
Planejar é organizar uma atividade de
forma consciente para se atingir um
objetivo da melhor maneira possível.

O Planejamento Estratégico (PE) é uma
técnica de organização que procura
definir qual a melhor maneira (estratégia)
de se atingir um objetivo.

Para assegurar que o futuro seja
considerado: entender as implicações
futuras de decisões presentes, prepararse para o inevitável, controlar o
controlável;

Para controlar: minimizar ou eliminar as
influências de mercado;

Para ser racional: a tomada de decisão
formalizada é uma forma superior de
administração;

Para
coordenar
suas
atividades:
decompondo uma estratégia em
intenções atribuíveis a cada parte da
organização, garantimos que o trabalho
global será feito.
“Preparar-se
para
o
inevitável,
prevenindo o indesejável e controlando
o que for controlável” (Peter Drucker).

Em resumo, o tempo dedicado ao
planejamento é vital para evitar
problemas na fase de execução. O
objetivo central do planejamento é
minimizar a necessidade de revisões
durante a execução.

Planejamento é um processo contínuo e
dinâmico que consiste em um conjunto de
ações
intencionais,
integradas,
coordenadas e orientadas para tornar
realidade um objetivo futuro, de forma a
possibilitar
a
tomada
de
decisões
antecipadamente.

Essas ações devem ser identificadas de
modo a permitir que elas sejam
executadas de forma adequada e
considerando aspectos como o prazo,
custos,
qualidade,
segurança,
desempenho e outras condicionantes.
Prazo é prazo !
Qual é o meu?
Atrasado
Batom

O Planejamento:
› Determina o propósito organizacional;
› Delimita os domínios de atuação;
› Verifica a capacidade de resposta da
organização às mudanças do ambiente
externo;
› Alinha os objetivos dos setores com a missão
da organização;
› Define um caminho a ser seguido para que
os objetivos sejam alcançados.
-
Pode
dizer-me
que
caminho devo tomar?
- Isto depende do lugar
para onde você quer ir.
(Respondeu com muito
propósito o gato)
- Não tenho destino certo.
- Neste caso qualquer
caminho serve.
(“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol)

A palavra estratégia tem sua origem no grego,
e significa “arte do general”, referindo-se às
habilidades dos militares em comandar e
definir as ações das tropas, designando o
caminho da vitória em uma guerra.

São encontrados registros de estratégia desde
o século IV A.C., quando o livro “A Arte da
Guerra” foi escrito por Sun Tzu.

“Vídeo: Tropa de Elite”

“Estratégia é o conjunto de meios (recursos) que
uma organização utiliza para alcançar seus
objetivos” (Fernando Serra)

É um plano: direção, guia, curso de ação para
o futuro;

É
um
padrão:
consistência
comportamento ao longo do tempo;

É posição: definição de determinados
produtos/serviços em determinados mercados.
em

A idéia de estratégia foi agregada à
administração e ao conceito de
planejamento sobretudo nas últimas
décadas, como forma de lidar com a
acirrada competitividade das empresas
no mercado.

No
campo
teórico,
o
planejamento
estratégico
surgiu
em
oposição
ao
planejamento tradicional, que efetuava
planos fixos, determinados. Esses se mostraram
ineficientes, ao tentar apreender a realidade
de um único ponto de vista.

Surgiu nos anos 50, na América, inicialmente
como um exercício orçamentário. Na década
de 60 já havia se instalado nas grandes
organizações como planejamento estratégico,
de fato. Porém, o conceito já existe há muito
tempo.

Em
um
ambiente
econômico
de
constantes mudanças, a concepção
estratégica do planejamento se inseriu no
contexto da abertura dos mercados e no
aumento da competitividade econômica.

O relativismo e a visão sistêmica foram
incorporados ao planejamento, que
passou a ter como premissa uma constante
readaptação, baseada na análise dos
ambientes interno e externo.
Não há um conceito único para PE
“Um futuro desejado para a organização e
os meios mais eficazes para alcançá-los”
(Ackoff)
"Planejamento Estratégico é o processo pelo
qual os membros e líderes de uma
organização, visualizam o futuro e
desenvolvem
os
procedimentos
e
operações necessários para atingir este
futuro“ (Cláudia Dantas Silva)






Consciência de sua necessidade;
Decisão pela sua utilização;
Envolvimento efetivo da Direção;
Clima propício;
Informações
relevantes
para
planejamento;
Participação organizada.
o

Para o desenvolvimento de um plano
estratégico, existem diversas metodologias,
muitas delas de grande repercussão e
aplicação na atualidade, como:
› Análise SWOT
› As 5 Forças competitivas de Porter (técnicas
de análise de estratégia competitiva)
› PEE – Planejamento Estratégico Empresarial
(Projeto Estratégico)
› Metodologia do PES – Planejamento
Estratégico Situacional (diferencial: planos
de gestão pública)

Não há uma metodologia específica
para direcionar a construção de um
planejamento estratégico, no entanto,
todos os tipos de planejamento possuem
necessariamente alguns elementos em
comum.
FASES DO PE

Fase de preparação:
- conhecimento do sistema como um todo;
- determinação dos objetivos e prazos;
- estabelecimento de prioridades;
- seleção dos recursos disponíveis;

Fase de desenvolvimento:
- desenvolvimento do programa;
- aprovação;
- execução;

Fase de aperfeiçoamento:
- avaliação(controle e supervisão);
- replanejamento.
 VALORES
 MISSÃO
e NEGÓCIO
 ANÁLISE
AMBIENTAL
 VISÃO
ESTRATÉGICA
 QUESTÕES/DIRETRIZES
 AÇÕES
ação)
ESTRATÉGICAS
ESTRATÉGICAS (plano de
Portanto, nota-se que o planejamento
estratégico pode ser considerado como o
processo pelo qual líderes de uma
organização visualizam um contexto futuro
e
desenvolvem
procedimentos
e
operações necessárias para atingir um
objetivo.
 Delimita os domínios de atuação da
Instituição.
 Engaja todos os níveis da Instituição para a
consecução dos fins maiores.









Agiliza decisões;
Melhora a comunicação;
Aumenta a capacidade gerencial para
tomar decisões;
Promove maior consciência coletiva;
Proporciona uma visão de conjunto;
Maior delegação;
Direção única para todos;
Orienta programas de Qualidade;






Melhor relacionamento da organização
com o ambiente externo;
Permite controle apropriado;
Produtos e serviços entregues conforme
requisitos exigidos pelo cliente;
Melhor coordenação das interfaces do
projeto;
Possibilita
resolução
antecipada
de
problemas e conflitos;
Propicia um grau mais elevado de
acertividade nas tomadas de decisão.

Usado para alcançar
interesse privado
objetivos
de

Atende a demandas manifestadas no
mercado

Pode fazer tudo que a lei não proíbe

Voltado para a solução dos problemas
da sociedade, de interesse da maioria,
que não encontram solução nas forças
do mercado

Sujeito a prescrições constitucionais e
legais

Os princípios para implementação de um
planejamento estratégico em empresas
privadas e instituições públicas são
praticamente idênticos, pois ambos tem
que analisar seu ambiente interno e
externo, formular uma missão, verificar seus
objetivos, desenvolver planos e projetos
para execução, controlar e avaliar a
execução do planejamento.
Mas não há como negar que existem
algumas diferenças específicas entre as
empresas privadas e as instituições públicas
que certamente influenciam a formulação,
aplicação e controle do planejamento
estratégico.
 As
diferenças
estruturais
básicas
(propriedade, custeio, ramo de atuação)
são significativas no momento de se
apresentar um planejamento estratégico,
pois as instituições públicas possuem missão
e objetivos diversos.

As empresas privadas visam o lucro e o
crescimento no mercado em que
atuam
X
As instituições públicas visam a
prestação de um serviço com o objetivo
do bem comum da população

O PE tem o objetivo de trazer benefícios
a empresas privadas e instituições
públicas de igual forma, mesmo com
todas as suas diferenças conceituais.

Muito embora existam situações mais
favoráveis ou maleáveis para a
implantação do PE em empresas
privadas,
sua
implantação
em
instituições públicas é plenamente
possível.
Vídeo: PE - SUS
É a razão de ser da empresa, o motivo pela
qual ela existe (seu objetivo maior);
 Focalizada, detalhada, positiva e inspiradora;
 Serve para orientar a tomada de decisões,
definir objetivos e auxiliar na escolha das
decisões estratégicas.




Deve responder às questões:
Que necessidades de nossos clientes nossos produtos/serviços
procuram satisfazer?
O que nossos clientes mais valorizam em relação a
produtos/serviços/atendimento?

“ As empresas precisam compreender
claramente sua missão para dar significado ao
trabalho e, assim, atrair, motivar e reter os
melhores talentos”. (Jim Collins)

“ Uma empresa não é definida pelo seu nome
ou estatuto. É definida pela sua missão. Somente
uma definição clara da missão da organização
possibilita ter objetivos claros e realísticos”.
(Peter Drucker)
Alguns exemplos de Missão:
“Criar um mundo onde todos possam ser criança”
Disney World
“Prestar assistência de excelência e referência com
responsabilidade social, formar recursos humanos
e gerar conhecimento, atuando decisivamente na
transformação
de
realidades
e
no
desenvolvimento pleno da cidadania” HCPA
“Formar
Recursos
Humanos,
gerar
conhecimentos e prestar assistência de
qualidade
na
área
de
saúde
à
comunidade e região.”
HU/UFJF





Projeção de oportunidades futuras e
concentração de esforços em busca de
um objetivo;
Definição do objetivo principal;
Revista periodicamente;
Factível com a realidade da empresa;
Compromisso da organização com ela
mesma;
Declaração da direção que a empresa
pretende seguir, ou um quadro do que ela
pretende ser;
 Deve ser compartilhada pela Direção e
pelos colaboradores;
 É preciso desenvolver uma cultura de
atuação para os resultados da empresa.


Deve responder a perguntas como:
› Qual o objetivo?
› Quando?
› Onde a empresa quer chegar?
Exemplos:
“Ser um referencial público de alta confiabilidade
em saúde” – HCPA
“O HU deverá, nos próximos dois anos, ter
autonomia na rede de serviços de saúde, como
centro de referência para o desenvolvimento
regional, formando e reciclando RH, consolidando
a pesquisa e prestando assistência humanizada à
clientela
da
região,
com
qualidade
e
resolubilidade.
HU/UFJF
Diferenças entre Missão e Visão
MISSÃO
VISÃO
Inclui o Negócio.
É o que “sonha” no Negócio.
É a “partida”.
É “aonde vamos”.
É a “Carteira de Identidade” da
empresa.
É o “Passaporte” para o futuro.
Identifica “quem somos”.
Projeta “quem desejamos ser”.
Dá o rumo para a empresa.
Energiza a empresa.
É orientadora.
É inspiradora.
Foco do presente para o futuro.
Focalizado no futuro.
Vocação para a “eternidade”.
É mutável conforme os desafios.

Os valores de uma empresa são a base
de sua administração;

Pautam a ação da organização junto a
sociedade,
colaboradores
e
fornecedores.

O
McDonald´s
compactou
sua
McFilosofia em 4 letras: Q (qualidade), S
(serviço), L (limpeza) e V (valor).

Valores do HCPA:
› Respeito à pessoa;
› Competência técnica;
› Trabalho em equipe;
› Comprometimento institucional;
› Austeridade (é um valor na gestão do
patrimônio público com
honestidade);
› Responsabilidade social.
integridade
e
É a segmentação do serviço/produto
oferecido;
 O benefício que o produto/serviço
oferece;
 Domínio de atuação (identificação de concorrentes).


Exemplos:

“Assistência, Ensino e Pesquisa em saúde”
(HCPA).
“Assistência, Ensino e Pesquisa na área de
saúde para o desenvolvimento da região.”
HU/UFJF

O resultado de um planejamento é o
plano.

Plano = "um curso predeterminado de
ação sobre um período específico", que
apresenta "a previsão, a programação
e a coordenação de uma sequência
lógica de eventos, os quais, se aplicados
com sucesso, deverão conduzir ao
alcance
dos
objetivos
que
os
comandam“.

Existem quatro tipos de planos:
› Os
relacionados
com
métodos,
denominados procedimentos;
› Os
relacionados
com
dinheiro,
denominados orçamentos;
› Os relacionados com tempo, denominados
programas;
› Os relacionados com comportamentos,
denominados normas ou regulamentos.
Diretriz é uma linha, orientação de um
caminho.
 Diretrizes estratégicas são os temas
fundamentais para se atingir a visão.
Constituem,
portanto,
a
trilha
orientadora das prioridades para cada
área do negócio, com vistas ao
cumprimento da missão e visão
institucionais.


Objetivo é o que se pretende atingir em um
determinado prazo. Ex.: ampliar a capacidade
com 120 leitos até 2012;

Metas são partes menores de um objetivo. Ex.: a
partir de 2009, aumentar 30 leitos por ano.

Vídeo PE do SUS
“Se conhecemos o inimigo e a nós mesmos,
não precisamos temer o resultado de uma
centena de combates. Se nos
conhecemos, mas não o inimigo, para
cada vitória sofreremos uma derrota. Se
não conhecemos a nós mesmos e aos
inimigos, sucumbiremos em todas as
batalhas”
Sun Tzu, em “A Arte da Guerra”
É o processo de identificação de
oportunidades,
ameaças,
forças
e
fraquezas que afetam a organização no
cumprimento da sua missão.
 Análise externa X análise interna.
 Definição
do cenário no qual a
organização está inserida:

› Onde estamos?
› Quem são os melhores?
› O que estamos fazendo?
F orças
S trenghts
O portunidades
W eaknesses
F raquezas
O pportunities
A meaças
T hreats

Desenvolvida na escola de negócios de
Harvard na década de 70.

Ferramenta de gestão utilizada por
empresas como parte do planejamento
estratégico (análise de ambientes).

Conhecimento
e
avaliação
do
ambiente, da concorrência e de si
mesmo.

Fora do controle da organização.

Passível de monitoramento.

Aproveitar oportunidades (forma ágil e
eficiente).

Evitar ameaças.

A organização que identificar e agir com
antecedência:
› Tira melhor proveito das oportunidades;
› Terá menos danos das ameaças.

Análise externa: variáveis demográficas;
econômicas; socioculturais; político-legais;
tecnológicas; naturais; dentre outras.

Oportunidades:
› São as forças externas à organização, que a
influenciam positivamente apesar de não
se ter controle sobre elas. Devem ser
aproveitadas para contribuir no alcance
dos objetivos. Muitas vezes podem vir
através de algum aspecto econômico novo,
ações políticas do governo…
Vídeo: Cometa
OPORTUNIDADES
• Novos talentos no mercado
• Envelhecimento da população
• Rápido crescimento do mercado
• Novas tecnologias
• Vigilância sanitária
• Mudança nos hábitos
• Grande procura pelo SUS
• Mudanças Climáticas
• Localização

Ameaças:
› São as forças externas à organização, que
não sofrem sua influência e que pesam
negativamente para sua empresa. Elas
podem prejudicar o alcance dos objetivos.
Devem ser constantemente monitoradas
pelos gestores, pois, muitas vezes, podem
apresentar um risco muito maior que a
capacidade de retorno. Além disso, podem
se tornar oportunidades.
AMEAÇAS
• Terceirização
• Concorrência
• Não liberação do SUS
• Redução dos preços
• Recessão (para Hosp. Privados)
• Mudanças das necessidades dos usuários
• Novas Tecnologias
• Captação de recursos

Pode ser controlado.

Resultado das estratégias definidas pelos
próprios membros da organização.

Ponto forte:
máximo.

Ponto fraco: a organização deve agir para
controlá-lo ou minimizá-lo.
deve
ser
ressaltado
ao
Análise interna
Variáveis:








Produtos e serviços
Promoção
SIG e TI
Estrutura organizacional
Recursos Humanos
Imagem Institucional
Recursos Financeiros
Outros

Forças / Pontos Fortes:
› Características internas, que indicam o que
deve ser potencializado e aproveitado para
atingir os objetivos.
› A força descreve quais as competências
mais fortes da sua empresa, aquelas que
estão sobre sua influência.
› Com estas respostas você consegue
desenvolver esta parte da análise, sempre
lembrando que quanto maior a vantagem
competitiva que uma força lhe traz, mais
importante ela é dentro da análise.

Uma forma de encontrá-las é utilizando
as seguintes perguntas:
› O que você faz bem?
› O que sua empresa tem de melhor e está
sob seu comando?
› Quais são os recursos que você tem?
› O que possui melhor que seus concorrentes?
› O que faz os clientes voltarem à sua
empresa?
FORÇAS
• Referência para tratamento de certas doenças
• Equipamentos de primeira geração
• Perspectiva de crescimento
• Assistência de qualidade
• Capacitação profissional
• Imagem
• Visão da liderança
• Ambiente de trabalho
• Diversas fontes de recursos

Fraquezas / Pontos Fracos:
› Características
internas,
que
indicam
deficiências da organização. Devem ser
corrigidas.
› As fraquezas são as competências que
estão sobre sua influência mas que, de
alguma forma, atrapalham e/ou não geram
vantagem competitiva.
› As fraquezas devem ser bem estudadas e
mensuradas, pois muitas vezes é possível
revertê-las em forças. Uma pequena parte
das causas costuma causar a maior parte
dos problemas.

Você pode encontrá-las fazendo as
seguintes perguntas:
› Meus funcionários são capacitados para
›
›
›
›
suas funções?
Onde eu deveria melhorar minha empresa?
Por que meus clientes escolhem os
concorrentes?
Quais são as deficiências dos meus
colaboradores?
Por que os clientes não voltam depois de
uma compra?
FRAQUEZAS
• Procedimentos mal remunerados
• Falta de mão-de-obra qualificada
• Nº reduzido de recursos humanos
• Falta de infra-estrutura (demanda)
• Não capacitação de pessoal
• Falta de manutenção de equipamentos
• Desorganização (gestão: processos informais, falta de padronização)
• Alguns setores não implementados

Ferramentas para levantar pontos fortes
e fracos:
› Pesquisa de clima organizacional;
› Benchmarking com concorrentes;
› Caixa de sugestões;
› Avaliação de desempenho;
› Café com direção;
› Pesquisa de Satisfação.
IMPORTANTE!

Os conceitos SWOT não devem ser
considerados termos absolutos:
› Uma oportunidade também pode ser uma
ameaça
› Um ponto forte pode ser um ponto fraco em
um outro contexto
FATORES
INTERNOS
Pontos Fortes/
Forças
Vantagens internas da organização em relação
aos objetivos
Pontos Fracos/
Fraquezas
Desvantagens internas da organização em
relação aos objetivos
Oportunidades
Aspectos positivos do ambiente que envolve a
organização com potencial de trazer-lhe
vantagens
Ameaças
Aspectos negativos do ambiente que envolve a
organização com potencial para comprometer as
vantagens que ela possui.
FATORES
EXTERNOS





Descreve como colocar em prática o
planejamento estratégico.
Apresenta
as
etapas
para
a
implementação das medidas de ação de
uma estratégia.
Conscientiza as pessoas encarregadas do
problema ou tarefa.
Define autoridade e responsabilidade dos
envolvidos no processo.
Monitora os resultados.
Missão
Visão
Valores
Negócio
Análise
Ambiental:
Interna
Externa
Diretrizes
Estratégias
Ações
Ferramenta utilizada para se conhecer os
processos, o que significa conhecer como
os produtos/serviços são planejados,
produzidos e entregues.
 Formulário para execução e controle de
tarefas.
 São
atribuídas
as
responsabilidades
e determinado como o trabalho deverá ser
realizado, assim como o departamento,
motivo e prazo para conclusão com os
custos envolvidos.

1 - What (O QUE será feito)
2 - Who (QUEM fará)
3 - When (QUANDO será feito)
4 - Where (ONDE será feito)
5 - Why (POR QUE será feito)
1 - How (COMO será feito)
2 - How Much (QUANTO custará)
O que?
O que faremos?
Como?
De que forma seremos mais eficientes?
Onde?
Em que local a ação se realizará?
Por que?
Quais os motivos que motivaram tal ação?
Quem?
Quais os responsáveis por sua realização?
Quando?
Em que momento a ação será executada?
Quanto?
Qual o valor do recurso necessário?
Exemplo:
Montar um plano de treinamento
colaboradores de uma empresa.
Tema: “A importância do uso dos EPI’s”.
O que? (What)
Quem? (Who)
Onde? (Where)
Quando? (When)
para
30
Treinamento sobre a importância do uso de EPIs
Operadores da linha de produção e forjaria
No centro de Treinamentos da unidade de Bragança Paulista
No dia 15/10/05 das 9:00 às 12:00hs
Conscientização dos colaboradores quanto a importância do uso de
EPIs. Fazer com que eles usem o EPI adequado às atividades que
Por quê? (Why)
oferecem riscos de acidente
Como? (How)
Palestra e vídeo
Quanto custa? (How much) Orçamento de R$ 3.000,00
Idealizado por Shewharte e, mais tarde,
aplicado por Deming em conceitos de
qualidade em trabalhos no Japão.
 Nasceu no escopo da tecnologia TQC
(Total
Quality
Control)
como
uma
ferramenta que melhor representava o
ciclo de gerenciamento de atividades,
processos ou sistemas.


Deve ser de domínio de todos os
membros da organização
Eficácia
“Sequência de atividades que são
percorridas de maneira cíclica para
melhorar atividades (Slack)”.
 Tal metodologia não existe sem a
definição de uma meta a ser atingida.

P = Planejar
D = Dirigir/Fazer
C = Controlar
A = Agir

Evolução do conceito, vinculando-se à
idéia de que, uma organização,
encarregada de atingir um determinado
objetivo, necessita planejar e controlar
as atividades a ela relacionadas.

As normas ISO 9000 descrevem o PDCA
como parte integrante de seu Sistema
de Gestão da Qualidade.



Pode ser feita tanto para planejamento e
execução de trabalhos simples quanto
complexos.
Resolução de problemas crônicos ou
críticos, que prejudicam o desempenho do
serviço/projeto
(Gerenciamento
de
Rotinas).
Estabelecimento de metas de melhoria
advindas tanto da alta administração
quanto de pessoas diretamente ligadas ao
setor operacional (Melhoria Contínua).
1 - Identificação
do Problema
2 - Observação
8 - Evolução
8
1
2
3 - Análise
3
7 - Adequação
7
4
A P
4 – Plano de
Ação
C D
6
6 - Verificação
5
5 - Execução



Medem aspectos qualitativos e/ou
quantitativos relativos ao meio ambiente,
à estrutura, aos processos e aos
resultados.
Instrumento
de
mensuração
e
monitoramento para o gerenciamento,
avaliação e planejamento das ações.
Contribuem na tomada de decisão.

Ferramenta de gestão que reflete a
importância
do
planejamento
estratégico.
“Para se criar uma organização bemsucedida ou de alto desempenho, não
existem
fórmulas
prontas,
cada
organização deve criar suas próprias regras
e buscar alternativas dentro do contexto
da própria organização, ou seja, inovar,
sendo para isso necessário conhecimento
e contínuo aprendizado, visto que uma
organização de sucesso é aquela que está
em constante aperfeiçoamento e se ajusta
às mudanças.” (Dallabona e Dirksen)
Muito obrigada!
Contato:
residecoadm.hu@ufjf.edu.br
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aula: planejamento estratégico