Universidade Federal de São Paulo
Campus Baixada Santista
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde
Ementa disciplinas 2º semestre de 2013
Nome
completo da
disciplina
Ementa
Bibliografia
Princípios Éticos em Investigação Científica
A disciplina de Bioética tem como foco o estudo dos princípios gerais da Bioética, a Ética na
pesquisa com seres humanos e animais e seu manejo correto, além dos aspectos técnicos
associados à submissão de projetos ao Comitê de Ética em Pesquisa e à Plataforma Brasil.
Andersen ML, Tufik, S. Modelos animais como ferramentas de ética em pesquisa biomédica.
1ª. ed. São Paulo: CLR Balieiro Editores, 2010.
Barbosa, A.A., Boery, R.N.S.O., Boery, E.N., Gomes Filho, D.L., Sena, E.L.S. & Oliveira,
A.A.S. (2011). A Resolução 196/96 e o sistema brasileiro de revisão ética de pesquisas
envolvendo
seres
humanos.
Revista
Bioética,
19,2,
523-542.
Disponível:
http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/642/670
Brasil. (1996). Resolução nº 196, de 10 de outubro de 1996. Conselho Nacional de Saúde.
Disponível: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/reso_96.htm
Brasil. (1996). Resolução nº 196, de 10 de outubro de 1996. Versão 2012. Conselho
Nacional
de
Saúde.
Disponível:
http://conselho.saude.gov.br/Web_comissoes/conep/aquivos/resolucoes/23_out_versao_final
_196_ENCEP2012.pdf
Brasil
(2012).
Submissão
de
Projetos
de
pesquisa.
Disponível:
http://aplicacao.saude.gov.br/plataformabrasil/login.jsf
Casa Civil, Presidência da República. (2009). DECRETO Nº 6.899, DE 15 DE JULHO DE
2009.
Disponível:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20072010/2009/Decreto/D6899.htm
Clotet, J. Bioética: uma aproximação. Porto Alegre: EDIPUCRS. 2006.
Congresso
Nacional.
(2008).
Lei
nº
11.794,
de
08.10.2008.
Disponível:
http://www.mct.gov.br/upd_blob/0204/204754.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2010). Resolução Normativa N
o
1,
DE
9
DE
JULHO
DE
2010.
Disponível:
http://www.mct.gov.br/upd_blob/0211/211630.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2010). Resolução Normativa N
o2,
DE
30
DE
DEZEMBRO
DE
2010.
Disponível:
http://www.mct.gov.br/upd_blob/0214/214685.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2011). Resolução Normativa N
o3, Resolução Normativa. N o3, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011. Disponível:
http://www.mct.gov.br/upd_blob/0218/218662.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2012). Resolução Normativa N
o4, DE 18 DE ABRIL DE 2012. Disponível: http://www.mct.gov.br/upd_blob/0220/220500.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2012). Resolução Normativa N
o5,
DE
18
DE
JUNHO
DE
2012.
Disponível:
http://www.mct.gov.br/upd_blob/0222/222017.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2012). Resolução Normativa N
o6, DE 10 DE JULHO DE 2012. Disponível: http://www.mct.gov.br/upd_blob/0222/222532.pdf
Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. (2012). Resolução Normativa N
o7,
DE
13
DE
SETEMBRO
DE
2012.
Disponível:
http://www.mct.gov.br/upd_blob/0223/223822.pdf
Garrafa, V. (2012). Ampliação e politização do conceito internacional de Bioética. Rev bioét
(Impr.) 20 (1): 9-20.
Motta, L. C. S.; Vidal, S. V.; Siqueira-Batista, R. Bioética: afinal, o que é isto? Rev. Soc.
Bras. Clín. Méd;10(5), set-out. 2012.
Sales –Peres, S.H.C., Sales-Peres, A., Eleutério, A.S.L. , Oliveira, J.L.G. & Gigliotti, M.P.
(2011). Termo de consentimento livre e esclarecido aos usuários de clínicas odontológicas
brasileiras: aspectos éticos e legais. Ciências & Saúde Coletiva, 16 (Supl.1), 805-812.
Disponível: http://www.scielo.br/pdf/csc/v16s1/a11v16s1.pdf
Av. Ana Costa, 95 – CEP 11060-001 – Santos-SP
Tel./Fax: (13) 3878-3711/3774
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Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde
A nota final será o correspondente aos seminários + os textos elaborados pelos alunos em
cada encontro (peso 2,5 para apresentação do seminário e 2,5 pelos textos) mais a
avaliação final (peso 5).
Professores Doutores: Camila Ap. Machado de Oliveira, Daniel Araki Ribeiro, Isabel Cristina
Céspedes, Nara Rejane C. De Oliveira, Ricardo da C. Padovani
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Ementa
Tópicos Avançados: Epidemiologia e Políticas Públicas em Saúde Mental
Bibliografia
Artigos científicos de diferentes autores
Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Seminário individual
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Ementa
Métodos de estudo em Neurociências
Bibliografia
1.Princípios da Neurociência. Eric R. Kandel, James H. Schwartz,
Thomas M. Jessell. Ed. Manole. 1430 páginas. Ano 2002.
2.Cem Bilhões de Neurônios. Roberto Lent. Ed. Atheneu. 698
páginas. Ano 2002.
Testes comportamentais
Técnicas de registro fisiológico
Imageamento cerebral
Histologia e imunohistoquímica,
Neuroquímica
Biologia celular e molecular
Modelos computacionais
Conteúdo
Programático
Docentes
envolvidos
Discutir temas atuais referentes a epidemiologia e políticas públicas em saúde mental
Adriana Marcassa Tucci
Ferramentas de pesquisa para o estudo do funcionamento normal e patológico do sistema
nervoso. Trabalho em grupos multiprofissionais, com ênfase em abordagens
interdisciplinares.
Milena B. Viana e Isabel C. Céspedes
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Ementa
Epidemiologia Nutricional
Bibliografia
- KAC G, SICHIERI R, GIGANTE DP [organizadores]. Epidemiologia nutricional. Rio de
Janeiro: Editora Fiocruz/Editora Atheneu; 2007. 580 pp.
- SICHIERI, R. Epidemiologia da obesidade. Rio de Janeiro: UERJ, 1998.
- WILLETT, W. Nutritional epidemiology. Second edition. Oxford University Press, Oxford,
1998.
- CARDOSO, MA. Nutrição em Saúde Coletiva. São Paulo: Editora Atheneu; 2013.
- MEDRONHO, RA. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2008.
- Martins, Vinicius J. B. ; Toledo Florêncio, Telma M. M. ; Grillo, Luciane P. ; do Carmo P.
Franco, Maria ; Martins, Paula A. ; Clemente, Ana Paula G. ; Santos, Carla D. L. ; Vieira,
Maria de Fatima A. ; Sawaya, Ana Lydia . Long-Lasting Effects of Undernutrition.
International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 8, p. 1817-1846, 2011.
- Monteiro CA, Benicio MHD’A, Konno SC, Silva ACF, Lima ALL, Conde WL. (2009). Causas
e declínio da desnutrição infantil no Brasil, 1996-2007. Revista de Saúde Pública, 43 (1): 3543.
- Monteiro CA, Benicio MHD’A, Conde WL, Konno SC, Lima ALL, Barros AJD, Victora CG.
(2010). Narrowing socioeconomic inequality in child stunting: the Brazilian experience, 19742007. Bull. WHO, 88: 305-311.
- Edmond KM, Zandoh C, Quigley MA, Amenga-Etego S, Owusu-Agyei S, Kirkwood BR.
(2009). Dalayed breastfeeding initiation increases risk of neonatal mortality. Pediatrics, 117:
380e-386e.
- Lopez-Garcia E, Schulze MB, Fung TT, Meigs JB, Rifai N, Manson JE, Hu FB. (2004).
Major dietary patterns are related to plasma concentrations of markers of inflammation and
endothelial dysfunction. Am.J.Clin.Nutr., 80: 1029-1035.
- Egger G, Swinburn B. (1997). An “ecological” approach to the obesity pandemic. BMJ, 315:
477-480.
- Monteiro CA. (2009). Nutrition and health. The issue is not food, nor nutrients, so much as
processing. Invited commentary. Public Health Nutrition, 12: 729-731.
- Boffetta P et al. (2010). Fruit and vegetable intake and overall cancer risk in the European
Prospective Investigation Into Cancer and Nutrition (EPIC). J. Natl. Câncer Inst., 102: 529537.
- Monteiro CA, Levy RB, Claro RM, Castro IRR, Cannon G. (2011). Increasing consumption
of ultra-processed foods and likely impact on human health: evidence from Brazil. Public
Health Nutrition, 14 (1): 5-13.
- Monteiro CA, Levy RB, Claro RM, Castro IRR, Cannon G. (2010). A new classification of
foods based on the extent and purpose of food processing. Cadernos de Saúde Pública, 26
(11): 2039-2049.
- Caballero B & Popkin BM. – eds. (2002). The nutrition transition: diet and disease in the
developing world. London:Elsevier Sciences. 261 p.
Discussão de artigos e prova no final da disciplina
Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Os problemas nutricionais ocupam papel central na agenda da saúde pública atual,
entretanto sua investigação constitui-se um grande desafio. Assim a compreensão da
natureza dos problemas nutricionais enfrentados pela população brasileira e a identificação
de possíveis soluções para esses problemas requerem o conhecimento do método
epidemiológico aplicado a área da Nutrição, ou seja, da epidemiologia nutricional.
Daniel Henrique Bandoni (responsável).
Semiramis Martins Alvares Domene
Paula Andrea Martins
Av. Ana Costa, 95 – CEP 11060-001 – Santos-SP
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Ementa
Bibliografia
Docentes
envolvidos
Interdisciplinaridade no Ensino e na Pesquisa em Saúde
Interdisciplinaridade: questões conceituais e metodológicas. Educação Interprofissional:
emergência e implicações para a formação em saúde. Interdisciplinaridade e
interprofisionalismo: aproximações teórico-metodológicas e impactos na docência em saúde.
A perspectiva interdisciplinar e interprofissional na investigação científica e na produção de
conhecimento em ciências da saúde.
Básica
BARR, H. Interprofessional Education: today, yesterday and tomorrow. A review. 2002.
Disponível em www.caipe.org.uk/publications (Acessado em 05 de julho de 2006).
BATISTA N et al. O enfoque problematizador na formação de profissionais de Saúde. Rev
Saúde Pública. 2005; 39(2):147-161.
FOUREZ G. L’Interdisciplinaité: de quoi s´ agit-il? Bulletin ABPPC. 2003; 156: 45-56.
LENOIR, Y. De l’interdisciplinarité scolaire à l’interdisciplinarité dans la formation à
l’enseignement: un état de la question. Rev Franc Pédag. Paris, 1998; 124, juil-aout-sep:
109-135.
POMBO O. Interdisciplinaridade: conceito, problemas e perspectivas. Disponível em:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/mathesis. Acesso em: 20 jul 2005.
Complementar
BARR, H. Competent to collaborate towards a competency-based model for interprofesional
education. Journal of Interprofessional Care, 12(2): 81-188, 1998.
BATISTA, S.H.S.S. Interdisciplinaridade no Ensino Médico. Revista Brasileira de Educação
Médica. Rio de Janeiro, v 30, n1, jan/abr, 2006.
CHATTERJEE, N. Infusing the interdisciplinary into medical/health sciences education:
vitamins or vaccines? Med Educ OnLine, 2002. Disponível em www.med-ed-online.org.
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo: Paulus, 2003.
FOUREZ G. Fondements épistémologiques pour l’interdisciplinarité.. In: Lenoir Rey B.
Fazenda I (org.). Les fondements de l’interdisciplinarité dans la formation à l’enseignement.
Sherbrooke: Éditions du CRP; 2001a. p. 67-84.
FOUREZ, G. Interdisciplinarité et îlots de rationalité. Revue Candienne de l’ enseignement
des sciences, dês mathématiques et dês technologies, v 1 (3), juillet 2001. p. 341-348
FOUREZ, G. Interdisciplinarité et îlots de rationalité. Revue Candienne de l’ enseignement
des sciences, dês mathématiques et dês technologies, 2001b; 1(3): 341-348
GELLER, Z. at alii. Interdisciplinarity health profession education in rural New Mexico: 10 year
experience. Learning in Health Social Care, 2002. p. 33-46
JACQUARD, A. (1987). Language scientifique et discours politique. In: __________. (Org.)
Les scientifiques parlent. Paris: Hachette, 1987. p.11-30
LATTUCA, L. Learning interdisciplinarity: socialcultural perspectives on academic work.
Journal of Higher Education. Nov-dec, 2002; 73 (29):711-729.
McNAIR, R. The case for education health care students in professionalism as the core
content of interprofessional education. Med Educ, 2005; 39 (5), may: 456-464.
MORIN E. Sur l´interdisciplinarité. Bulletin Interactif du Centre International de Recherches et
Études
transdisciplinares,
n.
2,
juin,
1994.
Disponível
em:
http://www.nicol.club.fr/ciret/bulletin/b2.htm Acesso em: 22 jul 2005.
POMBO O. Interdisciplinaridade e Integração dos Saberes. Liinc em Revista 2005.
Disponível em: http://www.liinc.ufrj.br/revista. Acesso em: 19 jul 2005.
ZWARENSTEIN M, REEVES S, BARR H, HAMMICK M, KOPPEL I, ATKINS J.
Interprofessional education: effects on professional practice and health care outcomes
(Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 4, 2007. Oxford: Update Software
ZWARENSTEIN M, STEPHENSON B, JOHNSTON L. Case management: effects on
professional practice and health care outcomes (Protocol for a Cochrane Review). In: The
Cochrane Library, Issue 4, 2007. Oxford: Update Software
Prof. Dr. Nildo Alves Batista e Profa. Dra. Sylvia Helena Batista
Av. Ana Costa, 95 – CEP 11060-001 – Santos-SP
Tel./Fax: (13) 3878-3711/3774
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Completo
da
Disciplina
Ementa
Bibliografia
Estatística
Introdução à análise estatística. Desenhos de estudos em ciências da saúde. Resumo e
apresentação de dados. Medidas de tendência central e de dispersão. Medidas de
associação e de risco. Probabilidade e inferência estatística. Testes de hipóteses e Intervalo
de Confiança. Testes de comparação entre dois ou mais grupos
Rosner, B. (1986). Fundamentals of Bioestatistics. 2 ed. Massachusetts: PWS Publishers.
Vieira S. (1980). Introdução à Bioestatística, Editora Campus.
Morettin, P.A., Bussab, W.O. (2003) Estatística Básica. 5 ed. São Paulo: Saraiva.
Docentes
envolvidos
Nome
completo da
disciplina
Ementa
Bibliografia
Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Neter J., Kutner, M. H., Nachtsheim, C.J., Wasserman W. (1996). Applied Linear Statistical
Models. 4 ed, Irwin.
Profa. Dra. Carine Savalli Redigolo
Tópicos especiais de Estatística - Aplicações
O objetivo do curso é analisar criticamente, do ponto de vista estatístico, artigos científicos
publicados nas áreas de pesquisa dos alunos. Interpretar resultados de análises estatísticas
da forma como são usualmente vistos nas referências adotadas. A cada encontro, será
apresentado pelos alunos um seminário, discutindo criticamente um artigo científico,
enfatizando-se as etapas do método científico, especialmente o que se refere à Estatística.
O aluno precisa ter cursado a disciplina de Estatística e ter envolvimento avançado no seu
projeto de pesquisa.
MAGALHÃES, M. N e LIMA, A.C.P. (2011). Noções de probabilidade e estatística.
EdUSP. 7a. edição.
BOTTER,D.A., PAULA, G.A., LEITE, J.G. e CORDANI,L.K. (1996). Noções de
Estatística.São Paulo. IME/USP
MOOD, A.M., GRAYBILL, F.A. e BOES, D.C.(1974). Introduction to the Theory of
Statistics. 3ª edição. São Paulo. McGraw-Hill
SOARES, J.F. e SIQUEIRA, A.L.(1999). Introdução à Estatística Médica. Belo Horizonte.
UFMG.
Apresentação dos seminários
Fábio Tadeu Montesano
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Tópicos Avançados em Ciência, democracia e saúde.
Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Apresentação de Seminários, participação em aula e ensaio final.
A produção do conhecimento científico na atualidade. Formas de difusão e apropriação do
conhecimento. O papel da autoridade cientifica na divulgação dos conhecimentos. A ciência
na sociedade democrática. A proposta de epistemologias que incluam o contexto cultural e
político da produção e reprodução do conhecimento. A produção de conhecimento e praticas
em saúde. Promoção da saúde e a construção de processos de empowerment.
Objetivo: Apresentar referencias teórico-conceituais sobre a relação entre a produção de
conhecimento cientifico e as possibilidades de fortalecimento da democracia e
empoderamento, dirigido à reflexão de práticas em saúde, saúde mental, destacando
promoção da saúde.
Bibliografia
Bibliografia:
Chalmers, A.L,- O que é ciêcia afinal? , Ed Brasiliense, 1997
Chalmers, a. L. – A fabricação da ciência, Ed. UNESP, 1994.
Kuhn, T.- A estrutura das revoluções cientificas, Perspectiva, 1998
Losee, J. Introduction histórica a La filosofia de La ciência, Madrid , Alianza Universidad,
2006.
Kitcher, P. - Science, Truth, and Democracy, Oxford University Press, 2001; paperback 2003.
Kitcher, P.Science in a Democratic Society, Prometheus Books, September 2011.
Coutellec, L. De la démocratie dans les sciences. Épistémologie, éthique et pluralisme,
Éditions Matériologiques, 2013
Souza, J. C. Filosofia, Racionalidade, democracia: os debates Rorty & Habermas. São Paulo:
Editora UNESP, 2005.
Contandriopoulos, A.P - La gouvernance dans le domaine de la santé : une régulation
orientée par la performance
10-Fisher, F– Democracy e expertise - Oxford, 2009
11-Lenk, H. Global Technoscience and Responsibility, Lit Verlag 2007
12-Le Recours aux experts, Raison et usages politiques – Doumoli, L.;Branche,S.;Robert, C.;
Warin, P. (ed), PUG, 200513-Rios, E. R.G. et al. Senso comum, ciência e filosofia - elo dos saberes necessários à
promoção da saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 12(2):501-509, 2007.
14- Medeiros, S. M. & Guimarães, J. Cidadania e saúde mental no Brasil:contribuição ao
debate. Ciência & Saúde Coletiva, 7(3):571-579, 2002.
15- Carvalho SR. Os múltiplos sentidos da categoria “empowerment” no projeto de Promoção à
Saúde. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 20(4):1088-1095, jul-ago, 2004.
16- Castiel. D. Promoção da Saúde e sensibilidade epistemológica do conceito de
‘comunidade”, Rev. Saúde Pública, 2004: 38 (5); 614-22.
17- Bagrichevsky, M. et al. Discursos sobre comportamento de risco à saúde e a moralização
da vida cotidiana. Ciência & Saúde Coletiva, 15(Supl. 1):1699-1708, 2010.
18- Matos, O. C. F. Ciência: da natureza desencantada ao reencantamento do mundo. In:
Russo, M. e Caponi, S. Estudos de filosofia e história das ciências biomédicas. São Paulo:
Discurso editorial, 2006.
19- Lacey H. Valores e atividade científica 2. Editora 34, 2010.
Prof.. Dr. Carlos Roberto de Castro e Silva- Programa Interdisciplinar em Ciências da Saúde
Profa. Dra. Marisa Russo- Filosofia-UNIFESP- Guarulhos
Professores convidados.
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Bibliografia
Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Tópicos Avançados em Saúde Urbana
Discussões sobre problemas e métodos de investigação em saúde urbana. Experiências de
intervenções em saúde no contexto urbano. Reflexão sobre a interdisciplinaridade no estudo
e no enfrentamento de problemas de saúde nas cidades.
- CAIAFFA, Waleska Teixeira; FERREIRA, Fabiane Ribeiro ; FERREIRA, Aline Dayrell;
OLIVEIRA, Claúdia Di Lorenzo; CAMARGOS, Vitor Passos; PROIETTI, Fernando
Augusto Saúde urbana: a cidade é uma estranha senhora, que hoje sorri e amanhã te
devora. Ciência & Saúde Coletiva, v.13, n.6, p.1785-1796, 2008
- FRUMKIN H, FRANK L, JACKSON R. Physical Activity, Sprawl, and Health. In:
FRUMKIN H, FRANK L, JACKSON R. Urban Sprawl and Public Health. Washington:
Island Press, 2004. p90-107.
- GALEA S & VLAHOV D (eds.) Handbook of Urban Health. Populations, Methods and
Practice. New York: Springer, 2005. 599p
- GOTLIEB R & JOSHI A. Food Justice. Cambrigde: The MIT Press, 2010. 290p
- JACOBY E; BULL F, NEIMAN A. Rapid changes in lifestyle make increased physical
activity a priority for the Americas. Revista panamericana de salud pública
2003;14(4):223-5, 226-8.
- MINAYO MCS. Saúde e Ambiente: uma relação necessária. In: CAMPOS GWS,
MINAYO MCS, AKERMAN M, JUNIOR MD, CARVALHO YM. Tratado de Saúde
Coletiva. São Paulo: Editora Hucitec; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006. p93-122.
- MIRANDA AC, BARCELLOS C, MOREIRA JC, MONKEN M (orgs.).
Território,
Ambiente e Saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2008. 272p
- MONTEIRO CA, LEVY RB, CLARO RM. CASTRO IR, CANNON G. Increasing
consumption of ultra-processed foods and likely impact on human health: evidence from
Brazil. Publ Health Nutr 2011; 14: 5-13.
- PAARLBERG R. Food Politics: what everyone needs to know. New York: Oxford
University Press, 2010. 218p
- PRATT M, JACOBY ER, NEIMAN A. Promoting physical activity in the Americas.Food
and nutrition bulletin 2004;25(2):183-93.
- RIANI COSTA, J. L. Algumas reflexões sobre cidade saudável. Saúde e Sociedade: 6
(2): p. 65-70, 1997. SANTOS, M. Pensando o Espaço do Homem. São Paulo: Edusp,
2004. 96p.
- RIBEIRO, H. (Org.) . Olhares Geográficos: meio ambiente e saúde. 1. ed. São Paulo:
SENAC, 2005. v. 1. 222 p.
- SAWAYA, A.L. (org). Desnutrição Urbana no Brasil. São Paulo: Cortez, 1997.
- VLAHOV, David; GALEA Sandro; GIBBLE, Emily; FREUDENBERG, Nicholas.
Perspectivas sobre condições urbanas e saúde da população. Cadernos de Saúde
Pública, v.21, n. 3, p.949-957, 2005
- WESTPHAL, Márcia Faria. O Movimento Cidades/Municípios Saudáveis: um
compromisso com a qualidade de vida. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2000, vol.5, n.1,
pp. 39-51. ISSN 1413-8123.
Elaboração de um dossiê sobre uma questão de saúde urbana no município de Santos
Paula Andrea Martins
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Nome
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disciplina
Nível
Característi
ca
Prérequisitos
Carga
horária
Ementa
Bibliografia
Docentes
envolvidos
Técnicas de redação para pesquisa clínica e epidemiológica
Mestrado e Doutorado
Ministrada em Ambiente Virtual de Aprendizagem (Moodle) com quatro encontros
presenciais.
1. Estar desenvolvendo pesquisa com seres humanos;
2. Ter um banco de dados preliminar de sua pesquisa;
3. Ter cursado a disciplina de bioestatística;
4. Ter acesso irrestrito à internet (Universidade e/ou domiciliar).
45h – 3 créditos
Orientações sobre como escrever os resultados de pesquisas clínicas e epidemiológicas
para publicação em periódicos científicos com seletiva política editorial bem como discussão
sobre análise e interpretação dos resultados das pesquisas, resumindo-os quando
necessário.
[1]
Foote MA. Some concrete ideas about manuscript abstracts. Chest.
2006;126(5):1375-7.
[2]
Foote MA. How to make a good first impression: a proper introduction. Chest.
2006;130(6):1935-7.
[3]
Foote MA. Why references: giving credit and growing the field. Chest.
2007;132(1):344-6.
[4]
Green J. Graphs. Chest. 2006 Aug;130(2):620-1.
[5]
Benfield JR, Feak CB. How authors can cope with the burden of English as an
international language. Chest. 2006;129(6):1728-30.
[6]
Lang T. Documenting research in scientific articles: guidelines for authors: reporting
research designs and activities. Chest. 2006 Oct;130(4):1263-8.
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Prof. Dr. Victor Zuniga Dourado
Av. Ana Costa, 95 – CEP 11060-001 – Santos-SP
Tel./Fax: (13) 3878-3711/3774
Universidade Federal de São Paulo
Campus Baixada Santista
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde
Nome
completo da
disciplina
Desenvolvi
mento
Objetivos
Biologia Celular para Profissionais da Saúde
A disciplina se constitui de Seminários apresentados pelos estudantes, mediante sorteio prévio dos
temas. Em seguida à apresentação é realizada uma discussão com a turma sobre o tópico. A dinâmica
se encerra com a apresentação (pelo mesmo estudante) de um artigo científico que integra o tema ao
contexto da saúde. O artigo, que deve ser lido por todos, aborda contextos fisiopatológicos
relacionados ao tema desenvolvido naquela aula.
Pretende-se propiciar conhecimentos atualizados da Biologia Celular aos pós-graduandos da área da
saúde, possibilitando o entendimento não apenas do funcionamento normal das células, mas uma
compreensão abrangente das disfunções celulares e sua correlação com diferentes patologias. Além
disso, pretende-se apresentar alguns esforços atuais das ciências biológicas, médicas e afins para
amenizar ou corrigir essas disfunções.
Ementa
Abordagem integrada da célula em suas dimensões bioquímica e genética. Estudo e reconhecimento
dos fenômenos celulares como base dos fenômenos sistêmicos. Compreensão da fisiologia celular
normal e alterada, com enfoque na integração entre vias bioquímicas e eventos de ordem genética.
Abordagem/discussão das descobertas recentes envolvendo alterações em diferentes dimensões da
fisiologia celular e suas consequências no desenvolvimento/curso de patologias de maior relevância
aos profissionais da saúde.
Bibliografia
- ALBERTS, B., JOHNSON, A., LEWIS, J., RAFF, M., ROBERTS, K., WALTER, P. Biologia
Molecular da Célula. 4ª ed. São Paulo: Artmed, 2004.
- LODISH, H., BERK, A., ZIPURSKY S.L., MATSUDAIRA, P., BALTIMORE, D., DARNELL, J.E.
Biologia Celular e Molecular. 5ª ed. São Paulo: Artmed, 2005.
- CAMPBELL, MARY K. Bioquímica. [Biochemistry]. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 752 p.
- NUSSBAUM, R.L., MCLNNES, R.R., WILLARD, H.F. Thampson & Thompson - Genética Médica.
6ª e 7ª. eds. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
- ARTIGOS CIENTÍFICOS: seleção de artigos das principais bases de dados, a serem apresentados
pelo estudantes na forma de seminários.
Critérios de
Avaliação
Docentes
envolvidos
Participação (10%), Seminários (50%) e discussão de artigos científicos (40%)
Prof. Dr. Odair Aguiar Junior
Profa. Dra. Gláucia Monteiro de Castro
Av. Ana Costa, 95 – CEP 11060-001 – Santos-SP
Tel./Fax: (13) 3878-3711/3774
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Ementas das disciplinas - 2º semestre de 2013