1º ENCONTRO ESTADUAL DE IMPLEMENTAÇÃO DO
SISTEMA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E
NUTRICIONAL
Secretaria Executiva de Políticas Sociais de Combate à Fome
Secretário Executivo : Antônio Carlos Machado Júnior
Consultor Geral: Marcondes Marchetti
Gerente de Programas: Sueli Irene Zincoski
Gerente de Capacitação: Êdula da Graça Beltrami
Analista Técnico-Administrativo: Ricardo José Valdameri
Segurança Alimentar no Estado de Santa Catarina
Em recente pesquisa, promovida pela Secretaria Executiva de Combate à Fome, foram
encaminhados questionários para 293 municípios, dos quais 84 municípios
responderam.
Analisando as respostas, chegamos aos seguintes resultados:
Municípios que já tem implantado programas e ações de Segurança Alimentar e
Nutricional:
Municípios
Qtde.
Percentual
(%)
BANCOS DE ALIMENTOS
02
0,68
RESTAURANTES POPULARES
02
0,68
COZINHAS COMUNITARIAS
04
1,36
FEIRAS E MERCADOS
17
5,80
EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL (EAN)
30
10,23
PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS
50
17,06
PROGRAMAS E AÇÕES
IMPLANTAÇÃO DO SISAN
LEI ORGANICA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL – LOSAN
NÍVEL ESTADUAL
NÍVEL MUNICIPAL - 40 municípios
CONSELHO DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL – CONSEA
CONSEA/ESTADUAL
COMSEA/MUNICIPAL – 40 municípios
CÂMARA INTERSETORIAL – CAISAN (Municípios que estão fazendo as
articulações: Secretarias: Educação, Assistência Social, Saúde, Meio Ambiente e
Agricultura).
LEI Nº12911-22/01/2004: CONSEA ESTADUAL
FUNSEA
População Atual do Estado de Santa Catarina - 5.866.487 Habitantes
Estimativa de Famílias Cadastradas no Cadastro Único - 415.346
DOMICÍLIOS POR NÍVEL DE SEGURANÇA ALIMENTAR (%) – SANTA CATARINA
NÍVEL
SC
BRASIL
SEGURANÇA ALIMENTAR
85,2
69,8
INSEGURANÇA ALIMENTAR – TOTAL
14,8
30,2
INSEGURANÇA ALIMENTAR LEVE
10,5
18,7
INSEGURANÇA ALIMENTAR MODERADA
2,4
6,5
INSEGURANÇA ALIMENTAR GRAVE
1,9
5,0
Fonte: IBGE – Suplemento de Segurança Alimentar – PNDA 2009
CONSIDERAÇÕES DOS MUNICÍPIOS SOBRE A POLITICA DE
SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL
• Priorizar a Segurança Alimentar e Nutricional como política pública;
• Capacitação e visita in loco para orientação;
• Manter CONSEA informado sobre recursos disponíveis para os programas;
• Apoio inicial com o processo e implantação de programas;
• Investir em equipamentos públicos;
• Orientação necessária para a implantação dos conselhos;
• Programas acessíveis aos municípios de pequeno porte;
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