participação
anterior, em relação ao valor dessa
participação avaliada a valor justo.
§ 1º Deverão ser contabilizadas em
subcontas distintas:
§ 1º Deverão ser contabilizadas em
subcontas distintas:
I - a mais ou menos valia e o ágio por
rentabilidade futura (goodwill) relativos
à participação societária anterior, existentes antes da incorporação, fusão ou
cisão; e
I - a mais ou menos-valia e o ágio por
rentabilidade futura (goodwill) relativos
à participação societária anterior, existentes antes da incorporação, fusão ou
cisão; e
II - as variações nos valores a que se
refere o inciso I, em decorrência da incorporação, fusão ou cisão.
II - as variações nos valores a que se
refere o inciso I, em decorrência da incorporação, fusão ou cisão.
§ 2º Não deve ser computada na
apuração do lucro real a variação da
mais-valia ou menos-valia de que trata
o inciso II do § 1º, que venha a ser:
§ 2º Não deve ser computada na
apuração do lucro real a variação da
mais-valia ou menos-valia de que trata
o inciso II do § 1º, que venha a ser:
I - considerada contabilmente no custo
do ativo ou no valor do passivo que lhe
deu causa; ou
I - considerada contabilmente no custo
do ativo ou no valor do passivo que lhe
deu causa; ou
II - baixada, na hipótese de o ativo ou
o passivo que lhe deu causa não integrar o patrimônio da sucessora.
II - baixada, na hipótese de o ativo ou
o passivo que lhe deu causa não integrar o patrimônio da sucessora.
§ 3º Não poderá ser excluída na apuração do lucro real a variação do ágio
por rentabilidade futura (goodwill) de
que trata o inciso II do § 1º.
§ 3º Não poderá ser excluída na apuração do lucro real a variação do ágio
por rentabilidade futura (goodwill) de
que trata o inciso II do § 1º.
§ 4º Excetuadas as hipóteses previstas
nos § 2º e § 3º, aplica-se ao saldo
existente na contabilidade, na data do
evento, referente a mais ou menos valia e ao ágio por rentabilidade futura
§ 4º Excetuadas as hipóteses previstas nos §§ 2º e 3º, aplica-se ao saldo
existente na contabilidade, na data da
aquisição da participação societária,
referente a mais ou menos-valia e ao
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
(goodwill) de que tratam os incisos II e
III do caput do art. 20 do Decreto-Lei
nº 1.598, de 1977, o disposto nos
arts. 19 a 21.
ágio por rentabilidade futura (goodwill)
de que tratam os incisos II e III do caput
do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de
26 de dezembro de 1977, o disposto nos arts. 20 a 22 da presente Lei.
Depreciação - Exclusão no e-Lalur
Depreciação - Exclusão no e-Lalur
Art. 38. A Lei nº 4.506, de 30 de novembro de 1964, passa a vigorar com
a seguinte alteração: (Vigência)
Art. 40. O art. 57 da Lei nº 4.506,
de 30 de novembro de 1964, passa
a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 57.............................................
“Art. 57.............................................
§ 1º A quota de depreciação dedutível
na apuração do imposto será determinada mediante a aplicação da taxa
anual de depreciação sobre o custo de
aquisição do ativo.
§ 1º A quota de depreciação dedutível
na apuração do imposto será determinada mediante a aplicação da taxa
anual de depreciação sobre o custo de
aquisição do ativo.
........................................................
........................................................
§ 15. Caso a quota de depreciação
registrada na contabilidade do contribuinte seja menor do que aquela calculada com base no § 3º, a diferença
poderá ser excluída do lucro líquido na
apuração do Lucro Real, observando-se o disposto no § 6º.
§ 15. Caso a quota de depreciação
registrada na contabilidade do contribuinte seja menor do que aquela calculada com base no § 3º, a diferença
poderá ser excluída do lucro líquido na
apuração do lucro real, observando-se
o disposto no § 6º.
§ 16. Para fins do disposto no § 15, a
partir do período de apuração em que
o montante acumulado das quotas de
depreciação computado na determinação do lucro real atingir o limite previsto no § 6º, o valor da depreciação,
registrado na escrituração comercial,
deverá ser adicionado ao lucro líquido
para efeito de determinação do lucro
real.” (NR)
§ 16. Para fins do disposto no § 15, a
partir do período de apuração em que
o montante acumulado das quotas de
depreciação computado na determinação do lucro real atingir o limite previsto no § 6o, o valor da depreciação,
registrado na escrituração comercial,
deverá ser adicionado ao lucro líquido
para efeito de determinação do lucro
real.” (NR)
Amortização do Intangível
Amortização do Intangível
Art. 39. A amortização de direitos
classificados no ativo não circulante
intangível é considerada dedutível na
determinação do lucro real, observado
o disposto no inciso III do caput do art.
13 da Lei nº 9.249, de 1995. (Vigência)
Art. 41. A amortização de direitos
classificados no ativo não circulante
intangível é considerada dedutível na
determinação do lucro real, observado
o disposto no inciso III do caput do art.
13 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995.
Art. 40. Poderão ser excluídos, para
fins de apuração do lucro real, os gastos com desenvolvimento de inovação
tecnológica referidos no inciso I do
Art. 42. Poderão ser excluídos, para
fins de apuração do lucro real, os gastos com desenvolvimento de inovação
tecnológica referidos no inciso I do
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
caput e no § 2º do art. 17 da Lei nº
11.196, de 2005, quando registrados
no ativo não circulante intangível, no
período de apuração em que forem
incorridos e observado o disposto nos
arts. 22 a 24 da referida Lei. (Vigência)
caput e no § 2º do art. 17 da Lei nº
11.196, de 21 de novembro de
2005, quando registrados no ativo
não circulante intangível, no período
de apuração em que forem incorridos
e observado o disposto nos arts. 22 a
24 da referida Lei.
Parágrafo único. O contribuinte que
utilizar o benefício referido no caput
deverá adicionar ao lucro líquido,
para fins de apuração do lucro real, o
valor da realização do ativo intangível,
inclusive por amortização, alienação
ou baixa.
Parágrafo único. O contribuinte que
utilizar o benefício referido no caput
deverá adicionar ao lucro líquido,
para fins de apuração do lucro real, o
valor da realização do ativo intangível,
inclusive por amortização, alienação
ou baixa.
Prejuízos Não Operacionais
Prejuízos Não Operacionais
Art. 41. Os prejuízos decorrentes da
alienação de bens e direitos do ativo
imobilizado, investimento e intangível,
ainda que reclassificados para o ativo
circulante com intenção de venda, poderão ser compensados somente com
lucros de mesma natureza, observado
o limite previsto no art. 15 da Lei nº
9.065, de 20 de junho de 1995. (Vigência)
Art. 43. Os prejuízos decorrentes da
alienação de bens e direitos do ativo
imobilizado, investimento e intangível,
ainda que reclassificados para o ativo circulante com intenção de venda,
poderão ser compensados, nos períodos de apuração subsequentes
ao de sua apuração, somente com
lucros de mesma natureza, observado
o limite previsto no art. 15 da Lei nº
9.065, de 20 de junho de 1995.
Parágrafo único. O disposto no caput
não se aplica em relação às perdas
decorrentes de baixa de bens ou direitos em virtude de terem se tornado
imprestáveis, obsoletos ou caído em
desuso, ainda que posteriormente venham a ser alienados como sucata.
Parágrafo único. O disposto no caput
não se aplica em relação às perdas
decorrentes de baixa de bens ou direitos em virtude de terem se tornado imprestáveis ou obsoletos ou terem caído
em desuso, ainda que posteriormente
venham a ser alienados como sucata.
Contrato de Concessão - Lucro Presumido
Contrato de Concessão - Lucro Presumido
Art. 42. No caso de contratos de concessão de serviços públicos, a receita
reconhecida pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo
de direito de exploração, não integrará
a base de cálculo do imposto sobre a
renda, quando se tratar de imposto sobre a renda apurado com base no lucro
presumido ou arbitrado. (Vigência)
Art. 44. No caso de contratos de concessão de serviços públicos, a receita
reconhecida pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração, não
integrará a base de cálculo do imposto sobre a renda, quando se tratar de
imposto sobre a renda apurado com
base no lucro presumido ou arbitrado.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Acrescida a expressão
“nos períodos de apuração subsequentes ao
de sua apuração”.
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Parágrafo único. O ganho de capital
na alienação do ativo intangível a que
se refere o caput corresponderá à diferença positiva entre o valor da alienação e o valor dos custos incorridos na
sua obtenção, deduzido da correspondente amortização.
Parágrafo único. O ganho de capital
na alienação do ativo intangível a que
se refere o caput corresponderá à diferença positiva entre o valor da alienação e o valor dos custos incorridos na
sua obtenção, deduzido da correspondente amortização.
Custos estimados de Desmontagens
Custos Estimados de Desmontagens
Art. 43. Os gastos de desmontagem
e retirada de item de ativo imobilizado ou restauração do local em que
está situado somente serão dedutíveis
quando efetivamente incorridos. (Vigência)
Art. 45. Os gastos de desmontagem
e retirada de item de ativo imobilizado ou restauração do local em que
está situado somente serão dedutíveis
quando efetivamente incorridos.
§ 1º Caso constitua provisão para gastos de desmontagem e retirada de item
de ativo imobilizado ou restauração
do local em que está situado, a pessoa jurídica deverá proceder ao ajuste
no lucro líquido para fins de apuração
do lucro real, no período de apuração
em que o imobilizado for realizado, inclusive por depreciação, amortização,
exaustão, alienação ou baixa.
§ 1º Caso constitua provisão para gastos de desmontagem e retirada de item
de ativo imobilizado ou restauração
do local em que está situado, a pessoa jurídica deverá proceder ao ajuste
no lucro líquido para fins de apuração
do lucro real, no período de apuração
em que o imobilizado for realizado, inclusive por depreciação, amortização,
exaustão, alienação ou baixa.
§ 2º Eventuais efeitos contabilizados
no resultado, provenientes de ajustes
na provisão de que trata o § 1º ou de
atualização de seu valor, não serão
computados na determinação do lucro
real.
§ 2º Eventuais efeitos contabilizados
no resultado, provenientes de ajustes
na provisão de que trata o § 1o ou de
atualização de seu valor, não serão
computados na determinação do lucro
real.
Arrendamento Mercantil
Arrendamento Mercantil
Art. 44. Na hipótese de operações de
arrendamento mercantil que não estejam sujeitas ao tratamento tributário
previsto pela Lei nº 6.099, de 12 de
setembro de 1974, as pessoas jurídicas arrendadoras deverão reconhecer,
para fins de apuração do lucro real,
o resultado relativo à operação de
arrendamento mercantil proporcionalmente ao valor de cada contraprestação durante o período de vigência do
contrato. (Vigência)
Art. 46. Na hipótese de operações de
arrendamento mercantil que não estejam sujeitas ao tratamento tributário
previsto pela Lei nº 6.099, de 12 de
setembro de 1974, as pessoas jurídicas arrendadoras deverão reconhecer,
para fins de apuração do lucro real,
o resultado relativo à operação de
arrendamento mercantil proporcionalmente ao valor de cada contraprestação durante o período de vigência do
contrato.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 1º A pessoa jurídica deverá proceder, caso seja necessário, aos ajustes
ao lucro líquido para fins de apuração
do lucro real, no livro de que trata o
inciso I do caput do art. 8º do Decreto-lei nº 1.598, de 1977.
§ 1º A pessoa jurídica deverá proceder, caso seja necessário, aos ajustes
ao lucro líquido para fins de apuração
do lucro real, no livro de que trata o inciso I do caput do art. 8o do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro
de 1977.
§ 2º O disposto neste artigo se aplica
somente às operações de arrendamento mercantil em que há transferência
substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se
somente às operações de arrendamento mercantil em que há transferência
substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo.
§ 3º Para efeitos do disposto neste
artigo entende-se por resultado a diferença entre o valor do contrato de
arrendamento e somatório dos custos
diretos iniciais e o custo de aquisição
ou construção dos bens arrendados.
§ 3º Para efeitos do disposto neste
artigo, entende-se por resultado a diferença entre o valor do contrato de
arrendamento e somatório dos custos
diretos iniciais e o custo de aquisição
ou construção dos bens arrendados.
§ 4º Na hipótese de a pessoa jurídica
de que trata o caput ser tributada pelo
lucro presumido ou arbitrado, o valor
da contraprestação deverá ser computado na determinação da base de cálculo do imposto sobre a renda.
§ 4º Na hipótese de a pessoa jurídica
de que trata o caput ser tributada pelo
lucro presumido ou arbitrado, o valor
da contraprestação deverá ser computado na determinação da base de cálculo do imposto sobre a renda.
Art. 45. Poderão ser computadas na
determinação do lucro real da pessoa
jurídica arrendatária as contraprestações pagas ou creditadas por força de
contrato de arrendamento mercantil,
referentes a bens móveis ou imóveis intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens e
serviços. (Vigência)
Art. 47. Poderão ser computadas na
determinação do lucro real da pessoa
jurídica arrendatária as contraprestações pagas ou creditadas por força de
contrato de arrendamento mercantil,
referentes a bens móveis ou imóveis
intrinsecamente relacionados com a
produção ou comercialização dos
bens e serviços, inclusive as despesas financeiras nelas consideradas.
Vigência: 1º.01.2015
Art. 46. São indedutíveis na determinação do lucro real as despesas financeiras incorridas pela arrendatária em
contratos de arrendamento mercantil.
(Vigência)
Art. 48. São indedutíveis na determinação do lucro real as despesas financeiras incorridas pela arrendatária em
contratos de arrendamento mercantil.
Vigência: 1º.01.2015
Parágrafo único. O disposto no caput
também se aplica aos valores decorrentes do ajuste a valor presente, de
que trata o inciso III do caput do art.
184 da Lei nº 6.404, de 1976.
Parágrafo único. O disposto no caput
também se aplica aos valores decorrentes do ajuste a valor presente, de
que trata o inciso III do caput do art.
184 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
As despesas financeiras computadas nas
contraprestações
da
arrendatária poderão
ser computadas no lucro real.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 47. Aos contratos não tipificados
como arrendamento mercantil que
contenham elementos contabilizados
como arrendamento mercantil por força de normas contábeis e da legislação comercial, serão aplicados os dispositivos a seguir indicados: (Vigência)
Art. 49. Aos contratos não tipificados
como arrendamento mercantil que
contenham elementos contabilizados
como arrendamento mercantil por força de normas contábeis e da legislação comercial serão aplicados os dispositivos a seguir indicados:
I - inciso VIII do caput do art. 13 da Lei
nº 9.249, de 1995, com a redação
dada pelo art. 8º;
I - inciso VIII do caput do art. 13 da Lei nº
9.249, de 26 de dezembro de 1995,
com a redação dada pelo art. 9º;
II - §§ 3º e 4º do art. 13 do Decreto-Lei
nº 1.598, de 1977, com a redação
dada pelo art. 2º;
II - §§ 3º e 4º do art. 13 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de
1977, com a redação dada pelo art. 2º;
III - arts. 44, 45 e 46;
III - arts. 46, 47 e 48;
IV - § 18 do art. 3º da Lei nº 10.637,
de 30 de dezembro de 2002, com a
redação dada pelo art. 51;
IV - § 18 do art. 3º da Lei nº 10.637,
de 30 de dezembro de 2002, com a
redação dada pelo art. 54;
V - § 26 do art. 3º da Lei nº 10.833,
de 29 de dezembro de 2003, com a
redação dada pelo art. 52; e
V - § 26 do art. 3º da Lei nº 10.833,
de 29 de dezembro de 2003, com a
redação dada pelo art. 55; e
VI - § 14 do art. 15 da Lei nº 10.865,
de 30 de abril de 2004, com a redação dada pelo art. 50.
VI - § 14 do art. 15 da Lei nº 10.865,
de 30 de abril de 2004, com a redação dada pelo art. 53.
Parágrafo único. O disposto neste artigo restringe-se aos elementos do contrato contabilizados em observância às
normas contábeis que tratam de arrendamento mercantil.
Parágrafo único. O disposto neste artigo restringe-se aos elementos do contrato contabilizados em observância às
normas contábeis que tratam de arrendamento mercantil.
Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido
Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido
Art. 48. Aplicam-se à apuração da
base de cálculo da CSLL as disposições contidas nos arts. 2º a 7º e 9 a
40, 42 a 47. (Vigência)
Art. 50. Aplicam-se à apuração da
base de cálculo da CSLL as disposições contidas nos arts. 2º a 8º, 10 a
42 e 44 a 49.
§ 1º Aplicam-se à CSLL as disposições
contidas no art. 8º do Decreto-Lei nº
1.598, de 1977, devendo ser informados no Livro de Apuração do Lucro
Real:
§ 1º Aplicam-se à CSLL as disposições contidas no art. 8o do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro
de 1977, devendo ser informados no
livro de apuração do lucro real:
I - os lançamentos de ajustes do lucro
líquido do período, relativos a adições,
exclusões ou compensações prescritas
ou autorizadas pela legislação tributária;
I - os lançamentos de ajustes do lucro
líquido do período, relativos a adições,
exclusões ou compensações prescritas
ou autorizadas pela legislação tributária;
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
II - a demonstração da base de cálculo e o valor da CSLL devida com a
discriminação das deduções, quando
aplicáveis; e
II - a demonstração da base de cálculo e o valor da CSLL devida com a
discriminação das deduções, quando
aplicáveis; e
III - os registros de controle de base de
cálculo negativa da CSLL a compensar
em períodos subseqüentes, e demais
valores que devam influenciar a determinação da base de cálculo da CSLL
de período futuro e não constem de
escrituração comercial.
III - os registros de controle de base de
cálculo negativa da CSLL a compensar
em períodos subsequentes, e demais
valores que devam influenciar a determinação da base de cálculo da CSLL
de período futuro e não constem de
escrituração comercial.
§ 2º Aplicam-se à CSLL as disposições contidas no inciso II do caput do
art. 8º-A do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977, exceto nos casos de registros
idênticos para fins de ajuste nas bases
de cálculo do IRPJ e da CSLL que deverão ser considerados uma única vez.
§ 2º Aplicam-se à CSLL as disposições
contidas no inciso II do caput do art.
8º-A do Decreto-Lei nº 1.598, de 26
de dezembro de 1977, exceto nos
casos de registros idênticos para fins
de ajuste nas bases de cálculo do IRPJ
e da CSLL que deverão ser considerados uma única vez.
Art. 51. O art. 2º da Lei nº 7.689,
de 15 de dezembro de 1988, passa
a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 2º..............................................
§ 1º .................................................
........................................................
c)......................................................
........................................................
5 - exclusão dos lucros e dividendos
derivados de participações societárias em pessoas jurídicas domiciliadas no Brasil que tenham sido computados como receita;
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Texto novo, não constava da MP.
A nova redação do
item 5, alínea “c” do
§ 1º do art. 2º da Lei
nº 7.689/1988 limita
a exclusão dos lucros
e dividendos às participações societárias
em PJ domiciliadas no
Brasil.
...............................................” (NR)
DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/
PASEP E DA COFINS,
DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/
PASEP E DA COFINS
Art. 49. A Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, passa a vigorar com
as seguintes alterações: (Vigência)
Art. 52. A Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, passa a vigorar com
as seguintes alterações:
Vigência: 1º.01.2015
O art. 52, disposto na
Lei nº 12.973/2014,
trata das alterações de
PIS e Cofins no sistema
cumulativo.
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Lei nº 12.973/2014
“Art. 3º O faturamento a que se refere
o art. 2º compreende a receita bruta de
que trata o art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 26 de dezembro de 1977.
........................................................
§ 2º .................................................
........................................................
I - as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos;
II - as reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda, que não representem ingresso de
novas receitas e os lucros e dividendos
derivados de investimentos avaliados
pelo custo de aquisição, que tenham
sido computados como receita;
“Art. 3º O faturamento a que se refere
o art. 2º compreende a receita bruta de
que trata o art. 12 do Decreto-Lei nº
1.598, de 26 de dezembro de 1977.
........................................................
§ 2º .................................................
........................................................
I - as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos;
II - as reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como
perda, que não representem ingresso
de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimento
pelo valor do patrimônio líquido e
os lucros e dividendos derivados de
participações societárias, que tenham
sido computados como receita bruta;
........................................................
IV - a receita decorrente da venda
de bens classificados no ativo não
circulante que tenha sido computada como receita bruta;
........................................................
VI - a receita reconhecida pela
construção, recuperação, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja
ativo intangível representativo de
direito de exploração, no caso de
contratos de concessão de serviços
públicos.
........................................................
§ 13. A contribuição incidente na hipótese de contratos, com prazo de execução superior a um ano, de construção
por empreitada ou de fornecimento, a
preço predeterminado, de bens ou serviços a serem produzidos, será calculada sobre a receita apurada de acordo
com os critérios de reconhecimento
adotados pela legislação do imposto
sobre a renda, previstos para a espécie
de operação.” (NR)
Vigência,
comentários
e notas
De acordo com a nova
redação, também poderão ser excluídos da
base de cálculo o resultado positivo da avaliação de investimento
pelo valor do patrimônio líquido e os lucros
e dividendos derivados
de participações societárias que tenham sido
computados como receita bruta.
É importante observar
que a MP suprimiu o
resultado do método de
equivalência patrimonial (MEP) como exclusão da base de cálculo
do regime cumulativo.
Foram incluídos também na conversão os
incisos IV e V, que dispõem que a receita
decorrente da venda
de bens do ativo não
circulante, e a receita
reconhecida pela construção, recuperação,
ampliação ou melhoramento da infraestrutura,
no caso de contratos de
concessão de serviços
públicos, são excluídas
da base de cálculo do
PIS/Cofins cumulativos.
........................................................
§ 13. A contribuição incidente na hipótese de contratos, com prazo de execução superior a 1 (um) ano, de construção por empreitada ou de fornecimento, a preço predeterminado, de
bens ou serviços a serem produzidos
será calculada sobre a receita apurada
de acordo com os critérios de reconhecimento adotados pela legislação do
imposto sobre a renda, previstos para
a espécie de operação.” (NR)
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Lei nº 12.973/2014
Art. 50. A Lei nº 10.865, de 2004,
passa a vigorar com as seguintes
alterações: (Vigência)
Art. 53. A Lei nº 10.865, de 30 de
abril de 2004, passa a vigorar com
as seguintes alterações:
“Art. 15. ..........................................
“Art. 15. ..........................................
........................................................
........................................................
§ 13. No cálculo do crédito de que trata o inciso V do caput:
§ 13. No cálculo do crédito de que trata o inciso V do caput:
I - os valores decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso III
do caput do art. 184 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976, poderão
ser considerados como parte integrante
do custo ou valor de aquisição; e
I - os valores decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso III
do caput do art. 184 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976, poderão
ser considerados como parte integrante
do custo ou valor de aquisição; e
II - não serão computados os ganhos
e perdas decorrentes de avaliação de
ativo com base no valor justo.
II - não serão computados os ganhos
e perdas decorrentes de avaliação de
ativo com base no valor justo.
§ 14. O disposto no inciso V do caput
não se aplica no caso de bem objeto
de arrendamento mercantil, na pessoa
jurídica arrendatária.” (NR)
§ 14. O disposto no inciso V do caput
não se aplica no caso de bem objeto
de arrendamento mercantil, na pessoa
jurídica arrendatária.” (NR)
Art. 27. ............................................
Art. 27. ............................................
........................................................
........................................................
§ 3º O disposto no § 2º não se aplica aos valores decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso VIII
caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de
1976.” (NR)
§ 3º O disposto no § 2º não se aplica aos valores decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso VIII
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976.” (NR)
Art. 51. A Lei nº 10.637, de 2002,
passa a vigorar com as seguintes
alterações: (Vigência)
Art. 54. A Lei nº 10.637, de 30 de
dezembro de 2002, passa a vigorar
com as seguintes alterações:
“Art. 1º A Contribuição para o PIS/Pasep, com a incidência não cumulativa,
incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação
ou classificação contábil.
“Art. 1º A Contribuição para o PIS/Pasep, com a incidência não cumulativa,
incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação
ou classificação contábil.
§ 1º Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende
a receita bruta de que trata o art. 12
do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e todas as demais
receitas auferidas pela pessoa jurídica
com os seus respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de
§ 1º Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende
a receita bruta de que trata o art. 12
do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e todas as demais
receitas auferidas pela pessoa jurídica
com os respectivos valores decorrentes
do ajuste a valor presente de que trata
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Letra “b” do inciso V
do art. 1º da Lei nº
10.637/2002: na conversão da MP em lei o
novo texto alterara a
letra “b” do inciso V,
§ 3º, do art. 1º da Lei
nº 10.637/2002, que
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Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
que trata o inciso VIII do caput do art.
183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
o inciso VIII do caput do art. 183 da
Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976.
não tinha sido mencionada pela MP, no
seguinte teor:
§ 2º A base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep é o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica,
conforme definido no caput e no § 1º.
§ 2º A base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep é o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica,
conforme definido no caput e no § 1º.
De “investimentos avaliados pelo custo de
aquisição” para “participações societárias”.
§ 3º .................................................
§ 3º .................................................
........................................................
........................................................
Inciso XI do art. 3º da
Lei nº 10.637/2002:
na
conversão
da
MP em lei, acresceu
ao art. 3º da Lei nº
10.637/2002 o novo
inciso XI, dispondo
que a aquisição de
bens incorporados ao
ativo intangível para
utilização na produção
de bens destinados a
venda ou na prestação
de serviços gera crédito de PIS/Pasep não
cumulativo.
V - ...................................................
........................................................
b) reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda, que não representem ingresso de
novas receitas, o resultado positivo da
avaliação de investimentos pelo valor
do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de participações
societárias, que tenham sido computados como receita;
VI - de que trata o inciso IV do caput
do art. 187 da Lei nº 6.404, de 1976,
decorrentes da venda de bens do ativo
não circulante, classificado como investimento, imobilizado ou intangível;
VI - de que trata o inciso IV do caput
do art. 187 da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976, decorrentes da
venda de bens do ativo não circulante,
classificado como investimento, imobilizado ou intangível;
........................................................
........................................................
VIII - financeiras decorrentes do ajuste
a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº
6.404, de 1976, referentes a receitas
excluídas da base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep;
VIII - financeiras decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, referentes a receitas excluídas
da base de cálculo da Contribuição
para o PIS/Pasep;
IX - relativas aos ganhos decorrentes
de avaliação de ativo e passivo com
base no valor justo;
IX - relativas aos ganhos decorrentes
de avaliação de ativo e passivo com
base no valor justo;
O § 1º dispõe sobre
como o crédito deve
ser determinado. O
novo parágrafo adequou o texto à nova redação do inciso XI. Assim, na determinação
dos créditos aplica-se
a alíquota de 1,65%
sobre os encargos de
depreciação e amortização dos bens mencionados nos incisos
VI, VII e XI do caput,
incorridos no mês.
§ 21: nos contratos de
concessão de serviços
públicos a alteração do
§ 21 passou a abranger também os ativos
financeiros, além dos
direitos de exploração
que já constavam do
texto da MP.
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Lei nº 12.973/2014
X - de subvenções para investimento,
inclusive mediante isenção ou redução
de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de
empreendimentos econômicos, e de
doações feitas pelo Poder Público;
X - de subvenções para investimento,
inclusive mediante isenção ou redução
de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de
empreendimentos econômicos e de
doações feitas pelo poder público;
XI - reconhecidas pela construção,
recuperação, reforma, ampliação ou
melhoramento da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração,
no caso de contratos de concessão de
serviços públicos;
XI - reconhecidas pela construção,
recuperação, reforma, ampliação ou
melhoramento da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração,
no caso de contratos de concessão de
serviços públicos;
XII - relativas ao valor do imposto que
deixar de ser pago em virtude das isenções e reduções de que tratam as alíneas “a”, “b”, “c” e “e” do § 1º do
art. 19 do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977; e
XII - relativas ao valor do imposto que
deixar de ser pago em virtude das isenções e reduções de que tratam as alíneas “a”, “b”, “c” e “e” do § 1º do art.
19 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977; e
XIII - relativas ao prêmio na emissão de
debêntures.” (NR)
XIII - relativas ao prêmio na emissão de
debêntures.” (NR)
“Art. 3º .............................................
“Art. 3º .............................................
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
§ 22: não se aplica o
disposto no inciso
XI do caput ao ativo
intangível referido no
§ 21.
XI - bens incorporados ao ativo intangível, adquiridos para utilização
na produção de bens destinados a
venda ou na prestação de serviços.
§ 1º ..............................................
.....................................................
III - dos encargos de depreciação
e amortização dos bens mencionados nos incisos VI, VII e XI do caput,
incorridos no mês;
........................................................
§ 17. No cálculo do crédito de que tratam os incisos do caput, poderão ser
considerados os valores decorrentes
do ajuste a valor presente de que trata
o inciso III do caput do art. 184 da Lei
nº 6.404, de 1976.
§ 17. No cálculo do crédito de que
tratam os incisos do caput, poderão
ser considerados os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que
trata o inciso III do caput do art. 184
da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976.
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§ 18. O disposto nos incisos VI e VII do
caput não se aplica no caso de bem
objeto de arrendamento mercantil, na
pessoa jurídica arrendatária.
§ 18. O disposto nos incisos VI e VII do
caput não se aplica no caso de bem
objeto de arrendamento mercantil, na
pessoa jurídica arrendatária.
§ 19. Para fins do disposto nos incisos
VI e VII do caput, fica vedado o desconto de quaisquer créditos calculados
em relação a:
§ 19. Para fins do disposto nos incisos
VI e VII do caput, fica vedado o desconto de quaisquer créditos calculados
em relação a:
I - encargos associados a empréstimos registrados como custo na forma
da alínea “b” do § 1º do art. 17 do
Decreto-Lei nº 1.598, de 1977; e
I - encargos associados a empréstimos registrados como custo na forma
da alínea “b” do § 1o do art. 17 do
Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977; e
II - custos estimados de desmontagem
e remoção do imobilizado e de restauração do local em que estiver situado.
II - custos estimados de desmontagem
e remoção do imobilizado e de restauração do local em que estiver situado.
§ 20. No cálculo dos créditos a que
se referem os incisos VI e VII do caput,
não serão computados os ganhos e
perdas decorrentes de avaliação de
ativo com base no valor justo.
§ 20. No cálculo dos créditos a que
se referem os incisos VI e VII do caput,
não serão computados os ganhos e
perdas decorrentes de avaliação de
ativo com base no valor justo.
§ 21. Na execução de contratos de
concessão de serviços públicos, os
créditos gerados pelos serviços de
construção, recuperação, reforma,
ampliação ou melhoramento de infraestrutura, quando a receita correspondente tiver contrapartida em ativo
intangível representativo de direito de
exploração, somente poderão ser
aproveitados à medida que o ativo
intangível for amortizado, excetuado o crédito previsto no inciso VI do
art. 3º.” (NR)
§ 21. Na execução de contratos de
concessão de serviços públicos, os
créditos gerados pelos serviços de
construção, recuperação, reforma,
ampliação ou melhoramento de infraestrutura, quando a receita correspondente tiver contrapartida em ativo
intangível, representativo de direito de
exploração, ou em ativo financeiro,
somente poderão ser aproveitados,
no caso do ativo intangível, à medida
que este for amortizado e, no caso
do ativo financeiro, na proporção
de seu recebimento, excetuado,
para ambos os casos, o crédito previsto no inciso VI do caput.
Vigência,
comentários
e notas
§ 22. O disposto no inciso XI do caput não se aplica ao ativo intangível referido no § 21.” (NR)
“Art. 8º...........................................
X - (VETADO);
............................................ ” (NR)
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Lei nº 12.973/2014
Art. 52. A Lei nº 10.833, de 2003,
passa a vigorar com as seguintes alterações: (Vigência)
“Art. 1º A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, com a incidência não cumulativa, incide sobre o total das receitas
auferidas no mês pela pessoa jurídica,
independentemente de sua denominação ou classificação contábil.
§ 1º Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende
a receita bruta de que trata o art. 12
do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e todas as demais
receitas auferidas pela pessoa jurídica
com os seus respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de
que trata o inciso VIII do art. 183 da
Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976.
§ 2º A base de cálculo da COFINS é o
total das receitas auferidas pela pessoa
jurídica, conforme definido no caput e
no § 1º.
§ 3º..................................................
........................................................
II - de que trata o inciso IV do caput
art. 187 da Lei nº 6.404, de 1976,
decorrentes da venda de bens do ativo
não circulante, classificado como investimento, imobilizado ou intangível;
Art. 55. A Lei nº 10.833, de 29 de
dezembro de 2003, passa a vigorar
com as seguintes alterações:
“Art. 1º A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins, com a incidência não cumulativa,
incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação
ou classificação contábil.
§ 1º Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende
a receita bruta de que trata o art. 12
do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e todas as demais
receitas auferidas pela pessoa jurídica
com os seus respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de
que trata o inciso VIII do caput do art.
183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
§ 2º A base de cálculo da Cofins é o
total das receitas auferidas pela pessoa
jurídica, conforme definido no caput e
no § 1º.
§ 3º..................................................
........................................................
II - de que trata o inciso IV do caput
do art. 187 da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976, decorrentes da
venda de bens do ativo não circulante,
classificado como investimento, imobilizado ou intangível;
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
As novas disposições
pertinentes ao art. 54,
anterior, aplicam-se ao
art. 55 em relação à
Cofins (arts. 1º e 3º).
Art. 10 da Lei nº
10.833/2002: mantém e prorroga no
regime cumulativo a
atividade das receitas
decorrentes da execução por administração,
empreitada ou subempreitada, de obras
de construção civil,
incorridas até o ano
de 2019, inclusive.
Pelo texto original da
Lei nº 10.833/2003
o prazo final seria até
31.12.2015.
........................................................
V - ...................................................
........................................................
........................................................
b) reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como
perda que não representem ingresso
de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimentos
pelo valor do patrimônio líquido e os
lucros e dividendos derivados de participações societárias, que tenham
sido computados como receita;
........................................................
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Lei nº 12.973/2014
VII - financeiras decorrentes do ajuste a
valor presente de que trata o inciso VIII
do caput do art. 183 da Lei nº 6.404,
de 1976, referentes a receitas excluídas da base de cálculo da COFINS;
VII - financeiras decorrentes do ajuste
a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976,
referentes a receitas excluídas da base
de cálculo da Cofins;
VIII - relativas aos ganhos decorrentes
de avaliação do ativo e passivo com
base no valor justo;
VIII - relativas aos ganhos decorrentes
de avaliação do ativo e passivo com
base no valor justo;
IX - de subvenções para investimento,
inclusive mediante isenção ou redução
de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de
empreendimentos econômicos e de
doações feitas pelo Poder Público;
IX - de subvenções para investimento,
inclusive mediante isenção ou redução
de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de
empreendimentos econômicos e de
doações feitas pelo poder público;
X - reconhecidas pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou
melhoramento da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração,
no caso de contratos de concessão de
serviços públicos;
X - reconhecidas pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou
melhoramento da infraestrutura, cuja
contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração,
no caso de contratos de concessão de
serviços públicos;
XI - relativas ao valor do imposto que
deixar de ser pago em virtude das isenções e reduções de que tratam as alíneas “a”, “b”, “c” e “e” do § 1º do
art. 19 do Decreto-Lei nº 1.598, de
1977; e
XI - relativas ao valor do imposto que
deixar de ser pago em virtude das isenções e reduções de que tratam as alíneas “a”, “b”, “c” e “e” do § 1o do art.
19 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977; e
XII - relativas ao prêmio na emissão de
debêntures.” (NR)
XII - relativas ao prêmio na emissão de
debêntures.” (NR)
“Art. 3º..............................................
“Art. 3º .............................................
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
XI - bens incorporados ao ativo intangível, adquiridos para utilização
na produção de bens destinados a
venda ou na prestação de serviços.
§ 1º...............................................
.....................................................
III - dos encargos de depreciação
e amortização dos bens mencionados nos incisos VI, VII e XI do caput,
incorridos no mês;
........................................................
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 25. No cálculo do crédito de que tratam os incisos do caput, poderão ser
considerados os valores decorrentes
do ajuste a valor presente de que trata
o inciso III do caput do art. 184 da Lei
nº 6.404, de 1976.
§ 25. No cálculo do crédito de que
tratam os incisos do caput, poderão
ser considerados os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que
trata o inciso III do caput do art. 184
da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976.
§ 26. O disposto nos incisos VI e VII do
caput não se aplica no caso de bem
objeto de arrendamento mercantil, na
pessoa jurídica arrendatária.
§ 26. O disposto nos incisos VI e VII do
caput não se aplica no caso de bem
objeto de arrendamento mercantil, na
pessoa jurídica arrendatária.
§ 27. Para fins do disposto nos incisos
VI e VII do caput, fica vedado o desconto de quaisquer créditos calculados
em relação a:
§ 27. Para fins do disposto nos incisos
VI e VII do caput, fica vedado o desconto de quaisquer créditos calculados
em relação a:
I - encargos associados a empréstimos registrados como custo na forma
da alínea “b” do § 1º do art. 17 do
Decreto-Lei nº 1.598, de 1977; e
I - encargos associados a empréstimos registrados como custo na forma
da alínea “b” do § 1º do art. 17 do
Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977; e
II - custos estimados de desmontagem
e remoção do imobilizado e de restauração do local em que estiver situado.
II - custos estimados de desmontagem
e remoção do imobilizado e de restauração do local em que estiver situado.
§ 28. No cálculo dos créditos a que
se referem os incisos VI e VII do caput,
não serão computados os ganhos e
perdas decorrentes de avaliação de
ativo com base no valor justo.
§ 28. No cálculo dos créditos a que
se referem os incisos VI e VII do caput,
não serão computados os ganhos e
perdas decorrentes de avaliação de
ativo com base no valor justo.
§ 29. Na execução de contratos de
concessão de serviços públicos, os
créditos gerados pelos serviços de
construção, recuperação, reforma,
ampliação ou melhoramento de infraestrutura, quando a receita correspondente tiver contrapartida em ativo
intangível representativo de direito de
exploração, somente poderão ser
aproveitados à medida que o ativo
intangível for amortizado, excetuado o crédito previsto no inciso VI do
caput do art. 3º.” (NR)
§ 29. Na execução de contratos de concessão de serviços públicos, os créditos
gerados pelos serviços de construção,
recuperação, reforma, ampliação ou
melhoramento de infraestrutura, quando a receita correspondente tiver contrapartida em ativo intangível, representativo de direito de exploração, ou em
ativo financeiro, somente poderão ser
aproveitados, no caso do ativo intangível, à medida que este for amortizado e, no caso do ativo financeiro,
na proporção de seu recebimento,
excetuado, para ambos os casos, o
crédito previsto no inciso VI do caput.
Vigência,
comentários
e notas
§ 30. O disposto no inciso XI do caput não se aplica ao ativo intangível referido no § 29.” (NR)
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
“Art. 10..........................................
XIII - .............................................
a) (VETADO);
.....................................................
XX - as receitas decorrentes da execução por administração, empreitada
ou subempreitada, de obras de construção civil, incorridas até o ano de
2019, inclusive;
............................................ ” (NR)
Art. 56. No caso de contrato de concessão de serviços públicos, a receita
decorrente da construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo financeiro representativo
de direito contratual incondicional de
receber caixa ou outro ativo financeiro,
integrará a base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, à
medida do efetivo recebimento.
Vigência: 1º.01.2015
Arrendamento Mercantil
Arrendamento Mercantil
Vigência: 1º.01.2015
Art. 53. No caso de operação de arrendamento mercantil não sujeita ao
tratamento tributário previsto na Lei nº
6.099, de 1974, em que haja transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo, o valor da contraprestação deverá
ser computado na base de cálculo da
Contribuição para o PIS/Pasep e da
Cofins pela pessoa jurídica arrendadora. (Vigência)
Art. 57. No caso de operação de arrendamento mercantil não sujeita ao
tratamento tributário previsto na Lei nº
6.099, de 12 de setembro de 1974,
em que haja transferência substancial
dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo, o valor da contraprestação deverá ser computado na
base de cálculo da Contribuição para
o PIS/Pasep e da Cofins pela pessoa
jurídica arrendadora.
Parágrafo único. As pessoas jurídicas sujeitas ao regime de tributação
de que tratam as Leis nº 10.637, de
2002, e nº 10.833, de 2003, poderão descontar créditos calculados
sobre o valor do custo de aquisição
ou construção dos bens arrendados
proporcionalmente ao valor de cada
contraprestação durante o período de
vigência do contrato.
Parágrafo único. As pessoas jurídicas
sujeitas ao regime de tributação de
que tratam as Leis nºs 10.637, de 30
de dezembro de 2002, e 10.833,
de 29 de dezembro de 2003, poderão descontar créditos calculados
sobre o valor do custo de aquisição
ou construção dos bens arrendados
proporcionalmente ao valor de cada
contraprestação durante o período de
vigência do contrato.
PIS/Cofins - Obras de
infraestrutura: inclusão
na conversão da MP
em lei. Este artigo não
constava da MP.
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Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
DAS DEMAIS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
DAS DEMAIS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Art. 54. A modificação ou a adoção
de métodos e critérios contábeis, por
meio de atos administrativos emitidos
com base em competência atribuída
em lei comercial, que sejam posteriores à publicação desta Medida Provisória, não terá implicação na apuração dos tributos federais até que lei
tributária regule a matéria. (Vigência)
Art. 58. A modificação ou a adoção
de métodos e critérios contábeis, por
meio de atos administrativos emitidos
com base em competência atribuída
em lei comercial, que sejam posteriores à publicação desta Lei, não terá
implicação na apuração dos tributos
federais até que lei tributária regule a
matéria.
Parágrafo único. Para fins do disposto no caput, compete à Secretaria da
Receita Federal do Brasil, no âmbito
de suas atribuições, identificar os atos
administrativos e dispor sobre os procedimentos para anular os efeitos desses atos sobre a apuração dos tributos
federais.
Parágrafo único. Para fins do disposto no caput, compete à Secretaria da
Receita Federal do Brasil, no âmbito
de suas atribuições, identificar os atos
administrativos e dispor sobre os procedimentos para anular os efeitos desses atos sobre a apuração dos tributos
federais.
Art. 55. Para fins da legislação tributária federal, as referências a provisões
alcançam as perdas estimadas no valor de ativos, inclusive as decorrentes
de redução ao valor recuperável. (Vigência)
Art. 59. Para fins da legislação tributária federal, as referências a provisões
alcançam as perdas estimadas no valor de ativos, inclusive as decorrentes
de redução ao valor recuperável.
Parágrafo único. A Secretaria da Receita Federal do Brasil, no âmbito de
suas atribuições, disciplinará o disposto neste artigo.
Parágrafo único. A Secretaria da Receita Federal do Brasil, no âmbito de
suas atribuições, disciplinará o disposto neste artigo.
Art. 56. As disposições contidas na
legislação tributária sobre reservas de
reavaliação aplicam-se somente aos
saldos remanescentes na escrituração comercial em 31 de dezembro de
2013, para os optantes conforme art.
71, ou em 31 de dezembro de 2014
para os não optantes, e até a sua completa realização. (Vigência)
Art. 60. As disposições contidas na
legislação tributária sobre reservas
de reavaliação aplicam-se somente
aos saldos remanescentes na escrituração comercial em 31 de dezembro
de 2013, para os optantes conforme
o art. 75, ou em 31 de dezembro de
2014, para os não optantes, e até a
sua completa realização.
Vigência: 1º.01.2015
Art. 57. A falta de registro na escrituração comercial das receitas e despesas relativas aos resultados não realizados a que se referem o inciso I do
caput do art. 248 e o inciso III do caput
do art. 250 da Lei nº 6.404, de 1976,
não elide a tributação de acordo com
a legislação de regência. (Vigência)
Art. 61. A falta de registro na escrituração comercial das receitas e despesas
relativas aos resultados não realizados
a que se referem o inciso I do caput do
art. 248 e o inciso III do caput do art.
250 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, não elide a tributação de
acordo com a legislação de regência.
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 58. O contribuinte do imposto
sobre a renda deverá, para fins tributários, reconhecer e mensurar os seus
ativos, passivos, receitas, custos, despesas, ganhos, perdas e rendimentos
com base na moeda nacional. (Vigência)
Art. 62. O contribuinte do imposto
sobre a renda deverá, para fins tributários, reconhecer e mensurar os seus
ativos, passivos, receitas, custos, despesas, ganhos, perdas e rendimentos
com base na moeda nacional.
§ 1º Na hipótese de o contribuinte
adotar, para fins societários, moeda
diferente da moeda nacional no reconhecimento e na mensuração de que
trata o caput, a diferença entre os resultados apurados com base naquela
moeda e na moeda nacional deverá
ser adicionada ou excluída na determinação do lucro real.
§ 1º Na hipótese de o contribuinte
adotar, para fins societários, moeda
diferente da moeda nacional no reconhecimento e na mensuração de que
trata o caput, a diferença entre os resultados apurados com base naquela
moeda e na moeda nacional deverá
ser adicionada ou excluída na determinação do lucro real.
§ 2º Os demais ajustes de adição, exclusão ou compensação prescritos ou
autorizados pela legislação tributária
para apuração da base de cálculo do
imposto deverão ser realizados com
base nos valores reconhecidos e mensurados nos termos do caput.
§ 2º Os demais ajustes de adição, exclusão ou compensação prescritos ou
autorizados pela legislação tributária
para apuração da base de cálculo do
imposto deverão ser realizados com
base nos valores reconhecidos e mensurados nos termos do caput.
§ 3º O disposto neste artigo aplica-se
também à apuração do imposto sobre
a renda com base no lucro presumido ou arbitrado, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, da
Contribuição para o PIS/PASEP e da
COFINS.
§ 3º O disposto neste artigo aplica-se
também à apuração do imposto sobre
a renda com base no lucro presumido
ou arbitrado, da Contribuição Social
sobre o Lucro Líquido - CSLL, da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins.
§ 4º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil definirá controles específicos no
caso da ocorrência da hipótese prevista no § 1º.
§ 4º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil definirá controles específicos no
caso da ocorrência da hipótese prevista no § 1º.
Avaliação a Valor Justo
Avaliação a Valor Justo
Art. 59. Para fins de avaliação a valor
justo de instrumentos financeiros, no
caso de operações realizadas em mercados de liquidação futura sujeitos a
ajustes de posições, não se considera
como hipótese de liquidação ou baixa
o pagamento ou recebimento de tais
ajustes durante a vigência do contrato, permanecendo aplicáveis para tais
operações: (Vigência)
Art. 63. Para fins de avaliação a valor
justo de instrumentos financeiros, no
caso de operações realizadas em mercados de liquidação futura sujeitos a
ajustes de posições, não se considera
como hipótese de liquidação ou baixa
o pagamento ou recebimento de tais
ajustes durante a vigência do contrato, permanecendo aplicáveis para tais
operações:
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
I - o art. 110 da Lei nº 11.196, de 21
de novembro de 2005, no caso de
instituições financeiras e as demais instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil; e
II - os arts. 32 e 33 da Lei nº 11.051,
de 29 de dezembro de 2004, no caso
das demais pessoas jurídicas.
DA ADOÇÃO INICIAL
I - o art. 110 da Lei nº 11.196, de 21
de novembro de 2005, no caso de instituições financeiras e das demais instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil; e
II - os arts. 32 e 33 da Lei nº 11.051,
de 29 de dezembro de 2004, no caso
das demais pessoas jurídicas.
DA ADOÇÃO INICIAL
Art. 60. Para as operações ocorridas
até 31 de dezembro de 2013, para
os optantes conforme art. 71, ou até
31 de dezembro de 2014 para os não
optantes, permanece a neutralidade
tributária estabelecida nos arts. 15 e
16 da Lei nº 11.941, de 27 de maio
de 2009, e a pessoa jurídica deverá
proceder, nos períodos de apuração a
partir de janeiro de 2014, para os optantes conforme art. 71, ou a partir de
janeiro de 2015 para os não optantes,
aos respectivos ajustes nas bases de
cálculo do IRPJ, da CSLL, da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS,
observado o disposto nos arts. 62 e
63. (Vigência)
Parágrafo único. As participações societárias de caráter permanente serão avaliadas de acordo com a Lei nº
6.404, de 1976.
Art. 61. As disposições contidas nos
arts. 7º e 8º da Lei nº 9.532, de 10
de dezembro de 1997, e nos arts. 35 e
37 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977,
continuam a ser aplicadas somente às
operações de incorporação, fusão e
cisão ocorridas até 31 de dezembro
de 2015, cuja participação societária
tenha sido adquirida até 31 de dezembro de 2014. (Vigência)
Art. 64. Para as operações ocorridas
até 31 de dezembro de 2013, para os
optantes conforme o art. 75, ou até
31 de dezembro de 2014, para os não
optantes, permanece a neutralidade
tributária estabelecida nos arts. 15 e
16 da Lei nº 11.941, de 27 de maio
de 2009, e a pessoa jurídica deverá
proceder, nos períodos de apuração
a partir de janeiro de 2014, para os
optantes conforme o art. 75, ou a
partir de janeiro de 2015, para os não
optantes, aos respectivos ajustes nas
bases de cálculo do IRPJ, da CSLL, da
Contribuição para o PIS/Pasep e da
Cofins, observado o disposto nos arts.
66 e 67.
Parágrafo único. As participações societárias de caráter permanente serão avaliadas de acordo com a Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976.
Art. 65. As disposições contidas nos
arts. 7º e 8º da Lei nº 9.532, de 10
de dezembro de 1997, e nos arts. 35 e
37 do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de
dezembro de 1977, continuam a ser
aplicadas somente às operações de incorporação, fusão e cisão, ocorridas
até 31 de dezembro de 2017, cuja
participação societária tenha sido adquirida até 31 de dezembro de 2014.
Parágrafo único. No caso de aquisições de participações societárias
que dependam da aprovação de
órgãos reguladores e fiscalizadores
para a sua efetivação, o prazo para
incorporação de que trata o caput
poderá ser até 12 (doze) meses da
data da aprovação da operação.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
As regras na absorção
de empresa mediante
incorporação, fusão
ou cisão, da qual detenha
participação
societária
adquirida
com ágio ou deságio,
continuam sendo válidas, se adquiridas até
31.12.2017. Pela redação da MP o prazo
era até 31.12.2015.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 62. Para fins do disposto no art.
60, a diferença positiva, verificada em
31 de dezembro de 2013, para os optantes conforme art. 71, ou em 31 de
dezembro de 2014 para os não optantes, entre o valor de ativo mensurado
de acordo com as disposições da Lei
nº 6.404, de 1976, e o valor mensurado pelos métodos e critérios vigentes
em 31 de dezembro de 2007, deve ser
adicionada na determinação do lucro
real e da base de cálculo da CSLL em
janeiro de 2014, para os optantes conforme art. 71, ou em janeiro de 2015
para os não optantes, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa
diferença em subconta vinculada ao
ativo, para ser adicionada à medida
de sua realização, inclusive mediante
depreciação, amortização, exaustão,
alienação ou baixa. (Vigência)
Art. 66. Para fins do disposto no art.
64, a diferença positiva, verificada em
31 de dezembro de 2013, para os optantes conforme o art. 75, ou em 31
de dezembro de 2014, para os não
optantes, entre o valor de ativo mensurado de acordo com as disposições
da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976, e o valor mensurado pelos
métodos e critérios vigentes em 31 de
dezembro de 2007, deve ser adicionada na determinação do lucro real e
da base de cálculo da CSLL em janeiro
de 2014, para os optantes conforme
o art. 75, ou em janeiro de 2015,
para os não optantes, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa
diferença em subconta vinculada ao
ativo, para ser adicionada à medida
de sua realização, inclusive mediante
depreciação, amortização, exaustão,
alienação ou baixa.
Parágrafo único. O disposto no caput
aplica-se à diferença negativa do valor de passivo e deve ser adicionada
na determinação do lucro real e da
base de cálculo da CSLL em janeiro de
2014, para os optantes conforme art.
71, ou em janeiro de 2015 para os
não optantes, salvo se o contribuinte
evidenciar contabilmente essa diferença em subconta vinculada ao passivo
para ser adicionada à medida da baixa ou liquidação.
Parágrafo único. O disposto no caput
aplica-se à diferença negativa do valor de passivo e deve ser adicionada
na determinação do lucro real e da
base de cálculo da CSLL em janeiro
de 2014, para os optantes conforme
o art. 75, ou em janeiro de 2015,
para os não optantes, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa
diferença em subconta vinculada ao
passivo para ser adicionada à medida
da baixa ou liquidação.
Art. 63. Para fins do disposto no art.
60, a diferença negativa, verificada
em 31 de dezembro de 2013, para
os optantes conforme art. 71, ou em
31 de dezembro de 2014 para os não
optantes, entre o valor de ativo mensurado de acordo com as disposições da
Lei nº 6.404, de 1976, e o valor mensurado pelos métodos e critérios vigentes em 31 de dezembro de 2007, não
poderá ser excluída na determinação
do lucro real e da base de cálculo da
CSLL, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa diferença em
Art. 67. Para fins do disposto no art.
64, a diferença negativa, verificada
em 31 de dezembro de 2013, para os
optantes conforme o art. 75, ou em
31 de dezembro de 2014, para os não
optantes, entre o valor de ativo mensurado de acordo com as disposições
da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro
de 1976, e o valor mensurado pelos
métodos e critérios vigentes em 31 de
dezembro de 2007 não poderá ser excluída na determinação do lucro real e
da base de cálculo da CSLL, salvo se o
contribuinte evidenciar contabilmente
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
subconta vinculada ao ativo para ser
excluída à medida de sua realização,
inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa.
(Vigência)
essa diferença em subconta vinculada
ao ativo para ser excluída à medida
de sua realização, inclusive mediante
depreciação, amortização, exaustão,
alienação ou baixa.
Parágrafo único. O disposto no caput
aplica-se à diferença positiva no valor
do passivo e não pode ser excluída na
determinação do lucro real e da base
de cálculo da CSLL, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa
diferença em subconta vinculada ao
passivo para ser excluída à medida da
baixa ou liquidação.
Parágrafo único. O disposto no caput
aplica-se à diferença positiva no valor
do passivo e não pode ser excluída na
determinação do lucro real e da base
de cálculo da CSLL, salvo se o contribuinte evidenciar contabilmente essa
diferença em subconta vinculada ao
passivo para ser excluída à medida da
baixa ou liquidação.
Art. 64. O disposto nos arts. 60 a 63
será disciplinado pela Secretaria da
Receita Federal do Brasil, que poderá
instituir controles fiscais alternativos à
evidenciação contábil de que tratam
os arts. 62 e 63, e instituir controles
fiscais adicionais. (Vigência)
Art. 68. O disposto nos arts. 64 a
67 será disciplinado pela Secretaria da
Receita Federal do Brasil, que poderá
instituir controles fiscais alternativos à
evidenciação contábil de que tratam
os arts. 66 e 67 e instituir controles
fiscais adicionais.
Vigência: 1º.01.2015
Art. 65. No caso de contrato de concessão de serviços públicos, o contribuinte deverá: (Vigência)
Art. 69. No caso de contrato de concessão de serviços públicos, o contribuinte deverá:
Vigência: 1º.01.2015
I - calcular o resultado tributável acumulado até 31 de dezembro de 2013,
para os optantes conforme art. 71, ou
até 31 de dezembro de 2014 para os
não optantes, considerados os métodos e critérios vigentes em 31 de dezembro de 2007;
I - calcular o resultado tributável acumulado até 31 de dezembro de 2013,
para os optantes conforme o art. 75,
ou até 31 de dezembro de 2014, para
os não optantes, considerados os métodos e critérios vigentes em 31 de dezembro de 2007;
II - calcular o resultado tributável acumulado até 31 de dezembro de 2013,
para os optantes conforme art. 71, ou
até 31 de dezembro de 2014 para os
não optantes, consideradas as disposições desta Medida Provisória e da Lei
nº 6.404, de 1976;
II - calcular o resultado tributável acumulado até 31 de dezembro de 2013,
para os optantes conforme o art. 75,
ou até 31 de dezembro de 2014, para
os não optantes, consideradas as disposições desta Lei e da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976;
III - calcular a diferença entre os valores
referidos nos incisos I e II do caput; e
III - calcular a diferença entre os valores
referidos nos incisos I e II do caput; e
IV - adicionar, se negativa, ou excluir,
se positiva, a diferença referida no inciso III do caput, na apuração do lucro
real e da base de cálculo da CSLL, em
quotas fixas mensais e durante o prazo
restante de vigência do contrato.
IV - adicionar, se negativa, ou excluir,
se positiva, a diferença referida no inciso III do caput, na apuração do lucro
real e da base de cálculo da CSLL, em
quotas fixas mensais e durante o prazo
restante de vigência do contrato.
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Vigência,
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 1º A partir de 1º de janeiro de 2014,
para os optantes conforme art. 71, ou
a partir de 1º de janeiro de 2015 para
os não optantes, o resultado tributável
de todos os contratos de concessão
de serviços públicos será determinado
consideradas as disposições desta Medida Provisória e da Lei nº 6.404, de
1976.
§ 1º A partir de 1º de janeiro de 2014,
para os optantes conforme o art. 75,
ou a partir de 1º de janeiro de 2015,
para os não optantes, o resultado tributável de todos os contratos de concessão de serviços públicos será determinado consideradas as disposições
desta Lei e da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se
ao valor a pagar da Contribuição para
o PIS/Pasep e da COFINS.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se
ao valor a pagar da Contribuição para
o PIS/Pasep e da Cofins.
Art. 66. O saldo de prejuízos não
operacionais de que trata o art. 31 da
Lei nº 9.249, de 1995, existente em
31 de dezembro de 2013, para os optantes conforme art. 71, ou em 31 de
dezembro de 2014 para os não optantes, somente poderá ser compensado
com os lucros a que se refere o art.
41, observado o limite previsto no art.
15 da Lei nº 9.065, de 20 de junho de
1995. (Vigência)
Art. 70. O saldo de prejuízos não
operacionais de que trata o art. 31 da
Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de
1995, existente em 31 de dezembro
de 2013, para os optantes conforme
o art. 75, ou em 31 de dezembro de
2014, para os não optantes, somente
poderá ser compensado com os lucros
a que se refere o art. 43 da presente
Lei, observado o limite previsto no art.
15 da Lei nº 9.065, de 20 de junho
de 1995.
Vigência: 1º.01.2015
DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS RELATIVAS ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E DEMAIS AUTORIZADAS A
FUNCIONAR PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL
Vigência: 1º.01.2015
Art. 71. A escrituração de que trata
o art. 177 da Lei nº 6.404, de 15
de dezembro de 1976, quando realizada por instituições financeiras
e demais autorizadas a funcionar
pelo Banco Central do Brasil, deve
observar as disposições do art. 61
da Lei nº 11.941, de 27 de maio
de 2009.
Parágrafo único. Para fins tributários, a escrituração de que trata o
caput não afeta os demais dispositivos desta Lei, devendo inclusive
ser observado o disposto no art. 58.
Dispositivo novo.
Não constava da MP.
Art. 71: dispõe que a
escrituração contábil
das instituições financeiras e demais autorizadas a funcionar
pelo Bacen deve observar as disposições
do art. 61 da Lei nº
11.941/2009 (Lei nº
4.595/1964, que trata
da política e das instituições monetárias,
bancárias e creditícias
e cria o Conselho Monetário Nacional) e os
atos normativos dela
decorrentes.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS AO
REGIME DE TRIBUTAÇÃO TRANSITÓRIO
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS AO
REGIME DE TRIBUTAÇÃO TRANSITÓRIO
Art. 67. Os lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados entre 1º de janeiro de 2008 e 31
de dezembro de 2013, pelas pessoas
jurídicas tributadas com base no lucro
real, presumido ou arbitrado, efetivamente pagos até a data de publicação desta Medida Provisória, em valores superiores aos apurados com observância dos métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de
2007, não ficarão sujeitos à incidência
do imposto de renda na fonte, nem integrarão a base de cálculo do imposto
de renda e da contribuição social sobre
o lucro líquido do beneficiário, pessoa
física ou jurídica, residente ou domiciliado no País ou no exterior.
Art. 68. Para os anos-calendário de
2008 a 2013, para fins do cálculo
do limite previsto no art. 9º da Lei nº
9.249, de 1995, a pessoa jurídica poderá utilizar as contas do patrimônio
líquido mensurado de acordo com as
disposições da Lei nº 6.404, de 1976.
Art. 72. Os lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados entre 1º de janeiro de 2008 e
31 de dezembro de 2013 pelas pessoas jurídicas tributadas com base no
lucro real, presumido ou arbitrado, em
valores superiores aos apurados com
observância dos métodos e critérios
contábeis vigentes em 31 de dezembro
de 2007, não ficarão sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte,
nem integrarão a base de cálculo do
imposto de renda e da Contribuição
Social sobre o Lucro Líquido do beneficiário, pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliado no País ou no
exterior.
Parágrafo único. No cálculo da parcela a deduzir prevista no caput, não serão considerados os valores relativos a
ajustes de avaliação patrimonial a que
se refere o § 3º do art. 182 da Lei nº
6.404, de 1976.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 14.05.2014
Na conversão da MP
em lei foi extinta a expressão: “efetivamente
pagos até a data de
publicação desta Medida Provisória”.
Assim, não há mais
a limitação de data
para o pagamento do
excesso dos lucros ou
dividendos,
pagos,
apurados por critério
diferente do existente
até 31.12.2007.
Art. 73. Para os anos-calendário de
2008 a 2014, para fins do cálculo
do limite previsto no art. 9º da Lei nº
9.249, de 26 de dezembro de 1995,
a pessoa jurídica poderá utilizar as contas do patrimônio líquido mensurado
de acordo com as disposições da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976.
Vigência: 14.05.2014
§ 1º No cálculo da parcela a deduzir
prevista no caput, não serão considerados os valores relativos a ajustes de
avaliação patrimonial a que se refere
o § 3º do art. 182 da Lei nº 6.404, de
15 de dezembro de 1976.
O caput do art. 68 da
MP (atual art. 73 da
Lei) foi alterado estendendo até 2014 os
conceitos para o cálculo do Juro sobre o
Capital Próprio (JCP)
com base nas contas
do patrimônio líquido previsto pela Lei
nº 6.404/1976, desconsiderando a conta
Ajuste de Avaliação
Patrimonial.
§ 2º No ano-calendário de 2014,
a opção ficará restrita aos não optantes das disposições contidas nos
arts. 1º e 2º e 4º a 70 desta Lei.
Na conversão da MP
em lei o parágrafo único foi desdobrado nos
§§ 1º e 2º.
O novo § 1º manteve
a redação original do
parágrafo único da MP.
Quanto ao novo § 2º,
este trouxe a disposição de se utilizarem
no cálculo do JCP as
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Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
contas do patrimônio líquido mensurado de acordo com as
disposições da Lei nº
6.404/1976, aos não
optantes das disposições contidas nos arts.
1º e 2º e 4º a 70 da
Lei nº 12.973/2014
para o ano-calendário
de 2014.
Art. 69. Para os anos-calendário de
2008 a 2013, o contribuinte poderá avaliar o investimento pelo valor
de patrimônio líquido da coligada ou
controlada, determinado de acordo
com as disposições da Lei nº 6.404,
de 1976.
Art. 74. Para os anos-calendário de
2008 a 2014, o contribuinte poderá avaliar o investimento pelo valor
de patrimônio líquido da coligada ou
controlada, determinado de acordo
com as disposições da Lei nº 6.404,
de 15 de dezembro de 1976.
Parágrafo único. No ano-calendário de 2014, a opção ficará restrita
aos não optantes das disposições
contidas nos arts. 1º e 2º e 4º a 70
desta Lei.
Art. 70. O disposto nos arts. 67 a 69
aplica-se somente às pessoas jurídicas
que fizerem a opção de que trata o art.
71.
Vigência: 14.05.2014
Na conversão da MP
em lei foi estendido
até 2014 o prazo para
o contribuinte avaliar
o investimento pelo
MEP conforme Lei nº
6.404/1976.
A opção ficou restrita
em 2014 aos contribuintes que anteciparem a opção pelo disposto dos arts. 1º e 2º
e 4º a 70 desta Lei em
2014.
O art. 70 da MP foi extinto na conversão em
lei e redistribuído entre
os artigos atuais.
DA OPÇÃO PELOS EFEITOS EM 2014
DA OPÇÃO PELOS EFEITOS EM 2014
Vigência: 14.05.2014
Art. 71. A pessoa jurídica poderá optar
pela aplicação das disposições contidas
nos arts. 1º a 66 desta Medida Provisória para o ano-calendário de 2014.
Art. 75. A pessoa jurídica poderá optar
pela aplicação das disposições contidas
nos arts. 1º e 2º e 4º a 70 desta Lei
para o ano-calendário de 2014.
Na conversão da MP
em lei foi extinta a expressão: “do Ministério
da Fazenda.”
§ 1º A opção será irretratável e acarretará a observância de todas as alterações trazidas pelos arts. 1º a 66 e
os efeitos dos incisos I a VI, VIII e X
do caput do art. 99 a partir de 1º de
janeiro de 2014.
§ 1º A opção será irretratável e acarretará a observância de todas as alterações trazidas pelos arts. 1º e 2º e 4º
a 70 e os efeitos dos incisos I a VI, VIII
e X do caput do art. 117 a partir de 1º
de janeiro de 2014.
§ 2º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil do Ministério da Fazenda definirá a forma, o prazo e as condições
da opção de que trata o caput.
§ 2º A Secretaria da Receita Federal
do Brasil definirá a forma, o prazo e
as condições da opção de que trata o
caput.
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DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A TRIBUTAÇÃO EM BASES UNIVERSAIS
DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A TRIBUTAÇÃO EM BASES UNIVERSAIS
Art. 72. A pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil ou a ela equiparada, nos termos do art. 79, deverá
registrar em subcontas da conta de investimentos em controlada direta no
exterior, de forma individualizada, o resultado contábil na variação do valor do
investimento equivalente aos lucros ou
prejuízos auferidos pela própria controlada direta e suas controladas, direta ou
indiretamente, no Brasil ou no exterior,
relativo ao ano-calendário em que foram apurados em balanço, observada a
proporção de sua participação em cada
controlada, direta ou indireta. (Vigência)
Art. 76. A pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil ou a ela equiparada, nos termos do art. 83, deverá registrar em subcontas da conta de
investimentos em controlada direta no
exterior, de forma individualizada, o resultado contábil na variação do valor
do investimento equivalente aos lucros
ou prejuízos auferidos pela própria controlada direta e suas controladas, direta
ou indiretamente, no Brasil ou no exterior, relativo ao ano-calendário em que
foram apurados em balanço, observada a proporção de sua participação em
cada controlada, direta ou indireta.
Parágrafo único. Não deverão constar dos resultados das controladas diretas ou indiretas os resultados auferidos por outra pessoa jurídica sobre
a qual a pessoa jurídica controladora
domiciliada no Brasil mantenha o controle.
DA TRIBUTAÇÃO EM BASES UNIVERSAIS
§ 1º Dos resultados das controladas diretas ou indiretas não deverão constar os resultados auferidos
por outra pessoa jurídica sobre a qual
a pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil mantenha o controle
direto ou indireto.
§ 2º A variação do valor do investimento equivalente ao lucro ou prejuízo auferido no exterior será convertida em reais, para efeito da apuração da base de cálculo do imposto
de renda e da CSLL, com base na
taxa de câmbio da moeda do país de
origem fixada para venda, pelo Banco Central do Brasil, correspondente
à data do levantamento de balanço
da controlada direta ou indireta.
§ 3º Caso a moeda do país de origem do tributo não tenha cotação
no Brasil, o seu valor será convertido em dólares dos Estados Unidos
da América e, em seguida, em reais.
DA TRIBUTAÇÃO EM BASES UNIVERSAIS DAS PESSOAS JURÍDICAS
Das Controladoras
Das Controladoras
Art. 73. A parcela do ajuste do valor
do investimento em controlada, dire-
Art. 77. A parcela do ajuste do valor
do investimento em controlada, dire-
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Sobre a tributação em
bases universais relativa aos lucros ou prejuízos apurados no exterior, foram inseridas
disposições a respeito
da variação do valor
do investimento e sua
conversão com base
na taxa de câmbio da
moeda do país de origem fixada para venda, pelo Banco Central
do Brasil, correspondente à data do levantamento de balanço da
controlada direta ou
indireta.
Caso a moeda do país
de origem do tributo
não tenha cotação no
Brasil, o seu valor será
convertido em dólares
dos Estados Unidos da
América.
Vigência: 1º.01.2015
O art. 77 excetua a
variação cambial da
parcela do ajuste do
valor do investimento
em controlada, direta
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
ta ou indireta, domiciliada no exterior
equivalente aos lucros por ela auferidos antes do imposto sobre a renda,
deverá ser computada na determinação do lucro real e na base de cálculo
da Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido - CSLL da pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil, observado o disposto no art. 72. (Vigência)
ta ou indireta, domiciliada no exterior
equivalente aos lucros por ela auferidos antes do imposto sobre a renda,
excetuando a variação cambial, deverá ser computada na determinação
do lucro real e na base de cálculo da
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL da pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil, observado o disposto no art. 76.
§ 1º A parcela do ajuste de que
trata o caput compreende apenas
os lucros auferidos no período, não
alcançando as demais parcelas que
influenciaram o patrimônio líquido
da controlada, direta ou indireta,
domiciliada no exterior.
§ 2º O prejuízo acumulado da controlada, direta ou indireta, domiciliada no
exterior referente aos anos-calendário
anteriores à produção de efeitos desta Lei poderá ser compensado com os
lucros futuros da mesma pessoa jurídica no exterior que lhes deu origem,
desde que os estoques de prejuízos
sejam informados na forma e prazo
estabelecidos pela RFB.
§ 3º Observado o disposto no § 1º
do art. 91 da Lei nº 12.708, de 17 de
agosto de 2012, a parcela do lucro
auferido no exterior, por controlada,
direta ou indireta, ou coligada, correspondente às atividades de afretamento
por tempo ou casco nu, arrendamento mercantil operacional, aluguel, empréstimo de bens ou prestação de serviços diretamente relacionados à prospecção e exploração de
petróleo e gás, em território brasileiro,
não será computada na determinação
do lucro real e na base de cálculo da
CSLL da pessoa jurídica controladora
domiciliada no Brasil.
§ 4º O disposto no § 3º aplica-se somente nos casos de controlada, direta
ou indireta, ou coligada no exterior
de pessoa jurídica brasileira:
§ 1º O prejuízo acumulado da controlada, direta ou indireta, domiciliada
no exterior referente a anos-calendário anteriores à produção de efeitos
desta Medida Provisória poderá ser
compensado com os lucros futuros da
mesma pessoa jurídica no exterior que
lhes deu origem.
§ 2º Observado o disposto no § 1º
do art. 91 da Lei nº 12.708, de 17 de
agosto de 2012, a parcela do lucro
auferido no exterior, por controlada direta, correspondente às atividades de
afretamento por tempo ou prestação
de serviços diretamente relacionados à
prospecção e exploração de petróleo
e gás, em território brasileiro, não será
computada na determinação do lucro
real e na base de cálculo CSLL da pessoa jurídica controladora domiciliada
no Brasil.
§ 3º O disposto no § 2º aplica-se somente nos casos de controlada direta
contratada por pessoa jurídica detentora de concessão ou autorização, nos termos da Lei nº 9.478, de
6 de agosto de 1997.
Vigência,
comentários
e notas
ou indireta, domiciliada no exterior, equivalente aos lucros por ela
auferidos.
Inclusão do § 1º, o
qual dispõe que as
demais parcelas que
influenciaram o patrimônio líquido da
controlada, direta ou
indireta, domiciliada
no exterior, não estão
compreendidas
na
parcela de ajuste.
Na conversão da MP
em lei foram incluídos
os incisos I e II e o § 5º.
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Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
I - detentora de concessão ou autorização nos termos da Lei nº 9.478,
de 6 de agosto de 1997, ou sob o
regime de partilha de produção de
que trata a Lei nº 12.351, de 22 de
dezembro de 2010, ou sob o regime
de cessão onerosa previsto na Lei nº
12.276, de 30 de junho de 2010;
II - contratada pela pessoa jurídica
de que trata o inciso I.
§ 5º O disposto no § 3º aplica-se
inclusive nos casos de coligada de
controlada direta ou indireta de
pessoa jurídica brasileira.
Art. 74. Até o ano calendário de 2017,
as parcelas de que trata o art. 73, restritas aos resultados decorrentes
de renda ativa própria, poderão ser
consideradas de forma consolidada na
determinação do lucro real e da base
de cálculo da CSLL da controladora no
Brasil, excepcionadas as parcelas referentes às pessoas jurídicas investidas
que se encontrem em pelo menos uma
das seguintes situações: (Vigência)
Art. 78. Até o ano-calendário de
2022, as parcelas de que trata o art.
77 poderão ser consideradas de forma
consolidada na determinação do lucro
real e da base de cálculo da CSLL da
controladora no Brasil, excepcionadas
as parcelas referentes às pessoas jurídicas investidas que se encontrem em
pelo menos uma das seguintes situações:
I - situadas em país com o qual o Brasil
não mantenha acordo em vigor para
troca de informações para fins tributários;
I - estejam situadas em país com o
qual o Brasil não mantenha tratado ou
ato com cláusula específica para troca de informações para fins tributários;
II - localizadas em país ou dependência com tributação favorecida, ou
sejam beneficiárias de regime fiscal
privilegiado, de que tratam os arts. 24
e 24-A da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996 ou estejam submetidas a regime de tributação definido no
inciso III do caput do art. 80; ou
II - estejam localizadas em país ou dependência com tributação favorecida,
ou sejam beneficiárias de regime fiscal
privilegiado, de que tratam os arts. 24
e 24-A da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, ou estejam submetidas a regime de tributação definido
no inciso III do caput do art. 84 da
presente Lei;
III - sejam controladas, direta ou indiretamente, por pessoa jurídica submetida a tratamento tributário previsto no
inciso II do caput.
III - sejam controladas, direta ou indiretamente, por pessoa jurídica submetida a tratamento tributário previsto no
inciso II do caput; ou
IV - tenham renda ativa própria inferior a 80% (oitenta por cento) da
renda total, nos termos definidos
no art. 84.
Vigência: 1º.01.2015
Na conversão da MP
em lei, até o ano-calendário de 2022, as
parcelas de ajustes de
que tratam o art. 77
poderão ser consideradas de forma consolidada na determinação
do lucro real e da base
de cálculo da CSLL.
Na conversão da MP
em lei foi incluído o
inciso IV e o § 7º não
previstos pela MP.
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Lei nº 12.973/2014
§ 1º A consolidação prevista neste artigo deverá conter a demonstração individualizada em subcontas prevista no
art. 72 e a demonstração das rendas
ativas e passivas na forma e prazo estabelecidos pela Secretaria da Receita
Federal do Brasil.
§ 2º O resultado positivo da consolidação prevista no caput deverá ser
adicionado ao lucro líquido relativo
ao balanço de 31 de dezembro do
ano-calendário em que os lucros tenham sido apurados pelas empresas
domiciliadas no exterior para fins de
determinação do lucro real e da base
de cálculo da CSLL da pessoa jurídica
controladora domiciliada no Brasil.
§ 3º No caso de resultado negativo
da consolidação prevista no caput, a
controladora domiciliada no Brasil deverá informar à Secretaria da Receita
Federal do Brasil - RFB as parcelas
negativas utilizadas na consolidação,
no momento da apuração, na forma e
prazo estabelecidos pela RFB.
§ 4º Após os ajustes decorrentes das
parcelas negativas de que trata o §
3º, nos prejuízos acumulados, o saldo remanescente de prejuízo de cada
pessoa jurídica poderá ser utilizado na
compensação com lucros futuros das
mesmas pessoas jurídicas no exterior
que lhes deram origem, até o quinto
ano-calendário subsequente.
§ 1º A consolidação prevista neste artigo deverá conter a demonstração individualizada em subcontas prevista no
art. 76 e a demonstração das rendas
ativas e passivas na forma e prazo estabelecidos pela Secretaria da Receita
Federal do Brasil - RFB.
§ 2º O resultado positivo da consolidação prevista no caput deverá ser
adicionado ao lucro líquido relativo
ao balanço de 31 de dezembro do
ano-calendário em que os lucros tenham sido apurados pelas empresas
domiciliadas no exterior para fins de
determinação do lucro real e da base
de cálculo da CSLL da pessoa jurídica
controladora domiciliada no Brasil.
§ 3º No caso de resultado negativo da
consolidação prevista no caput, a controladora domiciliada no Brasil deverá
informar à RFB as parcelas negativas
utilizadas na consolidação, no momento da apuração, na forma e prazo
por ela estabelecidos.
§ 5º O prazo de que trata o § 4º não
correrá enquanto a pessoa jurídica no
exterior estiver em período anterior ao
início das operações da empresa, na
forma definida em regulamento.
§ 6º O prejuízo auferido no exterior
por controlada direta de que tratam
os §§ 2º e 3º do art. 73 não poderá
ser utilizado na consolidação a que se
refere este artigo.
Vigência,
comentários
e notas
§ 4º Após os ajustes decorrentes das parcelas negativas de que trata o § 3º, nos
prejuízos acumulados, o saldo remanescente de prejuízo de cada pessoa jurídica poderá ser utilizado na compensação
com lucros futuros das mesmas pessoas
jurídicas no exterior que lhes deram origem, desde que os estoques de prejuízos sejam informados na forma e
prazo estabelecidos pela RFB.
§ 5º O prejuízo auferido no exterior
por controlada de que tratam os §§
3º, 4º e 5º do art. 77 não poderá
ser utilizado na consolidação a que se
refere este artigo.
§ 6º A opção pela consolidação de
que trata este artigo é irretratável para
o ano-calendário correspondente.
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Lei nº 12.973/2014
§ 7º A opção pela consolidação de
que trata este artigo é irretratável para
o ano-calendário correspondente.
§ 7º Na ausência da condição do inciso I do caput, a consolidação será
admitida se a controladora no Brasil
disponibilizar a contabilidade societária em meio digital e a documentação de suporte da escrituração, na
forma e prazo a ser estabelecido pela
RFB, mantidas as demais condições.
Art. 79. Quando não houver consolidação, nos termos do art. 78, a parcela do ajuste do valor do investimento
em controlada, direta ou indireta, domiciliada no exterior equivalente aos
lucros ou prejuízos por ela auferidos
deverá ser considerada de forma individualizada na determinação do lucro
real e da base de cálculo da CSLL da
pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil, nas seguintes formas:
I - se positiva, deverá ser adicionada
ao lucro líquido relativo ao balanço
de 31 de dezembro do ano-calendário
em que os lucros tenham sido apurados pela empresa domiciliada no exterior; e
II - se negativa, poderá ser compensada
com lucros futuros da mesma pessoa jurídica no exterior que lhes deu origem,
desde que os estoques de prejuízos
sejam informados na forma e prazo
estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB.
Art. 80. O disposto nesta Seção aplica-se à coligada equiparada à controladora nos termos do art. 83.
Art. 75. Quando não houver consolidação, nos termos do art. 74, a parcela
do ajuste do valor do investimento em
controlada, direta ou indireta, domiciliada no exterior equivalente aos lucros
ou prejuízos por ela auferidos deverá ser
considerada de forma individualizada
na determinação do lucro real e da base
de cálculo da CSLL da pessoa jurídica
controladora domiciliada no Brasil, nas
seguintes formas: (Vigência)
I - se positiva, deverá ser adicionada
ao lucro líquido relativo ao balanço
de 31 de dezembro do ano-calendário
em que os lucros tenham sido apurados pela empresa domiciliada no exterior; e
II - se negativa, poderá ser compensada com lucros futuros da mesma pessoa jurídica no exterior que lhes deu
origem, até o quinto ano-calendário
subsequente.
Art. 76. O disposto nesta Subseção
aplica-se à coligada equiparada a
controladora nos termos do art. 79.
(Vigência)
Das Coligadas
Art. 77. Os lucros auferidos por intermédio de coligada domiciliada no exterior serão computados na determinação do lucro real e da base de cálculo
da CSLL no balanço levantado no dia
31 de dezembro do ano-calendário
em que tiverem sido disponibilizados
para a pessoa jurídica domiciliada no
Brasil, desde que se verifiquem as seguintes condições, cumulativamente,
relativas à investida: (Vigência)
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
O art. 79 trata da hipótese de não haver
consolidação. O inciso
II foi alterado na conversão da MP em lei.
Vigência: 1º.01.2015
Das Coligadas
Vigência: 1º.01.2015
Art. 81. Os lucros auferidos por intermédio de coligada domiciliada no exterior serão computados na determinação do lucro real e da base de cálculo
da CSLL no balanço levantado no dia
31 de dezembro do ano-calendário
em que tiverem sido disponibilizados
para a pessoa jurídica domiciliada no
Brasil, desde que se verifiquem as seguintes condições, cumulativamente,
relativas à investida:
Na conversão da MP
em lei foi incluído o
§ 5º dispondo que se
equiparam à condição
de coligados os empreendimentos controlados em conjunto com
partes não vinculadas.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
I - não esteja sujeita a regime de subtributação, previsto no inciso III do caput
do art. 80;
I - não esteja sujeita a regime de subtributação, previsto no inciso III do caput
do art. 84;
II - não esteja localizada em país ou
dependência com tributação favorecida, ou não seja beneficiária de regime
fiscal privilegiado, de que tratam os
arts. 24 e 24-A da Lei nº 9.430, de
1996;
II - não esteja localizada em país ou
dependência com tributação favorecida, ou não seja beneficiária de regime
fiscal privilegiado, de que tratam os
arts. 24 e 24-A da Lei nº 9.430, de 27
de dezembro de 1996;
III - não seja controlada, direta ou indiretamente, por pessoa jurídica submetida a tratamento tributário previsto no
inciso II; e
III - não seja controlada, direta ou indiretamente, por pessoa jurídica submetida a tratamento tributário previsto
no inciso I.
Vigência,
comentários
e notas
IV - tenha renda ativa própria igual
ou superior a oitenta por cento da
sua renda total, nos termos definidos no art. 80.
§ 1º Para efeitos do disposto neste artigo, os lucros serão considerados disponibilizados para a empresa coligada
no Brasil:
§ 1º Para efeitos do disposto neste artigo, os lucros serão considerados disponibilizados para a empresa coligada
no Brasil:
I - na data do pagamento ou do crédito em conta representativa de obrigação da empresa no exterior;
I - na data do pagamento ou do crédito em conta representativa de obrigação da empresa no exterior;
II - na hipótese de contratação de
operações de mútuo, se a mutuante,
coligada, possuir lucros ou reservas de
lucros; ou
II - na hipótese de contratação de
operações de mútuo, se a mutuante,
coligada, possuir lucros ou reservas de
lucros; ou
III - na hipótese de adiantamento de
recursos efetuado pela coligada, por
conta de venda futura, cuja liquidação, pela remessa do bem ou serviço
vendido, ocorra em prazo superior ao
ciclo de produção do bem ou serviço.
III - na hipótese de adiantamento de
recursos efetuado pela coligada, por
conta de venda futura, cuja liquidação, pela remessa do bem ou serviço
vendido, ocorra em prazo superior ao
ciclo de produção do bem ou serviço.
§ 2º Para efeitos do disposto no inciso
I do § 1º, considera-se:
§ 2º Para efeitos do disposto no inciso
I do § 1º, considera-se:
I - creditado o lucro, quando ocorrer a
transferência do registro de seu valor
para qualquer conta representativa de
passivo exigível da controlada ou coligada domiciliada no exterior; e
I - creditado o lucro, quando ocorrer a
transferência do registro de seu valor
para qualquer conta representativa de
passivo exigível da coligada domiciliada no exterior; e
II - pago o lucro, quando ocorrer:
II - pago o lucro, quando ocorrer:
a) o crédito do valor em conta bancária, em favor da coligada no Brasil;
a) o crédito do valor em conta bancária, em favor da coligada no Brasil;
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
b) a entrega, a qualquer título, a representante da beneficiária;
b) a entrega, a qualquer título, a representante da beneficiária;
c) a remessa, em favor da beneficiária,
para o Brasil ou para qualquer outra
praça; ou
c) a remessa, em favor da beneficiária,
para o Brasil ou para qualquer outra
praça; ou
d) o emprego do valor, em favor da
beneficiária, em qualquer praça, inclusive no aumento de capital da coligada, domiciliada no exterior.
d) o emprego do valor, em favor da
beneficiária, em qualquer praça, inclusive no aumento de capital da coligada, domiciliada no exterior.
§ 3º Os resultados auferidos por intermédio de coligada domiciliada no
exterior que não atenda aos requisitos
estabelecidos no caput serão tributados na forma do art. 78.
§ 3º Os lucros auferidos por intermédio de coligada domiciliada no exterior que não atenda aos requisitos estabelecidos no caput serão tributados
na forma do art. 82.
§ 4º O disposto neste artigo não se
aplica às hipóteses em que a pessoa
jurídica coligada domiciliada no Brasil
for equiparada à controladora nos termos do art. 79.
§ 4º O disposto neste artigo não se
aplica às hipóteses em que a pessoa
jurídica coligada domiciliada no Brasil
for equiparada à controladora nos termos do art. 83.
Vigência,
comentários
e notas
§ 5º Para fins do disposto neste artigo, equiparam-se à condição de
coligada os empreendimentos controlados em conjunto com partes
não vinculadas.
Art. 78. Na hipótese em que se verifique o descumprimento de pelo menos
uma das condições previstas no caput
do art. 77, a parcela do ajuste do
valor do investimento na coligada
domiciliada no exterior equivalente
aos lucros ou prejuízos por ela apurados deverá ser computada na determinação do lucro real e na base de
cálculo da CSLL da pessoa jurídica
investidora domiciliada no Brasil, nas
seguintes formas: (Vigência)
Art. 82. Na hipótese em que se verifique o descumprimento de pelo menos
uma das condições previstas no caput
do art. 81, o resultado na coligada domiciliada no exterior equivalente aos lucros ou prejuízos por ela
apurados deverá ser computado na
determinação do lucro real e na base
de cálculo da CSLL da pessoa jurídica
investidora domiciliada no Brasil, nas
seguintes formas:
Vigência: 1º.01.2015
I - se positiva, deverá ser adicionada
ao lucro líquido relativo ao balanço de
31 de dezembro do ano-calendário em
que os lucros tenham sido apurados
pela empresa domiciliada no exterior; e
I - se positivo, deverá ser adicionado
ao lucro líquido relativo ao balanço de
31 de dezembro do ano-calendário em
que os lucros tenham sido apurados
pela empresa domiciliada no exterior; e
A nova redação do inciso II impõe uma nova
condição para a compensação se o ajuste
for negativo.
II - se negativa, poderá ser compensada com lucros futuros da mesma pessoa jurídica no exterior que lhes deu
II - se negativo, poderá ser compensado com lucros futuros da mesma
pessoa jurídica no exterior que lhes
Pela nova redação do
art. 82 da Lei todo o
resultado na coligada
domiciliada no exterior
equivalente aos lucros
ou prejuízos por ela
apurados deverá ser
computado na determinação do lucro real
e da base de cálculo
da CSLL.
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Vigência,
comentários
e notas
MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
origem até o quinto ano-calendário
subsequente.
deu origem, desde que os estoques de
prejuízos sejam informados na forma
e prazo estabelecidos pela Secretaria
da Receita Federal do Brasil - RFB.
§ 1º Os resultados auferidos por intermédio de outra pessoa jurídica, na
qual a coligada no exterior mantiver
qualquer tipo de participação societária, ainda que indiretamente, serão
consolidados no seu balanço para
efeito de determinação do lucro real e
da base de cálculo da CSLL da coligada no Brasil.
§ 1º Os resultados auferidos por intermédio de outra pessoa jurídica, na
qual a coligada no exterior mantiver
qualquer tipo de participação societária, ainda que indiretamente, serão
consolidados no seu balanço para
efeito de determinação do lucro real e
da base de cálculo da CSLL da coligada no Brasil.
§ 2º O disposto neste artigo não se
aplica às hipóteses em que a pessoa
jurídica coligada domiciliada no Brasil
é equiparada à controladora nos termos do art. 79.
§ 2º O disposto neste artigo não se
aplica às hipóteses em que a pessoa
jurídica coligada domiciliada no Brasil
é equiparada à controladora nos termos do art. 83.
Da Equiparação a Controladora
Da Equiparação à Controladora
Vigência: 1º.01.2015
Art. 79. Para fins do disposto nesta
Medida Provisória, equipara-se à condição de controladora a pessoa jurídica domiciliada no Brasil que detenha
participação em coligada no exterior e
que, em conjunto com pessoas físicas
ou jurídicas residentes ou domiciliadas
no Brasil ou no exterior, consideradas
a ela vinculadas, possua mais de cinquenta por cento do capital votante da
coligada no exterior. (Vigência)
Art. 83. Para fins do disposto nesta
Lei, equipara-se à condição de controladora a pessoa jurídica domiciliada
no Brasil que detenha participação em
coligada no exterior e que, em conjunto com pessoas físicas ou jurídicas
residentes ou domiciliadas no Brasil ou
no exterior, consideradas a ela vinculadas, possua mais de 50% (cinquenta
por cento) do capital votante da coligada no exterior.
Na conversão da MP
em lei foi alterado o
inciso VI alterando o
conceito das pessoas
consideradas vinculadas à pessoa jurídica
domiciliada no Brasil.
Parágrafo único. Para efeitos do disposto no caput, será considerada vinculada à pessoa jurídica domiciliada
no Brasil:
Parágrafo único. Para efeitos do disposto no caput, será considerada vinculada à pessoa jurídica domiciliada
no Brasil:
I - a pessoa física ou jurídica cuja participação societária no seu capital social
a caracterize como sua controladora,
direta ou indireta, na forma definida
nos §§ 1º e 2º do art. 243 da Lei nº
6.404, de 1976;
I - a pessoa física ou jurídica cuja participação societária no seu capital social
a caracterize como sua controladora,
direta ou indireta, na forma definida
nos §§ 1º e 2º do art. 243 da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976;
II - a pessoa jurídica que seja caracterizada como sua controlada, direta ou
indireta, ou coligada, na forma definida nos §§ 1º e 2º do art. 243 da Lei nº
6.404, de 1976;
II - a pessoa jurídica que seja caracterizada como sua controlada, direta ou
indireta, ou coligada, na forma definida
nos §§ 1º e 2º do art. 243 da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976;
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Lei nº 12.973/2014
III - a pessoa jurídica quando esta e
a empresa domiciliada no Brasil estiverem sob controle societário ou administrativo comum ou quando pelo
menos dez por cento do capital social
de cada uma pertencer a uma mesma
pessoa física ou jurídica;
IV - a pessoa física ou jurídica que seja
sua associada, na forma de consórcio
ou condomínio, conforme definido na
legislação brasileira, em qualquer empreendimento;
V - a pessoa física que for parente ou
afim até o terceiro grau, cônjuge ou
companheiro de qualquer de seus conselheiros, administradores, sócios ou
acionista controlador em participação
direta ou indireta; e
VI - a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada em país com tributação favorecida ou beneficiária de
regime fiscal privilegiado, conforme
dispõem os arts. 24 e 24-A da Lei nº
9.430, de 1996.
III - a pessoa jurídica quando esta e
a empresa domiciliada no Brasil estiverem sob controle societário ou administrativo comum ou quando pelo
menos 10% (dez por cento) do capital
social de cada uma pertencer a uma
mesma pessoa física ou jurídica;
IV - a pessoa física ou jurídica que seja
sua associada, na forma de consórcio
ou condomínio, conforme definido na
legislação brasileira, em qualquer empreendimento;
V - a pessoa física que for parente ou
afim até o terceiro grau, cônjuge ou
companheiro de qualquer de seus conselheiros, administradores, sócios ou
acionista controlador em participação
direta ou indireta; e
VI - a pessoa jurídica residente ou domiciliada em país com tributação favorecida ou beneficiária de regime fiscal privilegiado, conforme dispõem os
arts. 24 e 24-A da Lei nº 9.430, de 27
de dezembro de 1996, desde que
não comprove que seus controladores não estejam enquadrados
nos incisos I a V.
Das Definições
Das Definições
Art. 80. Para fins do disposto nesta Medida Provisória, considera-se: (Vigência)
I - renda ativa própria - aquela obtida
diretamente pela pessoa jurídica mediante a exploração de atividade econômica própria, excluídas as seguintes
receitas decorrentes de:
a) royalties;
b) juros;
c) dividendos;
d) participações societárias;
e) aluguéis;
f) ganhos de capital;
g) aplicações financeiras; e
h) intermediação financeira;
Art. 84. Para fins do disposto nesta
Lei, considera-se:
I - renda ativa própria - aquela obtida
diretamente pela pessoa jurídica mediante a exploração de atividade econômica própria, excluídas as receitas
decorrentes de:
a) royalties;
b) juros;
c) dividendos;
d) participações societárias;
e) aluguéis;
f) ganhos de capital, salvo na alienação de participações societárias ou
ativos de caráter permanente adquiridos há mais de 2 (dois) anos;
g) aplicações financeiras; e
h) intermediação financeira.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Na conversão da MP
em lei o art. 84 altera
o conceito de “Renda
Ativa Própria”, excetuando os casos de alienação de participações
societária ou ativos de
caráter
permanente
adquiridos há mais de
2 anos (letra “f” do inciso I do art. 84).
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Lei nº 12.973/2014
II - renda total - somatório das receitas
operacionais e não operacionais, conforme definido na legislação comercial
do país de domicílio da investida; e
III - regime de subtributação - aquele
que tributa os lucros da pessoa jurídica
domiciliada no exterior à alíquota nominal inferior a vinte por cento.
II - renda total - somatório das receitas
operacionais e não operacionais, conforme definido na legislação comercial
do país de domicílio da investida; e
III - regime de subtributação - aquele
que tributa os lucros da pessoa jurídica
domiciliada no exterior a alíquota nominal inferior a 20% (vinte por cento).
§ 1º As alíneas “b”, “g” e “h” do inciso I não se aplicam às instituições
financeiras reconhecidas e autorizadas a funcionar pela autoridade
monetária do país em que estejam
situadas.
§ 2º Poderão ser considerados como
renda ativa própria os valores recebidos a título de dividendos ou a
receita decorrente de participações
societárias relativos a investimentos
efetuados até 31 de dezembro de
2013 em pessoa jurídica cuja receita ativa própria seja igual ou superior a 80% (oitenta por cento)
§ 3º O Poder Executivo poderá reduzir
a alíquota nominal de que trata o inciso III do caput para até 15% (quinze
por cento), ou a restabelecer, total ou
parcialmente.
Das Deduções
Parágrafo único. O Poder Executivo
poderá reduzir a alíquota nominal de
que trata o inciso III do caput para até
quinze por cento, ou a restabelecer,
total ou parcialmente.
Das Deduções
Art. 81. Para fins de apuração do imposto sobre a renda e da CSLL devida
pela controladora no Brasil, poderá
ser deduzida da parcela do lucro da
pessoa jurídica controlada, direta ou
indireta, ou coligada, domiciliada no
exterior, a parcela do lucro oriunda de
participações destas em pessoas jurídicas coligadas domiciliadas no Brasil.
(Vigência)
Art. 85. Para fins de apuração do imposto sobre a renda e da CSLL devida
pela controladora no Brasil, poderá ser
deduzida da parcela do lucro da pessoa jurídica controlada, direta ou indireta, domiciliada no exterior, a parcela
do lucro oriunda de participações destas em pessoas jurídicas controladas
ou coligadas domiciliadas no Brasil.
Art. 82. Poderão ser deduzidos do lucro real e da base de cálculo da CSLL
os valores referentes às adições, espontaneamente efetuadas, decorrentes
da aplicação das regras de preços de
transferência, previstas nos arts. 18 a
Art. 86. Poderão ser deduzidos do lucro real e da base de cálculo da CSLL
os valores referentes às adições, espontaneamente efetuadas, decorrentes
da aplicação das regras de preços de
transferência, previstas nos arts. 18 a
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
A controladora no Brasil poderá deduzir da
parcela do lucro da
pessoa jurídica controlada, direta ou indireta, domiciliada no
exterior, a parcela do
lucro oriunda de participações destas em
pessoas jurídicas controladas ou coligadas
domiciliadas no Brasil.
Vigência: 1º.01.2015
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Vigência,
comentários
e notas
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Lei nº 12.973/2014
22 da Lei nº 9.430, de 1996, e das
regras previstas nos arts. 24 a 26 da
Lei nº 12.249, de 11 de junho de
2010, desde que os lucros auferidos
no exterior tenham sido considerados
na respectiva base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ e da CSLL da pessoa jurídica
controladora domiciliada no Brasil ou
a ela equiparada, nos termos do art.
79 e cujo imposto sobre a renda e
contribuição social correspondentes,
em qualquer das hipóteses, tenham
sido recolhidos. (Vigência)
22 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e das regras previstas
nos arts. 24 a 26 da Lei nº 12.249,
de 11 de junho de 2010, desde que
os lucros auferidos no exterior tenham
sido considerados na respectiva base
de cálculo do Imposto sobre a Renda
da Pessoa Jurídica - IRPJ e da CSLL da
pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil ou a ela equiparada,
nos termos do art. 83 e cujo imposto
sobre a renda e contribuição social
correspondentes, em qualquer das hipóteses, tenham sido recolhidos.
§ 1º A dedução de que trata o caput:
§ 1º A dedução de que trata o caput:
I - deve referir-se a operações efetuadas com a respectiva controlada, direta ou indireta, da qual o lucro seja
proveniente;
I - deve referir-se a operações efetuadas com a respectiva controlada, direta ou indireta, da qual o lucro seja
proveniente;
II - deve ser proporcional à participação na controlada no exterior;
II - deve ser proporcional à participação na controlada no exterior;
III - deve estar limitada ao valor do
lucro auferido pela controlada no exterior; e
III - deve estar limitada ao valor do
lucro auferido pela controlada no exterior; e
IV - deve ser limitada ao imposto devido no Brasil em razão dos ajustes previstos no caput.
IV - deve ser limitada ao imposto devido no Brasil em razão dos ajustes previstos no caput.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se
à hipótese prevista no art. 78.
§ 2º O disposto neste artigo aplica-se
à hipótese prevista no art. 82.
Art. 83. A pessoa jurídica poderá
deduzir, na proporção de sua participação, o imposto sobre a renda pago
no exterior pela controlada, direta ou
indireta, incidente sobre as parcelas
positivas computadas no lucro real da
controladora no Brasil, até o limite do
imposto sobre a renda incidente no
Brasil sobre as referidas parcelas. (Vigência)
Art. 87. A pessoa jurídica poderá
deduzir, na proporção de sua participação, o imposto sobre a renda pago
no exterior pela controlada direta ou
indireta, incidente sobre as parcelas
positivas computadas na determinação do lucro real da controladora no
Brasil, até o limite dos tributos sobre
a renda incidentes no Brasil sobre as
referidas parcelas.
Vigência: 1º.01.2015
§ 1º Para efeitos do disposto no caput,
considera-se imposto sobre a renda o
tributo que incida sobre lucros, independentemente da denominação oficial adotada e do fato de ser este de
§ 1º Para efeitos do disposto no caput,
considera-se imposto sobre a renda
o tributo que incida sobre lucros, independentemente da denominação
oficial adotada, do fato de ser este de
O texto trata da compensação no Brasil
do Imposto de Renda
pago no exterior.
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Lei nº 12.973/2014
competência de unidade da federação
do país de origem, inclusive o imposto
retido na fonte sobre o lucro distribuído para a controladora brasileira.
competência de unidade da federação
do país de origem e de o pagamento
ser exigido em dinheiro ou outros
bens, desde que comprovado por
documento oficial emitido pela administração tributária estrangeira,
inclusive quanto ao imposto retido na
fonte sobre o lucro distribuído para a
controladora brasileira.
§ 2º No caso de consolidação, deverá
ser considerado para efeito da dedução prevista no caput o imposto sobre
a renda pago pelas pessoas jurídicas,
cujos resultados positivos tiverem sido
consolidados, na proporção entre o
resultado positivo da consolidação
e o somatório das parcelas positivas consolidadas.
§ 2º No caso de consolidação, deverá
ser considerado para efeito da dedução prevista no caput o imposto sobre
a renda pago pelas pessoas jurídicas
cujos resultados positivos tiverem sido
consolidados.
§ 3º No caso de não haver consolidação, a dedução de que trata o caput
será efetuada de forma individualizada, por controlada, direta ou indireta.
§ 3º No caso de não haver consolidação, a dedução de que trata o caput
será efetuada de forma individualizada
por controlada, direta ou indireta.
§ 4º O valor do tributo pago no exterior a ser deduzido não poderá exceder o montante do imposto sobre a
renda e adicional, devidos no Brasil,
sobre o valor das parcelas positivas
dos resultados incluído na apuração
do lucro real.
§ 4º O valor do tributo pago no exterior a ser deduzido não poderá exceder o montante do imposto sobre a
renda e adicional, devidos no Brasil,
sobre o valor das parcelas positivas
dos resultados, incluído na apuração
do lucro real.
§ 5º O tributo pago no exterior a ser
deduzido será convertido em Reais, tomando-se por base a taxa de câmbio
da moeda do país de origem, fixada
para venda, pelo Banco Central do
Brasil, correspondente à data do balanço apurado.
§ 5º O tributo pago no exterior a ser
deduzido será convertido em reais,
tomando-se por base a taxa de câmbio da moeda do país de origem fixada para venda pelo Banco Central
do Brasil, correspondente à data do
balanço apurado ou na data da disponibilização.
Vigência,
comentários
e notas
Na redação da MP
o legislador utiliza a
expressão
“imposto
sobre a renda”. Pelo
novo texto da Lei passa
a utilizar a expressão
“tributos sobre a renda”, só que no § 1º
atual continua mantendo a expressão “imposto sobre a renda”
por engano.
No § 1º traz uma nova
definição de “tributos
sobre a renda”, conforme previsto no caput do art. 87.
Na conversão da MP
em lei foi incluído o §
10 dispondo que até
o ano-calendário de
2022, a controladora
no Brasil poderá deduzir até 9% a título
de crédito presumido
sobre a renda incidente sobre a parcela
positiva
computada
no lucro real, relativamente a investimento
em pessoas jurídicas
no exterior que realizem as atividades de
fabricação de bebidas, de fabricação de
produtos alimentícios
e de construção de
edifícios e de obras de
infraestrutura.
Ao final, no § 11 deixa a possibilidade de
estender o benefício
também a outras atividades que realizem
investimentos no exterior.
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Lei nº 12.973/2014
§ 6º Caso a moeda do país de origem
do tributo não tenha cotação no Brasil,
o seu valor será convertido em Dólares
dos Estados Unidos da América e, em
seguida, em Reais.
§ 6º Caso a moeda do país de origem
do tributo não tenha cotação no Brasil,
o seu valor será convertido em dólares
dos Estados Unidos da América e, em
seguida, em reais.
§ 7º Na hipótese de os lucros da controlada, direta ou indireta, vierem a
ser tributados no exterior em momento
posterior àquele em que tiverem sido
considerados no resultado da controladora domiciliada no Brasil, a dedução de que trata este artigo deverá ser
efetuada no balanço correspondente
ao ano-calendário em que ocorrer a
tributação, e deverá respeitar os limites
previstos nos §§ 4º e 8º deste artigo.
§ 7º Na hipótese de os lucros da controlada, direta ou indireta, virem a ser
tributados no exterior em momento
posterior àquele em que tiverem sido
tributados pela controladora domiciliada no Brasil, a dedução de que trata
este artigo deverá ser efetuada no balanço correspondente ao ano-calendário em que ocorrer a tributação, ou
em ano-calendário posterior, e deverá
respeitar os limites previstos nos §§ 4º
e 8º deste artigo.
§ 8º O saldo do tributo pago no exterior
que exceder o valor passível de dedução do valor do imposto sobre a renda
e adicional devidos no Brasil poderá ser
deduzido do valor da CSLL, devida em
virtude da adição à sua base de cálculo das parcelas positivas dos resultados
oriundos do exterior, até o valor devido
em decorrência dessa adição.
§ 8º O saldo do tributo pago no exterior
que exceder o valor passível de dedução do valor do imposto sobre a renda
e adicional devidos no Brasil poderá ser
deduzido do valor da CSLL, devida em
virtude da adição à sua base de cálculo das parcelas positivas dos resultados
oriundos do exterior, até o valor devido
em decorrência dessa adição.
§ 9º Para fins de dedução, o documento relativo ao imposto sobre a renda
pago no exterior deverá ser reconhecido pelo respectivo órgão arrecadador e
pelo Consulado da Embaixada Brasileira no país em que for devido o imposto.
§ 9º Para fins de dedução, o documento relativo ao imposto sobre a renda
pago no exterior deverá ser reconhecido pelo respectivo órgão arrecadador e
pelo Consulado da Embaixada Brasileira no país em que for devido o imposto.
Vigência,
comentários
e notas
§ 10. Até o ano-calendário de
2022, a controladora no Brasil
poderá deduzir até 9% (nove por
cento), a título de crédito presumido sobre a renda incidente sobre a
parcela positiva computada no lucro
real, observados o disposto no § 2º
deste artigo e as condições previstas
nos incisos I e IV do art. 91 desta Lei,
relativo a investimento em pessoas
jurídicas no exterior que realizem as
atividades de fabricação de bebidas,
de fabricação de produtos alimentícios e de construção de edifícios e
de obras de infraestrutura.
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Lei nº 12.973/2014
Art. 84. A pessoa jurídica coligada
domiciliada no Brasil poderá deduzir
do imposto sobre a renda ou da CSLL
devidos o imposto sobre a renda retido
na fonte no exterior incidente sobre os
dividendos que tenham sido computados na determinação do lucro real e
da base de cálculo da CSLL, desde
que sua coligada no exterior se enquadre nas condições previstas no art. 77,
observados os limites previstos nos §§
4º e 8º do art. 83. (Vigência)
Parágrafo único. Na hipótese de a retenção do imposto sobre a renda no
exterior vier a ocorrer em momento
posterior àquele em que tiverem sido
considerados no resultado da coligada
domiciliada no Brasil, a dedução de
que trata este artigo somente poderá
ser efetuada no balanço correspondente ao ano-calendário em que ocorrer a retenção, e deverá respeitar os
limites previstos no caput.
Art. 85. A pessoa jurídica controladora domiciliada no Brasil ou a ela equiparada, nos termos do art. 79, poderá
considerar como imposto pago, para
fins da dedução de que trata o art.
83, o imposto sobre a renda retido na
fonte no exterior, na proporção de sua
participação, decorrente de rendimentos recebidos pela controlada domiciliada no exterior. (Vigência)
Parágrafo único. O disposto no caput
somente será permitido se for reconhecida a receita total auferida pela
controlada, com a inclusão do imposto retido, e está limitado ao valor que
o país de domicílio do beneficiário do
rendimento permite que seja aproveitado na apuração do imposto devido
da controlada.
§ 11. O Poder Executivo poderá,
desde que não resulte em prejuízo
aos investimentos no País, ampliar
o rol de atividades com investimento em pessoas jurídicas no exterior
de que trata o § 10.
§ 12. (VETADO).
Art. 88. A pessoa jurídica coligada
domiciliada no Brasil poderá deduzir
do imposto sobre a renda ou da CSLL
devidos o imposto sobre a renda retido
na fonte no exterior incidente sobre os
dividendos que tenham sido computados na determinação do lucro real
e da base de cálculo da CSLL, desde
que sua coligada no exterior se enquadre nas condições previstas no art. 81,
observados os limites previstos nos §§
4ººe 8º do art. 87.
Parágrafo único. Na hipótese de a
retenção do imposto sobre a renda
no exterior vir a ocorrer em momento
posterior àquele em que tiverem sido
considerados no resultado da coligada
domiciliada no Brasil, a dedução de
que trata este artigo somente poderá
ser efetuada no balanço correspondente ao ano-calendário em que ocorrer a retenção, e deverá respeitar os
limites previstos no caput.
Art. 89. A matriz e a pessoa jurídica
controladora domiciliada no Brasil ou
a ela equiparada, nos termos do art.
83, poderão considerar como imposto pago, para fins da dedução de que
trata o art. 87, o imposto sobre a renda retido na fonte, na proporção de
sua participação, decorrente de rendimentos recebidos pela filial, sucursal
ou controlada domiciliada no exterior.
Parágrafo único. O disposto no caput
somente será permitido se for reconhecida a receita total auferida pela filial,
sucursal ou controlada, com a inclusão do imposto retido, e está limitado
ao valor que o país de domicílio do
beneficiário do rendimento permite
que seja aproveitado na apuração do
imposto devido da controlada.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Vigência: 1º.01.2015
O novo texto abrangeu
também os rendimentos recebidos pela filial
ou sucursal do exterior.
O texto da MP tratava
somente das controladas domiciliadas no
exterior.
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Vigência,
comentários
e notas
Do Pagamento
Do Pagamento
Vigência: 1º.01.2015
Art. 86. À opção da pessoa jurídica, o imposto sobre a renda e a CSLL
devidos decorrentes do resultado considerado na apuração da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, nos termos
dos arts. 73 a 76 e 78, poderão ser
pagos na proporção dos resultados
distribuídos nos anos subsequentes ao
encerramento do período de apuração
a que corresponder, observado o seguinte: (Vigência)
Art. 90. À opção da pessoa jurídica, o imposto sobre a renda e a CSLL
devidos decorrentes do resultado considerado na apuração da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, nos termos
dos arts. 77 a 80 e 82, poderão ser
pagos na proporção dos lucros distribuídos nos anos subsequentes ao encerramento do período de apuração
a que corresponder, observado o 8º
(oitavo) ano subsequente ao período de apuração para a distribuição
do saldo remanescente dos lucros
ainda não oferecidos a tributação,
assim como a distribuição mínima
de 12,50% (doze inteiros e cinquenta centésimos por cento) no 1º
(primeiro) ano subsequente.
Na conversão da MP
em lei a nova redação
do art. 86 da MP (atual
90 da Lei) estabelece
novas condições para
o pagamento do IRPJ e
da CSLL devidos sobre
os lucros auferidos no
exterior.
I - no primeiro ano subsequente ao
período de apuração, serão considerados distribuídos, no mínimo,
vinte e cinco por cento do resultado apurado; e
II - no quinto ano subsequente ao
período de apuração, será considerado distribuído o saldo remanescente dos resultados, ainda não
oferecidos à tributação.
§ 1º No caso de infração ao art. 87,
será aplicada multa isolada de setenta e cinco por cento sobre o valor do
tributo declarado.
§ 1º No caso de infração ao art. 91,
será aplicada multa isolada de 75%
(setenta e cinco por cento) sobre o valor do tributo declarado.
§ 2º A opção, na forma prevista neste
artigo, aplica-se, exclusivamente, ao
valor informado pela pessoa jurídica
domiciliada no Brasil em declaração
que represente confissão de dívida e
constituição do crédito tributário, relativa ao período de apuração dos resultados no exterior, na forma estabelecida pela RFB.
§ 2º A opção, na forma prevista neste
artigo, aplica-se, exclusivamente, ao
valor informado pela pessoa jurídica
domiciliada no Brasil em declaração
que represente confissão de dívida e
constituição do crédito tributário, relativa ao período de apuração dos resultados no exterior, na forma estabelecida pela Receita Federal do Brasil - RFB.
§ 3º A opção pelo pagamento na
forma deste artigo está condicionada à desistência de processos
administrativos e judiciais sobre a
matéria e configura ato inequívoco
que importa em reconhecimento de
débito pelo devedor e renúncia ao
direito sobre o qual se fundamente
eventual impugnação administrati
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Vigência,
comentários
e notas
va ou ação judicial, nos termos do
inciso IV do parágrafo único do art.
174 do Código Tributário Nacional.
§ 4º No caso de fusão, cisão, incorporação, encerramento de atividade
ou liquidação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, o pagamento do
tributo deverá ser feito até a data do
evento ou da extinção da pessoa jurídica, conforme o caso.
§ 3º No caso de fusão, cisão, incorporação, encerramento de atividade
ou liquidação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, o pagamento do
tributo deverá ser feito até a data do
evento ou da extinção da pessoa jurídica, conforme o caso.
§ 5º O valor do pagamento será acrescido de juros calculados com base na
taxa London Interbank Offered Rate LIBOR, para depósitos em dólares dos
Estados Unidos da América pelo prazo
de doze meses, referente ao último dia
útil do mês civil imediatamente anterior
ao vencimento, acrescida da variação
cambial dessa moeda, definida pelo
Banco Central do Brasil, pro rata tempore, acumulados anualmente, calculados na forma definida em ato do
Poder Executivo.
§ 4º O valor do pagamento, a
partir do 2º (segundo) ano subsequente, será acrescido de juros
calculados com base na taxa London
Interbank Offered Rate - Libor, para
depósitos em dólares dos Estados
Unidos da América pelo prazo de 12
(doze) meses, referente ao último dia
útil do mês civil imediatamente anterior ao vencimento, acrescida da variação cambial dessa moeda, definida
pelo Banco Central do Brasil, pro rata
tempore, acumulados anualmente,
calculados na forma definida em ato
do Poder Executivo, sendo os juros
dedutíveis na apuração do lucro
real e da base de cálculo da CSLL.
Art. 87. A opção pelo pagamento do
imposto sobre a renda e da CSLL, na
forma do art. 86, poderá ser realizada
somente em relação à parcela dos lucros decorrentes do resultado considerado na apuração da pessoa jurídica
domiciliada no Brasil de controlada,
direta ou indireta, no exterior: (Vigência)
Art. 91. A opção pelo pagamento
do imposto sobre a renda e da CSLL,
na forma do art. 90, poderá ser realizada somente em relação à parcela
dos lucros decorrentes dos resultados
considerados na apuração da pessoa
jurídica domiciliada no Brasil de controlada, direta ou indireta, no exterior:
I - não sujeita a regime de subtributação;
I - não sujeita a regime de subtributação;
II - não localizada em país ou dependência com tributação favorecida, ou
não beneficiária de regime fiscal privilegiado, de que tratam os arts. 24 e
24-A da Lei nº 9.430, de 1996;
II - não localizada em país ou dependência com tributação favorecida, ou
não beneficiária de regime fiscal privilegiado, de que tratam os arts. 24 e
24-A da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996;
Vigência 1º.01.2015
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Lei nº 12.973/2014
III - não controlada, direta ou indiretamente, por pessoa jurídica submetida
ao tratamento tributário previsto no inciso II do caput; e
IV - que tenha renda ativa própria
igual ou superior a oitenta por cento
da sua renda total, conforme definido
no art. 80.
Art. 88. Aplica-se o disposto nos arts.
86 e 87 ao resultado da filial ou da
sucursal, no exterior. (Vigência)
III - não controlada, direta ou indiretamente, por pessoa jurídica submetida
ao tratamento tributário previsto no inciso II do caput; e
IV - que tenha renda ativa própria igual
ou superior a 80% (oitenta por cento)
da sua renda total, conforme definido
no art. 84.
Art. 92. Aplica-se o disposto nos arts.
77 a 80 e nos arts. 85 a 91 ao resultado obtido por filial ou sucursal, no
exterior.
§ 1º Para efeitos desta Medida
Provisória, o resultado de filial ou
sucursal da pessoa jurídica domiciliada no Brasil ou de suas controladas, direta ou indireta, no exterior,
terá o mesmo tratamento conferido
à subsidiária integral domiciliada
no exterior.
§ 2º Não se aplica o disposto no §
1º a filiais ou sucursais de controladas, direta ou indireta, de pessoa
jurídica domiciliada no Brasil que
esteja situada no mesmo país de
sua matriz.
§ 3º Na hipótese prevista no § 2º,
os resultados de matriz e filiais ou
sucursais deverão ser consolidados
e entendidos como uma única pessoa jurídica.
Seção II
Das Pessoas Físicas
Art. 89. Os lucros decorrentes de participações em sociedades controladas
domiciliadas no exterior serão considerados disponibilizados para a pessoa
física controladora residente no Brasil
na data do balanço no qual tiverem
sido apurados e estarão sujeitos à tributação do Imposto sobre a Renda,
quando se verificar pelo menos uma
das situações abaixo: (Vigência)
I - a controlada estiver localizada em
país ou dependência com tributação favorecida, ou for beneficiária de regime
fiscal privilegiado, de que tratam os arts.
24 e 24-A da Lei nº 9.430, de 1996;
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 1º.01.2015
Na conversão da MP
em lei os §§ 1º, 2º e 3º
não foram recepcionados por este artigo.
Artigo não recepcionado na conversão
da MP pela Lei nº
12.973/2014.
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Vigência,
comentários
e notas
II - a controlada estiver submetida a
regime de subtributação definido no
inciso III do caput do art. 80; ou
III - a pessoa física residente no Brasil
não possuir os documentos de constituição da pessoa jurídica domiciliada
no exterior e devidas alterações, registrados em órgão(s) competente(s), de
domínio público, que identifiquem os
demais sócios.
§ 1º O rendimento de que trata o caput estará sujeito ao pagamento mensal do imposto até o último dia útil do
mês subsequente ao da disponibilização, a título de antecipação, e deverá
compor a base de cálculo do imposto
na Declaração de Ajuste Anual.
§ 2º Quando do recebimento efetivo
dos dividendos, a variação cambial
positiva, se houver, deverá ser tributada como ganho de capital.
§ 3º Os lucros de que trata este artigo:
I - serão considerados para fins de tributação do imposto sobre a renda da
pessoa física controladora no Brasil na
proporção da sua participação no capital da controlada;
II - são os apurados no balanço ou balanços levantados pela controlada no
exterior no curso do ano-calendário; e
III - serão convertidos em Reais pela
taxa de câmbio, para venda, do dia
das demonstrações financeiras em que
tenham sido apurados pela controlada
no exterior.
Art. 90. Aplica-se o disposto no art. 89
às pessoas físicas, residentes no Brasil,
que em conjunto com outras pessoas
físicas ou jurídicas, residentes e domiciliadas no Brasil ou no exterior, consideradas vinculadas, conforme definidas
no art. 91, detenham participação superior a cinquenta por cento do capital
votante da pessoa jurídica controlada
domiciliada no exterior. (Vigência)
Artigo não recepcionado na conversão
da MP pela Lei nº
12.973/2014.
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Lei nº 12.973/2014
Art. 91. Para efeitos do disposto no
art. 90, será considerada vinculada à
pessoa física residente no Brasil: (Vigência)
Vigência,
comentários
e notas
Artigo não recepcionado na conversão
da MP pela Lei nº
12.973/2014.
I - a pessoa física que seja parente ou
afim até o terceiro grau, cônjuge ou
companheiro da pessoa física residente no Brasil;
II - a pessoa jurídica cujos diretores
ou administradores sejam parentes ou
afins até o terceiro grau, cônjuges ou
companheiros da pessoa física residente no Brasil;
III - a pessoa jurídica da qual a pessoa
física residente no Brasil é sócia, titular
ou quotista;
IV - a pessoa física que seja sócia, conselheira ou administradora da pessoa
jurídica da qual a pessoa física residente no Brasil é sócia; e
V - a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no País ou no exterior, que seja associada com qualquer
pessoa jurídica, da qual a pessoa física
residente no Brasil seja sócia, na forma
de consórcio ou condomínio, conforme definido na legislação brasileira,
em qualquer empreendimento.
Parágrafo único. Para fins de
ção do disposto nos incisos III
caput, serão consideradas as
pações que representem mais
por cento do capital votante.
aplicaa V do
particide dez
CAPÍTULO IX
CAPÍTULO X
DO PARCELAMENTO ESPECIAL
DO PARCELAMENTO ESPECIAL
Art. 92. A Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, passa a vigorar com as
seguintes alterações:
Art. 93. A Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, passa a vigorar com as
seguintes alterações:
Vigência: 14.05.2014
Parcelamento de tributos: foi reaberto até
31.07.2014 o prazo
para pagamento à
vista e/ou para parcelamento com os
benefícios instituídos
pela Lei nº 11.941, de
27.05.2009.
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Lei nº 12.973/2014
“Art. 17. O prazo previsto no § 12
do art. 1º e no art. 7º da Lei nº
11.941, de 27 de maio de 2009,
bem como o prazo previsto no § 18
do art. 65 da Lei nº 12.249, de 11
de junho de 2010, passa a ser o do
último dia útil do segundo mês subsequente ao da publicação da Lei
decorrente da conversão da Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, atendidas as condições estabelecidas neste artigo.
.....................................................
§ 5º Aplica-se aos débitos pagos ou
parcelados, na forma do art. 65 da
Lei nº 12.249, de 11 de junho de
2010, o disposto no parágrafo único
do art. 4º da Lei nº 11.941, de 27 de
maio de 2009, bem como o disposto
no § 16 do art. 39 desta Lei, para os
pagamentos ou parcelas ocorridos
após 1º de janeiro de 2014.
§ 6º Os percentuais de redução
previstos nos arts. 1º e 3º da Lei nº
11.941, de 27 de maio de 2009,
serão aplicados sobre o valor do
débito atualizado à época do depósito e somente incidirão sobre o
valor das multas de mora e de ofício, das multas isoladas, dos juros
de mora e do encargo legal efetivamente depositados.
§ 7º A transformação em pagamento definitivo dos valores depositados somente ocorrerá após a
aplicação dos percentuais de redução, observado o disposto no § 6º.
§ 8º A pessoa jurídica que, após
a transformação dos depósitos em
pagamento definitivo, possuir débitos não liquidados pelo depósito
poderá obter as reduções para pagamento à vista e liquidar os juros
relativos a esses débitos com a utilização de montantes de prejuízo fiscal ou de base de cálculo negativa
da CSLL, desde que pague à vista
os débitos remanescentes.
Vigência,
comentários
e notas
Alterado também o período de débitos que
poderão ser parcelados
relativos à contribuição
para o Programa de Integração Social (PIS) e
à Cofins, devidos por
instituições financeiras
e equiparadas, sendo
possível parcelar os
débitos vencidos até
31.12.2013.
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MP nº 627/2013
“Art. 39.............................................
........................................................
Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
§ 9º Na hipótese do § 8º, as reduções serão aplicadas sobre os valores
atualizados na data do pagamento.
§ 10. Para fins de aplicação do disposto nos §§ 6º e 9º, a RFB deverá
consolidar o débito, considerando
a utilização de montantes de prejuízo fiscal ou de base de cálculo
negativa da CSLL de acordo com
a alíquota aplicável a cada pessoa jurídica, e informar ao Poder
Judiciário o resultado para fins de
transformação do depósito em pagamento definitivo ou levantamento de eventual saldo.
§ 11. O montante transformado
em pagamento definitivo será o
necessário para apropriação aos
débitos envolvidos no litígio objeto
da desistência, inclusive a débitos
referentes ao mesmo litígio que
eventualmente estejam sem o correspondente depósito ou com depósito em montante insuficiente a
sua quitação.
§ 12. Após a transformação em pagamento definitivo de que trata o
§ 7º, o sujeito passivo poderá requerer o levantamento do saldo remanescente, se houver, observado
o disposto no § 13.
§ 13. Na hipótese de que trata o §
12, o saldo remanescente somente
poderá ser levantado pelo sujeito
passivo após a confirmação pela
RFB dos montantes de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa
da CSLL utilizados na forma do § 7º
do art. 1º da Lei nº 11.941, de 27
de maio de 2009.
§ 14. O saldo remanescente de que
trata o § 12 será corrigido pela taxa
Selic.
§ 15. Para os sujeitos passivos que
aderirem ao parcelamento na forma do caput, nenhum percentual de
multa, antes das reduções, será superior a 100% (cem por cento).” (NR)
“Art. 39. Os débitos para com a Fazenda Nacional relativos à contribuição
para o Programa de Integração Social
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I - pagos à vista com redução de cem
por cento das multas de mora e de ofício, de cem por cento das multas isoladas, de cem por cento dos juros de
mora e de cem por cento sobre o valor
do encargo legal; ou
........................................................
§ 3º Para usufruir dos benefícios
previstos neste artigo, a pessoa
jurídica deverá comprovar a desistência expressa e irrevogável das
ações judiciais que tenham por objeto os débitos que serão pagos ou
parcelados na forma deste artigo e
renunciar a qualquer alegação de
direito sobre as quais se fundam as
referidas ações.
........................................................
§ 16. Não será computada na apuração da base de cálculo do Imposto de
Renda, da Contribuição Social sobre
o Lucro Líquido, da Contribuição para
o PIS/PASEP e da Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social COFINS a parcela equivalente à redução do valor das multas, dos juros e
do encargo legal em decorrência do
disposto neste artigo.” (NR)
Lei nº 12.973/2014
Vigência,
comentários
e notas
- PIS e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins, de que trata o Capítulo I da Lei
nº 9.718, de 27 de novembro de
1998, devidos por instituições financeiras e equiparadas, vencidos até 31
de dezembro de 2013, poderão ser:
I - pagos à vista com redução de
100% (cem por cento) das multas de
mora e de ofício, de 100% (cem por
cento) das multas isoladas, de 100%
(cem por cento) dos juros de mora e de
100% (cem por cento) sobre o valor do
encargo legal; ou
........................................................
§ 4º A desistência de que trata o §
3º poderá ser parcial, desde que o
débito, objeto de desistência, seja
passível de distinção dos demais
débitos discutidos na ação judicial
ou no processo administrativo.
........................................................
§ 9º O pedido de pagamento ou parcelamento deverá ser efetuado até
o último dia do segundo mês subsequente ao da publicação da Lei
decorrente da conversão da Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, e independerá de
apresentação de garantia, mantidas
aquelas decorrentes de débitos transferidos de outras modalidades de
parcelamento ou de execução fiscal.
........................................................
§ 16. Não será computada na apuração da base de cálculo do Imposto de
Renda, da Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido - CSLL, da Contribuição
para o PIS/Pasep e da Contribuição
para o Financiamento da Seguridade
Social - Cofins a parcela equivalente à
redução do valor das multas, dos juros
e do encargo legal em decorrência do
disposto neste artigo.” (NR)
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
“Art. 40. Os débitos para com a Fazenda Nacional, relativos ao Imposto
sobre a Renda das Pessoas Jurídicas
e à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, decorrentes da aplicação
do art. 74 da Medida Provisória no
2.158-35, de 24 de agosto de 2001,
relativos a fatos geradores ocorridos
até 31 de dezembro de 2012, poderão ser:
........................................................
II - parcelados em até cento e oitenta prestações, sendo vinte por cento
de entrada e o restante em parcelas
mensais, com redução de oitenta por
cento das multas de mora e de ofício,
de oitenta por cento das multas isoladas, de cinquenta por cento dos juros
de mora e de cem por cento sobre o
valor do encargo legal.
“Art. 40. Os débitos para com a Fazenda Nacional relativos ao Imposto
sobre a Renda das Pessoas Jurídicas IRPJ e à Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido - CSLL, decorrentes da
aplicação do art. 74 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de
2001, relativos a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2013,
poderão ser:
........................................................
II - parcelados em até 180 (cento e
oitenta) prestações, sendo 20% (vinte por cento) de entrada e o restante
em parcelas mensais, com redução
de 80% (oitenta por cento) das multas
de mora e de ofício, de 80% (oitenta por cento) das multas isoladas, de
50% (cinquenta por cento) dos juros
de mora e de 100% (cem por cento)
sobre o valor do encargo legal.
........................................................
§ 7º Os valores correspondentes a
multas, de mora ou de ofício ou isoladas, a juros moratórios e até 30%
(trinta por cento) do valor do principal
do tributo, inclusive relativos a débitos
inscritos em dívida ativa e do restante a ser pago em parcelas mensais a
que se refere o inciso II do caput, poderão ser liquidados com a utilização
de créditos de prejuízo fiscal e de base
de cálculo negativa da Contribuição
Social sobre o Lucro Líquido próprios
e de sociedades controladoras e controladas em 31 de dezembro de 2011,
domiciliadas no Brasil, desde que se
mantenham nesta condição até a data
da opção pelo parcelamento.
§ 8º..................................................
II - somente será admitida a utilização de
prejuízo fiscal e base de cálculo negativa
da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL próprios ou incorridos pelas
sociedades controladoras e controladas
e pelas sociedades que estejam sob
controle comum, direto e indireto, até
31 de dezembro de 2012; e
........................................................
§ 7º Os valores correspondentes a
multa, de mora ou de ofício ou isoladas, a juros moratórios e até trinta por
cento do valor do principal do tributo,
inclusive relativos a débitos inscritos em
dívida ativa e do restante a ser pago
em parcelas mensais a que se refere
inciso II do caput, poderão ser liquidados com a utilização de créditos de
prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido próprios e de sociedades
controladoras e controladas em 31 de
dezembro de 2011, domiciliadas no
Brasil, desde que se mantenham nesta condição até a data da opção pelo
parcelamento.
§ 8º..................................................
II - somente será admitida a utilização
de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido próprios ou incorridos
pelas sociedades controladoras e controladas até 31 de dezembro de 2012;
e
Vigência,
comentários
e notas
94 ............................................................................................................................................ Quadro Comparativo - MP 627/2013 x Lei 12.973/2014
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
III - aplica-se à controladora e à controlada, para fins de aproveitamento
de créditos de prejuízo fiscal e de base
de cálculo negativa da contribuição
social sobre o lucro líquido, o conceito
previsto no § 2º do art. 243 da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976.
III - aplica-se à controladora e à controlada, para fins de aproveitamento de
créditos de prejuízo fiscal e de base de
cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, o conceito
previsto no § 2o do art. 243 da Lei nº
6.404, de 15 de dezembro de 1976.
........................................................
........................................................
Vigência,
comentários
e notas
§ 11. O pedido de pagamento ou
de parcelamento deverá ser efetuado até o último dia do segundo
mês subsequente ao da publicação
da Lei decorrente da conversão da
Medida Provisória no 627, de 11
de novembro de 2013, e independerá da apresentação de garantia,
mantidas aquelas decorrentes de
débitos transferidos de outras modalidades de parcelamento ou de
execução fiscal.
........................................................
Ҥ 15. Aplica-se ao parcelamento de
que trata este artigo o disposto no caput e nos §§ 2º e 3º do art. 11, no art.
12, no caput do art. 13, nos incisos
V e IX do caput do art. 14 da Lei nº
10.522, de 19 de julho de 2002, e no
parágrafo único do art. 4º da Lei nº
11.941, de 27 de maio de 2009.
§ 15. Aplica-se ao parcelamento de
que trata este artigo o disposto no caput e nos §§ 2º e 3º do art. 11, no art.
12, no caput do art. 13 e nos incisos
V e IX do caput do art. 14 da Lei nº
10.522, de 19 de julho de 2002, e no
parágrafo único do art. 4º da Lei nº
11.941, de 27 de maio de 2009.
............................................. ” (NR)”
...............................................” (NR)
CAPÍTULO X
CAPÍTULO XI
Vigência: 14.05.2014
DISPOSIÇÕES FINAIS
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 93. Para fins do disposto nesta
Medida Provisória, as pessoas físicas e jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil deverão manter disponível à autoridade fiscal documentação hábil e idônea que comprove
os requisitos nela previstos, enquanto
não ocorridos os prazos decadencial
e prescricional.
Art. 94. Para fins do disposto nesta
Lei, as pessoas jurídicas domiciliadas
no Brasil deverão manter disponível à
autoridade fiscal documentação hábil
e idônea que comprove os requisitos
nela previstos, enquanto não ocorridos
os prazos decadencial e prescricional.
Guarda de documentos: excluída do texto a
expressão “pessoas físicas” para adequar-se
ao novo texto da Lei.
Art. 94. A Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, passa a vigorar com
as seguintes alterações:
Art. 95. O art. 25 da Lei nº 9.249,
de 26 de dezembro de 1995, passa a
vigorar acrescido do seguinte § 7º:
Vigência: 14.05.2014
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
“Art. 25. ...........................................
“Art. 25. ...........................................
........................................................
........................................................
§ 7º Os lucros serão apurados segundo as normas da legislação comercial
do país de domicílio.” (NR)
§ 7º Os lucros serão apurados segundo as normas da legislação comercial
do país de domicílio.” (NR)
Art. 95. A pessoa jurídica poderá
optar pela aplicação das disposições
contidas nos arts. 72 a 91 desta Medida Provisória para o ano-calendário
de 2014. (Vigência)
Art. 96. A pessoa jurídica poderá
optar pela aplicação das disposições
contidas nos arts. 76 a 92 desta Lei
para o ano-calendário de 2014.
§ 1º A opção de que trata o caput será
irretratável e acarretará a observância
de todas as alterações trazidas pelos
arts. 72 a 91 a partir de 1º de janeiro
de 2014.
§ 1º A opção de que trata o caput será
irretratável e acarretará a observância
de todas as alterações trazidas pelos
arts. 76 a 92 a partir de 1o de janeiro
de 2014.
§ 2º A Secretaria da Receita Federal
do Brasil definirá a forma, o prazo e
as condições para a opção de trata o
caput.
§ 2º A Secretaria da Receita Federal do
Brasil definirá a forma, o prazo e as
condições para a opção de que trata
o caput.
§ 3º Fica afastado, a partir de 1º de
janeiro de 2014, o disposto na alínea
“b” do §1º, no § 2º e no § 4º do art.
1º da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, e no art. 74 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de
agosto de 2001, para as pessoas jurídicas que exerceram a opção de que
trata o caput.
§ 3º Fica afastado, a partir de 1º de
janeiro de 2014, o disposto na alínea
“b” do § 1º e nos §§ 2º e 4º do art. 1º
da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro
de 1997, e no art. 74 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, para as pessoas jurídicas
que exerceram a opção de que trata
o caput.
Art. 96. Os fundos de investimentos
que forem constituídos com regulamento que disponha que a aplicação
de seus recursos é exclusiva em depósito à vista ou em ativos sujeitos à isenção de imposto sobre a renda ou tributados à alíquota zero quando pagos,
creditados, entregues ou remetidos a
beneficiário residente ou domiciliado
no exterior, exceto em país com tributação favorecida nos termos do art. 24
da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro
de 1996, terão alíquota zero de imposto sobre a renda incidente sobre os
seus rendimentos produzidos.
Art. 97. Ficam isentos de Imposto
sobre a Renda - IR os rendimentos,
inclusive ganhos de capital, pagos,
creditados, entregues ou remetidos
a beneficiário residente ou domiciliado no exterior, exceto em país
com tributação favorecida, nos termos do art. 24 da Lei nº 9.430, de
27 de dezembro de 1996, produzidos por fundos de investimentos,
cujos cotistas sejam exclusivamente
investidores estrangeiros.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 14.05.2014
Vigência: 14.05.2014
Fundos de investimentos: trata da isenção
de Imposto de Renda sobre rendimentos
produzidos por fundos
de investimentos, cujos
cotistas sejam exclusivamente investidores
estrangeiros.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se somente sobre os rendimentos produzidos quando pagos,
creditados, entregues ou remetidos a
beneficiário residente ou domiciliado
no exterior, exceto em país com tributação favorecida nos termos do art. 24
da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro
de 1996.
§ 1º Para fazer jus à isenção de que
trata o caput, o regulamento do fundo deverá prever que a aplicação de
seus recursos seja realizada exclusivamente em depósito à vista, ou em
ativos sujeitos a isenção de Imposto
sobre a Renda - IR, ou tributados à
alíquota 0 (zero), nas hipóteses em
que o beneficiário dos rendimentos
produzidos por esses ativos seja residente ou domiciliado no exterior, exceto em país com tributação favorecida, nos termos do art. 24 da Lei nº
9.430, de 27 de dezembro de 1996.
Vigência,
comentários
e notas
§ 2º Incluem-se entre os ativos de
que trata o § 1º aqueles negociados em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas e que sejam isentos de tributação, na forma da alínea “b” do § 2º
do art. 81 da Lei nº 8.981, de 20 de
janeiro de 1995, desde que sejam
negociados pelos fundos, nas mesmas condições previstas na referida
Lei, para gozo do incentivo fiscal.
§ 3º Caso o regulamento do fundo
restrinja expressamente seus cotistas a investidores estrangeiros pessoas físicas, também se incluirão
entre os ativos de que trata o § 1º
os ativos beneficiados pelo disposto
no art. 3º da Lei nº 11.033, de 21
de dezembro de 2004, desde que
observadas as condições previstas
para gozo do benefício fiscal.
O art. 97 da MP está
correlacionado com o
art. 116 da Lei de conversão.
Art. 97. A Secretaria da Receita Federal do Brasil editará os atos necessários à aplicação do disposto nesta
Medida Provisória.
Art. 98. VETADO
Art. 99. O prazo de que trata o § 4º
do art. 1º da Lei nº 9.532, de 10 de
dezembro de 1997, não se aplica a
partir da entrada em vigor do art.
74 da Medida Provisória nº 2.15835, de 24 de agosto de 2001.
Vigência: 14.05.2014.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
§ 1º Na hipótese de existência de
lançamento de ofício sem a observância do disposto no caput, fica
assegurado o direito ao aproveitamento do imposto pago no exterior,
limitado ao imposto correspondente ao lucro objeto do lançamento.
§ 2º Aplica-se o disposto no caput
aos débitos ainda não constituídos
que vierem a ser incluídos no parcelamento de que trata o art. 40 da
Lei nº 12.865, de 9 de outubro de
2013.
Art. 100. A Lei nº 9.532, de 10 de
dezembro de 1997, passa a vigorar
com as seguintes alterações:
“Art. 64. ........................................
.....................................................
§ 11. Os órgãos de registro público
onde os bens e direitos foram arrolados possuem o prazo de 30 (trinta) dias para liberá-los, contados
a partir do protocolo de cópia do
documento comprobatório da comunicação aos órgãos fazendários,
referido no § 3º deste artigo.” (NR)
“Art. 64-A. .....................................
§ 1º O arrolamento somente poderá alcançar outros bens e direitos
para fins de complementar o valor
referido no caput.
Vigência,
comentários
e notas
Artigo novo; não constava da MP.
Compensação de imposto pago no exterior
sobre o lucros, rendimentos e ganhos de
capital: não mais se
aplica o prazo de até
o final do 2º ano-calendário subsquente ao
de sua apuração, para
compensação de imposto pago no exterior
sobre lucros, rendimentos e ganhos de capital
auferidos fora do Brasil.
Existindo lançamento
de ofício sem observância dessa disposição, o
direito de utilização do
imposto pago no exterior fica assegurado.
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
Arrolamento de bens:
foram alteradas as regras relativas ao arrolamento de bens e direitos do sujeito passivo sempre que o valor
dos créditos tributários
de sua responsabilidade for superior a 30%
do seu patrimônio
conhecido,
previsto
no art. 64 da Lei nº
9.532/1997.
§ 2º Fica a critério do sujeito passivo, a expensas dele, requerer,
anualmente aos órgãos de registro público onde os bens e direitos
estiverem arrolados, por petição
fundamentada, avaliação dos referidos ativos, por perito indicado,
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
pelo próprio órgão de registro, a
identificar o valor justo dos bens
e direitos arrolados e evitar, deste
modo, excesso de garantia.” (NR)
Art. 101. VETADO
Art. 102. O art. 1º da Lei nº 9.826,
de 23 de agosto de 1999, passa a
vigorar com a seguinte alteração:
“Art. 1º...........................................
.....................................................
§ 3º O crédito presumido poderá
ser aproveitado em relação às saídas ocorridas até 31 de dezembro
de 2020.
Art. 103. O art. 1º da Lei nº 10.485,
de 3 de julho de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 1º As pessoas jurídicas fabricantes e as importadoras de máquinas, implementos e veículos
classificados nos códigos 73.09,
7310.29, 7612.90.12, 8424.81,
84.29, 8430.69.90, 84.32, 84.33,
84.34, 84.35, 84.36, 84.37, 87.01,
87.02, 87.03, 87.04, 87.05, 87.06
e 8716.20.00 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos
Industrializados - Tipi, aprovada
pelo Decreto nº 7.660, de 23 de
dezembro de 2011, relativamente
à receita bruta decorrente de venda
desses produtos, ficam sujeitas ao
pagamento da contribuição para o
Programa de Integração Social e de
Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da
Seguridade Social - Cofins, às alí-
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
Crédito presumido de
IPI: alterado o prazo
para o gozo do benefício de crédito presumido de IPI dos empreendimentos industriais
instalados nas áreas
de atuação da Sudam
e da Sudene. O crédito
presumido poderá ser
aproveitado em relação às saídas ocorridas
até 31.12.2020. Anteriormente o prazo era
até o dia 31.12.2015.
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
PIS/Pasep e Cofins Monofásicos: incluídos
novos produtos na cadeia monofásica para
fins de apuração das
contribuições de PIS/
Pasep e Cofins, como
previsto na Lei nº
10.485/2002, ficando
a lista de produtos da
seguinte forma:
73.09,
7310.29,
7612.90.12, 8424.81,
84.29, 8430.69.90,
84.32, 84.33, 84.34,
84.35, 84.36, 84.37,
87.01, 87.02, 87.03,
87.04, 87.05, 87.06 e
8716.20.00
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
quotas de 2% (dois por cento) e
9,6% (nove inteiros e seis décimos
por cento), respectivamente.
§ 1º O disposto no caput, relativamente aos produtos classificados no
Capítulo 84 da Tipi, aplica-se aos
produtos autopropulsados ou não.
§ 2º ..............................................
.....................................................
II - em 48,1% (quarenta e oito inteiros e um décimo por cento), no
caso de venda de produtos classificados nos seguintes códigos da Tipi:
73.09, 7310.29.20, 7612.90.12,
8424.81,
84.29,
8430.69.90,
84.32, 84.33, 84.34, 84.35, 84.36,
84.37, 87.01, 8702.10.00 Ex 02,
8702.90.90 Ex 02, 8704.10.00,
87.05, 8716.20.00 e 8706.00.10
Ex 01 (somente os destinados aos
produtos classificados nos Ex 02 dos
códigos 8702.10.00 e 8702.90.90).
............................................ ” (NR)
Art. 104. Aplica-se ao § 7º do art.
37-B da Lei nº 10.522, de 19 de
julho de 2002, constante do art. 35
da Lei nº 11.941, de 27 de maio de
2009, e ao § 33 do art. 65 da Lei nº
12.249, de 11 de junho de 2010,
no caso de instituições financeiras
e assemelhadas, a alíquota de 15%
(quinze por cento) sobre a base
de cálculo negativa da CSLL, para
manter a isonomia de alíquotas.
Art. 105. VETADO
Art. 106. O art. 3º da Lei nº 11.312,
de 27 de junho de 2006, passa a
vigorar acrescido do seguinte § 3º:
Vigência,
comentários
e notas
Na aplicação do art.
103, nas hipóteses em
que houver a majoração das contribuições,
observar o prazo nonagesimal
previsto
no art. 195, § 6º, da
Constituição Federal.
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
Parcelamento
pelas
instituições
financeiras: aproveitamento da
base de cálculo negativa da CSLL:
As instituições financeiras e assemelhadas,
em relação aos parcelamentos
especificados, podem aplicar a
alíquota de 15% sobre
a base de cálculo negativa da CSLL, para
utilização no benefício
de redução de multas e
encargos com a finalidade de quitar débitos.
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
100 ............................................................................................................................................ Quadro Comparativo - MP 627/2013 x Lei 12.973/2014
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
“Art. 3º ..........................................
.....................................................
§ 3º A alíquota 0 (zero) referida no
caput também se aplica aos ganhos
de capital auferidos na alienação
ou amortização de quotas de fundos de investimentos de que trata
este artigo.” (NR)
Vigência,
comentários
e notas
Alíquota zero de IR sobre ganho de capital
auferido na alienação
ou amortização de
quotas de fundos de
investimento: estende
o benefício de alíquota zero do Imposto de
Renda sobre ganhos
de capital na alienação ou amortização de
quotas de fundos de
investimentos.
Art. 107. VETADO
Art. 108. VETADO
Art. 109.
As pessoas jurídicas
que se encontrem inativas desde
o ano-calendário de 2009 ou que
estejam em regime de liquidação
ordinária, judicial ou extrajudicial,
ou em regime de falência, poderão apurar o Imposto de Renda e
a CSLL relativos ao ganho de capital resultante da alienação de bens
ou direitos, ou qualquer ato que
enseje a realização de ganho de
capital, sem a aplicação dos limites
previstos nos arts. 15 e 16 da Lei
nº 9.065, de 20 de junho de 1995,
desde que o produto da venda seja
utilizado para pagar débitos de
qualquer natureza com a União.
Vigência: 14.05.2014
Art. 110. O art. 43 da Lei nº
12.431, de 24 de junho de 2011,
passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único:
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
PJ inativas desde o ano-calendário de 2009 ou
que estejam em regime
de liquidação ordinária,
judicial ou extrajudicial
ou em regime de falência: as pessoas jurídicas
inativas desde o ano-calendário de 2009 ou
que estejam em regime
de liquidação poderão
apurar ganho de capital
na alienação de bens e
direitos, sem considerar
o limite de 30% de prejuízo fiscal ou base de
cálculo de CSLL negativa, desde que o produto
da venda seja utilizado
para pagar débitos com
a União
Artigo novo; não constava da MP.
“Art. 43..........................................
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se ao precatório federal de titularidade de
pessoa jurídica que, em 31 de dezembro de 2012, seja considerada
controlada ou coligada do devedor,
nos termos dos arts. 1.097 a 1.099
da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro
de 2002 - Código Civil.” (NR)
Vigência,
comentários
e notas
Precatórios
federais
para amortizar dívidas
federais: foi permitida a
utilização de precatório
federal de titularidade
da pessoa jurídica que,
em 31.12.2012, seja
considerada controlada ou coligada do devedor, para amortizar
dívida consolidada.
Art. 111. VETADO
Art. 112. VETADO
Art. 113. Os arts. 30-A e 30-B da
Lei nº 11.051, de 29 de dezembro
de 2004, passam a vigorar com as
seguintes alterações:
Vigência: 14.05.2014
“Art. 30-A. As cooperativas de radiotáxi, bem como aquelas cujos
cooperados se dediquem a serviços
relacionados a atividades culturais,
de música, de cinema, de letras, de
artes cênicas (teatro, dança, circo)
e de artes plásticas, poderão excluir
da base de cálculo da contribuição
para PIS/Pasep e Cofins:
Artigo novo; não constava da MP.
..............................................” (NR)
“Art. 30-B. São remidos os créditos
tributários, constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, bem
como anistiados os respectivos encargos legais, multas e juros de
mora quando relacionados à falta
de pagamento da Cofins e da contribuição para o PIS/Pasep sobre os valores passíveis de exclusão das suas
bases de cálculo nos termos do art.
30-A desta Lei das associações civis
e das sociedades cooperativas referidas no art. 30-A desta Lei.” (NR)
PIS-Pasep/Cofins - art.
30A: permite que as
cooperativas de serviços de radiotáxi e as relacionadas a atividades
culturais, de música, de
cinema, de letras, de
artes cênicas (teatro,
dança, circo) e de artes
plásticas excluam da
base de cálculo do PIS-Pasep/Cofins os valores repassados aos associados, as receitas de
vendas de bens, mercadorias e serviços a associados e as receitas
financeiras decorrentes
de repasses de empréstimos a associados, nos
termos da Lei.
Art. 30B: são ainda remidos os créditos tributários constituídos ou
não decorrentes dessas
alterações.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 114. VETADO
Art. 115. Aplica-se o disposto no
caput do art. 40 da Lei nº 12.865,
de 9 de outubro de 2013, constante do art. 93 desta Lei, aos débitos
relativos à contribuição à Comissão
Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional - CCCCN, estabelecida na Lei nº 7.291, de 19 de dezembro de 1984.
Parágrafo único. Fica autorizado o
cálculo do valor da contribuição à
Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional - CCCCN,
vencida até 14 de dezembro de
2011, conforme o disposto no §
4º do art. 11 da Lei nº 7.291, de
19 de dezembro de 1984, vedada
qualquer restituição.
Art. 116. A Secretaria da Receita
Federal do Brasil editará os atos
necessários à aplicação do disposto
nesta Lei.
Art. 98. Esta Medida Provisória entra
em vigor em 1º de janeiro de 2015,
exceto os arts. 67 a 71 e 92 a 100,
que entram em vigor na data de sua
publicação.
§ 1º Aos contribuintes que fizerem a
opção prevista no art. 71, aplicam-se,
a partir de 1º de janeiro de 2014:
I - os arts. 1º a 66; e
II - as revogações previstas nos incisos
I a VI, VIII e X do caput do art. 99.
Art. 119. Esta Lei entra em vigor em
1º de janeiro de 2015, exceto os arts.
3º, 72 a 75 e 93 a 119, que entram
em vigor na data de sua publicação.
§ 1º Aos contribuintes que fizerem a
opção prevista no art. 75, aplicam-se,
a partir de 1º de janeiro de 2014:
I - os arts. 1º e 2º e 4º a 70; e
II - as revogações previstas nos incisos
I a VI, VIII e X do caput do art. 117.
§ 2º Aos contribuintes que fizerem a
opção prevista no art. 95, aplicam-se,
a partir de 1º de janeiro de 2014:
§ 2º Aos contribuintes que fizerem a
opção prevista no art. 96, aplicam-se,
a partir de 1º de janeiro de 2014:
I - os arts. 72 a 91; e
I - os arts. 76 a 92; e
II - as revogações previstas nos incisos
VII e IX do caput do art. 99.
II - as revogações previstas nos incisos
VII e IX do caput do art. 117.
Vigência,
comentários
e notas
Vigência: 14.05.2014
Artigo novo; não constava da MP.
Parcelamento
da
CCCCN: autorizado o
parcelamento em 180
meses ou pagamento
à vista de débitos da
contribuição à Comissão Coordenadora da
Criação do Cavalo
Nacional
(CCCCN)
relativos a fatos geradores ocorridos até
31.12.2013.
Vigência: 14.05.2014
O art. 116 da Lei de
conversão está correlacionado com o art. 97
da MP nº 627/2013.
Vigência
Art. 3º, 72 a 75 e 93 a
119 - Vigência a partir
de 14.05.2014
Demais artigos - Vigência a partir de
1º.01.2015
Opção pelo art. 75
(Efeitos em 2014):
Art. 1º e 2º e 4º a 70
e as revogações previstas nos incisos I a VI,
VIII e X do caput do art.
117 - Vigência a partir
de 1º.01.2014.
Opção pelo art. 96
(Efeitos em 2014): Art.
78 a 92 e as revogações previstas nos incisos VII e IX do caput do
art. 117 - Vigência a
partir de 1º.01.2014.
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 99. Ficam revogados a partir
de 1º de janeiro de 2015:
Art. 117. Revogam-se, a partir de
1º de janeiro de 2015:
I - a alínea “b” do caput e o § 3º do
art. 58 da Lei nº 4.506, de 30 de novembro de 1964;
I - a alínea “b” do caput e o § 3º do
art. 58 da Lei nº 4.506, de 30 de novembro de 1964;
II - o art. 15 da Lei nº 6.099, de 12 de
setembro de 1974;
II - o art. 15 da Lei nº 6.099, de 12 de
setembro de 1974
III - os seguintes dispositivos do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro
de 1977:
III - os seguintes dispositivos do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro
de 1977:
a) o inciso II do caput do art. 8º;
a) o inciso II do caput do art. 8º;
b) o § 1º do art. 15;
b) o § 1º do art. 15;
c) o § 2º do art. 20;
c) o § 2º do art. 20;
d) o inciso III do caput do art. 27;
d) o inciso III do caput do art. 27;
e) o inciso I do caput do art. 29;
e) o inciso I do caput do art. 29;
f) o § 3º do art. 31;
f) o § 3º do art. 31;
g) o art. 32;
g) o art. 32;
h) o inciso IV do caput e o § 1º do art.
33;
h) o inciso IV do caput e o § 1º do art.
33;
i) o art. 34; e
i) o art. 34; e
j) o inciso III do caput do art. 38;
j) o inciso III do caput do art. 38;
IV - o art. 18 da Lei nº 8.218, de 29 de
agosto de 1991;
IV - o art. 18 da Lei nº 8.218, de 29 de
agosto de 1991;
V - o art. 31 da Lei nº 8.981, de 20 de
janeiro de 1995;
V - o art. 31 da Lei nº 8.981, de 20 de
janeiro de 1995;
VI - os §§ 2º e 3º do art. 21 e o art. 31
da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro
de 1995;
VI - os §§ 2º e 3º do art. 21 e o art. 31
da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro
de 1995;
VII - a alínea “b” do §1º, o §2º e o §4º
do art. 1º da Lei nº 9.532, de 10 de
dezembro de 1997;
VII - a alínea “b” do § 1º e os §§ 2º e
4o do art. 1º da Lei nº 9.532, de 10
de dezembro de 1997;
VIII - os incisos IV e V do § 2º do art. 3º
da Lei nº 9.718, de 27 de novembro
de 1998;
VIII - o inciso V do § 2º do art. 3º da
Lei nº 9.718, de 27 de novembro de
1998;
IX - o art. 74 da Medida Provisória nº
2.158-35, de 24 de agosto de 2001; e
IX - o art. 74 da Medida Provisória nº
2.158-35, de 24 de agosto de 2001; e
X - os arts. 15 a 24, 59 e 60 da Lei nº
11.941, de 27 de maio de 2009.
X - os arts. 15 a 24, 59 e 60 da Lei nº
11.941, de 27 de maio de 2009.
Vigência,
comentários
e notas
REVOGAÇÕES:
a) Regra geral: Incisos
I a X - Vigência a partir
de 1º.01.2015
b) Exceções:
b.1) Incisos I a VI, VIII
e X se a pessoa jurídica
optar pela aplicação
do art. 75 em 2014.
b.2) Incisos VII e IX se
a pessoa jurídica optar
pela aplicação do art.
96 em 2014.
Em ambos os casos a
data da vigência é a
partir de 1º.01.2014
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MP nº 627/2013
Lei nº 12.973/2014
Art. 100. Fica revogado o art. 55 da
Lei nº 10.637, de 30 de dezembro de
2002, a partir da data da publicação
desta Medida Provisória.
Art. 118. Revoga-se o art. 55 da Lei
nº 10.637, de 30 de dezembro de
2002, a partir da data de publicação
desta Lei.
Vigência,
comentários
e notas
REVOGAÇÕES
Art. 55 da Lei nº
10.637/2002 - Vigência a partir de
14.05.2014
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CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 627/2013
NA LEI Nº 12.973/2014
COMENTÁRIOS
A Lei nº 12.973/2014, objeto de conversão da Medida Provisória
nº 627/2013, foi sancionada com vetos pela Presidente da República e
contemplou algumas alterações, inclusões e exclusões, em relação ao texto
original da citada Medida Provisória, diante das emendas apresentadas
durante a sua tramitação no Congresso Nacional.
Dentre elas destacamos as seguintes:
a) extinção do regime tributário de transição (RTT);
b)ratificaçãodaspráticascontábeisinternacionais;
c) alteração nos percentuais das multas no caso de atraso, falta de
entrega ou entrega com erros, inexatidões ou omissões de informações
do Lalur;
d) alteração na base de cálculo dos juros sobre o capital próprio;
e) tratamento da mais-valia e da menos-valia nos casos de incorporação,
fusão ou cisão;
f) desconsideraçãodolaudopelasautoridadesfiscaisseomesmocontiver
vícios e incorreções de caráter relevante, nos casos de incorporação,
fusão ou cisão;
g) nas operações de arrendamento mercantil, possibilidade de computar
asdespesasfinanceirasnadeterminaçãodolucroreal;
h) não incidência do IRPJ e CSLL sobre a distribuição dos lucros ou
dividendos calculados com base nos resultados apurados entre
1º.01.2008 e 31.12.2013, em valores superiores aos apurados com
observância dos métodos e critérios contábeis vigentes em 31.12.2007,
dentre outras.
Diante destas alterações, recomendamos fazer as devidas alterações em
alguns dos exemplos práticos apresentados.
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