FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
PROCESSO DE CUIDAR EM
ENFERMAGEM I e II
GUIA DO ESTUDANTE
JUÍNA, MT
2015
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
GUIA DO ESTUDANTE
Manual elaborado para a instrumentalização dos alunos matriculados
nas disciplinas:
PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM I e II
Prof.ª Dr.ª Leda Maria Souza Villaça
Prof. Me. Victor Cauê Lopes
JUÍNA, MT
2015
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
GUIA DAS DISCIPLINAS PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM I e II
As disciplinas Processo de Cuidar em Enfermagem I e II darão subsídios para a prática
do cuidado integralizado e sistematizado, respeitando as esferas biopsicossociais e
incorporando as melhores evidências na prática assistencial.
A disciplina se divide em quatro partes, Processo de Cuidar em Enfermagem I A e B e
Processo de Cuidar em Enfermagem II A e B, a fim de organizar de maneira lógica,
estruturada e didática os saberes técnicos e científicos necessários para a prática da
profissão em todos os níveis de complexidade.
Tem por finalidade precípua instrumentalizar o acadêmico de maneira que este seja
capaz de ofertar o cuidado de qualidade, apropriando-se das técnicas propedêuticas do
exame físico, além de desenvolver a destreza e raciocínio científico-reflexivo necessários
para a realização de diversos procedimentos inerentes à rotina do enfermeiro.
Com carga horária total de 120 e 160 horas, respectivamente, as atividades das
disciplinas de Processo de Cuidar em Enfermagem I A (80h) e B (40h) e Processo de Cuidar
em Enfermagem II A (80h) e B (80h), dividem-se em aulas teórica em sala de aula, práticas
nos laboratórios de enfermagem da AJES e estabelecimentos de saúde.
.
2. OBJETIVO DO GUIA
Orientar o aluno quanto à estrutura e funcionamento da disciplina Processo de
Cuidar em Enfermagem.
3. PERFIL DO EGRESSO
A AJES se propõe a formar o Enfermeiro com formação generalista, com senso crítico
e reflexivo, com atuação profissional pautada nos valores éticos e humanísticos,
reconhecendo seu papel como agente transformador sendo capaz de identificar o ser
humano em suas dimensões biopsicossociais.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
O enfermeiro egresso da AJES deve conhecer e ser capaz de intervir sobre os
problemas/situações de acordo com o perfil epidemiológico da região de forma a promover,
proteger e recuperar a saúde do indivíduo com responsabilidade social e compromisso com
a cidadania; éresponsável pela busca do próprio aprimoramento técnico, científico e
cultural, visando melhoria de sua atuação e o progresso da enfermagem.
4. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O curso de Bacharelado de Enfermagem da Faculdade de Ciências Contábeis e de
Administração do Vale do Juruena – AJES tem como missão a formação generalista do
Enfermeiro, sob o eixo da integralidade da atenção à saúde, capacitado para atuar nos
diversos campos da área da saúde, de enfermagem e da educação (nos setores público e
privado), privilegiando a realidade local. O Enfermeiro deverá desenvolver o raciocínio
clínico, epidemiológico, crítico e investigativo, para atuar nas áreas de assistência, gestão da
equipe de enfermagem, educação e pesquisa, contribuindo efetivamente para a
transformação da realidade.
4.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES GERAIS
O profissional enfermeiro, graduado pela AJES deverá estar apto a:

Desenvolver com qualidade e humanização ações de atenção à saúde,
compreendendo a prevenção de doenças, promoção à saúde, educação, proteção e
reabilitação da saúde do indivíduo, família e comunidade, nos diferentes níveis de
atenção.

Avaliar, sistematizar e tomar decisões baseadas no conhecimento científico,
buscando a solução dos problemas de acordo com a realidade local, de forma
eficiente e eficaz, e em conformidade com os recursos disponíveis.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Fazer uso das diversas formas de comunicação, respeitando a confidencialidade das
informações.

Assumir posição de liderança frente à equipe de enfermagem, como também às
equipes multiprofissionais que desenvolvam ações em conjunto.

Fazer o gerenciamento e administração dos serviços de saúde de acordo com as
teorias e ferramentas da administração.

Buscar manter-se atualizado através de capacitações e aperfeiçoamento técnicocientífico.
4.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO
O Enfermeiro deverá possuir, também, competências técnico-científicas, ético-políticas e
socioeducativas contextualizadas que permitam:

Atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas dimensões,
em suas expressões e fases evolutivas;

Incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional;

Estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as
formas de organização social, suas transformações e expressões;

Desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício
profissional;

Compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os
perfis epidemiológicos das populações;

Reconhecer a saúde como direito e decorrente de condições dignas de vida e atuar
de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto
articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e
coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;

Atuar nas políticas de atenção integral à saúde da criança, do adolescente, da
mulher, do adulto,do idoso, do homem e do indígena;
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de
tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de
enfrentar situações em constante mudança;

Reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde das pessoas;

Atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos;

Responder às especificidades regionais de saúde através de intervenções planejadas
estrategicamente, em níveis de promoção da saúde, prevenção de doenças e
reabilitação à saúde, dando atenção integral à saúde dos indivíduos, das famílias e
das comunidades;

Considerar a relação custo-benefício nas decisões dos procedimentos na saúde;

Reconhecer-se como responsável técnico e coordenador do trabalho da equipe de
enfermagem;

Assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho multiprofissional
em saúde.

Promover
estilos
de
vida
saudáveis,
conciliando
as
necessidades
dos
clientes/pacientes de suas comunidades, atuando como agentes de transformação
social;

Usar adequadamente as tecnologias de informação, comunicação, de diagnose e
terapias;

Atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os pressupostos
dos modelos clínico e epidemiológico;

Identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus
condicionantes e determinantes;

Intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da
assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde,
com ações de promoção à saúde, prevenção de doenças, proteção e reabilitação à
saúde, na perspectiva da integralidade da assistência;
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Coordenar o processo de cuidar em enfermagem considerando contextos e
demandas de saúde;

Prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades
apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade;

Compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de enfermagem
às diferentes demandas dos usuários;

Integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais;

Gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com princípios de Ética e de
Bioética, com resolutividade tanto em nível individual como coletivo em todos os
âmbitos de atuação profissional;

Planejar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação
contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde;

Planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde, considerando a
especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde,
trabalho e adoecimento;

Desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de
conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;

Respeitar os princípios éticos, legais e humanísticos da profissão;

Interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente desse
processo;

Utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e da
assistência à saúde;

Participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do sistema de
saúde;

Assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;

Cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e como
enfermeiro;
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e
planejamento em saúde.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
5. EMENTA E REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
5.1 Processo de Cuidar em Enfermagem I
PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM I
Carga horária: 120h
EMENTA PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM IA (80 horas): Evolução histórica da
enfermagem no mundo e no Brasil e suas perspectivas para o futuro. Conceitos de
enfermagem e sua relação com outras áreas do conhecimento. A enfermagem e sua relação
com o cuidar. Cuidado em enfermagem com ênfase na ética e estética das relações.
Instrumentos básicos para cuidar em enfermagem. Teorias de Enfermagem. Comunicação
em enfermagem. Sistematização da Assistência de Enfermagem. Caracterização dos
estabelecimentos de assistência à saúde e sua relação com a NR 50. Sinais Vitais. Exame
físico. Registro e documentação de enfermagem: aspectos éticos e legais.
EMENTA PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM IB (40 horas): Biossegurança. Controle
de Infecção. Precaução padrão e medidas de isolamento. Cadeia epidemiológica.
Equipamentos de Proteção Individual. Assepsia, Antissepsia e desinfecção. Tipos de
esterilização. Lavagem das mãos. Calçar e descalçar luvas adequadamente. Manuseio de
material estéril.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BANTON, Jane. Terapia Intravenosa. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 2005 – 15 ex.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida; VIANA, Dirce Laplaca; MACHADO, Wiliam César Alves.
Tratado Prático de Enfermagem. Vol. I. 3. ed. São Caetano do Sul-SP: Yendis Editora, 2010 –
11 ex.
NETTINA, Sandra M. Práticas de enfermagem. 08 ed., Rio de Janeiro: Guanabara-koogan,
2011 – 14 ex (coleções)
PIANUCCI, Ana. Saber Cuidar: Procedimentos básicos em Enfermagem. 14 ed. São Paulo:
Editora Senac. 2002 – 06 ex.
WILKINSON, Judith M. LEUVEN, Karen Van. Fundamentos de Enfermagem – pensando e
fazendo. Vol. 2. São Paulo: Roca, 2010 – 11 ex.
__________. Fundamentos de Enfermagem – pensando e fazendo. Vol. 1. São Paulo: Roca,
2010 – 11 ex.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALFARO-LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do Processo de Enfermagem – Uma ferramenta
para o pensamento Crítico. Porto Alegre: Artmed, 2010 – 01 ex
ANDERSON, Kenneth N.; ANDERSON, Lois E. Mosby Dicionário de Enfermagem. 2. ed. São
Paulo: Roca, 2001 – 01 ex
APPLING, Susan E. Procedimentos em Enfermagem. São Paulo: Reichmann & Autores
Editores, 2005 – 01 ex
ATKINSON, L. D. & MURRAY. Fundamentos de Enfermagem Introdução ao processo de
Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989 – 03 ex
CHULAY, Marianne. BURNS, Suzanne M. Fundamentos de Enfermagem em Cuidados
Críticos da AACN. Porto Alegre: AMGH, 2012 – 01 ex
FERREIRA, Claudia Maria. Enfermagem. São Paulo: DCL, 2011 – 03 ex
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do
Sul: Difusão, 2003 – 01 ex
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Práticas de Enfermagem Ensinando a Cuidar de Clientes
em Situações clÍnicas e cirúrgicas. 6. ed. São Caetano do Sul: Editora Enfermagem, 2003 – 02
ex
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida; VIANA, Dirce Laplaca; MACHADO, Wiliam César Alves.
Tratado Prático de Enfermagem Vol. II. 2 ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2008 – 02
ex
LYNN, Pamela. Habilidades de Enfermagem Clínica de Taylor – uma abordagem ao processo
de enfermagem. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009 – 01 ex
MOURA, Maria Lucia Pimentel de Assis. Enfermagem em Centro de Material e Esterilização.
08 ed. São Paulo: Senac, 2012 – 01 ex
OLIVIERA, Paulo Marcos Agria (Tradutor) Dorland: Dicionário Médio. São Paulo: Editora
Roca, 1997 – 03 ex
PORTO, Celmo Celeno. Exame clínico: bases para prática médica. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 2008 – 07 ex
POSSO, Maria Belén Salazar. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo:
Atheneu, 2006 – 05 ex
POTTER, Patricia Ann; PERRY,Griffin Perry. Fundamentos de enfermagem. Vol. I, 6 ed., Rio
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005 – 02 ex
POTTER, Patricia Ann, PERRY, Griffin Perry. Fundamentos de enfermagem. Vol. II, 6 ed., Rio
de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005 – 02 ex
SANTOS, Maria Aparecida Modesto. Terminologia em Enfermagem. 4 ed. São Paulo: Editora
Martinari, 2014 – 06 ex
VANZELLOTTI, Idília. Procedimentos em Enfermagem. São Paulo: Editora Reichmann e
Autores, 2005 – 03 ex.
VASCONCELOS, Marcio Moacyr. (org.). Guia Profissional para Doenças. 7 ed. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara, 2005 – 03 ex.
VIANA, Dirce Laplaca (org.) Boas Práticas de Enfermagem. São Caetano do Sul, Editora
Yendis, 2010 – 01 ex
VIANA, Dirce Laplaca et aL. (orgs.). Manual de Procedimentos em Pediatria. São Caetano do
Sul: Yendis Editora, 2008 – 02 ex.
VIANA, Dirce Laplaca; LEÃO, Eliseth Ribeiro; FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. (org.).
Especializações em Enfermagem. Atuação, Intervenção, e Cuidados de Enfermagem. Vol. I
São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2010 – 01 ex
VIANA, Dirce Laplaca; LEÃO, Eliseth Ribeiro; FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. (org.).
Especializações em Enfermagem. Atuação, Intervenção, e Cuidados de Enfermagem. Vol. II.
São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2010 – 01 ex
WHITE, Lois; DUCAN, Gena; BAUMLE, Wendy. Fundamentos de Enfermagem básica. 3. ed.
tradução Norte-Americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012 – 01 ex`
5.2. Processo de Cuidar em Enfermagem II
PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM II
Carga horária: 160h
EMENTA PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM IIA (80 horas): Introdução ao ambiente
hospitalar. Conteúdos teórico-práticos. Higiene (oral, corporal, íntima), métodos de conforto
e de medidas de segurança. Preparo do leito hospital. Mecânica Corporal. Sondagem
Nasogástrica e Nasoentereal. Cuidados com jejunostomia, Cateterismo Vesical de alívio,
demora e intermitente.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
EMENTA PROCESSO DE CUIDAR EM ENFERMAGEM IIB (80 horas): Cálculo de dosagem de
Medicamentos. Administração de Medicamentos e os respectivos cuidados de enfermagem.
Feridas (tipos e condutas, suturas e tipos). Coleta de material e preparo e acompanhamento
do cliente para exames. Preparo de corpo e abordagem familiar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BANTON, Jane. Terapia Intravenosa. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 2005 – 15 ex.
FIGUEIREDO; Nébia Maria Almeida; VIANA, Dirce Laplaca; MACHADO, Wiliam César Alves.
Tratado Prático de Enfermagem. Vol. I. 3. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2010 – 11
ex.
NETTINA, Sandra M. Práticas de enfermagem. 08 ed., Rio de Janeiro: Guanabara-koogan,
2011 – 14 ex (coleções).
WILKINSON, Judith M.; LEUVEN, Karen Van. Fundamentos de Enfermagem – pensando e
fazendo. Vol. 2. São Paulo: Roca, 2010 – 11 ex.
__________. Fundamentos de Enfermagem – pensando e fazendo. Vol. 1. São Paulo: Roca,
2010 – 11 ex.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINSON, Leslie D. & MURRAY, Mary Ellen. Fundamentos de Enfermagem Introdução ao
processo de Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989 – 02 ex
CHULAY, Marianne; BURNS, Suzanne M. Fundamentos de Enfermagem em Cuidados
Críticos da AACN. Porto Alegre: AMGH, 2012 – 01 ex
FERREIRA, Claudia Maria. Enfermagem. São Paulo: DCL, 2011 – 03 ex
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Práticas de Enfermagem – Fundamentos, Conceito,
Situações e Exercícios – 2. ed. São Caetano do Sul: Difusão – 2002 – 02 ex
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida; VIANA, Dirce Laplaca; MACHADO, Wiliam César Alves.
Tratado Prático de Enfermagem. Vol. II. 2. ed. São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2008 – 02
ex
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. (org.). Diagnóstico de Enfermagem. 2 ed. São Caetano
do Sul: Editora Yendis, 2009 – 05 ex
FISCHBACH, Frances. Manual de enfermagem: exames laboratoriais & diagnósticos. 7. ed.,
Rio de Janeiro: Guanabara-koogan, 2005 – 05 ex
JORGE, Silvia A.; DANTAS, Sônia Regina P. E. Abordagem Multiprofissional do Tratamento
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
de Feridas. São Paulo: Editora Atheneu, 2005 – 05 ex
KOROLKVAS, Andrejus. DTG – Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010 – 02 ex
LYNN, Pamela. Habilidades de Enfermagem Clínica de Taylor – uma abordagem ao processo
de enfermagem. 2. ed. Porto Alegre: Artmet, 2009 – 01 ex
POTTER, Patricia Ann; PERRY, Griffin Perry. Fundamentos de enfermagem. Vol. I, 6 ed., Rio
de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005 – 02 ex
POTTER, Patricia Ann; PERRY, Griffin Perry. Fundamentos de enfermagem. Vol. II, 6. ed., Rio
de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005 – 02 ex
SOUZA, Sonia Regina. Enfermagem Médico-Cirúrgica. Vol. 1. Enfermagem Prática. Rio de
Janeiro: Reichammann e Affonso Editores, 2004 – 01 ex
__________. Enfermagem Médico-Cirúrgica. Vol. 2. Enfermagem Prática. Rio de Janeiro:
Reichammann e Affonso Editores, 2004 – 01 ex
SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de procedimentos de
enfermagem. 3. ed. Porto Alegre : Artmed, 2001 – 03 ex
VIANA, Dirce Laplaca; LEÃO, Eliseth Ribeiro; FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. (org.).
Especializações em Enfermagem. Atuação, Intervenção, e Cuidados de Enfermagem. Vol. I.
São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2010 – 01 ex
VIANA, Dirce Laplaca; LEÃO, Eliseth Ribeiro; FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. (org.).
Especializações em Enfermagem. Atuação, Intervenção, e Cuidados de Enfermagem. Vol. II.
São Caetano do Sul: Yendis Editora, 2010 – 01 ex
WHITE, Lois; DUCAN, Gena; BAUMLE, Wendy. Fundamentos de Enfermagem básica. 3. ed.
tradução Norte-Americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012 – 01 ex
5.3. AVALIAÇÕES DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DAS DISCIPLINASPROCESSO DE
CUIDAR EM ENFERMAGEM I E II
Em termos formais, a sistemática de avaliação do desempenho do discente encontrase prevista no Regimento Geral (Capítulo V, Título IV, Artigos 57 ao 63):
CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMIC
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
Art. 57. As avaliações da aprendizagem e do desempenho acadêmico são feitas por
disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos
ministrados em cada uma delas.
Art. 58. A frequência às aulas e participação nas demais atividades acadêmicas são direitos
dos alunos aos serviços educacionais prestados pela Instituição e são permitidas apenas aos
alunos regularmente matriculados, nos termos do Contrato de Prestação de Serviços
Educacionais assinado entre as partes.
§1º. A frequência de que trata o caput deste Artigo é regulada nos termos da
Legislação vigente e eventuais normas regimentais.
§2º. É dado tratamento excepcional para alunos amparados por Legislação
específica, no caso de dependências e adaptações ou gestação, sendo-lhes
atribuídos nesses casos, como compensação das ausências às aulas, exercícios
domiciliares supervisionados, com acompanhamento docente, segundo normas
estabelecidas pelo Conselho de Administração Superior.
Art. 59 O aproveitamento acadêmico é avaliado através do acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de
conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades acadêmicas,
provas parciais e exames.
§1º. Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios acadêmicos sob
forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os
resultados.
§2º. Os exercícios acadêmicos e outras formas de verificação do aprendizado
previstas no Plano de Ensino da disciplina, e aprovadas pelo Órgão competente, sob
forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento acadêmico do aluno.
Art. 60. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau
numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,5 (meio) em 0,5 (meio) ponto, inclusive no caso
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
de arredondamento da média final de aproveitamento, para o 0,5(meio) ponto superior,
quaisquer que sejam os décimos ou centésimos encontrados.
Parágrafo Único. Haverá durante cada ano letivo, para as disciplinas anuais, ao menos 04
(quatro) trabalhos de avaliação oficiais para verificação do aprendizado em cada disciplina,
aplicadas nos termos das Normas aprovadas pelo Conselho de Administração Superior.
Art. 61. Atendida a exigência de freqüência às aulas e demais atividades programadas, o
aluno é considerado aprovado na disciplina, sendo dispensado de prestar exames finais,
quando obtiver média anual igual ou superior a 7,0 (sete inteiros).
§1º. O aluno que obtiver média anual maior ou igual a 4,0 (quatro inteiros) e menor
que 7,0 (sete inteiros), deverá prestar exame final na respectiva disciplina.
§2º. O aluno que estiver prestando exame final, para aprovação, deverá obter, no
mínimo, média igual ou maior que 5,0 (cinco inteiros) entre sua média anual e a
nota do exame.
§3º. As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental, em função da
não aplicabilidade de provas escritas ou de exames finais, terão sua forma de
avaliação definida em Norma específica aprovada pelo Conselho de Administração
Superior.
§4º. O aluno que obtiver média anual menor que 4,0 (quatro) em qualquer
disciplina é considerado reprovado nessa disciplina.
§5º. Poderá haver, prova supletiva de cada disciplina, como alternativa para o aluno
que faltar à prova escrita oficial de avaliação, nos termos das Normas aprovadas
pelo Conselho Pedagógico.
Art. 62. A média anual será obtida através da média aritmética das médias parciais das
provas parciais oficiais e outros trabalhos acadêmicos realizados nas várias etapas do
período letivo ou das respectivas disciplinas com periodicidade diversa.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
§1º. Entende-se por exame, a prova que será realizada após o término do período
letivo, onde será atribuída ao aluno, nota de ZERO a DEZ, para os alunos inclusos no
§ 1º do Artigo anterior.
§2º. As médias parciais oficiais levarão em conta outros trabalhos de avaliação do
aprendizado realizados pelos docentes ao longo dos períodos letivos parciais.
§3º. Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias anuais,
realizadas ao longo do período letivo, serão fixados em Norma específica aprovada
pelo Conselho Pedagógico.
§4º. As disciplinas de periodicidades diversas das aqui estabelecidas terão suas
formas e critérios de avaliação fixados em Norma específica aprovada pelo
Conselho Pedagógico.
Art. 63. O aluno reprovado em até 02 (duas) disciplinas na Série anterior é promovido de
Série e poderá cursar aquelas disciplinas em regime de dependência, nos termos das Normas
fixadas pelo Conselho de Administração Superior.
§1º. A Faculdade poderá oferecer Cursos, disciplinas ou atividades programadas em
horários especiais, com metodologia adequada para os alunos em dependência ou
adaptação, ou para alunos reprovados, como forma de recuperação, em períodos
especiais e na forma que se compatibilizem com as suas atividades regulares,
aprovadas pelo Conselho de Administração Superior.
§2º. Os alunos reprovados em 03 (três) ou mais disciplinas, matriculam-se na
mesma Série em que estavam para cursar essas disciplinas, podendo, entretanto,
cursar outras, da Série subsequente, em função de um Plano de Estudos definido
por Norma do Conselho de Administração Superior, ficando dispensados de cursar
aquelas em que já obtiveram aprovação.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
6. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DAS DISCIPLINAS PROCESSO DE CUIDAR EM
ENFERMAGEM I E II.
6.1 Evolução histórica da enfermagem no mundo e no Brasil e suas perspectivas para o
futuro.
6.1.1 Determinantes históricos no desenvolvimento da profissão Enfermagem
6.1.2 Contribuições de Florence Nightingale.
6.1.3 Desenvolvimento da Enfermagem no Brasil
6.1.4 Enfermagem contemporânea e perspectivas futuras para profissão
6.2 Conceitos de enfermagem e sua relação com outras áreas do conhecimento.
6.2.1 A enfermagem e as relações interdisciplinares no cuidado.
6.2.2 Papel do enfermeiro e atribuições na equipe multidisciplinar.
6.3 A enfermagem e sua relação com o cuidar.
6.3.1 Cuidado em enfermagem com ênfase na ética.
6.3.2 Bioética e estética das relações do ser humano.
6.4 Instrumentos básicos para cuidar em enfermagem
6.4.1 comunicaçäo, planejamento, avaliaçäo, método científico ou de problema,
observaçäo, trabalho em equipe, destreza manual e criatividade.
6.5 Processo de Enfermagem
6.5.1 Levantamento de Problemas e Diagnósticos de Enfermagem
6.5.2 Intervenções de Enfermagem
6.5.3 Resultados de Enfermagem
6.6 Teorias de Enfermagem.
6.6.1 Florence Nightingale
6.6.2 Hildergard E. Peplau
6.6.3 Imogene King
6.6.4 Callista Roy
6.6.5 Dorothea Orem
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
6.6.6 Wanda de Aguiar Horta
6.7 Sistematização da Assistência de Enfermagem,
6.7.1 resolução do COFEN-358/2009
6.7.2 Fases da SAE
6.7.3 NANDA/NIC/NOC.
6.8 Caracterização dos estabelecimentos de assistência à saúde e sua relação com a NR 50
e Leis de Biossegurança NR 32 conforme Anvisa.
6.9 Introdução a propedêutica clínica em enfermagem.
6.9.1 Exame Físico sistema tegumentar,
6.9.2 Exame Físico osteomuscular,
6.9.3 Exame Físico do crânio/ neurológico,
6.9.4 Exame Físico respiratório,
6.9.5 Exame Físico cardiovascular,
6.9.6 Exame Físico digestório,
6.9.7 Exame Físico renal/urinário,
6.9.8 Exame Físico reprodutor feminino e masculino;
6.9.9 Sinais Vitais;
6.9.10 Nomenclaturas em enfermagem.
6.10 Registro e documentação de enfermagem
6.10.1 Aspectos éticos e legais
6.10.2 Código de ética dos Profissionais de Enfermagem, COFEN 311/2007.
6.10.3 Relações com o direito penal.
6.10 Contexto histórico do desenvolvimento da medicina associada ao ambiente laboral.
6.11 Conceitos em microbiologia.
6.11.1 Microorganismos patogênicos, não patogênicos, saprófitas,
6.11.2 Conceitos de hospedeiro, infecção, vetor, transmissão,
6.11 formas de transmissão (direta, indireta, congênita)
6.12 Cadeia epidemiológica
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
6.12.1 história natural da doença,
6.12. 2 Classes de risco,
6.13 Biossegurança e legislação,
6.13.1 Agentes (Ergonômicos, físicos, químicos, ambientais, mecânicos, biológicos),
6.13.2 Tipos de artigos (críticos, semi-críticos, não-crítico, descartáveis),
6.13.3 Infecção hospitalar,
6.13.4 Medidas profiláticas na infecção hospitalar,
6.13.5 Precauções universais, EPI’s e EPC’s, Técnica de Lavagem das mãos,
6.13.6 Conceitos de assepsia, antissepsia e desinfecção,
6.13.7 Tipos de esterilização (Autoclavagem, estufa, glutaraldeído, formaldeído,
Óxido de Etileno),
6.13.8 Manipulação de material estéril,
6.13.9 Cuidados pessoais,
6.13.10 Comunicação e Registro de acidentes do trabalho,
6.13.11 Padronização dos recipientes de coleta e descarte de materiais hospitalares.
6.14 Introdução ao ambiente hospitalar,
6.14.1 Arrumação do leito (aberto, fechado, cirúrgico),
6.14.2 limpeza concorrente e terminal,
6.14.3 Métodos de conforto e medidas de segurança,
6.14.4 Mecânica Corporal,
6.14.5 Higiene Corporal (banho no leito, higiene íntima),
6.14.6 Abordagem de conceitos de biossegurança,
6.15 Técnica e Assistência de Enfermagem em casos de Sondagem nasogástrica e nasoenteral.
6.15.1 Técnica de passagem de Sonda Nasogástrica
6.15.2 Técnica de passagem de Sonda Nasoenteral
6.15.3 Cuidados de Enfermagem
6.15.4 Possíveis complicações
6.15.5 Tipo de Dieta
6.16 Cuidados com jejunostomia e colonostomia.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
6.16.1 Cuidados e avaliação de Enfermagem
6.16.2 Técnica para troca de bolsa
6.17 Cuidados de enfermagem e técnica de Cateterismo Vesical de alívio e demora.
6.17.1 Cuidados e avaliação de Enfermagem
6.17.2 Técnica para cateterismo vesical
6.18 Conceitos Farmacológicos.
6.18.1 Forma dos Medicamentos,
6.18.2 Farmacocinética com base para a ação dos fármacos,
6.19 Administração de Medicamentos.
6.19.1 Cuidados de enfermagem na administração de medicamentos,
6.19.2 Administração de medicamentos (via intramuscular, intradérmica, subcutânea),
6.19.3 Punção Venosa e arterial;
6.19.4 Técnicas para coleta de sangue, urina e escarro para realização de exames
6.19.5 Introdução ao cálculo de medicamentos,
6.19.6 Erro e Implicações legais do Erro na administração de medicamentos,
6.19.7 Iatrogenias,
6.19.8 Diluição de medicamentos (comprimidos e drogas de uso parenteral),
6.19.9 Cálculo de Heparina e de gotejamento de soluções,
6.19.10 Cálculo de gotejamento de soluções,
6.19.11 Transformação de concentração de soluções,
6.19.12 Cálculo de Penicilina Cristalina.
6.20 Responsabilidade do Enfermeiro no tratamento de feridas e aspectos éticos ,
6.20. 1 Aspectos anatomo-fisiológicos da reparação tecidual,
6.20.2 Introdução às feridas,
6.20.3 Suporte Nutricional no tratamento de feridas,
6.20.4 Afeccções cutâneas,
6.20.5 Úlceras no pé diabético ,
6.20.6 Úlceras vasculogênicas e por compressão,
6.20.7 Feridas Cirúrgicas
6.20.8 Coberturas para Tratamento de Feridas,
6.20.9 Sistematização da Assistência de enfermagem em feridas.
FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E DE ADMINISTRAÇÃO DO VALE DO JURUENA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
6.21 Fios Cirúrgicos e Tipos de sutura.
6.22 Preparo do corpo pós-morte.
6.22.1 Abordagem familiar em situações de terminalidade e morte.
Download

guia do estudante - processo de cuidar em enfermagem i e ii