Universidade Federal de São Paulo
Biblioteca da Escola de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas
BOLETIM INFORMATIVO DE NOVAS AQUISIÇÕES Nº46
DESTAQUES
Livro: Profª. Letícia Squeff
Squeff, Letícia. Uma galeria para o Império: a Coleção Escola
Brasileira e as origens do Museu Nacional de Belas Artes. São Paulo:
EDUSP, 2012. 199 p. il. (principalmente color.). ISBN 9788531413773.
Acesse o Currículo Lattes de Leticia Squeff
Resumo:
Neste livro, Leticia Squeff se debruça sobre a criação da Academia
Imperial de Belas Artes, partindo estrategicamente da reconstrução do
conjunto de obras apresentado na 25ª Exposição Geral da Academia.
Identificadas e reunidas num cuidadoso esforço, as obras revelam a
consistência da Coleção Escola Brasileira de 1879. Aprofundando o
estudo na vida política e cultural do século XIX, a autora analisa os
propósitos que estavam em jogo para se criar uma instituição como a
Academia Imperial, a importância que teve para a formação artística
brasileira, e como essa prática expositiva traz consigo conhecimento e
poder. Mais do que uma nova leitura sobre cada obra, a autora
destaca os critérios que a Academia adotava para compor sua
coleção, bem como a importância do gosto público, que
desempenhava um relevante papel nessa eleição.
Livro: Profª. Márcia Jacomini
Jacomini, Márcia Aparecida. Educar sem reprovar. São Paulo:
Cortez,
2010.
264
p.
ISBN
9788524916540.
Acesse o Currículo Lattes de Márcia Aparecida Jacomini
Livro: Prof. Marcos Cezar de Freitas
Freitas, Marcos Cezar de. O aluno-problema: forma social,
ética e inclusão. São Paulo: Cortez, 2012. 127 p. (Educação &
saúde ; v.1). ISBN 9788524917509. A biblioteca possui a 1.
reimpressão de 2013; Inclui bibliografia (p. 119-127).
Acesse o Currículo Lattes de Marcos Cezar de Freitas
Livro: Prof. Pedro Fiori Aramtes
Arantes,
Pedro
Fiori.
Arquitetura
na
era
digitalfinanceira: desenho, canteiro e renda da forma. Prefácio de Sérgio
Ferro. São Paulo: Ed. 34, 2012. 367 p. il. ISBN 9788573265002.
Inclui
bibliografia
(p.
347-359)
e
índice.
Acesse o Currículo Lattes de Pedro Fiori Arantes
Resumo:
Na passagem do século XX para o XXI &madsh; mais precisamente
a partir da inauguração do Museu Guggenheim Bilbao, de Frank
Gehry, em 1997 -, o cenário da arquitetura contemporânea foi
tomado por um imaginário espetacular que, dando as costas à
vocação social da arquitetura, acompanha a lógica do capital
financeiro em sua busca do lucro máximo. Os arquitetos que tiveram
seus nomes lançados às alturas nas últimas décadas - Gehry, Peter
Eisenman, Rem Koolhaas, Norman Foster, Zaha Hadid, Herzog & de
Meuron e outros - pautam seus projetos pelo avesso dos preceitos
modernistas de racionalidade e universalidade: são as propriedades
intrínsecas da forma, desvinculada do trabalho e expandida até o
limite de sua materialidade, que conferem valor à obra.. Em
Arquitetura na era digital-financeira, Pedro Fiori Arantes investiga o
sentido plástico, econômico e político dessas formas únicas, detémse em seu processo produtivo - as novas modalidades de projeto
digital e as transformações do canteiro de obras -, e examina as
condições de circulação, consumo e distribuição que tornaram
possível essa arquitetura do excesso e da exceção.
Livro: Prof. Alexandre Filordi de Carvalho
Carvalho, Alexandre Filordi de. Foucault e a função-educador. 2.
ed. Ijuí, RS: Editora Unijuí, 2014. 160 p. (Fronteiras da educação).
ISBN
9788541900973.
Acesse o Currículo Lattes de Alexandre Filordi de Carvalho
Este livro busca pensar as formas e os modos pelos quais o
educador se coloca como sujeito diante de outros sujeitos afetando e sendo afetado, subjetivando e sendo subjetivado,
formando e sendo formado. Constituir-se como sujeito de ação na
função-educador também implica o exercício de destruição de
todo homopedagogismo, pois tudo o que é possível de ser feito
está diante de nós mesmos. É urgente, entretanto, contrapor-se à
estabilidade de toda destinação das verdades presentes na
formação humana. É possível, em alguma medida, uma educação
heterotópica? É possível uma educação voltada para a
constituição de sujeitos ativos, emancipados, críticos? São
possíveis práticas pedagógicas desviantes, a fim de produzir
experiências de liberdade no cotidiano escolar? É possível que a
formação humana conte mais com a subjetividade de cada um do
que com os vínculos de saberes-poderes de conduções
sujeitantes?.
Organização de Livro: Profª Letícia Squeff
Kovensky, Julia; Squeff, Letícia (orgs.). Araújo PortoAlegre: singular & plural. São Paulo: IMS, 2014. 365 p. il.
(principalmente
color.).
ISBN
9788583460046.
Acesse o Currículo Lattes de Leticia Squeff
Resumo:
O catálogo da exposição homônima 'Araújo Porto-Alegre Singular e Plural' reúne imagens das obras de Porto-Alegre, uma
seleção com seus escritos e uma cronologia, além de artigos
sobre diversos aspectos da atuação do artista, feitos por
especialistas convidados. O catálogo traz ainda reproduções facsimilares do álbum do Instituto Moreira Salles e do Álbum de
pinta-monos.
Capítulo de Livro: Profª. Elaine Dias
Dias, Elaine. OS retratos de D. Pedro I e D. João Vi no acervo do Museu Paulista. In: Valle,
Arthur; Dazzi, Camila; Portella, Isabel (orgs.). Oitocentos:intercâmbios culturais entre Brasil e
Portugal. Seropedica, RJ: Editora da UFRRJ, 2013. p. 177-188. ISBN 9788580670455.
Acesse o Currículo Lattes de Elaine Dias
Capítulo de Livro: Profª Letícia Squeff e Prof. Jens Baumbargen
Baumgarten, Jens; Squeff, Leticia. Bildende Kunst 19. Jh.. In: Hensel, Silke; Potthast,
Barbara (Hg.). Das Lateinamerika-Lexikon. Wuppertal: Peter Hammer Verlag, 2013. p.
32-34.
ISBN
9783779504740.
Acesse
o Currículo
Lattes
Acesse o Currículo Lattes de Jens Baumgarten
de
Leticia
Squeff
NOVAS AQUISIÇÕES
Camões, Luis de. Os Lusíadas: antologia. [organizada e
comentada por] Evanildo Bechara & Segismundo Spina. [3.
ed.]. São Paulo: Ateliê, 2001. 240 p. il. ISBN 8585851546.
The Joint Association of Classical Teachers' Greek
Course. Reading Greek: grammar and exercises. 2nd ed.
Cambridge: Cambridge University Press, c2007. xv, 543 p.
ISBN 9780521698528.
Resumo:
First published in 1978, Reading Greek has become a bestselling one-year introductory course in ancient Greek for
students and adults. It combines the best of modern and
traditional language-learning techniques and is used widely
in schools, summer schools and universities across the
world. It has also been translated into several foreign
languages. This volume provides full grammatical support
together with numerous exercises at different levels. For the
second edition the presentations of grammar have been
substantially revised to meet the needs of today's students
and the volume has been completely redesigned, with the
use of colour. Greek-English and English-Greek
vocabularies are provided, as well as a substantial
reference grammar and language surveys. The
accompanying Text and Vocabulary volume contains a
narrative adapted entirely from ancient authors in order to
encourage students rapidly to develop their reading skills,
simultaneously receiving a good introduction to Greek
culture.
Sader, Emir. A nova toupeira: os caminhos da esquerda
latino-americana. São Paulo: Boitempo, 2009. 190 p. ISBN
9788575591314.
Resumo:
A América Latina irrompe o século XXI diante de um novo
dilema. Se a independência e os projetos nacionalistas
estiveram na ordem do dia em outros momentos históricos,
hoje o desafio é superar as políticas falidas do
neoliberalismo. Esse é o ponto de partida de Emir Sader,
em A nova toupeira, os caminhos da esquerda latinoamericana. A toupeira, animal com problemas de visão,
circula embaixo da terra sem fazer alarde e surge onde
menos se espera. Sua figura aparece em obras de
pensadores tão díspares quanto Shakespeare e Marx.
Segundo Sader, ―tal imagem remete às incessantes
contradições intrínsecas do capitalismo, que não deixam de
operar, mesmo quando a ―paz social‖ – a das baionetas, a
dos cemitérios ou a da alienação – parece prevalecer‖.
Como aponta o autor, na virada para do terceiro milênio a
América Latina surpreende o mundo ao contestar o modelo
que até então reinava absoluto. Assim, foram eleitos os
presidentes Hugo Chávez na Venezuela (1998), Lula no
Brasil e Néstor Kirchner na Argentina (2003), Tabaré
Vázquez no Uruguai (2004), Evo Morales na Bolívia (2006),
Daniel Ortega na Nicarágua e Rafael Correa no Equador
(2007) e Fernando Lugo no Paraguai (2008).
Paralelamente, ―a proposta norte-americana de um tratado
de livre-comércio para as Américas, aprovada quase
unanimemente em 2000, foi rejeitada e enterrada em
2005‖.
Martin Peris, Ernesto; Sans Baulenas, Neus. Gente: curso
de español basado en el enfoque por tareas. Nuev. ed.
Barcelona: Difusion, c2004. v. 1, alum.. 165 p. il.
(principalmente color.). ISBN 9788484431381. Acompanha
CD de áudio - Pedir no Balcão de Empréstimos - Anotar CD
0414 / c2004.
Martin Peris, Ernesto; Martínez Gila, Pablo; Sans Baulenas,
Neus.Gente: curso de español basado en el enfoque por
tareas. Nuev. ed. Barcelona: Difusion, c2004. v. 1, trab..
128 p. il. (principalmente color.)
ISBN 9788484431398. - Anotar CD 0415 / c2004.
Maiakovski,
Vladimir. Mistério-Bufo: representação
heroica, épica e satírica de nossa época. [Mistiéria-buff].
Tradução, posfácio e notas: Arlete Cavaliere. São Paulo:
34, 2012. 200 p. (Coleção Leste). ISBN 9788573265088.
Resumo:
Mistura de comédia, crítica social e crônica paródica da
história contemporânea, 'Mistério-bufo' pode ser lida, entre
outras coisas, como uma narrativa alegórica do processo
revolucionário na Rússia. Combinando alusões à Bíblia
com cenas e rimas das mais inusitadas - marcas de
oralidade que ele resgata do teatro de feira e do circo -,
Maiakóvski traça um retrato vertiginoso e bem-humorado
de um tempo que se propôs a reinventar radicalmente a
vida.
Turgueniev,
Ivan
Sergeievitch. Memórias
de
um
caçador. Tradução, posfácio e notas: Irineu Franco
Perpetuo. Säo Paulo: 34, 2013. 488 p. (Leste). ISBN
9788573265439.
Tolstoi, Leão, graf. A Sonata a Kreutzer. [Kreitzerova
sonata]. Tradução, posfácio e notas: Boris Schaiderman. 2.
ed. São Paulo: 34, 2010. 120 p. (Leste). ISBN
9788573263909.
Resumo:
O tema da infidelidade no casamento já havia ocupado Lev
Tolstói na década de 1870, quando redigiu 'Ana Karênina',
uma de suas obras-primas. Em 'A Sonata a Kreutzer', que
veio à luz mais de dez anos depois, o tema retorna com
uma intensidade fora do comum, potencializada pelos anos
de crise religiosa do escritor. Aqui, para além da questão
da fidelidade no matrimônio, Tolstói investiga de forma
aguda o desequilíbrio nas relações entre homens e
mulheres, e a hipocrisia de que se reveste o
comportamento sexual em sociedade.
Gogol, Nikolai Vassilievitch. O capote, e outras
histórias. Tradução, posfácio e notas: Paulo Bezerra. 2.
ed. Säo Paulo: 34, 2011. 220 p. (Leste). ISBN
9788573264562.
Resumo:
Este volume apresenta ao leitor um panorama da obra
gogoliana, ao trazer, ao lado de algumas de suas histórias
mais conhecidas ('O capote', 'O nariz' e 'Diário de um
louco'), duas narrativas 'folclóricas', do ciclo ucraniano ('Viy'
e 'Noite de Natal').
Dostoievski, Fiodor. Gente pobre: romance. [Biednie liudi].
tradução, posfácio e notas Fátima Bianchi. São Paulo: 34,
c2009. 183 p. (Leste). ISBN 9788573264333.
Dostoievski, Fiodor. O idiota: romance em quatro partes.
[Idiot]. Tradução, prefácio e notas Paulo Bezerra, Desenhos
Oswaldo Goeldi. 3. ed. São Paulo: 34, c2010. 683 p. il.
(Leste). ISBN 9788573262551.
Dostoievski, Fiodor. Um jogador: apontamentos de um
homem moço. [Igrok]. tradução, posfácio e notas Boris
Schnaiderman, Xilogravuras Axl Leskoschek. 3. ed. São
Paulo: 34, c2011. 225 p. il. (Leste). ISBN 9788573263107.
Dostoievski, Fiodor. Memórias do subsolo. [Zapiski iz
podpol'ya]. tradução, posfácio e notas Boris Schnaiderman.
6. ed. São Paulo: 34, c2009. 225 p. il. (Leste). ISBN
9788573261851.
Dostoievski, Fiodor. A senhoria: novela. [Khoziaika].
Tradução, posfacio e notas: Fatima Bianchi, Gravuras:
Paulo Camillo Penna. 2. ed. São Paulo: 34, 2011. 139 p. il.
ISBN 9788573263558.
Homero. Ilíada. Tradução e prefácio de Frederico Lourenço
; introdução e apêndices de Peter Jones ; introdução à
edição de 1950 E. V. Rieu. São Paulo: Penguim Classics
Companhia das Letras, 2013. 715 p. ISBN 9788563560568.
Resumo:
Primeiro livro da literatura ocidental, a Ilíada parece se
tratar, pelo título, apenas de um breve incidente ocorrido no
cerco dos gregos à cidade troiana de Ílion, a crônica de
aproximadamente cinquenta dias de uma guerra que durou
dez anos. No entanto, graças à maestria de seu autor, essa
janela no tempo se abre para paisagens vastíssimas,
repletas de personagens e eventos que ficariam marcados
para sempre no imaginário ocidental. É nesse épico
homérico que surgem figuras como Páris, Helena, Heitor,
Ulisses, Aquiles e Agamêmnon, e em seus versos somos
transportados diretamente para a intimidade dos deuses,
com suas relações familiares complexas e às vezes
cômicas. Mas, acima de tudo, a Ilíada é a narrativa da
tragédia de Aquiles. Irritado com Agamêmnon, líder da
coalizão grega, por seus mandos na guerra, o célebre
semideus se retira da batalha, e os troianos passam a
impor grandes derrotas aos gregos. Inconformado com a
reviravolta, seu escudeiro Pátroclo volta ao combate e
acaba morto por Heitor. Cegado pelo ódio, Aquiles retorna
à carga sedento por vingança, apesar de todas as
previsões sinistras dos oráculos. Esta edição em versos da
Ilíada, com tradução do helenista português Frederico
Lourenço, é acompanhada de textos introdutórios, uma lista
das principais personagens e alianças bélicas e mapas que
ajudam o leitor a compreender a complexa geografia
homérica..
Gogol, Nikolai Vassilievitch. Tarás Bulba. tradução,
posfácio e notas Nivaldo dos Santos. 2. ed. São Paulo: 34,
2011. 170 p. (Leste). ISBN 9788573263862.
Lyons,
John. Introduction
to
theoretical
linguistics. Cambridge: Cambridge University Press, 1969.
519 p. ISBN 0521095107.
Mandelstam, Ossip. O rumor do tempo, e Viagem à
Armênia. [Chum Vriemeni ; Putechestvie v Armeniyu].
tradução Paulo Bezerra. São Paulo: 34, 2000. 159 p.
(Leste). ISBN 8573261641.
Teresia de Spiritu Sancto. Edith Stein: the life of a
philosopher and Carmelite : text, commentary and
explanatory notes. Washington: ICS Publications, 2005.
371 p. ISBN 0935216367.
Bouflet, Joachim.. Edith Stein: philosophe crucifiée . Paris:
Presses de la Renaissance, 1998. 279 p. ISBN
2856167004.
Soussloff,
Catherine
M. The
absolute
artist: the
historiography of a concept. Minneapolis: University of
Minnesota Press, 1997. 204 p. ISBN 0816628971.
Alvar, Carlos; Mainer, Jose-Carlos; Navarro Duran,
Rosa. Breve historia de la literatura espanola. Madrid:
Alianza, c1997. 759 p. (El libro de bolsillo. Literatura
española ; 5980). ISBN 9788420634036. A biblioteca
possui a 8. reimpressão de 2011.
Resumo:
Este volumen ofrece un panorama completo de la historia
de la literatura española desde sus orígenes hasta la
actualidad. En él se explican las corrientes literarias que
han cruzado nuestra cultura, se comentan las obras más
destacadas escritas en español y se habla de los autores y
de su formación intelectual, sin olvidar el entorno social o
político que hizo posible en un momento dado la aparición
de una obra concreta. Todo ello con la amenidad de un
libro destinado a estudiantes y lectores curiosos. Carlos
Alvar (catedrático de la Universidad de Alcalá) se ha
ocupado de la Edad Media, mientras que Rosa Navarro
(catedrática de la Universidad de Barcelona) ha llevado a
cabo la parte correspondiente a los Siglos de Oro, y José
Carlos Mainer (catedrático de la Universidad de Zaragoza)
la que se refiere a los siglos XVIII, XIX y XX.
Bazin, André. O que é o cinema?. Tradução: Eloisa Araújo
Ribeiro, Apresentação e apêndice: Ismail Xavier. São
Paulo: Cosac Naify, 2014. 413 p. il. (Cinema, teatro e
modernidade ; 18). ISBN 9788540505629. Título original:
Qu'est-ce que le cinéma?.
Resumo:
Clássico dos clássicos entre os escritos sobre cinema, este
livro é uma aula sobre a sétima arte e suas relações com
fotografia, teatro e literatura, e, sobretudo, uma escola
definitiva sobre o fazer crítico. A variedade de temas caros
à história do cinema neste volume indica a versatilidade e
generosidade de André Bazin. Com um estilo claro e
acessível, ele transita da escola italiana e soviética ao
universo do western e das pin-ups, e merecidamente
transformou-se num dos maiores críticos modernos. Um
dos fundadores da Cahiers du Cinéma, Bazin escreveu no
contexto da cinefilia parisiense do pós-guerra, em contato
com os principais cineastas que produziam no período –
entre eles, os jovens que, tomando-o como mentor,
formariam a Nouvelle Vague. Esta edição, revista e
ampliada, recupera textos fundamentais – principalmente
sobre o neorrealismo – e apresenta o artigo do crítico e
professor de cinema Ismail Xavier, ―Bazin no Brasil‖.
Motta-Roth,
Désirée;
Hendges,
Graciela
Rabuske. Produção textual na universidade. São Paulo:
Parábola, 2010. 167 p. il. (Estratégias de ensino ; 20). ISBN
9788579340253. Inclui bibliografia.
Resumo:
Este livro adota a abordagem sociointeracionista do
letramento científico e se concentra no desenvolvimento de
competências escritas do aluno para interagir com o mundo
na posição de escritor e leitor de textos científicos. Sua
pedagogia está focada no uso da linguagem para
determinada 'ação acadêmica' de avaliar, relatar ou
descrever informações e dados gerados em pesquisa, para
influenciar o leitor e, consequentemente, a prática acadêmica subsequente de pesquisa e de publicação em nível
científico-acadêmico.
Roio, Marcos del (org.). György Lukács e a emancipação
humana. Autores: Antonio Infranca, Antonio Rago Filho,
Arlenice Almeida Silva [et al.]. 1. ed. Säo Paulo: Boitempo,
2013. 268 p. ISBN 9788575593448.
Resumo:
A proposta deste livro é contribuir para o resgate da
problemática teória e prática proposta pela obra de Lukács
e para a difusão de suas ideias entre as novas gerações.
Erler, Michael. Platão. 1. ed. São Paulo ; Brasília:
Annablume ; Universidade de Brasília, 2013. 410 p.
(Coleção Archai: as origens do pensamento ocidental).
ISBN 9788523010379.
Resumo:
Neste livro, Michael Erler nos introduz, com uma
combinação de rigor e sensibilidade didática, na vida e nos
escritos do filósofo grego, interpretando em pormenor as
obras e delineando os questionamentos que ela herdaria à
posteridade.
Freitas, Marcos Cezar de. As asas do burro de
Einstein: Memórias de um sobrevivente do bullying.
Ilustrações, Rodrigo Abrahim. São Paulo: Cortez, 2011. 79
p. ISBN 9788524917585.
Resumo:
Descubra neste livro como pequenos fatos podem se
transformar em grandes gestos de violência e intolerância.
Nas memórias da personagem que relembra a experiência
de bullying que viveu, perseguição sofrida por meses e
meses, podemos encontrar situações que estão presentes
no nosso dia a dia, bem perto de nós. Quando prestamos
atenção no sofrimento alheio, aprendemos a perguntar se
não podemos colaborar para que alguns fatos não mais se
repitam..
Mugnaini Jr., Ayrton. Adoniran: dá licença de contar --. 2.
ed. São Paulo: 34, 2013. 252 p. il. (Todos os cantos). ISBN
8573262532. "Discografia de Adoniran Barbosa": p. 201216.; "Filmes": p. 237-240.; Includes bibliographical
references (p. 244-245) and index..
Almeida, Geraldo Peçanha de. Teoria e prática em
psicomotricidade: jogos, atividades lúdicas, expressão
corporal e brincadeiras infantis. 7. ed.. Rio de Janeiro: WAK
Editora, 2014. 159 p. ISBN 9788588081437.
Resumo:
Este livro procura mostrar que, mesmo nas séries mais
avançadas, pode-se (e deve-se) pensar no homem
completo, construir o homem integral e viver as dimensões
da multiplicidade e da biodiversidade. Reconhecer o próprio
corpo é uma maneira positiva de encontrar o outro. Todo
livro que se propõe apresentar práticas para execução
diárias na sala de aula corre o risco de ser mal
interpretado, de ser tido como receituário e, portanto,
fechado demais. A proposta do autor é apresentar uma
prática em psicomotricidade que possa ser aplicada em
clínicas, centros de formação e de reequilíbrio corporal e
principalmente sala de aula. Tudo com a intenção de ser
apenas uma referência, não uma fórmula. As propostas
apresentadas neste livro podem ser adaptadas,
reformuladas ou justapostas a outras tantas formas de
trabalho e também outras maneiras de pensar e de
construir dinâmicas de elaboração psicomotora..
Tolstoi, Leão, graf. A morte de Ivan Ilitch. [Smiert Ivana
Ilhitcha]. Tradução, posfácio e notas Boris Schnaiderman,
Texto em apêndice Paulo Rónai. 2. ed. São Paulo: 34,
c2009. 92 p. (Leste). ISBN 9788573263596. Lev.
Turgueniev, Ivan Sergeievitch. Rúdin. Tradução, posfácio e
notas: Fátima Bianchi. Säo Paulo: 34, 2012. 200 p. (Leste).
ISBN 9788573265019.
Lipovetsky, Gilles. O império do efêmero: a moda e seu
destino nas sociedades modernas. Tradução: Maria Lucia
Machado. São Paulo: Companhia de Bolso, 2009. 347 p.
ISBN 9788535915129. A biblioteca possui a 2. reimpressão
de 2011; Inclui bibliografia.
Resumo:
Como se explica que a moda seja um fenômeno
essencialmente ocidental e moderno? Quais os grandes
momentos históricos, as grandes estruturas que
determinaram a organização social das aparências?
Elaborando uma verdadeira arqueologia do frívolo e do
efêmero, uma reflexão que ultrapassa a lógica do
diferenciamento social, neste livro o filósofo francês Gilles
Lipovetsky confere à moda um caráter libertário, faz dela
signo das transformações que anunciaram o surgimento
das sociedades democráticas.
Rancière, Jacques. O espectador emancipado. [Le
spectateur émancipé]. Tradução de Ivone C. Benedetti. São
Paulo: Martins Fontes, 2012. 128 p. ISBN 9788578275594.
Resumo:
Examinando algumas formas e debates da arte do início do
século XXI, este livro tenta responder às seguintes
perguntas - O que entender por arte política ou política da
arte?; Em que ponto as pessoas estão em relação à
tradição da arte crítica e ao desejo de pôr a arte na vida?;
Como a crítica militante da mercadoria e da imagem se
tornou afirmação melancólica da onipotência destas ou
denúncia reacionária do 'homem democrático'?..
Grillo, José Geraldo C.; Funari, Pedro Paulo A.; Carvalho,
Aline V. de (orgs.). Os caminhos da arqueologia clássica
no Brasil. São Paulo: Annablume, 2013. 179 p. (História e
arqueologia em movimento). ISBN 9788539105595.
Acesse o Currículo Lattes de José Geraldo Costa Grillo
Resumo:
O livro, que o leitor tem em mãos é, por sua natureza
documental, de suma importância para a história da
Arqueologia Clássica no Brasil, pois vem o primeiro
mapeamento desta área de conhecimento no país, que
coloca em evidência tanto o desenvolvimento desta
disciplina, quanto o processo formativo de seus
pesquisadores; em suma, uma fonte imprescindível para o
estudo historiográfico.Composto por uma Introdução, na
qual os organizadores apresentam sua concepção e
escopo, um Prefácio de José Remesal-Rodriguez,
professor catedrático da Universidade de Barcelona,
Espanha, que tece suas Considerações sobre os estudos
da Antiguidade Clássica no Brasil, destacando o
dinamismo, a diversidade e as peculiaridades, que
caracterizam a Ciência da Antiguidade brasileira, e pelos
Depoimentos de quatro gerações de pesquisadores, "que
devotaram (e, que devotam!) suas vidas ao estudo da
Arqueologia Clássica por meio da análise da cultura
material das sociedades que usaram os idiomas grego e
latino"; cujo intuito foi o de "registrar as memórias de
significativos percursos na área, apontando suas
referências, motivações, métodos, produtos, dificuldades e
possibilidades de desenvolvimento" (Introdução)..
Pereira,
José
Matias. Manual
de
gestão
pública
contemporânea. São Paulo: Atlas, 2012. 310 p. ISBN
9788522469291.
Resumo:
O livro pretende reforçar e destacar alguns temas sobre a
administração pública no Brasil, além de examinar as
funções do Estado e as especificidades da gestão pública,
especialmente após a Constituição Federal de 1988.Essas
funções estão divididas em quatro grandes setores - as
funções de Estado stricto sensu orientadas para a
manutenção da ordem interna, defesa do território,
representação externa, provimento da justiça, tributação e
administração dos serviços que presta; as funções
econômicas, que cuidam da criação e administração da
moeda nacional, regulamentação dos mercados e
promoção do desenvolvimento planejamento, geração de
incentivos e estímulos, construção de infraestrutura em
setores estratégicos, entre outros; as funções sociais
destinadas ao provimento universal dos bens sociais
fundamentais, como saúde, educação, habitação,
alimentação, redes de proteção social; e as funções
destinadas à preservação do meio ambiente. Esta obra
possui como objetivo permitir que os interessados no tema
- governo e administração pública - possam ampliar o nível
de compreensão de como ocorrem os processos e
procedimentos de gestão no âmbito da administração
pública no Brasil..
Ramos, Fernão Pessoa. Mas afinal- o que é mesmo
documentário?. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2013. 447 p.
ISBN 9788573596847.
Resumo:
Material de referência para iniciantes e profissionais, este
livro traz informações técnicas, estilísticas e de análises
fílmicas acuradas sobre produções documentárias
nacionais e estrangeiras, constituindo-se em uma leitura
para todos os interessados em cinema bem-feito.
Brait, Beth (org.). Bakhtin: outros conceitos-chave. [2. ed.].
São Paulo: Contexto, 2006. 263 p. il. ISBN 8572443320. A
biblioteca possui a 1. reimpressão da 2. ed. de 2014.
Resumo:
Este segundo volume recupera outros conceitos que
continuam produzindo conhecimento nos estudos
linguísticos e literários e nas ciências humanas de maneira
geral. Para professores e estudantes de letras e linguística,
este livro traz importante contribuição para a compreensão
da arquitetura bakhtiniana.
Araújo, Luciana Corrêa de. Joaquim Pedro de
Andrade: primeiros tempos. São Paulo: Alameda, 2013.
290 p.
Resumo:
Neste livro, a autora introduz o leitor às primeiras obras do
diretor de cinema Joaquim Pedro, quando ele se dedica a
dominar a linguagem cinematográfica, que, mais tarde, irá
reinventar. A autora, nesta obra, não deixa de indagar a
coerência do percurso do cineasta, cujo nome esteve
ligado ao Cinema Novo, proporcionando uma reflexão
sobre sua filmografia. A pesquisadora procura não se
limitar a focalizar os passos iniciais de Joaquim Pedro no
campo da sétima arte, mas reconstruir uma época,
esboçando um quadro de pensamento crítico sobre cinema
no Brasil naqueles anos - tão ricos e inquietos do ponto de
vista cultural - em que o jovem diretor completava sua
formação artístico-literária e cinematográfica. Dentro desse
itinerário de formação, Luciana não só descreve e analisa
cada filme, focalizando também a recepção crítica e do
público, mas contempla ainda os momentos de concepção
e filmagem, o que vem lançar luzes sobre as obras
estudadas. Ademais, ao contextualizá-las e relacioná-las
com outras realizações de Joaquim Pedro, oferece ao leitor
um panorama da cultura e da política cultural do Brasil no
período em tela. A autora coloca ao lado de cada material
consultado não publicado em livro o arquivo em que foi
localizado..
Ruiz, João Álvaro. Metodologia Científica: Guia para
eficiência nos estudos; Contém capítulo sobre normas da
ABNT. 6.ed.. São Paulo: Atlas, 2013. 180 p. ISBN
9788522444823.
Resumo:
Sumário - Método, Economia e Eficiência nos Estudos,
Estudo pela Leitura Trabalhada, Como Elaborar Trabalhos
de Pesquisa, Diferentes Modos de Conhecer, Verdade e
Certeza, Natureza da Ciência e do Espírito Científico,
Método Científico e Legitimidade da Indução..
Urrutigaray, Maria Cristina. Arteterapia: a transformação
pessoal pelas imagens. 5. ed.. Rio de Janeiro: Wak, 2011.
163 p. ISBN 9788588081154.
Resumo:
A arteterapia, de acordo com os temas abordados neste
livro, também pode ser aplicada como princípio técnico no
desenvolvimento de cada disciplina, atuando como método
auxiliar aos temas geradores, e proporcionando a criação
de ambientes propícios à aprendizagem. O livro aborda os
seguintes tópicos - Universo da Arte como Abordagem
Simbólica; Arte como Método Terapêutico; Arteterapia - Um
instrumento de Desenvolvimento Pessoal; O Emprego da
Cor em Arteterapia; A Individuação pelas Imagens na Arte
Terapia..
Figueiredo, Nuno Fidelino de; Giordano, Claudio
(orgs.). Fidelino de Figueiredo visto por ele e pelos
outros: Tomo I. São Paulo: Edusp, 2012. 471 p. (Coleção
Os Fundadores da USP). ISBN 9788531411892.
Resumo:
Fidelino de Figueiredo integrou o grupo de professores
europeus que ajudou a organizar a Universidade de São
Paulo e sua Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras logo
após sua fundação. Foi graças ao mestre português que se
consolidaram no Brasil os estudos de literatura e de cultura
portuguesas. Este livro é uma reunião de escritos sobre
Fidelino de Figueiredo, de autoria de escritores e homens
de pensamento de seu tempo, bem como de textos dele
mesmo sobre seus anseios e suas vocações espirituais,
nas múltiplas direções que sua obra percorreu..
Figueiredo,
Fidelino
de. Um
colecionador
de
angústias: Tomo II. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2012. 262 p.
(Coleção Os Fundadores da USP). ISBN 9788531411885.
Resumo:
Esta quarta edição de 'Um Colecionador de Angústias'
complementa o volume 'Fidelino de Figueiredo Visto por
Ele e Pelos Outros', cujo propósito é o de reavivar a figura
de Fidelino, professor da Universidade de São Paulo entre
1938 e 1951. Os textos do Apêndice que se acrescentam a
esta edição fornecem mostra do sentimento com que o 'Um
Colecionador' foi recebido à época de seu lançamento, no
início dos anos de 1950..
Kant, Immanuel, 1724-1804. Crítica da faculdade do
juízo. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2012.
410 p. ISBN 9788530935634.
García Márquez, Gabriel. Cien años de soledad. edición
de Jacques Joset . 21 ed. Madrid: Cátedra, 2014. 550 p.
(Letras hispánicas, 215). ISBN 9788437604947.
Barber, Alex. Epistemology of language. edited by Alex
Barber. Oxford: Oxford University Press, 2003. 541 p. ISBN
9780199250588.
Resumo:
What must linguistic knowledge be like if it is to explain our
capacity to use language? All linguists and philosophers of
language presuppose some answer to this critical question,
but all too often the presupposition is tacit. In this collection
of sixteen previously unpublished essays, a distinguished
international line-up of philosophers and linguists address a
variety of interconnected themes concerning our knowledge
of language..
Marie-Françoise Mortureux. La lexicologie: entre langue et
discours. 2e éd. revue et actualisée. Paris: Armand Colin,
2011. 211 p. ISBN 9702200351397.
Keck, Frédéric. Introdução a Lévi-Strauss. [Claude LéviStrauss, une introduction]. Tradução: Vera Ribeiro. 1. ed.
Rio de Janeiro: Contraponto, 2013. 392 p. ISBN
9788578660819.
Resumo:
Texto introdutório sobre uma obra que é monumento
intelectual do século XX.
Engels,
Friedrich;
Kautsky,
Karl. O
socialismo
jurídico. [Juristen-Sozialismus]. Tradução: Lívia Cotrim,
Márcio Bilharinho Naves. 2. ed. rev.. Säo Paulo: Boitempo,
2012. 77 p. (Coleção Marx-Engels). ISBN 9788575592106.
Resumo:
Escrito por Friedrich Engels e Karl Kautsky no final do
século XIX, 'O socialismo jurídico' é uma das obras mais
importantes acerca da relação entre o direito e o
capitalismo. A crítica marxista ao direito é exposta, aqui,
em suas bases mais profundas, o que fez dela um dos
pontos altos da junção entre a teoria e a intervenção
política revolucionária.
Calado, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução
musical. 2. ed. Säo Paulo: Ed. 34, 2010. 336 p. il. (Todos
os Cantos). ISBN 9788573260816.
Resumo:
Carlos Calado conta a trajetória do movimento que mudou
a MPB por meio de uma abrangente reconstituição histórica
baseada em entrevistas, pesquisa em arquivos e material
iconográfico em grande parte inédito.
Puchkin,
Aleksandr
Sergueievitch. A
dama
de
espadas: prosa e poemas. tradução Boris Schnaiderman e
Nelson Ascher. 3. ed. São Paulo: Ed. 34, 2013. 285 p.
(Leste). ISBN 9788573261332.
Durkheim, Émile, 1858-1917. O suicídio: estudo de
sociologia. [Le suicide]. Prefácio Carlos Henrique Cardim ;
tradução Monica Stahel. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2011. 513 p. il. (Biblioteca do Pensamento Moderno). ISBN
9788578273859.
Resumo:
A obra analisa as influências extra-sociais que geram o
suicídio e a natureza das causas sociais, a maneira pela
qual produzem seus efeitos e suas relações com as
situações individuais que acompanham os diferentes tipos
de suicídios. Mostra ainda em que consiste o elemento
social do suicídio, ou seja, a tendência coletiva - suas
relações com os outros fatos sociais e por que meios é
possível agir sobre ela..
Arendt, Hannah. Entre o passado e o futuro. [Between
past and future]. 7. ed. São Paulo: Perspectiva, 2013. v. 64.
348 p. (Debates. Política). ISBN 9788527301176.
Gomide, Bruno (org.). Nova antologia do conto
russo: (1792-1998). Organização, apresentação e notas
Bruno Barreto Gomide, Tradução Arlete Cavaliere ... [et al].
São Paulo: 34, 2012. 646 p. ISBN 9788573264838.
Leskov, Nikolai. A fraude, e outras histórias. Tradução,
posfácio e notas, Denise Sales, Ensaio de Elena Vássina.
São Paulo: 34, 2012. 217 p. Leste. ISBN 9788573264968.
Maiakovski, Vladimir. O que é bom, o que é
ruim. Tradução: Jorge Sallum, Tatiana Lárkina, Adaptação
para o português: Iuri Pereira, Alexandre B. de Souza,
Ilustração: Gilberto Mariotti. São Paulo: Hedra, 2012. 48 p.
il. ISBN 9788577152223.
Leite,
Rosângela
Ferreira. Nos
limites
da
exclusão: ocupação territorial, organização econômica e
populações livres pobres (Guarapuava, 1808-1878). São
Paulo: Alameda, 2010. 380 p. il. ISBN 9788579390654.
Bibliografia:
p.
335-367.
Acesse o Currículo Lattes de Rosângela Ferreira Leite
Resumo:
Neste livro, Rosângela Ferreira Leite mostra que o
propósito de colonizar as terras para além do Tibagi
ganhou nova dimensão com a vinda da família real para o
Brasil. Aos interesses de fechamento das fronteiras sulinas,
somou-se a tentativa de construção da hegemonia
portuguesa em terras americanas em período em que se
multiplicavam as alternativas políticas na América
hispânica. Em novembro de 1808, foi expedida carta régia
determinando a ocupação dos campos de Guarapuava. Em
1810, fundou-se o aldeamento de Atalaia, nas terras
conquistadas. Iniciava-se o processo de catequização dos
índios e de colonização da região. A ocupação das terras
de Guarapuava representou uma das frentes colonizadoras
da política jonina no Brasil. Em direção ao Mato Grosso e
ao Sertão do Rio Doce também seguiram expedições. O
local onde se erigiu a vila de Guarapuava tornou-se espaço
irradiador de um movimento de colonização a sudoeste da
capitania de São Paulo. A partir daquele núcleo, teve
origem o reconhecimento e domínio sobre áreas pouco
delimitadas pelos governos portugueses e espanhóis.
Ferreira, Gloria; Cotrim, Cecilia (orgs.). Escritos de
artistas: anos 60/70. [tradução Pedro Süssekind ... et al.].
Rio de Janeiro: Zahar, 2006. 461 p. ISBN 9788571109391.
A biblioteca possui a 2. reimpressão de 2012.
Resumo:
Reúne textos produzidos nos anos 60 e 70 por artistas e
grupos de variadas tendências, áreas de atuação e
nacionalidades, inclusive inúmeros brasileiros que
oferecem diversos pontos de vista e refletem o pensamento
estético contemporâneo.
Pericás, Luiz Bernardo. Os cangaceiros: ensaio de
interpretação histórica. São Paulo: Boitempo, 2010. 318 p.
ISBN 9788575591611. Bibliografia: p. [299]-313.
Resumo:
O fenômeno do cangaço ―independente‖, que começou na
segunda metade do século XIX e durou até cerca de 1940,
tendo sido extensamente estudado por diversos autores.
No entanto, boa parte destas obras é de caráter
basicamente narrativo e por vezes, escrita em linguagem
quase literária. O historiador Luiz Bernardo Pericás foi além
da constatação desta lacuna bibliográfica. O resultado
desse trabalho é agora publicado pela Boitempo no livro Os
cangaceiros – ensaio de interpretação histórica, no qual
analisa as bases históricas e a atuação dos grupos do
cangaço, como aqueles chefiados por Antonio Silvino,
Sinhô Pereira, Corisco e Lampião. Para o historiador João
José Reis, ―há tempos precisávamos de um livro que
fizesse um balanço exaustivo do que se escreveu sobre
este fascinante fenômeno social e cultural do Brasil no
século passado. Luiz Bernardo Pericás revira uma vasta
bibliografia sobre o cangaço para estabelecer uma certa
ordem, e um método, na discussão e compreensão do
mundo de Lampião e outros cangaceiros… O livro eleva a
análise do cangaço a um patamar superior e serve como
inspiração para se pensar outros tipos de banditismo,
inclusive nos dias que correm‖. O tema – já retratado de
forma literária por autores como Graciliano Ramos e José
Lins do Rego – é desenvolvido à luz de uma abordagem
multidimensional, que toma a estrutura agrária sertaneja
―como um forte elo entre a base econômica mais ampla e a
superestrutura‖, mas não se atém somente a uma
interpretação economicista, investigando outros níveis para
traçar um quadro complexo do banditismo rural nordestino.
Como aponta na orelha o também historiador Lincoln
Secco, na história do Nordeste brasileiro ―o cangaço
apareceu como a forma pela qual se moviam as
contradições típicas de uma sociedade formada por
populações errantes, pobres e vitimadas pelo mandonismo
local e marcada pela instabilidade‖. Segundo Secco, ―as
vivas descrições geográficas revelam que o autor
realmente percorreu o sertão nordestino‖, relatando ―os
casos de violência, torturas, as relações amorosas, o
cotidiano, o papel das mulheres e das crianças, a questão
racial, os hábitos alimentares, as relações políticas, o
coronelismo, as formas de combate, os armamentos e até
as malogradas tentativas dos comunistas em dar uma
direção programática para aquela forma de banditismo‖..
Squeff, Letícia. Uma galeria para o Império: a Coleção
Escola Brasileira e as origens do Museu Nacional de Belas
Artes. São Paulo: EDUSP, 2012. 199 p. il. (principalmente
color.). ISBN 9788531413773.
Resumo:
Neste livro, Leticia Squeff se debruça sobre a criação da
Academia
Imperial
de
Belas
Artes,
partindo
estrategicamente da reconstrução do conjunto de obras
apresentado na 25ª Exposição Geral da Academia.
Identificadas e reunidas num cuidadoso esforço, as obras
revelam a consistência da Coleção Escola Brasileira de
1879. Aprofundando o estudo na vida política e cultural do
século XIX, a autora analisa os propósitos que estavam em
jogo para se criar uma instituição como a Academia
Imperial, a importância que teve para a formação artística
brasileira, e como essa prática expositiva traz consigo
conhecimento e poder. Mais do que uma nova leitura sobre
cada obra, a autora destaca os critérios que a Academia
adotava para compor sua coleção, bem como a importância
do gosto público, que desempenhava um relevante papel
nessa eleição.
Tchekhov, Anton Pavlovitch. Três anos. [Tri sestri].
Tradução, posfácio e notas, Denise Sales. São Paulo: 34,
2013. 154 p. Leste. ISBN 9788573265316.
Ginzburg, Natalia. Léxico familiar. [Lessico famigliare].
tradução Homero Freitas de Andrade. São Paulo: Cosac
Naify, 2009. 237 p. (Coleção Mulheres Modernistas). ISBN
9788575038796.
Resumo:
O romance narra a infância e a juventude da escritora,
dramaturga, ensaísta e ativista política italiana Natalia
Ginzburg (1916-1991). As memórias de sua convivência
em uma família burguesa, letrada e judia, em meio ao
fascismo e à Segunda Guerra Mundial, são narradas em
estilo refinado e minimalista. Caçula de cinco irmãos, a
menina recria o passado ao lembrar das frases repetidas
em família. ―Entre nós, basta uma palavra, uma frase, para
restabelecer de imediato nossas antigas relações‖,
escreve. No decorrer da narrativa, aparecem figuras
proeminentes da cena italiana, como o editor Giulio
Einaudi, o poeta Cesare Pavese, o historiador Luigi
Salvatorelli, o escritor e pintor Carlo Levi e o industrial
Adriano Olivetti (das máquinas de escrever), tratados com
a intimidade de quem com eles conviveu. Grande sucesso
desde seu lançamento, em 1963, a obra recebeu o mais
importante prêmio literário da Itália, o Strega. Léxico
familiar é o décimo primeiro título da coleção Mulheres
Modernistas, e também o primeiro de outros quatro que a
Cosac Naify lançará da autora. A edição tem tradução e
notas de apoio de Homero Freitas de Andrade, posfácio do
crítico Ettore Finazzi-Agrò, indicações de leitura e fotos da
autora..
Tchekhov, Anton Pavlovitch. A dama do cachorrinho: e
outros contos. Organização, tradução, posfácio e notas,
Boris Schnaiderman. São Paulo: 34, 2011. 367 p. Leste.
ISBN 9788573261448.
Tchekhov, Anton Pavlovitch. O beijo: e outras histórias.
Organização, tradução, posfácio e notas, Boris
Schnaiderman. São Paulo: 34, 2010. 269 p. Leste. ISBN
9788573263404.
Badiou, Alain. A hipótese comunista. Tradução: Mariana
Echalar. São Paulo: Boitempo, 2012. 150 p. (Estado de
sítio). ISBN 9788575591949. Título original: L'hypothèse
communiste.
Resumo:
A ―hipótese comunista‖, conceito formulado pelo filósofo,
dramaturgo e militante francês Alain Badiou, inspira uma
obra homônima sobre a revitalização do comunismo e um
novo programa para a esquerda, lançada agora pela
Boitempo. Desde 2008, quando foi exposto pela primeira
vez em um artigo da New Left Review, o termo vem sendo
adotado e discutido por uma ampla gama de pensadores,
como Slavoj Žižek, Jacques Rancière, Michael Hardt,
Antonio Negri e Terry Eagleton. Considerado um dos
principais filósofos de nosso século, Badiou parte da
reflexão sobre a noção de fracasso do comunismo ¬–¬
enunciado negativo amplamente disseminado pela ―nova
filosofia‖ ocidental a partir da década de 1970 – para
defender a sua retomada. Badiou vê o fracasso como uma
trajetória, e não como o fim de uma experiência histórica.
Sua convicção se esclarece com uma comparação
científica: o ―teorema de Fermat‖ foi por três séculos um
problema matemático não resolvido, que assumiu a forma
de uma hipótese. Houve inúmeras tentativas de
justificação, de longo alcance, que não conseguiram
resolver o problema em si. ―Mas foi fundamental que a
hipótese não tenha sido abandonada durante os três
séculos em que foi impossível demonstrá-la. A fecundidade
desses fracassos, de sua análise, de suas consequências,
estimulou a vida matemática. Nesse sentido, o fracasso,
desde que não provoque o abandono da hipótese, é
apenas a história da justificação dessa hipótese‖, afirma no
prefácio. Neste volume, além de um artigo sobre Maio de
1968 e outro sobre as lições da Comuna de Paris, o leitor
encontrará o pensamento de Badiou sobre a Revolução
Cultural Chinesa e sobre seu mestre na política, Mao TséTung. Analisando detalhadamente esses três momentos, o
autor sustenta que os aparentes fracassos de
acontecimentos profundamente ligados à hipótese
comunista foram e ainda são etapas de sua história,
defende o retorno da palavra ―comunismo‖ e, com ela, da
hipótese geral que envolve seus processos políticos
efetivos. A posição da palavra, no entanto, não pode mais
ser a de adjetivo, como em ―partido comunista‖ ou ―regimes
comunistas‖. Segundo o filósofo, a forma partido, assim
como a de Estado socialista, é inadequada para garantir a
sustentação real da Ideia. Novas formas políticas, que se
referem a uma política sem partido, foram e ainda são
experimentadas. Em um paradoxo histórico, o autor aponta
que estamos mais próximos dos problemas examinados na
primeira metade do século XIX do que dos problemas
herdados do século XX. Como no início do século XIX, não
se trata da vitória da Ideia, como foi o caso, de forma
imprudente, durante parte do século XX. O que importa é
sua existência e os termos de sua formulação. Ou seja, em
primeiro lugar, é preciso dar uma sólida existência subjetiva
à hipótese comunista. ―Combinando as construções do
pensamento, que são sempre globais e universais, e as
experimentações de fragmentos de verdades, que são
locais e singulares, mas universalmente transmissíveis,
podemos garantir a nova existência da hipótese comunista,
ou melhor, da Ideia comunista, nas consciências
individuais. Podemos inaugurar o terceiro período de
existência dessa Ideia. Nós podemos, logo devemos.‖,
afirmou durante a conferência ―A ideia do comunismo‖,
realizada em Londres, no ano de 2009, cuja transcrição se
encontra no livro. Além de seus dois iniciadores (Alain
Badiou e Slavoj Žižek), participaram dessa conferência
grandes nomes da filosofia contemporânea, entre o quais
Judith Balso, Bruno Bosteels, Terry Eagleton, Peter
Hallward, Michael Hardt, Toni Negri, Jacques Rancière,
Alessandro Russo, Alberto Toscano e Gianni Vattimo. A
única condição para a participação era que, qualquer que
fosse a abordagem, eles deveriam sustentar que a palavra
―comunismo‖ pode e deve recuperar um valor positivo. O
encontro lotou um gigantesco auditório de mil lugares em
torno de uma palavra praticamente condenada à morte pela
opinião dominante há quase trinta anos. Uma surpresa
para todos, e um sintoma para Badiou..
Del Priore, Mary (org.). História das mulheres no
Brasil. Coordenação de textos: Carla Bassanezi. 10. ed.
São Paulo: Contexto, 2013. 678 p. il.. ISBN
9788572442565.
Resumo:
Este livro conta a trajetória das mulheres, desde o Brasil
colonial. Obra organizada por Mary Del Priore - da qual
participam historiadores além da escritora Lygia Fagundes
Telles - mostra como nasciam, viviam e morriam as
brasileiras no passado e o mundo material e simbólico que
as cercavam. Percebendo a história das mulheres como
algo que envolve também a história das famílias, do
trabalho, da mídia, da literatura, da sexualidade, da
violência, dos sentimentos e das representações, o livro
abarca os mais diferentes espaços (campo e cidade, norte
e sul do país) e extratos sociais (escravas, operárias,
sinhazinhas, burguesas, donas de casa, professoras,
bóias-frias)..
Pascal. OEuvres complètes Tome II. France: Gallimard,
2000. 1710 p. ISBN 2070114074.
Resumo:
Pascal ne se comporte pas en auteur, il ne construit pas
une oeuvre littéraire - il se contente de répondre aux
sollicitations de Port-Royal, et de se battre pour la vérité,
scientifique, morale, religieuse. À côté des Provinciales et
des autres polémiques religieuses, le premier volume de
cette édition des oeuvres complètes de Pascal contient des
documents sur le personnage, ses travaux touchant la
géométrie, les probabilités, l'arithmétique (dont la célèbre
'machine arithmétique') et la physique - tous textes qui,
pour être ceux d'un scientifique de génie, n'ne sont pas
moins écrits dans la langue d'un honnête homme. Outre
des Lettres, différents Opuscules et autres écrits, le tome II
et dernier contient les Pensées. Les Pensées sont les
papiers d'un mort. Non pas une oeuvre posthume. Nous
n'avons pas l'oeuvre, mais nous avons l'atelier. Depuis trois
siècles, les interprétations n'ont pas manqué. Si les
Pensées ont continué à susciter un intérêt aussi aigu, c'est
que chaque époque les a comprises de manière différente.
Puisque les Pensées sont les papiers d'un mort, il faut les
présenter dans l'état où on les a trouvées, dans le même
ordre, même si l'on n'y voit que désordre, et se laisser
prendre par leur vertige..
Puntoni, Pedro. O Estado do Brasil: Poder e política na
bahia colonial 1548-1700. São Paulo: Alameda, 2013. 342
p. ISBN 9788579391606.
Resumo:
Este livro é a reunião de sete estudos sobre a história
política (e econômica) da Bahia no século XVII. Mais
precisamente, sobre os mecanismos institucionais e as
dinâmicas políticas do sistema do governo geral. São
resultados, ainda parciais e fragmentários, de uma
investigação sobre o Estado do Brasil, buscando a
compreensão das estruturas e dinâmicas das relações
entre os poderes médios e os poderes locais na América
portuguesa. Estuda-se o sistema político do governo, a
provedoria-mor, a secretaria do Estado, assim como a
centralidade de Salvador - capital de um espaço político
que procura afirmar uma justiça própria. A fiscalidade tem
um papel importante na afirmação desse mecanismo de
poder e no seu funcionamento. A arte da guerra e as
estruturas militares são também objeto de análise. As
maneiras encontradas para abastecer a capital com
alimentos (a farinha de mandioca) e manter as tropas
ajudam também a compreender a espacialização da
economia colonial. Por fim, em um último capitulo, procurase entender o papel de Salvador como cabeça do sistema
político na crise do final do século XVII. As dificuldades na
economia do açúcar são entendidas como manifestação já
de uma crise estrutural, na qual a questão monetária ganha
centralidade e também as tentativas de mobilização de
recurso para a fortificação de Salvador. Chave do Brasil, a
fraqueza dos muros e bastiões da cidade aparece como
representação das dificuldades da economia do açúcar. A
demanda por uma moeda provincial revela como os
interesses da açucarocracia se apertavam dos interesses
da Metrópole. Como se ampliavam as relações coloniais..
Freitas, Marcos Cezar de. O aluno incluído na educação
básica: avaliação e permanência. Säo Paulo: Cortez, 2013.
V.9. 118 p. (Coleção Educação & Saúde). ISBN
9788524920165.
Resumo:
O tema da inclusão é aqui tratado a partir de um olhar para
experiências inclusivas vivenciadas por crianças e
adolescentes na escolarização básica, transitando entre os
campos da Antropologia e da Pedagogia como matrizes
analíticas. Em diálogo com os conceitos de avaliação e
vulnerabilidade, o autor propõe que sejam discutidos
caminhos construídos para a inclusão, tomando como
referência o lugar do dito incluído, e fazendo daí aflorar
evidências e dilemas que ampliam fortemente a percepção
do assunto em debate..
Geraldi, Ana Cristina; Thiers, Solange (Orgs.). Corpo e
afeto: reflexões em Ramain-Thiers. Rio de Janeiro: Wak
Editora, 2009. 239 p. ISBN 9788578540432.
Resumo:
'Corpo e Afeto - Reflexões em Ramain -Thiers' é um livro
que aborda questões sobre o ser da atualidade, suas
ações, seus pensamentos e suas emoções. A Metodologia
Ramain-Thiers, desenvolvida por Solange Thiers, tem
como base a Psicomotricidade, a Psicanálise e a Filosofia.
A visão total do ser integral, por meio do seu corpo, afetos
e ação, propicia o fazer, gerando uma sensação produtiva
de inserção social e grupal..
Peres, Clarice. TDA-H (Transtorno de Deficit de Atenção
e Hiperatividade): da teoria à prática. Rio de Janeiro: Wak
Editora, 2013. 165 p. ISBN 9788578542436.
Resumo:
Este manual propõe orientar as pessoas interessadas em
conhecer, informar-se e atuar sobre o TDA-H, facilitando
dia a dia de quem vive e convive com este transtorno.
Pensando fundamentalmente neste estado de plenitude, a
autora escreveu este manual com estratégias cognitivocomportamentais, psicoterapêuticas, pedagógicas, sociais
e transpessoais para crianças com TDA-H, com objetivo de
facilitar e potencializar sua vida..
Salvador, Nilton. Vida de Autista...: E eles cresceram. Rio
de Janeiro: Wak Editora, 2013. 181 p. ISBN
9788578542597.
Resumo:
O que está escrito nesta obra não escorrega para dentro de
um vale de lágrimas, como quando a síndrome nos obriga
a profundas transformações. É um reencontro das
condições de vida de um filho autista, face a face, onde
deixamos transparecer tudo o que sentimos em algumas
décadas, principalmente quando ocorreram desequilíbrios
das nossas emoções. O cotidiano da existência de quem
estava destinado a ser eternamente criança pela existência
de preconceitos a respeito dos autistas e das pessoas com
deficiência, aqui não encontrou abrigo como querem
aqueles que, além de não terem compromisso com a
diferença, tentaram nos levar para o imaginário social, do
'não pertencimento', ao grupo das 'pessoas negadas' sem
abertura à tolerância, porque 'Eles Cresceram'. Neste livro,
você vai sentir que está em sua casa, que é o seu lugar de
interações, troca de experiências, construção de
significados compartilhados, comportamentos, atitudes com
êxito, fracasso, rejeição e interação, lembrando que o seu
filho continua revisando o autismo para servir o progresso
da humanidade e da ciência como modelo emergente..
Dias,
Reinaldo;
Matos,
Fernanda. Políticas
Públicas: Princípios, propósitos e processos. Säo Paulo:
Atlas, 2012. 252 p. ISBN 9788522469703.
Resumo:
Este livro tem como objetivo central estudar as Políticas
Públicas, envolvendo sua conceituação, seu papel na
redefinição das funções do Estado, atores, o processo de
formulação, modelos, a formação da agenda, o significado
das parcerias, o papel do planejamento, as questões
orçamentárias, a participação social, os temas
considerados emergentes e a responsabilidade social. Sua
proposta é estudar os temas, debates e problemas
relacionados com a gestão das políticas públicas, como as
causas e consequências da ação política dos governos em
todos os níveis - federal, estadual e municipal - como se
articulam os diferentes atores, quais são as instâncias de
governo, qual é o papel da governança pública na
ampliação da participação da sociedade civil na tomada de
decisões, entre outros temas..
Prado, Maria Ligia; Pellegrino, Gabriela. História da
América Latina. Säo Paulo: Contexto, 2014. 206 p.
(História na Universidade). ISBN 9788572448321.
Resumo:
Escrito com linguagem fluente por duas professoras da
Universidade de São Paulo com relevantes estudos sobre a
América Latina, o livro oferece aos leitores uma
proximidade inédita com nossos vizinhos. Isso nos ajuda a
pensar também sobre as questões do presente e entender
as viscerais ligações históricas entre o Brasil e os demais
países latino-americanos..
Ferreira, Tânia Bessone da Cruz; Ribeiro, Gladys Sabina;
Gonçalves, Monique de Siqueira (Orgs.). O Oitocentos
entre livros, livreiros, impressos, missivas e
bibliotecas. Säo Paulo: Alameda, 2013. 261 p. ISBN
9788579392405.
Resumo:
Livros, livreiros e impressos alcançaram grande relevância
política e sociocultural no Brasil do século XIX,
principalmente com o fim da censura e o estabelecimento
dos editores na Corte imperial. Neste livro de três
importantes historiadoras brasileiras vemos como se criou,
na corte imperial, um ambiente onde a 'opinião pública'
passava a ocupar, progressivamente, a função de
legitimadora de posições políticas, incentivando o contínuo
surgimento de novos veículos de comunicação impressa no
Império do Brasil. Desta forma, no âmbito da pesquisa
historiográfica, a verificação de um contexto histórico
marcado pelo intenso fluxo de ideias, possibilitado,
sobretudo, pela crescente circulação de livros, jornais,
panfletos, estampas, almanaques, cartas, partituras de
músicas, entre outros, tem motivado a realização de
multifacetadas investigações históricas. Este livro toma
como referência as pesquisas de Robert Darnton e Daniel
Roche, onde a palavra impressa é vista como uma 'força
ativa na história' e não como um simples registro do que
aconteceu. Neste volume, foram reunidos textos dedicados
a esses temas, bem como aqueles relacionados aos
espaços de sociabilidade ao redor do livro, como
bibliotecas e livrarias..
Olivier, Lou de. Distúrbios: de aprendizagem e de
comportamento. 6. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.
154 p. ISBN 9788588081482.
Resumo:
Nesta obra, a autora une seus conhecimentos acadêmicos
em distúrbios do aprendizado à dança e ao teatro, a fim de
desenvolver um método para tratamento, controle e, em
alguns casos, cura de distúrbios de aprendizagem, de
memória, TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e de
outros distúrbios diversos. Este livro tem a finalidade de
apresentar descobertas e quebrar barreiras..
Gógol, Nikolai. Avenida Niévski. Tradução Rubens
Figueiredo. Ed. bilingue. Säo Paulo: Cosac Naify, 2012.
134 p. ISBN 9788540502208.
Resumo:
Em 'Avenida Niévski', Gógol faz deste símbolo da
modernidade de São Peterburgo um personagem. 'Avenida
Niévski' integra a Coleção Particular, marcada por projetos
gráficos que exploram a relação entre forma e conteúdo
literário. O livro traz litogravuras de 1835, que reproduzem
a paisagem da avenida de ponta a ponta. Além disso, o
texto é disposto em dois sentidos, em uma referência ao ir
e vir dos passantes. A edição tem como apêndice o texto
Notas de Petersburgo de 1836, uma crônica de Gógol
sobre a vida cultural na cidade. Os dois volumes vêm
embrulhados em uma reprodução de um jornal de 1835,
ano em que o conto foi publicado..
Hyde,
Melissa;
Ledbury,
Mark
(ed.). Rethinking
Boucher. Los Angeles: Getty Research Institute, 2006. 289
p. il. (algumas color.). (Issues and Debates). ISBN
9780892368259.
Resumo:
François Boucher (1703-1770) has suffered a curious fate:
to have been so identified with the French Rococo as to
have lost his visibility as an artist in his own right.
Rethinking Boucher reclaims the artist's individuality,
revealing not only the diversity of his talents but also the
variety of visual and intellectual traditions with which he
engaged.. Part one, "The Various Boucher," examines the
artist's identity in relation to his portraits and self-portraits,
his ingenious genre scenes, and his overlooked religious
paintings. Part two, "The Unexpected Boucher," focuses on
the network of social and cultural contexts in which the artist
functioned, including the commercial print market, the
theaters of Paris, and the contemporary textual explorations
of the exotic. The final part, "The Enlightened Boucher,"
discusses Boucher's work as a vehicle for Enlightenment
visions of the body, whether conjured by Denis Diderot and
Jean-Jacques Rousseau or Madame de Pompadour,
Boucher's most famous patron..
Cevasco, Maria Elisa. Dez lições sobre estudos
culturais. 2. ed.. São Paulo, SP: Boitempo, 2008. 188 p.
ISBN 9788575590140.
Resumo:
Em Dez lições sobre estudos culturais, Maria Elisa
Cevasco narra a trajetória de uma nova disciplina: os
estudos culturais. Ela traça o seu percurso em um mundo
cada vez mais dominado pela incapacidade de imaginar um
modo de vida diferente e, portanto, uma transformação
cultural. Ao fazer isso, a autora atesta seu potencial de
contribuição para uma possível mudança social. A obra
mostra como os estudos culturais surgiram em um
determinado ambiente sócio-histórico, suas relações com
os estudos literários, suas primeiras conquistas teóricas e
seu projeto intelectual – que inclui o estudo da cultura dita
popular e dos fenômenos da vida cotidiana -, mas reserva
espaço para um novo modo de ler a cultura erudita. Os
estudos culturais modificam não somente o que se estuda
em uma sociedade dominada pelos meios de comunicação
de massa, mas também o porquê se estuda. Em resposta à
proliferação de formas culturais em nossa sociedade
midiática, a nova disciplina expande o campo dos estudos
literários e se propõe a entender todas as formas de
produção cultural. Dez lições sobre estudos culturais
mapeia o terreno social onde surge a disciplina na
Inglaterra dos anos 1950, suas relações com a Nova
Esquerda inglesa, sua institucionalização no ensino
superior britânico e sua expansão para os Estados Unidos
e conseqüente globalização. Além disso, procura
esclarecer as implicações políticas de cada giro teórico e
avaliar a contribuição dos diferentes pensadores para o
projeto principal da disciplina: explicar o funcionamento da
cultura no mundo contemporâneo e pensar como a
produção cultural pode contribuir para tornar o mundo mais
justo e igualitário..
Vovio, Claudia Lemos; Sito, Luanda Rejane Soares; De
Grande,
Paula
Baracat. Letramentos: rupturas,
deslocamentos e repercussões de pesquisas em linguística
aplicada. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2010. 311 p.
ISBN 9788575911341.
Resumo:
Com uma história recente, no Brasil, mas já estabelecido, o
campo da Linguística Aplicada (LA) tem como objeto a
linguagem como prática social, em contextos que
transbordam aqueles previstos em processos de
aprendizagem de língua materna e de outras línguas,
caracterizando-se pela tentativa de aceder e tecer
compreensões sobre problemas sociais em que a
linguagem é central. É reconhecida, atualmente, como um
campo produtivo, transdisciplinar, que contribui com novos
modos de fazer pesquisa e de produzir e compreender a
ciência, as sociedades e os modos de ação, de ser e de
estar, no mundo de sujeitos sociais. Nesse processo de
constituição como campo de pesquisa e produção científica
é reconhecido o papel singular de Angela Kleiman e de
suas substantivas contribuições, quer na definição do lugar
da LA no território da Ciência, quer na construção de um
quadro epistemológico capaz de fornecer as chaves de
leitura e interpretação para as problemáticas e temas
focalizados..
Maia, Fred.; Contreras, Javier Arancibia; Pinheiro,
Vinicius. Plinio Marcos: a cronica dos que não tem voz.
São Paulo, SP: Boitempo, 2002. 191 p. ISBN 8585934840.
Resumo:
Traçar um perfil da obra de Plínio Marcos como cronista e
reconstituir o ambiente da cidade de Santos por meio de
entrevistas e textos foram os objetivos iniciais dos autores
de ´Plínio Marcos: a crônica dos que não têm voz´. Mais do
que isso, presentearam o leitor com saborosas e
debochadas crônicas do santista, algumas inéditas. Plínio
Marcos cedeu os originais de seus trabalhos publicados
como cronista desde 1968, arquivados em cinco pesadas
caixas, e o resultado aí está - a revelação de novos
ângulos da produção de um sujeito cuja atuação foi
fundamental para a cultura brasileira..
Harvey, David. Para entender O capital: Livro I. [A
companion to Marx's Capital]. tradução Rubens Enderle.
São Paulo, SP: Boitempo, 2013. 335 p. ISBN
9788575593226.
Resumo:
Fruto dos mais de quarenta anos de cursos sobre O capital
de Marx (livro I) lecionados pelo geógrafo marxista David
Harvey em universidades ao redor do mundo, Para
entender O capital é uma obra ao mesmo tempo sintética e
densa, uma introdução para a compreensão de O capital,
que chega em momento oportuno, de uma renovação do
interesse pela análise das obras de Marx, em busca de um
melhor entendimento das origens da falência econômica e
dos nossos problemas atuais.. Apesar de os últimos trinta
anos, mais particularmente desde a queda do muro de
Berlim e do fim da Guerra Fria, não terem sido um período
muito favorável ou fértil para a economia política marxiana,
este livro ajuda a abrir a porta para que uma geração mais
jovem, pouco familiarizada com esse pensamento, explore
por sua própria conta o legado de Marx. ―O que vejo é que
aqueles que hoje desejam ler Marx estão muito mais
interessados em engajamentos práticos; isso não significa
que tenham medo de abstrações, mas que consideram o
academicismo tedioso e irrelevante. Há muitos estudantes
e ativistas que desejam anseiam por uma forte base teórica
para melhor apreender, de modo a situar e contextualizar
seus próprios interesses e seu agir político‖, diz Harvey na
apresentação. O economista Marcio Pochmann acerta ao
comentar o livro no texto de orelha: ―O trabalho
disciplinado, incansável e pertinente do consagrado
geógrafo David Harvey sobre o primeiro volume de O
capital se torna, em sua leitura fácil e esclarecedora, um
guia para entender e desenvolver a necessária contribuição
da economia política de Karl Marx‖. Para entender O capital
é para Harvey realmente um ―guia‖ (mais do que uma
introdução ou interpretação), que tem a pretensão de
orientar uma primeira exploração da economia política de
Marx a todos que desejam trilhar esse caminho. O geógrafo
britânico encoraja o encontro pessoal do leitor com o texto
de Marx para que, da luta direta com ele, possa começar a
formar uma compreensão própria do pensamento
marxiano. Ele ainda defende que é preciso deixar de lado
preconceitos e um mundo de conotações, favoráveis ou
não, que acompanham termos como ―marxismo‖ e
―marxista‖, pois só assim o leitor poderá captar o que Marx
realmente tem a dizer. Harvey também aconselha àqueles
que tenham lido apenas excertos ou resumos d‘O capital –
não importa quão estrategicamente escolhidos – ou alguma
exposição teórica das crenças políticas de Marx, a ler o
livro como um texto integral. ―Lendo O capital como um
todo, é quase certo que você chegará a uma concepção
bastante diferente do pensamento de Marx‖, afirma. O Livro
I de O capital analisa o modo de produção capitalista do
ponto de vista da produção, não do mercado nem do
comércio global, mas exclusivamente da produção. Na
época, Marx revelou uma grande compreensão daquilo que
faz o capitalismo crescer do modo como cresce. ―Para
Marx, um conhecimento novo surge do ato de tomar blocos
conceituais radicalmente diferentes, friccioná-los uns contra
os outros e fazer arder o fogo revolucionário. E é o que ele
faz n‘O capital: combina tradições intelectuais divergentes
para criar uma estrutura completamente nova e
revolucionária para o conhecimento‖, conclui o professor..
Saes,
Sílvia
Faustino
de
Assis.. Percepção
e
imaginação. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. 6. 75
p. (Filosofias: O prazer de pensar). ISBN 9788578273446.
Resumo:
O exercício do pensamento é algo muito prazeroso, e é
com essa convicção que o convidamos a viajar conosco
pelas reflexões de cada um dos volumes da coleção
"Filosofias: o Prazer do Pensar". Ela se destina tanto
àqueles que desejam iniciar-se nos caminhos das
diferentes filosofias, como àqueles que já estão habituados
a eles e querem continuar o exercício da reflexão. Também
se destina a professores e estudantes, pois está
inteiramente de acordo com as orientações curriculares do
Ministério da Educação para o Ensino Médio e com as
expectativas dos cursos básicos das faculdades brasileiras.
E falamos de "filosofias", no plural, pois não há apenas
uma forma de pensamento; há um caleidoscópio de cores
filosóficas muito diferentes e intensas..
Frayze-Pereira, João A. Arte, dor: inquietudes entre
estética e psicanálise. 2. ed. rev. e ampl.. Cotia: Ateliê,
2010. 446 p. ISBN 9788574802480. Inclui bibliografia e
notas.
Resumo:
Entender a percepção como fenômeno estético é o que
motiva as reflexões deste livro. Os treze ensaios retomam
ideias de Lyotard, Argan, Winnicott, Bachelard, Chauí,
entre outros. No entanto, o pensamento de Frayze-Pereira
gira em torno das obras de Freud, Merleau-Ponty e
Foucault. Com eles, o autor mostra que a arte se faz no
encontro de dois sentimentos: o da forma e o do mundo. A
partir dessa conexão entre percepção e política, a obra
lança nova luz sobre o entendimento humano.
Melville, Herman. Bartleby, o escrivão: uma história de
Wall Street. [Bartleby, The Srivener]. tradução Irene Hirsch
, posfácio Modesto Carone. b. Pinheiro de Lemos. 6 reimpr.
São Paulo, SP: Cosac Naify, 2005. 48 p. ISBN
9788575034460.
Resumo:
Para ler a nova edição deste clássico de 1853, o leitor
começa pelo desafio de descosturar a capa (puxando para
baixo a linha vermelha que a lacra) e cortar as páginas não
refiladas do livro (com a espátula plástica que acompanha
o livro). Só assim, aos poucos, poderá desemparedar este
personagem enigmático da ficção moderna que, no dizer
do filósofo francês Gilles Deleuze, "desafia toda a
psicologia e a lógica da razão". A famosa fórmula de
resistência que o personagem oferece às ordens do
advogado-patrão - "Acho melhor não" - e, mais tarde, de
recusa ao próprio trabalho de escrivão e copista para o
qual foi contratado, desperta uma sucessão tragicômica de
acontecimentos. A cada resposta evasiva de Bartleby abrese a fresta para a entrada do insólito nas atitudes e
sentimentos despertados no dono do escritório, nos
colegas de trabalho e até mesmo nas vizinhanças de Wall
Street. Eleito por Jorge Luis Borges como uma das obras
mais importantes para a humanidade e precursora de
Kafka, a nova edição da novela de Melville reabre o caso
do escrivão de Wall Street, investigado pela filosofia e pela
crítica literária de todos os tempos..
Ferreira,
Gabriela
Nunes;
Botelho,
Andre
organizadores. Revisão
do
pensamento
conservador: ideias e política no Brasil. São Paulo, SP:
Hucitec, 2010. 383 p. ISBN 9788579700767.
Resumo:
―Revisão do Pensamento Conservador‖ apresenta alguns
resultados do Projeto Temático Fapesp "Linhagens do
Pensamento Político-Social Brasileiro" desenvolvidos por
seus integrantes e outros pesquisadores interlocutores do
projeto. O livro oferece, assim, uma visão de conjunto das
configurações assumidas pelo pensamento conservador
em diferentes momentos da vida intelectual brasileira. O
pensamento conservador tem sido menosprezado em
vários momentos da história intelectual brasileira, por
razões políticas e intelectuais. A despeito das mudanças
que estão ocorrendo na sociedade brasileira, às
interpretações do Brasil identificadas ao conservadorismo
(e outras) ainda nos dizem respeito, já que o processo
social por elas narrado permanece em aberto em vários
sentidos.
Problema
que
encontra
inteligibilidade
sociológica, em parte, na modernização conservadora em
que, feitas as contas dos últimos anos, prosseguimos, e a
partir da qual a mudança social tem se efetivado a
despeito de deixar praticamente intactos ou redefinidos
noutros patamares problemas seculares - como a
monumental desigualdade social e do pequeno apreço
pelas práticas democráticas e igualitárias no nosso
cotidiano. Daí a importância, ao lado dos inegáveis méritos
cognitivos, teóricos e metodológicos, das interpretações
nele compreendidos, dessa revisão crítica do pensamento
conservador, uma das linhagens da sociedade brasileira
contemporânea, das formas de pensar e sentir o Brasil, e
de nele atuar..
Stam, Robert. Multiculturalismo tropical: uma história
comparativa da raça na cultura e no cinema brasileiros.
[Tropical Multiculturalism: A Comparative History of Race in
Brazilian Cinema and Culture]. tradução Fernando S.
Vugman. São Paulo, SP: EDUSP, 2008, c2007. 526 p.
ISBN 9788531411151.
Resumo:
Robert Stam analisa em Multiculturalismo Tropical o
percurso do cinema brasileiro no tratamento das questões
étnicas e raciais. Discute, entre outros temas, como foram
construídas as imagens do negro e do indígena no cinema,
e as estratégias utilizadas por esses grupos na busca de
acesso a sua própria representação. O livro é uma
sobreposição de vários projetos: uma história do cinema
brasileiro do ponto de vista da raça; da história do Brasil
através de suas representações cinemáticas; um estudo
comparativo das formações raciais no Brasil e nos Estados
Unidos e um ensaio teórico sobre as análises das
representações de conotação racial. O autor examina as
metamorfoses progressivas das imagens multiculturais no
período do cinema mudo, das chanchadas das décadas de
1930 e 1940, os filmes paulistas no estilo hollywoodiano
dos anos de 1950, as diversas faces do Cinema Novo nas
décadas de 1960 e 1970, até o presente..
Ostrowiecki, Alexandre; Feder, Renato. Carregando o
elefante: como transformar o Brasil no país mais rico do
mundo. 7. ed. rev.. São Paulo, SP: Hemus, 2011. 186 p.
ISBN 9788528905854.
Resumo:
Não é novidade para nenhum brasileiro que uma série de
fatores prejudica o desenvolvimento do país, entre eles:
classe política corrupta, inchaço da instituição pública,
excesso de burocracia e impostos que amarram a
economia. No campo literário, o que certamente faltava
para a população em geral era a existência de uma obra
que explicasse de forma totalmente clara os problemas
enfrentados e, ao mesmo tempo, apontasse soluções
viáveis, várias delas bem-sucedidas em diversas partes do
mundo. O livro ―Carregando o Elefante – Como
Transformar o Brasil no país mais rico do mundo‖, dos
autores Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder, cumpre
esse propósito. Com prefácio escrito por Antonio Ermírio de
Moraes, um dos maiores executivos do país, ―Carregando o
Elefante‖ apresenta importantes detalhes dos processos
ineficazes que emperram o crescimento do Brasil e propõe
reformas nos mais diversos campos: político, econômico,
educacional, carcerário, empregatício, entre muitos outros.
O grande diferencial da obra está em sua linguagem clara e
na coragem para tratar, sempre de forma muito direta,
assuntos espinhosos, como a questão das drogas e do
combate ao crime organizado. De acordo com os autores,
as soluções para o Brasil poderiam começar por jogar a
ineficaz e complexa constituição federal atual no lixo ―temos hoje um paraíso previsto no papel e um inferno na
realidade‖, cita a obra - passando pela necessária redução
de impostos e a revisão do número de municípios do país.
Para os autores, o país que tem ―impostos suecos e
serviços públicos nigerianos‖ precisa urgentemente,
também, investir na privatização de vários serviços hoje
garantidos pelo governo (a exemplo do que já aconteceu
de forma muito positiva com a telefonia) e concentrar
eleições por distritos, o que permitiria que os eleitores
conhecessem melhor os candidatos de sua respectiva
região, estando aptos a cobrar dos mesmos mais
resultados. De acordo com a obra, somente livre de uma
série de amarras, o governo poderia trabalhar para
efetivamente cumprir seus quatro papéis fundamentais:
garantir as liberdades individuais, manter a ordem, proteger
pessoas contra a miséria absoluta e garantir qualidade na
educação das crianças. ―Carregando o Elefante‖ é acima
de tudo uma obra positiva e responsável, que convida os
leitores a refletirem sobre os caminhos do Brasil e, assim,
criarem condições para participar desenvolvimento do país.
Segundo os autores da obra, é possível dar jeito no
monstro de ineficácia no qual o país se tornou e
transformar a nação em uma potência, com grandes taxas
de crescimento. A transição é trabalhosa, claro, mas
possível. Um dos exemplos citados no livro é o da Irlanda,
que até a alguns anos atrás era um dos mais pobres da
Europa, passou por profundas reformas, e hoje é um dos
países com maior índice de crescimento econômico do
continente europeu..
Fogwill, Rodolfo Enrique. Runa. Buenos Aires: Interzona,
2003. 118 p. ISBN 9789871180813.
Resumo:
'Con una prosa de extraña pureza, como de fábula, los
Textos breves van describiendo las costumbres de una
civilización casi extinta: la belleza siempre está condenada.
No todos los hombres son aptos para dar a las cosas los
nombres adecuados, pero Fogwill sí, porque la pasión hace
más aguda y severa la mirada.' Florencia Abbate.
Machado, Maria Helena. Crime e escravidao: trabalho,
luta e resistencia nas lavouras paulistas, 1830-1888. São
Paulo: Brasiliense, 2014. 218 p.
Costa, Lucio. Arquitetura. [6. ed.]. Rio de Janeiro: José
Olympio, 2002. 152 p. il. ISBN 9788503007283.
Resumo:
Este livro mostra que a arquitetura é parte fundamental da
criação artística como manifestação normal de vida,
construindo uma espécie de 'álbum de família' da
humanidade. Explicita o desafio do artista, do técnico e do
homem na adequação do meio físico e social. Conduz o
leitor a perceber a arquitetura como bem durável,
concebido de maneira estrutural e orgânica, na medida do
corpo do homem, sentido em termos de espaço e volume,
enfim, como algo para ser vivido..
Winckelmann, Johann J. Reflexiones sobre la imitación
de las obras griegas en la pintura y la
escultura. Traducción, introducción y notas, Salvador Mas.
Madrid: Fondo de Cultura Económica, 2007. 245 p. il. ISBN
9788437506166.
Resumo:
En 1755 Johann Winckelmann publicaba anónimamente las
Reflexiones sobre la imitación de las obras griegas en la
pintura y la escultura, que alcanzaron de inmediato una
enorme difusión; posteriormente, con meditado gesto
irónico, polemizó consigo mismo en la Carta sobre las
reflexiones…, a la que se dio cumplida respu esta en la
Elucidación de las reflexiones sobre la imitación de las
obras griegas en la pintura y la escultura; y respuesta a la
carta sobre estas reflexiones. La presente edición ofrece
estos tres escritos que, tomados en su conjunto,
constituyen sin lugar a dudas un momento clave dentro de
la historia del arte. En ellos encontrará el lector temas
fundamentales en la reflexión estética del clasicismo: la
necesidad de imitar las obras de los antiguos, la cuestión
de la noble simplicidad y la callada grandeza, la
reivindicación de la alegoría…, todo ello unido a una
constante exaltación de esa belleza absoluta que él veía, o
más bien sentía, en las estatuas de jóvenes dioses y
héroes. Pero por detrás de estas cuestiones, los escritos
sobre la imitación –y de aquí, tal vez, su éxito y su decisiva
influencia en los más variados campos, más allá del
puramente estético– ofrecen una aguda meditación sobre
el papel que el mundo y la cultura clásicas pueden y deben
jugar en la constitución y autocomprensión de una
Modernidad por aquel entonces todavía en gestación.
Lynch, Kevin. A imagem da cidade. Tradução Jefferson
Luiz Camargo. [3. ed.]. São Paulo: Wmfmartinsfontes,
2011. 227 p. il. ISBN 9788578274726. Título original: The
image of the city.
Resumo:
Este livro trata da fisionomia das cidades, a fim de discutir a
importância dessa fisionomia e a possibilidade de modificála. Segundo a obra, um dos muito papéis da paisagem
urbana é algo a ser visto e lembrado, um conjunto de
elementos do qual é esperado que dê prazer. A obra trata
da necessidade de proporcionar forma visual à cidade,
abordando o tema com a perspectiva do design.
Fabris, Annateresa (org.). Modernidade e modernismo no
Brasil. Ramos, Alexandre Dias, Chiarelli, Tadeu (coords.).
2. ed. Porto Alegre: Zouk, 2010. 157 p. (Arte: ensaios e
documentos). ISBN 9788588840942.
Resumo:
Sumário - Modernidade e Vanguarda - o caso brasileiro;
Fábulas da Integração Falha; Monteiro Lobato e o Outro
Lado da Lua; Entre Almeida Jr. e Picasso; Cenas de
Fundação - Emergência e Transformação de um Topo na
Cultura Literária Brasileira; A Imagem da Cidade Moderna O Cenário e Seu Avesso; Cinema - da Modernidade ao
Modernismo; A Questão Política no Modernismo; Murais do
Romantismo Socialista - Literatura e Pintura do
Modernismo Americano Nos Anos 1930; A Estética de
Mário de Andrade; Um Paralelo latino-americano - Joaquin
Torres-García e os Discursos Sobre a Modernidade..
Kubler, George. A forma do tempo: observações sobre a
história dos objectos. 4. ed. Lisboa: Vega, 2004. 182 p.
ISBN 9789726992363.
Resumo:
Do mesmo autor de A Artquictetura Portuguesa Chã - Entre
as Especiarias e os Diamantes 1521-1706, publicado por
esta editora, este livro demonstra a importância do trabalho
de George Kubler como historiador de arte. Desta obra
fundamental disse o crítico e ensaísta James Ackerman:
"Estou certo de que será estudado durante muitos anos em
vários domínios. Espero que este livro desassossegue as
pessoas e as leve a repensarem-se"..
Carrasco, Alexandre de Oliveira Torres. A liberdade. São
Paulo: Wmfmartinsfontes, 2011. 7. 74 p. (Filosofias: O
prazer de pensar). ISBN 9788578273798.
Resumo:
O exercício do pensamento é algo muito prazeroso, e é
com essa convicção que o convidamos a viajar conosco
pelas reflexões de cada um dos volumes da coleção
"Filosofias: o Prazer do Pensar". Ela se destina tanto
àqueles que desejam iniciar-se nos caminhos das
diferentes filosofias, como àqueles que já estão habituados
a eles e querem continuar o exercício da reflexão..
Savian
Filho,
Juvenal. Religião. São
Paulo:
Wmfmartinsfontes, 2012. 16. 124 p. (Filosofias: O prazer do
pensar). ISBN 9788578275440.
Resumo:
Neste volume, Juvenal Savian Filho analisa as críticas e
defesas da Religião, partindo da pergunta: Por que dedicar
um livro à Religião em uma coleção de Filosofia? Elas não
seriam contraditórias? Se não são, o que faz um filósofo
interessar-se pela experiência religiosa? Aborda-se, então,
a vivência de fé, bem como seu sentido no conjunto da vida
humana..
Arantes, Otília. Chai-na. São Paulo: EDUSP, 2011. 190 p.
il. (principalmente color.). ISBN 9788531412882. Inclui
bibliografia (p. 183-189).
Resumo:
―Chai-na [demolir aí] se apresenta como um quebracabeças do qual vai emergindo a figura de uma ‗paisagem
transurbana‘ de lógicas extremas, cuja especificidade se
manifesta ao rasgar o véu do show arquitetônico que
parece replicar as políticas de image-making habituais no
Ocidente. De tal modo que esse jogo de formas olímpicas
fabulosas pode ser pensado em parte como um passe de
mágica para consumo ocidental; mas, ao mesmo tempo
que encarnam bem a exuberância com que a China se
reapresenta no tabuleiro mundial, essas imagens corroem
os fetiches do urbanismo contemporâneo, mostrando sua
profunda falsidade.‖ (da Apresentação de Adrián Gorelik)
As imagens que acompanham passo a passo o andamento
do texto, não apenas ilustram esta visão inquietante do
atual renascimento chinês, como narram outros sonhos
urbanos paralelos de onipotência, predação e ruína..
Chiarelli, Tadeu. Um Jeca nos vernissages: [Monteiro
Lobato e o desejo de uma arte nacional no Brasil]. São
Paulo: EDUSP, 1995. 261 p. il. (principalmente color.).
(Texto e Arte; 11). ISBN 8531402816.
Resumo:
Este livro explora um lado pouco conhecido da obra de
Monteiro Lobato: seus artigos como crítico de arte para
periódicos no início do século. Tadeu Chiarelli mostra aqui
outra versão da crítica de Lobato, despida das cores da
disputa entre modernistas e pré-modernistas, revendo não
só as opiniões do escritor, mas também analisando e
esclarecendo as circunstâncias que criaram o modernismo
e suas idéias. O livro desmistifica a fama de mau crítico
atribuída a Lobato e reconstitui o ambiente cultural
paulistano nos anos que antecedem o modernismo.Tadeu
Chiarelli é professor de História da Arte do Brasil e História
da Crítica da Arte no Departamento de Artes Plásticas da
ECA-USP..
Girard, René. A voz desconhecida do real: uma teoria
dos mitos arcaicos e modernos. tradução: Filipe Duarte.
Lisboa:
Instituto
Piaget,
2007.
342
p.
ISBN
9789727718764.
Resumo:
Este livro reúne artigos do filósofo Renê Girard publicados
em revistas americanas entre 1987 e 1994. Por detrás dos
temas de estudo, que vão desde uma crítica estrutural de
Lévi Strauss às relações Nietzsche Wagner, da questão do
anti semitismo nos Evangelhos até uma reflexão sobre a
essência do rir..
Beck, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra
modernidade. tradução Sebastião Nascimento.. 2 ed. São
Paulo: 34, 2011. 383 p. ISBN 9788573264500.
Baer, Werner. A economia brasileira: uma abordagem
profunda da economia brasileira até 2008 uma breve
análise desde o período colonial até a crise de 1973 e uma
análise detalhada dos vários planos econômicos a partir da
década de 1970. 3. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo:
Nobel, 2009. 541p p. ISBN 9788521314912.
Resumo:
O livro traz uma análise do desenvolvimento econômico
brasileiro do período colonial até 2008. O autor examina o
desempenho em termos de economia exportadora desde
os primórdios até o impacto da inflação, analisa o governo
Fernando Henrique Cardoso, trata de questões
contemporâneas, o processo de privatização e os vários
planos econômicos. Com análises documentadas em mais
de 130 tabelas traz ainda informações quantitativas e
institucionais, com ênfase nos últimos quarenta anos do
desenvolvimento econômico brasileiro..
Riegl, Alois. O culto moderno dos monumentos: a sua
essência e a sua origem. São Paulo: Perspectiva, 2014. 85
p. (Elos ; 64). ISBN 9788527310055. Título original: Der
moderne Denkmalkulius, sein Wesen seine Entstehung.
Resumo:
A importância de Alois Riegl para a constituição da história
da arte como disciplina autônoma e a revaloração estética
de estilos – e épocas – considerados ―menores‖, como
ocorreu ao barroco, é indisputada. Sua perspectiva
formalista antecipa em décadas aquela prevalecente hoje
nesse campo: a ênfase na análise da obra como
representativa do contexto histórico e não de algum cânone
ou padrão ideal; o respeito por toda forma de arte, não
distinguindo entre ―maiores‖ e ―menores‖, ―primitivas‖ ou
―periféricas‖; a atenção dada ao papel da recepção, do
observador; seu inovador conceito de Kunstwollen (o
‖querer [fazer]‖ da arte) contraposto ao de Konnen (o
―saber fazer‖). Este O Culto Moderno dos Monumentos:
Sua História e Suas Origens, que a editora Perspectiva
publica em sua primeira tradução para o português, é um
exemplo sintético da aplicação de seus conceitos e de seu
empirismo sensível na abordagem pioneira de como lidar
com a conservação dos monumentos ao expor toda a
problemática de nossa relação com o que a memória e a
história nos legaram.
Nietzsche, Friedrich. Humano, demasiado humano: um
livro
para
espíritos
livres.
[Menschliches,
Allzumenschliches.Ein bush für freie geister(1878-1886)].
Tradução, notas e posfácio: Paulo César de Souza. São
Paulo: Companhia das Letras, 2008. v.2. 363 p. (Coleção
das Obras de Nietzche). ISBN 9788535913071.
Resumo:
Publicado em 1878, 'Humano, demasiado humano' marcou
o afastamento de Nietzsche em relação ao romantismo de
Wagner e ao pessimismo de Schopenhauer. Influenciado
pelos moralistas franceses, Nietzsche adotou e expandiu a
forma do aforismo, que neste livro aborda temas como
metafísica, moral, religião, arte, literatura, amor, política e
relações sociais. Tradução, notas e posfácio de Paulo
César de Souza..
García Márquez, Gabriel. Cem anos de solidão. Tradução
de Eric Nepomuceno. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2014.
447 p. ISBN 9788501078896.
Warburg,
Aby. A
renovação
da
Antiguidade
pagã: contribuições científico-culturais para a história do
Renascimento europeu. Tradução: Markus Hediger. Rio de
Janeiro: Contraponto : Museu de Arte do Rio, 2013. il. (Arte
físsil). ISBN 9788578660789. Título original: Die
erneuerung der heidnischen antike. Kulturwissenschaftliche
Beiträge zur Geschichte der europäischen Renaissance;
Inclui bibliografia e índice.
Samain, Etienne (org.). Como pensam as imagens. São
Paulo: Ed. UNICAMP, 2012. 239 p. il. (principalmente
color.). ISBN 9788526809611. Inclui bibliografia.
Resumo:
Uma afirmação nos parece suficientemente estabelecida:
toda imagem nos faz pensar. Etienne Samain desdobra
essa constatação óbvia numa questão mais complexa:
Será que podemos aprofundar esse dado no sentido não
tanto de saber ''por que'' ela nos permite pensar, e sim
''como'' nos faz pensar? Finalmente, ele chega à pergunta
inquietante que lança a si mesmo e a outros nove
pesquisadores: Como pensam as imagens?.
Didi-Huberman, Georges. Diante da imagem: questão
colocada aos fins de uma história da arte. [Devant l'image].
Tradução Paulo Neves. São Paulo: 34, 2013. 358 p.
(Trans). ISBN 9788573265378.
Balzac, Honoré de. Ilusões perdidas. Tradução: Rosa
Freire D'Aguiar ; introdução: Herbert J. Hunt. São Paulo:
Penguin Companhia das Letras, 2011. 790 p. ISBN
9788563560339.
Resumo:
Romance dividido em três partes, narra a desastrosa saga
do poeta Lucien Chardon em busca da consagração
literária, primeiro em sua cidade natal, Angoulême, depois
em Paris.
Rodrigues, Aldair Carlos. Igreja e inquisição no
Brasil: agentes, carreiras e mecanismos de promoção
social, século xviii. 1 . ed. Säo Paulo: Alameda, 2014. 408
p. ISBN 9788579391958.
Resumo:
Neste livro, o historiador Aldair Carlos Rodrigues analisa a
multifacetada relação estabelecida entre as estruturas
eclesiásticas da América portuguesa e o Tribunal do Santo
Ofício por intermédio do clero (e de suas carreiras) no
decorrer do século XVIII. Desta maneira, esclarece
aspectos acerca dos instrumentos e das estratégias que
tornaram possível a presença inquisitorial.
Heidegger, Martin. Parmênides. tradução Sérgio Mário
Wrublevski ; revisão da tradução Renato Kirchner.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. 238 p. (Pensamento humano).
ISBN 9788532635709.
Alves,
Fátima
(org.). Como
aplicar
psicomotricidade: uma atividade multidisciplinar com
amor e união. Autores: Carla Salles, Dina Lúcia Chaves
Rocha, Gláucia Maria Guerra Ferreira [et al.]. 4. ed. Rio de
Janeiro: Wak Editora, 2011. 180 p. ISBN 9788588081604.
Resumo:
Reunindo especialistas de diversas áreas, o livro 'Como
Aplicar a Psicomotricidade' é um instrumento para mostrar
que a prática psicomotora pode ajudar qualquer
profissional, pois em todas as atividades lidamos com
humanos e todo humano tem um corpo. Ao trabalharmos
melhor esse corpo com certeza teremos um melhor
desempenho em nossa vida.
Loureiro, Isabel Maria. A revolução alemã 1918-1923. São
Paulo: Ed. da UNESP, 2005. 179 p. (Revoluções do século
XX). ISBN 8571396272. Inclui bibliografia.
Resumo:
Este volume da coleção Revoluções do Século XX
apresenta um balanço histórico da Revolução Alemã, de
1918 a 1923, a primeira revolução numa sociedade
industrial desenvolvida. Depois da Revolução Russa em
1917, pela primeira vez pareciam possíveis as perspectivas
de uma vitória do socialismo no Ocidente. Mas
contrariamente ao que ocorreu na Rússia, a Revolução
Alemã fracassou, e a vitória das forças conservadoras
acabou por pavimentar o caminho para a queda da
República e a ascensão do nazismo..
Yazbek, Mustafa. A revolução argelina. São Paulo: Ed. da
UNESP, 2010. 102 p. (Revoluções do século XX). ISBN
9788539300525. Inclui bibliografia.
Resumo:
A Argélia representava para o Estado francês, até meados
do século XX, uma enorme extensão de terra ocupada por
algumas tribos primitivas de árabes e berberes, a maioria
deles muçulmanos. Um território onde todas as melhorias
existentes deviam ser tributadas ao poder da França.
Movidos pela forte onda nacionalista que percorreria o
mundo árabe e culminou com a ascensão do pan-arabismo
nasserista ao poder no Egito, os argelinos lutaram quase
dez anos pela independência, conquistando com ela sua
dignidade nacional e uma maior autonomia no controle do
destino de seu próprio país..
Winn, Peter. A revolução chilena. tradução Magda Lopes.
São Paulo: Ed. UNESP, 2010. 209 p. (Revoluções do
século XX). ISBN 9788571399952 (broch.). Bibliografia: p.
207-209.
Resumo:
Segundo as palavras de Salvador Allende: "milhões de
pessoas no mundo querem o socialismo, mas não querem
ter de enfrentar a tragédia da guerra civil para conseguí-lo".
A resposta do próprio Allende e do povo chileno a esse
anseio foi consubstanciada pela experiência democrática
socialista inaugurada em 1971. Jornada ainda hoje
paradigmática na evidenciação dos limites da democracia
liberal, os três conturbados anos do governo liderado pela
unidade Popular, levaram a tragédia épica de setembro de
1973 e à subsequente violência e ao obscurantismo da
ditadura militar. Esta jornada heroica, mas frustrada, alerta
para as dificuldades e complexibilidades com que se
defronta a concretização conjunta dos ideais clássicos da
liberdade e da justiça social igualitária..
Hylton, Forrest. A revolução colombiana. [Revolución y
contrarrevolución en Colombia]. tradução Magda Lopes.
São Paulo: Ed. UNESP, 2010. 190 p. (Revoluções do
Século XX). ISBN 9788539300013. Bibliografia: p. 189-190.
Resumo:
Nesta obra, o autor examina a revolução colombiana com
base em três eixos. Primeiro, a forma específica de
construção da ordem política colombiana ao longo do
século XX, caracterizada pela debilidade do Estado, a
centralidade dos partidos e a fragmentação das elites, cuja
falta de hegemonia é uma das principais razões das
constantes guerras civis na Colômbia. O segundo bloco se
refere à dinâmica da ordem social, que desde o século XIX
gira em torno da luta pela terra e dos processos de
colonização e migração. O terceiro aborda os modos de
estruturação do poder e da violência desde a década de
1950 até os dias de hoje..
Coggiola, Osvaldo. A revolução iraniana. São Paulo: Ed.
UNESP, 2008. 151 p. (Revoluções do Século XX). ISBN
9788571398269. Bibliografia: p. 145-151.
Resumo:
Dirigida pela historiadora Emília Viotti da Costa, A
Revolução Iraniana é o 10º volume da Coleção Revoluções
do Século 20. No fim de 1978, as ruas de várias cidades do
Irã enchiam-se de manifestantes que reclamavam o fim do
governo, uma monarquia encabeçada pelo xá Mohammed
Reza Pahlevi. A ação repressiva do Exército e da polícia,
fiéis ao regime, não conseguia deter a determinação dos
manifestantes, massacrados às centenas, na evolução de
um processo revolucionário que se baseava nos
ensinamentos de um personagem religioso do século VII, o
profeta Maomé. Ao qualificarmos de "iraniana" uma
revolução que o mundo se acostumou, ideologicamente, a
chamar de "islâmica", sublinhamos suas múltiplas raízes
históricas e políticas, que o obscurantismo "racionalista"
pretende ocultar mediante uma simplificação absoluta,
posta, atualmente, a serviço de uma cruzada mundial
contra o "terrorismo islâmico, último álibi político-ideológico
do velho imperialismo capitalista..
Barbosa,
Carlos
Alberto
Sampaio. A
revolução
mexicana. São Paulo: Ed. UNESP, 2010. 133 p.
(Revoluções do Século XX). ISBN 9788539300426.
Bibliografia: p. 129-133.
Resumo:
O século XX no México começa efetivamente com a
Revolução Mexicana. Foi a primeira revolução com claro
cunho social a acontecer na América Latina nesse século.
Existem muitas razões para se refletir sobre esse singular
acontecimento na história mexicana e latino-americana. Em
primeiro lugar, por que deu origem a um regime estável e
duradouro. Tal situação fica mais evidente se compararmos
o México a outros países do sul do continente que, ao
longo do século XX, passaram por golpes militares e
regimes de exceção..
Rénique C., José Luis. A revolução peruana. [La nación
radical: Perú 1888-1992]. tradução Magda Lopes. São
Paulo: Ed. UNESP, 2009. 170 p. (Revoluções do Século
XX). ISBN 9788571399518. Bibliografia: p. 167-170.
Resumo:
O autor examina os três grandes ciclos de atividade radical:
a fase de formulação do grande horizonte radical representado pela obra de González Prada, Haya de la
Torre e Mariátegui; a forja do campesinismo
contemporâneo e sua correspondente tentativa de longa
marcha armada, representada pela geração do agrarista
trotskista Hugo Blanco Galcós e do "aprista rebelde" Luis
de la Puente Uceda; e o ciclo constituído por três projetos
que aspiravam estabelecer no mundo rural andino as bases
da sua própria versão de nação pós-oligárquica: a
"revolução militar" do general Juan Velasco Alvarado, a
"nova esquerda" pós-guerrilheira e a "guerra popular"
senderista encabeçada por Abimael Guzmán Reynoso..
Augusto,
Claudio
de
Farias.. A
revolução
portuguesa. São Paulo: Ed. da UNESP, 2011. 180 p.
(Revoluções do Século XX). ISBN 9788539301850. Inclui
bibliografia.
Resumo:
O mais recente título da coleção Revoluções do Século XX
apresenta ao leitor o movimento de maior importância da
história recente de Portugal. Mais conhecida como a
Revolução dos Cravos, o levante iniciado em 25 de abril de
1974 pôs um fim ao regime de António Salazar,
responsável por uma das mais duradouras ditaduras que
se tem notícia no mundo ocidental. Nesta sucinta e didática
obra, Claudio de Farias Augusto narra todo o processo
revolucionário, apontando para as alianças construídas
para enfraquecer o salazarismo e remontando, inclusive, a
própria origem do governo do ditador. Deste modo, o autor
deixa evidente como a Revolução dos Cravos foi capaz de
estabelecer um ambiente efetivamente democrático,
delineando um novo futuro para o povo português..
Sue-Montgomery, Tommie.; Wade, Christine.. A revolução
salvadorenha: da revolução à reforma. tradução Maria
Silvia Mourão Neto.. São Paulo: Ed. da UNESP, 2006. 140
p. (Revoluções do século XX). ISBN 8571396612. Inclui
bibliografia.
Resumo:
étimo volume da Coleção Revoluções do Século XX,
dirigida pela profa. Emilia Viotti da Costa, A revolução
salvadorenha foi escrito por Tommie Sue-Montgomery e
Christine Wade, profas. dras. de História da Universidade
Estadual da Geórgia (EUA). Menor país da América Latina,
El Salvador viveu desde sua Independência sob várias
oligarquias, às vezes aliadas ao Exército, que recorreram à
violência para ocupar as terras comunitárias a fim de
promover a cultura de exportação do café. Políticas
reformistas tentaram, por vezes, conter os movimentos
oposicionistas. Após o fraudulento pleito de 1977,
sindicatos, organizações populares, Comunidades Eclesiais
de Base e partidos políticos de oposição aglutinam-se na
Frente Farabundo Marti para a Libertação Nacional (FMLN)
e combateram por mais de uma década o governo apoiado
pelos Estados Unidos. Depois da morte de 75 mil
salvadorenhos e da migração de 20% da população nativa,
uma "revolução negociada" pôs fim ao regime autoritário e
"conduziu o país a uma democraria pacífica, que realizou
eleições livres e justas pela primeira vez em 1992"..
Pereira,
Analúcia
Danilevicz.. A
revolução
SulAfricana: classe ou raça, revolução social ou libertação
nacional?. São Paulo:: Ed. da UNESP, 2012. 174 p.
(Revoluções do Século XX). ISBN 9788539302642. Inclui
bibliografia.
Resumo:
Carregada de mitos, a história da Revolução Sul-Africana,
que levou ao poder o Congresso Nacional Africano (CNA)
sob a liderança de Nelson Mandela, em 1994, é ainda
pouco conhecida. A transição do regime do apartheid para
a democracia, por exemplo, não foi pacífica. Além disso,
embora tenha melhorado a situação social dos negros, o
novo governo não conseguiu eliminar os privilégios da
minoria branca. Por fim, uma espécie de reação
conservadora tenta, hoje, conferir significado mais positivo
ao regime racista e a tudo que ele representou, enquanto
busca desmoralizar o CNA por sua incapacidade de
conquistar mais estabilidade política e combater com
efetividade a corrupção, desconsiderando que estas são
dificuldades comuns às jovens democracias..
Maringoni, Gilberto. A revolução venezuelana. São Paulo:
Ed. UNESP, 2009. 198 p. (Revoluções do Século XX).
ISBN 9788571399044. Bibliografia: p. 191-196.
Resumo:
Em A Revolução Venezuelana, da coleção Revoluções no
século 20, dirigida pela Profª. Emília Viotti da Costa, o autor
esclarece que os eventos tratados integram um processo
político ainda em curso, o que torna a maioria das
conclusões alinhavadas imersas no movediçio terreno do
tempo imediato, e se pergunta: houve de fato uma
revolução na Venezeula no fim do século XX ou há nesse
país um processo desse tipo no início do século XXI?
Responder a essa questão é a proposta de Maringoni,
repassando os principais momentos e atores do cenário
venezeulano e as alterações na correlação de forças
interna, com suas conseqüências no plano internacional,
em particular no latino-americano..
Vizentini, Paulo Fagundes. A revolução vietnamita: da
libertação nacional ao socialismo. São Paulo: Ed. UNESP,
2008. 123 p. (Revelações do Século XX). ISBN
9788571398092. Bibliografia: p. 121-123.
Resumo:
Breve histórico da revolução de independência do Vietnã.
Conta a saga do povo vietnamita a partir das lutas após a
segunda guerra mundial, com os franceses, chineses e
finalmente culminando com a guerra do vietnã contra os
EUA..
Calvino, Italo. As cidades invisíveis. [Le città invisibili].
tradução: Diogo Mainardi. 2. ed. 17 reimpr. Säo Paulo:
Companhia das Letras, 2002. 150 p. ISBN 9788571641495.
Resumo:
'As Cidades Invisíveis', de Italo Calvino, conta a história do
famoso viajante Marco Polo, que descreve para Kublai
Khan as incontáveis cidades do império do conquistador
mongol. Neste livro, a cidade deixa de ser um conceito
geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável
da existência humana.
Pallares-Burke, Maria Lúcia Garcia. Gilberto Freyre: um
vitoriano dos trópicos. São Paulo: Ed. UNESP, 2005. 481 p.
ISBN 8571396108. Inclui bibliografia (p. 451-474).
Resumo:
Mais que uma biografia ou uma nova interpretação da obra
de Gilberto Freyre, Maria Lúcia Pallares-Burke nos oferece
uma narrativa que acompanha os elementos formadores do
pensamento freyriano. Esta ampla pesquisa revela a
trajetória do autor de Casa grande & senzala, o mundo
cultural no qual ele estava inserido e as influências angloamericanas e nacionais que o levaram a abandonar a
falácia do racismo científico e a entender a miscigenação
sob uma nova perspectiva. Gilberto Freyre: um vitoriano
dos trópicos nos apresenta as idéias que, absorvidas e
transformadas, permitiram a Freyre gerar a contribuição
original e definitiva que mudou a maneira como o Brasil se
percebia..
Ferreira, Carlos Alberto de Mattos; Heinsius, Ana Maria;
Barros,
Darcymires
do
Rêgo. Psicomotricidade
escolar. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011. 296 p. il.
ISBN 9788588081895.
Resumo:
A obra se dirige a todas as áreas que abordem a
corporeidade, o brincar, o desenvolvimento na infância e na
adolescência, a educação infantil, o ensino fundamental e o
ensino médio. O público-alvo são psicomotricistas,
professores de educação física e educadores em geral,
psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos,
recreadores, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e
outros profissionais da área da saúde e da educação. Uma
obra que contribui para o fortalecimento das legislações
que incluem a Psicomotricidade no currículo obrigatório da
educação escolar.
Floriênski, Pável. A perspectiva inversa. [Obratnaia
perspektiva]. tradução Neide Jallageas e Anastassia
Bytsenko, apresentação Neide Jallageas. São Paulo: 34,
2012. 143 p. ISBN 9788573264999. Bibliografia: p. 137139.
Severiano, Jairo. Uma história da música popular
brasileira: das origens à modernidade. 3. ed. São Paulo:
34, 2013. 499 p. ISBN 9788573263961. Bibliografia: p. 463467..
Chalhoub, Sidney. A força da escravidão: Ilegalidade e
costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das
Letras, 2012. 351 p. ISBN 9788535921410.
Resumo:
Diante de um caso de identidade duvidosa de um preso
negro que se suspeitava ser cativo, mas que afirmava ser
livre de nascimento, o chefe de polícia do Rio de Janeiro
entre 1833 e 1844, Eusébio de Queiróz - em tese o
responsável pela repressão à escravização ilegal de
africanos e ex-cativos -, certa vez afirmou que seria 'mais
razoável a respeito de pretos presumir a escravidão,
enquanto por assento de batismo, ou carta de liberdade
não mostrarem o contrário'. De acordo com o autor deste
ivro, a obrigação de provar sua condição de pessoa livre,
sob risco de ir a leilão público e retornar aos horrores do
trabalho forçado, era apenas um dos obstáculos
enfrentados pelos negros brasileiros no exercício de sua
incipiente cidadania no Brasil imperial. O historiador e
professor Sidney Chalhoub pretende demonstrar neste
ensaio o descaso sistemático das autoridades em relação
aos direitos considerados mais básicos da população negra
não pode ser dissociado das ilegalidades do tráfico de
cativos. De acordo com Chalhoub, entorpecida pelos
pactos de conveniência com a classe proprietária, a
vigilância do Estado foi conivente com o contrabando de
mais de 700 mil africanos após a proibição nominal do
tráfico, em 1831. Essa flagrante ilegalidade sinalizava aos
ex-escravos e aos nascidos livres que sua precária
experiência da liberdade estava à mercê dos interesses da
casta de senhores, disseminando o medo da
reescravização e estimulando práticas de resistência
social..
Salomon, Frank; Schwartz, Stuart B.. The Cambridge
History of the Native Peoples of the Americas: V.3 SOUTH AMERICA - PART 2. Cambridge: Cambridge
University Press, 1999. v. 3. 976 p. ISBN 9780521630764.
Resumo:
This volume, part of the 'Cambridge History of the Native
Peoples of the Americas', is the survey of research on the
indigenous peoples of South America from the earliest
peopling of the continent to the present since Julian
Steward's Handbook of South American Indians was
published half a century ago. Although this volume
concentrates on continental South America, peoples in the
Caribbean and lower Central America who were
linguistically or culturally connected are also discussed.
This volume is an 'idea-oriented history', emphasizing the
development of general themes instead of presenting every
group and society. Indigenous peoples' own stories of the
past are used as well as the standard accounts written by
outsiders. Research is presented following regional and
conceptual frameworks; some chapters overlap or present
differing interpretations. The volume's emphasis is on selfperceptions of the indigenous peoples of South America at
various times and under differing situations..
Ricotta, Lúcia. Natureza, ciência e estética em Alexander
von Humboldt. prefácio: Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro:
Mauad, 2003. 215 p. ISBN 8574781142. Bibliografia: p.
211-214.
Resumo:
(...) a autora não se contentou com as vias mais acessíveis,
como seria a de contrastar a ausência de estudos no Brasil
sobre uma figura que, por suas viagens e permanência em
pesquisas nas Américas central e do sul (1789-1803),
desempenhou um papel decisivo para o conhecimento
físico e social daquelas nações recém-independentes e o
seu reconhecimento pelos pesquisadores hispanoamericanos das áreas mais diversas. Embora esse
caminho já supusesse uma pesquisa meritória e então
representasse a retomada de um interesse que havia na
inteligência brasileira do século XIX, compreendendo desde
Sousândrade até Euclides da Cunha, não foi ele o
privilegiado por Lúcia Ricotta. Para ela, ao contrário, aceitar
o desafio que a obra de Alexander von Humboldt volta a
mostrar significou vir a seu próprio contexto de origem e
pensar o diálogo que ele estabeleceu com o rico arco de
pensamento que, além de Goethe, envolvia Winckelmann e
Schelling. Luiz Costa Lima..
Fonseca,
Vitor
da. Psicomotricidade: filogênese,
ontogênese e retrogênese. 3. ed. atual. e rev. Rio de
Janeiro, RJ: Wak, 2009. 354 p. ISBN 9788578540333.
Resumo:
A Psicomotricidade pode ser definida como o campo
transdisciplinar que estuda e investiga as relações e as
influências recíprocas e sistêmicas entre o psiquismo e a
motricidade. Desde os tempos mais antigos, a relação do
corpo com as atividades culturais humanas e com a
sobrevivência é inquestionável. Para entendermos a
relação do ser humano com seu corpo, requer um estudo
detalhado da origem do homem e de seu desenvolvimento.
Neste livro, Vitor da Fonseca aborda as tendências
filogenéticas,
ontogenéticas,
disontogenéticas
e
retrogenéticas da Psicomotricidade, mostrando com
detalhes a relação entre a motricidade e o psiquismo ao
longo da vida. Partindo de uma visão antropológica, o autor
mostra como se deu a evolução do homem, primeiro pela
conquista da postura e da marcha bípedes, depois para
manter o domínio da Natureza pela fabricação e o uso de
ferramentas, e como chegamos ao uso da linguagem
articulada, até ao advento da grafomotricidade, da arte e da
escrita, que ilustram a importância da motricidade como
fator fundamental da evolução cultural e científica do ser
humano. É um livro de referência em Psicomotricidade,
sendo sua leitura obrigatória para especialistas e
estudiosos da Motricidade Humana. É uma contribuição
fundamental para entendermos o desenvolvimento do
potencial de aprendizagem humana e, assim, podermos
compreender que o corpo não é apenas o receptáculo do
cérebro mas também o habitat da inteligência..
Marx, Karl. Grundrisse: Manuscritos econômicos de 18571858. [Karl Max Ökonomische Manuskripte 1857/58].
tradução: Mario Duayer, Nélio Schneider. São Paulo:
Boitempo, 2011. 788 p. ISBN 9788575591727.
Resumo:
Muito mais que ―esboços‖ ou adiantamento da obra maior
de Karl Marx, os três manuscritos econômicos de 18571858 que compõem os quase lendários Grundrisse
constituem patrimônio das ciências humanas de
inestimável valor. Parte de uma luta ideológico-política pela
exclusividade do ―verdadeiro‖ Marx, a obra somente veio à
luz já na primeira metade do século XX, em virtude dos
conflitos centrados no controle que o Partido Comunista da
ex-URSS exerceu sobre os escritos não divulgados do
filósofo alemão. Considerados inicialmente espécie de
amostra ou work in progress do que viria a ser a obra
central de Marx, sabe-se hoje que examinar os Grundrisse
é como ter acesso ao laboratório de estudos de Marx no
curso de sua extensa atividade intelectual, o que permite
acompanhar a evolução de seu pensamento, as áreas
específicas de interesse que deles se desdobram, e,
sobretudo, compreender no detalhe o seu método de
trabalho. Publicada integralmente e pela primeira vez em
português, esta obra crucial de Marx para o
desenvolvimento de sua crítica da economia política
consiste em três textos bastante distintos entre si em
natureza e dimensão. O primeiro, que só mais tarde o
filósofo intitularia ―Bastiat e Carey‖, foi escrito em um
caderno datado de julho de 1857..
Antunes, Ricardo L. C. Riqueza e miséria do trabalho no
Brasil. São Paulo: Boitempo, 2006. v.1. 527 p. (Coleção
Mundo do Trabalho). ISBN 8575590839. Bibliografia: p.
[509]-527.
Resumo:
Fruto de uma pesquisa coletiva por diversos setores da
economia brasileira, do canto erudito aos bancários, da
indústria automobilística à economia informal, este livro
traça um panorama do momento atual e do futuro do
trabalho e do sindicalismo no Brasil. Ricardo Antunes e um
grupo de pesquisadores e autores, como István Mészáros,
Luciano Vasapollo, Márcio Pochmann e Giovanni Alves,
estudam os impactos das mudanças na legislação; da nova
divisão internacional e regional do trabalho e do capital,
como o impacto dos produtos chineses e a ida de unidades
fabris para o interior do país; e das mudanças tecnológicas
recentes, como a adoção dos métodos administrativos do
toyotismo. Uma pesquisa que "desceu aos infernos, onde
velhas e novas formas de exploração se juntam para
manter submisso o trabalhador", como escreve Francisco
de Oliveira na orelha do livro (leia texto abaixo), para, a
partir da pesquisa, compreender as mudanças ocorridas no
universo do trabalho urbano e dos próprios setores
clássicos da divisão do trabalho (agricultura, indústria e
serviço), tão evidenciada nos termos `agroindústria`,
`indústria de serviços` ou `serviços produtivos`, como
aponta Antunes. Terceirização, aumento das lesões por
esforços repetitivos, explosão do desemprego, aumento
dos esforços de comunicação das empresas para
influenciar os trabalhadores e dividi-los, concentração de
tarefas, perda de direitos, ―cooperativas de trabalho‖ que
acentuam a precarização, crise sindical. A crescente
exploração para maiores ganhos de produtividade e
rentabilidade do capital, analisada pelos seus efeitos
naqueles que produzem estes ganhos: os trabalhadores.
Um ―denso inventário sobre o trabalho no Brasil‖, nas
palavras do organizador, o livro traz um artigo inédito do
filósofo húngaro István Mészáros sobre o mito da
flexibilização do trabalho e a globalização..
Pereira, Rafael Silva. LER: leitura, escrita e reeducação.
Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013. 80 p. il. ISBN
9788578542771.
Resumo:
Este livro consiste em um instrumento capaz de contribuir
de uma forma simples, científica e eficaz para o trabalho do
profissional e facilitar o alcance de resultados mais
positivos no processo de alfabetização de crianças
portadoras de Transtornos de Aprendizagem por meio da
ligação entre a Neurociência, a Psicopedagogia e a
Educação. A obra é constituída por um conjunto de
materiais práticos de estimulação associando o treino
cognitivo, a Psicomotricidade e a consciência fonológica.
Antunes, Ricardo (org.). Riqueza e miséria do trabalho no
Brasil II. São Paulo: Boitempo, 2013. v.2. 447 p. (Coleção
Mundo do Trabalho). ISBN 9788575593264. Bibliografia: p.
[417]-444..
Resumo:
Este segundo volume de Riqueza e miséria do trabalho no
Brasil apresenta um panorama amplo e multifacetado da
nova morfologia do trabalho, analisando as distintas
terceirizações, as múltiplas precarizações e os vários
modos de ser da informalidade que despontam no país,
acentuados a partir dos anos 1990, quando se redesenhou
a divisão internacional do trabalho. O livro traz estudos
aprofundados de vários ramos ou setores econômicos,
como petroquímico, metalúrgico, aeronáutico, hoteleiro,
educacional e fumageiro, que, em conjunto, permitem uma
melhor compreensão da organização do trabalho no Brasil.
Também são apresentadas análises sobre as tendências
presentes no capitalismo dos países centrais, que dialogam
com o caso brasileiro e servem de contexto para entender
os impasses e estratégias das organizações de
trabalhadores, como os sindicatos e as ocupações de
fábricas. Fruto de um dos maiores núcleos de pesquisa
sobre o trabalho no Brasil, o livro reúne, sob coordenação
do sociólogo Ricardo Antunes, a contribuição coletiva de
mais de 20 pesquisadores e autores, entre eles Pietro
Basso, Sadi Dal Rosso, Graça Druck, Henrique Amorim,
Adrian Sotelo, Edilson Gracioli e Geraldo Augusto Pinto,
em torno da questão ―Para onde vai o mundo do trabalho:
as formas diferenciadas da reestruturação produtiva no
Brasil‖. Inspirado na formulação de Marx, presente nos
Manuscritos econômico-filosóficos, a respeito da relação
dialética entre riqueza e miséria no trabalho, o livro
aprofunda a investigação empírica em diversos setores da
economia brasileira e traça um panorama atual do mundo
do trabalho no Brasil, refletindo algumas de suas
dimensões essenciais em seu processo de reestruturação
contemporâneo. Os 24 artigos que compõem esta obra são
organizados em três partes. Uma primeira estabelece um
panorama das diversas modalidades do trabalho na
atualidade, com ênfase na inserção do Brasil no cenário
global, e lança as bases para uma teoria geral da
fenomenologia do trabalho. A hipótese de Ricardo Antunes
aqui é de que ―a aparente invisibilidade do trabalho é a
expressão fenomênica que encobre a real geração de
mais-valor em praticamente todas as esferas do mundo
laboral nas quais ele possa ser realizado‖. A segunda parte
forneçe um exame detido dos vários ramos econômicos
(petroquímico, metalúrgico, educacional, aeronáutico,
hoteleiro, fumageiro e do agronegócio), a fim de melhor
compreender os modos diferenciados da produção no
Brasil, bem como a nova morfologia do trabalho que vem
se configurando. A terceira e última parte se debruça sobre
as tentativas de resistência presentes no cenário social,
explorando algumas de suas respostas e desafios, como as
cooperativas e os diferentes modos de ação sindical..
Moraes, Dênis de. O velho Graça: uma biografia de
Graciliano Ramos. São Paulo: Boitempo, 2012. 359 p. il.
ISBN 9788575592922. Inclui bibliografia (p. 325-336).
Rollemberg, Denise; Quadrat, Samantha Viz (orgs.). A
construção
social
dos
regimes
autoritários: Legitimidade, consenso e consentimento no
século XX Europa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2010. 3v p. ISBN 9788520008621 (v.1) 9788520010150
(v.2) 9788520010167 (v.3).
Resumo:
V.1 Neste volume são discutidos os casos de regimes
autoritários na Europa, tais como o nazismo, o fascismo e o
socialismo soviético.. V. 2 Neste volume, são abordados
regimes autoritários no Brasil e na América Latina, entre
eles o autoritarismo no Brasil e sua herança, o peronismo,
a ditadura revolucionária de Cuba, o governo de Fujimori..
V. 3 Este volume aborda os regimes autoritários na África e
na Ásia, entre eles o autoritarismo na Tunísia, a
independência de São Tomé e Princípe, a China, o governo
de Saddam Hussein e a legitimação da República Popular
Democrática na Coreia do Norte..
Kierkegaard, Soren. A Repetição. Tradução, introdução e
notas de José Miranda Justo. Lisboa: Relógio D'Água,
2009. 146 p. ISBN 9789896411589.
Resumo:
Há, no entanto, um último vector da categoria de repetição
que importa salientar. Constantin Constantius diz: ―A
repetição é a realidade, e é a seriedade da existência.
Aquele que quer a repetição amadureceu em seriedade.
Esta é a minha declaração de voto.‖ E numa outra
passagem acrescenta: ―a repetição é o lema em qualquer
intuição ética; a repetição é conditio sine qua non para todo
e qualquer problema dogmático.‖. ―Lema‖ e ―declaração de
voto‖ são actos linguísticos que surgem aqui a balizar o
interesse ético da repetição. ―O lema‖ — ―Løsnet‖, que
também tem o significado de ―senha‖, no sentido de palavra
de passe — indica ou uma orientação ou o factor que
franqueia a entrada num domínio reservado: ou seja, a
repetição é a orientação fundamental, que há que não
perder de vista, para a súbita decisão da escolha ética, que
em Kierkegaard é antes de mais escolha de si próprio; e é
ao mesmo tempo a chave que abre o terreno do ético..
Eggins,
Suzanne. An
introduction
to
Systemic
Functional Linguistics. 2nd ed.. London: Continuum,
2004. 384 p. ISBN 9780826457875.
Resumo:
This edition incorporates several important developments
within systemic linguistics, including a new chapter on the
logical relations of the clause complex, and discussion of
the application of systemic linguistics to the analysis of
multi-modal texts..
Kirkwood, Gordon MacDonald. A Study of Sophoclean
drama: With a new preface and enlarged bibliographical
note. Ithaca: Cornell University Press, 1996. 308 p. ISBN
9780801482410.
Resumo:
Although many commentators have dealt with various
aspects of structure in Sophoclean drama, G. M. Kirkwood
contends that "Sophocles' mastery of dramatic form is
accepted with casual and superficial deference rather than
fully and clearly understood." This book shows how
Sophocles' method of presenting character, his unique
handling of myth, his predilection for presenting ideas by
comparison and contrast, and his principles of structure are
so closely related that they serve to clarify each other.. In
an analysis of the form of Sophocles' seven extant plays,
Kirkwood demonstrates the existence of several deliberate
and distinct types of dramatic construction. Sophocles' use
of the chorus, his irony, and certain aspects of diction are
considered as a part of his dramatic art and as elements of
structure. Kirkwood discusses a number of traditional
problems, among them questions of consistency and
meaning in passages from Ajax, Antigone, and Electra. He
also considers the problem of "diptych" structure, and
shows that it is a definite dramatic shape, of primary
importance in understanding the three plays in which it
appears.. Distinctive Sophoclean concepts in which the
words eugenes and daimon are conspicuous, the meaning
of tragedy in relation to Sophocles' plays, and Sophocles'
outlook on deity and on man and his fate are also subjects
of illuminating discussions. This book offers ample evidence
to support Kirkwood's contention that, "Only when we
inquire into the means by which Sophocles invests his plays
with their constant air not only of relevance but of
immediacy do we begin to understand Sophoclean form.".
Keck, Margaret E; Sikkink, Kathryn. Activists beyond
Borders: Advocacy networks in international politics.
Ithaca: Cornell University Press, 1998. 227 p. ISBN
9780801484568.
Resumo:
In Activists beyond Borders, Margaret E. Keck and Kathryn
Sikkink examine a type of pressure group that has been
largely ignored by political analysts: networks of activists
that coalesce and operate across national frontiers. Their
targets may be international organizations or the policies of
particular states. Historical examples of such transborder
alliances include anti-slavery and woman suffrage
campaigns. In the past two decades, transnational activism
has had a significant impact in human rights, especially in
Latin America, and advocacy networks have strongly
influenced environmental politics as well. The authors also
examine the emergence of an international campaign
around violence against women.
Plauto. ANFITRION LA COMEDIA DE LA OLLA. Espanha:
Austral Teatro, 2008. 275 p. ISBN 9788467029307.
Resumo:
Dos de las obras teatrales más importantes de Plauto,
autor latino considerado el padre de la comedia, basadas
en los modelos griegos de la Comedia Nueva, en donde el
gran poeta se recrea en tramas divertidas, personajes y
situaciones excéntricas y ambientes lúdicos y alegres..
Luxemburg, Rosa. Rosa Luxemburgo: textos escolhidos.
Isabel Loureiro, organização e revisão técnica. São Paulo:
Ed. UNESP, 2011. 2v p. ISBN 9788539301591(v.1)
9788539301607(v.2).
Resumo:
O volume I reúne escritos que abarcam o período de 1899
a 1914, apresenta dois fatos que marcaram a trajetória de
Rosa Luxemburgo - a oposição ao revisionismo socialdemocrata e a crítica à concepção leninista do partido de
vanguarda. A obra apresenta textos como 'Reforma social
ou revolução?' e 'Greve de massas, partido e sindicatos'..
O volumeII reúne textos que datam de 4 de agosto de 1914
até 1919, abrange justamente o período em que a socialdemocracia alemã abandona o combate ao militarismo e
Rosa Luxemburgo, então, decide agir de forma
independente, passando a liderar, ao lado de Karl
Liebknecht, um pequeno grupo de oposição à guerra.
Presente neste título e tratando especificamente deste
momento está 'A Revolução Russa'. Ela procura
compreender o centralismo autoritário dos bolcheviques e
reflete sobre os embates do momento..
Luxemburg, Rosa. Rosa Luxemburgo: Cartas; Volume III.
Organização Isabel Loureiro. São Paulo: Ed. UNESP, 2011.
397 p. ISBN 9788539301614.
Resumo:
O volume apresenta uma Rosa Luxemburgo mais íntima,
trazendo cartas suas em português, traduzidas do alemão
e do polonês. Os documentos reunidos pela organizadora
Isabel Loureiro mostram uma pensadora de interesses
polivalentes,
demonstrando
seu
interesse
pelo
conhecimento e discutindo desde política, história e
literatura até música, botânica e geologia..
Michelet, Jules. Tableau de la France. France: Equateur,
2011. 155 p. (Équateurs parallèles). ISBN 9782849901960.
Saint-Pierre, Abbé. Projeto para tornar perpétua a paz na
Europa. Tradução de Sergio Duarte ; Prefácio: Ricardo
Seitenfus. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2003.
694 p. (CLASSICOS IPRI). ISBN 9788523007171.
Resumo:
Apesar de religioso, Saint-Pierre sustentava que a política e
as normas jurídicas são mais importantes do que a moral,
para regular as relações sociais. Do mesmo, nas relações
entre os países, só as leis poderiam garantir a convivência
tranqüila e pacífica. Essa idéia é a base da argumentação
exposta neste livro que influenciou importantes
pensadores, como os filósofos Imanuel Kant Jean-Jacques
Rousseau..
Marx, Karl; Engels, Friedrich. Lutas de classes na
Alemanha. prefácio Michael Löwy ; tradução Nélio
Schneider. São Paulo: Boitempo, 2010. 93 p. (Coleção
Marx-Engels). ISBN 9788575591499.
Resumo:
Lutas de classes na Alemanha é o nono volume da coleção
Marx e Engels, na qual a Boitempo vem publicando a obra
dos dois pensadores em traduções inéditas, feitas
diretamente do alemão. Com prefácio de Michael Löwy e
tradução de Nélio Schneider, esse livro reúne pela primeira
vez alguns dos principais textos redigidos por Marx e
Engels sobre as lutas de classes na Alemanha – textos que
visavam não só interpretar a realidade social e política mas
também transformá-la, para retomar a famosa Tese XI
sobre Feuerbach. Os documentos incluídos nesse pequeno
volume – ―Glosas críticas ao artigo ‗O rei da Prússia e a
reforma social. De um prussiano‘‖; ―Reivindicações do
Partido Comunista da Alemanha‖ e ―Mensagem do Comitê
Central à Liga [dos Comunistas]‖ – são bastante distintos,
mas se caracterizam todos por uma formidável lucidez
política. O fio condutor dos três é o mesmo: a luta de
classes na Alemanha entre explorados e exploradores,
oprimidos e opressores, a dialética entre revolução social e
política. O livro é composto de textos raramente publicados,
selecionados com o auxílio do filósofo Michael Löwy e
nunca antes reunidos em uma mesma edição. A exemplo
da obra Lutas de classes na França: 1848 a 1850, no qual
Marx reuniu escritos sobre os combates franceses, esse
volume contempla análises suas e de Engels acerca da
experiência alemã. São textos produzidos no calor da hora,
conclamando os leitores de então a participar ativamente
das transformações sociais em curso, e foram escritos por
Marx e Engels na juventude, quando ambos contavam com
25 a 30 e poucos anos. Como afirma na orelha Ivo Tonet,
professor do departamento de Filosofia da Universidade
Federal de Alagoas, ―as ideias fundamentais expressas
nesses textos – a centralidade do proletariado como sujeito
ativo e fundamental da revolução, a necessidade da
articulação das lutas democráticas com a perspectiva de
uma revolução socialista, a diferença radical entre
revolução com alma política e revolução com alma social, a
natureza essencial do Estado como expressão e condição
de reprodução da desigualdade social, a impotência do
Estado face aos problemas sociais e, portanto, a limitação
intrínseca das políticas públicas, a limitação essencial da
cientificidade burguesa (o intelecto político) por causa de
seu viés particular e a superioridade da perspectiva do
proletariado (intelecto social) por causa de seu viés de
totalidade – continuam de uma atualidade inquestionável
até os dias de hoje‖. Para enriquecer esta edição, foi
incluído o poema ―Os tecelões da Silésia‖, escrito por
Heinrich Heine em 1844 com base no levante ocorrido no
mesmo ano, e que também inspirou Marx a publicar o
primeiro dos artigos apresentados neste volume, como
aponta Löwy em seu ―Prefácio‖..
Mariátegui, José Carlos; Fontes, Yuri Martins. Defesa do
marxismo: polêmica revolucionária e outros escritos.
[Defensa del marxismo, polémica revolucionaria]. tradução,
organização, notas e índice onomástico Yuri Martins
Fontes. São Paulo: Boitempo, 2011. 231 p. ISBN
9788575591819.
Resumo:
A obra do jornalista, teórico e dirigente revolucionário
peruano José Carlos Mariátegui vem ganhando destaque
nos meios editorial e acadêmico, quase um século depois
de ter sido escrita. Marxista da práxis, para quem a vida
teórica e a prática militante eram inseparáveis, Mariátegui é
um dos principais expoentes da filosofia contemporânea.
Discutiu
temas
históricos,
políticos
e
culturais,
desvendando a memória de seu país, o contexto latinoamericano e até aspectos da geopolítica mundial em
ensaios originais que priorizavam a comunicação com as
massas, acima de tudo. Seus escritos, elaborados
principalmente na década de 1920 e apoiados nos
alicerces do materialismo-histórico, foram acusados de
irracionalistas na época por absorverem as essências
conceituais libertárias de Georges Sorel, Sigmund Freud e
Friedrich Nietzsche. Em Defesa do marxismo: polêmica
revolucionária e outros escritos, agora publicado em
português pela Boitempo Editorial, o leitor encontra esse
ensaio, composto de dezesseis artigos, e outros seis
escritos inéditos em que Mariátegui se atém a algumas das
mais importantes questões filosóficas e políticas do
conturbado período que colidiu com os horrores da
Primeira Guerra Mundial e, por outro, com a Revolução de
Outubro. ―Sua técnica de dissecar experiências da
discussão socialista e equívocos dos revisionistas ou,
ainda, iluminar personagens importantes no jogo dos
poderes e ideias não se limita a um abstracionismo
esquerdista ou a uma emotiva história política – é antes
uma plataforma tática de onde se ergue para enxergar o
porvir humano no instável pós-Guerra‖, afirma o jornalista,
estudioso e tradutor do livro, Yuri Martins Fontes, na
introdução. Com uma tradução cuidadosa e texto de orelha
do filósofo Carlos Nelson Coutinho, a edição preserva o
estilo eloquente e cativante do autor, mantendo a
contundência das repetições, seu ritmo de pontuação e sua
escolha de termos que exigem conceituação precisa..
Fontes, Paulo. A Química da cidadania: Sindicato dos
Químicos e Plásticos de São Paulo 20 anos de lutas,
democracia e conquistas. São Paulo: Viramundo, 2002.
255 p. ISBN 8587767070. Inclui bibliografia.
Resumo:
"A história dos quiímicos e plásticos de São Paulo e região,
ao longo dessas duas décadas, se funde e se confunde
com a História da CUT. Em todos os grandes momentos da
história recente do Brasil, tenho notado a presença dessa
categoria, com sua atuação firme e conseqüente em defesa
da democracia e rumo à conquista da cidadania para todos
os brasileiros.".
Marx, Karl. Sobre a questão judaica. [Zur Judenfrage].
apresentação e posfácio Daniel Bensaïd ; tradução de Karl
Marx, Nélio Schneider, tradução de Daniel Bensaïd, Wanda
Caldeira Brant. São Paulo: Boitempo, 2010. 139 p.
(Coleção Marx-Engels). ISBN 9788575591444.
Resumo:
Em um de seus mais notáveis livros, Sobre a questão
judaica, Karl Marx realiza reflexões sobre as condições dos
judeus alemães em meados do século XIX e estabelece
propostas para a solução de suas questões concretas.
Mais do que a análise de uma conjuntura específica, esta
obra traduz a passagem definitiva de Marx para o
materialismo histórico e o comunismo, se tornando assim
uma leitura fundamental para a apropriação de seu legado..
Marx, Karl. As lutas de classes na França de 1848 a
1850. [Die klassenkämpfe in Frankreich 1848 bis 1850].
tradução Nélio Schneider. São Paulo: Boitempo, 2012. 186
p. (Coleção Marx-Engels). ISBN 9788575591901.
Resumo:
Nesta obra, Karl Marx analisa um período longo e
extremamente movimentado da história francesa,
apresentando algumas experiências conceitualmente
importantes da Revolução de 1848-1849 e seus resultados.
Ao aprofundar o desenvolvimento da teoria do Estado e da
teoria da revolução, o filósofo alemão chega à consciência
fundamental de que a realização da tarefa histórica da
classe trabalhadora é impossível no quadro da república
burguesa, demonstrando que a ditadura do proletariado é
uma fase de transição necessária para a abolição de todas
as diferenças de classe, para a reconfiguração econômica
da sociedade e para sua construção em uma ordem
socialista. Marx também trata detalhadamente da situação
e do papel do campesinato, fundamentando a necessidade
de sua aliança com a classe operária. Esta obra de Marx foi
publicada pela primeira vez em 1850 como série de artigos
na Nova Gazeta Renana, de Hamburgo, com o título ―1848
a 1849‖. No ano de 1895, Friedrich Engels produziu uma
nova edição, à qual deu o título atual, As lutas de classes
na França de 1848 a 1850, dotando-a de uma extensa
introdução. A presente tradução , feita por Nélio Schneider,
é baseada no texto dessa edição de 1895..
Secco, Lincoln Ferreira. Caio Prado Júnior: o sentido da
revolução. São Paulo: Boitempo, 2008. 254 p. ISBN
9788575591215.
Resumo:
Longe de ser apenas uma biografia de Caio Prado Júnior, o
livro de Lincoln Secco relaciona a vasta produção
acadêmica de seu personagem a uma trajetória dedicada à
militância política, compondo um retrato rico da vida e obra
de um dos mais relevantes intelectuais marxistas
brasileiros. Caio Prado Júnior: o sentido da revolução,
publicado pela Boitempo Editorial como parte da Coleção
Paulicéia, traz elementos fundamentais para a
compreensão das transformações, lutas sociais e conflitos
enfrentados pelo Brasil durante o século XX, tornando-se,
nas palavras de Ricardo Musse, autor da orelha do livro,
―um esboço da história do marxismo brasileiro‖. Em razão
da própria trajetória pessoal do biografado, Secco constrói
também um panorama da sociedade paulistana da época e
dos ambientes freqüentados pela destacada família Prado.
O historiador, economista, geógrafo e militante comunista
Caio Prado Júnior não dissociou suas atividades
intelectuais das políticas e direcionou seu pensamento para
o estudo e a superação dos problemas do país em que
viveu e pelo qual lutou. Tanto a originalidade de sua
produção teórica como seu pioneirismo ao formular uma
imagem marxista do Brasil estão contemplados na obra de
Lincoln Secco. Para o autor, trata-se de uma biografia
política, focada em compreender a adesão ao marxismo e
aspectos da relação, por vezes conflituosa, de Caio Prado
com seu partido, o PCB. Mesmo assim, a importância
cultural e histórica de sua personalidade não foi deixada de
lado. Caio Prado Júnior é obra necessária para conhecer
esta figura fundamental da vida brasileira em suas múltiplas
dimensões..
Damásio, Antonio R. O erro de Descartes: emoção, razão
e o cérebro humano. [Descartes' error: emotion, reason and
the human brain]. tradução: Dora Vicente, Georgina
Segurado. 3.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
259 p. ISBN 9788535922004. Bibliografia: p. 235-249.
Resumo:
Para pensar bem e tomar decisões corretas é preciso
manter a cabeça fria e afastar todos os sentimentos e
emoções, certo? Errado. Neste livro surpreendente e
polêmico, o neurologista António Damásio mostra como, na
verdade, a ausência de emoção e sentimento pode destruir
a racionalidade. Utilizando-se de inovadoras descobertas
da neurobiologia, Damásio desafia os dualismos
tradicionais do pensamento ocidental - mente e corpo,
razão e emoção, explicações biológicas e explicações
culturais - para oferecer uma visão científica e integrada do
ser humano e sugerir hipóteses surpreendentes sobre o
funcionamento do cérebro humano..
Lovisaro,
Martha. Psicomotricidade
aplicada
na
escola: guia prático de prevenções das dificuldades da
aprendizagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2011.
132 p. il. ISBN 9788578541613.
Resumo:
Este livro contém um programa para o desenvolvimento
psicomotor da criança que pode ser usado com o objetivo
preventivo ou de tratamento de inadaptações ocorridas na
infância. Sua principal característica reside no fato de ter
sido escrito para professores e pessoas que atuam na
educação infantil sem que sejam, necessariamente,
especialistas em Psicomotricidade, muito embora, a estes
também, o conteúdo irá interessar por tratar-se de um
programa psicomotor diferenciado. A 'Floresta Encantada',
como esse guia é conhecido, traz uma gama variada de
atividades corporais que ocorrem motivadas por uma
história contada, possibilitando a vivência das bases
psicomotoras, mais especificamente da organização do
esquema corporal, atuando sobre a cognição e a
afetividade da criança em desenvolvimento.
Machado,
José
Ricardo
Martins. 100
jogos
psicomotores: uma prática relacional na escola. 2. ed. Rio
de Janeiro: Wak Editora, 2011. 164 p. il. ISBN
9788578541248.
Resumo:
São apresentadas 100 atividades que têm em seus
objetivos os aspectos relacionais, tais como: afetividade,
corporeidade, limites, agressividade, comunicação e
expressão, e que estes são aplicados e vivenciados em
cada uma das atividades, as quais evidenciam o
movimento como mola-mestre para a socialização e a
aprendizagem.
Valente, Wagner Rodrigues (org.). Avaliação em
matemática: história e perspectivas atuais. 2. ed., 2.
reimpr. Campinas, SP: Papirus, 2013. 142 p. il. (Magistério:
formação e trabalho pedagógico). ISBN 9788530808600.
Resumo:
O livro percorre o trajeto seguido pela avaliação escolar em
matemática no país, desde os tempos do Brasil Império até
os mais recentes exames promovidos por órgãos oficiais.
Os resultados de pesquisas desse grupo de autores
permitem ao leitor conhecer os processos, e as
modificações ao longo do tempo, dos exames preparatórios
- ritual de passagem que faz parte da história de nosso
último século. A obra também faz uma reflexão sobre as
práticas pedagógicas evidenciadas pelas provas de
admissão ao ensino secundário, desde a época de sua
instituição até sua extinção na década de 1970. Além disso,
traz uma análise das concepções docentes a respeito
desse tema - causa de tanta controvérsia entre professores
e alunos - e discute exames como Saeb, Enem, Provão e
Sinaes, apontando novas perspectivas para a avaliação
escolar em matemática.
Stainback, Susan Bray; Stainback, William C. Inclusão: um
guia para educadores. tradução: Magda França Lopes.
Porto Alegre: Artmed, 1999. 451 p. ISBN 9788573075823.
Inclui bibliografia e índice.
Costa,
Eduardo;
Lovisaro,
Martha
(orgs.). Transpsicomotricidade: Psicomotricidade
com
base no pensamento complexo e transdisciplinar. Rio de
Janeiro: Wak Editora, 2013. 292 p. ISBN 97885785426033.
Gimeno Sacristán, José. O currículo: uma reflexão sobre a
prática. tradução: Ernani F. da Fonseca Rosa. 3.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2000. 352 p. ISBN 9788573073768.
Bibliografia: p. [335]-344.
Resumo:
Apresenta uma descrição dos processos, ressaltando a
importância da cultura e do momento histórico em que se
cria e se aplica o currículo, a necessidade de
conscientização da filosofia e das crenças que embasam a
política curricular e as práticas no cotidiano escolar..
Macedo, Joaquim Manuel de. A carteira de meu
tio. Introdução Leandro Thomaz de Almeida. São Paulo:
Hedra, 2010. 180 p. ISBN 9788577151684.
Smith, Plinio. Corpo estranho. São Paulo: Alameda, 2011.
88 p. ISBN 9788579390852.
Resumo:
A meditação da desesperança, por incidir na desconfiança
de nossas verdades, finge postular, com humor, a
indicação da poesia como remédio, embora incerto, para a
pletora de males desencadeados pela sorte – uma espécie
de deslocamento da filosofia, entendida como lenitivo para
as dores do mundo e o aprendizado da morte, para outras
paragens, em que a alegria salta, meio selvagem meio
fanfarrona, com o desprezo da contemplação, vale dizer,
da aceitação da brevidade da vida e o triunfo da morte. Um
subtexto filosófico e poético, em que Platão e Aristóteles,
João Cabral e Augusto dos Anjos, Borges e Cruz e Sousa
comparecem assimilados, destila humor e uma certa ironia
que atinge não as referências, mas o próprio referente: o
sofrimento, a dor de viver. A força da meditação está em
contornar a fonte obscura do sofrimento, patenteando
aquilo que conscientemente pode ser o conhecimento de
si. Esta mudança de tom poderia parecer esquisita, pois o
acento não mais decorre de assunto, nem das referências
óbvias das alusões doentias. Não mais Cruz e Souza e
Augusto dos Anjos; agora as referências são outras, algum
Drummond de Claro Enigma, João Cabral, algum Borges.
Com eles, Plínio inflecte a ironia, mantendo a melancolia
agora na chave da linguagem mais pura, sem alegoria. O
tom meio burlesco desaparece, com que a meditação toma,
finalmente, o rumo mais da poesia, menos da filosofia.
Efeito, talvez, da ascese propiciada, não pela platônica
descida ad inferos, mas pela conquista da única epopeia de
salvação à nossa disposição:vida toda linguagem. Mas a
visada das altas paragens poéticas é continuamente
desconstruída por designações que pelo seu não-senso
produzem efeitos grotescos: humor que contraria a ironia
socrática e as platônicas ascensões. Com isto o sujeito é
descentrado transformando-se antes em espetáculo que
em ser meditativo. Um realismo grotesco toma o lugar dos
simbolismos e desrealiza a suposta intimidade, ao substituir
o decoro da linguagem por figurações em que se
reconhece o trabalho, inconsciente, de elaboração que
espanca a morte: melancolia.. Celso F. Favaretto.
Borges, Jorge Luis. O outro, o mesmo. [El otro, el mismo].
Tradução: Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia das
Letras, 2009. 227p p. (Biblioteca borges). ISBN
9788535915792.
Costa, Robson Xavier da (org.). Arteterapia & educação
inclusiva: diálogo multidisciplinar. Rio de Janeiro: Wak
Editora, 2010. 164 p. il. ISBN 9788578541194.
Resumo:
Esta coletânea aborda variados aspectos da prática da
inclusão por meio da Arte ao relacionar Arteterapia &
Educação Inclusiva, compreendendo essas áreas como
facilitadoras da relação humana entre si e com os seus
pares. Os artigos que compõem este livro dissertam sobre
Arteterapia, terceira idade, corpo, cuidado, espaços
educativos e sociais da Arte, formatando um panorama do
estado da Arte em questão no Brasil.
Napolitano, Marcos. 1964: história do regime militar
brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014. 365 p. ISBN
9788572448260.
Resumo:
Exatos cinquenta anos atrás, o Brasil mergulhou em uma
ditadura que iria perdurar por mais de duas décadas. É
chegado o momento de fazer um balanço histórico do
regime militar. Marcos Napolitano, conhecido historiador da
USP, discute neste livro sólido e bem escrito as principais
questões desses 'anos de chumbo'. A ditadura durou muito
graças ao apoio da sociedade civil, anestesiada pelo
'milagre' econômico? Foi Geisel, com a ajuda de Golbery, o
pai da abertura, ou foi a sociedade quem derrubou os
militares do poder? Como era o dia a dia das pessoas
durante o regime militar? Como a cultura aflorou naquele
momento? O que aconteceu com a oposição e como ela se
reergueu? Qual a reação da sociedade (e do governo) à
tortura e ao 'desaparecimento' de presos políticos? Obra de
historiador, livro obrigatório para quem quer compreender o
Brasil, uma síntese brilhante.
Cañizares-Esguerra, Jorge. Como escrever a história do
Novo Mundo: histórias, epistemologias e identidades no
mundo Atlântico do século XVIII. [How to Write the History
of the New World: Histories, Epistemologies, and Identities
in the Eighteenth-Century Atlantic World]. tradução, Juliana
Bastos Marques. São Paulo: Edusp, 2011. 459 p. ISBN
9788531412790. Biblografia: p. 415-446.
Resumo:
A partir de que fontes e autoridade se deve escrever a
história das Américas é a questão central que Jorge
Cañizares-Esguerra discute neste livro. O autor apresenta
uma história da historiografia do Novo Mundo, articulando
diversas disciplinas, apropriando-se de noções de retórica,
de filologia, de antropologia, de política e de teoria dos
discursos. No livro identifica e descreve uma nova arte da
leitura que apareceu no norte da Europa no século XVIII
usada para rejeitar fontes e testemunhos sobre a história
do Novo Mundo. Discute também a questão da
credibilidade e da autoridade na perspectiva dos debates
sobre a instrução e a escrita, mostrando como a Espanha
encabeçou o esforço para libertar-se das fontes e
narrativas antigas sobre o passado americano e criou,
nesse processo, muitas instituições. O livro apresenta
também uma história das ideias na Europa, que se entrevê
na obstinação com que o Velho Mundo procura definir um
discurso competente sobre a América, não somente para
conhecê-la, mas também para dominá-la..
Haddad, Jane Patrícia. Cabeça nas nuvens: orientando os
pais e professores a lidar com o TDAH - Transtorno de
Deficit de Atenção. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora,
2013. 92 p. il. ISBN 9788578542245.
Resumo:
Este livro é fruto de uma experiência de um 'sujeito alunafilha-mãe-educadora' que vem sustentando seu desejo em
falar da educação de um outro lugar, um lugar de
possibilidade, de alguém que se implica no processo de
educar, que escuta, que observa e de alguém incompleto,
que se mantém em movimento, apesar de suas
dificuldades. Este livro é a possibilidade de um (re)encontro
com a (des)atenção diária diante do aumento aceito
considerável de crianças e jovens 'diagnosticadas' e
nomeadas muitas vezes por pais e professores como
'portadores' de TDAH.
Rodrigues, Janine Marta Coelho. A criança autista: um
estudo psicopedagógico. Rio de Janeiro: Wak Editora, 132.
132 p. ISBN 9788578541132.
Resumo:
Este livro trata de uma revisão teórico-metodológica sobre
Autismo. Com um aprofundamento teórico, atualizado e
pertinente, apresenta as experiências vivenciadas, as
atividades realizadas e o material pedagógico utilizado,
comentando, discutindo e sugerindo como atender na sala
de aula e em outros espaços sociais o indivíduo autista.
Este livro está direcionado a professores, a educadores, a
pais e a outros profissionais interessados no tema Autismo.
Com uma linguagem clara, precisa e de fácil entendimento,
ao longo da obra, as experiências e as atividades
realizadas vão sendo relatadas, possibilitando pela riqueza
de detalhes sua utilização com outros indivíduos que delas
necessitarem. As contribuições deste livro se destacam
como uma reflexão teórica-prática no estudo de um tema
pouco discutido.
Beauclair,
João. Psicopedagogia: trabalhando
competências, criando habilidades. 4. ed. Rio de Janeiro:
Wak Editora, 2011. 124 p. ISBN 9788588081239.
Resumo:
Fazendo uso de metáforas, o autor mostra o campo de
atuação do psicopedagogo, apresentando uma proposta de
construção de habilidades e competências necessárias
para um aprendizado permanente, que pode contribuir para
a formação do profissional de Psicopedagogia e sua
inserção fundamental nos processos educacionais, clínicos
e institucionais.
Belinky,
Tatiana. Tatiana
Belinky
conta
Lev
Tolstói: histórias de Bulka. Desenhos de Ulysses Bôscolo.
São Paulo: Ed. 34, 2007. 41 p. il. (Infanto-juvenil). ISBN
9788573263718. O conto foi adaptado de uma obra de Lev
Tolstói.
Resumo:
Neste livro, Lev Tolstói - o autor de Guerra e paz - narra as
aventuras de Bulka, um destemido cão vivendo nas frias e
selvagens montanhas do Cáucaso. Acompanhando seu
dono em caçadas a ursos, faisões e javalis, Bulka
enfrentará diferentes animais para provar o seu valor, e
terá que escapar até de homens armados para salvar sua
pele. Narradas ao mesmo tempo com realismo e emoção,
as Histórias de Bulka nos fazem viver de perto as alegrias e
as dores de um animal, provando que a boa literatura, além
de fazer sonhar, é capaz de mostrar a vida como ela é.
Marcos, Plínio. Plínio Marcos: melhor teatro. seleção e
prefácio Ilka Marinho Zanotto. São Paulo: Global, 2003. 285
p. ISBN 8526008153. Bibliografia: p. 281-283.
Resumo:
Plínio Marcos ficou marcado como um autor 'maldito'
porque foi um dos primeiros a tratar de temas que
'incomodavam' a sociedade - o submundo do crime, a
prostituição, o homossexualismo, a violência das grandes
cidades entre outros. Para a realização desta obra, Ilka
Marinho de Andrade Zanotto selecionou cinco peças Barrela, escrita em 1958; Dois Perdidos Numa Noite Suja,
de 1966; Navalha na Carne, de 1967, O Abajur Lilás, de
1969 e Querô, uma Reportagem Maldita, adaptada para o
teatro em 1979, a partir de um romance de 1976..
Acampora,
Beatriz. 170
técnicas
arteterapêuticas: modalidades expressivas para diversas
áreas. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2014. 192 p. il.
ISBN 9788578541712.
Resumo:
Um livro
prático
que
oferece
diferentes
recursos
terapêuticos em diversas abordagens e trajetos para
facilitar o trabalho com Arteterapia. Esta obra propicia ao
leitor a interação com diversos recursos artísticos,
facilitadores de expressão e criatividade do ser humano
integral, como um ser biopsicossocial, por meio de técnicas
expressivas plásticas, escrita, música, dança, teatro e
psicodrama, fotografia e muito mais.
Zizek, Slavoj. Menos que nada: Hegel e a sombra do
materialismo dialético. [Less than nothing: Hegel and the
shadow of dialectical materialism]. Tradução: Rogério
Bettoni. 1. ed. São Paulo, SP: Boitempo, 2013. 652 p. ISBN
9788575593165.
Resumo:
Slavoj Žižek defende neste livro que é imperativo não
apenas voltar a Hegel, mas repetir e exceder seus triunfos,
superar suas limitações e ser ainda mais hegeliano que o
mestre em si. Tal abordagem permite que o autor, sempre
à luz da metapsicologia de Jacques Lacan, diagnostique
nossa condição atual e trave um diálogo crítico com as
principais vertentes do pensamento contemporâneo –
Martin Heidegger, Alain Badiou, Gilles Deleuze, o realismo
especulativo, a física quântica e as ciências cognitivas.
'Menos que nada' retoma o legado hegeliano e apresenta
um desenvolvimento sistemático de sua filosofia.
Bordwell,
David;
Thompson,
Kristin. A arte
do
cinema: uma introdução. Tradução: Roberta Gregoli.
Campinas ; São Paulo: Editora da UNICAMP : EDUSP,
2013. 765 p. il. ISBN 9788526810204 (Editora da
UNICAMP). - 9788531414541 (EDUSP). Título original:
Film art: an introduction.
Resumo:
David Bordwell e Kristin Thompson concentram-se na
importância do plano para a análise cinematográfica.
Circunscrevem sua dimensão nos aspectos da mise-enscène (definida no horizonte da encenação e da direção de
atores) e da cinematografia (definida a partir dos elementos
que compõem a fotografia, como a luz, o enquadramento, a
profundidade de campo, o movimento de câmera, a
duração do plano). Em seguida é aberto capítulo para tratar
da montagem, encerrando o núcleo básico do livro que dá
conta da especificidade da forma narrativa com imagens
em movimento. Resta, evidentemente, o som (música,
falas, ruídos), abordado então em detalhe. Trata-se de obra
que consegue nos falar da arte do cinema como todo
orgânico, exposta através de uma espécie de propedêutica
do olhar.
Okano, Michiko. Ma: entre-espaço da arte e comunicação
no Japão. São Paulo: FAPESP : Annablume : Japan
Foundation, 2012. 217 p. il. (algumas color.). ISBN
9788539104369. Inclui bibliografia (p. [201]-214).
Ferro, Sergio. Arquitetura e trabalho livre. Organização e
apresentação Pedro Fiori Arantes, Posfácio Roberto
Schwarz. São Paulo: CosacNaify, 2006. 452 p. il. ISBN
8575034200.
Inclui
bibliografia
(p.
444-446).
Acesse o Currículo Lattes de Pedro Fiori Arantes
Resumo:
Esta coletânea de textos reúne quarenta anos de produção
teórica de Sérgio Ferro, arquiteto, pintor e professor da
Faculdade de Arquitetura de São Paulo (1962-1971) e da
École d'Architecture de Grenoble (1973-2003), com escritos
produzidos originalmente em português ou em francês,
incluindo ensaios, palestras e entrevistas (quase todos
inéditos).
Partindo
da
arquitetura
renascentista
(Brunelleschi, Michelangelo e Palladio) até Le Corbusier e a
arquitetura moderna brasileira, (em especial Oscar
Niemeyer, Lucio Costa e Vilanova Artigas), o autor também
aborda problema da habitação popular, a produção
arquitetônica de luxo e metodologias de pesquisa e ensino
em arquitetura.
Ciment, Michel. Conversas com Kubrick. Tradução:
Eloisa Araújo Ribeiro, Prefácio: Martin Scorsese. São
Paulo, SP: Cosac Naify, 2013. 379 p. il. ISBN
9788540505674. Título original: Kubrick.
Resumo:
Cineasta culto e exigente, senhor absoluto de seu meio de
expressao, Stanley Kubrick produziu relativamente pouco:
apenas treze longas-metragens em quase meio seculo de
atividade. Foi o bastante para dar ao cinema meia-duzia de
obras-primas em diferentes generos, transgredindo sempre
os limites destes ultimos com seus filmes radicalmente
originais, que desconcertam ate hoje a critica e o publico.
Neste livro, o grande critico frances Michel Ciment faz o
mais completo compendio critico da obra do recluso
cineasta, unindo textos analiticos a entrevistas e
depoimentos do proprio diretor e de seus colaboradores.
Seu objetivo, plenamente atingido, e o de mostrar a
coerencia estetica e filosofica por tras de obras
aparentemente tao dispares como 2001 e O iluminado,
Lolita e Laranja mecanica, Barry Lyndon e Nascido para
matar. Em todos eles vibram as tensoes entre razao e
instinto, ciencia e arte, amor e morte que caracterizam a
filmografia de um dos grandes artistas do seculo XX.
Braga, Lisandro. Classe em Farrapos: Acumulação
integral e expansão do lumpemproletariado. Säo Carlos:
Pedro & João Editores, 2013. 169 p. ISBN 9788579931598.
Resumo:
A leitura de Marx, como demonstra Viana, é bem mais
complexa e parte da divisão social do trabalho, da oposição
de interesses, da luta de classes, do modo de vida, modo
de atividade, valores, concepções etc. Assim, uma classe
social não se define por sua posição diante dos meios de
produção. Este procedimento define somente as classes
fundamentais do capitalismo, ou seja, burguesia e
proletariado. A estas classes fundamentais relaciona-se um
conjunto de outras, denominadas por Viana de classes
subsidiárias, ou seja, que se apropriam de uma ou outra
maneira do mais-valor produzido a partir da relação entre
as classes fundamentais. Entre as classes subsidiárias,
pode-se
citar:
burocracia,
intelectualidade,
lumpemproletariado, trabalhadores domésticos etc. Cada
uma destas classes comporta também um conjunto de
frações de classes. A burguesia, por exemplo, fraciona-se
em burguesia comercial, financeira, industrial, agrária. O
proletariado em industrial, agrário, de minas, da construção
civil. A burocracia em partidária, eclesial, empresarial,
sindical etc. A intelectualidade em artistas, cientistas etc.
Cada uma destas classes e frações define-se por um
determinado modo de atividade, por sua posição na divisão
social do trabalho, por determinado modo de vida e
rendimentos, por determinados valores e interesses. O que,
por definição, coloca uma em relação com as outras e, por
consequência, as coloca em situação de conflito ou de
aliança. A concepção de Marx sobre classes sociais é bem
mais complexa do que se apresenta à primeira vista. É a
partir desta abordagem que Lisandro Braga traz sua
contribuição ao discutir como o lumpemproletariado se
constitui e evolui ao longo da história do capitalismo. O
título da obra é bastante expressivo de seu conteúdo. A
Classe em Farrapos é uma alusão ao significado
etimológico da palavra lumpemproletariado, ou seja,
proletariado em farrapos. A pesquisa histórica e teórica
desenvolvida por Braga é uma grande contribuição à teoria
marxista das classes sociais. Sua análise da obra de Marx
no que concerne ao lumpemproletariado é uma marca
importante do presente livro. Demonstra como este
―proletariado‖ esfarrapado pertence ao capitalismo tanto
quanto a burguesia e o proletariado. Contudo, o grande
elemento definidor do lumpemproletariado, diferentemente
das demais classes subsidiárias, é o fato de estar fora da
divisão social do trabalho. Assim, como destaca o autor,
não existe exclusão social, o que implicaria em dizer que o
lumpemproletariado está fora da sociedade, algo
impossível. Esta classe está, na verdade, excluída da
divisão social do trabalho. O que Braga demonstra, a partir
das obras de Marx e Engels é que a constituição da
relação-capital, ou seja, da burguesia e do proletariado
implica,
ontologicamente,
na
criação
do
lumpemproletariado..
O valor da obra de arte. Ensaios: Alain Quemin, Ana Leticia
Fialho, Angélica de Moraes, Entrevistados: Cildo Meireles
... [et al.]. São Paulo: Metalivros, 2014. 238 p. ISBN
9788582200070.
Resumo:
Qual é a linha divisória entre expressão cultural e
mercadoria? A arte é o território do sublime ou o refúgio do
capital especulativo? O que deve presidir a percepção da
arte? Essas e muitas outras perguntas são levantadas e
respondidas neste livro a partir de sete ângulos e
protagonistas. Os textos de 'O Valor da Obra de Arte'
mapeiam a complexidade do assunto em linguagem
atraente e acessível a todos os públicos. Isso é feito por
meio de ensaios originais do sociólogo e professor Alain
Quemin, da pesquisadora Ana Letícia Fialho e da crítica e
jornalista Angélica de Moraes. Outros ângulos do tema
foram analisados por meio de entrevistas exclusivas com o
artista Cildo Meireles, o curador Tadeu Chiarelli, o
colecionador João Carlos de Figueiredo Ferraz e a galerista
Luisa Strina. O objetivo é estimular o leitor a mergulhar em
um dos temas mais efervescentes dos tempos atuais.
Afinal - arte e cifrão podem ser a mesma coisa?.
Gremaud, Amaury Patrick [...] et al. Justiça pela qualidade
na educação. Associação Brasileira de Magistrados,
Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e
da Juventude. São Paulo: Saraiva, 2013. 819 p. ISBN
9788502195769.
Resumo:
Fruto da parceria entre o Todos pela Educação e a ABMP,
a publicação tem como objetivo favorecer e fomentar maior
entendimento e diálogo entre Educação e Direito. A obra
traz artigos sobre um mesmo tema com duas abordagens
diferentes - uma pela área do Direto e outra pela área da
Educação, visando contribuir para a tomada de decisões
efetivas que tenham sempre como objetivo final a garantia
do aprendizado de cada um dos alunos brasileiros, sem
deixar de considerar as especificidades da Educação e os
contextos regionais de cada estado e município..
Benjamin, Walter, 1892-1940. Escritos sobre mito e
linguagem: (1915-1921). Organização, apresentação e
notas, Jeanne Marie Gagnebin ; tradução, Susana Kampff
Lages e Ernani Chaves. [2. ed.]. São Paulo, SP: Duas
Cidades : Ed. 34, 2013. 171 p. (Espírito Crítico). ISBN
9788573264746.
Cícero, Marco Túlio. Da natureza dos deuses. [De Natura
Deorum]. Introdução, tradução e notas: Pedro Braga
Falcão. Lisboa: Vega, 2004. 221 p. (Referências). ISBN
9726997534. Inclui índice.
Bateson, Gregory. Naven: um exame dos problemas
sugeridos por um retrato compósito da cultura de uma tribo
da Nova Guiné, desenhado a partir de três perspectivas.
Tradução: Magda Lopes. 2. ed. Säo Paulo: EDUSP, 2008.
384 p. il. (Clássicos ; 28). ISBN 9788531409912.
Resumo:
Para analisar um ritual nativo - o 'naven', dos Iatmul da
Nova Guiné - Gregory Bateson relacionou-o aos diversos
aspectos da vida do grupo, de tal modo que, a partir de um
item do comportamento, toda uma rede de fatos e
representações vai se formando no texto.
Burnett, Henry. Para ler "O nascimento da tragédia" de
Nietzsche. São Paulo: Edições Loyola, 2012. 70 p.
(Leituras filosóficas). ISBN 9788515039685.
Resumo:
Este livro fornece ao leitor uma visão geral da obra, entre
tantas portas de entrada possíveis, e apresenta seus
princípios estéticos a partir da ideia de uma autonomia do
pensamento de juventude de Nietzsche.
Freitas, Marcos Cezar de. O aluno-problema: forma
social, ética e inclusão. São Paulo: Cortez, 2012. 127 p.
(Educação & saúde ; v.1). ISBN 9788524917509. A
biblioteca possui a 1. reimpressão de 2013; Inclui
bibliografia
(p.
119-127).
Olivier, Lou de. Transtornos de comportamento e
distúrbios de aprendizagem. Rio de Janeiro: Wak Editora,
2013. 160 p. ISBN 9788578542498.
Resumo:
Este livro traz à luz temas como hiperatividade,
hipoatividade, depressão, anoxia/hipoxia perinatal/neonatal,
entre outros. Também publica novidades sobre Dislexia,
Disgrafia, Disortografia, Autismo, Limitrofia: Borderline,
TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), TDAH –
Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade, o
normal, o problemático e o distúrbio no desenvolvimento de
crianças dos seis aos doze anos, Comorbidades e recaídas
nos distúrbios de aprendizagem e ainda mostra um artigo
sobre Dislexia Adquirida. Um manual para professores,
psicólogos, psicopedagogos, neuropsicólogos, psiquiatras
e outros profissionais de saúde e educação. Por sua
linguagem sucinta e objetiva pode também ser utilizado por
pais com filhos em idade escolar.
Cunha, Antonio Eugênio. Práticas pedagógicas para a
inclusão e diversidade. 4. ed. Rio de Janeiro: Wak
Editora, 2014. 160 p. ISBN 9788578541583.
Teixeira, Sirlândia Reis de Oliveira. Dislexia na educação
infantil: intervenção com jogos, brinquedos e brincadeiras.
2. ed. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2014. 172 p. ISBN
9788578541583.
Goethe, Johann Wolfgang von. Os anos de aprendizado
de Wilhelm Meister. tradução de Nicolino Simone Neto,
apresentação de Marcus Vinicius Mazzari, posfácio de
Georg Lukács. 2. ed. São Paulo: 34, 2009. 606 p. ISBN
9788573263602.
Dourado, Henrique Autran. Dicionário de termos e
expressões da música. São Paulo: Ed. 34, 2004. 382 p.
ISBN 857326294X. Bibliografia: p. 373-380.
Cazes, Henrique. Choro: do quintal ao Municipal. 4. ed.
São Paulo: Ed. 34, 2010. 224 p. ISBN 9788573261059.
Duarte,
Eduardo
de
Assis. Literatura,
política,
identidades: ensaios. Belo Horizonte: FALE-UFMG,
2005. 175 p. ISBN 8587470876. Inclui bibliografia (p. 170175)
Penney, David W. North American Indian art. London:
Thames & Hudson, 2004. 232 p. il. (principalmente color.),
mapas. (World of art;). ISBN 0500203776. Inclui
bibliografia (p. 221-225) e índice.
Resumo:
This book surveys the artistic traditions of indigenous
North America, from those of ancient cultures to the work
of modern artists. The text is organized geographically,
covering tribes as wide-ranging as the Navajo, Cheyenne,
Chumash, Tsimshian and Inuit, and draws upon Native
American history, the testimonies of oral tradition and the
latest research in North American archaeology.
França, José-Augusto. O essencial sobre RAFAEL
BORDALO PINHEIRO. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa
da Moeda, 2005. 103 p. ISBN 9789722714396.
Pinheiro, Rafael Bordalo. No Lazareto de Lisboa. Lisboa:
Frenesi, 2003. 73 p. ISBN 9789728351779.
Resumo:
Caricaturista, ilustrador, ceramista, autor de banda
desenhada, editor, decorador e figurinista, considerado o
maior artista plástico português do século XIX, Raphael
Bordallo Pinheiro (na grafia original) nasceu a 21 de
Março de 1846, em Lisboa, e faleceu a 23 de Janeiro de
1905, na mesma cidade.. Este livro foi publicado
originalmente em 1881 e trata-se de um álbum "autosatírico", onde o autor ensaia uma bd autobiográfica
"avant la lettre" sobre a sua experîência traumática no
famoso Lazareto de Lisboa no seu regresso do Brasil..
Delacroix, Christian; Dosse, François; Garcia, Patrick. Les
courants historiques en France, XIXe-XXe siècle. Éd.
rev. et augm. Paris: Gallimard, 2007. 724 p. ISBN
9782070343362.
Resumo:
L'histoire, depuis quelques décennies, fait retour sur ellemême. Elle s'interroge sur les notions en usage, ce qui
implique que l'auteur comme le lecteur d'histoire
comprennent plus exactement ce que faire de l'histoire
veut dire. Restituer les courants historiques au cours des
deux derniers siècles, c'est révéler les trois dimensions
théorique, professionnelle et institutionnelle de la
discipline. Celle-ci est d'abord le produit du lien social
inédit qui, avec la Révolution française, s'est légitimé en
distinguant l'Ancien Régime du Nouveau, et en mobilisant
le récit historique. Elle est ensuite un savoir qui médiatise
auprès du public ses travaux et résultats par une
technique, des règles de recherche et des procédures
d'enquête et d'analyse qui lui sont propres. Elle est, enfin,
écriture, mise en récit, ce qui implique qu'attention soit
prêtée aux règles d'énonciation, à l'usage discursif des
sources comme aux effets de langage, autant qu'aux
pressions du pouvoir ou des groupes sociaux qui toujours
chercheront à l'enrégimenter..
Démier, Francis. La France de la restauration, 18141830: l'impossible retour du passé. Paris: Gallimard, 2012.
1095 p. ISBN 9782070396818.
Resumo:
La Restauration est l‘une des périodes de l‘histoire de
France qui a fait le plus l‘objet de travaux et de
recherches.
Cette
historiographie
demeure
essentiellement politique ; elle est le lieu de batailles
féroces d‘interprétations qui, jusqu‘à nos jours, ne se
départissent guère de la clef livrée dès les années 1830
par le premier historien de la période, Jean-Baptiste
Capefigue : «On ne pourra bien saisir le caractère de ce
mouvement qu‘en suivant le fil de la grande intrigue qui,
depuis le 13 juillet 1789, a remué la France et l‘Europe ;
car, chose étonnante, dans toutes les phases de sa
fortune, la maison des Bourbons est demeurée avec ses
grandeurs, ses préjugés et ses chimères!». Avec Francis
Démier, la focale se déplace : la Restauration n‘est plus
seulement la «mise au tombeau» de la monarchie narrée
par Chateaubriand, du fait de «l‘impossible retour du
passé». Elle est tout autant l‘ouverture à l‘avenir d‘une
France économiquement industrieuse et bientôt
industrielle, qui se lance dans la modernisation et dont
Balzac a superbement dressé la physiologie. Joseph
Lainé, député de la Gironde, déclarait devant la Chambre,
le 6 mai 1820, dans une formule lapidaire qui sert de
trame à cet ouvrage : «Les intérêts matériels sont
devenus prépondérants»..
Wilkinson, Sam. Caligula. London: Routledge, 2005. 110
p. ISBN 0415357683.
Deleuze, Gilles. Critique et clinique. Paris: Les Éditions
de Minuit, 2002. 187 p. ISBN 9782707314536.
Resumo:
– Comment une autre langue se crée dans la langue, de
telle manière que le langage tout entier tende vers sa
limite ou son propre ― dehors ‖.. – Comment la possibilité
de la psychose et la réalité du délire s‘inscrivent dans ce
parcours.. – Comment le dehors du langage est fait de
visions et d‘auditions non langagières, mais que seul le
langage rend possibles.. – Pourquoi les écrivains sont dès
lors, à travers les mots, des coloristes et des musiciens..
Hegel, Georg Wilhelm Friedrich. Lectures on the history
of philosophy. translated by E.S. Haldane and Frances
H. Simson.. Lincoln: University of Nebraska Press, 1995.
453 p. ISBN 0803272723.
Deleuze, Gilles. Filosofía crítica de Kant. Traducción de
marco Aurelio Galmarini. 4. ed. Madrid: Cátedra, 2011.
134 p. ISBN 9788437623887.
Resumo:
Un fin natural es un fundamento de posibilidad; un fin
último es una razón de existencia; un fin final es un ser
que posee en sí la razón de la existencia. Pero, ¿qué es
un fin final? Sólo el hombre, en tanto que ser razonable,
puede encontrar el fin de su existencia en sí mismo. La
cuestión fundamental de un fin final en e l acto de crear
sobrepasa toda teología natural y no puede incluso ser
concebida por ella.
Anderson, John M. Linguistic representation: structural
analogy and stratification. Berlin: Mouton de Gruyter,
1992. 254 p. ISBN 3110135310.
Steinert, Marlis. Hitler. Lisboa: Verbo, 2006. 645 p. (Os
Rostos da História). ISBN 9789722225908.
Resumo:
Haverá algum elo de ligação entre a sociedade, a
ideologia e a cultura política da Alemanha, e a
personalidade do homem que a dirigiu entre 1933 e 1945?
É seguindo-o passo a passo, desde a sua infância na
Áustria até ao bunker em que se instalava na chancelaria,
que podemos apreender até que ponto Hitler foi um
produto das convulsões e das frustrações da História
austro-alemã, da História de um povo com problemas de
integração. lementos estruturais, funcionais, ideológicos e
pessoais formam, com efeito, um todo indissociável. E o
nome de Hitler ficará, para sempre, associado ao da
Alemanha, para nos recordar aquilo que o Homem é
capaz de fazer ao seu semelhante..
Ernout, A. Dictionnaire etymologique de la langue
latine: histoire des mots. 4 ed. Paris: C. Klincksieck, 1959.
827 p. ISBN 9782252033593.
Focillon, Henri. The life of forms in art. New York: Zone,
1989. 190 p. ISBN 0942299566.
Majastre,
Jean-Olivier. L'art,
le corps
,
le
désir: cheminements anthropologiques . préface d'Henry
Torgue. Paris: L'Harmattan, 2008. 207 p. ISBN
9782296063549.
Majastre,
Jean-Olivier. L'art,
le corps
,
le
désir: cheminements anthropologiques . préface d 'Henry
Torgue. Paris: L'Harmattan, 2008. 207 p. ISBN
9782296063549.
Auden, W. H; Pearson, Norman Holmes.. Poets of the
English language. [edited by W.H. Auden and Norman
Holmes Pearson]. Harmondsworth: Penguin, 1977. 540 p.
ISBN 9780140150528.
Resumo:
This volume, edited and with a superb introduction by
W.H. Auden and Norman Holmes Pearson, presents the
greatest of the Romantics in all the fullness and ardor of
their vision, including William Blake, Robert Burns, Samuel
Taylor Coleridge, William Wordsworth, Lord Byron, Percy
Bysshe Shelley, John Keats, Ralph Waldo Emerson,
Henry David Thoreau, and Edgar Allan Poe. What
emerges is a panoramic view of a generation of artists
struggling to remake the world in their own image—and
miraculously succeeding..
Miller, Arthur. The portable Arthur Miller. original
introduction by Harold Clurman ; revised edition edited
with an introduction by Christopher Bigsby. New York:
Penguin Books, 2003. 575 p. (Penguin classics). ISBN
9780142437551.
Lira, José. Warchavchik: fraturas da vanguarda. São
Paulo, SP: Cosac Naify, 2011. 550 p. il. ISBN
9788575039632.
Resumo:
Neste livro, Jose Lira apresenta uma releitura do
momento vanguardista, inserindo a obra do arquiteto
Gregori Warchavchik em um triangulo de forças com
Mário de Andrade e Lúcio Costa, como vértices do
modernismo no Brasil. Com seu itinerário ramificado e
múltiplo, a trajetória de Warchavchik apresenta os
capítulos considerados fundamentais da historia cultural
da arquitetura brasileira. Os debates intelectuais da
vanguarda, a figura do imigrante em uma sociedade
afluente, as novas rotinas do trabalho projetual e as
tramas sociais e econômicas que transformaram a
metrópole paulista são alguns dos temas abordados. A
edição traz mais de 350 imagens, entre fotos, documentos
e projetos, que acompanham a biografia do arquiteto, das
raízes ucranianas, passando por sua formação artística
na Itália, ate sua chegada em 1923 ao Brasil, onde
manteve uma atividade projetual regular ate os anos
1960.
Domingues,
Diana
(org.). Arte,
ciência
e
tecnologia: passado, presente e desafios. São Paulo: Ed.
UNESP, 2009. 570 p. il. ISBN 9788571398955. Inclui
bibliografia e indice.
Resumo:
Este livro, com foco histórico na relação entre arte, ciência
e tecnologia, tem como objetivo colocar na história da
arte, em nosso país, os elementos necessários e as
estratégias que configuram as teorias desse campo de
conhecimento, bem como artistas, instituições, tipos de
documentação, a relação com os espaços de
exposição/museus e coleções, metodologias adequadas
ao
estudo,
especialmente
pelas
abordagens
historiográficas, discussão de problemas científicos e as
influências recíprocas nas trocas entre arte, ciência e
tecnologia.
Miceli, Sergio; Pontes, Heloisa (orgs.). Cultura e
sociedade: Brasil e Argentina. São Paulo: EDUSP, 2014.
422 p. il. ISBN 9788531414879.
Resumo:
Os doze ensaios que compõem este livro procuram
apreender as diversas relações entre cultura e sociedade.
Segundo os organizadores, os textos ressaltam os fluxos
e a circulação de linguagens, ideias, modelos
expressivos, obras e autores entre os diversos nichos do
gradiente entre ―baixa‖ e ―alta‖ cultura no Brasil e na
Argentina; o resultado é uma história social arrojada da
cultura e da sociedade brasileira, potencializada pela
comparação com o que sucede na Argentina em domínios
precisos. Os ensaios versam sobre o itinerário do escritor
Lima Barreto; a emergência das vanguardas modernistas
no Brasil e na Argentina; o surto do romance social e
introspectivo; a gênese da sociologia em ambiente
universitário; as relações de gênero encenadas nos
palcos e na televisão; os conflitos entre concepções
divergentes sobre o trabalho intelectual e a atividade
jornalística; as representações distintas sobre o valor
literário legítimo, enfeixadas pelo fenômeno Paulo Coelho.
Nesbitt, Kate (org.). Uma nova agenda para a
arquitetura: antologia teórica, 1965-1995. Tradução Vera
Pereira, Revisão técnica: José Tavares Correia de Lira e
Joana Mello. [2. ed. rev.]. São Paulo: CosacNaify, 2008.
661 p. il. ISBN 9788575035993. Título original: Theorizing
a new agenda for architecture: an anthology of
architectural theory, 1965-1995; Inclui bibliografia (p. 625633).
Resumo:
Esta antologia reúne os 51 mais influentes ensaios de
teoria contemporânea publicados internacionalmente no
âmbito das exposições, revistas e periódicos acadêmicos
de arquitetura dos últimos 30 anos. Pensado
originalmente para um público de profissionais,
estudantes e professores de arquitetura, é uma excelente
introdução aos temas e teorias da arquitetura mais
importantes produzidos a partir dos anos 1960. Os textos,
escolhidos em função de sua capacidade de revelar as
questões centrais do debate teórico pós-moderno, foram
escritos por arquitetos, historiadores, críticos e teóricos
como Eisenman, Tschumi, Colquhoun, Argan, Agrest,
Koolhaas, Gregotti, Tafuri, Frampton, entre outros. Inclui
ainda informações sobre os autores e uma bibliografia
organizada por capítulo que serve como um guia de
estudo sobre os temas e paradigmas teóricos abordados.
A obra interessa não apenas ao arquiteto, mas também a
todo leitor envolvido com a análise e crítica da produção
cultural do período.
Armstrong,
Karen. Em
nome
de
Deus: o
fundamentalismo no judaismo, no cristianismo e no
islamismo. [The Batlle for God]. traducao Hildegard Feist.
São Paulo, SP: Companhia de Bolso, 2009. 583 p. ISBN
9788535915815.
Resumo:
Karen Armstrong analisa nesta obra os movimentos
fundamentalistas que se desenvolveram nas três religiões
monoteístas - judaísmo, cristianismo e islamismo. Seu
ponto de partida é o ano de 1492, data em que ocorreram
episódios históricos para cristãos, muçulmanos e judeus a descoberta da América, a conquista de Granada e a
expulsão dos judeus da Espanha..
Maiakóvski: Poemas. Tradução: Boris Schnaiderman,
Augusto e Haroldo de Campos. 9. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2013. 171 p.
Maiakóvski: Poemas. Tradução: Boris Schnaiderman,
Augusto e Haroldo de Campos. 9. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2013. 171 p. il. (Signos ; 10). ISBN
9788527301183.
Sófocles. As traquínias. Tradução, posfácio e notas de
Trajano Vieira ; ensaio de Patricia E. Easterling. 1. ed.
São Paulo: Editora 34, 2014. 168 p. ISBN
9788573265484.
Damásio, Antonio R. O mistério da consciência: do corpo
e das emoções ao conhecimento de si. [The feeling of what
happens.]. tradução Laura Teixeira Motta. 10. reimpr. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013. 474 p. ISBN
9788535900322.
Resumo:
Como uma pessoa sabe que está sentindo uma dor? Como
sabe que está apaixonada? Como sabe o que está
fazendo? Como sabe o que quer fazer? O que é a
consciência? O que é esse fenômeno que aciona o corpo,
a emoção e a mente para assegurar não só a
sobrevivência, mas também todas as criações da vida
humana? O que ocorre em nosso organismo, e
especialmente em nosso cérebro, que nos faz tomar
conhecimento do mundo e do que acontece dentro das
fronteiras do nosso corpo? O que nos permite lembrar o
passado e planejar o futuro? O que nos abre as portas da
arte, da ética e da ciência? O neurologista António
Damásio, um dos grandes cientistas contemporâneos,
revela neste livro sua teoria revolucionária sobre o enigma
da consciência - o maior desafio da filosofia e das ciências
da vida..
Rouillé, André. A fotografia: entre documento e arte
contemporânea. Tradução: Constancia Egrejas. São Paulo:
Editora SENAC São Paulo, 2009. 483 p. ISBN
9788573598766. Título original: La photographie.
Resumo:
Esse livro trata da trajetória da fotografia nesses seus 170
anos de vida. Detendo-se em textos e autores para se
pensar essa questão, o autor apresenta uma reflexão sobre
o fazer fotográfico e o consumo da fotografia nos tempos
atuais. Vai do daguerreótipo à imagem digital, descreve a
analisa os principais autores e os movimentos estéticos de
toda a história da fotografia e seus diferentes usos ao longo
do tempo, até o momento de simbiose entre arte e
fotografia, apresentando a distinção entre a arte dos
fotógrafos e a fotografia dos artistas.
Xavier,
Alberto
(org.). Depoimento
de
uma
geração: arquitetura moderna brasileira. Prefácio de Julio
Katinsky. Ed. rev. e ampl. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
380 p. (Face Norte). ISBN 8575031597.
Resumo:
´Depoimentos de uma Geração´ já se tornou uma
referência para a história da arquitetura brasileira. Este
balanço crítico, organizado pelo arquiteto e professor
Alberto Xavier, reúne textos publicados no Brasil desde a
década de 20 pelas primeiras gerações de arquitetos e
intelectuais identificados com o movimento moderno e que,
em diferentes momentos e com distintos pontos de vista,
enriqueceram o debate relativo a nossa arquitetura. Entre
eles, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Gregori Warchavchik,
Vilanova Artigas, Mário Pedrosa, Gustavo Capanema, Lina
Bo Bardi, Pietro Maria Bardi, Mário de Andrade e José Lins
do Rego.
Cullen, Gordon. Paisagem urbana. Lisboa: Edições 70,
2009. 202 p. il. (Arquitectura e urbanismo ; 1). ISBN
9789724414010. Título original: Concise townscape.
Resumo:
'Paisagem Urbana' é um conceito que exprime a arte de
tornar coerente e organizado, visualmente, o emaranhado
de edifícios, ruas e espaços que constituem o ambiente
urbano. Tal concepção foi primeiramente formulada por
Gordon Cullen em The Architectural Review, vindo
posteriormente a dar forma ao presente livro, em 1961.
Esta obra tem exercido profunda influência em gerações
sucessivas de arquitectos, projectistas e outras pessoas
particularmente envolvidas no aspecto que as cidades
devem apresentar. Todavia, trata-se de uma obra que
ultrapassa a esfera profissional, atingindo um público que
se interessa em termos gerais pela estética, pela arte e
pela arquitectura. Outro elemento importante do livro são
os desenhos excepcionais, com que o autor ilustra o
cenário urbano..
Braga, Milton. O concurso de Brasília: sete projetos para
uma capital. Ensaio fotográfico Nelson Kon, Edição e
apresentação Guilherme Wisnik. Säo Paulo: Cosac Naify :
Museu da Casa Brasileira : Imprensa Oficial, 2010. 287 p.
il. (principalmente color.). ISBN 9788586297120 (Museu da
Casa Brasileira). - 9788570608413 (Imprensa Oficial). 9788575038963 (CosacNaify).
Resumo:
Este livro investiga os antecedentes históricos, os episódios
e polêmicas que marcaram a fundação de Brasília. O
arquiteto paulista Milton Braga analisou os sete projetos
premiados no Concurso de Brasília, ou Concurso Nacional
do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, que ocorreu
entre 1956 e 1957, que definiu a cidade como é conhecida.
Os selecionados foram - Lucio Costa, Boruch Milman e
equipe, Rino Levi e equipe, M. M. M. Roberto e equipe,
Henrique Mindlin e Giancarlo Palanti, Vilanova Artigas e
equipe e Milton Ghiraldini e equipe. Contando com
documentação gráfica, o autor descreve, analisa e compara
os sete projetos, além de apontar as diferenças entre o
plano vencedor do concurso e sua construção efetiva. A
esse material somam-se documentos históricos, tais como
o edital do concurso, as atas do júri, o comentário crítico de
alguns membros destacados da comissão julgadora, a
memória descritiva de Lucio Costa em edição fac-similar, e
croquis de estudo feitos por ele. Além disso, a publicação
conta com um ensaio fotográfico de Nelson Kon,
preocupado em flagrar a cidade de Brasília mais sob a
ótica do urbanismo do que das imagens cartão-postal de
seus edifícios emblemáticos.
Smith, Plínio Junqueira. Corpo estranho. São Paulo:
Alameda,
2011.
88
p.
ISBN
9788579390852.
Bastos,
Maria
Alice
Junqueira;
Zein,
Verde. Brasil: arquiteturas após 1950. São
Perspectiva, 2010. 429 p. il. ISBN 9788527308915.
Ruth
Paulo:
Resumo:
'Brasil
Arquiteturas
após
1950',
construído
cuidadosamente a quatro mãos por Maria Alice Junqueira
Bastos e Ruth Verde Zein, o livro ajuda a preencher muitas
lacunas na historiografia brasileira sobre o assunto, seja
pela amplitude da pesquisa, que analisa obras e projetos
de todos os tipos; pela verticalidade, ao descrever obras e
experiências relevantes com apuro técnico; ou por situar
criticamente o projeto como evento técnica e culturalmente
engajado no processo político de construção de uma
identidade brasileira - mas não uma identidade qualquer,
senão aquela que se impõe também como protagonista de
uma produção internacional. Com um repertório de obras e
assuntos, transitando por corredores de apartamentos e
por vias exclusivas de ônibus, analisando as propriedades
técnicas e plásticas do edifício, e também sua pertinência
territorial e sua atualidade como linguagem, Bastos e Zein
não se intimidaram diante do tamanho da empreitada e da
responsabilidade de mostrar virtudes e defeitos das várias
arquiteturas brasileiras das últimas seis décadas..
Coli, Jorge. O corpo da liberdade: reflexões sobre a
pintura do século XIX. São Paulo: Cosac Naify, 2010. 365
p. + [16] f. de lâms. il. (principalmente color.). ISBN
9788575038895. Inclui bibliografia e índice.
Resumo:
Mais do que de uma ―palavra empenhada‖, os textos de
Jorge Coli são feitos de ―uma palavra fascinada‖. Sua
prosa, tantas vezes poética, não abdica do interesse
genuíno por seu objeto de reflexão – as obras de arte –
para seguir os ditames de um discurso acadêmico. Ao
contrário, o que interessa ao professor de História da Arte
da Universidade Estadual de Campinas são justamente as
dobras, os desvios, os descaminhos que entrelaçam
reflexão e imaginação, consciência e devaneio, que
aparecem no momento em que esses objetos de arte se
tornam sujeitos. O corpo da liberdade: reflexões sobre a
pintura do XIX, reunião de quatorze textos de Jorge Coli, é
o trigésimo volume da coleção Ensaios e traz, já em seu
título, dois dos temas que perpassam toda a escrita do
autor: a liberdade da e na arte, sua capacidade de criar e
revelar mundos, imaginários ou reais, e a particularidade de
sua existência, seu corpo. Que o leitor não espere
encontrar nenhuma teoria geral da arte do século XIX: Coli
é expressamente avesso a qualquer tipo de argumento
totalizante, a toda teoria que se impõe aos objetos de
análise, a qualquer sistematização generalista. O que os
textos apresentam são o que o título promete: reflexões.
Vários ensaios foram encomendados para seminários e
simpósios, outros tantos surgidos de determinada
exposição ou catálogo. Surgem de experiências
específicas, mais do que dos compromissos da vida
acadêmica. O livro é sobretudo um convite ao encontro de
obras e artistas. Sua argumentação conta com a astúcia do
olho crítico armado pela erudição, capaz de aproximar
obras e artistas muitas vezes separados por preconceitos
acadêmicos ou intelectuais. Coli acredita nas imagens e no
poder do olhar em questioná-las, relacioná-las, e ao
mesmo tempo preservar seus silêncios e mistérios.
Colquhoun,
Alan. Modernidade
e
tradição
clássica: ensaios sobre arquitetura 1980-87. tradução
Christiane Brito ; prefácio Roberto Conduru. São Paulo:
Cosac & Naify, 2004. 253 p. il. (Face norte). ISBN
857503278X. Título original: Modernity and the classical
tradition; Inclui índice.
Resumo:
Em sua primeira obra traduzida no Brasil, o renomado
crítico inglês Alan Colquhoun compõe um quadro de
referências que ajuda a perceber a configuração
contemporânea das vertentes do campo arquitetônico.
Colquhoun analisa a presença fundadora da tradição
clássica na modernidade arquitetônica, iluminando
conceitos como classicismo, romantismo e racionalismo, e
relaciona-os com a prática e a crítica da arquitetura dos
últimos duzentos anos. Passa por temas como a vanguarda
clássica, com destaque para Le Corbusier, e os temas
contemporâneos, como o conceito de espaço..
Ribeiro, Berta G. Dicionário do artesanato indígena. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1988. 343 p. (RECONQUISTA DO
BRASIL). ISBN 9788531901300.
Resumo:
Sistematiza a cultura Material indígena. Apresenta
ilustrações e informações de ordem técnica sobre as
manufaturas empregadas na elaboração do artesanato..
Dorta, Sonia Terezinha Ferraro; Cury, Marília Xavier. A
plumária indígena brasileira no Museu de Arqueologia
e Etnologia da USP. Tradução de Elizabeth Ewart. 2. ed.
São Paulo: Edusp, 2001. 535 p. (USPIANA BRASIL 500
ANOS). ISBN 9788531405617.
Resumo:
O livro apresenta um panorama das coleções plumárias do
acervo do MAE-USP, analisando o histórico de sua
constituição, a elaboração e contextos de uso de artefatos
plumários entre os indígenas e sua comunicação em
exposições de divulgação científica..
Dickens, Charles. Oliver Twist: or, The parish boy's
progress. Edited with an introduction and notes by Philip
Horne. London ; New York: Penguin Book, 2003. liii, 553 p.
il. (Penguin classics). ISBN 0141439742.
Resumo:
The story of the orphan Oliver, who runs away from the
workhouse only to be taken in by a den of thieves, shocked
readers when it was first published. Dickens's tale of
childhood innocence beset by evil depicts the dark criminal
underworld of a London peopled by vivid and memorable
characters — the arch-villain Fagin, the artful Dodger, the
menacing Bill Sikes and the prostitute Nancy. Combining
elements of Gothic Romance, the Newgate Novel and
popular melodrama, in Oliver Twist Dickens created an
entirely new kind of fiction, scathing in its indictment of a
cruel society, and pervaded by an unforgettable sense of
threat and mystery. This is the first critical edition to use the
serial text of 1837-9, presenting Oliver Twist as it appeared
to its earliest readers. It includes Dickens's 1841
introduction and 1850 preface, the original illustrations and
a glossary of contemporary slang.
Dickens, Charles. Great expectations. With an introduction
by David Trotter ; edited and with notes by Charlotte
Mitchell. London: Penguin Books, 2003. xxviii, 514 p.
(Penguin classics). ISBN 0141439564.
Resumo:
A terrifying encounter with an escaped convict in a
graveyard on the wild Kent marshes; a summons to meet
the bitter, decaying Miss Havisham and her beautiful, coldhearted ward Estella; the sudden generosity of a mysterious
benefactor -- these form a series of events that change the
orphaned Pip's life forever, and he eagerly abandons his
humble origins to begin a new life as a gentleman.
Dickens's haunting late novel depicts Pip's education and
development through adversity as he discovers the true
nature of his 'great expectations'. This definitive edition
uses the text from the first published edition of 1861. It
includes a map of Kent in the early nineteenth century, and
appendices on Dickens's original ending and his working
notes, giving readers an illuminating glimpse into the mind
of a great novelist at work.
James, Henry. The portrait of a lady. edited with an
introduction by Geoffrey Moore and notes by Patricia Crick.
London, England: Penguin Books, 2003. 656 p. (Penguin
classics). ISBN 0141439637.
Richardson, Samuel. Pamela, or Virtue rewarded. edited
by Peter Sabor, with an introduction by Margaret A. Doody.
Harmondsworth:
Penguin,
1980.
537
p.
ISBN
9780140431407.
Chaucer, Geoffrey. The Canterbury tales. translated into
modern English by Nevill Coghill. London: Penguin Books,
2003. 504 p. (Penguin classics). ISBN 9780140424386.
Dickens, Charles. Hard times: for these times. Edited with
an introduction and notes by Kate Flint. London: Penguin,
2003. xli, 321 p. (Penguin Classics). ISBN 014143967X.
Resumo:
Coketown is dominated by the figure of Mr Thomas
Gradgrind, school headmaster and model of Utilitarian
success. Feeding both his pupils and family with facts, he
bans fancy and wonder from any young minds. As a
consequence his obedient daughter Louisa marries the
loveless businessman and 'bully of humanity' Mr
Bounderby, and his son Tom rebels to become embroiled in
gambling and robbery. And, as their fortunes cross with
those of free-spirited circus girl Sissy Jupe and victimized
weaver Stephen Blackpool, Gradgrind is eventually forced
to recognize the value of the human heart in an age of
materialism and machinery. This edition of "Hard Times" is
based on the text of the first volume publication of 1854.
Kate Flint's introduction sheds light on the frequently
overlooked character interplay in Dickens's great critique of
Victorian industrial society.
Fielding, Henry. Joseph Andrews: and, Shamela. edited
with an introduction and notes by Judith Hawley. London:
Penguin, 1999. 389 p. ISBN 9780140433869.
Irving, Washington. The legend of Sleepy Hollow and
other stories. with an introduction and notes by William L.
Hedges. New York: Penguin, 1999. 362 p. ISBN
9780140437690.
Dickens, Charles. Selected short fiction. Edited with an
introduction and notes by Deborah A. Thomas.
Harmondsworth: Penguin, 1976. 432 p. (Penguin classics).
ISBN
0140431039.
Resumo:
This collection of short pieces shows Dickens liberated from
the more formal and sustained demands of the novel and
experimenting with a diverse range of fictional techniques.
In his tales of the supernatural, he creates frighteningly
believable, spine-tingling stories of prophetic dreams and
visions, as well as more fantastical adventures with goblins
and apparitions. Impressionistic sketches combine
imaginatively heightened travel journals with wry
observations of home and abroad, while in his dramatic
monologues, Dickens demonstrates his talent for exploring
the secret workings of the human mind. These short works
display Dickens's exuberant sense of comedy and
character as his imagination is given free rein.
Pires,
Isis
Castro
Fortunato. Memória
de
elefante. Ilustração de Alexandre Alves. São Paulo:
Scortecci, 2013. 19 p. il. (principalmente color.). (Pingo de
letra). ISBN 9788536635170.
Shabout, Nada M. Modern Arab art: formation of Arab
aesthetics. Gainesville: University Press of Florida, 2007.
xviii, 203 p. il. ISBN x.
Resumo:
Modern Arab Art provides a historical and theoretical
overview of the subject from the 1940s through today.
Author Nada Shabout recognizes the important distinction
between Arabic art and Islamic art, and views them as
overlapping rather than synonymous subjects.
Fielding, Henry. The history of Tom Jones, a
foundling. Edited with explanatory notes by Thomas
Keymer and Alice Wakely ; introduction by Thomas
Keymer. London: Penguin, 2005. xlvii, 975 p. (Penguin
classics). ISBN 9780140436228.
Resumo:
A foundling of mysterious parentage brought up by Mr
Allworthy on his country estate, Tom Jones is deeply in love
with the seemingly unattainable Sophia Western, the
beautiful daughter of the neighbouring squire - though he
sometimes succumbs to the charms of the local girls. But
when his amorous escapades earn the disapproval of his
benefactor, Tom is banished to make his own fortune.
Sophia, meanwhile, is determined to avoid an arranged
marriage to Allworthy's scheming nephew and escapes
from her rambunctious father to follow Tom to London. A
vivid Hogarthian panorama of eighteenth century life, spiced
with danger and intrigue, bawdy exuberance and goodnatured authorial interjections, "Tom Jones" is one of the
greatest and most ambitious comic novels in English
literature. In his introduction Thomas Keymer discusses
narrative techniques and themes, the context of eighteenth
century fiction and satire, and the historical and political
background of the Jacobite rebellion. This volume also
includes a chronology, further reading, notes, a glossary
and an appendix on Fielding's revisions.
Austen, Jane. Persuasion. Edited with an introduction and
notes by Gillian Beer. London: Penguin, 2003. xxxvii, 250 p.
(Penguin
classics).
ISBN
0141439688.
Resumo:
Anne Elliot, twenty-seven and still single, seems destined
for spinsterhood. In her youth, she broke off an engagement
to penniless Captain Wentworth at the insistence of her
friend Lady Russell, acquiescing to the demands of her
class at the expense of her happiness. But when Wentworth
returns from the Napoleonic wars rich and famous, Anne
finds her affection rekindled - even though Wentworth
seems more interested in Anne's friend Louisa Musgrove.
Set in the fashionable societies of Lyme Regis and Bath,
"Persuasion" is a brilliant satire of vanity and pretension,
but, above all, it is a love story tinged with the heartache of
missed opportunities. In her introduction, Gillian Beer
discusses Austen's portrayal of the double-edged nature of
persuasion and the clash between old and new worlds. This
edition also includes a new chronology and full textual
notes.
Swift, Jonathan. Gulliver's travels. Edited with an
introduction and notes by Robert DeMaria, Jr. London ;
New York: Penguin, 2001. xxx, 305 p. il. (Penguin classics).
ISBN
01404373470141439491.
Resumo:
A wickedly clever satire uses comic inversions to offer
telling insights into the nature of man and society, the
"Penguin Classics" edition of Jonathan Swift's "Gulliver's
Travels" is edited with an introduction and notes by Robert
Demaria, Jr. "Gulliver's Travels" describes the four voyages
of Lemuel Gulliver, a ship's surgeon. In "Lilliput" he
discovers a world in miniature; towering over the people
and their city, he is able to view their society from the
viewpoint of a god. However, in Brobdingnag, a land of
giants, tiny Gulliver himself comes under observation,
exhibited as a curiosity at markets and fairs. In Laputa, a
flying island, he encounters a society of speculators and
projectors who have lost all grip on everyday reality; while
they plan and calculate, their country lies in ruins. Gulliver's
final voyage takes him to the land of the Houyhnhnms,
gentle horses whom he quickly comes to admire - in
contrast to the Yahoos, filthy bestial creatures who bear a
disturbing resemblance to humans. This text, based on the
first edition of 1726, reproduces all the original illustrations
and includes an introduction by Robert Demaria, Jr, which
discusses the ways "Gulliver's Travels" has been
interpreted since its first publication.
Donne, John. John Donne: the complete English poems.
edited by A.J. Smith. Harmondsworth: Penguin, 1971. 679
p. ISBN 0140422099.
Wilde, Oscar. The picture of Dorian Gray. London:
Penguin, 2003. 320 p. ISBN 0141439572.
Austen, Jane. Sense and sensibility. edited with an
introduction by Ros Ballaster, with the original Penguin
Classics introduction by Tony Tanner. London: Penguin,
2003. 409 p. ISBN 0141439661.
Brontë, Emily. Wuthering Heights. edited with an
introduction and notes by Pauline Nestor ; preface by
Lucasta Miller. London: Penguin, 2003. 353 p. ISBN
0141439556.
Spenser, Edmund. The Faerie Queene. by Edmund
Spenser. Edited by Thomas P. Roche. With the assistance
of C. Patrick O'Donnell. London: Penguin Books, 1978.
1247 p. ISBN 0140422072.
Resumo:
The Faerie Queene was the first epic in English and one of
the most influential poems in the language for later poets
from Milton to Tennyson. Dedicating his work to Elizabeth I,
Spenser brilliantly united medieval romance and
renaissance epic to expound the glory of the Virgin Queen.
The poem recounts the quests of knights including Sir
Guyon, Knight of Constance, who resists temptation, and
Artegall, Knight of Justice, whose story alludes to the
execution of Mary Queen of Scots. Composed as an overt
moral and political allegory, The Faerie Queene, with its
dramatic episodes of chivalry, pageantry and courtly love, is
also a supreme work of atmosphere, colour and sensuous
description..
Woudhuysen, H. R.. The Penguin book of Renaissance
verse. selected and with an introduction by David Norbrook
; edited by H.R. Woudhuysen. London: Penguin Books,
1993. 920 p. (Penguin classics). ISBN 9780140423464.
Fanjul,
Adrián
Pablo;
González,
Neide
Maia
(Orgs.). Espanhol e português brasileiro: estudos
comparados. São Paulo: Parábola, 2014. 214 p.
(Linguagem ; 60). ISBN 9788579340826.
Resumo:
Imagina-se muitas vezes a tarefa de comparar o espanhol
e o português brasileiro como a de apropriar-se de duas
realidades já dadas e passar a observar suas semelhanças
e diferenças. A simples possibilidade de mal-entendidos
lança por terra essa imagem: a semelhança passa a ser
apenas relativa, tanto por razões formais quanto por razões
históricas e ideológicas que atravessam as línguas, e o
estudo do espanhol mostra-se, então, absolutamente
indispensável para fugir dos arremedos cotidianos de
brasileiros fazendo de conta que falam essa língua..
Sant'Anna, Renata; Carvalho, Maria do Carmo Escorel;
Bittencourt, Edgard. De dois em dois: um passeio pelas
Bienais. São Paulo: CosacNaify, 2010. 86 p. ISBN
9788575039182.
Resumo:
Você sabe como surgiu a Bienal de Arte de São Paulo?
Este livro traz a história do principal evento de artes do
país, desde a sua primeira edição na av. Paulista até o
prédio atual, localizado no Parque Ibirapuera. Os autores
mostram como é feita a seleção dos trabalhos, quais são
os espaços de visitação, além de histórias curiosas sobre
as montagens das grandes obras e também das polêmicas
edições. Ao final, o leitor encontra uma linha do tempo. O
livro é inteiramente ilustrado com imagens históricas do
acervo da Bienal e das obras dos artistas..
Porcher, Louis. Educação artística: luxo ou necessidade?.
[l'educattion esthétique: luxe ou nécessité]. tradução de
Yan Michalski. 7. ed. São Paulo: Summus, 1982. 197 p.
ISBN 9788532301406.
Resumo:
Uma obra que analisa a inclusão da educação artística no
currículo escolar, procurando estabelecer o seu grau de
importância pedagógica. Um livro básico para todos os
cursos de educação artística. De abordagem fácil e clara,
monta um amplo painel das atividades expressivas: poesia,
música, desenho, teatro, dança e audiovisuais.
Fundamentação pedagógica lúcida, atual..
Monteiro, Pedro Meira. Mário de Andrade e Sérgio
Buarque de Holanda: correspondência. São Paulo: Cia
das Letras, 2012. 431 p. ISBN 9788535921755.
Resumo:
Embora o volume total da correspondência de Mário de
Andrade (1893-1945) e Sérgio Buarque de Holanda (19021982) seja relativamente pequeno, as cartas reunidas por
Pedro Meira Monteiro proporcionam uma visada
panorâmica sobre os anos decisivos da eclosão e da
consolidação do modernismo no Brasil. Os dois amigos
paulistanos corresponderam-se entre 1922 e 1944. Unidos
por afinidades pessoais que remontavam aos preparativos
da Semana de Arte Moderna, mas eventualmente
apartados por corteses divergências de cunho estético e
político, viveram a maior parte desse período em cidades
diferentes. Sérgio, no Rio de Janeiro, onde construiu uma
fulgurante carreira de jornalista, professor e historiador;
Mário, em São Paulo, cidade-sede da efervescência
modernista e que inspirou seus melhores poemas. Ao
longo dos anos, como destaca o organizador, percebe-se
que o jovem embaixador dos ―rapazes de São Paulo‖ na
capital federal foi-se convertendo numa espécie de
―consultor‖ do amigo mais velho para assuntos
relacionados à historiografia e aos arquivos coloniais. Por
sua vez, o autor de Macunaíma, católico praticante mas
visceralmente antidogmático, nunca deixou de merecer a
respeitosa amizade de Sérgio, materialista agnóstico
sempre atento às questões teológicas e existenciais que
angustiavam o amigo. Alguns entre os principais nomes da
cultura nacional na primeira metade do século XX - Lima
Barreto, Alceu Amoroso Lima, Di Cavalcanti, Carlos
Drummond de Andrade, Candido Portinari, Manuel
Bandeira, Prudente de Moraes, neto - desfilam entre as
confidências e recados carinhosamente trocados por Mário
e Sérgio. Por meio de um agudo ensaio crítico, e com o
auxílio de um amplo aparato de notas explicativas, Meira
Monteiro elucida as entrelinhas das questões intelectuais
que compõem o pano de fundo do diálogo epistolar destes
dois gigantes da inteligência brasileira..
Ostrower, Fayga. Universos da arte. revisão técnica Noni
Ostrower. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2013. 510 p. ISBN
9788526810181.
Resumo:
Neste livro Fayga Ostrower analisa obras de arte usando
os princípios da linguagem visual e mostra como todo
artista é fruto das influências que busca, bem como de seu
tempo histórico. O livro tem mais de 300 ilustrações, sendo
118 esquemas que exemplificam os conceitos de
composição e 188 reproduções de obras datadas desde a
pré-história até os dias de hoje. Quem teve o privilégio de
assistir às aulas de Fayga reconhece aqui sua forma de
falar: a linguagem simples para explicar problemas
complexos e a profunda crença de que arte e experiência
de vida se misturam..
Grois, Boris. The total art of Stalinism: avant-garde,
aesthetic dictatorship, and beyond. [Gesamtkunstwerk
Stalin]. translated by Charles Rougle. London: Verso, 2011.
136 p. ISBN 9781844677078.
Resumo:
"Artists can make a hash of society as completely as the
most cynical of politicians."—Boston Globe.From the ruins
of communism, Boris Groys emerges to provoke our
interest in the aesthetic goals pursued with such
catastrophic consequences by its founders. Interpreting
totalitarian art and literature in the context of cultural history,
this brilliant essay likens totalitarian aims to the modernists'
goal of producing world-transformative art. In this new
edition, Groys revisits the debate that the book has
stimulated since its first publication..
Squire, Michael. The art of the body: antiquity and its
legacy. New York: Oxford University Press, 2011. xv, 240 p.
ISBN 9780195380811.
Resumo:
"The classical human body is perhaps the single most
important and wide-ranging legacy bequeathed to the
modern world by antiquity. Not only has it directed the
evolutionary trajectory of western art; it has also saturated
almost every aspect of the contemporary subconscious, as
ideal, anti-type and point of departure. This short book
represents the first concerted attempt to grapple with the
complex nature of that legacy. Writing in an attractive and
accessible style, and supplementing his text with a rich
array of illustrations, Michael Squire guides his readers
through a multifaceted range of modern interactions with
ancient visual representations of the body. From Byzantine
diptych to Hollywood cinema screen, and from Aphrodite to
the Venus de Milo, The Art of the Body demonstrates the
wide range of cultural ideas and anxieties that were
explored by the figure of the body both in antiquity and in
the various cultural landscapes that came afterwards. In
exploring the fascinating connections between ancient and
modern in the broadest sense, the book offers an ideal
starting point and a stimulating textbook for undergraduate
students of ancient history, classical archaeology and
classical civilization"-- Provided by publisher. "The classical
human body is perhaps the single most important and wideranging legacy bequeathed to the modern world by
antiquity. Not only has it directed the evolutionary trajectory
of western art; it has also saturated almost every aspect of
the contemporary subconscious, as ideal, anti-type and
point of departure. This short book represents the first
concerted attempt to grapple with the complex nature of
that legacy. Writing in an attractive and accessible style,
and supplementing his text with a rich array of illustrations,
Michael Squire guides his readers through a multifacted
range of modern interactions with ancient visual
representations of the body. From Byzantine diptych to
Hollywood cinema screen, and from Aphrodite to the Venus
da Milo, The Art of the Body demonstrates the wide range
of cultural ideas and anxieties that were explored by the
figure of the body both in antiquity and in the various
cultural landscapes that came afterwards. In exploring the
fascinating connections between ancient and modern in the
broadest sense, the book offers an ideal starting point and a
stimulating textbook for undergraduate students of ancient
history, classical archaeology and classical civilization"-Provided by publisher..
Durliat, Marcel. Introduccion al arte medieval en
Occidente. traduccion: Fernando Bringas Trueba. 8. ed.
Madrid: Cátedra, 2004. 378 p. ISBN 8437601789.
Resumo:
En esta introducción al arte medieval en Occidente se
pretende trazar el ritmo del desarrollo artístico de todo ese
amplio período - la alta y la baja Edad Media -, dando las
características principales de sus diferentes etapas y los
puntos históricos de su articulación. Es, no un tratado
exhaustivo, sino una visión de conjunto, visión histórica
que, como tal, habrá de tener en cuenta los fenómenos de
la vida política, económica y social..
Plinio, o Velho. Storia delle arti antiche. testo, traduzione
e note a cura di Silvio Ferri. 4. ed. Milano: BUR Biblioteca
Univ. Rizzoli, 2011. 349 p. CLASSICI GRECI E LATINI.
ISBN 9788817172998.
Resumo:
I brani tratti dalla 'Naturalis Historia' presentati in questo
volume offrono al lettore la più completa fonte di
informazioni sugli artisti e le opere della classicità; si spazia
infatti dall'aneddottica curiosa e accattivante all'elencazione
più rigorosa dei capolavori del passato. Evocate come
manifestazioni della natura, e quindi come tali sottoposte a
un inevitabile processo di nascita, sviluppo e decadenza, le
arti figurative sono per Plinio il Vecchio luoghi privilegiati
della trasformazione materiale. Idea portante di questo
trattato è che ogni forma d'arte - in continuo progresso - ha
un inventore, uno o più perfezionatori e un irreversibile
processo di decadenza..
Foster, Hal. The first Pop age: painting and subjectivity in
the art of Hamilton, Lichtenstein, Warhol, Richter, and
Ruscha. Princeton: Princeton University Press, 2012. 331 p.
ISBN 9780691151380.
Resumo:
Who branded painting in the Pop age more brazenly than
Richard Hamilton, Roy Lichtenstein, Andy Warhol, Gerhard
Richter, and Ed Ruscha? And who probed the Pop
revolution in image and identity more intensely than they?
In The First Pop Age, leading critic and historian Hal Foster
presents an exciting new interpretation of Pop art through
the work of these Pop Five.. Beautifully illustrated in color
throughout, the book reveals how these seminal artists hold
on to old forms of art while drawing on new subjects of
media; how they strike an ambiguous attitude toward both
high art and mass culture; and how they suggest that a
heightened confusion between images and people is
definitive of Pop culture at large.. As The First Pop Age
looks back to the early years of Pop art, it also raises
important questions about the present: What has changed
in the look of screened and scanned images today? Is our
media environment qualitatively different from that
described by Warhol and company? Have we moved
beyond the Pop age, or do we live in its aftermath?. A
masterful account of one of the most important periods of
twentieth-century art, this is a book that also sheds new
light on our complex relationship to images today..
Hung, Wu (ed.). Contemporary Chinese art: primary
documents. with the assistance of Peggy Wang. New York:
Museum of Modern Art, 2010. 455 p. ISBN
9780822349433.
Resumo:
Despite the liveliness and creativity of avant-garde Chinese
art in the post-Mao era and its prominence in the world of
international contemporary art, until now there has been no
systematic introduction to this important work in any
Western language. Moreover, most of the relevant primary
documents have existed only in Chinese, scattered in hardto-find publications. Contemporary Chinese Art remedies
this situation by bringing together carefully selected primary
texts in English translation. Arranged in chronological order,
the texts guide readers through the development of avantgarde Chinese art from 1976 until 2006. Because
experimental Chinese art emerged as a domestic
phenomenon in the 1970s and 1980s and its subsequent
development has been closely related to China‘s social and
economical transformation, this volume focuses on art from
mainland China. At the same time, it encompasses the
activities of mainland artists residing overseas, since artists
who emigrated in the 1980s and 1990s were often key
participants in the early avant-garde movements and have
continued to interact with the mainland art world. The
primary documents include the manifestos of avant-garde
groups, prefaces to important exhibitions, writings by
representative artists, important critical and analytical
essays, and even some official documents. Each chapter
and section begins with a concise preface explaining the
significance of the texts and providing the necessary
historical background; the volume includes a timeline
summarizing important art phenomena and related political
events..
De Waal, Edmund. 20th century ceramics. New York:
Thames & Hudson, 2003. 224 p. (World of art). ISBN
0500203717. Inclui bibliografia (p. 216-219) e índice.
Resumo:
Ceramics have kept pace with - or even led - new
movements in art, from Art Nouveau, Art Deco, the
Bauhaus and Futurism, through Abstract Expressionism,
Pop and Performance, to Land Art and Installation Art.
From orientalism and colour theory to modernism,
postmodernism and the profuse diversity of approaches that
has characterized the end of the 20th century, this book
covers Europe, Scandinavia, Russia, the USA and Japan.
The work of exceptional individuals is appraised - including
Taxile Doat, Clarice Cliff, Susie Cooper, Bernard Leach,
Isamu Noguchi, Hans Coper, Lucie Rie, Joan Miro, Pablo
Picasso, Peter Voulkos and Adrian Saxe. The use of
ceramics in other disciplines is given close attention:
sculptors such as Antony Gormley and Tony Cragg, and
even architects, including Frank Gehry, have made
ceramics central to their practice.
Ostrow, Steven F. L'arte dei papi: La politica delle
immagini nella Roma della Controriforma. Traduttore Pinelli
D.. Roma: Carocci, 2002. 372 p. ISBN 9788843023523.
Resumo:
A cavallo tra XVI e XVII secolo la Chiesa romana si
impegnò in un vigoroso programma di rinnovamento e di
riforma, che aveva il duplice scopo di arricchire la vita
spirituale dei propri fedeli e di lanciare un'energica
campagna contro la Riforma protestante. All'interno di
questo programma un ruolo centrale svolsero il
rinnovamento e la decorazione degli edifici sacri di Roma,
soprattutto delle sue venerabili basiliche paleocristiane. La
rivitalizzazione di strutture che erano andate decadendo,
infatti, forniva un segno tangibile del processo di rilancio del
cattolicesimo post-tridentino, oltre all'opportunità di
confutare le dottrine dei protestanti attraverso programmi
decorativi di carattere polemico. L'arte dei papi offre
un'analisi originale e dettagliata del significato storico della
politica papale in campo architettonico e figurativo,
basandosi in particolare sulla vicenda di Santa Maria
Maggiore, che papi come Sisto V e Paolo V vollero
trasformare nel più imponente e complesso monumento
costruito nella città eterna durante la Controriforma, senza
precedenti quanto a dimensioni, ricchezza della
decorazione e molteplicità di funzioni..
Boas, Franz. Anthropology and modern life. with an
introduction by Ruth Bunzel. New York: Dover, 1986,
c1962. 255 p. ISBN 9780486252452.
Resumo:
Anthropologist‘s classic treatise on race and culture.
Biological and cultural inheritance; fallacy of racial, cultural
or ethnic superiority; scientific basis for human individuality,
much more..
Didi-Huberman,
Georges. Confronting
images: questioning the ends of a certain history of art.
translated from the French by John Goodman. University
Park: Pennsylvania State University Press, 2005. 310 p.
ISBN 9780271024721.
Resumo:
When the French edition of Confronting Images appeared in
1990, it won immediate acclaim because of its far-reaching
arguments about the structure of images and the histories
ascribed to them by scholars and critics working in the
tradition of Vasari and Panofsky. According to DidiHuberman, visual representation has an ―underside‖ in
which seemingly intelligible forms lose their clarity and defy
rational understanding. Art historians, he goes on to
contend, have failed to engage this underside, where
images harbor limits and contradictions, because their
discipline is based upon the assumption that visual
representation is made up of legible signs and lends itself to
rational scholarly cognition epitomized in the ―science of
iconology.‖.
Nunes, Fabio Oliveira. Ctrl+art+del: distúrbios em arte e
tecnologia. São Paulo, SP: Perspectiva : FAPESP, 2010.
315 p. il. (Big Bang). ISBN 9788527308823.
Honour, Hugh. Romanticism. New York: Westview Press,
1979. 415 p. ISBN 9780064300896.
Resumo:
'This stylish and erudite thematic study of the influence
Romanticism exerts upon Western culture and particularly
the visual arts is the companion volume to Honour's equally
valuable New-classicism.... The text is supported by a
useful selection of illustrations.... Excellent footnotes and a
good index..
Boal, Augusto. A estética do oprimido: reflexões errantes
sobre o pensamento do ponto de vista estético e não
científico. Rio de Janeiro, RJ: Garamond, 2009. 256 p. il.
ISBN 9788576171676.
Resumo:
Em 'A estética do oprimido', Augusto Boal convida seus
seguidores a apostar na potência mais radical do
pensamento - não a analítica, nem mesmo a crítica: a
potência criadora de realidades possíveis, que já estão
embutidas na realidade vigente mas não foram ainda
arrancadas da letargia em que se encontram..
Fonseca,
Tania
Mara
Galli;
Engelman,
Selda
(orgs.). Corpo, arte e clínica. Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 2004. 315 p. (Conexões Psi). ISBN 8570257880.
Trabalhos apresentados no Simpósio Internacional Corpo,
Arte e Clínica, realizado em abril de 2003, em Porto Alegre
(RS), promovido pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul.
Belting, Hans. I tedeschi e la loro arte Un'eredità
difficile. Milano: Editrice Il Castoro, 2005. 93 p. ISBN
9788880333203.
Resumo:
La riflessione sui "caratteri artistici nazionali", sulle vere o
presunte specificità dell'arte tedesca ha origine nel
Rinascimento e continua vivace nei secoli successivi fino
all'interruzione avvenuta con la fine del conflitto mondiale e
la divisione della Germania. Il testo di Belting si inserisce
nella forza del dibattito, di nuovo attuale in seguito
all'unificazione del Paese, che pone i Tedeschi di fronte ad
un'eredità difficile e controversa..
Reader, John. África: biografia de um continente. Lisboa:
Europa-América, 2002. 766 p. Biblioteca da historia. ISBN
9721050040.
Resumo:
A partir das sua viagens e do seu profundo conhecimento,
Reader oferece ao leitor uma grandiosa obra sobre a
História do continente africano, desde os primórdios da
formação geológica até às convulsões políticas e sociais
dos nossos dias.. A belíssima selecção de fotografias do
autor permite uma visão global da diversidade da ocupação
humana em África - desde as florestas equatoriais,
passando pelos desertos do norte até às planícies do sul..
A narrativa acompanha a extraordinária luta da adaptação
humana contra a evolução do continente, desde as suas
primeiras manifestações até ao momento actual; identifica
os processos físicos que determinam o curso da sua
progressão e, quando relevante, define o contexto
ecológico em que ocorrem. A evolução humana é um dos
exemplos importantes, porque os estádios criticos dessa
evolução constituem respostas adquadas aos imperativos
ecológicos do ambiente africano..
Vidler, Anthony. Warped space: Art, architecture, and
anxiety in modern culture. Cambridge: MIT Press, 2001.
301 p. ISBN 9780262720410.
Resumo:
Anthony Vidler is concerned with two forms of warped
space. The first, a psychological space, is the repository of
neuroses and phobias. This space is not empty but full of
disturbing forms, including those of architecture and the
city. The second kind of warping is produced when artists
break the boundaries of genre to depict space in new ways.
Vidler traces the emergence of a psychological idea of
space from Pascal and Freud to the identification of
agoraphobia and claustrophobia in the nineteenth century
to twentieth-century theories of spatial alienation and
estrangement in the writings of Georg Simmel, Siegfried
Kracauer, and Walter Benjamin. Focusing on current
conditions of displacement and placelessness, he examines
ways in which contemporary artists and architects have
produced new forms of spatial warping. The discussion
ranges from theorists such as Jacques Lacan and Gilles
Deleuze to artists such as Vito Acconci, Mike Kelley, Martha
Rosler, and Rachel Whiteread..
Swain, Simon; Edwards, Mark (ed.). Approaching late
antiquity: The transformation from early to late empire.
Oxford: Oxford University Press, 2004. 487 p. ISBN
9780199297375.
Resumo:
What factors already present in the society of the High
Roman Empire developed and expanded into the world of
Late Antiquity? What was distinct in this period from what
went before? The answers to these questions embrace the
fields of cultural history, politics, ideas, art, philosophy,
pagan religion, Christian church, Greek and Latin literature,
the army, the law, the provinces, settlement, and the
economy..
Gombrich, E. H. A lifelong interest: conversations on art
and science with Didier Eribon. London: Thames and
Hudson, 1993. 191 p. il. ISBN 0500015740.
Reynolds, Susan. Fiefs and vassals: the medieval
evidence reinterpreted. Oxford: Clarendon Press, 1994. 544
p. ISBN 9780198206484.
Resumo:
'Fiefs and Vassals' is a book that will change our view of the
medieval world. Offering a fundamental challenge to
orthodox conceptions of feudalism, Susan Reynolds argues
that the concepts of fiefs and vassalage that have been
central to the understanding of medieval society for
hundreds of years are in fact based on a misunderstanding
of the primary sources..
Pellegrini, Tânia; Johnson, Randal; Xavier, Ismail [et
al.]. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora
SENAC São Paulo : Itaú cultural, 2003. 147 p. ISBN
8573593024.
Resumo:
Os cinco autores deste livro ocupam-se das relações
literatura-cinema-televisão, examinando, à maneira de
introdução didática, mas sem perder a densidade, o
complexo intercâmbio das técnicas narrativas que elas
mobilizam.
Jay, Martin. Downcast eyes: The denigration of vision in
twentieth-century French thought. Berkeley: University of
California Press, 1994. 632 p. ISBN 9780520088856.
Resumo:
Long considered 'the noblest of the senses', vision has
increasingly come under critical scrutiny by a wide range of
thinkers who question its dominance in Western culture.
These critics of vision, especially prominent in twentiethcentury France, have challenged its allegedly superior
capacity to provide access to the world. They have also
criticized its supposed complicity with political and social
oppression through the promulgation of spectacle and
surveillance..
Camargos, Marcia. Villa Kyrial: crônica da Belle Époque
paulistana. 2. ed. São Paulo: Editora SENAC São Paulo,
2001. 255 p. il. ISBN 8573591668. Originalmente
apresentada como tese da autora (doutorado Universidade de São Paulo, 1999).
Resumo:
Este livro é de grande importância para a história cultural
de São Paulo e recupera a Villa Kyrial e seu animador,
José de Freitas Valle, uma personalidade cuja atuação nas
artes, na literatura e na instrução pública foi relevante entre
1900 e 1930.
Barbillon, Claire. Les canons du corps humain au XIXe
siècle: l'art et la règle . Paris: Odile Jacob, 2004. 386 p. il.
ISBN 2738114571.
Hernández
Martínez,
Ascensión. La
clonación
arquitectónica. Madrid: Ediciones Siruela, 2007. 154 p. La
biblioteca azul (serie mínima). ISBN 9788498410693.
Resumo:
Copias, clones, simulaciones, facsímiles, versiones... En el
mundo de la arquitectura se constata la proliferación de
réplicas de edificios históricos desaparecidos (por ejemplo,
el Teatro Globe, en Londres), muchos de ellos obras
míticas de arquitectos como Le Corbusier, Mies van der
Rohe o Josep Lluís Sert. Clones arquitectónicos dotados de
tal fuerza que nos hacen olvidar su verdadera naturaleza
de facsímil, suplantando al original desaparecido y
borrando el paso del tiempo entre ambos. Las réplicas
arquitectónicas a veces son necesarias porque responden
a situaciones de emergencia, donde la sociedad reclama la
reconstrucción
de los
monumentos dañados o
desaparecidos para restañar las heridas abiertas por la
guerra o causadas por desastres naturales o accidentales.
Otras veces son producto de un culto desmedido a algunos
hitos arquitectónicos, reflejando en este sentido el traspaso
al ámbito de la arquitectura del apropiacionismo de otras
prácticas artísticas..
Didi-Huberman, Georges. Images in spite of all: Four
photographs from Auschwitz. translated by Shane B. Lillis.
Chicago: University of Chicago Press, 2008. 232 p. ISBN
9780226148175.
Resumo:
Of one and a half million surviving photographs related to
Nazi concentration camps, only four depict the actual
process of mass killing perpetrated at the gas chambers.
Images in Spite of All reveals that these rare photos of
Auschwitz, taken clandestinely by one of the Jewish
prisoners forced to help carry out the atrocities there, were
made as a potent act of resistance.. Available today
because they were smuggled out of the camp and into the
hands of Polish resistance fighters, the photographs show a
group of naked women being herded into the gas chambers
and the cremation of corpses that have just been pulled out.
Georges Didi-Huberman‘s relentless consideration of these
harrowing scenes demonstrates how Holocaust testimony
can shift from texts and imaginations to irrefutable images
that attempt to speak the unspeakable. Including a powerful
response to those who have criticized his interest in these
images as voyeuristic, Didi-Huberman‘s eloquent reflections
constitute an invaluable contribution to debates over the
representability of the Holocaust and the status of archival
photographs in an image-saturated world..
Lavin, Sylvia. Kissing architecture. Princeton, N.J.:
Princeton University Press, 2011. 122 p. il. (Point). ISBN
9780691149233.
Resumo:
Kissing Architecture explores the mutual attraction between
architecture and other forms of contemporary art. In this
fresh, insightful, and beautifully illustrated book, renowned
architectural critic and scholar Sylvia Lavin develops the
concept of "kissing" to describe the growing intimacy
between architecture and new types of art--particularly
multimedia installations that take place in and on the
surfaces of buildings--and to capture the sensual charge
that is being designed and built into architectural surfaces
and interior spaces today. Initiating readers into the guilty
pleasures of architecture that abandons the narrow focus
on function, Lavin looks at recent work by Pipilotti Rist,
Doug Aitken, the firm Diller Scofidio + Renfro, and others
who choose instead to embrace the viewer in powerful
affects and visual and sensory atmospheres.. Kissing
Architecture is the first book in a cutting-edge new series of
short, focused arguments written by leading critics,
historians, theorists, and practitioners from the world of
urban development and contemporary architecture and
design. These books are intended to spark vigorous debate.
They stake out the positions that will help shape the
architecture and urbanism of tomorrow. Addressing one of
the most spectacular and significant developments in the
current cultural scene, Kissing Architecture is an
entertainingly irreverent and disarmingly incisive book that
offers an entirely new way of seeing--and experiencing-architecture in the age after representation..
Belting, Hans. Il culto delle immagini: storia dell'icona
dall'età imperiale al tardo Medioevo. Roma: Carocci, 2008.
695 p. il. (Saggi ; 12). ISBN 9788843019885. Título original:
Bild und kult: eine geschichte des bildes vor dem zeitalter
der kunst.
Resumo:
Prima dell'età del Rinascimento e della Riforma, le
immagini sacre non erano considerate "arte", ma oggetti di
venerazione che recavano in sé una tangibile presenza del
sacro: oggetti di culto capaci di operare miracoli, emettere
responsi, determinare l'esito di una guerra. Il libro prende le
mosse dal periodo in cui i cristiani fanno proprio il culto
pagano delle immagini e cominciano a sviluppare
autonomie pratiche e forme di pensiero, per arrivare fino
all'apogeo delle immagini sacre nel mondo medievale. Solo
con la fine del Medioevo e l'inizio del mondo moderno, il
legame esclusivo tra immagini e culto tende ad allentarsi, e
le immagini finiscono per essere apprezzate e discusse
soprattutto per il loro stile e per le loro qualità estetiche..
Lichtenstein, Jacqueline. The blind spot: an essay on the
relations between painting and sculpture in the modern age.
Translation by Chris Miller. Los Angeles, Calif: Getty
Research Institute, 2008. 215 p. il. (algumas color.). ISBN
9780892368921.
Resumo:
Beginning in the seventeenth century, many of Europe's
greatest writers and artists became embroiled in a debate
that centered on the priority of paintings or sculpture, touch
or sight, colour or design, ancient or modern."The Blind
Spot" guides us through these historic quarrels, decoding
the key terms of the heated discussions and revealing how
the players were influenced by the concurrent explosions of
scientific discoveries concerning the senses of sight and
touch.Drawing on the works of Rene Descartes, Roger de
Piles, Denis Diderot, Charles Baudelaire, and Emile Zola
among others, this volume lets readers eavesdrop on an
energetic and contentious topic that preoccupied European
intellectuals for three hundred years..
Colomina,
Beatriz. Privacy
and
publicity: modern
architecture as mass media. Cambridge, Mass: MIT Press,
1996. 389 p. il. ISBN 9780262531399.
Resumo:
An absorbing and quiet book. Absorbing in that it does not
follow a single line of thought to its logical conclusion, but
instead presents a series of meditations on diverse yet
richly interconnected materials. And quiet in that the
position of neither Le Corbusier nor Loos is ever actively
argued against. They are, rather, studies in their respective
habitats, and what we in turn observe is the construction of
the look that sees them.' -- Michael Archer, Art Monthly
Through a series of close readings of two major figures of
the modern movement, Adolf Loos and Le Corbusier,
Beatriz Colomina argues that architecture only becomes
modern in its engagement with the mass media, and that in
so doing it radically displaces the traditional sense of space
and subjectivity. Privacy and Publicity boldly questions
certain ideological assumptions underlying the received
view of modern architecture and reconsiders the
methodology of architectural criticism itself. Where
conventional criticism portrays modern architecture as a
high artistic practice in opposition to mass culture, Colomina
sees the emerging systems of communication that have
come to define twentieth-century culture -- the mass media
-- as the true site within which modern architecture was
produced. She considers architectural discourse as the
intersection of a number of systems of representation such
as drawings, models, photographs, books, films, and
advertisements. This does not mean abandoning the
architectural object, the building, but rather looking at it in a
different way. The building is understood here in the same
way as all the media that frame it, as a mechanism of
representation in its own right. With modernity, the site of
architectural production literally moved from the street into
photographs, films, publications, and exhibitions -- a
displacement that presupposes a new sense of space, one
defined by images rather than walls. This age of publicity
corresponds to a transformation in the status of the private,
Colomina argues; modernity is actually the publicity of the
private. Modern architecture renegotiates the traditional
relationship between public and private in a way that
profoundly alters the experience of space. In a fascinating
intellectual journey, Colomina tracks this shift through the
modern incarnations of the archive, the city, fashion, war,
sexuality, advertising, the window, and the museum, finally
concentrating on the domestic interior that constructs the
modern subject it appears merely to house..
Ferreira, Aurora. A criança e a arte: o dia a dia na sala de
aula. [4. ed.]. Rio de Janeiro: Wak, 2012. 122 p. ISBN
9788588081642. Inclui bibliografia (p. 119-121).
Resumo:
Aurora Ferreira usa toda sua experiência em anos de
magistério e pesquisa, para auxiliar o professor em sua
prática diária no ensino da arte. Com a preocupação de
desenvolver um trabalho que desperte a criatividade da
criança, Aurora nos apresenta um livro prático e com a
finalidade de fazer das aulas de Arte um espaço de
expressão do potencial dos alunos, tornando um facilitador
da aprendizagem. No momento em que a Lei de Diretrizes
e Bases da Educação torna obrigatório o ensino de arte na
Educação Básica, é imprescindível que os professores
façam uso de práticas sensíveis e de reflexões sobre
atividades artísticas que levem a criança a humanizar-se,
tornando-se cidadão sensível e reflexivo. O livro apresenta
uma linguagem clara e simples para facilitar o dia-a-dia do
professor, uma vez que traz técnicas e sugestões de
atividades com objetivo de despertar a criatividade do
aluno..
Rochlitz, Rainer. O desencantamento da arte: a filosofia
de Walter Benjamin. Tradução Maria Elena Ortiz
Assumpção, Revisão técnica: Márcio Seligmann. Bauru,
SP: EDUSC, 2003. 369 p. (Ciências Sociais). ISBN
8574600814. Título original: Le désenchantement de l'art:
la philosophie de Walter Benjamin; Inclui bibliografia (p.
351-362).
Resumo:
Este livro sobre Walter Benjamin prende-se, antes de tudo,
às fontes conceituais de seu pensamento. Pretende
compreender sua lógica interna e avaliar sua contribuição
às disciplinas às quais ele se dedicou - filosofia da
linguagem, estética, filosofia da história. O aspecto
biográfico passa a segundo plano, tanto quanto o possível
no caso de pensador cuja vida suscita tanta paixão quanto
sua obra. Filosofia da linguagem e filosofia da história
traçam o horizonte de uma filosofia da arte..
Morettin,
Eduardo. Humberto
Mauro,
história. São Paulo: Alameda, 2013. 494
9788579391408. Inclui bibliografia (p. 471-484).
Resumo:
cinema,
p. ISBN
Atualmente vemos com mais frequência estudos sobre
história e cinema. Contudo, vale reforçar que a pesquisa
encontrada neste livro, sobre o diretor de cinema Humberto
Mauro (1897-1983), foi resultado de estudos de um
historiador e cinéfilo, Eduardo Morettin, que analisa filmes
com uma perspectiva histórica desde a década de 1980. A
partir de dois filmes da década de 1930 - "Descobrimento
do Brasil" e "Os Bandeirantes" - encomendados por
representantes do governo Vargas ao grande cineasta da
época, Humberto Mauro, Eduardo Morettin apresenta uma
interpretação engajada em conceitos que norteiam os
estudos da relação entre cinema e história. A pesquisa
mostra de maneira o governo Vagas tentava controlar e
padronizar a produção cultural da época. A extensa análise
de Eduardo Morettin exigiu um detalhado trabalho de
reconstrução do imaginário construído em torno dos
"bandeirantes" e da "descoberta do Brasil" com a finalidade
de estabelecer relações entre os projetos ideológicos com
os quais os filmes dialogam e o contexto em que foram
produzidos. Desta maneira, Morettin nos mostra que a obra
de Humberto Mauro é relevante para entender
historicamente a era Vargas ao abordar questões do
passado fazendo conexões com o presente. O pesquisador
faz uma excelente análise sobre a participação, a proposta
e a realização dos filmes, de intelectuais e artistas como
Villa Lobos e Roquette Pinto, que foram peças chave na
construção politica e cultural da época por isso, neste livro,
Morettin se refere ao cinema como um lugar de memória e
instrumento de entendimento do passado..
Barreto, Gilson; Oliveira, Marcelo G. de. A arte secreta de
Michelangelo: uma lição de anatomia na Capela Sistina. 4.
ed. rev. e ampl. São Paulo: Arx, 2004. 229 p. il.
(principalmente
color.).
ISBN
8575811142.
Inclui
bibliografia (p. 227-229).
Resumo:
O médico Gilson Barreto é grande conhecedor de anatomia
humana e um amante das artes, especialmente daquelas
do período renascentista. Graças a essa sua dupla
característica, ele descobriu um código ocultos nos
afrescos do teto da Capela Sistina feitos por Michelangelo:
há peças anatômicas escondidas nas cenas bíblicas, e em
cada uma delas o próprio artista apresentou "pistas" sobre
a localização das peças. Totalmente colorido e com
imagens belíssimas, o livro apresenta a brilhante pesquisa
realizada por Gilson Barreto e Marcelo G. de Oliveira:
revela informações inéditas sobre os acontecimentos de
anatomia de Michelangelo e desvenda os indícios que ele
deixou - os quais até hoje, quase 500 anos depois, eram
desconhecidos para o mundo. O texto de apresentação é
do jornalista Heródoto Barbeiro, e há depoimentos e
elogios dos mais importantes anatomistas brasileiros e de
uma conceituada professora de história da arte da USP e
do Masp..
Barnouw, Erik. Documentary: a history of the non-fiction
film. 2nd. rev. ed. New York ; Oxford: Oxford University
Press, 1993. vi, 400 p. il. ISBN 9780195078985. Inclui
bibliografia (p. [361]-375).
Resumo:
Now brought completely up to date, the new edition of this
classic work on documentary films and filmmaking surveys
the history of the genre from 1895 to the present day. With
the myriad social upheavals over the past decade,
documentaries have enjoyed an international renaissance;
here Barnouw considers the medium in the light of an
entirely new political and social climate. He examines as
well the latest filmmaking technology, and the effects that
video cassettes and cable television are having on the
production of documentaries. And like the previous editions,
Documentary is filled with photographs, many of them rare,
collected during the author's travels around the world.
Covering the full course of the documentary from Louis
Lumiere's first effort to recent landmark productions such as
Shoah, this book makes the growing importance of a unique
blend of art and reality accessible and understandable to all
film lovers.
Tugendhat, Ernst. Lições introdutórias à filosofia
analítica da linguagem. Tradução: Ronai Rocha. Ijuí, RS:
Unijuí, 2006. 600 p. (Filosofia ; 22). ISBN 857429523x.
Chomsky, Noam. Syntactic structures. Introduction by
David W. Lightfoot. Berlin ; New York: Mouton de Gruyter,
2002. 117 p. ISBN 3110172798.
Roth, Leland M. Entender la arquitectura: sus elementos,
historia y significado. Prólogo de Josep Maria Montaner.
Barcelona: Gustavo Gili, 2010. 599 p. il. (algumas color.).
ISBN 9788425217005. Título original: Understanding
architecture.
Resumo:
Esta introducción clásica a la arquitectura está planteada a
partir de dos enfoques claramente diferenciados y
complementarios entre sí: uno temático, que aborda los
elementos de la arquitectura, y otro de recorrido histórico,
que ahonda en la historia y el significado de la
arquitectura.La primera parte, dividida en ocho capítulos,
afronta los conceptos básicos de la arquitectura, a los que
Roth denomina elementos. La segunda parte se centra de
manera didáctica y sistemática en la historia y el significado
de la arquitectura. Roth recorre a lo largo de trece capítulos
la historia de la arquitectura y el urbanismo. El prólogo de la
edición española es de Josep María Montaner..
Haskell, Francis. El museo efímero: los maestros antiguos
y el auge de las exposiciones artísticas. [The ephemeral
museum]. Traducción: Lara Vilà. Barcelona: Crítica, [2002].
260 p. il. (Letras de humanidad). ISBN 8484323137.
Virilio, Paul. Art and fear. Translated: Julie Rose. London:
Continuum, 2006. viii, 61 p. ISBN 0826487963.
Resumo:
In Art and Fear, Paul Virilio traces the twin development of
art and science over the twentieth century. In his vision, art
and science vie with each other for the destruction of the
human form as we know it. He traces the connections
between the way early twentieth century avant-garde artists
twisted and tortured the human form before making it
vanish in abstraction, and the blasting to bits of men who
were no more than cannon fodder i nthe trenches of the
Great War.
Coote, Jeremy; Shelton, Anthony (ed.). Anthropology, art
and aesthetics. Oxford: Clarendon Press, c1992. 281 p. il.
(Oxford Studies in anthropology of cultural forms). ISBN
9780198279457.
Resumo:
The anthropology of art is a fast-developing area of
intellectual debate and academic study. This beautifully
illustrated volume is a unique survey of the current state of
anthropological thinking on art and aesthetics. The
distinguished
contributors
draw
on
contemporary
anthropological theory and on classic anthropological topics
such as myth and ritual to deepen our understanding of
particular aesthetic traditions in their socio-cultural and
historical contexts. Many of the essays present new findings
based on recent field research in Australia, New Guinea,
Indonesia, and Mexico; while others draw on classical
anthropological accounts of the Trobriand Islanders of
Melanesia and the Nuer of the Southern Sudan to form new
arguments and conclusions. The introductory overview of
the history of the anthropology of art, by Sir Raymond Firth,
makes this volume especially useful for those interested in
learning what anthropology has to contribute to our
understanding of art and aesthetics in general..
Mulvey, Laura. Visual and other pleasures. 2nd ed.
Houndmills, Basingstoke, Hampshire [England] ;: Palgrave
Macmillan,, 2009. 232 p. (Language, discourse, society).
ISBN 9781403992468. Includes bibliographical references..
Resumo:
This is a new edition of Laura Mulvey's groundbreaking
collection of essays, originally published in 1989. in an
extensive introduction to this second edition, Mulvey looks
back at the historical and personal contests for her famous
article Visual Pleasure and Narrative Cinema, and
reassesses her theories in the light of new technologies..
Stoller, Paul. The cinematic griot: the ethnography of Jean
Rouch. Chicago: University of Chicago Press, 1992. 247 p.
ISBN 9780226775487. "Bibliography of Jean Rouch": p.
223-225.; "Filmography of Jean Rouch": p. 227-233.;
Includes bibliographical references (p. 235-243) and index..
Resumo:
The most prolific ethnographic filmmaker in the world, a
pioneer of cinéma vérité and one of the earliest
ethnographers of African societies, Jean Rouch (1917-)
remains a controversial and often misunderstood figure in
histories of anthropology and film. By examining Rouch's
neglected ethnographic writings, Paul Stoller seeks to
clarify the filmmaker's true place in anthropology. A brief
account of Rouch's background, revealing the ethnographic
foundations and intellectual assumptions underlying his
fieldwork among the Songhay of Niger in the 1940s and
1950s, sets the stage for his emergence as a cinematic
griot, a peripatetic bard who "recites" the story of a people
through provocative imagery. Against this backdrop, Stoller
considers Rouch's writings on Songhay history, myth,
magic and possession, migration, and social change. By
analyzing in depth some of Rouch's most important films
and assessing Rouch's ethnography in terms of his own
expertise in Songhay culture, Stoller demonstrates the inner
connection between these two modes of representation.
Stoller, who has done more fieldwork among the Songhay
than anyone other than Rouch himself, here gives the first
full account of Rouch the griot, whose own story scintillates
with important implications for anthropology, ethnography,
African studies, and film.
Cernia Slovin, Francesca. Obsessed by art: Aby Warburg,
his life and his legacy. Estados Unidos: Xlibris, 2006. 227 p.
ISBN 9781425739157. Includes bibliographical references..
Resumo:
Aby Warburg (1896-1929) was the scion of M. M. Warburg
& CO the German Jewish banking empire. At thirteen, he
made a pact with the youngest brother, by which he granted
his birthright in exchange for the promise that the sibling
would purchase for him every book he would desire. It is
thus that the famous Warburg Library was born. During a
long trip in Italy, as a young man, Warburg falls in love with
Italian Renaissance and starts to accumulate all related
texts. Once back home, in Hamburg, he further develops
the nucleus of the library with volumes concerning unique
and original disciplines, from Magic to Astrology, from
Alchemy to Primitive Civilizations. Placed in a newly built,
perfectly round library Warburg organizes the order of the
volumes following his theory of "migration of symbols."
Thanks to this visionary and revolutionary approach, the
History of Art acquires a new dimension and a new tool of
interpretation, through what would ultimately be called
Iconology. With the explosion of the First World War,
Warburg's mental equilibrium collapses and he is
hospitalized in a Swiss psychiatric institution where he will
remain for more than ten years. It is from here, that the
fascinating narrative of Francesca Cernia Slovin starts,
looking back at Aby's life in a compelling reconstruction as
a flash back. The second part of the book continues when
Warburg's disciple, Fritz Saxl, takes his place as director of
what had become the famous Warburg Institute. After Aby's
death, with the rise of Hitler, the Nazis threaten to burn
down the library. On the night of December 12, 1933, with
the help of a few assistants, Saxl with an heroic effort
transported the entire library of over a hundred thousand
volumes onto two small steamships and flees to London.
Thanks to these few brave men and the hospitality of Lord
Courtauld, today the Warburg Institute is a holy place of
pilgrimage for every Art historian. With more than three
hundred thousand titles and two hundred thousand
periodicals the library contains forty percent of items
missing at the British Library.
Mitchell, W. J. T. Cloning terror: the war of images, 9/11 to
the present. Chicago, Ill: University of Chicago Press, 2011.
xix, 209 p. + [4] f. de lâms. il. ISBN 9780226532608. Inclui
bibliografia (p. 173-195) e índice.
Resumo:
The phrase 'War on Terror' has quietly been retired from
official usage, but it persists in the American psyche, and
our understanding of it is hardly complete. Nor will it be, W.
J. T. Mitchell argues, without a grasp of the images that it
spawned, and that spawned it. Exploring the role of verbal
and visual images in the War on Terror, Mitchell finds a
conflict whose shaky metaphoric and imaginary conception
has created its own reality. At the same time, Mitchell
locates in the concept of clones and cloning an anxiety
about new forms of image-making that has amplified the
political effects of the War on Terror. Cloning and terror, he
argues, share an uncanny structural resemblance, shuttling
back and forth between imaginary and real, metaphoric and
literal manifestations. In Mitchell's startling analysis, cloning
terror emerges as the inevitable metaphor for the way in
which the War on Terror has not only helped recruit more
fighters to the jihadist cause but undermined the American
constitution with 'faith-based' foreign and domestic policies.
Bringing together the hooded prisoners of Abu Ghraib with
the cloned stormtroopers of the "Star Wars" saga, Mitchell
draws attention to the figures of faceless anonymity that
stalk the ever-shifting and unlocatable 'fronts' of the War on
Terror. A striking new investigation of the role of images
from our foremost scholar of iconology, "Cloning Terror" will
expand our understanding of the visual legacy of a new kind
of war and reframe our understanding of contemporary
biopower and biopolitics.
Didi-Huberman, Georges. L'image ouverte: motifs de
l'incarnation dans les arts visuels. [Paris]: Gallimard, c2007.
408 p. il. (algumas color.). (Le temps des images). ISBN
9782070779499.
Resumo:
Ce livre interroge les relations anthropologiques cruciales
que les images entretiennent avec le corps et la chair, audelà des notions usuelles d´anthropomorphisme ou de
représentation figurative. Y sont analysées les diverses
façons dont les images visent la chair, ce que soit la chair
d´Aphrodite formée de l´écume ou celle du Christ sacrifiée
sur la croix. Paganisme et christianisme, chacun avec ses
propres cadres de pensée, auront, en effet, tous deux
cherché à atteindre, voire à transgresser les limites de
l´imitation : là où les méthodes deviennent métaphores, là
où les signes qui représentent deviennent des symptômes
qui incarnent. On découvrira cette puissance extraordinaire
des corps lorsqu´en eux la chair vise l´image, par exemple
dans la stigmatisation de saint François au XIIe siècle, les
crucifiements des Convulsionnaires de Saint-Médard au
XVIIIe siècle ou les " clous " hystériques de la Salpêtrière
au XIXe siècle. Une traversée impressionnante d´images
qui ne sont pas faites pour décorer, simuler ou consoler,
mais pour agir, nous bouleverser et nous donner accès à
quelque chose comme une profondeur.
Ben-Amos, Paula Girshick. Art, innovation, and politics in
eighteenth-century Benin. Bloomington, Indiana: Indiana
University Press, 1999. 177 p. il. ISBN 9780253335036.
Resumo:
"Benos-Amos opens for the reader richly detailed adn
nuanced vistas into the intellectual and cultural history of
one of the major kingdoms of precolonial West Africa." —
African Studies Review. ―The wealth of historiographic
resources, the command of relevant literature, the
ethnographic research and prudent use of oral traditions
give this work a high degree of . . . intellectual excitement. .
. . a landmark in the field.‖ —Warren d‘Azevedo. Making
use of archival and oral resources in this extensively
researched book, Paula Girshick Ben-Amos questions to
what extent art operates as political strategy. How do
objects acquire political meaning? How does the use of art
enhance and embody power and authority?.
Brown,
Peter. Power
and
persuaion
in
late
antiquity: towards a Christian empire. Madison, Wis:
University of Wisconsin Press, 1992. 182 p. (Curti lectures ;
1988). ISBN 9780299133443.
Resumo:
Peter Brown, perhaps the greatest living authority on
Mediterranean civilization in late antiquity, traces the
growing power of Christian bishops as they wrested
influence from philosophers, who had traditionally advised
the rulers of Graeco-Roman society. In the new ―Christian
empire,‖ the ancient bonds of citizen to citizen and of each
city to its benefactors were replaced by a common
Christianity and common loyalty to a distant, Christian
autocrat. This transformation of the Roman empire from an
ancient to a medieval society, he argues, is among the most
far-reaching consequences of the rise of Christianity..
Louro,
Guacira
Lopes. Currículo,
sexualidade. Porto: Porto, 2000. 111
políticas e práticas ; 5). ISBN 9720348054.
género
e
p. (Currículo,
Resumo:
É uma obra fundamental para compreender o modo como
os discursos e as práticas sobre o género e a sexualidade
são produzidos socialmente no contexto da escola.
Trilling, James. The language of ornament. London:
Thames & Hudson, 2001. 224 p. il. (algumas color.). (World
of art). ISBN 9780200203431.
Resumo:
'The Language of Ornament' is a companion and guide to
the global panorama of ornament in terms that will be of
equal value to craftworkers, collectors and students of art
history..
Sourvinou-Inwood, Christiane. Athenian myths and
festivals: Aglauros, Erechtheus, Plynteria, Panathenaia,
Dionysia. Edited by Robert Parker. Oxford: Oxford
University Press, 2011. xi, 377 p. ISBN 9782199592074.
Inclui bibliografia e índice.
Resumo:
Moving out from a particular problem about a particular
Athenian festival, the late Christiane Sourvinou-Inwood
investigates central questions concerning Athenian festivals
and the myths that underlay them. She studies the role
played at festivals by hereditary religious associations,
showing how simple actions of undressing, veiling, bathing,
and re-dressing a statue created a symbolic drama of
abnormality, reversion to primeval time, and renewal for the
Athenians. Sourvinou-Inwood also offers a reading of the
ever controversial Parthenon frieze. Her book, brought to
completion by Robert Parker, displays all the attention to
detail and the concern for methodological rigour that have
made her an iconic figure among students of Greek religion.
Agamben, Giorgio. El reino y la gloria: Para una
genealogía teológica de la economía y del gobierno Homo
sacer II, 2. Traducción de Antonio Gimeno Cuspinera.
Valencia: Pre-Textos, 2008. 344 p. ISBN 9788481919325.
Resumo:
Con la publicación de El Reino y la Gloria Giorgio Agamben
añade un nuevo capítulo a su investigación sobre la
genealogía del poder emprendida ya hace una década con
Homo Sacer y enriquece con singulares hallazgos una obra
que ocupa ya, sin lugar a dudas, una posición de privilegio
en la filosofía política actual. En esta o casión, el autor
acude a la teología cristiana, cuyas fuentes analiza con un
rigor inusitado en este ámbito, para tratar de probar la
existencia de dos paradigmas políticos en sentido lato: la
teología política, que funda en el Dios único la
trascendencia del poder soberano, y la teología económica,
que implica que la teología misma, mucho antes del
proceso de secularización, es ya concebida como una
oikonomia, a partir de la distinción entre unidad y trinidad
divinas y de la composición entre trinidad de sustancia y
trinidad económica en la patrística. La compleja articulación
entre ambas dimensiones, trascendencia, soberanía y
reino, por un lado, e inmanencia, gobierno y administración
por otro, explica una gran parte de las categorías
fundamentales de la política moderna, y muy en especial el
creciente predominio de la segunda sobre la primera. Y el
mismo paradigma teológico-económico está también en la
raíz de la teoría económica del liberalismo, desde los
fisiócratas y Adam Smith, obedientes todas ellas a un
modelo fundado de modo estricto en la Providencia. Pero el
poder moderno, a pesar de su abrumadora eficacia, no es
sólo gobierno, sino que sigue teniendo necesidad de la
gloria, y por eso todos los aspectos litúrgicos, ceremoniales
y aclamatorios, tan minuciosamente estudiados en este
libro y que tendemos a considerar como simples residuos
del pasado, mantienen, en nuevas formas, su vigencia..
Didi-Huberman, Georges. Survivance des lucioles. Paris:
Minuit, 2009. 141 p. (Paradoxe). ISBN 9782707320988.
Resumo:
Dante a, autrefois, imaginé qu'au creux de l'Enfer, dans la
fosse des « conseillers perfides », s‘agitent les petites
lumières (lucciole) des âmes mauvaises, bien loin de la
grande et unique lumière (luce) promise au Paradis. Il
semble bien que l‘histoire moderne ait inversé ce rapport :
les « conseillers perfides » s‘agitent triomphalement sous
les faisceaux de la grande lumière (télévisuelle, par
exemple), tandis que les peuples sans pouvoir errent dans
l‘obscurité, telles des lucioles. Pier Paolo Pasolini a pensé
ce rapport entre les puissantes lumières du pouvoir et les
lueurs survivantes des contre-pouvoirs. Mais il a fini par
désespérer de cette résistance dans un texte fameux de
1975 sur la disparition des lucioles. Plus récemment,
Giorgio Agamben a donné les assises philosophiques de ce
pessimisme politique, depuis ses textes sur la « destruction
de l‘expérience » jusqu‘à ses analyses du « règne » et de la
« gloire ». On conteste ici ce pronostic sans recours pour
notre « malaise dans la culture ». Les lucioles n‘ont disparu
qu‘à la vue de ceux qui ne sont plus à la bonne place pour
les voir émettre leurs signaux lumineux. On tente de suivre
la leçon de Walter Benjamin, pour qui déclin n‘est pas
disparition. Il faut « organiser le pessimisme », disait
Benjamin. Et les images — pour peu qu‘elles soient
rigoureusement et modestement pensées, pensées par
exemple comme images-lucioles — ouvrent l‘espace pour
une telle résistance.
Bourriaud, Nicolas. Formes de vie: L'art moderne et
l'invention de soi . Paris: Denoël, 2009. 168 p. ISBN
9782207261644.
Resumo:
Moderne ? Ce terme, pour avoir trop servi, semble
désormais vide de sens, privé de toute dimension
éthique.Convoquant l'art, la littérature, la philosophie, le
cinéma, l'économie et l'histoire des techniques, Nicolas
Bourriaud établit ici une autre généalogie de la modernité,.
de Brummell à Michel Foucault, de l'alchimie au
mouvement Dada, de Baudelaire à Fluxus en passant par
Guy Debord et Raymond Hains. Une modernité oubliée
dont l'impératif moral serait : Fais de ta vie une œuvre
d'art... L'enjeu majeur pour les artistes modernes ?
Descendants des présocratiques, philosophes en acte, ils
résistent à la généralisation de la division du travail et à la
standardisation de l'ère industrielle, car ils reconstituent
l'unité perdue de l'existence humaine..
Sweet, James H. Recreating Africa: culture, kinship and
religion in the African-Portuguese Worlds, 1441-1770.
Chapell Hill: Univ. of North Carolina, 2003. 296 p. ISBN
9780807854822.
Resumo:
Exploring the cultural lives of African slaves in the early
colonial Portuguese world, with an emphasis on the more
than 1 million Central Africans who survived the journey to
Brazil, James Sweet lifts a curtain on their lives as Africans
rather than as incipient Brazilians.. Focusing first on the
cultures of Central Africa from which the slaves came-Ndembu, Imbangala, Kongo, and others--Sweet identifies
specific cultural rites and beliefs that survived their
transplantation to the African-Portuguese diaspora, arguing
that they did not give way to immediate creolization in the
New World but remained distinctly African for some time..
Slaves transferred many cultural practices from their
homelands to Brazil, including kinship structures, divination
rituals, judicial ordeals, ritual burials, dietary restrictions,
and secret societies. Sweet demonstrates that the
structures of many of these practices remained constant
during this early period, although the meanings of the rituals
were often transformed as slaves coped with their new
environment and status. Religious rituals in particular
became potent forms of protest against the institution of
slavery and its hardships. In addition, Sweet examines how
certain African beliefs and customs challenged and
ultimately influenced Brazilian Catholicism.. Sweet's
analysis sheds new light on African culture in Brazil's slave
society while also enriching our understanding of the
complex process of creolization and cultural survival..
Mitchell, W. J. T. Picture theory: essays on verbal and
visual representation. Chicago: University of Chicago Press,
1994. 445 p. il. ISBN 9780226532325. Inclui bibliografia e
índice.
Resumo:
In "Iconology," W. J. T. Mitchell asked what images are,
how they differ from words, and why these questions have
been such a source of contention for centuries. In this
companion volume to "Iconology," he extends his
investigation to pictures--the concrete, representational
objects in which images appear.. Although we have
thousands of words about pictures, Mitchell notes that we
do not yet have a satisfactory theory of them. What we have
is a variety of disciplines--semiotics, philosophical inquiries
into representation, new departures in art history, studies in
mass media--that attempt to converge on the problem of
pictorial representation and visual culture. Identifying the
problems inherent in the attempt to master visual
representation with verbal discourse, Mitchell proposes
instead to "picture theory." He looks at the way pictures
function in theories about culture, consciousness, and
representation, and at theory itself as a form of picturing.
What precisely, he asks, are pictures (and theories about
pictures) doing "now," in the late twentieth century, when
the power of the visual is said to be greater than ever
before, and the "pictorial turn" supplants the "linguistic turn"
in the study of culture? Focusing on Spike Lee's "Do the
Right Thing," Oliver Stone's "JFK," and television coverage
of the Gulf War, he examines the capacity of visual images
to awaken or stifle public debate, collective emotion, and
political violence. An "applied iconology, " this book by one
of America's leading theorists of visual representation offers
an immensely rich and suggestive account of the interplay
between the visible and the readable across the culture,
from literature to visualart to the mass media..
Belting, Hans. La vera immagine di Cristo. München:
Bollati Boringhieri, 2007. 249 p. ISBN 9788833917733.
Resumo:
Cos‘è un‘immagine? O meglio, cos‘è un‘immagine vera?
Perché osservando una fotografia pretendiamo che ci
restituisca la verità?. Certo, le immagini sono finestre sul
mondo reale. Ma anche la nostra idea di realtà muta
continuamente. Per rispondere a queste domande, Hans
Belting dispiega allora una vera e propria «antropologia
dell‘immagine». Egli ci dona le sue magistrali interpretazioni
delle opere d‘arte mentre penetra con altrettanta agilità nei
problemi teorici: studia il concetto di «persona» di Cristo
come maschera visibile del Dio invisibile, interroga lo
statuto della sindone e quello del corpo risorto, risale alla
disputa teologica sulla «vera immagine» e analizza,
attraverso Dürer, Giovanni Bellini o Francisco de Zurbarán,
il problema della sua rappresentabilità artistica.. Dall‘icona
al ritratto sino alla caricatura, che spezza il difficile equilibrio
tra volto e maschera, le diverse strategie figurative hanno
opposto nei secoli società e religione. E la storia di queste
battaglie assume per Belting un senso estremamente
attuale: rivela la posta in gioco nel dominio dei media
contemporanei..
Le paragone: le parallèle des arts. Textes traduits de
l'italien par Lauriane Fallay d'Este et Nathalie Bauer,
Présentation de Lauriane Fallay d'Este. Paris: Klincksieck,
1992. 240 p. (L'esprit et les formes ; 17). ISBN
9782252037379.
Resumo:
Les origines du paragone remontent aux conceptions et
théories médiévales qui, subordonnant l'art à la théologie,
le maintenaient dans la dépendance de l'église. Dès le
XIVeme siècle et surtout au XVeme siècle, apparaît une
prise de conscience nouvelle qui récuse l'antique
classification des arts en arts libéraux d'une part et Arts
mécaniques de l'autre. Désormais, peinture et sculpture
deviennent les moyens de représentation du monde
extérieur en fonction de principes rationnels et scientifiques.
Leon Battista Alberti et Léonard de Vinci collaborèrent avec
leurs moyens propres à ce combat dont l'enjeu était aussi le
statut de l'artiste dans la société. L'un et l'autre s'appuient
sur les mathématiques et sur une conception rationnelle et
scientifique du monde où l'artiste peut imiter la nature mais
aussi l'amender, au nom d'un concept impératif : celui de la
beauté. C'est l'histoire de ce combat pour une
reconnaissance des beaux arts qui rend à l'artiste et à son
oeuvre noblesse et dignité que retracent les textes choisis
et traduits ici ....
Agamben, Giorgio. Stanze: la parola e il fantasma nella
cultura occidentale. 4. ed. Torino: Giulio Einaudi, 2011. 202
p. + [8] f. de lâms. (Piccola Biblioteca Einaudi. Filosofia ;
526). ISBN 9788806206024.
Resumo:
Questo libro propone la ricostruzione esemplare di quattro
capitoli fondamentali della cultura europea: la teoria del
fantasma nella poesia d'amore del '200 (La parola e il
fantasma); il concetto di malinconia dai padri della chiesa a
Freud (I fantasmi di Eros); l'opera d'arte di fronte al dominio
della merce (Nel mondo di Odradek); la forma emblematica
dal '500 alla nascita della semiologia (L'immagine
perversa). L'indagine è però condotta in una prospettiva
unitaria, che conduce ogni volta a mettere in questione il
luogo (inteso in senso topologico e non spaziale) in cui si
situa la cultura umana nel suo tentativo di entrare in
rapporto col suo inafferrabile oggetto. Cosí la ricostruzione
della teoria del fantasma nella filosofia medievale apre la
via a una interpretazione della teoria dell'amore cortese e a
una lettura inedita di alcuni dei testi poetici (da Cavalcanti a
Dante) che sono all'origine della nostra cultura; ma, nello
stesso tempo, essa approda anche a una situazione critica
della parola poetica e della sua specifica autorità testuale.
Allo stesso modo, l'analisi della letteratura patristica
sull'acedia e delle teorie mediche dell'amore porta a una
revisione della classica interpretazione iconologica
panofskiana della Melencolia di Dürer in un singolare
accostamento con le teorie freudiane. Se l'esame della
reazione degli artisti di fronte al dominio della merce si
articola attraverso una lettura critica di Baudelaire, della
teoria delle correspondances, del dandismo e dell'analisi
marxiana del feticismo della merce, tutti questi temi
convergono nella domanda: dov'è la cosa? Qual è, cioè, il
luogo proprio dei prodotti del fare dell'uomo? L'intera ricerca
è condotta con un metodo che vuole unire la devozione
filologica ai dettagli propria della scuola warburghiana a una
concezione della critica che si ispira indubbiamente a quella
di Walter Benjamin e che, nella prospettiva dichiarata di una
«disciplina dell'interdisciplinarità», si muove dalla filosofia di
Averroè alla poesia di Baudelaire, da Cavalcanti a
Saussure, dalla medicina medievale a Lacan.
Chevrier, Jean-François. La fotografía entre las bellas
artes y los medios de comunicación. Edicion a cargo de
Jorge Ribalta, Traducción de Cristina Zelich. Barcelona:
Gustavo Gili, 2007. 350 p. ISBN 9788425220623.
Resumo:
Este volumen está dedicado al trabajo de uno de los
críticos más brillantes y polémicos de fotografía de los años
ochenta, Jean-François Chevrier. Se trata de una selección
de sus ensayos más emblemáticos, fruto de su labor crítica
en publicaciones especializadas o como comisario de
exposiciones en los años ochenta y noventa. Su trabajo
teórico en ambos frentes ha influido de manera casi directa
en el discurso sobre la museificación de la fotografía; así
como en su articulación discursiva dentro de la cultura
artística contemporánea. Con su concepto del tableau
fotográfico, es decir, la realización de obras fotográficas
tomando como modelo el cuadro pictórico o la
rearticulación del sistema artístico para incorporar las
nuevas tecnologías de las últimas décadas, el trabajo de
Chevrier es fundamental para comprender cómo se articula
la fotografía en el sistema y en la historiografía artística
contemporánea..
Didi-Huberman, Georges. Il gioco delle evidenze: la
dialettica
dello
sguardo
nell'arte
contemporanea.
Traduzione di Cinzia Arruzza. Roma: Fazi Editore, 2008.
226 p. ISBN 9788881129034.
Resumo:
Quel che osserviamo ha valore - ci colpisce, ci parla perché ci riguarda. E se questo è vero, come pensare oggi
le implicazioni estetiche, psicologiche, etiche dell'atto di
guardare?
Georges
Didi-Huberman
individua
nei
"guardanti" due atteggiamenti opposti ed egualmente
insufficienti: uno sempre pronto a credere che quanto ha di
fronte agli occhi conduca a un piano posto oltre la visione
stessa; l'altro ancorato all'apparente evidenza di ciò che si
guarda, alla tautologia, al "ciò che si vede è ciò che si vede"
e basta. Posizioni che l'autore rintraccia nella storia dell'arte
ma anche nella tradizione letteraria. Per superare questa
dicotomia occorre immaginare un modo di guardare che
non crede a ciò che vede ma neppure si limita alla pura
esaltazione della superficie. Per confrontarsi con il
movimento dialettico tra apparenza e profondità che abita
ogni immagine, l'autore sceglie di misurarsi con un'opera
che rappresenta un "grado zero" dell'iconografia, forse la
creazione più essenziale che la scultura contemporanea
abbia offerto: il grande cubo nero dell'artista americano
Tony Smith. È davanti a quest'oggetto - al suo potere di
fascinazione, alla sua inquietante alterità, alla sua potenza che si può ripensare il rapporto tra la forma e la presenza.
Dando una nuova lettura dell'arte minimalista e dei problemi
teorici ed etici che essa ha sollevato, Didi-Huberman
propone un'antropologia dell'immagine e un esame dei
rapporti vivi fra l'opera e chi la guarda..
Heidegger, Martin. História da filosofia, de Tomás de
Aquino a Kant. Tradução: Enio Paulo Giachini. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2009. 271 p. (Textos filosóficos). ISBN
9788532638830.
Charlot,
Bernard
(org.). Educação
e
artes
cênicas: interfaces contemporâneas. Autores: Alexandra
Gouvêa Dumas [et al.]. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013.
196 p. ISBN 9788578542320.
Resumo:
O livro esclarece os encontros e os desencontros entre Arte
e Educação na história e na contemporaneidade e
evidencia os debates estéticos, pedagógicos, éticos e
políticos que envolvem a Arte. Ele propõe temas novos e
desloca fronteiras, ao se interessar pela dança-teatro, pela
mímica corporal dramática, pelas funções da maquiagem
na cena teatral e ao analisar o balé clássico como dança
elitista que se popularizou e o registro de espetáculos
tradicionais como negociação entre o velho viável e o novo
visível.
Carneiro,
Celeste. Arte,
neurociência
e
transcendência. Rio de Janeiro: Wak, 2010. 208 p. il.
ISBN 9788578540999.
Lukács, Georg. Philosophie de l'art (1912-1914): premiers
écrits sur l'esthétique. présentation par Rainer Rochlitz ;
trad. par Rainer Rochlitz et Alain Pernet. Paris: Klincksieck,
1981. 262 p. (L'Esprit et les formes). ISBN 2252023252.
Bisschoff, Lizelle; Peer, Stefanie Van (ed.). Art and trauma
in Africa: representations of reconciliation in music, visual
arts, literature and film. London ; New York: IB Tauris, 2013.
325 p. il. ISBN 9781848856929.
Philippini, Angela (org.). Arteterapia: métodos, projetos e
processos. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2013. 172 p. il.
ISBN 9788588081680.
Mitchell, W. J. T. What do pictures want?: the lives and
loves of images. Chicago: University of Chicago Press,
2005.
380
p.
ISBN
9780226532486.
Includes
bibliographical references and index..
Resumo:
Why do we have such extraordinarily powerful responses
toward the images and pictures we see in everyday life?
Why do we behave as if pictures were alive, possessing the
power to influence us, to demand things from us, to
persuade us, seduce us, or even lead us astray? According
to W. J. T. Mitchell, we need to reckon with images not just
as inert objects that convey meaning but as animated
beings with desires, needs, appetites, demands, and drives
of their own. What Do Pictures Want? explores this idea
and highlights Mitchell's innovative and profoundly
influential thinking on picture theory and the lives and loves
of images. Ranging across the visual arts, literature, and
mass media, Mitchell applies characteristically brilliant and
wry analyses to Byzantine icons and cyberpunk films, racial
stereotypes and public monuments, ancient idols and
modern clones, offensive images and found objects,
American photography and aboriginal painting. Opening
new vistas in iconology and the emergent field of visual
culture, he also considers the importance of Dolly the
Sheep—who, as a clone, fulfills the ancient dream of
creating a living image—and the destruction of the World
Trade Center on 9/11, which, among other things, signifies
a new and virulent form of iconoclasm. What Do Pictures
Want? offers an immensely rich and suggestive account of
the interplay between the visible and the readable. A work
by one of our leading theorists of visual representation, it
will be a touchstone for art historians, literary critics,
anthropologists, and philosophers alike..
Taylor, Lucien. Visualizing theory: selected essays from
V.A.R., 1990-1994. New York: Routledge, 1994. 473 p.
ISBN 9780415908436. Includes bibliographical references..
Resumo:
Visualizing Theory is a lavishly illustrated collection of
provocative essays, occasional pieces, and dialogues that
first appeared in Visual Anthropology Review between 1990
and 1994. It contains contributions from anthropologists,
from cultural, literary and film critics and from image makers
themselves. Reclaiming visual anthropology as a space for
the critical representation of visual culture from the naive
realist and exoticist inclinations that have beleaguered
practitioners' efforts to date, Visualizing Theory is a major
intervention into this growing field..
Dehejia, Vidya. Indian art. London: Phaidon, c1997. 447 p.
il. (Art & Ideas). ISBN 0714834963.
Resumo:
The Indian subcontinent offers an extraordinary visual feast.
Considering Indian art within a chronological framework,
Vidya Dehejia analyses the great cities of the Indus
civilization, the serene Buddha image, the intriguing art of
cave sites, the sophisticated temple-building traditions, the
luxurious art of the Mughal court, the palaces and pavilions
of Rajasthan, the churches of Portuguese Goa, the various
forms of art in the British Raj and the issues related to
taking Indian art into the twenty-first century.
Hawthorne, Nathaniel. The scarlet letter: a romance. with
an introduction by Nina Baym and notes by Thomas E.
Connolly.. New York: Penguin Books, 2003. 238 p.
(Penguin classics). ISBN 9780142437263.
Hawthorne, Nathaniel. The portable Hawthorne. edited
with an introduction by William C. Spengemann. New York:
Penguin Books, 2005. 439 p. (Penguin classics). ISBN
9780143039288.
Calabre, Lia (org.). Políticas culturais: pesquisa e
formação. São Paulo: Itaú Cultural, 2012. 327 p. il. ISBN
9788579790324.
Reinheimer, Patrícia; Sant'Anna, Sabrina Parracho
(orgs.). Manifestações
artísticas
e
ciências
sociais: reflexões sobre arte e cultura material. Rio de
Janeiro: Folha Seca, 2013. 263 p. ISBN 9788587199218.
Cipiniuk, Alberto. A face
linho: moldura simbólica da
Paulo ; Rio de Janeiro: Loyola
il. (Teologia e Ciências
9788515027217.
pintada em pano de
identidade brasileira. São
: Ed. PUC-Rio, 2003. 149 p.
Humanas ; 13). ISBN
Resumo:
O livro analisa a retratística do final do século XVIII e do
início do século XIX, e trata da relação entre a obra de arte,
o artista e seu modelo. A técnica para a confecção de
retratos remonta à República tardia na península da Itália,
mais precisamente aos etruscos. Embora se atribua aos
egípcios a reprodução fria da máscara mortuária, foram os
romanos os primeiros a tomar a aparência externa do rosto
humano, com suas rugas, deformações e dissonâncias,
como expressão que identifica o indivíduo. Alberto Cipiniuk
encontra, nos poucos retratos preservados nos conventos,
confrarias, asilos e Santas Casas de Misericórdia,
elementos que permitem recuperar o perfil dos retratados e
as relações de poder na sociedade colonial. Interpreta
como eles entendiam a arte e os artistas que os
retratavam, assim como as principais motivações para
fazê-lo..
Velthem, Lucia Hussak van. O belo é a fera: a estética da
produção e da predação entre os Wayana. Prefácio
Dominique T. Gallois. Lisboa: Museu Nacional de
Etnologia: Assírio & Alvim, 2003. 446 p. ISBN
9789723707021.
Resumo:
O Belo é a Fera' constitui uma etnografia da experiência
estética dos índios Wayana que vivem na Amazónia
Oriental. As Vias abertas pelos especialistas na
transmissão dos conhecimentos wayana, conduziram ao
entendimento dos preceitos estéticos que se apoiam na
forma, na cor e na ornamentação de pessoas e artefactos.
Pinney, Christopher; Thomas, Nicholas (ed.). Beyond
aesthetics: art and the technologies of enchantment.
Oxford: Berg, 2001. 288 p. il. ISBN 9781859734599.
Resumo:
The anthropology of art is currently at a crossroads.
Although well versed in the meaning of art in small-scale
tribal societies, anthropologists are still wrestling with the
question of how to interpret art in a complex, postcolonial
environment. Alfred Gell argued in his posthumous book
'Art and Agency' - that art objects could be seen as forms
mediating social action. His book proposed a novel
perspective on the roles of art in political practice and made
fresh links between analyses of style, tradition and society.
Offering a overview of the anthropology of art, this book
begins where Gell left off. Distinguished contributors
present critiques of the limits of aesthetic interpretation, the
workings of objects in practice, the relations between
meaning and efficacy and the politics of postcolonial art.
Subjects covered include music and the internet as well as
ethnographic traditions and contemporary indigenous art..
Didi-Huberman, Georges. L'homme qui marchait dans la
couleur. Paris: Minuit, 2001. 93 p. il. (Fables du lieu). ISBN
9782707317360.
Resumo:
L‘artiste est inventeur de lieux. Il façonne, il donne chair à
des espaces improbables, impossibles ou impensables :
apories, fables topiques. Le genre de lieux qu‘invente
James Turrell passe d‘abord par un travail avec la lumière :
matériau incandescent ou bien nocturne, évanescent ou
bien massif. Turrell est, en effet, un sculpteur qui donne
masse et consistance à ces choses dites immatérielles que
sont la couleur, l‘espacement, la limite, le ciel, le rai, la nuit.
Ses chambres à voir construisent des lieux où voir a lieu,
c‘est-à-dire où voir devient l‘expérience de la chôra, ce lieu
― absolu ‖ de la fable platonicienne. Quelque chose qui
évoquerait aussi ce que les psychanalystes nomment des ―
rêves blancs ‖. Cette sculpture de surplombs, de ciels et de
volcans est ici présentée comme une fable de
cheminements. En sorte que regarder une œuvre d‘art
équivaudrait à marcher dans un désert.
Goodwin, Jeff; Jasper, James M. (ed.). Rethinking social
movements: structure, meaning, and emotion. Lanham:
Rowman & Littlefield, 2004. 307 p. (People, Passions, and
Power). ISBN 9780742525962.
Resumo:
This landmark volume brings together some of the titans of
social movement theory in a grand reassessment of its
status. For some time, the field has been divided between a
dominant structural approach and a cultural or constructivist
tradition.. The gaps and misunderstandings between the
two sides-as well as the efforts to bridge them-closely
parallel those in the social sciences at large. This book aims
to further the dialogue between these two distinct
approaches to social movements and to show the broader
implications for social science as a whole as it struggles
with issues including culture, emotion, and agency..
Belting, Hans. Florence and Baghdad: Renaissance art
and Arab science. Translated by Deborah Lucas Schneider.
Cambridge, Mass: Belknap Press of Harvard University
Press,, 2011. 303 p. ISBN 9780674050044.
Resumo:
The use of perspective in Renaissance painting caused a
revolution in the history of seeing, allowing artists to depict
the world from a spectator's point of view. But the theory of
perspective that changed the course of Western art
originated elsewhere-it was formulated in Baghdad by the
eleventh-century mathematician Ibn al Haithan, known in
the West as Alhazen. Using the metaphor of the mutual
gaze, or exchanged glances, Hans Belting-preeminent
historian and theorist of medieval, Renaissance, and
contemporary art-narrates the historical encounter between
science and art, between Arab Baghdad and Renaissance
Florence, that has had a lasting effect on the culture of the
West.. In this lavishly illustrated study, Belting deals with the
double history of perspective, as a visual theory based on
geometrical abstraction (in the Middle East) and as pictorial
theory (in Europe). How could geometrical abstraction be
reconceived as a theory for making pictures? During the
Middle Ages, Arab mathematics, free from religious
discourse, gave rise to a theory of perspective that, later in
the West, was transformed into art when European painters
adopted the human gaze as their focal point. In the Islamic
world, where theology and the visual arts remained closely
intertwined, the science of perspective did not become the
cornerstone of Islamic art. Florence and Baghdad
addresses a provocative question that reaches beyond the
realm of aesthetics and mathematics: What happens when
Muslims and Christians look upon each other and find their
way of viewing the world transformed as a result?.
Goldstein, Ilana Seltzer. O Brasil best seller de Jorge
Amado: literatura e identidade nacional. São Paulo: Editora
SENAC São Paulo, 2003. 321 p. ISBN 9788573593129.
Resumo:
Este livro discute, sob novo ângulo, um dos mais
espinhosos temas no que diz respeito à construção da
identidade nacional brasileira - a mestiçagem. Com uma
teoria inovadora, que aproxima antropologia e estudos
literários, e numa narrativa instigante e bem enredada, a
autora dialoga com esse universo complexo e problemático
- da convivência harmoniosa, mas também da violência -,
no qual as personagens de Jorge Amado, o cotidiano da
cidade de Salvador e a imagem do próprio escritor se
imbricam..
Didi-Huberman, Georges. Gestes d'air et de Pierre: corps,
parole, souffle, image. Paris: Minuit, 2005. 84 p. il.
(Paradoxe). ISBN 9782707319012.
Resumo:
Parcours
à
travers
l‘œuvre
–
psychanalytique,
philosophique et, en un sens, poétique – de Pierre Fédida,
ce livre interroge la façon dont une pensée de l‘absence se
devait de produire une théorie des rapports entre corps,
parole, souffle et image une théorie du ― souffle indistinct de
l‘image ‖.. C‘est une approche de paradoxes. C‘est la
surprise de découvrir les affinités de l‘air et de la pierre, de
la danse et de la sépulture, de l‘art et de la généalogie.
C‘est une façon de s‘interroger sur la respiration du temps
dans l‘image..
Didi-Huberman, Georges. Le cube et le visage: Autour
d'une sculpture d'Alberto Giacometti. Paris: Macula, 1993.
243 p. ISBN 9782865890408.
Resumo:
Ce livre constitue la première monographie entreprise à
propos de la sculpture la plus étrange, la plus atypique, de
Giacometti : il s'agit du Cube, considéré comme le seul
objet « abstrait » de l'artiste. Inexplicable à ce titre dans une
œuvre vouée, paraît-il, à la « recherche de la réalité
».?Mais le faisceau de questions, d'hypothèses et
d'analyses formelles ou historiques dont ce livre
littéralement entoure l'objet ouvrira au lecteur de toutes
nouvelles perspectives. Étude minutieuse d'une élaboration
figurale étendue sur deux ou trois années - soit entre 1932
et 1935 - à travers les dessins, les gravures, les sculptures
et aussi les textes de Giacometti, l'essai de Georges DidiHuberman permet de découvrir dans le Cube un objet, à la
charnière de ses époques « surréaliste » et « réaliste », où
l'artiste articula quelques-uns des paradigmes essentiels à
son art dans la longue durée : rapport des corps à la
géométrie ; séparation du visage et du crâne ; iconographie
de la mélancolie ; et enfin le problème du portrait, qui oblige
devant cette sculpture à penser la notion inédite d'un «
anthropomorphisme abstrait.
Kent, Susan. Domestic architecture and the use of
space: an interdisciplinary cross-cultural study. Cambridge,
UK: Cambridge University Press, 1990. 192 p. (New
directions in archaeology). ISBN 9780521445771.
Resumo:
Domestic Architecture and the Use of Space investigates
the relationship between the built environment and the
organisation of space. The contributors are classical and
prehistoric archaeologists, anthropologists and architects,
who from their different backgrounds are able to provide
some important and original insights into this relationship..
Warburg, Aby. Atlas Mnemosyne. Madrid: Akal Ediciones,
2010. 188 p. (Arte y estética). ISBN 9788446028253.
Resumo:
Esta é una obra clave en la historiografía artística, que se
encuentra en la raíz de algunas de las principales
corrientes que han marcado el desarrollo de la disciplina en
el último siglo, de la iconología de Panof..
.
Momplet
Míguez,
Antonio. El
arte
hispanomusulmán. Madrid: Encuentro, 2008. 478 p. ISBN
9788474908992.
Resumo:
El arte hispanomusulmán es parte del arte islámico. Pero,
al mismo tiempo, es heredero y receptor de otras
tradiciones artísticas que son las que colaboran a darle su
riqueza y su propia caracterización. La presencia del Islam
en la península Ibérica durante casi ocho siglos, con su
extraordinario bagaje cultural y sus espléndidas creaciones
artísticas, determinó la personalidad de lo hispánico
medieval, diferente del resto, africano o europeo, y acuñó
peculiaridades que, trascendiendo a la presencia material
de lo musulmán, forman parte integrante y diferencial de lo
que, genéricamente, puede considerarse español. El arte
hispanomusulmán es el mejor testimonio tangible de
aquellos tiempos..
Szondi, Peter. Teoria do drama moderno (18801950). Tradução e notas Raquel Imanishi Rodrigues ;
Apresentação José Antônio Pasta Jr.. 2. ed. Säo Paulo:
Cosac Naify, 2011. 176 p. ISBN 9788540500945.
Resumo:
Este livro não traz apenas um panorama histórico do teatro
moderno, mas também análises do autor oferecendo o
máximo resultado de uma dialética histórico-filosófica das
formas de arte, identificando oposições e continuidades no
arco da produção de onze dramaturgos, entre eles Ibsen,
Tchékhov, Strindberg, Brecht, Pirandello, Eugene O'Neill e
Arthur Miller..
Vine, Richard. New China, new art. [= Zhongguo dang dai
yi shu]. Munich: Prestel, 2011. 255 p. ISBN
9783791345505.
Resumo:
The rapid economic and cultural transformation of China
during the past thirty years has created an art scene of
unparalleled energy and global impact. Throwing off
restrictions on subject matter, embracing a new freedom to
experiment, but also preserving and expressing Chinese
identity on a monumental scale, the new Chinese art has
enjoyed an astonishing surge of commercial and critical
success. With chapters organized by medium, including
painting, sculpture and installation, photography, and
performance, the book focuses on works by the most
significant contemporary Chinese artists and offers a
comprehensive critical assessment of one of the most
dynamic art scenes in the world today. A preface placing
the art in the context of the whirlwind changes in the
country's social and political environment, and a concluding
critical appraisal make this book an authoritative and
exciting introduction to art of the new China..
Hunt, John Dixon; Lomas, David; Corris, Michael. Art, word
and image: two thousand years of visual/textual interaction.
with essays by Jeremy Adler ... [et al.]. London: Reaktion,
2010. 410 p. ISBN 9781861897459.
Resumo:
This book is the first attempt to chart the history of art and
its interaction with written language. Art, Word and Image
examines the use of words (or language) in many genres of
art - most often painting, but including prints, the book as
art, sculpture, installation, and performance. This book asks
what does it mean when a painting is 'invaded' by
language? How do the two forms converse and combine,
and what messages are intended for the viewer? In
addition, other important themes that are also addressed
include the naming or titling of paintings, the uses of
narrative in art, and the literary connections and aspirations
of artists. Art, Word and Image is constructed around three
wide-ranging essays by John Dixon Hunt, David Lomas and
Michael Corris. These essays discuss the use and
significance of words in art - from Classical Greece and
Assyria, through to the Middle Ages and the Renaissance,
to modern times and today's digital media, where the words
and image question has become a central issue. The
essays cover a variety of movements (Pre-Raphaelites,
Cubists, Surrealists, and Lettrists, for example) and many
artists, among them Duchamp, Picasso, Ernst, Twombly,
Michaux, Warhol and Kruger. The book also includes
'spotlight' essays on artists whose work engages
substantially with questions of word and image: Blake, Klee,
Schwitters, Haack, Pettibon, McCahon and Walla. This
ground-breaking book will form a new framework for
thinking about the interactions between word and image in
the visual arts. With contributions by Jeremy Adler, Stephen
Barber, Rex Butler and Laurence Simmons, Michael Corris,
John Dixon Hunt, Michael R. Leaman, David Lomas,
Joseph Viscomi, Hamza Walker, Barbara Weyandt and
Michael White.
Boullata, Kamal. Palestinian art 1850-2005. Preface by
John Berger. London: Saqi, 2009. 363 p. il. (principalmente
color.). ISBN 9780863566486.
Resumo:
―Boullata takes the reader close to the struggle of those
visionary, obstinate Palestinian artists who create so that
their anonymous heroic land with its ancestral olive trees
may survive.‖—John Berger. ―It is rare and exciting to find
an art book full of persuasive, urgent visual imagery whose
language and strategies are ultimately unfamiliar, whatever
their surface appearance, to the complacent western eye.
And it is refreshing to sense that the pull of much of the
work derives from and points back to Palestinian culture
itself, rather than being necessarily part of the selfconscious east-west discourse which so preoccupied
Edward Said. As such it represents another advance in
international understanding of Palestinian history and
aspiration, but determinedly through the artist's eye.‖—
Guardian UK. This diverse selection features pre-1948
paintings alongside contemporary media works, highlighting
the political concerns of Palestinian artists and their unique
contributions to modern Arab culture. Works by artists who
live in Palestine are examined alongside those of artists
from the Palestinian diaspora..
Belting, Hans. Art history after modernism. Translated by
Caroline Saltzwedel and Mitch Cohen, with additional
translation by Kenneth Northcott. Chicago: University of
Chicago Press, 2003. 226 p. il. ISBN 0226041859.
Resumo:
"Art history after modernism" does not only mean that art
looks different today; it also means that our discourse on art
has taken a different direction, if it is safe to say it has taken
a direction at all. So begins Hans Belting's brilliant,
iconoclastic reconsideration of art and art history at the end
of the millennium, which builds upon his earlier and highly
successful volume, The End of the History of Art?. "Known
for his striking and original theories about the nature of art,"
according to the Economist, Belting here examines how art
is made, viewed, and interpreted today. Arguing that
contemporary art has burst out of the frame that art history
had built for it, Belting calls for an entirely new approach to
thinking and writing about art. He moves effortlessly
between contemporary issues—the rise of global and
minority art and its consequences for Western art history,
installation and video art, and the troubled institution of the
art museum—and questions central to art history's definition
of itself, such as the distinction between high and low
culture, art criticism versus art history, and the invention of
modernism in art history. Forty-eight black and white
images illustrate the text, perfectly reflecting the state of
contemporary art. With Art History after Modernism, Belting
retains his place as one of the most original thinkers
working in the visual arts today..
Wheeler, Mortimer. Roman art and architecture. London:
Thames & Hudson, 2011. 250 p. il. (algumas color.). (World
of art). ISBN 9780500200216.
Resumo:
Sir Mortimer Wheeler describes the architecture and town
planning, the sculpture and painting, the silverware, glass,
pottery and the other rich artistic achievements of the era..
Ribeiro, José da Silva. Antropologia visual: da minúcia do
olhar ao olhar distanciado. Porto: Afrontamento, 2004. 202
p. il. (Biblioteca das Ciências Sociais . Antropologia ; 10).
ISBN 9789723607192.
Resumo:
Esta obra propõe-se, por um lado, desenvolver um
percurso diacrónico baseado em quatro momentos do
desenvolvimento paralelo entre a Antropologia, a fotografia
e o cinema: um primeiro momento da documentação em
que as imagens são sobretudo auxiliares de investigação e
objectos coleccionáveis nos arquivos dos museus de
etnografia e antropologia; um segundo momento em que as
imagens são cada vez mais pressentidas como linguagem
em que as questões do trabalho de campo e da montagem
(fotomontagem e artes gráficas) são centrais ao processo
de pesquisa e de criação de uma linguagem
cinematográfica; um terceiro momento que corresponde ao
aparecimento e utilização do som síncrono com o
desenvolvimento do cinema directo; finalmente a
emergência das novas tecnologias digitais (por vezes
integradoras de todas as práticas anteriores) e das novas
narrativas cinematográficas..
Faure, Élie. Histoire de l'art: l'art antique . Préface,
établissement du texte et dossier critique par Martine
Chatelain-Courtois. Paris: Denoël, 1985. 450 p. il. (Folio.
Essais ; 62). ISBN 9782070324170.
Resumo:
This is a reproduction of a book published before 1923. This
book may have occasional imperfections such as missing or
blurred pages, poor pictures, errant marks, etc. that were
either part of the original artifact, or were introduced by the
scanning process. We believe this work is culturally
important, and despite the imperfections, have elected to
bring it back into print as part of our continuing commitment
to the preservation of printed works worldwide. We
appreciate your understanding of the imperfections in the
preservation process, and hope you enjoy this valuable
book..
Mango, Cyril. The art of the Byzantine Empire, 3121453: sources and documents. Toronto: University of
Toronto Press, 1986. 272 p. il., mapas. (Medieval Academy
Reprints for Teaching ; 16). ISBN 9780802066275.
Resumo:
This anthology of translated histories, chronicles, saint's
lives, theological treatises, and accounts presents an indepth analysis of Byzantine art. Focusing on
Constantinople, Mango chronicles the arts, and places them
in historical, political, and theological perspective. First
published in 1972..
Vassilika, Eleni. Greek and Roman art. Photography by
Andrew Morris and Andrew Norman. Cambridge:
Cambridge University Press, 1998. 136 p. il.
(principalmente color.). (Fitzwilliam Museum handbooks).
ISBN 0521625572.
Resumo:
This splendidly illustrated book presents sixty-four images
from the Fitzwilliam Museum of the finest examples of
Greek, Etruscan, Cypriot and Roman art dating from the
Bronze Age to the late Roman period, and ranging from the
monumental to the decorative. The concise text provides an
introduction to the art, technology and history for the
layman, as well as new insights for the expert. Many of the
objects are published here for the first time..
Chiu, Melissa; Genocchio, Benjamin. Contemporary art in
Asia: a critical reader. Cambridge, Mass: MIT Press, 2011.
430 p. ISBN 9780262516235.
Resumo:
In 2008, Asia stormed the citadel of the New Yorkart world
when two major museums presented retrospectives of
Asian contemporaryartists: Cai Guo-Qiang at the
Guggenheim Museum and Takashi Murakami at
theBrooklyn Museum. Meanwhile, in Hong Kong, a painting
by Zeng Fanzhi sold for $9.5 million, settinga new world
auction record for Chinese contemporary art. The Western
art worldis still coming to grips with the challenge: it is all
about Asia now. This book is the first anthology ofcritical
writings to map the shift in both the nature and the
reception ofAsian art over the past twenty years. Offering
texts by leading figures in thefield (mostly Asian), and
including more than fifty illustrations in color andblack and
white, it covers developments in East Asia (including China,
Korea, andJapan), South Asia (including India and
Pakistan), and Southeast Asia (includingVietnam,
Indonesia, and Thailand). Together, the twenty-three
textsposit ahistorical and pan-Asian response to the
question, "What is Asiancontemporary art?" Considering
such topics as Asian modernism ("productivemistranslation"
of the European original), Asian cubism, and thecurating,
collecting, and criticism of Asian contemporary art, this
bookpromises to be a foundational reference for many
years to come..
Shanks, Michael. Art and the early Greek State: an
interpretive archaeology. Cambridge: Cambridge University
Press, 2004. 237 p. il. (New studies in archaeology). ISBN
0521602858.
Resumo:
Widely known as an innovative figure in contemporary
archaeology, Michael Shanks has written a challenging
contribution to recent debates on the emergence of the
Greek city states in the first millennium BC. He interprets
the art and archaeological remains of Korinth to elicit
connections between new urban environments, foreign
trade, warfare, and the ideology of male sovereignty.
Adopting an interdisciplinary perspective, which draws on
an anthropologically informed archaeology, ancient history,
art history, material culture studies and structural
approaches to the classics, his book raises large questions
about the links between design and manufacture, political
and social structure, and culture and ideology in the ancient
Greek world..
Silva,
Jorge
Henrique
Pais
da;
Calado,
Margarida. Dicionário
de
termos
de
arte
e
arquitectura. Lisboa: Presença, 2005. 395 p. il. (Biblioteca
da arte). ISBN 9789722333368.
Resumo:
Concebida pelo Professor Pais da Silva, esta obra
permaneceu inacabada devido à sua morte prematura.
Felizmente para todos os apreciadores e estudiosos de
temas como Arte, História da Arte, Arquitectura e
Património, a Professora Doutora Margarida Calado
organizou e, em parte, completou o imenso acervo de
materiais contidos no espólio do eminente Professor. Por
outro lado, cruzou com as dele entradas da sua própria
autoria, que se reportam sobretudo a aspectos
relacionados com a arte contemporânea. Uma obra já
histórica, ao mesmo tempo de plena actualidade.
Esposito, John L. (ed.). The Oxford history of Islam. New
York, N.Y: Oxford University Press, 1999. 749 p. il.
(principalmente color.), mapas. ISBN 9780195107999.
Resumo:
Lavishly illustrated with over 300 pictures, including more
than 200 in full color, 'The Oxford History of Islam' offers the
most wide-ranging and authoritative account available of
the second largest - and fastest growing - religion in the
world. John L. Esposito, has gathered together sixteen
leading scholars, both Muslim and non-Muslim, to examine
the origins and historical development of Islam - its faith,
community, institutions, sciences, and arts. Beginning in the
pre-Islamic Arab world, the chapters range from the story of
Muhammad and his Companions, to the development of
Islamic religion and culture and the empires that grew from
it, to the influence that Islam has on today's world. The book
covers an array of subjects, casting light on topics such as
the historical encounter of Islam and Christianity, the role of
Islam in the Mughal and Ottoman empires, the growth of
Islam in Southeast Asia, China, and Africa, the political,
economic, and religious challenges of European
imperialism in the nineteenth and twentieth centuries. The
book offers excellent articles on Islamic religion, art and
architecture, and sciences as well as bibliographies..
Auerbach, Emily. Searching for Jane Austen. Madison,
Wis: University of Wisconsin Press, 2004. 344 p. ISBN
0299201848.
Easterling, P. E.. The Cambridge history of classical
literature: The Hellenistic period and the empire. edited by
P.E. Easterling and B.M.W.. Cambridge: Cambridge
University Press, 1985. v. 1/Part 4. 278 p. ISBN
0521359848.
Resumo:
This series provides individual textbooks on early Greek
poetry, on Greek drama, on philosophy, history and oratory,
and on the literature of the Hellenistic period and of the
Empire. Each part has its own appendix of authors and
works, a list of works cited, and an index. This volume
studies the revolutionary movement represented by the
more creative of the Hellenistic poets and finally the very
rich range of authors surviving from the imperial period, with
rhetoric and the novel contributing a distinctive flavour to
the culture of the time. Appropriately enough, the volume
closes with a survey of books and readers in the ancient
world, which draws attention to the bookish nature of Greek
literature from the Hellenistic period onwards and points
forward to its survival into the Middle Ages..
Beard, Mary; Henderson, John. Classical art: from Greece
to Rome. Oxford: Oxford University Press, 2001. 298 p.
ISBN 0192842374.
Resumo:
The stunning masterpieces of Ancient Greece and Rome
are fundamental to the story of art in Western culture and to
the origins of art history. The expanding Greek world of
Alexander the Great had an enormous impact on the
Mediterranean superpower of Rome. Generals, rulers, and
artists seized, imitated, and re-thought the stunning legacy
of Greek painting and sculpture, culminating in the greatest
art-collector the world had ever seen: the Roman emperor
Hadrian..
Rijksbaron, Albert. The syntax and semantics of the verb
in classical Greek: an introduction. 3 ed. Chicago:
University of Chicago Press, 2006. 214 p. ISBN
9780226718583.
Resumo:
The verb is, in any language, the motor of all
communication: no verb, no action. In Greek, verb forms
change not only with person, number, tense, and voice, but
in four possible moods as well. Available now in a special
reprint for the North American market, The Syntax and
Semantics of the Verb in Classical Greek is an
incomparable resource to students and scholars charged
with the considerable task of untangling the Greek
language‘s many complexities. With clear, concise
instruction, Albert Rijksbaron shows how the various verb
forms contribute to the richness of the Greek literature as
we know it, in this essential guide for both novices and
experienced practitioners.
Krauss, Rosalind E.. Under blue cup. Cambridge: MIT
Press, 2011. 142 p. ISBN 9780262016131.
Spinelli, João. Alex Vallauri: Graffiti : fundamentos
estéticos do pioneiro do grafite no Brasil =. [Aesthetic
fundamentals from Brazil's graffiti pioneer]. [Tradução:
Daniela Sandler]. Säo Paulo: Bei Comunicação, 2010. 238
p. il. (principalmente color.). ISBN 9788578500467. Textos
em português e em inglês.
Resumo:
Neste livro, o autor busca rever o percurso do artista Alex
Vallauri, oferecendo um panorama de sua obra,
apresentando tanto os desenhos do início de carreira
quanto as figuras com que ele transformou a paisagem de
São Paulo e de outras cidades em que viveu, como Nova
York. A obra pretende mostrar como a obra de Vallauri se
manteve independente, procurando revelar as facetas do
artista.
Martins, Ana Cecília Impellizieri; Sochaczewski, Monique
(orgs.). As descobertas do Brasil: o olhar estrangeiro na
construção da imagem. Textos: Jean Marcel Carvalho
França, Teresa Cribelli e Maurício Parada. Rio de Janeiro:
Casa da Palavra, 2014. 239 p. il. (principalmente color.).
ISBN 9788577344710. Textos em francês e em português.
Resumo:
As características culturais dos brasileiros são por si
mesmas fugidias e difíceis de definir - sincretismo,
miscigenação e carnaval. E não são poucas as reportagens
de fôlego que buscam explicar melhor o país aos
estrangeiros ou mostrar seus aspectos inusitados ou
desconhecidos publicadas em jornais no mundo todo.
Jornalistas, escritores, cineastas, acadêmicos, todos
parecem buscar explicações para um país nunca
totalmente
acomodado
dentro
das
definições
estabelecidas. Este livro apresenta três ensaios que
pontuam a visão dos estrangeiros em três momentos
marcantes no Brasil - 1500, 1800 e 1900. Jean Marcel
Carvalho França apresenta com detalhes os relatos
deixados por viajantes europeus em passagem pela porção
portuguesa das Américas, entre 1506 e 1808. Já no
contexto da transmigração da família real portuguesa, em
1808, Teresa Cribelli faz um estudo da representação do
Brasil aos olhos estrangeiros através de registros
iconográficos e pinturas. Com a invenção e a popularização
da fotografia em meados do século XIX, fotografias em
preto e branco ilustram um momento de progresso,
potência e esperança do país, quando foi apelidado por
Stefan Zweig de 'país do futuro', já no século XX. Aqui,
além de aprender, esses estrangeiros também ensinaram.
Ensinaram o Brasil a conhecer o próprio Brasil. E legaram
ao país, como parte dele, uma identidade cultural calcada
na mistura, na assimilação, na permanente descoberta..
Wulf, Christoph. Homo pictor: imaginação, ritual e
aprendizado mimético no mundo globalizado. Tradução e
prefácio Vinicius Spricigo. São Paulo: Hedra, 2013. 213 p.
ISBN 9788577153046. Inclui bibliografia.
Resumo:
Se o consenso entre estudiosos de varias correntes
teóricas a respeito de uma posição hegemônica do estatuto
de imagem atuando sobre nossa possibilidade de
experiência beira atualmente o lugar comum, as reflexões
contidas em ―Homo Pictor - Imaginação, Ritual e
Aprendizado Mimético No Mundo Globalizado‖ se mostram
oportunas, principalmente porque o pensamento de
Christoph Wulf, professor de Antropologia e Educação da
Universidade Livre de Berlim, se propõe a caminhar por
junções e fronteiras entre áreas muitas vezes
academicamente definidas como estanques.
Spricigo, Vinicius. Modes of representation of the São
Paulo Biennial: the passage from artistic internationalism
to cultural globalisation =. [Modos de representação da
Bienal de São Paulo : a passagem do internacionalismo
artístico à globalização cultural]. São Paulo: Hedra, [2011].
208 p. (Fórum permanente ; 3). ISBN 9788577152193.
Textos em inglês e em português; Inclui bibliografia (p. 197208).
Grossmann, Martin; Mariotti, Gilberto (orgs.). Museum art
today =. [Museu arte hoje]. São Paulo: Hedra, [2011]. 222
p. (Fórum permanente ; 1). ISBN 9788577152261. Texto
em inglês e em português; Inclui bibliografia.
Resumo:
Esta coletânea traz importantes contribuições para o
entendimento do papel e missão do museu de arte no
Brasil e no globo, tendo como ponto de partida o projeto do
MASP de Lina Bo Bardi inaugurado em 1968. Participam
deste debate gestores, curadores, arquitetos,artistas, entre
eles, Paulo Herkenhoff, Marcelo Araújo, Moacir dos Anjos,
Marcelo Ferraz e Ricardo Basbaum. O livro demonstra que
apesar das recorrentes crises institucionais, a trajetória do
Museu de Arte no Brasil é ímpar ao lançar e promover
novas idéias e novos modos de operação sócio-cultural.
Fialho, Ana Letícia ; Kunsch, Graziela (orgs.). Critical
reports =: 27th São Paulo Biennial seminars
. [Relatos
críticos : seminários da 27a Bienal de São Paulo ]. São
Paulo: Hedra, [2011]. 150 p. (Fórum permanente ; 2). ISBN
9788577152278. Texto em inglês e em português; Inclui
bibliografia.
Resumo:
A prática de redação e publicação de relatos sobre
palestras, oficinas e debates presenciais vem sendo
cultivada pelo Fórum Permanente desde as suas primeiras
atividades. Este livro reúne alguns dos primeiros relatos
produzidos, sobre os seminários internacionais da
27aBienal de São Paulo, constituindo uma "documentação
crítica" dos eventos de 2006. Entre as autoras dos relatos
estão Fernanda Pitta, Paula Braga e Paula Alzugaray. O
livro inclui o texto de apresentação geral dos seminários, de
Lisette Lagnado.
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